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AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Rio Grande Energia S/A

REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

Versão 1.4

Regulamento de Instalações Consumidoras

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SUMÁRIO
1 2 3 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 3.8 3.9 3.10 3.11 3.12 3.13 3.14 3.15 3.16 3.17 3.18 3.19 3.20 3.21 3.22 3.23 3.24 3.25 3.26 3.27 3.28 3.29 3.30 3.31 3.32 3.33 3.34 3.35 3.36 3.37 3.38 3.39 3.40 3.41 4 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 5 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 6 6.1 6.2 OBJETIVO ............................................................................................................................................... 5 REFERÊNCIAS NORMATIVAS .............................................................................................................. 5 TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES ........................................................................................................ 6 Agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades ........................................................ 6 Barra de Proteção .................................................................................................................................... 6 Caixa de distribuição (CD) ....................................................................................................................... 6 Caixa de entrada e distribuição (CED)..................................................................................................... 6 Caixa de passagem.................................................................................................................................. 6 Caixa de proteção (CP) ............................................................................................................................ 6 Caixa de medição..................................................................................................................................... 6 Carga instalada ........................................................................................................................................ 6 Cavidade de inspeção .............................................................................................................................. 7 Centro de medição ................................................................................................................................... 7 Circuito alimentador ................................................................................................................................. 7 Circuito de distribuição ............................................................................................................................. 7 Circuito de interligação ............................................................................................................................. 7 Condomínio horizontal ............................................................................................................................. 7 Condutor de aterramento ......................................................................................................................... 7 Condutor de proteção............................................................................................................................... 7 Consumidor .............................................................................................................................................. 7 Demanda .................................................................................................................................................. 7 Disjuntor ................................................................................................................................................... 7 Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) ........................................................................................... 7 Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) .................................................................. 7 Distribuidora ............................................................................................................................................. 7 Edificação de múltiplas unidades consumidoras ..................................................................................... 7 Energia elétrica ativa ................................................................................................................................ 8 Energia elétrica reativa............................................................................................................................. 8 Entrada de energia ................................................................................................................................... 8 Entrada de serviço ................................................................................................................................... 8 Limite de propriedade............................................................................................................................... 8 Livre e fácil acesso ................................................................................................................................... 8 Medidor .................................................................................................................................................... 8 Origem da instalação ............................................................................................................................... 8 Pontalete .................................................................................................................................................. 8 Ponto de entrega ...................................................................................................................................... 8 Poste concreto armado com caixa de medição embutida ....................................................................... 8 Poste metálico com caixa de medição acoplada ..................................................................................... 8 Poste particular ........................................................................................................................................ 8 Poste particular compartilhado ................................................................................................................. 8 Quadro ou painel de medidores ............................................................................................................... 8 Ramal de entrada ..................................................................................................................................... 9 Ramal de ligação...................................................................................................................................... 9 Unidade consumidora .............................................................................................................................. 9 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO ........................................................................................ 9 Campo de aplicação................................................................................................................................. 9 Tensão de fornecimento .......................................................................................................................... 9 Identificação da unidade consumidora..................................................................................................... 9 Consulta prévia ........................................................................................................................................ 9 Localização do ponto de entrega ............................................................................................................. 9 Limites de fornecimento ......................................................................................................................... 10 Determinação do tipo de fornecimento .................................................................................................. 10 CRITÉRIOS PARA LIGAÇÃO ............................................................................................................... 11 Pedido de ligação ................................................................................................................................... 11 Ligação provisória (temporária) ............................................................................................................. 12 Ligação definitiva.................................................................................................................................... 12 Geração própria ..................................................................................................................................... 12 Condições não permitidas ...................................................................................................................... 12 LOCALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO DA MEDIÇÃO ................................................................................. 13 Localização da medição ......................................................................................................................... 13 Instalação da medição ........................................................................................................................... 14

Regulamento de Instalações Consumidoras

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7 7.1 7.2 8 8.1 8.2 8.3 9 9.1 9.2 9.3 9.4 9.5 10 10.1 10.2 10.3 10.4 10.5 10.6 10.7 10.8 11

PROJETO .............................................................................................................................................. 14 Apresentação ......................................................................................................................................... 15 Cálculo da demanda .............................................................................................................................. 16 ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA........................................................... 18 Com ramal de ligação aéreo .................................................................................................................. 18 Com ramal de entrada subterrâneo ....................................................................................................... 20 Aspectos construtivos ............................................................................................................................ 21 MEDIÇÃO .............................................................................................................................................. 22 Tipos ....................................................................................................................................................... 22 Caixas e/ou painéis para medição ......................................................................................................... 23 Caixa de proteção (CP) .......................................................................................................................... 24 Caixa de entrada e distribuição (CED)................................................................................................... 24 Aspectos construtivos para montagem do centro de medição .............................................................. 25 PROTEÇÃO GERAL ............................................................................................................................. 26 Disjuntor geral ........................................................................................................................................ 26 Unidade consumidora ............................................................................................................................ 26 Edificação de múltiplas unidades consumidoras ................................................................................... 26 Sistema de emergência ......................................................................................................................... 28 Aterramento ............................................................................................................................................ 28 Proteções adicionais .............................................................................................................................. 29 Proteção contra sobretensões transitórias............................................................................................. 29 Proteção contra inversão de fases......................................................................................................... 29 VIGÊNCIA .............................................................................................................................................. 29

ANEXOS
ANEXO A – ELETRODOS DE ATERRAMENTO CONVENCIONAIS ........................................................................................................ 31 ANEXO B – ESPECIFICAÇÃO DA CAIXA DE MEDIÇÃO ...................................................................................................................... 32 ANEXO C – POTÊNCIA MÉDIA DE APARELHOS ............................................................................................................................... 64 ANEXO D – FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS................................................................................................ 65 ANEXO E - FATORES DE DEMANDA PARA CONDICIONADOR DE AR RESIDENCIAL ............................................................................. 66 ANEXO F - FATORES DE DEMANDA PARA CONDICIONADOR DE AR COMERCIAL ............................................................................... 66 ANEXO G - FATORES DE DEMANDA PARA MOTORES ..................................................................................................................... 66 ANEXO H - FATORES DE DEMANDA PARA APARELHOS ESPECIAIS .................................................................................................. 67 ANEXO I - FATORES DE DEMANDA APARELHOS DE AQUECIMENTO ................................................................................................. 67 ANEXO J – DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA DE SERVIÇO ............................................................................................................. 68 ANEXO K - DIMENSIONAMENTO DE POSTES E PONTALETES ........................................................................................................... 70 ANEXO L - DISPOSITIVOS PARA REDUÇÃO DA CORRENTE DE PARTIDA DE MOTORES ...................................................................... 71 ANEXO M – CAPACIDADE DE CORRENTE EM BARRAMENTOS ......................................................................................................... 72 ANEXO N - CAPACIDADE DE CORRENTE EM CONDUTOR ................................................................................................................ 72 ANEXO O - ELETRODUTO DE PVC RÍGIDO TIPO ROSQUEÁVEL ....................................................................................................... 73 ANEXO P - ELETRODUTO RÍGIDO DE AÇO-CARBONO ..................................................................................................................... 73 ANEXO Q - OCUPAÇÃO MÁXIMA DOS ELETRODUTOS DE PVC ........................................................................................................ 74 ANEXO R - OCUPAÇÃO MÁXIMA DOS ELETRODUTOS DE AÇO ......................................................................................................... 74 ANEXO S - EXEMPLOS DE CÁLCULOS DA DEMANDA ....................................................................................................................... 75 ANEXO T - DEMANDA DE UNIDADE CONSUMIDORA RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ................................................................... 82 ANEXO U – FATOR DE DIVERSIDADE EM FUNÇÃO DO Nº DE UNIDADES CONSUMIDORA ................................................................... 83 ANEXO V – RESISTÊNCIA DE CONDUTOR PARA CLASSE DE ENCORDOAMENTO 1 ............................................................................ 84 ANEXO W - RESISTÊNCIA DE CONDUTOR PARA CLASSE DE ENCORDOAMENTO 2 ............................................................................ 84 ANEXO X - CÁLCULO DE QUEDA DE TENSÃO ................................................................................................................................ 85 ANEXO Y- POSTE DE CONCRETO ARMADO ................................................................................................................................... 87 ANEXO Z– AGRUPAMENTOS ......................................................................................................................................................... 89

........................................................................................................... 153 FIGURA 28 – MODELO DE CAIXA PARA CENTRO DE MEDIÇÃO OCUPANDO TRES PAREDES . 139 FIGURA 15 (A) – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO .......................................................................................................................................................................................................................................................... 141 FIGURA 16 – AFASTAMENTO MÍNIMO PARA ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO .................................................................................................................. 121 FIGURA 6 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM POSTE PARTICULAR .............................. 126 FIGURA 8 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA COM POSTE COMPARTILHADO ............... 151 FIGURA 26 – MODELO DE CAIXASCOM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO .................................... 131 FIGURA 9 (D) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO FRONTAL INSTALADA EM GRADE ........................................................................................................................................................... 143 FIGURA 18 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES ............................................................ 134 FIGURA 12 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA NA PAREDE COM PONTALETE...................... 135 FIGURA 13 (A) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA DISTRIBUIDORA ......................................................................................................................................................... 127 FIGURA 8 (D) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA COM POSTE COMPARTILHADO ............... 133 FIGURA 11 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE LATERAL............................ 154 FIGURA 29 – SISTEMA DE EMERGÊNCIA ............................... 120 FIGURA 5 (B) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA .......................................................................................................................................................................... 147 FIGURA 22 – DISPOSIÇÃO DOS ELETRODUTOS ...................................................................................................................................................................................... CASA NO ALINHAMENTO ................................................. 132 FIGURA 10 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE FRONTAL ...................................... 128 FIGURA 9 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA ............................................... 161 FIGURA 33 – ELETRODO DE ATERRAMENTO ........................ 122 FIGURA 7 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO MONOFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO ............................................................................................................... 136 FIGURA 13 (B) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA DISTRIBUIDORA .......................................... PRÉDIO NO ALINHAMENTO ................................................... 156 FIGURA 30 (B) – POSTE PARTICULAR DE MADEIRA ................................................................................................... 123 FIGURA 7 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO POLIFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO.. 124 FIGURA 8 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA LATERAL COM POSTE COMPARTILHADO ......................... 157 FIGURA 30 (C) – POSTE PARTICULAR DE AÇO .............................................................................................. 117 FIGURA 3 – DISPOSIÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO . 118 FIGURA 4 – DISPOSIÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO ............................. 163 FIGURA 35 – ISOLADORES ............................................................................................................................................... 142 FIGURA 17 – ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO ................................................................................................................................................. 160 FIGURA 32 – CAIXAS DE PASSAGEM PARA RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO .................................................................................................................................. 144 FIGURA 19 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES ............. 166 ................................... 146 FIGURA 21 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES ................................................Regulamento de Instalações Consumidoras 4 FIGURAS FIGURA 1 – COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO................................................................................................................................................................................................................... 145 FIGURA 20 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES ..... 148 FIGURA 23 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES MONOFÁSICOS ............................................................... 152 FIGURA 27 – MODELO DE CAIXA PARACENTRO DE MEDIÇÃO OCUPANDO DUAS PAREDES..................................................................................................... 149 FIGURA 24 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES POLIFÁSICOS ....... 130 FIGURA 9 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL .................................................... 150 FIGURA 25 – MODELO DE CAIXA PARA UM CENTRO DE MEDIÇÃO ............................... 164 FIGURA 36 – TUBO PARA ATERRAMENTO .................................................................................................................................................................................................................................... 116 FIGURA 2 – ALTURAS MÍNIMAS DO RAMAL DE LIGAÇÃO AO SOLO ......................... 138 FIGURA 14 – DISPOSIÇÕES DOS ISOLADORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO ....................................................................................................... 129 FIGURA 9 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL .................................... 158 FIGURA 30 (D) – POSTE PARTICULAR EM CONCRETO ARMADO COM CAIXA DE MEDIÇÃO MONOFÁSICA ACOPLADA 159 FIGURA 31 – CAIXAS DE PROTEÇÃO E DISTRIBUIÇÃO ...................................................................................................................................................................................................................... 162 FIGURA 34 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA E SUPORTE ............................................................................................ 140 FIGURA 15 (B) – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEOSOMENTE SOB VIA INTERNA DE CONDOMINIO . 119 FIGURA 5 (A) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA (VISTA SUPERIOR) .............................. 155 FIGURA 30 (A) – POSTE PARTICULAR DE CONCRETO ARMADO .................. 125 FIGURA 8 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL COM POSTE COMPARTILHADO ......................................................................................................................................................... 165 FIGURA 37 – DETALHE DE ATERRAMENTO ............................................ 137 FIGURA 13 (C) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA DISTRIBUIDORA .................................................................................................................................................................

obedecendo a recomendações da ABRADEE . Aplica-se tanto para projetos e/ou instalações novas.Dimensões. 2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS Na aplicação deste Regulamento. devem ser objetos de análise e decisão por parte da distribuidora.Requisitos de desempenho Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno reticulado (XLPE) para tensões de 1kV a 35kV . às unidades consumidoras na área de concessão das empresas AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S. em qualquer tempo. Os casos omissos ou aqueles que. b) Estabelecer as condições gerais de utilização de energia elétrica.Designação.Rio Grande Energia S. dimensões e tolerâncias Eletroduto rígido de aço-carbono. sofrer alterações por razões de ordem técnica ou legal. com revestimento protetor e rosca NBR 8133 – Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca . dimensões e tolerâncias Condutores isolados com isolação extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para tensões até 750 V .Requisitos de desempenho NBR 5624 NBR 6148 NBR 6231 NBR 6232 NBR 6248 NBR 6249 NBR 6323 NBR 6591 NBR 7285 NBR 7286 NBR 7287 . c) Dar orientação técnica para o projeto e execução de entradas de serviço de unidades consumidoras. As disposições desta Norma visam: a) Atender as consultas dos interessados no fornecimento de energia elétrica. com revestimento protetor e rosca NTP – Requisitos Eletroduto de aço-carbono e acessórios. CEEE-D . A.Especificação Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0. características e procedimentos de ensaio Isolador-roldana de porcelana ou de vidro . das normas da ABNT .Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica e RGE . bem como da legislação em vigor. periodicamente.Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Energia Elétrica. Normas Internacionais e Resoluções da ANEEL. motivo pelo qual os interessados devem.Rosca para tubos onde a vedação e feita pela rosca Designação.Especificação Cabos de potência com isolação extrudada de borracha etilenopropileno (EPR) para tensões de 1kV a 35kV . com costura. quanto à maneira de obterem ligação. exijam estudos especiais.Dimensões. pode ser necessário consultar as Normas da ABNT.Regulamento de Instalações Consumidoras 5 1 OBJETIVO Este Regulamento tem por objetivo padronizar e estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição. como para reformas. Os materiais fornecidos devem atender às exigências do INMETRO e observar o “Código de Defesa do Consumidor”. quadrada. não implicando em qualquer responsabilidade das distribuidoras.Sem cobertura – Especificação Poste de madeira – Resistência à flexão Poste de madeira – Penetração e retenção de preservativo Isolador-castanha . Este Regulamento pode. julgados necessários. Os órgãos técnicos da distribuidora encontram-se à disposição dos interessados para prestar quaisquer esclarecimentos técnicos.6kV/1 kV . através de rede aérea. no Estado do Rio Grande do Sul. pelas características excepcionais.Sem cobertura . Os dispositivos deste Regulamento aplicam-se às condições normais de fornecimento de energia elétrica. com relação à qualidade e segurança dos materiais fornecidos por terceiros. NBR 5410 NBR 5419 NBR 5597 NBR 5598 Instalações elétricas de baixa tensão Proteção de estrutura contra descargas atmosféricas Eletroduto de aço-carbono e acessórios. vigentes na época da sua utilização. consultar a distribuidora quanto a eventuais modificações. retangular e especial para fins industriais .A. para o fornecimento de energia elétrica. com revestimento protetor e rosca BSP Requisitos NBR 6414 . características e procedimentos de ensaio Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido – Especificação Tubos de aço-carbono com solda longitudinal de seção circular. d) Orientar os consumidores.Associação Brasileira de Normas Técnicas. bem como sobre os riscos e danos à propriedade.

expressa em quilowatts (kW). Caixa de medição Carga instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. podendo ainda conter o barramento e os transformadores de corrente para medição.3 Caixa metálica destinada a interligar circuitos. seus acessórios e dispositivos de proteção.Parte 1: Dispositivos de 1 proteção conectados a sistemas de distribuição de energia de baixa tensão .8 Caixa destinada à instalação de um ou mais medidores.Regulamento de Instalações Consumidoras 6 NBR 7288 Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) ou polietileno (PE) para tensões de 1kV a 6kV NBR 8159 Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas.Requisitos de desempenho NBR NM 280 Condutores de cabos isolados (IEC 60228.1 TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES Agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades Conjunto de unidades consumidoras caracterizadas por medições individualizadas.6 Caixa destinada a possibilitar mudanças de direção e facilitar a enfiação dos condutores. podendo conter as proteções dos circuitos de interligação. localizadas em um só ponto e que não disponham de área em condomínio com a utilização de energia elétrica. em condições de entrar em funcionamento. 3. 3.5 3. Caixa de distribuição (CD) Caixa metálica destinada a receber o ramal de entrada e as proteções. Caixa de passagem Caixa metálica ou plástica anti-chama destinada a garantir a inviolabilidade das ligações aos terminais de cada medidor. urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica . 3 3.Requisitos de desempenho e métodos de ensaio NR 10 Segurança em instalações e serviços em eletricidade Outros: Regulamento de Instalações Consumidoras com Fornecimento em Tensão Primária de Distribuição (RIC MT). . Caixa de proteção (CP) 3. Barra de Proteção 3. o barramento e os transformadores de corrente para medição.Formatos.7 3. dimensões e tolerâncias NBR 8451 Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – Especificação NBR 8456 Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica NBR 8457 Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica – Dimensões NBR 14306 Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de telecomunicações em edificações – Projeto NBR 15465 Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão .Condições gerais de fornecimento de energia elétrica em vigência.2 Barra de cobre para a interligação do condutor de proteção das unidades consumidoras com o condutor de proteção do eletrodo de aterramento.4 Caixa de entrada e distribuição (CED) 3. MOD) NBR NM60898 Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares NBR IEC 60050 Instalações elétricas em edificações NBR IEC 61643. Regulamentação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) .Dispositivos de proteção contra surtos em baixa tensão .

expressa em quilowatts (kW). de direito público ou privado. caracterizadas pela existência de mais de uma unidade consumidora e que disponha de área de uso comum. 3. 3.11 Circuito alimentador Circuito que interliga a medição às instalações internas da unidade consumidora. 3.9 Caixa ou tubo destinado a possibilitar a inspeção da haste e conexões dos condutores de aterramento e proteção. conduzir por tempo especificado e interromper correntes. 3. 3.23 Edificação de múltiplas unidades consumidoras Edificação que possua mais de uma unidade consumidora.16 Condutor de proteção Condutor que liga as massas e os elementos condutores estranhos à instalação ao eletrodo de aterramento ou a um barramento de equipotencialização.12 Circuito de distribuição Circuito que interliga a Caixa de Distribuição ou a Caixa de Entrada de Distribuição com as Caixas de Proteção ou entre Caixas de Proteção.15 Condutor de aterramento Condutor que interliga o eletrodo de aterramento à primeira conexão com o condutor neutro da medição ou Centro de Medição. como salas. Dispositivo utilizado para limitar as sobretensões transitórias e escoar os surtos de corrente originários de descargas atmosféricas em redes de energia.19 Disjuntor Dispositivo de manobra (mecânico) e proteção. Circuito que interliga a Caixa de Entrada e Distribuição (CED) com a Caixa de Distribuição (CD) ou ainda entre Caixas de Distribuição (CD´s). legalmente representada. conduzir e interromper correntes em condições normais do circuito. 3. edificações de múltiplas unidades consumidoras ou lotes individualizados.20 Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) 3. . quilovolt-ampère-reativo (kVAr) ou quilovolt-ampère (kVA). 3. com via interna (trânsito de veículo).18 Demanda Soma das potências elétricas instantâneas solicitadas ao sistema elétrico. e/ou dependências semelhantes.14 Condomínio horizontal Conjunto de unidades consumidoras. assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s).13 Circuito de interligação 3. capaz de estabelecer. assim como estabelecer. 3. localizados em áreas fechadas e privativas.21 Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) Dispositivo de seccionamento mecânico ou associação de dispositivos destinados a provocar a abertura de contatos quando a corrente diferencial residual atingir um valor dimensionado. em condições anormais do circuito. segundo disposto nas normas e nos contratos. que solicite o fornecimento. lojas. 3.22 Distribuidora Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica. 3. automaticamente.10 Centro de medição Local onde está situada a medição de duas ou mais unidades consumidoras.17 Consumidor Pessoa física ou jurídica. e que disponha de área de uso comum com utilização de energia elétrica.Regulamento de Instalações Consumidoras 7 3. apartamentos. Cavidade de inspeção 3. a contratação de energia ou o uso do sistema elétrico à distribuidora. 3.

29 Livre e fácil acesso Acesso de empregados e prepostos da distribuidora ao local da medição. 3. 3.26 Entrada de energia Instalação de responsabilidade do consumidor. 3. 3. 3. 3. compreendidos entre o ponto de derivação da rede da distribuidora e a origem da instalação.34 Poste concreto armado com caixa de medição embutida Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação.Regulamento de Instalações Consumidoras 8 3. participando dos investimentos necessários e responsabilizando-se pela execução dos serviços.28 Limite de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública.36 Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. caixas.25 Energia elétrica reativa Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada.37 Poste particular compartilhado Poste instalado na divisa entre duas propriedades com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. de áreas de uso comum (no caso de condomínios horizontais) e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros.30 Medidor Aparelho instalado pela distribuidora. podendo ainda sustentar linhas de comunicação e dados. caracterizando-se como limite de responsabilidade de fornecimento. a qualquer tempo.35 Poste metálico com caixa de medição acoplada Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. com fabricantes devidamente cadastrados junto à distribuidora. compreendendo ramal de entrada. observada a conveniência técnica da distribuidora. no alinhamento designado pelo poder público. bem como a instalação de medição individual. expressa em quilovolt–ampère–reativo–hora (kVArh). com o objetivo de medir e registrar grandezas elétricas. bem como a instalação da medição. 3. leitura e inspeções necessárias. seus acessórios e dispositivos de proteção. 3. sem produzir trabalho. até o qual a distribuidora é responsável pelo fornecimento de energia elétrica. Suporte instalado no muro ou prédio do consumidor. preparada de forma a permitir a ligação de uma ou mais unidades consumidoras à rede da distribuidora.27 Entrada de serviço Condutores. dispositivos de proteção. poste particular ou pontalete. 3.33 Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da distribuidora com as instalações elétricas da unidade consumidora. eletrodo de aterramento e ferragens. para fins de ligação. operação e manutenção.24 Energia elétrica ativa Energia elétrica que pode ser convertida em outra forma de energia. equipamentos e acessórios. bem como a instalação de medição individual.38 Quadro ou painel de medidores Quadro destinado à instalação dos medidores. 3. . localizado em centro(s) de medição.32 Pontalete A origem da instalação de Baixa Tensão está localizada junto à proteção geral da unidade consumidora. com a finalidade de ancorar e fixar o ramal de ligação. quando o prédio estiver localizado no limite da propriedade com alinhamento da via pública. expressa em quilowatt-hora (kWh). 3. servindo para instalar o ramal de entrada. 3. 3. suspensão de fornecimento. com fabricantes devidamente cadastrados junto à distribuidora. bem como a instalação de duas medições individuais monofásicas.31 Origem da instalação 3.

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3.39 Ramal de entrada

Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a medição. No caso de centro(s) de medição, até a proteção geral do painel de medidores.

3.40 Ramal de ligação

Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da distribuidora e o ponto de entrega.

3.41 Unidade consumidora

Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e acessórios, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega com medição individualizada, correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas.

4 4.1

CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO Campo de aplicação

Aplica-se nas ligações das unidades consumidoras com carga instalada até 75kW e edificações de múltiplas unidades consumidoras.

4.2

Tensão de fornecimento

O fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão das distribuidoras é disponibilizado em corrente alternada, na frequência de 60hznas tensões nominais de 380/220V, 220/127V e 220V.

4.3

Identificação da unidade consumidora

Toda unidade consumidora deve ser identificada, por número fornecido pelo órgão competente do poder público municipal, mediante a utilização de materiais apropriados, indelével e de fácil visualização.

