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Comissão Europeia

Documento de Orientação para a Implementação do EPER

Documento de Orientação para a Implementação do EPER

Nos termos do artigo 3º da Decisão da Comissão de 17 de Julho de 2000 (2000/479/CE)

relativa à criação de um registo europeu das emissões de poluentes (EPER) nos termos do artigo 15º da Directiva 96/61/CE do Conselho relativa à prevenção e controlo integrados da poluição (IPPC)

Comissão Europeia Direcção-Geral do Ambiente

Novembro de 2000

Estão disponíveis muitas outras informações sobre a União Europeia na Internet. É possível aceder-lhes através do servidor Europa (http://europa.eu.int). No final da presente publicação encontram-se dados de catalogação. Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias, 2002 ISBN 92-894-0687-9 © Comunidades Europeias, 2002 Reprodução autorizada mediante indicação da fonte. Printed in Belgium IMPRESSO EM PAPEL BRANCO ISENTO DE CLORO

2. HISTORIAL DO INVENTÁRIO DE EMISSÕES IPPC OBJECTIVOS E BENEFÍCIOS DE UM REGISTO NACIONAL DAS EMISSÕES DE POLUENTES OBJECTIVO GERAL E UTILIZAÇÃO DO REGISTO EUROPEU DAS EMISSÕES DE POLUENTES POLUENTES ESPECÍFICOS E VALORES LIMIAR PARA A SUA NOTIFICAÇÃO O ESTABELECIMENTO COMO UNIDADE DECLARANTE GESTÃO DE DADOS ASPECTOS RELATIVOS À QUALIDADE CALENDÁRIO IMPLEMENTAÇÃO E FACILITAÇÃO ANÁLISES E EVOLUÇÃO FUTURA 5 7 13 16 3. 6.ÍNDICE INTRODUÇÃO RESUMO PARTE I EXPLICAÇÃO GERAL 1. 38 3. 49 Documento de Orientação para a Implementação do EPER –3– . PARTE II REQUISITOS DOS RELATÓRIOS 1. 40 4. 7. 8. 42 5. 45 6. 17 4. 10. IDENTIFICAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS COM ACTIVIDADES MENCIONADAS NO ANEXO I DA DIRECTIVA IPPC IDENTIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS DE FONTES E DOS CÓDIGOS NOSEIDENTIFICAÇÃO DA PRINCIPAL ACTIVIDADE MENCIONADA NO ANEXO I EXERCIDA NUM ESTABELECIMENT INTERPRETAÇÃO DE UM ESTABELECIMENTO COMO UNIDADE DECLARANTE INTERPRETAÇÃO DOS VALORES LIMIAR PARA A NOTIFICAÇÃO DOS POLUENTE SUB-LISTAS SECTORIAIS DOS POLUENTES PARA AS ACTIVIDADES MENCIONADAS NO ANEXO I 33 2. 9. 18 20 22 24 27 28 29 5.

7. PARTE III APÊNDICE 1 ESPECIFICAÇÕES DECISÃO 2000/479/CE DA COMISSÃO (DECISÃO EPER) EXEMPLOS DE SITUAÇÕES COM VÁRIOS LOCAIS. 68 69 71 13. 14. 65 12. ESTABELECIMENTOS E ACTIVIDADES LISTA INDICATIVA DOS MÉTODOS DE MEDIÇÃO PARA OS POLUENTES DO AR E DA ÁGUA SUB-LISTAS ESPECÍFICAS DE CADA SECTOR INDICATIVAS DOS POLUENTES ATMOSFÉRICOS SUB-LISTAS ESPECÍFICAS DE CADA SECTOR INDICATIVAS DOS POLUENTES DA ÁGUA REFERÊNCIAS 75 APÊNDICE 2 83 APÊNDICE 3 89 APÊNDICE 4 93 APÊNDICE 5 97 101 APÊNDICE 6 –4– Documento de Orientação para a Implementação do EPER . MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DAS EMISSÕES E OUTROS ASPECTOS RELATIVOS À QUALIDADE 52 REFERÊNCIA AOS MÉTODOS DISPONÍVEIS PARA A DETERMINAÇÃO DAS EMISSÕES VALIDAÇÃO DOS DADOS E GESTÃO DA CONFIDENCIALIDADE RELATÓRIO DOS ESTADOS-MEMBROS SOBRE AS EMISSÕES DE CADA ESTABELECIMENTO RELATÓRIO GERAL DOS ESTADOS-MEMBROS COM OS TOTAIS DAS EMISSÕES PARA CADA UMA DAS CATEGORIAS DE FONTES MODELOS DOS RELATÓRIOS E FERRAMENTAS DE SOFTWARE PARA SIMPLIFICAR A TRANSFERÊNCIA DE DADOS APRESENTAÇÃO DOS DADOS FORNECIDOS À COMISSÃO DIVULGAÇÃO DOS DADOS RECEBIDOS PELA COMISSÃO 8. 59 10. 60 11. 54 9.

específicas dos sectores. inclui sublistas de poluentes. foram recebidos comentários por escrito.INTRODUÇÃO Em 25 de Janeiro de 2000 o comité referido no artigo 19º da Directiva 96/61/CE (Directiva IPPC) emitiu um parecer favorável sobre um projecto de decisão da Comissão sobre a implementação de um registo europeu das emissões de poluentes (EPER) nos termos do artigo 15º da Directiva IPPC (Referência 1). Este documento foi elaborado com a participação de representantes da indústria e em consulta com os membros do comité previsto no artigo 19º da Directiva IPPC. A Parte I contextualiza o EPER relativamente aos acordos internacionais e aos progressos efectuados em relação a outros inventários e registos de emissões. O artigo 3º da Decisão EPER determina que a Comissão dará apoio à organização de seminários nacionais e. a seguir referida como Decisão EPER. A consulta deste comité teve lugar em duas reuniões: o projecto-quadro do documento de orientação foi debatido em Abril de 2000 e o projecto final do documento foi discutido em Setembro de 2000. incluindo a interpretação das definições. o documento de orientação aborda questões específicas relativas aos requisitos e aos formatos dos relatórios. preparará. Documento de Orientação para a Implementação do EPER –5– . para as categorias de fontes. O presente documento constitui o referido “documento de orientação para a implementação do EPER”. A Parte I do documento de orientação – Explicação Geral – descreve o historial e os objectivos do inventário de emissões IPPC. para as categorias de fontes e faz referência aos métodos para a determinação das emissões. foi adoptada em 17 de Julho de 2000 e publicada no Jornal Oficial das Comunidades Europeias com a referência 2000/479/CE (Referência 2). até Dezembro de 2000. além de analisar a questão da gestão e da qualidade dos dados. não os alterando em nenhum aspecto. O documento de orientação abordará questões específicas relativas aos formatos e aos trâmites dos relatórios. um “documento de orientação para a implementação do EPER”. específicas dos sectores. em colaboração com representantes da indústria e em consulta com o comité referido no artigo 19º da Directiva 96/61/CE. Subsequentemente. A Decisão da Comissão. a qualidade e a gestão dos dados e fará referência aos métodos para a determinação das emissões e às sub-listas de poluentes. que foram tidos em conta no texto final agora apresentado. Para isso. que é o guia oficial da Comissão Europeia para ajudar os Estados-Membros a interpretarem e cumprirem cabalmente os requisitos de apresentação de relatórios da Decisão EPER (2000/479/CE). bem como os poluentes específicos que devem ser objecto de notificação e a unidade declarante.

Especificações – incluem-se vários apêndices com informações mais pormenorizadas sobre os assuntos referidos nas partes I e II. tanto para a atmosfera como para a água. –6– Documento de Orientação para a Implementação do EPER .A Parte II – Requisitos dos relatórios – concentra-se na interpretação dos requisitos da Decisão EPER. a fim de facilitar e harmonizar os relatórios EPER enviados à Comissão. a referência a métodos normalizados de determinação das emissões e sub-listas sectoriais pormenorizadas dos poluentes emitidos pelas actividades enumeradas no anexo I da Directiva IPPC. Entre eles figuram a Decisão EPER 2000/479/CE e seus anexos. exemplos ilustrativos pormenorizados. Na Parte III . Esta parte explica os aspectos obrigatórios a ter em conta na apresentação dos relatórios e dá orientações aos Estados-Membros.

Estas actividades são identificadas pelas categorias de fontes especificadas no anexo A3 da Decisão EPER. segundo as especificações do anexo A3 (nº 4 do artigo 1º). O nº 2 do artigo 1º. Aborda questões específicas relativas aos formatos e aos trâmites dos relatórios. bem como os dados globais fornecidos por cada Estado-Membro. divulgando-os na Internet (artigo 4º). Os Estados-Membros deverão apresentar este relatório em CD-ROM. Os dados fornecidos serão tornados públicos e divulgados na Internet. O número 1 do artigo 1º da Decisão EPER exige que os Estados-Membros enviem um relatório das emissões de cada um dos estabelecimentos que exercem uma ou mais actividades mencionadas no anexo I. da Decisão EPER exige que os Estados-Membros incluam no relatório as emissões para a atmosfera e para a água de todos os poluentes para os quais os valores limiar são excedidos. incluindo a interpretação das definições. A apresentação obrigatória de relatórios das emissões conformes com os requisitos da Decisão EPER é um processo por etapas. Quer os poluentes quer os limiares são especificados no anexo A1 da Decisão EPER. Determinação das emissões de poluentes específicos de todos os estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I. Este relatório geral incluirá os totais nacionais de todas as emissões declaradas para cada uma das categorias de fontes e o código NOSE-P correspondente. Envio de um relatório das emissões de cada estabelecimento com actividades mencionadas no anexo I. Divulgação de todos os dados recebidos pela Comissão. 1). Apresentação dos dados globais sobre as emissões de todos os poluentes enumerados no anexo A3 da Decisão EPER num relatório geral. à disposição do público. Faz ainda referência aos métodos para a determinação das Documento de Orientação para a Implementação do EPER –7– .RESUMO Nos termos do artigo 1º da Decisão 2000/479/CE da Comissão – a seguir designada por Decisão EPER – os Estados-Membros enviarão à Comissão um relatório das emissões de cada um dos estabelecimentos que exercem uma ou mais das actividades mencionadas no anexo I da Directiva 96/61/CE (Ref. a qualidade e a gestão dos dados. Os Estados-Membros fornecerão este relatório geral em papel e em CD-ROM. • • • • O documento de orientação auxilia os Estados-Membros nesta tarefa e apresenta a interpretação oficial dos requisitos a que os relatórios deverão obedecer. nos termos da Decisão EPER. Os dados das emissões referir-se-ão a cada estabelecimento de acordo com o modelo previsto no anexo A2 da Decisão EPER (nº 3 do artigo 1º). com os seguintes elementos essenciais: • Identificação e selecção dos estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. Esta última colocará os dados relativos a cada estabelecimento.

em relação a cada estabelecimento. que identifica o sector económico a que o estabelecimento pertence. a principal actividade mencionada no anexo I pode estar associada à actividade mais poluente do estabelecimento. As fases de identificação produzirão uma lista de todos os estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC em que um ou mais poluentes excedem os valores limiar previstos no anexo A1 da Decisão EPER. quando a actividade económica não é característica dos processos do estabelecimento. Cada categoria de fonte corresponde a um código NOSE-P relativo aos processos. referindo os estabelecimentos envolvidos. O código NOSE-P correspondente é o principal código NOSE-P do estabelecimento. onde um operador exerce uma ou mais actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. tal como são mencionadas no anexo A3 da Decisão EPER. Os Estados-Membros fornecerão informações sobre um dado estabelecimento quando a sua emissão de um ou mais poluentes exceder os valores limiar estabelecidos no anexo A1. A principal actividade do anexo I é identificada pela sua categoria de fonte e pelo código NOSE-P correspondente. Entende-se por “estabelecimento” um complexo industrial com uma ou mais instalações situadas no mesmo local. a principal actividade constante do anexo I é identificada como a principal actividade económica do estabelecimento. Os estabelecimentos são identificados de acordo com o modelo do anexo A2. em conformidade com o anexo A3 da Decisão EPER.emissões e às sub-listas sectoriais de poluentes susceptíveis de serem emitidos pelas categorias de fontes especificadas no anexo A3 da referida decisão. Só nesse caso específico as emissões de cada estabelecimento não são declaradas como descargas indirectas para a ETAR mas sim como descargas directas da ETAR. para cada uma dessas actividades exercidas no estabelecimento. de acordo com o anexo A3 da decisão supramencionada. Em geral. Em casos excepcionais. Identificação e selecção dos estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPP Os Estados-Membros deverão identificar todos os estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC com o código NACE. A única excepção à apresentação de relatórios específicos para cada estabelecimento poderá verificar-se quando vários estabelecimentos situados na mesma zona industrial se associam do ponto de vista técnico e organizativo e utilizam em conjunto uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR) situada fora do local em causa. Devem ser também especificadas as categorias de fontes. –8– Documento de Orientação para a Implementação do EPER . a principal actividade mencionada no anexo I e o principal código NOSE-P correspondente. Os Estados-Membros identificarão.

As emissões destas actividades podem ser excluídas. para cada estabelecimento identificado. emissões directas para a água ou emissões indirectas para a água. a letra “C” a dados baseados em cálculos e a “E” a dados baseados em estimativas não normalizadas. como uma indicação para verificar quais os poluentes susceptíveis de serem emitidos por uma categoria de fonte específica das actividades mencionadas no anexo I. O documento de orientação fornece sub-listas de poluentes. o valor limiar desse poluente. Cada um destes dados deve ser acompanhado por um código de uma só letra (M. tal como está especificado no anexo A1 da Decisão EPER. em relação a cada poluente. Cada categoria de fonte e o código NOSE-P correspondente devem ser especificados de acordo com o anexo A3 da Decisão EPER. Cada dado sobre as emissões deve ser acompanhado por um código de uma só letra. específicas dos sectores. C. A letra “M” indica os dados baseados em medições. A primeira parte do modelo de relatório identifica o estabelecimento em causa. todos os poluentes mencionados no anexo A1 da Decisão EPER cujos valores limiar sejam excedidos. A determinação das emissões de poluentes específicos produz dados sobre as emissões para a atmosfera e as emissões directas e indirectas para a água de cada poluente mencionado no anexo A1 da Decisão EPER que exceda o valor limiar. E) referente ao método utilizado para a determinação da emissão.Determinação das emissões de poluentes específicos Os Estados-Membros seleccionarão. a começar pela principal categoria de fonte de tais actividades. As emissões de poluentes específicos devem ser declaradas quando excederem. Devem ser determinadas. As emissões são declaradas como emissões para a atmosfera. num dado estabelecimento. Documento de Orientação para a Implementação do EPER –9– . expresso em kg/ano e arredondado para três dígitos significativos. referente à metodologia de determinação da emissão. Na segunda parte são enumeradas todas as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I. O documento de orientação também faz referência aos métodos de determinação das emissões aplicáveis. Estes códigos são utilizados por uma questão de transparência. e elas devem incluir normalmente as emissões de actividades não mencionadas no anexo I. Relatórios sobre as emissões de cada estabelecimento Os Estados-Membros deverão enviar à Comissão os dados relativos às emissões de cada estabelecimento seleccionado. não se referindo nem à precisão nem à preferência por uma metodologia. tanto de fontes pontuais como de fontes difusas ou não pontuais. utilizando o modelo electrónico apresentado no anexo A2 da Decisão EPER. desde que seja possível quantificar e separar os contributos das actividades não mencionadas no anexo I para as emissões do estabelecimento. as emissões totais do estabelecimento.

O relatório electrónico pode figurar no mesmo CD-ROM que contém os relatórios por estabelecimento. segundo as especificações do anexo A3 da Decisão EPER.A terceira parte do modelo apresenta os dados relativos às emissões de cada poluente que exceda o seu valor limiar previsto no anexo A1 da Decisão EPER. – 10 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Divulgação dos dados recebidos pela Comissão A Comissão colocará todos os dados sobre as emissões de cada estabelecimento à disposição do público. Nenhum dos dados recebidos será tratado como confidencial. O relatório geral nacional deve ser apresentado à Comissão em papel e em CD-ROM. As emissões para a atmosfera. No fim de cada ciclo de relatórios. com uma cópia para a Agência Europeia do Ambiente. Os totais nacionais das emissões declaradas têm de ser apresentados segundo a categoria de fonte prevista no anexo A3 e segundo o código NOSE-P. Os Estados-Membros devem enviar os relatórios relativos a cada estabelecimento em CDROM para a Comissão. com uma cópia para a Agência Europeia do Ambiente. A quarta parte do modelo de relatório solicita que os EstadosMembros introduzam a data de envio e as coordenadas da pessoa de contacto responsável do Estado-Membro. A agregação das emissões refere-se à soma de todas as emissões de todos os poluentes mencionados no anexo A1 declaradas para cada um dos estabelecimentos. as emissões directas para as águas (superficiais) e as emissões indirectas para a água (por transferência para uma estação de tratamento das águas residuais fora do local) figuram numa lista separada. separadamente. na Internet. a Comissão publicará os resultados globais dos relatórios apresentados pelos Estados-Membros num relatório de avaliação. Apresentação dos dados globais das emissões num relatório geral nacional Os Estados-Membros fornecerão um relatório geral nacional com os totais das emissões declaradas agregados para cada uma das categorias de fontes com a principal actividade prevista no anexo I e o código NOSE-P correspondente. acompanhados de recomendações para melhorar a qualidade dos dados enviados e o próprio processo de elaboração dos relatórios.

Parte I Explicação Geral .

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quer como um instrumento adequado para a divulgação pública dos dados relativos às emissões (1996). Os dados registados serão subsequentemente postos à disposição do público através da Internet.1 Relação com os Registos de Emissão e Transferência de Poluentes (PRTR) Uma base de dados integrada com dados sobre as emissões de substâncias poluentes é frequentemente denominada Registo de Emissão e Transferência de Poluentes (PRTR) ou Registo de Emissões de Poluentes (PER). a água. com base nos elementos transmitidos pelos Estados-Membros. incluindo um inventário nacional dos dados sobre as emissões a comunicar à Comissão. O nº 3 do artigo15º afirma que a Comissão publicará de três em três anos um inventário das principais emissões e fontes responsáveis. • Na Agenda 21 da Conferência da CEE-NU Do Rio de Janeiro (1992). anexo A3). A OCDE adoptou o Registo de Emissão e Transferência de Poluentes (PRTR) quer como uma ferramenta de monitorização útil. assistida pelo comité previsto no artigo19º. Nessa altura. a Directiva IPPC deveria entrar em vigor em finais de 1999. De acordo com o artigo 21º. A Comissão. As actividades que deverão ser incluídas nos relatórios são mencionadas na Directiva IPPC como actividades ou categorias de fontes previstas no anexo I (ver apêndice 1. 1996). O nº 2 do artigo 15º menciona explicitamente que os resultados da monitorização das emissões deveram ser colocados à disposição do público. fixará o formato e os dados característicos necessários ao envio dessas informações. A Comissão faz notar que os dados do inventário de emissões têm de ser comparáveis com os dados de outros registos e fontes de dados sobre as emissões. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Entre as características importantes de um PRTR/ PER nacional incluem-se as seguintes: • los estabelecimentos enviam periodicamente às autoridades competentes um relatório obrigatório sobre as emissões que efectuam para a atmosfera. los dados sobre as emissões de poluentes específicos fornecidos por cada estabelecimento encontram-se à disposição do público. os Estados-Membros já deveriam ter adoptado as regulamentações nacionais necessárias para lhe darem cumprimento.1. O Registo Europeu das Emissões de Poluentes (EPER) pretende criar um registo europeu com dados comparáveis sobre as emissões de cada estabelecimento que exerça actividades abrangidas pela Directiva 96/61/CE do Conselho relativa à prevenção e controlo integrados da poluição (Directiva IPPC. O artigo 15º da Directiva IPPC (Directiva 96/61/CE do Conselho) refere-se ao acesso do público à informação sobre as emissões para o ambiente (Referência 1). A data de entrega dos relatórios fixada na Decisão EPER não está relacionada com o prazo de licenciamento nos termos da Directiva IPPC. HISTORIAL DO INVENTÁRIO DE EMISSÕES IPPC 1. o solo e sobre os resíduos.Parte I – 13 – . os diversos países foram incentivados a reduzirem e controlarem as suas emissões para o ambiente e a monitorizarem os seus progressos neste domínio.

não seja a causa da redução das emissões. incluindo a revelação de informações sobre fontes de poluição relevantes. na última década. um instrumento juridicamente vinculativo referente aos PRTR e formular os requisitos mínimos do sistema de PRTR obrigatório para todas as Partes da CEE-NU envolvidas. O artigo 5º. Com base nos dados fornecidos pelos Estados-Membros e nas estimativas feitas pela Comissão. estimula a indústria a melhorar os processos e a agir responsavelmente. de 1998. específicas de cada local. clientes e público em geral. prevê-se a inclusão no registo EPER de dados relativos a cerca de 20 000 estabelecimentos. Na Convenção de Aarhus. 1. nos Estados Unidos – cerca de 21 600 em 1995 e 19 200 em 1996 –. sobre o “Acesso à Informação. O número de estabelecimentos que enviam relatórios para o TRI.O EPER também deve ser encarado na perspectiva da Convenção de Aarhus da CEE/NU. Para as empresas que têm um EMS o fornecimento de informações sobre as emissões no formato EPER constitui um – 14 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . através de redes públicas. os aspectos ambientais do estabelecimento já se encontram documentados e registados no âmbito do sistema. Embora a norma ISO 14001 não inclua um requisito de apresentação de relatórios públicos. muitas empresas publicam relatórios anuais onde prestam informações sobre o seu desempenho ambiental aos accionistas. ao abrigo da Convenção de Aarhus. Além disso. Pretende-se desenvolver. na Comunidade Europeia. é comparável ao número total de estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. Embora o registo. Tal como foi demonstrado nos EUA. reveste-se de especial interesse. Participação do Público na Tomada de Decisões e Acesso à Justiça em Questões Ambientais” (Referência 3). um dos resultados importantes do Toxics Release Inventory (TRI) (Inventário de Emissões Tóxicas) foi uma diminuição da poluição industrial anual em aproximadamente 4% por ano. todas as Partes acordaram divulgar publicamente os dados das emissões e utilizar os PRTR como uma ferramenta de monitorização dos progressos da política de ambiente. em si mesmo.2 Relação com os sistemas de gestão do ambiente O EPER será um registo acessível ao público e conterá dados relativos às emissões que permitirão que a Comissão e os governos nacionais acompanhem as tendências das emissões anuais das grandes actividades industriais abrangidas pelo anexo I da Directiva IPPC. relativo à recolha e à divulgação de informações ambientais. o EPER aumentará a consciencialização do público de modo a influenciar o comportamento da indústria. Caso um estabelecimento possua um sistema de gestão do ambiente (EMS) baseado na norma ISO 14001. A apresentação dos dados relativos às emissões no formato EPER exigirá um volume de trabalho adicional aos estabelecimentos e governos nacionais envolvidos. O registo permite acompanhar a redução das emissões proporcionada pelas melhorias e alterações dos processos industriais.Parte I .

Alguns Estados-Membros começaram a experimentar a aplicação de uma “redução da regulamentação”.pequeno esforço suplementar. O esforço adicional para dar cumprimento às exigências do EPER será limitado nos casos em que já exista um sistema de gestão ambiental.Parte I – 15 – . Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Os estabelecimentos registados no EMAS já publicam uma declaração ambiental pública validada. Este procedimento também poderá estimular a apresentação de relatórios ambientais pelos estabelecimentos. em especial se este sistema tiver um certificado de conformidade com a norma ISO 14001 ou possuir um registo EMAS. incluindo um resumo das emissões de poluentes. partindo do princípio de que um estabelecimento registado no EMAS cumpre o que está estipulado na respectiva licença e não necessita de inspecções tão frequentes por parte dos organismos de regulamentação.

