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Lucro Real

Ívia de Freitas Leite Rocha

2012

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ÍNDICE

1 INTRODUÇÃO ...................................................................................................................................................... 3 1.1 CONCEITO ........................................................................................................................................................ 3 1.2 REQUISITOS BÁSICOS PARA ADOÇÃO DO LUCRO REAL........................................................................... 3 1.3 PESSOAS JURÍDICAS OBRIGADAS À APURAÇÃO DO LUCRO REAL ......................................................... 3 1.4 PERÍODO DE APURAÇÃO ............................................................................................................................... 5 1.4.1 APURAÇÃO TRIMESTRAL ............................................................................................................................ 5 1.4.2 APURAÇÃO ANUAL (ESTIMATIVAS) ............................................................................................................ 5 1.5 VANTAGENS DO REGIME DE ESTIMATIVA (ANUAL) .................................................................................... 6 1.6 OPÇÃO DA FORMA DE APURAÇÃO ............................................................................................................... 7 1.7 OPÇÃO PELO REGIME DE TRIBUTAÇÃO LUCRO REAL .............................................................................. 7 1.8 PRAZOS DE RECOLHIMENTO DO IRPJ E DA CSLL ...................................................................................... 7 1.9 SALDO NEGATIVO DE IRPJ E BASE NEGATIVA DE CSLL ............................................................................ 7 1.10 ADICIONAL DO IMPOSTO DE RENDA .......................................................................................................... 8 1.11 ALÍQUOTAS DO IRPJ DEVIDO, DO ADICIONAL E DA CSLL ........................................................................ 8 1.12 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS E LIVROS COMERCIAIS E FISCAIS ............................................................. 8 2 APURAÇÃO DO LUCRO REAL .......................................................................................................................... 9 2.1 CONCEITOS BÁSICOS ..................................................................................................................................... 9 2.2 CONDIÇÕES PARA DEDUTIBILIDADE DE DESPESAS E CUSTOS ............................................................ 10 2.3 DOCUMENTAÇÃO HÁBIL E IDÔNEA ............................................................................................................. 10 3 AJUSTES AO LUCRO CONTÁBIL: ADIÇÕES E EXCLUSÕES AO LUCRO REAL E A BASE DE CÁLCULO DA CSLL ............................................................................................................................................................... 11 ADIÇÕES E EXCLUSÕES COMUNS AO LUCRO REAL (IRPJ) E A BASE DE CÁLCULO DA CSLL .............. 11 3.1 PROVISÕES DEDUTÍVEIS ............................................................................................................................. 11 3.2 PROVISÕES NÃO DEDUTÍVEIS..................................................................................................................... 12 3.3 CUSTOS E DESPESAS NÃO-DEDUTÍVEIS ART. 13 DA LEI 9.249/1995 ................................................... 12

3.4 CUSTOS E DESPESAS COM DEDUTIBILIDADE CONDICIONADA .............................................................. 13 BOLSA DE ESTUDOS ........................................................................................................................................... 13 3.6 REALIZAÇÃO DA RESERVA DE REAVALIAÇÃO .......................................................................................... 16 3.8 LUCROS E DIVIDENDOS DE INVESTIMENTOS AVALIADOS PELO CUSTO DE AQUISIÇÃO ................... 16 3.9 JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO- PARCELA EXCEDENTE ................................................................ 16 3.10 VARIAÇÕES CAMBIAIS MP 1.858-10/99, ART. 30 (ATUAL MP 2.158-35/ 2001) ...................................... 16 3.11 LUCROS, RENDIMENTOS E GANHOS DE CAPITAL ORIUNDOS DO EXTERIOR .................................... 17 3.12 LUCROS DIFERIDOS DE CONTRATOS COM EMPRESAS PÚBLICAS ..................................................... 17 3.13 PERDAS NO RECEBIMENTO DE CRÉDITOS ............................................................................................. 18 3.15 DIFERIMENTO DE JUROS E ENCARGOS FINANCEIROS HOLDING ..................................................... 18

3.16 JUROS PAGOS OU CREDITADOS AO EXTERIOR ..................................................................................... 19 ADIÇÕES E EXCLUSÕES SOMENTE AO LUCRO REAL - IRPJ........................................................................ 19 3.17 CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS NÃO-DEDUTÍVEIS ..................................................................... 19 3.18 GANHO DE CAPITAL NA VENDA DE BENS A LONGO PRAZO ................................................................. 21 3.19 TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES COM EXIGIBILIDADE SUSPENSA .......................................................... 21 3.20 AMORTIZAÇÃO DE ÁGIOS E DESÁGIOS NA AQUISIÇÃO DE INVESTIMENTOS .................................... 21 1 Lucro Real: teoria e prática 

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3.21 PERDAS INCORRIDAS NO MERCADO DE RENDA VARIÁVEL ................................................................. 21 3.22 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO ............................................................................... 22 ADIÇÕES E EXCLUSÕES SOMENTE A BASE DE CÁLCULO DA CSLL .......................................................... 22 3.23 DEVOLUÇÃO DE CAPITAL EM BENS OU DIREITOS (SÓ CSLL) ............................................................... 22 3.24 ADIÇÕES/EXCLUSÕES NÃO PREVISTAS NA LEGISLAÇÃO DA CSLL ..................................................... 22 4 APURAÇÃO ANUAL: REGIME DE ESTIMATIVA ............................................................................................. 23 4.1 RECEITA BRUTA E ACRÉSCIMOS ................................................................................................................ 23 4.1.1 CONCEITO DE RECEITA BRUTA MENSAL ................................................................................................ 27 4.1.2 ACRÉSCIMOS À BASE DE CÁLCULO DO IRPJ ......................................................................................... 28 4.1.3 ACRÉSCIMOS À BASE DE CÁLCULO DA CSLL ........................................................................................ 29 4.1.4 DEDUÇÃO DO IRPJ E DA CSLL RETIDOS NA FONTE .............................................................................. 30 4.1.5 DEDUÇÃO DE CRÉDITOS POR INDÚSTRIAS ADQUIRENTES DE BENS NOVOS .................................. 31 4.2 SUSPENSÃO OU REDUÇÃO DO PAGAMENTO MENSAL: BALANÇO/BALANCETE .................................. 32 4.2.1 APURAÇÃO DO LUCRO REAL/ BASE DE CÁLCULO DA CSLL ................................................................ 32 4.2.2 DEDUÇÃO DO IRPJ E DA CSLL PAGOS OU RETIDOS NA FONTE .......................................................... 33 4.2.3 TRANSCRIÇÃO DOS BALANÇOS NO DIÁRIO ........................................................................................... 33 4.2.4 DISPENSA DO REGISTRO DE INVENTÁRIO ............................................................................................. 33 4.2.5 IRPJ/CSLL PAGOS A MAIOR OU INDEVIDAMENTE .................................................................................. 34 4.2.6 DEDUÇÃO DE CRÉDITOS POR INDÚSTRIAS ADQUIRENTES DE BENS NOVOS .................................. 34 4.2.7 FALTA OU INSUFICIÊNCIA DO PAGAMENTO MENSAL DO IMPOSTO.................................................... 34 4.2.8 UTILIZAÇÃO DO LALUR .............................................................................................................................. 35 4.3 AJUSTE ANUAL .............................................................................................................................................. 35 4.3.1 BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA FISCAL : CSLL 1% .......................................................................................... 36 4.3.2 SALDO A COMPENSAR OU A RESTITUIR ................................................................................................. 36 4.4 APURAÇÃO, PRAZO DE RECOLHIMENTO E CÓDIGO DOS DARF IRPJ E CSLL ................................... 37

4.4.1 ANUAL: RECEITA BRUTA E ACRÉSCIMOS ............................................................................................... 37 4.4.2 ANUAL: BALANÇO DE REDUÇÃO/SUSPENSÃO ....................................................................................... 38 4.4.3 AJUSTE ANUAL ........................................................................................................................................... 38 4.5 ALÍQUOTAS DO IRPJ, DA CSLL E DO ADICIONAL DO IRPJ ....................................................................... 38 4.6 CONTABILIZAÇÃO .......................................................................................................................................... 39 5 APURAÇÃO TRIMESTRAL ............................................................................................................................... 40 5.1 BASE DE CÁLCULO ....................................................................................................................................... 40 5.2 ADICIONAL DE IRPJ, CÓDIGOS DE RECOLHIMENTOS E VENCIMENTO .................................................. 40 5.3 APURAÇÃO, PRAZO DE RECOLHIMENTO E CÓDIGOS DOS DARF .......................................................... 40 5.4 IRPJ/CSLL PAGOS A MAIOR OU INDEVIDAMENTE ..................................................................................... 41 5.5 DEDUÇÃO DE CRÉDITOS POR INDÚSTRIAS ADQUIRENTES DE BENS NOVOS ..................................... 42 5.6 BÔNUS DE ADIMPLÊNCIA FISCAL : CSLL 1% ............................................................................................. 42 6 LIVRO DE APURAÇÃO DO LUCRO REAL LALUR ...................................................................................... 42 7 PREJUÍZO FISCAL E BASE NEGATIVA DA CSLL .......................................................................................... 44 8 REGIME TRIBUTÁRIO DE TRANSIÇÃO RTT E CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO FCONT .................................................................................................................................................................. 46 9 INCENTIVOS FISCAIS ....................................................................................................................................... 48 10 EXEMPLOS PRÁTICOS................................................................................................................................... 55 11 LEGISLAÇÃO .................................................................................................................................................. 71

Lucro Real: teoria e prática 

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Lucro Real: teoria e prática  3 Printed with FinePrint trial version .1 Conceito Lucro Real é uma forma de tributação em que as pessoas jurídicas recolhem o imposto de renda e a contribuição social de acordo com sua realidade econômica e financeira. 189 (prejuízos contábeis acumulados e provisão para o imposto sobre a renda).2 Requisitos Básicos para Adoção do L ucro R eal Para adoção do lucro real como forma de tributação as pessoas jurídicas são obrigadas a manter a escrituração contábil completa. ou proporcional ao número de meses do período. O lucro líquido do exercício referido no conceito acima é a soma algébrica do lucro operacional. 191. e deverá ser determinado com observância dos preceitos da lei comercial. o lucro líquido é aquele definido no art.fineprint. locação de bens móveis e imóveis. exclusões e compensações previstas em lei. no ano-calendário anterior seja superior ao limite de R$ 48.000.000. conforme as legislações fiscais e comerciais. que comprovarão os valores devidos a título de imposto de renda e contribuição social. dos resultados não operacionais e das participações. que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa.404 de 1976. sem as deduções do art. revenda de mercadorias.purchase at www. ajustado pelas adições.LUCRO REAL 1 INTRODUÇÃO 1. venda de produtos industrializados.3 Pessoas Jurídicas O brigadas à Apu ração do Lucro Real As pessoas jurídicas obrigadas à apuração pelo Lucro Real são as seguintes: I a receita total auferida. devem ser consideradas: a) as receitas da prestação de serviço. d) os ganhos líquidos obtidos em operações realizadas nos mercados de renda variável. bem como os ganhos de capital. nos termos da legislação vigente. b) a parcela de receitas auferidas nas exportações sujeitas às normas de preços de transferências.00 (quarenta e oito milhões de reais). para fins de determinação do limite estipulado pela legislação do Imposto de Renda. implica o arbitramento do lucro e impede a adoção do lucro real por empresas não obrigadas a essa forma de tributação. c) as receitas de quaisquer outras fontes não relacionadas diretamente com os objetivos sociais da pessoa jurídica.com . quando inferior a 12 (doze) meses. e) os rendimentos nominais auferidos em aplicações financeiras de renda fixa. porém. 1. e de outras atividades compreendidas nos objetivos sociais da pessoa jurídica. transportes. 1. Portanto. exercício da atividade rural. da Lei 6. A apuração tem como base o resultado contábil (lucro ou prejuízo). A Receita Total. A falta de escrituração contábil ou a escrituração com erros e deficiências que a tornem imprestáveis para identificar a efetiva movimentação financeira. inclusive a bancária ou determinar o lucro real.

que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditícia. rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior. controladas e outras unidades descentralizadas da pessoa jurídica que lhes sejam assemelhadas) não obriga à tributação do lucro real. por ME ou EPP optantes pelo Simples Nacional. representações. IV . na forma do art.que. autorizadas pela legislação tributária. Notas: com base no Ato Declaratório Interpretativo nº 5 de 2001 da Secretaria da Receita Federal: 1) Não confundir rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior com receitas de exportação. Lucro Real: teoria e prática  4 Printed with FinePrint trial version . V . agências. financiamento e investimento. IV e V do item 1.). as Sociedades em Conta de Participação (SCP) estiveram impedidas de enquadrar-se no lucro presumido. sucursais.II . bancos de desenvolvimento. desde que não estejam nas hipóteses de vedação. filiais controladas e coligadas no exterior. no decorrer do ano-calendário. financeiros e do agronegócio. caixas econômicas. valores mobiliários e câmbio. incorporação e construção de imóveis. VII que exercerem atividades de compra e venda. Sociedade em Conta de Participação Até o ano-calendário de 2000. As exportadoras podem optar pelo Lucro Presumido.430. A restrição deste item alcança aquelas empresas que tenham lucros gerados no exterior (como empresas Offshore. VI . 2° da Lei n° 9. gestão de crédito. sociedades de crédito. e IX . As demais pessoas jurídicas que não se enquadrem nas situações descritas. enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado. empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta. exclusivamente. Empresas Optantes pelo REFIS Não estão obrigadas ao lucro real as pessoas jurídicas mencionadas nos incisos I. distribuidoras de títulos e valores mobiliários.que explorem as atividades de securitização de créditos imobiliários. que optaram pelo Programa de Recuperação Fiscal (Refis). coligadas. poderão também utilizar do lucro real como regime de tributação para apuração do imposto de renda (IRPJ) e da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL). independentemente do total de receita bruta auferida no ano-calendário anterior.que tiverem lucros.com . mercadológica. loteamento. administração de contas a pagar e a receber.purchase at www. de 1996. bancos de investimentos. VIII Sociedade de Propósito Específico (SPE) constituídas. usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto. seleção e riscos.3.cujas atividades sejam de bancos comerciais. podendo adotar a tributação com base no lucro presumido.fineprint. tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa. compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring).que. sociedades de crédito imobiliário. sociedades corretoras de títulos. III . 2) A prestação direta de serviços no exterior (sem a utilização de filiais. etc. durante o período em que permanecerem enquadradas no Refis. empresas de arrendamento mercantil. cooperativas de crédito. III.

A partir de 1º de janeiro de 2001. Empresas Imobiliárias As empresas que exploram atividades de compra e venda. enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro do custo orçado. ainda que tenham ingressado no Refis. Os Balanços ou Balancetes serão levantados nas seguintes datas: 31 de março. para pagamento dos tributos no trimestre seguinte. nem a opção efetuada por este implica a opção daquela. as SCP ficaram autorizadas.fineprint. Nesta modalidade de apuração trimestral os recolhimentos do imposto de renda e da contribuição social são considerados definitivos (Não há que se falar em Ajuste). 30 de setembro e 31 de dezembro. apuram o Lucro Real e a Base de Cálculo da Contribuição Social com base no resultado do Balancete/Balanço levantado em 31 de dezembro do ano-calendário ou na data da extinção. para formação da base de cálculo do IRPJ e da CSLL (similar ao lucro presumido).2 Apuração Anual (E stimativas ) As pessoas jurídicas. nesta modalidade. de acordo com o resultado contábil mensal da empresa pode ser obrigatório o recolhimento do IRPJ e da CSLL.4. 30 de junho. que deverá ser transcrito no livro diário e no livro de apuração do lucro real Lucro Real: teoria e prática  5 Printed with FinePrint trial version . A opção da SCP pelo regime do lucro presumido não implica a simultânea opção do sócio ostensivo. inclusive.4 Período de Apuração O período de apuração da pessoa jurídica submetida ao Lucro Real é obrigatoriamente Trimestral ou Anual . a adotar o lucro presumido como forma de tributação. incorporação e construção de imóveis estão obrigadas ao lucro real. sendo denominado este recolhimento de Estimativa.1 Apuração T rimestral O resultado contábil a ser ajustado para elaboração do Lucro Real e da Base de Cálculo da Contribuição Social é o apurado com base no Balanço levantado a cada trimestre do ano-calendário. 1. ainda que não optantes pelo Refis. e b) com base no balanços/balancetes intermediários: em determinado mês será apurado o resultado por meio do levantamento de balancete/balanço.purchase at www.com . Esta apuração é DEFINITIVA somente no cálculo realizado no Ajuste Anual. Portanto. as SCP constituídas para a exploração de atividades imobiliárias.4. loteamento. Há duas formas de proceder o cálculo das estimativas: a) Com base na Receita Bruta e Acréscimos: em cada mês é apurada a totalidade da receita bruta da empresa e sobre esse montante serão aplicadas alíquotas de presunção e acrescido ao resultado demais receitas auferidas pela empresa. 1. Mas é OBRIGATÓRIA a apuração e recolhimento ANTECIPADO do imposto devido no ajuste. observadas as hipóteses de obrigatoriedade de observância do regime de tributação com base no lucro real previstas na legislação vigente. de acordo com a Instrução Normativa 31 SRF/2001. 1. A obrigatoriedade alcança.

II) Adicional do Imposto de Renda Outra vantagem do regime de estimativa diz respeito ao pagamento do adicional do IRPJ. conforme o art.LALUR. Para esse efeito considera-se data do evento: a) a data da deliberação que aprovar a cisão. balanços ou balancetes intermediários para suspender ou reduzir o pagamento mensal do imposto calculado com base na receita bruta e acréscimos. ainda que o contribuinte pague o imposto durante todo o ano-calendário com base na receita bruta e acréscimos. durante o ano-calendário. assim entendida a destinação total de seu acervo líquido.com . incorporação. periodicamente. por ter apurado prejuízo fiscal ou lucro real igual ou inferior a limite de R$ 20. nos casos de extinção. sem qualquer limitação. pelos motivos listados: I) Compensação de Prejuízos Fiscais e/ou da Base de Cálculo Negativa da CSLL Se a empresa adotar o lucro real trimestral. multiplicado pelo número de meses do respectivo período de apuração. pode ocorrer de nos balanços de suspensão/redução e/ou no balanço anual não haja incidência do adicional. Fusão. O valor recolhido será considerado definitivo. As empresas que adotarem a apuração trimestral ficarão sujeitas ao adicional de 10% sobre a parcela do lucro real que ultrapassar o limite de R$ 60. 21 da Lei 9. A empresa pode suspender o pagamento do IRPJ e da CSLL quando verificado que o resultado apurado foi de prejuízo fiscal ou o valor recolhido nos meses anteriores. for superior aos valores devidos com base da estimativa de referência. por meio do balancete/balanço for inferior ao valor devido apurado com base na receita bruta e acréscimos. somente os valores efetivamente devidos. os rendimentos do imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro serão definitivos. Também há a redução quando verificado que o cálculo do IRPJ e da CSLL devidos. Cisão. para procederem os ajustes pertinentes e apuração do valor devido na estimativa.00. principalmente se a empresa puder levantar. o regime de estimativa é a melhor forma de pagamento do imposto. No entanto. Se o contribuinte optar pelo regime de estimativa. e da responsabilidade por sucessão. o contribuinte que adotar a apuração trimestral poderá ficar sujeito ao recolhimento do imposto em determinados trimestres. 1. a empresa pagará. o resultado do período que servirá de base para apuração do IRPJ e da CSLL. fusão ou incorporação. Lucro Real: teoria e prática  6 Printed with FinePrint trial version . mesmo havendo prejuízos fiscais a compensar de trimestres anteriores. os resultados negativos de um período são automaticamente absorvidos pelos resultados positivos de outros períodos do mesmo ano-calendário.5 Vantagens do Reg ime de Estimati va (Anual) Regra geral. no balanço anual e nos balanços intermediários de suspensão ou redução do pagamento mensal do imposto.fineprint. Incorporação ou Extinção Sem prejuízo do balanço que deverá ser levantado até 30 dias antes do evento. compreenderá os fatos geradores ocorridos até a data do evento.000.000.249/1995.purchase at www. Nesse caso. por meio desta modalidade. b) a data da extinção da pessoa jurídica.00. No regime de estimativa. Como a compensação de prejuízos fiscal/base negativa da CSLL está limitada à 30% do lucro real de períodos de apuração subseqüentes. o regime de estimativa pode ser mais vantajoso do que o lucro real trimestral. O mesmo se aplica à base de cálculo negativa da contribuição social sobre o lucro líquido. fusão ou cisão da pessoa jurídica.