4.4

Consulta prévia

Antes de construir ou adquirir os materiais para a execução da entrada de energia, o interessado deve consultar a distribuidora, previamente, visando obter informações orientativas a respeito das condições de fornecimento de energia elétrica. Para prédios de múltiplas unidades, o responsável técnico deve requisitar junto à distribuidora, informações a respeito do tipo de fornecimento de energia à edificação.

4.4.1 Reforma
Em casos de reforma, este Regulamento pode ser aplicado em parte ou no seu todo, dependendo de consulta prévia à distribuidora com relação às condições técnicas e/ou de segurança.

4.5

Localização do ponto de entrega

O ponto de entrega de energia elétrica deve situar-se na conexão do ramal de ligação com o ramal de entrada, ressalvados os seguintes casos: a) Para unidades consumidoras e edificações de múltiplas unidades consumidoras atendidas diretamente pela rede da via pública em baixa tensão, com entrada subterrânea, o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea, sendo vedada a travessia em via pública; b) O ponto de entrega pode situar-se em local diverso, quando se tratar de fornecimento à unidade consumidora atendida mediante a alocação de recursos financeiros a título de subvenção econômica, caso em que deve ser observado o estabelecido no ato que instituir programa de eletrificação correspondente; c) Havendo conveniência técnica por parte da distribuidora, o ponto de entrega pode situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. Notas: 1 Quando existir propriedade de terceiros, em área urbana, entre a via pública e a propriedade onde estiver localizada a unidade consumidora, o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com a primeira propriedade. Para utilização desta modalidade de fornecimento consultar a distribuidora.

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Quando a unidade consumidora, em área rural, for atendida em tensão secundária de distribuição, o ponto de entrega situar-se-á no local de consumo, ainda que dentro da propriedade do consumidor, observadas as normas e padrões da distribuidora. Quando tratar-se de condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da distribuidora, o ponto de entrega situar-se-á no limite da via pública com o condomínio horizontal. Quando tratar-se de condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna seja de propriedade da distribuidora, o ponto de entrega situar-se-á no limite da via interna com a propriedade onde estiver localizada a unidade consumidora. Edificações de múltiplas unidades devem ser atendidos por uma única entrada de energia e ter um só ponto de entrega. Condomínios horizontais e verticais devem ser atendidos por uma única entrada de energia. Havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo a partir de poste de propriedade da distribuidora, observadas a viabilidade técnica, o ponto de entrega se situará na conexão deste ramal com a rede da distribuidora, desde que esse ramal não ultrapasse propriedades de terceiros ou vias públicas, exceto calçadas

4.6

Limites de fornecimento

O fornecimento deve ser efetuado em tensão secundária nas ligações individuais com carga instalada até 75kW. Para o atendimento de edificações de múltiplas unidades consumidoras com demanda calculada superior a 115kVA, deve ser prevista em projeto uma área do condomínio para o(s) posto(s) de transformação de uso exclusivo, conforme RIC de MT – Regulamento de Instalações Consumidoras em Média Tensão. Nota: Por razões de ordem técnica, estética e/ou de segurança a critério da distribuidora, independente das condições acima, podem ser estabelecidos valores diferentes aos limites mencionados.

4.7

Determinação do tipo de fornecimento

São três os tipos de fornecimento, conforme o número de fases: Tipo A – monofásico – dois condutores (uma fase e o neutro); Tipo B – bifásico – três condutores (duas fases e o neutro); Tipo C – trifásico – quatro condutores (três fases e o neutro).

4.7.1 Fornecimento tipo A1, A2, B1 e B2
Para determinação destes, deve ser calculada a carga instalada de cada unidade consumidora. Esta carga é o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação declaradas. Quando houver cargas de motores, deve ser computado as suas respectivas quantidades e potências individuais. Exemplo: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 8 5 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Aspirador de pó Ferro de passar roupa (regulável) Máquina de lavar roupa Enceradeira Liquidificador Secador de cabelo Ventiladores Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W CARGA INSTALADA Potência (W) 5.000 200 200 1.000 1.500 1.500 350 400 1.300 200 800 300 12.750

Regulamento de Instalações Consumidoras

11

No ANEXO J são representados os limites, por faixa de carga instalada ou de demanda, bem como os limites para a ligação de motores ou aparelhos de solda, para cada tipo de fornecimento. Notas: 1 Em casos especiais, as instalações podem possuir aparelhos que requeiram número de fases superior ao do tipo correspondente a sua carga instalada. 2 Mesmo sendo especificado o fornecimento a dois condutores, permite-se a instalação de padrão polifásico, caso o consumidor tenha previsão de aumento de carga. 3 Os limites para aparelhos de eletro-galvanização, máquinas de solda, geradores, raios-X, etc., (carga de flutuação brusca de tensão), estão sujeitos a estudo nos diversos tipos de fornecimento. 4 As unidades consumidoras atendidas por duas ou três fases devem ter suas cargas distribuídas entre as fases de modo a obter-se o maior equilíbrio possível.

4.7.2 Fornecimento tipo A3
O fornecimento do tipo A3 refere-se à unidade consumidora localizada em área rural e atendida com transformador monofásico. Para determinar a demanda de cada unidade consumidora, deve ser calculada a carga instalada desta, que é o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação. Quando houver cargas de motores, deve ser computado as suas respectivas quantidades e potências individuais. Sobre a carga total em kW aplica-se fator de demanda 0,5. Para determinação da demanda mínima a ser considerada no fornecimento deve-se observar o maior valor entre a demanda calculada e a maior potência dentre os equipamentos a serem ligados.

4.7.3 Fornecimento do tipo C1 a C20
Para determinação destes, deve-se calcular a demanda da unidade consumidora (conforme item7.2), e consultar o ANEXO J.

5 5.1

CRITÉRIOS PARA LIGAÇÃO Pedido de ligação

O interessado deve entrar em contato com a distribuidora, informando a carga instalada discriminada, o endereço onde pretende que seja efetuada a ligação e os dados de identificação do consumidor, informações referentes a natureza da atividade desenvolvida na unidade consumidora, à finalidade da utilização da energia elétrica. A ligação depende de verificação e/ou estudo da rede, se: a) A carga instalada exigir; b) O imóvel, onde se encontra a unidade consumidora, estiver afastado a mais de 30 metros da rede de distribuição; c) Quando a configuração da rede de distribuição da distribuidora não for compatível com o tipo de fornecimento solicitado; d) Existirem aparelhos com carga de flutuação brusca de tensão, como máquinas de solda, gerador, aparelhos de eletrogalvanização, raios-X e outros aparelhos; e) Envolver travessia de via pública (pista de rolamento) com duto subterrâneo. Notas: 1 A distribuidora deve informar sobre a necessidade de execução de serviços nas redes e/ou instalação de equipamentos de proteção e/ou de transformação, conforme a carga solicitada. 2 O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica para a distribuidora, quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas da edificação. 3 Apesar de não ser exigência da distribuidora para efetivar a ligação, é recomendável que os consumidores instalem dispositivos de proteção contra a falta e inversão de fases, proteção a corrente diferencial-residual (DR), conforme NBR 5410. 4 Toda a instalação ou carga suscetível de ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades consumidoras, somente deve ser ligada após a prévia concordância da distribuidora, que deve providenciar, a expensas do consumidor, alterações no sistema elétrico, visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área.

1 Instalação consumidora única A ligação da unidade consumidora fica condicionada à prévia vistoria e aprovação da entrada de energia.4 Geração própria 5. fornecido pelo Conselho Regional habilitador. 5. de segurança e regulamentares.5 Condições não permitidas a) Extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos seus limites ou à propriedade de terceiros. . sem a prévia autorização da distribuidora.4. 5. por prazos préestabelecidos com os consumidores. conforme a legislação vigente. com condutor do ramal de entrada de 2 2 25mm na tensão de 220/127V ou 50A e 10mm na tensão de 380/220V.1 Geração de emergência Na instalação de geradores particulares para atendimento de emergência. A distribuidora pode considerar como fornecimentos provisórios os que se destinarem a festividades. O projeto deve conter ainda uma das seguintes soluções: a) Instalação de um sistema de intertravamento entre o gerador e o disjuntor geral. acompanhado do documento de Responsabilidade Técnica.3. 2 As condições técnicas. Notas: 1 Todas as despesas tais como: mão-de-obra. Este prazo é necessário para elaboração de estudos e/ou execução de obras na rede de distribuição. além do limite correspondente a sua categoria de fornecimento.3 Ligação definitiva 5.2 Micro e mini geração distribuída Para implantação de micro e mini geração distribuída deve ser consultada a distribuidora local.2 Ligação provisória (temporária) A ligação provisória pode destinar-se a: a) Obras Caracteriza-se por ser efetuada com medição para o atendimento de obras de construção ou reforma de edificação. A ligação das unidades consumidoras fica condicionada à prévia inspeção e aceitação da entrada de energia de acordo com o projeto liberado pela distribuidora. 5.3 Agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades A ligação das unidades consumidoras que atendam as condições previstas no ANEXO Z. materiais e transporte são de responsabilidade do consumidor.4. b) Construção de um circuito de emergência alimentado por gerador particular. parques de diversões. 5. devidamente quitado e referente à execução da entrada de energia. b) Paralelismo simultâneo de geradores particulares para atendimento de emergência com o sistema da distribuidora. dispensando-se a apresentação de projeto.3. 5. 5.3. desde que a proteção geral fique limitada a 70A.Regulamento de Instalações Consumidoras 12 5. Todas as demais situações não previstas no ANEXO Z dependem de encaminhamento de projeto para análise e liberação de carga.2 Edificação de múltiplas unidades A solicitação do pedido de fornecimento definitivo deve ocorrer num prazo mínimo de noventa (90) dias antes da data prevista para conclusão da obra. deve ser apresentado o projeto elétrico da instalação interna. a critério da distribuidora. não depende de apresentação de projeto. c) Aumento da capacidade do disjuntor. devem ser obedecidas. exposições e similares. independente e sem interligação com o circuito da distribuidora. circos. juntamente com as especificações técnicas do equipamento. b) Eventos Caracteriza-se por ser efetuada com ou sem medição.

Proximidades de máquinas. a mesma deve prever restrição física. Neste caso o projeto deve prever porta(s) extra(s). mureta. de livre e fácil acesso da distribuidora (ver figura 5A a12). poste particular ou na edificação. que garanta a distância regulamentar mínima para o acesso de pessoal da distribuidora. Pavimento superior de qualquer tipo de prédio com residência única. sempre que possível tecnicamente. Embutido no corpo do muro ou mureta.Externamente à edificação em posição frontal. Subsolos.Internamente à edificação desde que exista espaço interno disponível para uso exclusivo dos equipamentos de medição e proteção. 6. com porta de acesso.1 A medição deve estar localizada: Notas: 1 Quando a medição estiver localizada em área de uso comum. 6 6. após o centro de medição. excetuando-se os casos em que existam centros de medição em pavimentos diferentes.Regulamento de Instalações Consumidoras 13 d) Utilização das tubulações destinadas aos condutores que transportam energia elétrica para quaisquer outras finalidades. no máximo a 0.1. tanques e reservatórios. inundações. Área entre prateleiras. bombas. com o alinhamento da via pública (ver figuras 9B e 9C). Local sujeito a gases corrosivos. com potência nominal superior a 2kVA. no máximo a 0. . Interior de vitrinas. . utilizando compartimento aberto ou fechado. Embutido no corpo da edificação.Houver exigência do poder público que estabeleça recuo mínimo entre a edificação e o limite da propriedade. exceto em áreas rurais em que a rede de distribuição da distribuidora estiver dentro da propriedade do consumidor. vagas de garagem e depósitos. sujeita a trânsito e/ou manobra de veículos. exceto mediante prévia concordância da distribuidora. c) Agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades Devem estar localizados no muro. b) Edificação de múltiplas unidades O quadro ou painel de medição deve estar localizado em área de uso comum.Houver hall de entrada ou outra área de circulação interna de livre acesso ao(s) painel(éis) de medição. direto à área externa da edificação e com abertura para fora. e) Interferência de pessoas estranhas no(s) equipamento(s) da distribuidora. g) Alimentação de uma mesma propriedade com mais de uma entrada de serviço. poeira e trepidações excessivas. utilizando caixa de medição (ver figura 10).5m do alinhamento da via pública (ver figura 3). com acesso independente e. Pode ser admitido recuo maior quando: .2 A medição não deve estar localizada em: a) b) c) d) e) f) g) h) Local de difícil acesso. em área comum.1 LOCALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO DA MEDIÇÃO Localização da medição a) Individual Na propriedade do consumidor.5m do alinhamento. 2 No caso de modificação da situação existente. conforme figura 25. na fachada ou lateral da mesma. o mais próximo do limite da propriedade com a via pública. para restringir o acesso às dependências internas da edificação. No muro. ou seja.5m do limite de propriedade com a via pública. fica a cargo do consumidor a mudança para outro que esteja dentro das especificações deste Regulamento. com a frente voltada para a via pública. Neste caso o ramal de entrada deve ser subterrâneo e o painel deve ser instalado imediatamente após este recuo. a 0. 6. preferencialmente. com má iluminação e sem condições de segurança. mureta ou poste particular. em edificações construídas junto ao limite da propriedade com a mesma. . sob duas formas: .1. Escadarias. f) Utilização de aparelhos de solda a transformador monofásicos. que torne o local da medição inacessível.

de forma a permitir uma única medição. b) Para TV a cabo e similares instaladas junto à rede de distribuição. quando a unidade consumidora estiver em área delimitada (cerca ou muro) e com acesso independente. as instalações elétricas internas devem ser adaptadas. 6. Deve conter ainda. 3 Para os casos acima. quando a medição situar-se no poste da distribuidora. após vistoria e aprovação da entrada de serviço. Notas: 1 A execução das instalações elétricas. b) Edificação de múltiplas unidades consumidoras. c) Para telefonia e similares instaladas no passeio público. ficando a seu critério a instalação daqueles que julgar necessários. referentes ao funcionamento da instalação e aparelhos elétricos. a área de uso comum deve ter medição própria e ser de responsabilidade do condomínio.2 Instalação da medição a) Em cada unidade consumidora. destinados à medição. f) Para unidades consumidoras móveis (trailers. 2 A unidade consumidora deve estar localizada no mesmo lado da rede de distribuição. Na impossibilidade a medição deve ser fixada no poste da distribuidora (ver figura 13B e Nota 1 abaixo). 3 O consumidor deve permitir. a medição deve ser fixada no poste da distribuidora (ver figura 13A e Nota 1 abaixo). bem como sua substituição quando considerada conveniente. devidamente credenciados e identificados. Em cada centro deve ser previsto um número mínimo de oito unidades consumidoras. etc. Quando considerada em desacordo ou prejudicial aos serviços. e são instalados. câmeras de vigilância. chaveiros. c) Em unidades consumidoras unificadas. pelo interessado. d) Em edificações de múltiplas unidades consumidoras. pela distribuidora. terminais de ônibus ou de táxi. b) Em unidade consumidora que for subdividida. tomada de espera provida de disjuntor termomagnético(ver figura 13C e Notas 1 e 2 abaixo). Notas: 1 Os medidores e equipamentos. e) Para instalação de mais de um centro de medição. normas da ABNT e padrões da distribuidora. localizados em via pública. da administração ou um dos proprietários da edificação.1. e) Para “out doors”(painel de publicidade) localizados em áreas públicas. d) Para “out doors”(painel de publicidade) localizados em propriedades particulares. a qualquer tempo. Na impossibilidade de instalação de poste particular. as instalações elétricas internas devem ser adaptadas. etc. 7 PROJETO Deve ser apresentado nas seguintes situações: a) Unidade consumidora com carga instalada superior a 75kW (conforme RIC MT). deve ser adequada aos padrões vigentes. o mesmo deve prever o atendimento de mais de quinze unidades consumidoras. g) As unidades consumidoras localizadas em áreas públicas devem conter proteção para corrente diferencial residual (DR) junto da caixa de medição.3. .. fornecido pelo Conselho Regional habilitador ou cadastro da empresa na distribuidora. a medição pode estar localizada junto aos módulos correspondentes ou ainda no poste da distribuidora (ver figura 13B e Nota 1 abaixo). a medição deve ser fixada no poste da rede de distribuição da distribuidora. pode ser aceito entrada de energia individualizada. são propriedade da distribuidora. 2 A instalação elétrica de cada unidade consumidora deve obedecer à legislação vigente. mediante autorização do poder público concedente. vans.3 Casos especiais a) Para bancas de revistas. fornecendo os dados e informações. usar caixa de medição provida de fechadura ou cadeado padrão (exceção feita a CPO). trailers fixos. a medição deve ser instalada no poste da rede de distribuição (consultar a distribuidora).Regulamento de Instalações Consumidoras 14 6. pelo interessado. o livre e fácil acesso dos representantes da distribuidora. a medição deve ser agregada à entrada de energia eventualmente existente. à instalação elétrica de sua propriedade. c) Agrupamentos não pertencentes à edificação de múltiplas unidades não previstas no item 5.3. controlador de velocidade.). limitada a uma distância máxima de 3 m do poste em que está fixada a medição. de forma a permitir uma medição para cada unidade que resultar da subdivisão. é vetada a utilização da estrutura de sustentação desse para ancoragem do ramal de ligação. está condicionada a apresentação prévia do documento de Responsabilidade Técnica.

nº de apartamentos.Especificação do sistema de aterramento. conforme ANEXO X. . trajeto dos eletrodutos. referente à cabina de medição externa. ramo de atividade. .Especificação da tensão de fornecimento.Em caso de reforma ou ampliação.Especificação do centro(s) de medição. nº de pavimentos. 2 .Planta de situação da edificação e do lote. número de registro no Conselho Regional e assinaturas dos responsáveis pelo projeto e pela edificação. as especificações e a construção da instalação elétrica interna da edificação devem estar de acordo com as normas da ABNT.se houver . da CED. . dos condutores e eletrodutos. fornecido pelo Conselho Regional habilitador. principais características dos materiais e equipamentos.Especificação da carga instalada na unidade consumidora e total da edificação. dobradas em formato A4) com a área acima do selo reservada para utilização da distribuidora.Planta com desenho dos painéis. indicação do norte geográfico.(conforme item 7. . . .Especificação da proteção geral (tensão. . 2 O projeto.Cálculo de queda de tensão. caixas de passagem.Especificação de materiais e equipamentos utilizados na entrada de serviço. . área construída.Descrição da entrada de serviço de energia elétrica. . disposição das caixas de passagem (com detalhamento em perfil quando aparentes). em escala 1:1000. CD(s) e CPs. . etc. contendo: .). da medição. .painel de medidores e diagrama unifilar). corrente nominal e capacidade de interrupção).2).Nome. c) Apresentação das pranchas do projeto elétrico. aprovada pelo(s) órgão(s) público(s). . b) Apresentação do Memorial Técnico Descritivo.1 Requisitos mínimos para análise a) Apresentação de uma via (original).Cálculo das correntes de curto-circuito no ponto de instalação de proteção geral (método simplificado). .N.1. localização. espaços destinados para instalação dos TCs. . . devidamente quitado e assinado pelo responsável técnico e pelo titular ou proprietário. detalhes da instalação. Notas: 1 Os profissionais responsáveis pelos projetos e/ou execuções devem ser habilitados e ter suas atribuições específicas anotadas em carteiras expedidas pelos Conselhos Regionais habilitadores. contendo: . indicação das dimensões do painel. intertravamento(s). do documento de Responsabilidade Técnica fornecido pelo Conselho Regional habilitador. local da instalação da medição e da subestação (quando houver).Outros detalhes específicos.1 Apresentação O projeto deve ser apresentado.Cálculo da demanda. 7.Planta urbanística das edificações de múltiplas unidades consumidoras. sem escala. preferencialmente.Identificação e assinatura do responsável técnico. condições de acesso de equipamento e pessoal e informações complementares. .º do documento de Responsabilidade Técnica. que a distribuidora julgue necessários. num prazo máximo de 180 dias após o pedido da ligação provisória. seção dos condutores e barramentos.Planta com detalhes da instalação. . diâmetro dos eletrodutos. em relação aos quarteirões e ruas adjacentes. seção dos condutores (mm ). do ponto de entrega às medições..Planta de localização em escala 1:100 ou 1:50 com detalhes da entrada de serviço: dimensões. em três vias (padrão ABNT. deve possuir documento de Responsabilidade Técnica específico. identificação e demanda das unidades consumidoras em escala 1:20. subestação . .Descrição sumária da obra (nome do proprietário e/ou condomínio. com indicação da área de construção. etc. os detalhes das instalações existentes até os medidores (ramal de entrada. .Regulamento de Instalações Consumidoras 15 7. Nota: A obra civil. lojas. 3 O projeto deve atender à NR 10.

Nota: A entrada de serviço que necessitar de projeto elétrico deve ser executada após a liberação do mesmo pela distribuidora. quando calculada. aquecedores. calculada conforme ANEXOS E e F. além dos valores previstos para iluminação e tomadas. b) Unidade consumidora residencial pertencente a centro(s) de medição (ver Nota 2): 1kVA/unidade consumidora com até 40m² de área construída. b=Demanda dos aparelhos para aquecimento (chuveiros. deve ser: a) Para 220/127V – 15 kVA. neste período. Notas: 1 Estas potências se referem à previsão para aparelhos de condicionador de ar tipo “janela”. Nota: Em reformas. calculada conforme ANEXO H. considerando o fator de demanda de 100%. Caso não ocorra a ligação definitiva neste prazo.5kVA/unidade consumidora com área entre 40 e 50m² e 2kVA/unidade consumidora com área superior a 50m².3 Validade O projeto é válido por 02 (dois) anos a contar da data de liberação. f= Demanda das máquinas de solda a transformador.2 Análise Após análise é disponibilizado uma via do projeto ao responsável técnico ou contratante. tipo “janela”.2. Eventuais modificações devem ser realizadas pelo responsável técnico. conforme ANEXO D. fornos. c) Salas e escritórios: 1kVA/15m² de área construída quando não for previsto refrigeração central (ver Nota 1). 7. 7. sujeitando-se às possíveis alterações sofridas nos padrões. 7.1kVA(ver Nota 1).deve ser calculada a demanda para dimensionar o condutor dos circuitos de distribuição e alimentador. calculadas a partir das respectivas correntes máximas totais (valores fornecidos pelos fabricantes).1 Método do cálculo A demanda da unidade consumidora pode ser calculada a partir da carga declarada compatibilizada com as previsões mínimas do ANEXO D e item 7. c= Demanda dos aparelhos de condicionador de ar. fogões. deve ser submetido à distribuidora para revalidação. calculada conforme ANEXO I. através da seguinte expressão: D(kVA) = (a + b + c + d + e + f) Sendo: a= Demanda de iluminação e tomadas. os dados de placa dos aparelhos podem ser considerados para elaboração do cálculo da demanda.2. b) Para 380/220V – 25 kVA. . 7. e= Demanda dos motores elétricos e máquinas de solda a motor. etc.1.). 1. d= Demanda das unidades centrais de condicionadores de ar.2 Previsão de carga No cálculo da demanda. d) Lojas e semelhantes: 3kVA/unidade consumidora com até 30m² de área construída e 5kVA/unidade consumidora com área construída superior a 30m² (ver Nota 3).1.Regulamento de Instalações Consumidoras 16 7.2. aparelhos de eletrogalvanização e de raios-X. calculada conforme ANEXO G.2.2 Cálculo da demanda Na unidade consumidora com carga instalada superior a 15kW (220/127V) ou 25kW (380/220V). (unidade em kVA). calculada conforme ANEXO D. deve ser considerado os valores mínimos de potência para força motriz: a) Unidade consumidora residencial: 1. Nota: A demanda mínima considerada por unidade consumidora.