Considera-se que um registo das emissões de poluentes é uma ferramenta eficaz para vigiar as emissões destes estabelecimentos e comparar as emissões de fontes ou sectores industriais semelhantes. referidas como “actividades mencionadas no anexo I”. é um instrumento público para o governo acompanhar o progresso das políticas no domínio do ambiente.2. Estas actividades. para o informar sobre as emissões de cada fonte e lhe permitir comparar as emissões de diversas fontes. é uma ferramenta para aumentar a sensibilização do público em relação à poluição do ambiente. facilitando deste modo a gestão ambiental destes estabelecimentos e da indústria em geral. A criação de um registo nacional das emissões de poluentes – de acordo com a experiência dos países que possuem tais registos – pode ter os seguintes objectivos e benefícios: • é uma base de dados integrada com informações adequadas para a gestão do ambiente tanto pelo governo. ao melhorar a sua eficiência ecológica. OBJECTIVOS E BENEFÍCIOS DE UM REGISTO NACIONAL DAS EMISSÕES DE POLUENTES O objectivo geral da Directiva IPPC é a prevenção e controlo integrados da poluição proveniente das actividades industriais constantes do anexo I da directiva. fornece informações complementares para o estabelecimento de prioridades nas medidas para dar cumprimento às obrigações constantes das licenças. quando for caso disso. como pela indústria. referem-se às instalações industriais de maior dimensão que são obrigadas a declarar as suas emissões. no desenvolvimento da sua política ambiental.Parte I . os dados relativos às emissões podem ser utilizados para verificar os avanços em relação aos objectivos ambientais previstos nos acordos internacionais ou às metas fixadas nos planos políticos nacionais. • • • • • – 16 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . permite que cada estabelecimento compare o seu desempenho ambiental com o de outros estabelecimentos com actividades industriais semelhantes. em diferentes locais. oferece aos Estados-Membros a possibilidade de harmonizarem os requisitos de apresentação de relatórios e permite evitar a duplicação de relatórios por parte da indústria.

o EPER permite que a Comissão identifique as principais emissões e fontes industriais. A Comissão publicará. Os dados contidos no EPER serão enviados à Comissão pelos governos nacionais dos Estados-Membros e serão actualizados regularmente. O EPER será utilizado como um registo público para fornecer informações ambientais sobre as actividades indus-triais abrangidas pela Directiva IPPC e tem os seguintes objec-tivos relacionados com os diferentes grupos de utilizadores: • aumentar a sensibilização em relação à poluição do ambiente e comparar as emissões dos diversos estabelecimentos ou sectores industriais. OBJECTIVO E UTILIZAÇÃO DO REGISTO EUROPEU DE EMISSÕES DE POLUENTES Nos termos do artigo 15º da Directiva IPPC o principal objectivo de um inventário de emissões europeu será recolher e armazenar dados comparáveis sobre emissões de diversas fontes e actividades industriais poluentes numa base de dados ou registo integrados e pôr os dados registados à disposição do público. avalie os dados fornecidos pelos EstadosMembros em relação a alguns acordos internacionais e publique os resultados periodicamente (utilização gov-ernamental). os utilizadores terão especial interesse em que sejam feitas actualizações periódicas. A divulgação dos dados num sítio da Internet aumentará a utilização pública dos dados do EPER pelas organizações não governamentais e organizações de investigação. Este registo será denominado Registo Europeu das Emissões de Poluentes . Uma vez que tanto o público como o governo exigem dados recentes sobre o actual estado das emissões industriais. avaliar o ritmo dos progressos no cumprimento dos objectivos ambientais consignados nos acordos nacionais ou internacionais. um relatório sobre o inventário das emissões e das fontes por elas responsáveis. Nem as descargas para o solo nem os resíduos fazem parte da Decisão EPER. Os progressos realizados pela indústria produzirão reduções das emissões que poderão ser acompanhadas e demonstradas no registo EPER (utilização pela indústria).“European Pollutant Emission Register” (EPER). Só são consideradas as emissões para a atmosfera e para a água. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . ou pelos cidadãos interessados (utilização pública).Parte I – 17 – . • • A utilização pública prevista dos dados do EPER poderá ter consequências no tocante à frequência dos relatórios da indústria e dos governos nacionais.3. estimular a indústria a melhorar o seu desempenho ambiental e a inovar os processos industriais. de três em três anos.

da Directiva-quadro no domínio da política da água (lista de substâncias prioritárias proposta) e as listas de substâncias perigosas da OSPARCOM e da HELCOM. Várias substâncias poluentes – em especial os metais pesados e algumas substâncias orgânicas – são. da CLRTAP/EMEP (Convenção sobre a poluição atmosférica transfronteiras a longa distância). incluir poluentes relativamente aos quais já existem requisitos de notificação a nível internacional. para os Estados-Membros. e beneficia a comparabilidade dos dados sobre emissões existentes nos diferentes inventários nacionais. da CQNUAC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as alterações climáticas). Parte III) os 50 poluentes específicos que devem ser declarados constituem uma lista aplicável tanto ao ar como à água. é importante que haja coerência entre os dois meios a fim de prevenir transferências de um para o outro. Esta lista não é exaustiva e faz uma distinção entre os poluentes da atmosfera e da água. assegurando simultaneamente que os relatórios abrangerão pelo menos 90% das emissões industriais totais na Europa.4. foi especificado um valor limiar para cada uma das substâncias (ver Quadro 1. do CORINAIR (inventário comunitário das fontes de poluentes atmosféricos da AEA). por isso. Alemanha e Reino Unido (Inglaterra e País de Gales). limitar o número de poluentes da atmosfera e da água. bem – 18 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Os critérios de selecção para a colocação das substâncias no anexo A3 baseiam-se na importância ambiental das emissões industriais de poluentes e são os seguintes: • considerar a lista do anexo III da Directiva IPPC e fazer uma diferenciação entre o ar e a água. Os valores limiar propostos tiveram em conta os dados actuais dos Países Baixos. No anexo A1 da Decisão EPER (ver apêndice 1. • • • Embora tenha sido sugerida uma diferenciação entre a atmosfera e a água.Parte I . Tomaram-se em consideração os poluentes constantes dos inventários internacionais existentes. Parte II). ter uma combinação de substâncias químicas individuais e de grupos de substâncias. A aplicação destes limiares pretende evitar que a indústria tenha de declarar emissões insignificantes. Este facto reforça a harmonização dos requisitos de apresentação de relatórios a nível internacional. sendo 37 para o primeiro e 26 para a segunda. referidas tanto para o ar como para a água. Para além da lista de substâncias poluentes. POLUENTES ESPECÍFICOS E VALORES LIMIAR PARA A SUA NOTIFICAÇÃO O anexo III da Directiva IPPC contém uma lista indicativa das substâncias poluentes pertinentes a ter obrigatoriamente em conta. Os valores limiar servem apenas para efeitos de declaração das emissões: todas as emissões de cada poluente de um estabelecimento que exceda o valor limiar têm de ser declaradas.

Contudo. Estas sub-listas sectoriais são apenas indicativas e devem ser consideradas como listas de verificação para a elaboração de relatórios. contendo apenas os poluentes mais importantes que poderão ser libertados por estabelecimentos destes sec-tores. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . na prática.como os comentários de vários Estados-Membros. Na Parte III do presente documento de orientação figura uma síntese das sub-listas específicas de cada sector para todas as categorias de fontes agregadas mencionadas no anexo A3. se necessário. os estabelecimentos só excedem os valores limiar em relação a um pequeno número de poluentes. os Estados-Membros deverão utilizar a lista completa de substâncias poluentes do anexo A3 para verificarem se é ou não necessário declarar as emissões de um dado poluente em relação a um estabelecimento incluído numa categoria de fontes específica.Parte I – 19 – . pelo que o encargo imposto à indústria pela obrigação de declarar essas emissões não será excessivo. adaptar a lista de poluentes e os seus valores limiar que exigem notificação de três em três anos. Será necessário analisar e. Em geral.

dependendo da interpretação exacta de “instalação” na acepção da Directiva IPPC. a principal actividade económica do estabelecimento será indicada pelo respectivo código NACE (quatro dígitos). A definição de operador é dada na Directiva IPPC como qualquer pessoa singular ou colectiva que explore ou possua a instalação ou qualquer pessoa em quem foi delegado um poder económico determinante sobre o funcionamento técnico da instalação. só se exige a declaração das emissões industriais totais do estabelecimento. A definição de estabelecimento é apresentada no anexo A4 da Decisão da Comissão como um complexo industrial com uma ou mais instalações no mesmo local.Parte I . A vantagem desta opção reside no facto de a indústria ser autorizada a declarar a quantidade total de cada poluente emitido por um estabelecimento e que exceda o seu valor limiar. Por conseguinte. Para efeitos do EPER é suficiente declarar as emissões do estabelecimento sem referir uma relação única com cada processo ou instalação. os Estados-Membros devem fornecer dados sobre as actividades constantes do anexo I e as suas principais emissões e fontes responsáveis. por força da Directiva 88/809/CEE. o que permite reduzir o volume de trabalho exigido omitindo os dados pormenorizados por actividade. Para harmonizar os dados é necessário elaborar os relatórios de acordo com o modelo especificado no – 20 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Para além da obrigação de fornecer dados ao EPER. os Estados-Membros podem solicitar à indústria dados mais específicos e pormenorizados sobre as emissões. continuará a ser obrigatório declarar as emissões provenientes das grandes instalações de combustão. à semelhança da abordagem de notificação praticada nos inventários nacionais de emissões industriais dos Estados Unidos e Canadá. para além do EPER. Do mesmo modo. Para simplificar as obrigações de fornecimento de informações para o EPER. A fonte responsável pode ser quer um complexo industrial quer uma instalação individual situada no local. Este código relativo à categoria de fonte está associado ao código NOSE-P com um pormenor de cinco dígitos.5. O anexo A3 da Decisão da Comissão mostra a necessária divisão das categorias de fontes com actividades mencionadas no anexo I e a nomenclatura NOSE-P relativa às fontes a utilizar nos relatórios gerais (ver apêndice 1. O ESTABELECIMENTO COMO UNIDADE DECLARANTE Nos termos da Directiva IPPC. Parte III). o estabelecimento será a unidade declarante para o EPER. Contudo. em relação a todas as substâncias poluentes cujos valores limiar tenham sido excedidos. As emissões principais referem-se à magnitude das emissões que excedem os valores limiar especificados. Para identificar e comparar os diferentes processos ou actividades existentes num estabelecimento será necessário descrever estas actividades usando as respectivas categorias de fontes e o código correspondente. Isto imporá à indústria uma exigência de fornecimento de informações complementar. onde um operador exerce uma ou mais actividades mencionadas no anexo I (ver apêndice 1. Parte III).

referindo todas as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I exercidas no estabelecimento (ver apêndice 1.anexo A2 da Decisão da Comissão. para todas as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I. A utilização de um código de fonte NOSE-P uniforme e agregado. com cinco dígitos. é importante para assegurar a intercomparabilidade e a agregação dos dados fornecidos num conjunto de categorias significativo e limitado. Parte III). tal como está especificado no anexo A3 da Decisão da Comissão. Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Parte I – 21 – .

Os relatórios com os totais nacionais globais dos sectores industriais podem ser utilizados para outros protocolos internacionais e reduzirão a duplicação de esforços. A AEA poderá realizar uma validação limitada. e compare estes resultados com as informações obtidas ao abrigo de outros requisitos de notificação das emissões. assim. especificado no anexo A2 da Decisão EPER (ver apêndice 1. No entanto. em relação a determinados aspectos. que é da responsabilidade dos Estados-Membros. a nível geral. Para além dos dados fornecidos em relação a cada um dos estabelecimentos. tal como é exigido no nº 4 do artigo 1º da Decisão EPER. os Estados-Membros deverão fornecer um relatório geral com os totais nacionais de todas as emissões declaradas. ou de uma descarga indirecta por transferência (através da rede de drenagem) para uma estação de tratamento de águas residuais fora do local do estabelecimento. do controlo da coerência e da comparação dos dados relativos às emissões de actividades ou sectores industriais semelhantes. De três em três anos. devem declarar todas as emissões principais. Este será. no controlo da sua coerência e na sua divulgação. através da análise de tendências. que os armazenará no EPER. publicará num relatório os resultados e as tendências das emissões provenientes dos estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I. Para maximizar a intercomparabilidade e a harmonização entre os Estados-Membros. a base de dados europeia onde se poderão encontrar dados sobre as emissões por actividade. Além – 22 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Este modelo tem de ser utilizado nos relatórios enviados à Comissão. GESTÃO DE DADOS A fim de reunir os dados sobre as emissões no EPER os governos nacionais devem enviá-los à Comissão com uma cópia à Agência Europeia do Ambiente. não compete à AEA realizar uma verificação dos dados mais completa. Estas sínteses dos totais nacionais dos diversos sectores industriais permitirão que a Comissão compare. acompanhe e publique os progressos das categorias de fontes com actividades mencionadas no anexo I. de acordo com o anexo A2 da Decisão EPER. No tocante às emissões para a água é necessário incluir uma especificação complementar que indique se se trata de uma descarga directa para as águas superficiais. devendo receber uma cópia dos dados enviados pelos Estados-Membros à Comissão em formato electrónico. Os Estados-Membros são responsáveis pela identificação de todos os seus estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. a Comissão. definidas como as emissões totais dos estabelecimentos relativas a cada poluente que exceda o valor limiar especificado no anexo A1 da Decisão EPER. Parte III). Além disso.Parte I . é necessário utilizar um modelo de relatório fixo. comunicados de acordo com os requisitos da Decisão EPER. assistida pela AEA. a indústria fornecerá os dados aos EstadosMembros e estes enviá-los-ão à Comissão. Por conseguinte.6. A Agência Europeia do Ambiente (AEA) participará na recolha de dados.

Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Parte I – 23 – . a Comissão. com base nas experiências de todas as partes. a gestão e a divulgação dos dados fornecidos. Após cada ciclo de relatórios. assistida pela AEA. a qualidade. incluindo a recolha. a Comissão analisará os resultados e recomendará aperfeiçoamentos para aumentar a eficácia e a eficiência do EPER. A Comissão avaliará ainda o processo de apresentação dos relatórios na sua totalidade.disso. divulgará na Internet os dados recebidos sobre as emissões dos diversos estabelecimentos.

7. analisando a minúcia e a coerência dos dados comunicados. o que exige que todas as partes envolvidas forneçam as informações dentro de prazos muito apertados. Quando as emissões de todas as categorias de fontes previstas no anexo A3 tiverem sido declaradas e estiverem registadas no EPER. Minúcia Os dados comunicados deverão incluir todas as instalações dos Estados-Membros abrangidas pela Directiva IPPC e referir as emissões de todos os poluentes que excedam os valores limiar relativas a todos os estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I.Parte I . Incerteza A incerteza é particularmente importante tendo em conta a planeada função do EPER de permitir a monitorização das tendências. e termina com a divulgação pública dos dados na Internet. O objectivo de se definirem valores limiar para a notificação é minimizar o volume de trabalho que esta implica. – 24 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . para além da função que poderá desempenhar futuramente no comércio de emissões entre os diversos estabelecimentos. O processo começa com a obrigação de os estabelecimentos declararem as suas emissões às autoridades locais ou nacionais. Para reflectir esta incerteza todos os valores dos dados sobre as emissões serão arredondados para três dígitos significativos. depois de validados. ASPECTOS RELATIVOS À QUALIDADE A garantia de qualidade é da responsabilidade dos Estados-Membros e das indústrias que fornecem os dados. no mínimo. A qualidade desses dados é o resultado integral dos sete aspectos seguintes. Um possível calendário para a comunicação das emissões do ano T-1 seria a indústria iniciar a transmissão de informações para os organismos de regulamentação em Abril do ano T e a Comissão fazer a divulgação dos dados recebidos em finais do ano T+1. A Comissão e a Agência Europeia do Ambiente farão apenas um controlo limitado de alguns aspectos relativos à qualidade. será possível fazer uma análise relativa aos sectores industriais pertinentes dos diferentes Estados-Membros. enviados à Comissão. embora seja permitido declarar emissões inferiores aos limiares. O fornecimento de informações em tempo oportuno só será possível quando todos os intervenientes forem obrigados a cumprir um calendário fixo. o controlo de qualidade é uma missão dos governos nacionais. Os dados sobre as emissões fornecidos para o EPER terão um grau de incerteza variável devido aos vários métodos que podem ser aplicados na determinação das emissões. sendo esses dados. 90% das emissões industriais totais verificadas na Europa. Oportunidade O EPER só será um registo útil para a informação do público quando oferecer dados recentes e actualizados. O EPER pretende cobrir.

estes sectores devem ser identificados mediante uma nomenclatura normalizada das categorias de fontes. Os modelos de relatórios normalizados. o EPER apenas exigirá um sistema de codificação simplificado com apenas três classes identificadas por um código de letras. as técnicas de cálculo acordadas e a utilização de metodologias e factores de emissão aceites. por exemplo.Parte I – 25 – . Para que haja intercomparabilidade entre os sectores industriais de diferentes Estados-Membros. bem como as metodologias que deverão ser utilizadas. referindo a metodologia utilizada para determinar as emissões. aumentarão a comparabilidade dos dados sobre as emissões fornecidos. Coerência A coerência dos dados exige definições uniformes e sem ambiguidades. Incumbe aos Estados-Membros estabelecerem os requisitos que a indústria deve respeitar no fornecimento da informação. a identificação da fonte e metodologias para a determinação das emissões ao longo de vários anos. ou com os dados de fontes semelhantes de outros países. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . que metodologia e factores de emissão foram utilizados para estimar as emissões. como foi descrito. referente à metodologia utilizada para determinar os dados. Recebendo os dados sobre as emissões nacionais em formatos normalizadas. que inclui informações sobre as técnicas de determinação das emissões existentes e as metodologias acordadas. a fim de permitirem uma comparação objectiva e fiável das emissões de diferentes fontes em diversos países. é importante saber como se processou a sua recolha. a AEA poderá comparar os dados fornecidos com os dados anteriores dos estabelecimentos em causa.Comparabilidade É importante que as informações existentes no EPER sejam comparáveis. os dados fornecidos pelos Estados-Membros devem obedecer ao modelo normalizado. como é que as emissões foram medidas ou estimadas. É previsível que o nível agregado dos diversos sectores industriais inclua um número suficiente de estabelecimentos para poder representar o sector industrial na sua totalidade. Em relação a esses dados. Metodologia para a determinação das emissões Os dados sobre as emissões devem incluir uma indicação. e se os dados foram validados pelas autoridades competentes. A Comissão apoiará os Estados-Membros com o presente documento de orientação. Por isso. Transparência Para a interpretação dos dados sobre as emissões. em relação ao ar na segunda edição do Atmospher-ic Emission Inventory Guidebook (Guia para o Inventário das Emissões Atmosféricas) (2000) ou nas Orientações IPCC (1997). a fim de possibilitar uma análise de tendências. quais são as unidades declarantes dos dados enviados.

• Classe C: • Classe E: – 26 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . os dados sobre as emissões são baseados em cálculos efectuados com recurso a métodos de estimativa e factores de emissão aceites a nível nacional ou internacional. os dados sobre as emissões baseiam-se em estimativas não normalizadas derivadas de conjecturas ou hipóteses formuladas por peritos.• Classe M: os dados sobre as emissões são baseados em medições através de métodos normalizados ou aceites. que são representativos dos sectores industriais.Parte I . são frequentemente necessários cálculos complementares para converter os resultados das medições em dados anuais.

em Junho de 2006. mas procurar-se-á que essa frequência se torne anual. Por conseguinte. em Junho de 2003.Parte I – 27 – . caso um Estado-Membro não disponha atempadamente dos dados referentes às emissões de 2001. depois da análise e avaliação do segundo ciclo de relatórios. os Estados-Membros apresentarão os seus relatórios de acordo com o seguinte calendário: • Primeiro relatório dos Estados-Membros. CALENDÁRIO A Comissão adoptou a Decisão EPER em Julho de 2000 e publicou-a no Jornal Oficial das Comunidades Europeias sob a referência 2000/479/CE. Segundo relatório dos Estados-Membros. a futura apresentação de relatórios nesse mês permitirá que os Estados-Membros sincronizem os relatórios EPER com os outros relatórios internacionais que tenham de apresentar. sobre as emissões em 2004. em Dezembro do ano T sobre as emissões do ano T-1. Os Estados-Membros apresentarão os seus primeiros relatórios à Comissão em Junho de 2003. • • • Documento de Orientação para a Implementação do EPER .8. Após a análise e a avaliação de 2006 poderá ser tomada uma decisão sobre a subsequente apresentação de relatórios anuais pelos Estados-Membros. 2000 ou 2002. existe a possibilidade de comunicar no primeiro ano as emissões relativas ao ano 2000 (ou 2002). os relatórios serão apresentados com uma frequência de três em três anos. em 2006. sobre as emissões industriais ocorridas em 2001. No início. sobre as emissões provenientes de actividades mencionadas no anexo I em 2001 ou. A partir de 2008. como é o caso dos exigidos pelos protocolos da CQNUAC (Alterações Climáticas) ou da CEE-NU (poluição transfronteiras a longa distância). Se necessário. os Estados-Membros são encorajados a manterem um sistema regular de comunicação de informações e a enviarem relatórios anuais à Comissão em Dezembro do ano T. em vez de Junho do ano seguinte (T+1). Uma vez que muitos protocolos internacionais exigem que as emissões sejam declaradas em Dezembro. opcionalmente.

A Comissão apoiará os Estados-Membros na organização de workshops nacionais destinadas a explicar a utilidade do EPER e o processo de recolha e comunicação dos dados. A Comissão tenciona desenvolver. as workshops nacionais sugeridas deverão estar concluídas até finais do ano 2001. O presente documento de orientação pretende facilitar a implementação do EPER pelos Estados-Membros. Para este efeito. A Comissão incentivará os EstadosMembros a obterem os dados necessários através de relatórios ambientais obrigatórios fornecidos pelos estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. ferramentas de software para a transferência electrónica de dados. de modo a facilitar a tarefa aos Estados-Membros. tanto a indústria como os governos deverão estar em condições de cumprir os requisitos da Decisão EPER e fornecer os dados relativos às suas emissões ao registo EPER.Parte I . com a assistência da Agência Europeia do Ambiente. – 28 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Com a publicação do documento de orientação sobre a implementação do EPER em Dezembro de 2000. IMPLEMENTAÇÃO E FACILITAÇÃO Solicita-se que os Estados-Membros antecipem a preparação do seu primeiro relatório IPPC a enviar à Comissão em Junho de 2003 e comecem a recolher as informações pedidas. usando os modelos de relatório exigidos.9.

