Data: 24 e 25 de novembro de 2012 Local: Colégio Rio Branco
Av. Higienópolis, 996 Higienópolis São Paulo – SP
Website: www.siac-pac.com Email: siac.pac@gmail.com contato@siac-pac.com

Apoio: Programa de Estudos Pós-Graduados em LAEL e Departamento de Inglês e de Linguística da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes - (FAFICLA).

6° Simpósio Ação Cidadã Fazer escolhas, tomar decisões 5° All Stars Múltiplos Mundos
Liberali, Fernanda Coelho; Magalhães, Maria Cecília Camargo; Costa, Fernando Venâncio da. Caderno de Resumos: 6º Simpósio Ação Cidadã Fazer escolhas, tomar decisões & 5º All Stars Múltiplos Mundos./ Liberali, Fernanda Coelho; Magalhães, Maria Cecília Camargo; Costa, Fernando Venâncio da – São Paulo: Editora Aprender, 2012 p. 87 ISBN: 978-85-99546-98-7 1. Projeto de Pesquisa e Extensão. 2. Espaço de Ação Social. I. Título

Realização
Grupo de Pesquisa Linguagem em Atividades no Contexto Escolar – LACE

PATROCINADORES OFICIAIS:

APOIO:

Dep. de Inglês

COMITÊ DE ORGANIZAÇÃO DO 6º SIAC / 5º ALL STARS MÚLTIPLOS MUNDOS

COMISSÃO ORGANIZADORA EXECUTIVA SIAC E ALL STARS MÚLTIPLOS MUNDOS: ProfaDra Fernanda Coelho Liberali Prof Dra Maria Cecília Camargo Magalhães
a

COORDENAÇÃO GERAL Camila Santiago Maria Feliciana da Silva Amaral Simone Alves Magalhães COMISSÃO ORGANIZADORA LACE

Comunicações
Adriana Watanabe Bruna Soares Cababe Camila Santiago Maria Feliciana da Silva Amaral Mônica Galante Gorini Guerra Valquíria dos Santos Rodrigues

Tesouraria
Camila Santiago Daniela Miranda da Costa Macambira Elvira Maria Godinho Aranha Rosemary Hohlenwerger Schettini Simone Alves Magalhães

Secretaria
Camila Santiago Daniele Gazzotti Simone Alves Magalhães

Caderno de resumos
Fernando Venâncio da Costa

Site
Guilherme Rittner Manzati Henrique Bovo Lopes Lucilene Santos Silva Fonseca

Diagramação Fernando Venâncio da Costa

PUC/SP e UNIFESP.MÚLTIPLOS MUNDOS Maurício Canuto Maria Cristina Meaney COMISSÃO ORGANIZADORA ALL STARS/ MÚLTIPLOS MUNDOS Alunos e pesquisadores do grupo de pesquisa LACE .Monitoria Clarissa Coelho Liberali Larissa Correa Martins Penélope Alberto Rodrigues Simone Alves Magalhães COMITÊ CIENTÍFICO Airton Pretini Junior – Escola Castanheiras Claudia Gil Rycbebusch– Colégio Marista Arquidiocesano Daniele Gazzotti – Stance Dual School Fernanda Coelho Liberali – PUC/SP Giselle Magnossão Vilar de Carvalho – PUC/SP e Colégio Albert Sabin Maria Cecília Camargo Magalhães – PUC/SP Maria Cristina Damianovic – UFPE Mônica Galante Gorini Guerra – PUC/SP .COGEAE Mônica Ferreira Lemos – Universityof Helsinki Renata Philippov .Guarulhos Rosemary Hohlenwerger Schettini– FEDUC Valdite Pereira Fuga – PUC/SP e Fatec COORDENAÇÃO GERAL ALL STARS .

Daniela VendraminiZanella (Tempo de Aprender). Eugenia Rossatto (AB) 16h30 ENCERRAMENTO COMEMORATIVO DO PAC . Morten Nissen – University of Copenhagen 10h30 CAFÉ 11h COMUNICAÇÕES 13h ALMOÇO 14h30 PALESTRA: A Teoria da Atividade como instrumento de análise da escola Palestrante: Dr. Monica Lemos (MM/AL). Cristiano Rodrigues de Mattos – Universidade de São Paulo 16h – 17h30 OFICINAS LACE     Discurso das teorias de ensino-aprendizagem e Atividade Social na sala de aula.PROGRAMAÇÃO Dia 24/11/12 8h 8h30 ABERTURA DA SECRETARIA ABERTURA DO EVENTO Apresentação do grupo Linguagem em Atividades no Contexto Escolar (LACE) PALESTRA: Meeting youth in movement and on neutral ground (O encontro com a juventude em ação e em terreno neutro) Palestrante: Dr. Gestão escolar em Cadeia Criativa: O discurso do diretor e do coordenador. Aprender brincando na educação infantil. 9h Dia 25/11/12 8h30 10h30 11h 13h30 14h30 COMUNICAÇÕES CAFÉ ALL STARS ALMOÇO Mesa do Programa Ação Cidadã (PAC): Programa Ação Cidadã: histórias de uma história Apresentadores: Integrantes dos Projetos do PAC: Sarah Weiler (EM). Leitura e escrita nas diferentes áreas. Edney Gusmão (LDA/LEDA).

O objetivo é provocar o debate colaborativo-criativo entre os participantes.Múltiplos Mundos Shows O All Stars – Múltiplos Mundos Show tem como base dois projetos: o All Stars Talent Show e Projeto Múltiplos Mundos. coordenadores. além de propiciar lócus para que os participantes apresentem e aprofundem discussões sobre as práticas sociais e compreensões sobre as bases teórico-metodológicas de suas pesquisas e ações. A idéia . tais como: centros de educação infantil. entre outros. Para isso.Apresentação O SIAC é a expressão do desejo do Grupo LACE de compartilhar saberes produzidos em diferentes espaços de atuação social e de pesquisa. englobando participantes de contextos vários. os valores que estão na base de ações cidadãs. institutos e ONGs. Neste ano. gestão colaborativa. que expressem como seus projetos tratam temáticas do evento. visa o desenvolvimento de valores de forma interdependente entre comunidades múltiplas. educação multicultural. educação a distância. Ao longo desses dez anos. Conta ainda com o evento All Stars-Múltiplos Mundos. supervisores. funcionários. formação de professores e de equipe diretiva. A partir de diferentes projetos.allstars. O primeiro foi criado e organizado pela ONG All Stars Project(ASP) de Nova York (http://www. leitura e escrita nas diferentes áreas. diretores. movimento. dança.org/) como uma atividade de desenvolvimento formativo baseada em performances artísticas e é pioneiro em aprendizagem desenvolvimentista. o PAC visa à intervenção colaborativa em contextos educacionais situados em contextos sócioeconomicamente desfavoráveis. de forma engajada. organizado pelo Programa Ação Cidadã. na forma de teatro. dentre outras. com vistas à mobilização e à transformação informada da sociedade. alunos. escolas. O evento promove o encontro entre pesquisadores. educação inclusiva. All Stars . música. desde 2006. conquistas e sonhos realizados. mágica. universidades. o projeto tem se constituído como uma trajetória transformadora na vida de muitas pessoas e é preciso comemorar essas transformações. agentes sociais e colegas de diversas instituições na discussão de temáticas como: formação crítico-cidadã. os parceiros envolvidos no SIAC são convidados a realizar curtas apresentações (5 minutos). educação bilíngue. O Projeto Múltiplos Mundos. o SIAC está em sua sexta edição e a consideramos muito especial porque nela comemoraremos os dez anos do Programa Ação Cidadã (PAC). professores. que é uma proposta única e inédita e tem o objetivo de reunir participantes de contextos vários para a apresentação artística de performances que propaguem. educação infantil.

e Linguagem Criatividade e Multiplicidade (LCM). criticidade e criatividade nas práticas sociais. tem o objetivo de abrir as portas das escolas e instituições envolvidas para uma educação-arte que ultrapassasse fronteiras e socializasse o conhecimento. música.br Iniciado em 2004. buscando a inclusão de todos como princípio de formação. Os trabalhos se fundamentam. em que as atividades são compreendidas como formas de transformação da ação do humano na vida e. Grupo de Pesquisa Linguagem em Atividades no Contexto Escolar -LACE Líder: Profa. Leontiev. filosoficamente. uma proposta única e inédita. movimento. Maria Cecília Camargo Magalhães Departamento de Linguística cicamaga@gmail. mágica. Totalmente integrados. os valores que estão na base de ações cidadãs. de forma engajada. suas formas de participação e a produção de sentidos e significados em educação. Colaboração e Criticidade (LCC). dança. credenciado pela PUC-SP e pelo CNPq. visa desenvolver e aprofundar: (a) a discussão dos modos como a linguagem vem sendo enfocada nos contextos de formação de professores e (b) um quadro teórico-metodológico para o trabalho de intervenção nos contextos profissionais escolares. Dras. Dra.com. Além disso. Reúne participantes de contextos vários para a apresentação artística de performances que propaguem. Dra. sob a liderança da Profa. All Star-Múltiplos Mundos Show. que expressem como seus projetos tratam temáticas como: colaboração. Dra. o GP LACE. têm como foco principal a formação de educadores e alunos crítico-reflexivos. Fernanda Liberali. ambos subgrupos estão apoiados nas discussões da Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (Vygotsky. Maria Cecília Magalhães. Bakhtin). Inclui pesquisas de intervenção crítico-colaborativas que investigam a constituição dos sujeitos. etc.é celebrar a união das diferenças geradora da força totalizadora que permite a superação interdependente das crises. nas bases Histórico-Dialéticas .com Vice-Líder: Profa. Dra. sob a liderança da Profa. Fernanda Liberali Departamento de Inglês liberali@uol. Seu crescimento levou a origem de dois subgrupos: Linguagem. Os parceiros envolvidos no SIAC são convidados a realizar curtas apresentações (5 minutos). na forma de teatro. Cecília Magalhães e Fernanda Liberali. liderado pelas Profas. a pesquisa como uma forma de emancipação pela perspectiva de ação no/para/sobre/com o mundo.

