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Índice

:

Objetivos________________________________________________________ Pg. 2 Introdução Teórica ____________________________________________ Pgs. 2 e 3 Material ________________________________________________________ Pg. 3 Procedimento Experimental _________________________________________Pg. 4 Medições/Observações ____________________________________________ Pg. 5 Cálculos ___________________________________________________ Pg. 6,7,8 e 9 Resultados _____________________________________________________ Pg. 10 Discussão/Conclusão ____________________________________________ Pg. 11 Questões Pós-Laboratoriais ________________________________________ Pg. 12 Bibliografia_____________________________________________________ Pg. 13

Objetivos:
Esta actividade experimental consistiu na medição da temperatura, da diferença de potencial (U) e da intensidade da corrente (I) de minuto a minuto de um determinado material enquanto este é aquecido. Isto foi realizado com o objectivo de determinar a sua capacidade térmica mássica (c) do mesmo.

Introdução Teórica:
Os conceitos que foram utilizados na realização desta actividade experimental, foram: 

Capacidade térmica mássica (c);

A capacidade térmica mássica é uma grandeza representada pela letra “c”, é definida como sendo a quantidade de energia que é necessário fornecer a 1Kg de qualquer material, de modo a que se a sua temperatura se eleve 1ºC. No sistema internacional (S.I) esta grandeza exprime-se em J/ (kg ´ K) A capacidade térmica varia de material para material. A capacidade térmica mássica pode ser relacionada com a energia transferida como calor (Q) através da seguinte expressão matemática:

Calor (Q);
O Calor representado pela letra “Q”, é a transferência de energia entre sistemas a diferentes temperaturas. Se esta transferência ocorrer espontaneamente, a energia transfere-se do sistema que se encontra a maior temperatura para o de menor. O calor como qualquer outra forma de energia é expresso em Joules (J) no sistema internacional (S.I). O Calor pode ser calculado através da expressão matemática:

O Calor varia com a massa dos corpos, a variação da temperatura e a capacidade térmica mássica das substâncias.

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Potência eléctrica máxima;
A potência eléctrica é a rapidez com que a energia é transferida do painel para o circuito exterior. No sistema internacional expressa-se em Watts (W)

A Potência eléctrica pode ser calculada através da expressão matemática: ̅ ̅

Material:

Material de Laboratório Fonte de alimentação (0-12V; 6A) 2 Blocos calorimétricos de material desconhecido Fios de ligação Amperímetro Voltímetro Resistência (12V; 66W) Interruptor Termopar Glicerina Cortiça Cronómetro

Procedimento experimental:

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Montou-se o circuito elétrico com 1 fonte de alimentação, 1 voltimetro em paralelo com a resistência de aquecimento, 1 amperimetro e 1 interruptor.

Com o interruptor aberto, introduziu-se a resistência e o termopar num dos blocos calorimétricos. Esperou-se que a temperatura estabiliza-se

Quando a temperatura assinalada no termopar estabilizou fechou-se o interruptor e iniciou-se a leitura da diferença de potêncial, da intensidade da corrente e da temperatura a cada minuto (durante 12 minutos).

Depois da leitura ter terminado abriu-se o interruptor e retirou-se a resistência e o termopar do bloco. Com cuidado (devido à sua temperatura) retirou-se um dos blocos de cima da cortiça.