Parte I – 29 – . Além disso. se necessário. Os relatórios a enviar à Comissão poderão suscitar algumas dificuldades no que diz respeito aos diferentes aspectos de qualidade dos dados a introduzir no EPER. respectivamente. Por isso. Há ainda a possibilidade de incluir os dados relativos à produção no modelo dos relatórios. ANÁLISES E EVOLUÇÃO FUTURA Os Estados-Membros fornecerão pela primeira vez os dados sobre as emissões destinados ao EPER em Junho de 2003. os modelos dos relatórios e a frequência com que estes deverão ser apresentados pelos Estados-Membros. O alargamento do âmbito dos estabelecimentos incluídos no registo EPER deve visar a Documento de Orientação para a Implementação do EPER . a lista de poluentes e os valores limiar para a notificação das emissões. depois do primeiro e segundo ciclos de relatórios apresentados pelos Estados-Membros. Dependendo da viabilidade do alargamento do âmbito do EPER. PRTR. A futura evolução do EPER será baseada nas análises a realizar em 2004 e 2006. a fim de melhorar a intercomparabilidade e o intercâmbio de informações sobre a eco-eficiência dos sectores industriais ou das categorias de fontes. poderá ser conveniente incluir os resíduos no registo. Depois de cada ciclo. Entre os elementos do EPER que deverão ser analisados incluir-se-ão o âmbito do registo. Unidades declarantes A Comissão poderá considerar a possibilidade de expandir o âmbito das unidades declarantes para além das actuais actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. Âmbito futuro do EPER O âmbito do EPER pode ser alargado de modo a dar lugar a um registo totalmente integrado das emissões de poluentes. o documento de orientação sobre a implementação do EPER e outros instrumentos de apoio facultados pela Comissão poderão fazer parte das análises. será necessário analisar e ajustar alguns elementos específicos do EPER para alcançar os fins pretendidos e aumentar os benefícios. Outros elementos dos relatórios EPER poderão ser igualmente incluídos na análise periódica. incluindo outros estabelecimentos industriais como as pequenas e médias empresas. a lista de poluentes e os valores limiar para a declaração das emissões serão ajustados. poderá considerar-se a utilidade dos dados do EPER em matéria de comércio de emissões (atmosféricas) entre os estabelecimentos. os primeiros resultados serão cuidadosamente analisados para se ficar a conhecer melhor o processo de elaboração dos relatórios e melhorar a qualidade do ciclo de relatórios seguinte. de acordo com os requisitos correspondentes da Convenção de Aarhus. Lista de poluentes e valores limiar para a declaração das emissões Após a análise de cada ciclo de relatórios.10. Além disso.

os modelos (electrónicos) destinados a facilitar a elaboração dos relatórios pelos Estados-Membros serão optimizados para obter uma transferência de dados eficiente.Parte I . os pormenores e trâmites dos relatórios assim alterados serão incluídos na Decisão EPER e no documento de orientação como novos requisitos obrigatórios para os EstadosMembros. Contudo. Só depois de consultado esse comité. A futura evolução dos relatórios EPER e das suas orientações apenas poderá resultar das análises subsequentes a cada ciclo de relatórios e será discutida no comité referido no artigo 19º da Directiva IPPC (96/61/CE). em 2006. Frequência de apresentação dos relatórios Para que o registo EPER disponha de dados actualizados. Procedimento para a introdução de alterações Os futuros trâmites dos relatórios mencionadas neste número não constituem actualmente requisitos obrigatórios.cobertura de pelo menos 90% das emissões industriais totais da Europa. a Comissão analisará a possibilidade de os relatórios dos EstadosMembros passarem a ser anuais. essa decisão poderá ser tomada depois da análise do segundo ciclo de relatórios. A Comissão tenciona introduzir uma actualização anual das emissões declaradas a partir do ano 2008. Modelo dos relatórios Após cada análise. um futuro alargamento das categorias de fontes poluentes poderá exigir uma alteração da Directiva IPPC e da Decisão EPER. – 30 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .

Parte II Requisitos dos relatórios .

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IDENTIFICAÇÃO DE UM ESTABELECIMENTO COM ACTIVIDADES MENCIONADAS NO ANEXO I DA DIRECTIVA IPPC Os Estados-Membros podem ter informações sobre os operadores dos estabelecimentos. Os Estados-Membros têm informações disponíveis que lhes permitem atribuir códigos NACE aos sectores económicos. O anexo I da Directiva IPPC apresenta uma lista das actividades abrangidas pela directiva. Se um operador exercer várias actividades incluídas na mesma actividade mencionada no anexo I do mesmo estabelecimento. O Quadro 1 indica em que sectores económicos se realizam as várias actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. A Directiva IPPC não abrange as actividades com uma capacidade de produção inferior a este valor. 1 A nomenclatura NACE (National Classification of Economic Activities – Classificação Nacional das Actividades Económicas) é a classificação europeia das actividades económicas. os códigos de três dígitos indicam os grupos e os códigos de quatro dígitos indicam as classes. as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I com os códigos IPPC correspondentes e. por um lado. no mesmo local. podem consultar serviços nacionais de estatística e os peritos nacionais. os sectores e subsectores económicos com códigos NACE de 4 dígitos ou mais. O Quadro 1 apresenta as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I e os valores mínimos da capacidade de produção em combinação com os sectores económicos correspondentes.1. com base numa classificação económica e poderão iniciar a identificação e a selecção dos estabelecimentos com base nestas informações. Baseia-se nos sectores económicos e é composta por quatro dígitos (há um quinto dígito para uso nacional). Os primeiros códigos de dois dígitos indicam as divisões. então.Parte II – 33 – . As capacidades de produção das diversas actividades devem ser somadas ao nível das actividades mencionadas no anexo I. comparada com a capacidade de produção mínima atribuída às actividades específicas constantes do anexo I da Directiva IPPC. A soma das capacidades é. por outro lado. todas as actividades incluídas nesta categoria estão abrangidas. Para várias destas actividades é atribuído um valor mínimo à capacidade de produção. Se os Estados-Membros quiserem estabelecer uma ligação entre. as capacidades dessas actividades são somadas. Quando não é atribuído nenhum valor mínimo. Documento de Orientação para a Implementação do EPER .

Os esforços que os Estados-Membros deverão realizar para identificar os estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I e para cumprir as obrigações de fornecimento de informações no quadro da Decisão EPER são os seguintes: • Identificar todos os estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. Identificar todas as actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC para cada um dos estabelecimentos seleccionados na categoria de fontes correspondente especificada no anexo A3 da Decisão EPER. • – 34 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . tendo como resultado uma actividade de 65 MW da categoria 1. as capacidades destas duas caldeiras deverão ser somadas.Exemplo • Se um operador possuir um estabelecimento com duas caldeiras de 40 e 25 MW respectivamente.Parte II . tendo em conta as capacidades de produção de todas as actividades industriais previstas neste anexo.1 do anexo I da Directiva IPPC. acima da capacidade mínima.

5 toneladas/hora Fabrico de metais básicos Fabrico de metais básicos Fabrico de metais básicos 27 27 27 > 20 toneladas/hora > 50kJ/martelo.Quadro 1 Código IPPC 1 Categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I nos sectores económicos de acordo com o anexo A3 da Decisão EPER Categorias de fontes (Actividades Capacidade mencionadas no anexo I) de produção Indústrias energéticas Instalações de combustão > 50 MW Processos de combustão nas centrais de produção de electricidade e na indústria. > 20MW Revestimento protector de metal fundido > 2 toneladas aço bruto/hora Fundição de metais ferrosos Metais não ferrosos Produção a partir de minérios.6 Refinarias de óleos minerais e gás Fornos de coque Instalações de gaseificação e liquefacção do carvão Produção e fabrico de metais Indústria metalúrgica e instalações de ustulação e sinterização de minérios metálicos.2/ 2. os Estados-Membros devem fornecer códigos de quatro dígitos. Contudo. A indicação dos diferentes códigos de quatro dígitos neste quadro não é viável devido ao grande número de possibilidades. 28 Toda > 2. Estas incluem: Instalações de ustulação e sinterização de minérios metálicos Instalações de produção de gusa ou aço incluindo vazamento contínuo Instalações de produção de metais ferrosos Instalações de laminagem a quente Oficinas de ferreiro Toda Toda Toda Fabrico de produtos de petróleo 23 refinado e de coque Fabrico de metais básicos Centrais de produção de electricidade. vapor e abastecimento de água nos estabelecimentos públicos e industriais de vários sectores 11-40 Sectores económicos Código NACE 1 1.3 1. 40 27.5/2.1 1.2 1. 2.1/2. indústria química 27 24. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . incluindo produtos recuperados Instalações para tratamento superficial de metais e materiais plásticos 1 > 20 toneladas/dia Fabrico de metais básicos Fabrico de metais básicos 27 27 Toda > 4 toneladas/dia (Pb.4/ 2.4 2. Electricidade. 1. concentrados ou matérias-primas secundárias Fundição incluindo ligas.3/2.Parte II – 35 – . Cd) >20 toneladas/dia (outros metais) >30 m3 tratamento vat volume Fabrico de produtos de metal forjado 28 O quadro só apresenta os primeiros dois dígitos do código (representando as diferentes divisões). instalações de produção de metais ferrosos e não ferrosos.

substâncias minerais e produtos cerâmicos: Escórias de cimento Cal Instalações de produção de vidro incluindo fibra de vidro Instalações de fundição de substâncias minerais incluindo a produção de fibras minerais Instalações de fabrico de produtos de cerâmica por cozedura > 500 toneladas/dia > 50 toneladas/dia > 20 toneladas/dia > 20 toneladas/dia Fabrico de produtos minerais não metálicos Fabrico de produtos minerais não metálicos Fabrico de produtos minerais não metálicos 26 26 Fabrico de produtos minerais não metálicos 26 Sectores económicos Código NACE 1 > 75 toneladas/dia e/ou > 4 m3 de capacidade e densidade do forno > 300 kg/m3/forno Toda 3.4/3. 4.1/3.6 4. tijolo recozido.2 4.4/4. – 36 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .3 4.4 Instalações de eliminação de resíduos não perigosos Aterros. 3.2 Instalações para a produção de amianto ou produtos à base de amianto Fabrico de produtos minerais não metálicos 26 Indústria química e instalações para a produção de: Produtos químicos orgânicos de base Produtos químicos inorgânicos de base ou fertilizantes Biocidas e explosivos Produtos farmacêuticos Gestão dos resíduos Instalações de eliminação ou valorização de resíduos perigosos Instalações de incineração de resíduos sólidos urbanos > 10 toneladas/dia > 3 toneladas/hora > 50 toneladas/dia > 10 toneladas/dia recebidas.3/ 3.2/4.Parte II .5 5. ou > 25000 toneladas de capacidade total Tratamento e eliminação dos resíduos Tratamento e eliminação dos resíduos Tratamento e eliminação dos resíduos Tratamento e eliminação dos resíduos 90 90 90 90 Toda Toda Toda Toda Fabrico de produtos químicos Fabrico de produtos químicos Fabrico de produtos químicos Fabrico de produtos químicos 24 24 24 24 5. excluindo os aterros de resíduos inertes 1 O quadro só apresenta os primeiros dois dígitos do código (representando as diferentes divisões).1/5.3/5. Contudo.5 Categorias de fontes de actividades mencionadas no anexo I nos sectores económicos de acordo com o anexo A3 da Decisão EPER (Continuação) Categorias de fontes (Actividades Capacidade de mencionadas no anexo I) produção Indústria mineral Instalações de produção de cimento. A indicação dos diferentes códigos de quatro dígitos neste quadro não é viável devido ao grande número de possibilidades. vidro.1 4. 5. cal.Quadro 1 Código IPPC 3. os Estados-Membros devem fornecer códigos de quatro dígitos.

produtos de madeira e produtos 24-36 de papel. A indicação dos diferentes códigos de quatro dígitos neste quadro não é viável devido ao grande número de possibilidades.1 Categorias de fontes de actividades mencionadas no anexo I nos sectores económicos de acordo com o anexo A3 da Decisão EPER (Continuação) Categorias de fontes (Actividades Capacidade mencionadas no anexo I) de produção Outras actividades mencionadas no anexo I Instalações industriais para produção de: Pasta de madeira e outros materiais fibrosos Papel e cartão Toda > 20 toneladas papel/dia > 10 toneladas/dia > 12 toneladas/dia > 50 toneladas/dia > 75 toneladas/dia > 300 toneladas/dia > 200 toneladas/dia Produção e transformação da carne e dos produtos de carne. produtos de metal. 17-22. impermeabilização. impregnação) 6.Parte II – 37 – . vestuário. Contudo. máquinas e equipamentos Fabrico de produtos químicos 24 15 Fabrico de têxteis Curtume e apresto de couro 17 19 Fabrico de pasta de papel.8 1 Instalações de produção de carbono (carvão mineral) ou grafite Toda O quadro só apresenta os primeiros dois dígitos do código (representando as diferentes divisões). edição e tipografia. limpeza.3 6. os Estados-Membros devem fornecer códigos de quatro dígitos. engomagem. Fabrico de produtos químicos. pecuária > 40 000 lugares > 2 000 lugares > 750 lugares > 150 kg/hora.2 6.4 Instalações de pré-tratamento ou tinturaria de fibras ou têxteis Instalações de curtumes de couros e peles Matadouros Matérias-primas animais (não leite) Matérias-primas vegetais Tratamento e transformação do leite Fabrico de produtos alimentares 15 6. produtos de borracha e de plástico. ou > 200 toneladas/dia Fabrico de têxteis.5 Instalações de eliminação ou reciclagem > 10 toneladas/dia das carcaças e dos resíduos animais Instalações para criação intensiva de: Aves de capoeira Porcos (mais de 30 kg) Porcas 6. desengorduramento. tipografia. revestimento. metais de base.2 6.6 01.7 Instalações de tratamento superficial ou de produtos que utilizam solventes orgânicos (apresto. outros produtos minerais não metálicos. pintura. Fabrico de rações animais Agricultura. papel e produtos de papel 21 Sectores económicos Código NACE 1 6. Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Quadro 1 Código IPPC 6. 6.

ou mais especificamente NOSE-P. pode ser utilizada a classificação NOSE-P publicada pelo Eurostat. os Estados-Membros deverão: • Identificar o código NOSE-P com 5 dígitos. O código NOSE-P. associado a cada uma das categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I pode ser extraído do anexo A3 da Decisão EPER e é expresso em 5 dígitos. Q. de acordo com o anexo A3 da Decisão EPER. IDENTIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS DE FONTES E DOS CÓDIGOS NOSE-P As categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I utilizadas nos relatórios EPER são enumeradas no anexo A3 da Decisão EPER. 1 A nomenclatura NOSE (Nomenclatura das Fontes de Emissão). os EstadosMembros devem indicar os códigos NOSE-P correspondentes a um nível de 5 dígitos para cada categoria de fontes das actividades mencionadas no anexo I. a Agência Europeia do Ambiente e a DG do Ambiente. das categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I e dos códigos NOSE-P. S e T a partir do exemplo do apêndice 2. Para isso. A determinação da principal actividade mencionada no anexo I e do principal código NOSE-P correspondente é explicada no Capítulo 3. No anexo A3 da Decisão EPER as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I são apresentadas com as nomenclaturas de fontes correspondentes: NOSE-P e SNAP. Como ilustração da selecção dos estabelecimentos. estas nomenclaturas têm uma natureza técnica. a Figura 1 apresenta as categorias de fontes referidas no anexo A3 e os códigos NOSE-P. R. Se os organismos de regulamentação pedirem mais especificações. O código NOSE fornece uma classificação das fontes de emissões directamente ligada à Revisão 1 do código NACE (Ref. Estas categorias de fontes referidas no anexo A3 são idênticas ou correspondem a agregações das actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. uma dessas actividades tem de ser seleccionada como actividade principal. Tal como é indicado no anexo A3. pode ser aplicado mais de um código NOSE-P à mesma categoria de fontes e o mesmo código NOSE-P pode ser igualmente aplicado a diversas categorias de fontes de actividades mencionadas no anexo I.Parte II . Caso um determinado estabelecimento exerça mais de uma actividade prevista no anexo I. De acordo com o modelo do anexo A2 da Decisão EPER.2. 4). que são identificados para os estabelecimentos P. correspondendo a cada uma das categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I exercidas nos estabelecimentos seleccionados. – 38 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . foi desenvolvida pelo Eurostat. No essencial.

02 Non-Annex I Non-Annex I Optional 1 No 2 1 Emissions from additional non-Annex I activities are included by preference.09 105.Selected facility Facility P Annex I Activity Activity P1 Annex A3 Source category Production and processing of metals NOSE-P code 105.09 101. Figura 1 Identificação das categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I e dos códigos NOSE-P de acordo com o anexo A3 (com base no exemplo do apêndice 2) Documento de Orientação para a Implementação do EPER .02 Non-Annex I Non-Annex I Optional 1 Optional 1 Facility R Activity R1 Installations for the production of carbon or graphite 105.09 Activity S1 Facility S Activity S2 Activity S3 Activity S4 Facility T Activity T1 Basic organic chemicals Basic organic chemicals Combustion installations > 50 MW 105.01 105.01 Activity Q1 Facility Q Activity Q2 Activity Q3 Activity Q4 Activity Q5 Production and processing of metals Production and processing of metals Combustion installations > 50 MW 105. This facility is not included in the EPER reporting. 2 Facility T has only non-Annex I activities. when the facility is included in the EPER reporting (see chapter 4).12 101.Parte II – 39 – .

Parte II . em que a actividade económica não é característica do estabelecimento. IDENTIFICAÇÃO DA PRINCIPAL ACTIVIDADE MENCIONADA NO ANEXO I EXERCIDA NUM ESTABELECIMENTO Caso um estabelecimento exerça mais de uma actividade mencionada no anexo I é obrigatório determinar qual dessas actividades é a principal. Em alguns casos. em que a determinação é difícil e não é possível obter um consenso entre os peritos.3. Em casos excepcionais. de acordo com o anexo A3 da Decisão EPER. a principal actividade mencionada no anexo I é identificada como a principal actividade económica do estabelecimento. a principal actividade mencionada no anexo I pode ser identificada como a actividade mais poluente de um estabelecimento. a principal actividade mencionada no anexo I pode ser identificada como a actividade mais poluente do estabelecimento. os peritos nacionais e as autoridades competentes podem determinar a maior parte das principais actividades mencionadas no anexo I de um estabelecimento. de um modo geral. em consulta com os peritos e/ou as autoridades nacionais competentes. A título excepcional. Ao fazê-lo. consultando os peritos ou as autoridades nacionais competentes. os Estados-Membros também pode seguir o procedimento alternativo previsto no nº 2. 2 Os Estados-Membros podem utilizar os procedimentos seguintes para identificar a principal actividade mencionada no anexo I exercida por um estabelecimento: • Identificar. • – 40 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Os Estados-Membros podem determinar a principal actividade constante do anexo I da seguinte forma: 1 Em geral. bem como o principal código NOSE-P correspondente. a principal actividade prevista no anexo I do estabelecimento como a principal actividade económica normalmente reconhecida para esse estabelecimento.

Selected facility Facility P Annex I Activity Main Activity P1 NOSE-P Process NOSE-P code (5 digits) 105. Figura 2 Identificação da principal actividade mencionada no anexo I. bem como do código NOSE-P e do processo principais de um estabelecimento Documento de Orientação para a Implementação do EPER .09 101.01 105.Parte II – 41 – .02 Non-Annex I Optional 1 1 Emissions from additional non-Annex I activities are included by preference.09 105.09 Main Activity S1 Facility S Activity S2 Activity S3 Activity S4 Manufacture of organic chemicals Manufacture of organic chemicals Combustion installations > 50 MW 105.01 Surface treatment of metals and plastics Main Activity Q1 Facility Q Activity Q2 Activity Q3 Activity Q4 Activity Q5 Surface treatment of metals and plastics Metal industry Combustion installations > 50 MW 105. when the facility is included in the EPER reporting (see chapter 4).02 Non-Annex I Non-Annex I Optional 1 Optional 1 Facility R Main Activity R1 Installations for the production of carbon or graphite 105.12 101.

um operador pode ter diferentes estabelecimentos cujas emissões devam ser declaradas separadamente. a declaração das emissões para a atmosfera deve seguir o procedimento explicado no apêndice 2. Estes exemplos concentram-se nas emissões para as águas superficiais. As instalações com múltiplos operadores situadas no local de um estabelecimento devem fazer parte do relatório específico desse estabelecimento. A identificação da unidade declarante exige especial atenção nos casos complexos. os peritos nacionais e as autoridades competentes estarão em condições de identificar a unidade declarante. nomeadamente: • As emissões directas para as águas superficiais: estas devem ser incluídas no relatório EPER relativo ao estabelecimento e indicadas como emissões directas para a água. são apresentadas vários exemplos de situações complexas no apêndice 2. em casos excepcionais. INTERPRETAÇÃO DE UM ESTABELECIMENTO COMO UNIDADE DECLARANTE Os operadores titulares de licenças para as actividades mencionadas no anexo I são normalmente obrigados a declarar as emissões às autoridades competentes. no quadro da Decisão EPER. se verificarem emissões para a atmosfera (de diferentes estabelecimentos) a partir de uma instalação de redução da poluição explorada em comum. Nas grandes zonas industriais. Emissões para a água Há dois tipos de emissões para a água que os estabelecimentos devem comunicar. Em geral. Emissões para a atmosfera As emissões para a atmosfera devem ser declaradas por estabelecimento.Parte II . Se. empresas comuns). – 42 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . mas os relatórios dos estabelecimentos também têm de incluir as emissões atmosféricas. nomeadamente no que diz respeito às emissões (directas e indirectas) para a água. Podem verificar-se situações multi-operadores em que vários operadores partilham determinadas actividades ou instalações na mesma zona industrial ou até no mesmo local (por exemplo. só é obrigado a comunicar as emissões relativas às primeiras. Por conseguinte.4. esse agregado de actividades é definido como um estabelecimento. incluindo as fontes não pontuais ou difusas. Um complexo explorado em comum deste tipo pode incluir uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR) comum ou uma central de produção de energia comum. A obrigação de notificação diz respeito a todas as fontes de um estabelecimento. Se um operador tiver várias actividades em uma ou mais instalações num dado local. Um estabelecimento pode incluir actividades mencionadas no anexo I e actividades que nele não se encontram incluídas mas.

Documento de Orientação para a Implementação do EPER . opção preferível sempre que estas emissões contribuam com mais de 10% para as emissões totais do estabelecimento. As orientações gerais para a comunicação dos dados relativos às emissões de um estabelecimento são as seguintes: • As emissões de todas as fontes (pontuais e não pontuais) de um estabelecimento com actividades mencionadas no anexo I têm de ser declaradas em relação a todos os poluentes cujos valores limiar especificados no anexo A1 da Decisão EPER sejam excedidos. Esta forma excepcional de apresentar as informações não deverá exceder 1-2% dos relatórios específicos por estabelecimento. A declaração das emissões indirectas de estabelecimentos “associados” para uma ETAR situada fora do local pode ser omitida em circunstâncias específicas. os dados poderão ser apresentados de forma diferente no caso de um complexo industrial com vários estabelecimentos associados e situados na mesma zona industrial. Em condições excepcionais. Exemplo • O apêndice 2 apresenta dois exemplos de situações complexas em que há uma associação de estabelecimentos com diversas actividades. as emissões de actividades não mencionadas no anexo I podem ser excluídas dos dados sobre as emissões. quer com uma ETAR situada no local quer com uma ETAR no exterior. as emissões da ETAR situada no exterior podem ser declaradas separadamente como emissões directas para a água com referência aos estabelecimentos emissores (ver apêndice 2). As emissões de actividades não mencionadas no anexo I são normalmente incluídas nos dados sobre as emissões.• As emissões indirectas para uma ETAR situada no exterior: devem ser incluídas no relatório EPER relativo ao estabelecimento e indicadas como emissões indirectas para a água. As emissões indirectas para uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR) situada no local estão excluídas do relatório EPER relativo ao estabelecimento.Parte II – 43 – . quando for possível quantificar e separar a contribuição destas actividades do estabelecimento. No entanto. • • A título de excepção a estas orientações gerais para a elaboração dos relatórios.

• Pode verificar-se uma excepção à norma de apresentação de relatórios específicos por estabelecimento quando vários estabelecimentos situados na mesma zona industrial se associarem do ponto de vista técnico e organizativo e utilizarem em conjunto uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR) situada no exterior. mas sim como emissões directas da ETAR. – 44 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . referindo-se a identificação de todos os estabelecimentos envolvidos e a principal actividade mencionada no anexo I exercida pelo complexo industrial (ver também apêndice 2). Só neste caso as emissões de cada um dos estabelecimentos não são comunicados como emissões indirectas para a ETAR. Esta ETAR não faz parte de nenhum dos estabelecimentos. nem é explorada por um dos operadores desses estabelecimentos. funcionando de forma independente ao abrigo de um contrato de serviços comum entre todos os estabelecimentos envolvidos.Parte II .