Pesquisa Crítica de Colaboração (PCCol. Magalhães. O subgrupo Linguagem. na Pesquisa Crítica de Colaboração (Magalhães. criando uma multiplicidade de possibilidades de participação no mundo. foi constituído a partir de reflexões teóricas e teórico-metodológicas sobre os conceitos de colaboração e criticidade em pesquisas desenvolvidas no contexto escolar. 2006). Cecília Magalhães. Magalhães e Fernanda Liberali (PUC-SP. Aborda questões de formação crítica em contexto mono e bilíngues. metodologicamente. sob a liderança da Profa. O foco está nas escolhas que propiciam a produção de espaços colaborativos na ação entre os participantes. Pesquisadores Participantes em 2012 Doutores  Maria Cecília C. sob a liderança da Profa. bem como na metodologia de pesquisa. se organiza a partir da necessidade de investigações sobre a linguagem na constituição criativa de espaços múltiplos de ensino-aprendizagem e gestão escolar. Dra. O subgrupo Linguagem. em que a linguagem permite a constituição de Cadeias Criativas (Liberali.(Marx) e Monista (Spinoza) e. Criatividade e Multiplicidade (LCM). Leontiev) e na discussão bakhtiniana de linguagem. líderes)  Wellington de Oliveira (Faculdades Integradas Coração de Jesus)  Rosemary Hohlenwerger Schettini (FEDUC)  Otilia Ninin (UNIP)  Mona Hawi (USP)  Renata Philippov (UNIFESP)  Alzira Shimoura (FECAP)  Monica Galante Gorini Guerra  Claudia Gil Rycbebush (Colégio Marista Arquidiocesano)  Valdite Fuga (FATEC)  Elaine Mateus (UEL)  Maria Cristina Damianovic (UFPE)  Ivana Maria Lopes de Mello Ibiapina           Mestres Airton Pretini Junior Teresa  D’  Angelo  Santos Isabel Aparecida Pereira Amancio Dionéia Menin Da Silva Oliveira Daniele Gazzotti Maria Cristina Meaney Fernando Venâncio da Costa Nilton Eduardo Mendes Pinto Penélope Alberto Rodrigues Maurício Canuto . com base na Teoria da Atividade SócioHistórico-Cultural (Vygotsky. Considera o conceito de colaboração como central para o desenvolvimento de reflexão crítica na produção de conhecimento sobre questões de ensino-aprendizagem e de produção da consciência crítica. 2006). Colaboração e Criticidade (LCC). Fernanda Liberali. Dra. 2006) em investigações entre a universidade e as escolas. A Cadeia Criativa se organiza como um espaço de formação em que os participantes geram novos significados.

Doutorandos             Giselle Maria Magnossão Vilar de Carvalho Maria Regina do Passos Pereira Daniela Aparecida Vendramini Zanella Elvira Aranha Lucilene Fonseca Denise Aparecida Gomes Dos Santos Alba Valéria Gomes dos Santos Juliana O. a partir do trabalho com a educação de crianças. pais. A equipe de pesquisadores se une às comunidades locais. alunos e líderes comunitários para desenvolver ações cidadãs que englobam identificação das necessidades. elaboração de projetos de ação junto às . diretoria e supervisão regional de ensino. de Carvalho Santos Luiz Miguel Martins Garcia Marlene Ribeiro da Silva Graciano Monica Lemos Adriana Watanabe                Mestrandos Camila Santiago Daniela Miranda da Costa Macambira Isabela Manoel Maria da Socorro Ferreira Gomes Maria Feliciana da Silva Amaral Nilton Eduardo Mendes Pinto Penélope Alberto Rodrigues Maurício Canuto Paola Gonçalves Nogueira Rosemeire Rodrigues dos Santos Simone Alves Magalhães Nunes Henrique Bovo Lopes Márcia Pereira de Carvalho Cristiane Zucherato Bruna Cabebe Graduandos/Graduados    Larissa Correa Martins Guilherme Rittner Manzati Maria Cecília Abrão Projeto de Extensão – Programa Ação Cidadã (PAC) O Programa Ação Cidadã (2002 – 2012) tem sido um programa de formação crítica para compreender-transformar as condições precárias de comunidades vulneráveis. corpo de professores. adolescentes e profissionais de educação. direção e coordenação de escolas.

Com a Diretoria de Ensino de Carapicuíba. nas DEs Sul e Centro. iniciou em 2006. professores. participação quinzenal em reuniões (HTPC) em 4 escolas para entender as necessidades e os anseios das escolas e traçar propostas de colaboração.;   5)   “Leitura   e   escrita   nas   Diferentes   . Fernanda Liberali e Maria Cecília Magalhães. e planejamento e acompanhamento de atividades de reforço. no Hospital do Câncer Infantil de Sorocaba em parceria com a UNISO-GPACI. Dras. participação em reuniões de planejamento anual e semestral. educadores e pesquisadores nacionais e internacionais. análise de eventos de sala de aula. o Projeto Múltiplos Mundos. encontros mensais com diretores. Fernanda Liberali e Maria Cecília Magalhães. assim como em Caieiras. Dra. No CEFAM de Carapicuíba. 2) Aprender Brincando. formação de grupos de apoio de educadores para o trabalho com formação de seus colegas.   realizado   com   crianças   e   jovens   de   3  a  29   anos para o trabalho em línguas   internacionais. formação de educadores em situação de pré-serviço. alunos. pais. Pesquisa e Extensão) pela PUC – SP em 2005/2006 para as Profas. ofereceu curso para coordenadores de escola. Ao longo de seus cinco primeiros anos. Em 2004. 3) Múltiplos Mundos.   realizado por meio de eventos e de plataforma virtual para integrar participantes dos vários projetos. realizado junto a escolas da rede pública de São Paulo e Grande São Paulo. encontros com membros da comunidade. educadores e pesquisadores nacionais e internacionais e evento All Stars – Múltiplos Mundos. coordenadores e agentes da comunidade. realizado por meio de plataforma virtual para integrar participantes dos vários projetos. realizado junto a instituições de educação infantil de São Paulo. Angela Cavenaghi-Lessa.escolas. na Escola Estadual Salomão Jorge. Além disso. no triênio 2007-2009. desenvolveu participação quinzenal em HTPC para a discussão de temas como: formação do aluno cidadão. em Tempo De Aprender. com a finalidade de lidar com os problemas enfrentados nos segmentos escolares e formação da equipe diretiva/ gestora (coordenação e direção). desenvolveu cursos de formação de professores para o trabalho com as diferenças. O PAC desenvolveu diferentes projetos de acordo com os enfoques e necessidades das comunidades em que esteve presente. reuniões de formação de educadores.;   4)   “Tempo   de   Aprender”. realizou os seguintes projetos: 1) Leitura e escrita nas Diferentes Áreas. No período de 2005 a 2007. elaborou e coordenou o Projeto Leitura nas Diferentes Áreas. realizado com crianças. Fernanda Liberali. Tem atuado a partir de ações voluntárias e com financiamento de bolsa de extensão e de pesquisa CEPE (Conselho de Ensino. com Diretorias de Ensino. Na terceira fase (2010.  realizado  junto  a  instituições  de  educação  infantil  de  São   Paulo. 5) Aprender Brincando – Histórias Infantis. Em sua segunda fase. o Programa tem como projetos: 1) “Aprender  Brincando”. Dras. visitas a escolas interessadas em se unir ao projeto. junto a instituições de apoio a comunidades carentes. em 2008/2009 para Profas. 4) Educação Bilíngue. leitura crítica e SARESP. fase 1 do programa. desenvolveu palestras.;   3)   “Múltiplos   Mundos”. Maria Cecília Magalhães e da Dra. o programa se expandiu e estruturou a partir de parcerias mais amplas. Em 2002 e 2003.;   2)  “Educação  Multicultural”. realizou contato com ONGs como a CONEXÃO.2012). e CNPq para pesquisa individual das Profas.

