Descrição da obra - Descrição física: A obra tem como descrição física do tipo residêncial, tendo 22 pavimentos e 4 subsolos, e ao todo

possuem 132 apartamentos, 6 por andar. - Localização: A obra esta localizada na Rua Augusta de número 852. - Autor do projeto de arquitetura: o arquiteto Jonas Bigger é o responsável pelo projeto - Autor do projeto de fundação: Carlos de Almeida Ribeiro - Engenheiros responsáveis:
Alexandre Samara Renan Bernardo Geoge Luís da Silva Anderson Machado Alex Santos Gonçalves Alexandre Samara Fernandes Edson Luiz Minoru Yamana Jorge Boock Abduch Marcelo Carvalho

- Acompanhante da visita: Michele Feitosa é estagiária da empresa Even e nos acompanhou durante toda a visita da obra.

tais como Estaca Escavada. Na implantação do tubo guia deverá ser executado um pré-furo escavado manualmente de aproximadamente 20 cm. Uma vez iniciada a escavação é desejável que esta seja contínua até sua conclusão. Estaca Barrete. lança-se mais lama bentonítica para manter estabilizadas as paredes do furo. ESTACA ESCAVADA COM LAMA BENTONÍTICA: A execução das estacas utilizadas na obra consiste na escavação do terreno com utilização de lama bentonítica para estabilização das paredes das escavações por equipamentos apropriados de acordo com projeto de fundações elaborado. um tubo-guia de diâmetro 50 mm maior que o da estaca que tem a finalidade de proteger o topo das. mantendo-se severo controle da verticalidade e da velocidade de descida e subida da caçamba. Conforme se remove o solo. Eventualmente os tubos metálicos-guias serão calçados com pranchões de madeira caso ocorra a necessidade de melhor condição de apoio. sendo referência para observação e conferência das cotas de ponta. Perfuração e preenchimento simultâneo da estaca com lama bentonítica Inicialmente deverá ser feita uma verificação nas caçambas com relação ao fato destas estarem bem balanceadas e perfeitamente alinhadas. assim como a sucção provocada pela velocidade excessiva de subida do equipamento ocasionando grandes desmoronamentos. Tubulações. com no mínimo 1m. no mínimo 2 m de diferença de nível e igual a duas vezes ao diâmetro da estaca. este deverá ser executado com solo adicionado de 10% de cimento compactado. a. Caso seja necessário o reaterro junto a escavação. O equipamento deve ser posicionado de forma a garantir a centralização da estaca. Estaca Broca e Estaca em Hélice. Escavações. bem como nivelamento do topo deste. de maneira a evitar ao máximo o impacto do equipamento com a lama bentonítica na descida. arrasamento e posicionamento da armadura. garantir a perfeita locação da estaca e para a escavação. O nível de lama na escavação deve ser mantido acima do nível de água do terreno. garantindo as condições de sustentação da armadura posicionada e fixada nele através de quatro alças. pois caso contrário poderá ocasionar desvios e futuros problemas na concretagem.Fundação e Contenção da obra Na obra foram utilizadas 5 tipo de fundações. . Para estaca de seção circular deve ser locado e enterrado. bem como o conjunto funil e tremonhas cheios de concreto. O tubo metálico guia deverá estar devidamente embutido no solo superficial.