Sempre que esta emissão total do estabelecimento. HFC41. HFC32.5. c-C4F8. HFC134. 6). É permitido incluir no relatório as emissões de actividades não mencionadas no anexo I. C 3F8. A segunda coluna deste quadro identifica melhor os poluentes e indica de que modo devem ser referidos. Todas as emis-sões devem ser expressas em kg/ano com três dígitos significativos. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . HFC4310mee. excluindo o metano Massa total de monóxido de azoto + dióxido de azoto. HFC143a. expresso como dióxido de enxofre As Orientações do IPCC para 2000 revistas excluem as emissões de CO2 da biomassa e dos reservatórios (Ref. C2F6. Quadro 2 Identificação dos poluentes atmosféricos incluídos no anexo A1 da Decisão EPER (Continuação) Poluente/Substâncias 1.Parte II – 45 – . No caso de um estabelecimento que exerça uma ou mais actividades mencionadas no anexo I. HFC134a.1 INTERPRETAÇÃO DOS VALORES LIMIAR PARA A NOTIFICAÇÃO DOS POLUENTES Poluentes atmosféricos O Quadro 2 reproduz a lista de poluentes relativos às emissões para a atmosfera que figuram no anexo A1 da Decisão EPER. HFC143. CCH4 CO CO2 HFC Descrição e identificação Thèmes environnementaux Massa total de metano Massa total de monóxido de carbono Massa total de dióxido de carbono (de acordo com as orientações do IPCC utilizadas pela CQNUAC ) Massa total de fluorocarbonetos hidrogenados: soma de HFC23. C4F10. HFC245ca Massa total de óxido nitroso Massa total de amoníaco Massa total de compostos orgânicos voláteis. expressa como dióxido de azoto PFC SF6 Sox 1 N2O NH3 NMVOC NOx Massa total de perfluorocarbonetos: soma de CF4. HFC227ea. C5F12. 5. exceder o valor limiar constante da lista do anexo A1 da Decisão EPER. incluindo quer as fontes pontuais como as fontes difusas/não pontuais. C6F14 Massa total de hexafluoreto de enxofre Total de dióxido de enxofre e trióxido de enxofre. HFC152a. HFC236fa. expressa como se indica na segunda coluna. a emissão total é determinada como a soma das emissões de todas as actividades mencionadas no anexo I. HFC125. a emissão deve ser declarada.

expresso como HF Total expresso como HCN Massa total de matéria particulada com partículas de diâmetros inferiores a 10 µm3 TEq: Equivalentes de toxicidade.7. a emissão de 17 isómeros de PCDD e PCDF relacionados com o isómero mais tóxico 2. expresso como HCl Total de compostos fluorados inorgânicos. Benzo(k)fluoranteno.Poluente/Substâncias 2. Indeno(1. Outros compostos Compostos clorados e inorgânicos Compostos fluorados e inorgânicos HCN PM10 1 2 3 Descrição e identificação Total de compostos inorgânicos e orgânicos de arsénico. expresso como mercúrio elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de níquel. expresso como cobre elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de mercúrio. expresso como zinco elementar Massa total Massa total Massa total Massa total Total como equivalentes tóxicos (Teq) 1 Massa total Massa total Massa total Massa total Massa total Massa total Massa total Massa total Soma de 6 Borneff PAH2 Total de compostos clorados inorgânicos. Outros compostos orgânicos Benzeno Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos 5. expresso como crómio elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de cobre.2 (DCE) Diclorometano (DCM) Hexaclorobenzeno (HCB) Hexaclorociclohexano (HCH) PCDD+PCDF (dioxinas+furanos) Pentaclorofenol (PCP) Tetracloroetileno (PER) Tetraclorometano (TCM) Triclorobenzenos (TCB) Tricloroetano-1.Parte II .1. expresso como arsénico elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de cádmio. expresso como chumbo elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de zinco.8-CDD Benzo(a)pireno. expresso como níquel elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de chumbo. – 46 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Benzo(ghi)perileno. Metais e compostos As e compostos Cd e compostos Cr e compostos Cu e compostos Hg e compostos Ni e compostos Pb e compostos Zn e compostos 3. Fluoranteno. expresso como cádmio elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de crómio.2.3. Substâncias orgânicas cloradas Dicloroetano -1. Benzo(b)fluoranteno De acordo com a definição da Directiva 199/30/CE do Conselho de 22 de Abril de 1999 No apêndice 3 é apresentada uma lista indicativa dos métodos de medição dos poluentes atmosféricos pertinentes abrangidos pelas normas CEN ou ISO. Esta lista é apresentada como um guia para os Estados-Membros no que respeita aos métodos de medição normalizados disponíveis.1 (TCE) Tricloroetileno (TRI) Triclorometano 4.3-cd)pireno.

a emissão total é determinada como a soma das emissões de todas as actividades mencionadas no anexo I.Fósforo 2. O valor limiar para as emissões aquáticas é aplicável à soma das emissões directas e indirectas de um estabelecimento. expresso como AOX Documento de Orientação para a Implementação do EPER . expresso como cádmio elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de crómio.2 Poluentes da água O Quadro 3 mostra a lista de poluentes relativos às emissões para a água incluídos no anexo A1 da Decisão EPER. expresso como mercúrio elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de níquel.5. Todas as emissões devem ser expressas em kg/ano. Temas ambientais Total . incluindo quer as fontes pontuais como as fontes difusas/não pontuais.Parte II – 47 – . a emissão deve ser declarada. expresso como zinco elementar 3. A segunda coluna do quadro identifica melhor os poluentes e indica de que modo eles devem ser referidos. expresso como azoto Total.2 (DCE) Diclorometano (DCM) Hexaclorobenzeno (HCB) Hexaclorobutadieno (HCBD) Massa total Massa total Massa total Massa total Compostos orgânicos halogenados Total. expresso como chumbo elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de zinco. expresso como cobre elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de mercúrio. exceder o valor limiar constante da lista do anexo A1 da Decisão EPER. É permitido incluir no relatório as emissões de actividades não mencionadas no anexo I. Sempre que esta emissão total do estabelecimento.Azoto Total . expresso como crómio elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de cobre. expresso como níquel elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de chumbo. Metais e compostos As e compostos Cd e compostos Cr e compostos Cu e compostos Hg e compostos Ni e compostos Pb e compostos Zn e compostos Total. Substâncias orgânicas cloradas Cloro-alquenos (C10-13) Dicloroetano-1. No caso de um estabelecimento que exerça uma ou mais actividades mencionadas no anexo I. Quadro 3 Identificação dos poluentes da água incluídos no anexo A1 da Decisão EPER Descrição e identificação Poluentes/Substâncias 1. expresso como arsénico elementar Total de compostos inorgânicos e orgânicos de cádmio. expresso como fósforo Total de compostos inorgânicos e orgânicos de arsénico. expressa como se indica na segunda coluna.

expresso como C Soma de 6 Borneff PAH 1 Total de carbono orgânico (TOC) Total. xilenos Difenileter bromado Compostos organoestânicos Fenóis Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos Total. Benzo(ghi)perileno. Esta lista é apresentada como um guia para os Estados-Membros no que respeita aos métodos de medição normalizados disponíveis.2. Benzo(b)fluoranteno No apêndice 3 é apresentada uma lista indicativa dos métodos de medição dos poluentes da água pertinentes. expresso como C ou COD/3 5.3-cd)pireno. Outros compostos orgânicos Benzeno. • • – 48 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . expresso como Cl Total. Os valores limiar são aplicáveis à soma das emissões. Indeno(1. expresso como Br Total. Declarar as emissões totais do estabelecimento. tolueno. da seguinte forma: • Determinar os poluentes referidos no anexo A1 da Decisão EPER que são emitidos por todas as fontes (pontuais e não pontuais) e actividades de um estabelecimento que exerce actividades mencionadas no anexo I (tendo igualmente em conta as actividades não mencionadas no anexo I nos termos do capítulo 4). Os Estados-Membros devem recolher os dados das emissões de todos os poluentes cujos valores limiar sejam excedidos. expresso como F Benzo(a)pireno. Determinar para cada poluente a emissão total de todas as fontes/actividades do estabelecimento e verificar se o valor limiar especificado no anexo A1 da Decisão EPER foi ou não excedido. Outros compostos Cloretos Cianetos Fluoretos 1 Total.Poluentes/Substâncias Descrição e identificação 4. Fluoranteno. quer como emissões directas ou indirectas para a água. etilbenzeno. relativamente a todos os poluentes que excedam os valores limiar. Benzo(k)fluoranteno.Parte II . quer como emissões para a atmosfera. as BTEX (massa da soma dos componentes individuais) Total. expresso como CN Total. expresso como Sn Total.

tal como está especificada no anexo A1 da Decisão EPER. Este capítulo apresenta uma descrição geral dos poluentes cujas emissões são susceptíveis de ultrapassar os valores limiar de notificação obrigatória para cada uma das actividades mencionadas no anexo I.Parte II – 49 – . A identificação dos poluentes por categoria de fontes das actividades mencionadas no anexo I baseia-se nas experiências com inventários de emissões de um pequeno número de Estados-Membros e é apresentada de forma mais pormenorizada nos apêndices 4 e 5. Os quadros 4 e 5 devem ser considerados como agregações das informações fornecidas em ambos os apêndices. O facto de a emissão de um poluente exceder ou não o valor limiar depende das características específicas do estabelecimento. Por exemplo. Para determinar os poluentes que poderão ser emitidos por um estabelecimento. tal como está especificado no anexo A3 da Decisão EPER. para verificar se é ou não necessário declarar um determinado poluente. em relação ao ar e à água. Estas sub-listas sectoriais são apresentadas apenas a título de orientação para os Estados-Membros e outras partes interessadas na identificação dos poluentes susceptíveis de serem emitidos por uma categoria de fontes específica prevista no anexo A3 da Decisão EPER. na indústria química. Os Estados-Membros podem utilizar as sub-listas sectoriais de poluentes como uma indicação para verificarem quais os poluentes que poderão ser emitidos por uma determinada categoria de fontes das actividades mencionadas no anexo I. SUB-LISTAS SECTORIAIS DE POLUENTES PARA AS ACTIVIDADES MENCIONADAS NO ANEXO I Cada categoria de fontes individual incluída no anexo I da Directiva IPPC emite um conjunto de poluentes diferente. • Documento de Orientação para a Implementação do EPER . é necessário tomar em consideração todas as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I que tenham sido identificadas. Os poluentes estão indicados nas sub-listas sectoriais dos Quadros 4 e 5. Um estabelecimento pode exercer diversas actividades mencionadas no anexo I. Há situações em que nem todos os poluentes previstos para uma categoria de fontes específica destas actividades são emitidos. o conjunto de poluentes efectivamente emitidos pode ser diferente dos indicados nas sub-listas. As sub-listas apresentadas para as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I devem ser consideradas como listas de verificação destinadas a assegurar uma elaboração dos relatórios conforme com os requisitos EPER. em que são usados vários processos na produção de produtos muito diferentes. os Estados-Membros deverão utilizar a lista de poluentes completa. Contudo. • Os Estados-Membros têm de declarar todos os poluentes incluídos na lista do anexo A1 da Decisão EPER e cujos valores limiar sejam excedidos.6. respectivamente.

3 Coke ovens • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1. other animal raw materials (>75t/d) or vegetable raw materials (>300t/d) 6.1 Chemical installations for the production of basic organic chemicals 4.– 50 – CO2 NOx SOx NH3 SF6 PFCs N2O HFCs Benzene Pb and compounds PCDD+PCDF (dioxins+furans) Trichloroethane-1. installations for the production of ferrous and non-ferrous metals • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 24 21 1 34 22 4 8 20 3.2/4.5 Installations for the production of cement klinker (>500t/d).6 Metal industry and metal ore roasting or sintering installations. plants for the production of milk (>200t/d).5 Installations for the disposal or recycling of animal carcasses and animal waste (>10t/d) 7 4 23 6 6. por categorias de fontes de actividades mencionadas no anexo I (Continuação) Number of pollutants (of total 37) PM10 Fluorine and inorganic compounds Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) HCN 1. glass (>20t/d).6 Installations for poultry (>40000).4/3.3/ 3.4 Coal gasification and liquefaction plants 2. mineral substances (>20t/d) or ceramic products (>75t/d) 3.1 Combustion installations > 50 MW • • 16 18 18 4 1.4 Installations for the disposal of non-hazardous waste (>50t/d) and landfills (>10t/d) 9 6 6 2 6 6.5/2.4 Slaughterhouses (>50t/d).1/5.1 Industrial plants for pulp from timber or other fibrous materials and paper or board production (>20t/d) 6.3 Plants for tanning of hides and skins (>12t/d) 6.2 Installations for the production of asbestos or asbestos-based products 4.6 Chemical installations for the production of biocides and explosives 4.2/2.1/2.Parte II 6.2 Plants for the pre-treatment of fibres or textiles (>10t/d) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Documento de Orientação para a Implementação do EPER . lime (>50t/d).3 Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals or fertilisers 4.4/2.2 (DCE) Pentachlorophenol (PCP) Trichlorobenzenes (TCB) Dichloromethane (DCM) Trichloroethylene (TRI) Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Cr and compounds Ni and compounds Trichloromethane NMVOC CH4 CO Quadro 4 Lista de verificação sectorial para os poluentes susceptíveis de serem emitidos para a água. pigs (>2000) or sows (y>750) 6.7 Installations for surface treatment or products using organic solvents (>200t/y) 6.4/4.3/5.1.8 Installations for the production of carbon or graphite • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 5 10 14 3 5 12 13 18 2 2 • • • • • 14 8 8 8 7 8 8 8 6 3 4 6 3 9 3 4 5 3 4 4 3 6 9 7 6 2 19 Number of source categories by individual pollutants .1 (TCE) Tetrachloroethylene (PER) Chlorine and inorganic compounds Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Hexachlorocyclohexane(HCH) Tetrachloromethane (TCM) Hexachlorobenzene (HCB) Dichloroethane-1.1/3.2 Mineral oil and gas refineries 1.3 2.5 Chemical installations for the production of pharmaceutical products 5.2 Installations for the disposal or recovery of hazardous waste (>10t/d) or municipal waste (>3t/h) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 5.

6 Metal industry and metal ore roasting or sintering installations.3 Plants for tanning of hides and skins (>12t/d) 6.2 Installations for the disposal or recovery of hazardous waste (>10t/d) or municipal waste (>3t/h) 16 14 11 16 8 4 5.3/ 2.2 Plants for the pre-treatment of fibres or textiles (>10t/d) 6.5 Installations for the production of cement klinker (>500t/d).4 Installations for the disposal of non-hazardous waste (>50t/d) and landfills (>10t/d) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 6. other animal raw materials (>75t/d) or vegetable raw materials (>300t/d) 6.1 Combustion installations > 50 MW 14 17 6 4 Number of pollutants (of total 26) Hexachlorobutadiene (HCBD) Total organic carbon (TOC) Dichloroethane-1.1 Industrial plants for pulp from timber or other fibrous materials and paper or board production (>20t/d) Documento de Orientação para a Implementação do EPER .4 Slaughterhouses (>50t/d). pigs (>2000) or sows (>750) 6.3 Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals or fertilisers • • • 4.6 Installations for poultry (>40000).2 Installations for the production of asbestos or asbestos-based products 4.3/ 3.2/2. plants for the production of milk (>200t/d).2 (DCE) Total .1/5. glass (>20t/d).2/4.4/2.1/2.6 Chemical installations for the production of biocides and explosives • • • 4.Quadro 5 Lista de verificação sectorial para os poluentes susceptíveis de serem emitidos para a água.Phosphorus Total .4 Coal gasification and liquefaction plants 2. toluene. xylenes Halogenated organic compounds 1.4/3. mineral substances (>20t/d) or ceramic products (>75t/d) 3.Parte II 6.5 Installations for the disposal or recycling of animal carcasses and animal waste (>10t/d) 7 5 18 2 19 17 9 11 14 15 11 12 12 15 1 2 2 1 1 2 14 8 2 5 9 10 21 8 8 8 6. installations for the production of ferrous and non-ferrous metals • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 18 13 3 25 14 16 7 3.5 Chemical installations for the production of pharmaceutical products 5.3 Coke ovens 1.8 Installations for the production of carbon or graphite • • • • • • • • • • • • • • • • • • – 51 – Number of source categories by individual pollutants . lime (>50t/d).1/3.2 Mineral oil and gas refineries • • • • • 1. ethylbenzene.3/5.Nitrogen Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) 1. por categorias de fontes de actividades mencionadas no anexo I (Continuação) Cyanides Chlorides Fluorides Phenols Pb and compounds Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Cr and compounds Ni and compounds Hexachlorocyclohexane(HCH) Hexachlorobenzene (HCB) Organotin – compounds Chloro-alkanes (C10-13) Dichloromethane (DCM) Brominated diphenylether Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Benzene.5/2.4/4.7 Installations for surface treatment or products using organic solvents (>200t/y) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 6.1 Chemical installations for the production of basic organic chemicals 4.

este código também deve ser usado quando as emissões anuais são calculadas com base em resultados de medições a curto prazo e pontuais. A indicação “E” é igualmente aplicável às conjecturas sobre as emissões.Parte II . Esta indicação também é utilizada quando o método de cálculo das emissões é obtido a partir de referências publicadas (ver no Capítulo 8 uma descrição geral das publicações. do software e dos sítios na Internet). a radiação global. não sendo baseadas em referências à disposição do público. utilizando variáveis como a temperatura. Há três códigos possíveis para indicar o método de determinação das emissões declaradas: • Código M: os dados sobre as emissões baseiam-se em medições com métodos normalizados ou aceites. Código C: os dados das emissões são baseados em cálculos que utilizam métodos de estimativa e factores de emissão acordados a nível nacional ou internacional. etc. Estes casos também devem ser assinalados com a letra “C”.. A letra “C” é utilizada quando as emissões são baseadas em cálculos que usam dados relativos à actividade (combustível utilizado. • • A letra “M” é utilizada quando as emissões de um estabelecimento provêm dos resultados do acompanhamento directo de processos específicos praticados no estabelecimento. com base em medições efectivas das concentrações de substâncias poluentes numa dada trajectória de descarga. porque não existe uma relação uniforme entre o método utilizado (código) e a precisão do cálculo resultante. Os códigos utilizados não pretendem referir-se à precisão destes dados. O código “E” é usado quando as emissões são determinadas pela avaliação de peritos. podem ser aplicados métodos de cálculo mais complicados.) e os factores de emissão. que são representativos dos sectores industriais. o mesmo acontecendo com os cálculos baseados numa abordagem de balanço de massa. é frequente serem necessários cálculos complementares para converter os resultados das medições em dados anuais. Em alguns casos. A letra “M” refere-se aos resultados de métodos de medição (contínua) normalizados ou aceites (tais como os enumerados no apêndice 3). – 52 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Código E: os dados sobre as emissões baseiam-se em estimativas não normalizadas derivadas de conjecturas ou hipóteses formuladas por peritos. taxa de produção. MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DAS EMISSÕES E OUTROS ASPECTOS RELATIVOS À QUALIDADE Todos os dados sobre as emissões comunicados por estabelecimento devem ser acompanhados por um código que indique a forma como foram determinados. etc.7. caso não existam metodologias de cálculo reconhecidas nem orientações em matéria de boas práticas.

como se mostra no exemplo seguinte.3 kg/ano 123 kg/ano 1 230 kg/ano 12 300 kg/ano 1 230 000 000 kg/ano Os Estados-Membros devem indicar o código de letras M. podem ser determinadas através de diferentes métodos. a emissão declarada de um poluente é a soma das emissões de várias fontes existentes no estabelecimento. reflectindo apenas a exactidão dos dados comunicados.Entende-se por emissões as descargas de poluentes devidas às diversas actividades de um estabelecimento. indicando o método de determinação respectivo. Nos casos em que há uma grande adução de águas subterrâneas ou de outros recursos hídricos importados como água de arrefecimento.460 kg/ano 1.23 kg/ano 12. é permitido subtrair a contribuição do poluente importado já presente na água de entrada à quantidade de poluente presente nos efluentes. E relativo ao método de determinação das emissões e à qualidade dos dados fornecidos. Na maioria dos casos.678 kg/ano 1 234 567 890.0512 kg/ano 0. O código de uma letra que indica o método utilizado para determinar a maior proporção da emissão deve ser referido em cada um dos dados apresentados no relatório. Todos os dados sobre emissões têm de ser expressos em kg/ano e com três dígitos significativos.23456 kg/ano 12. O arredondamento para três dígitos significativos não se refere à incerteza estatística ou científica.0000123456 kg/ano 0.0000 kg/ano a declarar (em três dígitos significativos) 0.456 kg/ano 1 234. • Documento de Orientação para a Implementação do EPER . da seguinte forma: • Atribua a letra de código “M”. “C” ou “E” a cada um dos dados sobre as emissões.0000123 kg/ano 0. Exemplo Resultado original do cálculo das emissões 0. As emissões de cada fonte que contribui para o resultado. C.567 kg/ano 12 345.4591 kg/ano 1. tanto fontes pontuais como fontes difusas ou não pontuais.0512495 kg/ano 0.3456 kg/ano 123.Parte II – 53 – . Exprima todos os dados das emissões em kg/ano e arredondeos para 3 dígitos significativos exactos.

co. As orientações do IPCC revistas (1996) para os inventários nacionais de gases responsáveis pelo efeito de estufa contêm factores de emissão e métodos de cálculo das emissões para todos os sectores definidos na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas.8.int/etc-ae/index. http://themes. recolher e comunicar dados sobre as emissões para a atmosfera. Entre as ferramentas disponíveis. O guia contém capítulos relativos a sectores de fontes específicos.eu. 5). Além disso. Este centro de recolha e transmissão de informações (clearinghouse) também poderá desempenhar um papel importante na partilha de informações sobre este tema entre a Comissão e os Estados-Membros. onde todos os factores de emissão e métodos de cálculo das emissões se encontram reunidos. REFERÊNCIA AOS MÉTODOS DISPONÍVEIS PARA A DETERMINAÇÃO DAS EMISSÕES O presente capítulo enumera várias compilações de factores de emissão. http://etc-ae. Os exemplares em papel estão disponíveis em número limitado. irá ponderar o desenvolvimento de um sítio na Internet (tipo “clearinghouse”) com ligações a outros sítios e fontes de informação relevantes sobre os métodos de determinação das emissões existentes. http://www. A Comissão. A task force assegura o funcionamento de um sítio da Internet onde estão disponíveis os projectos de novos capítulos e as modificações dos existentes. o – 54 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Parte II . figuram métodos de cálculo das emissões e factores de emissão por defeito.htm • O Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC) produziu orientações para a criação de inventários das emissões de gases responsáveis pelo efeito de estufa no âmbito do seu Programa de Inventários Nacionais de Gases com Efeito de Estufa (NGGIP).aeat.htm • A segunda edição do próprio Guia dos Inventários das Emissões Atmosféricas pode ser encontrado no website da Agência Europeia do Ambiente. O Guia é uma actividade comum da CEE-NU/EMEP e da Agência Europeia do Ambiente. porém. assistida pela Agência Europeia do Ambiente. Estas ferramentas ainda estão a ser desenvolvidas. e vários métodos de determinação das emissões.int/toc.eu.uk/netcen/airqual/TFEI/unece.php/state/air?doc=39186&l=en • O Centro Temático Europeu sobre as Emissões Atmosféricas apoia os Estados-Membros pondo à sua disposição ferramentas para determinar. em papel e em sítios de Internet acessíveis ao público.eea.eionet. 8.1 Emissões para a atmosfera • No âmbito do Programa EMEP da CEE-NU uma task force sobre os inventários das emissões faz a manutenção do Guia dos Inventários sobre as Emissões Atmosféricas (Ref.