4. 7.2.2.2 Para dimensionamento do circuito de distribuição comercial: A demanda do circuito de distribuição comercial é o somatório das demandas das unidades consumidoras deste circuito.5 Exemplos de cálculos da demanda Ver ANEXO S. calculada conforme item 7.4 Método do cálculo para centro(s) de medição 7. devendo a diferença entre estes valores e a carga instalada em motores (kVA) e/ou condicionadores de ar tipo “janela” (kVA).3.600W ou 4 kVA (30. 7.2.3.1 Para dimensionamento do circuito de distribuição residencial A demanda do circuito de distribuição residencial é o somatório das demandas das unidades consumidoras deste circuito. c) Com cinco CPs: 0.3 Misto Para o cálculo da demanda e dimensionamento da entrada de serviço. ao valor do produto obtido na alínea “c“ a demanda de serviço do condomínio. 7. calculadas conforme item 7. . b) Considerar o Fator de Diversidade. em função do número de unidades consumidoras da edificação.2.2. 7.2.3. No cálculo da potência para motores. Nota: Na utilização deste critério. Estas potências se referem à previsão para motores. com potência até 3.3 Método de cálculo do circuito de distribuição 7.2.3.3 Para dimensionamento do circuito de distribuição misto (residencial e comercial): A demanda do circuito de distribuição misto é o somatório das demandas residencial (conforme item 7. A previsão de aumento de carga pode ser considerada.1) e comercial (conforme item 7.2 (fator de crescimento vegetativo).1. para efeito de utilização da tabela do ANEXO G. Adota-se a potência em CV mais próxima do valor convertido e sua respectiva carga em kVA. 7.1. para aumento de cargas futuras. considerar como sendo de “janela”. Nota: Os condutores dos circuitos de distribuição devem ter seção mínima de 25mm² em 220/127V e 16mm² em 380/220V e seção máxima de 50mm².2. deve-se somar a demanda do serviço com a demanda do conjunto das unidades consumidoras.75.2). considerar 1 HP = 746 Watts e 1 CV = 736 Watts. 7.65.2.2. não deve ser considerada.4. quando positiva.4.2.2. utilizar a média aritmética das mesmas. deve ser observada a seletividade da proteção. No somatório das demandas individuais admite-se a aplicação dos seguintes fatores de redução: a) Com duas ou três CPs: 0. c) Multiplicar os valores obtidos nas alíneas “a” e "b" por 1. 7. conforme ANEXO T. No caso de unidades consumidoras com áreas diferentes.2. d) Adicionar. b) Com quatro CPs: 0.3.1 Residencial Para o cálculo da demanda total e dimensionamento da entrada de serviço. conforme ANEXO U. deve-se somar a demanda residencial com a comercial. A potência de aparelho reserva. ser considerada como um único motor e convertida em CV.70. considerar como aparelho condicionador de ar central. Para potências superiores.2 Comercial Para o cálculo da demanda total e dimensionamento da entrada de serviço.000 BTU/h). deve-se: a) Considerar a demanda de cada unidade consumidora em função da área.Regulamento de Instalações Consumidoras 17 2 3 4 5 6 No caso de previsão de aparelho condicionador de ar tipo “split”.

. A disposição sobre os padrões de entrada podem ser obtidos junto à CEEE-D.0. não deve exceder os limites estabelecidos pela NBR 5410.50m em estradas rurais e áreas de plantio com tráfego de máquinas agrícolas.00m dos circuitos de média tensão.60m dos circuitos de telefonia. deve ser observado: a) Os condutores devem ser do tipo multiplex. Sarmento Leite e Conceição) atendida pela rede de distribuição aérea. ou por motivos estéticos. . b) Com ramal de entrada subterrâneo (ver figura 1). . 8.6. .1 Condições gerais Para ligação do ramal.5. Prof. Neste caso deve-se realizar extensão de rede de distribuição. O uso de condutores singelos está restrito às regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas) e. . 4 Em área rural. 3 Quando o consumidor optar por entrada subterrânea. a distribuidora deve ser consultada para obtenção dos padrões de entrada de energia elétrica.1. sinalização e congêneres. d) Que é vedado passar sobre terreno de terceiros. Notas: 1 A instalação do ramal de ligação aéreo é realizada exclusivamente pela distribuidora.4. h) Os seguintes afastamentos verticais mínimos: . g) Que as alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo devem ser (ver figura 2): . Annes Dias e 1º Perimetral (Loureiro da Silva.3. consultar a distribuidora. Na edificação construída em terreno situado a mais de 30 metros do fim da rede de distribuição. deve ser prevista entrada para a futura rede subterrânea (Net Work).1. conforme demonstrado no ANEXO X.1 Com ramal de ligação aéreo Para atendimento de entrada de energia com demanda até 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V. havendo necessidade técnica ou interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo.2. f) Que sua extensão deve estar visível e livre de qualquer obstáculo. é permitido entrar com o ramal por qualquer um dos lados. 2 Em área servida por rede aérea. na área delimitada pelas ruas Duque de Caxias.50m em edificação no alinhamento do limite da propriedade com o passeio público e locais com circulação exclusiva de pedestres.50m em local com acesso de veículos leves. do ponto de entrega ao ponto de consumo. o circuito alimentador deve ser limitado a 40 metros. o lado onde está localizado o acesso principal da edificação. c) Que é vedado realizar travessias em ferrovias e rodovias federais ou estaduais. 8 ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA Em zonas de rede de distribuição aérea deve ser: a) Com ramal de ligação aéreo (ver figura 1). Avaí.50m em local acessível a veículos pesados e pista de rolamento. dimensionado de acordo com o ANEXO J e observadas as disposições das figuras 2 e 3. Na área de concessão da CEEE-D. opcionalmente em caso de ligações provisórias. quando possível tecnicamente. para este atendimento. a ligação deve ser atendida mediante extensão de rede em via pública (ver figura 3). Quando houver acesso por duas ruas. b) O vão livre não deve ser superior a 30 metros. em Porto Alegre. cabe ao mesmo o ônus da instalação inicial e manutenção.6 Cálculos de queda de tensão A queda de tensão. 5 Em área servida por rede de distribuição subterrânea. a partir do poste da rede de distribuição. fica sob sua responsabilidade a eventual modificação decorrente de alterações na rede de distribuição da distribuidora. considerar como frente do terreno. para atendimento de entrada de energia com demanda até 57kVA em 220/127V e 99kVA em 380/220V 8. Em esquinas. 6 Para ligação em Porto Alegre. e) A entrada dos condutores deve ser realizada pela frente do terreno.Regulamento de Instalações Consumidoras 18 7. com carga instalada abaixo dos limites de obrigatoriedade constantes no ANEXO J. Acima deste limite.

e) Os condutores devem permitir o livre deslocamento dentro do eletroduto e não possuir emendas e/ou isolamento danificado.30m na inferior. quando de aço. verde ou verde-amarelo e deve-se empregar outra forma para identificação (anilha. Na identificação por cor. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas).3 Condutores do ramal de entrada Observar as seguintes condições: a) Para dimensionamento de entrada individual e edificação de múltiplas unidades consumidoras consultar ANEXO J e para agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades. fita isolante colorida. Para seção superior a 10mm²exige-se o uso de cabo. têmpera mole. d) Na extremidade superior do eletroduto deve-se utilizar curva de raio longo de 90º (duas) ou 180º (uma). Em 2 regiões litorâneas deve-se utilizar amarrações com fio de cobre de 2.Regulamento de Instalações Consumidoras 19 i) Os condutores devem ficar fora do alcance de janelas. b) A passagem do eletroduto entre o forro e o telhado não é permitida. são vedadas as cores azul-claro. em poste ou parede. ou aço galvanizado a quente. sacadas. consultar figuras 16 e 17. devem ser fixados no mínimo em três pontos. 4 Para ramal de ligação com seção superior a 25mm² de cobre e 35mm² de alumínio. Para dimensionamento. mantendo um afastamento mínimo como mostra a figura 16. (ver figuras 6 a 12) para permitir a conexão ao ramal de ligação e aos terminais dos equipamentos de medição (ver figuras 23 e 24). Quando sujeitos a intempérie. isolamento em PVC 70ºC (tipos BW e BWF). o proteção verde ou verde-amarelo e as fases de cores distintas. 8. nas regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). os eletrodutos devem ser de PVC rígido. o neutro deve ser azul-claro. c) Isolador castanha 60x40mm. para condutores multiplex. excetuando-se os agrupamentos com duas medições monofásicas. terraços ou locais análogos. em poste ou parede. para condutores singelos.1. liga de alumínio.atender as exigências da NBR 6148. .).5 mm . excetuando-se os casos previstos neste Regulamento. c) Os condutores devem ser identificados.1. 2 Para armações secundárias dispostas em fachadas deve ser apresentado documento de Responsabilidade Técnica (fornecido pelo Conselho Regional habilitador. exige-se ramal de entrada subterrâneo. etc. no mínimo 1m na parte superior e 0. e) Quando aparentes. com fitas metálicas ou braçadeiras. classe de encordoamento 1 e 2 conforme tabelas da NBR NM 280 (ver ANEXO V e W) e protegido mecanicamente por eletroduto. c) No trajeto do eletroduto não é permitido intercalar caixas. Notas: 1 Para fixação das armações ou isoladores. devidamente quitado e assinado)do projeto e execução da fixação. consultar ANEXO Z. 8.2 Ancoragem Na ancoragem aérea dos condutores deve-se utilizar: a) Armação secundária de um estribo com isolador tipo roldana 76x80mm. consultar ANEXO J.4 Eletrodutos do ramal de entrada a) Os eletrodutos devem ser de PVC rígido. Para utilização de condutores com mesma cor.1. tipo rosqueável. devem ser de PVC rígido. saídas de incêndio. para condutores multiplex em pontaletes e para condutores singelos em postes e pontaletes nas regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). 3 No ponto de ancoragem em fachadas deve ser observada a altura máxima de 7. de dois estribos com isolador tipo roldana 76x80mm. deve se utilizar acabamento de proteção(bucha). g) Nos centros de medição. Na área de concessão da CEEE-D exige-se ramal de entrada subterrâneo quando a seção do ramal de ligação for superior a 35mm² de cobre e 50mm² de alumínio. classe A. o ramal de entrada deve ser com quatro condutores. b) Os condutores devem ser de cobre. b) Armação secundária. 8. classe A ou B (ver ANEXO O).do mesmo material do eletroduto. de acordo com NBR 15465 ou de aço-carbono conforme as NBR 5597 e NBR 5598 (tipo pesado) e NBR 5624 (tipo leve) (ver ANEXO P). 450/750V. onde o ramal deve ser com três condutores. consultar figuras 16 e 17. Ver figuras 6 a 9C. d) Os condutores devem ter folga nas extremidades.50m. f) Na fixação das armações ou isoladores.

3 Eletrodutos a) Os eletrodutos devem ter diâmetro nominal mínimo de 50mm. Na área de concessão da CEEE-D. CEDs. verde ou verde-amarelo e deve-se empregar outra forma para identificação (anilha. b) Junto ao poste o eletroduto deve ser rígido de aço carbono. ou “extra”. o neutro deve ser azul-claro. galvanizado a fogo.2. O circuito pode ser com dois.Regulamento de Instalações Consumidoras 20 f) As junções entre os eletrodutos e as caixas (de medição. “pesada”. obedecendo ao raio de curvatura mínimo especificado pelo fabricante. para atendimento de entrada de energia com demanda superior a 57kVA em 220/127V e 99kVA em 380/220V e facultativo para limites inferiores. c) Em regiões com acentuado índice de corrosão (litorâneas ou carboníferas). . a obtenção da autorização do Poder Municipal e a manutenção das características originais são responsabilidades do consumidor. Para o aterramento deve ser utilizado conector bimetálico e sua fixação com o mesmo material do eletroduto. classe “média”. b) Os condutores devem ser de cobre. respectivamente. junto à conexão com a rede secundária. no poste da rede indicado pela distribuidora. 8. 0. 8. 8. as caixas de passagem e eletrodutos. isolamento em EPR. Quando sujeitos a intempérie. CPs. três ou quatro condutores unipolares. f) As extremidades dos eletrodutos.2 Condutores do ramal de entrada Observar as seguintes condições: a) Para dimensionamento de entrada individual e edificação de múltiplas unidades consumidoras consultar ANEXO J e para agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades. abraçadeira ou fita metálica. o proteção verde ou verde-amarelo e as fases de cores distintas. nas deflexões.). são vedadas as cores azul-claro. devidamente aterrado. d) A instalação de um único circuito de condutores por eletroduto. classe de encordoamento 2 conforme tabelas da NBR NM 280(ver ANEXO V e W). 8. b) A travessia de via interna de condomínio deve ser perpendicular ao meio-fio. os eletrodutos devem ser de material aluminizado tipo pesado. silicone ou espuma de poliuretano expansível (ver figura 22). c) Os condutores devem ser identificados. (ver figura 15). XLPE ou PVC. Nota: Para execução de obras no passeio público. deve-se reservar uma volta de condutor. entre caixas de passagem. respeitando a distância mínima de 1. g) O raio de curvatura dos cabos. dotados de cobertura de PVC de acordo com as NBR 7286. ou XLPE sem cobertura de acordo com a NBR 7285. consultar ANEXO Z. etc. NBR 7287 ou NBR 7288. i) Quando embutido consultar Nota 6 do ANEXO J.25 m do neutro da rede de distribuição.) devem ser executadas por meio de buchas de proteção e arruelas. Na identificação por cor.6/1kV. fita isolante colorida. silicone ou espuma de poliuretano expansível.2. devem localizar-se em áreas de uso comum.2 Com ramal de entrada subterrâneo Para atendimento de entrada de energia com demanda superior a 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V e facultativo para limites inferiores. e) Para a fixação de cabos deve-se utilizar cinta. porém quando utilizado cabo multipolar.2. deve ser conforme recomendação do fabricante.1 Condições gerais Para ligação do ramal. devem ser vedadas com massa de calafetar. c) Vedação à passagem sob terreno de terceiros. d) Na primeira e na última caixa de passagem do ramal. h) Os eletrodutos não devem localizar-se no interior de vigas e colunas. deve ser com quatro condutores. devem ser vedadas com massa de calafetar. Para utilização de condutores com mesma cor. g) As mudanças de direção do eletroduto podem ser no máximo três e devem utilizar curva de raio longo de 90º. h) Nas entradas com centro(s) de medição. deve ser dotada de terminal adequado (copo de bloqueio). etc. e) A extremidade dos cabos multipolares. observar: a) As posturas municipais.

Em deflexão deve se prever caixa de passagem. g) Em instalações aparentes.60m. da caixa. f) Nas travessias de pistas de rolamento (somente em vias internas de condomínios)e entradas de veículos pesados.3.Regulamento de Instalações Consumidoras 21 d) Os cabos multipolares e unipolares devem ser protegidos. bem como. a 0. Nestes casos deve-se observar a profundidade mínima de 0. respectivamente. a caixa situada na propriedade do consumidor deve possuir tampa de concreto e dispositivo para lacre (ver figura 32).50x0. espessura de parede classe "média". 3 As caixas de passagem. rígido rosqueável ou soldável. e) As caixas devem ser inspecionadas pela distribuidora antes de fechadas. 2 A distância máxima da ultima caixa de passagem à curva de raio longo junto ao painel deve distar no máximo 10 metros. conforme NBR 5410. PVC flexível.30m. 2 O eletroduto junto ao poste deve ter na extremidade superior bucha rosqueável para acabamento. 3 No passeio público e nas travessias de pista de rolamento (somente em vias internas de condomínios). esmaltado ou galvanizado. sujeitos à aprovação da distribuidora. tipo pesado. Notas 1 A caixa de inspeção junto ao painel de medidores pode ser substituída por curva de raio longo. d) Na instalação de cabos unipolares. respectivamente. 4 O compartilhamento da caixa de passagem em via pública é permitido em tensão secundária de distribuição.70m e 5. 4 Entre caixas de passagem.15m e a 0.70m do solo. 8. e) No passeio público o eletroduto deve ser de aço galvanizado a fogo. c) A primeira caixa do ramal deve distar a 0. Nos pavimentos em que os eletrodutos forem instalados paralelos as vigas. Podem ser usados eletrodutos de PVC flexível ou rígido (rosqueável ou soldável). observando-se o diâmetro mínimo do eletroduto. instalado a uma profundidade mínima de 0.30m acima do eletroduto.2 Poste particular Quando necessário para as formalidades descritas no item 3.60m. Nas deflexões dos eletrodutos deve-se observar o ângulo de 90º com as caixas. os eletrodutos devem ser sinalizados com uma fita indicativa de "condutor de energia elétrica". até a altura mínima de 2.34. considerando a instalação do eletroduto. em toda a sua extensão. pode se utilizar eletroduto de PVC rígido. Notas: 1 O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado. . ou em concreto e possuir drenagem (ver figura 32).30m do poste de derivação da distribuidora.2. protegidos por envelope de concreto.1 Fornecimento dos materiais Os materiais e equipamentos da entrada de energia devem ser fornecidos e instalados pelo consumidor. conforme padrão deste Regulamento. os cabos devem ser protegidos ao longo de paredes e/ou teto por meio de eletroduto rígido de aço-carbono.3 Aspectos construtivos 8. carta de autorização do proprietário. utilizando material não corrosivo.50x0. e o seu dimensionamento conforme ANEXO K. 8. utilizadas em travessias de pistas de rolamento(somente em vias internas de condomínio). fixado na extremidade superior do mesmo. o eletroduto deve ser de aço galvanizado a fogo.60m (ver figura 15). deve ser empregado um dos tipos indicados nas figuras30Aa 30D. nunca inferiores a 0. b) As caixas devem ter dimensões mínimas conforme o raio de curvatura permissível dos cabos e necessidades dos trabalhos de enfiação. apoiados e protegidos pelas mesmas.4 Caixas de passagem Observar as seguintes condições: a) As caixas devem ser construídas em alvenaria com revestimentos de argamassa. 8.3. "pesada" ou "extra” com acabamento nas extremidades. devem ter dimensões internas compatíveis com a profundidade mínima de 0. quando oferecer condições técnicas e de segurança. anexo ao projeto (ver figura 4). conforme NBR 5410. o trecho máximo de eletrodutos deve ser 30m.

com dispositivo para aterramento conforme figura 30C. ter eletrodutos de PVC instalados externamente e base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A. fornecido pelo Conselho Regional habilitador. 8.3.3.3. com ramais de entrada e eletrodutos independentes. sendo vedada a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). o consumidor é notificado por escrito. 8. 8457. A utilização deste produto em entradas de energia está condicionada ao cadastro e liberação do fabricante pelas distribuidoras. prolongamento.4 Pontalete Utiliza-se para as finalidades descritas no item 3. 8. sendo vedado a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). conforme figuras 8A a 8D.4 Poste de aço O poste deve ser confeccionado em aço galvanizado a fogo com seção circular. o pontalete deve ser revestido por duto de PVC. 8. como parte integrante da obra.2. tais como revestimento.3.2. 8.1 MEDIÇÃO Tipos Os tipos são determinados pelo fornecimento e demanda calculada: a) Medição direta . devendo apresentar à distribuidora o documento de Responsabilidade Técnica.Regulamento de Instalações Consumidoras 22 8. observados os requisitos das NBRs 8456. 8.3 Poste particular compartilhado O poste pode ser utilizado para fixação de um mesmo ramal de ligação que atenda simultaneamente duas unidades consumidoras monofásicas. 9 9. 8. Nota: Pode ser confeccionado no local. 6231 e 6232.2. conforme figura 30Ce ter base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A.2. Nota: Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). devendo responder por eventuais danos ocasionados aos mesmos e garantir o livre e fácil acesso da distribuidora. é responsabilidade do consumidor. talas. b) Alteração das características originais. para providenciar os reparos necessários no prazo estabelecido. conforme especificações da figura 30B. manter a adequação técnica e de segurança nas instalações internas da unidade consumidora. tendo como base a figura 12 e o dimensionamento conforme ANEXO K. painel de propaganda e similares. etc.1 Condições não permitidas no poste particular: a) Instalação de luminária.3. Quando constatada qualquer deficiência técnica e/ou de segurança. letreiro. O consumidor é responsável pelos equipamentos da distribuidora quando instalados dentro da sua propriedade.2.3. devidamente identificado. com o poste na divisa de terrenos adjacentes e somente em medições não pertencentes a agrupamentos.3.3.32.5 Poste de aço com caixa acoplada O poste deve ser confeccionado em aço galvanizado a fogo com seção quadrada.3 Poste de madeira O poste deve ser de cerne ou eucalipto tratado. contendo as especificações e assinado por profissional habilitado.2 Poste de concreto Os fabricantes de postes de concreto armado devem atender as recomendações do ANEXO Y.5 Responsabilidades Após o ponto de entrega.

muro ou mureta.1. esmalte sintético ou envernizadas. CLE. CPOMD e CPOM dispensam o uso de CP. interna e externamente. junto ao poste e parede. com medição direta. 6 Os modelos CPO. com tinta a óleo. d) CLE – Caixa Lacrável Externa. h) CPOM – Caixa de Policarbonato ou Poliéster Modulada. alumínio.2. 7 A utilização de Caixas de Policarbonato Moduladas. no alinhamento com a via pública. CPOMD e CPOM em entradas de energia está condicionada ao cadastro e liberação do fabricante pelas distribuidoras. . com demanda igual ou inferior a 38kVA em 220/127V e 66kVA em 380/220V. resinas poliéster reforçadas com fibra de vidro. CPOL. poliéster ou madeira.Tamanho2 ou 2A – para unidade consumidora atendida a três ou quatro condutores. necessariamente embutidos.Regulamento de Instalações Consumidoras 23 Destinada a unidades consumidoras atendidas a dois. não deve-se utilizar caixa para medição confeccionada em chapa de aço oleada ou zincada. (CPOM).1 Material Devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. b) CLI – Caixa Lacrável Interna. Notas: 1 As caixas confeccionadas com madeira de cerne aplainada devem ser pintadas. depende de apresentação de liberação projeto especifico. f) CPOL –Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Lente. g) CPOMD – Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Módulo para Disjuntor independente.3 Aplicação O uso deve ser de acordo com: a) Medição individual conforme ANEXO B . três ou quatro condutores. c) CE – Caixa Externa.Tamanho1 ou 1A – para unidade consumidora atendida a dois condutores. Quando sujeito a intempérie. b) Medição indireta Destinada a unidades consumidoras atendidas a quatro condutores com demanda superior aos limites estabelecidos na medição direta. 9. polietileno. . 9.2 Modelos Os modelos devem ser: a) CI – Caixa Interna. e) CPO – Caixa de Policarbonato ou Poliéster.3. CPOMD e CPOM não devem ser usados quando os condutores do ramal de entrada forem 2 de seção superior a 25mm . CPO. 4 A utilização das caixas modelos CPO. em situações não previstas nos agrupamentos do ANEXO Z. 9. Notas: 1 Os modelos CI e CLI devem ser usados embutidos em parede. 2 Os modelos CE e CLE devem ser usados em locais sujeitos a intempérie. 3 As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável.2. 4 Os modelos CPO. 2 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). policarbonato.2 Caixas e/ou painéis para medição Os fabricantes devem atender as recomendações do ANEXO B. 3 Os modelos CLI. CPOMD e CPOM podem ser usados embutidos ou ao tempo.2. 9. Quando frontal. com detalhamento das caixas bem como dos componentes necessários para a sua montagem. CPOL. devem ter a face superior revestida com chapa metálica. 5 O modelo CPOL deve ser usado nas situações previstas no item 6.

