APLICAÇÃO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS E EXAMES DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO

Alunos com Necessidades Educativas Especiais

Orientações Gerais 2013

ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DO ENSINO BÁSICO

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APLICAÇÃO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1.º, 2.º E 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO - ORIENTAÇÕES GERAIS

2013
A leitura deste guião não dispensa a consulta do Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário e das Normas 01/JNE/2013 e 02/JNE/2013

SECÇÃO I
ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE Alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro
1. Que alunos podem ser enquadrados no âmbito da educação especial? ™ Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, e pelos Decretos Legislativos Regionais n.ºs 15/2006/A, de 7 de abril, e 33/2009/M, de 31 de dezembro, no caso dos alunos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, respetivamente, de acordo com as especificidades e terminologia adotadas nos referidos diplomas, realizam, obrigatoriamente, provas finais dos 4.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade nas disciplinas de Português e de Matemática, podendo usufruir de condições especiais, sob proposta do conselho de turma. ™ São alunos que apresentam necessidades educativas especiais resultantes de limitações significativas ao nível da atividade e da participação, num ou vários domínios de vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais de carácter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da participação social que implicam a mobilização de serviços especializados para promover o seu potencial de funcionamento biopsicossocial, exigindo a adaptação de estratégias, recursos, conteúdos, processos, procedimentos e instrumentos, bem como tecnologias de apoio. ™ A adoção de condições especiais na realização das provas finais de ciclo exige que os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente tenham sido abrangidos por medidas educativas, homologadas no seu programa educativo individual (PEI).

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º 3/2008. 6. de 7 de janeiro. 3. constantes do seu PEI (artigo 16. uma vez que têm um currículo funcional. em que momento realiza as provas finais de ciclo de Português e de Matemática? ™ O aluno deve realizar a prova final de ciclo de Português e/ou de Matemática no ano letivo em que frequentar a disciplina. 4 . devem apenas ser concedidas as que correspondam às reais necessidades educativas especiais de cada aluno.º 3/2008. em estabelecimentos de ensino do ensino secundário.º ou do 3. de 7 de janeiro. para efeitos de admissão no mercado de trabalho. centrado nos contextos de vida. Alguns alunos estão dispensados da realização das provas finais de ciclo do ensino básico? ™ Os alunos que frequentam um currículo específico individual.º e 9.º do Decreto-Lei n.º anos de escolaridade. promotor do desenvolvimento de competências pessoais.º 3 do artigo 19.º 3/2008.º do DecretoLei n. ™ Estes alunos não podem ingressar em cursos de nível secundário para prosseguimento de estudos.º e 21. Dependem das necessidades educativas especiais de carácter permanente de cada aluno e das medidas educativas aplicadas durante o seu percurso escolar.2. ao abrigo do artigo 21. sempre que possível. de acordo com os artigos 14. sociais.º 3/2008. de 7 de janeiro. de 7 de janeiro. ligadas à inserção no mercado de trabalho. ™ Das condições especiais na realização das provas finais de ciclo discriminadas no ponto 18 deste documento.º do Decreto-Lei n. ™ Aos alunos que frequentam um currículo específico individual será emitido um certificado de equivalência à escolaridade obrigatória. ™ Estes alunos não podem realizar nem provas finais de ciclo nem provas finais a nível de escola e não estão sujeitos ao processo de avaliação e de transição de ano escolar característico do currículo comum. 4. As condições especiais de realização das provas finais de ciclo são iguais para todos os alunos? ™ Não. e. Se um aluno do 2. ao abrigo do n.º. consignados num Plano Individual de Transição.º e 21. 7 de janeiro).º 3/2008.º ciclo com necessidades educativas especiais de carácter permanente estiver matriculado por disciplinas.º do Decreto-Lei n.º do Decreto-Lei n. não realizam as provas finais nos 4. mas podem frequentar um currículo específico individual ao abrigo do disposto nos artigos 14.

é obrigatório o preenchimento do impresso de modelo próprio – ANEXO II-EB – que deve ser enviado ao Presidente JNE com os documentos referidos no ponto 13.ºanos (pontos 5. ANEXO I-EB: até 8 de abril para os alunos dos 4. EM SÍNTESE: Pelo Diretor da escola para os alunos dos 4. devendo ser preenchido o ANEXO I-EB. de acordo com os pontos 7 ou 8: • • • ANEXO I-EB: até 22 de fevereiro para os alunos dos 4.º anos . sendo da sua responsabilidade a autorização de todas as condições especiais requeridas. ANEXO II–EB: até 22 de fevereiro para os alunos do 9.sendo necessário enviar ao Presidente do JNE cópia do respetivo despacho de homologação.º anos é da responsabilidade do Diretor do agrupamento de escolas/estabelecimento de ensino.º ano referidos no ponto 12. para efeitos estatísticos.º ano referidos no ponto 12.º período. que necessitem realizar provas finais a nível de escola.5. Pelo Presidente do JNE para os alunos do 9. 6. devendo ser preenchido o ANEXO II-EB.provas finais a nível de escola e outras condições especiais – Autorização pelo Presidente do JNE.ª fase ou 1. Assim.3).º ano que necessitem de leitura dos enunciados das provas (ponto 20.º ano . no caso de alunos com dislexia severa (pontos 5 e 20). ™ As condições especiais concedidas para as provas finais de ciclo/provas de equivalência à frequência da 1.º e 6.º anos – condições especiais nas provas finais de ciclo.ANEXO I-EB . ™ Para os alunos do 9. Quando se solicita as condições especiais nas provas finais de ciclo? ™ Após reunião de conselho de docentes/conselho de turma.º e 9. o professor titular de turma/diretor de turma formaliza em impresso próprio a proposta de aplicação de condições especiais na realização das provas finais de ciclo.ª chamada. 5 .º e 9. até ao final do 3. Como podem os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente usufruir de condições especiais na realização das provas finais de ciclo? ™ A autorização de todas as condições especiais para os alunos referidos na realização das provas finais de Português e de Matemática dos 4. 6. devidamente autenticada.ª fase ou 2. à exceção dos casos do 9.ª chamada são automaticamente extensíveis à 2. doravante designados por escola no seu conjunto.provas finais a nível de escola e outras condições especiais – Autorização pelo Diretor da escola. 6.º.º e 6.º.º ano que não necessitem de realizar provas finais a nível de escola. é obrigatório o preenchimento do impresso de modelo próprio . nem leitura dos enunciado das provas.º ano que necessitem realizar provas finais a nível de escola (ponto 12) ou alunos com dislexia severa do 9. 12 e 20). excetuando provas finais a nível de escola – Autorização pelo Diretor da escola. bem como para os alunos do 9.

o diretor de turma e o docente de educação especial formalizam obrigatoriamente uma proposta de realização de provas finais a nível de escola e outras condições especiais em impresso próprio . acompanhada do programa educativo individual (PEI) e da ata do conselho de turma que propõe as condições especiais de que o aluno deve usufruir na realização das provas finais de ciclo. o qual deve assinar obrigatoriamente os impressos referidos nos números anteriores em último lugar para ter conhecimento das condições especiais propostas.º. agora enviado com estas Orientações Gerais.º ciclos referidos nos pontos 1 e 5? ™ Para cada aluno com necessidades educativas especiais de carácter permanente o diretor de turma e o docente de educação especial formalizam. deve ser enviada ao Presidente do JNE a documentação referida no ponto 13. de 7 de janeiro. Como se formaliza a aplicação de condições especiais na realização das provas finais a nível de escola dos alunos do 9. uma proposta de aplicação de condições especiais na realização das provas finais de ciclo dos 4. 9.º Ciclos do Ensino Básico. acompanhada do programa educativo individual e da ata do conselho de turma que propõe as condições especiais que o aluno deve usufruir na realização das provas finais de ciclo.ANEXO II-EB: Requerimento de Condições Especiais para Alunos do 3.º anos em impresso próprio .º e 9. ™ Esta proposta (ANEXO I-EB).º. 2.º Ciclo do Ensino Básico. agora enviado com estas Orientações Gerais.º. o PEI e a referida ata devem ser apresentados pelo diretor de turma ao Diretor da escola para despacho de decisão. com limitações motoras severas ou com limitações do domínio cognitivo do 9. para o endereço indicado no ponto 31.º ano referidos no ponto 12? ™ Para os alunos cegos. com baixa visão.7. 2. A aplicação de qualquer condição especial na realização das provas finais de ciclo só pode concretizar-se após a autorização expressa do encarregado de educação.º e 3.º 3/2008. 6 . 6. a elaboração de provas finais a nível de escola e respetivos critérios de classificação.º ano abrangidos pelo Decreto-Lei n. surdos severos ou profundos. O encarregado de educação tem de autorizar a aplicação de qualquer condição especial na realização das provas finais de ciclo? ™ Sim. 8.º e 3.ANEXO I-EB: Requerimento de Condições Especiais na Realização das Provas Finais dos 1. nomeadamente. obrigatoriamente. Como se formaliza a aplicação de condições especiais na realização das provas finais de ciclo dos alunos dos 1. para garantir a exequibilidade de todas as medidas propostas em tempo oportuno. ™ Para o efeito.

constituem a documentação que fundamenta e legitima a sua aplicação pelo Diretor. com limitações motoras severas ou com limitações do domínio cognitivo podem realizar provas finais a nível de escola nas disciplinas de Português e/ou de Matemática se. Em que situação pode um aluno que esteja ao abrigo do Decreto-Lei n. competindo-lhe desencadear os mecanismos que entender necessários à sua aplicação. 7 . ™ A proposta referida no ponto 8 e a autorização do Presidente do JNE.º.º ano referidos nos pontos 12 e 20. constituem a documentação que fundamenta e legitima a sua aplicação pelo Diretor.3.º anos de escolaridade? ™ Apenas em casos excecionais. ™ A documentação referida deve ficar sob a alçada do Diretor da escola durante o período definido para a realização das provas finais de ciclo do ensino básico. necessitarem de alterações nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e formulação dos itens. realizar provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática nos 4. o despacho de decisão deve constar do respetivo processo individual do aluno.º 3/2008. Quem é responsável pela aplicação das condições especiais na realização das provas finais de ciclo? ™ O Diretor da escola é responsável pela aplicação das condições especiais na realização das provas finais de ciclo. de 7 de janeiro. ™ Findo o processo da avaliação externa. devidamente preenchida e homologada pelo Diretor da escola. no caso dos alunos do 9. Que documentação deve ser organizada pelo Diretor da escola durante o período da realização das provas finais de ciclo? ™ A proposta referida no ponto 7.10. os alunos cegos. bem como o PEI do aluno e a ata do conselho de turma que propõe as condições especiais na realização das provas finais de ciclo. surdos severos ou profundos.º e 9. com baixa visão. bem como o PEI do aluno e a ata do conselho de turma que propõe as provas finais a nível de escola e outras condições especiais. 11. quer tenham sido autorizadas por ele próprio quer tenham sido autorizadas pelo Presidente do JNE. 12. relativamente à prova caracterizada na Informação-Prova final da responsabilidade do GAVE. para consulta dos serviços da Inspeção-Geral da Educação e Ciência. 6.

9.º ano que realizem provas finais a nível de escola podem prosseguir estudos de nível secundário. o ANEXO II-EB deve ser acompanhado dos seguintes documentos: cópia autenticada do cartão de cidadão/bilhete de identidade. Esta prova é autorizada pelo Diretor da escola.º ano que pretendam frequentar os cursos científicos-humanísticos do ensino secundário têm de realizar. e consoante os casos. obrigatoriamente. 6. 6.º ciclo. bem como contemplar a mesma aprendizagem estabelecida para as correspondentes provas finais de ciclo. do documento Informação-Prova Final a Nível de Escola de cada disciplina. do registo biográfico. de relatório médico da especialidade ou de outros documentos úteis para avaliação da funcionalidade. ™ A partir do ano letivo de 2013/2014. os alunos referidos do 9.º anos de escolaridade devem respeitar aquelas adequações no processo de avaliação que constam do programa educativo individual de cada aluno. caso se encontrem nas condições de aprovação.º ano: A autorização de realização das provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática e outras condições especiais que necessitem para realizar estas provas são autorizadas pelo Presidente do JNE.º ano referidos no ponto 12? ™ Para autorização pelo Presidente do JNE. em substituição da prova final de Português do 2. A prova final do 2.º e 9.º ano: Os alunos surdos que frequentam as Escolas de Referência de Ensino Bilingue Para Alunos Surdos realizam a prova final de Português Língua Segunda (PL2).º ciclo a nível nacional.º e 6. apenas no caso dos alunos do 9. do programa educativo individual. Š Š 13.º ano referidos no ponto 12. 8 . EM SÍNTESE Provas finais a nível de escola: Š 4. as provas finais do 3.º.º ciclo de PL2 tem de ser elaborada a nível de escola.™ As provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática dos 4. Que documentação é necessária para a realização das provas finais a nível de escola para os alunos do 9. os alunos do 9.º anos: A autorização de realização das provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática e outras condições especiais que necessitem para realizar estas provas são autorizadas pelo Diretor da escola. ™ Em 2012/2013.

º ciclo e até ao final da segunda semana de maio para os 2. f) Após a realização de cada prova pelos alunos. b) Após a sua aprovação pelo conselho pedagógico.™ A Informação-Prova Final a Nível de Escola de cada disciplina do ensino básico. a Informação-Prova Final a Nível de Escola de cada disciplina deve ser divulgada junto dos alunos referidos no ponto 12. que aprova a sua estrutura. características e estrutura. Esta equipa deve ainda contar com a colaboração do docente de educação especial. classificação devem ser afixados em lugar público do estabelecimento de ensino. até ao final da segunda semana de abril para o 1. devendo o Diretor nomear um dos elementos como coordenador. e) O enunciado da prova deve conter as respetivas cotações. d) Compete ao coordenador de cada equipa assegurar o cumprimento das orientações e decisões do conselho pedagógico. este documento poderá ser remetido ao JNE até ao dia 15 de março. Para cada disciplina é constituída uma equipa de dois professores que tenham lecionado o programa do 4. deve ter uma estrutura análoga à Informação-Prova Final de cada disciplina elaborada pelo GAVE. bem como dos respetivos encarregados de educação. 14. que realizam este tipo de prova. material e duração (ver ponto 14). considerando as alterações nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e formulação dos itens resultantes das limitações dos alunos referidos. os respetivos critérios específicos de 9 .º e 3.º ciclos.º ou 9. critérios gerais de classificação. com observância do seguinte: a) Ao departamento curricular compete propor ao conselho pedagógico a Informação-Prova Final a Nível de Escola de cada disciplina do ensino básico (ponto 13).º anos. a fim de ser integrado no processo do aluno anteriormente enviado. Quem elabora as provas finais a nível de escola de Português e de Matemática? ™ As provas finais a nível de escola referidas no ponto 12 são elaboradas sob a orientação e responsabilidade do conselho pedagógico. c) Ao Diretor da escola compete assegurar a constituição das equipas de elaboração das provas finais a nível de escola. ™ Tendo em conta a necessidade de aprovação da Informação-Prova Final a Nível de Escola pelo conselho pedagógico. cotações e respetivos critérios de classificação de acordo com o programa educativo individual de cada aluno por proposta do grupo disciplinar ou do departamento curricular. da qual devem constar os seguintes aspetos: objeto de avaliação.º ano ou o programa da disciplina do 6.