está baseado nas suas expectativas em relação aos estudantes. podemos concluir que é importante para os professores conhecer a complexa . em particular. CRISTIANO RODRIGUES DE MATTOS Universidade de São Paulo Neste seminário apresentaremos um exemplo do uso da Teoria da Atividade para análise de uma escola hospitalar.Áreas”. A Teoria da Atividade permite modelar a dinâmica multi-hierárquica que surgem das contradições no processo de ensino-aprendizagem na EMAE. A análise indica que o planejamento do professor. antes das aulas. pautadas pela ética e pela interdependência. o interesse na aula. não apenas a ação para preparar planos de aula. Aqui. lançamos olhar sobre a atividade de planejamento das aulas na Escola Móvel/Aluno Específico (EMAE/GRAAC). o professor tem que enfrentá-las transformando a atividade.  realizado  junto  a  escolas  da  rede  pública  de  São  Paulo  e  Grande  São   Paulo. RESUMOS NOTA: Os resumos publicados neste volume são uma reprodução fiel dos textos originais submetidos por seus autores para publicação no Caderno de Resumos do 5º SIAC. ética interdependente. discussão e ação colaborativa crítico-criativa. Além disso. mas com os alunos. quando as expectativas se chocam com as contradições vivas da aula e da instituição. principalmente. o tempo de aula e. Apesar das escolas hospitalares remontarem uma história de mais de 50 anos. Entretanto. O foco principal do programa está na compreensão. somente na última década tem se intensificado as pesquisas sobre as práticas pedagógicas desenvolvidas nesses ambientes. não só com médicos e enfermeiros. Não é de responsabilidade da comissão organizadora deste evento fazer a revisão dos resumos/títulos enviados. o planejamento no contexto da EMAE exige. São valores constitutivos: colaboração. criatividade. PALESTRAS A Teoria da Atividade como instrumento de análise da escola DR. que será utilizada como uma ferramenta analítica desse processo escolar. criticidade. mas a constante negociação. Tomamos como referencial teórico a Teoria da Atividade. sejam negociações sobre os conteúdos a serem ensinados. Esta dinâmica apresenta turbulências que implicam em uma mudança dos níveis hierárquicos das coordenações de operações e ações que compõe a atividade. responsividade e responsabilidade. Ao contrário das escolas regulares.

  The   ongoing   construction   of   spaces   as   /   on   ‘neutral   ground’  is  part  of  the  modeling  and  performanc e of those narratives.  In  that  sense. OFICINAS LACE Discurso das teorias de ensino-aprendizagem e Atividade Social na sala de aula Apresentadores: Airton Pretini Bruna Cababe Camila Santiago Maria Feliciana Amaral Maria Cristina Meaney Samanta Malta Esta oficina tem por objetivo fornecer embasamento teórico-prático para a produção de unidades didáticas e sequência de tarefas com base em atividades sociais para o trabalho em diferentes áreas do conhecimento.g. Esta capacidade de adaptação e de improvisação deve ser considerada quando o professor chega a uma posição dialógica com alunos e instituição tornando seu planejamento em um planejamento on-line.dinâmica na qual a aula está imersa. para lidar com a frustração de suas expectativas. it also takes place where the politics of an expanding or retreating welfare state is redefined.  which  could  be  called  a  ‘critical  trans-pedagogy’. It neatly captures some key aspects of their form of youth / social work / education. when drug dealers are recruited as participants of a festival to reclaim a city square for a neighborhood community that challenges city bureaucracy.  the  ‘movement’  referred  to  is  a  deeply  historical  fusion   of   emergent   narratives.  when  taken  seriously. e.  The  lecture  tries  to   reconstruct the lessons I learnt from collaborating with these youth workers.  is  extremely  challenging. Not only are the social workers and their collectives at stake along with the youths.  since   it involves establishing collaborative projects in zones of transition. . The idea  of  a  ‘neutral  ground’. Meeting youth in movement and on neutral ground DR. MORTEN NISSEN University of Copenhagen The title was the motto of a community of youth workers in Copenhagen in the 1990s.

c) selecionar gêneros a serem trabalhados (escrita/leitura e/ou produção).advogando pela integração entre elas. proporá a construção de sequências didáticas que exprimam a fundamentação teórica proposta no curso e modos de execução do currículo  que  ‘imitem’  a  vida  real. Serão discutidas as Cadeias Criativas que organizam as atividades de formação e ação de professores. formadores e supervisores e a apropriação de processos verbo-visuais para nelas atuar. A proposta será analisar Cadeias Criativas para a observação. interpretação e intervenção críticas a partir de exemplos trazidos pelos apresentadores. a partir de um trabalho que se materialize nas práticas discursivas e aproxime a sala de aula à vida que se vive. Para tanto. A oficina adota uma abordagem sócio-histórico-cultural de ensinoaprendizagem. no sentido de que lhe possibilita a interpretação de diferentes gêneros que circulam socialmente. Gestão escolar em Cadeia Criativa: O discurso do diretor e do coordenador Apresentadores: Adriana Watanabe Elvira Aranha Monica Guerra Otilia Ninin Esta oficina trabalhará a gestão e a ação escolar com foco nas formas de analisar e avaliar criticamente atividades do contexto escolar. que compreende o papel fundamental da linguagem na produção de conhecimento. de Carvalho Santos Marlene Ribeiro Graciano Francisca Mota O desenvolvimento das capacidades de leitura e de produção de texto é fundamental para a formação do cidadão crítico e atuante. análise. d) . coordenadores. que preconiza a construção compartilhada de saberes. diretores. Em seguida. b) relacionar compreensões teóricas e a prática pedagógica. Leitura e escrita nas diferentes áreas Apresentadores: Maurício Canuto Rosemeire Rodrigues Alba Valéria Alves Inácio Juliana O. e tem como objetivos: a) compreender a noção de gênero do discurso (Bakhtin. partirá da discussão de como os princípios das diferentes teorias de ensino-aprendizagem se materializam no discurso escolar e advogará por um trabalho embasado pela Teoria da Atividade Sócio-HistóricoCultural. 1953). a tomada da palavra e a produção de textos eficazes nas mais variadas atividades.

2009) e Performance (Holzman. porém pouco se vê em atitudes concretas. necessita gerar possibilidades para que o aluno assuma o papel de sujeito social e ativo no processo de ensino aprendizagem. 2009). (c) criar possibilidades de construções colaborativas entre professores e crianças de valores desejáveis e de organizações cognitivoafetivas importantes na formação de comunidade leitora. desenvolvendo de forma significativa suas competências e tornando-se agente transformador de sua realidade.visualizar proposta de trabalho de leitura e/ou produção de textos. os participantes terão oportunidade de construir propostas para: (a) desenvolver performances/brincar como espaço para constituição das crianças como protagonistas de sua vida atual e futura.com Co-autora: ELIZABETH MAIA CARDOSO Colégio 7 de Setembro Há muitos anos ouve-se falar em cidadania e preservação ambiental. Atividade Social (Liberali. A oficina promoverá espaço para discussão teórico-prática desses conceitos. formação e reflexão das crianças quanto à cidadania. O trabalho de formação se organiza por meio dos conceitos de Brincar (Vygotsky. Partindo desse pressuposto. COMUNICAÇÕES INDIVIDUAIS A ATIVIDADE SOCIAL E EDUCAÇÃO AMBIENTAL : Integrando valores e conhecimentos PÉROLA LIMA DA COSTA1 chefequerida@homail. apoiados no conceito de atividade sócio-histórico-cultural. propomos através . (b) trabalhar com atividades da vida real como palco para ação. 2009) e organização das histórias infantis (Bronckart. Aprender brincando na educação infantil Apresentadores: Alzira da Silva Shimoura (Fecap-SP) Helena Miascovsky (Stance Dual) Rosemary Hohlenwerger Schettini (FEDUC) Daniele Gazzotti (Stance Dual) Claudia Gil Ryckebusch (Colégio Arquidiocesanos de SP) Esta oficina tem por objetivo discutir a formação de educadores da Educação Infantil com foco no trabalho com atividade social (Liberali. 1934). 1997). tendo como fim uma transformação humana e social. Mais especificamente. A escola como agente formador de cidadãos conscientes e transformadores.