As demais combinações constantes do mesmo anexo devem obedecer às cotas das respectivas figuras. 9.4 Caixa de entrada e distribuição (CED) A instalação da caixa de entrada e distribuição é necessária em: a) Medição indireta. c) O(s) centro(s) de medição pertencente(s)à edificação de múltiplas unidades consumidoras. . c) Centro de medição pertencente a edificações de múltiplas unidades (ver modelo nas figuras 25 a 28).Demais tamanhos conforme ANEXO Z.Regulamento de Instalações Consumidoras 24 - Tamanho 3 – para duas medições polifásicas. com dois níveis de distribuição (alinhamento de CPs). com mais de quatro ligações a dois condutores e demais casos previstos no ANEXO Z.Tamanhos4 e 5conforme ANEXO B.15m em relação ao piso acabado.2. em relação ao piso acabado.2.4 Fixação As caixas devem ser fixadas.0.15m em relação ao piso acabado. b) CP2 Medição direta individual atendida a três ou quatro condutores. c) CP4 Medição indireta.5 Instalação Para a instalação observar: a) A caixa para medição individual deve ser instalada de modo que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1. . c) Agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades consumidoras.20m. constantes do ANEXO Z.60m com uma tolerância de +/.0. figuras A e B. deve observar uma altura máxima de 1.2. Tamanho 7 – para unidade consumidora atendida a quatro condutores com medição indireta. 9.8m em relação ao piso acabado.6 Conservação As caixas e compartimentos destinados à instalação dos medidores devem ser mantidos em bom estado de conservação e limpeza. atendidas a dois condutores. independente do número de condutores. b) Centro de medições não pertencentes a edificações de múltiplas unidades . sendo instaladas de acordo com as seguintes indicações: a) CP1 Medição individual ou agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades consumidoras.60m com uma tolerância de +/. conforme figuras 18 a 21. sendo proibida a sua utilização para outras finalidades.40m e a aresta superior a uma altura máxima de 2. d) O(s) centro(s) de medição pertencente(s) à edificação de múltiplas unidades e consumidoras. 9. 9.3 Caixa de proteção (CP) Os modelos das caixas de proteção encontram-se na figura 31. Medição direta em edificação de múltiplas unidades consumidoras. b) A caixa para agrupamento não pertencente à edificação de múltiplas unidades consumidoras. deve(m) ser instalado(s) de modo que a aresta inferior fique a uma altura mínima de 0. deve ser instalada de modo que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1. 9. b) Edificação de múltiplas unidades consumidoras. com as combinações 1 a 3.

independentemente do tipo de fornecimento projetado excetuando-se os agrupamentos do ANEXO Z. o) Em painéis com mais de uma face. As portas com dobradiças devem ter largura máxima de 0. j) No quadro ou painel de medição deve ser instalado no mínimo um ponto de iluminação.ser envernizado ou pintado com tinta a óleo na cor cinza e constituído dos seguintes materiais: . Em painéis com mais de uma face deve-se adotar no mínimo 1 ponto de iluminação por face.Regulamento de Instalações Consumidoras 25 Notas: 1 Suas dimensões devem ser compatíveis com a necessidade dos circuitos de distribuição. etc. A conexão destes ao circuito de distribuição deve ser realizadas com conector tipo parafuso fendido. .Madeira de cerne. deve ser indicada na tampa da CED. devem ter a classe de encordoamento 2 (cabo) e seção mínima de 16mm² em 380/220V e 25mm² para 220/127V. sem visores. a distância mínima na face adjacente deve ser igual à profundidade destas. Aptos. cinco unidades consumidoras residenciais ou quatro comerciais e mistos. isolados com fita de auto fusão e protegidos por fita isolante. c) O afastamento mínimo de 60mmdeve ser observado entre barras e entre barras e laterais da CED. d) Os condutores que compõem o circuito de distribuição. c) Os condutores destinados a ligação dos medidores devem ter seção máxima de 35mm². Quando o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios .”OSB” .CP) deve ser executada por meio de bucha de proteção e arruela. 50x60cm para CED/CD-1 e 70x120cm para CED/CD-2. observar o item 10. para facilitar a leitura e serviços internos.40x60cm para CD. a exigência de venezianas pode ser dispensada mediante adoção de outra forma de ventilação e consulta à distribuidora local.Painel de tiras orientadas . k) As portas devem possuir venezianas. com seu número pintado em cor contrastante com a mesma. devem ser identificados nas mesmas cores utilizadas no ramal de entrada. e) Os condutores do circuito alimentador devem ser identificados após a curva de saída da caixa de proteção (CP). f) O circuito de distribuição e as derivações para ligação do medidor devem ser a quatro condutores. i) Quando houver mais de um centro de medição. b) Os condutores destinados a ligação dos medidores. devem ter a classe de encordoamento 2 (cabo) e seção mínima de 10mm².) dos demais centros. dotadas de fechadura ou cadeado padrão das distribuidoras. m) O espaço mínimo para montagem de caixas e painéis deve ser de 40x60cm para instalação de CP2. comprimento mínimo de 30cm e extremidades isoladas. n) A junção entre os eletroduto e a caixa (CED . . junto ao disjuntor correspondente. a distância mínima entre as dobras e as CPs deve ser 20cm. lojas e salas não podem ter numeração repetida nem ser identificadas com letras ou outros códigos (ver figura 25)e nas CPs galvanizadas a identificação deve ser com chapas rebitadas. a localização (andar. l) O fundo do quadro ou painel deve ter espessura mínima de2cm. CDs e CPs). g) Cada circuito de distribuição deve atender. 9. e as derivações para a ligação do medidor.Painéis sujeitos a intempérie não devem utilizar portas corrediças. Os condutores com seção de 10mm² devem ser espiralados (enrolados) aos condutores de distribuição antes da utilização do conector. O diâmetro mínimo do eletroduto de PVC deve ser32mm e o diâmetro máximo40mm.pinos reflorestados. Cada unidade consumidora deve ter identificação na tampa da respectiva caixa de proteção (CP). O interruptor deve localizar-se junto ao quadro ou painel. macho e fêmea. bloco.Compensado resinado. 9.CD .PPCI da edificação determinar a instalação de portas tipo corta-fogo. antes do disjuntor geral. largura entre 5 e 15cm. b) Para instalação do disjuntor geral.4. Podem ser corrediças ou com dobradiças de forma a permitir o livre acesso a todos os componentes (CED. . (ver detalhe da figura 22). h) A CP do serviço deve ser identificada com o número da edificação. A seção dos condutores deve ser no máximo 50mm². Quando superior a 3 m deve ser instalado 2 pontos de iluminação. 70x60cm para CP4. energizado através da medição do serviço. com conectores apropriados.1 Instruções para montagem a) Os condutores do circuito de distribuição devem ser conectados ao barramento de forma individual. Quando utilizadas CEDs ou CDs. lisa. p) Em painéis fixados em paredes deve ser previsto distância mínima de 50 cm em seu perímetro e não deve conter tubulação estranha a instalação.80m. 2 As dimensões mínimas padronizadas encontram-se na figura 31. no máximo. de cobre ou cobreado.5 Aspectos construtivos para montagem do centro de medição a) Os condutores dos circuitos de distribuição.

20m. b) Bipolar para unidade consumidora tipo B. 10. dos cabos que interligam o transformador ao disjuntor geral e não deve interromper o fornecimento de energia ao sistema de emergência. b) Instalação com medição indireta de BT.1 Disjuntor de proteção dos circuitos alimentadores das unidades consumidoras O disjuntor deve ser dimensionado conforme item 7.2 Unidade consumidora O disjuntor geral deve ser instalado após o medidor.2 e não deve ultrapassara capacidade de condução de corrente dos condutores do ramal de entrada. 10. Disjuntores com corrente nominal até 63A devem ser certificados pelo INMETRO.3. barramento independente e disjuntor parcial a montante para a(s) medição(ões) alocada(s) nessa face.20m entre as faces. Junto a CED deve ser instalada no mínimo uma medição. onde a tensão usual de fornecimento for 380/220V o disjuntor geral deve possuir capacidade de interrupção mínima de 5kA. s) Os centros de medição tipo “armário” localizados em garagens e/ou estacionamento de veículos devem possuir espaço livre frontal de 1. devem ser instalados.3. dois disjuntores termomagnéticos.2 não ultrapassar a capacidade de condução de corrente dos condutores do circuito alimentador da unidade consumidora e certificado pelo INMETRO para corrente nominal até 63A. excetuando-se: a) Instalação com o uso de caixa de policarbonato. no lado direito deste. quando este pode estar na parte inferior. exceto para o caso de edificação com posto de transformação interno. no caso de edificação com posto de transformação interna.CED. Este disjuntor deve ser tripolar.Regulamento de Instalações Consumidoras 26 q) Em painéis de medidores não abrigados deve-se prever uma pingadeira. 10. onde o dimensionamento deve ser efetuado através do cálculo de curto circuito.3. 10 PROTEÇÃO GERAL 10. o disjuntor geral deve estar intertravado eletricamente com a seccionadora de média tensão. corrente mínima 70A na tensão de 380/220V e100A na tensão de 220/127V.2.3 Com dois ou mais centros de medição O disjuntor geral deve ser instalado na CED.2 Com um único centro de medição O disjuntor geral deve ser instalado na Caixa de Entrada e Distribuição .20m com barreira de proteção neste limite. Quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno. A corrente nominal do disjuntor geral deve ser igual ou superior à corrente solicitada pela demanda calculada conforme item7. conforme figura 24.1 Disjuntor geral O disjuntor geral deve assegurar a proteção do ramal de entrada ou. com avanço frontal mínimo de 10 cm.3. o disjuntor deve ser: a) Unipolar para unidade consumidora tipo A. Nos centros de medição com mais de uma face deve ser previsto espaço livre mínimo de 1. observando–se os códigos de postura dos Municípios. antes do barramento.3. c) Tripolar para unidade consumidora tipo C. da seguinte forma: . e ter Dispositivo para Desligamento à Distância (DDD). Para cada circuito de interligação.3 Edificação de múltiplas unidades consumidoras 10. Nos locais onde a tensão usual de fornecimento for 220/127V o disjuntor geral deve possuir capacidade de interrupção mínima de 10kA.3. em série. O valor mínimo deste disjuntor é definido de acordo com o item 10. Conforme a unidade consumidora. antes do barramento. e ter dispositivo para desligamento à distância. 10. r) Os centros de medição devem possuir espaço livre frontal de 1. observado Nota 4 do item 10.

a montante. Exemplo 1 – Circuito de interligação com derivações: Sistema de Emergência Conexões conforme 10. cada circuito ter derivações.3 CD1 Desligamento à distância Observar Nota 4 CD2 CD3 CED Exemplo 2 – Vários circuitos de interligação a partir da CED Sistema de Emergência CD1(na mesma sala da CED) CD2 CD3 Desligamento à distância Observar Nota 4 CED Obs. 2 Os disjuntores devem ser energizados. Havendo dificuldade de coordenação e seletividade. deve-se instalar na tampa da CED ou CD placa de acrílico com a advertência: “ATENÇÃO! Disjuntor energizado pela parte superior”. realizadas com conector tipo parafuso fendido de cobre ou bimetálico. 3 Em agrupamento com até 4 consumidores. é vedada. o disjuntor a jusante pode ser substituído por uma chave seccionadora tripolar. isolados com fita de autofusão e protegidos por fita isolante. e desta forma alimentar outros centros de medição. se o disjuntor a montante estiver instalado na mesma sala (espaço físico) e seja visível ao operador. Este dispositivo deve localizar-se próximo à entrada principal do . Notas: 1 Os disjuntores instalados na CED ou CDs devem ter alavanca de acionamento exposta. Neste caso. A e B). Este pode ser dispensado. com ligação individual a dois condutores. preferencialmente. no início do circuito. As conexões das derivações devem ser acondicionadas em CD (preferencialmente localizadas no centro de medição). quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno. com capacidade de condução igual ou inferior a do condutor do referido circuito. não pertencente a edificação de múltiplas unidades consumidoras. os condutores das derivações devem ter no mínimo a mesma seção dos condutores do circuito principal.: As interligações podem utilizar a combinação dos dois exemplos acima. pela parte inferior. 4 A instalação do dispositivo de comando de desligamento à distância (DDD).3. quando isto não for possível (especificação do fabricante). b) O segundo. no final do circuito. abertura sob carga (sem fusível). multiplica-se a corrente nominal do disjuntor a jusante pelo fator de ≥1.Regulamento de Instalações Consumidoras 27 a) O primeiro.20. a jusante. admite-se um ou mais circuitos de interligação. c) Para o dimensionamento do disjuntor a montante. Derivando da CED. pode ser dispensada a instalação do disjuntor geral (ver ANEXO Z fig.

A utilização de canalização de água.Regulamento de Instalações Consumidoras 28 prédio. desde que indicado no projeto. ser contínuo e isento de dispositivo capaz de causar sua interrupção. 10. gás. prevenção e evacuação de prédios sob sinistro ou combate ao fogo. aço zincado ou aço revestido de cobre. O condutor neutro da entrada de energia deve ser aterrado num único eletrodo. em caixa com tampa de vidro. 3 O eletroduto do condutor de aterramento deve ser fixado a cada metro e ter sua extremidade superior (dentro da CED.50m com tolerância de + 0. conforme tabelas da NBR NM280 (ver ANEXO V e W) e protegido mecanicamente por eletroduto em toda extensão. 10. Para dimensionamento do condutor e do eletroduto. uma vez rompido o vidro e acionado o dispositivo. circuitos de iluminação e de equipamentos destinados à detecção. Para seção superior a 10mm² exige-se cabo com seção: . onde pode ficar fora do painel.Inexistir abertura entre a entrada principal do prédio e o centro de medição. Permite-se usar outros tipos de eletrodo. o fornecimento de energia elétrica a elevadores. . com conector adequado conforme NBR 5410. referenciados ao mesmo eletrodo de aterramento e permitir a utilização do sistema TN-S. sem emendas ou dispositivos que possam causar sua interrupção. devidamente identificado pela cor verde-amarelo ou verde.4 Sistema de emergência Quando necessário. consultar ANEXO J. Este dispositivo pode ser dispensado se o disjuntor geral satisfizer. é vedada para aterramento do condutor neutro.Distar menos de 5 metros da entrada principal. b) Nos centros de medição . as seguintes condições: . haste de cobre.5. 10. podendo o eletrodo distar até 5m da medição.2 Condutor de aterramento Deve ser de cobre. espuma de poliuretano expansível.da caixa de proteção (CP) ou compartimento lacrável (ver figura A e B do ANEXO Z e figura 24). em qualquer época do ano.5 Aterramento O eletrodo de aterramento pode ser do tipo cantoneira de aço zincado. altura de 1.Localizar-se no pavimento térreo.5. . simultaneamente. deve-se utilizar quantas forem necessárias. desde que atenda a NBR 5410. deve interromper o fornecimento de energia de todo o prédio. na cor branca (ver figura 29). CD.Localizar-se fora do cubículo.4 Condutor de proteção O condutor deve ser ligado diretamente no eletrodo de aterramento. Notas: 1 O condutor deve ser protegido por eletroduto de PVC rígido. 10.da caixa de entrada e distribuição (CED) ou caixa de distribuição (CD) (ver figuras 25 a 28). e liberados pela distribuidora no momento da vistoria da entrada de energia. No caso de sinistro. exceto nas edificações de múltiplas unidades consumidoras. se houver dificuldades para a cravação(cavidade de inspeção). e interligadas através de condutor com seção mínima 16mm². 10. 10.5. O valor da resistência de aterramento não deve ser superior a 25 ohms. bombas de recalque. No caso de não ser atingido esse limite com eletrodo constituído de única haste. comprimento 2000mm ou 2400mm. no mínimo. silicone.10m em relação ao piso acabado. exceto o sistema de emergência quando houver (ver detalhe nas figuras 25 a 28).3 Condutor neutro O condutor neutro deve ter de seção igual a dos condutores fase. distanciadas dois metros. com isolamento para as tensões de 450/750V e atender as exigências da NBR 6148 e NBR 5410. tão curto e retilíneo quanto possível.5. CPO ou CP) vedada com massa de calafetar. O sistema (CP e disjuntor) deve ser sinalizado com pintura em vermelho e conter os dizeres: “SISTEMA DE EMERGÊNCIA”. deve ser através de circuito distribuição independente e com medição própria. partindo: a) Nas medições individuais . classe de encordoamento 1 ou 2. ligado antes da proteção geral da edificação. etc. independente do condutor neutro e disponibilizá-lo na caixa ou painel de medição. .1 Esquema de aterramento O condutor neutro e o condutor de proteção devem ser independentes. conforme ANEXO A. 2 O ponto de conexão do condutor de aterramento ao eletrodo.deve estar acessível por ocasião da vistoria da entrada de energia.

exceto nas edificações de múltiplas unidades consumidoras. dimensionar os condutores de proteção conforme a NBR 5410 e conectá-los individualmente na barra.8 Proteção contra inversão de fases Recomenda-se a instalação de dispositivos de proteção contra inversão de fases para motores elétricos. 10. 10. disponível no mercado. c) Condutor neutro acima de 35mm² . constituem risco calculado e assumido por parte do responsável pela unidade consumidora. através de relés apropriados ou qualquer outro dispositivo de proteção para este fim. A NBR 5410 admite que a instalação consumidora não disponha da proteção contra sobretensões. internas ou externas à edificação. conforme estabelece a NBR 5410. quadro ou painel de medidores.3 em noventa (90) dias.Regulamento de Instalações Consumidoras 29 a) Condutor neutro 6 a 10mm² . desde que as consequências dessa omissão.6.5. objetivando evitar tensões de contato. conforme estabelece a NBR 5410. se essas consequências puderem resultar em risco direto ou indireto a segurança e a saúde das pessoas.seção mínima igual ao neutro.1 Proteção de sobtensão e falta de fase Os motores devem possuir dispositivos de proteção para sobtensão e falta de fase. Nota: A NBR 5410 estabelece que em nenhuma hipótese a proteção possa ser dispensada.7 Proteção contra sobretensões transitórias A instalação da unidade consumidora deve ser provida com dispositivo de proteção contra sobretensões transitórias. 11 VIGÊNCIA Este regulamento entra em vigor a partir de 01 de setembro de 2012 e revoga a versão 1. desde que indicado no projeto.5 Barra de proteção A barra de proteção deve ser instalada junto à caixa de medição. 10.6 Proteções adicionais 10.2 Dispositivo limitador de corrente de partida Os motores trifásicos devem possuir dispositivos para redução da corrente de partida sempre que ultrapassar os limites de potência estabelecidos no ANEXO L. do ponto de vista estritamente material. 10.seção mínima 50% do neutro.condutor mínimo 16mm². conforme estabelece a NBR 5410. Recomenda-se utilizar condutor de proteção para equipotencialização. 10. onde pode ficar fora do painel. AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A – AES Sul Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica – CEEE-D Rio Grande Energia S/A – RGE . Nas unidades consumidoras deve-se. b) Condutor neutro 16 a 35mm².6. perigosas em faltas fase-massa.

ANEXOS .

Posição horizontal .00m ou 2. 3mm de espessura e 10m de comprimento 25mm² de seção e 10m de comprimento 95mm² de seção e 10m de comprimento 50mm² de seção e 10m de comprimento Profundidade mínima de 0.00m ou 2.00m ou 2.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2. e 10m de comprimento Largura na posição vertical 100mm² de seção.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2.60m. Posição horizontal Profundidade mínima de 0.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 31 ANEXO A – Eletrodos de Aterramento Convencionais Tipo de Eletrodo Tubo de aço zincado Dim ensões Mínim as 2.4m de comprimento e diâmetro nominal de 25mm Cantoneira de 20mm x 20mm x 3mm com 2.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2. Posição horizontal Profundidade mínima de 0.60m.40m de comprimento Observações Enterramento totalmente vertical Perfil de aço zincado Enterramento totalmente vertical H aste de aço zincado H aste de aço revestida de cobre H aste de cobre Fita de cobre Fita de aço galvanizado C abo de cobre C abo de aço zincado C abo de aço cobreado Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical 25mm² de seção.60m.60m. Largura na posição vertical Profundidade mínima de 0. 2mm de espessura Profundidade mínima de 0.60m.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 32 ANEXO B – Especificação da Caixa de Medição OBJETIVO Este anexo tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a fabricação de caixas de medição com utilização em entrada de energia de unidade consumidora. etc. 19USG para o contorno e fundo. alumínio. 5. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 4. pela rede da distribuidora. Características Caixas com chapa de aço oleada ou zincada Os modelos CI. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 20USG para a moldura da porta. contorno. 9. as partes metálicas (dobradiças. 8. 5. 5. 8. 7. CLI. 20USG para moldura da porta. as partes metálicas (dobradiças. 10 e 11 0. as partes metálicas (dobradiças. DISPOSIÇÕES GERAIS Tipos e características das caixas Conforme o tipo de fornecimento e entrada de energia. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 3. trinco. CE.2cm CLE e CLI 1A e 2A 0. face superior. 2. CLE devem possuir chapas com espessura mínima de: CLE 1A e 2A 18USG para contorno. sem fendas ou rachaduras. O modelo CI deve possuir moldura. 19USG para contorno e divisórias. CE. 7.2cm CE e CI 3. CLI 1A e 2A 18USG para tampa e porta. tampa e porta. O modelo CE deve ter a face superior revestida com chapa metálica.15cm. CI 1. 10 e 11 18USG para a porta.) devem ser de material não ferroso. polietileno ou madeira. As caixas de com chapa de aço oleadas ou zincadas devem ser pintadas com tinta antiferruginosa na cor cinza e não devem ser utilizadas em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 4. 10 e 11 18USG para o fundo. fecho. 3. esmalte sintético ou envernizada. etc. As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. Caixas de madeira As caixas de madeira devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE. com espessura mínima de 2cm e pintadas interna e externamente com tinta a óleo. policarbonato. as caixas de medição devem ser de acordo com as figuras e tabela deste anexo. fecho. porta e face superior. 4. trinco. MATERIAIS As caixas devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. 7. 9. CLE devem possuir chapa com espessura mínima de: CE e CI 1 e 2 0. fecho. aplainado em ambos os lados. com espessura mínima de 0.3cm As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. 2. CLI. de cerne ou pinho. 8. trinco.) devem ser de material não ferroso. atendida em tensão secundária.) devem ser de material não ferroso. resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro. 19USG para divisórias. etc. Caixas de resina de poliéster reforçada com fibra de vidro Os modelos CI. 9. . CE 1. Caixas com chapa de alumínio As caixas de alumínio devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE.

CE CI .CE CI . Visor O visor deve ser de vidro transparente com 0.CLE CI .Mês e ano em local a critério do fabricante. mês e ano de fabricação.CE CI .CE CLI . Estanqueidade A caixa montada deve ser estanque a penetração de água.CE CI .CE MEDIDAS (cm) B 40 30 60 50 60 40 80 130 90 120 130 120 A 30 30 60 50 80 60 60 150 120 90 120 130 C 15 15 24 18 24 15 15 24 26 26 26 26 Fornecimento Monofásica Polifásica Monofásica Polifásica Nota: Medidas internas. Revestimento interno O fundo das caixas em chapa de aço oleada ou zincada. de forma visível e indelével.4cm. Identificação As caixas devem ser identificadas com o nome do fabricante.CE CLI . de compensado resinado. com espessura mínima 1. internamente.CE CI . .CE CI .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 33 Caixas de policarbonato e poliéster A caixa de policarbonato e poliéster deve possuir as dimensões mínimas estabelecidas nas figuras deste anexo A utilização deste produto em entradas de energia está condicionada ao cadastro e liberação do fabricante pelas distribuidoras. MODELO CPO / CPOL CPO / CPOL CPOM CPOM A 20 28 25 33 MEDIDAS (cm) B 33 53 30 45 C 14 23 16 20 . .4cm de espessura e fixado de forma a garantir sua inviolabilidade e de fácil substituição. painel de tiras orientadas (OSB) ou madeira de pinho macho e fêmea lisa (largura entre 5 e 15cm). alumínio.Nome do fabricante na parte frontal da porta.CLE CI . abaixo do visor. resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro deve ser revestido.CE CI .Referência do fabricante. TABELA Dimensões TAMANHO 1 1A 2 2A 3 4 5 7 8 9 10 11 MODELO CI . da seguinte forma: .

consulte item 9.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 34 ANEXO B – CAIXAS PARA UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS USO INTERNO CLI USO EXTERNO CLE TAMANHOS 1A e 2A C B A CI CE TAMANHOS 1e2 TAMANHO 3 MEDIÇÃO INDIRETA CI MEDIÇÃO INDIRETA CE TAMANHO 7 130 24 150 USO INTERNO OU EXTERNO CPO CPOL 00 UV ? PC Nota: Para determinar o tamanho. .3.2.

2. .3.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 35 ANEXO B – CAIXAS PARA AGRUPAMENTOS B TAMANHO 3e4 TAMANHO 5 B B A C A B TAMANHO 8 A B TAMANHO 9 A TAMANHOS 10 e 11 B C A B B A A Nota: Para determinar o tamanho. consulte item 9.

CAIXAS DE POLICARBONATOE POLIÉSTER VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Notas: 1 Material de policarbonato e poliéster. 2 Medidas em centímetro. .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 36 ANEXO B .

CAIXAS DE POLICARBONATO E POLIÉSTER COM LENTE VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Notas: 1 Material de policarbonato e poliéster. 2 Medidas em centímetro. .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 37 ANEXO B .

CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIÉSTERMODULADA MONOFÁSICA VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Notas: 1 Material de policarbonato e poliéster. . 2 Medidas em centímetro.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 38 ANEXO B .

CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIÉSTER MODULADA POLIFÁSICA VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Notas: 1 Material de policarbonato e poliéster.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 39 ANEXO B . 2 Medidas em centímetro. .

CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 – METAL OU FIBRA CAIXA INTERNA .CI 3 3 12 8 12 8 Vidro 40 6 18 6 40 3 20 3 30 3 15 CAIXA EXTERNA – CE 32 20 6 8 8 2 3 Vidro 12 40 6 18 6 38 30 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2.6cm circundada por outra de 4.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2. 3 Medidas em centímetros.2cm de diâmetro.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 40 ANEXO B . 20 15 12 .

2 .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 41 ANEXO B .CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CI 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 40 2 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA – CE 36 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 Nota: Medidas em centímetros.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 42 ANEXO B .CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo M .CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – METAL OU FIBRA CAIXA LACRÁVEL INTERNA .8 / 15 mm fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ .

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 43 VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER .

2cm de diâmetro. 3 Medidas em centímetros. 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 44 FURAÇÃO DA CAIXA DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 2 30x30x1.4 DETALHE 2 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. . Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2. uma com 2.6cm circundada por outra de 4.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 45 ANEXO B .CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 18x28x14 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm .CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – METAL OU FIBRA CAIXA LACRÁVEL EXTERNA .

