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SKF Reliability Systems

LUBRIFICAÇÃO Reliability Systems

Melhoramentos Unidade Caieiras

Data: 16/09/03 Compilação: Nelson A. dos Santos Jr

SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200
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ÍNDICE Graxas Lubrificantes Introdução......................................................................................................................03 Vantagens da utilização.................................................................................................04 Características...............................................................................................................04 Classificação.................................................................................................................08 Aplicações.....................................................................................................................08 Aditivos.........................................................................................................................10 Obtenção de Óleos Básicos....................................................................................................15 Lubrificação Hidrodinâmica..................................................................................................18 Lubrificação Limítrofe...........................................................................................................22 Dispositivos para Lubrificação..............................................................................................41 Lubrificação de Correntes, Acopladores e Cabos de Aço...................................................53 Lubrificação de Mancais........................................................................................................62 Lubrificação de Engrenagens................................................................................................67 Sistema Hidráulico..................................................................................................................78 Compressores..........................................................................................................................82 Bombas.....................................................................................................................................91 Máquinas Operatrizes............................................................................................................94 Ferramentas Pneumáticas......................................................................................................99 Lubrificação na Indústria de Papel e Celulose...................................................................103 Lubrificação na Indústria de Açúcar e Álcool...................................................................105 Lubrificação na Indústria Siderúrgica...............................................................................110 Lubrificação na Indústria de Cimento...............................................................................113 Meio Ambiente Legislação para Coleta de Óleo...................................................................................117 Legislação para Lubrificantes.....................................................................................119 Reciclagem de Óleos Usados......................................................................................124 ISO 14001 – Interpretação NBR.................................................................................143 ISO 14001 – Definições e Objetivos...........................................................................151 Empresas Certificadas ISO 14001...............................................................................153 Contaminantes: Causas e Efeitos.........................................................................................162 Degradação: Causas..............................................................................................................163 Siglas Importantes.................................................................................................................164 Tabela de Conversão de Unidades.......................................................................................165 Bibliografia............................................................................................................................167

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GRAXAS LUBRIFICANTES Introdução A graxa lubrificante pode ser definida como uma combinação semi-sólida de produtos de petróleo e de um sabão ou ainda uma mistura de sabões, adequada para certos tipos de lubrificação. Porém, a definição que amplia o conceito é a de combinação de um fluido com um espessante, resultando em um produto homogêneo com qualidade lubrificantes, podendo variar desde o estado semifluido até o sólido. A ASTM, nas suas definições, considera a graxa como um lubrificante sólido a semifluido, proveniente da dispersão de um agente engrossador em um líquido lubrificante. As graxas são empregadas em pontos onde os óleos lubrificantes não seriam eficazes, face sua tendência de escorrer, ainda que se tratassem de óleos muitos viscosos. É conveniente também utilizá-las onde se pretende a formação de um selo protetor, evitando desta forma a entrada de contaminantes. Geralmente as graxas "amolecem" durante os serviços, recuperando sua consistência quando deixadas em repouso. O consumo de graxas representa entre 5 a 10% dos gastos com lubrificantes, porém nunca devemos menosprezar sua importância. Podemos considerar que 90% dos espessantes empregados são sabões metálicos que, em essência, não diferem muito dos tradicionais sabões de lavar roupas. De maneira bastante simples podemos dizer que são obtidos pela reação química entre ácido graxo e um produto alcalino, que pode ser sabão de cálcio (Cal), sabão de sódio (soda cáustica) ou hidróxido de lítio (sabão de lítio). É importante observar que a graxa não possui viscosidade. Esta propriedade é definida para fluidos que seguem as leis de Newton para escoamentos, enquanto a graxa, por ser uma substância fibrosa, possui um comportamento diferente dependendo da posição das fibras na hora do escoamento . Com o passar do tempo , as fibras se "assentam" e permitem um escoamento mais fluido . A estrutura das graxas, observada ao microscópio, mostra-se como uma malha de fibras formada pelo sabão, onde é retido o óleo. As graxas apresentam diversas vantagens e desvantagens em relação aos óleos lubrificantes.

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Permite operação em várias posições. onde a temperatura ambiente não atinge extremos muito rigorosos.com. a NLGI 1.skf. As vantagens dos óleos lubrificantes em relação às graxas são: • • • Os óleos dissipam melhor o calor do que as graxas. Lubrificação instantânea na partida.SKF Reliability Systems Vantagens da Utilização das Graxas: a) Em mancais de rolamento: • • • • • • • • Boa retenção. SKF do Brasil Ltda – Tel. com baixas velocidades e altas temperaturas e cargas. Elimina contaminação. é mais empregada a graxa NLGI 2. Os óleos lubrificam melhor em altas velocidades. c) Em engrenagens: • • • Boa retenção em engrenagens abertas. Já em locais onde a temperatura é mais elevada. Resistente à pressão de carga. Resistente ao choque. Pode ser utilizada em mancais selados. onde a temperatura é mais baixa. quanto maior for a velocidade e mais baixas forem a temperatura e a carga. do método de fabricação. deve ser usada uma graxa mais consistente. b) Em mancais de deslizamento: • • • Boa retenção. Permanece onde necessário nas partidas e operações intermitentes.br/ Pag 4 . Características das Graxas: O desempenho de uma graxa depende do sabão. Por outro lado. Resistente à ação da força centrífuga. Baixo consumo. Como nos óleos. Os óleos resistem melhor à oxidação. que tende a removê-la. • Consistência (ASTM D 217) Consistência de uma graxa é a resistência que ela opõe à deformação sob a aplicação de uma força. dos aditivos e do líquido lubrificante empregado.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Mínimo vazamento. O conhecimento da consistência da graxa é importantíssimo para sua escolha. No Brasil. menor deverá ser a consistência. emprega-se a NLGI 3 e. Requer menor freqüência de aplicações.

SKF do Brasil Ltda – Tel. Estrutura e concentração do engrossador. Quanto maior o grau de cisalhamento. b. Processo de fabricação. NÚMERO NLGI 000 00 00 1 2 3 4 5 6 • DE CONSISTÊNCIA PENETRAÇÃO ASTM TRABALHADA A 77ºF EM MM 445-475 400-430 355-385 310-340 265-295 220-250 175-205 130-160 85-115 Viscosidade Aparente Como os fluxos das graxas não são newtonianos. menor será a viscosidade aparente da graxa.br/ Pag 5 .SKF Reliability Systems Em sistemas centralizados de lubrificação. A bombeabilidade de uma graxa lubrificante é um fator importante nos casos em que é feito o método da aplicação de lubrificação centralizada. c.com. A bombeabilidade de uma graxa depende de três fatores: • • • Viscosidade do óleo mineral. A viscosidade aparente é afetada pelos seguintes fatores: a. deve ser empregada uma graxa com fluidez suficiente para escoar. consistência da graxa.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. • Bombeabilidade Bombeabilidade é a capacidade da graxa fluir pela ação do bombeamento. tipo de sabão. Viscosidade do fluido. A importância da viscosidade aparente pode ser verificada na bombeabilidade das graxas.skf. a relação entre a tensão de cisalhamento e o grau de cisalhamento (gradiente de velocidade) é denominado viscosidade aparente.

. 65 a 105°C . . . . . O ponto de gota de determinada graxa limita a sua aplicação. . 150 a 260°C . . . usa-se limitar a temperatura máxima de trabalho em 20 a 30°C abaixo de seu ponto de gota. Na ilustração abaixo. .graxas de lítio . . 175 a 220°C .graxas de cálcio. . . . . . . .skf. . . . . . . . . . . a graxa de sabão de sódio é a única que se dissolve em presença da água. . . . . . SKF do Brasil Ltda – Tel. . . .graxas de sódio. .com. . podendo assim ser usadas em elevadas temperaturas. A graxa de cálcio é a única que possui baixa resistência à temperatura. . as graxas possuem seu ponto de gota nas seguintes faixas: . . Na prática.graxas de complexo de cálcio . . . . . .br/ Pag 6 . . . . . . Em geral. . . . 200 a 290°C As graxas de argila não possuem ponto de gota. .SKF Reliability Systems A variação da bombeabilidade pode ser ilustrada pelos seguintes gráficos: • Ponto de gota (ASTM D-566) O Ponto de gota de uma graxa indica a temperatura em que se inicia a mudança do estado pastoso para o estado líquido ( primeira gota ). . . é apresentada a resistência à temperatura de acordo com a natureza do sabão das graxas. Dos tipos citados anteriormente. .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. . • Resistência à água O tipo de sabão comunica ou não à graxa a resistência à ação da água. .

uma ótima resistência ao trabalho.skf. ela não poderá se separar do óleo em quantidade superior a 5% do peso em relação à graxa inicial. por um período de 30 a 50 horas em uma tela cônica.com. Nessa situação. Um bom teste para determinar se essa separação não ultrapassou os limites aceitáeis é manter a graxa. as graxas de lítio também têm uma resistência muito boa à ação da água.SKF Reliability Systems • Resistência ao trabalho As graxas de boa qualidade apresentam estabilidade quando em trabalho e não escorrem das partes a lubrificar. perfurada. SKF do Brasil Ltda – Tel. geralmente.br/ Pag 7 . de níquel a 210ºF. na qual são insolúveis e suportam temperaturas elevadas.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. como as graxas de lítio que possuem. Além dessa ótima resistência. SABÃO Sódio Cálcio Complexo cálcio Lítio • RESISTÊNCIA À Á temperatura água MB P RaB O de MB MB MB MB Ao trabalho B RaB MB O QUADRO COMPARATIVO P = Pobre R = Regular B = Bom MB = Muito bom O = Ótimo Separação do Óleo durante a armazenagem: As graxas apresentam uma tendência à separação do óleo quando armazenadas durante um período muito longo.

de bário. como o sabão.SKF Reliability Systems • Fabricação Existem dois processos para a fabricação das graxas: formar o sabão em presença do óleo ou dissolver o sabão já formado no óleo. podemos considerar que em 70% dos casos. Acabada a fabricação. Tanto o óleo mineral. o tacho é munido de uma autoclave. gomas. As graxas sintéticas são as mais modernas. que evaporam após sua aplicação. etc. menos empregadas. As graxas betuminosas são formuladas à base de asfalto e óleos minerais puros. Quanto aos fluidos lubrificantes. resinas. providos de um misturador de pás e envoltos por uma camisa de vapor para aquecer o produto. devido a sua alta viscosidade. fabricadas para atender a processos industriais como a estampagem. passa por filtros de malhas finíssimas. Como os óleos sintéticos. Algumas contêm materiais sólidos como aditivos. são óleos minerais de viscosidade superior a 100 SUS a 100ºF.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. As graxas de sabão metálico são as de uso mais comum. estas graxas podem ser aditivadas para alcançar determinadas características. graxas betuminosas. devem ser aquecidas antes de sua aplicação. Algumas.com. • Classificação: As graxas podem ser subdivididas em graxas sintéticas. etc. que totalizam outros 5%. graxas de complexo de cálcio e graxas de bases mistas. essas graxas têm um elevado custo e acabam tendo sua aplicação limitada aos locais onde os tipos convencionais não podem ser utilizados. outros produtos como aerogel de sílica. lítio. que são. são diluídas em solventes. as graxas podem ser classificadas em graxas de sabão de Lítio. Existem outros tipos de engrossantes usados. empregadas em aproximadamente 5% das graxas consumidas e. negro-de-fumo. sódio. podem ser substituídos por óleos e sabões sintéticos. São graxas especiais de alto custo. podendo até ser maior que 125 SUS a 210ºF. graxas para processo e graxas de sabão metálico. fibras. A fabricação é feita em tachos. podemos ter graxas de alumínio. São constituídas de óleos minerais puros e sabões metálicos. tintas.). pigmentos. ainda. ainda quente e fluida. A filtragem evita que partículas de sabão não dissolvidas permaneçam na graxa e o envasilhamento imediato impede que as graxas sejam contaminadas por impurezas. sendo o sabão metálico a mistura de um óleo graxo e um metal ( cálcio. graxas à base de argila. Da mesma forma que os óleos. As graxas à base de argila são constituídas de óleos minerais puros e argilas especiais de granulação finíssima.. sendo então envasilhada. moldagem etc. a graxa. como as argilas modificadas (bentonita). Além dos sabões metálicos mencionados. • Aplicações: Abaixo são dadas algumas aplicações e características de algumas graxas.br/ Pag 8 . classificadas de acordo com a natureza do sabão: SKF do Brasil Ltda – Tel.skf. As graxas para processo são graxas especiais. graxas de sabão de cálcio. porém. já outras. para a necessária saponificação. sais orgânicos e inorgânicos. De acordo com a natureza do sabão metálico utilizado em sua fabricação. Quando o sabão é formado em presença do óleo.

desde que não haja presença de água. SKF do Brasil Ltda – Tel. porém. Graxas mistas As graxas de bases mistas possuem as propriedades intermediárias dos sabões com que são formadas. a tendência a engrossar manifesta-se quando submetidas ao trabalho. que sob a forma micropulverizada ou em emulsão coloidal. Graxas de sabão de lítio São as chamadas graxas multipurpose (múltiplas finalidades). seu elevado custo faz com que suas aplicações sejam restritas aos locais onde as graxas comuns não resistem às temperaturas elevadas (acima de 200oC). além dos componentes fluido e espessante. A vantagem do emprego de uma graxa multipurpose é evitar enganos de aplicação quando se têm diversos tipos de graxas e simplificar os estoques.skf. podemos ter graxas de cálcio-sódio. Suas maiores aplicações são em mancais de rolamentos e juntas universais. engrenagens abertas e correntes. chassis de veículos e bombas d'água. As graxas de complexo de cálcio (acetato de cálcio) não contêm água em sua formulação.br/ Pag 9 .SKF Reliability Systems 1. as graxas recebem aditivos que lhes conferem qualidades especiais. Devido ao fato de a maioria das graxas de cálcio conter de 1 a 2% de água em sua formulação e como a evaporação desta água promove a decomposição da graxa. Assim. 4. Graxas de sabão de sódio As graxas de sódio possuem uma textura que varia de fina a fibrosa. Graxas betuminosas As graxas betuminosas. Possuem uma grande aderência e suas maiores aplicações são em cabos de aço. 5. Graxas à base de argila Estas graxas são insolúveis na água e resistem a temperaturas elevadíssimas.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Podem ser aplicadas em mancais de deslizamento e de rolamentos. são insolúveis na água e resistem a elevadas temperaturas. Graxas de sabão de cálcio Em sua maioria. São resistentes à água. podem. não devendo ser misturadas. No caso de serem formuladas com teor de sabão elevado. Embora sejam multifuncionais. A grafita é um lubrificante sólido. podendo ser usadas com temperaturas elevadas. possuem textura macia e amanteigada. boa resistência ao calor e ao trabalho e apresentam a propriedade de engrossar quando contaminadas com água. 3. Podem substituir as graxas de cálcio e de sódio em suas aplicações e possuem ótimo comportamento em sistemas centralizados de lubrificação. 6. 8. solúveis em água. Graxas Grafitadas: Muitas vezes. 2. Não devem ser usadas em mancais de rolamentos mas. elas não são indicadas para aplicações onde as temperaturas sejam acima de 60ºC (rolamentos. por exemplo).com. utilizá-las. também podem ser classificadas como óleos. As graxas de sódio e lítio não são compatíveis. alguns mancais planos que possuem grande folga ou suportam grandes cargas. 7. às vezes. Possuem textura fina e lisa. Resistem a altas temperaturas sendo. pois elas se desfazem. As maiores aplicações das graxas de cálcio são para a lubrificação de mancais planos. cálcio-lítio etc. Graxas de complexo de cálcio As graxas de complexo de cálcio possuem elevado ponto de gota. é adicionada as graxas para emprego em temperaturas mais elevadas.

Porém seu bombeamento é regular. fios de lã. Estes aditivos promovem o "fio" das graxas. Anticorrosivos e antiferrugem o Aplicações: graxas para mancais de rolamentos. em geral. é passível de oxidação. devem ter bastante adesividade. Adesividade o Aplicações: graxas de chassis e aquelas empregadas em locais de vibrações ou onde possam ser expelidas.br/ Pag 10 . o Finalidades: neutralizar os ácidos formados pela oxidação ou a ação da água. muitos outros podem ser usados. etc. 2. os lubrificantes sólidos. 3.skf. devem ser resistentes à oxidação.SKF Reliability Systems Um exemplo de sua utilização é a lubrificação de moldes para fabricação de vidros. equipamentos de mineração etc. como os de oleosidade. • Aditivos: Como nos óleos lubrificantes. 9. o Finalidades: o óleo. as características das graxas podem ser melhoradas com o uso de aditivos. Os lubrificantes sólidos. o Finalidades: como nos óleos. onde a grafita desempenha importante papel. 4. britadores. Possuem boa resistência à água. como as engrenagens abertas. em pequenas quantidades. temos: 1. SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Graxas de Alumínio: Sua máxima temperatura é equivalente à das graxas de cálcio. torna-se necessário o acréscimo desses aditivos que. quando a pressão excede o limite de suporte da película de graxa. sendo então dispensados os aditivos antiferrugem. Graxas formuladas com gorduras mal refinadas ou óleos usados não possuem resistência à oxidação. Entre os mais usados.com. usualmente. já que as graxas aplicadas em locais com vibração como os chassis ou em locais em que a rotação das peças pode expulsá-las. Como as graxas de sódio se misturam com água. e para mancais que trabalham com cargas elevadas. uma vez que os demais componentes da graxa sofrem combustão. aumentam enormemente o poder de adesividade das graxas. para não se tornarem corrosivas. como já vimos. a grafite e o óxido de zinco também são empregados para suportar cargas mas.. o Finalidades: aditivos como o látex ou polímeros orgânicos. mas os sabões são mais instáveis que o óleo. muito boa adesividade natural e ótima aparência. esta perde seu efeito corrosivo. não são adequados para mancais de rolamentos. que são formuladas para permanecerem longos períodos em serviço e onde as temperaturas são elevadas. As graxas de rolamentos. Antioxidantes o Aplicações: graxas para mancais de rolamentos. como o molibdênio. Além destes aditivos. corantes. à base de chumbo. Extrema pressão o Aplicações: graxas para mancais de laminadores.

Apresentam boas propriedades de aderência e vedação e fornecem. sua capacidade de lubrificação seja consideravelmente diminuída. apresentando uma boa capacidade de aderência às superfícies metálicas e uma excelente e estabilidade em temperatura elevada. também podem ser utilizadas em temperaturas de até 120 ºC (250 ºF). nos casos em que a temperatura é muito alta para o uso de graxas à base de cálcio.Graxas à base de sabão de Cálcio (Ca) A graxa de cálcio tem uma estrutura macia similar à da manteiga e apresenta boa estabilidade mecânica. o que as qualifica para uso em uma variação muito ampla de temperaturas.Graxas à base de sabão de lítio (Li) A estrutura destas graxas é semelhante à das graxas de sabão de cálcio: macia e similar à manteiga.Graxas à base de sabão de sódio (Na) Graxas à base de sabão de sódio podem ser utilizadas numa gama mais ampla do que as graxas normais de cálcio. Na (sódio). No caso de ocorrer uma penetração demasiada de água no rolamento. As graxas sintéticas à base de sabão de sódio podem trabalhar em temperaturas de até 120 ºC (259 ºF). Sendo desprezivelmente solúveis em água. Se estabilizadas com outro agente.br/ Pag 11 . São normalmente estáveis. geralmente do mesmo metal.Graxas de complexo de sabão Este termo é utilizado para designar as graxas que contêm um sal. como o sabão metálico. SKF do Brasil Ltda – Tel. que não a água. com 1 a 3% de água. . as graxas de lítio podem ser utilizadas em aplicações úmidas. mas praticamente nenhuma de suas desvantagens. as graxas de cálcio proporcionam normalmente uma boa proteção contra água salina. . de sódio (Na) ou de lítio (Li) como agente espessante.com. Recomendadas para instalações expostas à água em temperatura de até 60 ºC (140 ºF). . e não dissolvem na água.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. também. O mais comum é o complexo de cálcio. Possuem muitas das vantagens das graxas à base de sabão de cálcio e sódio. como as graxas de complexo de cálcio.SKF Reliability Systems TIPOS DE GRAXAS E ADITIVOS As graxas lubrificantes mais comuns utilizam sabão de cálcio (Ca). como no caso da seção úmida de máquinas de fabricação de papel. o que implica em evitar seu uso em aplicações muito úmidas. ao fazê-lo. As graxas à base de sabão de lítio são particularmente apropriadas para a lubrificação de rolamentos. mas não devem ser utilizadas em temperaturas acima de 60 ºC (140 ºF). . mas há complexos de Li (lítio). proteção contra a ferrugem embora.skf. Ba (bário) e Al (alumínio). onde o principal ingrediente salino é o acetato de cálcio. podendo ser utilizadas com segurança em ambientes marinhos. há risco da graxa ser expelida.

clóricos e fosforosos.br/ Pag 12 . .70 ºC (-95 ºF). no entanto. prolongando os intervalos de relubrificação e reduzindo seus custos. visto que as moléculas de óleo são absorvidas pela superfície ativa dessas substâncias. SKF do Brasil Ltda – Tel. .SKF Reliability Systems Sua principal característica é a capacidade de resistirem a temperaturas mais elevadas do que as graxas convencionais. como o éster e o silicone.Os agentes antiferrugem.Aditivos Entre os aditivos mais comuns que são incorporados em graxas lubrificantes para proporcionar propriedades adicionais. . bentonita e PTFE. A maioria das graxas sintéticas é produzida com a finalidade de atender a padrões militares de testes para aplicações em instrumentação e dispositivos de controle em aeronaves. robôs e satélites. de extrema pressão. tais como bentonita e sílica gel.Os antioxidantes.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. graxas que revelam freqüentemente baixa resistência ao atrito em temperaturas baixas como . suas propriedades de lubrificação deterioram em temperaturas normais. que melhoram a proteção oferecida pela própria graxa. ainda.skf. que adiam a ruptura do óleo base em temperaturas elevadas. É importante lembrar que alguns aditivos EP são prejudiciais aos rolamentos. . que incluem compostos sulfurosos.Os lubrificantes sólidos.Graxas engrossadas com substâncias inorgânicas Substâncias inorgânicas. o que lhes dá uma gama muito mais variada de aplicações em relação a outras graxas.Graxas sintéticas Este grupo inclui as graxas baseadas em óleos sintéticos. que não oxidam tão rapidamente como os óleos minerais. como o bissulfeto de molibdênio e grafite. Estas graxas são estáveis em temperaturas elevadas e resistentes à água. .Os aditivos EP. São. incluindo sabão de lítio. . Comportam a utilização de diversos agentes espessantes. também podem ser utilizadas como agente espessante.com. cabendo verificar sempre as recomendações do fabricante antes de utilizá-los. estão: . sendo úteis para rolamentos trabalhando em ambientes úmidos ou para a proteção de rolamentos durante a armazenagem.

a graxa LGLT. . deve ser lubrificado com uma graxa que seja adequada a esta temperatura. como a vibração e a orientação do eixo em direção horizontal ou vertical.O ambiente externo. devem ser considerados os seguintes fatores. A consistência e as características do óleo lubrificante são influenciadas pela temperatura de trabalho. é importante selecionar a graxa que ofereça uma película de óleo com suficiente capacidade de carga sob as condições operacionais. a graxa LGEP 2.Graxas para temperatura elevadas (HT) SKF do Brasil Ltda – Tel. .As condições operacionais de carga.A temperatura de trabalho. que deve ser utilizada quando a temperatura exceder 80 ºC (175 ºF). . quando a temperatura ficar abaixo de 0 ºC (32 ºF).As condições de refrigeração. médias (MT) e altas (HT) temperaturas.As condições de funcionamento.A eficiência de vedação. ou para extrema pressão com bissulfeto de molibdênio. para rolamentos pequenos e médios e a graxa LGMT 3. Tipos de Graxas . Assim. para cargas médias.br/ Pag 13 . em especial: . de modo que o rolamento que opera a uma determinada temperatura. . a graxa LGMT 2. e EM. mas a maioria das graxas padronizadas cobre uma ampla gama de aplicações. A maioria dos usuários de rolamentos geralmente escolhe uma linha de graxas capazes de satisfazer quase qualquer aplicação ou condições que possam ocorrer.SKF Reliability Systems CLASSIFICAÇÃO DAS GRAXAS LUBRIFICANTES A graxas podem ser classificadas de acordo com as condições de operação. No caso da SKF. ou para extrema pressão.skf.As variações de velocidade. por exemplo. Critérios para a Seleção de Graxas Todas as precauções tomadas para evitar falhas de rolamento podem ter pouco efeito se a graxa escolhida for inadequada. . . Para a escolha correta.O tipo de máquina. 1.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. o que só é possível se conhecemos a viscosidade do óleo base da graxa na temperatura de trabalho. para rolamentos submetidos a cargas extremamente pesadas ou para aqueles que trabalham em velocidade muito baixa. além daquelas classificadas como EP. Daí. seis produtos compõem a linha de graxas designadas para funcionar eficientemente em 95% das aplicações de rolamentos: a graxa LGHT. a graxa LGEM 2. verificamos que há graxas para baixas (LT). Fabricantes de equipamentos especificam geralmente um tipo particular de graxa. .com.O tipo e tamanho do rolamento. . 2. para os rolamentos maiores.

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As graxas HT devem ser usadas quando a temperatura de trabalho exceder 80 ºC (175 ºF) ou quando não forem possíveis curtos intervalos de relubrificação de rolamentos trabalhando a temperaturas de 70 a 85 ºC (160 a 185 ºF). - Graxas para baixa temperatura (LT) As graxas LT são indicadas quando a temperatura de trabalho, bem como a temperatura ambiente estiver abaixo de 0 º (32 ºF) ou, ainda, em rolamentos com cargas leves e funcionando em altas velocidades. - Graxas para temperatura média (MT) Conhecidas como graxas "multiuso" (multipurpose), as graxas MT são recomendadas para rolamentos operados sob temperaturas de -30 à 120 ºC (-20 à 250 ºF), podendo ser utilizadas na grande maioria de aplicações de lubrificação à graxa. A viscosidade do óleo base deve estar entre 75 a 200 mm2/s a 40 ºc (105 ºF) e a consistência é normalmente 2 ou 3 de, acordo com a escala NLGI. Para aplicações sob temperaturas constantes, acima de 80 ºC (175 ºF), recomenda-se graxa HT. - Graxas EM As graxas com a designação EM contêm bissulfeto de molibdênio (MoS2), que produz uma película lubrificante mais resistente do que as graxas EP. Grafite ou substâncias similares podem ser utilizadas como aditivos a esta graxa. - Graxas EP As graxas EP contêm compostos de enxofre, cloro ou fósforo e possuem propriedades de maior resistência de película, i.e., de aumentar a capacidade de carga da película, o que é importante em graxas destinadas a rolamentos muito forçados, de tamanho médio ou grande, já que quando são alcançadas temperaturas suficientemente altas nos picos das superfícies metálicas do rolamento, é produzida uma reação química que evita a soldagem. A viscosidade do óleo base é de aproximadamente 175 mm2/s a 40 ºC (105 ºF) e a consistência corresponde a NLGI 2. Em geral, as graxas EP não devem ser utilizadas em temperaturas abaixo de - 30 ºC (-20 ºF) ou acima de 110 ºC (230 ºF). Para aplicações com temperaturas constantes acima de 80 ºC (175 ºF) recomenda-se graxa HT. - Graxas para cargas pesadas Em rolamentos girando lentamente sob cargas pesadas são necessários aditivos para aumentar a resistência da película lubrificante. De outra forma, os picos desiguais das superfícies metálicas do rolamento entrarão em contato, acarretando a elevação da temperatura e a soldagem das superfícies se soldarão. Os aditivos minimizam o contato entre as partes metálicas e produzem uma reação química que impede o caldeamento.

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OBTENÇÃO DE ÓLEOS BÁSICOS Os óleos lubrificantes básicos são derivados do petróleo e também utilizados na preparação de óleos lubrificantes, através da mistura entre si e/ou com aditivos especiais, os quais lhe conferem outras propriedades físicas e químicas. De maneira simples podemos classificar os óleos básicos em vários grupos:
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Destilados Neutros Pálidos Residum Stock, que se divide, ainda, em: 1. Bright Stock - Brilhantes 2. Cylinder Stock - Cilindro 3. Black Oils - Óleos pretos 4. Spindle Oils

Destilados: são óleos derivados do petróleo, obtidos nos primeiros graus de refinação e que contêm a base para os óleos básicos obtidos em tratamentos subseqüentes. Neutros: são óleos básicos, em geral de origem parafínica, de grau de viscosidade baixa e média. Pálidos: óleos básicos em geral de natureza naftênica, de baixo grau de viscosidade, obtidos por tratamento de refrigeração especial. São de cor clara, amarelada. Residum Stocks: são óleos básicos, normalmente de origem parafínica, que se distinguem dos Neutros por sua alta viscosidade (SAE140 ou 250) 1. Bright Stocks: são os que sofreram um tratamento de desparafinização, filtragem e redução de moléculas aromáticas. Contêm o mais alto grau de qualidade de residum stock que pode ser obtido. 2. Cylinder Stock: são os óleos que sofreram tratamento inferior aos bright stock. 3. Black Oils: de origem naftênica, são caracterizados por sua coloração escura (preta). 4. Spindle Oils: são, na realidade, óleos Neutros ou Pálidos do tipo light, portanto de baixa viscosidade, da ordem dos 50 a 80 segundos Saybolt Universal a 100oF. Estrutura Molecular dos Óleos Básicos: Todos os hidrocarbonetos contêm mistura das mais variadas cadeias moleculares, parafínicas, naftênicas e aromáticas. Características e requisitos de desempenho: Quando se trata de qualidade dos óleos lubrificantes básicos, é fundamental distinguir dois aspectos: suas características físicas e químicas e sua eficiência para aplicação prática. a) Características Físicas e Químicas: podemos afirmar que as análises de laboratórios têm por finalidade caracterizar um produto dentro de uma faixa de valores, de modo a verificar sua uniformidade. Damos o nome de ANÁLISE TÍPICA aos resultados obtidos em diversos ensaios a que uma amostra é submetida. b) Desempenho: é importante lembrar que a analise típica de uma amostra de origem
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desconhecida pode fornecer indicações aproximadas sobre a natureza do produto, seu grau de refino, etc., o que, entretanto não permite que o mesmo, se aplicado a uma formulação, em substituição a um componente similar conhecido, resulte em um produto que apresente o mesmo desempenho que o anteriormente produzido. Estamos nos referindo a produtos aditivados e aplicados em serviços nos quais as condições ambientais introduzem variáveis de difícil avaliação, como por exemplo sistemas hidráulicos, óleos para motor de combustão interna, engrenagens, etc. Nestas aplicações, onde a aditividade usada é a principal responsável pelo desempenho do óleo acabado, ocorre um fenômeno que podemos chamar de RESPOSTA AO ADITIVO, ou seja, uma aditivação determinada que se mostre eficiente quando utilizada em óleos básicos, oriundos de um determinado petróleo bruto, refinado por certos processos e que pode falhar gravemente, na mesma aplicação, se combinado a óleos básicos oriundos ou tratados por diferentes processos. Exemplo: Os óleos básicos para turbina devem, a par da demulsibilidade essencial à sua utilização, apresentar ótima resposta aos aditivos usuais antioxidantes e antiferrugem. Já os neutros e brilhantes devem aceitar bem os aditivos para óleo de motores, como detergentes dispersantes. Especificações: Uma vez que os óleos básicos são componentes na fabricação de lubrificantes, fica clara a necessidade de padronizá-los de modo a tornar as misturas constantes em termos de concentração e os produtos uniformes ao longo do tempo, mantendo suas características e aparência. Estas padronizações efetivam-se pelo uso permanente de petróleos similares e métodos de refino uniformes para a produção de cada óleo básico. Para cada óleo básico, existem limites especificados, os quais compõem as características de cada um. a. Viscosidade: é a característica que torna um fluido lubrificante. É em decorrência da viscosidade que duas superfícies sólidas, deslocando-se uma em relação a outra, tendem a se separar formando um filme fluido entre elas, evitando desta forma o atrito sólido. Os óleos básicos são produzidos para apresentar uma viscosidade dentro de uma faixa de valores que permita sua utilização em misturas, cobrindo todas as gamas de viscosidade exigidas pelo universo de equipamentos. b. Índice de Viscosidade: quando um fluido é aquecido, geralmente sua viscosidade diminui, ele se torna mais móvel e oferece menor resistência ao escoamento. Ao ser resfriado, ele se comporta de forma contrária, tornando-se mais viscoso. Logo observou-se que, de acordo com a natureza do petróleo de origem -parafínico, naftênico ou aromático - este fenômeno ocorria de forma diferente: ou seja, para uma mesma variação da temperatura, a alteração da viscosidade era diferente, sendo maior nos naftênicos que nos parafínicos e ainda maior nos aromáticos. Estabeleceu-se então um critério numérico para medir a intensidade desta variação e é esse número que chamamos de índice de viscosidade. Obs.: não há um critério rígido para definir estes limites, porém existe uma divisão aceitável:

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br/ Pag 17 . este ensaio tem o objetivo de detectar a acidez remanescente. é a natureza desse resíduo.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Esta tendência torna-se um risco quando o lubrificante deve ser usado em ambientes quentes. Resíduo de Carbono: em um óleo básico. É importante salientar que os básicos parafínicos apresentam uma forte fluorescência quando submetidos à radiação ultravioleta. Esta característica negativa torna-se ainda mais crítica em aplicações onde se combinam as altas temperaturas e a insuficiência de oxigênio para a queima natural e completa. Ponto de Fulgor: como hidrocarbonetos. não existe uma diferença muito grande entre os naftênicos e parafínicos. pois através dela podemos verificar a uniformidade da produção. Cinzas: o ensaio do teor de cinzas. necessária para a solidificação do óleo.skf. são facilmente removidos pelos gases em movimento e se reduzem a partículas mínimas. visa determinar o arraste de catalisadores ou impurezas da instalação pelo produto processado. mais importante que a quantidade de resíduo deixado por um óleo. Lembramos que. g. resultante de uma neutralização ou lavagem insuficiente. Cor: a cor não indica por si só qualidade. haverá uma forte desgaste durante o reinicio da operação. Índice de Neutralização: se no processo de refino estão incluídos tratamentos com ácidos. d. floculosos e que não se fixam às superfícies metálicas. Uma maneira de avaliar o nível de temperatura sob a qual o óleo básico pode operar sem risco é o ensaio de ponto de fulgor. tendendo a se inflamar quando cresce a temperatura. os lubrificantes são combustíveis.SKF Reliability Systems Índice Menor que 10 10 a 50 50 a 80 Maior que 80 Tipo de Produto Aromático Naftênico Misto Parafínico c. ambos apresentam cor similar. dispersadas pelos lubrificantes aditivados. Resíduos duros. onde os lubrificantes podem se solidificar quando o equipamento estiver em repouso por um período longo. devido ao efeito do índice de viscosidade. Os lubrificantes parafínicos se caracterizam por solidificação resultante da formação de uma rede cristalina de ceras parafínicas. este ensaio vem perdendo seu significado prático. f. h. Devido à aditivação. É um ensaio da qualidade do óleo e está relacionado ao controle do processo de refino. uma vez que os resíduos são muito superiores ao do próprio óleo. e. Isto ocorrendo. Cada óleo básico deve ser fabricado dentro de uma faixa de cor para que tenha sempre a mesma aparência. Já resíduos macios. elevando o atrito. No que se refere ao relacionamento entre os tipos de produtos. como se processa nos óleos naftênicos. ocorrendo que. para uma mesma viscosidade. cristalinos e aderentes são prejudiciais porque riscam as superfícies em movimento. Este processo determina a ocorrência de SKF do Brasil Ltda – Tel. utilizada para dar ao óleo características especificas. porém é importante sob o conceito de aparência.com. Ponto de Fluidez: característica que se torna crítica em climas frios. O método mais utilizado é o de Vaso Aberto de Cleveland. Na superfície da amostra resfriada estaticamente. é a forma de avaliar a tendência à formação de coque. não ocorre a elevação da viscosidade.