dando enfoque àqueles que tratam do diálogo entre a literatura brasileira e as literaturas de expressão em Língua Portuguesa. permite que os alunos do Ensino Médio reflitam sobre o conceito de Lusofonia. a proposta dos autores desta coleção. o presente trabalho tem como objetivo examinar como se dá a construção do conceito de lusofonia nesta coleção de livros didáticos do Ensino Médio. estabelecem uma crítica à historiografia literária e propõem exercícios em que há o diálogo entre textos de literatura brasileira e diferentes linguagens e o diálogo entre textos de literatura brasileira e outras literaturas. depoimentos. cartilha informativa. Em seguida. Em termos disciplinares a atividade compreende objetivos específicos nas áreas de ciências. história. português e matemática. além de proporcionarem uma inovação no ensino de literatura. será realizada com o intuito de compreendermos a proposta dialógica para o ensino de literatura desenvolvida por Cereja e Magalhães em sua obra. Por último. faremos um breve estudo sobre o guia de livros didáticos elaborado pelo MEC por meio do PNLD e verificaremos a relevância da obra Português: Linguagens para a Educação Básica. geografia. social e cultural em nosso cotidiano escolar. Em nossa comunicação. O objetivo geral da atividade é desenvolver ações que promovam uma reflexão crítica acerca das consequências do desperdício de água na escola e nas residências e criar estratégias que reduzam esse desperdício. Assim. segundo desenvolvidos por Bakhtin e o Círculo. A construção da ideia de Lusofonia em uma coleção de livros didáticos do Ensino Médio BRUNO TATEISHI PUC-SP Apoiando-se em uma proposta dialógica de ensino de literatura. William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães. Foram trabalhados os gêneros. Para tanto.da Teoria da Atividade (Leontiev: 1977. que tem como produto final a elaboração de uma cartilha informativa e a organização de uma campanha social preventiva contra o desperdício de água intitulada: A gota d'agua. uma conscientização de toda a comunidade escolar. A definição dos conceitos de diálogo e alteridade. promovendo assim. Dessa forma. reportagens. nos apoiaremos na fundamentação teórica desenvolvida para analisar os exercícios propostos na seção Diálogos. Esta análise permitirá verificar como os autores da coleção. por meio desta proposta . convite e cartaz de forma mais aprofundada. assim como as capacidades orais relacionadas à organização e execução da campanha sócio-ambiental. os autores constroem relações entre textos de nossa literatura e textos de literaturas de expressão em língua portuguesa. Engeström :1999) ações didáticas que promovam essa transformação cognitiva. atribuindo responsabilidades a cada segmento que a compõe para a preservação desse recurso essencial a vida. além das transformações atitudinais expressas no objetivo geral. os autores da coleção Português: Linguagens. apresentaremos um exemplo de atividade social permanente realizada com alunos do 4º ano do colégio 7 de Setembro denominada: Combatendo o desperdício d'água na escola e residências. Na seção denominada Diálogos. faremos uma breve definição sobre o conceito de Lusofonia e a sua importância para a constituição da identidade das comunidades que falam o português.

1979@gmail.br Co autores: KARINE DE MEDEIROS RIBEIRO THALES DE MEDEIROS RIBEIRO FEPI . é . além de uma nova forma de pensar o estudo de literatura. que adaptado desde muito cedo aos aparatos e recursos tecnológicos. necessitase recorrer a adaptações cuja linguagem é mais adequada às faixas etárias. criou uma organização mental compatível às novas linguagens. 2) contextualizar as pressuposições teórico-metodológicas dos PCNs e do CBC que podem ser relacionadas ao ensino do mito. Para tanto. A gestão do trabalho do professor para lidar com as inovações tecnológicas: Introdução do tablet na escola HENRIQUE BOVO LOPES3 henrique.dialógica. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de caráter indutivo. pois para o docente. no Ensino Fundamental e no Médio? Em caso afirmativo. Neste contexto.  Há  possibilidade  de  se  trabalhar  com  as  diversas  “facetas”  do  mito  do   herói Dom Quixote em sala de aula. e passível de se aplicada em sala de aula. quais são as contribuições didáticas e linguísticas de se estudar a construção desse mito? Como referencial teórico. mas para isso. nesta pesquisa. e. observa-se que é possível estudar o mito Dom Quixote desde o 6º ano do Ensino Fundamental até o final do Ensino Médio.com. ou da "vida que se vive". Frente a todas essas mudanças. constroem. ressaltam-se três objetivos específicos: 1) refletir sobre a construção do (anti) herói no romance castelhano supracitado. de Eduardo Faria Coutinho (1996) e de Leyla Perrone-Moisés (2007) em relação com o ensino de gêneros textuais (BAKTHIN. utiliza-se os estudos da Literatura Comparada de Tania Franco Carvalhal (2006). o professor se depara com as dificuldades para se aproximar da realidade do aluno. 3) preparar um projeto pedagógico que possibilite um estudo do tema de forma contextualizada e contínua. 1987) e da intertextualidade (COMPAGNON.Centro Universitário de Itajubá-MG O tema desta pesquisa é a relação do mito do herói Dom Quixote de la Mancha com as propostas dos PCNs de Língua Portuguesa e com o CBC do Estado de Minas Gerais. No contexto escolar. que vão surgindo. 2001) com a finalidade de fundamentar a atividade de leitura em sala de aula (ELIAS. Para tanto. Como resultado da pesquisa. 2009). temos um novo aluno. é um universo desconhecido. emerge à sua frente a necessidade de se adequar à essa realidade. verbais e visuais. A construção do mito do herói em sala de aula: Dom Quixote LEONARDO PAIVA FERNANDES2 leop_fernandes@yahoo. uma reflexão sobre o conceito de Lusofonia. estabelecido a partir de uma pesquisa bibliográfica.bovo. As inovações do mundo globalizado vêm transformando as formas de existir e coexistir em nossa sociedade.com Colégio Stagio .

professores que se avaliam e por isso pensam melhor a organização de suas aulas. No caso de nossa escola. Desse modo.novaes@gmail. no caso do diário de classe. pode ser considerado ponto chave para a qualificação dos registros. Como essas novas ferramentas podem transformar o cotidiano da sala de aula? Para responder esta pergunta. nosso drama. no intuito de se criar uma cadeia criativa de conhecimentos em torno do assunto. sempre revisando lendo e relendo sobre suas ações. foram relacionados de modo a transformar a prática docente. A pergunta que se faz é se é possível construir uma proposta didática junto aos professores para que haja ensino-aprendizagem com uso dos tablets. o projeto de pesquisa está formando professores do Ensino Médio de uma escola particular de São Bernardo do Campo . passou a ser um eixo compreendido como importante instrumento de transformação do nosso drama compartilhado. interferindo nas ações. buscando cada vez formas mais efetivas para estimular e motivar os alunos na construção do conhecimento. Além da formação. o investimento em estudo e prática de um pensamento crítico sobre a nossa atuação como agentes de transformação desta condição em os alunos estavam. por meio da colaboração-contradição em sala de aula no intuito da formação do cidadão crítico e autônomo. compartilhando. como nos conteúdos que foram trabalhados. o objeto em comum era a construção de uma prática que motivasse o aluno. Temos como resultados. Os vários tipos de registros. A linguagem reflexiva em cadeia criativa na escola ELINEIVA NOVAES MORENO elineiva. o acompanhamento da prática pelos professores pela coordenadora pedagógica. Utilizando encontros presenciais e à distância. também compartilhado. . devem implicar em parcerias em torno de um mesmo objeto compartilhado. era o desinteresse pelas aulas.importante um processo de gestão da formação docente para lidar com as tecnologias. como prioridade. Estes tiveram em comum a preocupação com as ações dos educadores em sala de aula. no caso dos planos de ensino (só para citar dois exemplos de registros). como diários de classe.SP. Estabelecemos. registros de aprendizagem dos alunos e outros. a desmotivação para com os estudos. neste ano de prática da linguagem reflexiva. planos de ensino. na leitura e devolutivas. pois. para progredirem. ata de comissão de classe. tanto no espaço da sala. buscamos definir uma noção comum do uso desta ferramenta e assim definirmos um processo de gestão participativa de formação e do uso destes recursos.com Co-autora: CAROLINA SILVEIRA LEITE EMEF Educandário Dom Duarte Este trabalho procurará mostrar um percurso de formação que se baseou na compreensão de que as atividades da escola. qualificar os registros que envolvem as várias atividades escolares. nas intenções para o futuro e análise crítica do passado. com vistas a construir uma escola que motive o aluno a querer e gostar de aprender. com os seus diversos sujeitos. sugerindo.