8 / 15 mm marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 46 VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo M .

6cm circundada por outra de 4.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2.2cm de diâmetro. 3 Medidas em centímetros. .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 47 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2.

Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2. uma com 2. 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. .6cm circundada por outra de 4.CI Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA – CE Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. 3 Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 – METAL OU FIBRA CAIXA INTERNA .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 48 ANEXO B .2cm de diâmetro.

CE -2 66 23 Proteção de metal não ferroso 2 1 1 4 10 10 2 3 Massa para Vedação Vidro 20 20 64 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 Nota: Medidas em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 49 ANEXO B .CI 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA – CE CAIXA EXTERNA .CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 – MADEIRA CAIXA INTERNA . 2 .

CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – METAL OU FIBRA CAIXA LACRAVEL ITERNA – CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo M .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 50 ANEXO B .8 / 15 mm fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ .

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 51 VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER .

2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. . 3 Medidas em centímetros.2cm de diâmetro.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.6cm circundada por outra de 4.4 DETALHE 2 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. uma com 2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 52 DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 1 30x50x1. Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2.4 20x50x1.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 53 ANEXO B .CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 30x50x1.CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – METAL OU FIBRA CAIXA LACRÁVEL EXTERNA .4 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm .4 20x50x1.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 54 VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo M .8 / 15 mm marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE .

2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. . Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2. uma com 2.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.6cm circundada por outra de 4. 3 Medidas em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 55 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas.2cm de diâmetro.

3 Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.2cm de diâmetro. .CI Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA – CE Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2.CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 – METAL OU FIBRA CAIXA ITERNA . uma com 2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 56 ANEXO B .6cm circundada por outra de 4.

Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2.6cm circundada por outra de 4.CI 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 60 10 2 80 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA – CE 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 10 10 Massa para Vedação Vidro 20 20 10 60 10 64 30 2 80 2 2 24 2 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. 2 2 .CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 – MADEIRA CAIXA INTERNA .2cm de diâmetro.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 57 ANEXO B . 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. uma com 2. 3 Medidas em centímetros.

6cm circundada por outra de 4. 20 12 15 3 Vidro .2cm de diâmetro.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2.CI 3 8 8 3 Vidro 12 40 8 44 8 40 3 20 12 3 60 3 15 CAIXA EXTERNA – CE 62 20 6 8 8 2 12 40 8 44 8 38 60 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. 3 Medidas em centímetros. Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 58 ANEXO B . 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento.CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 – METAL OU FIBRA CAIXA INTERNA .

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 59 ANEXO B . 2 2 Vidro .CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 – MADEIRA CAIXA INTERNA – CI 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 8 40 2 20 8 44 2 60 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA – CE Proteção de metal não ferroso 23 66 2 1 1 4 3 8 8 Massa para Vedação 12 12 8 44 8 40 20 2 60 2 2 15 2 Nota: Medidas em centímetros.

6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2. 3 Medidas em centímetros.2cm de diâmetro.6cm circundada por outra de 4.CI 3 8 8 3 12 12 V idro 8 44 8 30 80 80 30 V idro 12 18 3 18 12 3 60 3 17 CAIXA EXTERNA – CE 62 20 6 8 12 12 8 2 3 V idro 8 44 8 30 80 78 12 78 12 30 V idro 18 60 17 Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas. 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 60 ANEXO B . 18 .CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 – METAL OU FIBRA CAIXA INTERNA .

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

61

ANEXO B - CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 – MADEIRA CAIXA INTERNA - CI

8

2

8

2

M assa p ara V eda ção V idro
12 12 8 80 80 30

8

44

30

M assa p ara V eda ção
12 12

V idro

18

2

18

2 60

2

2 15

2

CAIXA EXTERNA – CE
66

P roteçã o d e m etal n ão ferroso
23

2

1

1

4

3

8

8

12

12

8

44

8

30

80

30

12

18

18

12

2 60

2

2 15

2

Nota: Medidas em centímetros.

2

2
M as sa p ara V eda ção V id ro M as sa p ara V eda ção V id ro

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

62

ANEXO B - CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 – METAL OU FIBRA CAIXA INTERNA - CI
3 3 10

10

10

Vidro
20 20 20 10 130 130 3 100

10

55

10

10

55

3

150

3

26

CAIXA EXTERNA – CE
152 6
29
2

10

10

10

20

20

10

55

10

10

55

10

130

128

150

128

26

Notas: 1 Marca para furação: Duas estampas, uma com 2,6cm circundada por outra de 4,6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Para o eletroduto de aterramento uma estampa com 2,2cm de diâmetro. 2 A caixa fabricada em chapa de metal deve possuir terminal para aterramento. 3 Medidas em centímetros.

20

3

Vidro

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

63

ANEXO B - CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 – MADEIRA CAIXA INTERNA –CI

10

10

10

2

2
Massa para Vedação Vidro

20

20

10

55

10

10

55

10

130

2

130

20

2

150

2

2

24

2

CAIXA EXTERNA – CE
156
1

Proteção de metal não ferroso

32

4

2

1

3

10

10

10

Massa para Vedação Vidro

20

20

10

55

10

10

55

10

130

20

2

150

2

2

24

2

Nota: Medidas em centímetros.

2

2

125 10.960 3.100 1.000 350 300 750 1.500 2.000 3.5 13 14 18 .100 2.500 18.000 2. estes devem ser os valores mínimos a considerar.000 5.550 1.775 8.500 2.700 1.700 5.000 4.550 200 350 1.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 64 ANEXO C – Potência Média de Aparelhos APARELHO Aparelho de som Aquecedor de ambiente Aspirador de pó Aquecedor central de água Balcão frigorífico Batedeira Boiler 40 litros Boiler 80 litros Cafeteira Computador Condicionador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Exaustor Comum Ferro elétrico Regulável Forno elétrico Forno de micro-ondas Freezer acima de 200 litros Freezer até 200 litros Freezer balcão Fritadeira Grill Impressora jato de tinta Impressora laser Liquidificador Máquina de lavar louça Máquina de lavar roupa Motor 3cv/hp Motor 4cv/hp Motor 5cv/hp Motor 7.100 1.000 900 450 900 1.500 5.000 CORRENTE A 5 7 7.650 1.300 3.250 30.000 7.200 1.000 1.500 21.500 200 3.5 cv/hp Comum Refrigerador Duplex ou freezer Secador de cabelo Secadora de roupa Televisor Torneira elétrica Ventilador POTÊNCIA(W) 200 1.000 3.200 300 350 1.500 1.5 9.5 8.300 150 120 140 1.500 100 Nota: Na falta das potências nominais de placa dos aparelhos.200 2.860 3.500 POTÊNCIA VA 1.080 4.000 5.000 14.900 2. Potência média de condicionadores de ar tipo “janela” (220V) CAPACIDADE BTU/h Kcal/h 7.600 5.200 50 400 400 2.500 12.

devem ser consideradas com o fator de demanda de 100%. salões para exposições e semelhantes Barbearias. depósitos. além de satisfazer a condição mínima 2 de 30W/m de área construída.1 utilizar fator de potência=1. salões de beleza e semelhantes Garagens. áreas de serviço e semelhantes Oficinas Posto de abastecimento Escolas e semelhantes Escritórios e salas Hospitais e semelhantes Hotéis e semelhantes CARGAMÍ NIMA 2 (W/m ) 50 20 15 30 20 15 30 5 30 20 30 50 20 20 FATOR DE DEMANDA% 86 86 86 86 86 86 86 86 100 para os primeiros 20kW 35 para o que exceder de 20kW 100 para os primeiros 40kW 40 para o que exceder de 40kW 86 para os primeiros 12kW 50 para o que exceder de 12kW 86 para os primeiros 20kW 70 para o que exceder de 20kW 40 para os primeiros 50kW 20 para o que exceder de 50kW 50 para os primeiros 20kW 40 para os seguintes 80kW 30 para o que exceder de 100kW Potência P (kW) 0<P≤1 86 8 < P ≤ 9 40 9 < P ≤ 10 37 1<P≤2 80 10 < P ≤11 35 2<P≤3 74 11< P ≤12 33 3<P≤4 66 4<P≤5 58 12< P ≤13 31 5<P≤6 52 13< P ≤14 30 6<P≤7 47 14< P ≤15 29 15< P 28 7<P≤8 43 Residências 30 Notas: 1 2 3 4 Instalações em que. Os letreiros luminosos e a iluminação de vitrinas não estão considerados nesta tabela. O valor da carga para iluminação e tomadas de unidades residenciais.2kW por unidade.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 65 ANEXO D – Fatores de Demanda para Iluminação e Tomadas DESCRIÇÃO Bancos Clubes e semelhantes Igrejas e semelhantes Lojas e semelhantes Restaurantes e semelhantes Auditórios. por sua natureza. a carga seja utilizada simultaneamente.2. nunca deve ser inferior a 2. . Para fins de calculo de demanda do item 7.

76 10 9.30 1½ 2. .80 Fatores de demanda NÚMERO TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 2 90 3a5 80 Mais de 5 70 Nota: A demanda de um conjunto de motores é o produto do somatório das cargas individuais pelo fator de demanda correspondente ao número total de motores.24 20 16.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 66 ANEXO E . determinada através dos dados fornecidos pelo fabricante.60 3 3.70 ¾ 1. deve ser considerado um fator igual a 100% e a demanda em kVA.00 2 2.45 5 5.20 1/2 1.00 30 24.60 40 30.Fatores de Demanda para Motores Cargas individuais de motores POTÊNCIA (cv) 1/6 CARGA (kVA) POTÊNCIA (cv) CARGA (kVA) 0.Fatores de Demanda para Condicionador de Ar Residencial POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kVA) 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 Acima de 75 FATOR DE DEMANDA (%) 100 85 80 75 70 65 60 ANEXO F .80 50 40.63 7½ 7. ANEXO G .43 25 20.Fatores de Demanda para Condicionador de Ar Comercial POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kVA) 1 a 25 26 a 50 51 a 100 Acima de 100 FATOR DE DEMANDA (%) 100 90 80 70 Nota: Quando se tratar de unidade central.40 1/3 0.40 1/4 0.01 15 12.40 1 1.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 67 ANEXO H . ANEXO I .Fatores de Demanda Aparelhos de Aquecimento NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 14 41 2 75 15 40 3 70 16 39 4 66 17 38 5 62 18 37 6 59 19 36 7 56 20 35 8 53 21 34 9 51 22 33 10 49 23 32 11 47 24 31 12 45 13 43 25 ou mais 30 Nota: Para o dimensionamento de ramais de entrada destinados a atender a mais de uma unidade consumidora.Fatores de Demanda para Aparelhos Especiais APARELHO Solda a arco e galvanização Solda a resistência Raios-X POTÊNCIA 1º Maior 2º Maior 3º Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 40 30 100 60 100 70 Nota: Máquinas de solda tipo motor-gerador devem ser consideradas como motores.. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: b = chuveiros + aquecedores + torneiras +. . separadamente.. devem ser aplicados fatores de demanda para cada tipo de aparelho.

5 8.59 19.0 x 3.4 7.5 8.8 13 INDIRETA DIRETA - .18 38.5 3 2 2 3 5 7.4 3.0 x 3.1 x 3.5 5 3 5 5 10 12 15 20 25 30 40 8.5 12 - 50 - 220 A3 Entrada de serviço para Centro de Medição FORNECIMENTO DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO (A) BARRAMENTO GERAL DIMENSÕES MÍNIMAS (mm) PROTEÇÃO CONDUTOR (mm²) ATERRAMENTO PROTEÇÃO ELETRODUTO DN (mm) ATERRAMENTO /PROTEÇÃO DEMANDA CALCULADA D (KVA) TIPO RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE ENTRADA RAMAL DE ENTRADA TENSÃO (V) COBRE ALUMÍNIO COBRE ISOLADO AÇO PVC C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 C16 C17 C18 C19 27 < D < 38 38 < D < 47 47 < D < 57 57 < D < 66 66 < D < 76 76 < D < 86 86 < D < 95 95 < D < 115 32 < D < 46 < D < 66 < D < 82 < D < 46 66 82 99 100 125 150 175 200 225 250 300 70 100 125 150 175 16 25 Q-25 Q-35 RAMAL ENTRADA SUBTERRÂNEO Ver nota 9 35 50 70 95 120 150 185 240 25 35 50 70 95 10 16 25 25 35 50 50 70 10 10 16 25 35 16 25 35 50 70 70 95 120 16 16 25 35 50 32 40 50 50 65 100 100 100 32 32 40 50 65 40 50 60 60 75 100 100 100 40 40 50 60 75 20 25 25 32 40 40 40 50 20 20 25 25 32 19.18 25.8 6.5 4. IND.8 6.6 5.18 38.5 8.4 x 1.59 12.0 x 3.18 19.1 x 3.0 x 3.5 10 12 15 3 5 15 20 25 30 30 30 30 220/127 5.0 8.5 7.5 7.4 5.1 x 3.0 8.18 25.4 x 1.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 68 Entrada de Serviço Individual FORNECIMENTO ANEXO J – Dimensionamento da Entrada de Serviço PROTEÇÃO CONDUTOR (mm²) RAMAL DE ENTRADA ELETRODUTO DN (mm) RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO ATERRAMENTO PROTEÇÃO LIMITE MÁXIMO DE POTÊNCIA CARGA INDIVIDUAL RESISTIVA (KW) FN FF DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO (A) CARGA INSTALADA C (KW) DEMANDA CALCULADA D (KVA) TIPO DE MEDIÇÃO PROTEÇÃO RAMAL DE LIGAÇÃO MAIOR MOTOR OU SOLDA A MOTOR (CV) TENSÃO (V) TIPO COBRE ALUMÍNIO COBRE ISOLADO AÇO PVC FN FF FFF A1 B1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 A2 B2 C13 C14 C15 C16 C17 C18 C < 10 10 < C ≤ 15 C < 15 10 < 25 380/220 D < 75 66 < D < 75 __ D < 11 DIR.7 x 1.18 220/127 C20 99< D < 115 10 Q-16 16 Q-25 25 Q-35 RAMAL ENTRADA SUBTERRÂNEO Ver nota 9 380/220 LIMITADA PELO DISJUNTOR 26 < D < 32 32 < D < 46 46 < D < 66 DIRETA D < 19 19 < D < 26 40 50 30 40 50 70 100 10 10 10 10 10 10 16 D-10 T-10 Q-10 Q-10 Q-10 Q-16 Q-25 6 10 6 10 10 25 35 6 10 6 10 10 10 10 6 10 6 10 10 16 16 20 20 20 25 25 32 32 25 25 25 32 32 40 40 20 20 20 20 20 20 20 3 3 2 3 3 5 7.5 7.59 19.8 LIMITADA PELO DISJUNTOR C < 75 D < 10 10 < D < 15 15 < D < 19 19 < D < 27 27 < D < 38 38 < D < 47 47 < D < 57 57 < D < 66 66 < D < 75 50 50 30 40 50 70 100 125 150 175 200 10 D-10 10 T-10 10 Q-10 10 Q-10 10 Q-10 10 Q-16 16 Q-25 25 Q-35 RAMAL ENTRADA SUBTERRÂNEO Ver nota 9 10 10 6 10 10 25 35 50 70 95 120 10 10 6 10 10 10 10 16 25 25 35 10 10 6 10 10 16 16 25 35 50 70 20 20 20 25 25 32 32 40 50 50 65 25 25 25 32 32 40 40 50 60 60 75 20 20 20 20 20 20 20 25 25 32 40 1 2 1 1 2 2 3 5 7.18 12. 125 50 25 10 Q-35 D-10 50 10 16 10 25 10 40 20 50 25 25 20 7.0 8.0 x 3.59 12.18 25.0 x 1.5 7.18 38.4 x 3.

C2. consta nos itens 8. os critérios para atendimento de unidades consumidoras são: Para fornecimentos do tipo C7. consultar o item 10. 10 Recomenda-se para o fornecimento tipo A3 a utilização de disjuntor com curva classe “C”. C12.2. devem ser dotados de dispositivo para partida indireta. C19 e C20. 9 Nos casos em que a rede de distribuição situa-se no lado oposto da via pública. B2. 3 Para determinar o tipo de disjuntor a ser empregado.. . 5 A especificação dos condutores para cada finalidade. 8 A potência máxima para motor ou solda a motor.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 69 Notas: 1 O valor de "D (kVA)" refere-se à demanda calculada conforme o item 7. 11 Motores individuais com potência de 5 ou 7. 13 As cargas resistivas individuais demonstradas na coluna “limite máximo de potência” referem-se a equipamentos de aquecimento. boiler. 7 As dimensões dos eletrodutos de aço referem-se ao tipo leve I (NBR 5624). deve ser previsto extensão da rede de distribuição aérea. exemplo chuveiro. 12 Para a ligação de motores no fornecimento tipo A3. no fornecimento A3. a queda de tensão máxima admitida é de 2%. C14. C11. A2.2.5 CV. dentro de cada categoria. 6 Nos fornecimentos do tipo A1. etc. C15. 2 Os disjuntores foram dimensionados com base na sua capacidade nominal definida para a temperatura de operação de 40ºC. quando o eletroduto do ramal de entrada for embutido deve ser utilizado um diâmetro imediatamente superior ao indicado neste Anexo. C3.3 e 8. C13. C10. 4 Os condutores foram dimensionados para uma temperatura ambiente de 30ºC. C1. exceto na área de concessão da CEEE-D. B1. desde o transformador até o ponto de entrega. torneira elétrica.2. onde é aceito ramal de ligação aéreo 35mm² em cobre ou Q-50mm² em alumínio para fornecimento tipo C7 e C19.1. foi determinada em função da sobrecorrente que o disjuntor pode suportar no tempo requerido para a partida do motor. C8. C9.

35 Carga nominal para poste de aço com caixa acoplada Item 1 2 3 Ramal de Ligação Duplex . concretar a base. dependendo da topografia do terreno.Triplex Q .Dimensionamento de Postes e Pontaletes RAMAL DE LIGAÇÃO CONDUTOR (mm²) MULTIPLEX(alumínio) D-10 T-10 T-16 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 Q-50 ---D .0 50 25 PONTALETE ELETRODUTO DE AÇO (zincado pesado) DIÂMETRO NOMINAL (mm) 4 x 25 300 4 x 35 T .20 Lado oposto da rede distribuidora 7. 3 Outras alturas e disposições podem ser utilizadas.1.6 sendo: e = parte engastada L = comprimento total .10 6.0/1.g e figura 2. Neste caso a parte engastada deve ser obtida através da seguinte expressão: e = L/10 + 0.10 mm2 Triplex – 10 mm2 Quadruplex – 10 mm2 Altura do poste 5m/7m 5m/7m 5m/7m Esforço mínimo 60 daN 80 daN 80 daN Notas: 1 Para carga nominal de 300daN.0 / 1.5 12 x 12 15 102 x 5. a fim de que sejam obtidas as alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 70 ANEXO K . x ESPESS.5/1. (mm x mm) 76 x 4.0 / 1. 2 1daN = 1kgf. conforme o item 8.Quadruplex  Comprimento e engastamento RAMAL DE LIGAÇÃO CONDUTOR POSTE COMPRIMENTO/ENGASTAMENTO (m) MULTIPLEX SINGELO Mesmo lado da rede distribuidora 5.30 7.Duplex SINGELO (cobre) 2 x 10 3 x 10 4 x 10 4 x 16 CONCRETO ARMADO CARGA NOMINAL (daN) 80 100 200 18 x 18 22  POSTE EUCALIPTO (cerne ou tratado) QUADRADO CIRCULAR (cm x cm) ø (cm) TUBO DE AÇO (zincado) Ø EXT.1.

.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 30 7.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 71 ANEXO L .Dispositivos para Redução da Corrente de Partida de Motores PARTIDA CHAVE TIPO POTÊNCIA P (cv) TENSÃO DA REDE (V) 220/127 TENSÃO DE PLACA (V) 380/220 220 380/220 380 380/220 660/380 220/380/440/760 220/380/440/760 380/220 220/380/440/760 ROTOR NÚMERO DE TERMINAIS  3 Y 3 Y 6∆ ou 3 ∆ 6∆ ou 3∆ TAP’s TAP’s DE PARTIDA DIRETA ≤5  - ≤ 7.5 < P ≤ 50 As outras características são idênticas ao das chaves manuais O número sublinhado é a tensão selecionada para funcionamento do motor.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7.65 e 80 50 INDIRETA AUTOMÁTICA Resistências ou Reatâncias de Partida Estrela Triângulo Série Paralelo Compensadora Igual a chave série-paralelo desde que os valores em ohms das resistências ou reatâncias sejam iguais ou maiores que o valor obtido da relação 60 ÷cv (220/127) e 180 ÷cv (380/220) 5 < P ≤ 15 7.5 5 < P ≤ 15 7. OUTROS DISPOSITIVOS Admite-se a utilização de outros dispositivos de redução da corrente de partida dos motores.5 < P ≤ 50 5 < P ≤ 30 7. Chaves estática de partida e parada de motores (soft-starters).5 < P ≤ 25 380/220 220/127 380/220 220/127   Estrela Triângulo INDIRETA MANUAL GAIOLA Serie Paralelo INDUÇÃO 380/220 220/127 380/220 6 Y 6∆ 6 Y 6∆ 12 ∆// 12 ∆s 9Ys 9 Y// ou 12 Ys12 Y// 6 Y ou 6∆     Compensadora 12 ∆// ou 12 Y// 50. tais como: Inversor de frequência.

0276 0.0553 0.8 x 12.77 38.35 50.0982 0.18 38.2430 0.2100 0.1300 Polegada 1/2 x 1/16 3/4 x 1/16 1 x 1/16 1/2 x 1/8 3/4 x 1/8 1 x 1/8 1 1/2 x 1/8 1 x 3/16 1 1/2 x 3/16 2 x 3/16 1 x 1/4 1 1/2 x 1/4 2 x 1/4 2 1/2 x 1/4 2 3/4 x 1/4 3 1/2 x 1/4 4 x 1/4 1 x 1/2 2 x 1/2 3 x 1/2 4 x 1/2 Milímetro 12.70 76.2070 0.35 88. A tabela abaixo apresenta a capacidade de condução da corrente em condutores de cobre isolados instalados em eletrodutos.Capacidade de Corrente em Condutor Instalação Aparente (B1) PVC 2 70º C 3 12 15.2330 0.35 25.1110 0. alvenaria.1550 0.1450 0.5 22 29 37 46 61 79 101 122 144 178 211 240 271 304 351 396 Capacidade de Condução de Corrente em Ampères 13.0738 0.2210 0.59 19.0276 0.2 x 12.4 x 4.77 50.1 x 3.18 25.8 x 6.70 50. Para outras formas de instalação consultar NBR 5410.4 x 6. ANEXO N .5 24 32 41 57 76 101 125 151 192 232 269 307 353 415 477 Formas de Instalações: (B1) – Instalações – Montagens aparentes.0442 0. Temperatura ambiente: 30º C para linhas não subterrâneas e 20º C (temperatura do solo) para linhas subterrâneas. Isolação 0.7 x 1.1 x 4.2300 0.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 72 A tabela abaixo apresenta a capacidade de condução da corrente em barramentos de cobre sem pintura.8843 0.59 25.1700 0.6 x 12.5 21 28 36 50 68 89 111 134 171 207 239 275 314 370 426 Seção Nominal (mm²) 1 1. embutidos (gesso.4 x 3.5 x 6.1510 0.0184 0.77 Nota: As dimensões em polegadas são para referências comerciais.1 x 6.8591 0.2430 0.1630 0.1474 0.0138 Reatância mΩ/m 0.1450 0.1880 0.70 101.7 x 3. (D) – Enterrado no solo.9 x 6.1880 0.4 x 1.35 70.35 63.0316 0.5 2.4421 0.1474 0.0 x 3.35 38.18 25.59 12.35 101.1320 0.2955 0.4421 0.0400 0.1670 0.6 x 6.18 19.8 x 4.2100 0.0 x 1. .5 17.1870 0.2280 0.2 x 6.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 Enterrado no Solo (D) PVC 2 18 22 29 38 47 63 81 104 125 148 183 216 246 278 312 361 408 EPR – XLPE 90º C 2 18 23 31 42 54 75 100 133 164 198 253 306 354 407 464 546 628 70º C 3 15 18 24 31 39 52 67 86 103 122 151 179 203 230 258 297 336 EPR – XLPE 90º C 2 21 26 34 44 56 73 95 121 146 173 213 252 287 324 363 419 474 Número de Condutores Carregados 3 16 20 28 37 48 66 88 117 144 175 222 269 312 358 408 481 553 3 17.4 x 12.0553 0. parede de cimento) ou em canaletas (abertas ou ventiladas).6/1kV. ANEXO M – Capacidade de Corrente em Barramentos Dimensão Corrente A 96 128 176 144 208 250 370 340 460 595 400 544 700 850 1000 1130 1250 600 1010 1425 1810 Resistência mΩ/m 0.0736 0.1870 0.77 25.

