Consulta ao processo oriundo da reiteração de denúncia por crime de “Falsidade Ideológica” (Falsa Titularidade) encaminhada à Chefe de Polícia Civil

do Estado do Rio de Janeiro, que pela ausência formal de resposta, bem como, que pelo destino dado “ARQ/SPG – PASTA 108/12 DOC 01”, apenas tão somente, ratificou o decidido pelo Delegado Alexandre Guedes Magalhães.

Reiteração Denúncia Falsa Titularidade de “Doutor” à Polícia Civil RJ
Chefia da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro Rua da Relação nº 42 Janeiro a Relação, 42 - Centro - Rio de Janeiro Centro - Rio de Janeiro – RJ Excelentíssima Chefe de Polícia Civil Dra. Martha Rocha Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalmente, SOLICITAR, que V.Sa. Intervenha, envidando todos os seus esforços, utilizando de todos os meios, e instrumentos jurídicos, disponíveis, para que seja dado o devido encaminhamento, através do reconhecimento, pelo Estado do Rio de Janeiro, da tipificação de Crime de Falsa Titularidade , conforme denúncia crime, formalmente, apresentada na 12ª Delegacia de Polícia., ora indeferida por uma sua Autoridade Policial. Esta solicitação tem como Base o Preâmbulo, e os Art. 1, Art. 3, Art. 4, Art. 5, Art. 37 e Art. 93 da Constituição da República Federativa do Brasil, abaixo reproduzidos, com “grifos” e comentários meus, bem como, o processo OAB/RJ nº13.265/2011, cuja cópia completa segue em anexo. Tal, tem como premissa, o fato de que o Delegado Assistente de Polícia Civil, Sr. Alexandre Guedes Magalhães, Matrícula 860.900-0, lotado na 12ª Delegacia de Polícia Civil, não conheceu da DENÚNCIA, protocolada com o nº 12ªD.P. D.P.C. – S.E.S.E.G. E09/074713/1012/11, em 11 de Setembro de 2011, reiterada através do protocolo com o nº 12ªD.P. D.P.C. – S.E.S.E.G. E-09/008000/1012/2012, em 23 de Janeiro de 2012 por não tipificar Crime de Falsa Titularidade , uma vez que, em seu Despacho consta “ Considerando o teor dos documentos juntados, não entendo que existe crime e nem dolo de praticar algum crime por parte das pessoas em questão”. Aproveitamos para reafirmar que esta denúncia tem como objetivo, preservar, a Titularidade de “Doutor”, do, histórico, e imoral, uso, uma vez que, em essência, é uma meritosa conquista, que exige muito esforço, e por isso, necessariamente, agrega à Ciência, no caso, do Direito, Valores, e Conceitos, razão pela qual, deve estar pautada em análise revolucionária pelo “NOVO” ou pela “NEGAÇÃO do Velho”, permitindo, e ajudando, no aperfeiçoamento da Ciência. Quando então, ressaltamos, que o Direito Constituído permite que tratemos qualquer Advogado como “Doutor”, contudo, não admite que qualquer Advogado, mesmo que reconhecido pela OAB, se apresente profissionalmente como “Doutor” sem o respaldo de

curso completo de Doutorado em estabelecimento de ensino superior reconhecido pelo Estado Brasileiro, através do MEC. Algo, que nos permite afirmar, que a Lei que impede qualquer Cidadão Brasileiro de se representar em Juízo, é a mesma Lei, que especifica Titularidade, logo, os procedimentos, e ritos, processuais, em hipótese alguma, podem estar pautado em “praxe”, principalmente, quando, em essência, esta é Hipócrita e Medíocre. Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II
Anexos : I – Cópia do DESPACHO emitido em 23 de Janeiro de 2012 II – Reprodução parcial da Constituição da República Federativa do Brasil III – Cópia da denúncia protocolada, e devolvida, na 12ª D.P.

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL (Promulgada em 1988) PREÂMBULO Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. A Segurança Jurídica é o pilar base de um Estado Democrático, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Artigo 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I - a soberania; II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana, A Segurança Jurídica é o pilar base de um Estado Democrático, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a SOBERANIA em determinar critérios, normas e regras, que permite o pleno usufruto da CIDADANIA, com o necessário respaldo da DIGNIDADE da pessoa humana, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos) Artigo 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

A Segurança Jurídica é o pilar base de uma Sociedade formalmente organizada, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a Construção de uma Sociedade Livre, Justa e Solidária, promovendo o bem de todos, sem qualquer preconceito, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebida, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos) Artigo 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I - independência nacional; II - prevalência dos direitos humanos; III - autodeterminação dos povos; IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; A Segurança Jurídica é o pilar base da República Federativa do Brasil, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a Independência Nacional, com prevalência dos direitos humanos, respaldada na autodeterminação dos povos, com a cooperação entre os povos para o progresso da humanidade, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebida, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos) Artigo 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: A Segurança Jurídica é o pilar base da República Federativa do Brasil, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a inviolabilidade do direito à igualdade, e à propriedade (de titularidade ou não), com o tratamento sem distinção, e por isso, igualitário perante a lei, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos)