A Performance no Ensino de Inglês e Espanhol na Universidade: O Protagonismo Discente na Formação de Pesquisadores na Graduação MARIA CRISTINA DAMIANOVIC DL/ PPG Letras – UFPE / LIGUE Co-autores CARLA RICHTER Letras UFPE/LIGUE TÂNIA MARIA DIÔGO DO NASCIMENTO PPG Letras. 2010). em que os alunos podem ir além de si mesmos. A Prática da Autonomia na Informática Educativa JORGE ALVES DE FARIAS4 jorge.com Colégio Rio Branco Vivemos em uma era de revoluções tecnológicas. Tem como pilar teórico a TASHC. O procedimento metodológico está alicerçado na Pesquisa Crítica de Colaboração (PCCOL) (MAGALHÃES. 2006 ) no estreitamento de laços entre a universidade e a vida discente de graduandos atuantes na esfera acadêmica. discursivas e linguísticas (LIBERALI.afarias@gmail. 2009). 1997). a fim de tornar-se quem eles podem ser. Será discutido o conceito de Atividade Social (LIBERALI. sendo quem eles não são ( HOLZMAN. 2009) nas aulas de língua estrangeira (inglês espanhol) na graduação em Letras e Engenharia em duas universidades em Pernambuco. 2012). A maioria das crianças e adolescentes nascidos nessa época não consegue imaginar um mundo sem a .2012 ).ME. 2006). 2012) e na criação de um ambiente de produção de conhecimento ( MENDES. no caso focal. focalizando a vida que se vive( MARX E ENGELS. 2012). por ser um estudo da linguagem em um contexto acadêmico que promove mudanças de papéis sociais (DAMIANOVIC. um lócus no qual os sujeitos constituem-se e aos demais nas relações com os objetos/mundo mediados pela sociedade (LIBERALI. Os dados revelam que a performance discente universitária na atividade social focal além de possibilitar a iniciação para a pesquisa na graduação. Será enfatizado o papel da performance na construção do protagonismo discente (DIOGO. incrementa a envergadura real da ação discente na transformação de seu papel social de aluno para pesquisador com apresentação de trabalho de pesquisa em contextos reais de cultura acadêmica.UFPE / LIGUE Esta comunicação discute o papel da performance (HOLZMAN. teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (ENGESTRÖM. 2009) no ensino de língua estrangeira (inglês e espanhol). O material didático elaborado pelas pesquisadoras e a performance discente serão analisados à luz das categorias enunciativas. A pesquisa está inserida no campo da Linguística Aplicada ( LA ). da reestruturação da prática docente e a consolidação significativa da agentividade na aprendizagem discente universitária.

comunicação instantânea que excede fronteiras. Freire (1970/1983. Vygotsky (1984/1998. subsidiando-os com leituras e diálogos sobre a necessidade de se valorizar o desenvolvimento da autonomia do educando e propiciando ações críticas. De cunho qualitativo. a orientação metodológica é a hermenêutico-fenomenológica. continuando a prática de um ensino que não considera a realidade do educando. 1910/1933.m@gmail. Fundamenta teoricamente esta pesquisa o conceito geral de formação de professores. e pelos sete professores participantes. Este trabalho tem por objetivo refletir sobre a importância da informática educativa e o exercício da autonomia. Porém. visando sua modernização e acreditando que assim resolverá o atraso da educação e melhorará o ensino. Os textos que serviram de base para a interpretação foram coletados ao longo de dois semestres diferentes. 2002.tomando-se como base as contribuições de Dewey (1916. que procura fazer uma associação de descrições retrospectivas e (re-)interpretação de experiências vividas (Ricoeur. por meio de 76 . quando. Não basta incorporar a informática com computadores e acesso à internet. Freire. abordando ferramentas que possibilitem sua prática. Aparelhos eletrônicos portáteis. entre outros. aproveitando sua curiosidade natural e tornando-se cativante no mesmo ritmo em que suas ideias são valorizadas e a oportunidade de ser um participante ativo do processo de transformação da realidade se torne possível. 1989/2008). 1992b). a educação não tem acompanhado essa transformação das crianças. 2007a. pesquisadora. redes sociais virtuais. descobrindo-se a Webquest como atividade excelente pois proporciona um ambiente desafiador e empolgante.com Colégio Rio Branco . 1986/2008) Schön (1983. Kemmis (1987). o educando é autor e sujeito de sua própria aprendizagem. excesso de informações e investigação autônoma são algumas das características que se desenvolveram nas crianças perante o avanço tecnológico da sociedade. a descrever e interpretar um fenômeno da experiência humana. estimulando a aprendizagem e facilitando a transição da heteronomia para a autonomia. que hoje predomina na sociedade. Buscou-se ferramentas tecnológicas que possibilitam a interação entre educador e educandos. a presente investigação descreve e interpreta o fenômeno citado tendo como referência a experiência vivida por mim. É necessário incentivar os educadores a refletirem sobre seu trabalho em sala de aula e no laboratório de informática. 1990. Zeichner (1993. respostas rápidas. 1986. 2002. A reflexão de professores de Inglês em interações via e-mail JULIANA GODINHO RAGUSA MARCICANO5 julianaragusa. 2004).Unidade Granja Vianna O presente trabalho se insere na área de reflexão de professores de Inglês e tem por objetivo descrever e interpretar o fenômeno reflexão de professores de Inglês em interações via e-mail. 2003). 1992. 1938/1997. 1998. 1992a. assim. Por isso importa usar sua realidade e leitura de mundo como ponto de partida de um processo de aprendizagem que estimule sua vontade de aprender. Para Freire. visando. 1987.tecnologia. 2006. no processo educacional. 2007b). a partir da identificação de questões que inquietam esses professores. Para atingir esse objetivo. van Manen. desencadeando uma educação moderna e uma aprendizagem conscientizadora.

com o levantamento de um dos Dramas dos Coordenadores: assistir aula e dar devolutivas que favorecessem os processo crítico-reflexivo do professor gerando mudança na sala de aula. objetivando as ações da comunidade escolar dentro de um processo críticoreflexivo. nos dois grupos investigados: no primeiro. A interpretação dos registros textuais obtidos foi realizada com base nos processos de textualização e tematização. (2) identificar os assuntos que os motivam a refletir sobre suas práticas e (3) documentar o processo reflexivo desencadeado. 2007b). no segundo. Nesta perspectiva trabalhamos na DRE. Fernanda Coelho Liberali a Teoria da Atividade Sócio-HistóricoCultural (Vygotsky. na escola Coordenadores com os professores. propostos por van Manen (1990) e operacionalizados pelos procedimentos de refinamento e ressignificação. sugeridos por Freire (2006.mensagens eletrônicas e 5 encontros presenciais. os temas identificados são identificação. A Sessão Reflexiva como instrumento de mudança para Coordenador e Professor EDILEUSA ANDRADE DE CARVALHO ARAUJO COSTA6 edileusa. distintamente. foi possível (1) traçar o perfil dos professores de inglês atuantes em escolas públicas e participantes desta pesquisa. A partir daí começamos com levantamento das atividades dos Coordenadores. Drª. assim foi nas formações da DRE com os Coordenadores. Caderno. dificuldade. Este percurso iniciou-se na Secretaria Municipal de Educação com a formação dada aos Formadores que atuam nas DREs.com Co-autores: ROMEU GUIMARÃES GUSMÃO MARCELO ALVES LIMA VERA MARIA SOUSA MARIA ISABEL SOUSA SANTOS ALESSANDRA RIBEIRO Diretoria Regional de Educação de São Miguel Paulista Esta apresentação tem o objetivo de mostrar um dos instrumentos utilizados e o percurso de formação de Coordenadores Pedagógicos durante os anos de 2011 e 2012 na Diretoria Regional de Educação de São Miguel Paulista. acontecendo assim a gestão participativa em Cadeia Criativa de Atividades.ac@hotmail. A interpretação dos textos revela que a natureza da reflexão de professores de Inglês em interações via e-mail se constituiu. Leontiev. Estes observaram que . Nas formações em SME podemos vivenciar a construção de significados compartilhados. Engeström) articulada com esta teoria está o conceito de gestão participativa de construção de conhecimento e os sujeitos envolvidos nesse processo. estudar e acompanhar. prática e falta de tempo. o que gerou o Drama da DRE: a dificuldade de orientar o Coordenador a elaborar uma devolutiva após observação de aula dentro de uma ação crítica-reflexiva gerando mudança na sala de aula. junto aos Coordenadores Pedagógicos. a partir do sentido pessoal de cada um. tempo e identificação são os temas que emergem dos registros interpretados. dentro deste processo nos foi apresentado pela Profª. classificamos estas em: formar. os quais evidenciam os temas que estruturam o fenômeno em foco. 2007a.

