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GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE MEDICINA CAMPUS XII – SANTARÉM

RELATÓRIO DE TUTORIA Módulo VI - Adulto Problema: A1- Será que pancada de amor nao dói??? Tutor: Aldeli Machado Coordenador: Leonardo Perez. Secretário: José Júnior Escrivão: Juliana Sampaio Integrantes do grupo: • • • • • • • • • • Anna Claudia Soares Silva Katrine Nayara José Pinto de Almeida Júnior Juliana Cristina de Oliveira Sampaio Adonias. Lorena Elmescany Lucas Xavier Lourenço Barbosa Leonardo Perez Larissa Trindade

Fechamento:

T. Pneumoconioses – Doenças pulmonares ocasionadas pela inalação de . nervos e tendões dos membros superiores principalmente. L. tosse. em linhas de montagem e de produção ou operam britadeiras. plantações de algodão e tecelagens apresentam sintomas como falta de ar. madeira vermelha etc. L. tenossinovite. Sendo assim. físicos e químicos.R. músicos. o grupo se restringiu a conceituar doença ocupacional e a definir algumas delas.O. durante a discussão. bursite. Dermatoses ocupacionais – Causadas por contato com agentes biológicos. mialgias -. síndrome do desfiladeiro torácico. síndrome do túnel do carpo. síndrome do pronador redondo. postura inadequada e estresse. Tal associação de terminologias fez com que a condição fosse entendida apenas como uma doença ocupacional. É uma síndrome constituída por um grupo de doenças – tendinite. Perda auditiva induzida pelo ruído (PAIR) – Diminui gradativamente a audição dos trabalhadores por exposição continuada a níveis muito elevados de ruído. que vão desde esforços repetidos continuadamente ou que exigem muita força na sua execução. (Afecções Musculares Relacionadas ao Trabalho) ou síndrome dos movimentos repetitivos. linha. Metalúrgicos sofrem com este problema.E.M. esportistas.C. Também chamada de D. couro. sílica. A prevalência é maior no sexo feminino. (Lesões por Esforço Repetitivo) não é propriamente uma doença. epicondilite. que afeta músculos.E.R.E.T. A. o relatório será sucinto da mesma maneira. madeireiras. até vibração. é causada por mecanismos de agressão. Os sintomas são alteração da pele e mucosas.1)Estudar as principais doenças ocupacionais: Obs: Se bem me recordo. borracha. e sobrecarrega o sistema musculoesquelético. Asma Ocupacional – Adquirida por meio da inalação de poeira de materiais como algodão. L. dedo em gatilho. (Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho). pessoas que fazem trabalhos manuais. (Lesão por Trauma Cumulativo).T. Esse distúrbio provoca dor e inflamação e pode alterar a capacidade funcional da região comprometida. aperto e chiado no peito e tosse noturna. por exemplo tricô e crochê.R. e que existem profissionais expostos a maior risco: pessoas que trabalham com computadores. Os trabalhadores de fábricas. Os trabalhadores em fábricas químicas são os mais prejudicados com ela. principalmente. assim como digitadores.R.

pode se transformar num estresse positivo ou negativo (eustresse ou distresse) . que persiste por mais tempo. horas ou dias e depois se dissipa. n. trabalhadores da construção civil e mineradores podem sofrer com estes problemas. 2. que causam silicose e asbestose.br/revista/psicologia O que é estresse? Segundo Selye (1965) o termo estresse significareação inespecífica do organismo frente a qualquer exigência. através da ativação do sistema endócrino. Químicos. o estímulo estressor pode desencadear diferentes respostas em diferentes organismos e dependendo da forma com que o indivíduo responde a este estímulo. p. o estresse psíquico.com.uncnet. condições em que o fracasso e a satisfação de uma certa demanda tem conseqüências importantes. este estresse prepara o organismo para a luta ou fuga. caracterizando o estresse .br/2008/06/06/as-principais-doencas-dotrabalho/. Para McGrath (1970) o estresse é um desequilíbrio substancial entre a capacidade de demanda (física ou psicológica) e a capacidade de resposta. disponível em: www. que constituem uma síndrome. Sofrem com isso operadores de telemarketing e bancários. o estresse por monotonia. Tipos de estresse: Segundo Rio (1995) são vários os tipos de estresse: o estresse físico.nead. Distúrbios mentais – Mais difíceis de detectar e principalmente relacionar ao trabalho. Para Selye (1956). 2) definir estresse e suas manifestações Informações retiradas de: Revista de Psicologia da UnC. Quando um organismo é submetido a estímulos que ameacem a sua homeostasia. desencadeada independentemente da natureza do estímulo.br/letras/l/lesoes-por-esforcosrepetitivos-l-e-r-d-o-r-t/ e http://www. ele tende a reagir com um conjunto de respostas específicas. Retirado de: http://drauziovarella. podem ter ligação com diversas circunstâncias e grau de desenvolvimento.normaregulamentadora.poeiras químicas como da sílica e dos asbestos. sem encontrar meios que o desativem eficientemente e o estresse agudo que dura alguns momentos. vol. o estresse por sobrecarga. 84-92. 2.com. o estresse crônico.