gov/ttn/chief/ – Compilation of Air Polluting Emission Factors AP-42.gov/ttn/chief/fire.html • A OCDE mantém um sítio na Internet com informações muito completas onde é possível consultar o material relacionado com os inventários das emissões e importar documentos. A seguir são enumerados vários produtos úteis.html – Volume II: Mobile Sources (AP-42).html – TANKS 4. a aguardar a quinta edição (última actualização: 6 de Abril de 1998). http://www.epa.gov/oms/ap42.epa. e em muitos casos descarregado. http://environment. Quinta edição. http://www. http://www.gov. http://www.oecd.gov/ttn/chief/ap42.gov/ttn/chief/tanks.uk/netcen/airqual/emissions • Os manuais australianos sobre técnicas de cálculo das emissões estão disponíveis na Internet.html • O inventário nacional de emissões atmosféricas do Reino Unido calculou factores de emissão gerais. É possível aceder a essas informações através da Internet.ipcc-nggip. Volume I: Stationary Point and Area Sources. Ambos os documentos estão disponíveis e podem ser descarregados do sítio do IPCC-NGGIP na Internet.au/epg/npi/eet_manuals. todo o material sobre os factores de emissão e os métodos de cálculo das emissões disponíveis nos Estados Unidos. 6).org/env/ Documento de Orientação para a Implementação do EPER .aeat. http://www. http://www.jp/ • O gabinete de planeamento e normas em matéria de qualidade do ar da Agência de Protecção do Ambiente dos EUA mantém um sítio na Internet muito completo onde pode ser consultado.epa.epa.or. http://www.IPCC elaborou um relatório intitulado “Good practice guidance and uncertainty management in national greenhouse gas inventories” (Guia de boas práticas e gestão da incerteza nos inventários nacionais dos gases responsáveis pelo efeito de estufa) (Ref.07 for WindowsÆ http://www.epa.iges.Parte II – 55 – .htm – Factor Information REtrieval (FIRE) Data System.co.

oecd. França.sft.org/ http://www. estudo LIFE ENV/F/205.• A “Base de dados da OCDE sobre a utilização e a emissão de substâncias químicas industriais” inclui três módulos que contêm as seguintes fontes de informação: 1 2 Documentos com cenários das emissões Fontes de informação sobre as utilizações e as emissões de substâncias químicas específicas Fontes de informação sobre as utilizações e as emissões de substâncias químicas em categorias de utilização/indústria específicas http://appli1. no âmbito do IPPC.no/english/harphaz/ A bibliografia sobre a determinação das emissões para a água é muito mais limitada do que no caso das emissões para a atmosfera. Agosto de 1998. Vlaamse Milieu-maatschappij. Países Baixos. Comparação das abordagens.org/ehs/urchem. Lelystad. Agence de l’eau.Parte II . RIZA. Fevereiro de 2000. RIZA.no/english/harphaz/ http://www. Instituto de gestão das águas continentais e tratamento das águas residuais/RIZA.nsf/ 3 8. Landesumweltamt Nordrhein Westfalia.ospar. Ministère de la Region Walonne. http://www. 2 – 56 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Office Inter-national de l’eau. Agence de l’eau. Paris.2 Emissões para a água Os sítios da OSPARCOM e do projecto “Procedimentos Harmonizados de Quantificação e Comunicação de Informações sobre Substâncias Perigosas” (“Harmonised Quantifi-cation and Reporting Procedures for Hazardous Substances (HARP)”) na Internet contêm informações gerais sobre as emissões e os poluentes aquáticos relevantes abrangidos por estes acordos.sft. Notas holandesas sobe a monitorização das emissões para a água. documento que trata de aspectos relacionados com a monitorização das emissões para a água. Estão disponíveis as seguintes referências: 1 Métodos de cálculo da poluição devida às águas residuais industriais na Bacia do Mosa.

aproximadamente. O programa de trabalho debruça-se sobre vários sectores de trabalho por ano. Os documentos BREF produzidos até ao momento e planeados para os próximos anos estão incluídos no Quadro 6. contêm informações sobre os processos e técnicas de produção. No website do Gabinete IPPC Europeu podem encontrar-se informações actualizadas sobre os documentos BREF publicados. Estes documentos são denominados Documentos de Referência BAT. O Gabinete tenciona desenvolver. na medida do possível. que os publica como um meio de divulgar essas informações junto das autoridades que concedem as licenças. http:// eippcb. O IEF é constituído por representantes dos Estados-Membros. as actividades mencionadas no anexo I.3 Outras informações pertinentes Gabinete Europeu do IPPC e Documentos BREF No âmbito da Directiva IPPC. O Gabinete Europeu do IPPC em Sevilha recolhe informações de várias fontes e elabora documentos de referência destinados à Comissão. uma série de documentos de referência ao longo de um período de pelo menos 5 anos.jrc. em cooperação com os EstadosMembros e a indústria.8.Parte II – 57 – . os actuais níveis das emissões. para abranger.es/exe/FActivities. com a abreviatura “BREF”. a indústria e outras pessoas interessadas. determinados pelo Fórum de Intercâmbio de Informações (IEF). as medidas de redução das emissões e as técnicas que devem ser consideradas na determinação das BAT. Entre outros aspectos. da indústria e de organizações não governamentais no domínio do ambiente.htm Documento de Orientação para a Implementação do EPER . as condições das licenças emitidas pelos Estados-Membros para as actividades mencionadas no anexo I têm de ser baseadas nas melhores técnicas disponíveis (BAT) para obterem um elevado nível de protecção do ambiente como um todo.

Parte II .Quadro 6 Documentos BREF disponíveis e previstos (Outubro de 2000) Estado do documento Data Documento final Nenhum Projecto final Primeiro projecto Projecto final Nenhum Nenhum projecto final Nenhum projecto final Nenhum documento final Nenhum Nenhum primeiro projecto Nenhum Nenhum Projecto documento final Nenhum Nenhum documento final primeiro projecto Nenhum Nenhum Nenhum Nenhum Nenhum Segundo projecto Nenhum Nenhum Nenhum Março de 2000 2003 Agosto de 2000 Maio de 2000 Setembro de 2000 2002 2002 Agosto de 2000 2002 Agosto de 2000 2001 Março de 2000 2004 2002 Julho de 2000 2003 2003 Janeiro de 1999 Maio de 2000 2004 2003 Julho de 2000 Fevereiro de 2000 2002 2001 2004 2003 2003 Junho de 2000 2002 2003 2004 Sectores industriais Cimento e cal Cerâmica Cloreto alcalino Tratamento/gestão das águas residuais comuns/resíduos de gás Arrefecimento e vácuo Meios económicos e transversais Emissões do armazenamento de materiais volumosos ou perigosos Transformação de metais ferrosos Alimentos e leite Processes de fabrico de vidro Pecuária intensivo Ferro e aço Aterros Grandes instalações de combustão Produtos químicos orgânicos em grandes volumes Produtos químicos inorgânicos gasosos e líquidos em grandes volumes Produtos químicos inorgânicos sólidos em grandes volumes Monitorização Processos para metais não ferrosos Produtos químicos orgânicos nobres Polímeros Pasta e papel Refinarias Matadouros/carcaças de animais Ferrarias e fundições Produtos químicos inorgânicos especiais Tratamento superficial de metais Tratamento de superfície utilizando solventes Curtumes Processos têxteis Incineração de resíduos Valorização/eliminação de resíduos – 58 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .

A utilização jurídica da validação visa confirmar ou aprovar um acto ou produto oficialmente”. 6) define a validação da seguinte forma. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Por conseguinte. tendo em conta a Directiva 90/313/CE do Conselho relativa à liberdade de acesso à informação em matéria de ambiente (1990) (Ref. o Estado-Membro deverá garantir que o inventário está completo. • “A validação é o estabelecimento de uma abordagem e fundamentação sólidas. 9. Em tais casos. Os Estados-Membros têm a obrigação de apresentar relatórios à Comissão sobre todos os estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I. a validação implica que se realize um controlo para assegurar que o inventário foi correctamente compilado. de acordo com as instruções e as orientações para a elaboração dos relatórios. todas as informações complementares e contextuais fornecidas à Comissão serão postas à disposição do público. 7).2 Confidencialidade A Directiva IPPC e a Decisão EPER exigem que os Estados-Membros apresentem relatórios sobre as emissões de cada estabelecimento relativas a cada um dos poluentes. é coerente e foi comunicado de acordo com os requisitos da Decisão EPER e do documento de orientação.1 Validação O recente relatório do IPCC sobre boas práticas e a gestão das incertezas nos inventários sobre as emissões (Ref. Ela verifica a coerência interna do inventário. nem as demais informações de acompanhamento enviadas pelos EstadosMembros e exigidas nos termos do anexo A2 da Decisão EPER serão consideradas confidenciais. VALIDAÇÃO DOS DADOS E GESTÃO DA CONFIDENCIALIDADE 9.Parte II – 59 – . Nenhum dos dados fornecidos pode ser ou será confidencial. A validação é da responsabilidade do Estado-Membro. Antes de apresentar os dados à Comissão. nem os dados sobre as emissões.9. incluindo os estabelecimentos que não fornecem dados ao governo nacional. os EstadosMembros têm de apresentar à Comissão estimativas das emissões efectuadas pelo governo nacional. No contexto dos inventários das emissões.

em relação a todos os poluentes cujos valores limiar mencionados no anexo A1 tenham sido excedidos. Q. com o código M. R e S. Os relatórios devem ser elaborados de acordo com o modelo previsto no anexo A2 da Decisão EPER. Actividades mencionadas no anexo I: enumera todas as actividades mencionadas no anexo I identificadas pelas categorias de fontes descritas no anexo A3 da Decisão EPER e pelos códigos NOSE-P a elas associados. Q2 e Q3 e da comparação dos totais com os valores limiar para cada poluente.10. mas a sua notificação não é obrigatória. As emissões das – 60 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . o seu endereço. a principal actividade económica e vários dados opcionais sobre o estabelecimento. C ou E e arredondado para três dígitos significativos) divididos em emissões para a atmosfera. RELATÓRIO DOS ESTADOS-MEMBROS SOBRE AS EMISSÕES DE CADA ESTABELECIMENTO O nº 3 do artigo 1º exige que os Estados-Membros apresentem dados sobre as emissões referentes a cada estabelecimento que exerça uma ou mais actividades mencionadas no anexo I da Directiva 96/61/CE. Dados sobre as emissões: descreve os dados anuais sobre as emissões (em kg/ano. As emissões das actividades não mencionadas no anexo I estão normalmente incluídas. indicando as correspondentes categorias de fontes e os códigos NOSE-P especificados no anexo A3 da Decisão EPER. As emissões que devem ser declaradas em relação a um dado estabelecimento correspondem à soma das emissões de todas as categorias de fontes existentes no estabelecimento. Informações complementares: refere-se à data de envio do relatório e às coordenadas da pessoa de contacto no Estado-Membro. o nome do estabelecimento.Parte II . relativamente a todos os poluentes mencionados na lista do anexo A1 da Decisão EPER cujos valores limiar tenham sido excedidos. neste caso os estabelecimentos P. Este modelo é constituído por quatro partes e deve ser preenchido para todos os estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC. 2 3 4 A Figura 3 infra ilustra os requisitos de apresentação de relatórios de acordo com o nº 3 do artigo 1º com base no exemplo do apêndice 2. Por exemplo. as coordenadas da localização. o código NACE. Os Estados-Membros deverão comunicar as emissões de cada estabelecimento que exerça uma ou mais actividades mencionadas no anexo I. As quatro partes dizem respeito a todas as actividades de um estabelecimento e são descritas da seguinte forma: 1 Parte da identificação: inclui o nome da empresa-mãe do estabelecimento. em relação ao estabelecimento Q as emissões que devem ser declaradas resultam da soma das emissões provenientes das actividades Q1. emissões directas para a água e emissões indirectas para a água.

esse facto tem de ser comunicado.09 Emissions from Facility R Main Annex I Activity S1 Facility S Activity S2 Activity S3 Activity S4 Basic organic chemicals Basic organic chemicals Combustion installations > 50 MW 105.actividades não mencionadas no anexo I Q4 e Q5 podem ser excluídas do relatório. Caso uma empresa tenha apenas um estabelecimento. non-Annex I activities) 1 Non-Annex I Optional 1 1 Emissions from additional non-Annex I activities are included by preference. Se a soma das emissões de um poluente específico excederem o valor limiar. O endereço e as coordenadas devem indicar o sítio onde o estabelecimento está localizado.02 Emissions from Facility Q (incl. Documento de Orientação para a Implementação do EPER .02 Emissions from Facility S (incl.Parte II – 61 – . Selected facility Annex I Activity Annex A3 Source category NOSE-P code (5 digits) Reporting requirement according to Art 1 sub 3 Emissions from Facility P Facility P Main Annex I Activity P1 Production and processing of metals 105. devem referir-se a rua. se for possível quantificá-las e omiti-las separadamente.01 Main Annex I Activity Q1 Facility Q Activity Q2 Activity Q3 Activity Q4 Activity Q5 Production and processing of metals Production and processing of metals Combustion installations > 50 MW 105.01 105. com uma precisão na ordem de um quilómetro e referir-se ao centro geográfico do local do estabelecimento. os nomes da empresa-mãe e do estabelecimento podem ser iguais. As coordenadas devem ser expressas em longitude e latitude (para serem lidas num mapa topográfico em graus e minutos). o número da porta e o código postal. non-Annex I activities) 1 Non-Annex I Non-Annex I Optional 1 Optional 1 Facility R Main Annex I Activity R1 Installations for the production of carbon or graphite 105.1 Parte da identificação Campos obrigatórios O “Denominação da empresa-mãe” refere-se ao operador do estabelecimento. Figure 3 Relatório elaborado pelo estabelecimento (baseado no exemplo do apêndice 2) 10.09 101.09 105. Por isso. when the facility is included in the EPER reporting (see chapter 4).12 101.

O principal código NOSE-P do estabelecimento é o código NOSE-P correspondente à categoria de fontes da principal actividade mencionada no anexo I.01 105. deve ser mencionado o código NOSE-P correspondente na terceira coluna (ver Capítulo 2 da Parte II).3 Dados sobre as emissões Esta parte do modelo contém os dados relativos às emissões por estabelecimento. Consiste numa listagem de dados sobre as emissões para a atmosfera e uma listagem de dados sobre as emissões para a água.1 Instalações de combustão > 50 MW 101. as actividades do estabelecimento Q a incluir no formulário do anexo A2 são apresentadas no Quadro 7. 10. De acordo com o exemplo da Figura 3.02 10. nos termos do anexo A3 da Decisão EPER Código NOSE-P 105. Estas listas devem conter as informações indicadas nos Quadros 8 e 9 seguindo o exemplo dado para o estabelecimento Q. Para cada uma das categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I constantes da lista. tal como está especificada no anexo A3 da Decisão EPER.2 Categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I Esta parte do modelo deve enumerar todas as actividades mencionadas no anexo I exercidas no estabelecimento. O primeiro elemento desta lista de actividades deve ser a primeira actividade mencionada no anexo I e determinada segundo o Capítulo 3 da Parte II.O código NACE e a principal actividade económica devem ser idênticos à classificação económica do estabelecimento utilizada pelo serviço nacional de estatística.12 Processo NOSE-P Tratamento superficial de metais e plásticos Processos característicos no fabrico de metais e produtos metálicos Processos de combustão > 50 e < 300 MW Actividades do estabelecimento mencionadas no anexo I de acordo com o anexo A3 da Decisão EPER Actividade referida no anexo I Categoria de fonte referida no anexo A3 Principal actividade do anexo I e principais códigos NOSE-P 2. – 62 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Quadro 7 Comunicação das actividades do estabelecimento Q (ver Figura 3) Códigos de actividade e Processos NOSE-P. A lista deve conter um número sequencial e o código e descrição (IPCC) da categoria de fontes especificados na primeira e segunda colunas do anexo A3 da Decisão EPER. Campos opcionais Os campos opcionais indicam a dimensão do estabelecimento e o seu volume de produção.Parte II .6 Produção e transformação de metais Outras actividades mencionadas 2. 5 dígitos.3 Produção e transformação de no anexo I e códigos NOSE-P metais 1.

01 Tratamento superficial de metais e plásticos Emissões directas Para as águas superficiais Emissões indirectas Por transferência para uma estação de tratamento de águas residuais no exterior M/C/E C C M Dados das emissões 45. com a excepção de que. que deve estar sempre em kg/ano. É obrigatório apresentar os volumes das emissões em três dígitos significativos. As situações específicas das emissões directas e indirectas dos complexos industriais com diversos estabelecimentos são analisadas no apêndice 2. caso sejam incluídas. A quarta coluna apresenta o volume das emissões.0 Compostos orgânicos halogenados O Quadro 9 é. Quadro 9 Emissões para a água do estabelecimento Q Estabelecimento Q 2 Produção e transformação de metais Nome do estabelecimento Principal actividade do anexo I Principal código NOSE-P 105. Só é obrigatório declarar os volumes das emissões dos poluentes que excedam os valores limiar especificados no anexo A1 da Decisão EPER. das actividades não mencionadas no anexo I.0 230 2 000 Unidade kg/ano kg/ano kg/ano N° 1 2 3 Poluente Cr e compostos Zn e compostos M/C/E E E Dados das emissões 35. que deve ser expresso em três dígitos significativos.0 10. A última coluna exprime a unidade de volume das emissões. O volume das emissões é a soma das emissões de todas as fontes e de todas as actividades mencionadas no anexo I exercidas no estabelecimento e. A terceira coluna indica o método de determinação dos dados (escolher “M”. Os volumes das emissões só têm de ser declarados no caso dos poluentes que excedam os valores limiar indicados no anexo A1 da Decisão EPER. tem de ser feita uma distinção entre as emissões directas e indirectas.Parte II – 63 – . respectivamente). O volume das emissões é a soma de todas as actividades mencionadas no anexo I do estabelecimento e. análogo ao dos poluentes atmosféricos. se incluídas. calculados ou estimados. das actividades não mencionadas no anexo I.Quadro 8 Emissões para a atmosfera do estabelecimento Q Estabelecimento Q Produção e transformação de metais Tratamento superficial de metais e plásticos Volume das emissões 116 214 123 000 Unidade kg/ano kg/ano kg/ano Nome do estabelecimento Principal actividade do anexo I 2 Principal código NOSE-P N° 1 2 3 Poluente Cr e compostos Zn e compostos NOx 105. “C” ou “E” para medidos. no essencial. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . no caso das emissões para a água.01 M/C/E C E M A segunda coluna do Quadro 9 identifica o poluente.

de acordo com as especificações do anexo A3 da Decisão EPER.0 = 80.0 + 45. bem como o endereço de correio electrónico. A emissão total para a água. Para fornecer à Comissão os necessários relatórios relativos a cada estabelecimento os Estados-Membros deverão: • Utilizar o modelo incluído no anexo A2 da Decisão EPER para identificar cada um dos estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I. Actividades não mencionadas no anexo I Em rigor. Este valor excede o valor limiar e.4 Informações complementares Para identificar o ponto focal ou a pessoa de contacto para a obtenção de mais informações sobre o relatório de um Estado-Membro. por isso. é necessário incluir o nome dessa pessoa com os números de telefone e fax.Parte II . as emissões destas últimas só poderão ser excluídas do relatório se for possível quantificar e separar o contributo das actividades não mencionadas no anexo I. a emissão de Cr e compostos do estabelecimento Q tem de ser declarada. Os dados sobre as emissões incluídos nos relatórios nunca são confidenciais. Incluir no relatório os dados sobre as emissões totais do estabelecimento em relação a todos os poluentes referidos no anexo A1 da Decisão EPER que excedem os valores limiar. • • • – 64 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . todavia. as emissões das actividades não mencionadas no anexo I não têm de ser declaradas nos termos dos requisitos do EPER. ascende a 35.0 kg/ano.Os valores limiar das emissões para a água são aplicáveis à soma das emissões directas e indirectas de um poluente. para um estabelecimento que tenha simultaneamente actividades mencionadas no anexo I e outras que nele não se encontram mencionadas. No Quadro 10 o exemplo mostra que para o “Cr e compostos” tanto as emissões directas como as emissões indirectas para a água estão abaixo do valor limiar de 50 kg/ano (nos termos do anexo A1 da Decisão EPER). as informações confidenciais específicas podem ser excluídas do relatório. é preferível incluir as emissões dessas actividades nos dados fornecidos sempre que elas contribuam para mais de 10% das emissões totais do estabelecimento. 10. Isto significa que. Contudo. Enumerar as categorias de fontes de todas as actividades mencionadas no anexo I e especificar a principal destas actividades exercida no estabelecimento e o código NOSE-P correspondente.

é necessário calcular e agregar as emissões totais para a atmosfera. segundo as especificações do anexo A3 da Decisão EPER. declaradas para cada uma das categorias de fontes do anexo A3 e respectivo código NOSE-P. código NOSE-P e substância poluente. O termo “total” refere-se à soma das emissões de cada poluente específico emitidas por cada uma das categorias de fontes das principais actividades mencionadas no anexo I e aos principais códigos NOSE-P.6 incluída no anexo A3 referente à “Produção e transformação de metais”. Exemplo • Na Figura 4 o exemplo do apêndice 2 é mostrado mais uma vez. porque as categorias de fontes do anexo A3 diferem em relação às principais actividades mencionadas no anexo I. Isto deve ser feito em relação a cada poluente. As emissões são. Tal como os estabelecimentos P e Q. segundo as especificações do anexo A3 da Decisão EPER. as emissões directas totais para a água e as emissões indirectas totais para a água. assim. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . As emissões totais nacionais devem ser declaradas em relação a cada uma das categorias de fontes previstas no anexo A3 da Decisão EPER e a cada código NOSE-P. os dados sobre as emissões de cada um dos estabelecimentos (ver Capítulo 10) devem ser agregados e somados de forma a produzirem totais nacionais. que inclua os totais nacionais de todas as emissões declaradas para cada uma das categorias de fontes. Partese do princípio de que este exemplo abrange todas as categorias de fontes das actividades mencionadas no anexo I existentes num país. O Quadro 10 mostra o modelo que os Estados-Membros poderão utilizar para declararem as emissões totais nacionais. Para cada combinação de categorias de fontes. as emissões totais destes dois estabelecimentos não foram somadas de forma a produzir o total nacional para o código NOSE-P 105.01 e à categoria de fonte 2. respectivamente.11. com as principais actividades previstas no anexo I e os principais códigos NOSE-P correspondentes. As emissões totais do estabelecimento P e as emissões totais do estabelecimento Q são somadas de modo a produzirem a emissão total nacional relativa ao (principal) código NOSE-P 105.09. tal como está especificado no anexo A1 da Decisão EPER.Parte II – 65 – . incluindo agora a referência às emissões totais nacionais. Contudo. Os dados relativos às emissões totais têm de ser divididos por categorias de fontes e códigos NOSE-P correspondentes. as principais actividades mencionadas no anexo I dos estabelecimentos R e S também têm códigos NOSE-P principais correspondentes. RELATÓRIO GERAL DOS ESTADOS-MEMBROS COM OS TOTAIS DAS EMISSÕES PARA CADA UMA DAS CATEGORIAS DE FONTES O nº 4 do artigo 1º da Decisão EPER exige que os Estados-Membros forneçam um relatório geral. Por outras palavras.