Por se tratar de impurezas que ocorrem em todos os petróleos. por não ocorrer o contato sólido entre as superfícies.Quando o filme de fluido se desenvolve entre as superfícies gerado pelo próprio movimento relativo entre elas.Se as superfícies estiverem imóveis. b. De modo geral. testa-se o produto a 100ºC. nunca temos lubrificação totalmente hidrodinâmica. já que a resistência dos fluidos ao deslocamento é muito menor que as forças de adesão e cisalhamento . Corrosividade: este ensaio tem por objetivo detectar a presença de derivados de enxofre. O coeficiente de atrito na lubrificação hidrodinâmica situa-se entre 0. quando esta emulsão permanece em repouso por algum tempo. neles emulsionada. o Perda por Evaporação: tem o mesmo objetivo da destilação a vácuo. visando avaliar a RESPOSTA do óleo básico ao aditivo. objetiva avaliar a sensibilidade da espuma do óleo básico à ação do aditivo. Lubrificação Hidrostática . o fluido é pressurizado no espaço entre elas.001 e 0.003. Redução das forças de atrito. dependendo de algumas fatores como : viscosidade. Lubrificação Hidrodinâmica . A formação de um filme lubrificante pode ocorrer de duas maneiras : a. superfícies em contato. Entretanto. assim como no teor de cinzas. podendo-se tornar o método mais rígido mediante a elevação da temperatura. podemos relacionar alguns mais sofisticados. velocidade relativa. Este ensaio. i. sob forma agressiva ou reativa. separando . não há relacionamento entre corrosividade e tipo de lubrificante. Teoricamente não há desgaste das peças.br/ Pag 18 . e reduzindo-se o contato entre elas. enquanto os naftênicos usualmente produzem borras e lamas. A lubrificação hidrodinâmica é aquela onde a viscosidade é o fator mais importante. LUBRIFICAÇÃO HIDRODINÂMICA Conheça as diferentes formas de lubrificação hidrodinâmica que resultam em baixos coeficientes de atrito e mínimo desgaste dos equipamentos Separando-se as superfícies em movimento através de um lubrificante. Como complemento a estes métodos. na prática.as pela ação da pressão. b.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. de forma a ativar compostos menos estáveis. o Demulsibilidade: avalia a capacidade de se separar da água. pois nunca ocorre o contato entre as superfícies . o Tendência a Espumar e Estabilidade da Espuma: também com aditivação como referência. área das SKF do Brasil Ltda – Tel.com.SKF Reliability Systems oxidação do lubrificante no decorrer do processo.skf. Os básicos parafínicos são os que geram ácidos orgânicos quando sofrem oxidação. que procuram definir características vinculadas à constituição química do óleo básico: o Destilação a Vácuo: avalia a presença de voláteis em excesso. o Resistência à Oxidação: realizado em misturas com aditivos de eficiência conhecida. obtemos algumas vantagens : a. Redução do desgaste dos equipamentos. serve também para o controle do processo de refino.

skf.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Após o início do movimento. A borda avançada deve ser chanfrada ou arredondada . Cunha de Óleo O desenvolvimento do filme de lubrificante exige que as superfícies não sejam paralelas. O bloco deve permitir uma inclinação em relação à superfície plana . Nestas condições de trabalho. Ilustração do Bloco Inclinado SKF do Brasil Ltda – Tel. as superfícies encontram-se em contato direto. maior a espessura da camada formada entre as superfícies. b.com. Lubrificação de Superfícies Planas Devemos observar alguns fatores exigidos para uma correta lubrificação hidrodinâmica como : a.br/ Pag 19 . espessura do filme. Quanto mais viscoso for o lubrificante. o atrito se torna mínimo e o bloco atinge uma posição ligeiramente inclinada. o atrito é considerável até que sua borda chanfrada ou arredondada encontre o lubrificante e uma camada permaneça na superfície inferior do bloco.SKF Reliability Systems superfícies. forma geométrica das superfícies e da carga exercida sobre o filme fluido. Ilustração do Bloco Antes do bloco entrar em movimento. c. Este deslocamento se dará até que a quantidade de lubrificante que entra seja igual a que sai. sendo sustentado pela pressão hidrodinâmica do lubrificante. e a separação destas superfícies é função da viscosidade. O bloco deve ser projetado em termos de área. para que possa flutuar sobre o filme lubrificante. atingindo a espessura de equilíbrio.

há atrito elevado entre as peças com conseqüente desgaste. pois não havendo tal diferença as superfícies externa do eixo e a interna do mancal serão paralelas e não se formará a cunha de lubrificação necessária ao desenvolvimento do filme.br/ Pag 20 . pois não há contato sólido entre as peças. a lubrificação de um eixo em repouso dentro de um mancal. SKF do Brasil Ltda – Tel.SKF Reliability Systems Lubrificação de um mancal Representamos nas figuras abaixo. Quando o eixo inicia o movimento. o sistema deve atingir rotação suficiente para a formação do filme normal. Quando a rotação do eixo é elevada. Este período é chamado de fase de lubrificação limítrofe ou lubrificação de fronteira. devendo ser o menor possível. ou seja. e gerado pela fricção interna do lubrificante.skf. sem o filme lubrificante. Ao ser projetado. formando um filme completo de lubrificante em torno do eixo e impedindo o seu contato com o mancal. no menor tempo possível. há contato entre as superfícies. comprimindo o lubrificante entre as duas superfícies a rotação do eixo ainda não é suficiente para desenvolver totalmente o filme de lubrificante. O atrito neste caso é reduzido a um valor mínimo. porém já se forma uma fina película.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. e como não se trata de uma lubrificação perfeita. deverá haver uma diferença de diâmetros entre as duas peças. Na ilustração observamos que com o eixo em repouso sobre o mancal. também a pressão da cunha se eleva a ponto de suportar o peso do eixo e sua eventual carga.com.

fazendo com que o lubrificante escoe nessa direção e forçe o restante a circular para preencher o espaço vazio. À medida que a rotação aumenta. Por outro lado. Logicamente o ponto de injeção deverá ser em uma área de baixa pressão do mancal.com. É o que vemos na figura (D). suportando o eixo. que existe uma zona de lubrificação ideal. haverá uma posição de equilíbrio do eixo no mancal. proveniente da carga na região hidrodinâmica. A partir deste ponto há uma queda brusca na pressão. sendo máxima no ponto diametralmente oposto à carga. A curva ZN/P permite relacionar o atrito no eixo e no mancal com a rotação. Observa-se que. na zona de lubrificação hidrodinâmica. porém não significa redução da força de atrito. implica na redução do coeficiente de atrito. se a direção da carga for oposta. o aumento da pressão P. pois a diminuição do coeficiente é compensada pelo aumento da carga. A pressão hidrodinâmica do óleo é o responsável pela flutuação da peça superior sem tocar na inferior. Analisando-se o gráfico. Na região de lubrificação limítrofe existe atrito combinado: sólido e fluido. verificamos que.skf. fazendo com que o lubrificante nesta área sofra uma pressão crescente no sentido da parte inferior do mancal. também será oposta a direção do ponto de máxima pressão. Isto é importante porque os mancais reais recebem um fluxo externo de lubrificante. próximo ao ponto de inflexão da curva. A introdução da película lubrificante entre as superfícies em movimento faz-se sob a forma de cunha. para evitar contrapressão no ponto de injeção do lubrificante. A rotação do eixo tende a deslocá-lo para a esquerda. o coeficiente de atrito aumenta lentamente com o aumento da viscosidade Z e da rotação do eixo N. SKF do Brasil Ltda – Tel. o valor do coeficiente de atrito é mínimo. que reduz o atrito no mancal.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. situada na zona de lubrificação hidrodinâmica. Concluímos então. onde o coeficiente de atrito é baixo.br/ Pag 21 . pois aumenta o parâmetro ZN/P. Na zona de transição. cujo objetivo é dispersar o calor gerado pela fricção. em que o eixo se deslocou para a direita devido ao aumento de rotação.SKF Reliability Systems Ilustração do eixo + mancal Para cada velocidade de rotação do eixo. porém existe perigo de cair na parte esquerda da curva. levando as condições para a região de lubrificação hidrodinâmica. há formação do filme. O ponto do mancal onde este fluxo deve ser injetado depende da posição do ponto de pressão máxima. É preciso notar que haverá uma permanente circulação de óleo dentro do mancal. pois o ponto de aplicação da pressão da cunha irá se deslocar. viscosidade e a pressão exercida por este sobre o fluido lubrificante.

1. O valor do coeficiente de atrito na lubrificação limítrofe é dez a cem vezes maior que na hidrodinâmica. (extrema pressão).com.br/ Pag 22 . Block. A maior oleosidade de um lubrificante é normalmente devida à existência de moléculas polares que apresentam grande afinidade com as demais moléculas do óleo e com o metal da superfície a se lubrificada. SKF do Brasil Ltda – Tel.skf.Classificação: De Baixa Pressão De Temperatura Elevada De Alta Pressão De Elevada Pressão Adsorção Física Adsorção Química Reação Química . Tipo 4 Tipo 3 Lubrificação Limítrofe extrema ou Lubrificação Limítrofe de alta elevada temperatura e alta pressão.03 até 0.Formação do Filme Fluido: . pressão: como exemplos temos comumente designada por EP os mancais de rolamentos. De acordo com H. elevando-se a ordem de grandeza de 0. Oleosidade A oleosidade é uma característica de grande importância sendo responsável pelo fenômeno de dois óleos de mesma viscosidade apresentarem diferenças de comportamento no tocante à resistência da película lubrificante.SKF Reliability Systems LUBRIFICAÇÃO LIMÍTROFE . a lubrificação limítrofe é classificada em quatro tipos: Tipo 1 Lubrificação Limítrofe suave ou de baixa pressão e baixa temperatura: como exemplos temos os mancais de bucha sob velocidades pequenas.Curva Bowden/Tabor: Classificação A lubrificação limítrofe é aquela na qual a película de óleo é tênue.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Tipo 2 Lubrificação Limítrofe de temperatura elevada: como exemplos temos os cilindros de máquinas a vapor superaquecido e os motores de combustão interna para aviões.

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. na qual a temperatura e pressão de carga são muito elevadas. Filmes que promovam baixo coeficiente de atrito µ possuem uma tensão de cisalhamento Sf bem menor do que a tensão cisalhante do metal Sm. porém o fator preponderante é a temperatura. SKF do Brasil Ltda – Tel. de acordo com Mougey. a tendência é que o óleo se espalhe. Formação do Filme Fluido Adsorção Física Se uma gota de óleo mineral puro é colocada sobre um metal. conforme bem assinalou Block. As moléculas adsorvidas ficam tão estáticas. cuja atuação se assemelha a de um amortecedor. porém não capaz de evitálo. uma engrenagem cônico-helicoidal lubrificada com óleo mineral pode suportar até 159 toneladas em baixa velocidade. Na lubrificação limítrofe. mas somente um máximo de 900 Kg em velocidades elevadas. reduzindo o contato metal-metal. A habilidade de adsorver fisicamente essas moléculas às superfícies pode variar de acordo com a constituição molecular podendo ser polar e não polar.skf. solúveis no óleo e com tendências inerentes de solubilidade na água. Entretanto.br/ Pag 23 . resultante de uma atividade superficial do metal. possuem péssima resistência de filme. a molécula ativada orienta-se perpendicularmente à superfície. mas isto não ocorreria se colocássemos ácidos graxos. Para avaliar a importância da temperatura proveniente do atrito em alta velocidade. como mostra a figura abaixo. o filme é formado para reduzir o contato metal-metal. basta dizermos que.SKF Reliability Systems Um agente de oleosidade pode ser muito eficaz para uma determinada liga metálica e completamente ineficiente para outra. A lubrificação limítrofe extrema. possuindo uma moderada resistência de filme. formando uma camada espessa ou filme bastante aderida. chamada oleosidade. Primeiramente a aderência seria muito rápida. é chamada de lubrificação de extrema pressão (EP).com. As moléculas não polares. Em contato com a superfície metálica. As moléculas polares orientam-se sobre a superfície pela força de adesão tais como a do hexadecono. benzeno. que a primeira camada do fluido parece estar no estado sólido. Óleos minerais puros tem pequena tendência a reagir com outras substâncias e os ácidos graxos contêm compostos químicos que são ativos. tais como a do hexadecano. sempre resultando em um alto coeficiente de atrito. a oleosidade pode ser melhor explicada se levarmos em consideração a ação de elevadas pressões sobre a viscosidade do óleo.

com. isto é.SKF Reliability Systems Em que F= força para cisalhar a área na qual o filme é rompido. µ = f µm +(1-f ) µf µm = Coeficiente de atrito de deslizamento sem lubrificante.skf.1. Sf / Sm está em condição correspondente ao contato metálico sem filme lubrificante. f = fração da área de lubrificação limítrofe na qual o filme foi rompido. O valor do atrito pode ser reduzido pela dureza dos materiais ou pela colocação de um filme adequado.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Um exemplo é o filme formado pelo dítio-fosfato de zinco sobre o aço. representada pela tensão máxima que o material pode suportar nas condições de penetração nos testes de dureza Brinell. f = Coeficiente de atrito de deslizamento em lubrificação limítrofe. Ar = área real de contato. Então: Conseqüentemente. Quando Sf / Sm está quase perto de 1. Sm = tensão cisalhante na junção metalmetal. Vickers ou Knoop. P = carga. o coeficiente de atrito µ é muito alto. SKF do Brasil Ltda – Tel. A área na qual o fime existe e deve ser cisalhado relaciona-se com a força F: Onde Hm é a dureza expressa em quilogramas por milímetro quadrado.br/ Pag 24 . que reduz a relação Sf / Sm a valores menores que 0. Sf = tensão cisalhante do filme.

Um exemplo típico é o do ácido hexadecanóico (ácido esteárico) reagindo com o óxido de ferro na presença de água. Os compostos mais utilizados na lubrificação limítrofe são os de enxofre.SKF Reliability Systems Curva Bowden/Tabor Adsorção Química Freqüentemente a adsorção parece ser física a baixas temperaturas e se altera para química em altas temperaturas. pois o filme resulta de produtos de moderada reação química do metal. formando um filme sobre a superfície que ainda assim é fino em relação às rugosidades normais de uma superfície.skf. Reação Química O filme é resultado de produtos de elevada reatividade química do metal. É uma condição bastante típica para a lubrificação de elevadas cargas e altas temperaturas e são conhecidas como condições de extrema pressão. SKF do Brasil Ltda – Tel.com. fósforo e zinco.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. É caracterizada por irreversibilidade.br/ Pag 25 . apresentando espessura ilimitada. cloro.

Nos mancais hidrostático.com. e há momentos em que a resistência da película pode ser rompida. Em função dessa pressão. em função de seu movimento relativo. a formação do filme depende da geometria das partes metálicas. Os mancais. eles podem ser classificados em mancais hidrodinâmicos ou hidrostáticos. o filme é mantido e suprido por um sistema forçado. b) Filme Limítrofe: A espessura do filme é bastante fina. podem ser: Planos. ocorrendo então contato metal com metal.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Nos mancais hidrodinâmicos. de guia e de escora.SKF Reliability Systems FILMES EM MANCAL DE DESLIZAMENTO • • • • • Classificação: o Filme Fluido o Filme Limítrofe Projeto de um Filme Projeto de um Filme Fluido em Mancais de Escora e Guia Mancais Hidrodinâmicos: o Tipo Fixo o Tipo Pivô Mancais Hidrostáticos Classificação Podemos classificar os mancais nos seguintes termos: a) Filme Fluido: A pressão exercida pela película é necessária para separar completamente as partes em contato.br/ Pag 26 .skf. do movimento relativo e das características do lubrificante. SKF do Brasil Ltda – Tel.

SKF Reliability Systems SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 27 .skf.com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. É evidente que a principal característica de um lubrificante é a viscosidade. devemos sempre levar em consideração a variação de temperatura ou faixa de temperatura de operação dos mancais.com.SKF Reliability Systems Projeto de um Filme Os pontos fundamentais a serem analisados para o projeto de um filme são: • • • • Capacidade de carga (resistência de película). Fluxo do lubrificante. Coeficiente de atrito entre os metais em contato.br/ Pag 28 . Temperatura.skf. e esta varia com a temperatura.A ASTM ajustou uma curva típica da variação da viscosidade com temperatura para óleos industriais: SKF do Brasil Ltda – Tel. Conseqüentemente.

Viscosidade absoluta (lb.br/ Pag 29 .Espessura do filme na entrada (in) hs .s/in2 ) he .Excentricidade = he .ZV/e2P.C M .Q/CL (psi) Z .Velocidade de deslizamento (in/s) C .com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.Pressão.Carga na sapata individual (lb) V .Distância da entrada até o pivô (in) SKF do Brasil Ltda – Tel.Fluxo de lubrificante (in3/s) E .Espessura do filme na saída (in) µ .skf.600hp F .Potência consumida pelo atrito na sapata .Número de desempenho x .Numero característico dos mancais de escora de sapata fixa .SKF Reliability Systems Projeto de filme fluido em mancais de Escora e de Guia: 1) Sapata: Q .Coeficiente de atrito HP .hs C R .Largura da sapata na direção perpendicular ao movimento (in) P .µQV/6.Comprimento da sapata na direção do movimento (in) L .

ângulo da sapata (radianos ) V .s.r1 C .Peso especifico J .SKF Reliability Systems te .skf.com.90 N .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.Temperatura de entrada (ºF) ts .70 a 0.rotação (r.br/ Pag 30 .Temperatura de saída (ºF) E .336 in.altura (in) hm .(2pr)n L .lb/BTU) 2) Completo Q1 . geralmente varia de 0.fração da circunferência ocupada pelas sapatas.ßn/2p.Equivalente mecânico de calor (9.número de sapatas r1 .) ß .r2 .carga total no mancal (lb) n .Calor especifico p .2 prq/n q .raio por fora (in) r .filme mínimo (in) SKF do Brasil Ltda – Tel.p. 3) Sapata Chapéu a .raio médio (in) q .raio por dentro (in) r2 .

raio de curvatura (in) SKF do Brasil Ltda – Tel.SKF Reliability Systems r .br/ Pag 31 .com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.skf.

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.SKF Reliability Systems Mancais Hidrodinâmicos (Tipo Fixo ) a) Gráfico determinado do filme mínimo: SKF do Brasil Ltda – Tel.com.skf.br/ Pag 32 .

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.com.SKF Reliability Systems b) Gráfico determinante do coeficiente de atrito: SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 33 .skf.

skf.com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.SKF Reliability Systems c) Gráfico determinante do fluxo de lubrificante: SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 34 .

br/ Pag 35 .skf.SKF Reliability Systems d) Gráfico determinante do aumento de temperatura: Exemplo: Projetar o mancal de escora tipo sapata fixo cujo dados operacionais são: Q = 800lb V = 1200 in/s C = 2 in 2 e = 0.001 L = 4 in Z = 4x10-6lb.s/in a) Cálculo do filme mínimo: Com os dados de R = 4.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. L/C = 2.com.5 SKF do Brasil Ltda – Tel. retiramos do gráfico determinante do filme mínimo: b) Cálculo do coeficiente de atrito: Com os dados de R=4 e L/C = 2. temos do gráfico para determinação do coeficiente de atrito: µ / e = 4.

s/in2 C = 3 in L = 6 in Com a linha de condição ideal e L/C = 2. temos do gráfico determinando do fluxo de lubrificante.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. conhecendo-se os seguintes dados operacionais: P = 75 psi V = 300 in/s Z = 6x10-6 lb.SKF Reliability Systems Portanto temos: µ = 45x10-4 c) Cálculo da perda de potência consumida pelo atrito: d) Cálculo do fluxo de lubrificante: Com os dados R= 4 e L/C = 2. temos: Portanto: F = 24200x10-3 = 1.br/ Pag 36 .6 cu. Do gráfico de determinação do filme mínimo.skf. para o menor filme. temos do gráfico determinante do aumento da temperatura: Portanto: Exemplo 2: Determinar a excentricidade para a condição ideal .in/s e) Cálculo do aumento de temperatura do lubrificante: Com os dados R = 4 e L/C = 2. tem-se R = 6 Então: SKF do Brasil Ltda – Tel.com.

br/ Pag 37 .SKF Reliability Systems Mancais Hidrodinâmicos (Tipo Pivô) Um dos cálculos importantes que deve ser efetuado é o ponto exato onde se localizará o pivô. todos os demais podem ser determinados mediante a utilização de gráficos. Em função dessa. a) Gráfico determinante do filme mínimo: SKF do Brasil Ltda – Tel.skf. x.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.com.

skf.SKF Reliability Systems b) Gráfico determinante do coeficiente de atrito: c) Gráfico determinante do fluxo de lubrificante: SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.com.br/ Pag 38 .

com. conforme o gráfico abaixo. o filme mínimo é função da capacidade de carga do filme e da altura a do chapéu.SKF Reliability Systems d) Gráfico determinante do aumento de temperatura: No caso de ser utilizada sapata tipo chapéu. para L = C: SKF do Brasil Ltda – Tel.skf.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 39 .

skf.SKF Reliability Systems Mancais Hidrostáticos Sapata Simples SKF do Brasil Ltda – Tel.com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 40 .

skf. e) Prolongar a vida util do equipamento.com. porém ineficiente. iniciando a rotação. Dispositivo de lubrificação a graxa.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. fazendo com que uma quantidade de óleo desça enquanto durar a movimentação do eixo. c) Quantidade d) Custo do dispositivo adequado. Lubrificação por névoa. SKF do Brasil Ltda – Tel. devido às condições de excesso ou de falta. c) Eliminar a falha pessoal. d) Aumentar a produtividade. A escolha do método de aplicação do lubrificante depende: a) Tipo do lubrificante. Acessórios de lubrificação. imprime um movimento alternativo à agulha. Lubrificador mecânico. A escolha entre o óleo e a graxa para a lubrificação depende fundamentalmente do projeto e da práticabilidade da utilização. b) Evitar o exesso ou a falta do lubrificante.br/ Pag 41 . Entre os mais comuns estão: • • • • • • • Dispositivo de lubrificação a óleo. b) Viscosidade. Lubrificador hidrostático. A escolha do equipamento para a lubrificação tem o objetivo de: a) Promover lubrificação correta do equipamento. Sistema Centralizado. Copo com Vareta Neste copo há uma agulha que. Lubrificação Manual Almotolia Método simples. Dispositivos de Lubrificação a Óleo • Por Gravidade. repousa sua extremidade sobre o eixo que. Este fato é devido a sua operação ser dependente do ser humano. passando por um orifício de diâmentro pouco maior do que o seu próprio.SKF Reliability Systems DISPOSITIVOS PARA LUBRIFICAÇÃO A lubrificação exige a utilização de alguns dispositivos e acessórios.

pode ficar sujo. da temperatura e do tamanho e trançado do pavio.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 42 .SKF Reliability Systems Copo Conta -Gotas Apresenta a vantagem de regular a quantidade de óleo. onde o óleo flui para atingir os pontos a lubrificar.skf. A vazão depende da viscosidade do óleo. que bombeira para outro. Permite que ele entre em operação quando requerido. impedindo o escoamento. A passagem do óleo depende do pavio que. localizado acima do equipamento. • Por Capilaridade Copo com Mecha É baseado no principio da capilaridade. Sistema de Circulação Neste sistema há uma bomba sitiuada no interior do depósito de óleo. com a utilização. deixando cair um certo número de gotas por minuto. SKF do Brasil Ltda – Tel.com.

o anel acompanha. Lubrificação por colar O anel é substituído por um colar fixo ao eixo. arrastando-o e espargindo-o.br/ Pag 43 . com sua parte inferior mergulhada no banho. Este sistema é usado em mancais sujeitos a altas rotações ou quando se requer óleo viscoso. O óleo arrastado é raspado por um anteparo situada na parte superior.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Pode ser usada também uma corrente.skf. quando se requer maior quantidade de óleo no mancal ou quando se utiliza óleo mais viscoso.com. • Por Salpico Lubrificação por anel ou corrente O óleo fica em um reservatório abaixo do mancal.Com a rotação do eixo.SKF Reliability Systems Lubrificação por estopa e almofada É usada para lubrificar mancais de eixos de vagões e baseia-se na ação capilar da estopa embebida em óleo. Ao redor do eixo repousa um anel de diâmetro maior. fazendo com que o óleo caia em uma canaleta de distribuição. SKF do Brasil Ltda – Tel. O sistema com espuma é bastante semelhande.

Os pinos podem ser dos tipos botão.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 44 . Dispositivos de Lubrificação a Graxa Bombas Manuais São bombas que.skf. geram pressão para Introduzir a graxa por intermédio do pino graxeiro. É largamente usado em mancais de rolamento em eixos horizontais e caixas de engrenagens. • Por sistema Forçado Lubrificação por Perda Utiliza-se uma bomba que retira o óleo de um reservatório. devido a sai construção. forçando-o entre as superfícies metálicas.com. SKF do Brasil Ltda – Tel. pressão e embutido e são dotados de válvulas de retenção.SKF Reliability Systems Lubrificação por Borrifo O lubrificante contido no depósito é borrifado as partes internas mediante ao movimento das peças. Lubrificação por Circulação Neste sistema o óleo é bombeado de uma reservatório para as partes a serem lubrificadas. O óleo. As bombas manuais possuem diversas formas de reservatório. É bastante aplicado na lubrificação de cilindro de compressor e na de mancais. • Por imensão(As peças encontram-se submersas no óleo) Lubrificação por Banho O conjunto esta mergulhado no óleo. após passagem pelas peças retorna ao reservatório. o que facilita sua aplicação em todas as áreas.

SKF Reliability Systems Copo Stauffer Os copos são enchidos com graxa e ao girar a tampa.br/ Pag 45 . A graxa é aplicada manualmente a variação entre 1/3 (mínimo) a 2/3 (máximo) da capacidade do depósito. o copo deve ser novamente preenchido com graxa. Enchimento Usado em mancais de rolamento. a graxa é impelida pelo orifício localizado na parte inferior do copo.com. Pincel ou Espatula Sistema manual de aplicação de uma películoa de graxa na parte a ser lubrificada.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Quando a tampa chegar ao fim do curso da rosca. SKF do Brasil Ltda – Tel.skf.

linha simples ou única. os dosadores recarregam e os últimos ou com maior contra pressão deixam de operar.SKF Reliability Systems Podemos dizer que no Brasil a maioria de sistemas de lubrificação 95% deles são basicamente de 3 tipos. Manual. podemos dizer que: Sistema de linha simples. Atenção para os sistema manuais a vão da bomba deve se de 2. este sistema é muito utilizado em maquinas operatriz de pequeno e medio porte com a maioria dos sistemas operando com óleo ( só conheço sistema de linha simples da Lincoln e da Cirval que operem com graxa). a bomba de lubrificação faz a despressurização e assim se concretiza um ciclo recarregando cada dosador. O sistema funciona de forma paralela ou seja cada dosador tem seu funcionamento totalmente independente dos demais.com. pois só é possível fazer um (1) acionamento. Após todos os dosadores terem dosados é acionado um pressostato (so em sistema automáticos) é acionado envia o sinal para um comando ( pode ser PLC ou CLP ou Controlador Próprio) desliga-se o motor. e neste sistema as principais vantagens são a flexibilidade do sistema para a redução e aumento dos pontos.5 vezes a vazão de todos os dosadores mais o óleo que cabe dentro de toda tubulação. Para falar um pouco de cada sistema. linha simples progressivo ou somente progressivo e linha dupla.skf.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 46 . Todos os sistema podem receber diversos tipos de acionamento (forma que é introduzido ou bombeado o sistema para a linha e os distribuidores e dosadores) entre eles o Mecânico. a bomba é acionada faz a pressurização da linha e cada dosador faz a dosagem para o ponto interligado a si com o volume correspondente. uma vez que cada ponto deve ser abastecido por um único dosador. pneumático e elétrico ( dispostos por hierarquia de utilização sendo o mecânico menos aplicado e o elétrico o mais aplicado). hidráulico. SKF do Brasil Ltda – Tel. ao voltar a alavanca o sistema despressuriza.

skf. e neste sistema as principais vantagem é o alto grau de confiabilidade do funcionamento. e o penúltimo só funciona após o antepenúltimo Ter funcionado e assim sucessivamente até todos funcionarem. Este sistema é muito utilizado em maquinas de medio e grande porte onde há necessidade de segurança e eficiência na lubrificação como Exemplo: Pontes Rolantes. Após todos os distribuidores terem funcionado é acionado microswith (so em sistema automáticos) e o mesmo envia o sinal para um comando ( pode ser PLC ou CLP ou Controlador Próprio) desliga-se o motor. Staker-Reclaimers e Prensas.SKF Reliability Systems Sistema Progressivo: Este sistema é considerado um dos sistema mais seguros em termos de lubrificação centralizado ( segurança 100% não existe ).br/ Pag 47 . SKF do Brasil Ltda – Tel. a bomba é acionada faz a pressurização da linha e cada dosador ( distribuidor ) faz a distribuição de forma proporcional ( de acordo com o projeto e o tamanho de cada ponto). Recuperadoras. uma vez que cada ponto deve ser abastecido por uma única saída de ca distribuidor. com os sistemas operando com óleo ou graxa ( até consistência NLGI-II ).com. pois se a mangueira se romper ou Ter um entupimento antes dessa monitoragem a mesma não ira funcionar) tem seu funcionamento totalmente interligado o ultimo pistão só funciona após o penúltimo Ter funcionado.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. assim se possibilita fazer a monitoragem de funcionamento em qualquer pistão que se tem a segurança de que todos os pistões estão funcionando ( sempre existe locais estratégicos para se fazer a monitoragem. após uma mangueira é um bom exemplo. a bomba de lubrificação faz o intervalo ( deixando a tubulação cheia e pressurizada ) e assim se concretiza um ciclo de lubrificação. O sistema funciona de forma em serie ou seja cada dosador so funciona após o seu anterior já ter funcionado.

Moendas. SKF do Brasil Ltda – Tel. a bomba de lubrificação faz o intervalo ( deixando a tubulação cheia e pressurizada ) e assim se concretiza um ciclo de lubrificação. podemos citar os seguintes: Orifício. coisa que compensa em Ter o sistema linha dupla como Exemplo: Laminadores. Pontes Rolantes. Névoa. Duplo Progressivo e Circulação de Óleo. Oleo-Ar. O sistema funciona de forma em paralelo ou seja cada dosador funciona de forma totalmente independente de todos os demais do sistema.br/ Pag 48 . Superflux. para sistema com inversão elétrica). e neste sistema as principais vantagem são a flexibilidade no aumento e diminuição dos pontos distancias elevadas e uma sinalização visual para cada modulo dosador.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Recuperadoras. Lingotamentos. Este sistema é muito utilizado em maquinas de medio e grande porte onde não há tanta necessidade de segurança devido ao sistema de manutenção eficaz ou de um custo de hora maquina muito caro. Após todos os distribuidores dosadores terem funcionado é acionado a linha "A" terá sua pressão elevada e o inversor localizado na bomba fará a sua função invertendo a pressão para a linha "B" e que após todos os distribuidores dosadores terem funcionado acionara novamente inversor que fará novamente sua função acionando também um microswith (so em sistema automáticos) e o mesmo envia o sinal para um comando ( pode ser PLC ou CLP ou Controlador Próprio) desliga-se o motor.skf.SKF Reliability Systems Sistema de linha dupla: Este sistema é considerado um dos sistema mais robustos em termos de lubrificação centralizado ( segurança deixa a desejar porem oferece boas condições de fucionabilidade). StakerReclaimers. Alem dos 3 sistema descritos acima. com os sistemas operando com óleo ou graxa ( até consistência NLGI-II ).com. assim não se possibilita fazer a monitoragem de funcionamento em qualquer distribuidor ou dosador somente podendo ser feito nas linha principais através da monitorização do inversor ( ou de pressostatos no final da linha.

pela velocidade com que o ar passa através da cúpula de alimentação. As partículas mais pesadas que o ar.br/ Pag 49 . SKF do Brasil Ltda – Tel.skf. o óleo é pulverizado e levado em um fluxo de ar até as partes a serem lubrificadas. retornam ao reservatório.SKF Reliability Systems Lubrificação por Névoa No sistema de lubrificação por névoa.com. ao se chocarem com um anteparo. onde se origina a atomização.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. A nebulização é gerada pelo mesmo príncipio do carburador. O ar é forçado a passar em um Venturi.

deduz-se que. O segundo. etc. Devido a sua relação geometrica. da relação entre dois pistões.skf. As propulsoras pneumáticas são consideradas bombas de deslocamento positivo. Na saída do Venturi poderemos encontrar três tipos de conexões: a) Névoa b) Atomização c) Condensação Fatores Operacionais A operação desse sistema requer cuidados especiais em suas regulagens: Temperatura do ar de sucção. Como a formação da nebulização aumenta à medida que se diminui a viscosidade e como a viscosidade diminui à medida que se aumenta a temperatura. mineração. Pressão do ar e fluxo do óleo. Temperatura do reservatório. ou seja. é o responsável pela transferência da graxa.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. podemos escolher entre varias situações a melhor relação SKF do Brasil Ltda – Tel.com. transferindo-a ao outro pistão.br/ Pag 50 . empresas de transportes. com o aumento de temperatura aumenta a formação de nebulização. Equipamentos Pneumáticos ou Propulsoras Pneumáticas Largamente utilizadas em industria. geram pressões. postos de serviços. Estas pressões são conseguidas através. Características do Lubrificante As características principais que devem ser consideradas na seleção do lubrificante são: Viscosidade Estabilidade a altas temperaturas Características de reclassificação Nebulização Toxicidade Aditivos A viscosidade é ditada pela necessidade das partes a serem lubrificadas. Um recebe a pressão de ar comprimido transformando-a em força de movimentação.SKF Reliability Systems Reclassificação A reclassificação do óleo atomizado por meio de anteparos ou reclassificadores é chamada reclassificação do óleo atomizado.

Volume requerido.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.com. Esta escolha leva em consideração: .skf. A consistência da graxa . A distância é um dos problemas mais comuns. A distancia total do equipamento ao ponto de aplicação da graxa .SKF Reliability Systems entre estas áreas. SKF do Brasil Ltda – Tel. portanto um gráfico nos permite dimensionar o melhor diâmetro para tubulações para graxa.br/ Pag 51 .

skf.SKF Reliability Systems DADOS TÉCNICOS: Propulsoras para óleo e graxa SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 52 .com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.

g) Locomotivas industriais. Usos Gerais: Os dois tipos de transmissão por corrente são extensamente utilizados em equipamentos variados: a) Refrigeradores de vagões frigoríficos.Correntes .SKF Reliability Systems LUBRIFICAÇÃO DE CORRENTES. b) Máquinas para fabricação de papel. No campo automotivo. flexível e de metal.br/ Pag 53 . Este sistema forma uma corrente continua. combina a flexibilidade da transmissão por correias com o deslocamento positivo oferecido pelas engrenagens. As conexões são grupadas e interligadas por meio de pinos formando uma cadeia contínua e flexível. f) Acionamento traseiro de caminhões. Tipos Básicos de Correntes: a) Correntes de rolos: São compostas de roletes de mesmo tamanho montados em seqüência por meio de conexões e pinos. que podem ou não ser do mesmo diâmetro e ter o mesmo número de dentes.skf. Exemplo: correntes de transmissão de bicicletas. o sistema de transmissão do comando de válvulas do automóvel FNM.com. b) Correntes silenciosas: São compostas de uma série de conexões com um perfil de dentes de engrenagem usinado em um dos seus lados. SKF do Brasil Ltda – Tel. e) Máquinas de enlatamento. feito por meio de corrente silenciosa. h) Transportadores. d) Equipamentos de perfuração de poços. c) Acionadores de correias transportadoras.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.Acopladores de eixo . ACOPLADORES E CABOS DE AÇO .Cabos de aço CORRENTES O acionamento por corrente. a qual engrena em duas rodas dentadas.

SKF Reliability Systems Causas de Mau Funcionamento: A razão mais comum para o mau funcionamento de correntes de acionamento é geralmente a lubrificação deficiente ou manutenção precária. imediatamente antes do engraxamento com a parte inferior da roda dentada acionada. por estar exposto à penetração de partículas abrasivas que aderem ao filme lubrificante.br/ Pag 54 . O sistema de lubrificação de correntes incluem o processo manual. Um óleo econômico é o mais conveniente. Antes de reinstalada. bons resultados foram obtidos por meio de aplicação direta de pequeno excesso de lubrificante à corrente.skf. talvez seja mais conveniente operar o sistema sem lubrificação. em virtude de ser um processo considerado de perda total. deverá ser posta em banho por SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Lubrificação de Correntes de Acionamento: Aplicar óleo lubrificante por gotejamento entre conectores e os pinos de encaixe dos roletes na parte inferior da corrente. Lubrificação de Correntes Abertas: Este tipo de equipamento é o que oferece dificuldades. Em condições extremas de impurezas. no máximo a cada 60 dias para ser totalmente limpa. gotejo. Pois nestes casos a corrente deve ser removida periodicamente. banho e lubrificação forçada.com. Nestes casos.

SKF Reliability Systems 24 horas em óleo fino. SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Recomendações Gerais: ACOPLADORES DE EIXOS O Acoplamento Rígido: O processo mais elementar é o acoplamento rígido.skf. requerem acoplamentos flexíveis que permitem compensar eventuais desalinhamentos dos eixos.br/ Pag 55 . Acoplamento Flexível: Equipamentos modernos.com. sendo composto de dois discos ou flanges ligadas aos seus respectivos eixos por chavetas e entre si por meio de parafusos que unem suas faces externas. devendo posteriormente ser deixada para escorrer o excesso e limpa a parte externa da corrente. que trabalham em altas velocidades.

skf. Como por exemplo citamos a transmissão de um automóvel onde é usada a junta universal acoplada ao eixo de entrada do diferencial.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. alinhar os eixos. Os acopladores de flanges são acoplados aos respectivos eixos por chavetas e entre si por um conector independente que desliza dentro de certos limites nas ranhuras dos flanges. plásticos. Acoplamentos Flexíveis Lubrificados: A flexibilidade é obtida pela possibilidade de as partes componentes deslizarem entre si. duas soluções são possíveis: a) Incorporar um segundo acoplamento flexível ao sistema. SKF do Brasil Ltda – Tel. ficando os acoplamentos interligados por eixo rígido.SKF Reliability Systems No caso de ser necessário conectar duas máquinas em que não é possível por construção.com. a qual permite compensação de desalinhamentos entre eixos de até 30º. Acoplamentos Flexíveis sem Lubrificação: Este equipamento obtém sua flexibilidade da capacidade de flexão de seus componentes. As engrenagens são fixadas aos seus respectivos eixos por chavetas e o sistema fica encerrado em uma caixa. que é o reservatório do óleo lubrificante. Há necessidade de lubrificação pois o atrito esta presente. couro.br/ Pag 56 . Acoplamento por Engrenagens: É composto de duas engrenagens que são conectadas da seguinte forma: em um dos eixos é colocada uma engrenagem de dentes retos e no outro é colocada uma engrenagem cujos dentes ficam em sua parte interna. tais como borracha. b) Outro método é usar a flexibilidade de uma junta universal.

produz um filme fluido que absorve em parte o efeito choque causado pelo trabalho. é difícil estabelecer um filme lubrificante entre as superfícies em atrito. principalmente em acoplamentos de alta velocidade. pois as condições usuais são de lubrificação limítrofe. onde um é acionador e o outro é acionado. Acoplamentos Hidráulicos e Conversores de torque: Os acopladores tem como finalidade conectar dois eixos entre si. e fluido suficiente para se deslocar entre as superfícies que estiverem em contato metálico direto. SKF do Brasil Ltda – Tel.com. Este é o campo de aplicação de acoplamentos hidráulicos. Sendo resistente ao deslocamento. os acoplamentos rígidos ou flexíveis não são adequados a serviços sujeitos a choques por variação de carga ou de partida com torque estático elevado. cada qual unido a um eixo oco e ranhurado. Características de extrema pressão são requeridas.skf.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. b) Quatro mancais unidos dois a dois em peças rígidas. Embora haja movimento entre as partes móveis. o lubrificante deve ter viscosidade elevada para resistir ao deslocamento. Recomendações para Lubrificação: Acoplamentos flexíveis lubrificáveis requerem produtos.br/ Pag 57 . Como esses acoplamentos firam a velocidades relativamente altas. Entretanto.SKF Reliability Systems Acoplamento por Junta Universal: É composta dos seguintes elementos: a) Uma cruzeta de interligação. Várias são as razões que levam à escolha de um lubrificante viscoso. óleos ou graxas com características especiais.