Coordenador combinou com o professor quando seria a observação e filmagem da aula. houve a socialização do grupo e a apresentação da sessão reflexiva feita pelo Coordenador em parceria com a DRE. fizemos os registros do informar. Com base nisso chegaram a conclusão que precisariam reorganizar a sua rotina para assistirem às aulas. Optamos então pelo instrumento de observação de aula com filmagem e sessão reflexiva pautados na importância do registro (Liberali/Freire) utilizando os quatro pilares: descrever/informar/confrontar/reconstruir (Liberali). confrontar e reconstruir juntos. Dr. 2004) e (Antunes. Neste processo houve intervenções e construção de conhecimento por todos os envolvidos na formação. depois em grupos faziam o informar. O desafio para os formadores da DRE está em como encontrar caminho junto com estes Coordenadores para potencializar este tempo para aumentar o número de professores a serem observados em suas aulas. Começamos com duas escolas. A variação linguística em materiais didáticos: os riscos da linguagem descontextualizada ELVIS DE MOURA FREIRE7 elvismourao@gmail. Marcamos a data da sessão reflexiva e fizemos. 2007). as vezes o tempo era gasto com outras atividades prejudicando o ato de estudar comprometendo assim as atividades de formar e acompanhar. Neste encontro os Coordenadores fizeram o registro descritivo individualmente e os outros três coletivamente. Os grupos socializavam seus registros potencializando assim a construção de conhecimento coletivo. O processo se constituiu desta maneira: o Coordenador fez uma pauta para JEIF explicando as ações. Retornamos com a filmagem da aula e sessão reflexiva para o encontro de formação.em muitas vezes estas atividades estavam ligadas e na rotina diária. a medida que iam assistindo iam descrevendo. O material em questão abordava o fenômeno da . O ponto de partida foi o direcionamento que os meios de comunicação deram à polêmica em torno de um material didático adotado pelo MEC no ano de 2011. confrontar e reconstruir. Os Coordenadores chegaram à conclusão que este instrumento é mais eficaz que os outros que utilizavam para observação de sala de aula.com Co-autora: EVA PEREIRA DA ROCHA E. Inserida no aporte teórico da Sociolinguística (Bagno. Este processo iniciou-se com a apresentação de duas aulas distintas.M. tendo em vista que precisam de mais tempo. Depois dessas ações feitas na formação levantamos as primeiras escolas para visitarmos e fazermos o trabalho em parceria com o Coordenador. porém não sabem como fazer para trabalhar com mais professores dentro desta perspectiva. a pesquisa analisou o tratamento dado à variação linguística antes e após a promulgação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). assistimos a aula e fizemos a descrição individualmente. Álvaro de Campos Carneiro A presente comunicação pretende discutir a pesquisa realizada em meu Trabalho de Conclusão de Curso que teve como fio condutor a prática descontextualizada da linguagem. acrescentamos dados quando assistimos à filmagem.

dá a impressão ao aluno de que ele não precisa do professor em sala de aula. formal e culta para modalidade falada que é dinâmica e variável.com Co-autores JANETE TORNEZI ANA CÁSSIA SANCHES DANILO BISPO RODRIGUES FATEC . o recorte dado pela mídia ressaltou o fenômeno como um uso errado da língua.Zona Leste O trabalho está voltado a busca que estamos empreendendo de alguns anos para cá. da vivência. em identificar. para conhecer de uma forma ampla as dificuldades de falarmos a mesma linguagem do jovem. É de conhecimento de praticamente todos os docentes. do contato mais próximo com o aluno adolescente. os seus gostos tecnológicos. trouxe a modalidade escrita. o que ele gosta dentro da sociedade escolar. pois qualquer informação e conteúdo que queira. está a um clique de distância.variação linguística tendo como base a língua em uso e seu contexto. . Os resultados apontaram para uma abordagem mais consciente no material didático. enfim. suas vestimentas. com intuito de analisar a postura. sobretudo após os PCN. Localizar.Por quê? Para que? O Segredo do Aprendizado MARCOS MARTINS8 marcos. desde que bem usado. Tudo é útil. no entanto. Por fim. uma gama de fatores que analisamos muitas vezes in loco. por outro lado. Tal posicionamento revela a hipótese de que embora estudado no contexto escolar. pois focalizou a visão da língua como homogênea e intrinsecamente ligada às concepções da Gramática Tradicional. a mídia revelou-se preconceituosa. estudar. que existe uma grande distância entre as técnicas de ensino e a velocidade das informações oferecidas hoje. e ampliar um resultado nos aspectos que desestimulam professores e alunos quanto ao aprendizado. além de um aprofundamento sobre as variações estigmatizadas. o modo de falar. do 6° ano do Ensino Fundamental e da 5ª série do Ensino Fundamental. ambos dos autores William Cereja e Thereza Cochar. Os corpora da pesquisa foram os livros didáticos da coleção Português Linguagens. Essa velocidade com que as informações transitam entre os jovens. o costume. ou seja. Também apontaram que o estudo e compreensão da variação linguística descontextualizados de sua prática não atingem a consciência e conhecimento necessários ao exercício da cidadania no que concerne ao respeito às diversidades linguísticas. a análise revelou que ainda faltam exemplos reais da língua no que tange à variação linguística. através da observação. O resultado esperado deste trabalho é a análise de uma pesquisa realizada com a vontade de buscar definir esta questão das informações em sala de aula.etec@hotmail. do trabalho docente. Aprender . a mídia e a sociedade em geral enxergam a variação linguística sob a óptica do erro.

Magalhães (2004. 2011). compreender os sentidos atribuídos ao processo e compartilhar significados na relação entre a professora-pesquisadora e um coordenador em sessão reflexiva. 1997/2007). (3) análise dos turnos e (4) análise dos tipos de perguntas e comentários. Atividade de formação de professores de ensino fundamental I: leitura como instrumento de ensino-aprendizagem nas diferentes áreas MAURÍCIO CANUTO10 mau. foram realizados: (1) levantamento do plano geral do texto. na cidade de São Paulo.canuto@gmail. nas práticas didáticas.br LAEL/ PUC-SP Esta comunicação visa a apresentar a pesquisa realizada numa escola municipal do bairro de São Mateus. Hargreaves (2004). 2011) e Liberali (2009). com foco na leitura e escrita. uma vez que é uma relação na qual a argumentação. Para análise dos dados produzidos em sessão reflexiva. pelo movimento de colaboração e contradição. 2009. A formação de coordenador é compreendida como uma atividade sócio-histórico-cultural na qual os sujeitos relacionam-se. Engeström (2008. 2011). 2010. A pesquisa tem como objetivo geral compreender e transformar os modos como a leitura e a produção escrita são trabalhados. que enfoca a formação colaborativo-crítica de coordenador como uma atividade sóciohistórico-cultural. A formação crítica de educadores está apoiada nos estudos de Smyth (1992). McLaren &amp.com . organizam a produção e compartilhamento de significados. Em termos metodológicos. Pontecorvo (2005). Brookfield &amp. neste contexto específico.Atividade de Formação de Coordenador: Uma Pesquisa Crítica de Colaboração ROSEMEIRE RODRIGUES DOS SANTOS9 rosaerosam@yahoo. (2) escolhas lexicais para compreensão de conteúdo temático (Bronckart. 2011). Leontiev (1978). com base nos estudos de Orsolini (2005). Pérez Goméz (1992). Esta pesquisa se baseia na Teoria da Atividade sócio-histórico-cultural (TASHC) conforme as contribuições de Vygotsky (1930. Preskill (2005). 1934). Magalhães (2010. 2006. Giroux (1997/2000). O objetivo específico desta pesquisa é investigar a formação de professores em horário coletivo da escola. Fullan &amp. em que a linguagem organizada pela argumentação tem um papel central na ressignificação de sentidos e compartilhamento de significados. discutida por Magalhães e outros participantes do GP LACE e se insere no paradigma crítico em que se pretende criar um contexto dialógico e dialético entre professores e /ou coordenadores e pesquisadores. Magalhães (2004) e Liberali (2004). Liberali (2004. está apoiada na Pesquisa Crítica de Colaboração (PCCol). Hargreaves (2000). orientados a um objeto/motivo. num contexto situado. O processo relacional desenvolvido caracteriza-se como colaborativo-crítico.com. cujas práticas sejam transformadas na/ pela/com a contribuição ativa dos participantes. Smyth (1992).

1934). Os resultados comprovam a eficiência da metodologia e demonstram desenvolver pré-requisitos essenciais na formação de Educação Científica do educando. a ciência que. o trabalho em grupo e a aprendizagem entre os educandos são focos de desenvolvimento e discussão desta metodologia. A discussão dos dados aponta para a importância do processo reflexivo-crítico em lócus de formação contínua. A fundamentação teórica tem base na Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (TASHC).LAEL /PUC-SP Esta comunicação tem com objetivo apresentar os resultados de um projeto de formação de professores em pré-serviço. As relações entre os participantes caracterizam-se como colaborativo-críticas. está apoiada nos pressupostos da Pesquisa Crítica de Colaboração – PCCol. das transformações que ocorrem na natureza e da história do homem. das relações de trabalho e da forma de pensar do ser humano está em xeque (Prigogine. . 1978) e Engeström (1999a. Este relato de experiência descreve uma metodologia de ensino com educandos do 4º ano do ensino fundamental I. A formação de professores nesse contexto de formação contínua é entendida como uma atividade sóciohistórico-cultural. professores e equipe gestora são participantes ativos e efetivos na construção do objeto coletivo. O estímulo e o desenvolvimento da Educação Científica se fazem necessários por possibilitarem ao educando o melhor acompanhamento da evolução da Ciência. Em termos metodológicos. pois são criados momentos em que a colaboração e a reflexão crítica são centrais no compartilhamento de novos significados. conforme discussões elaboradas por Vygotsky (1930. localizada na região noroeste de São Paulo. em que pesquisadores. Leontiev (1977. Atividade experimental: O Ensino de Ciências do método à prática cognitiva ELIZABETH MAIA CARDOSO11 Betuca71@hotmail. A pesquisa está voltada à compreensão das relações entre pesquisadores da PUC-SP e professores e gestores de uma Escola Estadual de Tempo Integral (EETI). O ensino de Ciências deve despertar o raciocínio científico e não ser apenas informativo. criando contextos de ressignificação de sentidos e compartilhamento de significados como resultado do trabalho de formação. desde o século XVII é responsável pela construção do conhecimento.com Colégio 7 de Setembro A humanidade vive uma era de transição. A experimentação. visto que a organização do projeto e as formas de organização discursiva possibilitam um movimento de transformação de forma refletida para relacionar teoria e prática. 1997). aproximadamente. 1999b) sobre ensino-aprendizagem e desenvolvimento. segundo Magalhães (2009). A era da informação exige reflexão sobre os conteúdos ensinados e sobre as estratégias na sala de aula.

