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Índice

:

Objetivos________________________________________________________ Pág. 2 Introdução Teórica ______________________________________________ Pág. 2 e 3 Material ________________________________________________________ Pág. 4 Procedimento Experimenta l ______________________________________ Pág. 5 e 6 Medições/Observações ____________________________________________ Pág. 7 Cálculos _______________________________________________________ Pág. 7 e 8 Resultados _______________________________________________________ Pág. 9 Discussão/Conclusão ______________________________________________ Pág. 9 Questões Pós-Laboratoriais _______________________________ Pág. 10, 11 , 12 e 13 Bibliografia_______________________________________________________Pág. 14

Objetivos:
Esta actividade experimental consistiu em preparar uma solução aquosa (dispersão) de dicromato de potássio (K2Cr2O7), na parte I. Na parte II o objectivo foi obter (a partir da solução anteriormente preparada) uma solução mais diluída.

Introdução Teórica:
Os conceitos que foram utilizados na realização desta actividade experimental, foram: 

Mole e Massa Molar;

A mole (mol) é uma unidade da grandeza de quantidade de substância, representa-se por “n”. A massa molar (M) é massa (g) numa mol de uma determinada substância (átomos, moléculas, etc…). A Massa molar exprime-se em g/mol, e é igual massa atómica relativa da mesma substância.

Relação entre massa molar (M) e mol (n): M= 

Dispersões;

Chama-se dispersão (solução) a uma mistura de duas ou mais substâncias. É composta por duas fases, a fase dispersa (soluto) que se encontra envolvida por outra fase, a fase dispersante (solvente). As dispersões podem ser de três tipos: o Verdadeiras – são < que um nanómetro; o Coloidais - estão compreendidas entre um nanómetro e um picómetro; o Suspensões – são > que um picómetro. 

Concentrações;
A concentração de uma dispersão pode ser exprimida de vários modos:

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o Concentração mássica (Cm) – Indica a massa de soluto existente numa unidade de volume da solução.

o Concentração molar (c) – Indica a quantidade de soluto (mol) por uma unidade de volume de solução.

o Percentagem em massa (% m/m) – Indica a percentagem da massa de soluto na massa total da solução. ( ⁄ )

o Factor de diluição ( ) − Representa o número de vezes que se deve diluir o volume de uma solução concentrada (Ci), até se obter uma solução de concentração mais diluída (Cf)

o Relação entre a concentração inicial, o volume inicial e a concentração final e o volume final

o Densidade ou massa volúmica – Expressa a massa de uma substância existente no volume da mesma.

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Material :
Parte I
Material de Laboratório Balão volumétrico, 100 ml Gobelé, 100 ml Vareta de Vidro Balança analítica, 0.0001 g Garrafa de esguicho Funil de Liquidos Frasco de Vidro Espátula Rótulos Reagentes Água destilada DIcromato de Potássio (K2Cr2O7) ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Parte II
Material de Laboratório Pipeta volumétrica, 5,00 ml Macrocontrolador de pipetas Balão volumétrico, 50,00 ml Garrafa de esguicho Pipeta conta-gotas Funil de Liquidos Vareta de Vidro Reagentes Água destilada DIcromato de Potássio (K2Cr2O7), o,02 mol/dm3 ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

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Procedimento experimental:
Parte I

Calculou-se a massa molar de Dicromato de potássio a pesar.

Determinou-se a massa da fase dispersa dissolver.

Mediu-se a massa de fase dispersante calculada prev iamente, retirando-a para um copo de precipitação , sobre uma balança analitica, com a utilização de uma espátula

Depois da medição efectuada anteriormente adicionou-se ao soluto um pouco de água destilada e agitou-se com uma vareta de vidro.

Com a devida utilização de um funil e do seu repetivo suporte colocou-se a solução (com a ajuda de uma vareta) no interior do balão volumétrico.