28 -0.40 ±0.00 5.8 4.28 -0.39 ±1.1 T (mm) 2.1 21.66 Diâmetro Nominal TIPO LEVE – LI NBR 5624 Espessura Diâmetro da Externo Parede Ø 16.8 2.28 -0.6 2.70 36.8 3.6 21.3 21.41 -0.4 42.4 28.25 4. 13.70 74.46 -0.37 -0.42 ±0.25 ±0.7 165.1 2.35 54.7 33.20 25.25 5.25 4.0 39.1 26.55   (mm) T Referência Rosca 10 15 20 25 32 40 50 65 80 90 100 125 150 3/8” ½“ 3/4“ 1“ 1 ¼“ 1 ½“ 2” 2 ½“ 3’ 3 ½“ 4“ 5“ 6“ ±0.6 114.7 2.1 88.64 ±1.75 3. 2 As dimensões em polegadas são para referências comerciais.Eletroduto de PVC Rígido Tipo Rosqueável Diâmetro Nominal 16 20 25 32 40 50 60 75 85 Referência de Rosca 3/8” ½“ 3/4” 1” 1 1/4” 1 ½“ 2” 2 ½“ 3” Diâmetro Externo 16.25 -0.50 112.4 3.2 21.62 -0.15   T ±0.5 ± 0.76 ±0.8 59.5 1.3 157.40 31.20 22.00 2.0 88.28 -0. diâmetro nominal ou referência de rosca.3 26. 2 Medidas em milímetros.3 53.8 13. 3 Medidas em milímetros.53 -0.62 -0.0 CLASSE A Espessura Diâmetro da Parede Interno 2.18 -0.4 93.25 -0.65 3.40 28.7 27.20 81.25 ±0.70 40.75 4.20 99.50 87.1 105.1 53.37 -0.3 + 0. no mínimo: marca do fabricante.7 ±0.4 93.4 81.1 88.01 ±1.65 3.4 ±0.3 26.20 106.2 33.8 3.68 13.Eletroduto Rígido de Aço-Carbono de TIPO PESADO Diâmetro Interno Diâmetro Interno Diâmetro Externo Ø 17.0 4.14 ±1.00 3.00 2.4 75.30 T -0.41 -0.75 46.0 80.35 3.5 64.37 -0.8 17.5 2.50 ±0.7 42.5 81.30 ±0.3 76.25 2.25 2.46 -0.53 -0.6 Notas: 1 O eletroduto deve ser identificado de forma visível e indelével contendo.1 1.00 3.8 131.0 41.7 21.7 154.00 3.00 3.25 2.00 5.66 NBR 5598 Espessura Diâmetro da Externo Parede Ø 17.0 TOLERÂNCIA Diâmetro Espessura Externo da Parede +0.10 ±0.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 73 ANEXO O .33 -0.85 58. ANEXO P .60 ±0.90 94.48 ±0.20 ±0.65   -0.9 101.2 42.33   T = Tolerância Notas: 1 As dimensões em polegadas são para referências comerciais.00 2.85   Diâmetro Interno .40 20.88 ±1.3 73.4 + 0.3 168.75 4.6 50.35 3.41 ±1.2 75.53 -0.20 ±0.20 69.6 CLASSE B Espessura Diâmetro Da Parede Interno 1.5 16.6 65.6 114.4 36.25 -0.20 ±0.1 6.8 67.40 ±0.0 12.6 35.5 4.50 2.25 5. os dizeres: “eletroduto de PVC rígido”.46 -0.65 13.3 53.75 42.2 3.41 -0.28 -0.4 48.3 139.2 42.0 3.2 48.6 69.2 16.37 -0.3 141.2 47.1 105.8 22.2 26.25 2.8 22.75 3.9 33.4 42.1 16.53 -0.25 2.40 ±0.2 5.38 ±0.3 60.40 17.25 2.33 -0. classe.9 36.3 60.28 -0.9 101.8 129.30 T -0.2 28.3 T NBR 5597 Espessura da Parede (mm) 2.1 36.

5 2.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 4 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 10 10 10 10 15 10 15 15 15 15 15 15 15 20 20 15 20 20 20 20 20 20 25 25 25 20 25 25 32 32 25 32 32 32 40 32 32 32 40 50 32 40 50 50 50 40 50 50 50 65 50 50 65 65 65 50 65 65 65 80 65 65 80 80 90 65 80 80 90 90 80 90 90 100 100 9 15 20 20 25 25 32 40 50 65 65 80 80 90 100  10 15 20 20 25 32 32 40 50 65 65 80 80 90 100  .5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 4 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 16 16 16 16 20 16 20 20 20 20 20 20 20 25 25 20 25 25 25 25 25 25 32 32 32 25 32 32 40 40 32 40 40 40 50 40 40 50 50 50 40 50 50 60 60 50 50 60 60 75 60 60 75 75 75 60 75 75 75 85 75 75 85 85  75 85 85   85     9 20 25 25 32 40 40 50 50 60 75 85 85    10 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85     ANEXO R .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 74 ANEXO Q .Ocupação Máxima dos Eletrodutos de Aço Ocupação máxima dos eletrodutos de aço por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 2 10 10 10 10 15 15 20 20 25 32 32 32 40 50 50 3 10 10 10 15 15 20 25 25 32 32 40 50 50 65 65 1.Ocupação Máxima dos Eletrodutos de PVC Ocupação máxima dos eletrodutos de PVC por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 2 16 16 16 16 20 20 25 25 32 40 40 50 50 50 60 3 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 50 60 75 75 1.5 2.

27x1 a = 2.000W 2. mínimo 2. 3.5kVA 3.46kW Iluminação e tomadas 2 chuveiros de 5.1 Da iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = P x FD x FP a = 10.1kVA 2 2 .3 Condicionador de ar tipo “janela”: conforme item 7.5cv x 736W ÷ 0.2.400W < 10.000W(declarada).000W (declarada).Exemplos de Cálculos da Demanda EXEMPLO 1: Unidade consumidora residencial Dados: Área 180m² Tensão de fornecimento 220/127V 1 Carga instalada 10. 2.3 Do aparelho condicionador de ar tipo “janela”: Conforme ANEXO E c = P x FD c = 1. adotar o maior valor. Adotada = 10.2 Adotada = 1.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 75 ANEXO S .460W Total Como 20.000W x 0.46kW >15kW.75 x 1 b = 7. Adotada = 20.000W 1 motor de 1/2cv: 1 x 0.000W 10.000W 460W 20. pois não há exigência de previsão mínima.2 Aparelhos de aquecimento: Adotada =10.100W x 1 c = 1. a demanda deve ser calculada.2kW por unidade.400W Como 5.5CV = 1.8 = = = Considerado rendimento de 80% 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.01kVA(declarada) 3 Cálculo da demanda 3.4 Motores: conforme ANEXO G 0.000W x 0.7kVA Conforme ANEXO D .Nota3.2 Dos aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = P x FD x FP b = 10.100VA (previsto) 2.1 Iluminações e tomadas: Conforme ANEXOD 30W/m x 180m = 5.

Adotada = 4.400VA(motores) 2 2 = = = = 35.400VA + 5.000W(declarada).3 Potencia total Pt = 4.400VA(ar condicionado) Adotada = 5.600W 64.3.400VA(declarada) 2.000W (declarada).000VA 2.010W x 1.000W Como 30. a demanda deve ser calculada.000W 4.100 BTU/h 2 bombas de 5cv (sendo 1 reserva) Total Como 64kW >25kW.800VA Como 5.3. 2.2 d 5kVAx 1 (unidade consumidora) = 5.800VA(declarada). pois não há exigência de compatibilização.2 Aparelhos de aquecimento: Adotada = 20.0 e = 1. Adotada = 35. 1 Carga instalada Iluminação e tomadas 4 chuveiros de 5.000VA <9.50+ 1 + 1.01kVA 3.2 Motores: Conforme ANEXO G 5CV = 5.000W 20.000W Conforme ANEXO C.000W 4condicionadores de ar de 7.400VA Pt = 9.1 Aparelhos de condicionadores de ar tipo “janela”: 4.3. adotar o maior valor.000W < 35.000W 2.70 + 7. considerado FP=1 Considerado rendimento de 80% .1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D 30W/m x 1000m = 30.21kVA EXEMPLO 2: Unidade consumidora comercial (loja) Dados: Área: 1000m². 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.01 D = 12.400W 4.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 76 3. Tensão de fornecimento: 380/220V.4 Dos motores: Conforme ANEXOG e = P x FD e = 1.400VA(declarada) 2.3 Força-motriz (Aparelhos de Ar Condicionado e Motores) Conforme 7.2.5Total da residência D=a+b+c+e D = 2.

1 Da iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = P x FD x FP a = 35.400W Como 26.4 kVA 3.000W 1.1 Carga instalada por unidade consumidora: Iluminação e tomadas = 3.000VA x 1 c = 5kVA 3.000W x 0.4 Dos motores: Conforme ANEXO G e = P x FD e = 5.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 77 3 Cálculo da demanda 3.000W x 0.4kVA D = 53.600W Total 26.400VA x 1 e = 5.1kVA + 13.66x 1 b = 13.2 Dos aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = P x FD x FP b = 20. não é necessário calcular a demanda.7kVA EXEMPLO 3: Edificação de múltiplas unidades consumidoras residenciais Dados: Edificação com 24 unidades consumidoras Tensão de fornecimento: 220/127V 2 Área construída por apartamento: 74m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio): 140m 1 Cargas instaladas 1.500W Como 14. Considerado rendimento de 80% Considerado rendimento de 80% . 1.1kVA 3.400W 2 bombas de 5cv (sendo 1 reserva) = 4. deve ser calculada a demanda.2kVA 3.400W 2 chuveiros de 5.86 x 1 a= 30.2 Carga instalada de serviço (condomínio): Iluminação e tomadas = 3.5kW<15kW.2kVA + 5kVA+ 5.100 BTU/h = Total 14.4>15kW.100W Conforme ANEXO C.5Total da loja D=a+b+c+e D = 30.400W 2 elevadores 10cv = 18.3 Dos aparelhos de condicionadores de ar tipo “janela”: Conforme ANEXO F c = P x FD c = 5. considerado FP=1 1condicionador de ar de 7.000W = 10.

400 W + 18.400 x 0.90kVA 2 2 EXEMPLO 4: Edificação de múltiplas unidades consumidoras comerciais Dados: Edificação com 140 salas de escritórios e 12 lojas 2 Área construída por sala: 40m 2 Área construída por loja: 100m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio): 600m . =>fator de diversidade = 19.Demanda do serviço D=a+e D= 2.1 Iluminação e tomadas do serviço (condomínio): Conforme ANEXO D 5W/m x 140m = 700W Como 700W<3.04 D = 21.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 78 1. x 1. Adotada = 3.000W(declarada).2.2 Do serviço .400W 21.2.92 + 19.Motores: Conforme ANEXO G e = P x FD x FP e = (1x5.92kVA .1) D = 63.400 W Total = = = = 81.96kVA 3.95x1.96 (conforme item 7.86 x 1 a = 2.1 Das unidades consumidoras (conforme item 7.400 + 2x9.400W (declarada).400W 2.400 W 24 Apto.600W 240.000W 26. x 3.4.86. adotar o maior valor.200) x 0.95kVA 3. 3 Cálculo das demandas 3.800W 369.76 x 19.76kVA.86 D = 34.3 Carga instalada total do prédio: 24 Apto.2 + demanda do Serviço) D = (34.1) 24 Apto.2) + 21.3Total da edificação D = (demanda dos Aptos.04kVA .4. conforme ANEXO T D = D(individual) x FD (diversidade) D = 1.000 W) 24 Apto. pois não há exigência de previsão mínima.800W 2 Compatibilização das cargas instaladas com as previsões mínimas 2. x (2 x 5. x 1. conforme ANEXOU Área da unidade consumidora: 74m² =>demanda 1.8 x 1 e = 19.2 Motores do serviço (condomínio): Adotada = 23.1kW Serviço 3.Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = P x FD x FP a = 3.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 79 1 Cargas instaladas 1.000W (declarada).6 Motores do serviço (condomínio) 3 elevadores 10cv 2 bombas de 5cv 1 bombas de 2cv Total = = = 27.640W(declarada) pois não há exigência de previsão mínima.640W Considerado rendimento de 80% Considerado rendimento de 80% Considerado rendimento de 80% Dado do equipamento 2 Compatibilização das cargas instaladas com as previsões mínimas 2. 2.8 4 bombas 5cv (2 reserva): 2 x 5cv x 736W ÷ 0.000W(declarada) .2 Carga instalada por loja: Iluminação e tomadas = 4. adotar o maior valor. Adotada = 4.7Ar condicionado central: Adotada= 42.8 2 bombas 2cv (1 reserva):1 x 2cv x 736W ÷ 0.2. adotar o maior valor.000W 2.3 Iluminação e tomadas do serviço (condomínio): Conforme ANEXO D 5W/m² x 600m² = 3.000W (declarada).000W 88.00W <4. conforme ANEXO D 30W/m² x 100m² = 3.200W 1.5 Motores por loja: Conforme 7.2 Iluminação e tomadas por loja.000W Como 3.000W Como 3.000W 2.2.d Adotada =5kVA(previsão mínima) 2.840W 38.1 Iluminação e tomadas por sala.000W 1.2.640W 2 2 Adotada = 38.000W>1.c Dispensada porque foi previsto condicionador de ar central.000W 27.1 Carga instalada por sala: Iluminação e tomadas = 1.2.4 Motores das salas: Conforme 7.000W 2. Adotada = 8. Adotada = 2.000W (declarada).600W 9.3Carga instalada do serviço (condomínio): Iluminação e tomadas 3 elevadores 10cv: 3 x10cv x 736W ÷ 0.200W 1. 2. adotar o maior valor. conforme ANEXO D 50W/m x 40m = 2000W Como 2.8 1 condicionador de ar central Total = = = = = 8.000W <8.000W 1.600W 9.840W 42.

200W .8 Carga instalada total do prédio C(total) = Carga instalada das unidades consumidoras + carga instalada de serviço (condomínio) .92 (força motriz) = 55.92 Total 383.000 x 0.200 + 88.0 d = 42kVA Motores: Conforme ANEXO G e = ∑P x FD 8.840W 3Cálculo de demanda 3.48kVA 3.20 + 41.000 x 0.000 x 0.28 a = 240.640 C(total) = 471.Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = P x FD a = 8.2kVA Lojas: a" = P x FD a” =48.48 + 42 D = 282.86 a” = 41.86) + (260.Demanda das salas e lojas D=a+e D= 240.7) a’ =17.000W 38.2Do serviço .Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D Salas: a’ = P x FD a‘=(20.000W 88.28kVA a= a’ +a” a = 199.Carga instalada (salas e lojas): 140 salas x 2.640W - .000VA x 0.200 + 182.000W (iluminação e tomada) = 280.200W Considerado fator de potência de 0.000 x 0.48kVA Motores das Lojas: Conforme ANEXO G e = P x FD e =(12x 5) x 0.640W 42. central = Total C(total) = 383.1Das salas e lojas: .000 a’= 199.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 80 2.86 a = 6.7 e = 42kVA .Carga instalada do serviço (condomínio): Iluminação e tomadas = Motores = Ar cond.000W (iluminação e tomada) = 48.000W 12 lojas x 5.000W 12 lojas x 4.88kVA Condicionador de ar central: Demanda conforme a nota do ANEXO F d = P x FD d = 42 x 1.

aplicar o que estabelece o RIC/MT.4 D = 361. superior ao limite estabelecido para o fornecimento em BT.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 81 e = ((3 x 9. .60 x 0.52 D(kVA) = 79.4kVA 3.7 e = 30.88+42+30.3Total da edificação D= (demanda das unidades consumidoras + demanda do serviço) D = 282.88kVA Nota: Como a demanda calculada foi de 361.7 e = 43.60)) x 0.88kVA.20) +(2 x 5.48 + 79.52kVA Demanda do serviço D(kVA) = a + d + e D(kVA) = 6.40) +(2 x 2.

16 5.73 2.39 2.61 2.91 4.95 2.82 1.74 3.54 3.10 6.02 6.20 4.90 3.04 4.91 2.71 5.38 6.62 5.19 2.04 2.06 4.54 4.22 6.77 3.24 6.21 5.71 12.81 5.42 4.3 13.21 6.13 3.95 4.86 4.47 4.10 4.36 5.56 4.85 4.61 5.78 5.84 2.83 5.79 3.37 2.17 4.85 3.89 4.93 5.80 1.36 3.97 5.56 3.08 4.59 2.24 5.51 6.35 5.93 Notas: 1 Para apartamentos com área intermediária entre as faixas da tabela pode ser aplicado o incremento de 0.50 3.49 4.61 4.40 Área Útil m² 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 kVA 5.88 1.68 3.41 6.09 Área Útil m² 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 400 450 500 550 600 700 800 900 1000 kVA 6.09 2.50 5.02 5.4 16.27 6.76 5.81 3.52 3.04 3.76kVA.74 5.23 5.14 9.17 5.97 2.12 6.02 3.59 3.63 2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 82 ANEXO T .48 2.70 Área Útil m² 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 kVA 4.42 5.61 3.67 3.57 2.19 5.12 4.73 5.16 6.00 2.10 3.28 3.92 3.33 2.33 4. .30 3.19 4.00 6.41 3.42 2.86 15.76 3.52 4.37 3.60 6.46 2.29 5.06 2.36 4.95 3.05 6.67 4.35 4.90 1.17 6.69 5.39 3.84 1.55 6.79 4.29 4.23 2.57 3.26 Área Útil m² 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 kVA 3.07 5.43 3.59 4.47 5.97 3.28 9.68 5.83 3.98 6.08 3.03 5.17 3.34 6.99 3.03 4.59 5.48 6.29 2.78 2.32 3.86 5.72 4.65 3.89 2.00 5.61 7.26 5.53 6.35 2.58 4.54 5.01 4.56 2.17 2.94 1.78 1.58 6.96 1.69 2.90 5.31 2.74 2.38 4.43 6.76 1.45 3.21 2.10 5.70 3. 3 A tabela acima se destina a edificações de múltiplas unidades consumidoras.88 2.45 5.65 4.12 2.05 5.15 4.07 6.91 10.19 6.50 2.25 3.82 2.36 6.31 4.86 1.27 2.98 5.75 4.74 4.95 5.22 4.14 5.64 5.Demanda de Unidade Consumidora Residencial em Função da Área Área Útil m² Até 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 kVA 1.14 6.96 4. 2 2 Para apartamentos com área inferior a 80m a demanda a ser considerada é 1.44 6.54 2.68 4.02 2.23 3.29 6.34 3.51 4.12 3.92 1.63 4.39 6.88 3.44 4.65 2.46 6.84 4.26 4.33 6.50 6.44 2.01 3.15 2.77 4.48 3.40 4.28 5.66 5.86 3.67 2.71 2.52 Área Útil m² 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 KVA 2.56 6.99 Área Útil m² 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 kVA 4.02kVA/m² sobre a demanda da faixa anterior.47 3.06 3.85 5.12 5.93 4.13 4.31 5.76 2.55 5.98 2.10 2.63 3.33 5.24 4.40 2.26 6.82 4.43 5.86 2.72 3.92 5.28 4.80 5.94 3.19 3.52 5.09 5.14 2.25 2.21 3.31 6.81 4.57 5.15 3.45 8.80 2.88 5.04 6.49 5.38 5.93 2.45 4.

94 79.19 74.54 14.08 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 24.78 49.99 77.30 44.86 59.22 62.54 61.10 27.88 23.67 22.34 78.84 80.06 56.04 79.34 67.59 73.69 76.79 69.67 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 280 300 82.29 25.24 76.44 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 79.84 82.42 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 59.84 78.74 79.59 67.19 75.48 24.54 78.34 82.00 o o o o o o o o o .39 70.10 15.27 22.19 70.34 81.65 19.59 81.92 82.82 54.00 83.79 70.64 81.76 13.04 75.99 71.73 82.79 82.70 39.85 82.84 64.99 82.79 81.19 72.59 70.80 82.39 71.89 80.57 82.14 38.52 82.66 62.18 57.24 81.19 71.54 76.94 80.06 21.66 34.42 82.34 63.12 82.90 36.34 49. Apto.58 38.29 82.92 29.14 82.59 68.59 65.29 81.62 43.64 79.73 31. Apto.44 78.09 68.84 76.09 69.39 73.54 33.79 73.17 82.14 81.39 76.90 26.81 82.09 76.59 69.84 69.89 81.94 41.64 82.84 65.09 67. Apto.86 45.76 82.09 66.33 31.93 82.79 75.58 52.14 80.04 78.04 80.99 70.84 68.59 82.99 73.54 80.84 67.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 83 ANEXO U – Fator De Diversidade Em Função do Nº de Unidades Consumidora N N N N N N N N N Fator Fator Fator Fator Fator Fator Fator Fator Fator Apto.26 53.64 75.79 71.19 73.44 81.74 77.64 78.94 76.42 45.99 81.42 11.94 81.34 64.74 58.84 79.00 83.78 82.10 33.98 12.22 82. Apto.39 74.24 82.14 79.38 54. Apto.1 61.75 82.06 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 42.64 80.77 82.74 78.09 81.71 28.04 81.46 37.04 18.19 82.24 80.99 72.50 42.02 51.59 74.09 82.59 77.74 44.18 43.82 40.09 64.84 66.34 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 75. Apto. Até 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 9.34 65.54 79.39 72.94 32.49 81.90 82.59 64.59 71.96 82.39 81.86 20.64 10.50 56.34 80.14 77.44 82.89 82.78 63.39 82.86 82.34 68.54 81.47 82.30 58.62 57.54 82.25 19.34 35.87 82.97 83.59 63.19 81.32 15.84 81.79 72.98 60.54 47.74 81.91 82. Apto.27 82.49 82.31 28.32 82.12 30.34 66.02 37.94 82. Apto.10 47.22 34.26 39.74 74.46 51.34 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 69.88 82.09 65.49 75.52 30.95 82.00 83.66 17.72 82.04 82.44 77.94 55.88 16.29 77.82 82.14 52.78 35.90 50.46 21.59 72.74 80.44 80.94 80.83 82.50 27.70 53.19 78.69 25.22 48.89 78.69 82.37 82.44 18.24 79.20 11.89 75.69 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 81.38 40.98 46.59 66.74 82.62 82.99 74.66 48.34 79.

1500 0.5 0.84 1.0601 0.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 Número mínimo de fios nos condutores Condutor não compactado circular 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 19 19 19 37 37 37 61 61 61 Condutor compactado circular 6 6 6 6 6 6 6 6 6 12 15 18 18 30 34 34 53 Condutor compactado não circular 6 6 6 12 15 18 18 30 34 34 53 (A) Número mínimo de fios não especificados.75 1 1.0762 0.0000 24.1260 0.5290 0.00 6.8400 1.7000 24.410 7.1000 0.80 18.8000 18.50 0.70 24. ANEXO W .1000 7. .16 Nota: Condutores sólidos de seção acima de 16mm² são para tipos de cabos especiais.20 12.1100 1.2000 7.1930 0.5 2.4100 4.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 84 ANEXO V – Resistência de Condutor para Classe de Encordoamento 1 TABELA 1 –Condutores sólidos para cabos unipolares e multipolares Seção Nominal mm² 0.3870 0.Resistência de Condutor para Classe de Encordoamento 2 TABELA 2 – Condutores encordoados para cabos unipolares e multipolares Resistência máxima do condutor a 20ºC Fios nus Ω/Km 36.50 4.610 4.0754 0.6100 3.5600 4.0607 0.5240 0.3910 0.2000 12.100 18.1950 0.0991 0.2700 0.8000 1.50 2.7000 3.75 1.7340 0. (B) Seções não recomendadas.00 Resistência máxima do condutor à 20ºC Condutores circulares Fios nus Fios revestidos Ω/Km Ω/Km 36.00 1.11 1.8300 1.100 12.7270 0.5000 18.2680 0.56 4.080 3.150 1.1530 0.00 16.1600 0.0475 Seção Nominal mm² 0.1540 0.70 3.1000 12.0470 Fios revestidos Ω/Km 36.1240 0.500 24.00 10.20 7.000 36.830 1.

a partir da derivação da rede de distribuição ou secundário do transformador até o disjuntor geral de cada centro.Cálculo De Queda De Tensão Para liberação de centro de medição é necessário apresentar o cálculo de queda de tensão desde o ponto de derivação até o disjuntor geral. até o disjuntor geral do painel de medidor.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 85 ANEXO X . . utilizando-se a seguinte fórmula: Z= Rcosφ + Xsenφ ou Z= R + jX Z=impedância do condutor em Ω R= resistência do condutor em Ω/km (ver tabela) X= reatância do condutor em Ω/km (ver tabela) Φ= ângulo de fase Nota: No caso de utilização de cabos em paralelo nos circuitos de interligação. a impedância deve ser dividida pelo números de circuitos. desde a derivação secundária destes. b) 2% para centro de medição alimentado por subestação de transformação ou transformador. desde a rede de distribuição secundária da distribuidora até o disjuntor geral. quando a distância for superior a 20 (vinte) metros. c) 2% para mais de um centro de medição. Para cálculo de queda de tensão em circuito trifásico com carga concentrada no centro de medição admite-se utilizar a seguinte fórmula: Dv(%)= sendo: 3×I×l× Z ×100 Vn DV=queda de tensão em % Vn= tensão de linha do circuito em Volt I= corrente da carga. neste caso adotar corrente nominal do disjuntor em Ampère ℓ= comprimento do circuito em km Z=impedância do condutor em Ω Os valores de resistências elétricas e reatâncias indutivas indicados na tabela a seguir são valores médios e destinam-se a cálculos aproximados de circuitos elétricos. O limite de queda de tensão deve obedecer à NBR 5410 e os critérios abaixo: a) 2% para centro de medição alimentado diretamente por um ramal de baixa tensão.