12 101. e realizar as seguintes operações: – Apresentar em relação a cada um dos poluentes: (1) as emissões para a atmosfera.09 Source category 4.01 Main Annex I Activity Q1 Facility Q Activity Q2 Activity Q3 Activity Q4 Activity Q5 Production and processing of metals Production and processing of metals Combustion installations > 50 MW 105. Selected facility Annex I Activity Annex A3 Source category NOSE-P code (5 digits) Reporting requirement according to Art 1 sub 3 Emissions from Facility P Reporting requirement according to Art 1 sub 4 Facility P Main Annex I Activity P1 Production and processing of metals 105. e (3) as emissões indirectas para a água. e pelo (2) código NOSE-P correspondente. non-Annex I activities) 1 National Total Emission for NOSE-P 105. – Somar as emissões de cada poluente específico provenientes de cada uma das principais actividades mencionadas no anexo I. Figura 4 Referência das emissões totais por código NOSE-P principal e por categoria de fontes mencionada no anexo A3 (com base no exemplo do apêndice 2) – 66 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .1 Non-Annex I Optional 1 1 Emissions from additional non-Annex I activities are included by preference. when the facility is included in the EPER reporting (see chapter 4).02 National Total Emission for NOSE-P 105. non-Annex I activities) 1 Non-Annex I Non-Annex I Optional 1 Optional 1 National Total Emission for NOSE-P 105.09 101. respectivamente. utilizando os dados relativos às emissões fornecidos para cada estabelecimento. – Referir as emissões totais nacionais de todos os poluentes tanto pelas categorias de fontes referidas no anexo A3 como pelos códigos NOSE-P.Para fornecer à Comissão os relatórios gerais requeridos.09 105.02 Emissions from Facility S (incl.01 105.09 Emissions from Facility R Main Annex I Activity S1 Facility S Activity S2 Activity S3 Activity S4 Basic organic chemicals Basic organic chemicals Combustion installations > 50 MW 105.Parte II .8 Facility R Main Annex I Activity R1 Installations for the production of carbon or graphite 105. (2) as emissões directas para a água.09 Source category 6. identificadas pela (1) categoria de fonte mencionada no anexo A3. separadamente. para cada uma das categorias de fontes das principais actividades mencionadas no anexo I como totais agregados para todos os estabelecimentos.01 Source category 2 Emissions from Facility Q (incl. os EstadosMembros devem agregar cada uma das emissões declaradas em totais nacionais.

01 Poluente a Poluente b Poluente c Poluente d Poluente r Poluente f Poluente t Poluente r 121 000 223 000 1150 360 000 000 0.09 105.Parte II – 67 – .00234 768 560 000 000 56.09 Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Quadro 10 Modelo para apresentar os totais nacionais das emissões declaradas pela categoria de fontes mencionada no anexo A3 e pelo código NOSE-P (com base no exemplo do apêndice 2) Categoria de fonte mencionada no anexo A3 com actividades mencionadas no anexo I Principal código NOSE-P Poluente Emissões declaradas nos termos do nº 4 do artigo 1º da Decisão EPER Para a atmosfera 105.3 Unidade Directas para Indirectas para a água a água 5 000 2150 kg/ano kg/ano kg/ano kg/ano kg/ano kg/ano kg/ano kg/ano Produção e transformação de metai Instalações químicas para a produção de produtos químicos orgânicos de base Instalações de produção de carbono ou grafite 105.

12.

MODELOS PARA APRESENTAÇÃO DOS RELATÓRIOS E FERRAMENTAS DE SOFTWARE PARA SIMPLIFICAR A TRANSFERÊNCIA DE DADOS

A transferência de dados no interior de cada Estado-Membro e dos Estados-Membros para a Comissão deve ser adequadamente organizada para assegurar a satisfação de todos os aspectos relativos à qualidade. Isto significa que a atribuição das responsabilidades às organizações envolvidas deve ser baseada num conjunto de acordos transparente. A simplificação da transferência de dados pode ser incentivada de várias formas e a diferentes níveis de agregação. Em termos gerais, podem distinguir-se quatro níveis: o nível do estabelecimento, o da autoridade competente, o do governo nacional e o da Comissão Europeia. Cada Estado-Membro é responsável pela organização do seu inventário nacional de emissões e pelas actividades de registo, tendo em conta os requisitos da Decisão EPER. Dentro do Estado-Membro incumbe às autoridades competentes recolher os relatórios das emissões dos diversos estabelecimentos sob a sua jurisdição. Estas autoridades poderão ser nacionais ou regionais e a Comissão espera que elas assegurem a qualidade dos dados recolhidos, os validem e verifiquem. A nível nacional, o Estado-Membro recolherá e registará os dados sobre as emissões por estabelecimento e elaborará um relatório conforme com os requisitos que enviará para a Comissão Europeia ao abrigo da Decisão EPER. Se os diversos estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I não apresentarem relatórios ao governo nacional, este último terá obrigatoriamente de calcular os dados das emissões relativos a esses estabelecimentos e de os incluir no relatório a enviar à Comissão. A Comissão Europeia receberá os relatórios sobre as emissões EPER dos Estados-Membros (tanto os dados sobre as emissões por estabelecimento como os dados agregados), verificará a sua coerência e divulgá-los-á publicamente através da Internet. A Comissão, assistida pela Agência Europeia do Ambiente, tenciona desenvolver ferramentas de software destinadas a facilitar a tarefa dos Estados-Membros e a simplificar a transferência dos dados dos Estados-Membros para a Comissão. Estas ferramentas de software também podem oferecer um modelo que permita agregar os totais nacionais de todas as emissões declaradas de cada um dos estabelecimentos.

– 68 –

Documento de Orientação para a Implementação do EPER - Parte II

13.

APRESENTAÇÃO DOS DADOS FORNECIDOS À COMISSÃO

Os Estados-Membros apresentarão dois relatórios à Comissão Europeia com cópias para a Agência Europeia do Ambiente: • um relatório com dados sobre as emissões de cada um dos estabelecimento que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva 96/61/CE, nos termos dos nºs 2 e 3 do artigo 1º da Decisão EPER; um relatório geral que inclua os totais nacionais das emissões declaradas, nos termos do nº 4 do artigo 1º da Decisão EPER.

O relatório com dados sobre as emissões para cada um dos estabelecimentos deve ser apresentado electronicamente num (conjunto de) CD-ROM e transmitirá informações sobre as emissões dos estabelecimentos de acordo com o modelo do anexo A2 da Decisão EPER. O relatório geral deve ser apresentado electronicamente num CD-ROM e também em papel. O relatório incluirá quadros com as emissões totais nacionais agregadas para cada uma das categorias de fontes das principais actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC e o principal código NOSE-P correspondente, segundo as especificações do anexo A3 da Decisão EPER. Os Estados-Membros apresentarão o seu primeiro relatório à Comissão em Junho de 2003 sobre as emissões relativas ao ano 2001. Se necessário, é oferecida a opção de apresentar no relatório, no primeiro ano, as emissões relativas ao ano 2000 (ou a 2002), caso os dados sobre as emissões relativas a 2001 não estejam disponíveis em tempo oportuno. Os dados relativos às emissões para a atmosfera e para a água (como emissões directas ou indirectas) deverão considerar o mesmo ano de emissão. Os Estados-Membros podem apresentar os relatórios na sua língua nacional, embora se incentive a utilização do inglês. No início, os relatórios serão apresentados com uma frequência de três em três anos, mas procurar-se-á que essa frequência se torne anual, depois da análise e avaliação do segundo ciclo de relatórios, em 2006. Os Estados-Membros apresentarão os seus relatórios de acordo com o calendário previsto no artigo 2º da Decisão EPER. A Comissão, em estreita cooperação com a Agência Europeia do Ambiente, facilitará a tarefa dos Estados-Membros mediante a utilização de modelos normalizados para a apresentação dos relatórios e a transferência harmonizada de dados.

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– 69 –

Os Estados-Membros apresentarão à Comissão os seguintes relatórios:

um ou mais CD-ROM com um relatório pormenorizado ,incluindo os dados relativos às emissões de cada um dos estabelecimentos que exerçam uma ou mais das actividades mencionadas no anexo I. um ou mais CD-ROM com quadros dos totais nacionais de todas as emissões declaradas por categoria de fontes prevista no anexo A3 das (principais) actividades mencionadas no anexo I, bem como pelo (principal) código NOSE-P. Relatório em papel incluindo quadros de síntese com os totais para cada poluente, obtidos a partir dos dados sobre cada um das emissões declaradas, por categoria de fonte prevista no anexo A3 e por código NOSE-P.

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Documento de Orientação para a Implementação do EPER - Parte II

Os resultados agregados serão publicados num relatório de avaliação. a Comissão. que forneçam informações sobre os registos de emissões de poluentes. DIVULGAÇÃO DOS DADOS RECEBIDOS PELA COMISSÃO A Comissão. a outros websites nacionais e internacionais afins. a Comissão publicará os resultados dos relatórios enviados pelos Estados-Membros. Nenhum desses dados será tratado como confidencial. juntamente com uma análise do processo de apresentação dos relatórios.Parte II – 71 – . Além disso. Rede Europeia de Informação e de Observação do Ambiente. Após cada ciclo de relatórios. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . a harmonização dos métodos para a determinação das emissões e a simplificação e facilitação desse processo. porá à disposição do público. assistida pela Agência Europeia do Ambiente (AEA). incentivará as ligações através da EIONET. na Internet.14. todos os dados recebidos sobre as emissões de cada um dos estabelecimentos. assistida pela AEA e em cooperação com os Estados-Membros. A Comissão publicará os relatórios de avaliação em inglês e enviá-los-á para todos os Estados-Membros. A Comissão tratará as informações tendo em vista a compilação das emissões totais da UE por poluente. por país e por categoria de fontes prevista no anexo A3 e código NOSE-P correspondente. Este relatório de avaliação incluirá recomendações para a melhoria contínua da qualidade dos dados fornecidos.

Parte III

Especificações

º da Directiva 96/61/CE. quer os poluentes quer os limiares são especificados no anexo A1. O relatório deve incluir as emissões para a atmosfera e para a água de todos os poluentes para os quais os valores limiar são excedidos. nomeadamente.º 3 do artigo 15. e.° (1) Os Estados-Membros enviarão à Comissão um relatório das emissões de cada um dos estabelecimentos que exercem uma ou mais das actividades mencionadas no anexo I da Directiva 96/61/CE. (3) ADOPTOU A PRESENTE DECISÃO: Artigo 1. Os Estados-Membros fornecerão à Comissão um relatório geral. especificados no anexo A3.º. Considerando o seguinte: (1) (2) O n.º da Directiva 96/61/CE exige que os Estados-Membros façam um inventário e forneçam dados sobre as principais emissões e fontes responsáveis.Apêndice 1 DECISÃO (2000/479/CE) DA COMISSÃO (DECISÃO EPER) DECISÃO DA COMISSÃO de 17 de Julho de 2000 relativa à criação de um registo europeu das emissões de poluentes (EPER) nos termos do artigo 15. As medidas previstas na presente decisão estão conformes com o parecer do comité referido no artigo 19. que inclua os totais nacionais de todas as emissões declaradas para cada uma das categorias de fontes com a principal actividade prevista no anexo I e o código NOSE-P correspondente. (2) (3) (4) 1 JO L 257 de 10. relativa à prevenção e ao controlo integrados da poluição1.96. Tendo em conta a Directiva 96/61/CE do Conselho. de 24 de Setembro de 1996. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . segundo as especificações do anexo A3. Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia.10.º da Directiva 96/61/CE do Conselho relativa à prevenção e controlo integrados da poluição (IPPC) (2000/479/CE) A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS.º da Directiva 96/61/CE. p. A Comissão publicará os resultados do inventário de três em três anos e estabelecerá os formatos e os trâmites para o envio das informações pelos Estados-Membros de acordo com o procedimento previsto no artigo 19. o n. 26. Os dados sobre as emissões referir-se-ão a cada estabelecimento de acordo com o modelo previsto no anexo A2 e descreverão todas as actividades mencionadas no anexo I da Directiva 96/61/CE.Parte III – 75 – . usando as correspondentes categorias de fontes e os códigos NOSE-P.º 3 do seu artigo 15.

e em função dos resultados do segundo ciclo de relatórios. assistida pela Agência Europeia do Ambiente. preparará. o “documento de orientação para a implementação do EPER”. O “documento de orientação para a implementação do EPER” abordará questões específicas relativas aos formatos e aos trâmites dos relatórios. à Comissão.1. em 17 de Julho de 2000.º da Directiva 96/61/CE.Parte III . divulgando-os na internet. A partir do ano T = 2008 e seguintes. previstas no artigo 2. O anexo A4 contém as definições específicas utilizadas no contexto dos relatórios sobre as emissões. 2000 ou 2002. A Comissão. para as categorias de fontes especificadas no anexo A3. O primeiro relatório dos Estados-Membros será enviado à Comissão em Junho de 2003 e conterá os dados relativos às emissões de 2001 (ou. por transferência electrónica de dados. eventualmente. um relatório contendo dados sobre as emissões do ano T .º (2) (3) Artigo 4° (1) (2) (3) Os Estados-Membros enviarão todas as informações recebidas. Após cada ciclo de relatórios. em colaboração com representantes da indústria e em consulta com o comité referido no artigo 19. Artigo 5° Os Estados-Membros são os destinatários da presente decisão. em Dezembro do ano T.Artigo 2. O segundo relatório dos Estados-Membros será enviado à Comissão em Junho de 2006 e conterá dados relativos às emissões de 2004. colocará os dados recebidos à disposição do público. Pela Comissão Margot WALLSTROM Membro da Comissão – 76 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . incluindo a interpretação das definições. a qualidade e a gestão dos dados e fará referência aos métodos para a determinação das emissões e às sub-listas de poluentes. os Estados-Membros serão incentivados a enviar anualmente. a Comissão publicará os resultados dos relatórios dos Estados-Membros e analisa todo o processo no prazo de seis meses após as datas de entrega pelos Estados-Membros. quando não estejam disponíveis dados relativos a 2001). Feito em Bruxelas. (3) (4) Artigo 3° (1) A Comissão dará apoio à organização pelos Estados-Membros de seminários nacionais e. específicas dos sectores.° (1) (2) Os Estados-Membros apresentarão um relatório à Comissão de três em três anos. até Dezembro de 2000.

expresso em Ni x total. xilenos expresso em BTEX x Éter difenílico bromado x Compostos organoestânicos expresso em Sn total x Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos x x Fenóis expresso em C total x Carbono orgânico total expresso em C total ou COD/3 x 5.2-Dicloroetano (DCE) Diclorometano (DCM) Cloroalcanos (C10-13) Hexaclorobenzeno (HCB) Hexaclorobutadieno (HCBD) Hexaclorociclo-hexano (HCH) Compostos orgânicos halogenados expresso em AOX PCDD+PCDF (dioxinas + furanos) expresso em Teq Pentaclorofenol (PCP) Tetracloroetileno (PER) Tetraclorometano (TCM) Triclorobenzenos (TCB) 1.001 10 2000 100 10 100 2000 500 1000 Limiar na atmosfera em kg/ano expresso em NO2 expresso em SO2 expresso em N expresso em P 50000 5000 5 5 50 50 1 20 20 100 10 10 1 1 1 1 1000 (8) (8) total.1. Metais e seus compostos As e seus compostos Cd e seus compostos Cr e seus compostos Cu e seus compostos Hg e seus compostos Ni e seus compostos Pb e seus compostos Zn e seus compostos Identificação (13) Atmosfera Água Limiar na atmosfera em kg/ano (11) x x x x x x x x x x x (2) 100000 500000 100000000 100 10000 10000 100000 100000 100 50 150000 x x (8) x x x x x x x x (7) x x x x x x x 20 10 100 100 10 50 200 200 1000 1000 10 10 0. etilbenzeno. tolueno. expresso em Pb x total.ANEXO A 1 LISTA DE POLUENTES A DECLARAR CASO EXCEDAM O VALOR LIMIAR ESTABELECIDO Poluentes/substâncias 1. Substâncias orgânicas cloradas (15) 1. expresso em Hg x total. Outros compostos orgânicos (7) (2) (6) Benzeno x Benzeno.total Fósforo .Parte III – 77 – . Temas ambientais CH4 CO CO2 HFC N2O NH3 COV não metânicos NOx PFC SF6 SOx Azoto . expresso em As x total. expresso em Zn x (12) x x x x x x x x x x x x 3.1-Tricloroetano (TCE) Tricloroetileno (TRI) Triclorometano 4. expresso em Cu x total. expresso em Cd x total. Outros compostos Cloretos Cloro e seus compostos inorgânicos Cianetos Fluoretos Flúor e seus compostos inorgânicos HCN Partículas 10 Número de poluentes (7) (4) expresso em Cl total expresso em HCl x expresso em CN total expresso em F total expresso em HF x x x 50 37 (3) x 50 200 1 50 5 20 50000 2000000 10000 x x 5000 200 50000 26 50 2000 Documento de Orientação para a Implementação do EPER .total 2. expresso em Cr x total.

para cada poluente que exceda o valor limiar (de acordo com o anexo A1) Poluente 1 “ vN M: medido C: calculado E: estimado Códigos das actividades (NOSE-P. ≥ 5 dígitos. de acordo com o anexo A3) Código 1 (código principal NOSE-P) “ Código N Libertação para a atmosfera em kg/ano Dados das descargas para a água (directas ou indirectas) relativos ao estabelecimento.ANEXO A 2 FORMATO PARA COMUNICAÇÃO DOS DADOS DAS EMISSÕES PELOS ESTADOS-MEMBROS (com correcção de erros de impressão) Identificação do estabelecimento Nome da empresa-mãe Nome do estabelecimento Endereço/cidade do estabelecimento Código postal/país Coordenadas da localização Código NACE (4 dígitos) Actividade económica principal Volume de produção (facultativo) Organismos reguladores (facultativo) Número de instalações (facultativo) Número de horas de funcionamento por ano (facultativo) Número de empregados (facultativo) Todas as actividades/processos do anexo I (de acordo com o anexo A3) Actividade 1 (actividade principal do anexo I) “ Actividade N Dados das emissões para a atmosfera relativos ao estabelecimento.Parte III . para cada poluente que exceda o limiar (de acordo com o anexo A1) Descarga directa para águas superficiais Descargas indirecta por transferência (via rede de drenagem) para uma unidade de tratamento de águas residuais externa ao estabelecimento em kg/ano Poluente 1 “ Poluente N M: medido C: calculado E: estimado em kg/ano Data de apresentação à Comissão Pessoa a contactar no Estado-Membro Número de telefone Número de fax Endereço de correio electrónico – 78 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .

2/4.2 1.09 107. 0303 fibras.3 4.1/2.09 105.6 4.1 Actividades do anexo I (categorias de fontes) Indústrias do sector da energia Instalações de combustão >50 MW NOSE-P Processos NOSE-P (inserção em grupos NOSE-P) SNAP 2 101.3/2.4/4.5 de cimento (>500t/d).02 101.5/2.6 Instalações de produção de metais ferrosos e não ferrosos 105.4/ ustulação e sinterização de minérios.05 Processos de combustão >300 MW (todo o grupo) Processos de combustão >50 e <300 MW (todo o grupo) Combustão em turbinas a gás (todo o grupo) Combustão em motores estacionários (todo o grupo) Transformação de produtos petrolíferos (fabrico de combustíveis) Fornos de coque (fabrico de coque.08 104.01 101. 2.04 101.03 Documento de Orientação para a Implementação do EPER . vidro (>20t/d).12 105. asfalto. Produção e processamento de metais 104. tijolos. betão. 4.4 Refinarias de petróleo e gás Coquerias Unidades de gaseificação e liquefacção de carvão 105.11 ou de produtos à base de amianto Fabrico de gesso. substâncias minerais (>20t/d) ou produtos cerâmicos (>75t/d) 3.ANEXO A 3 CATEGORIAS DE FONTES E CÓDIGOS NOSE-P A COMUNICAR IPPC 1.3 1.3/ Instalações de produção de clínquer 104.2 4. Indústria mineral 0403 3.1/3.08 2.2/ Indústria metalúrgica e instalações de 2.11 3. produtos de petróleo e combustível nuclear) Tansformação de outros combustíveis sólidos (fabrico de coque.12 Unidades de produção primária e secundária de metais ou unidades de sinterização (indústria metalúrgica que envolve processos de combustão) Processos característicos no fabrico de metais e produtos metálicos (indústria metalúrgica) Tratamento superficial de metais e plásticos (processos de fabrico para utilizações genéricas) 0303 2.09 107.1 Instalações para a produção de amianto 105. produtos petrolíferos e combustível nuclear) 01-0301 01-0301 01-0301 01-0301 0401 0104 0104 1.01 3.Parte III – 79 – .4/3. 1. cimento. vidro. cal (>50t/d).08 104.5 Produtos químicos inorgânicos de base ou fertilizantes Biocidas e explosivos Produtos farmacêuticos 105. telhas ou produtos cerâmicos (indústria de produtos minerais que envolvem processos de combustão) Fabrico de amianto e produtos à base de amianto (indústria de produtos minerais) 0406 Indústria química e instalações químicas para a produção de: Produtos químicos orgânicos de base 105.03 Fabrico de carbono ou grafite (indústria química) 0405 Fabrico de produtos orgânicos à base de solventes (utilização de solventes) Fabrico de produtos químicos inorgânicos ou adubos NPK (indústria química) Fabrico de pesticidas ou explosivos (indústria química) Fabrico de produtos farmacêuticos (utilização de solventes) 0603 0404 0405 0603 4.

05 6.3 6.04 6.6 Instalações para aves de capoeira 110.05 Fabrico de pasta de papel.7 Instalações para tratamento superficial de produtos que utilizem solventes orgânicos (>200t/a) 107.03 6.ANEXO A 3 CATEGORIAS DE FONTES E CÓDIGOS NOSE-P A COMUNICAR (CONT.8 Instalações de produção de carbono ou grafite 105.3/5.07 105.06 109.06 105. suínos (>2 000) ou porcas (>750) 110.07 de papel a partir da madeira ou de outros materiais fibrosos e de papel ou cartão (>20t/d) Unidades de pré-tratamento de fibras ou têxteis (>10t/d) Unidades destinadas ao curtimento de peles (>12t/d) 105.03 de leite (>200t/d).1 Outras actividades do anexo I Unidades industriais de produção de pasta 105.Parte III .07 6.14 6.14 Incineração de resíduos perigosos ou urbanos (incineração de resíduos e pirólise) Aterros (eliminação de resíduos sólidos na terra) Tratamento físico-químico e biológico dos resíduos (outra gestão de resíduos) 0902 0904 0910 Regeneração/valorização de matérias residuais 0910 (indústria de reciclagem) Aterros (eliminação de resíduos sólidos na terra) Tratamento físico-químico e biológico dos resíduos (outra gestão de resíduos) 0904 0910 5.04 105.2 6.03 107.5 0904 109.04 (>40 000).01 Aterros (eliminação de resíduos sólidos na terra) 0904 Reciclagem de carcaças/resíduos de animais (indústria de reciclagem) Fermentação entérica (todo o grupo) Gestão do estrume (todo o grupo) Aplicação de tintas (utilização de solventes) 0910 1004 1005 0601 107. papel e produtos à base de papel (todo o grupo) Fabrico de têxteis e produtos têxteis (todo o grupo) Fabrico de couro e produtos de couro (todo o grupo) Fabrico de produtos alimentares e bebidas (todo o grupo) Incineração de carcaças de animais e de resíduos de animais (incineração de resíduos e pirólise) 0406 6.4 0406 0406 0406 Matadouros (>50t/d). unidades de produção 105.1/5.2 Actividades do anexo I (categorias de fontes) Gestão de resíduos NOSE-P Processos NOSE-P (inserção em grupos NOSE-P) SNAP 2 Instalações para a eliminação ou 109.06 109. limpeza a seco e electrónica (utilização de solventes) Acabamento de têxteis ou curtumes (utilização de solventes) Indústria gráfica (utilização de solventes) Fabrico de carbono ou grafite (indústria química) 0602 0603 0604 0404 – 80 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . 5.4 Instalações para a eliminação de resíduos perigosos (>50 t/d) e aterros (> 10 t/d) 109.09 Desengorduramento. outras matérias-primas animais (>75t/d) ou vegetais (>300t/d) Instalações para a eliminação ou a reciclagem de carcaças de animais e resíduos de animais (>10t/d) 109.) IPPC 5. 6.03 valorização de resíduos perigosos (>10 t/d) ou resíduos urbanos (> 3 t/h) 109.02 107.