São compostos de três elementos: a) Um impulsor. b) Um rotor. porém são mais complexos por incorporarem elementos que multiplicam o torque fornecido.com.br/ Pag 58 . SKF do Brasil Ltda – Tel. Há conversores de torque que são construídos de forma a aumentar o torque inicial em até seis vezes.skf. Este tipo de mecanismo pode ser planejado para atuar como redutores e transmissões que realmente multiplicam o torque.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. aos acoplamentos hidráulicos.SKF Reliability Systems Conversores de Torque: Os conversores de torque são semelhantes no principio de funcionamento e na sua construção. c) Um sistema de lâminas.

as pernas são forçadas helicoidalmente em torno da alma.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. b) Apoiar estruturas. Existe outra diferença estrutural entre os cabos de aço: a) Ao formar o cabo normal.SKF Reliability Systems CABOS DE AÇO Os cabos de aço são utilizados para diversas finalidade: a) Elevar cargas. b) Enrolado as pernas na alma no mesmo sentido da torção dos fios de perna. Essas pernas podem ser dispostas helicoidalmente em torno da alma de duas maneiras: a) Enrolado as pernas na alma em sentido contrário à torção dos fios de perna. os quais por sua vez são agrupados ao redor de outra alma de maior diâmetro.br/ Pag 59 . c) Puxar cargas. Este SKF do Brasil Ltda – Tel. etc.skf. c) Desgaste: Causado pelo atrito entre os fios de um cabo.com. O agrupamento dos fios em torno da alma chama-se perna e o cabo é composto de várias pernas. tendo os fios individualmente em acentuado ângulo com o eixo do cabo. pelos esforços para vencer a resistência da caga de tração. A operação a que é submetida faz com que sejam introduzidas em sua estrutura original os seguintes itens: a) Corrosão: Causada pelo ataque de ácidos ou do oxigênio do ar ou ainda do ambiente úmido b) Fadiga: Causada pelos esforços de flexão e/ou tração a que o cabo é submetido. Estrutura de um cabo de aço: Os cabos de aço são formados por fios agrupados em pequenos cabos de até 36 fios ao redor de uma alma de fios de aço ou cânhamo. tendo os fios dispostos individualmente paralelamente ao eixo do cabo.

os cabos necessitam passar por uma limpeza para remover partículas abrasivas ou remover crostas da sua superfície. facilitando o seu fluxo. " Método de aplicação do lubrificante. uma na entrada e outra na saída do banho e no centro. " Freqüência da aplicação. por baixo de uma roldana de maior diâmetro que as anteriores e que fica mergulhada no banho lubrificante. a colocação de anteparos para evitar que ventos desviem o gotejamento do óleo ao cabo e também a colocação de dispositivo para aquecimento.com. o que facilita a penetração do lubrificante. É evidente que a lubrificação do cabo de aço não só é desejável como imprescindível ao seu funcionamento. tende a abrir seus fios. prolongando sua vida útil.br/ Pag 60 . de modo a aproveitar a deformação causada ao cabo neste ponto. quando cortado tende a manter sua estrutura original. O cabo passa por duas roldanas. " Corrosão. b) Antes de formar o cabo. O produto deve ser mantido a uma temperatura uniforme. as pernas são torcidas individualmente e helicoidalmente após os que são agrupados em torno da alma. O lubrificante agregado ao cabo durante sua fabricação é suficiente para protegê-lo até pouco tempo após sua entrada em serviço. O produto deve gotejar no ponto teórico de interseção do diâmetro vertical da roldana em que corre o cabo. O uso de óleo fino ou querosene é indicado quando se deseja fazer uma limpeza eficiente. dependendo do tipo de serviço e do local da instalação. Este tipo de cabo. Limpeza de Cabos de Aço: Em períodos determinados. SKF do Brasil Ltda – Tel. Vários processos são utilizados. também de forma helicoidal. O lubrificante deve ser aplicado no ponto em que o cabo de aço entra em contato com a roldana durante o movimento do cabo.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.skf. Os seguinte fatores devem ser considerados na escolha do lubrificante: " Temperatura. " Contaminação Métodos de Aplicação: Pincel ou Despejando de uma caneca: Este método é pouco eficaz e apresenta desperdício de lubrificante. pois o lubrificador somente funciona durante o deslocamento do cabo pela polia. Em cabos aéreos. " Umidade. Lubrificador Mecânico: Este dispositivo representa economia. Durante sua fabricação. Lubrificador conta-gotas: Equipamento é basicamente composto de um depósito isolado termicamente do ambiente provido de resistência elétricas. dependendo do estado em que se encontra o cabo. " Limpeza.SKF Reliability Systems cabo ao ser cortado. em função do tipo de óleo utilizado. os cabos são lubrificados com um composto de petrolato e asfalto com o qual se embebe a alma de cânhamo. Imersão: Processo é usado em cabos horizontais ou com leve inclinação.

skf. Além disso. entre em contato com o Departamento Técnico da Cimaf. que em vez de proteger acelera o processo de corrosão. Isso acontece porque há um ligeiro destorcimento das pernas do cabo quando ele passa pelas polias. ele normalmente apresenta partículas que acabam aumentando o desgaste do cabo por abrasão. O óleo queimado é um material ácido.br/ Pag 61 .br SKF do Brasil Ltda – Tel. A periodicidade da relubrificação varia de acordo com o local e o tipo de equipamento onde o cabo está instalado. com o lubrificante sendo aplicado na região do cabo que passa pelas polias e tambores. mas a mais eficiente delas é a realizada por gotejamento ou pulverização. aumentando sua durabilidade.SKF Reliability Systems LUBRIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS CABOS DE AÇO Os laços e cabos de aço devem ser bem lubrificados periodicamente. o que facilita a penetração do lubrificante em suas partes internas. E-mail: asstec@cimaf. Mas cuidado: nunca se deve utilizar óleo queimado para tal operação. Esse cuidado protege os cabos da corrosão e diminui os atritos interno e externo.com. Para obter maiores informações.com. como já foi utilizado. Existem diversas formas de lubrificação. apenas os lubrificantes especialmente desenvolvidos para esse fim. e como ele está sendo utilizado.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.

também chamado de antifricção. Estes são mancais divididos em dois tipos: • • Simples ou de deslizamento ou ainda chamados de fricção.A é a maior fabricante de cabos de aço da América Latina MANCAIS • • • • • • • • • Classificação Aplicações de Rolamentos Lubrificação Fatores de Escolha Recomendações Gerais Lubrificação a Graxa Lubrificação a Óleo Vedações Intervalos de Lubrificação Os mancais são elementos fundamentais para o bom funcionamento de máquinas . constituindo-se basicamente de suportes ou guias de partes móveis. ou através de ranhuras nas extremidades das peças.SKF Reliability Systems ** A CIMAF CABOS S. quando o mancal é vertical. É o caso da mesa de uma fresa que desliza sobre suas guias. Rolamento.com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.skf. sendo chamados de SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 62 . é aquele em que a parte móvel é um eixo. Podem ser constituídos de uma só peça em forma de tubo. O caso mais freqüente de mancais. O óleo pode penetrar por meio de orifícios na peça superior quando o mancal é horizontal. suportam uma carga perpendicular ao eixo em rotação. Os mancais planos. chamados comuns ou radiais. Geralmente são empregados graxas ou óleos adesivos alimentados por mechas para a lubrificação deste tipo de mancais. Classificação dos Mancais Os mancais deslizantes ocorrem quando uma superfície plana desliza sobre outra.

que são as superfícies de encosto. são aqueles destinados a absorver cargas axiais. o movimento relativo das peças é alternativo. fixado à biela. É comum. dispostos de forma a assegurar a formação da película de óleo por meio de cunha. também chamados de encosto ou empuxo.. como o de Gibbs. Os mancais de Michell e Kingsburgy são muito semelhantes. Os mancais de escora.skf. sendo levado às faces laterais dos mesmos. e foram desenvolvidos na mesma época.SKF Reliability Systems buchas. turbinas hidráulicas. As turbinas hidráulicas de eixo vertical exigem tipos especiais de mancais. Os mancais de escora horizontais são muito empregados em máquinas de fabricação de papel. máquinas a vapor. Algumas vezes. o movimento do óleo do centro para a periferia. constituem em um disco ou colar continuo móvel que se apoia sobre setores de disco ou segmentos de anéis fixos.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. ou mancal semicircular. A forma mais comum é bipartida. O óleo deve ser introduzido entre os colares. com ranhuras radiais na face superior. O retorno do óleo é feito por ranhuras na face inferior do disco que se apoia sobre um anel. SKF do Brasil Ltda – Tel.com. É o caso de rolos das moendas de cana-de-açúcar e de vagões ferroviários. O mancal de Gibbs é composto por um colar de escora fixado ao eixo que se apoia sobre um disco estacionário. sob a ação de força centrifuga. Em máquinas a vapor. capazes de suportar grandes cargas. também o emprego de mancais formados por quatro partes. sendo o mancal constituído por duas partes acopladas. Bastante usados são os constituídos por diversos colares fixos ao eixo que se ajustam a rebaixos no mancal.br/ Pag 63 . Michell e Kingsbury. São encontrados exemplos nas cruzetas de grandes motores diesel. Freqüentemente.. É típico o emprego em eixos propulsores de navios. sendo então chamado por alguns de semimancal. Exemplo típico de bucha é encontrado no pino do êmbolo do cilindro do motor de combustão interna. na Austrália e nos Estados Unidos. como suporte do eixo de volante encontramos mancais deste tipo. que permitem. o mancal não envolve totalmente o eixo. os casquilhos bipartidos são encontrados nas bielas e no eixo de manivelas de motores e compressores alternativos. pela força centrifuga. Basicamente. Os mancais-guias são aqueles que servem para evitar desalinhamento do eixo.

skf. Recomenda-se simplicidade no traçado de ranhuras. deve-se empregar rolamentos autocompensadores de esferas ou rolos. Os rolamentos axiais de esferas não podem suportar nenhuma carga radial. Um caso particular de mancais de rolos é o mancal de agulhas. não deve haver ranhuras ou orifícios. As ranhuras devem permitir a rápida distribuição do lubrificante por todo o comprimento do mancal. Geralmente. Entretanto. os rolamentos radiais mais adequados para suportar cargas axiais elevadas são os de esferas de contato angular. Para melhor introdução do óleo na zona de suporte de carga. também no sentido axial. evitar sua saída pelas extremidades e finalmente introduzi-lo na área de máxima pressão. Eventualmente. entre os quais existem os elementos rolantes e separadores. Aplicações de Diferentes Tipos de Rolamentos Nos casos de pequenas dimensões.SKF Reliability Systems Os mancais de rolamentos são aqueles em que a principal forma de movimento á rolante. A seção semicircular com as extremidades arredondadas é a mais indicada. os autocompensadores de rolos ou de rolos cônicos. imediatamente antes da área de pressão. Os elementos rolantes podem ser esféricos ou rolos. Os rolos podem ser cilíndricos ou cônicos.com. Se o rolamento radial deve suportar também cargas axiais e a velocidade é elevada. Sua capacidade de carga é pouco inferior a dos rolamentos de rolos de tamanho equivalente.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. permitindo o deslocamento longitudinal do eixo dentro de certos limites. empregam-se rolamentos de esferas. Compõem-se de dois anéis concêntricos. SKF do Brasil Ltda – Tel. com um anel livre. e sua manutenção é mais fácil. Os chanfros devem terminar aproximadamente 12mm das extremidades a fim de evitar perda do óleo lubrificante. constituído por rolos cilíndricos de diâmetro extremamente pequeno em relação ao seu comprimento. Na área de pressão. é a melhor solução para a distribuição do lubrificante. são empregados os rolamentos axiais autocompensadores de rolos. Para suportar cargas elevadas. Neste caso. Quando há cargas elevadas ou choques. tanto axiais como radiais. uma ranhura longitudinal de seção semicircular cortada em toda a extensão axial do mancal. Lubrificação de Mancais O traçado correto dos chanfros e ranhuras de distribuição do óleo lubrificante nos mancais de deslizamento é fator primordial para assegurar a lubrificação adequada. sem atingir suas extremidades. o rolamento fixo de uma carreira de esfera é a melhor solução. por apresentar boa capacidade em relação à profundidade e não apresentar cantos vivos ou arestas cortantes nas superfícies do mancais. pode-se chanfrar a ranhura do lado da área de pressão. A capacidade da ranhura deve ser estritamente necessária para o mancal. pode ser útil uma ranhura auxiliar. sendo delimitada por dois raios que formam ângulos de 60º com a direção da carga atuante sobre o mancal.br/ Pag 64 . Para eixos oblíquos em relação à caixa. ou seja. sem flanges. deve-se optar pelos rolamentos de rolos. Mancais compostos por partes devem ter arestas de cada parte chanfradas para impedir que raspem o lubrificante. Os rolamentos de rolos cilíndricos. é preciso levar em conta o sentido de rotação do eixo. não suportam cargas axiais. em um ponto de pressão mínima. O orifício de introdução do lubrificante deve ficar localizado em uma posição do mancal não submetido à carga.

diâmetro. copos de mecha ou copos de vareta. poeira. O primeiro caso ocorre quando a lubrificação é feita por circulação. No caso de lubrificação intermitente.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Elas podem ser aplicadas por pistola. a graxa é mais indicada. e este o encaminha à ranhura de distribuição por meio de perfuração diagonais. acima de 5m/s. São consideradas temperaturas altas em mancais as acima de 60ºC e consideradas normais as temperaturas entre 10 a 60ºC. as propriedades antioxidantes carecem de importância . onde a graxa é colocada sobre o mancal e deixada pingar sob a ação da temperatura.com. Os mancais lubrificados a óleo podem ter lubrificação hidrodinâmica ou limítrofe. Para escolher a viscosidade adequada de um óleo. banho. O anel tem diâmetro bastante maior que o eixo. em metros por segundo é obtida pela seguinte formula: Vd = NxD 20000 Sendo Vd = Velocidade de deslizamento (m/s). Outro modo de levar o óleo colocado em banho na caixa do mancal. médias. Lubrificação dos Mancais de Rolamentos SKF do Brasil Ltda – Tel. copos graxeiros ou em blocos. o óleo tenha também boa resistência à oxidação. folga mancal . é preciso considerar diversos fatores. sistema centralizado. são as temperaturas muito elevadas. Geralmente. grandes cargas e baixas rotações (menos que 50 rpm). A velocidade aproximada de deslizamento.eixo 2) Rotação do eixo 3) Carga no mancal 4) Temperatura de operação do mancal 5) Condições ambientais: temperatura. No caso de lubrificação contínua. Os mancais lubrificados por anel são encontrados em muitos motores e transmissões nos quais o eixo gira com rotação moderada. Casos de lubrificação por película limítrofe ocorrem quando a alimentação do óleo é intermitente.SKF Reliability Systems Quando o comprimento do mancal é superior a 200mm são necessários mais de um ponto para introdução de óleo. N=Rotação do eixo (rpm) e D= Diâmetro do eixo (mm). São consideradas baixas as velocidades inferiores a 1m/s. ou consistência de uma graxa para um mancal.br/ Pag 65 . umidade.skf. aumentando a importância da tenacidade da película lubrificante. Um exemplo de lubrificação por graxa em bloco ocorre em fornos de cimento. isto é feita por almotolia ou por copos conta-gotas. A velocidade do eixo e a temperatura do mancal em serviço são fatores preponderantes na seleção da viscosidade. entre 1 a 5 m/s e altas. é essencial que. é contínua. Se houver presença de água. ou seja. gira solto e sua parte inferior mergulha em um banho de óleo dentro da própria caixa do mancal. Fatores de Escolha da Viscosidade/Consistência Adequada 1) Geometria do mancal ou seja: dimensões. contaminantes 6) Métodos de aplicação Se as condições mecânicas dos mancais não impedirem a entrada de impurezas sólidas é preferível o emprego de graxa. alem de viscosidade adequada. para o eixo é colar fixo que transporta o óleo até um raspador na parte superior. anel ou colar . Outro fator determinante para uso de graxa. embora se possa utilizar um óleo composto. ou de uma só vez. estes pontos são interligados por ranhuras longitudinais.

A graxa apresenta sobre o óleo a vantagem de contribuir para a boa vedação da caixa.SKF Reliability Systems Os rolamentos axiais autocompensadores de rolos são normalmente lubrificados com óleos.br/ Pag 66 . Regra geral. só há necessidade de efetuar esta operação semestral ou anualmente. Com qualquer graxa. Quando a caixa é bipartida. necessitando mais freqüentemente de graxa. Lubrificação a Óleo O nível de óleo dentro da caixa de rolamentos deve ser mantido baixo. retira-se a parte superior. a caixa pode ser aberta para renovar ou completar a graxa.skf. que permite a saída automática do excesso de graxa. é o uso de lubrificação por neblina.cSt operação ºC 35 55 65 75 85 90 100 110 8 14 20 28 38 50 68 105 Vedações Limpeza é o principal item a ser observada para o bom funcionamento e longa duração em serviço de rolamentos. Um dispositivo muito útil é a válvula de graxa.com. em determinados casos. não excedendo o centro do corpo rolante situado mais baixo.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. as caixas devem ser preenchidas apenas até a metade de sua capacidade. a caixa deve possuir um bico graxeiro cujo conduto leve a graxa aplicada. Se o mancal for muito grande ou a velocidade do munhão elevada. É muito conveniente o emprego de um sistema circulatório para óleo. Geralmente. recomenda-se que o feltro seja previamente embebido a quente ( 70 ou 80ºC) em uma mistura de duas partes de óleo mineral (300SUS a 210ºF) e uma parte de sebo animal. Outro tipo de vedação empregado são os chamados anéis de labirinto. Todos os demais tipos de rolamento podem ser lubrificados com óleo ou graxa. Para melhor resultado. a caixa deve ser preenchida apenas até um terço ou a metade de seu espaço livre com uma graxa de boa qualidade. Observações • • • • As graxas de cálcio podem ser usadas para rolamentos que funcionem sob temperaturas moderadas. As graxas de sódio são adequadas para rolamentos que operem sob condições isentas de umidade. que apresentam vantagens no caso de altas velocidades. SKF do Brasil Ltda – Tel. no máximo. no máximo 60ºC e baixas rotações. Também muito útil. A importância da viscosidade apropriada do óleo cresce com a elevação da rotação do eixo. possivelmente à base de lítio. É essencial que as caixas de rolamentos possuam boa vedação. O excesso de graxa na caixa é altamente prejudicial. Lubrificação à Graxa Em mancais de fácil acesso. Um dos tipos de vedação mais usados em rolamentos lubrificados à graxa é feito em tiras ou anéis. Temperatura de Viscosidade a 50ºC . caixas inteiriças dispõem de tampas laterais de fácil remoção.

em gramas D . e a graxa é introduzida com a máquina em operação até sair pelas vedações. dos mais usados. como a temperatura. ENGRENAGENS . Como a rotação é baixa. são lubrificados toda semana.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Para temperaturas em torno de 100ºC esse intervalo cai para 60 ou 90 dias. As curvas dão o intervalo de relubrificação em horas de trabalho. da temperatura de funcionamento do rolamento e da possibilidade de contaminação proveniente do ambiente.skf. Intervalos de Lubrificação No caso de rolamentos lubrificados por banho de óleo.Diâmetro externo de rolamento (mm) B . a quantidade de graxa para relubrificação pode ser calculada conforme formula abaixo: Q = 0. os anéis de feltro ou de labirinto ou ainda.SKF Reliability Systems Para rolamentos lubrificados a óleo. Em casos normais. Empregam-se.Formação da Película .com. As ordenadas indicam a rotação do munhão em rpm. pois precisa também reter o óleo na caixa.br/ Pag 67 .Nomenclatura . a vedação adquire maior importância ainda.Largura do rolamento (mm) O gráfico a seguir apresenta curvas que podem servir como orientação para a fixação de intervalos de relubrificação a graxa de rolamentos radias da série de diâmetro 3. não há inconveniente em preencher completamente a caixa. Os mancais de rolamento de máquinas de papel.Introdução . Também o intervalo de tempo para relubrificação à graxa dos rolamentos depende de uma série de fatores. fundamentalmente.005 x D x B Onde: Q .Fatores que Influenciam a Lubrificação Tipo de Engrenagem Rotação do Pinhão Grau de Redução Temperatura de Trabalho Potência Natureza da Carga Tipo de Acionamento Contaminação Método de Aplicação SKF do Brasil Ltda – Tel.Quantidade de graxa. além disso. o óleo pode ser trocado apenas uma vez por ano. intimamente correlacionada à velocidade de rotação e carga suportada. sujeitos a respingos de água. o período de troca de óleo depende. nas abcissas.Lubrificação de Engrenagens Fechadas: Circulação . vedadores de borrachas sintéticas. Os diâmetros internos dos rolamentos estão expressos em milímetros. Não havendo grande possibilidade de poluição e sendo a temperatura inferior a 50ºC.Tipos de Engrenagens Salpico .

Lubrificação de Engrenagens Abertas .de rodas dentadas destinadas à transmissão de movimento e potência.skf. No par. modificando a velocidade e permitindo a transmissão de maiores potências. As engrenagens são sistemas de contato direto e movimento misto: rolamento e escorregamento.Condições de Operação x Lubrificantes: Temperatura Método de Aplicação Condições Ambientais Materiais da Engrenagem . apresenta uma pequena folga. ou seja. a menor roda dentada é chamada de pinhão e a maior de coroa. o intervalo é um pouco maior que a espessura. Assim. O comprimento do dente é a espessura da roda. o passo corresponde à soma do intervalo entre um dente e outro. portanto: SKF do Brasil Ltda – Tel. A circunferência de topo ou testa é a que limita os dentes externamente.br/ Pag 68 . simplesmente a circunferência primitiva. O modulo m de uma roda dentada é a relação entre o diâmetro da circunferência primitiva D e o número de dentes N. Nomenclatura A curva primitiva é a do perfil do rodete gerador sendo. O passo vem a ser o comprimento do arco da circunferência primitiva compreendido entre dois pontos homólogos de dois dentes sucessivos.com. na prática.SKF Reliability Systems .Escolha da Viscosidade . Duas rodas dentadas engrenam externamente quando a distância de seus eixos é igual à soma de seus raios e engrenam internamente quando a distância dos eixos é igual à diferença dos raios. O comprimento da circunferência primitiva pode ser obtido multiplicando-se o numero de dentes N pelo passo p. devem transmitir o movimento de rotação de um eixo para outro.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.um par no mínimo .Grau de Viscosidade ISO Introdução Engrenagens são conjuntos . o passo corresponderia ao dobro da espessura? Na prática. Então. isto é. A circunferência limite ou chamada de raiz é a que limita a altura do dente.

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Tipos de engrenagens As engrenagens cilíndricas, de dentes retos, são aquelas em que as superfícies laterais dos dentes são geradas por partes retas, paralelas ao eixo de rotação e se destinam a transmitir o movimento entre eixos paralelos. As engrenagens cônicas servem para transmitir o movimento de rotação entre eixos complanares convergentes. Para os eixos não complanares são usadas as engrenagens hiperbólicas ou helicoidais, servindo também para eixos paralelos e convergentes. As engrenagens bi-helicoidais, também chamada de espinhas de peixe, são aquelas em que o dente muda de direção no plano médio da roda. Parecem ser constituídas de duas rodas dentadas superpostas, do tipo helicoidal, com geratriz inclinadas em sentidos opostos. Seus dentes são em forma de "V".

As rodas de lanternas são casos particulares de engrenagens em que os dentes do pinhão são cilindros de revolução fixados em discos e que engrenam com uma coroa de perfil especial.

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A cremalheira é um outro caso particular de engrenagens cilíndricas, em que uma das rodas tem raio infinito.

O parafuso sem-fim é um caso particular de rodas dentadas helicoidais, de eixos não complanares localizados em planos normais um ao outro. O pinhão apresenta dentes em forma de filetes de parafuso. A roda parafuso tem de 1 a 5 dentes que, em geral, dão várias voltas em torno do eixo. A coroa tem seus dentes helicoidais bem inclinados em relação ao plano normal de seu eixo. Geralmente sua superfície externa é côncava para uma melhor adaptação à forma cilíndrica do pinhão. As engrenagens hipóides são similares às cônico-helicoidais, porém seus eixos não se interceptam. Seu uso se generalizou nos eixos traseiros automotivos por permitir o rebaixamento do centro de gravidade do veículo.

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Lubrificação de Engrenagens Fechadas A completa separação das superfícies dos dentes das engrenagens, durante o engrenamento, implica na utilização de uma película de óleo de espessura suficiente para que não haja contado direto. Tipos de Lubrificação a) Lubrificação por salpico: A engrenagem maior mergulha no óleo, transportando-o e salpicando-o no ponto de engrenamento e nos mancais. O nível correto é importante pois, se for baixo, resultará em falta de lubrificação. Se for alto provocará agitação excessiva, consumindo força e gerando calor e por conseqüência influindo na viscosidade do óleo.

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Na medida em que o engrenamento continua. o rolamento aumenta e atinge o máximo na linha do círculo primitivo. Em qualquer um deles.com. SKF do Brasil Ltda – Tel. a rapidez do deslizamento diminui até que. cai a zero. na linha do circulo primitivo. À medida em que os dentes se engrenam. A rapidez do rolamento é mínima no início do engrenamento. o jato de óleo é fornecido diretamente sobre os dentes. o sistema centralizado e o sistema individual. Continuando o engrenamento. através de uma bomba. o deslizamento aumenta e atinge o máximo quando os dentes se separam.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.SKF Reliability Systems b) Lubrificação por Circulação São empregados dois sistemas.br/ Pag 72 . no ponto de engrenamento.skf. diminuindo até se tornar nulo quando os dentes se separam. Formação da Película Na engrenagem de dentes retos ou qualquer outra engrenagem ocorre máximo deslizamento quando os dentes entram em contato. A bomba também fornece óleo aos mancais.

é aplicada e retirada tão bruscamente que quase não há tempo para desalojar a película lubrificante e a direção do deslocamento age no sentido de criar uma cunha de óleo lubrificante.SKF Reliability Systems Fatores que Influenciam a Lubrificação As características do óleo empregado têm grande influência na formação e manutenção da cunha de óleo lubrificante. sendo curto o tempo disponível para que o óleo seja desalojado. mais viscoso deverá ser o óleo para resistir à ação de desalojamento e manter um filme de óleo efetivo. Com altas velocidades. o óleo de menor viscosidade proporcionará películas protetoras com o mínimo de atrito fluido. na linha de contato nas engrenagens cilíndricas e cônicas.com. As engrenagens sem-fim operam normalmente com um aumento de 30ºC de temperatura em plena carga. Já nos veículos automotores. a carga em cada dente fica distribuída sobre uma superfície maior. d) Temperatura de Trabalho O calor gerado pelo atrito e pela agitação do óleo elevam a temperatura. maior deverá ser a viscosidade do óleo lubrificante.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Por outro lado. o deslocamento da linha de contato sobre os dentes ocorre do topo para a raiz. a velocidade ajuda na formação e manutenção da cunha de óleo lubrificante. Em serviços industriais. minimizando a concentração da carga sobre uma determinada área do dente e reduzindo a SKF do Brasil Ltda – Tel. e) Potência Quanto maior a pressão. a temperatura de funcionamento das engrenagens semfim e hipoidais não pode exceder 90oC. quando as pressões forem leves. emprega-se um redutor múltiplo e. Nas engrenagens do tipo sem-fim. Por outro lado. o tipo de deslizamento entre os dentes é fator fundamental para formação do filme de óleo lubrificante. o aumento de temperatura é de aproximadamente 15ºC. o óleo lubrificante selecionado deve satisfazer os requisitos do pinhão de baixa rotação. nesses casos. maiores serão as velocidades de deslizamento e rolamento em cada dente.skf. em plena carga. Geralmente existe a lubrificação por camada limítrofe. Quando a rotação é maior que 11:1.br/ Pag 73 . devem ser levados em consideração os seguintes itens: a) Tipo de Engrenagem A pressão sobre qualquer ponto. No caso das engrenagens sem-fim e hipoidais. o que exige que o óleo tenha alto poder de lubrificação b) Rotação do Pinhão Quanto maior a velocidade do pinhão. Quando há suprimento de óleo. nesse caso. Desta forma. quanto menor a rotação do pinhão. essas temperaturas excedem sempre 130ºC. c) Grau de Redução Quando a rotação é menor que 11:1. pode ser usado um óleo relativamente pouco viscoso. um único redutor é geralmente utilizado. Nas engrenagens cilíndricas e cônicas. maior quantidade de óleo é levada à área de pressão. Quando se forma o filme. não é necessário considerar o grau de redução pois. Ao selecionar o tipo de óleo lubrificante para engrenagens fechadas.

ao passo que as de maiores potências tem a largura. qualquer aumento na área de contato implicará em um correspondente aumento no atrito. o contato metálico é tão severo que. transmitindo maiores potências. h) Contaminação A água proveniente da refrigeração. resultando em um desgaste excessivo. convém compensar isso com o emprego de um lubrificante mais viscoso nos redutores maiores e mais quentes. f) Natureza da Carga Em qualquer redutor de engrenagens. provenientes dos choques tendem a romper a película lubrificante. Porém. existirá lubrificação limítrofe. dos mancais e dificultando a formação de um filme de óleo eficiente. a falha dos dentes pode ser evitada. Se a carga for uniforme. Em condições severas. diâmetro e dentes maiores. já que ela forma uma emulsão permanente no óleo. pode penetrar no sistema de lubrificação. g) Tipo de Acionamento Quando o torque transmitido pelas engrenagens é fornecido por motores elétricos. A potência oferecida influi na lubrificação devido ao calor gerado entre os dentes das engrenagens. as pressões elevadas nos dentes. SKF do Brasil Ltda – Tel. Por este motivo é preciso empregar um óleo mais viscoso a fim de evitar a ruptura do filme. É esta solda que risca as superfícies. as engrenagens de tipos e dureza semelhantes sejam construídas para trabalhar com as mesmas pressões nas áreas de contato dos dentes. podemos controlar esta ação com a aplicação de um óleo lubrificante com características especiais. terão tendência a funcionar com temperaturas mais elevadas do que os redutores menores. Entretanto.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.SKF Reliability Systems pressão unitária. pode ser necessária a aplicação de um óleo mais viscoso a fim de assegurar um filme eficiente. turbinas a vapor ou hidráulicas. a não ser que sejam equipados com refrigeradores de óleo. Como o calor diminui a viscosidade do óleo. Evitando a solda.skf. a não ser que se empregue um óleo com tenacidade de película. é impossível manter sempre um filme de óleo. O esforço que age sobre os dentes da engrenagem depende da potência transmitida e da rotação do pinhão. impedindo sua entrada por meio de filtros ou centrífugas. O torque variável desenvolvido por equipamentos alternativos é acompanhado de uma variação na carga dos dentes e. Assim. ou mesmo a própria condensação da umidade do ar. Embora. ocorrendo um desgaste lento e suave. podendo causar desgaste das engrenagens.com. mesmo a máxima tenacidade da película. apenas um fino filme lubrificante permanece entre as superfícies em atrito. a natureza da carga é um fator que influi na escolha do óleo lubrificante. o torque e as pressões suportadas pelos dentes serão uniformes. Nestas condições. As engrenagens de pequena potência são geralmente construídas com pequenos diâmetro. os redutores maiores.br/ Pag 74 . A perda de potência devido ao atrito e por agitação do óleo converte-se em calor. Portanto. quando as engrenagens de transmissão são acionadas por máquinas a vapor ou motores diesel. o movimento uniforme desses equipamentos não introduz nenhum esforço extraordinário sobre os dentes. ou seja. Deve-se excluir a água das caixas de engrenagens. não resolve o problema e o desgaste é inevitável. destruindo os dentes. para evitar as microssoldas nas superfícies dos dentes em condições de extrema pressão e temperaturas localizadas.

São consideradas altas velocidades periféricas as superiores a 10 m/s. banho e circulação. A lubrificação por banho com salpico é muito usada. de elevada viscosidade. O método manual é aplicado para lubrificação de engrenagens expostas. especialmente para engrenagens que atuam em grandes velocidades.SKF Reliability Systems i) Método de Aplicação Podemos resumir os métodos de lubrificação de engrenagens em manual.skf. são aplicadas por meio de pincéis.com.br/ Pag 75 . observando-se que somente a parte inferior da engrenagem deve mergulhar no óleo. As engrenagens grandes. SKF do Brasil Ltda – Tel. evaporando-se em seguida. É empregada para diversos tipos de engrenagens. que possibilita sua aplicação a frio. válida para temperaturas acima de 0ºC. com lubrificante muito viscoso. sem salpico. altamente adesivas. não inflamável. a viscosidade dos óleos pode ser selecionada conforme a tabela abaixo. Alguns tipos apresentam-se diluídos em um solvente. podem ser lubrificadas por banho. geralmente de grande porte e baixa velocidade. de baixa velocidade e abertas. O melhor método é o sistema de circulação sob pressão. excetuando-se apenas as extremamente baixas ou altas velocidades. de 20 a 40 mm de profundidade ou até três vezes a altura do dente. Pode-se projetar o sistema para que a pressão interna da caixa seja maior que a atmosférica. em que são indicados os óleos pelo seu número AGMA. As composições betuminosas.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. necessitam ser previamente aquecidas para sua aplicação. evitando a entrada de impurezas. brochas ou espátulas. Estas composições. Escolha da Viscosidade De maneira geral.5 m/min. Esse sistema é utilizado para velocidades periféricas menores que 7.

É conveniente que contenham inibidores de oxidação. Para temperaturas entre 65 e 90ºC só devem ser utilizados óleos que contenham inibidores contra a corrosão e oxidação. isto é óleos para turbinas ou motores. É necessário que seja uma película aderente para que não seja desalojada. é conveniente utilizar um óleo composto. obrigando sua troca com mais freqüência. proporcionando películas lubrificantes de espessuras mínimas entre os dentes. nem pela força centrífuga. Condições de Operação x Lubrificantes Ao selecionar o lubrificante de engrenagens abertas. é necessário levar em consideração as condições sob as quais as engrenagens funcionam: SKF do Brasil Ltda – Tel. ficando expostas a impurezas. apenas a intervalos regulares. são minerais puros.skf. sem deixar de considerar sua facilidade de oxidação acima de 65ºC. Esses tipos de engrenagens só podem ser lubrificados intermitentemente e. No caso em que for provável a contaminação com água.br/ Pag 76 . em geral. prevalecendo as condições de lubrificação limítrofe. muitas vezes.SKF Reliability Systems Quando as temperaturas operacionais são inferiores a 65ºC podemos aplicar os chamados óleos para máquinas.com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. nem pelo engrenamento dos dentes. que. Lubrificação de Engrenagens Abertas A maioria das engrenagens abertas não possui cobertura.

No caso do grau ISO. de materiais não metálicos. a faixa de viscosidade cinemática de referência é a de 40ºC. Esse tipo de lubrificante também pode ser aplicado por dispositivos conta-gotas ou lubrificadores mecânicos. devem funcionar a seco. enquanto as outras. Tais produtos contêm solventes que aumentam sua fluidez. esse mesmo óleo. c) Condições Ambientais Se o ambiente for limpo. Durante o funcionamento. O calor e a viscosidade do óleo diminuem sua resistência ao desalojamento. assim como fabricantes de equipamentos.International Organization for Standardization. espátula ou almotolia.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Sob tais condições. Essa classificação permitiu que fornecedores e usuários de lubrificantes. óleo solúvel ou óleo mineral puro. o que simplifica o problema de aplicação. podem empregar água. tais como as engrenagens com dentes de madeira.skf. temperaturas mais altas exigem óleos mais viscosos.com. o lubrificante deve ser suficientemente fluido para correr facilmente. tal produto pode ser contaminado a tal ponto que se formam depósitos duros na raízes dos dentes que comprimidos tendem a afastá-los. depende da temperatura a que as engrenagens estão sujeitas. mas que se desaloje e caia quando excessivamente contaminada por impurezas. especialmente as de couro cru. d) Materiais da Engrenagem Muitas vezes são encontradas certas engrenagens não metálicas. pode ser adquirido de forma fluida. aplicável a óleos lubrificantes industriais. é desejável que o lubrificante seja adesivo e viscoso. Se as engrenagens estiverem expostas a muito pó ou outras impurezas. b) Método de Aplicação Quando aplicado por meio de pincel. Consequentemente. extremamente denso. que tem semelhanças com a classificação SAE. porém não considera qualquer outra característica alem da viscosidade. utilizassem um sistema comum e uniforme na recomendação e seleção de óleos lubrificantes industriais para qualquer aplicação. evaporando depois e deixando uma película que protege as superfícies dos dentes. empregadas nas antigas máquinas de papel ou pinhões de couro cru ou baquelita. um óleo viscoso para engrenagens fornecerá uma lubrificação eficiente. usados nos motores elétricos. sob as pressões existentes entre os dentes. SKF do Brasil Ltda – Tel. Quando o aquecimento apresenta alguns inconvenientes. pode ser necessário o uso de uma graxa que não endureça. estabeleceu um sistema de classificação de viscosidade. Algumas dessas engrenagens.SKF Reliability Systems a) Temperatura A manutenção de filmes lubrificantes por lubrificação limítrofe. forçando os mancais. Grau de Viscosidade ISO de Óleos Industriais para Engrenagens A ISO .br/ Pag 77 .

formulou a Lei Fundamental da Hidráulica: "A pressão exercida em um ponto qualquer de um líquido em repouso é a mesma em todas as direções". estudando as características físicas dos líquidos.br/ Pag 78 .skf.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.Princípios de Hidráulica . Pascal. SKF do Brasil Ltda – Tel.com. estado em que as moléculas estão em equilíbrio.SKF Reliability Systems SISTEMA HIDRÁULICO .Componentes: Bombas Válvulas Motores Óleo Fluido Princípios de Hidráulica A Hidráulica é a ciência que estuda as características físicas dos líquidos. conservando a flexibilidade de um gás e a incompressibilidade de um sólido.

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. sendo que a classificação da bomba é feita de acordo com o tipo de elemento que transmite o líquido.com. onde são combinados os princípios de operação das duas acima citadas. subdivididas em: * Centrifugas * Hélice * Vazão mista. possibilitando que a pressão atmosférica dentro do reservatório seja capaz de impelir o fluido para dentro da bomba e levá-lo para a saída. o movimento impulsiona o líquido desde a entrada até a saída da bomba. palheta ou pistão. sendo subdivididas em : * Bombas de deslocamento variável * Bombas de deslocamento fixo e de deslocamento não positivo. Durante sua operação a bomba hidráulica cria um vácuo parcial na entrada. quando um líquido entra em movimento. As bombas podem ser classificadas em de deslocamento positivo. tais como : * Fluxo * Perda de energia * Atrito * Viscosidade * Densidade Diagrama de Circuitos Hidráulicos: Os diagramas gráficos são utilizados em projetos. No projeto de uma bomba sempre são considerados o volume de descarga e pressão. Os componentes básicos de um Sistema Hidráulico são: * Bombas * Válvulas * Motores hidráulicos * Tubulações * Acessórios Exemplo: Bombas Hidráulicas: São equipamentos utilizados para a conversão da energia mecânica em energia hidráulica.br/ Pag 79 . empurrando-o para dentro do sistema hidráulico.SKF Reliability Systems Porém. seja ele de engrenagem. O deslocamento depende da relação das peças de seu mecanismo operacional. lóbulo. Os símbolos são figuras geométricas e foram padronizados pela JIC . SKF do Brasil Ltda – Tel.Joint Industry Conference. fatores dinâmicos devem ser considerados. Em uma bomba rotativa.skf.