ações musculares são descoordenadas e desarmônicas. dilatação da pupila com exoftalmia. A medula da adrenal secreta os hormônios adrenalina e noradrenalina em resposta a estimulação simpática. a reação hormonal do estresse é acentuada. Selye (1965) denominou ao conjunto de reações não específicas do estresse de Síndrome da Adaptação Geral (SAG). Já no distresse. a capacidade de concentração é diminuída e o funcionamento mental se torna confuso. a reação de alarme é caracterizada pelo aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial. este é transportado para o lobo anterior da hipófise. da raiva. no eustresse. A relação entre estresse e os processos fisiológicos e emocionais Para Selye (1965). aumento da freqüência respiratória e dilatação dos brônquios. para aumentar a eficiência visual. que pode ser verificado através do sangue ou urina. Conforme alguns . para que o organismo possa captar e receber mais oxigênio. da tristeza. 95% de toda a atividade glicocorticóide é representada pelo cortisol. predomina o desprazer e a insegurança e aumenta a probabilidade de acidentes. Um grupo de células do hipotálamo libera uma substância denominada fator. para permitir que o sangue circule mais rapidamente e. chegue aos tecidos mais oxigênio e mais nutrientes. sobretudo no eixo hipotálamo-hipófise-córtex da supra-renal. da agilidade mental. O fator que irá estimular adeno-hipófise. para reparar possíveis danos aos tecidos e pela ansiedade. predomina a emoção da alegria. aumento no número de linfócitos na corrente sangüínea. Reação de alarme Segundo França & Rodrigues (1997). será o hormônio de liberação da corticotropina (CRF). que atuam em fibras pós ganglionares do SNS. do medo. O CRF induzirá a adenohipófise a liberação do hormônio adrenocorticotropina (ACTH) e este estimula a liberação de hormônios pelo córtex da supra-renal em especial os glicocorticóides. Estas alterações fisiológicas ocorrem devido a atuação dos hormônios andrenérgicos. A SAG é dividida em três fases: reação de alarme. há um aumento da capacidade de concentração. predomina as emoções de ansiedade destrutiva. portanto. de resistência e de exaustão. as emoções musculares são harmoniosas e bem coordenadas. sendo um indicador de estresse. que é um hormônio de liberação ou inibição.De acordo com Rio (1995). há sentimento de vitalização de prazer e confiança. Segundo Guyton (1988). dentre esses se acentua o cortisol.

diminuição do desejo sexual (França & Rodrigues. afecções dermatológicas de cunho inflamatório. falha dos mecanismos de adaptação. irritabilidade. Estresse e doença Para França & Rodrigues (1997) as reações ligadas ao estresse resultam dos esforços de adaptação. pela atrofia do timo. crises de hemorróidas. Neste estágio o sangue encontra-se em rarefação (diluição-sedimentação) e ocorre o anabolismo. artrites reumáticas e reumatóides. mudanças de humor (como depressão). verificou-se que a adrenalina está ligada a depressão e ansiedade e a noradrenalina está relacionada a raiva dirigidapara fora (cólera) (Funkeistein em Braga. entre outras (França & Rodrigues. pois a Síndrome provoca uma série de reações no organismo e estas situações podem debilitar e deixar o indivíduo mais suscetível a enfermidades. A hipófise tem ligação direta com os sinais desta fase. esta fase não ocorreu. pois em experimentos realizados com animais. A fase de resistência é caracterizada pelo aumento do córtex da supra-renal. É caracterizada pela reação de hiperatividade do córtex da supra-renal sob imediação diencéfalo-hipofisiária. 1997). alterações de pressão arterial. Fase de resistência De acordo com França & Rodrigues (1997) esta fase ocorre caso o agente estressor mantenha sua ação. onde a hipófise foi retirada. perturbações sexuais. nas gastrites e úlceras digestivas resultantes de estresse. esgotamento por sobrecarga fisiológica. baço e todas as estruturas linfáticas. aumento da secreção de cloro na corrente sangüínea. A síndrome geral de adaptação é comprovada naquelas doenças onde notoriamente há um componente de esforço. de adaptação. 1999). doenças renais.estudos realizados com seres humanos. como conseqüência. alterações metabólicas. ulcerações no aparelho digestivo. Ocorre o retorno a fase de alarme. hemodiluição. alergia. Se a reação ao estímulo for muito intensa ou se o agente estressor for muito potente e/ou prolongado. Fase de exaustão França & Rodrigues (1997) afirmam que quando os estímulos estressores continuarem a agir ou se tornarem crônicos e repetitivos a resposta se mantém. 1997). aumento do número de glóbulos brancos. o desenvolvimento de doença ou uma maior predisposição ao desenvolvimento de doença. como por exemplo. mas esta adaptação não acontece impunemente. . morte do organismo. diminuição do número de eosinófilos. poderá haver. infecções. dificuldades emocionais. insônia. Levy em França & Rodrigues (1997) diz que o ser humano é capaz de adaptar-se ao meio ambiente desfavorável.