Se necessário esta armadura poderá ser travada com ajuda de vergalhões ou através de solda. As amostras devem ser retiradas do fundo das estacas para realização dos seguintes ensaios de campos:   Densidade – pelo método da balança de lama verifica-se a densidade da lama que deve variar de 1. Estas alças também são necessárias para que se possa manter a ferragem suspensa e presa ao tubo guia. pH – utilizando-se do papel de pH verifica-se o pH da lama que deve variar de 7 a 11na escala do papel. b. Limpeza do fundo e preparo da lama para concretagem Concluída a escavação é necessário realizar a limpeza do fundo da escavação da estaca.pelo método da Bureta Graduada verifica-se o teor de areia da lama que não deve passar de 3%. tremonha. A lama deve levar de 30 a 90 segundos para passar pelo funil. Viscosidade – pelo método do funil de Marsh verifica-se a viscosidade da lama. Teor de areia . cake e teor de areia. A empresa contratada deverá fazer ensaios na lama bentonítica ao prepará-la e ao término da escavação de cada estaca. capacidade de formar nos vazios do solo e superfície lateral da escavação uma película impermeável (CAKE) e propriedades tixotrópicas quando em repouso e quando em movimento. A armadura não deverá permanecer submersa na lama bentonítica por um intervalo de tempo maior que 2 horas e deverá possuir alças para que seu içamento não comprometa sua integridade. evitando movimentos bruscos tendo como consequência eventuais desbarrancamentos e ou impregnação da armadura pelo terreno e garantir um recobrimento da armadura mínimo de projeto. . Colocação de armadura Concluída a escavação e a limpeza do fundo da estaca. Esta espessura deverá ser determinada ao menos uma vez por partida de bentonítica. centralizada e direcionada através de roletes espaçados e distribuídos. removendo lama com características viscosas para desarenação ou sua substituição por circulação. A armadura deverá estar montada de acordo com o projeto específico e ser colocada no local de maneira cuidadosa. Depois de desarenada a lama. Cake – No ensaio por filtragem. verificando: densidade.10 g/cm³. viscosidade.A lama bentonítica possui características importantes que interferem diretamente na estabilidade pelo fato desta se manter em suspensão por um longo período. pH. deverá formar um “cake” com espessura de 1 mm a 2 mm.025 a 1. mantendo sempre o furo integralmente preenchido pela lama. As tolerâncias se encontram no item b. é realizada ensaios de verificação de sua qualidade.    c. instala-se a armadura e o tubo.

d. durante a concretagem fique sempre imerso em pelo menos 1. Deve-se dar atenção especial à concretagem. os resultados da execução de ensaios tipo “PIT” para a liberação das estacas. slump de 20+/. Outro cuidado é de que o tubo tremonha. uma vez iniciada não é possível a sua interrupção. portanto deve ser usado brita com diâmetro máximo de 10 % do diâmetro interno do tubo tremonha. Cm e consumo de cimento 400 Kg/m³.5 m dentro do concreto. pois o tubo tremonha não pode ser retirado de dentro da massa de concreto. este procedimento é necessário para que não venham a ocorrer juntas e descontinuidades no corpo da estaca. . conforme padrão PO 0BR 063 – ENSAIOS TÉCNOLOGICOS. ou conforme orientação do consultor.2. pois esta deve ser contínua. A concretagem deverá ser executada seguindo as indicações de projeto atentando para que a cota de parada do concreto esteja situada a aproximadamente 50 cm acima da cota de arrasamento das estações. Deverá ser verificado e analisado junto ao consultor. Concretagem O concreto a ser empregado deve ser extremamente plástico para que possa fluir com facilidade pelo tubo tremonha e poder preencher a escavação.

c. por rotação da hélice contínua. sem a retirada do solo escavado. areia. pedrisco e brita 1. até a profundidade estabelecida em projeto. com a retirada simultânea da hélice contínua. A perfuração é uma operação contínua. A marcação dos eixos. Concretagem Uma vez atingida a profundidade definida em projeto. O concreto utilizado deve apresentar resistência característica fck maior que 20 MPa. através da haste central do trado simultaneamente a sua retirada do terreno. sendo facultativa a utilização de aditivos. locação e prumos das estacas hélice contínua pode ser feita através de caixas de madeira na qual o seu interior será cravada a estaca ou se somente a marcação com anel centralizado (piquete) é suficiente. sem a retirada da hélice do terreno. b. deverá ser verificado junto ao consultor. sob pressão controlada. inicia-se a injeção de concreto pela haste central do trado. a armadura (“gaiola”) é introduzida na estaca de maneira cuidadosa e. velocidade de avanço e pressão no sistema hidráulico de torque. Quando por algum problema executivo surge uma dúvida quanto à integridade do concreto da estaca. executada por meio de trado contínuo e injeção de concreto. devem ter sido concretadas há pelo menos 24 h. A colocação é direcionada através de roletes espaçadores. As estacas situadas dentro de um raio de 6 vezes o diâmetro da estaca a ser escavada. com consumo mínimo de 350 kg/m³.Perfuração Consiste na introdução. com material escavado e sem rotação. através do equipamento de monitoração da perfuratriz.ESTACA ESCAVADA COM HÉLICE CONTÍNUA A estaca Hélice Contínua é uma estaca de concreto moldado “in loco”. a necessidade de . Armadura A armadura deverá estar montada de acordo com o projeto específico. Após o término da concretagem. Deve ser feito um controle rigoroso da profundidade. evitando movimentos bruscos e garantir um recobrimento da armadura mínimo de projeto. ser bombeável e composto de cimento. Centralizada por gravidade ou com auxílio de um pilão de pequena carga ou vibrador. a.

