CAIXA CULTURAL RECIFE 21 a 26 de maio 2013 CAIXA CULTURAL SÃO PAULO 16 a 28 de julho 2013

shows musicais. dentre curtas e longas. a mostra promoverá ainda o intercâmbio entre os dois países. dando ênfase às exposições de artes visuais. como Miguel Gomes e João Pedro Rodrigues e descobrir alguns filmes ainda inéditos no Brasil. Faremos também uma justa homenagem ao incontornável do cinema português. que destacam singularidades desta cinematografia na sua concepção. Os projetos patrocinados são selecionados via edital público. Selecionada no Edital 2012 de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural. Teremos a possibilidade de ver as primeiras obras de cineastas hoje consagrados.” em que diretores e/ou críticos brasileiros virão apresentar e conversar sobre alguns dos filmes exibidos. o cineasta Fernando Lopes. estética e temática. documentários e animações. Como parte da sua programação. abrimos nossos espaços ao cinema de Portugal. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL . trazendo diretores portugueses para apresentarem seus filmes e lançando a rubrica “Sob o olhar de. falecido em 2012. peças de teatro. espetáculos de dança. uma das principais patrocinadoras da arte e cultura brasileira.. a 2ª Mostra Cinema Português Contemporâneo apresentará um total de 25 filmes.A CAIXA. festivais de teatro e dança em todo o território nacional e artesanato brasileiro. pelo segundo ano consecutivo. ficções. uma opção da CAIXA para fazer mais democrática e acessível a participação de produtores e artistas de todo o país como também dar mais transparência à utilização dos recursos da empresa. Com realização em Recife e em São Paulo. destina anualmente mais de R$ 60 milhões de seu orçamento para patrocínio a projetos culturais em espaços próprios e espaços de terceiros..

crítico e historiador de cinema pernambucano. pretendemos aproximar o cinema realizado nos dois países por meio de quem o faz e de quem o pensa.. A II Mostra Cinema Português Contemporâneo. pretendemos enfatizar ainda mais uma característica fundamental dessa cinematografia: a sua diversidade e liberdade criativa. como vêm atestar as várias presenças de filmes e diretores nos maiores palcos do cinema mundial. na quase paralisação da atividade. ela se realiza em Recife. Imperativo esse que se confirma ainda pelo momento particularmente difícil dessa cinematografia. de 24 de maio a 6 de junho) e em São Paulo. Apresentaremos obras de cineastas consagrados. o eixo curatorial da mostra vai exibir filmes que abriram novas perspectivas nesse sentido. João Botelho. documentários e curtas. e Edgar Pêra. desde o ano passado. fugindo de concessões e convenções comerciais. E a rubrica Sob o olhar de. pretendemos dar uma maior visibilidade a esse cinema. Em Recife. que aconteceu pela primeira vez em 2012. Assim. dentre ficções. mas pouco exibidos aqui. Mesmo assim. e o seu Branca de Neve. com a sua adaptação para cinema da obra máxima de Fernando Pessoa. mas significativa mostra de alguns dos filmes mais emblemáticos desse cineasta consagrado e fundamental na história do cinema português dos últimos 50 anos. pretendemos dar a conhecer a influência de Fernando Lopes. um dos fundadores do cinema novo no país e que se manteve ativo na cinematografia portuguesa até 2012. além de continuar no Rio de Janeiro (no Instituto Moreira Salles. com obras que tiveram um forte impacto internacional. mostrar a imensa riqueza e diversidade do cinema que é feito em Portugal tornou-se para nós um imperativo. diversidade e liberdade criativa ímpares no panorama mundial cinematográfico. João Pedro Rodrigues e João Salaviza. que vêm apresentar os seus filmes e participar de debates com o público. Em 2013. segue também uma dinâmica de crescimento. Para isso. Além disso. e cineastas da nova e da novíssima geração. sendo em alguns casos primeiros filmes. Filme do desassossego. mas que continua sendo bastante desconhecido no Brasil. que conquista cada vez mais notoriedade e reconhecimento internacionais. Assim. críticos e estudiosos de cinema do Brasil serão convidados para apresentar o seu olhar particular e subjetivo sobre alguns dos filmes exibidos. pela proximidade da Refinaria Filmes com o cinema português nos últimos anos. devido à crise econômica e social por que Portugal atravessa e que implicou. entre eles Miguel Gomes. A Mostra continua também a contar com diretores convidados. uma pequena. ampliamos o espectro de atividades através de duas novas rubricas: A Homenagem a Fernando Lopes. por exemplo. Com essa homenagem. como João César Monteiro. Com a mostra. Branca de Neve através do olhar de Luiz Soares Júnior. filme de uma radicalidade extrema. Este ano.. dando a conhecer ou a rever uma seleção de filmes portugueses de grande qualidade. ano de sua morte. formais e temáticos. em que cineastas. temos confirmado.A II Mostra Cinema Português Contemporâneo pretende continuar o caminho iniciado em 2012 para firmar o nosso objetivo: ser um espaço anual do cinema português no Brasil. no que tange a seus aspectos estéticos. o cinema português continua atingindo patamares de qualidade. e seu filme O Barão. REFINARIA FILMES ..

