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NBC – NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

As Normas Brasileiras de Contabilidade - NBCs, dividem-se em duas modalidades distintas, "Normas Profissionais" e "Normas Técnicas", podendo ser detalhadas através de Interpretações Técnicas, identificadas pela sigla IT. Também poderão ser emitidos Comunicados Técnicos, quando ocorrerem situações decorrentes de atos governamentais que afetem, transitoriamente, as Normas Brasileiras de Contabilidade - NBC, identificados pela sigla CT. I) Normas Brasileiras de Contabilidade Profissionais: estabelecem preceitos de conduta para o exercício profissional, coma seguinte estrutura prevista pela Res. CFC n. 1.156/09: a) Geral – NBC PG: são as normas gerais aplicadas aos profissionais da área contábil; b) do Auditor Independente – NBC PA: são aplicadas especificamente aos contadores que atuem como auditor independente; c) do Auditor Interno – NBC PI: são aplicadas especificamente aos contadores que atuem como auditor interno; e d) do Perito – NBC PP: são aplicadas especificamente aos contadores que atuem como perito contábil. II) Normas Brasileiras de Contabilidade Técnicas: estabelecem conceitos doutrinários, estrutura técnica e procedimentos a serem aplicados, classificados em Contabilidade, Auditoria

emitidas pela IFAC. com a seguinte estrutura: a) Societária – NBC TS: são as Normas Brasileiras de Contabilidade convergentes com as Normas Internacionais. c) Específica – NBC TE: são as Normas Brasileiras de Contabilidade que não possuem Norma Internacional correspondente. Auditoria Interna e Perícia.2 b) do Setor Público – NBC TSP: são as Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao Setor Público.Independente e de asseguração. convergentes com as Normas Internacionais de Contabilidade para o Setor Público. emitidas pela IFAC. d) de Auditoria Independente de Informação Contábil Histórica – NBC TA: são as Normas Brasileiras de Auditoria convergentes com as Normas Internacionais de Auditoria Independente (ISAs) emitidas pela Federação Internacional de Contadores (IFAC). observando as NBC TS. . e) de Revisão de Informação Contábil Histórica – NBC TR: são as Normas Brasileiras de Revisão convergentes com as Normas Internacionais de Revisão (ISREs). f) de Asseguração de Informação Não Histórica – NBC TO: são as Normas Brasileiras de Asseguração convergentes com as Normas Internacionais de Asseguração (ISAEs).

ao Código de Ética profissional do Contabilista. ESTRUTURA DAS NORMAS PROFISSIONAIS NBC P 1 . quando aplicável.Normas Profissionais de Auditor Independente . Neste período de transição continuam valendo as NBCs atuais.g) de Serviço Correlato – NBC TSC: são as Normas Brasileiras para Serviços Correlatos convergentes com as Normas Internacionais para Serviços Correlatos (ISRSs) emitidas pela IFAC. 27 do Decreto . sujeita às penalidades previstas nas alíneas "c". na medida que forem sendo revisadas. h) de Auditoria Interna – NBC TI: são as Normas Brasileiras aplicadas aos trabalhos de auditoria interna. que durante o processo de convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade às Normas Internacionais. e "e" do art. "d". continuarão com a identificação NBC P e T. 9.Lei n. A inobservância de Normas Brasileiras de Contabilidade constitui infração disciplinar. com sua numeração seqüencial. estruturadas em cinco Normas Profissionais e vinte Normas Técnicas. que serão gradativamente substituídas pela nova estrutura.295/46 e. i) de Perícia – NBC TP: são as Normas Brasileiras aplicadas aos trabalhos de perícia.