fineprint. quando da apuração definitiva do imposto de renda e da contribuição social. da diferença positiva do ajuste anual: o recolhimento será em quota única. e b) recolhimento. a opção é definida apenas pelo recolhimento do imposto de renda. 1. é irretratável para todo o ano-calendário. no Diário e no LALUR (Livro de Apuração do Lucro Real). e b) pagamento parcelado em até três quotas: o vencimento da 1º quota será no último dia útil do mês subseqüente ao encerramento do trimestre de referência e as quotas subseqüentes. relativos ao mês de janeiro do ano-calendário. 1. um crédito que a pessoa jurídica tem com o fisco. ou b) com a transcrição.purchase at www. do mês de fevereiro e 1% relativo ao mês de março. A adoção pela apuração trimestral será concretizada com o pagamento da primeira quota ou quota única do imposto de renda relativo ao primeiro trimestre do ano ou o de início de atividade. durante o ano-calendário.8 Prazos de Recolhime nto do IRPJ e da CSL L As pessoas jurídicas estão obrigadas a recolher o IRPJ e a CSLL nos prazos determinados: I) lucro real trimestral a) pagamento em quota única: o vencimento será no último dia útil do mês subseqüente ao encerramento do trimestre de referência. do Balanço/Balancete e da Demonstração do prejuízo Fiscal. o recolhimento da contribuição social e de outras contribuições. uma vez manifestada.6 Opção da Fo rma de Ap uração A opção pela apuração trimestral ou anual.7 Opção pelo Regime d e Tributação Luc ro Rea l A opção pelo Lucro Real é manifestada pelo primeiro recolhimento do imposto de renda relativo ao anocalendário e é irretratável. Neste caso. ser maior que o valor devido no ajuste Lucro Real: teoria e prática  7 Printed with FinePrint trial version .1. como o PIS e a COFINS. O saldo negativo poderá ser decorrente de recolhimentos de estimativas. respectivamente. Já a opção pela apuração anual será manifestada: a) com o pagamento do imposto correspondente ao mês de janeiro ou de início de atividade. não determinam o regime de tributação. até o último dia útil do mês de março do ano subseqüente. vencerão no último dia útil dos meses subseqüentes ao vencimento da quota única.com . calculado com base na receita bruta e acréscimos. incidirá juros à taxa SELIC. 1. caso haja.9 Saldo Negati vo de IR PJ e Base Negativa de C SLL Entende-se por saldo negativo de IRPJ e base negativa de CSLL. II) lucro real anual a) recolhimento das estimativas: o vencimento será no último dia útil do mês subseqüente ao da apuração da estimativa. Ressaltamos que.

de capitalização. o crédito poderá ser utilizado a partir do trimestre seguinte.12 Obrigações Acessó rias e Li vros Comerciais e Fiscais As empresas tributadas pelo lucro real são obrigadas. 1. quando a apuração for com base na Receita Bruta e Acréscimos.com . A alíquota da CSLL é de 9% sobre a Base de cálculo da CSLL. será a partir do mês de janeiro do ano seguinte. retenção de IRPJ e da CSLL maior que o tributo devido em cada período.000.00 no mês do respectivo período de apuração. se houver retido imposto de renda na fonte e contribuições sociais Pis.anual e/ou ter havido durante o ano-calendário.fineprint.00 pelo número de meses do respectivo período de apuração. Ou seja. quando a apuração for com base no Balanço/Balancete de suspensão/redução. sociedades de crédito imobiliário. A alíquota do Adicional do IRPJ é de 10%. EXCETO para as pessoas jurídicas de seguros privados.purchase at www. 8 e) Escrituração Contábil Digital f) Controle Fiscal Contábil de Transição g) Escrituração Fiscal Digital das Contribuições Lucro Real: teoria e prática  Printed with FinePrint trial version . c) a parcela do lucro real que ultrapassar o limite de R$ 20.000. d o Adicional e d a CSLL A alíquota do IRPJ é de 15% sobre o lucro real. 1. Este crédito poderá ser objetivo de pedido de restituição ou de compensação com qualquer tributo administrado pela SRF. financiamento e investimentos. ECD. em que a alíquota é de 15%. administradoras de cartões de crédito. Fcont.00 no trimestre. se a apuração for trimestral. cooperativa de crédito e associações de poupança e empréstimo. a cumprir com as seguintes obrigações acessórias: a) Declaração de Informações Econômico Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). d) Demonstrativo de Imposto de Renda Retido na Fonte (DIRF). c) Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (DACON). b) Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF). quando a apuração for trimestral. bancos de qualquer espécie. 1. corretoras de câmbio e de valores imobiliários.10 Adicional do Impos to de Rend a O adicional do IRPJ é a incidência da alíquota de 10% sobre: a) parcela do lucro real que exceder o limite de R$ 60. por meio da elaboração do aplicativo PERDCOMP. se for anual. sociedades de créditos.000. além de manter a escrituração contábil regular. e EFD-Contribuições. sociedades de arrendamento mercantil. Cofins e CSLL.11 Alíquotas do I RPJ devido. ou b) a parcela do lucro real que ultrapassar o limite de R$ 20. Este crédito somente é válido para restituição e compensação após o mês seguinte da apuração definitiva do IRPJ e da CSLL. distribuidoras de valores mobiliários.

a fim de determina as bases de cálculo do IRPJ e da CSLL. Base de Cálculo do IRPJ = Lucro Líquido + Adições E Base de Cálculo da CSLL = Lucro Líquido + Adições Exclusões/ Compensações Exclusões/ Compensações Apesar das fórmulas serem semelhantes. Exclusões ao Lucro Líquido Exclusões ao lucro líquido contábil são valores cuja dedução seja autorizada pela legislação tributária e que não tenham sido computadas no lucro líquido do período de apuração. as pessoas jurídicas.com . o Livro Razão.1 Conceitos Básicos Para compreensão da apuração do lucro real. os ajustes ao lucro líquido para cálculo do IRPJ nem sempre são iguais aos efetuados no cálculo da CSLL. encargos. também farão uso de livros auxiliares. despesas. não sejam computados no lucro real. provisões e quaisquer outros valores deduzidos da apuração do lucro líquido que. Mais adiante. O livro de registro de inventário deve ser registrado na Junta Comercial e na Secretaria de Estado da Fazenda. como Clientes. 2 APURAÇÃO DO LUCRO REAL As empresas tributadas pelo lucro real devem realizar ajustes do lucro líquido. são resultados. perdas. 2. de acordo com a legislação tributária.purchase at www. O Livro Fiscal é o de Apuração do Lucro Real LALUR e o Livro de Registro de Inventário.fineprint. Lucro Contábil Adições ao Lucro Líquido Adições ao lucro líquido contábil são acréscimos a base de cálculo do IRPJ de custos. de acordo com a legislação tributária. veremos os ajustes que deverão ser realizados em cada base. a partir de 01 janeiro de 2010. Caso necessário. não são dedutíveis na determinação do lucro real. Lucro Real: teoria e prática  9 Printed with FinePrint trial version . Para transmissão das Declarações e Demonstrativos listados. fornecedores e etc. é obrigatório o uso do certificado digital. devemos ter conhecimento de alguns termos básicos. rendimentos..Quanto aos livros comerciais. estão obrigadas ao uso do Livro Diário e seu auxiliar. receitas e quaisquer outros valores não incluídos na apuração do lucro líquido que. mesmo que a escrituração seja somente de itens de almoxarifado.

deixando este ofício a ser disciplinado pelo estado e município. não identificando de forma detalhada a empresa adquirente e os produtos e mercadorias. a empresa deve computar a receita.purchase at www. observados os limites e condições estabelecidas.fineprint. Além disso. 2.3 Documentação Hábi l e Idônea Em 1976. vários acórdãos do Conselho de Contribuintes da 1ª Turma. definem que os requisitos necessários para que as despesas sejam consideradas dedutíveis são a necessidade. as despesas dedutíveis na apuração do lucro real devem ser e produtora. na escrituração contábil deve-se aplicar o regime de competência para suas despesas e receitas. deverá ser efetuada. que são deduzidos da base de cálculo do IRPJ e da CSLL. no momento da efetivação da operação No parágrafo 2º do art. ganho ou rendimento no trimestre ou ano em que ocorrer o faturamento ou direito ao crédito. determinou que: Emissor de Lucro Real: teoria e prática  10 Printed with FinePrint trial version . com o advento da Lei 9. foi estabelecido que o Ministro da Fazenda estabelecerá os documentos equivalentes à nota fiscal ou recibo podendo dispensá-los quando os considerar desnecessários.846/1994. Posteriormente.com . 2 Condições para Ded utibilidade de Despesas e Custos Conforme citado no art.846 de 1994. foi instituído o artigo 1º da Lei 8. as empresas que exercem a atividade de revenda ou venda a varejo e as empresas prestadoras de serviços. sempre simultaneamente. A RFB não legisla sobre a emissão de documentos fiscais. 299 do RIR/99. ficaram obrigadas ao uso do ECF Cupom Fiscal. Além disso. 1º da Lei 8. conforme o Parecer Normativo CST nº10/1976 máquina registradora não eram de A justificativa para não aceitação destes documentos era de que elas são de extrema simplicidade. as despesas pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pela atividade da empresa. 2.Compensações do Lucro Líquido São prejuízo fiscal e base negativa de CSLL de períodos de apurações anteriores. que reza o seguinte: prestação de serviços ou operações de alienação de bens móveis. As despesas Além disso. Ao adotar o regime de competência. normalidade e usualidade das mesmas. quando se correlacionarem. independentemente do efetivo recebimento.532/1997 em seu artigo 61. para efeito da legislação do imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza. Em 1997. Definido resultado do período em que ocorrerem.

deverá consulta no site do Estado. em relação à pessoa física ou jurídica compradora. Provisão para Décimo Terceiro Salário e respectivos encargos sociais. no portal da NF-e o número da chave para verificar a veracidade documento. bem como das livrarias. este somente se a empresa fornecedora do serviço.CGC. considera-se documentação hábil para fins de comprovação das despesas e custos. Provisão para Perda de Estoques das editoras e distribuidoras de livros. b) a descrição dos bens ou serviços objeto da operação. no mínimo: a) a sua identificação. o valor já foi incorrido e este é devido. luz e telefone. inclusive o manual. se pessoa física. cupom fiscal que identifique a pessoa jurídica pagadora (convênio ECF 01/1998 cláusula 2ª) e o produto ou mercadoria. ou recibo. Quando a nota fiscal for eletrônica. somente poderá ser utilizado com autorização específica da unidade da Secretaria de Estado da Fazenda. mercadoria ou locação não tiver obrigada a emissão de documento fiscal. 3 AJUSTES AO LUCRO CONTÁBIL: ADIÇÕES E EXCLUSÕES AO LUCRO REAL E A BASE DE CÁLCULO DA CSLL ADIÇ ÕES E E XCLU SÕ ES COMU NS AO L UCRO RE AL (IR PJ) E A B ASE DE C ÁLC ULO D A CSLL 3.1 Provisões Ded utí veis Na determinação da base de cálculo da CSLL e do IRPJ. As provisões de férias e 13º salário são dedutíveis porque em tese são utilizadas como meio apropriação das despesas e custos incorridos ao resultado em observância ao regime de competência.imposto de renda e da contribuição social sobre o lucro líquido. cuja constituição é exigida por lei especial. se pessoa jurídica. ainda que resumida ou por códigos. Provisões Técnicas das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde. § 2º Qualquer outro meio de emissão de nota fiscal. atualmente. Provisões Técnicas das Companhias de Seguro e de Capitalização. com Portanto. porque se o funcionário for demitido. somente são consideradas dedutíveis as seguintes provisões: Provisão para Férias de Empregados e respectivos encargos sociais. Lucro Real: teoria e prática  11 Printed with FinePrint trial version . Provisões das Entidades de Previdência Privada.fineprint. ou no Cadastro Geral de Contribuintes . cuja constituição é exigida pela legislação a elas aplicável. aqueles amparados por nota fiscal seriada devido a exigência de autorização para emissão de órgão competente. c) a data e o valor da operação.purchase at www. mediante a indicação do número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas . O mesmo tratamento e justificativa é aceito para apropriação de contas de água.CPF. os documentos emitidos pelo ECF devem conter. ambos do Ministério da Fazenda.com .

conforme examinado a seguir. instituídos em favor dos empregados e dirigentes da pessoa jurídica. d) doações ou patrocínio relativos a projetos desportivos e paradesportivos de que trata a Lei 11. 13 da Lei 9. ou Lucro Real: teoria e prática  12 Printed with FinePrint trial version .purchase at www.249/1995 Os valores a seguir que tiverem sido computados no resultado do período de apuração trimestral ou anual deverão ser adicionados para efeito de determinação da base de cálculo da CSLL e do lucro real. a dedução das doações examinadas a seguir. sem fins lucrativos.3. através de reversão. antes de computada a sua dedução e. Estaduais ou Municipais do Idoso.3. c) bolsas de estudo caracterizadas como doações. quando for o caso. b) doações ou patrocínios relativos a projetos aprovados nos termos do artigo 18 da Lei 8.2 Provisões não dedu tíveis Adição do valor das provisões não dedutíveis na determinação da base de cálculo da CSLL e do IRPJ. impostos.3. exceto as que se destinem a custear seguros e planos de saúde e benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social. Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. legalmente constituídas no Brasil. 3. conservação. seguros e quaisquer outros gastos com bens móveis e imóveis que não se relacionem intrinsecamente com a produção ou comercialização dos bens ou serviços. Doações Limitadas a 2% do Lucro Operacional São consideradas dedutíveis as doações concedidas a entidades civis. que prestem serviços gratuitos em benefício: de empregados da pessoa jurídica doadora e respectivos dependentes. f) parcelas excedentes de doações com dedutibilidade limitada. taxas.fineprint. no curso do período de apuração.000/1999.2 Contribuições não Compulsórias Adição das contribuições não compulsórias.313/91. 3. limitada a 1. e) a partir de 1-1-2011. 3. Os bens considerados pelo Fisco intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização dos bens ou serviços estão definidos de acordo com o artigo 25 da Instrução Normativa 11 SRF/96.5% do Lucro Operacional São admitidas como dedutíveis as doações destinadas às instituições de ensino e pesquisa conforme art.438/2006. 3. manutenção.com . Adição das despesas e custos de depreciação.5% do lucro operacional da pessoa jurídica doadora.3. Doações Limitadas a 1. tais como: a) doações feitas aos Fundos controlados pelos Conselhos Municipais.3 Doações Indedutíveis Adição do valor de doações indedutíveis.1 Despesas não Relacionadas com a Produção ou Comercialização dos Bens Adição das contraprestações de arrendamento mercantil e do aluguel de bens móveis ou imóveis que não estejam intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização dos bens ou serviços. reparo. Exclusão do valor das provisões não dedutíveis constituídas no período de apuração anterior e baixadas. 365 do Decreto 3. amortização. as doações feitas aos Fundos Nacional. 3 Custos e Despesas Não -Dedutí ve is Art.

6 Despesas com Brindes Adição das despesas com brindes de qualquer valor.fineprint. neste caso. 3. efetuarem doações em favor de projetos culturais previamente aprovados pelo Ministério da Cultura. a concessão de bolsa de estudo é benefício concedido aos empregados. indistintamente. no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac).3. segundo as normas estabelecidas nas Leis 9. Além disso.3. a totalidade dos valores efetivamente contribuídos no respectivo período de apuração. A dedutibilidade fica condicionada a que a entidade beneficiária tenha a sua condição de Oscip renovada anualmente pelo órgão competente da União.770/2008 A pessoa jurídica que aderir ao Programa Empresa Cidadã poderá deduzir do IRPJ devido. II do RIR/99. 3. também.3. 365. poderão deduzir. nos termos dos artigos 25 e 26 da Lei 8. técnico ou profissional.5 Gastos com Alimentação de Empregados As despesas com alimentação somente poderão ser dedutíveis. para efeito de apuração do resultado ajustado. em cada período de apuração. 3. de terceiros. o curso deve ser relacionado intrinsecamente com a atividade operacional da empresa. 3. devendo. respectivamente.da comunidade onde atuem. quando destinado ao custeio do aprimoramento cultural. Adição das despesas com alimentação de empregados não concedidas indistintamente.com . mediante ato formal.3. o valor das despesas ser acrescido à remuneração mensal do beneficiário. Doações com Dedutibilidade Ilimitada As empresas que.7 Prorrogação da Licença-maternidade Programa Empresa Cidadã Lei 11.purchase at www. como despesa operacional. Esse ajuste não será necessário no caso de aquisição de alimentos para utilização pelo administrador fora do estabelecimento da empresa. A dedutibilidade independe da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) e aplica-se. o total da remuneração da empregada pago no período de prorrogação de sua licença-maternidade. caracterizando uma vantagem para a Lucro Real: teoria e prática  13 Printed with FinePrint trial version . acionistas ou administradores. qualificadas.790/99 e 9. Doações concedidas às Oscip e às OS Também são dedutíveis as doações concedidas às Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e às Organizações Sociais (OS).313/91. A dedutibilidade somente será admitida se observados os requisitos definidos Art. às cestas básicas de alimentos fornecidas pela empresa indistintamente a todos os empregados. a todos os seus empregados. quando fornecida pela pessoa jurídica.637/98.4 Gastos com Alimentação de Administradores Adição dos gastos com alimentação de sócios. sem beneficiar diretamente a pessoa concedente. vedada a dedução como despesa operacional. e Instrução Normativa SRF 87/1996.4 Custos e Despesas com Dedutibilidade Condicionada Bolsa de Estudos Conforme o Parecer Normativo CST nº 326 de 1971 e o artigo 368 do RIR/99. 3.

mesmo que o excesso seja decorrente de diferença em detrimento de aproveitamento anteriormente inferior ao que a legislação determina. admite como dedutíveis as despesas de alimentação fornecida pela pessoa jurídica.249 de 1995.com . O Conselho de Contribuintes tem decidido que a dedutibilidade se estende às despesas realizadas com festas de congraçamento entre funcionários da empresa. indistintamente. De qualquer forma. através do artigo 27. por ocasião do Natal e Ano Novo. se a pessoa jurídica nunca recolheu contabilmente a depreciação ou aproveitou em valor inferior ao que a legislação determina. No entanto. ela se torna dedutível da base de cálculo da CSLL. é necessário que o empregado desenvolva atividade na empresa na mesma área do curso que está cursando.purchase at www.empresa e remuneração de contraprestação de serviço. esclarece que a dedutibilidade independe Lucro Real: teoria e prática  14 Printed with FinePrint trial version . e vinculação com as atividades da empresa não esteja comprovada. e somente pode ser computada a partir do mês em que o bem estiver postos a serviço. incorporado ao artigo 369 do RIR/99.fineprint. para que as despesas sejam dedutíveis. a todos os seus empregados. são indedutíveis e deverão ser adicionadas Quando a bolsa de estudo atende as condições listadas anteriormente. Para isso. não caracteriza uma doação para o beneficiário. A Instrução Normativa 11 de 1996. tais como almoços e reuniões de negócios. Além disso. o percentual máximo permitido até que o valor do encargo iguale-se ao valor de aquisição do bem. Caso a pessoa jurídica compute no resultado valor de depreciação superior ao que a legislação tributária determina. Do contrário. recepções e festas de congraçamento. poderá utilizar da dedução. sendo considerado como rendimento isento. o contrato de prestação de serviços da instituição de ensino e o comprovante de pagamento devem ser firmados diretamente com a empresa. A despesa de depreciação para ser dedutível tem que ser apurada conforme as taxas definidas nas Instruções Normativas nº 162 de 1998 e nº 130 de 1999. Portanto. o artigo 13 da Lei 9. está caracteriza uma doação para o beneficiário. sendo considerado como rendimentos tributáveis. o excesso deverá ser adicionado a base de cálculo da CSLL e do IRPJ. nos anos seguintes. deve-se sempre observar que. mas caso a empresa não adote apresentará um lucro maior para fins de cálculo da CSLL e do IRPJ. parágrafo único. Encargos de Depreciação A depreciação é facultativa perante a legislação tributária. quando a bolsa de estudo não é dedutível. é necessário que representem montante razoável e que estejam comprovadas com documentação hábil e idônea. de acordo com a legislação tributária. Despesas com Festas Natalinas e de Confraternização O Parecer Normativo 322 CST/71 reconhece como dedutíveis as despesas com relações públicas em geral. sujeito ao IRRF pela tabela progressiva.