O torque é expresso em Kgf. esfera. .válvula de redução de pressão.skf. Em operação.SKF Reliability Systems Válvulas: Nos sistemas hidráulicos. Em cada sistema hidráulico existe uma viscosidade adequada às suas condições operacionais. a uma pressão menor que aquela de operação. a viscosidade do óleo hidráulico não deve ultrapassar 4000 SUS ou ser menor que 45 SUS na faixa de temperatura operacional do sistema. para proteger os componentes do sistema contra sobrecargas. desde que estes sejam recomendados para operar por longos períodos sob severas condições. Os motores são classificados de acordo com o tipo de elemento que ativa a vazão: engrenagem. utilizada para limitar a pressão em um circuito secundário. sendo que a faixa de temperatura em sistema hidráulicos industriais usualmente encontra-se entre 18ºC a 80ºC . Óleo Hidráulico: A viscosidade é a característica física mais crítica de um óleo hidráulico. A válvula de retenção é usada para permitir vazão livre em apenas uma direção e impedir a vazão no sentido contrário. por unidade de pressão e depende da diferença de pressão entre as aberturas de entrada e saída e também da eficiência mecânica do motor. . subdivididas em : . O deslocamento refere-se à quantidade nominal de líquido necessária para girar o motor em um ciclo e é expresso em litros. A lubrificação da bomba hidráulica é quem dita a seleção da viscosidade. que controlam a direção do fluxo. globo e agulha. sendo classificadas em: * Válvulas de controle de pressão. tubulações e a uma baixa fricção interna.válvula de seqüência. esse óleo é submetido a agitações na bomba. as válvulas têm a função de controlar a pressão. palheta e pistão. Para projetos devemos considerar o deslocamento e torque. O calor SKF do Brasil Ltda – Tel. Motores Hidráulicos: São equipamentos utilizados para converter energia mecânica em hidráulica. * Válvulas de controle de vazão: têm a finalidade de abrir ou fechar uma linha para a vazão a fim de controlar a velocidade da vazão de uma linha. A estabilidade à oxidação também é fundamental para óleos hidráulicos.quilograma-centímetro. vazão e direção.válvula de segurança. Estas válvulas podem ser do tipo gaveta. Os fabricantes de equipamentos hidráulicos especificam óleos de alto índice de viscosidade. * Válvulas de controle direcional. carretel rotativo e carretel deslizante. porque o sistema hidráulico trabalha em uma larga faixa de temperatura. Como orientação.cm . que coordena a seqüência operacional entre dois ramais de um sistema.br/ Pag 80 .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. O elemento de válvula pode ser do tipo pistão.com.

Outro requisito importante é a resistência à formação de espuma. causada geralmente pela umidade. A espuma normalmente se forma no reservatório e desloca-se através da bomba de sucção. Um óleo básico bem refinado e tratado retarda a oxidação e permite ao sistema funcionar isento da formação de depósitos. que sirva para todos os tipos de sistemas hidráulicos sob condições de serviço diversos. vernizes e lacas. Fluido Hidráulico: O fluido ideal. silicones e aromáticos de elevado peso molecular. A aeração ocorre de ponta a ponta através do corpo do óleo e é geralmente causada durante sua sucção. o ar irá rapidamente para a superfície. onde bolhas de ar são envolvidas pelo filme de óleo. deve reunir as seguintes características: * Ser incompressível * Ter baixo custo * Ser bom lubrificante * Não ser tóxico * Não ser inflamável * Se quimicamente estável * Possuir elevado índice de viscosidade * Ter baixo ponto de fluidez * Resistir ao cisalhamento * Ter boa demulsibilidade * Ter boa capacidade de dissipar calor * Não absorver ar * Não ser corrosivo * Ser capaz de proteger as superfícies metálicas * Possuir adequada viscosidade para fluir facilmente Os principais fluidos empregados são: • • • Óleos Minerais (os mais utilizados). * Fluidos não inflamáveis: emulsões de óleo em água e de glicol em água e fluidos não aquosos. Alguns óleos possuem resistência à espuma naturalmente e. e da ferrugem.com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 http://www. * Fluidos Sintéticos: compostos químicos. resultante de vazamentos nos resfriadores do óleo e mais comumente da condensação da umidade atmosférica. Já os inibidores de ferrugem presentes no óleo protegem os elementos do sistema hidráulico dos efeitos da corrosão. provocando a formação de óxidos. Web: SKF do Brasil Ltda – Tel. se o óleo possui uma boa resistência e o reservatório for adequadamente projetado. A contaminação pela água é outro fator que pode causar problemas para o sistema hidráulico.br/ Pag 81 . A água e o óleo formam uma emulsão que deve ser separada rapidamente no reservatório.skf. Portanto os óleos que possuem excelentes condições de resistência à oxidação apresentam boa capacidade de separar água do óleo.SKF Reliability Systems proveniente da agitação pode causar a deterioração do óleo. tais como os ésteres.

Os tipos principais de compressores rotativos são: o de parafuso. Compressores Alternativos Os compressores de êmbolo. também chamados de deslocamento. Suécia.br/ Pag 82 . SKF do Brasil Ltda – Tel. entre outros. Lysholm do Instituto Real de Tecnologia de Estocolmo. sendo inúmeras suas aplicações. apesar de serem os mais antigos. que é isolada da parte de admissão e seu volume é gradualmente reduzido.com. os chamados compressores dinâmicos ou turbocompressores.SKF Reliability Systems COMPRESSORES • • • • • Classificação Compressores Alternativos: o De Pistão o Monocilíndricos e Policilíndricos o Componentes Mecânicos Sistemas de Lubrificação: o Salpico o Por Anel o Lubrificação Forçada Lubrificação de Cilindros e Mancais Lubrificantes: o Naftênicos o Viscosidade • • • • • • Consumo de Óleo Compressores Rotativos: o De Lóbulos o De Palhetas o De Parafuso o De Pistão Líquido Turbocompressores: o De Fluxo Radial (Centrífugos) o De Fluxo Axial Compressão de Gases Bombas de Vácuo Recomendações Gerais Classificação O ar comprimido ocupa uma posição de grande destaque na indústria.skf. motores de combustão interna. Os compressores aumentam a pressão a que o ar está sujeito por meio da redução de volume. desenvolvido pelo Prof. Os compressores volumétricos englobam os compressores alternativos ou de pistão e os rotativos. o ar é succionado por uma câmara de compressão. É obtido por meio de máquinas denominadas compressores. que são acionados por motores elétricos. caso em que são chamados de volumétricos. conhecidos como soprador Roots. ou pelo aumento da velocidade do ar ou gás. os chamados de palhetas e o de lóbulos. que é o tipo mais moderno.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. que são as mais comuns. ainda hoje são os mais utilizados para capacidades de até 100 m3/min e pressão em torno de 7Kgf/cm2. Nos compressores volumétricos.

O cárter. Os compressores de um cilindro podem ser divididos em horizontais ou verticais. com cruzeta. Os pistões são feitos de ferro fundido ou liga de alumínio. chamando-os de horizontais ou verticais.skf. quando só uma face do êmbolo aspira e comprime. ou de duplo efeito. Os cilindros geralmente são construídos em ferro fundido perlítico. problemas de depósitos oriundos da carbonização do lubrificante e baixa eficiência volumétrica. O cilindro de baixa pressão tem diâmetro maior que o de alta. além de servir como reservatório de óleo. Componentes Mecânicos de um Compressor Alternativo Basicamente. quanto ao modo trabalho. em linha. quando as duas faces do êmbolo aspiram e comprimem. cabeçote. tais como em "V". de acordo com a disposição do reservatório de ar e não do cilindro. válvulas e sistema de lubrificação.br/ Pag 83 . sob forma de grafita. biela. mais complexo. Nos compressores de duplo efeito. podem ser de simples efeito. O inconveniente dos compressores horizontais é ocuparem grande espaço. êmbolo com anéis. pode ser necessário efetuar a compressão em dois ou mais estágios sucessivos e utilizar resfriadores intermediários. Os compressores policilindricos apresentam diversas disposições. de 50 a 80 Kgf/cm2. pode conferir às paredes do cilindro vantagens quanto à lubrificação. apresenta torque mais regular e é adequado para maiores capacidades. nos quais o pé da biela articula diretamente o pistão. suporta os cilindros e envolve o sistema biela/virabrequim. A presença de carbono.com. que poderia ocasionar nas válvulas. virabrequim. usa-se o bloco de ferro fundido e a camisa de aço. Normalmente a compressão em estágios é efetuada em cilindros diferentes chamados de baixa e alta pressão.SKF Reliability Systems Os compressores de pistão. ao passo que o de duplo efeito. Por isso. O pistão oco e aberto para o cárter é usado nos compressores de simples efeito. Para pressões elevadas.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Os cilindros podem ser fundidos com aletas para resfriamento a ar ou com paredes duplas para resfriamento com água. O compressor de simples efeito é de construção simples. SKF do Brasil Ltda – Tel. Uma relação de compressão em um só cilindro acarreta alta temperatura de descarga. cárter. os compressores alternativos podem ser monocilíndricos ou policilíndricos. horizontais opostos dois a dois em "L" e radial. o pistão é rigidamente preso à haste e tem a forma de um disco ou cone maciço. Tem a forma de um caixão monobloco com tampas laterais. É comum haver confusão quanto a classificação dos compressores. um compressor de pistão é composto de cilindro. Quanto ao número de cilindros. porém só serve para pequenas capacidades e apresenta irregularidade de troque.

três ou mais. o pé da biela é articulado diretamente ao pino do êmbolo. As válvulas utilizadas em compressores geralmente são automáticas. utilizados em pistões de simples e duplo efeito. A parte da biela que se prende ao eixo da manivela é chamada de pé e aquela onde se fixa o pino do pistão é a cabeça. enquanto a lubrificação forçada é feita por meio de bomba de engrenagem ou de pistão. salvo nos casos de compressores com vários cilindros em linha. é este que mergulha no cárter e conduz o óleo até uma ranhura no eixo. SKF do Brasil Ltda – Tel. evitam fugas de ar pela folga entre o cilindro e o êmbolo e permitem um melhor resfriamento. as bielas são fundidas e depois forjadas. dispõe de mancal de aço revestido de metal patente ou de bronze chumbo. Sistemas de Lubrificação Os três sistemas utilizados para lubrificação de compressores alternativos são: • • • Salpico.com. o pé da biela é articulado a uma cruzeta guiada por corrediças ligadas à carcaça. utilizados apenas nos compressores de simples efeito. O virabrequim é em geral. em virtude da ligação metálica do pistão e do cilindro. O salpico forma uma névoa de óleo que auxilia a lubrificação das paredes do cilindro. sendo feito de bronze duro com revestimento de metal patente e ranhura de distribuição de óleo. Lubrificação forçada. mas podem também ser comandadas por um eixo. que possui movimento de rotação em relação ao eixo. No caso de pistões de simples efeito. Geralmente. Os primeiros. isto é.br/ Pag 84 . mergulhado numa câmara isolada para onde o óleo é mandado do reservatório por meio de bomba. de forma análogas as dos motores de combustão interna. têm por objetivo restringir ao máximo a passagem do lubrificante do cárter para a parte superior do cilindro. sendo usado um mancal de bronze duro ou de rolamento de agulhas. Apresentam ranhuras especiais e são em número de um ou dois por pistão. Por anel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. que faz sua distribuição por diversos orifícios. devemos distinguir os de compressão e os raspadores de óleo. Os seus mancais são de bronze duro ou aço revestido com babbit. caso em que são utilizados mancais de rolamento de rolos cônicos ou cilíndricos. A lubrificação por salpico é empregada em compressores de pequena capacidade. A cabeça da biela. Nos pistões de duplo efeito. Os anéis raspadores de óleo. o pescador. O mancal da biela é bipartido. funcionando graças à diferença de pressões. Em cilindros de baixa pressão são utilizados dois ou três anéis de compressão e em cilindros de alta. utiliza-se cárter seco. exceto quando o compressor é de grande capacidade. que consiste em uma colher adaptada ao contrapeso da árvore de manivela que é mergulhada no óleo a cada volta. Eventualmente. O óleo é borrifado no virabrequim e em todo cárter por meio de um pescador. No sistema por anel. forjado e possui somente um colo.SKF Reliability Systems Quanto aos anéis de segmento.skf.

Muitos óleos de base parafínica dispõem de um alto grau de estabilidade. os produtos da oxidação tornam-se insolúveis e depositam-se principalmente nas válvulas de escape e tubos de descarga. em virtude de seus produtos oriundos da oxidação serem menos duros que os de origem parafínica e de mais fácil remoção. mesmo dotado dos mais apropriados aditivos antioxidantes sofre efeito da oxidação. é suficiente a pequena quantidade de óleo oriunda da parede do cilindro. O sistema pode ser de salpico. As válvulas necessitam de pouco lubrificante. o que simplifica bastante a tarefa de lubrificação. A oxidação do óleo é progressiva. Um dos mais sérios problemas de lubrificação em compressores é justamente a formação de depósitos nas válvulas. quando submetido às severas condições de temperatura encontradas em cilindros de compressores. Nos cilindros dos compressores alternativos. Os mancais são lubrificados com óleo proveniente do cárter. Inicialmente os produtos formados são solúveis no óleo e mantêm-se em suspensão.br/ Pag 85 . por anel ou lubrificação forçada.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.skf. há uma pequena alimentação extra para as válvulas. No caso de compressores de múltiplo estágio ou com ar muito úmido. podendo ser empregados com sucesso em lubrificação de compressores. a alimentação dos cilindros deve ser a mínima necessária. Nos compressores de duplo efeito. de preferência. utilizam-se óleos SAE 20 ou 30 para diâmetros de até 650mm e SAE 40 para diâmetros maiores. Estas recomendações são válidas para compressores de um ou dois estágios. de acordo com o tamanho do compressor. A grande vantagem é empregar no compressor o mesmo óleo usado no motor que o aciona. geralmente parafínicos. com aditivos detergentes. Geralmente. é necessário considerar dois elementos a lubrificar: os cilindros e os mancais. Eventualmente são usados óleos para motor na lubrificação de compressores. naftênico. Enquanto os mancais podem e devem receber uma quantidade generosa de óleo. Progressivamente. podemos utilizar um óleo composto com pequeno teor de matéria graxa. por melhor que seja. Os cilindros dos compressores de simples efeito são lubrificados também pelo mesmo óleo do cárter. maior mesmo que os de base naftênica e são convenientemente aditivados contra oxidação. logicamente dependendo de sua estabilidade química.com. uma vez que óleo em excesso pode causar aumento dos produtos da oxidação e dos depósitos formados. geralmente aspirado por uma bomba de engrenagens. uma pequena bomba de pistão para levar o óleo de um reservatório especial às paredes dos cilindros.SKF Reliability Systems Lubrificação dos Cilindros e dos Mancais Em um compressor. ou trazida pela corrente de ar. Tipos de Lubrificantes O óleo empregado na lubrificação de cilindros de compressores deve ser. tanto para lubrificação dos cilindros como dos mancais. em maior ou menor escala. Geralmente os mancais são lubrificados com um óleo SAE 20 ou 30. SKF do Brasil Ltda – Tel. que são as partes mais quentes dos compressores. A viscosidade apropriada é o fator mais importante na seleção de um óleo para compressores. Todo e qualquer óleo. Eventualmente. os cilindros são independentes do cárter e pode ser conveniente usar um óleo diferente. Utiliza-se em geral.

aprisionado entre os rotores e a carcaça.1 a 1 Kgf/cm2. não há necessidade de lubrificação interna e o ar descarregado é isento de óleo. Os rotores possuem dois ou três lóbulos.SKF Reliability Systems Consumo de Óleo A quantidade de óleo indicada para os cilindros deve ser apenas a necessária para formar a película lubrificante e agir como selo do pistão contra perda de ar. Compressores de Lóbulos O compressor de lóbulos ou soprador roots é constituído por dois rotores ou impulsores síncronos que se encaixam à medida que giram.br/ Pag 86 . Compressores Rotativos São três os principais tipos rotativos de compressores volumétricos: lóbulos ou roots. em gotas. sendo forçado para área de descarga contra a pressão SKF do Brasil Ltda – Tel.com. Seu nível de ruído é elevado e sua refrigeração é feita por ar. Seu funcionamento é basicamente o seguinte: o ar é introduzido pela abertura de sucção. É muito empregado em transportes pneumáticos. Como não há contato direto dos lóbulos entre si e destes com a carcaça. considerando-se o valor de 16. a quantidade de óleo a ser fornecida ao cilindro é dada na tabela abaixo.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Suas capacidades vão de 3 a 300 m3/min e as pressões de 0.900 gotas por litro de óleo a 24ºC. Com base no manual Compressed Air and Gas Handbook.skf. de palheta e de parafuso.

Uma grande vantagem é não possuir válvulas. O campo de aplicações mais usuais deste tipo de compressor situa-se entre as capacidades de 6 a 85 m3/min e pressões de 0. No caso de compressores portáteis. ou do tipo turbine oils.SKF Reliability Systems ali existente. Os mancais do eixo. A refrigeração pode ser por água. 56 psi torna-se necessário o uso de dois estágios. atua como dissipador de calor. o óleo pode ser suprido por copos conta-gotas.com. quando mais de um compressor descarrega no mesmo coletor. um óleo relativamente viscoso. É conveniente o emprego de separador de óleo na saída do compressor. Alguns fabricantes recomendam o emprego de SKF do Brasil Ltda – Tel. Normalmente. até 1.br/ Pag 87 . é mais adequado um óleo de menor viscosidade. em alguns casos. Por possuir muitas partes móveis sujeitas a desgaste. especialmente nos casos em que o óleo. diminuindo o atrito. de deslizamento ou rolamento. é comum o emprego de óleo para motor .5 Kgf/cm2. O óleo separado. Alguns tipos podem ser lubrificados por um sistema de circulação por gravidade. são também lubrificados com óleo. que só são necessárias nos tubos de descarga. São empregados anéis livres periféricos. suas necessidades de lubrificação são muito grandes. além de lubrificar. Na lubrificação dos cilindros de compressores de palhetas. capaz de reduzir o desgaste e proteger contra a ferrugem. Nos compressores resfriados a água ou ar. O óleo lubrificante também ajuda na proteção das superfícies internas contra ferrugem e corrosão e atua como vedação das pequenas folgas entre as palhetas. Compressores de Palhetas O compressor de palhetas consiste de uma câmara cilíndrica dentro da qual um rotor. filtrado e reusado. Normalmente há um alto consumo de óleo lubrificante. chamados anéis de Wittig. Óleos de circulação. o mesmo óleo empregado nos cilindros é usado para a lubrificação dos mancais. gira excentricamente. SAE 20. SAE 30.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. é recomendado. são adequados.5 a 10. paredes da câmara cilíndrica e anéis.4 Kgf/cm2 é refrigerado a ar. sendo normalmente empregado um sistema de circulação por bomba. por causa do problema de depósitos. rotor. devendo-se dar preferência aos tipos não detergentes ou moderadamente detergentes. inicia-se a compressão pela diminuição de volume. Em pequenos compressores. Quando é empregada a refrigeração por óleo. Em alguns modelos para pequenas pressões. que absorvem a força centrífuga das palhetas. As partes que devem ser lubrificadas são as engrenagens de sincronização e os mancais de rolamento. uma vez que o suprimento é abundante. É empregado em geral um sistema de lubrificação forçada. com cilindros dotados de camisa. também cilíndrico e com ranhuras radiais nas quais se encaixam palhetas deslizantes. é resfriado. Após a passagem da segunda palheta pela abertura de admissão. Outros modelos dispõem de óleo injetado diretamente nos cilindros como meio auxiliar de refrigeração. Seu funcionamento baseia-se na variação do volume entre duas palhetas e as superfícies da câmara e do rotor durante um ciclo de rotação. Para pressões maiores que quatro atmosfera. No setor onde o volume aumenta é dada entrada ao ar. há necessidade de uma película bastante resistente.skf. ou seja. A compressão continua até que a primeira palheta atinja a abertura de descarga.

geralmente o macho. a fim de manter pequenas folgas entre os rotores e a câmara. Certos modelos não possuem engrenagens de sincronização. minimizando o desgaste. Extremamente favorável é o uso desse compressor entre 140 a 600 m3/min. Quando o ar que se comprime contém elevado teor de umidade. devido à sua maior resistência de película. Na prática.3 a 10. de uso bastante limitado. no caso de compressores de parafuso com engrenagens de sincronização são as próprias engrenagens. justamente por ausência das palhetas.com. aciona o outro. Geralmente é empregado um sistema de lubrificação forçada. O mancal de escora ou é do tipo Kingsburg ou Michell ou é de rolamento angular de esfera. SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 88 . acionada pelo eixo do compressor. Para pressões entre 150 a 250 psi é conveniente o emprego de dois estágios. Aberturas na base desses bolsões permitem a sucção de ar para os bolsões de volume crescente e descarga de ar comprimido dos bolsões de volume decrescente. especialmente nas máquinas de vários estágios. a ausência de válvulas e a menor possibilidade de desgaste. a diferença de desempenho de óleos naftênicos ou parafínicos é pouco sensível no caso. Seu funcionamento consiste na rotação de um rotor de lâminas fixas que impulsiona água. Alguns tipos de juntas de vedação do eixo eventualmente empregados também requerem lubrificação. não há necessidade de lubrificação interna e o ar pode ser isento de óleo. sendo normalmente separado do ar no tubo de descarga e reaproveitado após filtrado. sendo que um rotor. Compressores de Pistão Líquido Um outro tipo de compressor volumétrico rotativo. os mancais de apoio do eixo e o mancal de escora. formando um anel líquido que gira à velocidade do rotor e bolsões de volume crescente e decrescente entre as lâminas deste.SKF Reliability Systems óleos parafínicos. grande quantidades de óleo são injetadas na câmara para refrigerar o ar. podendo ser projetados para lubrificação a óleo ou por graxa.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.Os mancais e engrenagens são superdimensionados de maneira a reduzir as cargas unitárias. é o de pistão líquido. Uma pequena corrente de água é continuamente fornecida ao compressor e o excesso de água é expulso juntamente com o ar comprimido do qual se separa em um separador apropriado. embora existam para capacidades desde 30 até 26000 pcm. usualmente de rolos. Alguns compressores utilizam refrigeração adicional por óleo injetado entre os rotores. Nesses casos o óleo é injetado para lubrificar e refrigerar. Este tipo de compressor. sendo conveniente o uso de um óleo composto. A melhor faixa de pressão é de 0. um óleo naftênico apresenta a vantagem de formar menos depósitos no coletor. Os modelos maiores têm engrenagens de sincronização e se não houver contato entre os rotores. As partes a lubrificar. Normalmente. O compressor de parafuso associa às vantagens do compressor de palhetas.O melhor campo de aplicação para este tipo de compressor é entre 17 e 600 m3/min. Compressores de Parafuso Os compressores rotativos de parafuso possuem dois rotores helicoidais: um macho e outro fêmea. sendo o óleo impulsionado por uma bomba de engrenagens. as câmaras são encamisadas para refrigeração por água. sendo forçado a passar por espaços cada vez menores entre os rotores.O ar é admitido em uma das extremidades e comprimido axialmente até a outra extremidade. empregado para capacidades de até 16000 pcm e pressões de até 100 psi. Entretanto. que são de menor tamanho. não necessita de lubrificação interna no cilindro e seus mancais de rolamento são colocados em caixas externas. Em pequenos compressores de parafuso.skf. Os mancais de cargas radiais podem ser simples (de deslizamento) ou antifricção (de rolamento).2 atm ( 5 a 150 psi). com resfriadores intermediários ( intercoolers).

são usado copos ou pinos graxeiros. é chamado de ventilador. emprega-se anel oleador. Os compressores centrífugos são apropriados para suprir grandes quantidades de ar com pequeno aumento de pressão. acelerado e expulso radialmente. O ar aprisionado entre as pás é girado. Os turbocompressores de fluxo radial são também chamados de compressores centrífugos. acionadas pelo mesmo motor ou turbina. SKF do Brasil Ltda – Tel. Penetra então em um anel difusor. operando a baixas pressões.8 Kgf/cm2. Aumentos de pressão de até 150psi podem ser obtidos em múltiplos estágios. tanto para o suprimento.000 a 800. onde ocorre nova redução de velocidade e aumento de pressão. Os turbocompressores pertencem à categoria dos compressores dinâmicos.skf. forçando o ar a ser aspirado para dentro do rotor. usado também para mancais planos. Dividem-se em dois tipos principais: de fluxo radial e de fluxo axial. Os grandes compressores de alta velocidade dispõem de completo sistema de circulação com reservatório. Cada estágio compreende uma fileira de lâminas móveis e outra de estacionárias. esta é suprida por copos graxeiros ou dispositivos de pressão. devendo ser lubrificados os mancais de apoio e de escora e eventualmente. no chamado compressor de múltiplas câmaras. quanto para o controle de nível.SKF Reliability Systems Quando lubrificados por óleo. Esses compressores não necessitam de lubrificação interna. onde sofre redução de velocidade e aumento de pressão.com. Quando os rolamentos são lubrificados à graxa. Alguns tipos dispõem de lubrificação permanente. do rotor. Os mancais podem ser planos ou de rolamentos e lubrificados a óleo ou graxa. o aumento da pressão em um único estágio é de até 10psi. A designação soprador é destinada para pressões de até 2. O fluxo de ar externo através do rotor origina uma pressão reduzida na admissão. Este tipo de máquina. A razão de compressão em um só cilindro é de até 6:1 e compressões de até 12:1 são obtidas em dois ou três cilindros com resfriadores intermediários. Em alguns rolamentos lubrificados a óleo. Suas capacidades variam de 10. A seguir. De Fluxo Axial Os turbocompressores de fluxo axial apresentam no rotor fileiras alternadas de lâminas fixas e móveis. Quando lubrificados à graxa. em série. Os mancais e sua lubrificação são similares às dos compressores centrífugos. Compressores Centrífugos Os compressores centrífugos são constituídos por um rotor com muitas pás que giram em uma câmara. Esses compressores são acionados por motores elétricos ou turbinas a vapor ou gás. Normalmente. ou olho.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. através de copo de óleo. Podem existir até 20 estágios em uma única câmara.br/ Pag 89 . bomba. Suas principais aplicações são no processamento de indústrias químicas. juntas de vedação. Turbocompressores: Os diversos tipos de compressores acima tratados enquadram-se todos na categoria de compressores volumétricos ou de deslocamento positivo. ventilação de minas e suprimento de ar para túneis aerodinâmicos de teste de aeronaves.000 pcm. usa-se o sistema de banho. Suas capacidades de vazão vaiam de 400 a 165000 pcm. entra em uma voluta. filtro e equipamento auxiliar. sendo reservado o termo compressor para pressões maiores. resfriador.

br/ Pag 90 . desde que o recipiente onde se deseja o vácuo seja conectado à admissão de ar Recomendações Gerais SKF do Brasil Ltda – Tel. não só devido às temperaturas finais de compressão mais elevadas.skf. Tornam-se necessárias certas precauções em relação ao lubrificante. o cloro e o óxido nitroso não podem ser comprimidos em equipamentos lubrificados com óleo derivado de petróleo. devido à sua alta reatividade. mas principalmente pela possibilidade de reação entre o gás a comprimir e o lubrificante. ser empregados para comprimir gases.SKF Reliability Systems Compressores de Gases: Os diversos tipos de compressores de ar podem. O oxigênio. Bombas de Vácuo: Qualquer dos compressores descritos pode ser utilizado como bomba de vácuo. eventualmente.com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Bombas Alternativas de Deslocamento Positivo: a) De ação direta ou Indireta: Nas de ação direta. descarregando o fluido numa pressão mais baixa que a do vapor na admissão. sendo os dois cilindros hidráulicos fundidos em um único bloco. Bombas rotativas de deslocamento positivo. SKF do Brasil Ltda – Tel. Classificação De acordo com os tipos mais comuns de serviços a que se destinam. o êmbolo hidráulico é acionado diretamente pela haste motora em um movimento retilíneo uniforme. Nas de ação indireta. transformando o movimento circular em retilíneo uniforme.skf. Uma bomba de baixa pressão tem um êmbolo de vapor de diâmetro menor do que o êmbolo hidráulico.. enchendo o cilindro em um curso do êmbolo e expulsa o líquido do cilindro no curso de descarga. Bombas centrífugas. d) De alta pressão ou baixa pressão: Bombas de alta pressão são operadas a vapor e projetadas para funcionar com uma pressão de descarga mais elevada do que a pressão de admissão do vapor. Bombas de hélice.SKF Reliability Systems BOMBAS • • • • • • Definição Classificação: o Alternativas de Deslocamento Positivo o Centrífugas o De Hélice o Rotativas de Deslocamento Positivo Lubrificação dos Mancais de Rolamento Recomendações Gerais Graxas Óleos Definição Bombas são máquinas hidráulicas que têm a função de efetuar ou manter o deslocamento de um líquido por escoamento. c) Simples efeito ou duplo efeito: Uma bomba de simples efeito aspira.com. as bombas podem ser classificadas em: • • • • Bombas alternativas de deslocamento positivo. o êmbolo hidráulico é movimentado por meio de uma alavanca articulada. b) Simplex ou duplex: Uma bomba alternativa simplex é aquela que possui um único cilindro hidráulico. Uma bomba duplex eqüivale a duas simplex colocadas lado a lado sobre a mesma base.br/ Pag 91 .

Este tipo de bomba possui certas características de funcionamento específicas: a) Uma abertura maior da válvula de descarga.br/ Pag 92 . c) Impelidor de aspiração simples: O fluido atinge o centro do rotor em um único sentido ou impelidor de aspiração dupla. chamados anéis de desgaste. c) Para que a sucção seja suficiente para elevar uma coluna líquida. b) Bomba de engrenagem helicoidal: é uma variação da bomba de engrenagens de dentes retos. alguns tipos possuem internamente um dispositivo extrator de ar. d) Bomba de êmbolo axiais. Bombas de Hélice São bombas cujo funcionamento baseia-se no princípio da hélice. de acordo com a posição de seu eixo. c) Bomba de parafuso: as principais diferenças entre os diversos tipos de bombas de parafuso são: número de parafusos que compõem a bomba. quando a entrada do fluido é feita nos dois sentidos. engrenadas. sem alterar a rotação do rotor. câmara de vedação e mancais. A bomba centrífuga possui dois tipos de elementos: · Elementos rotatórios: eixo e rotor. b) Se a válvula de descarga da bomba for fechada. Este tipo é denominado "bomba centrífuga tipo turbina". para acionar um motor hidráulico quando se deseja transmissão de velocidade variável e como bomba de transferência de óleo combustível ou óleo lubrificante. Mas as bombas centrífugas dispõem de aros substituíveis no corpo ou no rotor. única parte móvel da bomba. passo do parafuso e direção do escoamento do fluido. o líquido. entretanto não são consideradas auto-escorvadas. Apresenta.skf. Bombas Rotativas de Deslocamento Positivo Os principais tipos de bombas rotativas de deslocamento positivo são: a) Bomba de engrenagem simples: constituída de duas rodas de dentes retos.SKF Reliability Systems Bombas Centrífugas As bombas centrífugas funcionam pela ação da força centrífuga desenvolvida em virtude da alta rotação de um rotor. entretanto. enquanto o fechamento da válvula aumenta a pressão da descarga. a pressão atingirá um certo valor e o rotor agitará e aquecerá o fluido sem aumento da pressão.com. resulta em decréscimo da pressão de descarga. maior débito. b) Simples estágio: possui um só impelidor e pressões de descarga que não excedem 10 Kgf/cm2 ou múltiplo estágio. ou em ambos. permitindo a ascensão do líquido até o rotor. d) Em algumas bombas. O desgaste proveniente da erosão provocada pela passagem do fluido através da folga entre o rotor e a carcaça da bomba obrigaria a substituição dessas partes. ao deixar a periferia do rotor. passa por placas difusoras diminuindo a velocidade e aumentando a pressão estática.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. · Elementos fixos: corpo. São freqüentemente chamadas de bombas de fluxo axial. tendo dois ou mais rotores em série e pressões de descarga acima de 10 Kgf/cm2. que atua abaixando a pressão no interior da bomba. SKF do Brasil Ltda – Tel. As bombas centrífugas podem ser ainda: a) Verticais ou Horizontais. curso variável: suas aplicações mais importantes são: transmissão hidráulica de potência.

A tabela a seguir serve de orientação para operação em aplicações usuais. Bomba de rolos. os espaços destinados à SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. com temperatura ambiente de 20ºC. pois isto produz superaquecimento e deterioração da graxa. Neste caso. A temperatura nos mancais é de 80ºC.skf. Bomba de pistão giratório. além de ser um bom lubrificante. Lubrificação dos Mancais de Rolamento Os rolamentos de esferas são sensíveis a qualquer excesso ou falta de lubrificação e o resultado será aquecimento e diminuição da vida útil. Deve-se evitar a graxa em excesso. possui excelentes propriedades de vedação protegendo o mancal da entrada de contaminantes.br/ Pag 93 . além de ocasionar a separação do óleo do sabão.com.SKF Reliability Systems Existem ainda outros tipo de bombas: • • • • • • • Bomba de lóbulo. Bomba de êmbolo mergulhador. Bomba de êmbolo radial. Recomendações Gerais Graxas A graxa. Temperatura do líquido bombeado x Temperatura do óleo. Bomba de excêntrico. Bomba regenerativa ou bomba-turbina.A relação entre a temperatura do líquido bombeado e a do óleo dos mancais é uma indicação do bom funcionamento.

sendo que a principal dela é o torno.Fluido Hidráulico . é possível reproduzir um grande número de peças. As exigências técnicas e comerciais impõem a necessidade de se fabricar grande número de produtos totalmente iguais.Sistemas Hidráulicos . aplicado racionalmente a uma determinada máquina operatriz.Furadeiras . Abaixo de 0ºC.Tornos .Lubrificação Geral da Máquina-Ferramenta . Para temperaturas de trabalho entre 0 e 60ºC. etc.SKF Reliability Systems lubrificação nunca devem estar preenchidos acima de 2/3 da sua capacidade total. no sentido geométrico e/ou dimensional. Com o auxilio de um instrumento adequado. Isso porque a lubrificação de máquinas operatrizes consiste basicamente em lubrificar os mancais SKF do Brasil Ltda – Tel. cuja faixa de viscosidade situe-se entre 55 a 65 SUS a 100ºF. devido à necessidade de espaço para expansão da graxa.Mandriladora .Óleos de Dupla e Tripla Finalidade Introdução As máquinas operatrizes objetivam transformar fisicamente um corpo. deve-se usar óleo de baixo ponto de fluidez.Tipos . deve ser usado SAE 20. furadeiras.Brochadeiras .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.Introdução .skf. Imediatamente após a lubrificação. A bomba deve funcionar de quatro a oito horas até que a temperatura seja estabilizada e a lubrificação deve ser feita enquanto a unidade estiver girando. para fins de lubrificação. Existem os mais diferentes tipos de máquinas operatrizes. entre elas. qualquer classificação de máquinas-ferramentas torna-se bastante complexa. Por englobar máquinas de finalidades e concepções diferentes.Fresadoras .Bombas para Fluidos Hidráulicos .Limadoras . Acima de 60ºC. Entretanto. prensas.com.Retíficas .Plainas . a temperatura dos rolamentos aumentará. MÁQUINAS OPERATRIZES . SAE 30.Período de Troca de Óleo Hidráulico . Óleos Deve ser usado um óleo mineral puro ou um óleo de turbina. fresas.br/ Pag 94 . distinguiremos apenas dois grupos de máquinas: as que dispõem de sistemas hidráulicos e as que não dispõem desses sistemas. serras.

Os sistemas hidrostáticos são os normalmente encontrados em máquinas operatrizes e servem para transmitir força e energia por meio de pressão. São aceitáveis as seguintes faixas de viscosidade: 1) Bomba Alternativa (Pistão) --. freqüentemente usam óleos menos viscosos que os sistemas que utilizam bombas de engrenagens. recebendo atenção especial os sistemas hidráulicos. tendo sido substituída na maioria das aplicações. Os óleos que satisfazem as especificações da "Allison" para transmissões automáticas e conversores de torque como a Automatic Transmission Fluid Type A. são empregados óleos SAE 10 ou 20. Os sistemas hidrodinâmicos empregam o fluido hidráulico. sistemas com bombas de palhetas. Geralmente.br/ Pag 95 . seu alto ponto de congelamento e a falta de qualidades lubrificantes. Outro tipo de lubrificação em máquinas de corte é o proporcionado pelos fluidos refrigerantes e lubrificantes para corte.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Importantes dispositivos hidrodinâmicos são os conversores de torque e os acoplamentos fluidos. Um óleo empregado na lubrificação de turbinas. Tipos de Sistemas Hidráulicos Podemos classificar didaticamente. por óleos minerais e sintéticos. Bombas para Fluidos Hidráulicos Normalmente são utilizadas bombas de pistão.com. de engrenagens ou de palhetas.300 a 500 SUS a 100ºF 3) Bombas rotativas de palhetas --. ocupa hoje uma posição secundária como meio hidráulico.100 a 300 SUS a 100ºF Fluido Hidráulico A seleção de um fluido hidráulico para sistemas encontrados normalmente em máquinasferramentas é relativamente simples. Suffix A. são de uso recomendado para a maioria das aplicações. inicialmente usada. considerando-se que. Sistemas Hidráulicos A água.250 a 900 SUS a 100ºF 2) Bomba rotativa de engrenagens --. Os inconvenientes da água são suas propriedades corrosivas. anticorrosivos e contra ferrugem. SKF do Brasil Ltda – Tel.skf. Sistemas Hidrodinâmicos. os sistemas hidráulicos em dois grupos: • • Sistemas Hidrostáticos.SKF Reliability Systems e engrenagens. em geral preenche plenamente os requisitos necessários a um bom óleo hidráulico. com aditivos antioxidantes. Hidraulic Fluid Type C-1 e Hidraulic Fluid Type C-2. As máquinas que utilizam a energia de impacto de um líquido em movimento para acionar suas partes móveis são relativamente poucas. A eficiência da bomba depende essencialmente da viscosidade do fluido hidráulico. como veículos de energia cinética.

A umidade existente acelera enormemente o processo de oxidação. A oxidação causa aumento da viscosidade e no número de neutralização. As furadeiras são divididas em: SKF do Brasil Ltda – Tel. Repetição. A vida útil do óleo é muito afetada por dois fatores: contaminação e oxidação. Automáticos. divididos em horizontal e frontal. Tornos Os tornos são máquinas que permitem a transformação de um sólido indefinido. Universais. fazendo-o girar em volta de seu eixo e arrancando-lhe perifericamente material.SKF Reliability Systems Período de Troca do Óleo Hidráulico De maneira geral. É recomendável que a quantidade de ar presente no sistema hidráulico seja a mínima possível. sendo muito importante um bom sistema de filtragem. Semi-automáticos de torre ou tornos revólver. Os contaminantes geralmente encontrados são poeira e limalhas. formação de borra e verniz.skf. Tornos verticais. Os tipos de tornos existentes são: ! ! ! ! ! ! ! Paralelos.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 96 . as trocas podem ter períodos que variam de seis meses a dois anos. transformando-o em uma peça bem definida.com. Semi-automáticos de ferramentas múltiplas. Furadeiras As furadeiras são máquinas que executam furos redondos em materiais metálicos ou não metálicos. através de ferramentas cortantes.