Em populações selecionadas. De forma mais ampla. as reações de estresse são naturais e necessárias para a própria vida. França & Rodrigues. que é em parte racional e em parte emocional. França & Rodrigues. É a avaliação que dá ao indivíduo o significado do momento que está vivendo. como irá enfrentá-lo e no tipo e intensidade da resposta a ser produzida (Nitsch em Samulski. 1997). pois é baseado nisso que a pessoaterá sua percepção do estresse. depende das diferenças individuais que são determinadas pela história de vida da pessoa e de suas vulnerabilidades condicionadas pela genética e pela sua constituição (França & Rodrigues. onde a pessoa avalia pela sua própria experiência. a violência doméstica se refere também ao abuso dirigido a crianças e idosos no ambiente doméstico. sexual ou emocional perpetrado por um companheiro em relação ao outro. em uma relação íntima atual ou passada. o que é de fundamental importância. mas afeta potencialmente entre 10 a 15% das mulheres. 3) Relacionar desemprego com uso abusivo de drogas e violência doméstica OBS: O objetivo está um tanto confuso. Ligação entre uso abusivo de drogas e violência doméstica: Uma definição mais estreita de violência doméstica inclui qualquer tipo de abuso físico. e em outras não. portanto achei mais coerente relacionar o uso abusivo de drogas à violência doméstica e ao desemprego. 1997). 1996. a prevalência de violência grave . Conforme já mencionado. os números variam grandemente dependendo da definição de violência doméstica adotada e diferenças metodológicas. 1997). Avaliação: Os estímulos estressores podem ser potentes o suficiente para desencadear o distresse em muitas pessoas. Para a avaliação de um estímulo estressor. 1996. depende se o estímulo implica ou não em ameaça ou em desafio (Nitsch em Samulski.O surgimento de determinadas doenças em uma pessoa e não em outras. Nos Estados Unidos. mas às vezes podem tornar-se prejudiciais ao funcionamento dos sistemas orgânico e psicológico do indivíduo. enquanto está sendo vivido com sofrimento por outra. há uma atividade mental. O problema é pouco reportado. pois um mesmo acontecimento estressante pode ser vivido com alegria por uma pessoa.

a associação entre violência doméstica e uso. Estima-se que o uso de substâncias possa estar envolvido em até 92% dos casos relatados de violência doméstica .3 a 4% (prevalência ao longo da vida de 9%) e de 8 a 17% se incluirmos também os casos leves a moderados (prevalência ao longo da vida de 8 a 22%). Em relação à violência sexual. 20 a 33% relataram ter abusado de suas esposas ao menos uma vez no ano anterior ao levantamento. entre outros. mas não se limita. de que o uso de substâncias por si só seria a causa da violência) não possa ser inferida.varia de 0. Já em um estudo com indivíduos em tratamento para dependência do álcool. o abuso infantil (físico ou sexual) e sua conexão com o uso de substâncias pelos pais também tem sido explorado pelos estudiosos do assunto. o conceito de violência doméstica engloba. facilitando a violência. o uso de álcool parece estar envolvido em até 50% dos casos. O alcoolismo é mais freqüente entre maridos que já cometeram algum tipo de violência contra suas esposas do que entre aqueles que não têm histórico de violência contra a esposa . Conforme mencionado. a manutenção do comportamento a despeito do reconhecimento de diversas conseqüências adversas (lesões físicas e o impacto sobre o relacionamento familiar). sendo que as esposas relataram números ainda mais elevados. uma vez que seu uso está associado à redução do controle sobre os impulsos e ao aumento . a grande quantidade de tempo despendida (antecipando ou temendo a violência). à violência perpetrada por um homem contra sua companheira. Os estudos relatam taxas de alcoolismo entre 67 e 93% entre maridos que já praticaram algum tipo de violência física contra suas esposas. Ainda que uma relação causal (isto é. abuso e dependência de substâncias tem sido descrita por diversos autores . a negação. Nesse sentido. O álcool freqüentemente desinibe o comportamento. incluindo a perda de controle (sobre a raiva no caso da violência). seguidos de períodos de arrependimento e promessas de mudança. os ciclos de piora. a tendência a atribuir a circunstâncias externas a culpa pelo comportamento (à própria companheira e/ou ao uso de substâncias). a minimização. Associações entre violência doméstica e abuso e dependência de substâncias: Irons e Schneider ilustram como os sinais de violência doméstica podem ser muito semelhantes aos critérios para diagnóstico de dependência de substâncias. Estimulantes como a cocaína e as anfetaminas também se encontram freqüentemente envolvidos em episódios de violência doméstica.

