CEMENTAÇÃO – SAIS CECONSTANT (CC) 50, 80 e 110

INTRODUÇÃO Há várias dezenas de anos, as peças submetidas a grandes solicitações já são cementadas em banhos de sais para obterem ao mesmo tempo superfícies duras e núcleos tenazes. O tratamento térmico era geralmente executado em banhos de sais ativados pelos sistemas de dois sais: o fornecedor de carbono (cianeto) e o ativador, que eram adicionados ao banho em proporções pré-determinadas. Desta forma obtinha-se um teor superficial de carbono da camada cementada entre 1 e 1,2%. O processo CECONSTANT foi desenvolvido para proporcionar maior controle e repetibilidade de resultados, conjugados a um manuseio simples dos banhos de sais. Em todos os banhos de cementação CECONSTANT a composição química é ajustada de forma a fornecer um teor superficial de carbono dentro de limites estreitos e pré-determinados. Deste modo, a dureza superficial e a resistência ao engripamento, bem como as propriedades de resistência e estrutura da camada cementada, podem ser melhor adaptadas às exigências, reduzindo ainda ao mínimo os trabalhos complementares. A ativação do banho de cementação tem uma apreciável influência sobre o teor de carbono da superfície. Pela determinação do volume do ativador pode-se obter banhos de cementação para praticamente qualquer teor de carbono superficial. Na prática, porém, mostrou-se serem suficientes três tipos de banhos, que colocamos à disposição: CECONSTANT – 50 CECONSTANT – 80 CECONSTANT – 110 O número colocado após a denominação CECONSTANT corresponde a aproximadamente 100 vezes o teor de carbono alcançável na superfície da camada cementada, sendo que o teor de carbono é assegurado pelo volume constante de ativador dos respectivos sais CECONSTANT. O manuseio dos banhos CECONSTANT é muito simples, pois são operados pelo sistema de um sal único, isto é, em serviço normalmente adiciona-se um sal apenas. Somente ao iniciar-se o banho, ou para completar o nível após arraste excessivo de sal com as peças, é que se utiliza o sal CECONSTANT-A correspondente.

DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA. Av. Fábio Eduardo Ramos Esquível, 2.349 - Centro - Diadema - SP. Tel. (11) 4070-7236/7238 - Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit.com.br - fabrica@durferrit.com.br - www.durferrit.com.br

Pode ocorrer que certa quantidade de sal só possa ser adicionada ao banho após a fusão da quantidade inicialmente colocada. removendo a camada carbonácea escura que se forma na 1a fusão. como cavacos e aparas provenientes da usinagem das peças. somente é usado nos casos já descritos acima. Este material será utilizado posteriormente como cobertura para o próprio banho.Diadema . para início do banho. A quantidade de sal CECONSTANT para reposição é tirada das tabelas 2 a 4. Além disso.com.Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit. este processo deve ser repetido.com. Dependendo do tamanho do cadinho. deve-se seguir instruções de nosso método de análise de KCN. devendo somente ser retirada após a fusão completa do sal. Quando houver grande perda de sal provocada pelo arraste através das peças. Os dispositivos e apetrechos auxiliares utilizados nos banhos de sais não devem ser confeccionados de tubos ou outros materiais ocos. Conforme as circunstâncias.fabrica@durferrit. FUSÃO