Controle do posicionamento da armadura durante a concretagem. Desvios de locação. É obrigatório o fornecimento do diário de obra com os relatórios de perfuração e concretagem das estacas pela empresa contratada. que registra no relatório as recomendações e a aprovação dos serviços executados. Anotação rigorosa dos horários de início e fim da escavação.investigações. Características do equipamento de escavação. Velocidade avanço e subida. Torque. Consumo dos materiais por estaca e comparação trecho a trecho do consumo real em relação ao teórico. Estas informações devem ser analisadas pelo consultor de fundações. Velocidade de rotação da mesa rotativa. Especificação e controle de qualidade dos materiais utilizados (concreto). devendo conter informações sobre:                 Diâmetro e comprimento real da estaca abaixo do arrasamento. Anotação rigorosa dos horários de início e fim da concretagem. Pressão de concreto. Inclinação da torre. sondagens rotativas ou execução de ensaios tipo “PIT” para a liberação das estacas. Anormalidades de execução. . Gráfico da subida do concreto.

Proteger o topo das estacas com um cabeçote de aço durante a cravação. No caso de pré-furos atentar para a haste rígida da perfuratriz estar firme e aprumada. Cravação O consultor de fundações deve acompanhar a cravação da primeira estaca e verificar a qualidade dos serviços do empreiteiro. prensagem ou vibração e por fazerem parte do grupo denominado “estacas de deslocamento” As estacas pré-moldadas podem ser de concreto armado protendido. Caso haja uma camada intermediária de solo resistente que impeça a estaca de atingir o comprimento previsto no projeto. vibrado ou centrifugado e concretadas em formas horizontais ou verticais. Devem ser evitadas as emendas. instalações e as eventuais solos agressivos. deve-se consultar o calculista quanto à posição de cravação de novas estacas e à alteração do bloco. Içar a estaca por meio de cabo auxiliar e trazê-la para junto da torre.ESTACAS PRÉ-MOLDADAS DE CONCRETO As estacas pré-moldadas caracterizam-se por serem cravadas no terreno por percussão. posicionar o pé da estaca locando-a no gabarito. verificar junto ao consultor a necessidade de executar pré-furos ou qualquer outro procedimento para atingir o previsto no projeto. colocando-a na posição vertical. Verificar o prumo e iniciar a cravação. além de serem submetidas à cura necessária para que possuam resistência compatível com os esforços decorrentes do transporte. e em seguida. Cravar as estacas de concreto utilizando bateestacas dimensionados para as seções das estacas e profundidades a serem atingidas. Devem ser executadas com concreto adequado. Cravar as estacas atentando para o seu correto prumo e até encontrar a “nega” definida pelo calculista. Corte . mas se necessário. A proteção dos furos torna-se primordial para que não sejam aterrados ou perdidos durante chuvas ou circulação do bate-estaca. manuseio. b. Coloca-se o coxim de madeira em cima do topo da estaca. estas deverão ter a mesma resistência da estaca e deverão ser executadas sem prejuízo da parte cravada. Posicionar o bate estaca no gabarito de madeira e aprumar a torre. equipados com martelo apropriado para esse fim. Em caso de quebra de estaca durante a cravação. descendo o capacete até que se encaixe na cabeça da mesma. a.