. que incluem diárias. as despesas com viagens. É necessário que o empregado comprove o deslocamento. em observância ao artigo 3º. são consideradas despesas dedutíveis na apuração do lucro real. de despesas de estadias e de alimentação. Ressaltamos que estas comemorações devem ser oferecidas a todos os empregados e dirigentes.418 de 1985. é dedutível na apuração do lucro real conforme definido no artigo 360 do RIR/99 e no Parecer Normativo CST nº 183 de 1971. desde que sejam de valor razoável. é considerada como despesa operacional. Para comprovação das despesas é necessário que a empresa mantenha relatórios internos que demonstrem os valores que cada empregado recebeu a título de adiantamento. odontológica e farmacêutica. além do comprovante de pagamento de pedágio e dos contratos de prestação de serviços que mencionam o acordo firmado entre as partes. alimentação e etc. a título de adiantamento para viagens deve ser documentado por recibos e uma cópia deste deve ser anexada ao relatório de viagens. evidenciando a necessidade de deslocamento do empregado. quando devidamente comprovadas. desde que comprovados com documentação hábil e concedidos de acordo com os requisitos listados na Lei nº 7. quando destinados indistintamente a todos os empregados e dirigentes. além da nota fiscal emitida da prestação de serviço. para comprovação das despesas.fineprint. estendendo-se às cestas básicas de alimentos fornecidas pela empresa. Em princípio. quando usuais e necessárias a manutenção da fonte produtora. Despesas com Viagens Conforme o Parecer Normativo CST nº 10 de 1992. Concessão de Benefícios Assistenciais: Vale transporte. necessário ao exercício da atividade da empresa.com .da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador. Quanto ao gasto com vale-transporte. conforme o Parecer Normativo CST nº 70 de 1975 e o artigo 370 do RIR/99. Quanto ao empregado. parágrafo 1º da Lei nº 10. Deve ser observada sempre a razoabilidade dos gastos incorridos correlatos ao local da prestação do serviço. e como prova servirá a apresentação de bilhetes de passagens. cupons fiscais e notas fiscais em nome do empregado. Assistência Médica. o valor entregue em moeda. ou seja.purchase at www. Participação dos Empregados nos Lucros e Resultados PRL A participação dos empregados nos lucros e resultados da empresa. além de serem anexados documentos tais como de bilhetes de passagens. as despesas com cestas de Natal distribuídas no final do ano aos empregados podem ser deduzidas na determinação do lucro operacional. desde que atendidas essas condições. podendo ser deduzida na apuração do lucro real. desde que indistintamente a todos os seus empregados. este é considerado como despesa dedutível. Odontológica e farmacêutica As despesas operacionais com gastos realizados pela empresa com serviços de assistência médica. Lucro Real: teoria e prática  15 Printed with FinePrint trial version .101 de 2000. O Conselho de Contribuintes tem considerado dedutíveis as despesas com cestas de natal.

inclusive os ganhos de capital decorrentes de variação na percentagem de participação no Capital Social de coligada ou controlada.7 Resultado de Investi mentos Avaliados pelo Método de Equi valência Patrimonial (MEP) Adição do resultado negativo da avaliação de investimentos pelo valor de Patrimônio Líquido.000/1999). 8 Lucros e Di viden dos de Investimentos a valia dos pelo Custo de Aquisição Exclusão dos valores computados como receita no período de apuração. 29 e art. 3. efetuada até 31-12-2007.000/1999). . 3.FAPI: a dedutibilidade como despesa operacional está condicionada a que o Plano atinja. paga ou creditada a sócio. 3. pode ser excluído do lucro líquido para a determinação do lucro real. 3. que exceder os limites e condições estipulados na legislação (Instrução Normativa SRF 93/1997 art. 9 Juros sobre o Capita l Próprio . no mínimo. no montante do aumento do valor dos bens reavaliados que tenha sido efetivamente realizado no período.858 -10/99. O valor dos lucros e dividendos. 137 da Lei 12. inclusive das Sociedades em Conta de Participação (SCP). 3.com . ART. vinculados ao respectivo plano. a 20% do total dos salários e das remunerações dos dirigentes da empresa. 50% dos empregados.1 0 Variações Cambiais MP 1. 6 Realização da Reserva de Reava liação Adição do valor da contrapartida da reavaliação de quaisquer bens.249/2010: Adição Lucro Real: teoria e prática  16 Printed with FinePrint trial version . co ntribuições para a Pre vidência Comp lementar e o F API Pa rcela E xcedente Adição da parcela excedente de contribuições do seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e o Fapi Fundo de Aposentadoria Programada Individual. O tratamento aplica-se. em cada período de apuração. inclusive as perdas de capital decorrentes de variação na percentagem de participação no Capital Social de coligada ou controlada.3.079 RFB/2010 e art. 434 e 435 do Decreto nº 3. também.seguro: a soma do FAPI e seguro não poderá exceder. 347 do Decreto nº 3.5 Seguro de Vida com Cláusula de cobertura por sobrevi vência. 30 (ATUAL MP 2. acionista ou titular de empresa individual. que for computado no resultado do período de apuração. aos ajustes no valor de participação em Sociedades em Conta de Participação (SCP).Pa rcela Exced ente Adição da parcela dos juros sobre o capital próprio.fineprint. se não computado contabilmente em conta de resultado (art.158 -35/ 2001) No caso de alteração do critério de reconhecimento das variações monetárias deverão ser observadas as normas dispostas na mencionada Instrução Normativa 1.purchase at www. Exclusão do resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor de Patrimônio Líquido. derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição. que exceder os limites abaixo: .

devem adicionar ao lucro líquido o valor correspondente às variações cambiais passivas debitadas no resultado do período. independentemente do local de seu domicílio. 25 a 27 da Lei 9.1 2 Lucros Dife ridos de Contra tos com Empres as Públicas Exclusão da parcela dos lucros decorrentes de contratos de construção por empreitada ou de fornecimento a preço predeterminado. Exclusão/Adição (opção) dos rendimentos e ganhos auferidos no exterior. quando da liquidação da correspondente operação. cujas operações tenham sido liquidadas no período de apuração. proporcional à receita recebida no próprio período. 3. Variações Cambiais Ativas Operações Liquidadas: as pessoas jurídicas que mantiveram o reconhecimento. Rendimen tos e Ganhos de Capital Oriundos do Exte rior Em 31 de dezembro. de bens ou serviços celebrados com pessoa jurídica de direito público. deverão adicionar ao lucro líquido o valor das variações cambiais ativas verificadas a partir daquela data. que tenham sido computados no resultado. quando da liquidação da correspondente operação.com . decorrentes de aplicações e operações no exterior efetuadas pela própria empresa.11 Lucros. computada no resultado do período de apuração.purchase at www.Variações Cambiais Passivas: as pessoas jurídicas que mantiveram o reconhecimento. incidentes sobre valor equivalente aos lucros não disponibilizados por empresas controladas.fineprint. das variações monetárias. que tiverem sido registrados na contabilidade durante o período em curso. em função da taxa de câmbio. Adição dos juros. Lucro Real: teoria e prática  17 Printed with FinePrint trial version . inclusive de capital. para efeito de determinação da base de cálculo da CSLL. excluirão do lucro líquido o valor das variações cambiais ativas creditadas no resultado do período de apuração. ou empresa sob seu controle. rendimentos e ganhos de capital auferido no exterior (art. Exclusão Variações Cambiais Ativas: as pessoas jurídicas que consideraram. computados no correspondente resultado. na determinação da base de cálculo da CSLL. na determinação da base de cálculo da CSLL. a cada encerramento de trimestre deverão ser adicionados os prejuízos e perdas do exterior. das variações monetárias. pagos ou creditados a empresa controlada ou coligada.249/95 e Ato Declaratório SRF 75/99): Adição dos prejuízos e perdas. quando da liquidação da correspondente operação. cujas operações tenham sido liquidadas no respectivo período de apuração. em função da taxa de câmbio. excluirão do lucro líquido o valor das variações cambiais passivas verificadas a partir de 1º de janeiro de 2000. relativamente aos lucros. ser excluídos na apuração do correspondente lucro real para adição obrigatória no encerramento do ano-calendário. domiciliadas no exterior. Variações Cambiais Passivas Operações Liquidadas: as pessoas jurídicas que mantiveram o reconhecimento. Adição da parcela do lucro que houver sido excluída em período de apuração anterior. relativos a empréstimos. a pessoa jurídica deverá proceder aos seguintes ajustes. à opção do contribuinte. Adição dos lucros disponibilizados durante o ano-calendário. o valor correspondente às variações monetárias das obrigações e direitos de crédito. das variações monetárias. empresa pública. quando da liquidação da correspondente operação. em função da taxa de câmbio. em função da taxa de câmbio. 3. na determinação da base de cálculo da CSLL. proporcional à receita dessas operações consideradas nesse resultado e não recebida até a data de encerramento do mesmo período de apuração. sociedade de economia mista ou sua subsidiária. Tratando-se de pessoa jurídica enquadrada na apuração trimestral. poderão.

tendo em vista a tributação definitiva mencionada.15 Diferimen to de Juros e Encargos Financei ros Hold ing Desde 2009. inclusive no âmbito do PMCMV Programa Minha Casa. As despesas mencionadas constituirão adições ao lucro líquido (IRPJ e CSLL) e controladas na parte B do LALUR para constituir exclusão do lucro líquido quando da alienação ou liquidação do investimento. inclusive no âmbito do PMCMV. pela pessoa jurídica credora. não gerando. antes de decorridos cinco anos do vencimento do crédito. Exclusão do valor relativo ao somatório das receitas próprias das incorporações imobiliárias inscritas no RET. direito à restituição ou à compensação com o que for apurado pela incorporadora. tendo em vista que o pagamento da CSLL relativo às incorporações imobiliárias inscritas RET é considerado definitivo. a pessoa jurídica que tenha por objeto exclusivamente a gestão de participações societárias (holding) poderá diferir o reconhecimento das despesas com juros e encargos financeiros pagos ou incorridos relativos a empréstimos contraídos para financiamento de investimentos em sociedades controladas. segundo entendimento.fineprint. Minha Vida. Exclusão. 340 do Decreto nº 3. devemos também observar as situações abaixo: Adição. de que tratam os artigos 1º a 4º da Lei 10. após dois meses de vencimento do créditos em recebimento. dos encargos financeiros excluídos em período anterior. para os fins legais. pela pessoa jurídica devedora. 3.purchase at www. incorridos a partir da citação inicial.727/2008.1 3 Perdas no Receb imento de Créd itos As perdas no recebimento de créditos que forem reconhecidas no resultado da pessoa juridical. dos encargos financeiros adicionados em período anterior. Exclusão. pela pessoa jurídica credora. auferido a partir do mencionado prazo. artigos 31 e 41.931. No entanto. no período de apuração em que ocorrer a quitação do débito por qualquer forma. conforme Lei 11. dos encargos financeiros incidentes sobre o débito vencido e não pago que tenham sido deduzidos como despesa ou custo. A adição somente será obrigatória se a empresa não houver estornado a perda contabilmente no período de apuração em que ocorrer a desistência. em observância as condições estipuladas no art. 3. pela pessoa jurídica devedora. Lucro Real: teoria e prática  18 Printed with FinePrint trial version . de 2-8-2004 e alterações posteriores. Adição. são dedutíveis na apuração do lucro real e da base de cálculo da CSLL. se tornarem disponíveis ou em que a respectiva perda for reconhecida.000/1999. no período de apuração em que. em qualquer hipótese. A CSLL será considerada postergada desde o período de apuração em que tenha sido reconhecida a perda. Adição. da perda no recebimento de crédito contabilizada em período anterior.com .14 Custos e Despesas Vinculados as Receitas da Ati vi dade Imobiliá ri a Tributadas pelo RET Adição do valor relativo ao somatório dos custos e despesas próprios das incorporações imobiliárias inscritas no RET Regime Especial de Tributação. Este mesmo tratamento será aplicado às empresas construtoras no âmbito do PMCMV tributadas pelo regime de pagamento unificado de tributos. no período de apuração em que se der a desistência da cobrança pela via judicial.3. do valor dos encargos financeiros incidentes sobre o crédito vencido contabilizado como receita.

Lucro Real: teoria e prática  19 Printed with FinePrint trial version . A legislação do Imposto de Renda considera operacionais as despesas não computadas nos custos. necessárias à atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora.1 7 Custos e Despesas Operacionais Não -Ded utí veis Não são dedutíveis para efeito de determinação do lucro real. dentre elas: a) multa de ofício pela falta de entrega da declaração ou de apresentação de declaração inexata. fora do prazo. os valores computados nos custos e as despesas que não atendam às determinações da legislação tributária vigentes no respectivo período de apuração. b) multa lançada em virtude de evidente intuito de fraude definido na legislação. d) multa de ofício pela falta de recolhimento do imposto. em atraso. c) multas pelo pagamento espontâneo.3. as multas fiscais de natureza compensatória e aquelas impostas por descumprimento de obrigações tributárias.16 Juros Pagos ou Cre ditados ao Exte rior Os juros pagos ou remetidos ao exterior para quitação de endividamento junto as pessoas físicas e jurídicas situadas no exterior somente são dedutíveis se observados os requisitos listados na Lei 12.249/2010. visando punir o contribuinte por infração de que tenha resultado falta ou insuficiência de pagamento de tributos. Também são indedutíveis as multas de natureza não tributária. Cofins e PIS/Pasep. em seus artigos 24 e 25. devendo ser adicionados ao lucro líquido. As despesas operacionais admitidas são as usuais ou normais no tipo de transações. Multas Para efeito de apuração do lucro real são consideradas: Dedutíveis: No período de apuração em que forem efetivamente pagas. b) multa por indicação espontânea de rendimentos omitidos na Declaração. operações ou atividades da empresa. c) multa aplicável pela falta de retenção do imposto devido na fonte. tais como infrações de trânsito e outras. IPI. ISS. de que não resulte falta ou insuficiência de pagamento de tributo ou contribuição.com . São necessárias à atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora as despesas pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pela atividade da empresa.fineprint.purchase at www. deverão ser adicionados a base de cálculo do IRPJ e da CSLL (ADI 32 RFB 32/2009) ADIÇ ÕES E E XCLU SÕ ES SOMENT E AO LU CR O R E AL . Indedutíveis: As multas impostas por ocasião do lançamento de ofício ou auto de infração.I RPJ 3. do IR. meramente acessórias. Do contrário. tais como: a) multa por apresentação espontânea. da Declaração de Rendimentos. ou pelo recolhimento a menor. ICMS.

gerentes e seus assessores. para efeito de determinar o lucro real.000/1999. Participações Atribuídas a Dirigentes Serão adicionadas ao lucro líquido do período de apuração. Deve ser observado o item 3. Remuneração Indireta a Administradores Desde que a pessoa jurídica identifique e individualize os beneficiários. Beneficiários não identificados ou identificados e não individualizados Quando a pessoa jurídica não identificar ou identificar e não individualizar os beneficiários das vantagens ou benefícios concedidos. as relativas ao FGTS e ao INSS. aos pagamentos efetuados com recursos entregues. Remuneração a Dirigentes e a Membros do Conselho Fiscal e de Administração A legislação do Imposto de Renda considera dedutível o valor total do custo ou da despesa incorrida referente à remuneração atribuída a titular de firma individual (empresário. desde que atendam os requisitos listados no art. pecuniários ou não. quando não comprovada a operação ou a sua causa. os valores atribuídos ficarão sujeitos à tributação exclusiva na fonte. através do Perguntas e Respostas do Imposto de Renda Pessoa Jurídica.purchase at www. inclui entre as multas decorrentes de infração a normas de natureza não tributária. portanto indedutíveis. as participações nos lucros da pessoa jurídica atribuídas a partes beneficiárias de sua emissão e a seus administradores. contabilizados ou não. concedidos pela empresa a administradores.Multas Relativas ao INSS e ao FGTS A Administração Fiscal. c) as gratificações atribuídas a dirigentes. que não correspondam a remuneração mensal e fixa por prestação de serviços. integrarão o montante das retiradas sendo tributados pela tabela progressiva. Esse tratamento aplica-se. calculada sobre o rendimento bruto devidamente reajustado. bem como do IR/Fonte.fineprint. Valores não Dedutíveis São indedutíveis. o valor das despesas. 357 do Decreto nº 3. b) as percentagens e os ordenados pagos a membros das diretorias das sociedades por ações que não residam no País. devendo ser adicionadas ao lucro líquido na determinação do lucro real: a) as retiradas. diretores. serão considerados indedutíveis. benefícios e ganhos adicionais.com . Os benefícios e vantagens atribuídos a dirigentes estão listados no art.000/1999. diretores e administradores de sociedades ou representantes legais de sociedades estrangeiras. a sócios. à alíquota de 35%. em retribuição pelo desempenho do respectivo cargo ou função.25 no que tange a CSLL. e serão dedutíveis na apuração do lucro real. mesmo debitadas em conta específica de custo ou despesa operacional. Neste caso. as vantagens. de acordo com o Código Civil). 358 do Decreto nº 3. bem como a membros dos conselhos fiscal e de administração. também. devendo ser adicionados ao lucro líquido do período de apuração para efeito de determinação do lucro real. Lucro Real: teoria e prática  20 Printed with FinePrint trial version .

excluído em período anterior e controlado na Parte B do Lalur. Lucro Real: teoria e prática  21 Printed with FinePrint trial version . em cada período de apuração. As perdas incorridas em operações iniciadas e encerradas no mesmo dia ( Day trade) deverão ser adicionadas pelo seu valor total. Os valores adicionados serão ixa da participação societária. No trimestre ou ano em que forem recebidas as parcelas diferidas referentes à venda de bem a longo prazo do Ativo Não Circulante. decorrentes de aplicações financeiras no mercado de renda variável. 3. o contribuinte poderá. devem ser adicionados ao lucro líquido para fins de determinação do lucro real. em razão da alienação ou baixa do investimento avaliado pelo valor de Patrimônio Líquido. domiciliados ou residentes no exterior.2 0 Am ortização de Ági os e Deságios na Aqu isi ção de Investimentos A empresa deverá adicionar ao lucro líquido. após o término do ano-calendário seguinte ao da contratação.2 1 Perdas Incorridas n o Mercado de Renda Va riável Adição do valor das perdas.Participações Atribuídas a Técnicos Estrangeiros A legislação vigente do Imposto de Renda estabelece que não são dedutíveis as participações no lucro atribuídas a técnicos estrangeiros. caso tenham sido computados como despesa operacional. para execução de serviços especializados.fineprint. no todo ou em parte. reconhecer o lucro na proporção da parcela do preço recebido em cada período de apuração. em caráter provisório.1 9 Tributos e Contribu ições com Exigibilidade Su spen sa Os tributos e contribuições cuja exigibilidade esteja suspensa nos termos dos incisos II a IV do artigo 151 do Código Tributário Nacional. para recebimento do preço. adicionadas em períodos de apuração anteriores.18 Ganho de Cap ital n a Venda de Bens a Long o Prazo Nas vendas de bens do Ativo Não Circulante.purchase at www. haja ou não depósito judicial. exceto Realizável a Longo Prazo. Exclusão das parcelas das perdas apuradas em operações de renda variável não absorvidas pelos ganhos auferidos nessas operações. a empresa deverá adicionar ao lucro líquido o ganho Caso o contribuinte tenha reconhecido o lucro na escrituração comercial no período de apuração da venda. 3. para efeito de determinar o lucro real. poderá realizar o diferimento através de exclusão 3. o valor das amortizações de ágios na aquisição de investimentos avaliados pelo valor de Patrimônio Líquido. exceto Realizável a Longo Prazo. Os valores de tributos e contribuições cuja exigibilidade esteja suspensa. excedentes aos ganhos auferidos no mesmo período de apuração. Também deverá ser adicionado ao lucro líquido o valor do deságio amortizado. 3. poderão ser excluídos na determinação do lucro real do período de apuração em que forem pagos.com . nos termos dos incisos II a IV do artigo 151 do Código Tributário Nacional. adicionados ao lucro líquido no período de constituição das respectivas provisões.

Já na apuração da CSLL, o valor integra a base de cálculo da estimativa mensalmente, independente de qual critério será adotado para apuração da mesma. 3.2 2 Contrib uição Social sobre o Lucro Líquido

A partir de 1º de janeiro de 1997, em obediência à Lei 9.316/96, o valor da CSLL, computado no lucro líquido, passou a ser considerado indedutível, devendo ser adicionado na apuração do lucro real.

ADIÇ ÕES E E XCLU SÕ ES SOMENT E A B AS E DE C ÁL CUL O D A C SLL

3.2 3 Devo lução de Capi tal em Bens ou Di reito s (só CSLL)

Exclusão, pela pessoa jurídica investidora, da diferença entre o valor de mercado dos bens ou direitos e o valor contábil da participação extinta. 3.24 Adições/Exclusões N ÃO Pre vistas N a Legisl ação da CSLL

A Instrução Normativa 390 SRF/2004, através dos artigos 18, § 10, 50, 56, e 57, acrescentou, sem amparo legal, os seguintes ajustes:

Ganho de capital auferido na venda de bens do Ativo Permanente Exclusão do ganho de capital auferido na venda de bens do Ativo Permanente, na forma da Lei 6.404/76, antes das alterações da Lei 11.941/2009, para recebimento do preço, no todo ou em parte, após o término do anocalendário seguinte ao da contratação poderá, para efeito de determinar o resultado ajustado, ser computado na proporção da parcela do preço recebida em cada mês. No que se refere à possibilidade de diferimento do ganho de capital na venda de bens do Ativo Permanente a longo prazo, não há o que discutir, posto que favorece o contribuinte. Multas por infrações fiscais Adição das multas por infrações fiscais, salvo as de natureza compensatória e as impostas por descumprimento de obrigações tributárias meramente acessórias de que não resultem falta ou insuficiência de pagamento de tributo. Multas impostas por transgressões de leis de natureza não tributária Adição das multas impostas por transgressões de leis de natureza não tributária, indedutíveis como custo ou despesas operacionais. Tributos e contribuições cuja exigibilidade esteja suspensa Adição dos tributos e contribuições cuja exigibilidade esteja suspensa em virtude de: a) depósito, ainda que judicial, do montante integral do crédito tributário; b) impugnação, reclamação ou recurso, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo; c) concessão de medida liminar em mandado de segurança; d) concessão de medida liminar ou de tutela antecipada em outras espécies de ação judicial. Lucro Real: teoria e prática 
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Quanto às adições citadas acima, o 1º Conselho de Contribuintes já havia se manifestado contrariamente a respeito da exigência de adições à base da CSLL não respaldadas em lei específica:

Somente a lei pode fixar a base de cálculo de tributo, não se admitindo que valores indedutíveis para efeito do IRPJ sejam adicionados à base de cálculo de outros tribu (Acórdãos 101-92.553, de 24-2-99 e 101-92.979, de 23-2-2000 DO-U de 3-5-2000).