DOS BANHOS A fusão de sal CECONSTANT-A é aplicável a banhos novos. a tampa deste deve ser colocada e travada. antes das peças serem colocadas no banho de sal AS.0 kg de GRANULADO KG 6 utilizando-se de um dispositivo próprio (consulte-nos). Após alguns minutos retirar o dispositivo do banho. o nível do banho deverá ser completado com o sal CECONSTANT-A correspondente. deve-se deixar escorrer o sal dos furos cegos e cavidades. Para cargas com grande área superficial. Av. Na tabela 1 são indicadas as quantidades de sal CECONSTANT-A necessárias para os diversos tipos de fornos. adiciona-se de 0. devem preferencialmente ser passadas em banhos isentos ou com baixo teor de cianeto.www. Recomenda-se encher o cadinho pela metade e após início de fusão do sal adicionar o remanescente aos poucos. normalmente aproveita-se o sal usado.5 a 2. Antes do aquecimento do forno. aumenta à medida que o teor de ativador diminui. de acordo com o tamanho dos cadinhos. Como o sal CECONSTANT–A contém o mesmo teor de cianeto do banho em uso. (11) 4070-7236/7238 . sendo o valor padrão igual a 11% KCN. Para tal. com o qual os banhos de cementação começam a ferver. prejudicando a manutenção da cobertura do banho. Não é aconselhável o controle por intermédio da folha de prova. Deve-se observar que. Periodicamente (a cada 2 meses) após a raspagem das paredes do cadinho e a retirada da borra com uma colher de ferro. Fábio Eduardo Ramos Esquível. Convém que o termo elemento seja colocado no banho pelo orifício de vigia da tampa. DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA.br . 2.br . isto porque a diferença entre o teor de carbono na superfície da peça e o valor da folha de prova. sendo que ao trocar-se um cadinho.Os sais de preparação e de reposição do banho são de tal forma ajustados entre si que. faz-se necessário a utilização do sal CECONSTANT-A apropriado em função do tipo de banho que se pretende montar. CONTROLE E MANUSEIO DO BANHO Os banhos de cementação CECONSTANT operam com um teor de cianeto ao redor de 11 % de KCN sendo que a cada 8 horas este deverá ser controlado por titulação. Os banhos de cementação CECONSTANT devem ser limpos periodicamente. Tel. Há ainda a possibilidade de se executar um outro controle. acumulam-se no fundo do cadinho.br . dificultando a transferência de calor e provocando superaquecimento local. dos quais são retirados cavacos que são analisados quanto ao teor de carbono em camadas sucessivas da superfície para o núcleo. pois as impurezas.com. Por motivos de segurança. É importante observar que a quantidade de sal CECONSTANT adicionada seja tal que o teor de KCN não ultrapasse 13 %. Antes de se dar início à cementação. antes do resfriamento em banho quente AS.SP. o teor do ativador não é afetado.349 . pela utilização de corpos de prova em forma de pinos tratados no banho.durferrit.Centro . principalmente em banhos menos ativados como CECONSTANT-50 e o CECONSTANT-80. quando as peças forem posteriormente resfriadas em martêmpera (sal AS). em uma eventual troca. recomenda-se uma purificação do banho com granulado de cementação KG 6. Ao atingir a temperatura e o nível de trabalho o banho estará pronto para uso. deverá ser feita uma análise química (titulação de controle) do banho. os banhos contendo cianeto não devem ultrapassar 14% de KCN.