sugere-se que a relação entre abuso infantil e o desenvolvimento de problemas pelo uso de substâncias entre mulheres seja intermediada pela ocorrência de outros transtornos psiquiátricos. Estudos diferentes mostram que as mulheres que sofrem violência por parte do companheiro apresentam risco dobrado tanto de abuso de álcool quanto de uso de cocaína do que mulheres do grupo controle. não sabia o que fazia") . tais como ansiedade . Além disso. A Associação Médica Americana relata que o estupro chega a representar 54% dos casos de violência conjugal. Aspectos socioculturais influenciam a percepção que temos da violência doméstica. tanto homens quanto mulheres tendem a atribuir maior responsabilidade pelo ato violento se a vítima estiver intoxicada ("ela provocou. Mulheres em tratamento para problemas relacionados ao álcool e às outras drogas relatam taxas mais elevadas de violência quando comparadas a mulheres da população geral. enquanto tendem a atribuir menor responsabilidade ao perpetrador se este estiver intoxicado ("ele estava fora de si. Seus companheiros apresentam risco dobrado de abuso de álcool e risco quadruplicado de uso de outras drogas em comparação ao grupo controle. teve o que mereceu"). Culturalmente. mulheres que fazem uso de substâncias são consideradas mais disponíveis sexualmente. como brigas relacionadas a aspectos financeiros. Uma forte associação entre abuso sexual e físico na infância e o posterior desenvolvimento de problemas pelo uso de substâncias tem sido relatada entre mulheres. Por exemplo. O uso de substâncias pode estar envolvido em casos mais sutis de violência doméstica. Por exemplo. contribuindo para a noção de que a agressão sexual dirigida a elas seria aceitável. Uma revisão recente documentou que as taxas de abuso infantil entre mulheres com problemas pelo uso de substâncias e as taxas de problemas pelo uso de substâncias entre mulheres com história de abuso infantil são significativamente mais elevadas do que aquelas relatadas na população geral.da ocorrência de sentimentos persecutórios. o usuário de substâncias freqüentemente retira dinheiro do cônjuge ou desvia dinheiro que deveria ser usado para o pagamento de contas para comprar drogas. Estupro e outras formas de abuso são significativamente mais freqüentes entre mulheres com problemas pelo uso de substâncias em comparação a mulheres da população geral. as mulheres podem consumir álcool e outras drogas em uma tentativa de "auto-medicar" a dor e o mal-estar advindos da convivência com situações violentas e traumáticas. Por outro lado.

· aumenta 5 vezes as chances de Acidentes de Trabalho. tratando do consumo abusivo de álcool pelos empregados. aponta que de 10 a 15% dos empregados tem problemas de dependência.al. No Brasil. sobre os problemas relacionados ao abuso do álcool e outras drogas no ambiente de trabalho. os governos tiveram de intervir para proteger as chamadas indústrias vitais. diagnóstico precoce e tratamento da dependência. Ligação entre uso abusivo de drogas e desemprego: Já durante a Primeira Guerra Mundial.FIESP (WAISMANN. A partir da década de 70. empresas nos Estados Unidos e Europa começaram a sistematizar suas preocupações com o uso abusivo de álcool. · está relacionado com 15 a 30% de Todos os Acidentes no trabalho. Crianças negligenciadas pelos pais também apresentam risco aumentado de posteriormente desenvolver problemas pelo uso de substâncias.. Em alguns casos. estudo realizado no ano de 1993 pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo . por exemplo. 1997). Uso abusivo de drogas e abuso infantil: O uso de substâncias pelos pais pode facilitar a ocorrência de abuso e negligência infantil. sendo que no período específico de 1990-1993 o alcoolismo destaca- . através da criação de programas de atenção ao alcoolismo. constatou que o tempo de afastamento dos empregados com alcoolismo é bastante superior ao de outros distúrbios. perpetuando o ciclo de violência e negligência . Diversos estudos sugerem que homens que são abusivos em relação às esposas também o são em relação aos filhos .(particularmente o transtorno de estresse pós-traumático) e depressão. 1995). levaram muitos países a adotarem medidas estritas de controle. · é responsável por 50% de Absenteísmo e Licenças Médicas · leva a utilização de 8 vezes mais Diárias Hospitalares · leva a família a utilizar 3 vezes mais Assistência Médica e Social Pesquisa realizada junto ao colaboradores da empresa de Telecomunicações do Ceará (DIAS et. e que este abuso: · é responsável por 3 vezes mais Licenças Médicas que outras doenças. destinados a prevenção. os prejuízos relativos ao consumo de álcool ao "esforço de guerra".