A Instrução Normativa 1.149 RFB/2011, que aprovou as instruções de preenchimento da DIPJ, não fez qualquer menção quanto a esses ajustes. No entanto, também, sem fundamento legal, relacionou os seguintes ajustes na base de cálculo da CSLL: Adições: amortização do ágio nas aquisições de investimentos avaliados pelo Patrimônio Líquido; realização de deságio decorrente da alienação ou baixa de investimentos avaliados pelo Patrimônio Líquido; Exclusões: amortização do deságio nas aquisições de investimentos avaliados pelo Patrimônio Líquido; realização de ágio decorrente da alienação ou baixa de investimentos avaliados pelo Patrimônio Líquido.

4 APURAÇÃO ANUAL: REGIME DE ESTIMATIVA

As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real que optarem pela apuração do IRPJ e da CSLL anual, terão, obrigatoriamente, que apurar e recolher mensalmente, de janeiro a dezembro de cada ano-calendário, antecipações denominadas de estimativas. As estimativas poderão ser apuradas com base na Receita Bruta e Acréscimos ou com base no Balanço/Balancete de Redução ou Suspensão. Lembramos que a PJ poderá optar pela apuração que calcular o menor valor de estimativa devida, podendo alternar durante o ano-calendário, o método adotado. Ou seja, posso calcular alguns meses com base na receita bruta e acréscimos e outros meses com base no balanço/balancete de redução/suspensão.

Veremos agora cada método de apuração das estimativas. 4.1 Receita B ruta e Ac ré scimos

A base de cálculo do IRPJ e da CSLL estimados será determinada pelas somas das seguintes parcelas: a) o valor resultante da aplicação dos percentuais fixados pela legislação vigente sobre a receita bruta da atividade; b) os ganhos de capital, demais receitas e resultados positivos correspondentes as receitas não abrangidas na

Os percentuais que serão fixados sobre a receita bruta das atividades estão listados na Lei 9.249 de 1995 em seus artigos 15 e 20, sendo que para formação da BASE DE CÁLCULO DO IRPJ, as alíquotas de PRESUNÇÃO são de: Lucro Real: teoria e prática 
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ATIVIDADE - BASE DE CÁLCULO DO IRPJ Revenda para consumo de combustível derivado de petróleo, álcool etílico carburante e gás natural. Prestação de serviços, pelas sociedades civis, realtivos ao exercício de profissões legalmente regulamentadas. Prestação de serviços em geral Intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de seguros, imóveis e outros) Administração, locação ou cessão de bens móveis e imóveis(exceto a receita de aluguéis,quando a pessoa jurídica não exceder a atividade de locação de imóveis) Administração de consórcios de bens duráveis Cessão de direitos de qualquer natureza Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão-de-obra Serviços de transporte, exceto o de cargas. Revenda de mercadorias Venda de produtos de fabricação própria Industrialização por encomenda (material fornecido pelo encomendante) Atividade rural Representação comercial por conta própria Loteamento de terrenos, incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda. Execução de obras da construção civil com emprego de materiais Prestação de serviços hospitalares Transporte de cargas Outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços Serviços de auxilio diagnóstico e terapia, patologia clínica, imagenologia, anatomia patológica e citopatologia, medicina nuclear e análises e patologias clínicas Situações Especiais

% 1,6 32

32 (*)

16

8

8

Atividades Diversificadas A pessoa jurídica optante pelo lucro presumido, que exerça atividades diversificadas, deverá segregar as receitas oriundas de cada atividade e aplicar o percentual respectivo, para efeito de determinação da base de calculo trimestral do Imposto de Renda. Redução do Percentual da Prestação de Serviços (*) As pessoas jurídicas cujas atividades sejam, exclusivamente, as assinaladas (*) no subitem 8 , podem utilizar, para determinação do lucro presumido, o percentual de 16%, desde que as respectivas receitas ultrapassem, em cada ano, o limite de R$ 120.000,00. não

Inaplicabilidade da Redução A redução de 32 para 16% não se aplica aos serviços decorrentes de profissões legalmente regulamentadas, como por exemplo, as escolas, inclusive as creches, mesmo com a receita bruta anual de até 120.000,00.
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exceto de engenharia.Solução de Divergência 14 COSIT. 9ª RF. reembolsados pelo cliente a agencia nos limites e termos contratuais (Soluções de Consultas SRRF22 de 4-9-2001).000. de 21-2-2002. Excesso de Receita Bruta Durante o Ano Se a receita bruta acumulada ate determinado trimestre do ano-calendário exceder o limite anual de R$120.00. e pela Resolução 189 ANIVSA-DC.Possibilidade de Redução: Algumas De acordo com entendimentos manifestados por diversas Regiões Fiscais. arquitetura e agronomia.1 da Parte II da Resolução 50 ANVISA-DC. de 21-2-2003.com . Cursos livres de idiomas . Serviços Médicos e Hospitalares São considerados serviços hospitalares aqueles diretamente ligados a atenção a assistência a saúde. a redução do percentual para 16% pode ser aplicada nas seguintes situações: Cursos de Informática Solução de Consulta 292 SRRF 7ª RF. Serviços de Propaganda e Publicidade Para fins de aplicação de percentual de 32%.purchase at www. Sobre a diferença recolhida no prazo previsto não incidirão acréscimos legais. A diferença de imposto apurada em relação a cada mês transcorrido deverá ser paga em quota única. É importante também consultar as colocações feitas nos seguintes atos: Ato Declaratório Interpretativo 19 RFB/2007 e Ato Declaratório Interpretativo 18 SRF/2003 Software De acordo com a Solução de Consulta 99 7ª RF/2003 os percentuais a aplicar sobre as respectivas receitas do trimestre podem variar de 8% à 32%.Solução de Consulta 193 SRRF Terraplenagem . Atividades Gráficas a)comercial e industrial:8% b)prestação de serviços com ou se fornecimento de material: 32% 7ª RF. de 18-7-2003. prestados por empresário ou sociedade empresária. conforme listado na solução. não se computará o valor dos serviços repassados a terceiros. de 7-8-2003. preenchido com o código 2362 (empresas obrigadas ao lucro real) ou 5993 (empresas optantes pelo lucro real).Solução de Consulta 234 SRRF 8ª RF. Corretoras de seguros . a receita bruta compreenderá apenas os honorários e serviços da própria agência. de 15-1-2004. até o último dia útil do mês subsequente àquele em que ocorrer o excesso. Desenvolvimento de software. alterada pela Resolução 307 ANVISA-DC. de 19-11-2001.fineprint. conforme comprovação por meio de documento competente expedido pela vigilância sanitária estadual ou municipal. A estrutura física do estabelecimento assistencial de saúde deverá atender ao dispositivo do item 3 da Parte II da Resolução 50 ANVISA-DC/2002. de 22-1-2004 e 173 6ª RF. DE 14-11-2002.Solução de Consulta 4 SRRF 2ª RF. Lucro Real: teoria e prática  25 Printed with FinePrint trial version . a pessoa jurídica deverá determinar nova base de calculo do Imposto de Renda com a aplicação do percentual de 32%. por meio de Darf separado. de 4-10-2001. de que trata o subitem 2.

medicina nuclear e análises e patologias clínicas. a aplicação de percentual somente será utilizado se este for o objetivo social da pessoa jurídica.ou de administração de imóveis. deduzidos os encargos necessários a sua percepção. Tratando-se de locação de imóveis próprios. Do contrário. As alíquotas de PRESUNÇÃO para formação da BASE DE CÁLCULO DA CSLL são de: Lucro Real: teoria e prática  26 Printed with FinePrint trial version . anatomia patológica e citopatologia.Receitas de Aluguéis No caso de administração e locação de imóveis próprios ou de terceiros. a receita total dos alugueis deverá ser acrescida na determinação da base de calculo sobre a qual incidirá a alíquota do imposto. patologia clínica. ao percentual de 32 ou 16% na determinação do lucro presumido. o lucro presumido será determinado com o percentual de 32 ou 16%. submetendo-se ao percentual de 8%. requer que a prestadora destes serviços seja organizada sob a forma de sociedade empresária e que atenda às normas da Anvisa Agência Nacional de Vigilância Sanitária. portanto.purchase at www. Representação Comercial A atividade de representação comercial por conta de terceiros é considerada intermediação de negócios.com . a atividade será caracterizada como compra e venda de mercadorias. sujeita. Se a representação comercial for por conta própria. imagenologia.fineprint. Serviços Auxiliares de Diagnóstico e Terapia A aplicação do percentual de 8% sobre as receitas provenientes de serviços de auxilio diagnóstico e terapia.

d) atividade rural.quando a pessoa jurídica não exceder a atividade de locação de imóveis) Administração de consórcios de bens duráveis Cessão de direitos de qualquer natureza Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão-de-obra Factoring % 12 32 4. locação ou cessão de bens móveis e imóveis(exceto a receita de aluguéis. c) industrialização de produtos em que a matéria-prima. álcool etílico carburante e gás natural.purchase at www. Revenda de mercadorias Venda de produtos de fabricação própria Instituições Financeiras e Equiparadas Industrialização por encomenda (material fornecido pelo encomendante) Atividade rural Representação comercial por conta própria Loteamento de terrenos.fineprint. imóveis e outros) Administração. o preço dos serviços prestados e o resultado auferido nas operações de conta alheia. Ou seja. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda. Prestação de serviços em geral Intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de seguros. anatomia patológica e citopatologia. é a receita auferida decorrente do exercício da atividade do objeto social.ATIVIDADE BASE DE CÁLCULO DA CSLL Revenda para consumo de combustível derivado de petróleo.1 Conceito de Receita Bruta Mensal A receita bruta das vendas e dos serviços sobre a qual incidirá o percentual de determinação do lucro estimado compreende o produto da venda de bens nas operações de conta própria.1. pelas sociedades civis. Execução de obras da construção civil com emprego de materiais Prestação de serviços hospitalares Prestação de Serviços de Transporte Serviços de auxilio diagnóstico e terapia. b) vendas de mercadorias adquiridas para revenda. medicina nuclear e análises e patologias clínicas Outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços Prestação de serviços. assim entendidos os negócios realizados pela empresa em nome de terceiros.com . imagenologia. realtivos ao exercício de profissões legalmente regulamentadas. patologia clínica. e) serviços hospitalares. ou o produto intermediário ou o material de embalagem tenham sido fornecidos por quem encomendou a industrialização. Valores Integrantes da Receita Bruta Mensal Integram a receita bruta mensal as receitas decorrentes de: a) vendas de produtos de fabricação própria. Lucro Real: teoria e prática  27 Printed with FinePrint trial version .

que não depende. 227 do Decreto nº 3. h) outras atividades compreendidas nos objetivos sociais da pessoa jurídica. e de participações societárias que permanecerem no Ativo da pessoa jurídica até o término do anocalendário seguinte ao de suas aquisições. O ICMS devido na condição de contribuinte substituto não integra a receita bruta operacional da pessoa jurídica.065/95 e regulamentado pelo artigo 5º da Instrução Normativa 93 SRF/97.000/1999: .1 . alterado pela Lei 9.941/ 2009). 407 ao 409 do Decreto nº 3.com .purchase at www. antes das alterações da Lei 11. dentre outros: a) os ganhos de capital auferidos nas alienações de bens e direitos do Ativo Permanente (conforme Lei 6. deduzida dos encargos necessários à sua percepção. como é o caso do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). deve ser acrescida a base de cálculo. Lucro Real: teoria e prática  28 Printed with FinePrint trial version . incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda.000/1999 Art. art. quando decorrente da comercialização de imóveis e apurada por meio de índices ou coeficientes previstos em contrato. regra geral.2 Acréscimos à Base de Cálculo do I RPJ Lei 9.404/76. para ser concedido. Desconto incondicional é aquele constante na nota fiscal de venda de bens ou fatura de serviços. b) os ganhos auferidos nas alienações de participações societárias permanentes em sociedades coligadas e controladas. inclusive a receita financeira. constituem exceções ao Regime de Competência das receitas: a) Atividades Imobiliárias b) Contratos a Longo Prazo Art. devolução de vendas e Descontos Incondicionais. b) vendas canceladas.de construção por empreitada ou de fornecimento a preço predeterminado de bens ou serviços . Não são incluídos na receita bruta: a) Impostos não cumulativos Não devem ser incluídos na receita bruta os impostos não cumulativos cobrados do comprador ou contratante. CÔMPUTO DAS RECEITAS Na determinação do lucro estimado deve ser obedecido. c) os ganhos de capital auferidos nas alienações de ouro não considerado ativo financeiro. Exceções ao Regime de Competência De acordo com o artigo 30 da Lei 8. Instrução Na apuração mensal do lucro estimado. o Regime de Competência das receitas. e do qual o vendedor dos bens ou prestador de serviços seja mero depositário.fineprint. c) Atividade de Compra e Venda de Veículos Automotores Usados Normativa SRF nº 152/1998 e Instrução Normativa SRF nº 390/2004 4. 5. quando a pessoa jurídica não exercer a atividade de locação de imóveis. da ocorrência de eventos posterior à emissão dos referidos documentos.de fornecimento de bens e serviços para pessoa jurídica de direito público ou empresas sob seu controle. g) atividades de loteamento de terrenos. empresas públicas.7169/1998.981/95. d) a receita de locação de imóvel.f) transporte de cargas. sociedades de economia mista ou sua subsidiária.

quando não for este o objeto social da pessoa jurídica. de mercadorias e de futuros ou no mercado de balcão.945/2009.e) os juros equivalentes à taxa referencial Selic. h) as multas ou qualquer outra vantagem paga ou creditada por pessoa jurídica. 4. e) a contrapartida do ajuste por aumento do valor de investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial.941/2009). relativos ao ICMS e ao ISS. b) os rendimentos auferidos nas operações de mútuo realizadas entre pessoas jurídicas e entre pessoas jurídicas e pessoas físicas.1 .404/76. devendo estes serem tributados em separado a alíquota de 15%.purchase at www.com . g) os valores recebidos dos Estados. g) a receita da locação de imóveis. d) os ganhos de capital nas alienações de ouro não considerado ativo financeiro. Distrito Federal e Municípios. i) a diferença entre o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos recebidos de instituição isenta. ainda que a título de indenização. Os rendimentos e ganhos líquidos decorrentes de aplicações financeiras de renda fixa e de renda variável somente serão considerados na determinação da base de cálculo estimada quando NÃO tiverem sido submetidos à incidência do IR/Fonte ou ao recolhimento mensal em separado. c) a reversão de saldos de provisões anteriormente constituídas e adicionadas. deduzida dos encargos necessários à sua percepção.3 Acréscimos à Base de Cálculo da CSLL Na apuração mensal do lucro estimado. Não integram a base de cálculo do IRPJ mensal: a) os rendimentos e ganhos líquidos produzidos por aplicação financeira de renda fixa e de renda variável. b) as recuperações de créditos que não representem ingressos de novas receitas. deve ser acrescida a base de cálculo. acumulada mensalmente. dentre outros: a) os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de renda fixa e de renda variável. d) os lucros e dividendos decorrentes de participações societárias avaliadas pelo custo de aquisição. e) os ganhos de capital auferidos nas alienações de participações societárias permanentes em sociedades coligadas e controladas. f) os juros ativos. e de 1% no mês da compensação ou restituição. de que trata o artigo 4º da Lei 11. e o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos que tenham sido entregues para a formação do referido patrimônio. a título de devolução de patrimônio. não decorrentes de aplicações financeiras. e de participações societárias que permanecerem no ativo da pessoa jurídica até o término do ano-calendário seguinte ao de suas aquisições. j) os ganhos de capital auferidos na devolução de capital em bens e direitos.em virtude de rescisão de contrato. realizadas em bolsas de valores. f) os ganhos auferidos em operações de cobertura (hedge). relativos a impostos e contribuições pagos a maior ou indevidamente.fineprint. no âmbito de programas de concessão de crédito. Lucro Real: teoria e prática  29 Printed with FinePrint trial version . c) os ganhos de capital nas alienações de bens e direitos do antigo Ativo Permanente (conforme Lei 6. f) os juros sobre o capital próprio auferidos. antes das alterações da Lei 11. g) as variações monetárias ativas.

as comissões.1 . m) as variações monetárias ativas. rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa. as receitas de prestação de serviços de administração de convênios. as receitas da prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional. i) os juros e indenizações por lucros cessantes. não decorrentes de aplicações financeiras. ainda que a título de indenização. tais como: rendimentos e ganhos líquidos mensais decorrentes de aplicações de renda variável. Atividades Diversificadas A pessoa jurídica que exerça atividades diversificadas deverá segregar as receitas oriundas de cada atividade e aplicar o percentual respectivo. o Imposto de Renda pago indevidamente ou a maior em períodos anteriores. a título de devolução de patrimônio.emvirtude de rescisão de contrato. Imposto Pago a Maior ou Indevidamente É permitido deduzir. o) os ganhos de capital auferidos na devolução de capital de bens e direitos. os serviços de propaganda e publicidade. j) os juros ativos. l) as multas ou qualquer outra vantagem paga ou creditada por pessoa jurídica. decorrentes de sentença judicial. e o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos que tenham sido entregues para a formação do referido patrimônio.4 Dedu ção do IR PJ e da CSLL : Retidos na F o nte Após constituir a Provisão para o Imposto de Renda a pessoa jurídica poderá compensar o Imposto de Renda pago ou retido na fonte sobre receitas computadas na determinação do lucro real. não poderão ser deduzidos dos tributos a pagar do mês atual. juros sobre o capital próprio de que a empresa seja beneficiária. relativos a impostos e contribuições pagos a maior ou indevidamente. Destacamos que o IRPJ e a CSLL pagos referentes as estimativas de meses anteriores. do imposto apurado no mês. 4.purchase at www. para efeito de determinação da base de cálculo mensal da CSLL. decorrentes de sentenças judiciais. acumulada mensalmente. multa ou vantagem por rescisão de contrato que a pessoa jurídica receba de outra pessoa jurídica. corretagens ou qualquer outra remuneração pela representação comercial ou pela mediação na realização de negócios civis e comerciais. e de 1% no mês da compensação ou da restituição. ainda que a título de indenização.fineprint. n) a diferença entre o valor em dinheiro ou o valor dos bens e direitos recebidos de instituição isenta. Esta dedução somente é aceita quando o critério de cálculo da estimativa for o Balanço/Balancete de Redução/Suspensão devido a este método utilizar-se do resultado contábil acumulado dos meses anteriores. as importâncias pagas a título de juros e de indenizações por lucros cessantes. Lucro Real: teoria e prática  30 Printed with FinePrint trial version . exceto quando decorrente da reparação de danos patrimoniais.com .h) os juros equivalentes à taxa referencial Selic.

nesse caso. o crédito a ser efetivamente utilizado está limitado à CSLL apurada no encerramento do período de apuração. ressarcimento ou aproveitamento em períodos de apuração posteriores. máquinas. Período de Gozo do Benefício A empresa poderá beneficiar-se do crédito a partir do mês em que o bem entrar em operação até o final do quarto ano-calendário subsequente àquele a que se referir o mencionado mês. Momento da Utilização do Crédito O crédito será deduzido do valor da CSLL apurada.4. o do segundo ano. destinados ao Ativo Imobilizado e empregados em seu processo industrial.1 .774/2008.purchase at www. no regime trimestral ou anual. novos. instrumentos e equipamentos. Pagamento Posterior da Parcela Deduzida A partir do quinto ano-calendário subsequente ao ano em que se iniciou o incentivo. Pessoa Jurídica Beneficiária Poderá beneficiar-se do crédito da CSLL a pessoa jurídica que adquirir. na hipótese de a pessoa jurídica não compensar base de cálculo negativa de períodos anteriores existente ou o fizer em valor inferior ao admitido na legislação.909/2009. bem como nos balancetes de suspensão/redução. compensação. com alteração da Lei 11. Limite da Utilização A utilização do crédito está limitada ao saldo da CSLL a pagar. Cálculo do Crédito O crédito será calculado à razão de 25% sobre a depreciação contábil dos referidos bens. apurada trimestral ou anualmente. com o objetivo de incentivar a indústria de bens de capital. A parcela a ser adicionada será devida pelo seu valor integral. o crédito deduzido no primeiro ano deverá ser adicionado no quinto ano. a pessoa jurídica deverá adicionar o crédito anteriormente utilizado à CSLL devida nesse período. em qualquer hipótese.com . através da Lei 11.fineprint. base de cálculo negativa da CSLL. É admitido utilizar o crédito no pagamento mensal por estimativa. e assim sucessivamente até serem tributados todos os valores anteriormente utilizados a título de crédito. Hipótese de Vedação do Benefício É vedada a utilização do crédito no regime trimestral ou anual. no período. concedeu. benefício de desconto de crédito na apuração da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. sendo que.5 Dedução de C réditos por Indústrias Adqu irentes de ben s no vos O Governo Federal. Portanto. nas condições especificadas a seguir. Mudança de Forma de Tributação Lucro Real: teoria e prática  31 Printed with FinePrint trial version . no período de 1º de outubro de 2004 a 31 de dezembro de 2010.051/2004. relacionados no Anexo do Decreto 6. não gerando a parcela excedente. direito a restituição. ainda que a pessoa jurídica apure. aparelhos. no sexto.