Cisão.Da Auditoria Interna . 785/95 que tratava das características da Informação Contábil NBC T 2 .Normas Profissionais de Perito Contábil NBC P 3 .Normas Profissionais de Auditor Interno NBC P 4 .Da Avaliação Patrimonial. Incorporação.Normas para Educação Profissional Continuada NBC P 5 – Norma sobre Exame de Qualificação Técnica ESTRUTURA DAS NORMAS TÉCNICAS NBC T 1 – Estrutura conceitual para a elaboração e apresentação das Demonstrações Contábeis – Aprovada pela Resolução do CFC n.NBC P 2 .Conceito.Dos Aspectos Contábeis Específicos em Entidades Diversas NBC T 11 .Da Atualização Monetária NBC T 6 .Da Divulgação das Demonstrações Contábeis3 NBC T 7 – Efeitos das mudanças nas taxas de câmbio e conversão de Demonstrações Contábeis NBC T 8 .Das Demonstrações Contábeis Consolidadas NBC T 9 .Da Fusão. NBC T 5 . n.Da Escrituração Contábil NBC T 3 .Normas de Auditoria Independente das Demonstrações Contábeis NBC T 12 . 1. Conteúdo. Transformação e Liquidação de Entidades NBC T 10 .121/08 que revogou a Res. Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis NBC T 4 .

Revisão Externa de Qualidade pelos Pares NBC T 15 – Informações de Natureza Social e Ambiental NBC T 16 – Aspectos Contábeis Específicos da Gestão Governamental. devendo ser profundo conhecedor. já com a nova identificação.Entidade sem Finalidade de Lucros.Da Perícia Contábil NBC T 14 . Assim também já ocorreu a audiência pública da NBC TE . NBC T 17 – Divulgação sobre Partes Relacionadas NBC T 18 – Assinatura Digital NBC T 19 – Aspectos Contábeis Específicos NBC T 20 – Contabilidade de Custos Atualmente o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) oferece à Audiência Pública a minuta da Norma Brasileira de Contabilidade .NORMAS PROFISSIONAIS DO PERITO CONCEITO Perito é o Contador regularmente registrado em Conselho Regional de Contabilidade.NBC T 13 . que exerce a atividade pericial de forma pessoal. COMPETÊNCIA TÉCNICO-PROFISSIONAL (item revogado pela Resolução CFC 1.056/2005) .Entidade Cooperativa. por suas qualidades e experiência.NBC TE . com as respectivas NBC P 2 . A estrutura completa das Normas Brasileiras de Contabilidade. da matéria periciada.

devendo este escusar-se dos serviços. contemplada a utilização do serviço de especialistas de outras áreas. quando parte do objeto do seu trabalho assim o requerer. não admitindo. . a escolha ou a contratação para o exercício do encargo de peritocontador deve ser considerada como distinção e reconhecimento da capacidade e honorabilidade do Contador.A nomeação. quando parte do objeto da perícia assim o requerer. especialmente as aplicáveis à perícia. contemplada a utilização de serviços de especialistas de outras áreas. realizando seus trabalhos com a observância da eqüidade. ou sempre que reconhecer não estar capacitado a desenvolvê-los. emitida pelo Conselho Regional de Contabilidade. mediante programas de capacitação. pelo conhecimento atualizado de Contabilidade. devendo este recusar os serviços sempre que reconhecer não estar capacitado a desenvolvê-los.A indicação ou a contratação para o exercício da atribuição de perito-contador assistente deve ser considerada como distinção e reconhecimento da capacidade e honorabilidade do Contador..O espírito de solidariedade do perito-contador e do perito-contador assistente não induz nem justifica a participação ou a conivência com erros ou atos infringentes das normas profissionais e éticas que regem o exercício da profissão. das técnicas contábeis. INDEPENDÊNCIA . . educação continuada e especialização. treinamento. . deve manter adequado nível de competência profissional. na função de perito-contador ou perito-contador assistente. . por motivo legítimo ou foro íntimo. das Normas Brasileiras de Contabilidade. . da legislação relativa à profissão contábil e das normas jurídicas.O perito-contador e o perito-contador assistente devem comprovar sua habilitação mediante apresentação de certidão específica. atualizando-se permanentemente.O perito-contador e o perito-contador assistente devem evitar e denunciar qualquer interferência que possam constrangê-los em seu trabalho.O Contador. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade.