º 2162A/2013. 16.ª chamada: Português (código 81) – 20 de junho Matemática (código 82) – 27 de junho 2.º ciclo – 6. concedida nas provas finais de ciclo do ensino básico.ª chamada: Português (código 51) – 2 de julho Matemática (código 52) – 5 de julho Š 3. nas mesmas datas previstas no Despacho n.º ciclo – 9. apenas se destina às provas finais de ciclo constantes dos anexos I. e não se aplica automaticamente às provas finais a nível de escola.ª fase: Português (código 31) – 9 de julho. sempre que possível.º 2162-A/2013 (calendário anual de provas e exames).ª chamada: Português (código 51) – 20 de junho Matemática (código 52) – 27 de junho 2.º ano de escolaridade: 1. ™ A tolerância de trinta minutos. Considerando que as provas finais a nível de escola são elaborados para responder às necessidades educativas especiais do aluno. de 5 de fevereiro: Š 1.7 de maio.ª fase: Português (código 31) . de 5 de fevereiro. pode ser autorizada tolerância de tempo para além dos 90 minutos na realização de provas finais a nível de escola. quando absolutamente necessário.º ano de escolaridade: 1. 90 minutos. ou seja.º ciclo – 4. ™ No entanto. Matemática (código 32) – 10 de maio 2. também lugar.ª chamada: Português (código 81) – 2 de julho Matemática (código 82) – 5 de julho ™ A afixação das classificações das provas finais a nível de escola têm.º ano de escolaridade: 1.II e III do Despacho n. Esta tolerância deve ser a 10 . Qual é a duração das provas finais a nível de escola? ™ As provas finais a nível de escola de Português e de Matemática têm a duração da correspondente prova final de ciclo.º 2162A/2013. evitar a necessidade de tolerância para além do tempo regulamentar.15. Matemática (código 32) – 12 de julho Š 2. Qual o calendário das provas finais a nível de escola? ™ As provas finais a nível de escola devem ter lugar nas datas previstas no Despacho n. devem.

a prova final a nível de escola pode ser realizada em mais do que um momento.ª semana de abril e dos 6. 18.2 do ANEXO II-EB. 17. de acordo com a especificidade de cada aluno: ALUNOS CEGOS Š provas finais de ciclo em braille a requerer à EMEC pela escola (ver NOTA). a fim de não prejudicar a sua prestação (ex: 45m + 45m ou 30m + 30m + 30m). devendo ser realizadas. respetivamente.adequada às necessidades educativas especiais do aluno e é autorizada pelo Diretor da escola no caso dos alunos do 4.º anos ou pelo Presidente do JNE no caso dos alunos do 9. algumas condições especiais na realização das provas finais de ciclo que podem ser adotadas associadas ou isoladamente. então.º e 9. De que condições especiais nas provas finais de ciclo pode. ™ O Diretor da escola deve comunicar oficialmente ao responsável do agrupamento de exames o número de provas finais a nível de escola de Português e de Matemática do 1. esta deve ser assinalada no ponto 6. as provas finais a nível de escola. não obedecendo. Estas situações constituem uma exceção ao mencionado no ponto 15 deste documento.7 do ANEXO I-EB ou no ponto 5. ™ No caso dos alunos que realizam provas finais a nível de escola em que seja imprescindível tolerância de tempo para além dos 90 minutos regulamentares. isto é. os enunciados e respetivos critérios de classificação devem ser enviados ao Agrupamento de Exames para esse efeito.º ano.ª semana de junho. salvaguardando o anonimato dos alunos que as vão realizar. Quem classifica as provas finais a nível de escola? ™ A classificação das provas finais a nível de escola é da responsabilidade do Júri Nacional de Exames. se a autorização desta condição depender do Diretor da escola ou do Presidente do JNE. A TÍTULO DE EXEMPLO. obrigatoriamente. às datas estabelecidas no calendário de exames mas. nas situações muito complexas em que a realização da prova exige da parte do aluno um esforço físico muito acentuado atingindo rapidamente o seu limiar de fadiga. ™ Excecionalmente. no que se refere às datas de realização das provas. Nestes casos. entre 17 e 27 de junho. necessariamente.º ciclo até à 2. usufruir um aluno com necessidades educativas especiais de carácter permanente? ™ Vejamos. a “prova fracionada” pode ser realizada no mesmo dia ou em dias diferentes.º anos até à 1.º e do 6. 11 .

º 2162-A/2013. a requerer à EMEC pela escola (ver NOTA). ainda que não obedecendo à ordem de pauta. realização das provas em sala à parte. utilização de auxiliares técnicos de leitura (lupa. de 5 de fevereiro. tolerância nas provas finais a nível de escola. máquina de calcular sonora. realização das provas em sala à parte. presença do intérprete de Língua Gestual Portuguesa.º 45 do Despacho n. 12 . lupa TV. realização das provas em sala à parte permitindo a utilização de meios informáticos ou que um professor que não tenha lecionado a disciplina em exame leia o enunciado da prova ao aluno (particularmente no caso de alunos que ainda dominam mal a leitura da grafia braille). candeeiro de luz fria. para ampliação. etc. utilização de máquina braille e outras tecnologias de apoio. tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos ao abrigo do disposto no n. Caso contrário.Š Š Š Š Š provas finais de ciclo em formato DAISY a requerer à EMEC pela escola (ver NOTA). provas finais de ciclo em formato DAISY a requerer à EMEC pela escola (ver NOTA).º 2162-A/2013.). devem requisitar as provas em versão braille ou em formato digital. provas finais de ciclo em braille a requerer à EMEC pela escola (ver NOTA) tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos no n. permitindo a utilização de meios informáticos ou que um professor que não tenha lecionado a disciplina em exame leia o enunciado da prova ao aluno.º 45 do Despacho n. NOTA: Apenas devem requisitar as provas de exame em formato DAISY os alunos cegos ou com baixa visão que já dominem com muita destreza este programa. tolerância nas provas finais a nível de escola. Š Š provas finais a nível de escola (ver ponto 12 deste documento). situar-se na sala de exame no local mais apropriado em termos de iluminação. consulta de dicionário de língua portuguesa.º 2162-A/2013. ALUNOS SURDOS SEVEROS OU PROFUNDOS Š Š Š Š tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos ao abrigo do disposto no n. Š Š provas finais a nível de escola (ponto 12 deste documento). separado dos restantes examinandos.º 45 do Despacho n. de 5 de fevereiro. de 5 de fevereiro. ALUNOS COM BAIXA-VISÃO Š Š Š Š Š Š Š prova finais de ciclo em formato digital .

sequelas de traumatismos cranianos e outros acidentes graves. ALUNOS COM LIMITAÇÔES MOTORAS SEVERAS (Ex: alunos com paralisia cerebral. provas finais a nível de escola (ponto 12 deste documento).º do Decreto-Lei n.º 2162-A/2013. miopatias. ALUNOS COM SURDOCEGUEIRA OU MULTIDEFICIÊNCIA e que não frequentam um currículo específico individual. ao abrigo do artigo 21. spína bífida.º 45 do Despacho n. quando a sua linguagem escrita apresenta dificuldades de legibilidade (ponto 26 deste documento).º 3/2008. permitindo a utilização de máquinas de escrever adaptadas.Š Š provas finais a nível de escola (ponto 12 deste documento). pequena interrupção para deslocação à casa de banho ou descanso postural. de 7 de janeiro: Š Š Š Š tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos ao abrigo do n. organização e planeamento. resolução de 13 . Š Š Š Š ƒ Š Š utilização de equipamento ergonómico (mesa e/ou cadeira adaptadas). determinadas situações clínicas com acentuado défice motor): Š Š tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos ao abrigo do disposto no n.º do Decreto-Lei n. 7 de janeiro. separado dos restantes examinandos. realização das provas em sala de fácil acesso quando o aluno se desloca em cadeira de rodas ou com apoio de outros auxiliares de marcha. necessitando de ajuda de um auxiliar de ação educativa. gestão do tempo. de 5 de fevereiro. capacete com ponteiro de escrita. ao abrigo do artigo 21. tolerância nas provas finais a nível de escola. realização das provas em sala à parte. de 5 de fevereiro.º 3/2008. Alunos que apresentam limitações significativas ao nível das funções mentais: funções de desenvolvimento intelectual e das funções cognitivas de nível superior (abstração.º 2162-A/2013. autoconhecimento. realização das provas em sala à parte. provas finais a nível de escola (ponto 12 deste documento). tolerância nas provas finais a nível de escola. meios informáticos ou que um professor que não tenha lecionado a disciplina em exame leia o enunciado da prova e auxilie o aluno no manuseamento do equipamento e folhas de prova. ALUNOS COM LIMITAÇÕES DO DOMÍNIO COGNITIVO e que não frequentam um currículo específico individual. flexibilidade cognitiva. necessidade de reajustes posturais à posição de sentado. tolerância nas provas finais a nível de escola.º 45 do Despacho n. reescrita da prova realizada pelo aluno por um professor.

14 . (Ex: alunos com distúrbios genéticos. de 5 de fevereiro. doenças graves do foro reumatológico): Š Š Š Š Š Š tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos no n. pequenas interrupções para ingestão de algum alimento e/ou medicamento indispensável ou até para pequenos períodos de descanso que permitam recuperação postural. de 5 de fevereiro. e que se encontrem ao abrigo do Decreto-Lei n. síndrome de Williams. hidrocefalia. autismo. esclerose múltipla. bem como para os alunos do 9.problemas) resultando. decorrentes de situações clínicas graves devidamente confirmadas pelos serviços de saúde. esquizofrenia. dificuldades acentuadas nos processos de: aprendizagem e aplicação do conhecimento. pensamento. resolução de problemas. aquisição de competências.º 3/2008. lúpus eritmatoso sistémico.Alunos ao abrigo do Decreto-Lei n.º 45 do Despacho n. cardiopatias. ao nível da atividade e participação. síndrome de Rett. ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS DE SAÚDE DECORRENTES DE SITUAÇÔES CLÍNICAS GRAVES . concentração da atenção.º 45 do Despacho n. ditar as respostas das prova.º ano que não necessitem de realizar provas finais a nível de escola.º 2162-A/2013. devendo ser preenchido o ANEXO I-EB. doença de Crohn. doenças do foro oncológico. 7 de janeiro (Ex: alunos com doença renal crónica. artrogripose.ºanos. 7 janeiro. escoliose grave. síndrome Martin-Bell (X-frágil): Š Š Š Š tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos ao abrigo do disposto no n. Como podem os alunos com necessidades especiais de saúde usufruir de condições especiais na realização das provas finais de ciclo? ™ Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente. utilização de tecnologias de apoio.º 3/2008. 19. de equipamento ergonómico. diabetes Mellitus tipo I ou tipo II. trissomia 21. sequelas de acidente vascular cerebral. sob proposta do conselho de turma. tolerância nas provas finais a nível de escola. devendo as referidas condições ser objeto de análise e decisão caso a caso: Š Pelo Diretor da escola para os alunos dos 4.º 2162-A/2013. fibrose quística.º e 6. epilepsia grave. podem usufruir de condições especiais de exame. epidermólise bolhosa. fenilcetonúria. realização das provas finais de ciclo em sala à parte. reescrita das provas finais de ciclo. realização das provas em sala à parte permitindo a utilização de meios informáticos ou que um professor que não tenha lecionado a disciplina em exame leia o enunciado da prova ao aluno provas finais a nível de escola (ponto 12 deste documento).

relatórios médicos dos serviços de saúde e outros documentos clínicos úteis para análise da situação. 20. caso exista.º ano caso necessitem realizar provas finais a nível de escola e.º 45 do Despacho n. sob proposta do Diretor da escola. ™ Os alunos com dislexia dos 4. ao longo do 3. constantes do programa educativo individual.º anos apenas podem usufruir da tolerância de trinta minutos concedida às provas finais de ciclo. “Apoio para classificação de provas de exame nos casos de dislexia”. e tenham usufruído.º ciclo ou até ao final do 2.º e 9.º anos de escolaridade.º 3/2008. Para efeitos de não penalização na classificação das provas finais de ciclo dos 4.º ciclo. devidamente confirmadas pelos serviços de saúde.º ano estejam ao abrigo do Decreto-Lei n. outras condições espaciais.º 3/2008. que decorram no período de realização das provas finais de ciclo podem.1.º ou do 6.º ou do 6. Que condições especiais de realização das provas finais de ciclo podem usufruir os alunos que apresentam dislexia? 20.Š Pelo Presidente do JNE para os alunos do 9. pode ser autorizada a leitura dos enunciados das provas finais de ciclo por um dos professores vigilantes. de 7 de janeiro. 6. desde que: a) Os alunos do 4.º. ser dispensados da realização dos mesmos. ™ Excecionalmente os alunos com necessidades especiais de saúde decorrentes de situações clinicamente muito graves. b) Os alunos do 9. 6.º. emitida pelo JNE. sendo 15 . Aos alunos com dislexia severa do 4.º ano estejam ao abrigo do Decreto-Lei n. de acordo com o estipulado no n.º 2162-A/2013.º ano de escolaridade.º e 9. após despacho favorável do Presidente do JNE. de 5 de fevereiro. bem como cópia do programa educativo individual. devendo ser preenchido o ANEXO II-EB. relatório pedagógico elaborado pelo diretor de turma. consequentemente.º ciclo do ensino básico. de 7 de janeiro. nas provas realizados pelos alunos com dislexia diagnosticada e confirmada no 1. 20. simultaneamente. ™ Para o efeito. o Diretor da escola deve remeter ao Presidente do JNE um processo do aluno com a seguinte documentação: cópia autenticada do cartão de cidadão / bilhete de identidade e do registo biográfico.2. de apoios pedagógicos personalizados e/ou tecnologias de apoio. que apresentam progressos muito lentos na aquisição de competências de leitura e. dificuldades na compreensão e descodificação do significado do que é lido. pode ser aplicada a Ficha A.

dado que o diagnóstico atempado terá permitido uma intervenção/treino/reeducação pedagógica no âmbito da leitura.º ciclo devem ter um nível de automatismo na identificação das palavras escritas e de compreensão escrita igual ao da compreensão oral dos textos.indispensável que as realizem em sala à parte separados dos restantes examinandos (condições assinaladas no ponto 6.º ano. 20.11 do ANEXO II-EB).º ano podem usufruir de: ƒ aplicação da ficha A na classificação das provas finais de ciclo ƒ tolerância de trinta minutos concedidos às provas finais de ciclo. sendo indispensável que as realizem em sala à parte separados dos restantes examinandos (condições assinaladas nos pontos 5.º e 9. não podendo de forma alguma realizar provas finais a nível de escola. pode ser autorizada pelo Presidente do JNE a leitura dos enunciados das provas finais de ciclo por um dos professores vigilantes. Os alunos com dislexia do 9. 6.º anos.º ou do 6.10 e 5. de 5 de fevereiro Condições especiais a autorizar pelo Diretor da escola (ANEXO I-EB) Š Os alunos com dislexia severa do 4.º ano podem usufruir de: ƒ aplicação da ficha A na classificação das provas finais de ciclo ƒ tolerância de trinta minutos concedidos às provas finais de ciclo. de acordo com o estipulado no n. nos casos de alunos com dislexia severa. Š Os alunos com dislexia do 4.º ano podem usufruir de: ƒ aplicação da ficha A na classificação das provas finais de ciclo ƒ tolerância de trinta minutos concedidos às provas finais de ciclo.º ou do 6. No entanto. no final do 3. de acordo com o estipulado n.º.º 2162-A/2013.º ano podem usufruir de: ƒ aplicação da ficha A na classificação das provas finais de ciclo ƒ tolerância de trinta minutos concedidos às provas finais de ciclo.3. de 5 de fevereiro ƒ leitura dos enunciados das provas finais de ciclo Condições especiais a autorizar pelo Diretor da escola (ANEXO I-EB) Š Os alunos com dislexia do 9.11 do ANEXO I-EB).º 2162-A/2013.º 2162-A/2013. de acordo com o estipulado no n. EM SÍNTESE: Š Os alunos com dislexia têm de realizar obrigatoriamente as provas finais de ciclo nas disciplinas de Português e de Matemática nos 4.º 45 do Despacho n. de acordo com o estipulado no n.º 2162-A/2013.º 45 do Despacho n.º 45 do Despacho n.º 45 do Despacho n. de 5 de fevereiro Condições especiais a autorizar pelo Diretor da escola (ANEXO I-EB) Š Os alunos com dislexia severa do 9. de 5 de fevereiro ƒ leitura dos enunciados das provas finais de ciclo Condições especiais a autorizar pelo Presidente do JNE (ANEXO II-EB) 16 .

