O vídeo é uma representação de como um professor humilde ajudou Brigham Young a converter-se ao evangelho restaurado.

Ele começa com um trecho de um discurso feito pelo Presidente Young, no qual perguntava: “O que persuade os homens?” (Journal of Discourses, 1:90)
O que convence as pessoas a respeito da veracidade do evangelho? O que podemos fazer para seguir o exemplo de Eleazer Miller quando ensinamos o evangelho?

Peça aos alunos que imaginem que estejam plantando um jardim. • Que sementes plantariam em seu jardim? Diga o que gostariam de ter no jardim. Depois de plantar as sementes, o que seria necessário fazer para que o jardim desse certo? O jardim de cada um pode ter plantas diferentes e, ainda assim, todos podem ser igualmente belos e úteis. O jardim de cada um pode ter plantas diferentes e, ainda assim, todos podem ser igualmente belos e úteis. Da mesma forma, os membros da Igreja podem receber diferentes dons do Espírito, mas todos esses dons são úteis na edificação do reino de Deus. Como sementes e plantas, os dons do Espírito podem ser cultivados e nutridos até que se desenvolvam totalmente e se tornem de grande utilidade.

O Élder Dallin H. Oaks, do Quórum dos Doze, ensinou que os dons do Espírito “podem conduzir-nos a Deus, servir-nos de escudo contra o poder do adversário, compensar a nossa falta de capacidade e consertar as nossas imperfeições”. (“Spiritual Gifts”, Ensign, setembro de 1986, p. 72.)

O Élder Orson Pratt, do Quórum dos Doze, disse: “Os dons espirituais são distribuídos entre os membros da Igreja de acordo com sua fidelidade, situação, habilidades naturais, deveres e chamados, de modo que o grupo, como um todo, seja devidamente ensinado, confirmado, aperfeiçoado e salvo”. (Masterful Discourses and Writings of Orson Pratt. N. B. Lundwall (org.), 1953, p. 571.)

“Se somos imperfeitos, é nosso dever orar pedindo o dom que nos tornará perfeitos. Se eu tenho imperfeições? Tenho muitas. Qual é o meu dever? Orar a Deus pedindo que me conceda os dons que as corrijam. Se eu fosse uma pessoa irritável, meu dever seria orar pedindo caridade, que é sofredora e benigna. Se eu fosse invejoso, meu dever seria empenhar-me em alcançar a caridade, que não é invejosa. Assim é com todos os dons do evangelho. Esse é o propósito deles. Ninguém deve dizer: „Ah, isso eu não consigo controlar, faz parte da minha personalidade‟. Isso não é justificativa, pois Deus prometeu que nos daria a força para corrigir essas coisas e que nos concederia os dons que as erradicariam”. Pres. George Q. Cannon (Millennial Star, 23 de abril de 1894, p. 260.)

O Élder Bruce R. McConkie ensinou: “Os dons espirituais são infinitos, tanto em número como em diversidade. Os citados na palavra revelada são meramente exemplos”. (A New Witness for the Articles of Faith, p. 371.)

Que entre os “dons menos evidentes” estão “o dom de pedir ou perguntar; o dom de escutar; o dom de ouvir e atender à voz mansa e suave; (…). O dom de evitar os atritos; o dom de ser agradável; (…) o dom de empenhar-se no que é correto; o dom de não julgar; o dom de voltar-se a Deus para conseguir orientação; o dom de ser discípulo; o dom de importar-se com outras pessoas e cuidar delas; o dom de ter a capacidade de ponderar; o dom de orar; o dom de prestar testemunho com vigor e o dom de receber o Espírito Santo. Marvin J. Ashton [Conference Report (Relatório da Conferência Geral), outubro de 1987, p. 23;
Ensign, novembro de 1987, p. 20.]