SKF do Brasil Ltda – Tel. Furadeira de sobremesa. Furadeira de várias colunas. Mandriladora A mandriladora é uma máquina operatriz cuja operação é bem análoga à do torno. Fresadora vertical.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. gira com movimento uniforme. Os tipos de fresadoras são: • • • • • Fresadora horizontal. Limadoras O corte da limalha é produzido mediante a ação de uma ferramenta monocortante. Furadeira radial. Furadeira múltipla ou de vários mandris. que se move linearmente. Brochadeiras A brochadeira é uma máquina operatriz cuja operação consiste em retirar de forma linear e progressivamente a limalha da superfície de um corpo.br/ Pag 97 . sobre a superfície plana de um corpo. Plainas A operação realizada pela plaina consiste em arrancar linearmente a limalha da superfície plana de um corpo por meio de uma ferramenta monocortante. Os tipos de mandriladoras são: • • Universal horizontal ou mandriladora fresadora.com. dispostas simetricamente em redor de um eixo. mediante uma sucessão ordenada de fios de corte.SKF Reliability Systems • • • • • Furadeira de coluna.skf. pelo fato de que a ferramenta retira a limalha seguindo uma trajetória circular. Os tipos de brochadeiras são: • • Brochadeiras para interiores. Fresadora horizontal para produção em série. com movimento alternativo de vaivém. Fresadoras As fresadoras são máquinas que executam um trabalho no qual a fresa de arestas cortantes. O tipo de plaina existente são as plainas mecânicas. Fresadora horizontal de dois cabeçotes para fresado frontal. Fresadora universal. Brochadeiras para exteriores. Mandriladora universal vertical. O tipo de limadora existente é a mecânica.

O eixo do cabeçote constitui. como fusos.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. incluindo as guias como mancais deslizantes. que consideramos como mancais de deslizamento. motivo pelo qual um óleo SAE 20 geralmente satisfaz. O mancal na extremidade do eixo do cabeçote suporta a maior parte da carga radial provocada pelo trabalho no torno. as cargas e as velocidades não são excessivamente elevadas. com mesa giratória. inibidor de oxidação e anticorrosivo.br/ Pag 98 . como o mesmo óleo é normalmente empregado para lubrificar os trens de engrenagens de transmissão do cabeçote. A principal característica a ser atendida na lubrificação dos mancais de fusos é a alta rotação operacional. É conveniente que esse óleo possua aditivo antiferrugem. estão sujeitas a cargas intermitentes e movimentos alternativos. A melhor é por circulação. usando um sistema centralizado dotado de bomba e reservatório. Existem ainda outros pontos que necessitam ser lubrificados. As alavancas. de preferência dotados de inibidores de corrosão. A maioria dos cabeçotes dispõe de mancais de rolamento. guias e mecanismos e controles secundários. Entretanto. além de contaminação por pó e cavacos. O maior cuidado é não deixar ao esquecimento a necessidade de lubrificação dos mecanismos e controles secundários. ferrugem e oxidação.com. elemento fundamental do torno. existem demais partes a lubrificar. constuma-se utilizar um óleo SAE 20.skf. Um óleo SAE 10 seria conveniente para lubrificação dos rolamentos do cabeçote. devendo ser usado um produto já empregado em outra parte da máquina. As guias.Retificadora vertical. Existem duas formas de fazer essa lubrificação. com almotolia ou outro sistema de lubrificação de uma vez ou por perda total. Os tipos de retificas são: Retificadora universal. Devem ser utilizados óleos de baixa viscosidade ( 50 a 100 SUS a 100ºF).SKF Reliability Systems Retificas A retifica tem por objetivo a correção das imperfeições das peças mecânicas que foram submetidas a processos de têmpera. cabeçotes. Retificadora vertical de ciclo automático. no tocante à precisão de operação. como as engrenagens e os mancais. A outra maneira é a lubrificação por pontos. Entretanto. que pode ser superior a 10000 rpm. havendo necessidade de um óleo adesivo. SKF do Brasil Ltda – Tel. manivelas e comandos secundários de uma máquina operatriz não requerem um óleo especial. • • • Lubrificação Geral da Máquina-Ferramenta Além dos sistemas hidráulicos. Retificadora vertical de mesa giratória.

são normalmente mais viscosos que os de dupla ação. acionadas por ar comprimido. os sistemas de lubrificação e do fluido de corte devem permanecer independentes. de um cilindro ou mais dispostos radialmente. usa-se um compressor portátil. Em caso algum é admissível a introdução no sistema de lubrificação de óleo oriundo do coletor do fluido de corte.br/ Pag 99 .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. e indústrias. entre outras atividades. As ferramentas pneumáticas são relativamente seguras e fáceis de operar e. que embora não seja tão eficaz quanto o óleo de corte que contém enxofre.SKF Reliability Systems Óleos de Dupla e Tripla Finalidades A contaminação do óleo lubrificante com o óleo de corte é um sério problema que ocorre com certa freqüência em máquinas operatrizes. É portanto. Mesmo quando se emprega um óleo de dupla finalidade. As ferramentas pneumáticas podem ser de percussão (alternativas) ou de rotação. isso devido aos aditivos de extrema pressão. ou de um motor a ar. As ferramentas rotativas dispõem de um rotor de palhetas. De um modo geral. possuindo elevado índice de viscosidade e resistência a altas temperaturas. Por isso. sua viscosidade corresponde ao número SAE 10W. pois. É muito difundido o SKF do Brasil Ltda – Tel. muitas vezes utilizamos uma placa protetora ou outro tipo de proteção contra salpicos. como elemento básico. mesmo filtrado.lubrificante. são compactas e geralmente mais leves que suas equivalentes elétricas. é satisfatório para a maioria dos trabalhos. sendo o ar comprimido conduzido às ferramentas por tubos metálicos ou mangueiras flexíveis. As de percussão ou alternativas possuem. Geralmente. Óleos de tripla ação . pode conter partículas de metal danosas aos mancais da máquina. O compressor pode ficar distante da operação. porém pode atuar eficientemente como lubrificante mesmo onde seja requerido um óleo SAE 20. ou seja. próximos ao limite inferior do grau SAE 20. Em tornos automáticos e rosqueadeiras é quase impossível evitar a penetração do fluido de corte no sistema de lubrificação. fluido de corte e óleo de corte .com. LUBRIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ESPECÍFICOS FERRAMENTAS PNEUMÁTICAS · Aplicação · Perfuratrizes · Óleo para Ferramentas Pneumáticas · Lubrificação Aplicação: As ferramentas pneumáticas. à medida que o ar é introduzido na porção superior ou inferior do mesmo. conveniente o emprego de um só óleo de dupla ação: lubrificante e fluido de corte. Enquadram-se. quando portáteis. Trata-se de um óleo com aditivos de extrema pressão não corrosivos. nos trabalhos a céu aberto.skf. enquanto nas instalações industriais emprega-se um compressor estacionário. um êmbolo que se move alternativamente em um cilindro. encontram largo emprego na construção civil. mineração.

para perfuração vertical. colocadores de "tire fond" de dormentes. de 23 a 29 Kg e consideradas pesadas as de peso superior a 29 Kg. chamadas marteletes. com compressor e motor próprio. leves. As brocas empregadas são normalmente de seção hexagonal (sextavada) ou circular e são constituídas por três partes: punho.com. em guias verticais sobre armações móveis de três rodas sobre pneus. especialmente em túneis.SKF Reliability Systems uso de equipamentos pneumáticos. tais como guinchos. também em construção civil. As perfuratrizes de teto ou espingardas são geralmente do tipo molhada e destinam-se à perfuração de baixo para cima. isto é.br/ Pag 100 .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Os tipos mais usuais de perfuratrizes são as manuais. montadas sobre caminhões. as ferramentas pneumáticas mais usadas são as perfuratrizes de rocha. pistolas de graxa. como também para a redução dos blocos extraídos a dimensões convenientes para transporte. Possuem rotação automática. Também existem perfuratrizes com compressor de ar. são autodeslocáveis. SKF do Brasil Ltda – Tel. quando a limpeza do furo é feita somente por ar. Para a colocação apropriada dos explosivos. chamadas crawlers. São indicadas para serviços pesados e furos profundos. utilizam-se explosivos. de 11 a 18 Kg. de ar ou água para limpeza do furo que está sendo feito. Outros tipos de perfuratrizes são montados sobre esteiras. Um tipo muito útil para determinados serviços. Muitas vezes dotadas de avanço automático. chaves de impacto. furadeiras. de 18 a 23 Kg. As perfuratrizes montadas sobre esteiras. médias. de pneus ou metálicas sobre trilhos ou ainda. haste e ponta (coroa). martelos. em um trator de esteiras.skf. sendo conhecidas como Wagon Drill e geralmente não dispõem de tração nem de compressor próprio. A broca possui um pequeno orifício circular em todo o seu comprimento. os rompedores de concreto. socadores de aterro. são as escavadoras e pás pneumáticas. sendo denominadas de perfuratrizes de coluna. podem ser usadas montadas sob tripé. em geral. Perfuratrizes destinadas à perfuração horizontal trabalham montadas em colunas. três ou mais perfuratrizes de coluna montadas simultaneamente em uma mesma armação sobre rodas. Para a extração ou escavação em rocha. pistola para pintura. variando conforme as características peculiares dos trabalhos a executar. permitindo a passagem. Este é em resumo o trabalho executado pelas perfuratrizes. ou secas. pilões de areia e. os bate-estacas. podendo ser de rotação manual ou automática. As perfuratrizes maiores são montadas em carretas de pneus. quando trabalham com injeção de água sob pressão. De acordo com o seu peso próprio. As perfuratrizes se classificam em molhadas. não só para o desmonte propriamente dito. sendo usadas principalmente para furos verticais a céu aberto de até 6m de profundidade. que consistem em duas. Perfuratrizes: No campo da construção. rebarbadores entre outros. graças a motor de ar. Existem os mais diversos tipos de perfuratrizes. vem a ser os chamados jumbos. torna-se necessário efetuar perfurações de diâmetros de 1 3/16" a 12"e comprimentos variáveis. pelo seu interior. no caso de ferrovias. podem ser classificadas como muito leves. não possuindo compressor próprio. Muito comuns.

O modelo de 18. também. que é conduzido então pela corrente de ar. Ruídos anormais no exaustor indicam dieselização.003xdxcxn Sendo: Q .número de golpes por minuto. um galão americano.5 litro de óleo por 100m2 de área da parede do cilindro varrida por minuto. O modelo de 3. serve para ferramentas de 175 a 600 pés cúbicos por minuto de ar. A quantidade de óleo necessária para a boa lubrificação de uma ferramenta pneumática alternativa pode ser calculada. ou com o acelerador aberto ao entrar ou sair do furo. c . A colocação do lubrificador a uma distância maior pode ocasionar a deposição do óleo ainda na mangueira ou tubulação. Para avaliar a importância da lubrificação nos martelos. A conseqüência pode ser avaria na parede do cilindro e no pistão. Existem modelos com capacidades de óleo desde 300 cm3 até 20 litros. ou seja. a cada 100 horas. Óleo para Ferramentas Pneumáticas: O ar comprimido contém uma certa quantidade de umidade que se condensará na ferramenta com a expansão do ar. Os lubrificadores de linha permitem regular a chamada "dieselização" que vem a ser explosões de vapor dentro do óleo dentro do cilindro. A colocação do lubrificador deve ser feita à cerca de 3.SKF Reliability Systems Lubrificação de Ferramentas Pneumáticas: Para que a lubrificação seja eficiente. É conveniente. basta considerar que o número de cursos por minuto de seu pistão é da ordem de 4000. Essas explosões de névoas de óleo ocorrem quando a perfuratriz é operada sem pressão suficiente de avanço na coroa. em metros. As perfuratrizes de grande porte dispõem de um lubrificador de linha fixado na sua própria armação. O óleo não deve conter sabões metálicos.skf.79 litros. Esta fórmula baseia-se na consideração prática de usar 0. Isto é obtido por meio dos chamados lubrificadores de linha de ar. Funcionam graças a um "gicleur" apropriado. O modelo de 568 cm3 é adequado para ferramentas pneumáticas usando de 50 a 500 pés cúbicos por minuto de ar. O aditivo de extrema pressão deve ser adequado para o uso com aço e bronze. o uso de óleos com propriedades de extrema pressão. em litros.quantidade de óleo necessária. torna-se necessário o emprego de um óleo contendo um agente emulsionante. n .curso do pistão. a cada 100 horas. Inibidores de corrosão e ferrugem são convenientes. não sendo corrosivo. Por essa razão. É comum que o lubrificante conduzido pelo ar de escapamento da perfuratriz seja aproveitado para lubrificar outras partes. pela seguinte fórmula prática: Q=0. em primeira aproximação. SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.diâmetro do cilindro em metros.5 metros da ferramenta a ser lubrificada.br/ Pag 101 . d . o óleo deve ser introduzido com o ar.93 litros (cinco galões) é empregado para consumo de 200 a 800 pés cúbicos por minuto. Estes lubrificadores fazem a pulverização do óleo.com.

recomendável apenas como emergência na falta de produto apropriado. grafita. a ser usado no verão. É importante recomendar que as roscas das hastes e coroas devem ser protegidas com graxa grafitada ou com graxa especial.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 102 .com.10% máximo 0. em virtude do efeito refrigerante da expansão do ar comprimido. número Número de acidez. cobre e chumbo em pó para a proteção de roscas. decrescemos. Este óleo. Já as perfuratrizes de rocha necessitam de um óleo SAE 30. cujo óleo pode ser SAE 10. contendo pó de zinco.skf.105 SUS 20ºF máximo 0.SKF Reliability Systems É preciso observar que a temperatura no interior de um motor ou ferramenta pneumática pode ser até 35ºC inferior à ambiente. Por isso. As pequenas ferramentas pneumáticas de pistão requerem um óleo SAE 10 ou 20. Na faixa de 25 a 40oC de temperatura ambiente é mister usar um óleo SAE 40.75 máximo + 1200 mínimo 12 mínimo (valor desejável) A viscosidade do óleo apropriado para perfuratrizes de rocha (Rock Drill Oil) é em geral SAE 30.00 % máximo 0. é apropriado para ferramentas pneumáticas de certo porte em temperaturas ambientes entre 5 e 25ºC. Exemplo prático: Como exemplo. apenas. total Número de emulsão Teste EP Almen 410ºF mínimo 85 . SKF do Brasil Ltda – Tel. dados de especificação constantes de catálogos de operação de perfuratriz Drill-master da Ingersoll-Rand para óleo tipo Rock Drill. o ponto de fluidez do óleo para esse uso adquire excepcional importância em locais frios. é preparar uma espécie de pasta. As ferramentas leves operam bem com um óleo pouco viscoso. misturando-se óleo mineral com alvaiade. dependendo de seu porte e da temperatura ambiente. abaixo. sobretudo as rotativas.40% máximo 0. do tipo médio quanto à viscosidade. Ponto de fulgor (vaso aberto) Viscosidade a 210ºF Ponto de Fluidez Resíduo de carbono (Conradson) Cinza Ácidos fortes. 40 ou 50. Prática utilizada no campo.

skf. sisal e crotalária. linho. retira parte dessa água e forma uma superfície contínua de celulose. que variam conforme sua finalidade e todas as fases do processo de fabricação são controladas por um laboratório especializado. Máquinas de Fabricação de Celulose 2. onde são injetadas água e soda cáustica. Fabricação As fábricas de papel podem ser classificadas em: a) Celulose. Outra quantidade de água é retirada por rolos de prensagem. Na fase seguinte. 1. retira-se toda a soda cáustica. então. A matéria-prima bruta não é adequada ao processo. c) Papel. onde é triturada para ganhar um aspecto de pasta uniforme. a massa passa por um drenador para eliminar o excesso de água e segue para a holanda.PAPEL • • • • • Matérias-Primas Fabricação Processo de Fabricação de Celulose de Fibra Fabricação de Papel a partir de Madeira Lubrificantes 1. que é a primeira fase para a fabricação de papel. em um branqueador. O papel passa. havendo necessidade de ser transformada em celulose. para uma distribuição uniforme de celulose na peneira da "caixa de vácuo" que. O papel bobinado sofre fases de acabamento. Máquinas de Fabricação de Papel Matérias-Primas As principais matérias-primas usadas para a fábricação de papel são madeira. SKF do Brasil Ltda – Tel.com. Processo de Fabricação de Celulose de Fibra A fibra vegetal para ser transformada em celulose é colocada em um "cozinhador". através de um lavador e procede-se a sua clarificação. por sua vez. caroá. através da aplicação de cloro. a massa ganha uma determinada concentração de água.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 103 .SKF Reliability Systems LUBRIFICAÇÃO DE INDÚSTRIAS ESPECÍFICAS . fase posterior à da caixa de vácuo. Após seu cozimento. b) Celulose e papel. Antes de entrar na máquina de papel. por rolos de secagem a vapor e é bobinado. que será tratada conforme o tipo de papel a ser produzido.

a seguir. pela holanda. óleos e graxas empregados nesse processo devem possuir caracteristicas especiais para resistir à oxidação e à remoção pelos jatos de água utilizados no sistema.skf. Lubrificantes O ambiente de fabricação de papel é caracterizado por dois fatores adversos aos lubrificante: calor e água. onde os sistemas de lubrificação a óleo e a graxa são centralizados. os lubrificantes. que mistura a polpa obtida com água e. A partir daí. 1. lavador e Hydra Pulper. pelo cozinhador. segue processo idêntico ao da celulose. Fabricação da Celulose a partir da Madeira A madeira passa por um picador de cavacos. Esses inconvenientes não mais existem ns equipamentos modernos. Em conseqüência disso.com.br/ Pag 104 .SKF Reliability Systems 2. Máquinas de Fabricação de Celulose 2.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Máquinas de Fabricação de Papel SKF do Brasil Ltda – Tel.

com. Transportadores.SKF Reliability Systems LUBRIFICAÇÃO DE INDÚSTRIAS ESPECÍFICAS . Desfibradores e Facas 4. Peneiras e Secadores Recomendações Gerais SKF do Brasil Ltda – Tel.USINA DE AÇUCAR E ÁLCOOL• • • • • • Processo Equipamentos Equipamento de Moagem 1. Trens de Engrenagens 3.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Cozinhadores 3. Clarificadores 3. Elevadores.br/ Pag 105 . Evaporadores 2. Trituradores e Moendas 2. Transportadores e Esteiras Equipamento de Clarificação 1.skf. Misturadores. Filtros Equipamento de Concentração 1. Cristalizadores 4. Tanques 2.

aquecidos para facilitar sua aplicação. esses lubrificantes são misturados a um solvente não inflamável para torná-lo fluido ou. obtendo-se açúcar de cor escura. facas. O caldo concentrado é separado do açúcar cristalizado por centrifugação. e as superfícies dos mancais sofrem pressões na ordem de 100 a 150 Kgf/cm2. Trituradores e Moendas Os rolos dos trituradores e das moendas são de baixas rotações. Equipamentos: Equipamento de Moagem É constituído de trituradores. Já as pressões impostas às superfícies dos rolos são mantidas por um sistema hidráulico que deve ser lubrificado por um fluido adequado. O açúcar invertido não se cristaliza. b) Grande adesividade ao metal.skf. ainda. A partir desse caldo concentrado é fabricado o álcool.com. que estão relacionados à variedade da cana e ao grau de extração. esteiras. Os óleos para os mancais de moenda devem possuir as seguintes características: a) Viscosidade correta.br/ Pag 106 . o que reduz o rendimento da produção. portanto. As guias dos mancais do rolo são lubrificados manualmente.mediante o processo de inversão. faz-se a moagem e em seguida o clareamento do caldo mediante calor e precipitante à base de cal.SKF Reliability Systems Processo O açúcar de cana só pode ser produzido em um determinado período do ano. dependendo dos ajustes. filtração e cristalização. que sofre então tratamento químico. A lubrificação desses mancais pode ser manual. por copo conta-gotas ou lubrificador mecânico. Devido à difícil aplicação a frio. · Resistência à ação da lavagem. Para que satisfaça as condições de operação. há necessidade de coordenar os períodos de colheita e de plantio. moendas. Os pinhões de transmissão do movimento do rolo superior aos rolos caneiro e bagaceiro são lubrificados por sistema de bandeja. SKF do Brasil Ltda – Tel. desfibradores.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. 1. Quando a cana atinge o ponto correto de concentração de sacarose. 2. uma lubrificação adequada dos equipamentos é fator muito importante para garantir a continuidade da operação. em duas formas de açúcar Levulose e Dextrose . transportadores e elevadores. c) Excelente resistência de película. Trens de Engrenagens As engrenagens abertas devem ser lubrificadas por um lubrificante bem viscoso e de ótima adesividade. entre 3 e 5 rpm. d) Proteção adequada contra o desgaste de mancais de bronze. por hidrólise. Como o período de moagem é geralmente de seis meses. trens de engrenagens. adquirindo a forma do pó branco conhecido. e) Proteção contra a ferrugem e corrosão. A sacarose desdobra-se. Durante o período de safra não existe paralisação e. o lubrificante deve possuir as seguintes características: · Excelente resistência de película. permanecendo como melaço.

O mancal de guia é lubrificado pelo próprio caldo. Clarificadores: a clarificação é baseada na separação por densidade. 3.br/ Pag 107 . Já. O acionamento central ocorre por engrenagem semfim. as partes a lubrificar são: · Correntes.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. a parte a lubrificar são as balanças. clarificadores e filtros. 4. Filtros: os tambores dos filtros giram com rotação entre 5 e 8 rotações por hora. O óleo deve possuir boa resistência de película e capacidade de resistir à oxidação e à formação de depósitos. Equipamento de Concentração SKF do Brasil Ltda – Tel. · Engrenagens. possuem agitadores verticais e seus mancais são lubrificados a graxa. Desfibradores e Facas Os desfibradores e facas são acionados por máquina ou turbina a vapor. · Mancais das rodas dentadas. · Guias. as partes a lubrificar são: · Mancais de roletes. destinados ao preparo do cal. realizada em tanques com raspadores cujos mancais de deslizamento são lubrificados por copo graxeiro. · Correntes. · Engrenagens.skf. Tanques: os tanques existentes. 3. Nos tanques extintores rotativos. uma excelente resistência de película e ótima resistência à ação de lavagem.com. lubrificados por sistema de circulação. As correntes das esteiras estão sujeitas a choques. boa resistência a altas temperaturas e excelente resistência de película. exigindo do lubrificante utilizado para mancais. nos tanques alcalinizadores usados para misturar o cal ao caldo. altas pressões e corrosão e. esteiras e elevadores. Transportadores e Esteiras Nos transportadores. emprega-se aço inoxidável. exigindo lubrificante com ótima adesividade. 1. Equipamento de Clarificação É constituído de tanques. em alguns casos. As partes a lubrificar são os mancais e os dentes das engrenagens do redutor.SKF Reliability Systems Os mancais de bronze dos trens de engrenagens são em geral. 2.

SKF Reliability Systems É constituído de evaporador. cozinhador. Recomendações Gerais: SKF do Brasil Ltda – Tel. 1. Transportadores. não necessitam de lubrificação. Peneiras e Secadores: os mancais e as engrenagens são lubrificados a óleo ou graxa. há necessidade de lubrificar mancais e engrenagens sem-fim. Cristalizadores: as rotações são baixas e os mancais são lubrificados por graxa.skf.com. 4. bem como alguns tipos de cozinhadores. cristalizador. Evaporadores: não são lubrificados. peneira e secador. Misturadores. elevador.br/ Pag 108 . que por convecção agitam o caldo. Cozinhadores: os tanques providos de serpentinas de vapor. misturador. 3. 2. Se a agitação for feita por processos mecânicos. Elevadores. Geralmente os lubrificantes utilizados devem possuir boa estabilidade química devido à alta temperatura a que estão sujeitos. transportador.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.

SKF Reliability Systems SKF do Brasil Ltda – Tel.skf.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.com.br/ Pag 109 .

Óleos de Laminação 2. Avaliação de alguns Óleos de Laminação Fabricação do Ferro-Gusa Para obter o ferro-gusa são necessárias quatro matérias-primas: • Minério de ferro. Tipo de Cadeiras de Laminação Lubrificação Lubrificação para Laminação 1.USINA SIDERÚRGICA • • • • • • Fabricação do Ferro-Gusa Fabricação do Aço 1. Classificação 2.br/ Pag 110 .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Processos OLP e LD-AC Fornos Elétricos Laminador 1. Processo de Sopragem a Oxigênio 4. Processo Bessemer 2.com.skf. Sistemas de Lubrificação 3.SKF Reliability Systems LUBRIFICAÇÃO DE INDÚSTRIAS ESPECÍFICAS . SKF do Brasil Ltda – Tel. Processo Siemens-Martin 3.

Fabricação do Aço O ferro-gusa contém impurezas indesejáveis no aço. b) Furo de corrida da escória: consiste de um elemento para refrigeração colocado na parte externa do cadinho e de um resfriador intermediário. que reagem rapidamente com banho metálico. abóboda.SKF Reliability Systems • • • Coque. muro de trás. Calcário. manganês e carbono e não retira o fósforo e o enxofre. c) Furo de corrida do gusa: está situado a uma altura de um metro do nível do fundo do cadinho e tem diâmetro de 300 mm. Processo de Sopragem a Oxigênio: consiste em soprar verticalmente o oxigênio puro no banho metálico através de uma lança resfriada a água. O diâmetro do furo é de aproximadamente 60mm. Ar. 3. O processo Básico remove todas as impurezas. muro avante e canais de fumaça. Processos OLP e LD-AC: o processo OLP é a injeção de materiais pulverizados. que alcança alguns milimetros no interior do forno. Possui forma cilíndrica em aço revestido de tijolos refratários. Fornos Elétricos SKF do Brasil Ltda – Tel. Os processos de fabricação do aço são: 1. o furo é aberto com uma lança de oxigênio.com. Estes quatro ingredientes são misturados em um alto-forno. a maioria dessas impurezas é oxidada e eliminada em forma de escória ou gás. Processo Bessemer: o ar é soprado pelo fundo do conversor.br/ Pag 111 . d) Sopradores: injetam o ar pré-aquecido no interior do forno. 4. Já o LD-AC pode processar gusas com alto teor em fósforo.O processo Ácido remove o silício. que tem como principais componentes: a) Cadinho: parte situada abaixo do nível do furo de escória.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. São dois os processos mais conhecidos: ácido e básico. e) Anel de vento: circunda o forno e é suportado pela carcaça e revestido de material refratário. Para o gusa líquido sair. Processo Siemens-Martin: um forno Siemes-Martin compreende: soleira. Na transformação do gusa em aço. 2.skf.

f) Ponto de inflamação. Nos laminadores para chapas. ou usa-se aplicação direta do lubrificante. ou uma emulsão recirculada do óleo em água (4 a 10%). a lubricidade requerida deve ser harmonizada de acordo com a taxa de redução e a velocidade.skf. quando se usa emulsão recirculante. O tanque possui sistema de aquecimento e de agitação para manter o mais homogeneamente possível a dispersão do óleo em água. em que as reduções totais atingem cerca de 70%.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.com.br/ Pag 112 . é requerida uma forte lubricidade. Na chamada aplicação direta. Para isso. Avaliação de alguns Óleos de Laminação Abaixo segue algumas características de óleos de laminação substitutos do óleo de dendê: SKF do Brasil Ltda – Tel. d) Viscosidade. g) Instabilidade da emulsão. Análise típica: informam a) Teor de ácidos graxos livres. Já. Sistemas de Lubrificação Nos laminadores para folhas de flandres. b) Índice de saponificação. independente do refrigerante.SKF Reliability Systems Características físicas e químicas: 2. o tanque de estocagem e seus apêndices ficam no subnível do laminador. 3. e) Ponto de fulgor. c) Índice de refração. o lubrificante e a água são injetados separadamente. em que as reduções totais atingem até mais de 90%.

Joseph Aspolin patenteou um produto obtido em elevadas temperaturas e que por ser de cor cinza. Porém.br/ Pag 113 .CIMENTO • • • • Cimento Portland Matérias-Primas Fabricação: 1.SKF Reliability Systems LUBRIFICAÇÃO DE INDÚSTRIAS ESPECÍFICAS .skf. em 1824.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. obtido através da queima de rocha calcária em baixa temperatura é datada de 1796. Resfriamento 5. Adições Finais e Moagem Lubrificação de Equipamentos Cimento Portland A aplicação do cimento natural. Homgeneização 3. Preparo e Dosagem da Mistura 2.com. passou a ser chamado de cimento portland. SKF do Brasil Ltda – Tel. Clinquerização 4. similar às pedras de Portland.

No processo por via úmida. que sai do moinho transformado em uma pasta. as adições finais. Preparo e Dosagem da Mistura O calcário extraído das jazidas é britado para redução de seu tamanho. dependendo do processo empregado: via úmida ou seca. a proporção de água varia entre 30 a 45% do volume de material. Fabricação As operações necessárias para a fabricação de cimento portland são o preparo e dosagem da mistura. onde é pulverizado. argila e gesso. 2.SKF Reliability Systems Matérias-Primas As matérias. Homogeneização Depois de moída a pó. a matéria-prima passa pela "homogeneização" e correção da dosagem de seus componentes.com. SKF do Brasil Ltda – Tel. Já no processo de via seca. Clinquerização A transformação da matéria prima pulverizada e homogeneizada em clinquer.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. passa por um resfriador onde a temperatura cai para 50ºC e é transportado para a estocagem. a homogeneização. Adições finais e moagem O clinquer resfriado recebe uma adição de gesso e. 4. 1. é realizado em fornos rotativos. A moagem pode ser com ou sem água. a moagem e o ensacamento. o resfriamento. misturado com a argila e enviado ao "moinho de bola".skf. onde se realiza a homogeneização. pode passar por uma nova moagem para atingir granulometrias específicas conforme suas aplicações de mercado. onde sofre a homogeneização. 3. no caso do processo por via úmida. 5. ao sair do forno. Resfriamento O clinquer. esse processamento ocorre em recuperadores de calor até que o material atinja uma temperatura entre 800 e 1000ºC. essa matéria-prima é transportada mecânica e pneumaticamente para silos. a clinquerização. bombeada para tanques cilíndricos providos de equipamentos giratórios com pás.br/ Pag 114 . quando entra também no forno rotativo para o processo final. finalmente. No processo por via seca.primas para a fabricação do cimento portland são calcário.

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.SKF Reliability Systems SKF do Brasil Ltda – Tel.skf.br/ Pag 115 .com.

skf.SKF Reliability Systems Lubrificação de Equipamentos SKF do Brasil Ltda – Tel.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 116 .com.

conferidas pela Portaria ANP nº 118. de 29 de julho de 1999 e considerando: .skf. rerrefinando em torno de 160. O restante é geralmente queimado ou despejado diretamente na natureza. em postos de serviços.° 9.SKF Reliability Systems MEIO AMBIENTE MAS O QUE FAZER COM O ÓLEO LUBRIFICANTE USADO? Sua troca torna-se necessária devido ao acúmulo de contaminantes.br/ Pag 117 . em todo o mundo consome-se anualmente 42 milhões de toneladas deste óleo e gera-se 22 milhões de toneladas de óleo usado.5%.478. quando não é rerrefinado ou reciclado. O Brasil consome anualmente cerca de 900. e com base na Resolução de Diretoria nº 355. DE 30 DE JULHO DE 1999 Regulamenta a atividade de coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado a ser exercida por pessoa jurídica sediada no País. COLETA DE ÓLEO LEGISLAÇÃO: Cadastramento Obrigações dos Coletores AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA N° 127. . reunidas no Sindirrefino (Sindicato Nacional da Indústria do Rerrefino de Óleos Minerais). em conformidade com o que estabelece a Resolução CONAMA n. É importante saber que o óleo usado. dos quais apenas 1 milhão são rerrefinadas. oficinas e garagens de grandes frotas.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. .000 m3 de óleo usado. Cerca de 300 caminhões de empresas cadastradas no DNC realizam a coleta. principalmente nas regiões Sul e Sudeste. A técnica da compostagem neste caso não é viável pois a decomposição do óleo é bastante lenta. Estima-se que. de 31 de agosto de1993. portanto a redução do uso do óleo lubrificante na própria fonte e a modificação de técnicas e equipamentos que utilizem outros materiais menos poluentes fazem-se necessárias devido à resistência do consumidor em realizar a troca. a degradação termoxidativa do óleo e a própria queima que ocorre no motor exige a sua substituição. de 14 de julho de 1999.o disposto no inciso IX. organizada de acordo com as leis brasileiras. O DIRETOR da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO . Há hoje cerca de 10 empresas de rerrefino em operação.com. ou seja 4.o potencial impacto negativo que óleo lubrificante usado ou contaminado causa ao meio SKF do Brasil Ltda – Tel. deverá ser acondicionado em tambores para disposição em aterros industriais próprios para resíduos tóxicos e que a incineração do óleo deve ser precedida de uma etapa de desmetalização para o atendimento dos padrões legais de emissões atmosféricas. do art.ANP. 8º. de 6 de agosto de 1997. da Lei n.000 m3 de óleo lubrificante e gera 380.000m3 de óleo usado.º 9.a necessidade de controle do descarte para o óleo lubrificante usado ou contaminado. no uso de suas atribuições legais.

fretados ou arrendados. conforme o disposto no art. de forma segura até ser dada a devida destinação legal.inscrição da matriz e das filiais na Fazenda Estadual e Municipal. bem como a Nota Fiscal de Entrada. VII . 7º da Resolução CONAMA n.anp. disponíveis para fins fiscais.tancagem.º 9. 1º Fica regulamentada.requerimento da interessada. SKF do Brasil Ltda – Tel. Licenças de Instalação e Funcionamento do órgão ambiental estadual e Alvará de Funcionamento. VI . IV . adequados ao transporte de carga perigosa. estocagem. devidamente preenchidas conforme modelos constantes dos Anexos I e II desta Portaria e também disponíveis no endereço http://www. II .a necessidade de estabelecer procedimentos diferenciados para as atividades de coleta e de rerrefino.pelo menos 02 (dois) caminhões-tanque que poderão ser próprios. INSS e FGTS. Art. Art.garantir que as atividades de coleta.CNPJ da matriz e das filiais.com. IV . torna público o seguinte ato: Art.recolher o óleo lubrificante. mantendo sob sua guarda o respectivo comprovante de recebimento. com a nova redação conferida pelo Convênio ICM's 76/95. Art. V .certidão negativa da Receita Federal .044.gov. própria ou arrendada. sejam efetuadas em condições adequadas de segurança sem prejuízo para as operações subseqüentes.cópia de documento de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . 4° São obrigações do coletor de óleo lubrificante usado ou contaminado: I . 3º O pedido de cadastramento para o exercício da atividade de coletor de óleo lubrificante usado ou contaminado deverá ser acompanhado da seguinte documentação: I . na forma do inciso IX. de 31 de agosto de 1993. V .Fichas Cadastrais . Estadual. II . usado ou contaminado. § 3° O coletor de óleo lubrificante usado ou contaminado somente poderá iniciar suas atividades a partir da aprovação do seu cadastramento pela ANP. III .planta das instalações e tancagem vistoriadas e aprovadas pelo Corpo de Bombeiros.SKF Reliability Systems ambiente e à saúde pública.skf.contrato social e suas alterações devidamente registrados no órgão competente.br/ Pag 118 . bem como documentos legais relativos às mesmas. mínima de 30 metros cúbicos nos locais centralizados de estocagem do óleo usado ou contaminado. VIII . conforme previsto no Convênio ICM's 03/90. conforme modelo constante do Anexo IV desta Portaria. usado ou contaminado.destinar o óleo lubrificante. organizada de acordo com as leis brasileiras. devidamente comprovado perante a ANP. de 18 de maio de 1988. através da presente Portaria. 2º Para o exercício da atividade de coletor de óleo lubrificante usado ou contaminado é necessário possuir cadastro expedido pela Agência Nacional do Petróleo . IX . usado ou contaminado.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. transporte.ANP. usado ou contaminado. § 2° As modificações de qualquer natureza dos dados e informações prestadas à ANP deverão ser comunicadas no prazo máximo de 30 (trinta) dias contados da data da sua ocorrência. transbordo e entrega do óleo lubrificante. a atividade de coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado a ser exercida por pessoa jurídica sediada no País.manter atualizados os registros de coleta e destinação através de Notas Fiscais para o óleo lubrificante.br/ III . expedido pela Prefeitura local. . § 1° A empresa coletora de óleo usado ou contaminado deverá cadastrar na ANP todos os veículos empregados no sistema de coleta.armazenar o óleo lubrificante. usado ou contaminado. fornecendo ao gerador o certificado de coleta. nos termos do Decreto 96. conforme Anexo III desta Portaria. pelo período de cinco anos.FC.

fornecer trimestralmente à ANP relatório contendo as informações mensais de coleta. e nr. Art.SKF Reliability Systems VI . Art. 6° O não cumprimento ao disposto nesta Portaria acarretará aos infratores as sanções previstas na Medida Provisória n. em letra (fonte) Arial tamanho 30 cm. de 18 de Julho de 1989. DE 31 DE AGOSTO DE 1993 O CONSELHO REGIONAL DO MEIO AMBIENTE . de 28 de janeiro de 1999.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.com.883-15. 6.953. ou outra aplicação nos termos legais. por contratante e de destino. LUBRIFICANTES LEGISLAÇÃO: Definição Proibições Novas Indústrias Reciclagem Obrigações dos Produtores Obrigações de Usuários Obrigações de Receptores de Óleos Usados Obrigações de Coletores de Óleos Usados Armazenagem Embalagem e Transporte RESOLUÇÃO N° 9. VII .adotar as medidas necessárias para evitar que o óleo lubrificante usado venha a ser contaminado por produtos químicos. IX . os seguintes dizeres: ÓLEO LUBRIFICANTE USADO . contados a partir de sua publicação no Diário Oficial da União. no uso das atribuições previstas na Lei nr.skf.apresentar no ato da coleta. combustíveis. de 31 de Agosto de 1981. 7. de 12 de Abril de 1990. ao gerador de óleo usado ou contaminado. 7° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. de 28 de julho de 1999 e no Decreto n. 99. 8° Revogam-se as disposições em contrário.CONAMA.274.804. a partir de 1º de junho de 2000. 025. O disposto no inciso VII deverá contemplar os volumes de coleta por município.208. e no Regulamento Interno aprovado pela Resolução / CONAMA/ NR. alterada pela Lei nr.indicar nas laterais e parte traseira dos tanques dos caminhões.º 2. do óleo lubrificante usado ou contaminado coletado.br/ Pag 119 . Art. por rerrefinador. 8. VIII . de 6 de Junho de 1990. DE 3 DE Dezembro de 1986. próprios ou arrendados. Considerando que o uso prolongado de um óleo lubrificante resulta em deterioração parcial. que se reflete na formação de compostos tais como ácidos orgânicos. e regulamentada pelo Decreto nr. Art.938. solventes ou outras substâncias. compostos aromáticos SKF do Brasil Ltda – Tel. 5° As empresas coletoras de óleo lubrificante usado ou contaminado atualmente existentes terão o prazo de 180 (cento e oitenta) dias para se adequarem às disposições constantes da presente Portaria. Parágrafo único.COLETOR AUTORIZADO ANP Nº ___ (citar o número da Autorização). documento que comprove o cadastramento junto a ANP.° 1.