· negas ou repiques no final de cravação e na recravação. Convocar o consultor de fundações sempre que necessário. antes da concretagem do bloco. · deslocamento e levantamento de estacas por efeito de cravação de estacas vizinhas. dos comprimentos cravados e dos desaprumos finais pelo consultor. Em cada estaca deve constar a data de sua moldagem. A seção resultante deve ser plana e perpendicular ao eixo da estaca e a operação de demolição deve ser executada de modo a não causar danos à estaca. em relação à horizontal. conforme definido em projeto. Em cada estaqueamento deve-se elaborar o diagrama de cravação em pelo menos 10% das estacas. É obrigatório o fornecimento do diário de obra com os relatórios de cravação das estacas pela empresa contratada. Realizar o corte normalmente ao eixo da estaca. Na ocasião da concretagem do bloco de coroamento. Em estacas vazadas. nas várias idades. No caso de quebras de estacas durante a cravação deve ser verificado junto ao consultor qual a melhor solução. independente da rotina da obra. Os relatórios de cravação tornam-se essenciais para análise das negas atingidas. sendo obrigatoriamente incluídas aquelas mais próximas aos furos de sondagens. através da utilização de ponteiros ou marteletes leves. · suplemento utilizado – tipo e comprimento. Blocos de coroamento Ligar as extremidades superiores das estacas com vigas e blocos de fundação de coroamento. c. danificado durante a cravação ou acima da cota de arrasamento. o concreto que foi deixado acima da cota de arrasamento deve ser removido. · anormalidades de execução. trabalhando com pequena inclinação. devendo conter informações sobre: · diâmetro da estaca.O topo da estaca. bem como a curva de interação · flexocompressão e flexotração do elemento estrutural. deve ser demolido. Checar durante a cravação se a integridade da estaca não foi afetada. · características do equipamento de cravação. · comprimento real da estaca abaixo da cota de arrasamento. quando houver. Comparar a profundidade cravada com a sondagem. deixando as armaduras livres e limpas. o furo central deve ser convenientemente tamponado. . para cima. · desaprumo e desvio de locação. · controle de qualidade (o fabricante deve apresentar os resultados de ensaios de · resistência do concreto das estacas. acima da cota de arrasamento. de concreto armado.

O nível de lama na escavação deve ser mantido acima do nível de água do terreno. lança-se mais lama bentonítica para manter estabilizadas as paredes do furo. verificando: densidade. viscosidade. capacidade de formar nos vazios do solo e superfície lateral da escavação uma película impermeável. Para execução de parede diafragma. As tolerâncias se encontram no item c abaixo. A parede diafragma/estaca barrete é feita por “Clam-shell” acionado hidraulicamente ou por cabos de aço. além de acionar os cabos ou sistemas hidráulicos. deve ser usada mureta-guia de concreto ou aço com dimensões 50 mm maiores do que a parede projetada. A lama bentonítica possui características importantes que interferem diretamente na estabilidade pelo fato desta se manter em suspensão por um longo período. através escavação do terreno com utilização de lama bentonítica para estabilização das paredes das escavações por equipamentos apropriados e de acordo com projeto de fundações elaborado. c) Troca ou tratamento da lama Concluída a escavação é necessário realizar a limpeza do fundo da escavação da estaca. cake e teor de areia. Conforme se remove o solo. O “Clam-shell” fica pendurado em um guindaste pesado que promovesse as manobras tanto de giro como de subida e descida. assim como a sucção provocada pela velocidade excessiva de subida do equipamento ocasionando grandes desmoronamentos. removendo lama com características viscosas para desarenação ou sua substituição por . A empresa contratada deverá fazer ensaios na lama bentonítica ao prepará-la e ao término da escavação de cada estaca. pH.PAREDE DIAFRAGMA E ESTACA BARRETE A parede diafragma consiste na execução de painéis de concreto armado ou não. com profundidade enterrada de no mínimo 1m. mantendo-se severo controle da verticalidade e da velocidade de descida e subida da caçamba. A execução de uma parede-diafragma obedece à seguinte sequência: a) Execução de mureta-guia A mureta-guia servirá para definir o perímetro da obra e de guia para ferramenta de escavação (“clam-shell”). de maneira a evitar ao máximo o impacto do equipamento com a lama bentonítica na descida. auxilizando na centralização da estaca bem como para na manutenção da verticalidade (prumo). b) Escavação e preenchimento simultâneo da estaca com lama bentonítica Uma vez iniciada a escavação é desejável que esta seja contínua até sua conclusão. no mínimo 2 m de diferença de nível.