21. o qual será responsável pela transcrição em grafia braille das provas finais a nível de escola e dos exames de equivalência à frequência e pela descodificação da escrita braille destas provas e das provas finais de ciclo. de ser coincidentes na Ficha A e na Ficha B. ficando o original arquivado na escola.4.5 e 7.9 do ANEXO II-EB). Com este objetivo existem duas fichas: Š A Ficha B (Levantamento das dificuldades específicas do aluno relativamente à dislexia) é o instrumento interno para registo das dificuldades do aluno. ™ As provas descodificadas em folha própria fornecida pela escola (modelo oficial) seguem para classificação para os agrupamentos de exames. Que provas finais de ciclo de âmbito nacional sofrem adaptações formais? As únicas provas que podem sofrer adaptações formais são as provas finais de ciclo para alunos cegos ou com baixa visão. acompanhe obrigatoriamente cada uma das provas finais de ciclo realizadas pelos alunos com dislexia.5 do ANEXO I-EB e 5. da “Linguagem Quantitativa”. em formato digital sem figuras nem imagens ou em formato DAISY. Alunos cegos ou com baixa visão ™ Para os alunos cegos ou com baixa visão podem ser requisitadas provas finais de ciclo em versão braille. para efeitos de classificação. o secretariado de exames deve diligenciar para que a Ficha A. ™ A Ficha A e a Ficha B devidamente preenchidas devem integrar o processo individual do aluno.DGEstE. com a respetiva Nota Explicativa. faz parte do seu processo de apoio educativo e funciona apenas como documento de suporte ao preenchimento da Ficha A (Apoio para classificação de provas de exame nos casos de dislexia). 22. as quais podem sofrer 17 .20. Š Os itens preenchidos nas áreas da “Expressão Escrita”. Quando o Diretor da escola /Presidente do JNE autorize a aplicação da FICHA A na classificação das provas finais de ciclo (pontos 6. obrigatoriamente. Quem transcreve e ou descodifica as provas finais de ciclo realizadas em braille por alunos cegos? ™ Compete ao Diretor da escola designar um docente com formação especializada em educação especial no domínio da visão ou solicitá-lo ao respetivo serviço regional da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares . da “Leitura” e da “Expressão” têm. para efeito de não penalização da sua classificação.

devem dispor de um monitor com nível de retroiluminação reduzido. a prova apresenta o corpo de letra igual ao da prova original – Arial 10. ™ No caso das provas finais de ciclo em formato digital com imagens e figuras. o requisito mínimo é um monitor de 17 polegadas. e ser bloqueado o dicionário do processador de texto e vedado o acesso à internet. escolhendo o aluno a ampliação que melhor se adeque às suas necessidades específicas de visão. em formato 4:3. ajudá-lo na leitura do enunciado. ™ O aluno cego ou com baixa visão tem de realizar as provas finais de ciclo em sala à parte. mas com entrelinha 1. 18 . acompanhado por dois professores vigilantes. sempre que possível. etc. e de Português Língua não Materna dos 2. a tolerância de tempo autorizada pelo Diretor da escola ou pelo Presidente do JNE deve ter conta a necessidade de períodos de descanso visual. Neste caso. No computador deve estar instalado software apropriado para leitura do referido ficheiro – Acrobat Reader. pode responder às questões no suporte mais adequado (ex: papel pautado com linhas reforçadas a negro.º ciclos. haver adaptações nos critérios de classificação das provas. no enunciado que acompanha o CD-ROM. podendo. ™ Para melhor visualização do ficheiro. folha de papel formato A3.5 –. sempre que necessário. ™ Nas provas finais de ciclo de Português e de Matemática dos 1. para o manuseamento dos enunciados e. com resolução de 1024x768 pixels. Neste caso. Matemática e Português Língua Não Materna.adaptações formais.º ciclos.º e 2. devendo ser auxiliado por um dos professores vigilantes que indica o local exato onde cada resposta deve ser registada. ™ Caso o aluno esteja impossibilitado de registar as suas respostas no enunciado da prova de exame. ™ Os enunciados das provas finais de ciclo em formato digital/formato DAISY são enviados em saco separado que contém um CD-ROM acompanhado de três enunciados da prova impressa nas disciplinas de Português. caso seja necessário. clinicamente comprovada.). de acordo com o estipulado na Norma 02/JNE/2013. o aluno com baixa visão responde. ao nível das imagens ou da formulação dos itens. ™ Aos alunos com baixa visão que necessitam de provas ampliadas apenas são facultados os enunciados das provas finais de ciclo em formato digital (ficheiro pdf).º e 3. o enunciado ampliado pelo aluno mantém todas as imagens e figuras do enunciado da prova original e não tem qualquer adaptação formal. devendo um deles conhecer os meios tecnológicos utilizados para o auxiliar na ampliação da prova. devendo as mesmas ser transcritas para o papel de modelo oficial. ™ Os alunos com fotofobia.

no enunciado que acompanha o CD-ROM. caso seja necessário. o aluno com limitações motoras responde. 19 . com resolução de 1024x768 pixels.5 – e mantém todas as imagens e figuras do enunciado da prova original. responder às questões das provas no suporte mais adequado. com entrelinha 1. em formato digital ou ampliadas em suporte de papel.5. mas com entrelinha 1. devendo.º ciclos.º e 3. ™ Os alunos com limitações motoras severas podem. são da responsabilidade da escola. de acordo com o estipulado na Norma 02/JNE/2013. Neste caso. ™ No caso dos alunos cegos ou com baixa visão que realizem as provas finais a nível de escola nas disciplinas de Português e ou de Matemática. para alunos com limitações motoras severas que apenas utilizem o computador como meio de leitura. também. devendo um deles conhecer os meios tecnológicos e auxiliá-lo no seu manuseamento e. Alunos com limitações motoras severas ™ As provas finais de ciclo de Português e de Matemática em formato digital (ficheiro pdf) destinam-se. sempre que possível. ™ No caso dos alunos autopropostos a versão em braille. não tendo qualquer adaptação formal. serem transcritas para o papel normalizado. ™ Nas provas finais de ciclo de Português e de Matemática dos 1. também. devendo ser auxiliado por um dos professores vigilantes que indica o local exato onde cada resposta deve ser registada.º e 2. a sua versão em braille. e de Português Língua não Materna dos 2. ™ O aluno tem de realizar as provas finais de ciclo em sala à parte. ™ Os enunciados das provas finais de ciclo em formato digital são enviados em saco separado que contém um CD-ROM acompanhado de três enunciados da prova impressa. No computador deve estar instalado software apropriado para leitura do referido ficheiro – Acrobat Reader. o requisito mínimo é um monitor de 17 polegadas. acompanhado por dois professores vigilantes. e estar bloqueado o dicionário do processador de texto e vedado o acesso à internet. em formato digital ou ampliadas em suporte de papel das provas de equivalência à frequência das restantes disciplinas são da responsabilidade da escola. ™ Para melhor visualização do ficheiro.º ciclos. a prova apresenta o corpo de letra igual ao da prova original – Arial 10. ajudá-lo na leitura do enunciado.considerando que o aluno pode apresentar elevado nível de fadiga no uso prolongado do computador. em formato 4:3. sempre que necessário.

nomeadamente. Como se requisitam as provas finais de ciclo em braille. o seu limiar de fadiga. é obrigatório 20 . de 5 de fevereiro. 61 e 91). de 5 de fevereiro.º. alunos com grandes limitações na expressão escrita e na leitura.º 2162A/2013. 23. 62 e 92) em braille.º 45 do Despacho n. é permitido que o aluno usufrua. em formato digital ou em suporte papel ampliadas em tamanho A3? ™ As provas finais de ciclo de Português (códigos 41. em formato digital ou em formato DAISY devem ser requeridas diretamente à Editorial do Ministério da Educação e Ciência pelo Diretor da escola. No entanto. 24. que realizem provas finais a nível de escola nas disciplinas de Português e de Matemática. ™ No caso dos alunos autopropostos as provas de equivalência à frequência das restantes disciplinas em formato digital são da responsabilidade do estabelecimento de ensino. em cada parte. simultaneamente. uma tolerância muito prolongada não traz qualquer benefício em termos de consecução de tarefas.™ No caso dos alunos com limitações motoras severas. de um período de tolerância de tempo previamente homologado pelo Diretor da escola. a tolerância concedida deve respeitar o ritmo de execução do aluno mas. ™ Considerando que as provas finais de Português e de Matemática do 4. Por vezes. surdos severos ou profundos. 93 e 94) e de Matemática (códigos 42. em formato DAISY. PLNM (códigos 64. ™ Nas situações mais complexas.º 45 do Despacho n. a tolerância não deve ultrapassar os 30 minutos já concedidos a todas as provas finais de ciclo do ensino básico no n. Neste caso. na maioria das situações. além da tolerância concedida no n. sendo o pedido obrigatoriamente acompanhado por relatório médico que confirme a necessidade. a sua versão em formato digital é da responsabilidade do estabelecimento de ensino. cegos. com a agravante de poder desencadear situações angustiantes no aluno. Nas provas finais de ciclo a tolerância de tempo para além do tempo regulamentar é obrigatoriamente de 30 minutos? ™ Não. ™ Para os alunos com baixa-visão dos 4.º anos de escolaridade. com limitações motoras graves ou com limitações do domínio cognitivo.º ano são realizadas em duas partes (caderno 1: 50 minutos e caderno 2: 40 minutos) com um intervalo de 15 minutos entre elas. com baixa visão. 6. devem ser solicitados pelo Diretor da escola enunciados de provas finais de ciclo ampliados em suporte papel tamanho A3. clinicamente impossibilitados de utilizar o formato digital.º 2162-A/2013. ao Presidente do JNE.º ou 9.

um aluno com n.º 45 do Despacho n. 5 de fevereiro.º 2162-A/2013. Caderno 2: a partir dos 50 minutos pode sair em qualquer altura antes de atingir os 60 minutos. ™ Considerando que a prova final de Matemática do 6. Caderno 2: ao fim de 40 minutos ou ao fim de 50 minutos (se utilizar apenas a tolerância concedida a qualquer aluno).º ciclo.e. nas provas finais de 1. separado dos restantes alunos.º 45 do Desp. uma tolerância para além dos 30 minutos. n. n.e.e. mesmo que seja desencontrado dos restantes alunos. é permitido que o aluno usufrua.º 45 do Desp. de um período de tolerância de tempo previamente homologado pelo Diretor da escola. concedidos ao abrigo do disposto no n.º 2162-A/2013: 30min Tempo de duração do caderno 1 + tolerância: 50min+20 min=70 min Tolerância de tempo autorizada pelo Diretor para um aluno com n. ™ Caso a um aluno com necessidades educativas especiais seja autorizada. para poder usufruir desta tolerância. EXEMPLO: Tempo de duração da prova final de Português ou de Matemática do 4. Caderno 1: a partir dos 70 minutos pode sair em qualquer altura antes de atingir os 90 minutos.º 45 do Desp.que o aluno goze o intervalo estipulado (15 min). caso não utilize toda a tolerância autorizada.º ano é distribuída em duas partes (caderno 1: 30 minutos e caderno 2: 60 minutos).º 45 do Despacho n. EXEMPLO para Matemática do 2.º 2162-A/2013. caso não utilize toda a tolerância autorizada.º ano: 90min Tolerância de tempo concedida no n.º 2162-A/2013: 30 min Tempo de duração do caderno 1 com tolerância autorizada: 50min+20min+20 min=90 min Intervalo obrigatório: 15 min Tempo de duração do caderno 2 + tolerância: 40min+10min=50min Tempo de duração do caderno 2 com tolerância autorizada: 40min+10min+10 min=60min Nesta situação. n. em cada parte. além da tolerância concedida ao abrigo do disposto no n.e.º ciclo: Tempo de duração da prova final de Matemática do 6. acompanhado por dois professores vigilantes. pode sair da sala de exame: Š Š Š Š Š Caderno 1: ao fim de 50 minutos ou ao fim de 70 minutos (se utilizar apenas a tolerância concedida a qualquer aluno). para além do n. tem de realizar esta prova em sala à parte.º ano: 90min Tolerância de tempo concedida no n.º 2162-A/2013: 30min Tempo de duração do caderno 1 + tolerância: 30min+10 min=40 min 21 . Intervalo obrigatório: 15 minutos.

º e 3. Caderno 1: a partir dos 40 minutos pode sair em qualquer altura antes de atingir os 60 minutos. ™ No caso das provas finais de Português dos 6.º ciclo de Matemática uma tolerância para além dos 30 minutos. para além do n.e.e.e. a um aluno com n. Caso tenha sido autorizado mais tempo. de acordo com o estipulado no ponto 6. tem de realizar esta prova em sala à parte separado dos restantes alunos. estes. Caderno 2: a partir dos 80 minutos pode sair em qualquer altura antes de atingir os 120 minutos.º 45 do Desp. EXEMPLO para Português dos 2. se tiver sido autorizado pelo Diretor da escola. n. tolerância que se destina exclusivamente ao aluno. ou saem no final do tempo regulamentar (90min) sem utilizar qualquer tolerância. caso não utilize toda a tolerância autorizada. acompanhado por dois professores vigilantes.Tolerância de tempo autorizada pelo Diretor para um aluno com n. ™ Caso a um aluno com necessidades educativas especiais seja autorizada na prova final do 2. ou têm de permanecer obrigatoriamente 120 minutos na sala onde decorre a prova (90min + 30min).º 45 do Despacho n.º ciclo: Tempo de duração da prova final de ciclo: 90min Tolerância concedida no n. Caderno 2: ao fim de 60 minutos ou ao fim de 80 minutos (se utilizar apenas a tolerância concedida a qualquer aluno). de 5 de fevereiro. concedidos ao abrigo do disposto no n. O aluno não pode sair da sala de exame. ser-lheá permitido entregar a prova de exame e sair da sala. de 5 de fevereiro.º 2162-A/2013.º ano.º anos e de Matemática do 9.º 2162-A/2013: 30min Tolerância de tempo autorizada pelo Diretor da escola: 30min Tempo total da prova final de ciclo: 90min + 30min + 30min = 150min 22 . caso não utilize toda a tolerância autorizada.e.º ciclos e Matemática do 3.º 2162-A/2013. uma tolerância para além dos 30 minutos.º 2162-A/2013: 60 min Tempo de duração do caderno 1 com tolerância autorizada: 30min+10min+20 min=60 min Tempo de duração do caderno 2 + tolerância: 60min+20min=80min Tempo de duração do caderno 2 com tolerância autorizada: 60min+20min+40 min=120min Nesta situação.º e 9. caso não precise de utilizar todo o tempo autorizado. é recolhido o: Š Š Š Š Š Caderno 1: ao fim de 30 minutos ou ao fim de 40 minutos (se utilizar apenas a tolerância concedida a qualquer aluno). para os alunos que realizam provas finais de ciclo.º 45 do Despacho n.º 45 do Despacho n. para poder usufruir desta tolerância. concedidos ao abrigo do disposto no n.

limitações motoras severas. Desde que autorizado. imediatamente após a realização da prova. não sendo. ™ A prova final de ciclo deve ser reescrita em folha própria de modelo oficial.º 45 do Despacho n. é permitida a presença de um intérprete de Língua Gestual Portuguesa durante a realização das provas finais de ciclo por alunos surdos severos ou profundos. o aluno pode sair da sala de exame ao fim de 90min ou ao fim de 120min (se utilizar apenas a tolerância concedida a qualquer aluno). A partir dos 120min pode sair em qualquer altura antes de atingir os 150min. motricidade fina limitada. disgrafias graves e impedimentos físicos temporários (ex: fratura de braço). autorizada a saída de qualquer um deles antes de terminar o tempo suplementar. para transmitir em LGP as orientações que são comunicadas aos restantes alunos pelos professores vigilantes e pelos docentes do secretariado de exames. no entanto. Desde que autorizado pelo Diretor da escola ou pelo Presidente do JNE. Um Intérprete de Língua Gestual Portuguesa pode permanecer junto de um aluno surdo severo ou profundo durante a realização das provas finais de ciclo? ™ Sim. Será possível uma prova final de ciclo ser reescrita? ™ Sim.º ou 3. na presença do aluno e de um docente do secretariado de exames.º ciclos a quem tenha sido autorizada unicamente a mesma tolerância além dos trinta minutos. 23 . as respostas da prova podem ser reescritas por um docente que não seja da disciplina. para evitar interrupções sucessivas. separada dos restantes examinandos. acompanhados por dois professores vigilantes e pelo intérprete de LGP. 26. que podem perturbar os restantes examinandos que continuam a realizar a prova. o enunciado das provas. respeitando na íntegra o que o aluno escreveu. 25. pode ser autorizada a realização das provas finais de ciclo em computador. ™ Estes alunos têm de realizar as provas finais de ciclo em sala à parte. separado dos restantes examinandos. de 5 de fevereiro. ™ Em alternativa.º. assim como. devendo a escola respeitar os procedimentos indicados na Norma 02/JNE/2013. se um aluno apresentar uma caligrafia ilegível em consequência das suas incapacidades. 2. como por exemplo. para que o aluno não seja prejudicado na classificação. ™ Aos alunos dos 1. caso não utilize toda a tolerância autorizada.º 2162-A/2013.Nesta situação. acompanhado de dois professores vigilantes. nos casos referidos. é permitido que mais do que um aluno realize as provas finais na mesma sala. ficando sempre o aluno em sala à parte. concedidos ao abrigo do disposto no n.

a aprendizagem no domínio da Leitura. nomeadamente. ™ Excecionalmente os alunos podem realizar as provas finais de ciclo em sala à parte. embora a não lecione. Š leitura do enunciado da prova. em casos excecionais. Será possível um aluno ditar as respostas de uma prova final de ciclo? ™ Sim. Š acompanhamento de um docente de educação especial que auxilie o aluno no manuseamento do equipamento específico. com baixa 24 . Š presença de um intérprete de Língua Gestual Portuguesa. Este procedimento deve ter lugar. permitindo. obrigatoriamente. Quando é possível ser autorizada a leitura dos enunciados das provas finais de ciclo por um docente? As provas finais de ciclo são. o aluno pode ditar as respostas das provas finais de ciclo a um docente que não seja da disciplina. por exemplo: Š utilização de tecnologias de apoio. sempre que o aluno apresente alterações funcionais no desempenho desta atividade. o aluno com necessidades educativas especiais pode realizar as provas numa sala à parte. quando estiver impossibilitado de escrever. separados dos restantes examinandos. Assim. provas escritas que exigem a cada aluno uma leitura compreensiva mas silenciosa das suas questões. Š registo das respostas que o aluno ditar. (Ex: docente de Físico-Química). ™ As respostas do aluno devem ser registadas em folha própria de modelo oficial. 28. esta condição pode aplicar-se aos alunos cegos. por natureza. o docente que registar as respostas que o aluno ditar deve conhecer a terminologia científica da disciplina. separado dos restantes alunos.27. permitindo avaliar. 29. ficando o aluno separado dos restantes examinandos. para lhes ser aplicada a condição especial: leitura dos enunciados das provas finais de ciclo. Quando é que um aluno realiza as provas finais de ciclo numa sala à parte. Š fácil acesso por parte do aluno com dificuldades de locomoção ou que exija equipamento ergonómico. ™ Nas provas finais de ciclo de Matemática. separado dos restantes examinandos? ™ Desde que autorizado. Desde que autorizado. numa sala à parte.

após homologação e autorização expressa pelo encarregado de educação. f). por um dos professores vigilantes que não lecione a disciplina em avaliação.º anos. h) e i) do n. sempre num ambiente tranquilo que contribua para uma maior concentração do aluno. enquanto alunos internos. deve remeter ao Presidente do JNE. individualmente a cada aluno.º ou do 9. Como deve proceder o Diretor da escola relativamente aos processos dos alunos com necessidades educativas especiais que realizam provas de equivalência à frequência referenciados nas alíneas e). nos três dias úteis imediatamente a seguir ao período das inscrições.º 1 do artigo 3. aos quais foram autorizadas condições especiais quer pelo Diretor da escola (ANEXO I-EB) quer pelo Presidente do JNE (ANEXO II-EB).º do Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e Ensino Secundário com necessidades educativas especiais. do 6.º do Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e Ensino Secundário. é uma cópia autenticada do ANEXO I-EB. com necessidades educativas especiais de carácter permanente para realizar as provas de equivalência à frequência. 30.º. c) e d) do n. até ao final do 3. ATENÇÃO: Nas situações referidas em 7 e 30 o único documento a remeter ao Presidente do JNE pelo Diretor da escola. em caso algum. pode ser permitido que um docente efetue a leitura da prova. Quando for autorizada a leitura de prova.º 1 do artigo 3.visão. os seguintes documentos. h) e i) do n.º período. para efeito de despacho de autorização de aplicação de condições especiais: 25 . com limitações motoras severas. g).º do Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e Ensino Secundário? ™ O Diretor da escola na qual se inscreva um aluno autoproposto referidos nas alíneas a). podem delas usufruir na realização das provas de equivalência à frequência.º do Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e Ensino Secundário? ™ Os alunos autopropostos referidos nas alíneas e). 31. em voz alta. b). Š nunca.º 1 do artigo 3. com limitações do domínio cognitivo ou com dislexia severa do 4. deve o Diretor da escola ter em consideração que: Š a leitura dos enunciados das provas tem de ser efetuada. f). para o conjunto de alunos da sala. Como deve proceder o Diretor da escola relativamente aos processos dos alunos autopropostos com necessidades educativas especiais que realizam provas de equivalência à frequência referenciados nas alíneas a).º1 do artigo 3. c) e d) do n. g). b).