exclusões e compensações admitidas pela legislação do IRPJ/CSLL. OU que o imposto pago nos meses anteriores for superior ao imposto de renda e contribuição social apurado no mês atual. em quota única. em qualquer época no ano-calendário. nos meses que integram o ano-calendário. pelo Simples Nacional. ao valor da mencionada contribuição devido relativamente ao primeiro período de apuração do novo regime de tributação adotado.purchase at www. o crédito da CSLL. em cada apuração intermediária. inclusive janeiro. Pode ocorrer. Embora não haja disposição expressa nesse sentido.1 Apuração do L ucro Real/ Base de cálculo da CSLL O resultado apurado em cada balanço/balancete de suspensão/redução (resultado contábil). através de balanço ou balancete. em quota única. aproveitados anteriormente. Os balanços/balancetes levantados para fins de suspensão ou redução do pagamento mensal do IRPJ/CSLL. transcritos no livro Diário e somente produzirão efeito para determinação da parcela do imposto de renda e da contribuição social.2 Suspensão ou Redu ção do Pagamento Mens al: Balanço/Bala ncete Os balanços ou balancetes utilizados para suspender ou reduzir o pagamento mensal do IRPJ e/ou da CSLL devem ser levantados com observância das leis comerciais e fiscais.fineprint. até o último dia útil de janeiro do ano-calendário correspondente aos efeitos dessa opção. como se fosse no balanço anual. de que trata a Lei 9. também. A redução do pagamento da estimativa ocorre quando o valor apurado com base no balanço ou balancete apurar valor devido igual ou inferior ao calculado com base na receita bruta e acréscimos. devem consolidar as receitas e despesas dos meses abrangidos no período em curso. A legislação prevê que no caso de opção pelo Simples. levantar balanço/balancete intermediário para suspender/reduzir o pagamento mensal do IRPJ/CSLL. 4. deve ser recolhido em separado. até o último dia útil do mês subsequente ao da alienação ou ser adicionado ao valor da CSLL devida no período de apuração em que ocorrer a alienação. A suspensão do pagamento da estimativa aplica-se à pessoa jurídica que.2. comprovar a existência de prejuízo fiscal/base negativa de CSLL. de a empresa recolher o imposto em alguns meses com base na receita bruta e resolver. aproveitado anteriormente. deverá ser ajustado por todas as adições. Lucro Real: teoria e prática  32 Printed with FinePrint trial version .com . Alienação dos Bens que Geraram o Benefício Na hipótese de alienação dos bens o valor total dos créditos aproveitados anteriormente deverá ser recolhido. a partir de 1-7-2007.317/96. O balanço/balancete deverá ser apurado com o resultado contábil acumulado de janeiro até o mês do cálculo.A pessoa jurídica que deixar de ser tributada com base no lucro real deverá adicionar os créditos da CSLL. instituído pela Lei Complementar 123/2006. entendemos que o mesmo tratamento será aplicado à empresa que optar. 4. procedendo.

multa ou vantagem por rescisão de contrato que a pessoa jurídica receba de outra pessoa jurídica. deverá deduzir o IRPJ e a CSLL devidos dos meses anteriores. rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa. até o último dia útil do mês subseqüente ao da suspensão ou redução. as receitas da prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional. ainda que a título de indenização. corretagens ou qualquer outra remuneração pela representação comercial ou pela mediação na realização de negócios civis e comerciais. e f) compensação autorizada por medida judicial.4 Dispensa do Reg istro de In ventá rio A RFB dispensou as pessoas jurídicas da escrituração do livro Registro de Inventário à época dos balanços/balancetes intermediários levantados para suspender/reduzir o pagamento do imposto mensal.Após levantar o Balanço Mensal Acumulado e realizar o cálculo do IRPJ e CSLL devidos.fineprint. 4. e) saldo negativo de IRPJ de anos anteriores (tem que fazer a declaração de Compensação). Lucro Real: teoria e prática  33 Printed with FinePrint trial version .2 . as comissões. Conceito de IRPJ/CSLL Pagos Considera-se imposto pago.2. as importâncias pagas a título de juros e de indenizações por lucros cessantes.com .2 Dedução do IR PJ e da CSLL Pag os ou Retidos na Fonte Após constituir a Provisão para o Imposto de Renda a pessoa jurídica poderá compensar o Imposto de Renda pago ou retido na fonte sobre receitas computadas na determinação do lucro real. para efeito de comparação com o imposto apurado no balanço/balancete de redução. ou seja.purchase at www. os serviços de propaganda e publicidade. tais como: rendimentos e ganhos líquidos mensais decorrentes de aplicações de renda variável. conforme reza a Instrução Normativa nº 93 de 1997 artigo 12.430 de 1996.3 Transcrição dos B alanços no Diário Os balanços/balancetes utilizados para suspender/reduzir o pagamento mensal do IRPJ e/ou da CSLL devem ser levantados com observância das leis comerciais e fiscais e. 4. d) pago indevidamente ou a maior.2. obrigatoriamente. b) pago sobre os ganhos líquidos obtidos em aplicações financeiras de renda variável. a soma dos valores correspondentes ao imposto de renda: a) pago mensalmente com base na receita bruta e acréscimos e/ou em balanço/balancetes de redução. transcritos no livro Diário. O balanço/balancete deverá ser transcrito no livro Diário até a data fixada para pagamento do imposto do respectivo mês. as receitas de prestação de serviços de administração de convênios. juros sobre o capital próprio de que a empresa seja beneficiária. independente do método de estimativa utilizado nos meses anteriores. somente se houver excedente haverá recolhimento de IRPJ e CSLL estimados. exceto quando decorrente da reparação de danos patrimoniais. Após esta dedução. 4. c) retido na fonte por órgão publico federal na forma do artigo 64 da Lei 9. decorrentes de sentença judicial.

na forma da legislação específica.2 . será observada a forma de apuração da base de cálculo do Imposto de Renda adotada pela pessoa jurídica.fineprint. A partir de janeiro do ano subseqüente. é denominado de Saldo Negativo de IRPJ/CSLL. A forma de apuração será informada pelo contribuinte em atendimento à intimação específica do Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional. o saldo negativo poderá ser restituído ou compensado com o IRPJ/CSLL devido. Deve ser considerado. o lançamento de ofício ficará restrito à multa de ofício sobre os valores não recolhidos. A empresa que mantiver registro permanente de estoques. do IRPJ/CSLL apurado no mês.5 IRPJ/C SLL Pagos a Maior ou Inde vidamente É permitido deduzir. 4. salvo se houver sido adotado o lucro real trimestral. cisão ou encerramento de atividade. No caso de lançamento de ofício. Quando a empresa mantiver escrituração contábil de acordo com a legislação comercial e fiscal.5 deste capítulo. fusão. 4.2 . demonstrando a base de cálculo do imposto relativa a cada trimestre. integrado e coordenado com a contabilidade.6 Dedução de C réditos por Indústrias Adqu irentes de bens no vos Vê item 4. ao final de cada período em curso. no decorrer do ano-calendário.No entanto. Lucro Real: teoria e prática  34 Printed with FinePrint trial version . o AuditorFiscal do Tesouro Nacional aplicará a multa de ofício sobre o valor apurado com base na receita bruta e acréscimos de cada mês. somente ao final do ano-calendário ou no encerramento do período de apuração. Para isso. c) se o contribuinte não informar a forma de tributação adotada no prazo consignado na intimação. nos casos de incorporação. Esse crédito que a empresa tem com a União.1. é necessário que se elabore um pedido de restituição ou declaração de compensação por meio do aplicativo PERDCOMP. que: a) se a empresa tiver optado pelo pagamento do imposto por estimativa. poderá ajustar os saldos contábeis. o lançamento será efetuado com base nas regras do lucro real trimestral. verificadas nos procedimentos de redução ou suspensão do imposto em determinado mês ensejarão a aplicação da multa de ofício sobre o valor indevidamente reduzido ou suspenso. a título de antecipação. ainda.purchase at www. inclusive a escrituração do Lalur. e o IRPJ/CSLL devido apurado no ajuste anual em 31 de dezembro. pelo confronto com a contagem física.2. o valor pago a maior ou indevidamente em períodos de apuração anteriores (ano-calendário ou trimestre). b) as infrações às regras de apuração do lucro real. 4.com . Considera-se pagamento a maior a diferença positiva verificada entre o IRPJ/CSLL pagos ou retidos. observando o que está disciplinado na Instrução Normativa nº 900 de 2008.7 Falta ou Insuficiên cia do Pagamento Mens al do Imposto A falta ou insuficiência de pagamento do Imposto de Renda e/ou da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido sujeitará o contribuinte aos acréscimos legais previstos na legislação tributária federal. levantamento e avaliação de seus estoques. o contribuinte continua obrigado a promover.

com base da receita bruta e acréscimos ou em balanço/balancete de suspensão ou redução relativo ao mês de dezembro. acumulada mensalmente. deverão constar. que exceder ao valor devido anualmente. o imposto devido com base no lucro real apurado em 31 de dezembro. computadas na apuração no lucro real de cada período em curso. exclusões e compensações.3 Ajuste Anua l As diferenças negativas de IRPJ/CSLL apuradas no ajuste anual poderão ser compensadas com o imposto e/ou contribuição devidos a partir do mês de janeiro do ano-calendário subseqüente ao do encerramento do período de apuração.com . em quota única. Lucro Real: teoria e prática  35 Printed with FinePrint trial version . até o último dia útil do mês de março do ano subseqüente. sendo os registros na parte B do referido livro realizados somente no encerramento do ano-calendário. o saldo do IRPJ/CSLL deverão ser pagos. 4. se o saldo a pagar do IRPJ/CSLL. acrescido de multa de ofício e juros de mora contados do vencimento da quota única do imposto. b) o valor pago. no vencimento estipulado em legislação. 4.d) verificada a falta de pagamento do imposto por estimativa. observando-se: a) a cada balanço ou balancete levantado para fins de suspensão ou redução do IRPJ/CSLL deverá determinar um novo lucro real.fineprint. desconsiderando as apurações procedidas em meses anteriores do mesmo ano-calendário. for recolhido no período de 1º a 31 de março de 20X1. apurado em 31/12/20X1. o lançamento de ofício abrangerá: a multa de ofício sobre os valores devidos por estimativa e não recolhidos. com base na receita bruta e acréscimos ou em balanço/balancete de suspensão ou redução nos meses de janeiro a novembro. observando-se o seguinte: a) os valores pagos . acumulada mensalmente. O saldo a pagar será acrescido de juros à taxa SELIC. Portanto. na Parte A do LALUR.purchase at www. nos vencimentos estipulados na legislação. que excederem o valor devido anualmente. deverá ser acrescido de juros relativos à taxa SELIC de fevereiro/20X2 mais 1% referente ao mês de março/2008. caso não recolhido. Se a diferença apurada no ajuste anual for positiva.8 Utilização do L ALU R A demonstração do Lucro Real relativa a cada período abrangido pelo balanço/balancete de suspensão ou redução deverá ser transcrita no LALUR. discriminadamente. a partir de fevereiro até o mês anterior ao da compensação e de 1% relativamente ao mês que a compensação estiver sendo efetuada. após o término do ano-calendário. b) as adições. serão acrescidos de juros a taxa SELIC.2 . a partir de fevereiro ate o último dia do mês anterior ao do pagamento e de 1% no mês de pagamento. será acrescidos dos juros equivalente a taxa SELIC. a partir de 1º de janeiro do anocalendário subseqüente àquela a que se referir o ajuste anual até o mês anterior ao da compensação e de 1% relativamente ao mês que a compensação estiver sendo efetuada.

c) com acréscimos da selic de fev/20X2. b) no ajuste anual. mais 1% referente ao mês de março/20X2. é facultado o recolhimento antecipado. acumulada mensalmente. 4. serão acrescidos de juros equivalentes à taxa Selic para títulos federais.2 Saldo a Compensa r ou a Resti tuir As diferenças negativas do IRPJ e/ou da CSLL apuradas no ajuste anual. no caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro real trimestral. nos vencimentos estipulados na legislação específica.2 poderá ser deduzida nos anos-calendário subsequentes.3. que excederem o valor devido anualmente. adimplentes com os tributos e contribuições administrados pela RFB nos últimos cinco anos-calendário. observado o que segue: a) sem acréscimo. A parcela do bônus que não puder ser aproveitada no período de apuração a que se refere o subitem 3. no caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro real trimestral.3. 4. IRPJ e CSLL Retidos O imposto de renda e a CSLL retidos durante o ano-calendário que foi deduzido das estimativas mensais não poderá ser deduzido do valor apurado no ajuste anual. a partir do ano-calendário de 2003. da seguinte forma: a) em cada trimestre.com . ou b) com acréscimos de 1%. uma vez que o IRPJ e a CSLL Bruto devidos mensalmente já serão considerados como antecipação dos tributos devidos no ajuste anual. O bônus será utilizado deduzindo-se da CSLL devida: a) no último trimestre do ano-calendário. poderão beneficiar-se. determinada segundo as normas estabelecidas para as pessoas jurídicas submetidas ao regime de apuração com base no lucro presumido. do bônus de 1% instituído do art. Na hipótese de período de apuração trimestral.fineprint. da seguinte forma: a) os valores pagos. exceto contribuição previdenciária. OU objeto de pedido de RESTITUIÇÃO devidos a partir do mês de janeiro do ano-calendário subsequente ao do encerramento do período de apuração. na hipótese da pessoa jurídica tributada com base no lucro real anual. que deverão ser recolhidos até o último dia útil do mês de janeiro do ano subsequente.637 de 2002. no caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro real anual. relativamente ao ano-calendário em que for permitido seu aproveitamento. se recolhido no período de 1º a 29 de fevereiro/20X1. a partir de 1º de janeiro do ano-calendário subsequente àquele a que se referir o Lucro Real: teoria e prática  36 Printed with FinePrint trial version .purchase at www. b) no ajuste anual.1 Bônus de Ad implê ncia Fiscal : CSL L 1 % As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real e presumido. se recolhido de 1º a 31 de janeiro. poderão ser COMPENSADAS com tributo e/ou contribuição. o bônus será calculado em relação aos quatro trimestres do anocalendário e poderá ser deduzido da CSLL devida correspondente ao último trimestre. 38 da Lei 10. O bônus de adimplência fiscal será calculado aplicando-se o percentual de 1% sobre a base de cálculo da CSLL. com base na receita bruta e acréscimos ou em balanço ou balancete de suspensão ou redução nos meses de janeiro a novembro. Imposto Estimado de Dezembro Esse tratamento não se aplica aos valores do IRPJ e da CSLL relativos ao mês de dezembro.No entanto.

acumulada mensalmente.com . na data de sua efetivação. Segue abaixo os períodos de apuração e vencimentos: Período de Apuração Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Vencimento em Quota Única 29/02/2012 30/03/2012 30/04/2012 31/05/2012 29/06/2012 31/07/2012 31/08/2012 28/09/2012 31/10/2012 30/11/2012 31/12/2012 31/01/2013 Lucro Real: teoria e prática  37 Printed with FinePrint trial version . com base na receita bruta e acréscimos ou em balanço ou balancete de suspensão ou redução relativo ao mês de dezembro. 4.4 Apuração. será acrescido dos juros equivalentes à taxa Selic para títulos federais.ajuste anual até o mês anterior ao da compensação e de 1% relativamente ao mês em que a compensação estiver sendo efetuada.4. sob condição resolutória da ulterior homologação do procedimento. A compensação declarada à RFB extingue o crédito tributário. 4. mediante a apresentação do formulário Declaração de Compensação aprovado pela Instrução Normativa 900 RFB/2008. que exceder ao valor devido anualmente.fineprint. Declaração da Compensação A compensação efetuada pela pessoa jurídica.1 Anual : Receita B ru ta e Acréscimos O IRPJ e a CSLL estimados devem ser apurados mensalmente e recolhidos em quota única. Prazo de Recolhimento e C ódi go dos D AR F IRPJ e CSL L Segue informação sobre os pagamentos. na impossibilidade de sua utilização. a partir de 1º de fevereiro até o mês anterior ao da compensação e de 1% relativamente ao mês em que a compensação estiver sendo efetuada.purchase at www. período de apuração e código dos DARF do IRPJ e da CSLL. até o último dia útil do mês subseqüente ao de ocorrência dos respectivos fatos geradores. deverá ser informada à RFB mediante apresentação da Declaração de Compensação gerada a partir do programa PER/DComp ou. ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório. no vencimento estipulado em legislação específica. b) o valor pago.

purchase at www.Ganhos em aplicação de Renda Variável CSLL . conforme mencionado no item 4.1. as seguintes alíquotas: Lucro Real: teoria e prática  38 Printed with FinePrint trial version .Demais Empresas Obrigadas ao Lucro Real .com . 4. deverão ser mediante utilização dos seguintes códigos do DARF: Denominação IRPJ .5 Alíquotas do IRPJ. para recolhimento até março.Denominação IRPJ .4.4.3 Ajuste An ual O recolhimento dos saldos a pagar do IRPJ e da CSLL.4. sobre a base de cálculo.Demais Empresas Código dos Darf 2319 2362 5993 3317 2469 2484 4.fineprint.4.Empresas NÃO obrigadas ao Lucro Real . conforme tabela do item 4. d a CSLL e do Adicional d o IRPJ As pessoas jurídicas em geral determinarão o imposto de renda a pagar aplicando. 4.Entidades Financeiras .1.Instituições Fnanceiras .Entidades Financeiras . usados no recolhimento do IRPJ e da CSLL estimados com base na receita bruta e acréscimos e balanço de redução/suspensão.Demais Empresas Obrigadas ao Lucro Real .Entidades Financeiras .Demais Empresas não Obrigadas ao Lucro Real CSLL . Também poderá ser recolhido com encargos legais de juros de mora à taxa Selic acumulada de fevereiro e de 1% equivalente a março.Demais Empresas Código dos Darf 2390 2430 2456 6758 6773 O vencimento sem encargos será até o último dia útil do mês de janeiro do ano seguinte. apurados no ajuste anual.2 Anual : Balanço de Redução/Sus pensão O IRPJ e a CSLL estimados devem apurados mensalmente e o recolhimento será em quota única até o último dia útil do mês subseqüente ao de ocorrência dos respectivos fatos geradores.

o valor de R$ 20.fineprint. aplicável aos fatos geradores ocorridos desde 1º de maio de 2008. alíquota de 9% sobre o total da base de cálculo apurada no mês.000.com .000.00 4. e d) Adicional do IRPJ.000.00 100.000.000. sociedades de crédito imobiliário. em cada mês.purchase at www. bancos de qualquer espécie. independente do mês.Receita bruta e Acréscimos: incidirá alíquota adicional do IRPJ sobre a parcela que EXCEDER a R$ 20.00 120. conforme a seguir: Mês do Balanço de Número de Meses do período Limite do Lucro para incidência do Adicional Suspensão/Redução Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 20. para as pessoas jurídicas de seguros privados. corretoras de câmbio e de valores mobiliários.00 180. sociedades de arrendamento mercantil.000.00 40.000. distribuidoras de valores mobiliários.00 multiplicado pelo número de meses do respectivo período de apuração. financiamento e investimentos. cooperativas de crédito e associações de poupança e empréstimo.00 160.CSLL/IRPJ Estimados a Pagar (Passivo Circulante) àC Banco/caixa (Ativo Circulante) Lucro Real: teoria e prática  39 Printed with FinePrint trial version .Balanço de Redução/Suspensão: incidirá alíquota adicional do IRPJ sobre a parcela da base de cálculo que EXCEDER.000.00 60.000.000.00 240. quando da apuração mensal deverá ser da seguinte forma: D àC CSLL/IRPJ Estimado (Ativo Circulante) CSLL/IRPJ Estimados a Pagar (Passivo Circulante) D .00 140. administradoras de cartões de crédito.00 80.000.00 200.00 de base de cálculo em cada mês que for apurado o IRPJ pelo método da Receita Bruta e Acréscimos.000.a) IRPJ b) CSLL alíquota de 15% sobre o total da base de cálculo apurada no mês.00 220.000. sociedades de crédito. de capitalização. . 6 Contabil ização A contabilização do IRPJ/CSLL estimados. c) CSLL alíquota de 15%.000.