medidas até um teor de carbono de 0. as quantidades acima (kg de sal) poderão ser até 20 % maiores. TABELA N. TABELA N.0 9.0 0.5 0.0 39.7 30.9 3.4 2.8 42.3 6.5 1.6 32.0 92.4 2. Fábio Eduardo Ramos Esquível.Diadema .2 4.4 21.2 4. respeitando os níveis mínimos da tabela.br .0 6.5 6.8 32.7 0. DO TIPO DO FORNO 50-A 80-A 110-A CADINHO LITROS Kg Kg Kg TOe 35/50 TOe 35/70 TOe 35/80 TOe 50/80 TOe 70/100 TOe 70/130 45 63 72 152 360 470 66.0 275.7 3. quase sempre o banho deve ser substituído.Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit.0 130. assim como pelo sal R2 ou R3.0 70.0 585. ou de granulação fina.3 6. podem ocorrer grandes variações.SP.9 16.com.8 28.0 760.8 8. podendo depositar-se em partes não isoladas.www.1 2.7 17.1 2.3 3. provocando pontos moles.5 7.8 5.5 27.7 5.3 35.7 2.5 8. 2.0 520.4 1.3 4.7 6.8 3. Av. Principalmente em aços de baixa liga.4 1.0 1.0 106.8 4.0 840. são demonstradas para diversas temperaturas de cementação na tabela 5.0 113. Os valores servem somente para orientação.0 98.0 680.1 25.º 2 – QUANTIDADE DE REPOSIÇÃO DE SAL CECONSTANT-50 EM kg PARA DIVERSOS TEORES DE KCN EM % .5 9.7 1.8 1.0 2.0 235.1 0.O banho de cementação é inutilizado rapidamente pela introdução de barro ou argila (pastas de isolamento).3 TOe 35/70 TOe 35/80 TOe 50/80 TOe 70/100 TOe 70/130 5.com.2 10.5 7.5 11.9 2.REPOSIÇÃO PARA 11% KCN TIPO DO % 5. APLICAÇÃO DO PROCESSO CECONSTANT As diversas profundidades de cementação em banhos CECONSTANT.0 81.4 9.6 DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA. isto porque a camada de cobre dissolve-se no banho.5 8.8 5.7 1.5 3. porque dependem também do aço empregado.9 14. A cobreação não oferece proteção contra a cementação em banhos de sais. (11) 4070-7236/7238 .6 3.5 FORNO KCN TOe 35/50 4.7 4.durferrit.0 8.br . Tel.3 1.8 13. quando isso ocorrer.4 3. º 1 – QUANTIDADE DE SAL CECONSTANT-A EM kg PARA DIVERSOS FORNOS.5 10. CONSIDERANDO (EM MÉDIA) 85% DO VOLUME DO CADINHO CECONSTANT CECONSTANT CECONSTANT CAPAC.2 2.0 645. Há aços para cementação que necessitam do dobro do tempo para a cementação.0 12.6 13.com.0 112.1 19.0 NOTA: Dependendo do tipo da carga.4 24.9 10.6 10.3%.349 .4 2.fabrica@durferrit.Centro .0 10.br .0 220.0 7.1 3.3 5.1 3.2 21.0 1.0 5.

5 39.br .0 10. Em temperaturas mais baixas.3 10.1 10.1 12.0 TOe 35/70 TOe 35/80 TOe 50/80 TOe 70/100 TOe 70/130 16.8 4.5 A melhor temperatura para cementar em banho de sal. normalmente.4 12.4 15.7 3.7 4.2 76. Assim.7 0.8 4.5 17.2 19.9 21.5 109.5 29.0 9.1 49.4 7. por motivos econômicos.5 8.0 18.br .7 4.0 5.5 9.9 22. As profundidades de cementação demonstradas pela tabela 5 são valores orientativos.5 10.5 8.6 38.5 7.www.8 1.349 . à medida que temperatura é elevada.0 119.3 19.6 7.7 46.8 3.3 6.9 13. Tratamentos em temperaturas de 860º e 930ºC.2 5.0 9.1 16. com tempos prolongados de 1 até 12 horas.2 5.1 6.7 5.9 10. Fábio Eduardo Ramos Esquível.durferrit.0 13.4 10.5 TOe 35/70 TOe 35/80 TOe 50/80 TOe 70/100 TOe 70/130 8.8 35.5 7.fabrica@durferrit.3 4. O mesmo é válido para as temperaturas de cementação. Av.5 6.5 9.2 3.3 15.2 8.7 25.4 69.6 10.6 9. Porém.4 5.9 1.com. acima de uma hora.Diadema .0 7.9 2.7 22.3 99.0 10.3 6.8 6.5 53.0 7.br .1 2.5 11.1 0.7 16. Sabe-se que com tempos mais prolongados se alcançam maiores profundidades. (11) 4070-7236/7238 .2 27.9 30.9 1. tem pouca influência sobre o teor de carbono da superfície. em função do tempo mais prolongado.6 16. é de 930ºC.5 14.6 3.0 68. o processo torna-se mais caro. A influência dos elementos de liga foi igualmente mínima.2 5.2 2.9 29.7 89.7 7.6 16.8 14. DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA.0 3.3 38.Centro .3 55.8 4. na prática esses tempos são excedidos somente em casos especiais.5 3.6 10.1 0. A variação dos tempos de cementação.2 21.Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit.8 66.8 7.4 50.0 4. demonstraram um aumento de teor de carbono na superfície de somente 0.3 32.7 4.5 1.com.REPOSIÇÃO PARA 11% KCN TIPO DO % 5.3 19.5 6. Os banhos para cementação CECONSTANT podem operar até 950ºC.0 5.6 60.0 6.1 38.0 9.7 5.9 44.1 38.2 25.3 5.0 79. Tel.9 42.9 1.5 FORNO KCN TOe 35/50 11.6 1.7 22.5 8.5 9.1 49.7 29.0 8.4 8.0 8.3 33.5 FORNO KCN TOe 35/50 6.3 8.6 12.com.6 1.8 5.TABELA N.2 7.8 59.7 7.º 4 – QUANTIDADE DE REPOSIÇÃO DE SAL CECONSTANT-110 EM kg PARA DIVERSOS TEORES DE KCN EM % .7 3.7 8.9 6.1%.4 83.0 6.7 16.7 9.REPOSIÇÃO PARA 11% KCN TIPO DO % 5.6 2.1 1.8 2.9 12.º 3 – QUANTIDADE DE REPOSIÇÃO DE SAL CECONSTANT-80 EM kg PARA DIVERSOS TEORES DE KCN EM % .7 12.SP. Para se alcançar as mesmas profundidades de cementação serão necessários tempos mais curtos.2 2.3 45.8 61.6 6.5 TABELA N. 2.3 1.5 10.5 5. pesquisas com corpos de prova cementados a 930ºC.8 5.7 3.1 9.2 3.4 33.6 8.6 91.

banho de sal quente (AS). solução de AS. podem ser resfriadas em salmoura. deve-se dar preferência à grafite em escamas no lugar do carvão de cobertura AKB. o teor de cianeto dos banhos CECONSTANT tem influência sobre o efeito de cementação. CONTROLE DE TEMPERATURA A temperatura é medida através de termoelemento de imersão com tubo de proteção de aço.Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit. Pelo menor consumo nos banhos CECONSTANT menos ativados.com. através da modificação do teor de cianeto.SP.com. entretanto. mas em teores de carbono superficial quase idênticos. o qual.resultaram em profundidades diferentes. é indiferente empregar-se o grafite em escamas ou o carvão de cobertura AKB.349 . Para diminuir a irradiação de calor e a queima do cianeto.www. Os termômetros óticos não neste caso recomendados. não pode ser aumentado no caso de tratamento em martêmpera. O material normalmente empregado para o cadinho é o aço doce especial. óleo ou eletricidade.Centro . O teor de carbono superficial poderá ser manipulado dentro de certos limites. 2. RESFRIAMENTO As peças cementadas em banhos CECONSTANT. Ao lado do teor de ativador. Fábio Eduardo Ramos Esquível.br . a fim de que a cementação obtida seja uniforme. (11) 4070-7236/7238 . Tel. preferencialmente revestido com óxido de alumínio. DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA. Av. COBERTURA DO BANHO Os banhos CECONSTANT-50 e CECONSTANT-80 por si só formam camada carbonácea de cobertura muito fina.br . como por exemplo. Nos banhos CECONSTANT-110. de acordo com o aço. sendo necessárias somente pequenas quantidades. Para os banhos de cementação CECONSTANT são utilizados fornos normais.br . ligado ao pirômetro por meio de cabo de compensação.com. pois pode conter substâncias que alteram o efeito da cementação. motivo pelo qual se faz necessário mantê-lo dentro de limites pré-determinados. ou óleo mineral (no lugar do banho AS quando o teor de KCN ultrapassa 13%). grafite em escamas de boa qualidade. Não é admissível a utilização de material de cobertura com composição desconhecida.fabrica@durferrit. os banhos CECONSTANT operam com 11% de KCN. Normalmente.Diadema . esses banhos são cobertos com um material especial. os quais podem ser aquecidos com gás.durferrit.