24 de Julho. 213 936 851. Cópia autenticada do boletim de inscrição.º 140 – 6. acompanhados da listagem dos alunos autopropostos que se inscreveram para realizar provas de equivalência à frequência e que pretendam ficar abrangidos pelas disposições aplicáveis aos alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente. 7. 8. Ficha B – “Levantamento das dificuldades específicas do aluno relativamente à dislexia” para os alunos com dislexia (ponto 20). Cópia autenticada do registo biográfico. as escolas devem enviar estes documentos. Requerimento ANEXO III-EB – “Requerimento de condições especiais para alunos autopropostos”. Outros documentos considerados úteis para a avaliação da deficiência. à exceção dos referidos em 5 e 8. 4.º |1399 – 025 LISBOA Telef(s): 213 936 852. 6. Fax: 213 934 552 26 . No caso de candidatos abrangidos pelo ensino individual e doméstico. Cópia autenticada do programa educativo individual.1. Relatório atualizado de médico da especialidade ou de diagnóstico psicológico. n. 2. ENDEREÇO: Júri Nacional de Exames |Av. 5. Cópia autenticada do cartão de cidadão / bilhete de identidade. 3. ™ Os documentos devem ser remetidos para o endereço abaixo indicado.

pode usufruir de adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo? ™ Sim. sempre que a não aplicação destas condicione a realização das provas finais de ciclo nas mesmas condições dos outros alunos ou a sua classificação pelos respetivos professores classificadores. sob proposta do professor titular de turma/conselho de turma. indicamos algumas adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo que podem ser adotadas associadas ou isoladamente. podem usufruir de adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo.º. de acordo com a especificidade de cada caso. Os alunos que apresentem necessidades educativas mas que não exijam uma intervenção no âmbito da educação especial. Um aluno com necessidades educativas que não está abrangido pelo Decreto-Lei n. 7 de janeiro 32. usufruir um aluno com necessidades educativas? ™ Considerando as necessidades educativas do aluno. 2. De que adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo pode.º 3/2008.º e 3.º 3/2008. 34. devendo as referidas adaptações ser objeto de análise e decisão caso a caso pelo Diretor da escola. A TÍTULO DE EXEMPLO.SECÇÃO II ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS Alunos não abrangidos pelo Decreto-Lei n. até ao final do 3. diabetes e outras situações clínicas. epilepsia. ™ A título de exemplo podem usufruir de adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo os alunos com necessidades educativas resultantes de: défice de atenção. Estes alunos podem realizar provas finais a nível de escola? ™ Não. de 7 de janeiro. então.º ciclos dos ensino básico. motricidade fina limitada. devidamente autenticada.º 3/2008. Estes alunos realizam obrigatoriamente as provas finais de ciclo de Português e de Matemática a nível nacional. que não estão abrangidos pelo Decreto-Lei n. com anuência expressa do encarregado de educação. 33. sendo necessário enviar ao Presidente do JNE cópia do respetivo despacho de homologação – ANEXO IV-EB: Requerimento da adaptações nas condições de realização das provas finais dos 1. de 7 de janeiro. desde que autorizadas pelo Diretor da escola: 27 . ™ A autorização das adaptações nas condições de realização das provas finais de Português e de Matemática para os referidos alunos é da responsabilidade do Diretor da escola. ou seja. hiperatividade.º período. disgrafia.

Esta proposta (ANEXO IV-EB). 35. 28 . EXEMPLO: A um aluno diabético. utilização de equipamento ergonómico. de 5 de fevereiro. desde que regresse à sala de exame antes de terminar o tempo regulamentar da mesma.º 45 do Despacho n. tomar medicamentos durante a realização das provas finais de ciclo. ingerir alimentos durante a realização das provas finais de ciclo.º 2162-A/2013. Como se formalizam as adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo? ™ O professor titular de turma/diretor de turma formaliza uma proposta das adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo no ANEXO IV-EB – “Requerimento de Adaptações nas Condições de Realização das Provas Finais dos 1.º 2162-A/2013. 36. caso necessite ingerir alimentos ou tomar medicamentos durante a realização das provas finais de ciclo. Quem é responsável pela aplicação das adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo? ™ O Diretor da escola é responsável pela homologação ou não. competindo-lhe desencadear os mecanismos que entender necessários à sua aplicação. a referida ata.º do Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário) até ao quinto dia útil após o início do 3.º Período.º 45 do Despacho n. anexo a estas Orientações. 2.º e 3. realização das prova finais de ciclo em sala à parte. Esta proposta deve ser acompanhada da ata do conselho de turma do 2. um relatório pedagógico da responsabilidade do professor titular de turma/ diretor de turma e cópia de documentos clínicos úteis para análise da situação devem ser apresentados ao Diretor da escola para despacho de decisão (artigo 53. das adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo propostas.º Ciclos do Ensino Básico”. ™ Estes alunos apenas podem usufruir da tolerância de trinta minutos concedida às provas finais de ciclo do ensino básico. reescrita das provas finais de ciclo por um professor.Š Š Š Š Š Š ditar as respostas das provas finais de ciclo a um professor vigilante. ao abrigo do disposto no n. pode ser autorizada a saída da sala de exame. sempre acompanhado por um docente do secretariado de exames e pode usufruir de uma tolerância igual ao período de interrupção da prova até um máximo de quinze minutos para além da tolerância estipulada no n. de 5 de fevereiro.º período que propõe as adaptações de que o aluno deve usufruir na realização das provas finais de ciclo.º.

o despacho de decisão deve constar do respetivo processo individual do aluno. é uma cópia autenticada do ANEXO IV-EB. para ter conhecimento das condições autorizadas pelo Diretor da escola.º anos de escolaridade? ™ Sim. para o endereço referido em 31. ™ Findo o processo de exames. apenas para efeitos estatísticos. constituem a documentação que fundamenta e legitima a sua aplicação pelo Diretor. A aplicação de qualquer adaptação nas condições de realização das provas finais de ciclo só pode concretizar-se após a autorização expressa do encarregado de educação. até ao final do 3. ATENÇÃO: Nas situações referidas em 32 o único documento a remeter ao Presidente do JNE pelo Diretor da escola. O encarregado de educação tem de autorizar as adaptações de qualquer condição de realização das provas finais de ciclo? ™ Sim. até ao final do 3. 38. A escola deve comunicar ao JNE quais os alunos a quem foram aplicadas adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo de Português e de Matemática nos 4. Que documentação deve ser organizada pelo Diretor da escola durante o período da realização das provas finais de ciclo? ™ A proposta referida no ponto 35. devidamente homologada pelo despacho de autorização. 39. para consulta dos serviços da Inspeção-Geral da Educação e Ciência.º período.º.º e 9. ™ Esta documentação deve ficar sob a alçada do Diretor da escola durante o período definido para a realização das provas finais de ciclo do ensino básico. 6.37. O Diretor da escola deve remeter ao Presidente do JNE uma cópia autenticada do ANEXO IV-EB. o relatório pedagógico da responsabilidade do professor titular de turma/diretor de turma e a ata do conselho de turma do 2. o qual deve assinar obrigatoriamente o impresso referido no número anterior em último lugar. 29 .º período. devidamente preenchida e homologada pelo Diretor da escola.º período que propõe as adaptações nas condições de realização das provas finais de ciclo. após homologação e autorização expressa pelo encarregado de educação.

incluindo as provas finais a nível de escola (pontos 5 e 12) Alunos do 9. 6. 2.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO Autorização do Diretor da escola Alunos dos 4.º ano que necessitam de provas finais a nível de escola (ponto 12) Alunos com dislexia severa do 9.º.º e 9.º ano.3) Alunos ao abrigo do Decreto-Lei n.º CICLO DO ENSINO BÁSICO Autorização do Presidente do JNE Alunos do 9.º 3/2008 30 .º e 6.º E 3.º.º 3/2008 Š ANEXO IV–EB – REQUERIMENTO DE ADAPTAÇÕES NAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1. à exceção das provas finais a nível de escola (ponto5) Alunos ao abrigo do Decreto-Lei n. 2.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO Autorização do Diretor da escola Alunos dos 4.º anos com necessidades educativas (ponto 32) Alunos não abrangidos pelo Decreto-Lei n.º.º E 3.º anos.EM SÍNTESE: Homologação de condições especiais para alunos necessidades educativas especiais Š ANEXO I-EB – REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1.º 3/2008 Š ANEXO III-EB – REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ALUNOS AUTOPROPOSTOS Autorização do Presidente do JNE Alunos autopropostos (ponto 31) Alunos ao abrigo do Decreto-Lei n.º ano que necessitam de leitura dos enunciados das provas finais de ciclo (ponto 20.º 3/2008 Š ANEXO II-EB – REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ALUNOS DO 3.

ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DO ENSINO SECUNDÁRIO 31 .

º 3/2008. e pelos Decretos Legislativos Regionais n. com condições especiais. procedimentos e instrumentos. de 7 de janeiro 1. ™ São alunos que apresentam necessidades educativas especiais resultantes de limitações significativas ao nível da atividade e da participação num ou vários domínios de vida. de 31 de dezembro. de 7 de abril. no caso dos alunos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. da mobilidade.º 3/2008. da autonomia. bem como tecnologias de apoio. decorrentes de alterações funcionais e estruturais de carácter permanente. da aprendizagem. respetivamente. recursos.APLICAÇÃO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DOS EXAMES FINAIS NACIONAIS DO ENSINO SECUNDÁRIO – ORIENTAÇÕES GERAIS 2013 A leitura deste guião não dispensa a consulta do Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário e das Normas 01/JNE/2013 e 02/JNE/2013 SECÇÃO I ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE Alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n. resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação. processos. que implicam a mobilização de serviços especializados para promover o seu potencial de funcionamento biopsicossocial.ºs 15/2006/A. de 7 de janeiro. exigindo a adaptação de estratégias. podem realizar os exames finais nacionais e as provas de equivalência à frequência. Que alunos podem ser enquadrados no âmbito da educação especial? ™ Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente abrangidos pelo Decreto-Lei n. 32 . e 33/2009/M. do relacionamento interpessoal e da participação social. de acordo com as especificidades e terminologia adotadas nos referidos diplomas. conteúdos. sob proposta do conselho de turma.

ª fase dos exames finais nacionais e das provas de equivalência à frequência. não realizam qualquer prova de exame e não estão sujeitos ao regime geral de avaliação. de 7 de janeiro.ª fase e solicitou condições especiais de exame. discriminados no ponto 25.º do Decreto-Lei n. competindo-lhe desencadear os mecanismos que entender necessários à sua aplicação. 5. ™ Os alunos que frequentaram um currículo específico individual no ensino básico e que continuaram o seu percurso educativo num currículo específico individual em processo de transição para a vida pós-escolar. As condições especiais de exame autorizadas aos alunos com necessidades educativas especiais para a 1. aos exames a nível de escola e às provas de equivalência à frequência da 1. homologadas no seu programa educativo individual. ficando sujeita a autorização prévia por parte do Presidente do JNE. Ao requerer condições especiais de exame o aluno fica desde logo abrangido por elas? ™ Não.ª fase são válidas para a 2. Quando solicita as condições especiais de exame? ™ No ato de inscrição para a admissão aos exames finais nacionais. A sua concessão não é automática. 3. num impresso de modelo próprio ANEXO V-ES: Requerimento de condições especiais na realização das provas e exames do ensino secundário.™ A adoção de qualquer condição especial de exame exige que os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente tenham sido abrangidos por medidas educativas. Como requer um aluno com necessidades educativas especiais de carácter permanente condições especiais de realização de exame? ™ O aluno preenche obrigatoriamente um requerimento.º e 21.º 3/2008. ™ O Diretor é responsável pela aplicação das condições especiais na realização das provas de exame.ª fase. Um aluno que se inscreveu para prestação de exames na 1. tem de as requerer novamente? ™ Não. 33 . e que deve ser acompanhado de outros documentos. 2. ao abrigo do Decreto-Lei n. constante nestas Orientações Gerais. 4. se se inscrever para exames na 2. a qual será comunicada ao Diretor da escola. e pretender usufruir das condições especiais já autorizadas.ª fase.º 3/2008. ao abrigo dos artigos 14. que lhe é fornecido pela escola. de 7 de janeiro.

os alunos mencionados que pretendam prosseguir estudos no ensino superior têm de realizar os exames finais nacionais correspondentes à avaliação sumativa externa do seu plano de estudos.1. relativamente ao seu plano de estudos. Que modalidades de provas de exame podem realizar os alunos cegos. devendo ter em conta as características de aprendizagem e as dificuldades específicas de cada aluno. nesse caso. para o 11.º ano.º ano. A adoção de qualquer condição especial de exame exige que o aluno tenha sido abrangido por medidas educativas homologadas no seu programa educativo individual (artigos 9.7 do ANEXO V-ES).2. optar por uma das seguintes hipóteses: a) realizar os exames finais nacionais nas disciplinas sujeitas a exame final nacional. 7. 7.º do Decreto-Lei n. relativamente ao seu plano de estudos. optar por uma das seguintes hipóteses: a) realizar os exames finais nacionais em todas as disciplinas sujeitas a exame final nacional.º e 16. e 2014/2015. 34 . ™ Os exames a nível de escola destinam-se a estes alunos quando. bem como contemplar as mesmas aprendizagens estabelecidas para os correspondentes exames finais nacionais do ensino secundário. exames a nível de escola. As condições especiais de realização de exame são iguais para todos os alunos? ™ Não. surdos severos ou profundos ou com limitações motoras severas? ™ Os alunos cegos. com baixa visão. apenas a obtenção do diploma de conclusão do ensino secundário podem. ™ Os exames a nível de escola devem respeitar as adequações no processo de avaliação. surdos severos ou profundos ou com limitações motoras severas que pretendam: 7. 10. b) realizar os exames a nível de escola a todas as disciplinas sujeitas a exame final nacional. b) realizar os exames finais nacionais nas disciplinas que queiram eleger como provas de ingresso para candidatura ao ensino superior e exames a nível de escola nas restantes disciplinas sujeitas a exame final nacional. com baixa visão.º 3/2008.º. de 7 janeiro) e dependem das suas limitações funcionais. não sendo considerados. relativamente à prova caracterizada na Informação-Exame do GAVE. ™ A partir do ano letivo 2013/2014. para o 12. concluir o ensino secundário e prosseguir estudos no ensino superior podem. constantes do programa educativo individual de cada aluno. necessitem de alterações nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e na formulação dos itens (condição a assinalar no ponto 4.6.

têm de ser requeridos ao Presidente do JNE. até ao final da segunda semana de maio. e 4. da qual devem constar: objeto de avaliação. Estes exames têm códigos de exame próprios atribuídos pelo Programa ENES. Os exames a nível de escola para os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente têm um código de exame próprio? ™ Sim. tal como qualquer outra condição especial de exame e devem ser assinalados no ponto 4. os respetivos critérios específicos de classificação devem ser afixados em lugar público do estabelecimento de ensino. ™ Após a sua aprovação pelo conselho pedagógico. sendo um deles o coordenador.8. ™ Após a realização de cada prova a nível de escola. material e duração. Os exames a nível de escola têm. Esta equipa deve ainda contar com a colaboração do docente de educação especial. devendo ocorrer na data prevista no calendário anual de exames para o respetivo exame final nacional. destas Orientações? ™ Sim. 35 . ™ O enunciado da prova deve conter as respetivas cotações. características e estrutura. 11. 10. devendo ser corretamente registados no boletim de inscrição de exames do aluno. bem como dos respetivos encarregados de educação. Quem calendariza os exames a nível de escola? ™ A calendarização destes exames é da responsabilidade do Diretor da escola. ™ O coordenador da equipa de cada uma das disciplinas tem de assegurar o cumprimento das decisões do conselho pedagógico. Quem elabora exames a nível de escola para conclusão da disciplina? ™ O Diretor da escola assegura a constituição da equipa responsável pela elaboração do exame a nível de escola e respetivos critérios de classificação. necessariamente.7 do ANEXO V-ES. critérios gerais de classificação. para os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente. ™ Ao departamento curricular compete propor ao conselho pedagógico a Informação-Exame a Nível de Escola de cada disciplina. a equipa é constituída por dois professores que a tenham lecionado. 9. Para cada disciplina. de ser requeridos ao JNE. Os exames a nível de escola. de acordo com os pontos 3. a Informação-Exame a Nível de Escola de cada disciplina deve ser divulgada junto dos alunos que realizam este tipo de prova.