a recusa. ou em linha colateral até o segundo grau. IMPEDIMENTO . subordinar sua apreciação a qualquer fato. quando: a) for parte do processo. escolhido ou contratado para o encargo. ao ser nomeado.em nenhuma hipótese.Quando nomeado em Juízo. sem prejuízo do cumprimento dos prazos dos trabalhos nomeados. Quando indicado pela parte. o perito-contador deve dirigir-lhe petição. imediato ou mediato. em linha reta. e f) a matéria em litígio não for de sua especialidade. no prazo legal. consangüíneo ou afim.O perito-contador está impedido de executar perícia contábil. e . devendo assim declarar-se. o perito- contador assistente deve comunicar ao Juízo. não aceitando o encargo. justificando a escusa. escolhidos ou contratados. b) houver atuado como perito-contador assistente ou prestado depoimento como testemunha no processo. . por si ou qualquer de seus parentes.Constatarem que os recursos humanos e materiais de sua estrutura profissional não permitem assumir o encargo. . em linha reta ou em linha colateral até o segundo grau. no resultado do trabalho pericial. direto ou indireto. consangüíneos ou afins. d) tiver interesse. pessoa. situação ou efeito que possam comprometer sua independência. e) exercer função ou cargo incompatíveis com a atividade de perito-contador. indicados. estiver postulando no processo. c) o seu cônjuge ou qualquer parente seu. devidamente justificada.O perito-contador e o perito-contador assistente não devem aceitar o encargo quando: .

advirá com o serviço prestado.Requerer. o resultado que. se houver. . deve o perito-contador: . f) os laudos interprofissionais e outros inerentes ao trabalho. se a importância previamente depositada for insuficiente para garanti-los. .Requerer a complementação dos honorários.Ocorrer motivo de força maior.5. o vulto. para o contratante. e . considerando-se entre outros os seguintes fatores: a) a relevância. quando indicado ou escolhido. o risco e a complexidade dos serviços a executar. que o depósito seja liberado com os acréscimos legais.1 desta Norma.O perito-contador e o perito-contador assistente devem estabelecer previamente seus honorários. e o prazo médio habitual de liquidação. HONORÁRIOS . após a entrega do laudo. . c) a qualificação do pessoal técnico que irá participar da execução dos serviços. mediante avaliação dos serviços.. d) o prazo fixado. se houver. conforme o orçamento ou pedido de arbitramento. . e g) no caso do perito-contador assistente.Requerer por escrito o depósito dos honorários. se nomeado pelo juiz.Quando se tratar de nomeação. b) as horas estimadas para realização de cada fase do trabalho. e) a forma de reajuste e de parcelamento.Elaborar orçamento fundamentado nos fatores constantes do item 2.

1 desta Norma e o prazo para a realização dos serviços. . antes do início da execução do trabalho. SIGILO . podendo.O perito-contador requererá a liberação parcial dos honorários. . fazendo-se respeitar e agindo sempre com seriedade e discrição. RESPONSABILIDADE E ZELO .5.É permitido ao perito-contador e ao perito-contador assistente esclarecer o conteúdo do laudo pericial contábil e do parecer pericial contábil somente em defesa da sua conduta técnica profissional. requerer autorização a quem de direito. salvo quando houver obrigação legal de fazê-lo. proibida a sua divulgação.Quando se tratar de indicação pelas partes. devem o perito-contador e o perito-contador assistente formular carta-proposta ou contrato. considerados os fatores constantes no item 2. devem respeitar e assegurar o sigilo do que apurarem durante a execução de seu trabalho. em obediência ao Código de Ética Profissional do Contabilista. .. devidamente justificada.O dever de sigilo subsiste mesmo na hipótese de o profissional se desligar do trabalho antes de concluído. para esse fim. sempre que houver a necessidade. depositados em Juízo. . Este dever perdura depois de entregue o laudo pericial contábil ou o parecer pericial contábil. nos limites de suas funções.O perito-contador e o perito-contador assistente. .O perito-contador e o perito-contador assistente devem cumprir os prazos estabelecidos no processo ou contrato e zelar por suas prerrogativas profissionais. escolha arbrital ou contratação extrajudicial.O perito-contador pode requerer o custeio das despesas referentes ao deslocamento para a realização do trabalho fora da comarca em que foi nomeado.