in: RAMOS. pacientes de ambos os sexos se sentem desconfortáveis e silenciam. ao uso de substâncias pelo companheiro. de que de alguma forma elas contribuíram para a violência sofrida. particularmente para profissionais de atenção primária à saúde. com diminuição de 45. portanto). Por exemplo. algumas pesquisas indicam que a abordagem da violência doméstica pode ser ainda mais problemática do que a abordagem dos transtornos pelo uso de substâncias. sentindo-se impotentes para resolver a situação e temendo criar ainda mais dificuldades para a paciente. Somente 3% dos ginecologistas entrevistados relataram já ter questionado suas pacientes a respeito de violência doméstica. 4) identificar os sinais clinicos de violÊncia doméstica e suas sequelas psicoemocionais A literatura aponta que os casos de violência doméstica e de transtornos pelo uso de substâncias são sub-diagnosticados. também dificultam o relato da mesma. insônia e ansiedade . bem como do uso por parte dos companheiros.se como fator preponderante desse quadro de absenteísmo. pouca ou nenhuma melhora tinha sido notada em relação à avaliação de problemas como abuso sexual ou violência doméstica. É uma experiência dolorosa que muitas mulheres preferem esquecer. em um levantamento realizado entre ginecologistas. à sua própria agressividade verbal quando . Os profissionais de saúde não se sentem confortáveis em investigar seus pacientes sobre problemas de violência e drogas. O programa de prevenção ao alcoolismo da Petrobrás relata uma redução de 169 para 89 dias de licença com atestado médico por ano. à percepção de que estariam mais disponíveis sexualmente. em parte devido à vergonha e à culpa que geram entre vítimas e perpetradores. 1997). infecções urinárias de repetição e doenças sexualmente transmissíveis . Sentimentos de culpa. Um estudo qualitativo observou que as mulheres em tratamento para transtornos pelo uso de substâncias sentiam que a violência dirigida a elas estava associada à pobreza. tais como depressão. Apesar de ambos serem tópicos penosos. Pacientes e profissionais podem sentir que não vale a pena perder tempo com essas questões.1% das faltas após 18 meses de funcionamento do serviço (CAMPANA. dor pélvica crônica. Mulheres que fazem uso de substâncias psicoativas parecem enfrentar risco aumentado de violência. No entanto. Da mesma forma. mulheres e crianças de fato experimentam uma variedade de problemas de saúde relacionados à violência e ao uso de substâncias. A relação entre uso de substâncias entre mulheres e o aumento da violência já foi relatado em diversos estudos. como resultado do seu próprio uso. foi observado que embora a avaliação a respeito do uso de substâncias entre as pacientes tivesse melhorado significativamente entre os médicos mais jovens (treinados mais recentemente.

desencadeada pela lembrança de eventos dolorosos. Sinais sugestivos de violência doméstica: • sintomas vagos e repetidos • atraso na procura por atendimento pré-natal • companheiro possessivo e controlador • companheiro que se recusa a permitir a realização da avaliação médica • infecções urinárias de repetição • dor pélvica crônica • síndrome do cólon irritável • queixas sexuais • abortos de repetição • depressão • ansiedade • insônia • tentativas de suicídio • problemas relacionados a substâncias Consequencias psicoemocionais da violência doméstica: . Conseqüentemente. Os profissionais de saúde podem relutar em investigar uma mulher em tratamento para álcool ou drogas sobre episódios de violência por temerem uma recaída ao uso.sob a influência do "crack" e do álcool e a conflitos relativos à obtenção de drogas . recomenda-se que perguntas sobre violência atual e passada sejam parte rotineira da história clínica de mulheres com transtornos pelo uso de substâncias . a falha em identificar uma situação recorrente de violência pode prejudicar ainda mais a evolução do tratamento. particularmente nas etapas iniciais do tratamento. Entretanto.