Prazo de Recolhiment o e C ódigos dos D AR F O IRPJ e a CSLL trimestrais devem ser apurados trimestralmente. Nesta modalidade de apuração trimestral os recolhimentos do imposto de renda e da contribuição social são considerados definitivos (Não há que se falar em Ajuste).000.00.00 multiplicado pelo número de meses do trimestre. vencíveis no último dia útil dos 3 meses subseqüentes ao do Lucro Real: teoria e prática  40 Printed with FinePrint trial version . Os ajustes que serão realizados são os mesmos da apuração anual.fineprint. ou valor de R$ 20. exclusões e compensações prescritas e admitidas pela legislação tributária. para pagamento no trimestre seguinte. recolhidos/deduzidos durante o ano-calendário: D . C ódigos de Recolhimento s e Vencimento A parcela do lucro real que exceder a R$ 60. ou em até 3 quotas. 5. ou retido na fonte sobre as receitas que integram a respectiva base de cálculo.CSLL/IRPJ a Pagar (Passivo Circulante) àC IRPJ/CSLL Estimados (Ativo Circulante) 5 APURAÇÃO TRIMESTRAL O resultado contábil a ser ajustado para elaboração do Lucro Real e da Base de Cálculo da Contribuição Social é o apurado com base no Balanço levantado a cada trimestre do ano-calendário. O tributos apurados serão recolhidos em quota única até o último dia útil do mês subseqüente ao do encerramento do trimestre. à alíquota de 10%.CSLL/IRPJ a Pagar (Passivo Circulante) àC Banco/caixa (Ativo Circulante) Pela dedução com o IRPJ/CSLL estimados.A contabilização do IRPJ/CSLL Devidos.purchase at www. exceto as compensações relativas ao imposto pago a maior ou indevidamente.3 Apuração. 5.com . 30 de setembro e 31 de dezembro. quando do ajuste anual deverá ser da seguinte forma: D àC Provisão da CSLL/IRPJ (Contas de Resultado) CSLL/IRPJ a Pagar (Passivo Circulante) D . estará sujeita ao adicional do IRPJ. 30 de junho. Os Balanços ou Balancetes serão levantados nas seguintes datas: 31 de março.000. O adicional é recolhido integralmente.1 Base de Cálcul o A base de cálculo do IRPJ/CSLL sobre o lucro real corresponde ao lucro líquido contábil ajustado pelas adições.2 Adicional de I RPJ. 5. e serão consolidados apenas com o resultado dos meses que compõem o trimestre. não sendo admitida qualquer dedução.

30/11/2012 e 31/12/2012 31/01/2013. Esse crédito que a empresa tem com a União. 31/08/2012 e 28/09/2012 31/10/2012. 31/05/2012 e 29/06/2012 31/07/2012. e os pagamentos devem ser iguais. A partir do mês subseqüente ao encerramento do trimestre.000. observando o que está disciplinado na Instrução Normativa nº 900 de 2008.com . Para isso.Empresas submetidas ao Lucro Real CSLL .Demais Empresas Código dos Darf 3373 2030 6012 5.purchase at www. acrescidas apenas de juros a taxa Selic. é denominado de Saldo Negativo de IRPJ/CSLL. Cada quota não poderá ser inferior a R$ 1. o saldo negativo poderá ser restituído ou compensado com o IRPJ/CSLL. 2ª e 3ª quota 30/04/2012. Considera-se pagamento a maior a diferença positiva verificada entre o IRPJ/CSLL pagos ou retidos e o IRPJ/CSLL devido apurado no trimestre. 28/02/2013 e 29/03/2013 Denominação IRPJ . ou utilizados para compensação com qualquer outro tributo federal. é necessário que se elabore um pedido de restituição ou declaração de compensação por meio do aplicativo PERDCOMP. A contagem da correção de juros é a partir do vencimento da 1ª quota.00. mensais e sucessivos. Lucro Real: teoria e prática  41 Printed with FinePrint trial version . devidos de outros períodos. do IRPJ/CSLL apurado no trimestre.encerramento do trimestre. Segue abaixo os períodos de apuração e vencimentos: Período de Apuração 1º Trimestre (janeiro a março) 2º Trimestre (abril a junho) 3º Trimestre (julho a setembro) 4º Trimestre (Outubro a dezembro) Vencimento em Quota Única 30/04/2012 31/07/2012 31/10/2012 31/01/2013 Segue as datas de vencimento das quotas: Período de Apuração 1º Trimestre (janeiro a março) 2º Trimestre (abril a junho) 3º Trimestre (julho a setembro) 4º Trimestre (Outubro a dezembro) Vencimento da 1ª. o valor pago a maior ou indevidamente em períodos de apuração anteriores (ano-calendário ou trimestre).Entidades Financeiras .fineprint.4 IRPJ/C SLL Pagos a Maior ou Indevidamente É permitido deduzir.

estão obrigadas a escrituração do LALUR. Cancelamento de Págin as em Branco Caso a utilização de uma das partes do LALUR se complete antes do término da outra parte (A ou B). as páginas em branco devem ser canceladas. especificando: a) no nome empresarial. a cada encerramento de período trimestral ou anual. b) número e a data de registro. Somente as pessoas jurídicas submetidas ao lucro real. -se aos lançamentos de ajuste do Resultado do Período e à transcrição da demonstração do lucro real (ou seja.6 Bônus de Adimplência Fiscal : CSLL 1% Vê item 4. no órgão competente.3. Lucro Real: teoria e prática  42 Printed with FinePrint trial version .1 deste trabalho.5 deste trabalho. através das adições. no livro subseqüente. prosseguindo-se a escrituração.1. respectivamente. 5 Dedução de C réditos por Indústrias Adqui rentes de bens no vos Vê item 4.com . gerente ou titular da pessoa jurídica e por contabilista legalmente habilitado. conforme o artigo 260 do Decreto nº 3. integralmente.5.000 de 1999 (RIR/99).fineprint. Os termos de abertura e de encerramento devem ser datados e assinados por diretor.e c) número do registro do CNPJ. que devem ser realizados. do ato constitutivo. O LALUR não está sujeito a autenticação ou registro em órgão oficial . 5. bem como por ocasião das estimativas com base no balanço/balancete de redução/suspensão. exclusões e compensações prescritas ou autorizadas. na DIPJ. 6 LIVRO DE APU R AÇ ÃO DO L UCR O RE AL L AL UR O Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) tem a finalidade de demonstrar os ajustes do resultado do período de apuração do IRPJ.purchase at www. os Termos de Abertura e de Encerramento. que identificam o contribuinte. Termos de Abe rtura e E ncerramento Na primeira e na última página do livro devem constar. demonstrar a apuração da base de cálculo). que servirão de elementos para o preenchimento da Demonstração do Lucro Real. por opção ou obrigatoriedade.

o PAT programa de alimentação ao trabalhador.com . DÉBITO CRÉDITO SALDO R$ D/C Lucro Real: teoria e prática  43 Printed with FinePrint trial version .fineprint. b) saldo remanescente de incentivos fiscais que poderão ser utilizados em períodos subseqüentes. CORRIGIR COEF. c) lucro diferido decorrente de contrato de longo prazo com empresas públicas. conforme legislação específica.(+) ADIÇÕES R$ - R$ 3 . PARTE B FUTUROS CONTA: DATA CONTROLE DOS VALORES QUE CONSITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE PERÍODOS HISTÓRICO PARA EFEITO DE CORREÇÃO CONTROLE DE VALORES MONETÁRIA MÊS VR. Citamos alguns exemplos de valores que serão escriturados na parte B: a) prejuízos fiscais operacionais e não-operacionais a compensar.REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO DATA HISTÓRICO ADIÇÃO EXCLUSÃO Totais das Adições e Exclusões 31/12/2012 DEMONSTRAÇÃO DO LUCRO REAL Natureza dos Ajustes R$ - R$ - 1 .PARTE A .(-) EXCLUSÕES R$ 4 .purchase at www. e e) dentre outras situações que a legislação em algum momento permitiu ou permite o diferimento de receita ou despesa. caso a PJ tenha optado por considerar o efeito fiscal das variações quando da liquidação do contrato de crédito ou obrigação. uma folha para cada natureza.LUCRO LÍQUIDO DO ANO-CALENDÁRIO DE 2012.(-) COMPENSAÇÕES R$ BASE DE CÁLCULO NO PERÍODO R$ - - - Os valores que serão escriturados na parte B devem ser separados por sua natureza. como por exemplo. após a CSLL e antes do IRPJ 2 . d) variações cambiais ativas/passivas contabilizadas pelo regime de competência. ou seja.

O envio do arquivo eletrônico contendo os registros do e-Lalur necessita de assinatura digital. exclusão) realizados no lucro líquido. e também será definitivo o valor que será utilizado dos saldos que estão registrados na parte B. No entanto. a utilização do e-Lalur (Livro Eletrônico de Escrituração e Apuração do Imposto sobre a Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido da Pessoa Jurídica Tributada pelo Lucro Real).000. com Certificado Digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras (ICPBrasil).em mais de 30%. O e-Lalur deverá ser apresentado à Receita Federal pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica até as 23h59min59s do horário de Brasília.Estimati vas Mensais do IRPJ/C SLL As empresas que calcularem as estimativas com base no balanço/balancete de para suspender ou reduzir o recolhimento mensal do imposto somente estão obrigadas a escriturar a parte B no encerramento do anocalendário.com . Ou seja. alterada pela Instrução Normativa 1.gov. através de aplicativo a ser disponibilizado pela RFB na Internet. para as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real. a base para definir o valor máximo que poderá ser compensado é o lucro líquido fiscal. quando da apuração do IRPJ e da CSLL. do último dia útil do mês de junho do ano subsequente ao ano-calendário de referência. LALUR ELETRÔNICO: E-LALUR A partir do ano-calendário de 2013. sem ter limitação de prazo para fazê-la. instituído pela Instrução Normativa 989. O prejuízo fiscal e a base negativa da CSLL podem ser compensados na apuração do lucro real de períodos de Limite de Compensação Até o ano-calendário de 1994.br >. A pessoa jurídica obrigada que não apresentar o e-Lalur no prazo estabelecido fica sujeita à multa de R$ 5. no endereço eletrônico <www. mediante utilização de certificado digital do representante legal do contribuinte ou de seu procurador e do contabilista responsável. uma vez que somente no encerramento se apurará o valor definitivo do IRPJ/CSLL. observados os prazos fixados na legislação vigente à época de sua apuração.249 RFB/2012. em relação aos fatos ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2013. os prejuízos fiscais e as bases negativas da CSLL puderam ser compensados com a totalidade do lucro real. é obrigatória. as pessoas jurídicas continuaram a poder realizar as compensações. e não o saldo de prejuízo fiscal e base Printed with FinePrint trial version . A partir de 1º de janeiro de 1996. 7 PREJUÍZO FISCAL E BASE NEGATIVA DA CSLL O Prejuízo Fiscal (IRPJ) e a Base Negativa da CSLL são os resultados negativos apurados após os ajustes fiscais (adição.receita. Lucro Real: teoria e prática  44 denominado de lucro fiscal . de 22-12-2009.fineprint.fazenda.purchase at www.00 por mês-calendário ou fração de mês de atraso. O e-Lalur substitui o livro Livro de Apuração de Apuração do Lucro Real (Lalur) instituído pela Instrução Normativa 28 SRF/78. ficou estabelecido que as compensações não podem reduzir o lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões negativa da CSLL.

249/1995 artigo 31. positiva ou negativa.fineprint. com base no balanço/balancete. cumulativamente: a) resultado não-operacional negativo. vetou a compensação de resultado com naturezas diferentes.a compensação de prejuízo fiscal e da base negativa da CSLL poderá ser realizada somente na apuração do ajuste anual. Lucro Contá bil e Prejuíz o Fiscal/ Base Negati va da CSLL A pessoa jurídica pode apurar lucro líquido em determinado período e. O resultado não-operacional será igual à diferença. somente será escriturada quando do encerramento do ano-calendário. quando a apuração é anual. com o advento da Lei nº 9. Resultados Não -Ope raci onais Consideram-se não-operacionais os resultados decorrentes da alienação de bens ou direitos integrantes do Ativo Permanente. pois nos meses de janeiro a dezembro. O contribuinte poderá. b) Lucro Real Anual I) Estimativa com base na receita bruta e acréscimos . no encerramento do período de apuração. Nessa hipótese. após os ajustes feitos no LALUR. com valores apurados em anos anteriores e/ou trimestres anteriores. verificar prejuízo fiscal/base negativa de CSLL.com .Momento da Compensação Observado o limite de 30% do lucro real e da base de cálculo da CSLL. II) Balanço/Balancete de redução e suspensão .: A baixa dos saldos escriturados na Parte B. Mudança de Regime de Tributação A apuração ou compensação de prejuízos fiscais somente poderá ser realizada no período de apuração em que a empresa for tributada pelo lucro real.a compensação de prejuízo fiscal e da base negativa da CSLL poderá ser realizada a cada trimestre-calendário. no período de apuração em que retornar à ada a legislação vigente à época da compensação. esclareceu que a empresa somente estará obrigada a separar o prejuízo não-operacional do prejuízo das demais atividades se ocorrer. o prejuízo fiscal/base negativa de CSLL deverá ser fiscais positivos em períodos subseqüentes. e b) prejuízo fiscal. as compensações serão procedidas nos momentos a seguir: a) Lucro Real Trimestral . Prejuízo Fiscal Operacio nal e Não -Operacional A partir de 1º de janeiro de 1996. entre o valor pelo qual o bem ou direito for alienado e o seu valor contábil. Lucro Real: teoria e prática  45 Printed with FinePrint trial version .purchase at www. com base no balanço em 31 de dezembro. A Instrução Normativa 11 de 1996.a compensação de prejuízo fiscal e da base negativa da CSLL poderá ser realizada nas apurações mensais calculadas com base no balanço/balancete de redução/suspensão. com o lucro real apurado no ajuste anual procedido em 31 de dezembro. de janeiro a dezembro. surgiu a vedação de compensação de prejuízo fiscal não-operacional com lucro fiscal operacional. o valor é estimado. ou seja. e ainda. não é definitivo. Obs.

e alterações também dos critérios de reconhecimento de receitas. de 27 de maio de 2009. de forma irretratável. quando o ajuste for positivo. for inferior ao valor do lucro líquido antes da CSLL apurado de acordo coma Lei 6. A partir do ano-calendário de 2010. os métodos e critérios contábeis vigentes em 31-12-2007.404. O RTT vigerá até a entrada em vigor de lei que discipline os efeitos tributários dos novos métodos e critérios contábeis. promoveram várias mudanças.COFINS. nesta Ficha.FC ONT RTT E CO NTR OLE FIS C AL CO NT ÁBIL D E REGIME TRIBUTÁRIO DE TRANSIÇÃO RTT As Leis nº 11. ou Lucro Real: teoria e prática  46 Printed with FinePrint trial version . da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . devendo ser neutralizados na escrituração tributária. A pessoa jurídica sujeita ao RTT. de 1976 (Lei das Sociedades Anônimas). com as alterações introduzidas pela Lei 11. deverá ajustar o lucro líquido. aumentando assim o prejuízo contábil. o RTT foi optativo. considerados.404/76. a empresa irá recolher IRPJ/CSLL e estes valores deverão ser provisionados no resultado.purchase at www. 8 RE GIME TRI BUT ÁRI O D E TR ANS IÇ ÃO TR AN SIÇÃO . para fins tributários.Prejuízo Con tábil/ Base Negati va da C SLL e Luc ro Real/ Base de Cálculo Positi va da C SLL A contabilidade da empresa poderá acusar um prejuízo líquido contábil no período.404. embora a contabilidade tenha evidenciado um prejuízo contábil. inclusive para a apuração do imposto sobre a renda com base no lucro presumido ou arbitrado. conforme o período de apuração. Considera-se ajuste positivo quando o valor do lucro líquido antes da CSLL apurado de acordo com a Lei 6. para reverter o efeito da utilização de métodos e critérios contábeis diferentes daqueles previstos na legislação até 31-12-2007. quando dos ajustes no LALUR conforme a legislação.404/76.fineprint.941. com opção manifestada. 15 da Lei nº 11. na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica 2009 e aplicou ao biênio 2008-2009. principalmente contábil na Lei nº 6. Estas alterações não terão efeitos para fins fiscais nas pessoas jurídicas sujeitas ao Regime Tributário de Transição RTT. devendo ser considerados os métodos e critérios vigentes em 31 de dezembro de 2007.941/2009.CSLL. o RTT é obrigatório. Entretanto. foi instituído pelo art.com .638/2007 e pela Lei 11.941/ 2009. com a finalidade de propor a neutralidade tributária e regulamentar os ajustes que deverão ser realizados para neutralizar os efeitos decorrentes dos novos métodos e critérios contábeis. de apuração do Lucro Real. poderá resultar em resultado fiscal positivo: lucro fiscal. custos e despesas computadas na apuração do lucro líquido do exercício definido no art. de 15 de dezembro de 1976. da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido . de 28 de dezembro de 2007 e os artigos 37 e 38 da Lei nº 11.638. vedada a aplicação do regime em um único ano-calendário. O regime tributário do RTT. conforme a seguir: a) adicionar ao lucro líquido antes da CSLL o valor do ajuste do RTT. buscando a neutralidade tributária. Nesse caso. antes das adições determinadas e das exclusões autorizadas pela legislação de regência da CSLL. 191 da Lei no 6. Nos anos-calendário de 2008 e 2009.

404/76.fineprint.638/2007 e pela Lei 11.b) excluir do lucro líquido antes da CSLL o valor do ajuste do RTT. Neste será realizada a escrituração.00 por mês-calendário.purchase at www. é obrigatório para as pessoas jurídicas submetidas ao Lucro Real e Presumido. Os dados a serem apresentados por intermédio do programa consistem em lançamentos referentes aos mesmos fatos. CONTROLE FISCAL CONTÁBIL DE TRANSIÇÃO . a apresentação tem prazo diferenciado conforme a legislação vigente. 57 da Medida Provisória 2. Regra geral. cisão e incorporação. que considera os métodos e critérios contábeis aplicados pela legislação tributária. para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). as informações ou esclarecimentos solicitados sobre as informações contidas no programa. a multa é de R$ 5. mas considerando critérios diferenciados. são eles: I . que devem ser expurgados. o prazo fixado para apresentação é o mesmo definido para a apresentação da DIPJ referente ao mesmo ano-calendário.FCONT A partir do ano-calendário de 2010. O arquivo poderá ser retificado a partir da competência ano-calendário de 2011 até o último dia útil do mês de junho do ano seguinte. Os ajustes propostos pelo RTT serão escriturados no Livro de Apuração do Lucro Real e no aplicativo de Controle Fiscal Contábil de Transição FCONT. as pessoas jurídicas obrigadas ao FCONT são aquelas que submeteram ao Lucro Real e ao RTT. Frisamos que o RTT a partir do ano-calendário de 2010. nos prazos estabelecidos. inclusive em caso de eventos especiais de extinção. Conforme o inciso I do art. quando o ajuste resultar negativo. o RTT: dos lançamentos que modifiquem o resultado de uma empresa. Segundo o FIPECAFI 2011. obrigatoriamente. as assinaturas digitais das duas pessoas seguintes: pessoa jurídica que realizou as operações a serem informadas e o Contador. for superior ao valor do lucro líquido antes da CSLL apurado de acordo com a Lei 6. O ajuste será negativo quando o valor do lucro líquido antes da CSLL apurado de acordo com a Lei 6.com . com as alterações introduzidas pela Lei 11. das contas patrimoniais e de resultado. O arquivo a ser transmitido à RFB deverá conter. que devem ser inseridos.lançamentos realizados na escrituração contábil para fins societários. e II .158-35/01.941/ 2009. e que tenham sido decorrentes da Lucro Real: teoria e prática  47 Printed with FinePrint trial version .lançamentos considerando os métodos e critérios contábeis aplicáveis para fins tributários. relativamente às pessoas jurídicas que deixarem de fornecer. É exclusivo e obrigatório apenas para as pessoas jurídicas sujeitas ao Lucro Real e ao RTT. os métodos e critérios contábeis vigentes em 31-12-2007. fusão. para fins tributários.404/76. considerados.000. em partidas dobradas.

fineprint.313/1991: até 40% das (alíquota de 15%. doações e 30% dos patrocínios sem adicional) 3) OPERAÇÕES DE CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Projetos do Art. 540. 543 excedente e 581 à 588 do RIR/99 poderá ser deduzida em períodos posteriores. sem adicional) A despesa de custeio é dedutível na apuração do IRPJ e da CSLL se indistintamente a todos Printed with FinePrint trial version . e Lei 8. no prazo máximo de dois anoscalendário subsequentes. 18 da Lei 4% do IRPJ Devido 8. Arts. doações e 30% dos patrocínios sem adicional) Lucro Real: teoria e prática    .purchase at www. I.313/1991 O valor das doações e patrocínios NÃO poderá ser deduzido como despesa operacionalAdição IRPJ e CSLL Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes. de 5-10-1993 O valor das doações e patrocínios poderá ser integralmente deduzido como despesa operacional Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes.9 INCENTIVOS FISCAIS MODALIDADE CÁLCULO TRATAMENTO DA LIMITE INDIVIDUAL DESPESA/ INVESTIMENTO EXCEDENTE FUNDAMENTAÇÃO 1) PAT 15% das despesas de custeio do PT. 475 à 489 e 543 do RIR/99.99 x número de refeições 4% do IRPJ Devido (alíquota de 15%. sem adicional) A parcela Arts. 48 2) PDTI/PDTA após 3-6-93 15% dos dispêndios com PDTI/PDTA incorridos no período-base 3) OPERAÇÕES DE CARÁTER CULTURAL E ARTÍSTICO Projetos dos Arts. Decreto 949.com 4% do IRPJ Devido (alíquota de 15%. 25 e 26 da 4% do IRPJ Devido Lei 8. 504. líquida da parcela descontada dos empregados OU 15% de R$ 1.313/1991: 100% das (alíquota de 15%. 526.

com 3% do IRPJ Devido (alíquota de 15%. conforme legislação. Além da Exclusão do IRPJ e da CSLL.219. 372 do RIR/99 e Lei 12. 41 ao 46 e a Lei 11.purchase at www. 543 e 591 do RIR/99 e Art. 12 As quantias referentes a patrocínio a projeto previamente aprovado pela Ancine.Adição IRPJ e CSLL Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes. Lucro Real: teoria e prática    . sem adicional) O valor dos patrocínios NÂO poderão ser deduzidos como despesa operacional. 49 As quantias aplicadas na 5) QUOTAS DOS FUNCINES aquisição de quotas dos Funcines 6) FUNDOS DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Doações efetivamente comprovadas. 4% do IRPJ Devido (alíquota de 15%. conforme legislação. sem adicional) O valor das doações NÂO poderá ser deduzido como despesa operacionalAdição IRPJ e CSLL.437 de 28-12-2006 art. Lei 11.Patrocínios As quantias referentes a patrocínio a projeto previamente aprovado pela Ancine. de 4-9-2001 Art. Arts. sem adicional). 3% do IRPJ Devido (alíquota de 15%.fineprint. 4) ATIVIDADE AUDIOVISUAL . 9º Printed with FinePrint trial version . sem adicional) Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes. de 28-12-2006 art. 7º 1% do IRPJ Devido (alíquota de 15%. Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes. Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes.375. de 30-12-2010 art. Medida Provisória nº 2.437.4) ATIVIDADE AUDIOVISUAL Investimentos Arts. 1º do Decreto 794/93.