Produtor de óleo lubrificante: Formulador. Para fins desta Resolução. resinas e lacas. Considerando que a combustão dos óleo lubrificantes usados pode gerar gases residuais nocivos ao meio ambiente. entende-se por: I . "potencialmente carcinogênicos". em decorrência de sua atividade.Óleo lubrificante reciclável: Material passível de uso. Considerando ainda que a reciclagem é o instrumento prioritário para a gestão ambiental. II . de forma a permitir que seja reutilizado como matéria-prima.Incineração: Queima sob condições controladas.Óleo lubrificante usado ou contaminado não regenerável: óleo lubrificante usado ou contaminado. de caráter particularmente perigoso. ou envaziliador. podendo. VIII .ABNT. conferindo aos mesmos características de óleos básicos. que visa primariamente destruir um produto tóxico ou indesejável.classificação". X . De acordo com sua origem. por motivos técnicos. Considerando que as atividades de gerenciamento de óleos lubrificantes usados devem estar organizadas e controladas de modo a evitar danos a saúde. classifica o óleo lubrificante usado como perigo por apresentar toxicidade. 1o .Óleo lubrificante .Reciclagem de óleo lubrificante usado ou contaminado: Consiste no seu uso ou regeneração. resolve: Art.Combustão: Queima com recuperação do calor produzido.skf. A reciclagem via regeneração envolve o processo de frações utilizáveis e valiosas contidas no óleo lubrificante usado e a remoção dos contaminantes presentes. não podendo.Óleo lubrificante usado ou contaminado regenerável: óleo lubrificante que em decorrência do seu uso normal ou por motivo de contaminação. ser regenerado através de processos disponíveis no mercado. pode ser mineral (derivado do petróleo).Gerador de óleo lubrificante usado ou contaminado: pessoa física ou jurídica que. não se entende a combustão ou incineração como reciclagem: VI . produtos de degradação e aditivos dos óleos lubrificantes usados ou contaminados. através de processos disponíveis no mercado. Considerando que a gravidade do ato de contaminar o óleo lubrificante usado com policlorados (PCB's). tenha se tornado inadequado a sua finalidade original. ocorrendo também contaminações acidentais ou propositais. de forma a não causar danos ao meio ambiente. A reciclagem via uso envolve a utilização do mesmo como substituto de um produto comercial ou utilização como matéria-prima em outro processo industrial. conforme definição do item anterior.Rerrefino: Processo industrial de remoção de contaminantes.produto formulado a partir de óleos lubrificantes básicos e aditivos. ou regeneração. em sua NBR 10004. ser regenerado. ou face ao uso de óleos lubrificantes gere qualquer quantidade de óleo lubrificante usado ou contaminado. V . no entanto. ""Resíduos Sólidos . Considerando que o descarte de óleos lubrificantes usados ou emulsões oleosas para o solo ou cursos de água gera graves danos ambientais. conforme especificação do DNC.Óleo lubrificante básico: principal constituinte de óleo lubrificante.Receptor de óleo lubrificante usado ou contaminado: pessoa jurídica que comercialize SKF do Brasil Ltda – Tel. III . IX .SKF Reliability Systems polinucleares. ou importador de óleo lubrificante. XI . ao meio ambiente.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. VII .Para efeito desta Resolução.br/ Pag 120 . ou sintético (derivado de vegetal ou sintese química).com. IV . Considerando que a Associação Brasileira de Normas Técnicas . XII .

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lubrificante no varejo; XIII - Coletor de óleo usado ou contaminado pessoa jurídica, devidamente credenciada pelo Departamento Nacional, que se dedica a coleta de óleos lubrificantes usados ou contaminados nos geradores ou receptores; XIV - Rerrefinador de óleo lubrificante usado ou contaminado: pessoa jurídica devidamente credenciada para atividade de rerrefino pelo Departamento Nacional de Combustíveis (DNC) e licenciada pelo órgão estadual de meio ambiente. Art.2o - Todo o óleo lubrificante usado ou contaminado será, obrigatoriamente, recolhido e terá uma destinação adequada, de forma a não afetar negativamente o meio ambiente. Art. 3o - Ficam proibidos: I - Quaisquer descartes de óleos usados em solos, águas superficiais, subterrâneas, no mar territorial e em sistemas de esgoto ou evacuação de águas residuais; II - Qualquer forma de eliminação de óleos usados que provoque contaminação atmosférica superior ao nível estabelecido na legislação sobre proteção do ar atmosférico (PRONAR) Art. 4o - Ficam proibidas a industrialização e comercialização de novos óleos lubrificantes não recicláveis, nacional ou importados. Parágrafo 1o - Casos especiais serão submetidos a aprovação do IBAMA, com base em laudos de laboratórios devidamente credenciados. Parágrafo 2o - No caso dos óleos não recicláveis, atualmente comercializados no mercado nacional, o IBAMA, no prazo de 90 (noventa) dias a contar da publicação desta Resolução, efetuará estudos e proposição para a sua substituição. Art. 5o - Fica proibida a disposição dos resíduos derivados no tratamento do óleo lubrificante usado ou contaminado no meio ambiente sem tratamento prévio, que assegure: I - A eliminação das características tóxicas e poluentes do resíduo; II - A preservação dos recursos naturais; e III - O atendimento aos padrões de qualidade ambiental. Art. 6o - A implantação de novas indústrias destinadas a regeneração de óleos lubrificantes usados, assim como a ampliação das existentes, deverá ser baseada em tecnologias que minimizem a geração de resíduos a serem descartados no ar, água, solo ou sitemas de esgoto. Parágrafo único: As indústrias existentes terão o prazo de 120 (cento e vinte) dias para apresentar ao Orgão Estadual de Meio Ambiente um plano de adaptação do seu processo industrial, que assegure a redução e tratamento dos resíduos gerados. Art. 7o - Todo o óleo lubrificante usado deverá ser destinado à reciclagem. Parágrafo 1o - A reciclagem do óleo lubrificante usado ou contaminado regenerável deverá ser efetuada através de rerrefino. Parágrafo 2o - Qualquer outra utilização do óleo regenerável dependerá de aprovação do orgão ambiental competente. Parágrafo 3o - Nos casos onde não seja possível a reciclagem, o orgão ambiental competente poderá autorizar a sua combustão, para aproveitamento energético ou incineração, desde que observadas as seguintes condições: I - o sistema de combustão - incineração esteja devidamente licenciado ou autorizado pelo orgão ambiental;
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II - sejam atendidos os padrões de emissões estabelecidos na legislação ambiental vigente. Na falta de algum padrão, deverá ser adotada a NB 1265, "Incineração de resíduos sólidos perigosos - Padrões de desempenho". III - a concentração de PCB's no óleo deverá atender aos limites estabelecidos no NBR 8.371 - "Ascaréis para transformador e capacitores - Procedimento". Art. 8o - Das obrigações dos produtores: I - divulgar, no prazo máximo de 12 meses, a partir da data da publicação desta resolução, em todas as embalagens de óleos lubrificantes produzidos ou importado, bem como em uniformes técnicos a destinação imposta pela lei e a forma de retorno dos óleos lubrificantes usados contaminados, recicláveis ou não; II - ser responsável pela destinação final dos óleos usados não regeneráveis, originários de pessoas físicas, através de sistemas de tratamento aprovado pelo orgão ambiental competente; III - submeter-se ao IBAMA para prévia aprovação o sistema de tratamento e destinação final dos óleos lubrificantes usados após o uso recomendado quando da introdução no mercado de novos produtos nacionais importados. Art. 9o - Obrigações de geradores de óleos usados: I - armazenar os óleos usados de forma segura, em lugar acessível a coleta, em recipientes adequados e resistentes a vazamento; II - adotar as medidas necessárias para evitar que o óleo lubrificante usado venha ser contaminado por produtos químicos combustíveis, solventes e outras substâncias, salvo as decorrentes da sua normal utilização; III - destinar o óleo usado ou contaminado regenerável para a recepção, coleta, rerrefino ou a outro meio de reciclagem, devidamente autorizado pelo orgão ambiental competente; IV - fornecer informações aos coletores autorizados sobre os possíveis contaminadores adquiridos pelo óleo usado industrial durante o seu uso normal; V - alienar os óleos lubrificantes usados ou contaminados proveniente de atividades industriais exclusivamente aos coletores autorizados; VI - manter os registros de compra de óleo lubrificante e alienação de óleo lubrificante usado ou contaminado disponíveis para fins fiscalizatórios, quando se tratar de pessoa jurídica com consumo de óleo for igual ou superior a 700 litros por ano; VII - responsabilizar - se pela destinação final de óleos lubrificantes usados contaminados ou regeneráveis através de sistemas aprovados pelo orgão ambientaL competente; VIII - destinar o óleo usado não regenerável de acordo com a orientação do produtor, no caso de pessoa física. Art. 10o - Obrigações dos receptores de óleos usados I - alienar o óleo lubrificante contaminado regenerável de acordo com a orientação do produtor ou rerrefinador autorizado; II - divulgar, em local visível ao consumidor a destinação disciplinada nesta Resolução, indicando a obrigatoriedade do retorno dos óleos lubrificantes usados e locais de lubrificantes usados; III - colocar, em lugar visível ao consumidor a destinação disciplinada nesta Resolução, indicando a obrigatoriedade do retorno dos óleos lubrificantes usados e locais de recebimento; IV - reter e armazenar os óleos usados de forma segura acessível a coleta, em recipientes adequados e resistentes a vazamentos, no caso de instalações próprias.

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Art. 11o - No caso dos postos de abastecimentos e embarcações não se aplica a exigência de instalações de troca de óleo lubrificante, devendo o gerenciamento do óleo lubrificante usado a legislação específica. Art. 12o - Obrigações dos coletores de óleos usados: I - recolher todo o óleo lubrificante usado ou contaminado regenerável, emitindo, a cada aquisição, para o gerador ou receptor, a competente Nota Fiscal, extraída nos moldes previstos pela Instituição Normativa nr. 109/84 da Sociedade da Receita Federal; II - tomar medidas necessárias para evitar que o óleo lubrificante usado venha a ser contaminado por produtos químicos, combustíveis, solventes e outras substâncias; III - alienar o óleo lubrificante usado ou contaminado regenerável coletado, exclusivamente ao meio de reciclagem autorizado através de Nota Fiscal de sua emissão; IV - manter atualizados os registros de aquisição e alienações bem como cópias dos documentos legais a elas relativos, disponíveis para fins fiscalizatórios, por 2 anos; V - responsabilizar-se pela destinação final de óleos lubrificantes usados ou contaminados não regeneráveis, quando coletados através de sistemas aprovados pelo orgão ambiental competente; VI - garantir que as atividades de manuseio, transporte e transbordo do óleo usado colocado sejam efetuadas em condições adequadas de segurança e por pessoal devidamente treinado, atendendo a legislação pertinente. Art.13o - Obrigações dos rerrefinadores de óleos usados: I - receber todo o óleo lubrificante usado ou contaminado regenerável, exclusivamente de coletor autorizado; II - manter atualizados os registros de aquisições de alienações, bem como cópias dos documentos legais a eles relativos, disponíveis para fins fiscalizatórios por 2 anos; III - responsabilizar-se pela destinação final de óleoes lubrificantes usados ou contaminados não regeneráveis, através de sistemas aprovados pelo orgão ambiental competente; IV - os óleos lubrificantes rerrefinados não devem conter compostos policlorados (PCB's) em teores superior a 50 ppm; Parágrafo único - Os óleos básicos procedentes do rerrefino não devem conter resíduos tóxicos ou perigosos, de acordo com a CB 155 e não conter policlorados (PCB' s/ PCB's) em concentração superior a 50 ppm (limite vigente para óleos aprovados pelo orgão ambiental competente). Art. 14o - Armazenagem de óleos lubrificantes usados ou contaminados: as unidades de armazenamento do óleo lubrificante usado devem ser construídas e mantidas de forma a evitar infiltrações, vazamentos e ataque pelo seu conteúdo e riscos associados, e quanto ás condições de segurança no seu manuseio, carregamento e descarregamento, de acordo com normas vigentes. Art. 15o - Embalagens e transporte de óleos lubrificantes usados ou contaminados: as embalagens destinadas ao armazenamento e transporte de óleo lubrificante usado devem ser construídas de forma a atender aos padrões estipulados pelas normas vigentes. Art. 16o - O CONAMA recomendará ao Ministério da Fazenda a vista dos problemas ambientais descritos nos considerandos desta Resolução que sejam realizados estudos no

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Art.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. gasolina e diesel.274.com.br/ Pag 124 .SKF Reliability Systems sentido de considerar não tributável a receita obtida com a alienação. nos moldes deste instrumento. 19o . tais como: natureza da operação.O não cumprimento ao disposto nesta Resolução acarretará aos infratores as sanções previstas na Lei 6. A reutilização do óleo fica condicionada ao grau e ao tipo de contaminação existente durante sua utilização. (melhorador de IV e detergente/dispersantes). senão em uma pequena parcela. qualidade e seleção adequada do óleo. de 31 de Agosto de 1981. partículas e óxidos metálicos. RECICLAGEM DE ÓLEOS USADOS · Classificação · Reciclagem por Processos Físicos · Reciclagem por Processos Químicos · Reciclagem por Processos Complexos · Processo de regeneração ácido-argila Meinken. Art. taxa de circulação do óleo.938. do óleo lubrificante usado ou contaminado ou regenerável. capacidade do sistema e sistema de reciclagem. Os produtos insolúveis são: hidrocarbonetos oxidados. de 6 de Junho de 1990. Parágrafo único .skf. Dos produtos solúveis. Dentre os produtos leves. a mistura será considerada como óleo usado não regenerável. os mais comuns são: água. destacamos todos os compostos oxidados e aditivos previamente incorporados. e na sua regulamentação pelo Decreto 99. Art. Compostos solúveis. Os contaminantes mais comuns nos óleos lubrificantes usados são: • • • Produtos leves.Os óleos lubrificantes usados ou contaminados reconhecidos como biodegradáveis. 18o .Caso o óleo usado biodegradável seja misturado ao óleo usado regenerável. O quanto de impurezas se acumulam em um sistema de lubrificação depende de muitos fatores.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. 17o . · Pré-tratamento Térmico · Outros Processos Classificação: O óleo lubrificante por si só não se desgasta. pelos processos convencionais de tratamento biológico. não são abrangidos por esta resolução. controle adequado da refrigeração. condições mecânicas do sistema. Compostos insolúveis. cargas e temperatura de funcionamento. quando não misturados aos óleos lubrificantes usados regeneráveis. SKF do Brasil Ltda – Tel.

o Tratamento de óleos de corte. 2. a reciclagem pode ser classificada em três categorias: 1. permitindo assim sua reutilização. Dentro desse conjunto de processos desenvolvidos. Outro grupo de processos utiliza reações químicas para obter produtos e a purificação dos mesmos. o Desgaseificação. Processos complexos: o Tratamento de óleos hidráulicos e óleos de circulação. o Tratamento de óleos de turbina. Processos físicos: o Sedimentação.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. mediante processos específicos. SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 125 . alguns são de natureza física.skf. o Centrifugação. 3. utilizam apenas as diferenças entre as propriedades físicas dos componentes para separá-los em diversos produtos.SKF Reliability Systems Grau de contaminação das várias aplicações Produtos de Aplicação Sólidos deterioração Óleo circulação A A Óleo turbina A A Óleo compressor P P Óleo hidráulico P A Óleo engrenagem A A Óleo para motor A M Óleo isolante N A Óleo laminação A P Óleo corte M P Óleo têmpera M M Óleo transf. Calor P A P = pouca A = alguma M = muita N = nenhuma Água M A A P A A A P P A N Diluição N N N N N A N N N N N A reciclagem nada mais é que o tratamento adequado do óleo usado. isto é. o Extração por solvente. o Desidratação. o Hidroacabamento. o Destilação. o Filtração. o Tratamento de fluidos sintéticos resistentes ao fogo. Assim.com. o Neutralização. o Tratamento de óleos isolantes. o Tratamento de óleos automotivos. Processos químicos: o Acidulações.

deve ser removido e uma nova fila de papéis deve ser colocada.quando se emprega um elemento com características seletivas de retenção.parte finamente dividida das impurezas retidas pelo elemento. São usadas três ou quatro espessuras de papel de filtro. por um período de tempo suficiente e adequado. É óbvio que os produtos oxidados que têm a mesma densidade do óleo não são removidos. · Tela . É necessário definir alguns termos: · Micron . São geralmente classificados como: profundos e artificiais.consiste em fazer passar o óleo através de certos materiais que retêm as partículas sólidas. SKF do Brasil Ltda – Tel. Filtros-prensa . estopa.equipamento que retém os sólidos e impurezas solúveis.SKF Reliability Systems Reciclagem por Processos Físicos a) Sedimentação .consiste em passar o óleo através de um certo número de papéis de filtro. · Filtrado . os filtros mais utilizados são: Filtro de cartucho cambiável . do custo e do desempenho. · Eficiência do elemento . b) filtros de algodão.remove partículas sólidas na faixa de 50 a 60 mícrons. A superfícies das placas estão ranhuradas vertical e horizontalmente.remove partículas sólidas na faixa de 75 a 100 mícrons. Algumas impurezas se separam lentamente e outras mais rapidamente.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. suporte e papéis têm em cada lado inferior. sem agitação.profundidade da filtração pela retenção superficial. Os aparelhos filtrantes variam largamente em função do princípio de operação. Quando o papel perto do suporte fica sujo. A introdução do vapor (70 a 80ºC) não só aquece o óleo. Quando se deixa o óleo em repouso.consiste em deixar o óleo usado em um tanque de fundo cuneiforme.skf. papel e celulose. Podem ser classificados em quatro tipos genéricos: a) filtros de placa. · Absorção . · Absorção . Todas as bocas de entrada de óleo devem sempre estar providas de telas de tamanho e malha micrométrica adequados. Algumas impurezas são tão leves que se torna impossível purificar o óleo sem a utilização de certos procedimentos que aceleram a decantação. a fim de evitar a entrada de materiais estranhos.razão entre o número de partículas removidas e o número total de partículas presentes no óleo. · Elemento .com. das impurezas sólidas e do óleo. · Filtro . Os óleos mais fluidos se separam das matérias em suspensão com maior facilidade do que os mais viscosos. pois do contrário iriam formar-se correntes que dificultariam a sedimentação das impurezas. d) filtros magnéticos. Na realidade.porção do óleo que passar pelo filtro. Esses procedimentos incluem o aquecimento pelo vapor ou água quente. as telas também são filtros. formando a entrada a saída do óleo.medida linear do tamanho da partícula (10-6m). Placas. c) filtros que empregam argilas ativas. ao quais estão colocados entre placas ou suportes de aço fundido ou liga de alumínio. permitindo assim a passagem do óleo. é importante desligar o aquecimento. · Partículas . Quanto à aplicação. Este método depende da densidade da água.br/ Pag 126 .são usados para clarificar os fluidos. b) Filtração . adição de coagulantes etc. como também atua de tal forma que as impurezas leves são arrastadas para o fundo do tanque juntamente com as mais pesadas. pois eliminam apenas partículas grosseiras.

Essas argilas poderão ser classificadas em dois grupos: a) aquelas que são naturalmente ativadas e podem ser usadas em estado natural. O primeiro grupo é conhecido como "terra fuller" e é preparado em três seqüências: · britagem da argila bruta. A pasta é extraída continuamente pela base da torre. a qual atua como um reservatório. Geralmente o adsorvente é adicionado à carga de óleo por dosagem automática. · lavagem das impurezas. Um aumento considerável na pressão 4. O filtro compreende um certo número de discos circulares de papel de pouca espessura. Algumas operações necessitam de SKF do Brasil Ltda – Tel.com. O outro grupo é bem mais complexo.são projetados especialmente para remover contaminantes insolúveis. A pasta de óleo adsorvente entra em aquecedor de um aparelho de destilação. sistema central contínuo ou por desvio e sistema de filtração central. para posterior separação do óleo descolorido do adsorvente usado. Sistema de filtração . alumina ativa. passada através de um permutador de calor para aquecer a carga de óleo frio e então vai para uma câmara de compensação de filtro.são recomendados quando contaminantes solúveis de natureza polar devem ser removidos. cada um com um furo circular no centro. A filtração é levada a cabo por gravidade ou por alimentação sob pressão. Geralmente se empregam as seguintes seqüências: · preparação da argila bruta para carregamento nos recipientes de ativação. no qual a temperatura de contato máximo é obtida em uma operação única e direta.consiste em usar o magnetismo para remover partículas ferrosas. Sua eficiência depende do tamanho da partícula a ser removida e da viscosidade do fluido. Filtros magnéticos .consiste em filtrar o óleo sob o vácuo a uma temperatura de 75 a 80º e a uma pressão de 60 a 80 mmHg. b) aquelas que são naturalmente inativas e exibem poderes absorventes após ativação química. · ativação. bauxita. · trituração da argila seca no tamanho de partícula desejado. Filtração por contato . Filtros de linha . Essas argilas são de origem bentonítica.existem três sistemas: sistema contínuo individual. Do aquecedor a pasta entra em uma torre de contato a vácuo.5 a 5 Kg/cm2 em temperatura normal. · secagem da argila britada.consiste em misturar o óleo lubrificante com um adsorvente de malha fina. Eles são empilhados sobre uns tirantes verticalmente montados e prensados por meio de fortes molas. Esse material possui excelentes propriedades cáusticas. filtrando diretamente em uma solução. · desidratação. a qual é geralmente cheia com uma argila ativa.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. · trituração no tamanho de partícula desejado. O processo de filtragem consiste na passagem do óleo através de uma camada filtrante. · secagem.SKF Reliability Systems Esses filtros são providos de indicador de pressão.skf. e a temperatura variando até 120ºC. Filtros inertes . O único outro adsorvente que é usado largamente é a bauxita ativada. aquecendo-se por um curto período. Filtros adsorventes empregam terra fuller. O óleo circula radialmente através dos papéis até o tirante e sai pela parte superior do filtro.br/ Pag 127 . especialmente impregnados. Filtros ativos ou adsorventes . indica que os papéis estão saturados.

As diferentes aparas. oxidam e formam asfaltenos que se precipitam no sistema de refrigeração. o principal problema envolvido na filtração de óleos de corte é a remoção das aparas da operação de corte. reservatório e óleo. que geralmente compreende: bombas. para prevenir a deposição desses asfaltenos. válvulas. d) Desgaseificação . Quando filtradas. É especialmente recomendado para remover as aparas do óleo de corte. o tipo de óleo.a purificação centrífuga é um processo mecânico pelo qual a separação das impurezas dos líquidos é acelerada. Em áreas de elevada umidade. na coluna inferior com uma bomba de circulação. os equipamentos atuados hidraulicamente têm ganhado espaço. formando uma camada sobre os tubos. visando acelerar o processo. Este processo é especialmente utilizado na secagem de óleos isolantes. a quantidade de contaminantes e o grau de filtração desejado pesam na seleção do sistema de filtração adequado. em que se obtém um conteúdo de água na faixa de 1 g/t.br/ Pag 128 . Assim. tem aumentado o uso dos fluidos sintéticos. A centrifugação é utilizada com sucesso na purificação dos óleos para filtro de ar. Nos últimos anos. a instalação de secadores reduzirá a concentração de água no sistema. sob pressão normal. O óleo circula em um fluxo contínuo através de um trocador de calor. Recentemente. o filtro de cartucho de algodão é o que apresenta melhor desempenho. A maioria dos sistemas hidráulicos é provida de telas par remover partículas grandes. enquanto que em outras o óleo é aplicado por vários dias. dificultando a transferência de calor. Na filtração de óleos de motor. c) Centrifugação . óleos isolantes. A filtração contínua é melhor método para manter o óleo em boas condições. captado em uma unidade central e de lá retorna para uso. para aumentar a eficiência da desgaseificação e desumidificação. motor hidráulico. óleos para compressores.SKF Reliability Systems filtração contínua para uma máquina. por causa das suas características antiinflamatórias e antioxidantes. atravessa o trocador de calor e retorna à coluna superior. Desse circuito. Não remove aditivos e ocupa pequeno espaço. fazendo-se girar em altas velocidades periféricas.consiste em passar o óleo lubrificante por uma coluna de dois estágios que operam independentemente. O processo de centrifugação é econômico para grandes volumes de óleo. algumas aparas formam um bolo que impede o fluxo de óleo. tubos. até o limite de 80 ºC. assim a força centrífuga serve de agente acelerador. Os óleos de têmpera. Geralmente o óleo é aquecido previamente.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.skf. na parte superior da coluna. A eficiência é função do tipo do óleo e do serviço. O grande problema da eficiência da filtração é a presença de água em quantidades consideráveis. uma certa quantidade de óleo desidratado é removida para o segundo estágio. devido às suas condições operacionais. A água e as frações leves são retiradas pelo topo da coluna e condensadas em um condensador. O primeiro estágio consiste em aquecer o óleo na faixa de 160º a 200ºC. por causa das vantagens do mecanismo hidráulico. óleos de motor e óleos de tempera. o fluxo.consiste de uma câmara de alto vácuo com um embutimento contendo pequenos anéis de metal ou peças de cerâmica para obter uma grande superfície. conexões. óleos para mancais de vagão de turbina. Geralmente alguns estágios são conectados em série. onde de lá é resfriado. óleos hidráulicos. SKF do Brasil Ltda – Tel.com. Filtros inertes e ativos são bastante eficientes. são empregados filtros de terra fuller. e) Desidratação térmica . Assim.

: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. O ácido cresílico. O óleo quente é colocado em contato com o vapor em uma torre de extração. acumulador e instrumentação. bombas. · Seletividade do solvente. na destilação do cru reduzido à destilação atmosférica. pois pode ser aplicado a qualquer tipo de óleo lubrificante de origem parafínica. os constituintes indesejáveis são removidos por uma mistura de fenol e água. Quando se destila petróleo cru. trocadores de calor. tubulações. Nesses casos. os seguintes fatores são considerados: · A faixa dos pontos de ebulição dos componentes. fenol. condensadores. · Facilidade de recuperação do solvente. A escolha do solvente depende dos seguintes fatores: · Características do óleo lubrificante. coluna de extração por vapor.é o processo mais empregado. O propano pode ser usado em combinação com outros solventes. armazenagem. resfriadores. o rendimento da fração de óleos lubrificantes geralmente é reduzido em 10 a 15% pelo uso de altas temperaturas. como fenol e ácido cresílico. tanque. furfural estão entre os solventes mais usados para incrementar a qualidade do óleo lubrificante.br/ Pag 129 . utiliza-se a destilação sob vácuo ou pelo uso de grande quantidade de vapor. conexões.SKF Reliability Systems f) Extração por solvente .todo processo de destilação requer os seguintes equipamentos: aquecedores. A destilação a vácuo é especialmente indicada para reduzir um estoque residual em asfalto. SKF do Brasil Ltda – Tel. Em um sistema típico. Certos óleos possuem pontos de ebulição tão elevados que não podem ser vaporizados à pressão atmosférica. Temperaturas elevadas resultam em uma perda do lubrificante viscoso. o óleo a ser tratado flui através de uma torre de tratamento em contra-corrente a um vapor da mistura fenol-água. Uma temperatura média é requerida. g) Destilação . · A estabilidade térmica. borras. · Características das fases. Para adaptar esses equipamentos ao tipo de matéria-prima.skf. compostos asfálticos etc. na qual os lubrificantes menos viscosos e o gás óleo são produzidos. No processo fenol.com. torre de fracionamento. A função do solvente é distribuir o óleo em duas fases imiscíveis: fase de extração e fase de refinado. mas também indesejáveis resinas. Geralmente a matéria-prima não só contém hidrocarbonetos parafínicos e naftênicos. · As especificações das frações a serem obtidas. A extração por vapor é usada para aumentar o ponto de fulgor da maioria dos óleos pesados. na produção de óleos de cilindro e na produção de óleos com baixo teor de carbono. A pressão na torre é a atmosférica e a temperatura varia na faixa de 60 a 90ºC.

o uso de ácido sulfúrico concentrado é especialmente indicado para a produção de certos tipos de óleos minerais. obtém-se uma melhor resistência à oxidação e uma redução do resíduo de carbono. c) Hidroacabamento . esses sistemas são providos de telas de 80 a 100 mesh e um filtro de 25 mícrons. o óleo desidratado é bombeado através de um filtro adsorvente para extrair as impurezas remanescentes e compostos ácidos. Reciclagem por Processos Complexos a) Tratamento de óleos hidráulicos e óleos de circulação . Esse tratamento é feito em um tanque de fundo abaulado. sem tomar parte de reação.SKF Reliability Systems Reciclagem por Processos Químicos a) Acidulação . formando depósitos nos tubos de óleo e orifícios. A primeira dissolve-se no óleo em temperaturas normais de operação e precipita-se em temperaturas mais baixas. tanque intermediário. Quimicamente. b) Tratamento de óleo de turbina . Existem dois tipos de borras: a solúvel e a insolúvel no óleo. Geralmente são equipados com um filtro de 10 mícrons. álcoois. com o objetivo de neutralizar os ácidos presentes. sob 1 Kg/cm2. Em certos casos. então é aquecido a 60ºC e enviado a uma unidade de destilação a vácuo. Geralmente. óleos brancos e óleos isolantes. A borra insolúvel é arrastada com o óleo em circulação.estes sistemas operam em pressões da ordem de 175 Kgcm2. óleos medicinais. Geralmente é necessário um tempo de decantação de aproximadamente 24 horas para haver a completa deposição da borra. O tratamento por ácido sulfúrico (92 a 98% puro) compreende um reator central. O ácido ataca os hidrocarbonetos insaturados. provido de um agitador. tanque de sedimentação. para a complementação adequada de aditivos. b) Neutralização . O hidrogênio no reator atinge de 30 a 50 Kg/cm2.br/ Pag 130 . A viscosidade geralmente aumenta. São providos de filtros muito finos para remover partículas na faixa de 3 mícrons de diâmetro.o óleo usado é bombeado através de um filtro para reter partículas sólidas. tanque para borra ácida e instrumentação. impedindo que os mancais SKF do Brasil Ltda – Tel. Em temperaturas normais (30 a 40ºC). · Sistemas de alta pressões de óleo . a uma temperatura de 280 a 340ºC. A seguir.o hidrogênio age para saturar hidrocarbonetos instáveis. O óleo nessas condições é levado ao laboratório a fim de que se analisem as características físico-químicas. convertendo-os em sais.consiste em adicionar soda ou potassa cáustica ao óleo. água e calor. como se evidencia pela precipitação de substâncias resinosas ou asfálticas e pela formação de ácidos orgânicos.com. Além de melhorar a cor. produzindo esteres.quando o óleo é intimamente exposto ao ar. A tendência à emulsificação e à formação de resíduo carbonoso é sensivelmente reduzida. Os sistemas hidráulicos e de circulação podem ser assim classificados: · Sistemas de baixa pressão de óleo .skf. polímeros e produtos oxidados. provido de bomba dosadora.sistema de lubrificação da máquina de papel e de laminadores operam em pressões da na ordem de 70 Kg/cm2. a borra pode entupir parcial ou totalmente as linhas de óleo. A borra atua também como catalisador na formação de novas borras.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. · Sistemas de média pressão de óleo . o ácido sulfúrico reage menos com hidrocarbonetos parafínicos e naftênicos. da qual a água é extraída até atingir cerca de 2 ppm. uma certa parte de seus constituintes oxida-se.estes sistemas operam em pressões fluidas acima de 175 Kg/cm2 ou sistemas que contêm servo-válvulas. em uma taxa de reciclagem da ordem de 100 a 200 m3 de hidrogênio puro por m3 de óleo a 15ºC. essa precipitação é chamada de borra.

· Decantação e centrifugação . tornando impraticável para o agente emulsionante manter o óleo finamente disperso em fase aquosa. Esses ácidos e sabões são muito ativos ao acelerar a formação de emulsões. compostos de uma suspensão de pequenas gotas de óleo em água.com. o óleo de turbina deve ser purificado periodicamente por uma seqüência de processos que removam integralmente esses contaminantes. · Centrífuga . O óleo decantado passa então através de um filtro prensa e retorna ao sistema. Grande parte da água.são emulsões. Esta operação é feita com o óleo ainda quente para que a borra solúvel seja retirada. · Óleo de corte transparente . é preciso definir alguns termos.pedaços de metal produzidos na operação de corte.antes de detalhar o processo de purificação.consiste em retirar o óleo da turbina em intervalos adequados. ácidos ou combinações desses compostos. incluindo os seguintes tipos: leitoso. após decantado. Os métodos freqüentemente aplicados são: · Decantação e filtração . SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 131 . · Quebra de emulsão . O reagente usado deve ser cuidadosamente.um eletrólito é adicionado.são óleos minerais que podem ser misturados com aditivos para incrementar seu desempenho. · Purificação contínua .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.tanto a filtração como a centrifugação podem ser empregadas no processo contínuo de tratamento de todo o óleo do sistema ou de bateladas parciais retiradas em intervalos regulares. o óleo limpo e a água são descarregados em bocais separados.são soluções de ativos anticorrosivos e de extrema pressão em água que podem incorporar uma pequena concentração de óleo mineral.a diferença consiste em passar o óleo. · Purificação parcial . c) Tratamento de óleos de corte . · Óleos de cortes solúveis . enquanto as matérias sólidas são coletadas no recipiente cônico do fundo por onde são removidas. Os ácidos livres liberados pala oxidação atacam o metal do sistema.SKF Reliability Systems recebam óleo. Se os produtos dessas reações forem tirados do óleo após um processo de purificação.skf. translúcido e extrema pressão. Em um purificador centrífugo.conserva-se o óleo em repouso durante 10 a 15 dias. Assim. de materiais estranhos e compostos insolúveis sedimentam-se. eles podem retornar ao sistema para serem usados novamente durante longo período.é o equipamento usado para remover o óleo de corte da limalha. · Óleos de cortes sintéticos . por uma centrífuga. e os mais usados são: sulfato de alumínio e de ferro. formando sabões metálicos. tais como: · Aparas .

o problema da contaminação é eliminado. onde são decantados. pois nem sempre uma única aditivação pode atender as necessidades de lubrificação e refrigeração das diferentes operações de corte.skf. e) neutralizar a água. No caso de uma fábrica ter padronizado um único óleo para todas as operações.vários são os fatores que afetam as condições de serviços e vários testes são necessários para avaliar o desempenho dos óleos isolantes: poder dielétrico.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. se necessário. b) adicionar reagente quebrador da emulsão. A relação entre a tensão superficial e o número de neutralização é demonstrado abaixo. c) prover aquecimento. d) Tratamento de óleos isolantes . É muito importante a racionalização do número de tipos. Quando se emprega mais de um óleo. além da possibilidade de contaminação com os óleos do sistema hidráulico e da caixa de engrenagens.com. Sistema de purificação de óleo de corte. tensão interfacial são os principais.br/ Pag 132 . Um dos grandes problemas no tratamento de óleos de corte é a variedade de tipos. número de neutralização. pois partículas sólidas e umidade são mais facilmente removidas quando a viscosidade é menor. SKF do Brasil Ltda – Tel. d) remover o óleo. O óleo passa então por um filtro e uma centrífuga. É vantajoso o pré-aquecimento do óleo antes da centrifugação. normalmente eles são todos misturados em um tanque coletor.SKF Reliability Systems Os estágios de tratamento são: a) coleta em um tanque de armazenagem. há a possibilidade de reduzir o desempenho da operação de corte. Quando óleos de corte multifuncionais podem ser utilizados.

Geralmente se utiliza a tensão interfacial como parâmetro de controle. tira-se uma amostra do óleo tratado.com. o desgaseificador. Os elementos básicos para o tratamento de um óleo isolante são: o aquecedor. Elementos básicos de tratamento. bombas e tubulações. Esse sistema pode ser apresentado em unidade móvel ou fixa. por ser uma característica bastante sensível. o perrolador.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Na tubulação de entrada do óleo. SKF do Brasil Ltda – Tel. Em certos casos é fundamental o tratamento do óleo no campo.SKF Reliability Systems Curva da tensão interfacial. é processado e retorna pela parte superior (Figura 48. especificando assim o término do tratamento.br/ Pag 133 .6). O número de neutralização crítico classifica o óleo isolante. para determinar se o óleo já está aceitável. permitindo indicar o grau de limpeza do interior do transformador.skf. onde o óleo sai pela parte inferior do transformador. pois a partir desse valor a oxidação aumenta rapidamente.

0 a 3. tais como água ou óleo.55.15 a 0. a neutralização química reduz a valores aceitáveis na faixa de 0. Os materiais solúveis incluem os aditivos previamente incorporados.50 a 0.25.com.a etapa final é a incorporação de um pacote de aditivos que provem proteção contra a corrosão e passivador de metal.0 mg KOH/g. A influência da temperatura.br/ Pag 134 . o fluído é filtrado em um filtro de 10 mícrons para garantir a remoção de partículas abrasivas. · Neutralização . óleos hidráulicos. elevam a acidez para 1.os óleos automotivos compreendem os óleos de cárter. Os contaminantes nos óleos automotivos podem ser assim classificados: produtos voláteis. materiais solúveis e materiais insolúveis. partículas metálicas.SKF Reliability Systems Controle de tensão interfacial.após a destilação a vácuo. fluidos para transmissão automática. óleos de transmissão. Os materiais insolúveis incluem fuligem. SKF do Brasil Ltda – Tel. os produtos oxidados e os contaminantes. e) Tratamento de fluidos sintéticos resistentes ao fogo .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.reduz a acidez devido ao prolongado uso.líquidos insolúveis. · Filtração . · Tratamento de óleos automotivos .água e outros fluidos voláteis são removidos por destilação a vácuo. óxidos metálicos e poeira.processo envolve as seguintes fases: · Sedimentação . e partículas sólidas são separadas do éster fosfato. Os componentes voláteis são água e combustível. O fator de geração de óleos automotivos em óleos automotivos usados está na faixa de 0. · Extração . · Reconstituição . em certos casos.skf.

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As características típicas de um óleo são:

Atualmente, o tratamento de óleos automotivos vem se tornando bastante complexo, em face dos aditivos e da quantidade de impurezas acumuladas devido aos intervalos cada vez maiores. A inclusão de óleos industriais deve-se ao fato de que alguns desses óleos são de origem parafínica, assim, após suas características não mais permitirem sua continuidade em serviço, podem ser misturados aos óleos automotivos usados. Tecnicamente é recomendável que os óleos ferroviários usados sejam segregados para receberem o tratamento adequado. Na linguagem comercial, utiliza-se o nome re-refino para indicar o tipo de tratamento a que são submetidos esses óleos usados. Re-refino é o tratamento do óleo usado, em uma seqüência de processos, que remove todos os contaminantes, incluindo água, sólidos, diluição, produtos de oxidação e aditivos previamente incorporados ao óleo básico. Dentre os processos de re-refino, destacamos os seguintes: 1. Ácido/argila (Bernd Meinken). 2. Extração por solvente (Instituto Francês do Petróleo). 3. Destilação/argila. 4. Destilação/hidrogenação. 5. Extração seletiva a propano com tratamento ácido. 6. Extração a propano com hidroacabamento. 7. Pré-tratamento térmico. 8. Ultrafiltração e adsorção. 9. Outros processos. Ácido/Argila (Bernd Meinken)

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Processo de regeneração ácido-argila Meinken. O fluxo mostrado acima, compreende as seguintes etapas:
• • • • • • •

Decantação; Desidratação; Acidulação; Extração a vapor; Tratamento por argila; Destilação e fracionamento; Filtração. Características dos óleos produzidos

Após o óleo, é enviado para a desidratação térmica. Esta etapa é feita á temperatura de 160 ºC e pressão atmosférica. O óleo desidratado (menos de 0,1% em peso de água) é então resfriado para 32 a 41 ºC e bombeado para os ataques de acidulação, onde, após o óleo receber certa dosagem (6 a 10%) de ácido sulfúrico concentrado (92-96%), deverá permanecer cerca de 24 horas - tempos de residência. A borra sai pelo fundo do tanque e o óleo acidulado é percolado (2,5% de argila) e de lá enviado para um aquecedor, onde os compostos voláteis vão para uma coluna, chamada spindle que opera sob um vácuo de 80 mmHg. A última etapa é a da filtração. Extração por Solvente (IFP - Instituto Francês do Petróleo) O fluxograma típico é apresentado na Figura 48.9, compreendendo as seguintes etapas:
• • • • • • •

Decantação; Desidratação; Extração por solvente; Acidulação; Percolação; Destilação e fracionamento; Filtração.