govmadeira. um sistema de crenças.Distúrbios de ansiedade e evitamento como: hipervigilância. .org. em especial. a auto-culpabilização. a saúde mental. agressores.São variados e muitas vezes apontadas pelos agressores como a razão para que eles.uniad.pt/index. imagem negativa de si (de incapaz. ou como pessoas superiores que não têm interesse em conhecê-las. a desvalorização de si. Entre os possíveis modos pelos quais o envolvimento religioso poderia influenciar a saúde.pdf.br/alcooledrogas/novosite/atualizacoes/ac_127. a vergonha. suporte social. 5) relação saúde-religião Texto retirado quase que integralmente de "religiosidade e saúde". de inferior aos outros). Afectam: . de dependente.htm Artigo 2: "Custos sociais decorrentes do uso indevido de drogas".Perturbações intelectuais e da memória das vítimas ( e seus filhos): pesadelos. confusão. disponível em http://apps.php?option=com_content&view=article&id=61&Itemid=68. é um fenômeno resultante de vários fatores.org. o isolamento (mesmo dos seus familiares e amigos mais próximos). . medo.pdf Artigo 3: Disponível em http://violenciadomestica. A influência da religião e religiosidade sobre a saúde e.hoje.Perturbações relacionais: Vêm as outras pessoas como potenciais agressores em quem não podem confiar. a falta de confiança e sentimentos de impotência. dificuldades de concentração e de memorização. . estão fatores como estilo de vida. de fraca. disponível em http://www.einstein.br/site/arq/artigos/RELIGIOSIDADE_E %20_SAUDE_cap%20UFMG. disponível em http://www. práticas . se descontrolem e agridam.Sintomatologia depressiva: a depressão. perturbações do sono. Referências utilizadas nos objeticos 2 e 3: Artigo 1: "Violência Doméstica e Abuso de Álcool e outras Drogas". fobias e ataques de pânico.br/desenvolvimento/images/stories/publicacoes/outros/Cust os%20sociais%20decorrentes%20do%20uso%20indevido%20de%20drogas. desordens da alimentação e disfunções sexuais.

auto-estima elevada). pessoas com deficiências e doenças clínicas. Bem-estar psicológico e social De 100 estudos publicados acerca da associação entre comportamento. essa associação entre religiosidade e bem-estar se mantém mesmo após . desestimulando a busca de cuidados médicos. afeto positivo. como podem ajudá-la a integrarse a uma comunidade e motivá-la para o tratamento. Por outro lado. dúvida. melhor saúde física e mental. Um treinamento adequado é necessário para integrar espiritualidade e prática clínica. formas de expressar estresse. uso e abuso de álcool e outras drogas. duas áreas desta conexão necessitam de maiores investigações: a compreensão dos fatores mediadores dessa associação e a aplicação desse conhecimento na prática clínica. autoconfiança e perdão. como satisfação com a vida. RELIGIOSIDADE E SAÚDE MENTAL Crenças religiosas influenciam o modo como pessoas lidam com situações de estresse. sofrimento e problemas vitais. A ampla maioria dos estudos de boa qualidade realizados até o momento. felicidade. O nível de envolvimento religioso tende a estar inversamente relacionado à depressão. firmeza e adaptação a situações difíceis de vida. porém profissionais de saúde mental têm dificuldades ao lidar com a religiosidade e espiritualidade de seus pacientes. envolvendo uma diversidade de religiões. Em sua maioria. podem gerar culpa.religiosas. Atualmente. que têm sido freqüentemente investigadas. prática religiosa e indicadores de bem-estar psicológico (satisfação com a vida. Habitualmente. Os mecanismos teóricos da conexão entre religiosidade e saúde e as implicações clínicas desses achados serão discutidos a frente. pensamentos e comportamentos suicidas. Religiões podem tanto orientar a pessoa de maneira rígida e inflexível. afeto positivo e moral elevado. elas igualam ou excedem as encontradas entre bem-estar e outras variáveis de suporte social consideradas importantes. 79 estudos encontraram uma correlação positiva e significativa entre essas variáveis. como estado conjugal ou renda. A importância da relação entre religiosidade e saúde mental é reconhecida teoricamente. Embora as correlações sejam modestas. A religiosidade pode proporcionar à pessoa maior aceitação. ansiedade e depressão por aumento da autocrítica. e uma imagem positiva de si mesmo. felicidade. o impacto positivo do envolvimento religioso na saúde mental é mais intenso entre pessoas sob estresse ou em situações de fragilidade. raças e idades. como idosos. aponta que maiores níveis de envolvimento religioso estão associados positivamente a indicadores de bem-estar psicológico. gerando paz. dependendo do tipo e uso das crenças religiosas. direção e orientação espiritual. Essas associações positivas entre prática religiosa e bem-estar pessoal têm sido semelhantes em amostras de diferentes centros de pesquisa.