centralizada e direcionada através de roletes espaçados e distribuídos. Esta espessura deverá ser determinada ao menos uma vez por partida de bentonita. deverá formar um “cake” com espessura de 1 mm a 2mm. Na sua parte superior é colocado um funil através do qual é lançado o concreto diretamente do caminhão betoneira ou da bomba.circulação. no caso do concreto bombeado.025 a 1.  Este circuito consiste no lançamento de lama limpa no topo da perfuração e o bombeamento da lama usada no fundo da escavação. a limpeza do fundo da estaca e a colocação da chapa-junta. As amostras devem ser retiradas do fundo das estacas para realização dos seguintes ensaios de campos:     Densidade – pelo método da balança de lama verifica-se a densidade da lama que deve variar de 1. d) Colocação de chapa junta e armadura As juntas entre painéis são “juntas secas” do tipo “macho/fêmea”. é realizada ensaios de verificação de sua qualidade. a lama circula através de uma bomba que por centrifugação separa as partículas mais pesadas (areia) do restante.10 g/cm³. Teor de areia . A armadura não deverá permanecer submersa na lama bentonítica por um intervalo de tempo maior que 2 horas e deverá possuir alças para que seu içamento não comprometa sua integridade.pelo método da Bureta Graduada verifica-se o teor de areia da lama que não deve passar de 3%. que são colocadas nas extremidades dos painéis antes da concretagem. A armadura deverá estar montada de acordo com o projeto específico e ser colocada no local de maneira cuidadosa. instala-se a armadura e o tubo tremonha. A lama deve levar de 30 a 90 segundos para passar pelo funil. Depois de desarenada a lama. Cake – No ensaio por filtragem. Viscosidade – pelo método do funil de Marsh verifica-se a viscosidade da lama. e) Concretagem A concretagem da parede diafragma é do tipo submerso. Se necessário esta armadura poderá ser travada com ajuda de vergalhões ou através de solda. pH – utilizando-se do papel de pH verifica-se o pH da lama que deve variar de 7 a 11 na escala do papel. mantendo sempre o furo integralmente preenchido pela lama. Estas alças também são necessárias para que se possa manter a ferragem suspensa. evitando movimentos bruscos tendo como consequência eventuais desbarrancamentos e ou impregnação da armadura pelo terreno e garantir um recobrimento da armadura mínimo de projeto. Concluída a escavação. No caso da desaneração. inicialmente é descido um tubo de aço denominado tubo tremonha até ficar cerca de 30 cm acima do fundo da escavação. O concreto sendo mais pesado que a lama bentonítica vai empurrando-a para .

5 metro dentro do concreto. neste caso coloca-se apenas uma junta na extremidade oposta ao painel existente. necessariamente entre 2 painéis existentes. Caso não aconteça. deve ser retirada a chapajunta. a necessidade de investigações. deverá ser verificado junto ao consultor. antes da concretagem. e concretar em seguida. f) Retirada da chapa-junta Após o término da concretagem. Deve-se dar atenção especial à concretagem. consumo dos materiais por estaca e comparação trecho a trecho do consumo real em relação ao teórico. executam-se os painéis de “fechamento” sem chapa-junta. no dia seguinte proceder a escavação de no mínimo mais 1 metro. Um outro cuidade é de que o tubo tremonha.cima sendo que no topo da perfuração é instalada uma bomba que irá recalcar a lama de volta ao silo para seu aproveitamento na escavação da próxima lamela. slump de 20+/. Quando por algum problema executivo surge uma dúvida quanto a integridade do concreto da parede diafragma. . anormalidades de execução.       desvios de locação. sondagens rotativas ou execução de ensaios tipo “PIT” para a liberação das estacas. este procedimento é necessário para que não venham a ocorrer juntas e descontinuidades no corpo da estaca. antes da concretagem. A execução de uma parede-diafragma inicia-se por painéis chamados “primários ou iniciais”. características do equipamento de escavação. ao lado dos painéis já existentes. pois esta deve ser contínua. É obrigatório o fornecimento do diário de obra com os relatórios de escavação e concretagem das paredes-diafragma pela empresa contratada. Finalmente. devendo conter informações sobre:  largura e profundidade real da estaca executada. Em seguida são executados os painéis “secundários ou seqüências”. portanto deve ser usado brita nº 1. cm e consumo de cimento 400 Kg/m³. controle do posicionamento da armadura durante a concretagem. Estacas e Lamelas devem ser concretados no mesmo dia da escavação. O concreto a ser empregado deve ser extremamente plástico para que possa fluir com facilidade pelo tubo tremonha e poder preencher a escavação. uma vez iniciada não é possível a sua interrupção pois o tubo tremonha não pode ser retirado de dentro da massa de concreto.2. especificação e controle de qualidade dos materiais utilizados (concreto). durante a concretagem fique sempre imerso em pelo menos 1. no início do processo de pega. que são executados utilizando-se duas juntas colocadas em uma em cada extremidade do painel.

