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E.E.E.F.

Presidente Roosevelt Disciplina: Biologia Professora: Carla Patrícia

Reino Plante

João Paulo n° * Patricia Farias Leite n° 31* Thalita Gabriella Rampelotti n° 32*

Porto Alegre, 26 de outubro de 2011

* Alunos da turma 212

......... 9 ...................................................................... 6 Anexos .................................................................... 4 Gimnospermas ...... Pag.................... Pag............................................. Pag.... Pag... Pag..................... Pag.. 3 Briófitas ....... 2 Reino Plante ..................... Pag.............................. Pag........................................................................ 7 Bibliografia ..................................................................................... 3 Pteridófitas .......................................... 4 Conclusão ........................Índice Introdução .......

estamos sempre à procura de respostas para os dilemas que a natureza nos proporciona e é em busca de algumas dessas respostas que este trabalho foi desenvolvido. seus ciclos reprodutivos e procuramos esclarecer bem os termos usados durante a pesquisa.as pteridófitas e as gimnospermas. .Introdução O ser humano sempre teve curiosidade em descobrir como o mundo ao seu redor funciona. Na Biologia não é diferente. Buscamos compreender melhor as características de diferentes tipos de plantas como as briófitas.

mas apresentam estruturas semelhantes . hepáticas e antóceros são seus representantes [anexo 2]. A segunda produz esporos. para as demais partes da planta. diferentemente das outras plantas. gametófitos (haplóides).Reino Plante As plantas são seres eucariontes. multicelulares e fotoautótrofas e possuem uma apomorfia típica. mais desenvolvida. célula a célula. um bom exemplo são as turfeiras que estão envolvidas no ciclo global do carbono. transportam facilmente a água das raízes para seus órgãos aéreos como caule e folhas. dando origem a um novo individuo também haplóide. A primeira. As Plantas apresentam. Da união entre um anterozóide e uma oosfera surge o zigoto. mas diferenciamse em muitos aspectos morfológicos e funcionais Os esporos são libertados da planta e dispersos no ambiente. Eles fixam a planta ao solo e absorvem água e sais minerais.que é responsável pelo transporte de seiva bruta e seiva elaborada. Por serem avasculares as substancias são transportadas de forma lenta. A seta é. não desenvolve cavidades como a dos animais. Em todas as plantas a produção de gametas ocorrem por mitose e a meiose ocorre na formação de esporos. os esporófitos (diplóides) resultam da fecundação de gametas e do desenvolvimento de um zigoto. graças ao auxílio dos rizóides. Elas podem ser vasculares . Na fase haplóide os indivíduos são chamados gametófitos (produz gameta) e na fase diplóide são chamados esporófitos (produz esporos). o embrião se desenvolve e origina uma fase assexuada chamada esporófito. Os gametas só se desenvolvem após a fecundação. em seu ciclo reprodutivo. cresce sobre o gametófito e é dependente deste quanto à nutrição. fecundar a oosfera (gameta feminino). ou vasculares. As briófitas são vegetais na maioria terrestre e de lugares úmidos. que nos musgos é a estrutura produtora . armazenam cerca de 400 bilhões de toneladas de carbono orgânico. a geração duradoura é gametofítica e a fase temporária é esporofítica. chamada esporófito (2n). germinam quando há condições ambientais. como nas outras briófitas. Musgos. Em seguida. e permanece fixa no substrato. Por isso alguns autores propõem que seja usado o termo embryphytes para denominar o filo das plantas. formando o zigoto diplóide (reprodução sexuada) Assim os. os rizóides. apresenta estruturas reprodutoras masculinas e femininas. O esporófito dos musgos é composto de seta. No ciclo de vida das briófitas. o embrião é maciço. uma vez que o anterozóide (o gameta masculino) necessita deslocar-se até o arquegônio (gametângio feminino) para. Tanto os gametas quanto os esporos são células haplóides. O inicio do ciclo reprodutor [anexo 3]é dependente de água. Os musgos são os maiores representantes das briófitas e apresentam grande importância ecológica. o qual não é rapidamente decomposto a CO2 por microorganismos. que é a fusão do núcleo haplóide do gameta feminino com o gameta masculino. Caindo no substrato. esporângio e opérculo. originam-se a partir de esporos. a estrutura de sustentação do esporângio. Briófitas O reino Plante possui vários grupos e entre eles está o grupo das briófitas. As briófitas possuem uma região denominada gametófito (n) e outra. neste. que se desenvolve e forma um embrião sobre a planta feminina. alternância de gerações (haplóide e diplóide) também chamado ciclo haplodiplobionte [anexo 1]. não possuem sistema vascular. Estes musgos ainda são utilizados como combustível industrial e para aquecimento doméstico na Irlanda e em outras regiões do norte. sendo de grande importância uma vez que. isto é. São avasculares e não possuem raízes . o que limita o seu tamanho (não passam de 20 cm de altura).