Sendo este Artigo Constitucional a implementação do princípio básico de qualquer Sociedade Organizada, isto é, garante a ISONOMIA de tratamento entre TODOS os Brasileiros e Estrangeiros Residentes no País, bem como, ao ter apensos Tratados Internacionais, busca na medida do possível e necessários transpor as barreiras Étnicas, Culturais, Sociais e Políticas, portanto, seu princípio uma vez especificado É IMUTÁVEL, isto é, qualquer esforço para alterá-lo deverá ser encarado como INCONTITUCIONAL, o que de fato, GARANTE a existência e a permanência em Nossa Constituição (Plinio Marcos) I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; A distinção de gênero, forma mais banal de discriminação, é concretamente abolida na NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser contundentemente NEGADA, ao DETERMINAR que Homens e Mulheres tem direitos e obrigações iguais. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; A Liberdade de escolha, em todos os sentidos, em todas as formas, é contundentemente determinada pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser admissível a existência de “obrigação” de fazer, ou deixar de fazer, em virtude de lei. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; O Respeito à Pessoa Humana, em todos os sentidos, em todas as formas, é contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser impossível a submissão de alguém por tratamento de tortura, desumano, ou degradante, quando então, ressaltamos ser a obrigação de tratar, ou reverenciar, um igual como “superior”. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer; A liberdade no exercício profissional, implica, necessariamente, na Responsabilidade, e no Respeito, em todos os sentidos, em todas as formas, ao que é contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser impossível aceitar que alguém, se apresente profissionalmente, sem o respaldo legal. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXII - é garantido o direito de propriedade; O Respeito à propriedade, em todos os sentidos, em todas as formas, contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, implica, necessariamente, garantir os benefícios, tangíveis e intangíveis, por exemplo, da Titularidade, aos que legitimamente a conquistaram, uma vez que, é inadmissível aceitar a banalização, de qualquer titularidade, por alguém que, se arvore, e se apresente profissionalmente como “Doutor”, sem o respaldo legal. Algo que somente poderá ser, em essência, no

mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito; A “praxe” de se tratar qualquer Bacharel em Direito, desde que reconhecido pela OAB, como “Doutor”, é Hipócrita, e Medíocre, mas também, esta historicamente enraizada no Poder Judiciário, e por isso, deve ser extirpada, pelo Órgão Institucional, criado para FISCALIZÁ-LO financeiramente, e administrativamente, que é o Conselho Nacional de Justiça. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada; O reconhecimento pelo Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria Estadual de Segurança, através da Chefia da Polícia Civil do Estado, do fato concreto, de “praxe” não outorga “titularidade”, intrinsecamente, implica na percepção de um “ ato jurídico perfeito”, que por isso, deve ser Respeitado, e Considerado. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção; A Fundamentação SUFICIENTE, que deverá ser Inquestionável, Irrefutável, Justa, e Respaldada no Direito Constituído, é o concreto, que diferencia um juízo ou tribunal de exceção, daquele Juízo e Tribunal Legítimo. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) Artigo 37º A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998) A erradicação de qualquer “praxe”, que não esteja respaldada no Direito Constituído, permite o perfeito respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, uma vez que, a mesma lei que, por exemplo, impede a representação, por quem não seja advogado, também especifica o que é Titularidade. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) Artigo 93º Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) Por analogia, entendemos que a manifestação efetuada pela Autoridade Policial, da 12ª Delegacia de Polícia, carece da necessária fundamentação, uma vez que, cabe a qualquer Autoridade Policial, coibir, ou reprimir, através do devido processo investigatório, toda conduta que contrarie o Direito Constituído, seja ela criminosa, ou não. A fundamentação, que não esteja respaldada no Direito Constituído, impede o concreto respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, uma vez que, sem a mesma é impossível garantir o “ato jurídico perfeito”. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos)

III – Cópia da denúncia protocolada, e devolvida, na 12ª D.P. Documento original anteriormente enviado “ Recurso CFOAB representação de FalsaTitularidade de Doutor”,http://pt.scribd.com/doc/65254808/Recurso-CFOABrepresentacao-de-Falsa-Titularidade-de-Doutor , onde estamos, em função de “arquivamento liminar” de representação contra advogados que se apresentaram como“Dr.” em Petição Inicial, sem o necessário respaldo de curso de doutorado concluído,questionando: Conselho Federal da OAB que tome as medidas cabíveis, de tal forma, ser refirmulada adecisão do “esseLentíssimo” Presidente da OAB/RJ que decidiu pelo “arquivamento liminar”, em concordância, com o “esseLentíssimo” Presidente do TED da OAB/RJ

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