surge a necessidade de vigas alavancas/equilíbrio. Enviar a solução adotada para o calculista estrutural que dimensionará as mesmas quanto às dimensões e armações. de travamento ou alavancas/equilíbrio antes das concretagens dos blocos. Prever a armação de vigas baldrames. Existe a necessidade de liberação prévia das excentricidades por parte do consultor para evitar a furação posterior dos blocos para chumbamento de ferros de vigas alavancas/equilíbrio. gráfico da subida do concreto. Torna-se primordial a conferência das medidas. a) Vigas Alavancas/Equilíbrio: Quando o consultor das fundações constatar a necessidade de vigas alavancas/equilíbrio ele estudará a solução de menor custo. Os blocos que tiverem as suas dimensões iniciais modificadas devem ser previamente autorizados pelo calculista estrutural para execução. Se constatado nível d’água nas cotas dos blocos. anotação rigorosa dos horários de início e fim da concretagem. verificação da limpeza do lastro. ou seja. que devem ser dimensionadas pelo projetista estrutural. Lembrar que só estaca com diâmetros superiores a 60 cm é que podem ser arrasados por rompedor. armação e forma para que a aderência entre os materiais seja perfeita. Através dos resultados dos relatórios de ensaios de concreto acompanhar se os mesmos se encontram dentro do especificado em projeto. As cotas de arrasamento das estacas estão previstas em projeto e o consultor deve orientar para evitar a profundação do bloco. dados de controle das características da lama bentonítica. . Se executados sem forma chapiscar as paredes laterais para se manter a integridade de suas dimensões e garantir espaçamento da ferragem. A concretagem dos blocos e vigas baldrames não deve ser executada sob chuvas torrenciais. mantendo o mínimo de contato entre estaca x concreto do bloco. A conferência do eixo dos arranques dos pilares e seus gastalhos deverão ser feitos antes da concretagem partindo-se do gabarito. se haverá necessidade de análise do calculista. BLOCOS E VIGAS BALDRAMES Como análise inicial.  anotação rigorosa dos horários de início e fim da escavação. eixos. Recomenda-se dar prioridade aos blocos referentes às colunas da projeção do corpo do prédio. verificar a necessidade de contratação de empresa para rebaixamento de lençol freático. extração de concreto ou possível reforço. as menores devem ser manuais. Caso não liberado. conferir a excentricidade das estacas para locação do bloco e se os momentos gerados estão dentro dos limites dimensionados. blocos mais próximos ou aproveitamento de vigas baldrames já existentes.

cuja ponta é obturada por uma bucha de brita. de maneira a formar uma base alargada. e a bucha expulsa por golpes do pilão e fortemente socada contra o terreno. No apiloamento do concreto deve-se tomar cuidado para não ocorrer a torção da armação (uniforme e internamente livre para não ser atingida pelo pilão). Uma vez executada a base. em camadas fortemente socadas. A marcação dos eixos das Estacas Franki pode ser feita através de caixas de madeira na qual o seu interior será cravada a estaca ou se somente a marcação com anel centralizado (piquete) é suficiente. A cravação é feita através da bucha. Prever no canteiro lugar de estoque de materiais e local para as soldas das armações e facilidade de acesso aos demais materiais. . extraindo-se o tubo a medida da concretagem. No ato da concretagem deve ser feito um controle rigoroso do volume de concreto dentro do tubo para não ocorrer o seccionamento da estaca quando do levantamento do mesmo. Atingida a profundidade estimada e a nega adequada.ESTACA FRANKI Crava-se no solo um tubo de aço. Os relatórios diários de cravações tornam-se essenciais para o acompanhamento junto ao consultor. inicia-se a concretagem do fuste. através de cabos no equipamento. Verificar o prumo do tubo durante a cravação da estaca. o tubo é preso.