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Características dos óleos básicos re-refinados produzidos.

Processo IFP.

O óleo decantado e desidratado é misturado com propano. A unidade de extração por propano opera 500 psige a elevadas temperaturas. O propano contendo óleo dissolvido é extraído pelo topo da unidade, enquanto os produtos asfálticos e produtos oxidados são removidos pelo fundo. Esse resíduo é misturado com combustível para sua completa queima. A solução óleo e propano é enviada para uma unidade de recuperação do propano e o óleo vai para a acidulação (2 a 4%), percolação (2%) e filtração. Destilação/Argila

O óleo usado é aquecido em um forno a 150 ºC e depois enviado a uma torre de destilação, onde pelo topo são removidos a água e hidrocarbonetos leves e pelo fundo, o resíduo. Mistura-se a esse resíduo cerca de 0,2 a 2% de hidróxido (cálcio, sódio, potássio) e nafta, para quebrar a emulsão óleo-água e precipitar sódios. Esses materiais são removidos por uma

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Destilação / Hidrogenação.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.br/ Pag 138 . onde o óleo é aquecido a 360 ºC. O corte intermediário é percolado e filtrado e pode inclusive sofrer um hidrocarboneto.SKF Reliability Systems centrífuga. Extração Seletiva a Propano com Tratamento Ácido SKF do Brasil Ltda – Tel.com. O óleo centrifugados é enviado para uma torre de destilação a vácuo (80 mmHg).skf.

com.F. 4.8%. de 75 para 82. 4. 2.skf. Eliminação do consumo de cal. 2. como exemplo. Aumento do rendimento da produção.P. Tratamento com argila ativada. 5. 6. Redução do consumo de ácido sulfúrico. Pré-tratamento preflash. maior estabilidade da cor. Na extração é obtido um resíduo (4% do óleo usado) que pode ser queimado em forno especial depois de misturado com óleo combustível.SKF Reliability Systems Extração Seletiva a propano com tratamento ácido . Extração Seletiva a Propano com Hidroacabamento A substituição do tratamento ácido que se segue á clarificação por propano por um tratamento SKF do Brasil Ltda – Tel.2 para 2%. as vantagens desse processo sobre o convencional são: 1. Destilação fracionada. Tratamento com ácido sulfúrico. Redução da borra ácida. Para obter características do produto resultante e os dados sobre operação e investimento. Seqüência do processo: 1. 3. 5.I. Redução do consumo de argila.9%.2 para 0.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Em resumo.br/ Pag 139 . na mesma proporção. 7. Melhora da qualidade do produto. Extração por propano. de 3. de 3. Redução da borra argilosa. de 10 para 2%. 3.

Seqüência do processo: 1. O resíduo da extração é da ordem de 5% do óleo usado e poderá ser queimado em forno após mistura com óleo combustível.br/ Pag 140 .com. 3. c) redução da borra de óleo. traz a vantagem de incluir técnicas que permitem automatização. 2. Depois de um tratamento ácido a 2% e a 35 ºC (95 ºF).3%. 6.skf. de 75 para 81. e e) melhora na qualidade do produto produzido. Tratamento com cal. Esses problemas são devolvidos à presença de compostos organo-metálicos e halogenados. Tratamento com argila ativada.SKF Reliability Systems a hidrogênio permite eliminar o uso do ácido sulfúrico. Destilação fracionada.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. Esse processo. Hidroacabamento. 1. bem como compostos que contêm oxigênio. O hidroacabamento dos óleos usados introduz problemas que não são encontrados na hidrogenação dos óleos básicos produzidos em refinarias. Extração por propano.8%. b) eliminação da borra ácida. 5. Depois da remoção da água e da gasolina.2 para 1. 2. e que afetam o tempo de duração dos catalizadores e dos equipamentos do processo. Pré-tratamento "Prefash". 4. Depois de um tratamento com argila a 2% e a 288 ºC (550 ºF). As vantagens deste processo sobre o convencional são as seguintes: a) eliminação do consumo de ácido sulfúrico. SKF do Brasil Ltda – Tel. d) aumento do rendimento da produção. além da eliminação do tratamento ácido e dos problemas de poluição dele decorrentes. de 3.

O IFP desenvolveu um método de pré-tratamento térmico aplicável ao óleo usado bruto pelo qual ele é submetido a uma alta temperatura ao passar por um forno tubular. como nos de multoviscosidade. 2. que não requer o uso de ácidos ou solventes nem período de decantação. c) redução de 40% na quantidade de resíduo ácido. o óleo apresenta-se purificado. A adsorção é um processo de acabamento alternativo ao da hidrogenação. podendo seu rendimento atingir 97%. A inclusão desse pré-tratamento no processo ácido-argila convencional apresenta vantagens. Essas membranas são produzidos pela Rhone Poulenc (Rhodia). O processo requer que a matéria-prima seja óleo usado proveniente de motores de combustão interna. e d) aumento de 4% no rendimento do processo. sem misturas com óleos de outras naturezas. Para um rendimento elevado. essa característica típica é eliminada. um pouco acima do rendimento da ultrafiltração. Compreende uma série de estágios. livre de quase todos os contaminantes. Outros Processos 1. A Segunda fase inclui uma unidade de hidrotratamento catalítico. a fim de reduzir sua viscosidade. Seus aspectos originais são um tratamento com sódio e o uso da destilação. o pré-tratamento térmico melhora a qualidade do óleo ultrafiltrado. Segue-se uma evaporação por meio de um equipamento de destilação a curto caminho. que torna o processo inócuo ao meio ambiente. pela sua presença substancial em certos óleos. à exceção dos produtos de oxidação que são constituintes solúveis não retidos pelas membranas. Tanto a temperatura como o tempo de permanência são fixados. e pela sua natureza dispersante-detergente. a seguir enunciadas: a) redução de 50% no consumo de ácido sulfúrico. a mistura de óleos usados é desidratada e os componentes leves são retirados. No primeiro.SKF Reliability Systems Pré-tratamento Térmico Uma das principais dificuldades dos tratamentos convencionais da re-refino são os aditivos.5% a 1% no consumo de argila ativa. Os produtos gasosos desta reação e outras substâncias são então separados do óleo básico por destilação. Ultrafiltração e Adsorção Na ultrafiltração. O óleo a ser filtrado é diluído por um solvente. aproximadamente neutra. que pode ser contínuo ou intermitente.skf. compreende duas fases: a primeira é a de desmetalização e separação de contaminantes. b) redução de 0. No caso de aditivos do tipo detergente-dispersante.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. a operação deve ser efetuada em dois estágios. Esta fase destaca-se por sua alta eficiência e culmina com uma filtração.br/ Pag 141 .desenvolvido pelo Centro de Pesquisa da Philips Petroleum Company. Processo Philips de re-refinação .com. A operação é contínua e cíclica. O pré-tratamento térmico pode igualmente ser integrado nos esquemas que empregam a extração seletiva a propano. Processo Recyclon de re-refinação . A exemplo dos tratamentos de clarificação a propano e ácido sulfúrico. utilizam-se membranas assimétricas à base de poliacrilonitrila resistentes aos hidrocarbonetos. após o que se provoca uma reação dos contaminantes do óleo com o sódio. Consegue-se a degradação dos aditivos existentes no óleo e facilita-se a eliminação de metais. para se removerem os produtos sólidos e de baixa volatilidade. Após a ultrafiltração.é um processo da Leybold-Heraeus (Alemanha Ocidental). O processo completa-se com uma seqüência final SKF do Brasil Ltda – Tel. o processo. Trata-se de uma percolação por um leito de adsorvente polimérico regenerável.

e o resíduo é submetido a uma segunda extração para reduzir o conteúdo de metais. No segundo. Extração seletiva com hidrocarboneto . Processo Snamprogetti de re-refinação .SKF Reliability Systems de destilações que produzem os óleos básicos com as viscosidades desejadas. Possui quatro estágios.skf. os óleos básicos fracionados são hidrogenados para melhorar a cor e aumentar a resistência à oxidação. 3.com. No primeiro. o óleo é fracionado por destilação a vácuo. as impurezas e os aditivos são removidos por extração com propano. No terceiro. os hidrocarbonetos leves e a água são eliminados por destilação. No quarto estágio.aplica-se somente aos óleos usados provenientes de motores de combustão interna.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.IFP Produção Comparativa SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 142 .

SKF Reliability Systems Processo de Filtração: ISO 14001 . da ABNT . A seguir os pontos escolhidos são apresentados em forma de perguntas e a resposta dada define a interpretação oficial do Brasil para o respectivo ponto. Novos pontos serão incluídos à medida que surjam novas solicitações pelas partes interessadas. de acordo com documento ISO/TC207/SC1/N161.Organização Internacional de Normalização.Organismos de Certificação . decidiu criar um grupo para elaborar a interpretação oficial brasileira de pontos polêmicos de entendimento da norma NBR ISO 14001 (1996). Nesta primeira edição foram abordados 30 pontos. JULHO 2001 CB-38/SC-01/GRUPO DE INTERPRETAÇÃO INTRODUÇÃO O CB-38.skf.Empresas já Credenciadas INTERPRETAÇÃO NBR ISO 14001 (1996). Vale SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 143 . conforme resolução ABNT/CB38/CG/77/00.Definição e Objetivos .Associação Brasileira de Normas Técnicas.com.Comitê Técnico em Gestão Ambiental da ISO . Comitê Brasileiro de Gestão Ambiental. Esta decisão atende orientação do TC-207 .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.Interpretação oficial da ABNT.

O balanço entre o texto da política e a verificação do seu desdobramento em objetivos e metas é a maneira de verificar a conformidade deste requisito normativo. · Impactos ambientais: reconhecimento dos principais tipos de impacto.2 MEIO AMBIENTE P 2: Quais os limites entre aspectos relativos ao meio ambiente e à segurança ? R 2: Com relação à delimitação das fronteiras dos aspectos relativos ao Meio Ambiente e à Segurança. já está oficialmente interpretada nos documentos do IAF/CASCO/INMETRO. escala e impactos ambientais" das atividades. entre outros. bem como omissões quanto à natureza. especialmente nas condições particulares: múltiplos sites. deve ser cobrada a melhoria do desempenho ? (Este item tem correlação com a definição de melhoria contínua) R 4: Entende-se que o requisito de "melhoria contínua" da política ambiental deve ser demonstrado através da melhoria do desempenho ambiental. escala e impactos. INTERPRETAÇÕES INTRODUÇÃO P 1: Como limitar o escopo do SGA. 4. especialmente em condições particulares tais como múltiplos sites. produtos e serviços da organização ? R 3: A generalidade da política ambiental.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. 3 DEFINIÇÕES. devem ser evitadas.SKF Reliability Systems ressaltar que estas interpretações foram aprovadas pelo TC 207 da ISO na reunião de Kuala Lumpur em Julho de 2001. P 4: Ao avaliar o item "Melhoria Contínua" da Política.br/ Pag 144 . · Escala: porte e abrangência geográfica das atividades. produtos ou serviços.. Neste contexto entende-se que a verificação do termo "apropriada" deve de alguma forma considerar: · Natureza: tipo de atividades.. sites compartilhados ? R 1: A limitação do escopo do SGA. aqueles normalmente restritos ao limite da propriedade e regidos pela legislação específica de SSO podem não ser considerados no âmbito do SGA. sites compartilhados.com.2 POLÍTICA AMBIENTAL P 3: De que forma pode ser explicitada a adequação à "natureza. produtos e serviços da organização. resolução ISO/TC207/SC1/16/2001. em linha com os SKF do Brasil Ltda – Tel.skf. 3. etc.

Interpretação NBR ISO 14001.1 ASPECTOS AMBIENTAIS P 6: A empresa deve apresentar procedimento documentado e a "listagem" de todos os aspectos ambientais identificados ? Que documentos devem existir ? Como um procedimento de identificação de aspectos ambientais pode não estar documentado? R 6: Não é requerido que a empresa apresente um procedimento documentado sobre a identificação dos aspectos ambientais. Julho 2001. · Clientes com relação aos aspectos relacionados ao uso do produto/serviço. todavia esta é uma prática regular e consagrada no país. Página 3/9 estar atendendo todos os requisitos legais aplicáveis.SKF Reliability Systems objetivos e metas estabelecidos. Revisão 0. P 7: Se o requisito legal deve ser considerado como critério de significância. · Empresas com atuação no mesmo site da organização. Listagens. Este atendimento pode estar sendo realizado via compromisso formal firmado com a autoridade competente (normalmente o órgão ambiental). Justificativas sobre eventuais problemas de desempenho devem estar abordadas nas análises críticas da alta administração. Uma sistemática consistente de identificação de aspectos ambientais. Página 4/9 SKF do Brasil Ltda – Tel. Julho 2001. mas verificada quanto à sua eficácia pode ser aceita.com. registros em software e/ou mídia específica são os meios mais comuns de evidenciar a atualização de informações no contexto dos aspectos ambientais. sua simples existência é suficiente para elevar um aspecto a significativo ou pode ser avaliada a real possibilidade dele não vir a ser atendido ? R 7: A norma não obriga a considerar a existência de requisitos legais aplicáveis como filtro de significância para os impactos. se ela estiver consistente com o modelo do SGA implantado.br/ Pag 145 . P 8: Até onde vai o limite da abrangência dos aspectos ambientais "sobre os quais presume-se" que a organização tenha influência ? R 8: Quanto ao limite da abrangência dos aspectos ambientais "sobre os quais presume-se" que a organização tenha influência.skf. P 5: O compromisso do atendimento da legislação implica em que a empresa deve estar atendendo todos os requisitos legais aplicáveis ? R 5: O compromisso do atendimento à legislação implica em que a empresa deva Interpretação NBR ISO 14001. 4.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. porém outra maneira pode ser aceita. não documentada. contudo esta é uma prática comum nosSGAs implementados no Brasil.3. entende-se como mínimo desejável: · Empresas fornecedoras com contrato. Revisão 0.

produtos e serviços" ? A constituição federal se encaixa neste conceito? e a política nacional de meio ambiente ? e a licença de operação ? Apenas requisitos legais ambientais devem ser cobrados ou aqueles que aplicáveis a aspectos ambientais (i. financiadores) se encaixam na categoria "e outros requisitos por ela subscritos" ? R 10: Requisitos subscritos são entendidos tradicionalmente como Atuação Responsável.com. são documentos básicos e aplicáveis. P 12: Como encarar as limitações de orçamento em relação a objetivos e metas ? R 12: Limitações orçamentárias conjunturais em relação aos objetivos e metas devem ser objeto de uma análise crítica pela alta administração com as respectivas justificativas e ações mitigadoras. Licenças ambientais.2 REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS P 9: O que é uma legislação "aplicável aos aspectos ambientais de suas atividades. Carta CCI. NR 13) ? R 9: Todos os requisitos legais (não está restrito aos requisitos originados pelos órgãos do SISNAMA) que influenciem a operação e/ou levam a controles/monitoramento de aspectos e impactos ambientais são considerados aplicáveis aos aspectos ambientais das atividades.3. outorgas. 4. por parte da organização que está implementando seu SGA. É necessário a obtenção da Licença. contratos com Fundos de Financiamento (BNDES.: retorno de embalagens). São também considerados aplicáveis os requisitos legais que definem ações administrativas. SKF do Brasil Ltda – Tel.2 (resposta R 5). tais como obtenção/publicação de licenças.3 OBJETIVOS E METAS P 11: Quais as relações dos objetivos de ordem legal e a conformidade legal ? R 11: No que tange a relação entre os objetivos de ordem legal e a conformidade legal vale o que está descrito no item 4.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. a consulta ao órgão ambiental competente. P 10: Compromissos com terceiros (clientes. cadastros e autorizações. quando exigidas. produtos e serviços da organização. Nos casos de dúvida quanto à exigibilidade. o protocolo de entrada no órgão ambiental só será válido em renovações.SKF Reliability Systems 4. IFC). contudo objetivos e metas de caráter legal podem ser aceitos quando: · Existir Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinados com o Órgão de Controle Ambiental.br/ Pag 146 . Acordos com Ministério Público são também requisitos legais.e. · Minimizam não conformidades legais eventuais e pontuais em situações anormais ou emergenciais.skf. contratos com clientes (ex. para obter uma certificação ambiental.3. é condicionante.

ou seja. independente de seu aspecto hierárquico funcional. como a norma não menciona funções chave.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. considera-se como requisito mínimo que todas as pessoas. treinamento e/ou experiência apropriados.SKF Reliability Systems 4. CONSCIENTIZAÇÃO E COMPETÊNCIA P 14: Os critérios de educação. conscientização e competência a pessoal contratado ? Lembrar que muito deles tem baixíssima escolaridade. R 15: Com relação ao nível de aplicação dos requisitos de treinamento. representante da administração. as ações. membros de brigada.com.2. que atuam dentro do site estão sujeitas ao requisito pleno do item 4. atividades e tarefas que deverão ser implantadas.3 COMUNICAÇÃO SKF do Brasil Ltda – Tel.2 TREINAMENTO. o "como" o objetivo vai ser atingido. sugere-se observar a correlação deste requisito com o item .br/ Pag 147 . devem ser competentes com base em educação. conscientização e competência a pessoal contratado. por exemplo) ? R 14: No que se refere ao requisito de treinamento.skf.4. experiência e/ou treinamento podem ser estabelecidos apenas para as funções chaves do sistema (operador da estação de tratamento de efluente. que desempenham tarefas com possibilidade de causar impacto significativo. responsável pelo depósito de resíduos.4 PROGRAMA(S) DE GESTÃO AMBIENTAL P 13: Quais são os requisitos mínimos para descrever os "meios e prazos dentro do qual eles devem ser atingidos" ? R 13: No programa de gestão ambiental. entende-se por "meios e o prazo dentro do qual os objetivos e metas devem ser atingidos".4. operador de caldeira. 4. incluindo os contratados. P 15: Qual o nível de aplicação dos requisitos de treinamento. Quanto aos recursos.4. entende-se que todas as funções.3. 4.

4.6 CONTROLE OPERACIONAL P 19: Qual a abrangência do controle sobre as exigências comunicadas aos fornecedores ? R 19: Com relação à abrangência do controle operacional sobre as exigências comunicadas aos fornecedores. 4. quando na norma não for especificado o termo "documentado" é aceita uma sistemática implantada e mantida.SKF Reliability Systems P 16: O que se quer dizer com "a organização deve considerar os processos de comunicação externa sobre seus aspectos ambientais significativos e registrar sua decisão" ? R 16: Com relação ao requisito de que "a organização deve considerar os processos de comunicação externa sobre seus aspectos ambientais significativos e registrar sua decisão" . Esta decisão deve estar formalmente registrada. é necessária a gestão sobre as exigências comunicadas. a norma não exige controle sobre as exigências ambientais aos fornecedores.com. mas sim a comunicação dos procedimentos pertinentes.4.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. verificada quanto à sua disseminação e consistência. Página 7/9 P 20: Todo aspecto significativo deve estar sob controle ? Este controle deve estar definido em documento (pode ser suficiente um parâmetro de controle operacional) ? SKF do Brasil Ltda – Tel. Julho 2001. ressalta-se que o processo não se resume à comunicação. A pesar disso. a documentação de procedimentos é uma prática que a organização deve considerar. Revisão 0.4 DOCUMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL P 17: Como interpretar procedimento x procedimento documentado ? R 17: Com relação à exigência de procedimento documentado. 4. Interpretação NBR ISO 14001.skf.4. entende-se que a empresa deve definir o nível de comunicação próativa (ou seja sem demanda) externa que deseja (o que comunicar e a quem). 4. ainda que não documentada.5 CONTROLE DE DOCUMENTOS P 18: A análise crítica periódica tem uma freqüência mínima ? R 18: A análise crítica periódica requerida não tem uma freqüência mínima exigida na norma. Entretanto.br/ Pag 148 .

7 PREPARAÇÃO E ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS P 21: Cada situação de emergência identificada deve ter definido um plano para seu atendimento ? ou somente as situações significativas ? (pequenos vazamentos ou derrames) R 21: Todos os potenciais acidentes ou situações de emergência devem estar cobertos por uma sistemática de preparação e atendimento. 4. Treinamentos podem ser aceitos como testes.5. ao longo do tempo (regido pelo item 4.4. Isto inclui pequenos vazamentos desde que tenham sido identificados como potencialmente impactantes ao meio ambiente. um planejamento dos mesmos é aceito (este planejamento deve ser monitorado).5. quando aplicável. Julho 2001. recursos e impactos ambientais decorrentes do acidente e do respectivo atendimento. Controlar é entendido como tomar ações para manter as operações e atividades de acordo com um padrão estabelecido e ajustar Interpretação NBR ISO 14001.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. critérios operacionais e comunicação aos fornecedores. A forma deste controle ser efetuado. P 24: Para o atendimento de requisito legal operacional (tipo limite de emissão) é suficiente implementar os procedimentos de controle operacional que garantam seu SKF do Brasil Ltda – Tel.4. Revisão 0. desde que envolvam os mesmos procedimentos. P 22: Todos os planos de emergência devem ser testados ? Ou pode ser aceito teste por tipo de situação ? Como encarar os testes Simulados x Treinamentos de brigadas ? R 22: Todas as situações identificadas devem ser testadas na extensão do possível. São aceitáveis testes por tipos de acidentes ou situações de emergência. a partir da comparação com o padrão (regido pelo item 4. Testes devem ser executados.1 MONITORAMENTO E MEDIÇÃO P 23: O que entendemos por monitoramento e por controle ? R 23: Monitorar é entendido como medir ou avaliar. 4.br/ Pag 149 . Caso não tenha sido possível testar todas as situações. Devem ser incluídas ações para mitigar os impactos ambientais associados à emergência.com.6 da ISO 14001:1996). Página 8/9 quando necessário.skf.SKF Reliability Systems E se o aspecto está vinculado a uma atividade de terceiro (dentro ou fora do local da organização) ? R 20: Toda operação relacionada com aspectos ambientais significativos deve estar no escopo do controle operacional. se dá pelo estabelecimento de procedimentos documentados (nos termos descritos pela norma). desde que explicitamente incluam tais testes.1 da ISO 14001:1996).

skf. R 25: Com relação à validade do protocolo de entrada no processo para obtenção de outorga para utilização de águas de bacias hidrográficas (Lei Federal n. referente ao atendimento de requisito legal não operacional (obtenção de alguma autorização).SKF Reliability Systems atendimento ? Ou ainda é necessário um procedimento complementar para monitoramento ? R 24: Para o atendimento de requisito legal operacional (tipo limite de emissão) somente implantar procedimentos de controle operacional não é suficiente.1.º 9433 . Resposta R 16). P 26: Para o atendimento de requisito legal não operacional (obtenção de alguma autorização) é suficiente considerar o monitoramento realizado em auditorias ? Ou é necessário um processo específico a ser aplicado periodicamente ? R 26: O aproveitamento dos recursos de uma auditoria interna pode ser utilizado para a avaliação requerida no item 4.Política Nacional de Recursos Hídricos) . caso tenha sido dada entrada a mais de 180 dias (baseado no que é definido na resolução CONAMA 237/97. Excepcionalmente. para o caso de licenciamento ambiental). avaliação e monitoramento conforme 4.3.br/ Pag 150 .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. é utilizado o mesmo critério definido para o caso de Licença Operacional definido no item 4. P 27: O que deve ser feito no caso de ter sido identificado o não atendimento de determinado requisito legal ? É suficiente o registro e o tratamento de não conformidade interna ? O órgão ambiental deve ser obrigatoriamente comunicado? R 27: Requisitos legais não atendidos devem ser tratados de acordo com a sistemática de ação corretiva. Página 9/9 ela deve estar conforme a decisão tomada pela empresa quanto à comunicação externa (vide comentário do item 4. P 28: A calibração dos equipamentos envolvidos no processo de monitoramento deve ser de acordo com as práticas da ISO 9001 (rastreabilidade. com licença ambiental regularizada.1.08/01/1997 .2. (Resposta R 9). (requer procedimento documentado). Revisão 0. adequação à incerteza) ? R 28: A norma ISO 14001 requer que a organização estabeleça os seus procedimentos para calibração.Política Nacional de Recursos Hídricos).08/01/1997 . A comunicação de não atendimentos legais à autoridade competente é condicionada à existência de exigência legal. Julho 2001. È necessário a medição. Esta avaliação entretanto deve cobrir todos os requisitos legais aplicáveis e deve estar estabelecida em procedimento documentado. P 25: Para comprovação de existência de outorga para utilização de água de bacias hidrográficas vale o protocolo de entrada no processo de sua obtenção junto ao órgão competente ? (Lei Federal n.º 9433 . Como patamar mínimo o equipamento de medição SKF do Brasil Ltda – Tel. poderá ser aceito o protocolo de entrada no processo para obtenção de outorga.3. Interpretação NBR ISO 14001. Além disso.5.5.com. para unidades já em funcionamento.4.

skf.5. O processo de tratamento de não conformidades deve incluir a análise de eficácia. forma de operação e de levantamento. as normas ISO 14000 também facultam a implementação prática de seus critérios.5. Entretanto. flora e fauna. ISO 14001: DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Fonte: EMBRAPA As normas ISO 14000 .5. ar.com. recuperação e disponibilização de dados e resultados (sempre atentando para as necessidades futuras e imediatas de mercado e.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.SKF Reliability Systems deve estar adequado para execução das medições (resolução e incertezas compatíveis com os requisitos de medição). além de processos escolhidos como significativos no contexto ambiental. 4. foram inicialmente elaboradas visando o "manejo ambiental". que significa "o que a organização faz para minimizar os efeitos nocivos ao ambiente causados pelas suas atividades" (ISO. A norma ISO 14001 estabelece o sistema de gestão ambiental da organização e. exceto quando estas auditorias abrangem todo o Sistema de Gestão Ambiental com base na ISO 14001. a satisfação do cliente). água. armazenamento. conseqüentemente. De forma similar. 4. assim: SKF do Brasil Ltda – Tel. 2000). devem refletir o pretendido no contexto de Planificação ambiental. Entretanto. entre outras orientações. que inclui planos dirigidos a tomadas de decisões que favoreçam a prevenção ou mitigação de impactos ambientais de caráter compartimental e inter-compartimental. Tal como as normas ISO 9000. auditorias legais também não podem ser aceitas para comprovação do atendimento dos requisitos do item 4. uma vez que orientam a organização quanto a sua estrutura. os Guias ISO 62 e 66 impedem um OCC de executar serviços para obter ou manter a certificação (o que entende-se incluir também.Gestão Ambiental. tais como. contaminações de solo. inserindo a organização no contexto ambiental.4. essas normas fomentam a prevenção de processos de contaminações ambientais. as auditorias exigidas pelo texto da ISO 14001).br/ Pag 151 .2 NÃO-CONFORMIDADE E AÇÕES CORRETIVA E PREVENTIVA P 29: Abrangência de ação corretiva pode ser aceita como ação preventiva ? Deve o processo de tratamento de não conformidades incluir a análise de eficácia das ações tomadas ? R 29: A análise de abrangência de uma ação corretiva é considerada parte integrante da própria ação corretiva. Assim sendo.4 AUDITORIA DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL P 30: As auditorias externas (feitas pelas OCCs) valem como atendimento a este item ? E as auditorias legais ? R 30: A norma não especifica que a auditoria seja "interna".

FCAV OCA 0002 ABS . Organismos de Certificação de Sistema de Gestão Ambiental . l4004. A natureza do trabalho desenvolvido na empresa e as suas especificidades em termos de demandas determinam os padrões relevantes do produto que devam ser considerados no contexto das normas ISO (ISO.ABNT LLOYDs Register Quality OCA 0008 Brasil RJ Assurance Ltd LLOYDs Register Quality OCA 0008 Brasil SP Assurance Ltd Instituto de Tecnologia do Paraná OCA 0009 Brasil PR . produtos e serviços da organização. 5. que nem as normas ISO 9000 nem aquelas relativas ISO 14000 são padrões de produto. avalia as conseqüências ambientais das atividades. l40l0. atende a demanda da sociedade. Nº do TIPO ORGANISMO PAÍS ESTADO CREDENCIAMENTO Fundação Carlos Alberto OCA 0001 Brasil SP Vanzolini . é aplicável à organização como um todo.br/ Pag 152 . Ressalta-se.TECPAR BRTÜV Avaliações da Qualidade OCA 0010 Brasil RJ Ltda S/C SKF do Brasil Ltda – Tel.skf. implicam na redução de custos. é aplicada às atividades com potencial de efeito no meio ambiente. 6. 3. contudo. l40ll e l40l2.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. O padrão de manejo do sistema nessas famílias de normas estabelece requerimentos para direcionar a organização para o que ela deva fazer para manejar processos que influenciam a qualidade (ISO 9000) ou processos que influenciam o impacto das atividades da organização no meio ambiente (ISO 14000). 2000).Quality Evaluations Inc. 4.SKF Reliability Systems 1. Os critérios adotados pelo Inmetro para o credenciamento desses organismos são os baseados no ABNT ISO/IEC Guia 62 e suas interpretações pelo IAF e IAAC. na prestação de serviços e em prevenção. 2. define políticas e objetivos baseados em indicadores ambientais definidos pela organização que podem retratar necessidades desde a redução de emissões de poluentes até a utilização racional dos recursos naturais. Brasil SP BVQI do Brasil Sociedade OCA 0003 Brasil RJ Certificadora Ltda OCA 0004 DNV Certificadora Ltda Brasil RJ OCA 0005 DQS do Brasil S/C Ltda Brasil SP Instituto Argentino do OCA 0006 Brasil Normalización Associação Brasileira de Normas OCA 0007 Brasil RJ Técnicas.com.OCA Fonte: Inmetro São organismos que conduzem e concedem a certificação de conformidade com base nas normas NBR ISO l400l.

Quality Evaluations Inc. Inc ABS .skf. Derivados de Petróleo Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Engenharia CERTIFICADOR BVQI BVQI DNV ABS-QE BVQI BVQI BVQI BVQI BVQI BVQI ABS-QE DNV BVQI BVQI BVQI BVQI BVQI UCIEE BVQI LOCALIDADE Mal.TRANSPETRO PHILIPS DA AMAZÔNIA INDÚSTRIA ELETRÔNICA SAMSUNG ELETRÔNICA DA AMAZÔNIA LTDA SANYO DA AMAZÔNIA S/A SERVIÇO DE ENG.União Certificadora RINA.Registro Italiano Navale S/C Ltda Perry Johnson Registrars. em número de 324. Deodoro .Polo Cloroquímico Mal. LTDA MOTO HONDA DA AMAZÔNIA LTDA MULTIBRÁS DA AMAZÔNIA S/A NG INDUSTRIAL LTDA NOKIA DO BRASIL TECNOLOGIA LTDA PETROBRAS (SEGEN) PETROBRAS E & P . E COM. VÍDEO HONDA COMPONENTES DA AMAZÔNIA LTDA HTA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA KODAK DA AMAZÔNIA IND.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.SKF Reliability Systems OCA 0011 OCA 0012 OCA 0013 OCA 0014 OCA OCA OCA OCA 0015 0002 0012 0015 SGS ICS Certificadora Ltda UL Underwriters Laboratories Inc UCIEE .AM PETROBRAS TRANSPORTE S/A .QUANTIDADE 25 NOME DA ORGANIZAÇÃO AROSUOS AROMAS E SUCOS ESSILO DA AMAZÔNIA IND.Polo Cloroquímico SETOR Tratamento de Resíduos Químico CERTIFICADOR ABS-QE ABS-QE SKF do Brasil Ltda – Tel.UNID. Deodoro .com. de Telecomunicação Material Fotográfico Eletrônico Componentes Motocicletas Ferramentas Motocicleta Material Fotográfico Montagem Motocicletas Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Equip.SEGEN/CONOR LOCALIDADE Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Coari Urucu Coari Manaus Manaus Manaus Manaus SETOR Alimentos Ótico Equip. LTDA FLEXTRONICS INTERNAL DA AMAZÔNIA LTDA FUJI PHOTO FILM DA AMAZÔNIA LTDA GRADIENTE ELETRÔNICA S/A . COM.CIMAL TRIKEM S/A .UNIDADE ALAGOAS AMAZONAS . UL Underwriters Laboratories Inc Perry Johnson Registrars.br/ Pag 153 . ALAGOAS .Registro Italiano Navale S/C Ltda Brasil SP Brasil SP Brasil SP Brasil SP Brasil EUA EUA EUA SP TEXAS NY MICHIGAN OCA 0014 Itália GE EMPRESAS CERTIFICADAS COM A ISO 14001 Fonte: Inmetro As empresas a seguir relacionadas.QUANTIDADE 2 NOME DA ORGANIZAÇÃO COMPANHIA ALAGOAS INDUSTRIAL .Serviços Petróleo e Gás Natural Dist. obtiveram a certificação ISO 14001 no Brasil até 26/11/01. Inc RINA. de Telecomunicação Petroquímico . DA PETROBRAS .

Santiago .QUANTIDADE 4 NOME DA ORGANIZAÇÃO ARACRUZ CELULOSE S/A BAHIA SUL CELULOSE S/A AMBIENTAL BRAGUSSA PRODUTOS QUÍMICOS PETROBRAS E & P .QUANTIDADE 15 NOME DA ORGANIZAÇÃO ALCAN ALUMÍNIO DO BRASIL ARACRUZ CELULOSE S/A BAHIA SUL CELULOSE S/A CETREL S/A CQR . da Barra Aracruz São Mateus SETOR Papel e Celulose Papel e Celulose Químico Petróleo e Gás Natural CERTIFICADOR BVQI BVQI RWTÜV DNV SKF do Brasil Ltda – Tel.COMPANHIA QUÍMICA DO RECÔNCAVO DETEN QUÍMICA S/A DOW QUÍMICA DO NORDESTE LTDA EDN – ESTIRENO DO NORDESTE S/A GERAL ENGENHARIA LTDA OPP POLIETILENOS S/A PETROBRAS .br/ Pag 154 .skf.QUANTIDADE 1 NOME DA ORGANIZAÇÃO NOVA DATA SISTEMAS E COMPUTADORES LOCALIDADE Distrito Federal SETOR Eletro-Eletrônico CERTIFICADOR DNV CEARÁ .UNIDADE CAMAÇARI XEROX DO BRASIL – UNIDADE SALVADOR LOCALIDADE Salvador Nova Viçosa Mucuri Polo Petroquímico Camaçari Polo Petroquímico Camaçari Polo Petroquímico Camaçari Camaçari Polo Petroquímico Camaçari Salvador Polo Petroquímico Camaçari São Francisco do Conde Salvador .Candeias .SKF Reliability Systems SIEMENS LTDA SIEMENS LTDA SONY COMPONENTES S/A SONY DA AMAZÔNIA S/A SUDOP INDÚSTRIA ÓPTICA XEROX DO BRASIL .QUANTIDADE 5 NOME DA ORGANIZAÇÃO COTECE S/A PETRÓLEO BRASILEIRO S/A .UNIDADE MANAUS Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Manaus Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Ótico Eletro-Eletrônico I DNV BVQI ABNT ABNT BVQI BSI BAHIA .com.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.BA PETROBRAS E & P .LUBNOR VICUNHA NORDESTE S/A – UNIDADE I VICUNHA NORDESTE S/A – UNIDADE III VICUNHA NORDESTE S/A .UNIDADE V LOCALIDADE Maracanaú Fortaleza Maracanaú Pacajus Maracanaú SETOR Fabrico de Fios de Algodão Petroquímico Fabrico de Fios de Algodão Fabrico de Fios de Algodão Fabrico de Fios de Algodão CERTIFICADOR BVQI DNV DNV DNV DNV ESPÍRITO SANTO .Taquipe Salvador .Itaigara Polo Petroquímico Camaçari Simões Filho SETOR Metais Papel e Celulose Papel e Celulose Resíduos Industriais Químico Químico Químico Químico Construção e Instalações Indais Petroquímico Petroquímico Petróleo e Gás Natural Petróleo Petroquímico Eletro-Mecânico CERTIFICADOR ABS-QE BVQI BVQI BVQI ABS-QE BVQI DNV DNV DNV ABS BVQI DNV DNV ABS-QE BSI BRASÍLIA .Entre Rios .ES LOCALIDADE São Mateus / Aracruzes São Mateus / Pedro Canário e Conc.REFINARIA LANDULPHO ALVES PETROBRAS E & P .SAG TRIKEM S/A .