2011 • Prêmio Andorinha Curta-metragem – Melhor Ficção – Cineport.Fest’Afilm. Os assaltantes fizeram dois reféns e estão na mira dos snipers. César Monteiro. Sagueneil. Teresa Arriaga.Clermont-Ferrand. França • Prêmio ASOLO per la sezione Film Sull’Arte . pela televisão. Em 2007. . story-board. Brasil. e de O grande Kilapy (2013) de Zezé Gamboa.Qualidade da Fotografia Marché du Film Court . e foi co-roterista de A força do atrito (1992) de Pedro M. 2011 Ficha técnica Com Rogério Samora. Paulo Rocha / Suma Filmes Iana Ferreira | 1971 Cursou Cinema na Área de Fotografia na Escola Superior de Teatro e Cinema (1990/93) de Lisboa. escreveu Olhos Vermelhos para Paulo Rocha. se formou em direito em Coimbra e estudou cinema no Porto. junto com Fernando Vendrell. roterista e realizador. tendo colaborado em diversos curtas e longas metrangens. dirigiu e escreveu o longa-metragem O Oiro do bandido (1991). Prêmios e Festivais • Melhor Curta Metragem 2006 ALCIMÉ . Maria João Luís.International Art Film Festival. >> Enquanto a empregada põe a mesa para jantar. Trabalhou em produção. Rob Rombout. realização e finalmente roteiro. Roteiro e Fotografia: Iana Ferreira e João Vianna Som: Rui Coelho. Trabalhou também com cineastas como José Álvaro. trabalha como assistente de fotografia. João Viana | 1966 Entre 1988 e 1994. / 2004 Direto Luís Alvarães e Luís Mário Lopes Portugal / 13 min. João Vianna Música: Carlos Guedes Produção: João Pedro Bénard. um casal assiste em direto. Festival Int. Foi roterista. Schroeter… Começou a realizar os seus próprios filmes em 2004. roterista e realizador. entre outros. da produtora David & Golias. Ruivo. Slovakia Ficha Técnica Com Inês Fouto. Luís Mário Lopes | 1966 Dramaturgo. 2012 • Grande Prêmio do Júri AMADIS . A Piscina é o seu primeiro filme como diretora. Fernando Vendrell / David & Golias Luís Alvarães | 1961 Produtor. em 2001. som. França. com o filme A Piscina. João Baptista. Já nada pode travar a execução… Prêmios e Festivais • Melhor Filme . Manuel de Oliveira . / 2010  >> A forma como atravessamos de uma só vez uma piscina pública faz lembrar a vida desde que nasce até ao fim.A Piscina Iana Ferreira e João Viana Portugal / 16 min. Entre outros.Festival International du Film d’Aubagne. Portugal. Seu último curta Tabatô e seu primeiro longa A Batalha de Tabatô foram ambos premiados no Festival de Berlim em 2013. Na sala. Sílvia Filipe Direção e Roteiro: Luís Alvarães e Luís Mário Lopes Fotografia: Mário Castanheira Som: Pedro Melo Montagem som: Frederico Pereira Produção: Luís Alvarães. dos curtas Não esquecerás de João Mário Grilo e A6-13 de Raquel Jacinto Nunes. O marido revela que é ele quem tem de dar a ordem para matar os assaltantes. ao lado de Iana Ferreira. Desde 1989. França • Menção Especial . Fundador. Gustavo Sumpta Direção. a um assalto a um banco. os celulares não param de tocar.Festival de Cinema de Arouca. Quico Serrano Montagem: Thomas Behrens. Paulo Herbert. du Film Lusophone et Francophone de Montpellier.

Durante os estudos. realiza o seu segundo filme História Trágica com Final Feliz.Kali.Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho. Participou com diversos projetos nas Capitais Européias e Nacionais da Cultura. respira.IndieLisboa . também o Kali tem que enfrentar os seus medos e demônios interiores para. graciosa. subsiste num lugar de ecos embrionários. Portugal. em 1998. move-se. vencedor de diversos prêmios. Prêmio Melhor Banda Sonora Original . encontrar a passagem para a luz. Realizou numerosos documentários. / 2010 >> O encontro animal entre homem e mulher concebe a prisão aquática do desejo. Portugal. vídeo e cinema.Fantasporto. Co-fundou a Companhia Teatro Meridional. A fusão com aquilo que a natureza em si desperta fá-la desdobrar-se em novos mundos. em Lisboa. Portugal • Adult Jury Prize – Animated Short Film . 2010 • 1º Prêmio Ensaio Multimédia .
Um dia ele vai desaparecer… ou talvez seja apenas mais uma fase de mudança. / 2012 >> Esta é a história de um rapaz diferente dos outros. Japão • Prêmio Pixel Bunker para Melhor Curta Metragem Português .
Em 2005. Trabalha atualmente como Diretor Artístico da Associação Vo’Arte. 2010 • 1º Prêmio Mostra Cinema Português . Esta animação é um dos curtas metragens portugueses mais galardoadas de sempre com mais de cinquenta prêmios e menções internacionais. que sonha em encontrar o seu lugar ao sol. onde colaborou em vários projetos. Jorge Ribeiro. na qual foi responsável pela área audiovisual. Portugal • Prêmio Canal Plus . Luc Chamberland Voz off: Christopher Plummer. Marc Robinet. o pequeno vampiro Regina Pessoa Hope Pedro Sena Nunes Portugal / Experimental / 10 min.Curtas Vila do Conde Festival Internacional de Cinema. começou a trabalhar no estúdio Filmógrafo.Festival Internacional de Cinema Independente. o pequeno vampiro é seu filme mais recente. EUA Ficha técnica Direção e Roteiro: Regina Pessoa Montagem: Abi Feijó Música: The Young Gods Som: Olivier Calvert Animação: Laurent Repiton. Portugal • Special Prize of the Jury .Chicago International Children’s Film Festival. Fado Lusitano e Clandestino de Abi Feijó. nos filmes Os Salteadores. Gera-se uma nova vida. Pedro Sena Nunes conta com vários prêmios e distinções nas áreas de fotografia.Best Animation .
Em 1999. Pedro Sena Nunes / Associação Vo´Arte Pedro Sena Nunes | 1968 Terminou o Curso de Cinema em 1992 na Escola Superior Teatro e Cinema.Prêmio Nacional Multimédia. Pascal le Nôtre / Folimage. Prêmios e Festivais • Hiroshima Prize .Menção Honrosa. . sublime realidade. Prêmios e Festivais • Vencedor Prêmio APMP . coordena vários projetos de formação com jovens emergentes e é responsável por alguns Festivais Interdisciplinares de Dança e Cinema. mundos de fome. Kali. Portugal / Canadá / França / Suiça / Animação / 9 min.Hiroshima International Animation Festival. anima e realiza o seu primeiro curta-metragem de animação A Noite.Animanima International Animation Festival. lassidão. entre os quais como animadora.Cinanima . 2011 Ficha Técnica Direção e Roteiro: Pedro Sena Nunes Texto: Rui Paiva Interpretação: Ana Rita Barata Fotografia: Vasco Pinhol Som: Pedro Sena Nunes Montagem: Petar Toskovic Música: Carlos Guedes Produção: Sara Vizinho.Festival Curtas Sadinas. René Chénier / Office National du Film du Canada. Sérvia • Menção Especial. no final.
Tal como a lua passa por diferentes fases. A mulher entrega-se a uma existência sutil. sobrevivência. Georges Schwizgebel / Studio GDS Regina Pessoa | 1969 Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Fernando Lopes Produção: Abi Feijó. Portugal. ficções e trabalhos experimentais em cinema e vídeo. Prêmio Onda Curta . Julie Roy.

Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa. Os olhos do farol Pedro Sarrazina Portugal / Holanda / Animação / 15 min. Inglaterra e desde então tem combinado uma carreira acadêmica com o desenvolvimento do seu trabalho criativo.Madrid. Inês Oliveira Portugal / Ficção / 25 min.Estúdio de Cinema de Animação do Porto. O Nome e o NIM. Estória do Gato e da Lua. Unforgiven Filmes Pedro Sarrazina | 1968 Estudou arquitetura durante 5 anos. Ricardo Santos. Melhor Animação 2011. um faroleiro vive isolado com a sua filha. O seu primeiro filme. Nouveau Cinéma Nouveaux Médias Montréal.). Alemanha • Melhor Curta Metragem CINEPORT . Brasil • Melhor Curta Metragem (Competição Nacional) e Jameson Short Film Award 2003 .Festival Int. Sem outra companhia. Rui Neto. Photon Films . Curtas Metragens de Vila do Conde. Os Olhos do Farol é o seu filme mais recente. Portugal Ficha técnica Com Miguel Cunha.AniMadrid Pozuelo de Alarcón . Tem mestrado na Royal College of Arts. Dá-lhes um Número de Identificação Militar (N.I. ninguém se conhece pelo nome próprio. David Doutel.M. Espanha Ficha técnica Direção e Roteiro: Pedro Sarrazina Montagem: Pedro Sarrazina. memórias que as marés não conseguem apagar… Prêmios e Festivais • Melhor Animação . . que lhe traz brinquedos sob a forma de objetos que chegam à praia e desvendam acontecimentos antigos. incluindo a publicação de um livro de ilustrações e contos.Shortcutz Lisboa. a menina desenvolve uma cumplicidade única com o mar. foi exibido em mais de 100 festivais internacionais. estreou em competição no festival de Cannes’96 e foi premiado com 15 prêmios internacionais. Lda.Co) e Cinema (Escola Superior de Tearo e Cinema). Festival d’Angers. / 2003 >> O Exército Português recrutou mais uma vez milhares de cidadãos nacionais para cumprirem o Serviço Militar Obrigatório. Na tropa. Ralph Foster Música: Harry Escott Animação: Carina Beringuilho.7º Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte.I.Premiers Plans. Brasil • Melhor Curta do Mês de Junho. Cátia Salgueiro. / 2010 >> Numa ilha rochosa e exposta aos elementos. deixando o curso incompleto para se dedicar profissionalmente ao cinema de animação. França • Prêmio Vision Globale . Pequenas Estórias Sem Importância editado como complemento de uma performance para crianças.O nome e o N.Lucas International Children’s Film Festival.Melhor Curta Metragem 2003 . Lda. Filmógrafo . Mário Rui Freitas Direção e Roteiro: Inês Oliveira Fotografia: Daniel Neves Som: Vasco Pimentel Montagem: Rui Mourão Produção: Take 2000 Inês Oliveira | 1976 Estudou Artes Plásticas (Ar. Rita Cruchinho Produção: Sardinha em Lata. seu primeiro curta. Canada • Prêmio Revelação (Curta Metragem) . o pai vela rigorosamente pelo horizonte e pela segurança dos barcos que passam. mas para mim és como meu irmão. Realizou o documentário Comer o Coração de Rui Chafes e Vera Mantero e dois longas: Cinerama (2010) e Bobô (2013) que estreiou esse ano no Indie Lisboa. Às dez da noite. ‘Tás a ouvir? ‘Tás a ouvir ou não? Eu não te conheço de lugar nenhum. Filmes da Praça.M.Festival Int. Pedro Brito. as luzes se apagam nas camaratas. Portugal • Menção Especial Júri Curta-Metragem .” Prêmios e Festivais • Grande Prêmio para a Melhor Curta Metragem 2004 . Do alto da sua torre.

Festival de Berlim. Os seus mais recentes filmes são Cerro Negro e Strokkur. Rafa descobre que a mãe está detida pela Polícia. e participou em mais de 50 festivais (Tribeca. 2012 • Prêmio Uppsala em Memória de Ingmar Bergman . Pusan. Angers.RAFA João Salaviza Portugal / França / Ficção / 25 min. Macedônia. 2012 Ficha técnica Com Rodrigo Perdigão e Joana de Veron Direção e Roteiro: João Salaviza Fotografia: Vasco Viana Som: Olivier Blanc Edição: Rodolphe Molla. . 2012 • The Small Camera . Rotterdam. São Paulo. / 2012 >> Às seis da manhã. Prêmios e Festivais • Urso de Ouro Curtas . Em 2012. cruza a ponte e vai a uma delegacia no centro de Lisboa para visitá-la e esperar pela sua libertação.Janela Int. de Cinema de Recife. João Salaviza Produção: Maria João Mayer / Filmes do Tejo II. Rio de Janeiro. Em 2009. E Rafa não quer voltar para casa sozinho. Londres.FIC Luanda. e Hotel Muller (2010) sobre o trabalho de Pina Bausch. conquistou a Palma de Ouro para curta metragem no Festival de Cannes com Arena.Uppsala Int. François d’Artemare / Les Films de L’Aprés-Midi João Salaviza | 1984 Formou-se na Escola Nacional de Teatro e Cinema (Lisboa) e na Universidad del Cine (Buenos Aires).33rd Manaki Brothers Film Festival. Realizou Casa na Comporta (2010) presente na Venice Biennale. 2012 • Melhor Som . etc). Prepara agora o seu primeiro longa. Alemnha. Brasil. o Centre Pompidou em Paris exibiu quatro dos seus filmes no evento Hors Pistes. 2012 • Melhor Curta Metragem Estrangeira . Angola. Na moto de um amigo. Suécia. Tampere. Film Festival. As horas passam.

Brasil..A arca do Éden Marcelo Felix Portugal / Brasil / Itália / Doc.. Uma viagem de salvamento (de uma floresta com todas as plantas existentes. em 2004. Rotterdam. você precisava era de sete anões. o seu último longa-metragem. ameaçada de extinção. após vários curtas-metragens experimentais. 2011 • International Film Festival Rotterdam. Gracinda Neve. A Arca do Éden é o seu primeiro filme de longa-metragem. Prêmio da Crítica . Tabu. Vive e trabalha em Lisboa. 2012 • DocLisboa 2011. posteriormente exibido em mais de sessenta festivais internacionais onde recebeu dezesseis prêmios. e tem distribuição prevista em mais de 45 países. o seu primeiro longa metragem. na Quinzena dos Realizadores em Cannes. Co-produção: Refinaria / Kinè Marcelo FElix | 1967 Marcelo Felix trabalhou anteriormente como montador e roteirista em documentários e filmes no cinema e na televisão. Como à Branca de Neve. onde recebeu o Prêmio Aflred Bauer e o Fipresci. depois tens a cara que mereces”.M. República Tcheca. Atualmente prepara o seu próximo filme. no BAFICI. 2012 Ficha técnica Direção e Roteiro: Marcelo Felix Voz: Isabel Machado Imagem: Miguel Amaral Imagem adicional: Christine Reeh. Monte Verde.. Portugal. Lisboa. rapaz. 2011 • Melhor Filme – Move Cine Arte.. Prêmios e Festivais • Melhor Filme Sobre Arte – Festival Temps d’Images. Miguel Gomes Produção: João Figueiras. Realizou vários curtas metragens premiados em festivais como Oberhausen.IndieLisboa. como é que é? Quebra a cabeça. Isabel Machado. na Alemanha e nos Estados Unidos. Buenos Aires ou Viena. Uma viagem feita de presente e de memórias: onde relances de histórias esquecidas e precárias visões contemporâneas participam de uma mesma luta contra o tempo. Portugal. A cara que mereces. Sandro Aguilar / O Som e a Fúria Miguel Gomes | 1972 Trabalhou como crítico de cinema na imprensa portuguesa entre 1996 e 2000. Telmo Churro Fotografia: Rui Poças Som: Vasco Pimentel Montagem: Sandro Aguilar. Realizou. How’s Life To Go. Miguel Gomes já teve retrospectivas na Viennale. que é carnaval e que se veste de cowboy na festa do colégio. / 2011 >> A Arca do Éden é uma viagem em vários tempos. Portugal. Isabel Machado Som e Montagem de som: Ricardo Sequeira Montagem: Marcelo Felix Produção: Christine Reeh. Joana Ferreira /C. 2004 • Menção Honrosa .Festival de Cinema da Covilhã. de um conhecimento do mundo e das maneiras de o lembrar. cuja imensidão os seus protagonistas vão percebendo à medida que enfrentam a sua complexidade. estreiou em 2012 na competição oficial da Berlinale. Em 2008. . cercado por crianças que você detesta. repete comigo: “Até aos trinta anos tens a cara que Deus te deu. A cara que mereces Miguel Gomes Portugal / Ficção / 108 min. estreiou Aquele querido mês de agosto. de imagens quase perdidas que têm de ser descobertas e restauradas). Portugal • Jihlava International Documentary Festival. Prêmios e Festivais • Prêmio Melhor Fotografia para filme português. 2004 FICHA TÉCNICA Com José Airosa. Sara Graça Direção: Miguel Gomes Roteiro: Miguel Gomes. Manuel Mozos.R. fica com sarampo e não tem ninguém para cuidar de você. Belfort ou Vila do Conde e exibidos em Locarno..! Não vê que assim ninguém te aguenta? E depois. / 2004 >> Francisco. / 80 min.I. Se controla. Holanda. se comporta! Bem sei que hoje você faz 30 anos. vai para o hospital. Francisco..