Pargament identificou elementos cognitivos e comportamentais específicos e inversamente relacionados com aocorrência e intensidade de sintomas depressivos. nível educacional e sócio-econômico. embora modesto. como coping religioso colaborativo. uma das variáveis mais significativas nos transtornos do humor. Sua aplicação clínica merece maiores investigações. o perdão. o envolvimento religioso ainda é uma variável pouco incluída em estudos epidemiológicos de sintomas e transtornos depressivos. As pesquisas mais recentes têm procurado investigar a relação existente entre depressão e diversos grupos religiosos. a confissão. Práticas religiosas como a oração pessoal. mas também a melhor qualidade dessas relações. quando comparado com pessoas que freqüentam menos regularmente ou que não têm freqüência religiosa. níveis de envolvimento religioso e o quanto esse envolvimento pode influenciar como as pessoas lidam com eventos de vida negativos. idade. estabilidade emocional. . o exorcismo e estados alterados de consciência podem ser efetivos em promover bem-estar espiritual. necessitando também mais estudos a esse respeito. reforçadas por líderes eclesiais e sedimentadas através da interação social dentro da comunidade religiosa. fazer uso considerável de álcool e drogas. Uma das funçõeschave das comunidades religiosas é estabelecer normas que regulamentam o comportamento e que são especificadas no ensino do sagrado. Vários autores têm examinado os efeitos de atividades religiosas específicas sobre a depressão. O tamanho dessa associação. representada pelo vínculo e suporte social promovidos pelo envolvimento na comunidade religiosa. Pargament e . gênero. a liturgia. A maioria desses estudos tem apontado que o nível de envolvimento religioso está inversamente associado ao nível de sintomas depressivos. gêneros ou etnias.controle de possíveis variáveis de confusão como situação conjugal.Pessoas freqüentes a serviços religiosos são menos suscetíveis a iniciar ou continuar fumando. Duas questões devem ser aqui consideradas: . A associação entre religiosidade e depressão se mantém entre as diferentes faixas etárias.A primeira é a integração social.Uma outra questão importante é a regulação social. é similar ao encontrado na Saúde e Espiritualidade relação entre depressão e gênero. influenciar o humor e modificar o comportamento. socorro religioso e suporte proporcionado por membros de sua comunidade religiosa. autoconhecimento. Tem havido uma grande discussão sobre os vários mecanismos que ligam religiosidade e bem-estar social. A participação religiosa freqüente parece estar ligada não somente a um aumento do número de vínculos e interações sociais. Koenig. Apesar de observações clínicas há mais de um século já sugerirem uma relação entre depressão e religiosidade. reduzir tensão e ansiedade. RELIGIOSIDADE E PROBLEMAS MENTAIS COMUNS Religiosidade e Depressão Depressão é o mais comum e tratável dos problemas mentais.

Indivíduos freqüentes a serviços religiosos são menos suscetíveis a iniciar ou continuar fumando. comparados com estudantes que tiveram educação religiosa. A falta de afiliação religiosa estava associada com abuso de cocaína e medicamentos. em comparação com estudantes com práticas religiosas1. Tais formas de coping podem aumentar o estresse psicológico. Além de propiciar uma rede . tanto entre adolescentes quanto em adultos. envolvendo uma amostra representativa de 2. Também a interpretação das circunstâncias do estresse como evidência da ausência. Muitos estudos indicam que o nível de envolvimento religioso em uma dada área é inversamente proporcional ao número de mortes por suicídio. Os clássicos trabalhos de Durkheim foram o ponto de partida para os estudos sociológicos entre religião e suicídio. um achado consistentemente replicado foi a associação entre maior religiosidade e menor freqüência de comportamento suicida. RELIGIOSIDADE E SUICÍDIO Diversos estudos apontam a religião como importante fator protetor contra pensamentos e comportamentos suicidas. da mesma forma. Outro estudo brasileiro. a relação entre religião professada e taxas de suicídio tem se mostrado instável e controversa ao longo do tempo. Entratanto. fazer uso pesado de álcool e drogas. (2001) resumiram os principais achados ao longo de um século de pesquisas sobre o assunto. Estudantes que não receberam educação religiosa na infância apresentaram um maior uso de ecstasy e abuso de medicamentos.410 estudantes de Pelotas (RS). comparado com pessoas que freqüentam menos regularmente ou que pertencem a denominações religiosas menos conservadoras ou a nenhuma delas2. como a crença em um Deus punitivo. mostrou que a ausência de práticas religiosas estava associada a um aumento de 30% no uso de drogas. Por outro lado. Um estudo brasileiro envolvendo 2. ao propor um método que investigava as relações entre afiliação religiosa e taxas de suicídio em um determinado grupo.Nielsen também encontraram alguns tipos de coping religioso relacionados diretamente com depressão. uma área que carece de mais investigações é sobre o papel da religiosidade e dos tratamentos religiosos para o abuso e dependência de substâncias. insatisfação com sua religião ou com sua comunidade religiosa. indicou que fatores religiosos estão fortemente associados com menor uso de drogas durante o mês anterior à entrevista. Religiosidade e Abuso de Substâncias Mais de 80% dos 120 estudos publicados até 2000 relacionando religiosidade e uso e abuso de álcool e outras drogas apresentaram uma correlação inversa entre essas variáveis. religiosidade passiva e submissa. Não conseguiram encontrar associações seguras entre afiliações religiosas específicas e risco de suicídio. Além de uma maior compreensão dos mecanismos pelos quais a religiosidade está associada a um menor uso de drogas. castigo e conflito com Deus. Koenig e cols.287 estudantes de Campinas (SP).