De seguida repetiu-se o mesmo procedimento com o segundo bloco calorimétrico

Medições/observações:

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1º Bloco calorimétrico T (min) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 I (A) 3.8 3.8 3.8 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 U (V) 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5

20.8 21.3 23.6 27.5 32 36.6 41.1 45.6 50.0 54.3 58.3 62.3 66.3

2º Bloco calorimétrico T (min) 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 I (A) 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 U (V) 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5

23.1 23.4 24.3 25.9 27.7 29.7 31.8 33.8 35.8 37.8 39.9 41.7 43.5

Cálculos:

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1º Bloco calorimétrico Determinar o declive da recta Dados:

s

I (A) 3.8 3.8 3.8 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7

U (V) 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5

Capacidade térmica mássica (c):

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Erro Absoluto: Dados:

̅

Erro Relativo: Ea = 115,14 J/(Kg.K) cexato = 393 J/(Kg.K) | |

2º Bloco calorimétrico Determinar o declive da recta Dados:

7

I (A) 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7 3.7

U (V) 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5 9.5

Capacidade térmica mássica (c):

Erro Absoluto: Dados:

8

̅

Erro Relativo: Ea = 271.1 J/(Kg.K) cexato = 900 J/(Kg.K) | |

Resultados:
1º Bloco calorimétrico

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Declive da recta Potência média fornecida Capacidade térmica mássica Erro Absoluto Erro Relativo

70 60 Temperatutra ℃ (T) 50 40 30 20 10 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Tempo min. (t) y = 4.078x + 17.047

2º Bloco calorimétrico Declive da recta Potência média fornecida Capacidade térmica mássica Erro Absoluto Erro Relativo

50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Tempo min. (t) y = 1.8258x + 21.23

Discussão/conclusão:

Temperatutra ℃ (T)

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Pode-se concluir que esta actividade experimental decorreu de forma positiva. Não se podendo assinalar grandes problemas. Os resultados que se obtiveram não estão muito distantes dos resultados verdadeiros, com apenas aproximadamente 30% de erro relativo. Este erro pode ter ocorrido devido à falta de isolamento dos dois blocos, estes estavam apenas isolados na sua base podendo perder calor pela lateral dos mesmos. Esta falta de isolamento afectou a exactidão dos resultados. Através da análise da capacidade térmica mássica obtida em cada bloco, pode-se concluir que o 1º bloco calorimétrico é feito de latão, sendo o 2º feito de alumínio. Excluindo esta pequena falha no isolamento a experiência a decorreu como previsto, não se podendo apontar qualquer furtuito. Pôde-se concluir também com este trabalho que quanto maior for a condutividade térmica mássica de uma substância, menor será a variação da sua temperatura para uma igual quantidade de energia fornecida.

Questões pós-laboratoriais (pág.40 C.L):
1. A água da cafeteira de latão aquecerá até uma temperatura mais elevada visto ter uma menor condutividade térmica, logo necessita de ser fornecida ao latão,

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menos energia para que a temperatura aumente 1 Kelvin, que ao alumínio. Tenha em conta este exemplo: Dados: Cafeteira 1 (alumínio) Cafeteira 2 (latão)

Cafeteira 1

Cafeteira 2

2. A areia da praia fica escaldante no verão visto ter uma capacidade térmica mássica menor que a água tendo assim uma grande variação de temperatura. Como a água do mar tem uma capacidade térmica muito maior do que a da areia, a mesma quantidade de energia transferida provoca um menor aquecimento da água do que aquele que se verifica na areia. 3. Devido à enorme capacidade térmica mássica da água esta tem a capacidade armazenar grandes quantidades de energia ao longo do dia, esta energia quando libertada durante a noite, aquece o ar à sua volta (vizinhança). Como o ar tem uma capacidade térmica mássica muito baixa, a energia libertada pelo mar é suficiente para aumentar a temperatura do ar. Devido a isto os climas marítimos são mais amenos que os continentais.

Bibliografia:
Fontes:

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RODRIGUES, M. Margarida; DIAS, Fernando (2007), Física na nossa vida caderno de laboratório,1ª Edição, Porto Editora, Porto, pág. 24, 3640. RODRIGUES, M. Margarida; DIAS, Fernando (2007), Física na nossa vida Fisica e Quimica –Física- 10º Ano,1ª Edição, Porto Editora, Porto, pág. 45-49.
http://www.infopedia.pt/$capacidade-termica-massica (consult. 05/05/2012)

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