João Botelho.Menção Especial do Júri.Caminhos do Cinema Português Coimbra. pelo filme Lisboetas de Sérgio Tréfaut e uma nomeação pela melhor montagem de um filme de ficção pelo filme Juventude em marcha de Pedro Costa. A verdade é que Roberto sente o profundo tédio de quem esgotou todos os prazeres e encantos desta vida. Christine Reeh / C. Portugal. Marta Pessoa. Fernando Rodrigues. França • Documenta Madrid 2012 . 2012 • Jeonju International Film Festival. Espanha • Caminhos do Cinema Português 2012 . 2012 • International Film Festival Rotterdam.R. entre outros. Áustria. Melhor Figurino . Pedro Filipe Marques PEDRO FILIPE MARQUES | 1976 No cinema. Pedro Filipe Marques Produção: Inês Gonçalves. o casamento entre o eterno proletário Armando e a dona de casa Maria Fernanda sobrevive há 60 anos. enigmático. / 2011 >> Na cauda da Europa.. Margarida Cardoso. Melhor Direção de Arte. Portugal • Cinéma du Réel 2012 . Brasil. no 13º Mediterranean Festival of New Filmmakers. oito andares acima d’água. no 3º Festival de Cinema Cineport. Prêmios e Festivais • Melhor Filme de Ficção . 2012 • Viennale – Vienna International Film Festival. o Prêmio para melhor montagem de um documentário. Como parceiros do mesmo crime. No entanto… Uma certa noite. Prêmio para o Melhor Realizador. pelo filme Amanhã de Solveig Nordlund.M. Sarajevo..  já nada o pode espantar. Seu primeiro longa-metragem Frágil como o Mundo estreiou mundialmente no Festival de Veneza em 2001 e foi lançado em sala em Portugal e na França. seus diversos curtas e filmes de ficção foram aclamados em importantes festivais em todo o mundo. a partilha das suas visões do mundo transforma o cotidiano de um país em decadência econômica numa breve comédia da vida. Holanda. teatro e projetos artísticos há mais de 30 anos. FICC/IFSS do Júri Internacional e dos Cineclubes. Coreia do Sul. deixa-se tentar por uma mulher que o intriga e lhe lembra alguém. Sérgio Tréfaut. Diretora de cinema e roteirista. Cidade de Coimbra.A nossa forma de vida Pedro Filipe Marques Portugal / Doc. que conhece em todas as variedades da sua espécie e raça. Em 2005. foi responsável pela montagem de filmes de realizadores como Pedro Costa.Melhor Primeira Obra. Prêmios e Festivais • DocLisboa 2011 . Hugo Tourita. indecifrável e daí.XIX Cinesul Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo Rio de Janeiro.Menção Especial do Júri do Prêmio Joris Ivens. Prêmio D. Inês Gonçalves. Portugal • 7th Pravo Ljudski Film festival 2012 . Das mulheres. em 2007. Joana Ferreira. / 2011 >> Roberto é um dandy! É um ser impassível.I. obteve o Prêmio para a melhor montagem de um curta-metragem. / 91 min. 2012 • Melhor Fotografia. Duarte Martins Direção: Rita Azevedo Gomes Roteiro (baseado em um conto de Barbey d’Aurevilly): Rita Azevedo Gomes Fotografia: Acácio de Almeida Montagem: Patrícia Saramago Som: Vasco Pimentel Produção: Isabel Machado. Rita Azevedo Gomes | 1952 Trabalha em cinema.Grande Prêmio do Festival. A Nossa forma de vida é seu primeiro longa-metragem como diretor. Bosnia Hersegovina Ficha técnica Direção: Pedro Filipe Marques Fotografia e Som: Pedro Filipe Marques Montagem de som e Mixagem: Elsa Ferreira Montagem: Tomás Baltazar. Quijote . Goza do prazer aristocrático de causar espanto.Extra Muros Award. 2012 Ficha técnica Com Rita Durão. A vingança de uma mulher Rita Azevedo Gomes Portugal / Ficção / 100 min. . Manuel Mozos.