8) PROJETOS DESPORTIVOS E PARAESPORTIVOS Os valores despendidos a título de patrocínio ou doação. e suas alterações e Decreto 6. sem adicional) O valor das doações NÂO poderá ser deduzido como despesa operacional Adição IRPJ e CSLL. de 3-82007 Printed with FinePrint trial version .7) FUNDOS NACIONAL.fineprint. de 21-1-2010 50 9) PRORROGAÇÃO LICENÇA-MATERNIDADE O valor do salário pago equivalente aos 60 dias de prorrogação da licençamaternidade Lucro Real: teoria e prática    . de 29-122006. 1% do IRPJ Devido (alíquota de 15%. Municipais do Idoso sem adicional) devidamente comprovadas.213. no apoio direto a projetos desportivos e paradesportivos previamente aprovados pelo Ministério do Esporte.180. Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes. Lei 12. Lei 11.438. de 9-9-2008 e Instrução Normativa RFB 991.770. Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes. Lei 11.com Valor do IRPJ devido no períodobase O valor pago do salário NÂO poderá ser deduzido como despesa operacional Adição IRPJ e CSLL. Não poderá ser deduzidos nos períodos de apuração seguintes. ESTADUAL E MUNICIPAL DO IDOSO O total das doações feitas aos 1% do IRPJ Devido Fundos Nacional. de 20-1-2010. e suas alterações O valor das doações NÂO poderá ser deduzido como despesa operacional Adição IRPJ e CSLL. Estaduais ou (alíquota de 15%.purchase at www.

Em consequência.com . desde que inexista outro fundamento relevante. bem como pela autorização de desistência dos já interpostos. o Ministério da Fazenda. decidiu que a fixação.313/2008. de custos máximos para as refeições individuais como condição ao gozo do incentivo fiscal previsto na Lei 6.623 PGFN. 2 Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial / Agropecuá rio (PDTI/P DT A) As pessoas jurídicas industriais e agropecuárias que executaram Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI) ou Programas de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário (PDTA). que concluiu pela dispensa de apresentação de contestação. 3 Operações de Caráter Cultural e Artístico As doações ou patrocínios em favor de projetos culturais.321/76. através da Portaria Interministerial 326 MTB-MF-MS/77 e da Instrução Normativa 143 SRF/86. Também serão considerados fornecimento de cestas básicas. Lucro Real: teoria e prática  51 Printed with FinePrint trial version . através do Despacho s/nº. podendo ser consideradas: a) matéria-prima.purchase at www. para serem dedutíveis na do IRPJ devido deve ser para custear projetos devidamente aprovados pelo Ministério da Cultura MinC. para fins de cálculo do incentivo fiscal previsto na Lei 6. aprovados até 31-122005. tíquetes. aquelas que vierem a constituir o custo direito e exclusivo do serviço de alimentação.fineprint. nas ações judiciais que discutam a legalidade da fixação de valores máximos para refeições oferecidas no âmbito do PAT. porque extrapolaram os limites do poder regulamentar. f) gastos com objetos descartáveis para fornecimento dos alimentos. de 21-11-2008. a empresa deve se cadastrar no Ministério do Trabalho e Emprego. c) mão-de obra e encargos decorrentes de salários. e) gastos com energia diretamente relacionados ao reparo e à distribuição das refeições. violaram o princípio da legalidade e da hierarquia das leis. por meio da Portaria 326 MTB-MF-MS/77 e da Instrução Normativa 143 SRF/86. através do Recurso Especial 990.321/76. cartões eletrônicos ou magnéticos ou empresas fornecedoras de alimentação. aprovou o Parecer 2. d) gastos com asseio. de 1-12-2008. conforme examinamos nos subitens a seguir. poderão deduzir do imposto devido parcela a título de incentivo fiscal. São consideradas despesas de custeio.NOTAS E OBSERVAÇÕES: 1 Programa de Alimentação ao Trabalhador PAT Para efeito da dedução como Incentivo Fiscal (dedução do IRPJ devido). b) mão-de-obra. de interposição de recursos. cupons. Limite de Dedução Decisão do STJ e do MF O STJ Superior Tribunal de Justiça.

para a realização de projetos culturais por pessoa física ou pessoa jurídica de natureza cultural. as quantias Lucro Real: teoria e prática  52 Printed with FinePrint trial version . conforme examinamos a seguir. b) a cobertura de gastos ou a utilização de bens móveis ou imóveis. ou a pessoa física. exibição. e b) projetos específicos da área audiovisual. à pessoa física ou jurídica de natureza cultural. Investimentos Até o exercício fiscal de 2016. cujo projeto tenha sido apresentado por empresa brasileira. inclusive. cinematográfica de exibição. em caráter definitivo. sem transferência de domínio. bens ou serviços para a realização de projetos culturais. de numerário para a realização de projetos culturais. 4 Produção de Obras e Projetos Audio visuais A pessoa jurídica tributada pelo lucro real poderá estimular a atividade audiovisual através de investimento.Conceito de Doação Considera-se doação a transferência gratuita. no respectivo período de apuração. Conceito de Patrocínio Considera-se patrocínio: a) a transferência gratuita. distribuição e infraestrutura técnica. COM OU SEM FINS LUCRATIVOS. em caráter definitivo. c) apoio financeiro em favor de projetos de execução de planos plurianuais de atividades culturais apresentados por entidades culturais de relevantes serviços prestados à cultura nacional. à pessoa jurídica de natureza cultural. o contribuinte poderá deduzir do Imposto de Renda devido as quantias referentes a patrocínio a projeto previamente aprovado pela Ancine para: a) a produção de obra audiovisual brasileira de produção independente. vedado o seu uso em publicidade paga para a divulgação das atividades objeto do respectivo projeto cultural. as pessoas jurídicas poderão deduzir do Imposto de Renda devido as quantias referentes a investimentos realizados em projetos audiovisuais. sem fins lucrativos. em atendimento a determinação do Tribunal de Contas da União. inclusive. inclusive. preservação. e b) projetos específicos da área audiovisual de difusão. as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real poderão deduzir do Imposto de Renda devido. especificou os segmentos culturais que podem receber doações ou patrocínios oriundos de incentivo fiscal de dedução do Imposto de Renda. previamente aprovados pela Ancine: a) a produção de obra audiovisual cinematográfica brasileira de produção independente. através da Portaria 116 MinC/2011.com .purchase at www. de numerário. cujo projeto tenha sido apresentado por empresa brasileira. do patrimônio do patrocinador. Detalhamento dos Segmentos Culturais O Ministério da Cultura. COM OU SEM FINS LUCRATIVOS. distribuição e infraestrutura técnica. Patrocínios Até o ano-calendário de 2016. patrocínio ou aquisição de quotas dos Funcines.fineprint. 5 Aquisição de Quotas d os FUNCINE S Até o período de apuração relativo ao ano-calendário de 2016. com finalidade promocional e institucional de publicidade.

a pessoa jurídica poderá deduzir do Imposto de Renda devido.213. estaduais ou municipais. A pessoa jurídica fica obrigada a controlar contabilmente os gastos com custeio da prorrogação da licençamaternidade ou da licença à adotante. ao final de cada ano-calendário em que fizer uso do benefício. o total das doações feitas aos Fundos Nacional. os valores despendidos a título de patrocínio ou doação. nacional. 7 Fundos do Idoso Segundo a Lei 12. devidamente comprovadas pelo comprovante emitido pelos Conselhos Municipais. 9 Programa Empresa Ci dadã LI CE N Ç A-M ATER NID ADE A pessoa jurídica terá que aderir ao Programa Empresa Cidadã. a pessoa jurídica tributada pelo lucro real poderá deduzir do Imposto de Renda devido em cada período de apuração. de que trata a Lei 11. Lucro Real: teoria e prática  53 Printed with FinePrint trial version . em períodos que variam de 15 a 60 dias. controladores dos fundos beneficiados pelas doações. Estaduais ou Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. trimestral ou anual.com . de 20-1-2010. identificando de forma individualizada os gastos por empregada que requeira a prorrogação.purchase at www. seguindo as exigência prevista em legislação. no apoio direto a projetos desportivos e paradesportivos previamente aprovados pelo Ministério do Esporte.770/2008. em cada período de apuração. Fundos de Financiamento da Indústria Cinematográfica 6 Doações aos Fundos d os Direitos a Cria nça e do Adolescente As pessoas jurídicas poderão deduzir do imposto devido as doações efetuadas aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente. È permitida a doação em bens realizada por pessoa jurídica. 8 Projetos Desportivos e Paraesportivos Até o ano-calendário de 2015. para pode usufruir do incentivo fiscal de dedução da remuneração integral da empregada pago nos 60 dias de prorrogação de sua licença-maternidade. Regularidade Fiscal A pessoa jurídica tributada com o propósito de usufruir da dedução do IRPJ devido deverá comprovar regularidade quanto à quitação de tributos federais e demais créditos inscritos em Dívida Ativa da União. inclusive.aplicadas na aquisição de quotas dos Funcines Nacional. O incentivo também se aplica no caso de parto antecipado e à empregada de pessoa jurídica que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança.fineprint. a partir de 1-1-2011. Estaduais ou Municipais do Idoso devidamente comprovadas.

purchase at www.fineprint. os limites globais a seguir: INCENTIVOS FISCAIS DE DEDUÇÃO DO IR Atividade Cultural/Artística (Lei 8. Estaduais e Municipais do Idoso Projetos Desportivos e Paradesportivos - Lucro Real: teoria e prática  54 Printed with FinePrint trial version . deverá observar.313/91 Atividade Audiovisual Atividade Audiovisual Investimento Patrocínio artigo 25 e artigo 26) artigo 18) LIMITE GLOBAL DE DEDUÇÃO % 4 Aquisições de Quotas do Funcines Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) PDTI ou PDTA aprovado após 3-6-93 1 4 Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente Fundos Nacional.10 Limites CO LETIVOS A pessoa jurídica beneficiária de mais de um incentivo fiscal.313/91 Atividade Cultural/Artística (Lei 8. também. além de observar os limites individuais específicos para cada incentivo.com .

00 6.00 6.00.30 36. para preservação do patrimônio histórico da cidade. Cálculo da base de presunção do IRPJ: Receita de Revenda de Mercadorias Receita da Prestação de Serviço de Transporte de Passageiros Total da base de presunção do IRPJ Acréscimos a base de cálculo do IRPJ: Total da base de cálculo do IRPJ IRPJ devido no mês Total do IRPJ devido no mês de fevereiro/2012 Cálculo do Incentivo Fiscal .250. 18 da Lei 8.com .250.313/1991 IRPJ a Pagar no mês Valor a pagar do mês de fevereiro/2012 Lucro Real: teoria e prática  55 Printed with FinePrint trial version .000.fineprint.125.purchase at www.00 A empresa fez doação ao projeto "Restaura Ouro Preto" na quantia de R$ 1.000.10 EXEMPLOS PRÁTICOS Exercício nº 01 Método: Receita Bruta e Acréscimos Período: Fevereiro/2012 Dados Receita de Revenda de Mercadorias Devolução de Vendas Receita da Prestação de Serviço de Transporte de Passageiros Ganho de capital na venda de veículo Juros recebidos de clientes Rendimento de aplicação financeira de renda fixa IR/Fonte sobre aplicação financeira R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ Valores 826.Doação conforme art.30 16.940.850.500.00 35.00 334.

00 6.220.700.16% Total da base de presunção do IRPJ Acréscimos a base de cálculo do IRPJ: Base de cálculo da receita bruta Ganho de capital na venda de veículo Juros recebidos de clientes Total da base de cálculo do IRPJ R$ R$ R$ R$ 116.00 6.8% (após dedução da devolução) Receita da Prestação de Serviço de Transporte de Passageiros .00 140.00 334.480.00.fineprint.07 16.00 35.125.30 16.Cálculo da base de presunção da CSLL: Receita de Revenda de Mercadorias Receita da Prestação de Serviço de Transporte de Passageiros Total da base de presunção da CSLL Acréscimos a base de cálculo da CSLL: Total da base de cálculo da CSLL CSLL a Pagar no mês CSLL a pagar (9%) do mês de fevereiro/2012 Resolução do Exe rcício nº 01 Método: Receita Bruta e Acréscimos Período: Fevereiro/2012 Dados Receita de Revenda de Mercadorias Devolução de Vendas Receita da Prestação de Serviço de Transporte de Passageiros Ganho de capital na venda de veículo Juros recebidos de clientes Rendimento de aplicação financeira de renda fixa IR/Fonte sobre aplicação financeira R$ R$ R$ R$ R$ R$ R$ Valores 826.00 A empresa fez doação ao projeto "Restaura Ouro Preto" na quantia de R$ 1.00 6.490. Cálculo da base de presunção do IRPJ: Receita de Revenda de Mercadorias .000.850.000.30 36.purchase at www.500. para preservação do patrimônio histórico da cidade.850.05 116.940.250.07 R$ R$ R$ 63.02 53.07 Lucro Real: teoria e prática  56 Printed with FinePrint trial version .com .940.700.250.

IRPJ devido no mês IRPJ devido (15%) Adicional do IRPJ (10% sobre excedente de R$ 20.730.00 33.00 193.073.08 Lucro Real: teoria e prática  57 Printed with FinePrint trial version .Doação conforme art.purchase at www.073.435.313/1991) Valor a pagar do mês de fevereiro/2012 R$ R$ R$ 33.94 R$ R$ R$ 21.04 40.12% (após dedução da devolução) Receita da Prestação de Serviço de Transporte de Passageiros .fineprint. 18 da Lei 8. 18 da Lei 8.51 12.12% Total da base de presunção da CSLL Acréscimos a base de cálculo da CSLL: Base de cálculo da receita bruta Ganho de capital na venda de veículo Juros recebidos de clientes Rendimento de aplicação financeira de renda fixa Total da base de cálculo da CSLL CSLL a Pagar no mês CSLL a pagar (9%) do mês de fevereiro/2012 R$ 17.122.51 (842.049.940.122.51 842.110.000.51 Cálculo da base de presunção da CSLL: Receita de Revenda de Mercadorias .850.279.08 R$ R$ R$ 94.313/1991 IRPJ Devido Limite de 4% do IRPJ devido IRPJ a Pagar no mês IRPJ devido no mês (-) Incentivo Fiscal: Incentivo a Cultura (art.940.00) Total do IRPJ devido no mês de fevereiro/2012 Cálculo do Incentivo Fiscal .com .08 16.00 6.940.00 35.57 R$ R$ 21.70 R$ R$ R$ R$ R$ 134.000.94) 32.830.04 134.

com .purchase at www.fineprint.Os darf deve rão ser pree nchidos da seguinte forma: Lucro Real: teoria e prática  58 Printed with FinePrint trial version .

215.52) 59 Printed with FinePrint trial version .581.698.682.24) (112.193.523.96) (706.40) 31.23) (245.875.000.581.044.141.389.02) (135.00) (72.636.29) (1.12 (11.689.580.567.Exercício nº 02 Demonstração do Resultado do Exercício Findo em 31/12/2012 Descrição Receita Operacional Bruta Venda de Mercadorias (-) Deduções da Receita Bruta ICMS COFINS PIS Vendas Canceladas Receita Operacional Líquida Custo das Mercadorias Vendidas (vide nota 1) Lucro Bruto Despesas Operacionais Despesas com Vendas Salários e Comissões do Pessoal de Vendas Encargos Sociais sobre Salários e Comissões Provisão para Férias e Encargos Sociais Alimentação do Trabalhador (PAT) Assitência Médica a Empregados Assistência Odontológica Despesas com Veículos Depreciações Despesas de Propaganda Perdas no Recebimento de Créditos*¹ Energia Elétrica Despesas Gerais e Administrativas Salários do Pessoal Administrativo Encargos Sociais sobre Salários Provisão para Férias e Encargos Sociais Honorários dos Administradores Encargos Sociais s/Honorários dos Administradores Alimentação de Empregados Assistência Médica a Empregados Depreciações Lucro Real: teoria e prática  R$ 39.785.785.69) (34.00 (8.083.652.071.456.94) (9.fineprint.827.351.58) (257.99) (159.00) (720.596.701.04) (2.32) (147.179.737.24 (16.190.743.54) (1.32) (264.215.00 39.077.923.991.364.515.50) (45.43) (5.66) (51.com .00) (254.872.648.86) (441.140.124.975.847.623.00) (144.00) (25.000.76) (7.351.12) 14.purchase at www.70) (1.36) (216.894.

..000..............046..00 230....561....08) 2.036. Soc......... R$ 214.. Controladas ...000..599. Lucro Real: teoria e prática  60 Printed with FinePrint trial version .23 de Perdas no Recebimento de Créditos.940.76 *¹ O valor de R$ 34.................61 2....848.567.00 70. A empresa apresenta um Prejuízo Fiscal do ano de 2010....98 Compras: ....00.......50) 247......356.192.12 (130...548...97 361.520.....195..00 ....purchase at www..545.fineprint........Patrimonial Juros Remuneratórios do Capital Próprio Lucro Operacional Resultados Não-Operacionais Ganho de Capital na Venda do Ativo Permanente Receita Obtida Valor Contábil do Bem Lucro Antes do IRPJ e da CSLL (-) Provisão para CSLL Lucro Antes do Imposto de Renda (-) Provisão para IRPJ Lucro Líquido do Exercício (1) Estoque Inicial .....867..... R$ 1..........62) 253...383..395..Serviços de Vigilância Despesas com Brindes Assessoria Jurídica Provisão para Contingências Fiscais Despesas Tributárias Receitas/Despesas Financeiras Rendimentos de Aplicações Financeiras Juros Passivos Juros Passivos Leasing Outras Receitas Operacionais Resultado Part...18 (195.36 72....... R$ 2..18 70.62) (45..252.00) (38......580.....a prazo: ....000..00) (38.581...32) (46.............. refere-se a um título sem garantia. vencido a 2 anos.....000......036.. no valor de R$ 1.....192.00 (29...00 2.........000.928..10 (507.. R$ 16...102.......420.........00 300.854......00 e Base Negativa de CSLL no montante de R$ 985............com ..215..00) (162..145......258.... mas foi iniciada apenas a cobrança na esfera administrativa.648.. R$ 17.....778..a vista: .46 Custo das mercadorias vendidas: ...60 Estoque final: ....Equiv..87) (14...34) 2.000..652...875..490.