08 1. (D) Reatância indutiva.14 3.41 4.19 0.39 0.73 0.12 0.48 0.037 0.5 2.12 0.11 0.15 0.16 8.87 0.094 0. EPR e XLPE em Condutos Fechados (Valores em Ω/km) Seção (mm²) 1.23 0.47 0.028 0.060 0.094 0.097 0.022 0.63 0.83 1. .052 0.047 0.037 0.096 0.52 0. (B)Válido para condutores isolados. (C) Resistência elétrica em corrente alternada (60Hz) a temperatura de 20° C.11 0.088 (B) (A) Resistência elétrica em corrente contínua calculada a 70 ºC no condutor.13 2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 86 Resistência Elétrica e Reatância Indutiva de Fios e Cabos Isolados em PVC.12 0.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 630 800 1000 Rcc (A) 12.52 0.15 0.15 0.089 0.87 0.10 0.12 0.018 Condutos não-magnéticos Circuitos FN / FF / 3F (C) (D) Rca XL 14.10 0.15 5.1 7.063 0.19 0.078 0.099 0.10 0.38 0.27 0.19 0.61 3.075 0.13 1. cabos unipolares e multipolares instalados em condutos fechados não magnéticos.033 0.043 0.32 0.69 0.098 0.095 0.093 0.10 0.

quadrada.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 87 ANEXO Y. . bem como a fornecer o resultado dos mesmos. de forma que impeça sua remoção no transporte ou manuseio do mesmo. retangular ou duplo T.Nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico. Dimensões Os postes devem ser construídos obedecendo às dimensões mínimas indicadas na tabela Y1. os postes devem ser conforme figura30A e dimensionados conforme tabela Y1. O fabricante deverá fornecer o poste. Resistência nominal Os postes devem apresentar uma resistência nominal para um esforço aplicado continuamente a 200mm do topo. ficando a distribuidora obrigada a marcar a data e o local para a realização dos ensaios. destinada aos ensaios de rotina. DISPOSIÇÕES GERAIS Tipos de postes De acordo com o tipo de atendimento e o padrão de entrada. devem ser de PVC rígido rosqueável. pela rede de distribuição aérea da distribuidora. NORMA COMPLEMENTAR Na aplicação desta norma é necessário consultar: NBR 8451 – Poste de Concreto Armado para Redes de Distribuição de Energia Elétrica – Especificação.Comprimento nominal (m). de forma visível e indelével no concreto antes da cura total. . Podem ser aceitos postes com dimensões diferentes das estabelecidas neste regulamento. Marca para engastamento Os postes devem possuir um traço de referência gravado em baixo relevo com profundidade de 2 a 5mm. Ensaios A distribuidora.Data de fabricação. atendidas em tensão secundária. Seção Os postes podem ser de seção circular. . . conforme tabela Y1. quando embutidos no próprio poste. com os seguintes dados: . Identificação Os postes devem ser identificados em baixo relevo ou através de placa não ferruginosas (ANEXO YA).Resistência nominal (daN). tirada de sua produção normal. a título de verificação. A fixação da placa no poste deve ser feita pelo fabricante no local indicado nafigura 30A. poderá solicitar ao fabricante amostra de poste. seção conforme tabela Y1. em uma das faces como mostra a figura 30A.Poste de Concreto Armado Padronização OBJETIVO Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a construção de poste de concreto armado para a utilização em entradas de serviço de consumidores. desde que previamente aprovados pela distribuidora. Eletrodutos e Curvas Os eletrodutos e curvas.

mês e ano) de fabricação dos postes. Espaço 2:para colocação dos números representativos da data (dia. circular e duplo T Comprimento Nominal Eletroduto Embutido (PVC) Ø Nominal (mm) 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 TABELA Y .30 245 140 212 100 7. Espaço 3:para colocação do número representativo do comprimento do poste (5.0 mm Seção Circular Seção Quadrada Base Topo Base Topo 215 140 180 100 mm/m 1.5).10 6.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 88 Poste de concreto armado Seção quadrada. 4mm de altura por 3mm de largura. 7 e 7. 200 daN).20 230 140 195 100 15 16 7.0 1.35 282.1 Engastamento daN Nominal Ruptura 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 m 5. 2 Dimensões em milímetros. Furo para Ancoragem (quantidade) 1 1 1 1 2 3 4 4 2 3 4 4 2 3 4 4 Resistência Dimensões Conicidade . 6. gravados de forma legível e indelével. Espaço 4: para colocação do número representativo da resistência nominal do poste (80. Notas: 1 As letras e/ou número devem ter no mínimo.5 140 220 100 ANEXO YA Placa de identificação 1 NOME OU MARCA CREA: DATA DE F A B R IC A Ç Ã O C O M P R IM E N T O N O M IN A L (m ) R E S IS T Ê N C IA N O M IN A L (d a N ) 2 3 4 (m ín ) Espaço 1: para colocação do nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico. 100.5 1. 150.0 1.

4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. desde que mantidas as características e condições previstas na tabela 2. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). 8 Em centros de medição não é permitido a utilização simultânea de CPs e CPOMs. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição modelo CPOM devem ser transparentes. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 7 As características de montagem constam nas figuras deste anexo.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 89 ANEXO Z– Agrupamentos Tabela 1 – Combinações Disponibilizadas Nº Comb. 2 As CPs e CED podem ser substituídas por caixas de policarbonato modulada. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas distribuidoras. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Tipo 2 MONOF 3 MONOF 4 MONOF 5 MONOF 5 MONOF 6 MONOF 7 MONOF 8 MONOF 8 MONOF 2 BIF 3 BIF 3 BIF 4 BIF 4 BIF 5 BIF 5 BIF 2 TRIF 3 TRIF 3 TRIF 4 TRIF 5 TRIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 TRIF 3 MONOF + 3 TRIF Entrada esquerda direita esquerda direita esquerda direita esquerda direita direita esquerda direita esquerda FIGURAS CP Moduladas FIGURA A FIGURA A1 FIGURA B FIGURA B1 FIGURA B FIGURA C1 FIGURA C FIGURA C1 FIGURA D FIGURA D1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA F FIGURA F1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 Notas: 1 Estas figuras podem ser utilizadas para maiores combinações. . 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.

eletroduto de no mínimo Ø50mm.PVC 4#10mm² .PVC 380/220 V Tripolar 50A .2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 90 ANEXO Z Tabela 2 – LEGENDA Classe de Tensão Disjuntor Geral Ramal de Ligação A B C D E Ramal de Entrada F 220/127 V Tripolar 70A .750V /Ø 20mm .750V /Ø 32 – PVC PARA RAMAL DE ENTRADA COM TRECHO SUBTERRÂNEO VIDE NOTA I 2#10mm² .PVC 2#6mm² .AL Q .750V / Ø 32mm .10kA Q .10kA Q .750V /Ø 25mm – PVC 4#10mm² .PVC 4#10mm² .750V /Ø 20mm . deve ser empregado condutor isolado para 1kV.10mm² .750V /Ø 40mm .AL 4#25mm² .COBRE 4 x (12 x 2) mm .750V para ramal de entrada até 16mm² 1#16mm² . total ou parcialmente subterrâneo.750V /Ø 20mm – PVC J K L M N O P Q R 3#10mm² .750V / Ø 25mm – PVC 1#10mm² . ao invés de 750V.10mm² .3 “a”. .750V / Ø 20mm – PVC 1#10mm² . conforme item 8.AL 4#10mm² .COBRE Circuito de Distribuição Circuito Alimentador Aterramento Condutor de Proteção Barra para o Condutor de Proteção Barramento Principal (CED) Nota: Ramal de entrada.AL T .16mm² .10mm² .750V /Ø 32mm – PVC H 3#10mm² .750V /Ø 25mm – PVC 8#10mm² .750V para ramal de entrada de 25mm² (usar mesmo eletroduto do aterramento) 1 x (12 x 2) mm .750V /Ø 32mm – PVC 2#10mm² .

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 91 ANEXO Z – FIGURA A AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS TAMANHO 4 CE Ramal de ligação D Ramal de entrada H Saída M CP-1 Nº CP-1 M 40 5 I+P 5 1 P 10 Q 60 Condutor de proteção P Aterramento O Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. 3. etc. fita isolante colorida etc. Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. na sequência lógica. através de anilhas. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por fase. 3 Medidas em centímetros. 2.. . As demais devem conter a numeração 1..

5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. As demais devem conter a numeração 1. 2. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Ramal de ligação Ramal de entrada Condutor de proteção Aterramento Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. . utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. conforme figura. anilhas e/ou fita identificação colorida.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 92 ANEXO Z – Figura A1 AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. etc. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. na sequência lógica. 7 Medidas em centímetros. 3. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes.

fita isolante colorida.. 3. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 2.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 93 ANEXO Z – Figura B AGRUPAMENTO DE 4 MEDIDORES MONOFÁSICOS Ramal de ligação C Ramal de entrada F TAMANHO 5 CE saída CP-1 Nº M I CP-1 1 M J CP-1 2 10 28 M I+P CP-1 3 5 M P 10 Q Condutor de proteção P Aterramento O 60 Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. 80 .. etc. Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. anilhas. etc. As demais devem conter a numeração 1. na sequência lógica. 3 Medidas em centímetros.

geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. 2. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 94 ANEXO Z – Figura B1 AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. na sequência lógica. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. fita isolante colorida. 3. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. conforme figura. 7 Medidas em centímetros.. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. anilhas. Ramal de ligação Ramal de entrada Ponto para conexão do condutor de proteção Disj. etc. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. etc. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). . As demais devem conter a numeração 1.

2. 3 Medidas em centímetros. etc. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. As demais devem conter a numeração 1. etc. na poste particular sequência lógica. . fita isolante colorida. geral A DPS P K J 1 I 2 M CP-1 CP-1 M 3 J I 4 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2.1 disj. 3.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 95 ANEXO Z – Figura C AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº CED . anilhas..

Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. etc. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes.. 7 Medidas em centímetros. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. . anilhas. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. 3. geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. 2. fita isolante colorida. As demais devem conter a numeração 1. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. etc.. na sequência lógica.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 96 ANEXO Z – Figura C1 AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. conforme figura.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

97

ANEXO Z – Figura D AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA
Ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica. Ramal de entrada E

Poste particular Barra de proteção Q

M CP-1 CP-1

M CP-1

M


I

1
J

2
K CED - 1

P

Disj. geral A M CP-1 CP-1 M DPS

3
I

4
J Condutor de proteção P Aterramento O

PISO

Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas, fita isolante colorida, etc. 3 Medidas em centímetros.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

98

ANEXO Z – Figura D1
AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor.

Ramal de ligação Ramal de entrada

Disj. geral

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

condutor de proteção aterramento

Furação de passagem dos cabos para o consumidor

Vista Superior
Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas, fita isolante colorida, etc. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. 7 Medidas em centímetros.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

99

ANEXO Z – Figura E
AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA

poste particular ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica. CP-1

M CP-1

M CP-1

M


J K CP-1 P M

1
I M CP-1

2
M CP-1

3
K J

4
I

5

CED - 1

disj. geral A DPS J CP-1

M CP-1

M

6
I

7

condutor de proteção P aterramento O PISO

Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas, fita isolante colorida, etc. 3 Medidas em centímetros.

utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa.. 7 Medidas em centímetros. na sequência lógica. 2. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. etc. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. . geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. conforme figura. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. fita isolante colorida.. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. As demais devem conter a numeração 1. anilhas. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 100 ANEXO Z – Figura E1 AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDACOM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. etc. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 3.

. na sequência lógica. anilhas. 2. . 3 Medidas em centímetros. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3. etc. etc. fita isolante colorida.1 disj.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 101 ANEXO Z – Figura F AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. ramal de entrada E poste particular barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº I M CP-1 1 J M CP-1 2 K M CP-1 P K CED .. geral A 3 I 4 J 5 M CP-1 CP-1 M DPS 6 I 7 J condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. As demais devem conter a numeração 1.

3. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). . utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. As demais devem conter a numeração 1. 2. 7 Medidas em centímetros. condutor de proteção aterramento Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 102 ANEXO Z – Figura F1 AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor.. na sequência lógica.. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. etc. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. anilhas. conforme figura. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. etc. fita isolante colorida. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.

. 4 Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A. na tensão de 220/127V e para os tipos de fornecimentos B2. etc. As demais devem conter a numeração 1. Ramal de ligação B Ramal de entrada Ver Nota 3 Poste particular Circuito Alimentador Ver nota 6 Disjuntor ver Nota 4 CP-2 N CP-2 N Q Nº 1 P Condutor de proteção P Aterramento O Ver Nota 5 PISO Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. etc. 5 O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. 2. Para os tipos A2 e C13 o ramal de entrada deve ser4#16mm²– eletroduto Ø32mm na tensão de 380/220V. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. C14 e C15 na tensão de 380/220V. anilhas. conforme ANEXO J. 3. fita isolante colorida. 6 Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação. 3 O ramal de entrada deve ser4#25mm² – eletroduto Ø40mm.. 7 Medidas em centímetros. na sequência lógica.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 103 ANEXO Z – Figura G AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS. .

na sequência lógica. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. . conforme ANEXO J. 11 Medidas em centímetros. 9 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. conforme figura. 3 Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A. fita isolante colorida. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 4 O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. C14 e C15 na tensão de 380/220V. Ramal de ligação Ramal de entrada Ver Nota 2 Disjuntor ver Nota 3 Circuito Alimentador Ver nota 5 Condutor de proteção Aterramento Ver Nota 4 Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. 8 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. 2 O ramal de entrada deve ser 4#25mm² – eletroduto Ø 40mm. 7 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. 10 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. na tensão de 220/127V e para os tipos de fornecimentos B2. Para os tipos A2 e C13 o ramal de entrada deve ser 4#16mm² – eletroduto Ø 32mm na tensão de 380/220V. 6 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. As demais devem conter a numeração 1. 5 Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação. etc. BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS COM CAIXAS MODULASDAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. etc.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 104 ANEXO Z – Figura G1 AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS.. anilhas. 3. 2..

etc. 3 Medidas em centímetros. geral A CP-2 R DPS K 2 Condutor de proteção P Aterramento O Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. anilhas. 2.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. fita isolante colorida.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 105 ANEXO Z – Figura H AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. etc. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 N Nº P K K K 1 N CED .1 Barramento R Principal Disj. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. . 3. As demais devem conter a numeração 1.. na sequência lógica.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

106

ANEXO Z – Figura H1
AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada

Disj. geral

Condutor de proteção Aterramento

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior
Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas, fita isolante colorida, etc. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. 7 Medidas em centímetros.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

107

ANEXO Z – Figura I
AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA
D eve ser inscrito na tam pa da prim eira C P o nº do terreno. A s dem ais devem conter a num eração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica.

R am al de ligação B R am al de entrada E P oste particular

Q N N

C P-2

C P -2


P K K

1
K Barram ento P rincipal R

C P-2

N R D isj. geral A

2

K

D PS CED - 1

C ondutor de proteção P A terram ento O

P IS O

Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas, fita isolante colorida, etc. 3 Medidas em centímetros.

Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS

108

ANEXO Z – Figura I1
AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada

Disj. geral Condutor de proteção Aterramento
Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior
Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas, fita isolante colorida, etc. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. 7 Medidas em centímetros.

Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 K N CP-2 K L N Nº Barramento Principal R P CP-2 1 K 2 N CP-2 R K DPS K N 3 4 Disj. anilhas.. fita isolante colorida. 3. . podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. 2. 3 Medidas em centímetros. etc. As demais devem conter a numeração 1.1 Condutor de proteção P Aterramento O Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. na sequência lógica. etc. geral A CED .Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 109 ANEXO Z – Figura J AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.

anilhas. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2.. na sequência lógica.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 110 ANEXO Z – Figura J1 AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. 3. .. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. etc. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. 7 Medidas em centímetros. As demais devem conter a numeração 1. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. fita isolante colorida. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. 2. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). etc. conforme figura.

etc. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. 3 Medidas em centímetros. . fita isolante colorida.1 Condutor de proteção P Aterramento O Notas: 1 Legenda conforme TABELA2. Poste particular N CP-2 CP-2 N CP-2 N Nº Barramento Principal R Barra de proteção Q CP-1 K P 1 L K 2 M CP-1 I M R J DPS I M CP-1 3 4 5 Disj. etc.. As demais devem conter a numeração 1. anilhas. na sequência lógica. Geral A CED .. 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 111 ANEXO Z – Figura K AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.

3. . geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. anilhas. 2. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 112 ANEXO Z – Figura K1 AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Ramal de ligação Ramal de entrada Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Disj. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. etc. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. As demais devem conter a numeração 1. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. etc. conforme figura. 7 Medidas em centímetros. Condutor de proteção Aterramento Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. na sequência lógica. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. fita isolante colorida. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade.

na sequência lógica. 2. etc..1 Barra de proteção Q M CP-1 R P K L 1 K 2 M CP-1 CP-1 M 3 I DPS J 4 I 5 Disj. anilhas. .. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3 Medidas em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 113 ANEXO Z – Figura L AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. geral A condutor de proteção P aterramento O Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. 3. etc. fita isolante colorida. 2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade. As demais devem conter a numeração 1. Poste particular N CP-2 CP-2 N CP-2 N Nº Barramento Principal R CED .

2 Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificado por unidade.. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. 3 As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). na sequência lógica. etc. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 7 Medidas em centímetros. 4 A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem deve ser liberado pelas distribuidoras. 3. etc. 6 Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 Legenda conforme TABELA 2. anilhas. 5 O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. . 2. conforme figura. As demais devem conter a numeração 1. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. fita isolante colorida.Regulamento de Instalações Consumidoras – ANEXOS 114 ANEXO Z – Figura L1 AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj.

FIGURAS .

R A M A L D E L IG A Ç Ã O AC BC BCD CDE E N T R A D A D E S E R V IÇ O RAM AL DE ENTRADA .C IR C U IT O A L IM E N T A D O R Subterrânea em via pública e condomínio rede secundária de distribuição A ponto de entrega condutor do ramal de entrada subterrâneo eletroduto de proteção medição via pública (pista de rolamento) eletroduto do ramal de entrada B curva de raio longo caixa de passagem do ramal de entrada duto do ramal de entrada AB .RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO .Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 116 FIGURA 1 – COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO Aérea r a m a l d e lig a ç ã o AÉREA p o n to d e e n tre g a c o n d u to r d o c ir c u it o a lim e n ta d o r r e d e s e c u n d á r ia d e d is t r ib u iç ã o c o n d u to r d o r a m a l d e e n tr a d a e le t r o d u t o d o ra m a l d e e n tra d a p o s te p a r t ic u la r m e d iç ã o e le t r o d u t o d e a te r r a m e n t o h a s te d e a te rra m e n to e le tr o d u t o d o c ir c u it o a lim e n t a d o r A B .RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Subterrânea em via interna de condomínio ponto de entrega rede secundária de distribuição condutor do ramal de entrada subterrâneo eletroduto de proteção medição via interna (área privada) eletroduto do ramal de entrada duto do ramal de entrada curva de raio longo caixa de passagem do ramal de entrada AB .E N T R A D A D E E N E R G IA .

50m) poste particular muro 117 .50m) entrada de veículos (mín. 5.50m) circulação de pedestres (mín.50m) circulação de pedestres (mín. 4. 3. 3.50m) poste da rede pista de rolamento pista de rolamento passeio poste da rede poste particular ramal de ligação trânsito de veículos (mín.50m) circulação de pedestres (mín.50m) passeio FIGURA 2 – ALTURAS MÍNIMAS DO RAMAL DE LIGAÇÃO AO SOLO passeio trânsito de veículos (mín. 4.50m) entrada de veículos (mín. 3. 5. 3. 4.50m) circulação de pedestres (mín.entrada de veículos (mín. 4.50m) Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS passeio entrada de veículos (mín.

sem ligação existente. a) medição na parede voltada para rua. a) permanece a medição existente e as demais em agupamento no poste. muro ou mureta. 3) O prédio está até 0. a) medição no poste. a) medição no poste. 6) Muro no alinhamento ocupando toda a frente do terreno. Não tendo altura suficiente usar pontalete. alinhamento da rua 9) Mais de um prédio no mesmo lote.5m do alinhamento da rua. a) medição na parede frontal do prédio. observado-se a disposição do ramal de entrada conforme figura 4. 4) O prédio está a mais de 0. a) medição embutida no muro voltado para rua. com uma ligação existente.5m do alinhamento da rua porém a mais de 30m do poste da rede. muro ou mureta localizado em área comum. muro ou mureta. 2) O prédio não tem altura suficiente e está no alinhamento da rua. muro ou mureta.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 118 FIGURA 3 – DISPOSIÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO 1) O prédio tem altura suficiente e está até 0. muro ou mureta localizado em área comum.5m do alinhamento da rua. b) medição na parede frontal. acessos independentes. b) se o limite do terreno estiver a mais de 30m consultar a concessionária. estando até 0. muro ou mureta. 7) Prédio tipo sobrado com 2 unidades consumidoras. b) medição na parede lateral com uso de pontalete. Não tendo altura suficiente utilizar poste ou pontalete no muro. ocupando toda a frente do terreno. medição no poste. Nota: As disposições acima também se aplicam para entradas subterrâneas. 8) Mais de um prédio no mesmo lote. (agrupamentos) 5) O prédio está até 0. a) medição no poste. com acesso independente dos demais. a) medição em agrupamentos em poste.5m do alinhamento da rua. com acesso lateral e portão recuado. a) se o limite do terreno estiver até 30m do ultimo poste da rede. .5m do alinhamento da rua.

2% máx. 30m caixa de passagem caixa de passagem rede secundaria de distribuição alinhamento da rua Nota: Para a utilização de ramal subterrâneo em travessia de via pública (pista de rolamento) deve ser consultada a distribuidora local.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 119 FIGURA 4 – DISPOSIÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO calçada Pista de Rolamento calçada alinhamento da rua Queda de tensão: máx. .

1000mm alinhamento da rua medição mín. a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica. deve ser provida de compartimento edificado. 100cm grade ou muro poste medição alinhamento da rua alinhamento da rua poste SEM DELIMITAÇÃO FÍSICA COMPARTILHAMENTO ABERTO grade ou muro poste muro ou mureta medição mín.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 120 FIGURA 5 (A) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA (VISTA SUPERIOR) MEDIÇÃO FRONTAL MEDIÇÃO COM COMPARTILHAMENTO EDIFICADO MURO OU MURETA COMPARTILHAMENTO ABERTO grade ou muro portão muro ou mureta mín. 100cm alinhamento da rua grade com chave padrão mín. . 100cm poste grade ou muro alinhamento da rua acesso com chave padrão Nota: Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. 1000mm poste grade ou muro alinhamento da rua COM DELIMITAÇÃO FÍSICA COMPARTILHAMENTO FECHADO grade ou muro grade ou muro poste medição grade muro ou mureta medição mín. 80cm medição grade ou muro mín.

. CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL PORTÃO RECUADO PORTÃO DA EDIFICAÇÃO CAVIDADE DE INSPEÇÃO ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL CAVIDADE DE INSPEÇÃO MURO FRONTAL ALINHAMENTO DA RUA CAIXA DE MEDIÇÃO NO POSTE FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO ABERTO CAVIDADE DE INSPEÇÃO ALINHAMENTO DA RUA CAVIDADE DE INSPEÇÃO ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO POSTE FRONTAL COMPARTIMENTO FECHADO CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO FECHADO CAVIDADE DE INSPEÇÃO ALINHAMENTO DA RUA ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL CAVIDADE DE INSPEÇÃO Notas: 1 A altura do compartimento da medição deve estar de acordo com a limitação física frontal. observadas as posturas municipais.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 121 FIGURA 5 (B) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão. 2 Para fixação da caixa de medição em muro frontal ver figura 9B.