º 2162-A/2013. esta destinase ao aluno.ª fase – de 17 a 26 de junho e da 2.ª fase). ™ A tolerância de 30 minutos concedida aos exames finais nacionais do ensino secundário. Quem classifica as provas de exame dos alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente? ™ A classificação dos exames finais nacionais e dos exames a nível de escola. com baixa visão e com limitação motora severa é da responsabilidade do JNE. constantes dos Anexos IV e V do Despacho n. ao abrigo do disposto no n. está sujeita a autorização do Presidente do JNE e deve ser assinalada no ponto 4.7 do ANEXO V-ES. ™ A afixação da classificação dos exames a nível de escola tem lugar nas datas previstas no calendário de exames para os exames finais nacionais – 10 de julho (1. ™ Sempre que as necessidades educativas especiais do aluno exijam uma tolerância. Para o efeito. Qual é a duração dos exames a nível de escola? ™ Os exames a nível de escola têm a duração regulamentar para os correspondentes exames finais nacionais. 12. 13. 90min. sempre que possível. estes exames devem ser calendarizados nos períodos previstos para a realização dos exames finais nacionais da 1. os enunciados dos exames a nível de escola.ª fase) e 1 de agosto (2. devem. não se aplica automaticamente aos exames a nível de escola. 120min ou 150min. realizados por alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente.™ Quando esta data comum não for possível. ™ Considerando que os exames a nível de escola são elaborados para responder às necessidades educativas especiais do aluno. de acordo com o estipulado no Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário. é sempre da responsabilidade do JNE. de 5 de fevereiro. todas as provas de exame são enviadas para o agrupamento de exames. isto é.º 45 do Despacho n.ª fase – de 16 a 18 de julho. evitar a necessidade de tolerância para além do tempo regulamentado. ™ A classificação dos exames a nível de escola realizados por alunos cegos. 36 . de 5 de fevereiro (calendário anual de provas e exames). ou seja.º 2162-A/2013. as provas de exame realizadas pelos alunos e os respetivos critérios de classificação devem ser enviados ao agrupamento de exames para esse efeito.

Por vezes. tem de permanecer na sala de exame o tempo regulamentar de cada prova de exame acrescido dos 30 minutos. de 5 de fevereiro. ™ Se tiver sido autorizado pelo Presidente do JNE uma tolerância para além dos 30 minutos concedidos ao abrigo do disposto no n.º 45 do Despacho n. de 7 de janeiro. caso não precise de utilizar todo o tempo autorizado. de 5 de fevereiro. alunos com grandes limitações na expressão escrita e na leitura. a tolerância não deve ultrapassar os 30 minutos já concedidos a todos os examinandos do ensino secundário. esta depende da funcionalidade de cada aluno e principalmente da tolerância concedida nas provas de avaliação sumativa interna durante o seu percurso escolar. Nos exames finais nacionais a tolerância de tempo para além do tempo regulamentar é obrigatoriamente de 30 minutos? ™ Não. cegos.º 45 do Despacho n. ser-lhe-á permitido entregar a prova de exame e sair da sala. tolerância esta que se destina exclusivamente ao aluno.º 45 do Despacho n. A partir 37 . surdos severos ou profundos ou limitações motoras graves. 14.º 2162-A/2013. com baixa visão. ao abrigo do disposto no n. nomeadamente.º 45 do Despacho n. com a agravante de poder desencadear situações angustiantes no examinando.™ A classificação dos exames a nível de escola realizados por alunos que frequentam Escolas de Referência também é da responsabilidade do JNE.º 3/2008.º 1 do artigo 20. uma tolerância muito prolongada não traz qualquer benefício para o aluno em termos de consecução de tarefas. Na maioria das situações. simultaneamente. 5 de fevereiro. ™ Se um aluno com necessidades educativas especiais de carácter permanente pretende usufruir da tolerância concedida ao abrigo do disposto no n. a tolerância concedida deve respeitar o ritmo de execução de cada aluno mas. No entanto.º 2162-A/2013. o aluno pode sair da sala de exame ao fim de 120min ou ao fim de 150min (se utilizar apenas a tolerância concedida a qualquer aluno). devendo ser enviados ao agrupamento de exames. ™ Nalgumas situações mais complexas.º 2162-A/2013: 30min Tolerância de tempo autorizada pelo Presidente do JNE: 30min Tempo total da prova de exame: 120min + 30min + 30min = 180min Nesta situação. EXEMPLO: Tempo de duração da prova de exame: 120min Tolerância concedida no n. o seu limiar de fadiga.º 2162-A/2013.º do Decreto-Lei n. ao abrigo do n.

™ Os alunos surdos severos ou profundos. Desde que seja autorizado pelo Presidente do JNE.2 do ANEXO V-ES. assim como as orientações que são comunicadas aos restantes alunos pelos professores vigilantes e pelos docentes do secretariado de exames (condição assinalada no ponto 4. Esta 38 . 17.º 45 do Despacho n. prova elaborada de acordo com a Adaptação do Programa de Português para alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo (10. ™ No exame final nacional de Português (código 239). Embora possa optar por esta prova. de 5 de fevereiro. é permitida a presença de um intérprete de Língua Gestual Portuguesa (LGP) durante a realização das provas de exame por alunos surdos severos ou profundos. para transmitir em LGP o enunciado das provas. são ambas válidas para que o aluno se candidate a qualquer curso que eleja a prova de Português como prova de ingresso. acompanhados por dois professores vigilantes e pelo intérprete de LGP. ™ A realização da prova de exame Português (código 239) por estes alunos constitui-se como uma condição especial de exame pelo que tem de ser. 11. estes alunos apenas podem usufruir da tolerância de 30 minutos concedida aos exames nacionais do ensino secundário. internos ou autopropostos.º e 12.9 do ANEXO V-ES). ™ Estes alunos têm de realizar as provas de exame em sala à parte. 15. a realizar pelos alunos surdos severos ou profundos.º).º. As provas de Português. ao abrigo ao abrigo do disposto n. se assim o desejar. separados dos restantes examinandos. obrigatoriamente. código 239 e código 639.º 2162-A/2013. autorizada pelo Presidente do JNE e deve ser assinalada no ponto 4. código 639. 16. caso não utilize toda a tolerância autorizada. Um intérprete de Língua Gestual Portuguesa pode permanecer junto de um aluno surdo severo ou profundo durante a realização dos exames? ™ Sim. Existe o exame final nacional de Português com o código 239. Existe algum exame final nacional adaptado às necessidades educativas especiais dos alunos surdos severos ou profundos? ™ Sim. Estes alunos estão obrigados à realização desta prova? ™ Não.dos 150min pode sair em qualquer altura antes de atingir os 180min. têm de optar por realizar a mesma prova/código. em ambas as fases. o aluno surdo pode realizar o exame final nacional de Português. o qual está disponível para consulta no sítio de DGE.

em formato digital sem imagens nem figuras e em formato DAISY. podendo.9 do ANEXO V-ES).5. haver adaptações nos critérios de classificação das provas (ver Nota). com resolução de 1024x768 pixels. ™ No formato digital com imagens e figuras. ™ Ao aluno com baixa visão que necessita de provas ampliadas são facultados os enunciados dos exames finais nacionais em formato digital com imagens e figuras. No computador deve estar instalado software apropriado para leitura do referido ficheiro – Acrobat Reader. exclusivamente. considerando que é uma prova de exame concebida. Os exames finais nacionais para alunos cegos. ™ Para melhor visualização do ficheiro. ALUNOS CEGOS E COM BAIXA VISÃO ™ Os exames finais nacionais em versão braille. escolhendo o aluno a ampliação que melhor se adeque às suas necessidades específicas de visão.condição especial de exame também tem de ser autorizada pelo Presidente do JNE (condição assinalada no ponto 4. 18. o requisito mínimo é um monitor de 17 polegadas. com baixa visão e com limitação motora severa sofrem adaptações? As provas de exame que podem sofrer adaptações formais são apenas os exames finais nacionais em versão braille e em formato digital sem imagens nem figuras. mas com entrelinha 1. em formato digital sem imagens nem figuras e em formato DAISY podem sofrer adaptações formais. ™ No exame final nacional de Português (código 239) não é permitida a presença do intérprete de LGP. ™ Os enunciados dos exames finais nacionais em formato digital e em formato DAISY são enviados em saco separado que contém um CD-ROM acompanhado de três enunciados da prova impressa. em formato 4:3. e ser bloqueado o dicionário do 39 . Os enunciados impressos que acompanham qualquer uma destas versões apresentam o corpo de letra igual ao da prova original – Arial 10. para alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo. que a elejam como prova de ingresso ao ensino superior. quando a sua leitura é dificultada pelas incapacidades funcionais decorrentes da deficiência visual do aluno. ao nível das imagens ou da formulação dos itens. a prova ampliada pelo aluno mantém todas as imagens e figuras do enunciado da prova original e não tem qualquer adaptação formal. com entrelinha 1.5 –. sempre que necessário.

podem requerer ao JNE os exames finais nacionais ampliados em suporte de papel tamanho A3. ™ Os alunos com fotofobia. em formato digital ou ampliada é da responsabilidade do estabelecimento de ensino. Neste caso. devem continuar a requisitar as provas em versão braille ou em formato digital. acompanhado por dois professores vigilantes. Caso o aluno realize a prova de exame em computador deve proceder-se à sua impressão. ™ O aluno cego ou com baixa visão tem de realizar as provas de exame em sala à parte. de acordo com o estipulado na mesma norma. em formato digital ou em formato DAISY devem ser requeridos ao JNE. ™ No caso dos alunos cegos ou com baixa visão que realizarem exames a nível de escola ou provas de equivalência à frequência. no manuseamento dos enunciados e.9 do ANEXO V-ES). considerando que o aluno pode apresentar elevado nível de fadiga no uso prolongado do computador. ™ Os exames finais nacionais em versão braille. clinicamente comprovada.processador de texto e vedado o acesso à internet (a utilização do computador deve ser assinalada no ponto 4. 40 . de acordo com o estipulado na Norma 02/JNE/2013. NOTA: Apenas devem requisitar as provas de exame em formato DAISY os alunos cegos ou com baixa visão que já dominem com muita destreza este programa. podem responder às questões das provas de exame no suporte papel mais adequado (ex: papel pautado com linhas reforçadas a negro. ™ Caso os alunos com baixa visão estejam impossibilitados de registar as suas respostas no papel de prova normalizado. devidamente comprovadas. folha de papel formato A3. etc. devendo ser transcritas. que os impeçam de visualizar o monitor do computador. Caso contrário. caso seja necessário.). a tolerância de tempo solicitada ao Presidente do JNE deve ter conta a necessidade de períodos de descanso visual. a sua versão em braille. mas também devem ser assinalados na requisição de provas através da plataforma da Editorial do Ministério da Educação e Ciência. devem dispor de um monitor com nível de retroiluminação reduzido. devendo um deles conhecer os meios tecnológicos utilizados para auxiliar o aluno na ampliação da prova. ™ Os alunos que apresentem situações clínicas. ajudá-lo na leitura do enunciado.

a disponibilização das provas em formato digital é da responsabilidade do estabelecimento de ensino. acompanhado por dois professores vigilantes. mas com entrelinha 1. 41 . com entrelinha 1.5. os quais também devem ser assinalados na requisição de provas através da plataforma da Editorial do Ministério da Educação e Ciência. caso seja necessário. sempre que necessário. ™ Neste caso. exames finais nacionais em formato digital sem imagens nem figuras. No computador deve estar instalado software apropriado para leitura do referido ficheiro – Acrobat Reader. ao Presidente do JNE e assinalados na requisição de provas. não tendo qualquer adaptação formal. que apresentam adaptações formais ao nível das imagens e da formulação dos itens. ™ Os alunos com limitação motora severa podem responder às questões das provas de exame no suporte papel mais adequado. devendo um deles conhecer os meios tecnológicos e auxiliá-lo no seu manuseamento e. o requisito mínimo é um monitor de 17 polegadas.ALUNOS COM LIMITAÇÕES MOTORAS SEVERAS ™ Para alunos com limitação motora severa. ™ Para melhor visualização do ficheiro.5 – e mantém todas as imagens e figuras do enunciado da prova original. podem ser requisitados ao Presidente do JNE exames finais nacionais em formato digital (condição assinalada no ponto 4. devendo ser transcritas para o papel normalizado. de acordo com o estipulado na Norma 02/JNE/2013. ™ Podem ser requeridos. ™ Os enunciados dos exames finais nacionais em formato digital são enviados em saco separado que contém um CD-ROM acompanhado de três enunciados da prova impressa. através da plataforma da Editorial do Ministério da Educação e Ciência. em formato 4:3. com resolução de 1024x768 pixels. ajudá-lo na leitura do enunciado. ™ O aluno tem de realizar as provas de exame em sala à parte. podendo. haver adaptações nos critérios de classificação das provas. e estar bloqueado o dicionário do processador de texto e vedado o acesso à internet.4 do ANEXO V-ES). Caso o aluno realize a prova de exame em computador deve proceder-se à sua impressão de acordo com o estipulado na mesma norma. também. ™ No caso destes alunos realizarem exames a nível de escola ou provas de equivalência à frequência. que apenas utilizem o computador como meio de leitura. as provas apresentam o corpo de letra igual ao da prova original – Arial 10.

DGEstE. pode ser autorizada a realização dos exames finais nacionais em computador. 21. ficando sempre o aluno em sala à parte. ou pela descodificação em braille dos exames finais nacionais. como por exemplo. independentemente das informações prestadas sobre este assunto pelos docentes de educação especial. devendo a escola respeitar os procedimentos indicados na Norma 02/JNE/2013. 20. seleção e escolha. Quem transcreve e/ou descodifica as provas de exame realizadas em braille por alunos cegos? ™ Compete ao Diretor da escola designar um docente com formação especializada em educação especial no domínio da visão. o qual será responsável pela transcrição e descodificação em braille dos exames a nível de escola e das provas de equivalência à frequência. 42 . sempre que a cor seja fator relevante à interpretação. motricidade fina limitada. pelo que os alunos daltónicos devem ser informados da utilização do código ColorADD. disgrafias graves e impedimento físico temporário (ex: fratura de braço). nos casos referidos. Os exames finais nacionais podem ser realizados por alunos daltónicos sem adaptações? ™ Sim.net. para o aluno não ser prejudicado na classificação (condição assinalada no ponto 4. ™ Não são fornecidos enunciados de exames em versão a preto e branco de provas cujos enunciados incluam cores.coloradd. Se um aluno apresentar uma caligrafia ilegível em consequência das suas incapacidades. Todos os exames finais nacionais cujos enunciados apresentem itens com imagens e figuras coloridas. figuras ou esquemas. autorizada pelo Presidente do JNE. obrigatoriamente. a prova de exame pode ser reescrita por um docente que não seja da disciplina. ™ A reescrita de uma prova de exame constitui-se como uma condição especial de exame pelo que tem de ser. Para o efeito. ou solicitá-lo ao respetivo serviço regional da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares . sistema complementar à legendagem de mapas. na presença do aluno e de um docente do secretariado de exames. ™ Em alternativa. Será possível uma prova de exame ser reescrita? ™ Sim. para efeitos de classificação. imediatamente após a realização do exame. respeitando na íntegra o que o aluno escreveu.19. é disponibilizado no enunciado o código ColorADD. a fim de o conhecerem devidamente. separado dos restantes examinandos. ™ A prova de exame deve ser reescrita em papel de prova normalizado.9 do ANEXO V-ES). os alunos devem consultar o sítio www. limitações motoras graves. acompanhado por dois professores vigilantes.