O perito-contador pode requerer ao juiz a indicação de especialistas de outras áreas que se fizerem necessários para a execução de trabalhos específicos. UTILIZAÇÃO DE TRABALHO DE ESPECIALISTA . desde que parte da matéria objeto da perícia assim o requeira. vedados elogios e críticas de cunho pessoal ou profissional. – Os componentes do patrimônio em moeda estrangeira são convertidos ao valor da moeda corrente nacional. Publicada no DOU em 29-10-99 Substitui a Resolução CFC nº 733.O perito-contador e o perito-contador assistente. atendo-se somente aos aspectos técnicos do trabalho executado. à taxa de câmbio da data da avaliação. no exercício de suas atividades. no exercício de suas atribuições. devem comprovar a participação em programa de educação continuada. .. respeitarse-ão mutuamente. EDUCAÇÃO CONTINUADA .O perito-contador e o perito-contador assistente. na forma a ser regulamentada pelo Conselho Federal de Contabilidade. – Os componentes do Patrimônio são avaliados em moeda corrente nacional. de 22-10-92 NBC T 4 – DA AVALIAÇÃO PATRIMONIAL – DISPOSIÇÕES GERAIS – Esta norma estabelece as regras de avaliação dos componentes do patrimônio de uma entidade com continuidade prevista nas suas atividades. .O perito-contador e o perito-contador assistente podem valer-se de especialistas de outras áreas na realização do trabalho.

As avaliações feitas pelo valor de mercado devem ter como base transação mais recente. o profissional deve observar a ordem legal. – Valor presente é aquele que expressa o montante ajustado em função do tempo a transcorrer entre as datas da operação e do vencimento. representadas por títulos negociáveis. mediante dedução dos encargos financeiros respectivos.– As parcelas dos encargos financeiros prefixados não incorridas são registradas separadamente e demonstradas como valores redutores das contas ou do grupo de contas que lhes deram origem. à taxa de câmbio da data da avaliação. ao qual são acrescidos os rendimentos proporcionais auferidos até a data da avaliação. são avaliadas pelo custo histórico. de crédito ou obrigação de financiamento ou de outra transação usual da entidade. – Os componentes do patrimônio com cláusula de atualização monetária pósfixada são atualizados até a data da avaliação. como ativo financeiro. concretamente. – Valor de mercado é o preço à vista praticado. – Quando. a lei dispuser diferentemente desta norma. – As aplicações em ouro. em seu trabalho. cotação em bolsa e outras evidências disponíveis e confiáveis. deduzido das despesas de realização e da margem de lucro. são avaliadas pelo valor de mercado. – As aplicações financeiras de liquidez imediata. – Créditos . – ATIVO – Disponível – As disponibilidades em moeda estrangeira são convertidas ao valor da moeda corrente nacional. com base na taxa contratada ou na taxa média de encargos financeiros praticada no mercado.