Beatriz Tomaz
 Produção: Maria João Mayer / Filmes do Tejo Graça Castanheira | 1962 Nascida em Angola. 2006 • Melhor Longa-Metragem –
Festival dos Cinemas do Mediterrâneo. França • Menção Honrosa e Prêmio da Juventude Universidade Lusófona – CineEco. Angst Graça Castanheira Portugal / Doc. distinguida com vários prêmios internacionais. Portugal.Melhor Filme da Quinzena dos Realizadores . a retratos de figuras da cultura portuguesa (Fernando Lopes Graça. 2006 • Melhor Realizador.Festival de Cinema da Madeira. / 53 min.Festival Internacional de Cinema de Mar del Plata. Portugal. estreiou no Festival de Cannes de 2005. é documentarista e também professora na Escola Superior de Teatro e Cinema. Brasil. 2005 • Prêmio Revelação e Melhor Ator . Mário procura uma pista. 2012 Ficha técnica Direção e Roteiro: Graça Castanheira
 Cinematografia: André Santos
 Câmera: Graça Castanheira
 Som: Marco Leão
 Edição: Graça Castanheira. No meio de todos aqueles rostos. A Catedral. Portugal. 2006 • Melhor Primeira Obra –
Raindance Film Festival. Entre 1994 e 1998 escreveu e realizou diversos curtas premiados. 2006). seu primeiro longa-metragem. a Ministério dos Filmes. Portugal. daquela multidão anônima. fundou a sua própria produtora de publicidade. em Lisboa. Limitamo-nos a criar um mundo de ilusões. Portugal. 2006 • Prêmio de Realizador Revelação –
Festival Las Palmas. 2011 • Prêmio Melhor Filme Português . Manoel de Oliveira e Bertrand Tavernier. um sinal… Prêmios e Festivais • Prêmio Regards Jeunes . Portugal. 2006 • Melhor Ator e Melhor Filme –
Coimbra Caminhos do Cinema Português. Argentina. Espanha. . França. Melhor Fotografia e Melhor Música –
Festival Cineport.Festival de Cinema Luso-Brasileiro. A obsessão de a encontrar leva-o a instalar uma série de câmeras de vídeo que registram o movimento das ruas. / 2005 >> Passaram 193 dias desde que Alice foi vista pela última vez. Todos os dias Mário. Durante dois anos foi assistente de realização de João Canijo. Beatriz Batarda. em 2002. Seus filmes dedicam-se a temas que vão das convulsões políticas nos Balcãs (Outubro. Prêmios e Festivais • Prêmio Ulisse Melhor Documentário . Realizou igualmente vários filmes publicitários e. 2006. Reino Unido. 2001). até à relação entre biologia e comportamento (Logo existo. Brasil. Miguel Guilherme. Este filme é isso mesmo. 2008). Ana Bustorff Direção e Roteiro: Marco Martins
 Fotografia: Carlos Lopes Som: Pedro Melo Montagem: João Braz. uma ajuda.Festival Cineport.Festival CINEMED. Roberto Perpignani
 Música: Bernardo Sassetti
 Produção: Paulo Branco Marco Martins | 1972 Formado pela Escola Superior de Teatro e Cinema em 1994. Melhor Montagem. 2006 • Melhor Filme
Globo de Ouro. estagiou em produção com Wim Wenders. sai de casa e repete o mesmo percurso que fez no dia em que Alice desapareceu. o seu pai. 2005 • Melhor Realização. Alice. 2011 • Prêmio Melhor Documentário Troféu Andorinha Curta .Festival de Cannes. / 2010 >> Nada do que produzimos ou descobrimos nos distinguiu dos restantes animais tão formidavelmente como desejaríamos. Melhor Fotografia e Prêmio FIPRESCI para Melhor Filme .Alice Marco Martins Portugal / Ficção / 102 min. foi o filme português escolhido para candidato a candidato ao Óscar de Melhor Filme Estrangeiro. 2006 Ficha Técnica
 Com Nuno Lopes. sem as quais não sobrevivemos a nós próprios.

Portugal • Prêmio Melhor Filme na competição Cine del Futuro . Iniciou a sua carreira influenciado pelo Cinema Novo de cuja ramificação portuguesa fazia parte. é um opus de uma obra circular em que regressa aos seus temas mais importantes e aos locais que o seu cinema habitou durante tantos anos. É em 1989.” Walter Benjamin Prêmios e Festivais • Festival de Veneza. 2000 • Festival de Frankfurt. Ana Brandão. Escrita: Gonçalo Tocha Som. criou e fundou em 1999 o NuCiVo (Núcleo de Cinema e Vídeo da Associação de Estudantes da Faculdade Letras Lisboa) onde foi responsável por programação/realização durante 6 anos. Claro que não saberemos nunca qual foi o processo dessa cura. EUA • Prêmio Melhor Filme na competição Documentários de Creaccion . Fotografia. Itália. Espanha Ficha técnica Direção. O seu último filme. É na Terra não é na lua Gonçalo Tocha Portugal / Doc. São personagens que atravessaram a loucura e é por isso que permanecem de uma superficialidade tão dilacerante. uma cratera de vulcão e uma única vila de 440 pessoas. É na Terra não é na lua (2011) é seu segundo longa-metragem. Salvatore Sciarrino. entre outros. mas com poucos registros e memória escrita. Vai e vem (2003).BAFICI.San Francisco Int. a menos que ousemos debruçar-nos sobre a sua Branca de Neve. Catherine Villeret Produção: Gonçalo Tocha Gonçalo Tocha | 1979 Cineasta e músico. tão totalmente inumana. mais duas pessoas a juntar a uma civilização com quase 500 anos de vida. realizado já com a consciência da iminência da morte por doença declarada. Prêmios e Festivais • Menção Especial do Júri na Competição Cineastas do Presente . a partir de de Schneewitchen (Branca de Neve) de Robert Walser Fotografia: Mario Barroso Som: Joaquim Pinto Música: Gioachino Rossini.Doclisboa. Da loucura. Buenos Aires (BAFICI). Na universidade (FLUL). com Recordações da Casa Amarela. tem uma obra única e singular no universo cinematográfico luso.Documenta Madrid. podemos dizer: estão todos curados. Nova Zelândia. Gradualmente a equipe de filmagem é aceita como habitante. e de mais nenhuma parte. O seu primeiro longa Balaou (2007) foi exibido em festivais em Vancouver. Diogo Dória Direção e Roteiro: João César Monteiro. Trilha-sonora. Film Festival. Revela-nos de onde vêm os seus preferidos. / 2000 >> “O soluço é a melodia da tagarelice walseriana. Voz. Reginaldo Cruz. Belo Horizonte. Brasil. Luís Miguel Cintra. imperturbável. 2002) onde realizou o seu primeiro vídeo. Voz: Dídio Pestana Montagem: Gonçalo Tocha. 2000 Ficha técnica Com Maria do Carmo. Alemanha.Branca de neve João César Monteiro Portugal / Ficção / 75 min. que Monteiro atingiu projeção internacional. Se quisermos designar numa palavra o que têm simultaneamente de engraçado e terrível. Argentina • Prêmio Golden Gate award for Best Documentary . / 185 min. Suíça • Grande Prêmio para melhor filme na competição internacional . . Rui Ribeiro. Fez o seu primeiro curta metragem Bye bye my blackbird para o festival Mediawave na Hungria. Membro do projeto dostoprimetchajlnosti (Berlim. Viennale. Heinz Hölliger Produtor: Paulo Branco João César Monteiro | 1939-2003 Figura incontornável do cinema português. um rochedo de 17km2. 2000 • Mostra de São Paulo. / 2011 >> Um homem-câmera e um homem-som chegam à Ilha do Corvo. Foi considerado pela revista Variety um dos 20 melhores filmes europeus não estreados nos EUA no ano de 2007.Festival de Locarno.