3. da “Leitura” e da “Expressão” têm.9 do ANEXO V-ES).1. de 7 de janeiro. sujeitos à apreciação do Presidente do JNE (assinalar no ponto 4. 23. Será possível um aluno ditar as respostas de uma prova de exame? ™ Sim. ™ A Ficha A e a Ficha B devidamente preenchidas devem integrar o processo individual do aluno. de ser coincidentes na Ficha A e na Ficha B. Que condições especiais de exame podem usufruir os alunos que apresentam dislexia? 23. nos exames realizados pelos alunos com dislexia diagnosticada e confirmada até ao final do 2. Esta condição especial de exame também tem de ser autorizada pelo Presidente do JNE.22. os quais se mantiveram ao longo do 3. 23. Estes alunos têm de realizar obrigatoriamente exames finais nacionais nas disciplinas sujeitas a exame para conclusão do ensino secundário. ao abrigo do Decreto-Lei n. quando estiver impossibilitado de escrever. ™ Este procedimento deve ter lugar. constantes do respetivo programa educativo individual. Para efeitos de não penalização na classificação das provas de exame. da “Linguagem Quantitativa”. ™ Com esse objetivo existem duas fichas: Š A Ficha B (Levantamento das dificuldades específicas do aluno relativamente à dislexia) é instrumento interno para registo das dificuldades do aluno e que faz parte do seu processo de apoio educativo e funciona apenas como documento de suporte ao preenchimento da Ficha A (Apoio para classificação de provas de exame nos casos de dislexia). As respostas do aluno devem ser registadas em papel de prova normalizado (condição assinalada no ponto 4.º ou do 12.º ano só é autorizada a leitura dos enunciados das provas de exame em casos comprovadamente muito graves.º ciclo do ensino básico e que exigiram apoios pedagógicos personalizados e ou tecnologias de apoio. 43 .2. obrigatoriamente. Em situações excecionais. numa sala à parte. Apoio para classificação de provas de exame nos casos de dislexia. o aluno pode ditar as respostas de uma prova de exame a um docente que não seja da disciplina. Aos alunos com dislexia severa do 11.º ciclo e do ensino secundário. pode ser aplicada a Ficha A emitida pelo JNE. não podendo. de forma alguma. obrigatoriamente. 23.9 do ANEXO V-ES).º 3/2008. efetuar exames a nível de escola. Š Os itens preenchidos nas áreas da “Expressão Escrita”. ficando o aluno separado dos restantes examinandos.

º 3/2008. 44 . pelo que tem de ser. 2. Uma cópia da Ficha A deve ser entregue ao aluno e a Ficha B é enviada ao Presidente do JNE (ponto 10 do número 25 deste documento).º 3/2008. abrangidos pelo Decreto-Lei n. 24. 23. devendo as referidas adaptações ser objeto de análise e decisão caso a caso por parte do Presidente do JNE. ™ Para os alunos com necessidades especiais de saúde.23. sob proposta do conselho de turma. o secretariado de exames deve diligenciar para que a Ficha A com a respetiva Nota Explicativa acompanhe obrigatoriamente cada uma das provas realizadas pelos alunos com dislexia. relativamente a cada aluno. para efeito de não penalização da sua classificação. autorizada pelo Presidente do JNE e deve ser assinalada no ponto 4.º 3/2008. para requererem adaptações nas condições de exame. Requerimento – ANEXO V-ES. exames a nível de escola ou provas de equivalência à frequência. que não estejam abrangidos pelo DecretoLei n. de 7 de janeiro. Como deve proceder o Diretor da escola relativamente aos processos de autorização de condições especiais para os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente.5. um processo com a documentação a seguir referida e na ordem apresentada: 1.4. 23. ™ Para os alunos com necessidades especiais de saúde decorrentes de situações clínicas graves que estejam abrangidos pelo Decreto-Lei n. de 7 de janeiro? ™ O Diretor da escola deve remeter ao Presidente do JNE.9 do ANEXO V-ES. sempre que a não aplicação destas condicione a realização dos exames nas mesmas condições dos outros alunos ou a sua classificação pelos respetivos professores classificadores. Os alunos com situações clínicas graves podem usufruir de condições especiais de exame? ™ Sim. Esta tolerância constitui-se como uma condição especial de exame. Quando o Presidente do JNE autorize a aplicação da FICHA A na classificação das provas de exame. deve ser preenchido o ANEXO VI-ES. 25. Cópia autenticada do boletim de inscrição nos exames. Os candidatos com necessidades especiais de saúde decorrentes de situações clínicas graves devidamente confirmadas pelos serviços de saúde podem usufruir de condições especiais de exame. deve ser preenchido o ANEXO V-ES para requererem condições especiais de exame. caso se trate de exames finais nacionais. obrigatoriamente.6. de 7 de janeiro. Nas provas de equivalência à frequência os alunos com dislexia podem usufruir de uma tolerância de trinta minutos. além da duração regulamentar das provas.

10. Apenas é necessário enviar o último Programa Educativo Individual atualizado do ensino secundário (11. ATENÇÃO: Na constituição deste processo documental não é necessário o envio de qualquer ata de conselho de turma.3. considerando que todos os alunos estão abrangidos pelo Decreto-Lei n. 7. 8. Cópia autenticada do despacho de autorização do Presidente do JNE/Diretor da escola de condições especiais concedidas em anos anteriores relativas ao ensino básico ou ao ensino secundário. Ficha B (no caso de alunos com dislexia). Documentos úteis para avaliação da funcionalidade do aluno (ex: audiogramas). à exceção dos alunos com dislexia em que é necessário enviar. o programa educativo individual do ensino básico. 5. de 7 de janeiro. Relatório médico da especialidade ou diagnóstico psicológico. Cópia autenticada do registo biográfico.º ano). 6.º ano ou 12. Cópia autenticada do programa educativo individual do ensino básico (caso de alunos com dislexia). possuindo obrigatoriamente um Programa Educativo Individual. 45 . 9. o qual deve fazer referência a todas as medidas educativas aplicadas durante todo o percurso educativo do aluno com necessidades educativas especiais de carácter permanente. também. 4. Cópia autenticada do cartão de cidadão / bilhete de identidade. Cópia autenticada do programa educativo individual.º 3/2008.

27. epilepsia. Estes alunos têm de realizar obrigatoriamente os exames finais nacionais ou as provas de equivalência à frequência de acordo com as disciplinas em que se inscreveram. 46 . pode usufruir de adaptações nas condições de exame. a qual será comunicada ao Diretor da escola. sob proposta do conselho de turma. Um aluno com necessidades educativas referido no ponto 26 pode realizar exames a nível de escola? ™ Não. Um aluno com necessidades educativas pode requerer adaptações nas condições de exame? ™ Sim. sempre que a sua não aplicação condicione a realização dos exames finais nacionais ou provas de equivalência à frequência nas mesmas condições dos restantes examinandos ou a sua classificação pelos respetivos professores classificadores.ª fase. diabetes e outras situações clínicas. Ao requerer adaptações nas condições de exame o aluno fica desde logo abrangido por elas? ™ Não. ficando sujeita a autorização prévia por parte do Presidente do JNE. ™ Estas situações serão objeto de análise e decisão caso a caso por parte do Presidente do JNE. hiperatividade. 29.º 3/2008. ™ A título de exemplo podem usufruir destas condições de exame os alunos com necessidades educativas resultantes de: motricidade fina limitada. disgrafia grave. A sua concessão não é automática. Quando solicita as adaptações de condições de exame? ™ No ato de inscrição para a admissão aos exames finais nacionais e às provas de equivalência à frequência da 1. de 7 de janeiro 26. que não exija uma intervenção no âmbito da educação especial. Um aluno com necessidades educativas.SECÇÃO II ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS Alunos não abrangidos pelo Decreto-Lei n. 28.

Como deve proceder o estabelecimento de ensino relativamente aos processos de inscrição dos alunos com necessidades educativas? ™ O Diretor da escola deve remeter ao Presidente do JNE. Como requer um aluno com necessidades educativas adaptações das condições de exame? ™ O aluno/encarregado de educação preenche obrigatoriamente um requerimento num impresso de modelo próprio ANEXO VI-ES: Requerimento da adaptação nas condições de realização das provas e exames do ensino secundário. então. relativamente a cada aluno com necessidades educativas. 32. 3. As adaptações nas condições de exame autorizadas aos alunos com necessidades educativas para a 1. Cópia autenticada do boletim de inscrição nos exames. realização das provas de exame em sala à parte. Um aluno que se inscreveu para prestação de exames na 1. Requerimento – ANEXO VI-ES. a TÍTULO DE EXEMPLO. se se inscrever para exames na 2.ª fase dos exames finais nacionais/provas de equivalência à frequência.ª fase são válidas para a 2. 2. também incluído nestas Orientações Gerais. de acordo com a especificidade de cada caso: Š Š Š Š Š Š ditar as respostas da prova de exame a um professor vigilante. Cópia autenticada do despacho de autorização do Presidente do JNE/Diretor da escola de condições especiais concedidas em anos anteriores relativas ao ensino básico ou ao ensino secundário. 31. reescrita da prova por um professor. tomar medicamentos durante a realização das provas de exame. indicamos algumas adaptações nas condições de exame que podem ser adotadas associadas ou isoladamente. ingerir alimentos durante a realização das provas de exame. e que deve ser acompanhado de outros documentos discriminados no ponto 33. que lhe é fornecido pela escola. e pretender usufruir das condições já autorizadas. De que adaptações nas condições de exame pode. 33. usufruir um aluno com necessidades educativas? ™ Considerando as necessidades educativas do aluno. tem de as requerer novamente? ™ Não. um processo com a documentação a seguir referida e na ordem apresentada: 1.30.ª fase e solicitou adaptações nas condições de exame.ª fase. utilização de equipamento ergonómico. 47 .

relativos aos alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente (Secção I) e Š ponto 33. Cópia autenticada do cartão de cidadão / bilhete de identidade. Cópia autenticada do registo biográfico. impreterivelmente nos três dias úteis seguintes (até 6 de março). de acordo com o estipulado no Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário: A. Os PROCESSOS mencionados no: Š ponto 25.4. Cópia autenticada do relatório técnico-pedagógico. LISTAGEM e B. 6. MORADA: Júri Nacional de Exame Av. o Diretor da escola tem de remeter ao Presidente do Júri Nacional de Exames. n. 24 de Julho. 5. 7. dos candidatos a exame que requerem condições especiais de exame/adaptações nas condições de exame. relativos aos alunos com necessidades educativas (Secção II). Fax: 213934552 48 .º 140 – 6. ATENÇÃO Findo o prazo de inscrição nos exames do ensino secundário na 1. para a morada abaixo mencionada.º 1399 – 025 LISBOA Telef(s): 213936852. 213936851.ª fase. Relatório médico da especialidade ou diagnóstico psicológico.

º.º e 3.º ciclos do ensino básico Š Š Ensino Secundário: Š Š ANEXO V-ES –Requerimento de condições especiais na realização das provas e exames do ensino secundário ANEXO VI-ES –Requerimento de adaptação nas condições de realização das provas e exames do ensino secundário 49 .Requerimento de condições especiais na realização das provas finais dos 1. 2.º ciclo do ensino básico ANEXO III-EB – Requerimento de condições especiais para alunos autopropostos ANEXO IV-EB – Requerimento de adaptações nas condições de realização das provas finais dos 1.º.º ciclos do ensino básico ANEXO II-EB –Requerimento de condições especiais para alunos do 3.ANEXOS Ensino Básico: Š Š ANEXO I-EB.º e 3. 2.

50 .

2. Docente de Educação Especial _________________________________________ Diretor ____________________ Em ____ / ____ / 2013 Em ____ / ____ / 2013 1.º E 3.7.º ANO 4. _____ .º ANO ou 6.2013 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE A (Decreto-Lei N.º. 6. † ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA NAS PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA EM FORMATO DIGITAL (ver NOTA 5) 51 .1.3. _____ . † 4. 6. ANO DE ESCOLARIDADE: 4.ANEXO I-EB – REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1. † 9. _____ . _____ . CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO – ALUNOS DO 4. _____ . ESPECIFIQUE AS NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS QUE JUSTIFICAM AS CONDIÇÕES ASSINALADAS _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ 4. _____ .º ____________________ 4.º. ESTABELECIMENTO DE ENSINO: ______________________________________________________________________________ 2. 6. _____ .º ANO OU 6. 6. _____ . CARTÃO DO CIDADÃO / BILHETE DE IDENTIDADE N. _____ .º ANO (assinalar com uma U a(s) medida(s) proposta(s)): 6.º ANO 5. 6. † 6. Não autorizo as condições especiais propostas nos itens 6 ou 7: (discriminar os pontos do item 6 ou do item 7 não autorizados) _____ . 2.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO (autorização pelo Diretor da escola) CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1.4. † ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA NAS PROVAS FINAIS DE CICLO (para além dos 30min concedidos no n. NOME DO ALUNO: _________________________________________________________________________________________ 3.6. _____ .º ANO 4.8.º 45 do Despacho n.1.º ANO 6. 2.3. _____ .5.º 3/2008) B Responsáveis pela elaboração da atual proposta de condições Autorizo as condições especiais propostas nos itens 6 ou especiais na realização das provas finais de ciclo: 7: (discriminar os pontos do item 6 ou do item 7 autorizados) DESPACHO Professor Titular de Turma/Diretor de Turma _________________________________________ _____ . _____ .2162-A/2013) (ver NOTA 1) † PROVAS FINAIS DE CICLO EM FORMATO DIGITAL (ver NOTAS 2 e 3) † PROVAS FINAIS DE CICLO EM BRAILLE (ver NOTA 2) † PROVAS FINAIS DE CICLO EM FORMATO DAISY (ver NOTA 2) † FICHA A – CONDIÇÃO ESPECIAL NA CLASSIFICAÇÃO DE PROVAS DE ALUNOS DISLÉXICOS † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA (ver NOTA 4) † PORTUGUÊS † MATEMÁTICA 6. 6.2.º CICLOS .º E 3.

_____/_____/2013 As condições 6.º anos em braille.6. 6. 6.º.5. os quais só podem usufruir dos 30 minutos concedidos no n.º 2162-A/2013.2.3 e 7. 7. 7. 5. 7.º anos. 7. 7.º e 6.º 45 do Despacho n. A adaptação das provas finais de ciclo de âmbito nacional referidas em 6. de 5 de fevereiro. 2.2.ALUNOS DO 9. 3.4.º 2162-A/2013) (ver NOTA 1) † PROVAS FINAIS DE CICLO EM FORMATO DIGITAL (ver NOTAS 2 e 3) † PROVAS FINAIS DE CICLO EM BRAILLE (ver NOTA 2) † PROVAS FINAIS DE CICLO EM FORMATO DAISY (ver NOTA 2) † FICHA A – CONDIÇÃO ESPECIAL NA CLASSIFICAÇÃO DE PROVAS DE ALUNOS DISLÉXICOS † OUTRAS CONDIÇÕES (a descrever) ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ PARECER DO DIRETOR DA ESCOLA ____________________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________________ _______________________________________ Diretor _____/_____/2013 Concordo com a aplicação das condições especiais autorizadas pelo despacho exarado no quadro B a concretizar na realização das provas finais de ciclo do meu educando _________________________________________ Encarregado de Educação NOTAS: 1.2.º e 9. † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA EM BRAILLE (ver NOTA 5) † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA AMPLIADAS EM SUPORTE DE PAPEL (ver NOTA 5) † OUTRAS CONDIÇÕES (a descrever) _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 9. † ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA NAS PROVAS FINAIS DE CICLO (para além dos 30min concedidos no n.1 e 7.º ANO 7.º anos. apenas se destinam aos alunos referidos no ponto 12 destas Orientações Gerais/Ensino Básico.10.4.º e 6. 4.6.6. em formato digital ou ampliadas em suporte de papel são da responsabilidade da escola.4 tem de ser solicitada pelo Diretor da escola diretamente à Editorial do Ministério da Educação e Ciência Podem ser requisitadas provas finais de ciclo em formato digital com imagens e figuras e sem imagens nem figuras. 6.9.1.1 não se aplica aos alunos com dislexia dos 4. 7. 52 . CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO . de acordo com o estipulado no ponto 22 destas Orientações Gerais/Ensino Básico As provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática dos 4. 6. 7. referidas em 6.ª ANO (assinalar com uma U a(s) medida(s) proposta(s)): 7.11. A elaboração das provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática dos 4.º 45 do Despacho n. 6.3.3.