5mm. . 5 Medidas em centímetros.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. exceção feita para caixas CPO em uso externo. 3 Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. VISTA LATERAL eletroduto de aço ou PVC rígido preto caixa para medidor 50 máx. 4 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. eletroduto de PVC rígido preto condutores de cobre isolado 160±15 cavidade de inspeção ver figua 38 haste de aterramento DETALHE DE ATERRAMENTO Mín. a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica. 2 O isolador para a ancoragem do circuito alimentador deve ser fixado a 30cm abaixo do último isolador do ramal de ligação.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 122 FIGURA 6 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM POSTE PARTICULAR ramal de ligação multiplex braçadeira ou parafuso passante 30 condutor singelo 10 10 circuito alimentador N 30 F1 02 curvas 90° ou 01 curva 180º (quando de aço colocar bucha) F2 F3 braçadeira ou parafuso passante poste particular fita metálica. deve ser provida de compartimento edificado. braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de cobre 2. quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º.

20x20x20 condutor proteção saída condutor de aterramento haste de aterramento DETALHE ENGASTAMENTO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 máx. 4 Medidas em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 123 FIGURA 7 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO MONOFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tampa entrada passagem 10 isolador de 2 leitos 15 20±5 neutro condutor de proteção fase 10 DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. 3 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. Furo Ø 15mm p/ fio terra e condutor de proteção Notas: 1 O eletrodo de aterramento deve ser instalado fora da base concretada. deve ser provida de compartimento edificado. 2 Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada. 160±15 . a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica.

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 124 FIGURA 7 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO POLIFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tam pa entrada passagem 10 15 neutro 20±5 condutor de p roteção fase isolador de 2 leitos 20±5 fase saída 10 20±5 D E TAL H E ATE R R AM EN TO cavidade inspeção M ín. 4 Medidas em centímetros. 3 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. 5 .20x20x20 condutor proteção condutor de aterram ento haste de aterram ento D ET ALH E EN G ASTAM EN TO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 m áx. 2 Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada. deve ser provida de compartimento edificado. 160±15 Furo Ø 15m m p / fio terra e condutor de proteção Notas: 1 O eletrodo de aterramento deve ser instalado fora da base concretada. a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica.

exceção feita para caixas CPO em uso externo. 2 Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 125 FIGURA 8 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA LATERAL COM POSTE COMPARTILHADO VISTA SUPERIOR COMPARTIMENTO FECHADO COMPARTIMENTO ABERTO mín. 4 Medidas em centímetros. 3 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. 100 medição mín. deve ser provida de compartimento edificado. 80 portão medição mín. a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica.20x20x20 condutor proteção poste particular compartilhado condutor de aterramento haste de aterramento Notas: 1 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. 160±15 . 100 grade ou muro grade ou muro acesso com chave padrão poste alinhamento da rua VISTA FRONTAL ramal de ligação multiplex DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. 100 muro ou mureta mín.

20x20x20 condutor proteção poste particular compartilhado condutor de aterramento haste de aterramento Notas: 1 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. 160±15 . 2 Medidas em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 126 FIGURA 8 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL COM POSTE COMPARTILHADO VISTA SUPERIOR muro ou mureta medição grade ou muro alinhamento da rua poste VISTA FRONTAL ramal de ligação multiplex DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.

3 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. deve ser provida de compartimento edificado.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 127 FIGURA 8 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA COM POSTE COMPARTILHADO Notas: 1 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica. . 4 Medidas em centímetros. 2 Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.

2 Utilizar. em uso externo.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 128 FIGURA 8 (D) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA COM POSTE COMPARTILHADO Notas: 1 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. deve ser provida de compartimento edificado. a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica. duas curvas de 180º ou quatro de 90º. 3 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. 4 Medidas em centímetros .

. lajota ou material equivalente. caixa para medidor saída subterrânea ou embutida 160±15 mureta 50 máx. 4 Medida em centímetros. pingadeira poste particular curva 90° quando de aço colocar bucha eletroduto de PVC rígido ou aço zincado a quente 30 Deve ser construida de concreto.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 129 FIGURA 9 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA braçadeira ou parafuso passante ramal de ligação multiplex ramal de ligação condutor singelo 30 10 10mín. 3 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. telha.5mm. a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via publica. fita metálica. 2 Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.20x20x20 condutor proteção eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. deve ser provida de compartimento edificado. condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2.

Recomenda-se o uso de grade. 2 Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 130 FIGURA 9 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL braçadeira ou parafuso passante 30 10 ramal de ligação multiplex 2.5mm. condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. eletroduto de PVC rígido ou aço zincado a quente caixa para medidor mureta saída subterrânea ou embutida eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 160±15 Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta. 4 Medidas em centímetros. 3 A medição frontal pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm. . braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2.5 à 5 poste particular curva 90° quando de aço colocar bucha fita metálica.

3 Na medição frontal. pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm. Recomenda-se o uso de grade. 4 Medidas em centímetros. . observadas as posturas municipais. Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta. Notas: 1 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 131 FIGURA 9 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão. 2 Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.

3 Esta alternativa pode ser utilizada para qualquer tipo de fornecimento.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 132 FIGURA 9 (D) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO FRONTAL INSTALADA EM GRADE Deve ser observado uma distância mínima de 10 cm entre as laterais . concreto armado e madeira. quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. 2 Para a utilização de abertura na grade (tipo “janela”) para acesso a medição. Notas: 1 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. com qualquer modelo de caixa de medição externa ou de policarbonato lacrável e em postes de aço. 6 Medidas em centímetros. parte superior e inferior da CM em relação a armação da abertura (janela). . 4 Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. 5 Na medição frontal instalada em grade deve ser observada uma distância máxima de 5 cm entre a CM e o alinhamento (grade). exceção feita para caixas CPO em uso externo. deve-se observar código de postura municipal. Quando da utilização de cadeado (na grade) este deve ser cadeado padrão.

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 133 FIGURA 10 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE FRONTAL CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço 30 curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto 160±15 eletroduto de PVC rígido DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. 2 Medidas em centímetros.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. .

a medição lateral em lote sem delimitação física entre a área privada com a via pública.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 134 FIGURA 11 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE LATERAL. 3 Medidas em centímetros. 50 mín. CASA NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço Vista Superior curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor 160±15 eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 Poste da rede Portão passeio via pública máx. 30 Caixa de medição eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. deve ser provida de compartimento edificado.20x20x20 condutor proteção condutores de cobre isolado condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. 2 Nas áreas de distribuição da AES Sul e RGE. .

60 mín.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 135 FIGURA 12 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA NA PAREDE COM PONTALETE.20x20x20 condutor proteção eletroduto de PVC rígido condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 Para a utilização de pontalete consultar a distribuidora local. 20 20 mín 30 fixação junto ao madeiramento DETALHE PONTALETE isolador castanha 60x40mm eletroduto de aço zincado caixa para medidor 160±15 mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. PRÉDIO NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO curva 90° de aço zincado com bucha ou PVC rígido 120 máx. 3 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². . 30 máx. 5 Medidas em centímetros. 4 Poderá ser mantido o pontalete de 20mm. somente em caso de reforma da instalação consumidora e que esteja do mesmo lado da rede da distribuidora. 2 A disposição do isolador castanha deve ser de acordo com o detalhe acima e figura 14.

3 O eletroduto do condutor de aterramento e proteção deve possuir no mínimo dois pontos de fixação junto ao poste 4 Medidas em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 136 FIGURA 13 (A) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA DISTRIBUIDORA Neutro Fase A Fase B Fase C Consumidor Caixa de Medição DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. 2 Tolerância 210 ± 5cm.20x20x20 condutor proteção VISTA FRONTAL condutor de aterramento haste de aterramento 210 Ver nota 3 Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 Eletrodutos devem ser por baixo da caixa de medição. .

3 O eletroduto do condutor de aterramento e proteção deve possuir no mínimo dois pontos de fixação junto ao poste 4 Medidas em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 137 FIGURA 13 (B) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA DISTRIBUIDORA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC VISTA FRONTAL DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção Caixa de Medição condutor de aterramento haste de aterramento 210 Ver nota 3 Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 Eletrodutos devem ser por baixo da caixa de medição. 2 Tolerância 210 ± 5cm. .

2 Tolerância 210 ± 5cm.20x20x20 condutor proteção Caixa de Medição e Disjuntor com DR Caixa com Tomada de espera de 3 pinos condutor de aterramento haste de aterramento 210 Ver nota 3 Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 Eletrodutos devem ser por baixo da caixa de medição. 3 O eletroduto do condutor de aterramento e proteção deve possuir no mínimo dois pontos de fixação junto ao poste 4 Medidas em centímetros. .Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 138 FIGURA 13 (C) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA DISTRIBUIDORA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC VISTA FRONTAL DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.

2 Medidas em centímetro. 20 F2 F3 20 mín. 20 N 20 30 N 20 N F1 20 20 mín. 20 F1 F1 F2 mín.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 139 FIGURA 14 – DISPOSIÇÕES DOS ISOLADORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE 3 condutores 2 condutores Multiplexado F1 30 4 condutores N 20 N 20 F1 F2 20 20 N 20 F1 F2 30 30 F1 F3 30 20 PAREDE 20 20 20 20 20 F1 30 N F1 2 condutores N 20 N F1 F2 3 condutores N 20 N F1 20 20 N F1 F2 F3 4 condutores 20 20 20 F1 F1 F2 Multiplexado F2 F3 PONTALETE Multiplexado 2 condutores 3 condutores 4 condutores 30 30 F1 mín. 20 LEGENDA Curva Isolador Notas: 1 Para a ancoragem do ramal de ligação em poste. 20 30 . deve ser observado um afastamento de 10 cm entre o topo e o primeiro isolador.

2 O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado. do solo.70m.Nota 1 570cm medição eletroduto do ramal de entrada de aço ou PVC 30cm mín. . com altura mínima de 5. fixado na extremidade superior do mesmo.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 140 FIGURA 15 (A) – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO rede secundária de distribuição AB-RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO A terminal para cabo multipolar (copo de bloqueio) ponto de entrega condutor do ramal de entrada subterrâneo nª do prédio bucha fita metálica ou braçadeira eletroduto aço carbono galvanizado a fogo fixar em 3 pontos ver . mediante a utilização de material não corrosivo. via pública (pista de rolamento) B via pública (calçada) curva de raio longo mínimo 1 volta de cabo brita caixa de passagem do ramal de entrada mínimo 50x50x60 declíve mínimo 2% duto de entrada DETALHE CAIXA DE PASSAGEM 30cm aterramento do eletroduto de aço carbono galvanizado a fogo caixa de passagem curva de raio longo em PVC DETALHE ATERRAMENTO DO ELETRODUTO Eletroduto Notas: 1 O eletroduto junto ao poste deve ser de diâmetro nominal de no mínimo 50mm.

270 cm B fita de identificação conforme item 8. mediante a utilização de material não corrosivo.70m.c) 5 5 Envelopamento de concreto para eletroduto de PVC ou duto corrugado. 3 Medidas em centímetros.3-c 5 DETALHE CAIXA DE PASSAGEM 30cm aterramento do eletroduto de aço carbono galvanizado a fogo caixa de passagem curva de raio longo em PVC DETALHE ATERRAMENTO DO ELETRODUTO Eletroduto Notas: 1 O eletroduto junto ao poste deve ser de diâmetro nominal de no mínimo 50mm. medição eletroduto do ramal de entrada de aço ou PVC 30cm mín.2.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 141 FIGURA 15 (B) – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEOSOMENTE SOB VIA INTERNA DE CONDOMINIO rede secundária de distribuição A ponto de entrega AB-RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO bucha aterramento do eletroduto n° do prédio condutor do ramal de entrada subterrâneo terminal para cabo multipolar (copo de bloqueio) fita metálica ou braçadeira eletroduto aço carbono galvanizado a fogo fixar em 3 pontos ver nota 1 60cm mín.3 . fixado na extremidade superior do mesmo.3. Ver 8.2.2. com altura mínima de 5.Nota 2 pista de rolamento passeio mínimo 1 volta de cabo brita curva de raio longo areia caixa de passagem do ramal de entrada mínimo 50x50x60 5cm mínimo brita caixa de passagem do ramal de entrada declíve mínimo 2 % duto de entrada duto subterrâneo (ver item 8. do solo. 2 O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado. 5 .

50 50 .Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 142 FIGURA 16 – AFASTAMENTO MÍNIMO PARA ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO 120 50 120 120 120 50 120 Notas: 1 A ancoragem do ramal de ligação na fachada. 2 Medida em centímetros. se atender as alturas mínimas dos condutores ao solo. só é permitida fora da área delimitada.

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 143 FIGURA 17 – ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE COM FURAÇÃO POSTE SEM FURAÇÃO cinta armação com um estribo haste cinta armação com dois estribos isolador roldana 76x80mm parafuso passante Ø 16mm usado também em parede PAREDE DE ALVENARIA OU MADEIRA PONTALETE isolador castanha 60x40mm Ver nota chumbador ou parafuso passante mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG Notas: 1 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador no pontalete deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². 2 Em parede de madeira usar parafuso passante para fixação da armação secundária. 3 Os isoladores devem ser confeccionados conforme NBR 6248 e NBR 6249. .

. Dispensável em caixas de fibra.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 144 FIGURA 18 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE AÇO parafuso cabeça abaulada Ø 6m m Ø 16m m Ø 6m m cinta suporte braçadeira suporte POSTE DE M ADEIRA (com furação) PO STE DE M ADEIRA O U CONCRETO (com furação) travessa de m adeira 4x5cm Ø 6m m afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm). Ø 6mm suporte Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deve obedecer à especificação do fabricante.

.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 145 FIGURA 19 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm Ø 6mm travessa metálica suporte parafuso passante Ø 16mm Ø 6mm suporte PAREDE DE MADEIRA PAREDE DE ALVENARIA (com eletrodutos embutidos) afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm) suporte FIXAÇÃO PAREDE MADEIRA PARAF. DE Ø 6mm ROSCA SOBERBA PASSANTE ALVENARIA PASSANTE OU COM BUCHA Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deve obedecer à especificação do fabricante.

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 146 FIGURA 20 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES PAREDE ALVENARIA ALVENARIA parafuso passante Ø 16mm ou chumbador afastador (isolador roldana 76x80mm) parafuso passante de Ø 16mm (com eletroduto embutido) parafuso passante Ø 6mm ou com bucha parafuso passante Ø 6mm suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 POSTE parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm braçadeira ou cinta parafuso passante Ø 6mm afastador (isolador roldana 76x80mm) suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 .

parafuso passante Ø16mm POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm suporte parafuso passante Ø 16mm Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deve obedecer à especificação do fabricante. . Dispensável em caixas de fibra.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 147 FIGURA 21 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) parafuso cabeça abaulada Ø16mm Ø 6mm cinta suporte POSTE DE MADEIRA (com furação) parafuso passante Ø6mm travessa de madeira 4x5cm afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm).

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 148 FIGURA 22 – DISPOSIÇÃO DOS ELETRODUTOS INSTALAÇÃO EM POSTE OU PAREDE ( Caixa externa ) saída saída entrada aterramento aterramento OBS. . MURO OU MURETA ( Caixa interna ) saída saída DETALHE arruela bucha ver detalhe eletroduto entrada aterramento entrada entrada aterramento Notas: 1 Os orifícios não utilizados devem ser vedados.: A entrada sempre será por trás. por trás ou pela lateral. 3 A entrada pode ser por baixo. INSTALAÇÃO EM PAREDE. quando embutida. quando ao tempo. 4 A entrada e saída da caixa modelo CPO. devem ser vedadas com massa de calafetar. quando for ramal de entrada subterrâneo. quando instalada ao tempo deve ser por baixo ou. 2 As junções entre os eletrodutos e as caixas.

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 149 FIGURA 23 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES MONOFÁSICOS Notas: 1 A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas internas (CI) deve ser de acordo com a figura 22. 2 Medidas em centímetros. .

3 A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas externas (CE) deve ser de acordo com a figura 22.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 150 FIGURA 24 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES POLIFÁSICOS Notas: 1 As caixas externas (CE) tamanho 7. 2 A conexão do condutor de aterramento com o neutro de saída da medição deve ser realizada por meio de conector tipo parafuso fendido de cobre ou cobreado e devidamente isolado. 4 Para a conexão do condutor de proteção pode ser utilizado um barramento. 5 Medidas em centímetros. devem ser fixadas conforme figura 20. .

3 Numerar a CP de serviço com o número da edificação.4. 5 Medidas em centímetros. 2 Instrução para a montagem da CED conforme item 9.1.5. conforme item 9.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 151 FIGURA 25 – MODELO DE CAIXA PARA UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 Aspectos construtivos. . 4 O circuito de emergência deve ser independente.

. conforme item 9. 3 Numerar a CP de serviço com o número da edificação.1.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 152 FIGURA 26 – MODELO DE CAIXASCOM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 Aspectos construtivos.5. 2 Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9.4. 4 O circuito de emergência deve ser independente. 5 Medidas em centímetros.

2. 5 Para a medição do serviço. observar item 9. 3 Numerar a CP de serviço com o número Da edificação.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 153 FIGURA 27 – MODELO DE CAIXA PARACENTRO DE MEDIÇÃO OCUPANDO DUAS PAREDES Notas: 1 Aspectos construtivos.5. 4 O circuito de emergência deve ser independente.3 “a”. 6 Medidas em centímetros. 2 Instrução para a montagem da CED conforme item 9.1. .4. conforme item 9.

m A 120 mínimo prédio a ser ligado PLANTA DE SITUAÇÃO prédio nº LOCALIZAÇÃO DO PAINEL Notas: 1 Aspectos construtivos. 4 O circuito de emergência deve ser independente.2.mm rede da concessionária Rua "C" Rua "B" B C dispositivo para desligamento à distância Rua "A" ..1. 5 Para a medição do serviço. 3 Numerar a CP de serviço com o número da edificação..3 “a”.mm eletroduto Ø.4.5..nº circuito de distribuição 240 mínimo CED 5 60 60 CD DPS 40 40 40 140 40 20 20 40 120 40 20 20 40 40 90 330 40 40 40 condutor de entrada. 5 5 . 2 Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9.. 6 Medidas em centímetros.mm 2 2 condutor de aterramento. conforme item 9..Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 154 FIGURA 28 – MODELO DE CAIXA PARA CENTRO DE MEDIÇÃO OCUPANDO TRES PAREDES barra para derivação dos condutores de proteção individuais de cada unidade consumidora C B A 10 60 CP-2 Emergência CP-2 Serviço CP-2 AP. observar item 9...mm eletroduto Ø....

2 pintura em vermelho distribuição disjuntor geral entrada CED DIAGRAMAS UNIFILARES COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED COM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA 1 2 3 DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED .Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 155 FIGURA 29 – SISTEMA DE EMERGÊNCIA iluminação elevadores bombas letras cor branca sistema de emergência CP .

2 Especificações conforme ANEXO K.8 20 20 Ø 1.8 marca do engastamento 110/120/130/135 110/120/130/135 160±15 marca do engastamento SEÇÃO DUPLO T SEÇÃO QUADRADA SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 Os postes devem ser confeccionados conforme ANEXO Y.8 Ø 1.8 500/600/700/750 160±15 13 Ø 1. 3 Dimensões em centímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 156 FIGURA 30 (A) – POSTE PARTICULAR DE CONCRETO ARMADO 10 variável conforme tipo do ramal de ligação 20 10 20 20 20 20 Ø 1.8 marca do engastamento 110/120/130/135 500/600/700/750 15 identificação 500/600/700/750 23 13 160±15 Ø 1. 23 20 20 10 .8 identificação identificação 15 Ø 1.

Diâmetro do topo.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 157 FIGURA 30 (B) – POSTE PARTICULAR DE MADEIRA três voltas de arame de aço 14 BWG 20 10 20 10 20 20 Ø 1. 4 Dimensões em centímetros. 2 Especificações conforme ANEXO K.8 Identificação Ø 1. 3 Identificação: . .8 500/600/700 500/600/700 Identificação Ø 1.8 20 20 Ø 1.Comprimento nominal. 110/120/130 160±15 13 23 . .Data da fabricação. .8 23 13 160±15 SEÇÃO CIRCULAR SEÇÃO QUADRADA Notas: 1 Postes de madeira devem ser de eucalipto tratado ou cerne.Nome do fabricante.

. 4 Identificação: .Diâmetro do topo.Comprimento nominal. 5 Dimensões em centímetros.) Furo Ø 5mm Identificação 500/600 Furo Ø 30mm para passagem dos condutores 160±15 Marca do engastamento engastamento 110/120 Furo Ø 15mm para fio terra e condutor de proteção 90/100 SEÇÃO CIRCULAR SEÇÃO QUADRADA Notas: 1 Os postes devem atender as exigências da NBR 6591. 2 Os postes com caixa acoplada devem ser previamente liberados pela distribuidora. 5 . . 3 Especificações do poste com seção circular conforme ANEXO K.Nome do fabricante.Data da fabricação.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 158 FIGURA 30 (C) – POSTE PARTICULAR DE AÇO POSTE DE AÇO SEM CAIXA E COM CAIXA DE MEDIÇÃO ACOPLADA 500/700 260/450 (Mín. .

1:5 ESC. 1:5 DETALHE E-E .Nome do fabricante. o ramal de entrada deve ser com cabo multipolar isolado para 0. . Diâmetro do topo. DETALHE B-B D D DETALHE A-A E E CAIXA SUBTERRÂNEA 180X160 Ø34 AES-CEEE-RGE DETALHE A-A DETALHE B-B DETALHE D-D ESC.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 159 FIGURA 30 (D) – POSTE PARTICULAR EM CONCRETO ARMADO COM CAIXA DE MEDIÇÃO MONOFÁSICA ACOPLADA CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEX Nota: 1 No caso do poste não possuir eletroduto interno.Data da fabricação.Comprimento nominal. não sendo aceito condutores unipolares. . .6/1 kV. 2 Identificação: . 3 Medidas em milímetros.Nº do Registro de Responsabilidade Técnica emitido pelo Conselho Habilitador.

. 3 As aberturas para ventilação das CEDs e CDs devem estar localizadas nas faces laterais.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 160 FIGURA 31 – CAIXAS DE PROTEÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Caixa de proteção (CP) Caixa de Entrada de Distribuição (CED) Caixa de Distribuição (CD) Modelo CP – 1 CP – 2 CP – 4 CD CED/CD .3.1 CED/CD . 2 Todas CEDs ou CDs devem ser dotadas de dobradiças e dispositivos para lacre.2 A 150 260 480 300 400 600 Medidas (mm) B 120 200 240 400 500 900 C 65 90 90 200 200 200 Notas: 1 Para escolha da CP consulte item 9. inferior e superior. com as aletas voltadas para o fundo.

Quando de concreto as paredes devem ter espessura mínima de 6cm.2. . ou em concreto e possuir drenagem. 2 As medidas indicadas são as mínimas exigidas. Para cada caso devem atender as condições do item 8.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 161 FIGURA 32 – CAIXAS DE PASSAGEM PARA RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Notas: 1 As caixas devem ser construídas em alvenaria com revestimentos de argamassa.4. 3 Medidas em centímetros.

.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 162 FIGURA 33 – ELETRODO DE ATERRAMENTO Nota: Medidas em centímetros.

2 Medidas em milímetros.Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 163 FIGURA 34 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA E SUPORTE Notas: 1 As ferragens devem ser confeccionadas conforme especificação da distribuidora e atenderem as exigências aplicáveis na NBR 8159. .

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 164 FIGURA 35 – ISOLADORES Roldana 76 x 80 Roldana Dois Leito 80 x 80 Roldana 42 x 42 / 48 x 48 CASTANHA 60 x 40 ISOLADOR POLIMÉRICO 100 x 60 Nota: Medidas em milímetros. .

Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 165 FIGURA 36 – TUBO PARA ATERRAMENTO Nota: Medidas mínimas em milímetros. .

quando localizado no passeio público. policarbonato. nos formatos quadrado ou circular. provido de tampa adequada com resistência mecânica capaz de suportar trânsito de veículos e/ou passagem de pedestres. concreto armado. plástico ou produto similar. .Regulamento de Instalações Consumidoras – FIGURAS 166 FIGURA 37 – DETALHE DE ATERRAMENTO Nota: A cavidade de inspeção pode ser confeccionada em alvenaria.