essa música sentida nos ouvidos. Desde então. Portugal. . destacam-se as obras A cidade de Cassiano (1991). 2011 • Festival do Rio. hoje. A narrativa. Miguel Sermão Idealização. / 2011 >> Inspirado na obra de Branquinho da Fonseca. espalha-se pela rua onde vive. é um remake neuro-gótico dum filme fantasma. Prêmios e Festivais • International Film Festival Rotterdam. Manipulação e Direção: Edgar Pêra Fotografia: Luís Branquinho Direção de arte: Fernando Areal Roteiro: Edgar Pêra e Luísa Costa Gomes Música: Vozes da Rádio Som: Tiago Raposinho Produtor Delegado: Luís Gaspar Produção: Ana Costa / Cinemate Co-produção: Bando à Parte Edgar Pêra | 1960 Artista singular. conduz o Inspector-Narrador-Espectador por uma natureza insólita até o castelo do Barão. O momento solar de criação de Fernando Pessoa.11. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Proibido pelo Ditador por retratar um tiranete. E. artes cênicas e na música. Marcos Barbosa. e seu mais recente filme Visões de Madredeus. um homem-javali. Tráfico (1998) e O fatalista (2005) foram e são exibidos nos principais festivais do mundo. Vitor Correia. palpável. Ora se apresenta dócil. A própria matéria dos sonhos torna-se física. Pêra transita também nas artes visuais. pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. de uma fulgurância quase demente. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. “uma pura besta”. realizado durante a II Guerra Mundial. Muitos dos seus filmes. Polônia • BUSAN – International Film Festival. Brasil • Jeonju International Film Festival Rotterdam. Desenvolve ainda uma tese de doutorado sobre “O espectador espantado”. International Film Fest. Coreia do Sul Ficha técnica Com Nuno Melo. sobre o grupo musical Madredeus. no cérebro e no coração. Um adeus português (1985). ficções e documentários. Marina Albuquerque. O Barão é um camaleão emocional. como Conversa Acabada (1980). O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. Coreia do Sul Ficha Técnica
 Com Cláudio da Silva. / 2010 >> Lisboa. dentre curtas e longas. visível. dentre curtas e longas. Manual de Evasão LX94 (1994). mas de genial claridade. Pedro Lamares. diante dos nossos olhos. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado. Portugal / Ficção / 88 min. Ricardo Aibéo Direção e Roteiro: João Botelho
 Fotografia: João Ribeiro Som: Francisco Veloso Montagem: João Braz Produtor: Alexandre Oliveira João Botelho | 1949 Foi cineclubista e crítico de cinema. Tempos difíceis (1987). Holanda • New Horizons . Com retrospectiva em diversos países. sideral e sem remédio. Leonor Keil. expressionisticamente hipnótica.O Barão Edgar Pêra Filme do desassossego João Botelho Portugal / Ficção / 120 min. com os Cine-concertos. também escreveu Bernardo Soares. Deus sou eu!. A Janela (Maryalva Mix) (2001). ou irascível. diretor de diversos filmes.SPA (Sociedade Portuguesa de Autores). Dirigiu seu primeiro curta-metragem em 1977. realizou mais de 20 filmes. A solidão absoluta e perfeita do EU. Prêmios e Festivais • Melhor Filme e Melhor Ator . um vampiro marialva que aterrorizava os habitantes duma região montanhosa.

sendo um longa de ficção com Abrantes. duas pré-adolescentes reencontram-se numa visita à avó doente. Gabriel Abrantes já teve mostras de seu trabalho na BFI London Film Festival. / 2011 >> Assombradas pelas suas próprias vidas sem rumo. 2010. A Mutual Respect Daniel Schmidt | 1984 Se formou em cinema pelas Tisch School of Arts (NYU) e Yale University. Florindo Lourenço Direção: João Pedro Rodrigues Roteiro: João Pedro Rodrigues. Feodor Unilici. Bernarda Dos Bois. em Roma. Direção. Paulo Rebelo. Morrer como um homem (2009) e A última vez que vi Macau. Prêmios e Festivais • Melhor Filme de Ficção.as duas sofrem uma transformação e enfrentam um legado de opressão. Seu primeiro curta Parabéns! (1997) recebeu uma Menção Especial do Júri na Mostra de Veneza. Daniel desenvolve três projetos. Gabriel Abrantes. Alexandre Melo Fotografia: Rui Poças Som: Mafalda Roma Montagem: Paulo Rebelo. Zé Dos Bois.New Festival. Joaquim Oliveira. e no cinema desenvolveu projetos variados. Natxo Checa. Mas uma noite os seus olhos se deparam com o fantasma dos seus sonhos. Entrevues. seu primeiro longa-metragem. / 2000 >> Sérgio passa os dias entre um quarto alugado num hotel barato. Nova York. uma co-direção com Gabriel Abrantes. sexo anônimo e o seu trabalho na recolha do lixo do setor norte de Lisboa. Roteiro. Catarina Gaspar. João Pedro Rodrigues Produção: Amândio Coroado e Rosa Filmes João Pedro Rodrigues | 1966 Queria ser ornitólogo e estudou biologia. Trabalhou com diversas mídias. André Barbosa. Itália Ficha técnica Com Ricardo Meneses. Ana Rita Franco. Chicago Underground Film Festival. Beatriz Torcato. entre outros. Daniel Schmidt. co-realizado com João Rui Guerra da Mata. Seu curta A History of Mutual Respect. EUA. e ele acorda na obsessão do amor… Prêmios e Festivais • Melhor Filme Estrangeiro. foi a primeira obra portuguesa a retratar explicitamente a homossexualidade. 2012 • Festival de Veneza. Marta Furtado. Hors-Pistes@Circuito Off e na Villa Medici.O Fantasma João Pedro Rodrigues Portugal / Ficção / 90 min. Melhor Filme Experimental no Festival de Melbourne 2010. Ann Arbour Film Festival. Itália Ficha técnica Com Alcina Abrantes. Eurico Vieira. EUA. França • Melhor Filme . ganhou diversos prêmios internacionais. EUA • Festival de Veneza. Belfort Film Festival. inclusive no Festival de Locarno 2010. 2012 • Prêmio Lawrence Kasdan Award Melhor Filme de Ficção.  . dentre outros curtas. Andreia Martins. até enveredar para o cinema. O Fantasma. Gabriel Abrantes | 1984 Gabriel Abrantes vive e trabalha em Lisboa. Natxo Checa Produção: Gabriel Abrantes. Palácios de Pena Gabriel Abrantes e Daniel Schimdt Portugal / Ficção / 58 min. incluindo A History of Mutual Respect. Som e Montagem: Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes Fotografia: Eberhard Schedl. Depois vieram os premiados Odete (2005). Realizou diversos curta-metragens. Nesse momento. José Neves. No meio das suas fantasias com um passado medieval - consumido pelo medo e pelo desejo . Festival de Belfort. vencedor do Pardino d’oro para melhor curta-metragem no Festival de Locarno.