ANEXO A 4 DEFINIÇÕES UTILIZADAS NO CONTEXTO DO EPER Termo Directiva IPPC Instalação Significado Directiva comunitária 96/61/CE relativa à prevenção e ao controlo integrados da poluição Unidade técnica fixa. constituído pela recolha. de acordo com a agregação e especificação do anexo A3 Registo europeu das emissões de poluentes (European Pollutant Emission Register) Substância ou grupo de substâncias enumeradas no anexo A1 Elemento químico e seus compostos. validação. em que são desenvolvidas uma ou mais das actividades constantes do anexo I da Directiva IPPC. em que um operador realiza uma ou mais actividades do anexo I Localização geográfica do estabelecimento Todo o processo referente aos relatórios. que tenham uma relação técnica com as actividades exercidas no local e que possam ter efeitos sobre as emissões e a poluição Actividade enumerada no anexo I da Directiva 96/61/CE «IPPC ». bem como a descarga indirecta por transferência para uma unidade de tratamento de águas residuais externa ao estabelecimento Complexo industrial composto por uma ou mais instalações situadas no mesmo local. gestão e divulgação dos dados comunicados Nomenclatura normalizada para as actividades económicas Nomenclatura normalizada para as fontes de emissões Nomenclatura utilizada noutros inventários de emissões Actividade do anexo I EPER Poluente Substância Emissão Estabelecimento Local Ciclo de relatórios Código NACE Código NOSE-P Código SNAP Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Parte III – 81 – . apresentação. ou quaisquer outras actividades directamente associadas. com excepção das susbstâncias radioactivas Libertação directa de um poluente para a atmosfera ou descarga para a água.

.

01 Main Annex I activity Surface treatment of metals and plastics NOSE-P: 105. As emissões atmosféricas não estão indicadas nas figuras.12 Annex I activity Facility P.3 R. muitas vezes. pois a determinação destas emissões é.APÊNDICE 2 EXEMPLOS DE SITUAÇÕES COM VÁRIOS LOCAIS.02 Annex I activity Other installations Non-Annex I activities Metal Industry NOSE-P: 105.4 R. Ambos os exemplos se concentram em especial nas emissões para a água. enquanto que a Figura 2 apresenta uma situação com três estabelecimentos. ESTABELECIMENTOS E ACTIVIDADES O apêndice 2 apresenta dois exemplos de situações complexas com várias actividades industriais situadas na mesma zona industrial e mostra como é efectuada a determinação do estabelecimento como unidade declarante nestes casos. Facility Q.1 On-site WWTP A Non-Annex I activity R.6 R. Isto deve-se ao facto de diferentes estabelecimentos poderem partilhar uma estação comum de tratamento de águas residuais e as redes de drenagem interligarem frequentemente as emissões de diversos estabelecimentos.2 Surface water Figura 1 Complexo industrial com dois estabelecimentos O Quadro 1 apresenta as emissões para a água declaradas em relação aos dois estabelecimentos do Exemplo1. que também recebe águas residuais do estabelecimento P. O estabelecimento Q tem uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR A) instalada no local. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . A Figura 1 apresenta a descrição esquemática de um complexo industrial com dois estabelecimentos. Nas figuras.Parte III – 83 – . as emissões para a água são apresentadas como setas.01 Main Annex I activity R. relativamente mais complicada do que a das emissões para a atmosfera. Operator Q Surface treatment of metals and plastics Combustion process > 50MW NOSE-P: 101.5 R. Exemplo 1 • O exemplo 1 da Figura 1 representa um complexo industrial com dois estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I da Directiva IPPC: os estabelecimentos P e Q. Operator P NOSE-P: 105.

3 e R.3 e R. ser declarada como uma emissão directa. para a água Comentários Estabelecimento P Tratamento superficial de metais e plásticos Tratamento superficial de metais e plásticos Estabelecimento Q Tratamento superficial de metais e plásticos Outras instalações ETAR A no local Indústria metalúrgica (processos R. O efluente combinado da ETAR A é despejado nas águas superficiais (R.4 R.5 e R.3 R.1 e R. a ETAR A.Parte III . Um pré-requisito para a declaração das emissões para a água do estabelecimento P é que a soma de R. As emissões R. O relatório sobre o estabelecimento Q deve mencionar a emissão directa total para as águas superficiais proveniente do estabelecimento (soma de R.1 do estabelecimento P).2 R.2 exceda o valor limiar dos poluentes considerados. ou quando o operador Q é responsável pelo funcionamento da ETAR A.4) e de uma fonte externa (R. O estabelecimento Q também tem a sua própria estação de tratamento de águas residuais.6 não são declaradas.4 e as emissões individuais R. é o que acontece quando existe uma integração organizativa e técnica entre a ETAR A e as outras instalações do estabelecimento Q.5).6 a declarar e indicar como emissão directa As actividades não mencionadas no anexo I podem ser excluídas.5 e R.5 mais R. Outra parte das águas residuais do estabelecimento P é directamente descarregada sem tratamento nas águas superficiais (R.1 R.6 característicos no fabrico de metais e produtos de metal) Estabelecimento P Parte das águas residuais do estabelecimento P é despejada como emissão R1 na ETAR A (actividade não mencionada no anexo I).Quadro 1 Unidade declarante Emissões para a água a declarar para os estabelecimentos da Figura 1 Processo NOSE-P Emissão R. que recebe as águas residuais de várias instalações do estabelecimento Q (emissões R.6).6). a emissão R.5 Requisitos de notificação A declarar e indicar como emissão indirecta para a água A declarar e indicar como emissão directa para a água A não incluir no relatório sobre as emissões A não incluir no relatório sobre as emissões Soma de R. que está situada nas instalações do estabelecimento Q e é explorada pelo operador Q.1 para a ETAR A deve ser declarada como sendo uma emissão indirecta. Estabelecimento Q O estabelecimento Q tem uma emissão directa para as águas superficiais da sua instalação de fabrico de produtos metálicos. que é uma actividade prevista no anexo I (emissão R. Nestes casos. Uma vez que o estabelecimento P é uma actividade mencionada no anexo I.2) devendo. No exemplo. por conseguinte. De um modo geral. a ETAR A faz parte do estabelecimento Q. o estabelecimento Q é a unidade declarante da emissão directa para a água. – 84 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .

Notificação das emissões para a atmosfera Os estabelecimentos P e Q são obrigados a declarar as emissões para a atmosfera porque exercem uma ou mais actividades mencionadas no anexo I. No Quadro 2 são apresentadas as emissões para a atmosfera que têm de ser declaradas para as diferentes actividades dos vários estabelecimentos do Exemplo1. Tratamento superficial de metais e plásticos Outras instalações Opcional 1 2 As emissões totais de todas as actividades que excedam os valores limiar previstos no anexo A1 da Decisão EPER As emissões totais de todas as actividades (neste exemplo dos códigos NOSE-P 105. As emissões para a atmosfera das instalações de redução da poluição comuns. Comentários Estabelecimento P Tratamento superficial de metais e plásticos Estabelecimento Q Processo de combustão. têm de ser declaradas em relação a cada um dos estabelecimentos. Em relação a cada um dos estabelecimentos devem ser declaradas as emissões totais de todas as actividades em relação aos poluentes que excedem os valores limiar previstos no anexo A1 da Decisão EPER. As emissões das actividades não mencionadas no anexo I podem ser excluídas do relatório.01.02) que excedam os valores limiar do anexo A1 da Decisão EPER A emissão por estabelecimento será atribuída à principal actividade prevista no anexo I exercida nesse estabelecimento (como é explicado no Capítulo 3).Parte III – 85 – . Quadro 2 Unidade declarante Emissões para a atmosfera que devem declaradas para os estabelecimentos da Figura 1 Processo NOSE-P Emissões para a atmosfera Todas 1 Todas 2 Requisitos de notificação A declarar A declarar como a soma das emissões do processo de combustão. A contribuição de cada estabelecimento para a emissão para a atmosfera proveniente da instalação de redução da poluição é calculada em relação a esse estabelecimento e a emissão parcial calculada é incluída no relatório do estabelecimento.12 e 101. da indústria metalúrgica e do tratamento superficial de metais e plásticos Pode ser excluído do relatório sobre as emissões As actividades não mencionadas no anexo I podem ser excluídas. utilizadas por dois ou mais estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . indústria metalúrgica. 105.

09 Main Annex I activity NOSE-P 105. Outras instalações Estabelecimento T ETAR B R. Facility S. Operator T WWTP B Non-Annex I activity R.8 Combustion process > 50MW NOSE-P 101. Operator S Manufacture of organic chemicals (production of VC) Facility R. Quadro 3 Unidade declarante Emissões para a água a declarar relativamente aos estabelecimentos da Figura 2 Processo NOSE-P Emissão Requisitos de notificação R.10 Surface water Figura 2 Complexo industrial com três estabelecimentos associados O Quadro 3 apresenta as emissões para a água que têm de ser declaradas em relação aos diferentes estabelecimentos do exemplo 2. mostrado na Figura 2.02 Annex I activity Other installations Non-Annex I activities R.8 pode ser excluída do relatório relativo ao estabelecimento S. É uma actividade não mencionada no anexo I Comentários Estabelecimento R Fabrico de carbono ou grafite Estabelecimento S Fabrico de produtos químicos R.Parte III . O estabelecimento T é uma estação de tratamento das águas residuais independente.10 A não incluir no relatório das emissões – 86 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .09 Annex I activity R.9 Facility T. Operator R Manufacture of carbon or graphite NOSE-P 105.7 Non-facility Domestic Wastewater R. diz respeito a um complexo industrial com dois estabelecimentos que exercem actividades mencionadas no anexo I (estabelecimentos R e S) e um estabelecimento com uma actividade não prevista no anexo I (estabelecimento T).09 Main Annex I activity Manufacture of organic chemicals (production of PVC) NOSE-P 105. onde as águas residuais dos estabelecimentos R e S são tratadas.Exemplo 2 O exemplo 2.7 A declarar e indicar como emissão indirecta para a água A declarar e indicar como emissão indirecta para a água A contribuição de “Outras instalações” para a emissão R.8 orgânicos.

8.7 e R.10.Parte III – 87 – .Estabelecimento R A emissão R. As emissões R. a título de excepção. É permitido excluir as emissões indirectas das actividades do estabelecimento S não mencionadas no anexo I. não é obrigado a apresentar quaisquer relatórios. Se esse contrato de serviços obrigar o estabelecimento T a declarar em nome dos estabelecimentos R e S as transferências/emissões para a água provenientes dos referidos estabelecimentos. É o que acontecerá. será a principal actividade mencionada no anexo I exercida no estabelecimento R ou no estabelecimento S. Excepção ao exemplo 2 Excepcionalmente. A principal actividade mencionada no anexo I. sendo subsequentemente descarregadas na ETAR B. S e T pertencem a um único local e podem. declarar a emissão directa R. A emissão total para a água das actividades mencionadas no anexo I exercidas no estabelecimento S (para os poluentes que excedem os valores limiar do anexo A1 da Decisão EPER) tem de ser declarada como uma emissão indirecta (R. por isso.10 do estabelecimento T. se as seguintes condições excepcionais se verificarem: • Se a estação de tratamento de águas residuais (ETAR) (estabelecimento T) tiver um contrato de serviços com o estabelecimento R e o estabelecimento S e funcionar como uma unidade organizativa e técnica com os estabelecimentos R e S. Documento de Orientação para a Implementação do EPER . dependendo de qual destes estabelecimentos contribui mais para a emissão R. Se o Estado-Membro decidir declarar a emissão R. que não pertence ao estabelecimento. As emissões para a água do estabelecimento R devem ser declaradas como uma emissão indirecta (R.7 do estabelecimento R é descarregada na ETAR B. pode considerar-se que os estabelecimentos R. em vez de declarar as emissões indirectas R. Estabelecimento T (ETAR B. do estabelecimento T. que não faz parte do estabelecimento e também não é uma actividade mencionada no anexo I. por isso. e o código NOSE-P correspondente.7 e R. um Estado-Membro pode decidir.10 deverá fazêlo no relatório relativo ao estabelecimento T.7). actividade não mencionada no anexo I) O estabelecimento T explora uma actividade não prevista no anexo I e.8 dos estabelecimentos R e S como transferências para o estabelecimento T.8 não são incluídas no relatório geral nacional. • Nestas circunstâncias restritas. ser identificados como uma unidade declarante no que respeita às emissões para a água. Estabelecimento S As emissões do estabelecimento S combinam-se na emissão R.8).

Em relação a cada estabelecimento têm de ser declaradas as emissões totais de todas as actividades. Os Estados-Membros são livres de decidir excluir a contribuição da emissão R. As emissões das actividades não mencionadas no anexo I podem ser excluídas do relatório. – 88 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . as instalações NOSE-P 105.02) que excedem os valores limiar previstos no anexo A1 da Decisão EPER As emissões para a atmosfera de instalações de redução da poluição comuns utilizadas por dois ou mais estabelecimentos com actividades mencionadas no anexo I têm de ser declaradas em relação a cada um dos estabelecimentos. No Quadro 5 são apresentadas as emissões para a atmosfera que têm de ser declaradas para as diferentes actividades dos vários estabelecimentos do Exemplo 2. Comentários Estabelecimento R Fabrico de carbono ou grafite Estabelecimento S Fabrico de produtos Todas 2 químicos orgânicos.9 para a emissão R. Notificação das emissões para a atmosfera Os estabelecimentos R e S são obrigados a declarar as emissões para a atmosfera porque exercem uma ou mais actividades mencionadas no anexo I.10 A declarar e indicar como emissão directa para a água Comentários Utilizar a principal actividade prevista no anexo I.10.Parte III . para os poluentes que excedem os valores limiar previstos no anexo A1 da Decisão EPER. processo de combustão > 50 MW Outras instalações 1 2 Opcional Emissões totais que excedem os valores limiar previstos no anexo A1 da Decisão EPER Emissões totais de todas as actividades (neste exemplo. e o código NOSE-P correspon dente. não pertencentes ao estabelecimento) não existe qualquer obrigação de notificação. Quadro 5 Unidade declarante Emissões para a atmosfera a declarar pelos estabelecimentos da Figura 2 Processo NOSE-P Emissões Requisitos de notificação para atmosfera Todas 1 A declarar A declarar como a soma das emissões de substâncias químicas orgânicas de base e do processo de combustão Pode ser excluído do relatório sobre As actividades não mencionadas as emissões no anexo I podem ser excluídas.9 (águas residuais domésticas.09 e NOSE-P 101. Quadro 4 Unidade declarante Estabelecimento T Emissões para a água a declarar no caso excepcional de um complexo com estabelecimentos associados Processo NOSE-P ETAR B Emissão Requisitos de notificação R. A contribuição de cada estabelecimento para a emissão para a atmosfera proveniente da instalação de redução da poluição é calculada em relação a esse estabelecimento e a emissão parcial calculada é incluída no relatório do estabelecimento. A emissão de um estabelecimento será atribuída à principal actividade mencionada no anexo I exercida nesse estabelecimento (tal como é explicado no Capítulo 3).Relativamente à emissão R. exercida no estabelecimento (R ou S) que mais contribui para a emissão R10 no relatório relativo ao estabelecimento T.

Performance characteristics of automated measuring methods.98 Stationary source emission Determination of the mass concentration of sulphur dioxide Ion chromatography method. Documento de Orientação para a Implementação do EPER .99 Stationary source emission . Esta norma e a ISO7934 constituem os fundamentos para uma nova norma CEN para o SO2. corrigidas para o teor de metano (previsto) representam o teor de COV não metânicos. O CEN/TC 264/WG9 “QA of AMS” está a trabalhar nos aspectos de garantia da qualidade dos sistemas de medição automatizados.98 Stationary source emission . ISO 11564/04.Continuous flame ionisation method Ambos os métodos incluem COV total gasoso como o nome indica.Parte III – 89 – .97 (alteração) Stationary source emission Determination of the mass concentration of sulphur dioxide ISO 7935/12.Continuous flame ionisation detector method PrEN 13526 (projecto) Stationary source emission . O CEN/TC 264/WG9 “QA of AMS” está a trabalhar numa nova norma de NOx.Determination of the mass concentration of nitrogen oxides .Determination of the mass concentration of total gaseous organic carbon at low concentrations in flue gases .) Parâmetro Métodos/Processos de medição Temas ambientais (4) 1 2 Monóxido de carbono Compostos orgânicos voláteis ) excluindo o metano (COV não metânicos Trabalhos em curso no CEN/TC 264 WG 16 EN 12619 . expressos como dióxido de enxofre ISO 7934/08.Performance characteristics of automated measuring methods.92 Stationary source emission .89 e projecto 11. Os resultados das medições com estes métodos. ISO 11632/03. Está a ser preparada uma nova norma (PrEN 13649) que inclui a medição de hidrocarbonetos específicos. empressos como dióxido de azoto ISO 10849/04.Determination of the mass concentration of sulphur dioxide . 4 Óxidos de enxofre.APÊNDICE 3 LISTA INDICATIVA DOS MÉTODOS DE MEDIÇÃO PARA OS POLUENTES DO AR E DA ÁGUA Quadro 1 Nº Lista indicativa dos métodos de medição dos poluentes atmosféricos relevantes abrangidos pelo CEN ou ISO (normas nacionais poderão ser equivalentes aos métodos apresentados) (cont.Determination of the mass concentration of total gaseous organic carbon at high concentrations in flue gases . 3 Mónoxicos de azoto e dióxido de azoto.96 Stationary source emission .Determination of the mass concentration of nitrogen oxides .Naphthylethylenediamine photometric method. O CEN/TC 264/WG9 “QA of AMS” está a trabalhar nos aspectos de garantia da qualidade dos sistemas de medição automatizados.

92 (norma em revisão) Stationary source emission Determination of concentration and mass flow rate of particulate material is gas-carrying ducts Manual gravimetric method (> 50 mg/m3) ISO 10155/04.Parte III . Trabalhos em curso no CEN/TC 264 WG 10 expressos como arsénico Chumbo e compostos de chumbo. clean-up and determination Ver também ISO/DIS 11338-1/07. expressos como níquel Trabalhos em curso no CEN/TC 264 WG 10 Trabalhos em curso no CEN/TC 264 WG 10 Mercúrio e compostos de mercúrio.Nº Parâmetro Métodos/Processos de medição Temas ambientais (4) 5 6 7 8 9 Arsénico e compostos de arsénico. Está a ser elaborado um documento CEN sobre os sistemas de medição automatizados.00(projecto) Outros compostos (3) 12 13 14 Cloro e seus compostos inorgânicos expressos como HCI Flúor e seus compostos inorgânicos expressos como HF Poeiras totais (como base para o cálculo de partículas 10) EN 1911 Partes 1/2/3 1996 Stationary source emission — Manual method of determination of HCI Trabalhos em curso para a norma ISO/CD 15713-06/99 PrEN 13284 (projecto) Stationary source emission Determination of the mass concentration of total dust at low concentration (< 20mg/m3) ISO 9096/06. expressos como cádmio Níquel e compostos de níquel. – 90 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER . test methods and specifications.95 Stationary source emission Automated monitoring of mass concentration of particles performance characteristics. prEN 13211 (projecto) expressos como mercúrio Stationary source emission Determination of the concentration of total mercury Substâncias orgânicas cloradas (1) 10 Dioxinas e furanos EN 1948 Partes 1/2/3-1996 Stationary source emission Determination of the mass concentration of PCDDs/PCDFs Outros compostos orgânicos (1) 11 Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos ISO 11338-2/07. Trabalhos em curso no CEN/TC 264 WG 10 expressos como chumbo Cádmio e compostos de cádmio.99 (projecto) Stationary source emission Determination of gas and particle-phase polycyclic aromatic hydrocarbons from stationary sources Part 2: Sample preparation.

Quadro 2 NOME Lista indicativa dos métodos de medição dos poluentes relevantes da água (normas nacionais poderão ser equivalentes aos métodos apresentados) (cont.1 µG/L .100 µG/L 0. TEMAS AMBIENTAIS (2) AZOTO .Parte III – 91 – .1 µG/L .50 µG/L MAIS DE 1 µG/L MAIS DE 0.1 µG/L 5 . CFA MAIS DE 0.10 µG/L CV-AAS COM AMALGAMAÇÃO 0.01 MG/L MAIS DE 0.5 .1 .1 µG/L 5 .) NORMA MÉTODO ANALÍTICO GAMA DE TRABALHO 1.1 µG/L MAIS DE 0.50 MG/L MAIS DE 0.005 MG/L PB E SEUS COMPOSTOS [1] ZN E SEUS COMPOSTOS [1] 1 Trabalhos em curso no ISO/TC 147/SC WG 32 Documento de Orientação para a Implementação do EPER .3 .3 µG/L 0.01.02 . OXIDAÇÃO/QUIMIOLUM OXIDAÇÃO COM PEROXODISULFATO PEROXODISULFATO/FIA.10 MG/L 2.2 µG/L 1 .5 µG/L MAIS DE 0.10 µG/L MAIS DE 1 µG/L MAIS DE 0.1 .08 MG/L MAIS DE 0. METAIS E SEUS COMPOSTOS (8) AS E SEUS COMPOSTOS ASTM D5673 EN ISO 11969 DIN 38406-29 EN ISO 11885 ASTM D5673 EN ISO 5961 DIN 38406-16 DIN 38406-29 EN ISO 11885 ASTM D5673 EN 1233 DIN 38406-29 EN ISO 11885 ASTM D5673 DIN 38406 -7 DIN 38406-16 DIN 38406-29 EN ISO 11885 EN 1483 EN12338 ASTM D5673 DIN 38406-11 DIN38406-16 DIN 38406-29 EN ISO 11885 ASTM D5673 DIN 38406-6 DIN 38406-16 DIN 38406-29 EN ISO 11885 ASTM D5673 DIN 38406-16 DIN 38406-29 EN ISO 11885 ICP-MS HYDRID-AAS ICP-MS ICP-AES ICP-MS ET-AAS VOLTAMETRIA ICP-MS ICP-AES ICP-MS ET-AAS ICP-MS ICP-AES ICP-MS ET-AAS VOLTAMETRIA ICP-MS ICP-AES MAIS DE 1 µG/L 1 -10 µG/L MAIS DE 1 µG/L MAIS DE 0.100 µG/L MAIS DE 1 µG/L MAIS DE 0.50 MG/L MAIS DE 0.001 MG/L MAIS DE 0.50 µG/L MAIS DE 1 µG/L MAIS DE 0.01 MG/L CD E SEUS COMPOSTOS [1] CR E SEUS COMPOSTOS [1] CU E SEUS COMPOSTOS [1] HG E SEUS COMPOSTOS [1] NI E SEUS COMPOSTOS [1] VAPOR FRIO-AAS 0. OU RED/QUIMIOLUM.07 MG/L MAIS DE 0.1 .50 µG/L 1 .1 µG/L ET-AAS ET-AAS VOLTAMETRIA ICP-MS ICP-AES ICP-MS ET-AAS VOLTAMETRIA ICP-MS ICP-AES ICP-MS VOLTAMETRIA ICP-MS ICP-AES MAIS DE 0.5 MG/L 0.1 µG/L 0.TOTAL DIN 38409-27 EN V 12260 EN ISO 11905-1 FÓSFORO .1 µG/L 2 .50 µG/L 0.200 MG/L 0.TOTAL E DIN 38405-30 EN 1189 OXID.2 µG/L 5 .5 MG/L 0.