7-0.8 0.br .2-0.4-0.com.5-1. o resfriamento em óleo.br .3 0.1–0.1 1 0.1 0.4 0.com.1-0.1-0. o que seria necessário nos banhos de carbonitretação com alto teor de cianeto.5 0.com.Centro .3 0.6 0.3-0.9 6 1.1 2 0.5 2 0.2-0. evitando-se.2-0.br .5 0.5-0.6-0.3-1.Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit.3 2 0.2 0. desta forma.2-0.4 3 0.5 0. em mm. em mm.4-0.7 0. Fábio Eduardo Ramos Esquível.1 0.SP. Este fato é de grande importância na neutralização das águas de lavagem provenientes da têmpera.9-1.5-0.6 0.6-0.3% HORAS 950ºC 930ºC 900ºC 860ºC HORAS 950ºC 930ºC 900ºC 860ºC HORAS 950ºC 930ºC 900ºC 860ºC 0. medidas até um teor de Carbono de 0.4-0.3 0.5 0.6 0. Devido ao baixo teor de cianeto (11% de KCN).2-0.1 1 0.4-0.3-0.2-0. há a possibilidade de se efetuar o resfriamento em banho de martêmpera.3% Profundidades de Cementação.3% CARBONITRETAÇÃO O banho de cementação CECONSTANT-80 também proporciona bons resultados na carbonitretação de peças de mecânica fina.4 0. DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA.3 0.7 0.6-0. medidas até um teor de Carbono de 0.3 6 1. medidas até um teor de carbono de 0.8 Profundidades de Cementação.7-0.1-0.4-0.www.8 0.8-1.1-0.2 4 0.05-0. pelo resfriamento em martêmpera as deformações são minimizadas.6 0.5 0. Figura 1 – peças carbonitretadas em sal CECONSTANT-80 Na figura 1 são mostradas algumas peças de mecânica fina que foram carbonitretadas a 850ºC no banho CECONSTANT-80.9-1. (11) 4070-7236/7238 .6-0.1-1.2-0. Além disso.8 0.4-0.5 8 1.3-0.8-1. 2.5 1.fabrica@durferrit.2 0. Tel.6 4 0. em CECONSTANT-110.2 0.1 0.1 0.9 0.1-1. visto que ajuda a evitar problemas com incrustações dos eletrodos de medição da instalação de neutralização. º 5 Profundidades de Cementação.4 0.9 0.6 0.1-0.7 0.1-0.5 0.7-0.2-1. em CECONSTANT-50.8 1.durferrit.Diadema .7-0.2-0.6 0.2-0.2-0.5 0.4 0.8-1.2 0.5 0.1 0.5-0.5 0.5 1. em CECONSTANT-80.3 0.9-1.0-1.4 0.0 0.0 0.8 0.1-0.3 1 0. AS 140 a 160 ou 180ºC.6-0.3-0. Av.4-0. em mm.1-0.3-0.349 .7 4 1.3-1.TABELA N.