Fernando Lopes. a possibilidade de ver filmes que em Portugal estavam proibidos e a vivência de um cenário político mais aberto foram imprescindíveis na sua trajetória. Fernando Lopes morreu em maio de 2012. “mais à esquerda”. realiza. vai com a mãe para Lisboa ainda criança onde permanece e estabelece-se. ex-boxer fracassado. (2002) de adaptação do romance de Cardoso Pires. Karel Reizs. No regresso a Portugal. Assim como Cardoso Pires. do cinema e da televisão portuguesa. foi co-fundador da RTP2. poetas da realidade. A vida profissional de Fernando Lopes inicia na RTP. Cooperativa Portuguesa de Cinema. no caso do cinema novo português. da política. . porém genial. Lindsay Anderson. não só para o cinema. como o Uma Abelha na chuva. formação e pensamento artístico. no contexto londrino daquele momento. Carlos de Oliveira e Cardoso Pires. É preciso mencionar que a atuação da Gulbenkian. com o apoio do produtor António da Cunha Telles. Sempre envolvido com as questões do documentário. Fernando Lopes. incorporando novos riscos ao tentar representar a realidade. uma grande virada para o documentário. responsável pela produção de importantes filmes da década de 1970 do cinema português. segundo ele. pusessem as idéias em práticas e transformassem o cenário cinematográfico e artístico portugueses. representava. Numa breve análise. o filme Uma Abelha na chuva corresponde para Fernando Lopes uma elaborada pesquisa poética visual. Em 1959. uma metáfora de Portugal e do povo português. Além de realizador. inclusive ficcional. tais como os escritores Carlos de Oliveira e José Cardoso Pires. Belarmino. Belarmino. gênero que assumia uma nova força. o contato. Segundo Fernando Lopes. Segundo o realizador. Segundo Lopes. Carlos de Oliveira era essencialmente um poeta heterodoxo em relação à norma estética vigente do neo-realismo literário português. em Londres. do cinema português. Ambas amizades.Fernando Lopes. momento em que Portugal atravessa uma das fases mais obscuras da ditadura salarazarista. ocupados em sonhar um Portugal possível. A produção cinematográfica nacional bastante esparsa e o endurecimento da censura fazia da atividade dos cineclubes um espaço de liberdade. podemos relacionar vida e obra de Fernando Lopes. acontecia. nos anos 1960. (1971) adaptação do romance homônimo de Carlos de Oliveira e O Delfim. foi determinante. com realizadores tais como Tony Richardson. Poeta também dos copos e da má vida. recebe uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para estudar na London School of Film technique. em 1963. nessa recusa pela estética literária ou cinematográfica vigente no contexto português. O envolvimento com o cinema se dá através do cineclubismo em meados da década de 1950. vindo a tornar-se. Nessa heterodoxia. Do ponto de vista estético. que já havia despertado interesse com curta-metragens inusitadas. poeta da realidade por Michelle Sales Fernando Lopes é um caso improvável. uma das obras inaugurais do cinema novo português. para que na década seguinte. De origem rural e com poucos meios. professor da Escola Superior de Teatro e Cinema e membro da CPC. através dos programas de formação artística. um dos principais nomes do cinema novo português (1963-1981). germinaram novos filmes. em 1957. aproximou-se de importantes intelectuais portugueses. na precariedade da sua fala. ao longo de sua trajetória. quando muitos regressaram a Portugal.

com o apuro jazzístico de Manuel Jorge Veloso e a brilhante fotografia de Augusto Cabrita. incidindo sobre um casal – Maria dos Prazeres. Zita Duarte. Simão Santiago. / 1964 >> O retrato de um antigo lutador de boxe. Ficha Técnica 
 Direção e Roteiro: Fernando Lopes
 Fotografia. Jorge Galamba. Américo Freitas . Álvaro Silvestre. este é um dos filmes-chave do Cinema Novo português.

Primeiro longa-metragem de Fernando Lopes. que é estilhaçada pelo conflito latente das paixões. Ficha Técnica Com Laura Soveral. Ruy Furtado Direção e Roteiro: Fernando Lopes Fotografia: Manuel Costa e Silva Som: Alexandre Gonçalves Montagem: Fernando Lopes Música: Mário Jorge Veloso Produtor: Fernando Matos Silva Co-produtoras: José Luís Vasconcelos. a ficção e a entrevista num passeio por antigas salas de cinema e clubes noturnos.Belarmino Doc. o medo e a derrota cruzam-se num filme que baralha o documentário. Belarmino Fragoso. Augusto Cabrita Som: Heliodoro Pires Montagem: Fernando Lopes Produtor: António da Cunha Telles
 Uma abelha na Chuva Ficção / 76 min. João Guedes. fraquezas e desejos recalcados. através das suas deambulações por uma Lisboa que já não existe. Ângelo Sajara. / 1971 Adaptação do romance homônimo do escritor neo-realista Carlos de Oliveira >> Um universo rural imobilista e opressivo. desencontros ou silêncios. A solidão. / 74 min. Relação conjugal de compromisso. quebrado por ausências.

Gérard Rousseau Montagem: Jacques Witta Produção: Paulo Branco / Madragoa Filmes.Nós por cá todos bem Ficção / Doc. É ele o dono da Lagoa. Contando a história de uma pequena equipe de filmagens que visita a aldeia onde vive a mãe de Fernando Lopes. de Domingos. um movimento do realizador em busca das suas raízes familiares. Ficha Técnica
 Com Zita Duarte. o filme é acima de tudo. da Gafeira. que todos os anos volta à Lagoa para caçar patos-reais. o Delfim. Fernando Lopes Música: Sérgio Godinho O Delfim Ficção / 83 min. Gemini Films * Este filme não será exibido em Recife. / 2002 >> Portugal. dizem-lhe que desapareceram sem deixar rastro. que Domingos apareceu morto na cama do casal Palma Bravo e que Maria das Mercês apareceu a boiar na Lagoa. Tomás Palma Bravo. um ano depois. de um mastim e de um “Jaguar E”. sua mulher infecunda. ele pretende avaliar. O filme mistura atores profissionais com habitantes de uma pequena aldeia portuguesa. o Infante. / 1978 >> Com uma forte componente documental. finais dos anos 60. Ficha Técnica Com Rogério Samora. seu criado preto e maneta. Alexandra Alencastre Direção: Fernando Lopes Roteiro: Vasco Pulido Valente (Baseado na obra de José Cardoso Pires) Fotografia: Eduardo Senna Som: Philippe Morel. a partir do testemunho vivo da sua mãe. é o herdeiro de um mundo em decomposição. detetive e narrador. comunitárias e históricas. E que da neblina da Lagoa se ouvem agora misteriosos latidos. a influência que a população exerceu sobre esse patrimônio afetivo herdado. de Maria das Mercês. . * Este filme não será exibido em Recife. protagonista do filme. / 80 min. descobre. que o leva da Gafeira a Lisboa e às putas. Quanto a Tomás Palma Bravo e ao mastim. simultaneamente. Adelaide João Direção e Roteiro: Fernando Lopes Fotografia: Manuel Costa. Vanda França. Um caçador. Silva Montagem: João Carlos Gorjão.