000.67 25.ARRENDAMENTO MERCANTIL .602. 12A e 17 .00 4.000.67 Prestações pagas no ano de 2012: 6 prestações Valor da Prestação paga mensalmente Juros Passivos Contraprestação R$ R$ R$ 107.102.linha 02 R$ R$ R$ R$ 107.00 Ajuste no LALUR .166.75 7.000.416.50 62.00 48 1% 500.50) 37.000.820.08 10.602.fineprint.FINANCEIRO (2012) Dados Gerais Valor do Contrato Número de Meses Taxa de Juros Valor do Bem Valor Presente dos pagamentos Juros Passivos (Valor Do Bem) R$ R$ R$ R$ 860.00 Pagamentos Mensais Valor da Prestação Juros Passivos Contraprestação R$ R$ R$ 17.102.00 Depreciação a taxa de 10%: 6 meses Valor Contábil do Bem Depreciação Mensal Depreciação do Período R$ R$ R$ 500.Apuração do IRPJ e da CSLL Valor da Contraprestação * (Exclusão) Depreciação do período (Adição) Juros Passivos (Adição) Valor do Ajuste de RTT .932.50 45.00 533.820.00) (45.50 (25.00 * Os juros das contraprestações do Arrendamento Mercantil é uma despesa financeira dedutível na apuração do IRPJ e da CSLL.517.Fichas 09A. inclusive em 31/12/2007 Lucro Real: teoria e prática  61 Printed with FinePrint trial version .500.500.com .56 360.933.purchase at www.

(-) EXCLUSÕES 4 . O valor do excesso deve ser controlado na Parte B do LALUR.LUCRO LÍQUIDO DO ANO-CALENDÁRIO DE 2012. após a CSLL e antes do IRPJ 2 .fineprint.com . caso ainda fique saldo residual no ajuste anual.215.(+) ADIÇÕES 3 .4% do IRPJ Devido Lucro Real: teoria e prática  62 Printed with FinePrint trial version .: O excedente poderá ser deduzido nos dois anos-calendário seguintes. Cálculo do Incentivo Fiscal do PAT: Custo Máximo do Incentivo .REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO DATA HISTÓRICO ADIÇÃO EXCLUSÃO Totais das Adições e Exclusões 31/12/2012 DEMONSTRAÇÃO DO LUCRO REAL Natureza dos Ajustes 1 .Cálculo do IRPJ PARTE A .00 Valor do Incentivo .purchase at www.(-) COMPENSAÇÕES BASE DE CÁLCULO NO PERÍODO Cálculo IRPJ: Lucro Real IRPJ 15% Adicional 10% Valor total devido (-) Dedução do PAT 4% do IRPJ devido IRPJ a Pagar do mês de Dezembro de 2012 Obs.80% de R$ 135.15% do custo máximo Limite para dedução do incentivo .

REGISTRO DOS AJUSTES DA BASE DE CÁLCULO DA CSLL DO PERÍODO DATA HISTÓRICO ADIÇÃO EXCLUSÃO Totais das Adições e Exclusões 31/12/2012 DEMONSTRAÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DA CSLL Natureza dos Ajustes 1 .Cálculo da CSLL PARTE A .fineprint.LUCRO LÍQUIDO DO ANO-CALENDÁRIO DE 2012.(-) EXCLUSÕES 4 .com .(+) ADIÇÕES 3 .purchase at www.(-) COMPENSAÇÕES BASE DE CÁLCULO NO PERÍODO Cálculo CSLL: Base de Cálculo da CSLL CSLL Devida 9% CSLL a Pagar do mês de Dezembro 2012 Lucro Real: teoria e prática  63 Printed with FinePrint trial version . antes da CSLL e antes do IRPJ 2 .

Registro às fl. 102.(-) EXCLUSÕES 3.com .1 . 680.00 167.REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO DATA 31/12/2012 HISTÓRICO Provisão para Contingências Fiscais Valor provisionado conf.fineprint. Controladas .574.000.862.(-) COMPENSAÇÕES 4.23 14.1 .43 Lucro Real IRPJ 15% Adicional 10% Valor total devido (-) Dedução do PAT 4% do IRPJ devido IRPJ a Pagar do mês de Dezembro de 2012 Lucro Real: teoria e prática  R$ R$ R$ R$ R$ R$ 1.605. 215 do Diário nº 07.23 31/12/2012 Totais das Adições e Exclusões 31/12/2012 DEMONSTRAÇÃO DO LUCRO REAL Natureza dos Ajustes 1 .00 R$ 2.2 .Prejuízo Fiscal .83 64 Printed with FinePrint trial version .24 R$ 399.Patrimonial Valor referente participação societária da empresa ABC Ltda. Despesas com Brindes Valor pago conf.(+) ADIÇÕES 2.500. R$ 361.93 34.3 .Limite de 30% do Lucro Real 798. 183 do Diário nº 07.099.Provisões p/Contingências Fiscais (Ações Judiciais) 2.00 R$ 14. Registro às fl.16 (399. Registro na fl.Patrimonial 3.62) 1.25 R$ 3 .LUCRO LÍQUIDO DO ANO-CALENDÁRIO DE 2012.Equiv.599.purchase at www.127. 150 do Diário nº 07. Registros nas fls.174.Ajuste de RTT 4 .Soc. 80.617. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Valor devido no ano-calendário de 2012 31/12/2012 Perdas no Recebimento de Créditos Valor contabilizado conf.928. 95 do Diário nº 07.14 41.36 R$ 37.62 R$ BASE DE CÁLCULO NO PERÍODO R$ 361.00 R$ 379.53) 30. Registro às fl.Equiv.421.36 (11.099.242.599. valores pagos conf.21 62.Resolução do Exercício 02 Cálculo do IRPJ: PARTE A . Controladas . 150.180.430.Perdas no Recebimento de Créditos 2.00 R$ 67.Contribuição Social sobre o Lucro Líquido 2.940. 205.4 .139.Resultado Part.36 37.421. após a CSLL e antes do IRPJ 2 .1 .500. 256 e 325 do Livro Diário nº 07 31/12/2012 Resultado Part.43 279.862.36) (798. 31/12/2012 Leasing Financeiro: Ajuste de RTT Ajuste de RTT ref.36 R$ 2.617.180.581.Leasing Financeiro .08 R$ 34.93 ADIÇÃO EXCLUSÃO 31/12/2012 R$ 95.581.000.363.2 . recebido conf.Despesas com Brindes 162.Soc.

recebido conf.43 399. Registro na fl.215.62 R$ (798.80 11.581. Controladas .15% do custo máximo Limite para dedução do incentivo .: O excedente poderá ser deduzido nos dois anos-calendário seguintes.617.00 16.500. Registro às fl.421.848.93 167. 31/12/2012 Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Valor devido no ano-calendário de 2012 31/12/2012 Perdas no Recebimento de Créditos Valor contabilizado conf.581.180.(-) COMPENSAÇÕES 4. 183 do Diário nº 07.00 R$ 34.43 167.Despesas com Brindes 162.00 R$ 14.Patrimonial 3.Equiv.1 .LUCRO LÍQUIDO DO ANO-CALENDÁRIO DE 2012.509.Provisões p/Contingências Fiscais (Ações Judiciais) 2.862.Soc.23 R$ 361.23 R$ R$162.599.928.36 Cálculo CSLL: Base de Cálculo da CSLL CSLL Devida 9% CSLL a Pagar do mês de Dezembro de 2012 Lucro Real: teoria e prática  R$ R$ R$ 1.617. Registro às fl.00 ADIÇÃO EXCLUSÃO R$ R$ R$ 108.192.928.1 .000. 80. 256 e 325 do Livro Diário nº 07 31/12/2012 Resultado Part. O valor do excesso deve ser controlado na Parte B do LALUR.Contribuição Social sobre o Lucro Líquido 2.2 .Equiv. Totais das Adições e Exclusões 31/12/2012 DEMONSTRAÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DA CSLL Natureza dos Ajustes 1 .Patrimonial Valor referente participação societária da empresa ABC Ltda.599.Resultado Part. 31/12/2012 Despesas com Brindes Valor pago conf.23 R$2.00 R$ 4 . 150.172. 102.174.80% de R$ 135. Registros nas fls. 215 do Diário nº 07.(+) ADIÇÕES 2.36) 211.62) BASE DE CÁLCULO NO PERÍODO R$ 1.36 R$ 37.3 .Leasing Financeiro: Ajuste de RTT 361.862.purchase at www.225.00 R$ 3 .(-) EXCLUSÕES 3.36 37.4 . Cálculo do Incentivo Fiscal do PAT: Custo Máximo do Incentivo .099.00 Valor do Incentivo .23 14. 205.Base Negativa da CSLL . antes da CSLL e antes do IRPJ 2 .18 R$ 211. caso ainda fique saldo residual no ajuste anual.93 65 Printed with FinePrint trial version . Registro às fl. Controladas .180.000.500.4% do IRPJ Devido Cálculo da CSLL PARTE A . valores pagos conf.421. 31/12/2012 Leasing Financeiro: Ajuste de RTT Ajuste de RTT ref.Obs.Limite de 30% da Base da CSLL 798.00 34.1 . 95 do Diário nº 07.509.099.com .REGISTRO DOS AJUSTES DA BASE DE CÁLCULO DA CSLL DO PERÍODO DATA 31/12/2012 HISTÓRICO Provisão para Contingências Fiscais Valor provisionado conf.Soc.fineprint.2 . 150 do Diário nº 07.53 R$ 399.Perdas no Recebimento de Créditos 2.

00 653. Também não é beneficiária de benefícios fiscais e não tem ajustes de RTT.fineprint.000.680. Nas despesas de cada mês estão computadas as seguintes despesas relevantes: . Cálculo do IRPJ e da CSLL com base na Receita Bruta e Acréscimos: IRPJ JANEIRO Receitas Base de Cálculo IRPJ IRPJ 15% Adicional do IRPJ 10% Total IRPJ a Pagar CSLL JANEIRO Receitas Base de Cálculo CSLL Total CSLL a Pagar TOTAIS A PAGAR: IRPJ E CSLL IRPJ JANEIRO FEVEREIRO MARÇO FEVEREIRO MARÇO FEVEREIRO MARÇO CSLL TOTAL Lucro Real: teoria e prática  66 Printed with FinePrint trial version .multa de trânsito no valor de R$ 750.00 no mês de março/2012. no valor de R$ 66.115.007.purchase at www.distribuição de brindes no valor de R$ 12.250.117. e .26 R$ R$ R$ FEVEREIRO 523.00 (60.74 147.com .00) R$ R$ R$ MARÇO 869. Receita Bruta e Acréscimos X Balanço de Redução/Suspensão A empresa Excelência Contábil Ltda.77 216.000.00 no mês de janeiro/2012.00 605.000.123. A empresa não apresenta saldo de Prejuízo Fiscal ou base negativa de CSLL.570.23 As receitas são apenas da prestação de serviços contábeis da atividade própria.00 584. os seguintes dados: JANEIRO Receitas Despesas Resultado Contábil R$ R$ R$ 752.602.720. apresentou no 1º trimestre de 2012. optante pelo lucro real anual.alimentação do sócio Valter Rocha não acrescido a remuneração no mês de janeiro/2012 no valor de 1.00.00 no mês de março/2012. .depreciação de uma Ferrari. .Exercício nº 03.

purchase at www.Cálculo do IRPJ e da CSLL com base no Balanço de Redução/Suspensão CSLL JANEIRO Resultado Contábil Adições: Depreciação Ferrari Brindes Multa de Trânsito Alimentação do Sócio Exclusões: Base de cálculo da CSLL CSLL Devida Compensação da CSLL paga meses anteriores CSLL a Pagar IRPJ JANEIRO Resultado Contábil Adições: CSLL Devida Depreciação Ferrari Brindes Multa de Trânsito Alimentação do Sócio Exclusões: Base de cálculo do IRPJ IRPJ devido 15% Adicional do IRPJ 10% IRPJ Devido Total Compensação do IRPJ pago dos meses anteriores IRPJ a Pagar TOTAIS A PAGAR: IRPJ E CSLL JANEIRO FEVEREIRO MARÇO FEVEREIRO MARÇO FEVEREIRO MARÇO COMPARATIVO: Receita Bruta X Balanço de Redução/Suspensão Receita Bruta Balanço JANEIRO FEVEREIRO MARÇO Diferença Lucro Real: teoria e prática  67 Printed with FinePrint trial version .fineprint.com .

047.831.720.577.00 167.746.purchase at www.36 36.60 R$ R$ R$ Total 21.56 25.40 25.54 227.14 R$ R$ R$ FEVEREIRO 523.00 278.577.94 R$ R$ R$ R$ TOTAL 79.976.757.169.830.661.169.136.76 39.123.64 14.14 15.40 R$ R$ R$ R$ R$ MARÇO 869.60 25.40 67.310.36 21.081.Resolução do Exercício nº 03 Cálculo do IRPJ e da CSLL com base na Receita Bruta e Acréscimos: IRPJ JANEIRO Receitas Base de Cálculo IRPJ IRPJ 15% Adicional do IRPJ 10% Total IRPJ a Pagar R$ R$ R$ R$ R$ 752.577.894.00 278.94 FEVEREIRO 523.84 R$ R$ R$ R$ R$ CSLL JANEIRO Receitas Base de Cálculo CSLL Total CSLL a Pagar R$ R$ R$ 752.625.60 IRPJ JANEIRO FEVEREIRO MARÇO R$ R$ R$ TOTAIS A PAGAR: IRPJ E CSLL CSLL 58.60 15.679.577.94 58.98 54.00 167.84 39.720.067.661.00 240.432.98 R$ R$ R$ MARÇO 869.00 240.com .679.fineprint.081.310.90 22.04 67.894.38 92.98 25.680.101.40 41.047.90 Lucro Real: teoria e prática  68 Printed with FinePrint trial version .123.680.

85 IRPJ JANEIRO FEVEREIRO MARÇO R$ R$ R$ TOTAIS A PAGAR: IRPJ E CSLL CSLL 22.com .62 (22.562.Cálculo do IRPJ e da CSLL com base no Balanço de Redução/Suspensão CSLL JANEIRO Resultado Contábil Adições: Depreciação Ferrari Brindes Multa de Trânsito Alimentação do Sócio Exclusões: Base de cálculo da CSLL CSLL Devida Compensação da CSLL paga meses anteriores CSLL a Pagar R$ R$ 750.75 R$ R$ R$ R$ TOTAL 35.259.865.00 R$ R$ R$ R$ R$ R$ 148.61 123.545.77) 66.750.25 COMPARATIVO: Receita Bruta X Balanço de Redução/Suspensão Receita Bruta Balanço JANEIRO FEVEREIRO MARÇO R$ R$ R$ 79.purchase at www.77 66.62 34.165.789.789.00 R$ R$ 147.960.62 66.397.39 15.464.625.545.49 78.37 32.007.79 232.49 34.000.756.87) 20.160.00 66.402.099.000.000.75 R$ R$ R$ 13.77 22.662.26 22.397.07 R$ R$ R$ R$ R$ MARÇO 268.960.87 R$ R$ 86.115.397.602.00 1.000.87 IRPJ JANEIRO FEVEREIRO R$ R$ R$ 78.662.77) - R$ R$ R$ R$ R$ R$ 380.865.26 1.789.62 (13.00 12.00 12.00 R$ R$ 148.329.34 54.87 R$ R$ 750.425.98 22.54 R$ R$ R$ Total 35.00 Resultado Contábil Adições: CSLL Devida Depreciação Ferrari Brindes Multa de Trânsito Alimentação do Sócio Exclusões: Base de cálculo do IRPJ IRPJ devido 15% Adicional do IRPJ 10% IRPJ Devido Total Compensação do IRPJ pago dos meses anteriores IRPJ a Pagar R$ R$ R$ 133.00 1.98 54.66 Lucro Real: teoria e prática  69 Printed with FinePrint trial version .19 7.830.64 87.77 R$ R$ R$ R$ R$ R$ 86.545.07 (13.53 17.654.259.000.562.87) R$ R$ R$ R$ 380.26 7.87 112.26 R$ R$ R$ R$ MARÇO 302.562.61 R$ R$ R$ R$ Diferença 43.87 13.981.000.397.636.147.000.602.85 R$ R$ R$ Total 13.87 20.464.976.662.861.38 5.870.717.00 R$ R$ FEVEREIRO 86.49 57.93 104.976.861.066.25 89.562.259.38 92.397.397.79 4.64 87.31 (22.26 12.562.07 7.fineprint.26 13.

Lucro Real: teoria e prática  70 Printed with FinePrint trial version . como uma aplicação financeira.ao lucro da empresa oscilar em média de 20%.purchase at www.a tributação pela Receita Bruta tem como base de cálculo a alíquota de presunção de 32%. Esta quantia que a empresa deixará de desembolsar pode ser utilizada como fluxo de caixa e/ou investimentos.65. no exemplo citado.com . A economia foi devida a dois fatores: .fineprint. .A melhor opção de cálculo do IRPJ e da CSLL é o Balanço de Redução/Suspensão que ocasiona uma economia financeira de R$ 104.007.

de 29-12-2004 Lei 11. 475 a 486.770.052.fineprint.158-35. 274. 504. 511. 512. 543.329. 509.623 PGFN.180. de 26-3-99 Regulamento do Imposto de Renda artigos 229.051. 498. 495. de 1-12-2008 Lucro Real: teoria e prática  71 Printed with FinePrint trial version . de 24-8-2001 Medida Provisória 2. de 29-12-2006 Lei 10. 581 a 589 e 599 Decreto 6.213. 680 e 681 Resolução 1. 430 e 509 Instrução Normativa 949 RFB.249. de 26-3-99 Regulamento do Imposto de Renda artigos 221 a 231. de 1994 Portaria 116 MinC. de 28-4-2011 Instruções de Preenchimento da DIPJ/2011 Instrução Normativa 1.149 RFB. de 30-12-2008 Instrução Normativa 949 RFB. de 25-4-2005 Instrução Normativa 900 RFB. de 13-5-2002 Lei 11. de 31-10-2000 Ato Declaratório Normativo 51 Cosit. de 30-12-2010 Medida Provisória 2. 395. 601.11 LEGISLAÇÃO Lei 6. 231. de 22-12-2009 e suas alterações Decreto 3. 491. 27-5-2009 art. 422. 394. de 21-11-2005 Lei 11. de 31-10-2000 Ato Declaratório Normativo 22 Cosit. de 20-1-2010 Lei 12. 498.189 CFC. § 1º. de 16-6-2009 Instrução Normativa 1. de 7-12-2007 Ato Declaratório Interpretativo 26 RFB.430. 591.689. 495. de 14-12-78 Parecer Normativo 108 CST. de 30-6-89 artigo 8º Lei 9. 246. § 11. de 26-3-99 Regulamento do Imposto de Renda artigos 249 a 263. de 12-12-2007 Decreto 7. 581. 581. de 30-4-2004 Lei 11. 395.865.437. 496. 339. de 3-5-2011 Instrução Normativa 1 SE-SRF.404. 475 a 486. de 27-12-96 Lei 9.532. de 25-4-2008 Ato Declaratório Normativo 6 Cosit. de 21-11-2008 . de 24-12-97 Instrução Normativa 213 SRF. de 9-9-2008 Lei 11. de 29-12-2003 Lei 10.438.638. 15 ao 18 Lei 12.421. de 28-3-2008 Resolução 1. 612. de 2-5-2007 Lei 11.159-70.375.833. 470. de 28-12-2007 Lei 11. 581.000.472.727. 540. de 10-12-97 Lei 10. de 23-6-2008 Lei 11. de 28-12-2006 Lei 11. 612 e 858 Ato Declaratório Interpretativo 11 RFB.787. de 15-12-88 Lei 7.454. de 26-12-95 Lei 9. de 24-8-2001 Decreto 3.000.com . de 5-7-2007 Ato Declaratório Interpretativo 18 SRF. 541. 541 a 543. de 30-1-2004 Instrução Normativa 480 SRF. 490.Decreto 3. de 28-8-2009 Instrução Normativa 11 SRF. 526. 395. de 23-10-2003 Ato Declaratório Interpretativo 19 RFB. 475.941. 484. de 23-12-2002 Instrução Normativa 390 SRF. de 16-6-2009 e suas alterações Instrução Normativa 989 RFB. 344. de 26-3-99 Regulamento do Imposto de Renda artigos 220 a 229. de 21-2-96 Instrução Normativa 93 SRF. 546. 231.000. de 15-12-2004 Instrução Normativa 539 SRF. de 15-12-76 Lei das Sociedades Anônimas Lei 7. ao 544. 612 e 858 Decreto 3.000. de 25-7-2006 Lei 11. de 13-1-97 Ato Declaratório Normativo 16 Cosit. 475 a 489. 582.304. 582. 470.151 RFB. 491 a 508. de 22-12-2009 Despacho s/nº MF. de 28-12-78 Parecer 2. de 29-11-2011 Decreto 3. de 13-6-95 Parecer Normativo 102 CST. 369. 541 a 543.121 CFC. 238. § 1º.purchase at www. de 26-3-99 Regulamento do Imposto de Renda artigos 231. de 7-10-2002 Instrução Normativa 267 SRF.000. 601.196. de 3-8-2007 Decreto 6.