Foi abordado um processo de ensinoaprendizagem pautado em ações críticas-reflexivas e colaborativas(Magalhães e Liberali. histórica e cultural. a fala se organiza.1977. Compreender o ouvir histórias como uma forma de brincar. Para tal. do ensino fundamental de uma unidade escolar pública estadual.com FEPI – Centro Universitário de Itajubá-MG O objetivo dessa apresentação é mostrar a proposta de um projeto que será realizado em uma creche com crianças de três anos.19342001. ressalta-se a concepção de leitura (Koch.2009) para trabalhar com processos de ensino-aprendizagem no contexto escolar.2011) na produção de conhecimento. Brincar é a base para que as crianças se apropriem de sua cultura e possam ultrapassar seus limites.alves_dm@hotmail.Rojo. A proposta é ensinar a língua inglesa com base na Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (TASHC) tecida por VYGOTSKY (1931). com a utilização de histórias infantis. Para exemplificar.2000.Atividade social leitura em histórias em quadrinhos: produção crítico-colaborativa de conhecimento ISABELA MANOEL PUC/SP 12 Esta comunicação tem por objetivo discutir uma proposta de ensinoaprendizagem de leitura com o uso de histórias em quadrinhos.1930-2008. Será observado a luz do que tem sido discutido sobre atividade social pelo Grupo de Pesquisa Linguagem em Atividades no Contexto Escolar (GP LACE).2008-2009) e que privilegia o fator afetivo/sensorial como constituição coletiva. da cidade Jaú. LEONTIEV (1997/2010) e ENGESTROM (2008). o corpus analisado será composto por excertos de uma atividade social desenvolvida com alunos do 6º ano. interior do estado de São Paulo Atividade social voltada ao ensino. aprende-se o que deve ou pode ser dito em determinada situação ou atividade social.Engeström. 2010.Leontiev. a concepção de linguagem está em consonância com esse viés teórico por tratar-se da perspectiva dialógica(Bakhtin. Segundo SHIMOURA (2005). nos leva ao que diz Vygotsky (1930) quando afirma que é incorreto conceber o brinquedo como uma atividade sem papel.1979/1995) que traduz os eventos do existir humano por meio das interações socialmente situadas e de (Schneuwly &amp. as crianças serão expostas a histórias infantis.19989.2004) sobre gêneros textuais no desenvolvimento das capacidades de linguagem. Assim. Além disso.aprendizagem de língua inglesa em creches RAFAELA DE SOUZA ALVES13 rafa. A atividade social a ser desenvolvida é o ouvir histórias infantis. será apresentado o arcabouço teórico-metodológico que concentra a Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (TASHC) (Vygotsky. e como ela contribui para que os alunos se tornam leitores críticos. Dolz. Nesse sentido. (1929. o que possibilitará a ampliação de seu conhecimento de . Trabalhar com atividades sociais no ensino de língua estrangeira permite esse brincar na escola.

Considerando as questões apresentadas inicialmente.com E.bl@hotmail. Nesse sentido. compreendendo a historicidade social e cultural da realidade (Vygotsky. conceito essencial para o desdobramento de ações no Ensino Fundamental. Assim. Eliseu Jorge ROMUALDO MATOS DA SILVA UNISUZ VALDITE FUGA FATEC-Mogi das Cruzes A produção de material didático para as séries iniciais do Ensino Fundamental requer a articulação de capacidades e competências básicas – de natureza discursiva. 2009) diversas em Língua Portuguesa. textual e gramatical – fundamentais para a leitura. criar e representar situações performáticas (Holzman. 2004) numa perspectiva de ensino-aprendizagem por Atividades Sociais (Liberali. imaginar.mundo.com Universidade Metodista de São Paulo Os avanços tecnológicos presenciados nas últimas décadas permitiram novas formas de interação social e com a criação da internet possibilitou-se uma inovação no processo educativo. escrita e produção oral de acordo com as regras e necessidades socialmente estabelecidas.1929/1995). assumirá de modo independente na vida real. além de desenvolver a linguagem. Atenta à essas exigências. o material didático produzido busca orientar o conteúdo disciplinar de Língua Portuguesa. Letramento e Alfabetização em Língua Portuguesa nas séries iniciais JOSÉ CARLOS BARBOSA LOPES14 zecarlos. Avaliação de aprendizagem na formação de professores em EAD: um olhar a partir do curso de letras PATRÍCIA SOSA MELLO15 psosamello@gmail. que pode se valer de ferramentas . sua criatividade e imaginação. Atividade Social. a fim de que tenha condições de experimentar papéis que. 1934) bem como dos sujeitos e das formas de apropriação e interação com a linguagem para participarem das variadas práticas sociais (Bakhtin/Volochinov. as diretrizes curriculares têm enfatizado o cuidado com a elaboração de propostas pedagógicas de modo que haja pertinência e coerência didático-metodológicas favoráveis à aprendizagem da língua materna. 2009). esta comunicação irá discutir a organização de um material didático com base na interdependência dos conceitos de letramento e alfabetização (Soares. Prof.E. a emoção e o cognitivo. Esse direcionamento teórico para a produção do material aponta algumas ideias de como a criança se apropria de práticas sociais e discursivas por meio do brincar (Vygotsky (1934/2008). em breve. o material didático busca proporcionar contextos de aprendizagem em que a criança possa planejar.

com a minha orientadora. a avaliação também se torna mais complexa. Esse questionamento se dá. expandindo-se de forma visível. ou melhor. realizando as tarefas indicadas ou interagindo de alguma forma com os outros atores desta modalidade de ensino. Álvarez Méndez (2002: 82) afirma que "A avaliação deve constituir uma oportunidade real de demonstrar o que os sujeitos sabem e como o sabem". É formativa toda avaliação que ajuda o estudante a aprender e a se desenvolver. que permita ao aluno se autoavaliar. 2005. reflexivo. começou-se a elaborar e implantar programas nacionais de EAD (Educação a Distância) e em 1996 com a promulgação da LDB n° 9. a princípio. Esta modalidade acompanha o avanço das tecnologias e a democratização do acesso à educação. mas elaborar. questionamos se o curso de Letras Língua Portuguesa em EAD oferece referências básicas para a constituição do professor na área. formando um discente crítico e prescinde do uso de determinadas ferramentas. pude aprofundar os estudos sobre a questão da avaliação formativa e obter respostas para alguns questionamentos que surgiram como ideia neste primeiro projeto. a problematizar outras questões relevantes e concernentes. Como segunda temática. A partir daí. 103) propõe "considerar como formativa toda prática de avaliação contínua que pretenda contribuir para melhorar as aprendizagens em curso. ligada à questão da avaliação. mesmo com a evolução da forma de ensinar e todas as discussões acerca da pedagogia a ser aplicada. importante instrumento empregado na prática da aprendizagem e que faz parte do cotidiano escolar de cada discente em formação desde sua inclusão na vida acadêmica. Além do acompanhamento. afinal. pesquisar. ainda é controverso este assunto e dificulta o desenvolvimento dos alunos . Perrenoud (1999: 78. então. p.. Esta forma de avaliação formativa conforme descrita por Perrenoud é adotada pelo curso de Letras/EAD. questionar e participar ativamente de todo o processo educacional. pois deve ser um processo contínuo e formativo. já que o docente só consegue perceber o desenvolvimento do discente a partir da participação efetiva deste aluno no curso.394 de 20 de dezembro tem-se o reconhecimento oficial do ensino superior a distância (EAD) no país. Em um curso à distância a preocupação dos alunos continua sendo a mesma e o acompanhamento dos alunos é mais complexo. que não tivessem sido relacionadas no trabalho da pós. como a avaliação. conquistando novos espaços e permitindo que o processo da educação aconteça de maneira eficiente. aprender é tornar-se sujeito crítico e reflexivo e a avaliação. tornando-se o sujeito que não vivencia apenas a "concepção bancária da educação" (FREIRE. fazendo com ele se torne um sujeito mais crítico. porém nos dias atuais. portanto. A partir dessa evolução. na própria instituição. autônomo e responsável. convidando este aluno a não ser passivo no seu aprendizado. ainda.. Ao pesquisar mais sobre essa temática e iniciando paralelamente a estes estudos uma pós-graduação em Docência do Ensino Superior. comecei. deve ser considerada independente da modalidade de ensino em que esteja sendo aplicada.diferenciadas e permitir acesso à informação e educação para um maior número de pessoas.a inquietação por causa da nota é maior do que a preocupação com a assimilação do conhecimento. que participa da regulação das aprendizagens e do desenvolvimento no sentido de um projeto educativo".94). pois é baseada no acompanhamento e orientação da participação do aluno no desenvolvimento de tarefas individuais ou em grupo. à avaliação. pensando no desafio do ensino da língua na modalidade a distância e em como .