Com mais um pouco de água destilada lavou-se o copo de precipitação e transferiou-se a solução para o interior do balão volumétrico. Repetiu-se o mesmo processo as vezes necessárias

Colocou-se a rolha no balão de precipitação. De seguida agitouse a dispersão para que esta fosse homogenizada.

Uma vez terminada a dissolução, adicionou-se água destilada até encher o balão volumétrico até ao traço de referência

Homogenizou-se novamente a solução e de seguida rotulou-se devidamente a mesma.

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Parte II

Calculou-se o volume a retirar da solução previamente preparada, de acordo com o factor de diluição.

Com recurso a pipeta e uma pompete transferiuse o volume de solução anterior calculado para outro balão volumétrico.

Adicionou-se água destilada á solução, até ao traço de referência com recurso ao esguicho.

Homogenizou-se a solução após se ter colocado a rolha no balão volumétrico.

Rotulou-se devidamente a solução.

* Durante a realização destes procedimentos experimentais necessitou-se de especial cuidado no manuseamento das pipetas, na pesagem do soluto e no preenchimento dos balões volumétricos até à marca referencial.

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Medições/observações:
Parte I

Massa de soluto (K2Cr2O7) Volume solução Concentração da solução

0.5884 g (valor real 0.5919 g) 0.1 0.02 Parte II

Volume a retirar Volume solução final Concentração da solução

0.025 0.05 0.01

Cálculos:
Parte I Dados : Vf = 0.1 C = 0.02 ( ( ) )

1

______________________________________________________________________ _

1

Uma vez que não foi possível medir 0,5884 g de soluto (dicromato de potássio) teve-se que trabalhar com 0,5919 g de massa de soluto

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(

)

C=0,0201

Parte II

(

)

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Resultados:

Parte I

( ( (

) ) )

Parte II

Discussão/conclusão:
Pode-se concluir que esta actividade experimental decorreu de forma positiva. Podendo salientar-se apenas pequenos erros. O primeiro ocorreu durante a medição da massa de soluto, na balança analítica, uma vez que foi algo difícil pesar a massa necessária, devido à inexperiência do utilizador, logo, ao invés de realizar a actividade com a massa de soluto inicialmente planeada (0,5889 g) esta foi realizada com 0,5919 g de soluto. O outro percalço ocorreu aquando da utilização da pompete, uma vez que o seu utilizador a colocou indevidamente na pipeta volumétrica. Apesar de não de não nos ter sido disponibilizado termos de comparação, estimamos que os valores obtidos, nesta actividade, estão perto do pretendido.

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Questões pós-laboratoriais:
Parte I 1. a) dados:

( ( )

) ⁄

b) dados:
( ( ( ) ) ) ( ) ( )

(

)

(

)

10

c) dados: (
(

)
) ( )

Parte II 1. 1.1) dados: ( ⁄ ) ( ) ( )

(

)

(

)

1.2) dados:

.

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1.3)

Calculou-se o volume a retirar da solução em causa, apartir da sua densidade.

Com recurso a pipeta e uma pompete transferiuse o volume de solução anterior calculado para outro balão volumétrico.

Adicionou-se água destilada á solução, até ao preencher .

Homogenizou-se a solução após se ter colocado a rolha no balão volumétrico.

Rotulou-se devidamente a solução.

Material de Laboratório Pipeta graduada Macrocontrolador de pipetas Balão volumétrico, 500 ml Garrafa de esguicho Pipeta conta-gotas Funil de Liquidos Vareta de Vidro

Reagentes Água destilada Ácido Nítrico ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

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1.4) 1.4.1) dados:

1.4.1) dados:

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Bibliografia:
Fontes:  DANTAS, Maria; RAMALHO, Marta (2008), Jogo de Partículas ACaderno de Actividades Laboratoriais, 1ª edição, Texto Editores, Lisboa, pág. 38, 54-59. DANTAS, Maria; RAMALHO, Marta (2008), Jogo de Partículas A, 1ª edição, Texto Editores, Lisboa, pág.167-171.

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