QUANTIDADE 42 NOME DA ORGANIZAÇÃO ABB NANSEN MEDIDORES DE ÁGUA S/A ABC INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A AFL DO BRASIL LTDA.V & M DO BRASIL LOCALIDADE Montes Claros Uberlândia Itajubá Poços de Caldas Contagem Betim Dias Tavares Piracicaba Itaúna Vespasiano Itamarati de Minas Araxá Belo Oriente Juiz de Fora Betim Contagem Belo Horizonte Sabará Santa Luzia Lavras Sabará Santa Luzia Patrocínio Uberlândia Araxá Betim Vespasiano Barroso Pedro Leopoldo Santa Luzia Brumadinho Fortaleza de Minas Varginha Paracatu Belo Horizonte Juatuba Contagem Ipatinga Ipatinga Antonio Dias Curvelo Belo Horizonte SETOR Manufatura de Medidore Alimentos Eletro-Eletrônico Mineração Sucateiro Eletro-Mecânico Mineração Tecnologia Mineração Siderúrgico Siderúrgico Mineração Mineração Papel e Celulose Siderúrgico Combustíveis Automotivos Bebidas Distribuição de Energia Elétrica Mineração Mineração Automotivo Tecnologia Mineração Tecnologia Mineração Alimentos Serviços Químico Automotivo Químico Cimenteiro Cimenteiro Automotivo Mineração Metalúrgico Eletro-Eletrônico Mineração Mineração Automotivo Eletro-Eletrônico Siderúrgico Mecânico Hidroelétrico Reflorestamento Manufatura de Tubos CERTIFICADOR BVQI BVQI BVQI DNV DNV BVQI ABS-QE BVQI BVQI BVQI DNV ABS-QE BVQI ABS-QE BVQI BVQI DNV BVQI BVQI BVQI BVQI BVQI FCAV BVQI FCAV BVQI BRTÜV ABNT ABNT BVQI FCAV BVQI FCAV BVQI DNV ABS-QE BVQI DNV DNV BVQI BVQI ABS-QE PARÁ .SANTA LUZIA COFAP SUSPENSÃO LTDA CVRD -. BRAS.com. VALE DO RIO DOCE . BRASILEIRA DE ALUMÍNIO C B M M .UNIDADE WALITA RIO PARACATU MINERAÇÃO S/A SAMARCO MINERAÇÃO S/A TI BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA TOSHIBA DO BRASIL S/A . Pedro Leopoldo KRUPP METALÚRGICA SANTA LUZIA MANNESMANN MINERAÇÃO LTDA MINERAÇÃO SERRA DA FORTALEZA LTDA PHILIPS DO BRASIL .QUANTIDADE 2 NOME DA ORGANIZAÇÃO ENGENHARIA E CONSTRUTORA FRANCO DUMON SAMA MINERAÇÃO DE AMIANTO LTDA LOCALIDADE Aparecida de Goiânia Minaçu SETOR Serviços Mineração CERTIFICADOR FCAV DNV MINAS GERAIS . LTDA ASEA BROWN BOVERI LTDA BELGO MINEIRA PARTICIPAÇÃO IND. ARAME LTDA C B A – CIA.SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA CVRD -. VALE DO RIO DOCE .C G M ALUMEX IND. Barroso HOLDERCIM BRASIL S/A – Unid. VALLOUREC & MANNESMANN TUBES . TRANSFORMADORES USIMINAS .USINAS SIDERÚRGICAS USIMINAS MECÂNICA S/A USINA HIDRELÉTRICA GUILMAN-AMORIM S/A V & M FLORESTAL LTDA. ARAME LTDA BMB .SABARÁ CIA. BELGO MINEIRA PARTICIPAÇÃO I/C LTDA CIA.BELGO MINEIRA BEKAERT ARTEF. E COM.ENG.CEMIG CIA. DE TELEMÁTICA S/A FERTILIZANTES SERRANA FIAT AUTOMÓVEIS S/A GESSY LEVER LTDA HOLDERCIM BRASIL S/A – Unid. SERV.QUANTIDADE 4 SKF do Brasil Ltda – Tel.SKF Reliability Systems GOIÁS .SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA DATERRA ATIVIDADES RURAIS ENGESET .br/ Pag 155 . MINERAÇÃO E METALURGIA CELULOSE NIPO-BRASILEIRA S/A CIA. LTDA BELGO MINEIRA PIRACICABA S/A BMB .BELGO MINEIRA BEKAERT ARTEF.skf.CIA. CERVEJARIA BRAHMA CIA. ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS . ALCOA . E COM.DIV.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. BRASILEIRA DE PETRÓLEO IPIRANGA POOL BETIM CIA.

Derivados Petróleo / Álcool Bebidas Tratamento de Resíduos Hoteleiro Automotivo Transmissão de Energia Papel e Celulose Embalagens Químico Serviços Petróleo Cabos Óticos / Elétrico Eletro-Eletrônico Siderúrgico CERTIFICADOR FCAV BVQI BVQI ABS-QE DQS ABS-QE BVQI LRQA DNV FCAV TECPAR ABS-QE BVQI RWTÜV DNV BVQI PERNAMBUCO . BRASILEIRA GASODUTO BOLÍVIA BRASI S/A XEROX DO BRASIL . DE REFUGOS INDais W.SEGEN PETROFLEX S/A RIONIL COMPOSTOS VINÍCOLAS LTDA. Industrial do . DE MADEIRAS E EMBALAGENS NOVO NORDISK BIOINDUSTRIAL DO BRASIL LTDA OURO VERDE TRANSPORTE E LOCAÇÃO LTDA PETRÓLEO BRASILEIRO S/A .CONDUTO CONSTRUTORA NORBERTO ODEBRECHT MOMA INFORMÁTICA LTDA NITRIFLEX S/A INDÚSTRIA E COMÉRCIO PETROBRAS PETROBRAS .com.PETROBRAS PK CABLES DO BRAIL IND. e Construções Petroquímico Petroquímico Químico Automotivo Entretenimento-Som Resíduos Transporte Dutoviário Eletro-Mecânico CERTIFICADOR DNV DNV BVQI FCAV ABS-QE BVQI BVQI BVQI DNV DNV DNV BVQI BSI BVQI BVQI BSI SKF do Brasil Ltda – Tel.QUANTIDADE 16 NOME DA ORGANIZAÇÃO BRASIL AMARRAS COMPANHIA NACIONAL DE DUTOS .Cabo Sto Agostinho Recife Dist.CAVO CIA. Derivados Petróleo Petroquímico Eletro-Eletrônico Tratamento de Resíduos Consultoria CERTIFICADOR FCAV BVQI DNV BVQI DNV IRAM RIO DE JANEIRO . E COMÉRCIO SONY MUSIC ENTERTAINMENT TECNOSOLO COMÉRCIO E INDÚSTRIA LTDA TRANSP.PART. BRASILEIRA DE PETRÓLEO IPIRANGA CIA. AUXILIAR DE VIAÇÃO E OBRAS . SICPA BRASIL SOCIEDADE MICHELIN .SANEPAR CIA. CONSULT LTDA LOCALIDADE Fernando de Noronha Ipojuca Dist.SKF Reliability Systems NOME DA ORGANIZAÇÃO ALBRAS ALUMÍNIO BRASILEIRO S/A C V R D .TRANSPETRO PETROFLEX S/A PHILIPS ELETRÔNICA DO NORDESTE RECICLAR SERVIÇO E COM. Deriv Álcool Serviços Eng. Industrial do .QUANTIDADE 6 NOME DA ORGANIZAÇÃO EMBRATEL PETROBRAS TRANSPORTE S/A .FRONAPE PETROBRAS . E COM.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.UNIDADE ITATIAIA LOCALIDADE Niterói Caxias Rio de Janeiro Rio de Janeiro Caxias Macaé Rio de Janeiro Rio de Janeiro Caxias Caxias Santa Cruz Rio de Janeiro Rio de Janeiro Cantagalo Rio de Janeiro Itatiaia SETOR Naval Produtos Metálicos Construção Civil Serviços Produtos Químicos Petroleo Transp. LTDA POSITIVO INFORMÁTICA LTDA SIEMENS METERING LTDA TAMARANA METAIS LTDA LOCALIDADE Curitiba Londrina Curitiba Foz do Iguaçú Curitiba Curitiba Foz do Iguaçú Paraná Rio Negro Araucária Curitiba Araucária Curitiba Curitiba Curitiba Tamarana SETOR Resíduo Industrial Dist.MINAS DE CARAJÁS JARCEL CELULOSE S/A PETROBRAS E & P . Petróleo. DE SANEAMENTO DO PARANÁ .A MADEM S/A IND.AM LOCALIDADE Barcarena Parauapebas Monte Dourado Belém SETOR Siderúrgico Mineração Reflorestamento Petróleo e Gás Natural CERTIFICADOR BVQI DNV BVQI BVQI PARANÁ .QUANTIDADE 16 NOME DA ORGANIZAÇÃO CIA.br/ Pag 156 . IND. CERVEJARIA BRAHMA CIA. E COM. TROPICAL DE HOTEIS DENSO DO BRASIL LTDA FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S/A KLABIN FABRICADORA DE PAPEL E CELULOSE S.Cabo Sto Agostinho Casa Forte SETOR Telecomunicações Dist.skf.

E / P SUL ROHDEN ARTEFATOS DE MADEIRA LTDA SADIA S/A TERRANOVA BRASIL LTDA WIND INDUSTRIAL LTDA LOCALIDADE Tubarão São Paulo Blumenau Joinville Criciúma Joinville/Itaiópolis Blumenau Cocal do Sul São Bento do Sul Florianópolis Itajaí Salete Chapecó Rio Negrinho Rio Negrinho SETOR Produção de Alumínio Metalúrgico Têxtil Têxtil Cerâmico Eletro-Mecânico Têxtil Construção Civil Moveleiro Mineração Petroquímico Florestal Madeira Alimentos Florestal Moveleiro CERTIFICADOR BVQI BVQI SGS-ICS BRTÜV RWTÜV BVQI FCAV e DQS RWTÜV DNV DNV ABS-QE ABNT BVQI BVQI BVQI SÃO PAULO .com. LTDA ALBARUS TRANSMISSÕES HOMOCINÉTICAS LTDA ASEA BROWN BOVERI LTDA BAYER S/A CIA.COMPANHIA PETROQUÍMICA DO SUL CORSAN – CIA. Guamaré./ DANA INDÚSTRIAS LTDA DSM ELASTÔMEROS BRASIL LTDA FÁBRICA DE MÓVEIS FLORENSE LTDA FREIOS MASTER LTDA GRÁFICA COMETA LTDA INOVAÇÃO SERVIÇOS DE LIMPEZA LTDA INYLIBRA TAPETES E VELUDOS LTDA MAXION INTERNATIONAL MOTORES S/A OPP PETROQUÍMICA S/A .Vacinas Bebidas Petroquímico Serviços Automotivo Petroquímico Moveleiro Mecânico Gráfico Serviços Têxteil Mecânico Petroquímico Petroquímico Couro e Calçados Termoplástico Petroquímico Alimentos Papel e Celulose Automotivo Químico CERTIFICADOR BVQI BVQI ABS-QE BVQI DQS BVQI BVQI BVQI ABS-QE ABS-QE DNV DNV DNV DNV BVQI BVQI ABS-QE ABS-QE DNV BVQI DNV BVQI BVQI BVQI BVQI SANTA CATARINA .QUANTIDADE 25 NOME DA ORGANIZAÇÃO AGCO DO BRASIL COM.skf.br/ Pag 157 . BRAS. CERTIFICADOR BVQI SKF do Brasil Ltda – Tel. E IND. LTDA AGCO DO BRASIL COM. E IND.SKF Reliability Systems RIO GRANDE DO NORTE .Cerro do Roque Gravataí Montenegro SETOR Mecânico Mecânico Componentes Automotivos Eletro-Eletrônico Veterinário .QUANTIDADE 143 NOME DA ORGANIZAÇÃO 3 M DO BRASIL LTDA LOCALIDADE Sumaré SETOR Prod.QUANTIDADE 1 NOME DA ORGANIZAÇÃO PETROBRAS E & P . DE COMPRESSORES S/A-EMBRACO HERING TÊXTIL S/A INDÚSTRIA DE AZULEJOS ELIANE MÓVEIS WEIHERMANN S/A PEDRITA PLANEJAMENTO E CONST.Lagoa dos Patos Jacui . RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO DANA ALBARUS S/A IND. LTDA PETROBRAS .QUANTIDADE 15 NOME DA ORGANIZAÇÃO ALCOA ALUMÍNIO S/A ARNO BERNARDES IND. COM.Unidade de Triunfo PAQUETÁ CALÇADOS PELZER SISTENAS DO BRASIL LTDA PETROFLEX S/A PURAS DO BRASIL S/A RIOCELL S/A SOGEFI INDÚSTRIA DE AUTOPEÇAS TANAC S/A LOCALIDADE Santa Rosa Canoas Porto Alegre Cachoeirinha Porto Alegre Viamão Polo Petroquímico de Triunfo Triunfo Gravataí Polo Petroquímico de Triunfo Flores da Cunha Caxias do Sul Lajeado Porto Alegre Gravataí Canoas Polo Petroquímico de Triunfo Polo Petroquímico de Triunfo Nova Petrópolis Gravataí Polo Petroquímico de Triunfo Triunfo Guaíba . Químicos / Prod. Alto Rodrigues Paracuru (Natal) SETOR Petróleo e Gás Natural CERTIFICADOR DNV RIO GRANDE DO SUL .RNCE LOCALIDADE Natal. E COM. CERVEJARIA BRAHMA COPESUL . LTDA COMPANHIA TÊXTIL KARSTEN DOHLER S/A ELIANE REVESTIMENTOS CERÂMICOS EMP. Mossoró.Unidade de Triunfo OPP POLIETILENOS S/A .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.

ASEA BROWN BOVERI A M P DO BRASIL CONECTORES ELÉT. CÂMARA DE COM. Plásticos Eletro-Mecânico Eletro-Eletrônico Serviços Eletro-Eletrônico Químico Químico Mecânico Mecânico Automotivo Têxtil Serviços Hospitalar Entretenimento Farmacêutico Eletro-Eletrônico Automotivo Químico Vidros Segurança para Veículos Serviços Automotivo Farmacêutico Químico Serviços Químico Vidros Planos Vidros Planos Serviços Bebidas Mineração Bebidas Tratamento de Resíduos Siderúrgico Informações Sistema Rodoviário Siderúrgico Siderúrgico Alimentação Automotivo Químico Químico Químico Reflorestamento Reflorestamento Automotivo Automotivo Resíduos Industriais Eletro-Mecanico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Químico Equip. de Telecomunicação Equip. de Telecomunicação BVQI BVQI BVQI LRQA FCAV FCAV BVQI BVQI ABS-QE ABS-QE DNV FCAV BVQI ABS-QE FCAV ABS-QE BVQI BVQI DQS DNV RWTÜV LRQA BVQI DNV RWTÜV ABS-QE ABS-QE DNV BVQI BVQI DNV BVQI DQS BVQI FCAV ABNT DNV DNV DNV RWTÜV RWTÜV BVQI DNV BVQI BVQI BVQI SGS ICS DNV RWTÜV ABS-QE DNV BVQI DNV DNV BVQI DNV SKF do Brasil Ltda – Tel. E IND.br/ Pag 158 .CBA CIA. Químicos / Prod. ELETRÔNICO ADVANCED ELECTRONIC INTEGRATION LTDA ADVANCED ELECTRONIC TECNOOLY LTDA AKZO NOBEL LTDA AKZO NOBEL LTDA ALCAN ALUMÍNIO DO BRASIL LTDA ALCAN ALUMÍNIO DO BRASIL LTDA ALLIED SIGNAL AUTOMOTIVE LTDA ALPARGATAS SANTISTA TÊXTIL S/A ALSCO TOALHEIRO BRASIL LTDA AMESP SAÚDE LTDA ARGUMENTO PRODUTORES ASSOC.CRISTAL PLANO LTDA CENTRO DE EXCELÊNCIA P/SISTEMA DE GESTÃO CERVEJARIAS REUNIDAS SKOL S/A CIA. .DIVISÃO TRANSMISSÕES ECOSISTEMA GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS LTDA ELETROMECANICA DYNA S/A EPSON PAULISTA LTDA FIC-FIRST INTERNAT. de Telecomunicação Equip.SKF Reliability Systems 3 M DO BRASIL LTDA 3 M DO BRASIL LTDA A B B .CRISTAL PLANO LTDA CEBRACE .skf.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. de Telecomunicação Equip. BRASIL-ALEMANHA DE SP CARBOCLORO S/A INDÚSTRIAS QUÍMICOS CEBRACE .ABB (Guarulhos) AUNDE COPLATEX DO BRASIL S/A BAYER S/A BLINDEX VIDROS DE SEGURANÇA LTDA BOLLHOFF INDUSTRIAL LTDA BRIDGESTONE FIRESTONE DO BRASIL BRISTOL-MYERS SQUIBB BRASIL S/A CABOT BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA. Plásticos Prod. E EDIT ART-PHARMA FÓRMULAS OFICINAIS LTDA ASEA BROWN BOVERI LTDA. BRASILEIRA DE ALUMÍNIO . Divisão de Forjados DE NADAI ALIMENTAÇÃO S/A DEGUSSA HÜLS LTDA. COMPUTER DO BRASIL LTDA FLEXSYS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA FLEXTRONICS INTERNACIONAL LTDA FLEXTRONICS INTERNACIONAL TECNOLOGIA LTDA FLEXTRONICS INTERNACIONAL TECNOLOGIA LTDA FLEXTRONICS INTERNACIONAL TECNOLOGIA LTDA Ribeirão Preto Itapetinga Cravinhos Bragança Paulista Hortolândia Hortolândia Itupeva Paulínea Santo André Mauá Guarulhos Americana Arujá São Bernardo do Campo São Paulo Jundiaí Guarulhos Poa Porto Feliz Caçapava Jundiaí Santo André São Paulo Mauá São Paulo Cubatão Jacareí Caçapava Barueri Guarulhos São Paulo Jacareí Suzano Piracicaba São Paulo São Bernardo do Campo Cubatão Diadema Santo André Americana Americana Guarujá Guarujá Botucatu São Paulo São José dos Campos Valinhos São José dos Campos Guarulhos Barueri Barueri Itupeva Barueri Alphaville Sorocaba Sorocaba Plásticos Prod.com. DEGUSSA METAIS CATALIZADORES CERDEC LTDA DOW QUÍMICA S/A DOW QUÍMICA S/A DURATEX S/A DURATEX S/A EATON LTDA EATON LTDA. Químicos / Prod. CERVEJARIA BRAHMA CLARIANT S/A COMPANHIA SIDERÚRGICA BELGO MINEIRA COMUNICAÇÃO PARA O MEIO AMBIENTE CONCESSIONÁRIA ECOVIAS DOS IMIGRANTES COSIPA DANA INDUSTRIAL LTDA..

LTDA KRATON POLYMERS DO BRASIL S/A KS PISTÕES LTDA KYOCERA YASHICA DO BRASIL IND.UNIDADE CAPUAVA OPP POLÍMEROS AVANÇADOS S/A .PLANTA S. BRAS. de Telecomunicação Automotivo Mecânico Serviços Metalúrgico Eletro-Eletrônico Rolamentos Serviços Petroquímico Petroquímico Bebidas Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Serviços de Agenciamento Químico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Metais de Base Borracha Borracha Químico Químico Papel e Celulose Químico Automotivo Automotivo Têxtil Têxtil Serviços Automobilístico LRQA LRQA LRQA FCAV BVQI DNV BVQI BRTÜV DNV LRQA BVQI ABS-QE BVQI ABS-QE FCAV BVQI DNV RWTÜV RWTÜV RWTÜV BVQI DNV BVQI FCAV KPMG BVQI BVQI RWTÜV FCAV DQS DNV ABS-QE ABS-QE FCAV ABS-QE BVQI BVQI BVQI ABS-QE ABS-QE DNV FCAV FCAV BVQI FCAV BVQI BVQI BVQI SGS SGS SGS SGS DNV BVQI LRQA e BVQI BVQI DNV DQS FCAV FCAV SGS ABS-QE SKF do Brasil Ltda – Tel.SKF Reliability Systems FORD DO BRASIL LTDA . ALIMENTOS INDÚSTRIAS MANGOTEX LTDA INTERNATIONAL PAPER DO BRASIL LTDA KEY CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA KLÜBER LUBRIFICATION LUBRIF. .RESTAURANTE LES BERNACHES GRANEL QUÍMICA LTDA HENKEL S/A INDÚSTRIAS QUÍMICAS HENKEL S/A INDÚSTRIAS QUÍMICAS HOSPITAL SANTA CECÍLIA IBM BRASIL LTDA IHARABRAS S/A INDÚSTRIAS QUÍMICAS INDÚSTRIAS GESSY LEVER LTDA INDÚSTRIAS GESSY LEVER LTDA INDÚSTRIAS GESSY LEVER LTDA INDÚSTRIAS GESSY LEVER LTDA. DE BEBIDAS S/A PANASONIC COMPONENTES ELETRÔNICOS PANASONIC DO BRASIL LTDA PEPIRA MIRIM AGÊNCIA DE VIAGENS PETROBRAS REFINARIA PRESIDENTE BERNARDES PHILIPS DO BRASIL LTDA PHILIPS DO BRASIL LTDA PHILIPS DO BRASIL LTDA. ESPECIAIS LTDA KODAK BRASILEIRA COM. LTDA MANNESMANN TUBOS DE PRECISÃO LTDA MDR RESITEC SISTEMAS DE GESTÃO METALÚRGICA DE TUBO DE PRECISÃO LTDA NEC DO BRASIL NKS DO BRASIL IND.UNID. E COM. E COM. E COM.skf. DE ROLAMENTOS LTDA NM ENGENHARIA E ANTICORROSÃO LTDA OPP POLIETILENOS S/A .COMPONENTES PIRELLI / FIBRAS ÓTICAS DE SOROCABA PIRELLI / SOLAC .PLANTA TAUBATÉ FUJI PHOTO DO BRASIL LTDA FURNAS CENTRAIS ELÉTRICAS S/A FURUKAWA INDUSTRIAL S/A GAFOR LTDA GESSY LEVER LTDA GESSY LEVER LTDA. LAMINADORA DE COBRE PIRELLI PNEUS PIRELLI PNEUS QUÍMICA INDUSTRIAL BARRA DO PIRAÍ RHODIACO INDÚSTRIAS QUÍMICAS LTDA RIPASA ROHM AND HAAS QUÍMICA LTDA ROLLS-ROYCE BRASIL LTDA SACHS AUTOMOTIVE BRASIL LTDA SANTISTA TÊXTIL S/A – Unidade Americana SANTISTA TÊXTIL S/A – Unidade Tatuí SANTOS BRASIL S/A SCANIA LATIN AMÉRICA LTDA São Paulo S.PLANTA IPIRANGA FORD DO BRASIL LTDA . DO CAMPO FORD DO BRASIL LTDA . .DIVISÃO ELIDA GIBBS GOODYEAR DO BRASIL GR S/A .SPAL IND. ITATIBA PANAMCO . E IND. LTDA LABORATÓRIO OSWALDO CRUZ LUCENT TECHNOLOGIES NSB MAGNETI MARELLI DO BRASIL IND.DIV.br/ Pag 159 . Bernardo do Campo Taubaté Caçapava Ibiúna Lorena Paulínia Indaiatuba Vinhedo Americana São Paulo Santos Jacareí Diadema São Paulo Sumaré Sorocaba Indaiatuba Vespasiano Valinhos Valinhos Itu São Simão São Paulo Barueri São José dos Campos Paulínia Nova Odessa Sorocaba São José dos Campos Campinas Amparo Guarulhos Taubaté Guarulhos Guarulhos Suzano São Paulo Polo Petroquímico de Capuava Itatiba Jundiaí São José dos Campos São José dos Campos Brotas Cubatão Capuava S. José dos Campos Mauá Sorocaba Jacareí Santo André Campinas Limeira Paulínea Limeira Jacareí São Bernardo do Campo Araraquara Americana Tatuí Guarujá São Bernardo do Campo Automotivo Automotivo Automotivo Mat.Petróleo/Alcool Químico Higiene Pessoal Borracha Alimentos Manuseio/Armazenagem de Cargas Químico Químico Médico/Hospitalar Eletro-Eletrônico Químico Químico Químico Químico Alimentos Produtos Plásticos Reflorestamento Serviços Lubrificantes Fotográfico Serviços Mecânico Fotográfico Laboratórial Equip.com. .SOC. Fotográfico Eletro-Eletrônico Eletro-Eletrônico Transporte Deriv. B.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.

FREIOS UNIROYAL QUÍMICA LTDA VISTEON AUTOMOTIVE SYSTEMS VOLKSWAGEM DO BRASIL YAKAZI DO BRASIL LTDA ZF DO BRASIL S/A ZF SISTEMAS DE DIREÇÃO LTDA Sumaré Itapecerica da Serra Lapa São Paulo São Bernardo do Campo Cajamar Taubaté Santo André Santo André Monte Mor São Bernardo do Campo São Paulo Itapevi São Paulo Indaiatuba Diadema São Paulo Limeira Rio Claro Guarulhos São Carlos Tatuí Sorocaba Sorocaba Eletro-Eletrônico Instalações Eletro-Eletrônico Produtos Químicos Automotivo Mecânico Automotivo Petroquímica Petroquímica Embalagens Eletrônico Alimentos Serviços Serviços Automotivo Metal-Mecânico Petroquímico Automotivo Químico Automotivo Automotivo Automotivo Automotivo Automotivo BVQI BVQI BVQI DQS BVQI LRQA BVQI BVQI BVQI ABS-QE BVQI BVQI DQS DQS DNV LRQA ABS-QE BVQI BVQI LRQA FCAV e DQS DNV BVQI BVQI SERGIPE .QUANTIDADE 2 NOME DA ORGANIZAÇÃO ALPARGATAS SANTISTA TÊXTIL S/A PETROBRAS E & P .UNIDADE INDÚSTRIA SIKA S/A SILIBOR INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA SKF DO BRASIL LTDA SM SISTEMAS MODULARES LTDA SOLVAY INDUPA DO BRASIL S/A SOLVAY POLIETILENO LTDA TETRA PAK LTDA THOSIBA DO BRASIL S/A TICKET SERVIÇOS S/A: DIVISÃO GR TILLIMPA S/A SERVIÇOS TILLIMPA S/A SERVIÇOS TOYOTA DO BRASIL LTDA TRANSTECNOLOGY BRASIL LTDA TRIKEM S/A .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.UNIDADE SÃO PAULO TRW AUTOMOTIVE SOUTH AMÉRICA S/A – DIV.skf.SKF Reliability Systems SCHNEIDER ELECTRIC BRASIL LTDA SIEMENS ENGENHARIA E SERVICE LTDA SIEMENS LTDA .com.br/ Pag 160 .SEAL LOCALIDADE Aracajú Aracajú SETOR Têxtil Petróleo CERTIFICADOR FCAV BVQI SKF do Brasil Ltda – Tel.

que têm período certo para serem trocados.manter um canal aberto de comunicação com a sociedade. certamente..com. Para mais informações visite: www. Política Ambiental da Filtros Mann do Brasil Ltda. . Por causa deste e de outros diversos fatores de poluição ambiental. restabelece as condições do óleo lubrificante básico. e os utilizadores dos lubrificantes devem tomar este cuidado para evitar e acabar com tais danos ao meio ambiente.br SKF do Brasil Ltda – Tel.br/ Pag 161 . fabricante de sistemas de filtragem.. Um litro de lubrificante usado contamina 1 milhão de litros de água.filtrosmann. Os fabricantes. cuja aqualidade é tão boa ou melhor do que o básico de primeiro refino. ou até mesmo levado pelas águas das chuvas até riachos e rios terminando no mar. a saúde de quem irá consumi-la. economizando divisas e evitando a poluição ambiental.conscientizar seus colaboradores.. fornecedores e clientes quanto à responsabilidade com relação a proteção ao Meio Ambiente.promover a melhoria contínua de seus produtos. prestadores de serviços.. . Se despejado no solo. aplicáveis aos seus produtos e serviços. através de objetivos e ações que visem a redução contínua da geração de resíduos.SKF Reliability Systems Óleo Lubrificante usado pode ser risco ambiental Os óleos lubrificantes são derivados de petróleo destinados para fins automotivos ou industriais. formando um tipo de filme com a espessura de mícrons.. numa área de 1000m2.skf. . tendo como princípio básico o respeito e a proteção ao Meio Ambiente através do atendimento da legislação em vigor e outros requisitos. impedindo a oxigenação e a entrada de luz na água.planejar e executar suas atividades produtivas. Os óleos reciclados voltam ao mercado.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. sabemos que menos de 1% da água em nosso planeta é potável e tal recurso vital está diminuindo ou desaparecendo em diversas regiões.. .. processos e SGA adotando práticas de prevenção da poluição. informando-a quanto as suas preocupações e ações ambientais. o óleo usado deve ser despejado em reservatórios próprios para que possam ser coletados e reciclados. impossibilitando a vida aquática e. A Filtros Mann do Brasil.. bem como o uso racional dos recursos naturais.. Ao fazer uma troca de óleo. A reciclagemdo óleo lubrificante usado. serviços.com. ocasiona danos irreparáveis. gerando empregos. através de sua política de Meio Ambiente se compromete a..

indicar um combustível de má qualidade. Assim. desgaste da camisa e do anel IV . Aumentos relativamente pequenos nos níveis deste elemento exigem atenção imediata. As contaminações mais graves ocorrem quando um vazamento no sistema de arrefecimento permite a entrada de água no sistema de óleo do motor. pois uma vez iniciado um desgaste rápido. Ferro. o virabrequim pode produzir grandes partículas de metal que ficarão presas nos filtros de óleo.skf.Alumínio Efeito: Isso pode ser crítico. um desgaste acentuado da camisa. ela pode obstruir os filtros de óleo e neutralizar os aditivos dispersantes. faz-se necessário inspecionar as condições das peças e agir no sentido de prevenir problemas e prejuízos.Fuligem Efeito: Um alto teor de fuligem. após a armazenagem do motor.Sódio Efeito: Um aumento repentino nas leituras de sódio indica vazamento de anticorrosivo do sistema de arrefecimento.SKF Reliability Systems CONTAMINANTES: CAUSAS E EFEITOS Para evitar futuras avarias nos equipamentos.Silício Efeito: Leituras de silício acima do normal podem indicar um problema sério. porém só chega a ser um grave problema em motores a gás natural. (Fonte: O óleo e seu motor . resultando. por ser uma partícula insolúvel. provocam espessamento do óleo. perda de suas capacidades lubrificantes e resulta em obstrução do filtro. III . podendo também formar um ácido capaz de corroer o metal.Combustível Efeito: A contaminação do combustível reduz as propriedades de lubrificação do óleo. Ele pode também aparecer como ferrugem.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. sobrecarga no motor. não é a causa direta da falha. freqüentemente. formação de depósitos. um componente abrasivo capaz de remover metal de qualquer peça durante a operação. O óleo saturado de silício torna-se na verdade. excesso de combustível ou aceleração repetida no ajuste incorreto do limitador da cremalheira (limitador de fumaça). VIII . Os aumentos na contaminação por ferro. seguem alguns exemplos de contaminantes típicos e seus efeitos sobre as condições do motor: I .Caterpillar) SKF do Brasil Ltda – Tel. possivelmente. A película de óleo deixa de ter a resistência necessária que evita o atrito de metal contra metal. Os compostos de nitrogênio.Silício. Muitos casos de contaminação da água resultam da condensação no interior do cárter. Isso pode resultar em falha do mancal e emperramento do pistão.Produtos de Nitração Efeito: A nitração ocorre em todos os motores. V . em desgaste do mancal e do virabrequim.com. A fuligem indica um purificador de ar sujo. X . Chumbo e Alumínio Efeito: Esta combinação indica sujeira na parte inferior do motor. causando. o que pode provocar o espessamento do óleo. através do sistema de indução. VI . permitindo a formação de borra. O anticorrosivo pode indicar a existência de anticongelante no sistema. VII . porém. II .Ferro Efeito: O ferro pode se originar de várias fontes. normalmente.Água Efeito: A água combinada com o óleo produzirá uma emulsão que obstruirá o filtro. possivelmente. verniz e laca. XIX . Cromo e Ferro Efeito: A combinação destes elementos indica a penetração de sujeira. também. resultantes do processo da combustão.Silício. A fuligem pode.br/ Pag 162 . o empenamento do anel do pistão e a obstrução do filtro. quando acompanhados por uma perda do controle do óleo indicam. As concentrações de alumínio indicam desgaste do mancal.

(Fonte: O óleo e seu motor . Isso pode resultar na formação de depósitos. haverá formação de vapores ácidos. É importante que quantidades suficientes de óleo sejam bombeadas para a área da banda dos anéis.SKF Reliability Systems DEGRADAÇÃO: CAUSAS I . a formação de ácidos gasosos é mais comum.Baixa Temperatura da Camisa de Água Efeito: A temperatura externa da camisa de água do motor influencia a formação de ácidos corrosivos.Alto Teor de Umidade Efeito: Em aplicações onde a umidade igual ou superior a 85% fizer parte das condições de operação. verniz.5% de enxofre no combustível. provocando espelhamento da camisa e emperramento do anel.Caterpillar) SIGLAS IMPORTANTES: SKF do Brasil Ltda – Tel. para neutralizar os ácidos. Isso pode resultar em ataques mais corrosivos. mesmo com um índice inferior a 0. entre muitas outras práticas da manutenção deficiente.Manutenção Deficiente Efeito: Os intervalos prolongados de troca de óleo e do filtro. neutralizando-os e reduzindo a proteção do óleo. Segundo. que por sua vez. são indícios de desgaste da camisa e do anel ou emperramento deste.C. laca.com. devido ao teor adicional de água no ar. que pode reagir com determinados aditivos.br/ Pag 163 . graduais ou repentinas.Comando de Óleo Efeito: A taxa de consumo de óleo pode fornecer importantes informações referentes ao motor. Mudanças no consumo. II . carbono.skf. a baixa temperatura aumenta o teor de água do óleo. borra. além de ocorrer ataque corrosivo. quando a temperatura estiver abaixo de 79o. Primeiro. propiciam a formação de depósitos pesados que as rocas subseqüentes "normais" de óleo são incapazes de remover. III . IV .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. aumentará a fuga de gases para o cárter.

um número seguido da letra W especifica que o óleo trabalha em temperatura negativa. DIN: Deutsche Industrie Normen . ATF: Automatic Transmition Fluid . ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas. W: Winter = inverno .especificação para fluidos de transmissões. diferenciais e transmissões. ISO: International Standard Organization .número de basicidade total . NLGI: National Lubrificating Grease Institute . sem sofrer congelamento.número de alcalinidade forte.especificação para consistência de graxas.especificação para óleos em serviços militares e pesados. SAN: Strong Acid Number .skf.normas industriais alemãs. MIL-L: Military Information Lubrication . TABELA DE CONVERSÕES DE UNIDADES SKF do Brasil Ltda – Tel. ASTM: American Society for Testing of Materials . SBA: Strong Base Number . SAE: Society Automotive Engineers .desenvolve ou seleciona as técnicas de ensaio necessárias para a especificação dos lubrificantes.baseia-se exclusivamente na viscosidade de óleos para motor. TAN: Total Acid Number .mede o número de acidez em óleos em geral.SKF Reliability Systems • • • • • • • • • • • • • • API: American Petroleum Institute .sistema de classificação de óleos automotivos. não considerando fatores de qualidade ou desempenho.com.br/ Pag 164 .: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.número de acidez forte.para verificação da reserva alcalina em óleos automotivos (cárter). TBN: Total Base Number .número total de acidez .especificação para óleos industriais.

967 841 1 0.com.022 1000 947.5 Kgf/cm2 0.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.695 95 14.894 757 98.005 7 MJ 0.001 559 0.036 091 0.004 184 1 2.325 0 100 lbf/in2 0.000 278 0.001 0.252 164 1 MW 0.001 0.000 293 0.184 0 1000 2684.745 700 1 1.707 51.001 0.420 7 SKF do Brasil Ltda – Tel.434 641.000 239 0.817 0 2544.br/ Pag 165 .094 735.341 022 1.141 860.178 227 0.001 162 0.055 056 Btu/s 0.010 197 0.745 700 1 1.684 520 3.068 046 0.001 360 0.71492 59 394.005 7 0 Conversão de Unidades de Energia e Trabalho KJ KJ Btu Kcal MJ hp KW 1 Btu 0.018 7.066 50 101.866453 1 4.341 022 KW 0.817 239.500 615 647 27.372 506 1 1.559 1 6 760 750 407.223 34 14.184 1000 000 1341.SKF Reliability Systems Conversão de Pressão mm hg mm hg in H2O Kpa lbf/in2 Kgf/cm2 Atm bar 1 in H2O 0.6 hp 0.947 817 1 3.947 817 Kcal 0.000 001 0.52 3600 3.000 393 0.535 776 Kpa 0.009 869 0.615 7 3412.019 7 Atm 0.277 778 0.skf.965 666 Kcal/s 0.001 055 0.699 9 1 1000 1.189 4 401.000 373 0.239 006 0.001 341 KW 0.145 038 1 14.000 948 0.002 456 0.831 7 Conversão de Potência W W hp KW Btu/s Kcal/s MW 1 hp 0.055 056 1 4.986 9 1.706 787 0.019 337 0.252 164 1 239.056 853 4184 5 610 836 4.070 307 1 1.248 84 1 6.965 666 947.239 006 0.001 055 0.133 322 0.000 746 0.033 277 1.002 537 0.004 184 1 745.001 316 0.414 1055.

393 701 1 12 39.000 001 0.000 009 0.001 1 1 609.1 m2 0.092 903 1 4 046.304 8 1 Km 0.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www.000 002 0.001 0.083 333 1 3. métrica 1 1 000.000 011 0.001 076 0.com.621 371 1 milha polegada(in) 25.280 840 m 0.00 0.84 1000 5 280.204 623 2 000.763 91 43 560 107 639.0 907.4 4 1 000 000 1 000.0 0.000 621 0.000 247 1 2.000 001 0.856 10 000 0.000 189 0.451 6 in2 0.00 1 609.br/ Pag 166 .025 4 0.623 453.000 001 0.000 1 0.344 Conversão de Unidades de Superfícies (áreas) mm2 mm2 cm2 in2 ft2 m2 acre há Conversão de Massa mg g lb kg 0.006 944 1 10.8 1000 1000 000 100 000 3280.8 100 polegada(in) pé 0.skf.000 025 0.307 08 39 370.155 000 1 144 1 550.471 054 0.344 0.SKF Reliability Systems Conversão de Unidades de Comprimento mm mm cm 1 10 cm 0.16 cm2 0.592 453 592.000 645 0.001 550 0.001 0.453 592 1 0.184 1 7 1 000.04 4 1000 000 10 000 mg g lb kg ton.0 1.000 454 0.000 023 0.907 185 1 tonelada curta tonelada métrica (Mg) 1 100 645.032 808 0.000 305 0.01 0.001 102 0.000 5 0.002 205 1 2.404 686 1 acre há 929.001 1 0. curta ton.030 92 903.0 2 204.003 ft2 0.08 63 360.54 30.01 1 6.000 01 0.001 0.003 281 0.102 312 SKF do Brasil Ltda – Tel.0001 0.039 370 0.4 pé m Km milha 304.1 1 2.

barril m3 (kl) 1 gal.: 55 (11) 4448-8200 Fax: 55 (11) 4448-8691 Web: http://www. imp.023 810 0. SKF do Brasil Ltda. 3. gal. U. 6. U.028 594 1 6.0 1 000. 4.006 290 0.S.158 987 1 3. Carreteiro e Carlos R.004 546 0.972 33 219. S.br 5.skf.unilubri.172 0 BIBLIOGRAFIA 1. S.832 675 1 34. Moura Petróleos e Derivados . ANP – Agência Nacional de Petróleo.219 969 0. 0. ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.com.br/ Pag 167 .200 4.546 087 949 158.987 3 42. Unilubri – www.001 0.969 4 barril 0.com.003 785 0.264 172 0.289 811 m3 (kl) 0.785 412 1 1. SKF do Brasil Ltda – Tel.Publicação Ipiranga.Autor: Ronaldo P. 2. Mann Filtros do Brasil. Fonte: Livro:Lubrificante e Lubrificação . 7.SKF Reliability Systems Conversão de Volume dm3 (litro) dm3 gal.0 264. Departamento Técnico da Cimaf . imp. gal.