Dar preferência de início os serviços pelos tubulões referentes aos blocos de poço de elevador por serem geralmente os mais fundos e demorados de serem executados e com maiores probabilidades de desbarrancamento em épocas de chuva. alertando quanto à necessidade de anéis de concreto ou não. e) Paralisação imediata das atividades de escavação dos tubulões no início de chuvas. O ar deve ser captado em local isento de fonte de poluição. a sequência dos tubulões a serem escavados. pois o lançamento direto torna muito mais ágil as concretagens. com película ultravioleta. sendo:   O diâmetro mínimo para a escavação de tubulões a céu aberto é de 0. . sendo que devem ser atendidos os seguintes requisitos: a) Sistema de ventilação por insuflação de ar por duto.80 m. sinalizar e fechar os poços no término e intervalos da jornada de trabalho.70 m somente poderá ser utilizado com justificativa técnica do Engenheiro de Fundações ou Solo. dimensionamento conforme a carga e apoiado com no mínimo 0. Deve-se garantir de 10 a 20 renovações de ar por hora. escavar até se atingir o terreno natural. quando necessário. b) Sistema de sarilho fabricado em material resistente e com rodapé de 0. A liberação dos tubulões para concretagem deverá ser registrado no livro diário de fundações pelo consultor de solos. c) Cobertura translúcida tipo tenda. O equipamento de descida e içamento de trabalhadores e materiais utilizados na execução de tubulões a céu aberto devem ser dotados de sistema de segurança com travamento. Só após concretagem dos anteriores é que iniciamos as escavações dos intercalados. O consultor também deve orientar quanto à segurança dos posseiros em solos de fácil desbarrancamento.50 m em relação à borda do tubulão. Combinar com o consultor da fundação. A escavação de tubulões a céu aberto. d) Isolar. Os tubulões devem ser conferidos um a um em suas medidas de projeto. sobre montantes fixados ao solo. caso contrário adotar filtro. Se atingida a cota necessária em projeto e for encontrado algum tipo de poço antigo ou regiões em aterro. O diâmetro de 0.TUBULÃO Toda escavação somente poderá ser iniciada com a liberação e autorização do Engenheiro de Fundação ou Solo. qualidade do solo e limpeza pelo consultor das fundações que irá liberar para concretagem ou solicitar algum acerto antes da mesma. Em seguida a programação de abertura dos tubulões deve atentar quanto à circulação do caminhão betoneira no terreno. alargamento ou abertura manual de base e execução de taludes deve ser precedida de sondagem ou de estudo geotécnico local.20 m em sua base fixo no terreno. f) Utilização de iluminação blindada e a prova de explosão.

se haverá necessidade de análise do calculista.Recomenda-se que o lançamento do concreto seja executado por meio de um “funil” que ameniza a desagregação do concreto. Verificar com consultor se há especificação diferente para os tubulões de divisa quanto à armação ou cotas de apoio que irão garantir a sua estabilidade. . extração de concreto ou possível reforço. Para se facilitar o trabalho da limpeza das cabeças dos tubulões que até a execução do bloco podem estar todas cobertas de lama. no dia seguinte à concretagem cobri-los com montes de areia que é bem mais fácil de ser retirada. Através dos resultados dos relatórios de ensaios de concreto acompanhar se os mesmos se encontram dentro do especificado em projeto. Aqui a conferência da cota torna-se necessária tanto para arrasamento correto dentro do bloco e se evitar quebras posteriores ou complementações de concreto. podendo ser vibrado em sua cabeça o que somente terá a finalidade de acabamento.

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