† FICHA A – CONDIÇÃO ESPECIAL NA CLASSIFICAÇÃO DE PROVAS DE ALUNOS DISLÉXICOS 5.º CICLO DO ENSINO BÁSICO (autorização pelo Presidente do JNE) CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ALUNOS DO 9.2013 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARATER PERMANENTE DECRETO-LEI N. COM BAIXA VISÃO.º ANO . SURDOS SEVEROS OU PROFUNDOS. † INTÉRPRETE DE LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA 5. † REALIZAR AS PROVAS EM COMPUTADOR 5.7. † REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO EM SALA À PARTE 53 . † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA AMPLIADAS EM SUPORTE DE PAPEL (ver NOTA 3) 9.5.1.º ANO (PROVAS FINAIS DE CICLO) ALUNOS COM DISLEXIA SEVERA 5.11.4.9. † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA (ver NOTAS 1 e 2) † PORTUGUÊS † MATEMÁTICA (ver NOTA 3) 5.º ____________________ 5. † ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA NAS PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA 5.º3/2008. † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA EM BRAILLE 5. NOME DO ALUNO: ______________________________________________________________________________ 3.8.ANEXO II-EB – REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ALUNOS DO 3.6. † PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA EM FORMATO DIGITAL 5. COM LIMITAÇÕES MOTORAS SEVERAS OU COM LIMITAÇÕES FUNCIONAIS DO DOMÍNIO COGNITIVO 1.3.10.2. DE 7 DE JANEIRO 9.º ANO (PROVAS FINAIS A NÍVEL DE ESCOLA) ALUNOS CEGOS. REQUER (assinalar com um U as medidas requeridas): 5. ESTABELECIMENTO DE ENSINO: ___________________________________________________________________ 2. † LEITURA DOS ENUNCIADOS DAS PROVAS FINAIS DE CICLO (ver NOTA 4) 5. CARTÃO DO CIDADÃO / BILHETE DE IDENTIDADE N. † OUTRAS CONDIÇÕES (a descrever) ___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________ (ver NOTA 3) 5.

O Diretor da escola deve remeter ao Presidente do JNE. 54 . A elaboração das provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática do 9. até ao dia 22 de fevereiro de 2013.1 devem ser requeridas as provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática do 9.º ano que se destinam. A condição 5. este Anexo acompanhado do processo referido no ponto 13 das Orientações Gerais/Ensino Básico. 4.PARECER DO DIRETOR DE TURMA / DOCENTE DE EDUCAÇÂO ESPECIAL _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________ Diretor de Turma _________________________________________________________ Docente de Educação Especial _____/_____/2013 PARECER DO DIRETOR DA ESCOLA _______________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________ Diretor _____/_____/2013 __________________________________________________ _____/_____/2013 Encarregado de Educação (quando o aluno for menor ou impossibilitado de o fazer) NOTAS: 1.10 apenas se destina aos alunos com dislexia severa referidos no ponto 20. 2. exclusivamente.3 das Orientações Gerais/Ensino Básico na realização das provas finais de ciclo de Português e de Matemática. Na condição 5. aos alunos referidos ponto 12 destas Orientações Gerais/Ensino Básico.º ano em braille. 3. em formato digital ou ampliadas em suporte de papel são da responsabilidade da escola.

º CICLOS .º.º CICLO 4. CARTÃO DE CIDADÃO / BILHETE DE IDENTIDADE N.ANEXO III-EB – REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ALUNOS AUTOPROPOSTOS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DOS 1.º 3/2008 6.CONDIÇÕES ESPECIAIS NA CLASSIFICAÇÃO DE PROVAS DE ALUNOS DISLÉXICOS 6.3. ESTABELECIMENTO DE ENSINO: ___________________________________________________________________ 1. † 2. † PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA EM FORMATO DIGITAL (alunos com baixa visão e limitação motora severa) (Ver NOTAS) 6. TELEFONE: __________________________ 1.º do Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário): 6.5.º 1 do art.º __________________________ 4.1. b). † PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA AMPLIADAS EM SUPORTE PAPEL (Ver NOTAS) 6.2013 ALUNOS AUTOPROPOSTOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS Alunos referidos nas alíneas a). † ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA NAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 6. NOME DO ALUNO: ______________________________________________________________________________ 3.º CICLO 5. † REALIZAR PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA EM COMPUTADOR 6. † ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA NAS PROVAS FINAIS DE PORTUGUÊS E MATEMÁTICA (para além dos 30min concedidos no n. b).º 45 do Despacho n.7.º 3 do Regulamento das Provas e Exames ALUNOS AUTOPROPOSTOS (alunos referidos na SECÇÃO I no n. † OUTRAS CONDIÇÕES (a descrever) _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ 55 . † 1.1. NÍVEL DE ESCOLARIDADE: 4. FAX: __________________________ 2. † 3.1.º 31 destas Orientações Gerais/Ensino Básico) 1.º 1 do art.2. REQUER (assinalar com uma U as condições especiais de exame requeridas por candidatos referidos nas alíneas a). † PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA EM BRAILLE (Ver NOTAS) 6.º E 3.2.º 2162-A/2013) (Ver NOTAS) 6. c) e d) do n.3.4. c) e d) do n.8.º 3. † FICHA A . ESPECIFIQUE AS NECESSIDADES EDUCATIVAS DO ALUNO QUE JUSTIFICAM AS CONDIÇÕES ASSINALADAS: _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ CONDIÇÕES ESPECIAIS NAS PROVAS PARA ALUNOS AUTOPROPOSTOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE – Alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n. 2.º CICLO 4.6.2.

† DITAR AS RESPOSTAS DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA A PROFESSOR VIGILANTE 7.Alunos não abrangidos pelo Decreto-Lei n. • • 56 . † TOMAR MEDICAMENTOS DURANTE A REALIZAÇÃO DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 7.ADAPTAÇÃO NAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DE PROVAS PARA ALUNOS AUTOPROPOSTOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS .º anos os quais só podem usufruir dos 30 minutos concedidos no n. † OUTRAS CONDIÇÕES (a descrever) _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ PARECER DO DIRETOR DA ESCOLA _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _________________________________________________________ Diretor _____/_____/2013 _________________________________________________________ Encarregado de Educação (quando o aluno for menor ou impossibilitado de o fazer) _____/_____/2013 NOTAS: • A condição 6.1 não se aplica aos alunos com dislexia dos 4.1. • Este requerimento deve ser acompanhado dos documentos referidos no ponto 31 destas Orientações Gerais/Ensino Básico.7. † UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO ERGONÓMICO 7.º 2162-A/2013. REQUER (assinalar com uma U as condições especiais de exame requeridas por candidatos referidos nas alíneas a).º 3/2008 7. † REESCRITA DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA POR PROFESSOR 7. A elaboração das provas de equivalência à frequência em braille. Os estabelecimentos de ensino devem remeter este Anexo os referidos documentos ao Presidente do JNE nos 3 três dias úteis imediatamente a seguir ao período das inscrições.º 3.2.3.5. em formato digital ou ampliadas em suporte de papel são da responsabilidade da escola. b).4.º 45 do Despacho n.º do Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário): 7.6.º 1 do art. c) e d) do n.º e 6. † INGERIR ALIMENTOS DURANTE A REALIZAÇÃO DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 7. † REALIZAÇÃO DAS PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA EM SALA À PARTE 7.

º. Docente de Educação Especial _________________________________________ Diretor ____________________ Em ____ / ____ / 2013 Em ____ / ____ / 2013 1. 6.º ANO 4. _____ .º e 9. _____ . † 9. † DITAR AS RESPOSTAS DAS PROVAS FINAIS DE CICLO A UM PROFESSOR VIGILANTE 6.º. ESPECIFIQUE AS NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS QUE JUSTIFICAM AS CONDIÇÕES ASSINALADAS _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 4. NOME DO ALUNO: _____________________________________________________________________________ 3.2.1.º E 3. _____ .º 32 destas Orientações Gerais/Ensino Básico) A B Responsáveis pela elaboração da atual proposta de condições Autorizo as condições especiais propostas no item 6: especiais na realização das provas finais de ciclo: (discriminar os pontos do item 6 autorizados) DESPACHO Professor Titular de Turma/Diretor de Turma _________________________________________ _____ .2.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO ADAPTAÇÕES NAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1. 2. ESTABELECIMENTO DE ENSINO: __________________________________________________________________ 2. _____ . _____ . _____ .º 3/2008 (alunos referidos na SECÇÃO II no n. _____ .º ANO 4.ANEXO IV-EB – REQUERIMENTO DE ADAPTAÇÕES NAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DOS 1.º ANOS 6.º ____________________ 4.º CICLOS 2013 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS NÃO ABRANGIDOS PELO DECRETO-LEI N. _____ . CONDIÇÕES DE REALIZAÇÂO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO (assinalar com uma U a(s) medida(s) proposta(s)): 6.3. _____ . † 4.º ANO 5. 2.1.º E 3. ANO DE ESCOLARIDADE: 4. _____ . † 6. † REESCRITA DAS PROVAS FINAIS DE CICLO POR UM PROFESSOR 57 . _____ .º. Não autorizo as condições especiais propostas no item 6: (discriminar os pontos do item 6 não autorizados) _____ . CARTÃO DO CIDADÃO / BILHETE DE IDENTIDADE N. _____ .

6.3. † TOMAR MEDICAMENTOS DURANTE A REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO 6.4. † INGERIR ALIMENTOS DURANTE A REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO 6.5. 6.6. 6.7.

† REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO EM SALA À PARTE † UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO ERGONÓMICO † OUTRAS CONDIÇÕES (A DESCREVER)
_____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________

PARECER DO DIRETOR DA ESCOLA
____________________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________________

_______________________________________
Diretor

_____/_____/2013

Concordo com a adaptação nas condições de realização das provas finais de ciclo autorizadas para o meu educando pelo despacho exarado no quadro B

_________________________________________
Encarregado de Educação (quando o aluno for menor ou impossibilitado de o fazer)

_____/_____/2013

ATENÇÃO: O Diretor da escola deve remeter ao Presidente do JNE, até ao final do 3.º período, apenas uma cópia autenticada deste ANEXO IV-EB, após homologação e assinatura do encarregado de educação.

58

ANEXO V-ES – REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS NA REALIZAÇÃO DAS PROVAS E EXAMES DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAMES DO ENSINO SECUNDÁRIO – 2013

CONDIÇÕES ESPECIAIS DE EXAMES
ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE DECRETO-LEI N.º 3/2008

1.

ESTABELECIMENTO DE ENSINO: ____________________________________________________________________________ 1.1. TELEFONE: _______________ 1.2. FAX: _______________ 1.3. CÓDIGO ENES _________ ANO DE ESCOLARIDADE ____

2. 3. 4.

NOME: ____________________________________________________________ CARTÃO DE CIDADÃO / BILHETE DE IDENTIDADE/ N:º ____________________ REQUER PARA AS 1.ª E 2.ª FASES (assinalar com um U a(s) medida(s) requerida(s)):

4.1. † ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA (para além dos 30min concedidos no n.º 45 do Desp. 2162-A/2013) 4.2. † PROVA DE PORTUGUÊS (239) (prova exclusiva para alunos surdos severos ou profundos) 4.3. † PROVAS EM BRAILLE (ver NOTA) 2 4.4. † PROVAS EM FORMATO DIGITAL (para alunos com baixa visão e limitação motora severa com utilização de enunciado em
ficheiro pdf permitindo ampliação)

† enunciado com imagens e figuras (ver NOTA) 1 † enunciado sem imagens nem figuras (ver NOTA) 2
4.5. † PROVAS EM FORMATO DAISY (ver NOTA) 2 4.6. † PROVAS AMPLIADAS EM SUPORTE DE PAPEL TAMANHO A3 4.7. † EXAMES A NÍVEL DE ESCOLA

† ______MINUTOS DE TOLERÂNCIA NOS EXAMES A NÍVEL DE ESCOLA
4.8. † FICHA A - CONDIÇÕES ESPECIAIS NA CLASSIFICAÇÃO DE PROVAS DE ALUNOS DISLÉXICOS 4.9. † OUTRAS CONDIÇÕES (a descrever)
_____________________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________________

5. NECESSIDADES EDUCATIVAS DO ALUNO QUE JUSTIFICAM AS CONDIÇÕES ASSINALADAS:
___________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________

___________________________________________________
Aluno / Encarregado de Educação (quando o aluno for menor ou impossibilitado de assinar)

_____/_____/2013

59

PARECER DO DIRETOR DE TURMA / DOCENTE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ __________________________________________________ Diretor de Turma __________________________________________________ Docente de Educação Especial _____/_____/2013

PARECER DO DIRETOR DA ESCOLA ________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________ Diretor da Escola ____/____/2013

NOTAS: 1. O enunciado das provas de exame em formato digital com imagens e figuras e os critérios de classificação não sofrem qualquer tipo de adaptação. Este enunciado é exatamente igual à versão impressa distribuída aos restantes examinandos. 2. Nas provas referidas em 4.3, 4.4 e 4.5 o enunciado e os critérios de classificação podem sofrer adaptações, quer ao nível dos itens quer ao nível das figuras. 3. Este requerimento faz parte integrante do processo a remeter pelo Diretor da escola ao Presidente do JNE, impreterivelmente nos três dias úteis seguintes, findo o prazo de inscrição nos exames finais nacionais para a 1.ª fase. 4. A autorização das condições especiais de exame está condicionada à inscrição dos alunos na 1.ª fase, razão pela qual este requerimento já prevê a autorização de condições especiais para a 2.ª fase. 5. Este requerimento é acompanhado, obrigatoriamente, pelos documentos referidos no ponto 25 das Orientações Gerais/Ensino Secundário.

60

† UTILIZAR EQUIPAMENTO ERGONÓMICO 4.1. † TOMAR MEDICAMENTOS DURANTE A REALIZAÇÃO DAS PROVAS DE EXAME 4. CARTÃO DE CIDADÃO / BILHETE DE IDENTIDADE N. CÓDIGO ENES _________ ANO DE ESCOLARIDADE _____ 2.º 3/2008 1. NECESSIDADES EDUCATIVAS DO ALUNO QUE JUSTIFICAM AS CONDIÇÕES ASSINALADAS: _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ________________________________________________ _____/_____/2013 Aluno / Encarregado de Educação (quando o aluno for menor ou impossibilitado de assinar) 61 . † DITAR AS RESPOSTAS DA PROVA DE EXAME A UM PROFESSOR VIGILANTE 4.3.5. TELEFONE: ______________ 1.3.2.º: ________________ 4. REQUER PARA AS 1.4.ANEXO VI-ES – REQUERIMENTO DE ADAPTAÇÃO NAS CONDIÇÕES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS E EXAMES DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAMES DO ENSINO SECUNDÁRIO 2013 ADAPTAÇÃO NAS CONDIÇÕES DE EXAMES ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS NÃO ABRANGIDOS PELO DECRETO-LEI N.2. † OUTRAS CONDIÇÕES (a descrever) _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ 5.ª FASES AS SEGUINTE ADAPTAÇÕES NAS CONDIÇÕES DE EXAME: 4.ª E 2. NOME: _______________________________________________________ 3. † INGERIR ALIMENTOS DURANTE A REALIZAÇÃO DAS PROVAS DE EXAME 4.6.1. ESTABELECIMENTO DE ENSINO:____________________________________________________________________ 1. † REESCRITA DA PROVA POR UM PROFESSOR 4.7. † REALIZAR AS PROVAS DE EXAME EM SALA À PARTE 4. FAX: _______________ 1.

62 . obrigatoriamente. razão pela qual este requerimento já prevê a autorização de condições de exame para a 2.ª fase. 3. A autorização das adaptações nas condições de exame está condicionada à inscrição dos alunos na 1. Este requerimento faz parte integrante do processo a remeter pelo Diretor da escola ao Presidente do JNE. Este requerimento é acompanhado.ª fase. pelos documentos referidos no ponto 33 das Orientações Gerais/Ensino Secundário. 2.ª fase.PARECER DO DIRETOR DE TURMA _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ __________________________________________________ Diretor de Turma _____/_____/2013 PARECER DO DIRETOR DA ESCOLA _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________________________ _________________________________________________ Diretor da Escola ____/____/2013 NOTAS: 1. impreterivelmente nos três dias úteis seguintes. findo o prazo de inscrição nos exames finais nacionais para a 1.