Miguel Guilherme. tendo passado. a encarar os fantasmas do mundo rural recolhidos em Uma Abelha na Chuva de Carlos de Oliveira. desaparecem as fronteiras entre o cinema e a vida. em Lá Fora. o cinema. a Várzea da infância. José Maria e Laura são. a partir de uma idéia original de Fenando Lopes Fotografia: Edmundo Diaz Som: Pedro Melo. mas uma exigência de verdade. desejam e receiam amar e ser amados. / 2008 >> Viajamos com Fernando Lopes até às suas origens: por um lado. as convulsões do Cinema Novo português e o desejo utópico de transformar o mundo. Mais recentemente. Colabora atualmente no Diário de Notícias. A Luta e Expresso. a terra. ou ainda a retratar a solidão avassaladora dos novos condomínios fechados. sobretudo. ao mesmo tempo. provavelmente João Lopes Doc. Joaquim Leitão Direção: Fernando Lopes Roteiro: João Lopes.Lá fora Ficção / 107 min. José Maria Cristiano é um corretor da bolsa que aí vive e que observa obsessivamente a sua nova vizinha através das câmeras de vigilância do prédio. por outro lado. / 94 min. Será que o amor ainda é possível? FICHA TÉCNICA Com Alexandra Lencastre. e pelos jornais República. Na nossa viagem. Exerce regularmente a crítica de cinema desde 1973. Um dia. pelas revistas Seara Nova e Cinéfilo. na Lisboa dos anos 60. A mesma exigência que o levou a filmar a vida crua e romanesca de Belarmino Fragoso. . Gerard Rousseau Montagem: Jacques Witta Produção: Paulo Branco / Madragoa Filmes e Gemini Films Fernando Lopes. / 2004 >> Laura Albuquerque é uma conhecida jornalista de televisão que se mudou recentemente para um condomínio de luxo. dois seres irremediavelmente sós que. participou na escrita de dois filmes de Fernando Lopes: Lá Fora (2004) e 98 Octanas (2006). * Este filme não será exibido em Recife. * Este filme será exibido apenas em São Paulo. entre outras publicações. a jornalista convida o corretor para o seu programa de televisão e depressa se percebe a atração que sentem um pelo outro. Rogério Samora. FICHA TÉCNICA Direção: João Lopes Fotografia: Rui Poças Som: Pedro Melo  Montagem: Pedro Duarte Produção: Joana Cunha Ferreira  Produção: Pedro Borges / Midas Filmes João Lopes | 1954 Começou a trabalhar em cinema aos 18 anos (como assistente de realização de Eduardo Geada). Não é um movimento nostálgico.

Presidenta da República Dilma Vana Rousseff Ministro da Fazenda Guido Mantega Presidente da Caixa Jorge Fontes Hereda Equipe 2ª Mostra Cinema Português Contemporâneo Direção e Curadoria: Carolina Dias e José Barahona Homenagem Fernando Lopes: Michelle Sales Produção e Debates Recife: Luís Fernando Moura Produção São Paulo: Ivana Michelazzo Produção Portugal: Gabriela Lobo Revisão e adaptação: Maria carmelita dias Legendagem / Projeção Digital: Em Quadro Projeto gráfico: Sylvia Cardim Realização: Refinaria Filmes Agradecimentos A todos os diretores e produtores dos filmes apresentados A todos os convidados da rúbrica “Sob o olhar de...” Carmelita e Luiz Carlos Dias Cinemateca Portuguesa Cláudia Lopes Daniel Chediek Família de Fernando Lopes Gisella Cardoso Franco Instituto Moreira Salles João Pignatelli José Carlos Avellar Luciana Dias Luís Filipe Cunha Maria João Seixas Mónica Queiroga Vítor Manuel Pinheiro (ICA) Todos aqueles que de alguma forma nos ajudaram a realizar a mostra .

br Não compre e nem venda peixes. caranguejos. Reduz o número de carros nas ruas. Elas podem ser mais arborizadas e melhor cuidadas? Que tal reunir um grupo de moradores e. Se você vir alguma venda ilegal. como áreas urbanas e grandes centros. Se você não sabe quando isso acontece. lagostas em época de desova ou período de defeso. você também pode participar da da criação de Unidades de Conservação (parques. encaminhando nossos resíduos para locais adequados. denuncie! Ibama: 0800 – 618080 (ligação gratuita) e também pelo email: linhaverde. nos informando sobre empresas que não prejudicam o meio ambiente em suas atividades. Consultas públicas sempre são abertas no processo de criação dessas unidades e você pode se engajar em campanhas de organizações da sociedade civil.gov. com espaços para a água se infiltrar no solo. Clima .Instituto de Pesquisas Ecológicas www. que tal pensar em materiais que conseguem absorver com mais facilidade a água das chuvas? Nos prédios.Transportes inteligentes e alternativos podem colaborar com a mobilidade e reduzir a poluição nas cidades. Se você tem espaço na sua casa ou prédio.DICAS AMBIENTAIS Como posso colaborar com o planeta? É possível fazer a nossa parte e colaborar com a sustentabilidade do planeta. que pode reduzir a perda de água da chuva e combater o efeito de “ilha de calor” gerado pelas cidades. As calçadas também são grandes aliadas no combate à impermeabilização das cidades.br . economizando água e energia. Mobilidade urbana . reservas. evite queimadas! Como cidadão. Ajude a fauna: Não compre animais silvestres. contribui para combater o aquecimento global e economiza tempo e dinheiro! IPÊ . Ajude as florestas: Não solte balões. camarões. Aqui vão algumas dicas.Áreas verdes bem cuidadas podem ser áreas de lazer e reduzir o aquecimento da temperatura em excesso. reciclando lixo.Mesmo longe de ambientes florestais.ipe. quando se reproduzem. Este é um comércio ilegal e um dos mais prejudiciais à biodiversidade brasileira. etc) perto de você. combine caronas solidárias. em parceria com o setor público fazer este lugar uma área de lazer e de contato com a natureza? Isso também é qualidade de vida! 3. Preste também atenção às praças da sua vizinhança.org. Se há locais em que ir de carro é necessário. e denunciando queimadas ilegais e caça predatória de animais aos órgãos competentes. Biodiversidade . informe-se. hoje é bastante comum em cidades do mundo a implantação de vegetação no topo . que tal investir em criar um jardim em lugar de colocar pisos ou cimento? Se não há opção. podemos colaborar com a conservação da biodiversidade de diversas formas: praticando o consumo consciente. 2. 1. Para buscar as crianças na escola combinar as caronas com pais de outros alunos também pode ser uma saída interessante.sede@ibama.

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