atitudes e comportamentos saudáveis. auto-estima e objetivos para a vida. “estados de não-ressucitação” e . que religiosidade apresentou uma relação inversa com tolerância ao suicídio e taxas de suicídio. O que se sabe hoje é que não basta relacionar simplesmente as taxas de suicídio com a religião de uma pessoa ou predominante em certa região. papéis de gênero. Os principais artigos publicados entre os anos de 2001 e 2005 correlacionando religião e saúde foram revisados por Weaver e Koenig. modelos de enfrentamento de crises. Religiosidade desestimula comportamentos e hábitos nocivos como tabagismo. consumo de drogas e comportamento sexual de risco. Os mesmos autores identificaram uma menor taxa de suicídio entre negros norte-americanos em relação a brancos. Neeleman e cols. significado para as dificuldades da vida. elas podem melhorar a qualidade de vida e o propósito de viver . uma hierarquia social que difere da hierarquia sócio-econômica da sociedade. uso excessivo de álcool. A participação religiosa pode trazer benefícios além daqueles advindos meramente do apoio social. Além disso.social de apoio. qualidade de vida. detectaram que o alto nível de crenças e a importância da religião entre os negros explicaram as diferenças de modo mais consistente que variáveis sócioeconômicas. padrões familiares. Mais importante que isso é o significado e a importância que a religião tem para a vida daquela pessoa. raciais e mesmo a freqüência a grupos religiosos. Para os homens. A maior parte desses estudos confirma a conexão positiva entre envolvimento religioso e saúde física e mental. além de bem-estar social. (1997) encontraram. estão associadas a melhor saúde física. estilos de vida. São eles: crenças na vida após a morte. mesmo pessoas ou grupos pouco religiosos podem sofrer forte influência das crenças religiosas de gerações anteriores. suicídio. RELIGIOSIDADE. além de desaprovação enfática ao suicídio. Investigando suas causas. em 19 países ocidentais. Estudos têm revelado que atividade religiosas. além de suas próprias crenças. Para as mulheres dependeu mais de suas crenças pessoais que das crenças dominantes no meio. outros mecanismos são propostos para explicar o efeito protetor do envolvimento religioso contra o suicídio. o que pode variar muito entre indivíduos da mesma religião. etc. DOENÇAS FÍSICAS E MORTALIDADE Religiosidade e Doença Física Doenças graves estão freqüentemente relacionadas a comportamento e estilo de vida. particularmente quando ocorrem no ambiente da comunidade. A cultura de nossos antepassados forma a base sobre a qual formamos nossas atitudes e crenças frente à morte. a convicção religiosa dependeu principalmente de viver em ambiente religioso. Quando atividades religiosas não modificam o curso de doenças físicas ou prolongam a vida. como envolvimento em cultos ou atividades voluntárias. Crenças religiosas influenciam também decisões médicas como indicação de quimioterapia.

Por essa razão. Mais recentemente. Isso se faz tanto como recurso de prevenção em pessoas saudáveis quanto de coping por pessoas enfermas18. transfusões de sangue e ênfase em casamentos endogâmicos. médicos devem ter conhecimento dos principais avanços do conhecimento nessa área. como mórmons e adventistas. Por outro lado. . Comunidades rurais com predomínio de católicos e evangélicos conservadores. Membros dessas denominações. apresentavam menor risco de mortalidade quando comparados com a população geral.cuidados no final da vida. O mecanismo pelo qual o envolvimento religioso poderia influenciar a mortalidade parece incluir aspectos de integração e regulação social e recursos psicológicos. enfatizando-se menos as diferenças entre as diversas denominações religiosas. nos Estados Unidos. têm apontado uma associação negativa. mesmo que estatisticamente controladas por numerosas co-variáveis. Muitos desses trabalhos sugerem que religiosidade e espiritualidade podem ter um impacto significativo sobre a saúde física. como proibição de vacinas. em menor número. o foco das investigações a respeito de religião e mortalidade recaiu sobre membros de subgrupos religiosos com normas e estilos diferentes de vida. Uma revisão sistemática com meta-análise envolvendo 42 amostras e mais de 125 mil indivíduos concluiu que um maior envolvimento religioso foi associado com menor mortalidade. crenças e atividades religiosas extremadas podem produzir efeitos negativos sobre a saúde de uma pessoa. e não se constitui surpresa o fato de influenciarem a saúde”. Religiosidade e Mortalidade Nas décadas de 1970 e 1980. principalmente aqueles ativos. a ênfase tem sido dada ao estudo do grau de envolvimento religioso sobre a mortalidade. Alguns estudos. “Religião mobiliza alguns dos mais profundos e apaixonados sentimentos humanos. medicamentos. têm taxas de mortalidade por câncer menores que comunidades rurais com predomínio de protestantes liberais e pessoas sem envolvimento religioso.