Quando o ar da exaustão for lavado com água.com. PARA DIVERSOS TEORES DE KCN EM % .349 .Diadema .durferrit. As quantidades de reposição necessárias para os banhos de têmpera e recozimento que utilizam o sal CECONSTANT-80 são demonstradas na tabela 6. EMBALAGEM E FORMA DE FORNECIMENTO Os sais CECONSTANT são fornecidos em forma de pó de cor branca/cinza e os sais CECONSTANT A em forma de pó de cor azul. TABELA N. trabalho de pesquisa e técnica. instalações e processos. dispõe-se do sal CECONSTANT-80B isento de cianeto para a preparação do banho. não desobriga o usuário de examinar e testar os nossos produtos. Fábio Eduardo Ramos Esquível. Para tornar mais rápida a disponibilidade de trabalho de um banho novo para aquecimento com teor nominal de 5% de KCN. 2. Outras vantagens são o simples manuseio e a garantia contra descarbonetação. Av. Os resíduos de sais. elas devem ser lavadas primeiramente com água quente. dados sobre os nossos assim como sobre nossas baseiam-se num extenso experiência de aplicação O nosso serviço de orientação e aplicação técnica está à disposição para quaisquer informações adicionais. pois para manter baixos os custos convém que sejam empregados sais padronizados para os diversos tratamentos térmicos. no entanto. Para limpeza das peças cementadas em banhos CECONSTANT e posteriormente resfriadas em salmoura ou banho quente de sal. torna-se mais fácil a limpeza no emprego de um sal CECONSTANT-80 do que no CECONSTANT110. a fim de retirar o óleo e o sal aderente. Tel.br . água de resfriamento e de lavagem. Em seguida. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA Os sais CECONSTANT contêm cianeto e bário.REPOSIÇÃO PARA 5% DE KCN DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA. Desta forma.com. Veja também o parágrafo: “Controle e Manuseio do Banho”. º 6 – QUANTIDADE DE REPOSIÇÃO DE SAL CECONSTANT-80 EM kg. As nossas instruções e produtos e equipamentos.br . valem as mesmas instruções dos banhos de sal para têmpera. Partículas de sal que são retiradas por via seca. Caso as peças tenham sido resfriadas em óleo mineral.www. assim como protetores faciais e luvas.Centro . Isso. LIMPEZA DAS PEÇAS TRATADAS Com o aumento do teor de ativador. faz-se necessária unicamente a lavagem das peças em água limpa e a sua proteção contra a ferrugem. sendo que ambos são embalados em saco de polietileno para protegê-lo contra a umidade. Partículas de sal podem ser aspiradas pela exaustão. O sal CECONSTANT-80 também atende a esta exigência.com. Em casos especiais.TÊMPERA Outro fator de interesse econômico é a estocagem dos sais. Para o trabalho com esses banhos de sais convém que se utilize roupa adequada.SP. diminui a solubilidade dos sais de têmpera em água.Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit. (11) 4070-7236/7238 .br . sob responsabilidade própria. esta água também deverá ser neutralizada. assim como para colaborar na solução de problemas de fabricação e aplicação. Para o trabalho com banhos CECONSTANT. uma vez que pode ser utilizado para banhos de têmpera com o teor de cianeto reduzido para 5 a 6% de KCN. lava-se com água fria e mergulham-se as peças em óleo desaguante e protetor no intuito de protegê-las contra a oxidação. quanto a sua aplicabilidade ao seu próprio uso.fabrica@durferrit. devem ser neutralizados. devem ser tratadas como restos de sais sólidos. após a cementação em CECONSTANT-110 deve-se lavar as peças com água quente contendo aditivos removedores.

9 23.SP.com.2 4.9 11.9 5.4 6.5 25.br .7 9.5 0.349 .9 2.1 31.6 2.0 1.4 3.3 7.1 DURFERRIT DO BRASIL QUÍMICA LTDA.5 2.5 11.TIPO DO FORNO TO TO TO TO TO TO e e e e e e 35/50 35/70 35/80 50/80 70/100 70/130 %KCN (NOMINAL 5%KCN) 1.4 3.3 30.5 3.5 2.4 4.0 3. Fábio Eduardo Ramos Esquível.durferrit.6 3.www.3 3.6 1. (11) 4070-7236/7238 .br .6 20. Tel.2 19.7 3. Av.com.2 35.8 1.7 15.7 0.3 4.Fax (11) 4071-1813 vendas@durferrit.0 1.8 5.5 1.Centro .br .6 3.2 13.1 4.9 5.1 40.8 10.fabrica@durferrit.com.5 0.9 4.9 8.0 1.4 1.0 2.0 2. 2.1 6.Diadema .4 3.6 15.5 27.2 4.5 2.