que. O principal exemplo de uma gimnosperma é o pinheiro. No interior de cada óvulo a oosfera é fecundada por um gameta masculino.característica de vegetais mais complexos. No final do processo. Entre as pteridófitas . formando uma estrutura mais ou menos cônica (pinha)[anexo 5]. por sua vez. atualmente. sob condições especiais. raiz. que transporta água e sais absorvidos pelas raízes e pelos vasos liberianos (floema). utilizado. de preferência. nos dois casos (iguais ou diferentes). A fecundação forma um zigoto. O dendezeiro é uma das hospedeiras preferidas dessas pteridófitas. Durante o carbonífero as pteridófitas dominavam grandes áreas. pois seu tecido condutor é representado pelas traqueias ou vasos lenhosos (xilema). A samambaia e a avenca podem viver sobre outras plantas. Gimnospermas As gimnospermas são plantas terrestres que vivem. São chamadas também de traqueófitas. como combustível. não possuem frutos e sua semente se localiza do lado de fora do ovário. Quando maduros.que produzem dois tipos de esporos: megásporos femininos e micrósporos masculinos. com espécies que chegavam a 30 ou 40metros de latura. A maioria das pteridófitas é terrestre e habita. caule e folhas verdadeiros. As heterosporadas são as licopodíneas (Lycopodium e Selaginella). nos referimos á célula reprodutiva feminina (Gametófito feminino) . O opérculo é a "tampa" do esporângio. transportam uma solução orgânica com os produtos da fotossíntese. em ambientes de clima frio ou temperado. mas sem prejudicá-las. mas ainda necessitam de água na reprodução assim como as briófitas. possuem alto porte. A samambaia e a avenca são exemplos desse grupo de vegetais [anexo 4]. as pteridófitas foram os primeiros vegetais a apresentar um sistema de vasos para conduzir nutrientes. que é hermafrodita. lugares úmidos e sombrios. Isto ocorre justamente porque elas apresentam características consideradas avançadas para o grupo ao qual pertencem como a heterosporia . que são consideradas os representantes vivos da transição evolutiva entre pteridófitas e o grupo seguinte. sendo constituída por três partes: o embrião. preferencialmente. o óvulo transforma-se em semente. os esporos são liberados e podem germinar no solo úmido. são produzidos pela fase esporofítica. então. Cada esporo. Seu caule é geralmente subterrâneo e é denominado rizoma. o peristômio. temos as isosporadas . Estas. enquanto as isosporadas têm um único gametófito. O gametófito das pteridofitas é o protalo e surge da germinação de um esporo.por meio de tubos polínicos – estrutura tubular por onde o gameta masculino chega até a oosfera .que produzem um único tipo de esporo e as heterosporadas . as heterosporadas produzem um gametófito masculino e um gametófito feminino. Os esporos.a fase sexuada chamada gametófito. Na reprodução do pinheiro-do-paraná [anexo 6](uma gimnosperma) após a formação das sementes os cones masculinos liberam micrósporos (esporos pequenos) que são chamados também de grãos pólen que se espalham pelo vento e chegam ao ovulo – quando falamos em óvulo no reino Plante. pode se desenvolver e originar um novo musgo verde . controlado por uma "tranca".de esporos. caule e folhas bem definidas. . já que sua semente fica envolvida por escamas. Possuem raiz. Quando vão ser formados os gametófitos. o endosperma e a casca. Pterodófitas Na evolução das plantas. São vascularizadas. O opérculo e o peristômio juntos formam a estrutura de controle da liberação de esporos. transformaram-se em carvão mineral (carvão de pedra). A semente é o ovulo maduro e fecundado.

Mas ele pode se manter em sua forma nuclear. é quando o embrião rompe a casca envoltória da semente. isso acontece na formação de um coco. . dissecação e afins. e então é absorvido durante o desenvolvimento do embrião. e ‘caí’ no chão.Essa casca tem a função de proteger o embrião contra insetos. Finalmente na germinação. O endosperma passa para a sua fase celular. microorganismos. dando origem a mais uma árvore.

em nossa opinião. os assuntos mais complicados. mas depois de compreendidos nos esclarecem muitos pontos importantes sobre a botânica e nos fazem olhar de maneira diferente para o que acontece ao nosso redor que nem nos damos conta.Conclusão A Biologia é uma área que possui muitos termos o que dificulta seu estudo. Os diferentes tipos de reprodução são. . Durante esse trabalho procuramos entender os diferentes termos empregados a fim de compreender o que nos foi proposto.

Anexos: Anexo 1 : Ciclo Haplodiplobionte. neste caso um musgo . Anexo 2: Representantes das Briófitas Anexo 3: Ciclo reprodutor das briófitas.

estrutura cônica das gimnospermas Anexo 6: Ciclo reprodutivo de uma gimnosperma. . Avenca (Imagem ao fundo) e Samambaia (imagem à frente) Anexo 5: Pinha.Anexo 4: Representantes das pteridófitas .

.html http://blogosferagg.POR-853-714.php http://mundoeducacao. Biologia volume 2. 2005.6674.br/biologia/gimnospermas.blogspot.br/conteudos/Reinos4/gimnospermas.klickeducacao.com/ http://www.com.br/bcoresp/bcoresp_mostra/0. São Paulo.com.uol.Bibliografia: http://www.sobiologia. Editora Saraiva.00.htm César da Silva Júnior.com.