Substâncias orgânicas cloradas (7) 1.1 .1 mg/l 0. ser utilizados para a análise de águas residuais – 92 – Documento de Orientação para a Implementação do EPER .3 . 10 ng/l mais de 10 µg/l mais de 10 µg/l mais de 10 µg/l GC ou Headspace-GC GC or Headspace-GC mais de 5 ou mais de 100 µg/l mais de 50 µg/l Compostos orgânicos halogenados DIN 38409-22 EN 1485 ISO 9562 4.1 .2 .1 .1000 µg/l GC/ECD após derivatização Destilação/Fotometria mais de 1 µg/l TOC/DOC TOC/DOC TOC/DOC 0.1000 mg/l 0.1 .50 mg/l 0.50 mg/l mais de 0.7 mg/l 0.10 mg/l 0. Outros compostos orgânicos (6) BTEX Éter difenílico bromado Compostos organoestânicos Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (PAH) Fenóis DIN 38407-9 DIN V 38407-13 ISO/CD 17993 EN 12673 ISO DIS 8165-2 CNR-IRSA 5060 DIN EN 1484 ISO 8245 Norma italiana Método 5310C Headspace-GC/FID mais de 5 µg/l GC/MS HPLC/Fluorescência 5 .1000 mg/l Carbono orgânico total 5.005 µg/l GC/ECD/MS após derivatização 0.20 mg/l Cianetos Fluoretos DIN EN ISO 10304-1 IC ISO 10359-1 Técnica electromecânica CNR-IRSA (edição 2000 IC em publicação) 1 Estes métodos são desenvolvidos para a análise da água potável.1000 ng/l mais de 0.Parte III .01 .100 mg/l mais de 3 µg/l 0.01 .2 .01 µg/l mais de ca.2-Dicloroetano Diclorometano Clorobenzeno (C10-13) Hexaclorobenzeno Hexaclorobutadieno Hexaclorociclo-hexano EN ISO 10301 EN ISO 10301 EN ISO 6468 EN ISO 10301 EN ISO 6468 GC/ECD GC após extracção GC/ECD SPE-AOX AOX AOX mais de ca.Quadro 2 Nome Lista indicativa dos métodos de medição dos poluentes relevantes da água (normas nacionais poderão ser equivalentes aos métodos apresentados) (cont.50 mg/l 0. mas podem. em certos casos.2 mg/l 0. Outros compostos (3) Cloretos DIN 38405-31 EN ISO 10304-1* EN ISO 10304-2* EN ISO 10304-4* CNR-IRSA 4070 CNR-IRSA (edição 2000 em publicação) PrEN ISO 14403 DIN 38405-14 FIA/CFA IC IC IC Titulação potenciométrica IC Digestão UV/CFA Destilação/Fotometria 1 .1 .) Norma Método analítico Gama detrabalho 3. 10 ng/l mais de 0.1000 mg/l 0.3 .

APÊNDICE 4 SUB-LISTAS ESPECÍFICAS DE CADA SECTOR INDICATIVAS DOS POLUENTES ATMOSFÉRICOS Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Parte III – 93 – .

5 Installations for the production of cement clinker in rotary kilns with a production capacity exceeding 500 Tonnes per day or lime in rotary kilns with a production capacity exceeding 50 tonnes per day or in other furnaces with a production capacity excee Installations for the production of asbestos and the manufacture of asbestos-based products Installations for the manufacture of glass including glass fibre with a melting capacity exceeding 20 tonnes per day Installations for melting mineral substances including the production of mineral fibres with a melting capacity exceeding 20 tonnes per day Installations for the manufacture of ceramic products by firing.6 Installations for surface treatment of metals and plastic materials using an electrolytic or chemical process where the volume of the treatment vats exceeds 30 m⁄ 4 19 3.1 (a) Chemical installations for the production of basic organic chemicals.5 (b) Installations for the melting. stoneware or porcelain.1 (TCE) Tetrachloromethane (TCM) Dichloroethane-1.1 Metal ore (including sulphide ore) roasting or sintering installations 2. aliphatic or aromatic) 4. such as oxygencontaining hydrocarbons such as alcohols.2 Mineral oil and gas refineries 1.3 (a) Ferrous metals hot-rolling mills with a capacity exceeding 20 tonnes of crude steel per hour 2. saturated or unsaturated. with a capacity exceeding 2.2 (DCE) Trichlorobenzenes (TCB) Trichloroethylene (TRI) Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Cr and compounds Trichloromethane Ni and compounds NMVOC HFCs CH4 NH3 SF6 CO Number of pollutants IPPC Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) 1. esters. carboxylic acids. where the calorific power used exceeds 20 MW 2. etc. refractory bricks. (refining.1. peroxides. ketones. of non-ferrous metals. aldehydes.Parte III 3. and/or with a kiln capacity exceeding 4 m⁄ and • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 21 21 4.3 (c) Ferrous metals application of protective fused metal coats with an input exceeding 2 tonnes of crude steel per hour 2. with a production capacity exceeding 75 tonnes per day.3 3.3 Coke ovens • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 1. ethers. bricks.4 Coal gasification and liquefaction plants 2. including recovered products.2 1 15 17 16 Documento de Orientação para a Implementação do EPER . tiles. chemical or electrolytic processes 2.1 • • • • • • • • • 3.) with a melting capacity exceeding 4 tonnes per day for lead and cadmium or 20 tonnes per day for all other metals 2.1 (b) Chemical installations for the production of basic organic chemicals.5 (a) Installations for the production of non ferrous crude metals from ore.4 3. acetates. foundry casting. in particular roofing tiles.4 Ferrous metal foundries with a production capacity exceeding 20 tonnes per hour • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 21 2.1 Combustion installations with a rated thermal input exceeding 50 MW • • 16 18 18 4 17 18 12 3 14 20 20 1. epoxy resins • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • . such as simple hydrocarbons (linear or cyclic.Quadro 1 Sub-listas específicas de cada sector indicativas dos poluentes atmosféricos (página 1 de 3) – 94 – PM10 HCN CO2 NOx SOx N2O PFCs Benzene Pb and compounds Pentachlorophenol (PCP) Hexachlorobenzene (HCB) Dichloromethane (DCM) PCDD+PCDF (dioxins+furans) Tetrachloroethylene (PER) Chlorine and inorganic compounds Fluorine and inorganic compounds Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Hexachlorocyclohexane(HCH) Trichloroethane-1. including the alloyage. concentrates or secondary raw materials by metallurgical.3 (b) Ferrous metals smitheries with hammers the energy of which exceeds 50 kilojoule per hammer.5 tonnes per hour 2.2 Installations for the production of pig iron or steel (primary or secondary fusion) including continous casting.

2 (DCE) Trichloroethylene (TRI) • 22 22 Number of pollutants Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Cr and compounds Ni and compounds • • • • • • • • • • • • • HFCs Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) HCN • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 21 2 29 21 21 29 21 19 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 20 19 19 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Documento de Orientação para a Implementação do EPER .2 (d) Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. such as halogenic hydrocarbons 4.1. such as acids.1 (i) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. sodium hydroxide 4. hydrochloric acid.5 Installations using a chemical or biological process for the production of basic pharmaceutical products 4. potassium chlorate. such as ammonia. fluorine or hydrogen fluorides. such as gases. silver nitrate 4. silicon carbide 4. such as chromic acid. such as basic plastic materials (polymers synthetic fibres and cellulose-based fibres) 4. such as sulphurous hydrocarbons 4. hydrogen.4 Chemical installations for the production of basic plant health products and of biocides 4. hydrofluoric acid. potassium hydroxide. perborate. potassium carbonate.1 (e) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. such as salts. such as non-metals. such as surfaceactive agents and surfactants 4. carbon oxides. oleum.2 (a) Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. such as phosphorus-containing hydrocarbons 4. amides. nitro compounds. phosphoric acid. nitriles.1 (f) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. such as ammonium hydroxide. such as nitrogenous hydrocarbons such as amines. nitrogen. isocyanides 4.2 (b) Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. sulphur compounds. nitrogen oxides. sodium carbonate.1 (TCE) Tetrachloromethane (TCM) Dichloroethane-1. carbonyl c 4. silicon.2 (c) Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals.1 (c) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. nitric acid. such as dyes and pigments 4. such as organometallic compounds 4. such as ammonium chloride.1 (d) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. metal oxides or other inorganic compounds such as calcium carbide.1 (g) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. such as synthetic rubbers 4.2 (e) Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. or nitrate compounds. nitrous compounds.3 Chemical installations for the production of phosphorous-. sulphur dioxide.1 (k) Chemical installations for the production of basic organic chemicals.Parte III 18 5 4 8 4 4. sulphuric acid.1 (j) Chemical installations for the production of basic organic chemicals.Quadro 1 Sub-listas específicas de cada sector indicativas dos poluentes atmosféricos (página 2 de 3) IPPC NOx N2O CO2 SOx NH3 PFCs CH4 SF6 CO PM10 Benzene NMVOC Trichloromethane Pb and compounds PCDD+PCDF (dioxins+furans) Hexachlorocyclohexane(HCH) Hexachlorobenzene (HCB) Pentachlorophenol (PCP) Tetrachloroethylene (PER) Trichlorobenzenes (TCB) Dichloromethane (DCM) Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Chlorine and inorganic compounds Fluorine and inorganic compounds Trichloroethane-1.1 (h) Chemical installations for the production of basic organic chemicals.6 Chemical installations for the production of explosives • • • • • • • • • • • • • • • – 95 – .or potassium-based fertilisers (simple or compound fertilisers) 4. chlorine or hydrogen chloride. such as bases. cyanides. sulphurous acids 4.

bleaching.4 (a) Slaughterhouses with a carcase production capacity greater than 50 tonnes per day 6. waterproofing. degreasing. painting.000 places for poultry 6.2 (DCE) Trichloroethylene (TRI) Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Cr and compounds Ni and compounds HFCs CH4 SF6 CO Number of pollutants IPPC Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) 5.2 Plants for the pre-treatment (operations such as washing. excluding landfills of inert waste 4 6 6 6 2 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 6 2 0 0 2 • • • • • • • 7 4 4 4 Documento de Orientação para a Implementação do EPER . objects or products using organic solvents. with a capacity exceeding 50 tonnes per day Landfills receiving more than 10 tonnes per day or with a total capacity exceeding 25. as defined in Annexes II A and II B (operations R1. R6.Parte III • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 23 6.animal raw materials (other than milk) with a finished product production capacity greater than 75 tonnes per day .2 20 5.Quadro 1 Sub-listas específicas de cada sector indicativas dos poluentes atmosféricos (página 3 de 3) – 96 – NOx HCN N2O CO2 SOx NH3 Benzene PM10 PFCs NMVOC Trichloromethane Pb and compounds PCDD+PCDF (dioxins+furans) Hexachlorocyclohexane(HCH) Hexachlorobenzene (HCB) Tetrachloroethylene (PER) Pentachlorophenol (PCP) Trichlorobenzenes (TCB) Dichloromethane (DCM) Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Chlorine and inorganic compounds Fluorine and inorganic compounds Trichloroethane-1. the quantity of milk received being greater than 200 tonnes per day (average value on an annual basis) 6.vegetable raw materials with a finished product production capacity greater than 300 tonnes per day (average value on a quarterly basis) 6.6 (a) Installations for the intensive rearing of poultry or pigs with more than 40.1 (a) Industrial plants for the production of pulp from timber or other fibrous materials 6.7 Installations for the surface treatment of substances.000 tonnes. in particular for dressing.3 6 5.1 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 18 5. printing.4 (c) Treatment and processing of milk.6 (c) Installations for the intensive rearing of poultry or pigs with more than 750 places for sows 6. R8 and R9) to Directive 75/442/EEC and in Council Direct Installations for the incineration of municipal waste as defined in Council Directive 89/ 369/EEC of 8 June 1989 on the prevention of air pollution from new municipal waste incineration plants (3) and Council Directive 89/429/EEC of 21 June 1989 on the red Installations for the disposal of non-hazardous waste as defined in Annex II A to Directive 75/442/EEC under headings D8 and D9. R5.4 Installations for the disposal or recovery of hazardous waste as defined in the list referred to in Article 1 (4) of Directive 91/689/EEC.8 Installations for the production of carbon (hard-burnt coal) or electrograhite by means of incineration or graphitization 6 . sizing.1. mercerisation) or dyeing of fibres or textiles where the treatment capacity exceeds 10 tonnes per day 6. cleaning or impregnating.5 Installations for the disposal or recycling of animal carcases and animal waste with a treatment capacity exceeding 10 tonnes per day 6.6 (b) Installations for the intensive rearing of poultry or pigs with more than 2. with a consumption capacity of more th 6.000 places for production pigs (over 30 kg) 6.1 (b) Industrial plants for the production of paper and board with a production capacity exceeding 20 tonnes per day 6. coating.4 (b) Treatment and processing intended for the production of food products from: .3 Plants for the tanning of hides and skins where the treatment capacity exceeds 12 tonnes of finished products per day 6.1 (TCE) Tetrachloromethane (TCM) Dichloroethane-1.

APÊNDICE 5 SUB-LISTAS ESPECÍFICAS DE CADA SECTOR INDICATIVAS DOS POLUENTES DA ÁGUA Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Parte III – 97 – .

) with a melting capacity exceeding 4 tonnes per day for lead and cadmium or 20 tonnes per day for all other metals Installations for surface treatment of metals and plastic materials using an electrolytic or chemical process where the volume of the treatment vats exceeds 30 m⁄ 16 0 3. chemical or electrolytic processes Installations for the melting.2 2.5 tonnes per hour Ferrous metals hot-rolling mills with a capacity exceeding 20 tonnes of crude steel per hour Ferrous metals smitheries with hammers the energy of which exceeds 50 kilojoule per hammer.5 (b) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 2. tiles. bricks. ethers.6 Metal ore (including sulphide ore) roasting or sintering installations Installations for the production of pig iron or steel (primary or secondary fusion) including continous casting. aliphatic or aromatic) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 24 24 4. of non-ferrous metals.3 (a) 2. concentrates or secondary raw materials by metallurgical.2 1.3 (c) 2. epoxy resins .3 (b) 2. such as simple hydrocarbons (linear or cyclic.3 1. etc.1 (b) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. ketones.4 3.1 3. esters. stoneware or porcelain. with a capacity exceeding 2.Phosphorus Total .4 Combustion installations with a rated thermal input exceeding 50 MW Mineral oil and gas refineries Coke ovens Coal gasification and liquefaction plants • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 14 17 6 4 13 13 13 9 9 16 15 15 2.2 • • • • • • • 3 5 12 12 3. including the alloyage.2 (DCE) Number of pollutants Organotin – compounds Total .1 (a) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. (refining.5 Installations for the production of cement clinker in rotary kilns with a production capacity exceeding 500 Tonnes per day or lime in rotary kilns with a production capacity exceeding 50 tonnes per day or in other furnaces with a production capacity excee Installations for the production of asbestos and the manufacture of asbestos-based products Installations for the manufacture of glass including glass fibre with a melting capacity exceeding 20 tonnes per day Installations for melting mineral substances including the production of mineral fibres with a melting capacity exceeding 20 tonnes per day Installations for the manufacture of ceramic products by firing. acetates. peroxides. such as oxygencontaining hydrocarbons such as alcohols.1 1. ethylbenzene. including recovered products.1 2.3 Documento de Orientação para a Implementação do EPER . with a production capacity exceeding 75 tonnes per day. where the calorific power used exceeds 20 MW Ferrous metals application of protective fused metal coats with an input exceeding 2 tonnes of crude steel per hour Ferrous metal foundries with a production capacity exceeding 20 tonnes per hour Installations for the production of non ferrous crude metals from ore.Nitrogen IPPC Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) 1. foundry casting. and/or with a kiln capacity exceeding 4 m⁄ and • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 4. aldehydes. in particular roofing tiles. xylenes Halogenated organic compounds (AOX) Hexachlorobutadiene (HCBD) Dichloroethane-1.Parte III 3.5 (a) 2. refractory bricks. saturated or unsaturated.Quadro 2 Sub-listas específicas de cada sector indicativas dos poluentes da água (página 1 de 3) – 98 – Cyanides Chlorides Fluorides Phenols Pb and compounds Cr and compounds Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Ni and compounds Hexachlorobenzene (HCB) Brominated diphenylether Hexachlorocyclohexane(HCH) Dichloromethane (DCM) Chloro-alkanes (C10-13) Total organic carbon (TOC) Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Benzene. toluene. carboxylic acids.4 2.

1 (h) 4. chlorine or hydrogen chloride. such as synthetic rubbers Chemical installations for the production of basic organic chemicals. such as nitrogenous hydrocarbons such as amines. sulphurous acids Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. sodium carbonate. such as dyes and pigments Chemical installations for the production of basic organic chemicals.Parte III 4. metal oxides or other inorganic compounds such as calcium carbide.1 (k) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 4. such as phosphorus-containing hydrocarbons Chemical installations for the production of basic organic chemicals.5 Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) Chemical installations for the production of basic organic chemicals.2 (e) 14 4.1 (j) 4. potassium hydroxide.1 (g) 4.Nitrogen IPPC 4. hydrochloric acid. xylenes Halogenated organic compounds (AOX) Hexachlorobutadiene (HCBD) Dichloroethane-1. sulphur dioxide.or potassium-based fertilisers (simple or compound fertilisers) Chemical installations for the production of basic plant health products and of biocides Installations using a chemical or biological process for the production of basic pharmaceutical products – 99 – 4. potassium chlorate. nitrogen oxides. isocyanides Chemical installations for the production of basic organic chemicals.6 Chemical installations for the production of explosives • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • . perborate. hydrofluoric acid. potassium carbonate. silver nitrate Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. nitrous compounds. oleum.3 8 16 7 15 4.Quadro 2 Sub-listas específicas de cada sector indicativas dos poluentes da água (página 2 de 3) Cyanides Chlorides Fluorides Phenols Pb and compounds Hexachlorobenzene (HCB) Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Cr and compounds Ni and compounds Brominated diphenylether Hexachlorocyclohexane(HCH) Dichloromethane (DCM) Chloro-alkanes (C10-13) Number of pollutants Total organic carbon (TOC) Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Benzene. amides. sulphur compounds.2 (a) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 4. such as basic plastic materials (polymers synthetic fibres and cellulose-based fibres) Chemical installations for the production of basic organic chemicals. such as salts.1 (f) 4. such as ammonia. such as gases. cyanides.1 (e) 24 24 24 24 24 24 24 14 4. ethylbenzene. such as sulphurous hydrocarbons Chemical installations for the production of basic organic chemicals. sulphuric acid. such as surfaceactive agents and surfactants Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals.2 (d) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 4. nitrogen. or nitrate compounds. sodium hydroxide Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. such as nonmetals.2 (b) 14 4. hydrogen. such as halogenic hydrocarbons Chemical installations for the production of basic organic chemicals. silicon carbide Chemical installations for the production of phosphorous-. fluorine or hydrogen fluorides. nitric acid. carbonyl c Chemical installations for the production of basic inorganic chemicals. nitriles. silicon. such as organometallic compounds Chemical installations for the production of basic organic chemicals. such as acids. such as bases.1 (d) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 4.2 (DCE) Organotin – compounds Total . such as ammonium hydroxide. carbon oxides.2 (c) 14 14 Documento de Orientação para a Implementação do EPER . such as ammonium chloride.1 (i) 4. such as chromic acid. toluene.1 (c) 24 24 4.Phosphorus Total . nitro compounds.4 4. phosphoric acid.

coating.Parte III 6.1 (b) 6.6 (b) 6. painting.6 (c) 6. the quantity of milk received being greater than 200 tonnes per day (average value on an annual basis) Installations for the disposal or recycling of animal carcases and animal waste with a treatment capacity exceeding 10 tonnes per day Installations for the intensive rearing of poultry or pigs with more than 40. R6. mercerisation) or dyeing of fibres or textiles where the treatment capacity exceeds 10 tonnes per day Plants for the tanning of hides and skins where the treatment capacity exceeds 12 tonnes of finished products per day Slaughterhouses with a carcase production capacity greater than 50 tonnes per day Treatment and processing intended for the production of food products from: .animal raw materials (other than milk) with a finished product production capacity greater than 75 tonnes per day .2 6.000 places for poultry Installations for the intensive rearing of poultry or pigs with more than 2.000 places for production pigs (over 30 kg) Installations for the intensive rearing of poultry or pigs with more than 750 places for sows Installations for the surface treatment of substances. R5.4 (c) 4 6. objects or products using organic solvents.2 15 5.5 • 7 5 5 5 Documento de Orientação para a Implementação do EPER .Phosphorus Total . cleaning or impregnating. ethylbenzene. waterproofing.1 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 15 5. as defined in Annexes II A and II B (operations R1. with a capacity exceeding 50 tonnes per day Landfills receiving more than 10 tonnes per day or with a total capacity exceeding 25.4 (b) • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 6.8 Industrial plants for the production of pulp from timber or other fibrous materials Industrial plants for the production of paper and board with a production capacity exceeding 20 tonnes per day Plants for the pre-treatment (operations such as washing. R8 and R9) to Directive 75/442/EEC and in Council Direct Installations for the incineration of municipal waste as defined in Council Directive 89/ 369/EEC of 8 June 1989 on the prevention of air pollution from new municipal waste incineration plants (3) and Council Directive 89/429/EEC of 21 June 1989 on the red Installations for the disposal of non-hazardous waste as defined in Annex II A to Directive 75/442/EEC under headings D8 and D9. in particular for dressing.2 (DCE) Organotin – compounds Total .4 Installations for the disposal or recovery of hazardous waste as defined in the list referred to in Article 1 (4) of Directive 91/689/EEC. degreasing. excluding landfills of inert waste 12 12 12 16 8 4 4 6.4 (a) 6.000 tonnes.vegetable raw materials with a finished product production capacity greater than 300 tonnes per day (average value on a quarterly basis) Treatment and processing of milk.6 (a) 6. bleaching.3 6.3 14 5. toluene.1 (a) 6. sizing.7 • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 18 6. printing.Quadro 2 Sub-listas específicas de cada sector indicativas dos poluentes da água (página 3 de 3) – 100 – Cyanides Chlorides Fluorides Phenols Pb and compounds Cr and compounds Hexachlorobenzene (HCB) Cd and compounds Cu and compounds Hg and compounds As and compounds Zn and compounds Ni and compounds Brominated diphenylether Hexachlorocyclohexane(HCH) Dichloromethane (DCM) Chloro-alkanes (C10-13) Number of pollutants Polycyclic Aromatic Hydrocarbons Benzene. with a consumption capacity of more th Installations for the production of carbon (hard-burnt coal) or electrograhite by means of incineration or graphitization 2 . xylenes Halogenated organic compounds (AOX) Hexachlorobutadiene (HCBD) Total organic carbon (TOC) Dichloroethane-1.Nitrogen IPPC Source categories of Annex I activities (according to Annex A3 of the EPER Decision) 5.

Draft Manual Eurostat. Setembro de 1996. Junho de 1998. Robert Hoppaus. IPCC National Greenhouse Gas Inventories Pro-gramme. Directiva 90/313/CEE do Conselho relativa à liberdade de acesso à informação em matéria de ambiente. Copenhaga. Good Practice Guidance and Uncertainty Management in National Greenhouse Gas Inventories. Doc NOSE/97/7. NOSE Nomen-clature for sources of emissions / Nomenclature des sources des Èmissions.Parte III – 101 – . Thomas Martinsen. Setembro de 1999. L 192/36. Aarhus. Convenção da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas (CEE/NU) sobre o acesso à informação. Sal Emmanuel. IGES. Julho de 2000. L 158/56. Maio 2000. Kanagawa. IPCC. NOSE Task Force. Jornal Oficial das Comunidades Europeias.APÊNDICE 6 REFERÊNCIAS 1 Directiva 96/61/CE do Conselho relativa à prevenção e controlo integrados da poluição. à participação do público e o acesso à justiça no domínio do ambiente. Atmospheric Emission inventory Guidebook. Jeroen Meijer. Kyoko Miwa and Kiyoto Tanabe. Decisão da Comissão relativa à criação de um registo europeu das emissões de poluentes (EPER). EEA. Dina Kruger. Jornal Oficial das Comunidades Europeias. Ian Gal-bally. Leandro Buendia. IPCC 2000. Jornal Oficial das Comunidades Europeias. L 257/26. Junho de 1990. Jim Penman. 2 3 4 5 6 7 Documento de Orientação para a Implementação do EPER . Ed. Taka Hiraishi. EMEP Task Force on Emission Inventories. Buruhani Nyenzi.

— 17.Comissão Europeia “Documento de Orientação para a Implementação do EPER” Luxemburgo: Serviço das Publicações Oficiais das Comunidades Europeias 2002 — 101 pp.6 x 25 cm ISBN 92-894-0687-9 .