controladora ou de qualquer forma associadas. quando este for menor. e. controladas.– Os direitos e títulos de crédito. outros materiais e componentes são avaliados pelo custo de aquisição. destinados à venda poderão ser avaliados pelo valor de mercado. –Os estoques de animais e de produtos agrícolas e extrativos. matérias-primas. ou valor de mercado quando este for menor. – Estoques. quando atendidas as seguintes condições: . ou pelo valor de mercado. – Os investimentos temporários são avaliados ao custo de aquisição. dos juros e outros rendimentos auferidos. são avaliados pelo valor líquido de realização e os estoques invendáveis devem ser baixados. variação cambial. aqueles sujeitos a ajustes decorrentes de atualização monetária. atualizado monetariamente. – Os outros créditos para com terceiros e com empresas coligadas. quando aplicável. têm seus valores ajustados. encargos financeiros de mercado e outras cláusulas contratuais. títulos de crédito e quaisquer outros créditos mercantis. – Os estoques de produtos acabados e em elaboração e os serviços em andamento são avaliados pelo custo de produção. já excluídos os créditos prescritos. acrescidos da atualização monetária. originados das atividades são avaliados pelo valor nominal. – As provisões para perdas ou riscos de créditos são constituídas com base em estimativas de seus prováveis valores de realizações. financeiros e outros prefixados. são ajustados a valor presente. são considerados pelo seu valor nominal e ajustados segundo condições estabelecidas ou contratadas. – Os direitos. – Os estoques de mercadorias. – Os estoques obsoletos ou inservíveis. atualizado monetariamente.

em conjunto. c) os investimentos em coligadas e/ou controladas. – Outros Valores e Bens – Outros valores e bens são avaliados. igual ou superior a 15% (quinze por cento) do patrimônio líquido da investidora. – Despesas Antecipadas – As despesas antecipadas são avaliadas pelo valor aplicado. . c) que haja um efetivo mercado que possibilite a liquidez imediata desse estoque e que valide a formação do seu preço. b) que o custo de produção seja de difícil determinação. ou com base no valor de patrimônio líquido. e d) que seja possível estimar o montante das despesas de realização da venda. b) os investimentos em cada controlada. atualizado monetariamente.a) que a atividade seja primária. – Investimentos Permanentes – Os investimentos permanentes são avaliados pelo custo de aquisição. – São avaliados com base no valor de patrimônio líquido: a) o investimento relevante em cada coligada. segundo sua natureza. pelos critérios indicados por esta norma. atualizado monetariamente. cujo valor contábil seja. quando a investidora tenha influência na administração ou quando a porcentagem de participação da investidora representar 20% (vinte por cento) ou mais do capital social da coligada.

Parágrafo único. calculadas com base na estimativa de sua utilidade econômica. b) ágio e deságio na aquisição. calculadas com base na estimativa de sua utilidade econômica. sem custo. –O fundo de comércio e outros valores intangíveis adquiridos são avaliados pelo valor transacionado. deduzido das respectivas amortizações. atualizado monetariamente. de ações e quotas bonificadas. o que for mais claramente identificado. representado pela diferença para mais ou menos. – PASSIVO . – O custo de aquisição de investimento em coligada e/ou controlada é desdobrado em: a) valor de patrimônio líquido baseado em balanço patrimonial levantado no prazo da legislação societária. deduzido das respectivas depreciações. entre o custo de aquisição do investimento e o valor de patrimônio líquido. atualizado monetariamente. amortizações e exaustões acumuladas. controladas e de relevância de investimentos são aqueles estabelecidos pela legislação societária. (3) – O valor dos investimentos não é modificado em razão do recebimento. – As provisões para perdas no valor dos investimentos são constituídas com base em perdas potenciais. respectivamente. – Imobilizado – Os componentes do ativo imobilizado são avaliados ao custo de aquisição ou construção. – Os bens e direitos recebidos por doação são registrados pelo valor nominal ou de mercado. que serão amortizados com base em sua fundamentação econômica. Os conceitos de empresas coligadas.

– Os passivos contingentes decorrentes de obrigações trabalhistas. – As obrigações de financiamento com valor prefixado. – As obrigações em moeda estrangeira são convertidas ao valor da moeda corrente nacional. são provisionados pelo seu valor estimado. à taxa de câmbio da data da avaliação. previdenciárias. . fiscais. são computados pelo valor atualizado até a data da avaliação. contratuais. conhecidos ou calculáveis. – As demais obrigações com valor nominalmente fixado e com prazo para pagamento são ajustadas a valor presente. são ajustadas a valor presente.– As obrigações e encargos. operacionais e de pleitos administrativos e judiciais.