8 Dificuldades de interpretação de perguntas 1.2 Arritmada 1.6 Assimilações semânticas letras fonemas letras sílabas grafemas sílabas ditongos palavras letras sílabas palavras sinais expoentes figuras / traços 3. espaços 1.3 Adição de elementos 1.2 Inversões: 2.1 Desrespeito de margens.4 Confusão de sinais LEITURA 2.4 Expressão abreviada desrespeito de regras ortográficas da língua 63 .Compreensão 1.1 Omissões: letras acentos 2. apresentação deficiente LINGUAGEM QUANTITATIVA letras fonemas letras letras expressões 2.3 Confusões: 2.3 Expressão inadequada 1.4 Expressão abreviada 1.2 Anarquia nos trabalhos.2 Inversões: números 1.6 Ligações 2.2 Inversões: 2.1 Omissões: acentos 2.4 Adições: 2.3 Articulação de ideias incorreta números parcelas parcelas 1.4 Desrespeito da pontuação 1.9 Dificuldades em emitir juízos e tirar conclusões EXPRESSÃO 1. Traçados Grafomotores 3.7 Separações 2. Exatidão 2.1.2 Sintaxe inadequada 1.3 Confusões: 2. linhas.1 Vocabulário pobre 1.5 Palavras mal agrupadas 1.2 Sintaxe inadequada 1. Incorreções 1.A PREENCHER PELO DIRETOR DE TURMA DADOS REFERENTES AO ALUNO NOME COMPLETO: BI / CC Nº: PROVA DE: REALIZADO NO ESTABELECIMENTO: DIRETOR DE TURMA (assinatura) DIRETOR DA ESCOLA (assinatura) EMITIDO EM: CÓDIGO: ANO LETIVO ______/______ A preencher pela Escola Nº CONVENCIONAL  PROVA DE: ª FASE CÓDIGO: Nº CONVENCIONAL FICHA A – Apoio para classificação de provas de exame nos casos de dislexia EXPRESSÃO ESCRITA 2.3 Articulação de ideias incorretas 1.5 Substituições 2.9 Assimilações semânticas em género tempo/pessoa verbal sílabas sílabas grafemas sílabas sílabas ditongos acentos palavras palavras sinais gráficos sinais de pontuação 1. Ortografia 2.5 Inibição na produção linguística 1. Vocabulário pobre 1.6 Dificuldade de evocação dos conteúdos das mensagens lidas 1. Fluência – Expressão .7 Dificuldade de Compreensão dos textos lidos 1.4 Adições: acentos 2.8 Substituições 2.1 Omissão de elementos: 1. Desenvolvimento Linguístico 1.10 Erros de concordância: em número 3.1 Hesitante 1.5 Repetições: 2. Desenvolvimento Linguístico 1.

1 Omissões: letras acentos 2.1 Omissão de elementos: 1.1 Desrespeito de margens.5 Inibição na produção linguística 1.5 Substituições 2.4 Desrespeito da pontuação 1.6 Dificuldade de evocação dos conteúdos das mensagens lidas 1.4 Expressão abreviada EXPRESSÃO ESCRITA 2.Compreensão 1.4 Expressão abreviada 1.3 Articulação de ideias incorretas 1.3 Confusões: 2.1.2 Sintaxe inadequada 1. Traçados Grafomotores 3.2 Anarquia nos trabalhos. Incorreções 1.5 Palavras mal agrupadas 1. Vocabulário pobre 1. Exatidão 2.2 Sintaxe inadequada 1.9 Assimilações semânticas em género tempo/pessoa verbal sílabas sílabas sílabas sílabas grafemas ditongos acentos palavras palavras sinais gráficos sinais de pontuação desrespeito de regras ortográficas da língua 64 . Desenvolvimento Linguístico 1.4 Adições: 2.1 Omissões: acentos 2.8 Substituições 2. linhas.3 Expressão inadequada 1.7 Dificuldade de Compreensão dos textos lidos 1.2 Inversões: 2.9 Dificuldades em emitir juízos e tirar conclusões EXPRESSÃO 1.2 Inversões: 2.10 Erros de concordância: em número 3.7 Separações 2.2 Arritmada 1. espaços 1.4 Confusão de sinais LEITURA 2.3 Adição de elementos 1.5 Repetições: 2.1 Hesitante 1.ESTABELECIMENTO DE ENSINO: NOME COMPLETO DO ALUNO: BI / CC Nº: DIRETOR DE TURMA (assinatura) DIRETOR DA ESCOLA (assinatura) OBSERVAÇÕES: DATA: / / EMITIDO EM: ANO LETIVO ______/______ FICHA B – Levantamento das dificuldades específicas do aluno relativamente à dislexia 1.6 Assimilações semânticas letras fonemas letras sílabas grafemas sílabas ditongos palavras letras sílabas palavras sinais figuras / traços expoentes 3. Desenvolvimento Linguístico 1.1 Vocabulário pobre 1. Fluência – Expressão .3 Articulação de ideias incorrecta números parcelas parcelas 1.3 Confusões: 2. Ortografia 2.8 Dificuldades de interpretação de perguntas 1.2 Inversões: números 1. apresentação deficiente LINGUAGEM QUANTITATIVA letras fonemas letras letras expressões 2.4 Adições: acentos 2.6 Ligações 2.

Insegurança 5.12 Associação de ideias 1. Baixo auto-conceito 2.13 Concentração da atenção 1.10 Categorização / Identificação de categorias 1. Dificuldades 1.5 Discriminação auditiva de sons próximos 1.2 Integração de noções espaciais: 1. Inibição 7.8 Identificação e discriminação visual 1.3 Compreensão de noções temporais: 1.7 Análise e síntese de sons 1.6 Retenção auditiva de estímulos sonoros 1.11 Resolução de situações problemáticas 1.4 Evocação / Compreensão de cadência rítmica em si orientação organização no outro estruturação decurso no espaço real sequência no espaço gráfico posição relativa AJUSTAMENTO EMOCIONAL 1. Desmotivação 4. Baixa auto-estima 3.9 Retenção visual de símbolos 1. Revolta 6.1 Reconhecimento de lateralizações: 1.HABILIDADES COGNITIVAS 1.14 Retenção / Evocação de conhecimentos 1. Isolamento 65 .

cedilhas. importa situar as dificuldades quer quanto aos referidos domínios quer quanto à codificação e descodificação da linguagem oral e ou escrita e quantitativa.estáva) 2. acentos (estava . adiciona letras (flor . constrói frases sintática e semanticamente incorretas ( por fim o frade comeu a sopa – por fim comer sopa) 1.colegio). sílabas (habitação . inverte letras na sílaba (estante .3. Por sua vez. hífens.a garra do) 2. omite letras no início. ou expressões (fomos ao cinema .estava malha). a aprendizagem nas áreas escolares básicas – leitura.àsvezes.leva). ou.quespisa) 2. Para melhor compreensão dos itens considerados. e fomos .1.9. ou de forma próxima (diálogo . sílabas (mandado .. sílabas (sentido . levar .mandatado). reúne várias palavras (às vezes .fomos ao cinema e fomos .2.7. sílaba .osto.joellho). são dispersas. devida expressamente à imaturidade cerebral”. exemplificam-se a seguir as diversas situações. então . bem como uma dada capacidade de concentração da atenção. ou ainda como “dificuldade na aprendizagem da leitura. de memorização auditiva e visual.3. etc. .1. confunde letras de sons equivalentes (gabar .diziame) 2.síaba. palavras (estava a fazer malha . devida a causas congénitas.4.8.4. escrita. com repercussão na escrita. Em cada caso.foi. os fracos desempenhos dos alunos nestas áreas prejudicam todo o processo de aprendizagem. sílabas na palavra (pesquisa . podendo apresentar apenas alguns deles. Para iniciar e desenvolver com êxito o processo de leitura e escrita é necessário atingir uma certa maturidade nos domínios linguísticos.setante).habição). utiliza palavra da mesma área vocabular mas de significado diferente (avião . ou ditongos (fui .entam) 2. psicomotor e percetivo. levando a sub-realização académica quase sempre generalizada.5.sentitido).Desenvolvimento Linguístico 1. expressa-se utilizando um vocabulário elementar para o nível escolar e área do conhecimento 1. em estilo telegráfico 2. motor. Um mesmo aluno não apresenta todos os sintomas que se aqui se referem. em qualquer dos diferentes níveis de ensino. . aritmética – poderá resultar deficitária..motor-a. repete letras (joelho . a linguagem escrita reflete desorganização de pensamento (as ideias não se encadeiam. de coordenação visuomotora. no meio ou no fim das palavras (gosto .felore).2.comboio) .cabar). expõe as suas ideias de forma abreviada.ia ia a sair). acentos (colégio . Num caso em que surgem apenas um ou outro destes erros ou dificuldades não significa que exista dislexia. na maioria dos casos. EXPRESSÃO ESCRITA 1. palavras (ia a sair .Documento para anexar aos exames realizados por alunos com dislexia para efeitos de não penalização na classificação das provas de exame pelos erros característicos da dislexia identificados na Ficha A NOTA EXPLICATIVA FICHAS A e B DISLEXIA foi definida como “incapacidade de processar os símbolos da linguagem”. desligadas) 1.mertado) 2.) 2. neurológicas.6.biálogo). substitui letras de sons e formas bem diferentes (mercado . sinais de pontuação.Ortografia 2. 2. separa partes constituintes da palavra (motora . agarrado . Se se verificarem distúrbios nestas áreas de desenvolvimento. dizia-me ...

etc. mesa .1.Incorreções 1.meza. amontoando letras no final da linha 3. na utilização de fórmulas ou sinais. interpretativo e crítico o aluno disléxico pode apresentar eventuais dificuldades: ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ ¾ na compreensão de palavras e frases que derivam das insuficiências semânticas e sintáticas. birra . devido à dificuldade para compreender a ideia principal na compreensão de relações que derivam da menor capacidade para comparar e deduzir as relações de causa e efeito entre as ideias fundamentais para realizar inferências.bira). para determinar se se trata de um facto ou de uma opinião e se as conclusões são ou não subjetivas. Na compreensão da leitura a nível literal. – Nas operações efetuadas. A compreensão – compreender a mensagem escrita de um texto – é o processo regulado pelo leitor e no qual se produz uma interação entre a informação armazenada na sua memória e a proporcionada pelo texto.4.1. para permitir que a informação semântica se torna consciente.nós corre em grupo. que se manifestará pela incapacidade para distinguir entre factos e opiniões. os trabalhos apresentam-se riscados. longe . esquemas ou figuras. não respeita regras de concordância em género (a professora .canpo. ou invertida a ordem ou posição de outros. pode verificar-se que são omitidos ou adicionados alguns elementos. garatujados.11. – Traçados Grafomotores 3. no desenvolvimento de cálculos. detalhes e/ou destetar a ideia principal. 67 .2. não respeita as regras ortográficas da língua (campo . na observação de gráficos. para julgar a veracidade de uma informação.longue. a 1.2. escreve desrespeitando os espaços das margens e linhas. com palavras sobrepostas ou há uma desorganização generalizada dos espaços projetados LINGUAGEM QUANTITATIVA 1. onde e porquê do que leem para sintetizar o conteúdo. devido a carências na capacidade de distinguir entre o real e o fictício para tirar conclusões a partir da análise de dados conflituosos para julgar a relevância e a consistência de um texto. 3. em número (os testes . uma conceptualização limitada e pouco eficaz para recordar factos.10. levava sempre leva sempre) 2.o teste) ou não utiliza o verbo na pessoa ou tempo adequados (nós corremos em grupo . na transição de dados.. na compreensão de relações e orientações espaciais. quando. . devido à impossibilidade de relacionar a informação com quem. ou ainda confundidos elementos equivalentes LEITURA Na leitura estão implicadas duas componentes ou funções que funcionam de forma interativa: a descodificação e a compreensão da informação escrita. devido à dificuldade para pensar de forma semelhante perante duas ou mais situações de leitura para diferenciar entre realidade e ficção. A descodificação – capacidade de reconhecimento das palavras – é o processo pelo qual se extrai suficiente informação das palavras através da ativação do léxico mental.a professor).

não recorda a informação que o texto contém 1.2 . erros de concordância (género. preposições.3 .5. não lê por grupos de sentido 1. – Desenvolvimento Linguístico 1.5 .5. atendendo ao nível escolar. de traçados equivalentes (fato – tato) ou de orientações inversas (data – bata) ou ditongos (fugiu – fugio). breve. Articulação de ideias incorretas: expressa-se através de um discurso algo incoerente (não segue uma linha de pensamento com lógica).3.1. acentos (está – esta) 2. tempo e modo) 1. 68 . inexpressiva/sem modelação de voz 1. expressa-se de forma concisa.4. não compreende o que se pergunta e portanto sobre que deve incidir a resposta 1.8 . pronomes e artigos. das sílabas na palavra (toma – mato) 2.3. acrescenta letras (solar – solare). Expressão abreviada: expressa-se de forma lacónica. dificuldade em se expor. Morfo-sintaxe inadequada: constrói frases de estrutura simplificada ou incorretas sintática e semanticamente (quando gosto muito. substitui letras de sons próximos (fila – vila).9 . podendo recorrer a palavras-chave. com hesitações 1. inadequado e limitado. 1.4 .1. número. “lê” uma outra palavra que de alguma forma se associa (madrugada – manhã) EXPRESSÃO ORAL 1. omissão ou uso inadequado de palavras de função: conjunções. acentos (cadete – cadéte) 2. etário e social 1. sílabas e palavras: 2. – Fluência – Expressão – Compreensão 1. palavras (chamaram o médico – chamaram depois o médico).6 . ao ler. dificuldade em estabelecer relações lógicas 1. – Exactidão Na descodificação podem surgir erros na leitura de letras. leio um livro depressa – quando depressa leio um livro gosto muito).2. Vocabulário pobre: ao expressar-se oralmente utiliza um vocabulário impreciso. “inventa” partes de palavra ou mesmo palavras inteiras (represa – refresca) 2.2. pontuação não respeitada/pausas impróprias 1. (levei – levai) 2. palavras (iam ambos apoiados – iam apoiados). Inibição na produção linguística: fala muito pouco e com inibição. não revela sentido crítico ou raciocínio conclusivo consistentes 2 .1.4. não interpreta o texto adequadamente 1. após a leitura. altera a posição das letras nas sílabas (prédio – pérdio – pédrio ou falar faral). omite letras (livro – livo).7 . sílabas (armário – mário).1 .6. sílabas (estalam – estalaram). sequencialização incorreta e/ou desordenada de ideias. com paragens e recomeços/momentos de fluência intercalados com hesitações 1.

desencadeiam porventura.3 . erra ao reproduzi-la de imediato (ex: Σ β γ χ ) Λ) 1.14.5 . ao escrever. ao falar..2 . HABILIDADES COGNITIVAS 1. associar dados 1. 00) 1. não “encaixa” as ações ou tarefas nos tempos disponíveis (não interpreta adequadamente a passagem do tempo). insegurança.13 a atenção é fugidia.11 perante novas situações problemáticas ficam bloqueados ou ansiosos. à inibição. durante um tempo. um certo tipo de comportamentos que sendo gerados pelas dificuldades. uma dada estrutura de signos. perturba a sequencialidade) 1.1 . não integra devidamente certos conceitos prejudicando a compreensão ou reconhecimento de categorias (ex: reconhecer substantivo-adjetivo-verbo) 1. lida mal com dados relativos à forma como o tempo se organiza (ex: a relação hora/minuto/segundo. Professor de Educação Especial ou Serviços de Psicologia e Orientação. não respeita a sequência com que os elementos de uma série ouvida ou os eventos de uma narrativa se sucedem no tempo (ex: ao fazer a repetição da série “Lisboa. tem dificuldade em perceber diferenças mínimas em desenhos (ex: os habituais jogos “encontrar as diferenças”) 1. 1. 69 . são geradores de novas outras dificuldades. os elementos que se situam à direita e à esquerda 1.. ouvida uma dada cadência rítmica que lhe é proposta. ao escutar. os períodos de concentração são curtos 1.. não reconhece/não executa simetrias. a partir de sons individuais compreender a sua junção num todo (ex: cofre – c/o/f/r/e e r/a/s/p/a – raspa) 1. a incerteza de vir a relembrar o que foi “aprendido”. Tomar. Viana.8 ..6 . Porto.9 . repete verde/preto/roxo. no espaço envolvente e nos espaços gráficos. Podem assumir atitudes que vão desde o desalento e desmotivação.FICHA B Os itens seguintes destinam-se exclusivamente ao preenchimento da parte final da Ficha B – “Levantamento das dificuldades específicas do aluno relativamente à dislexia”.. a soma de todos os inêxitos sofridos.12 pouca habilidade para estabelecer relações. no outro de frente. falha no reconhecimento imediato de uma dada estrutura (ex: b q d p ). oferecida uma série de palavras.) 1. em certos momentos AJUSTAMENTO EMOCIONAL As dificuldades sentidas. aquilo que parecia já aprendido como que “se varre” da memória.10 . se ainda não reconhece espontaneamente no seu corpo. isolamento e revolta. 0 . para uso do Diretor de Turma. Braga. não a retém devidamente (ex: escutando verde/lilás/azul/preto/roxo/castanho.7 . a certeza da existência de barreiras no acesso à informação e no seu uso. Faro” ou um reconto. tem dificuldade em perceber quais os sons isolados que compõem um todo ou. sem disponibilidade para as ultrapassar 1. erra quanto aos sons equivalentes (ex: vesta-festa ) 1. não a repete corretamente (ex: 000 . ou na compreensão das distribuições espaciais de várias componentes. baixa autoestima.4 . o mês que se segue ou antecede um outro mês). apesar de procurar fixar visualmente.