conceitos e valores em rel ação à vida e à interferência do homem no ambiente natural. Bicho-da-seda: a vida em ciclo LIANE GEYER POGGETTI16 liane. e sua curiosidade que questiona e quer entender o que está à sua volta.bretherick@metodista. comparando esse ciclo de vida com seu próprio desenvolvimento e com o desenvolvimento de outros seres vivos.poggetti@crb. envolvendo-o na investigação e na solução de problemas. futuro docente. iremos utilizar revisão bibliográfica e análise de atividades avaliativas entregues pelos alunos. sua capacidade quase natural de se maravilhar com o mundo. Ao mesmo tempo. refletem sobre suas observações e descobertas. sentem-se valorizados e felizes por poder criar e cuidar. desde o ovo até a mariposa. do colégio Rio Branco. Para responder a este questionamento.se constrói o conhecimento do aluno. os alunos cuidam. selecionando e organizando as informações obtidas. desenvolvemos. com os alunos de 2º ano do ensino fundamental. Acompanhando o ciclo de vida do bicho-da-seda. nos momentos de compartilhamento dos dados obtidos. alimentam.br Co-autora: ADRIANA REGINA BORGES PASQUALINI Universidade Metodista de São Paulo . além de habilidades. Blog: conexão educação GISELDA GERONYMO SANCHES BRETHERICK17 giselda. 3 sujeitos que farão parte da pesquisa e responderão. Durante todo o processo de investigação e pesquisa. fazem medições e. futuro docente de Língua Portuguesa e como se constrói e reconstrói o próprio curso em EAD. o projeto multidisciplinar Bicho-da-seda: a vida em ciclo. ainda a questionários que visam aprofundar a verificação de como se dá essa construção do conhecimento por parte do aluno. observam.g12.Faculdade de Humanidades e Direito . esse estudo tem como objetivo principal o desenvolvimento de habilidades e atitudes inerentes ao processo de produção de conhecimentos científicos. investigando e pesquisando em diferentes fontes. percebendo a fragilidade e a importância da vida de cada espécie de nosso planeta. os alunos desenvolvem. Fundamentado na concepção de um ensino de ciências que busca o letramento científico do aluno. levantando hipóteses e fazendo perguntas. argumentando oralmente e por escrito.br Co-autores: LUCIANE CRISTINA ADAMSKI LUCIANE GAETA ZANETTI JULIANA SILVA GODOI LEÃO ANDREA LOPES MARCIA MESSIAS DOS SANTOS GONZALES LUANA ANDRADE DE BARROS Colégio Rio Branco Aproveitando o gosto das crianças pela criação de animais. limpam.

Cadê o CEI Jardim Monjolo? . novamente.A partir do final do século XX. docente e de apoio) foram se constituindo.br Co-autores: MARIA EMILIANA LIMA PENTEADO VALDELICE SOARES PINTO RABACALLLO CEU Pera Marmelo O projeto Clube de Leitores faz parte do Programa Ampliar da PMSP – DREPJ e atende alunos do Ensino Fundamental II da EMEF CEU Pêra Marmelo no período de pré e pós aula. num espaço tão restritivo.Tempos e espaços ANELISE BARELLA18 CILMARA CRISTINA CARDOSO MARQUES CEI Jardim Monjolo Em 2012 o CEI Jardim Monjolo está alocado. fundamentado nos estudos do psicólogo social Sèrge Moscovici. a globalização com a crescente disseminação das tecnologias digitais. Clube de leitores do CEU pera marmelo MARIA OLIVIA CHAVES SPINOLA19 oliviaspinola@yahoo. além de contextualizar a realidade cultural. as ações de todas as equipes (gestora. A crescente mutação da sociedade exige competências e habilidades que se renovam e atualizam-se em fluxos contínuos. numa casa enquanto aguarda uma reforma estrutural do seu prédio. interações nos mais diferentes tempos e espaços que já são uma marca do trabalho dessa equipe? O desafio estava posto: a preservação de nossas concepções. redefiniu a noção de tempo e espaço alterando as relações de ensino aprendizagem. e de outro sobre as representações sociais que. Essa situação atípica desestabilizou.com. O presente trabalho está ancorado em uma experiência de utilização da ferramenta blog em um curso de Pedagogia EAD e as potencialidades do uso no processo de ensino aprendizagem que. além de poder usufruir dessas manifestações em âmbito global. aproxima-se do mundo vivenciado pelos alunos. Buscou-se articular este relato de experiência em duas instâncias: de um lado a pesquisa desenvolvida sobre a desterritorialização do conhecimento e a descentralização do saber fundamentada nas ideias dos filósofos Gille Deleuze e Pierre Lévy. Como poderíamos continuar garantindo as crianças. sobre a influência das formas de comunicação de uma cultura. numa cadeia criativa. Conforme os PCNs os alunos devem ser formados de modo a compreender os fenômenos sociais e culturais. num primeiro momento. possibilita tornar o não familiar em familiar. pouco a pouco. provisoriamente. O objetivo do projeto é promover a formação de . o trabalho da equipe gerando uma série de angústias e ansiedades. resignificando os tempos e espaços das crianças e de todos os envolvidos no processo educativo . Assim. A problematização objetiva uma educação que atenda aos atuais desafios da cultura digital.

Nesse processo. algébricas e geométricas no es tudo do conceito de número que se expressam nas proposições davydovianas. Nesse contexto. um espaço. seja por meio de imagens. as manifestações acerca das apropriações de significações aritméticas. uma situação. partindo de expectativas e necessidades. serão consideradas as categorias mediação. além de transitar pelos gêneros textuais de várias esferas de circulação com a possibilidade de fazer cruzamentos. entre outros) seus principais representantes com ênfase na pesquisa colaborativa (MAGALHÃES. Davydov. IBIAPINA. de maneira que as crianças tenham acesso aos diversos portadores de texto. FERREIRA. A leitura se realiza a partir do diálogo do leitor com o objeto lido (seja escrito. discutida e socializada. uma imagem ou um acontecimento). sobre o sentido que ela assume. Para a análise dos dados produzidos.leitores no CEU por meio de encontros semanais. LIBERALI. inferências ou simplesmente expressar impressões sobre a leitura. com base no objeto de estudo. algébricas e geométricas para o ensino do conceito de número que se expressam nas proposições davydovianas. O referencial teórico-metodológico que subsidiará o estudo. gestual. dar sentido a ele e a nós mesmos. Sendo assim.com Co-autor: JOSÉ AUGUSTO DE CARVALHO MENDES SOBRINHO Universidade Federal do Piauí O presente estudo tem como objetivo analisar. Elkonin. conhecimento. A investigação será desenvolvida com um grupo de seis professoras dos anos iniciais de uma escola filantrópica situada no bairro Socopo em Teresina-PI e que atende a crianças comprovadamente carentes que residem no referido bairro e em seus arredores. Estes encontros acontecem em um espaço no qual a leitura seja oferecida. defendemos a tese de que a inserção dos professores dos anos iniciais em contexto de reflexão crítica possibilita-os se apropriarem das significações aritméticas. a função dos encontros é dialogar com o leitor sobre sua leitura. implica também ler o mundo. situações reais ou imaginárias. a leitura n ão se dá propriamente como resultado da interação texto-leitor. do prazer das descobertas e do reconhecimento de vivências do leitor. . Conceito de número em Davidov VALDIRENE GOMES DE SOUSA20 valdirenevall@hotmail. 2008. sonoro. atividade. Esse diálogo tem como referência um tempo. de ideias. dado o seu caráter de investigação-formação deriva da abordagem histórico-cultural que tem em Vigotsky e seus colaboradores (Leontiev. conceito e número. necessidade enquanto possibilidade. que considera a compreensão de desenvolvimento na perspectiva vigostkiana. 2011. de sons. Adotará como fundamento epistemológico os estudos sobre o ensino do conceito de número no primeiro ano do ensino fundamental proposto por Davydov (1988). nos posicionamentos dos professores. 2011).

o EDUCOM – NAS ONDAS DO MANGE. A Agência tem como um de seus objetivos a manipulação e discussão dos aparatos da mídia... protagonistas juvenis de suas histórias. favorecem com que jovens das camadas populares possam ter experiências de aprendizagem enriquecedoras. foi realizado por alunos de 4º ano do Ensino Fundamental do Colégio Rio Branco Brasil.Conexão MANGE . contos de lá.andre@crb. Esta iniciativa trata-se da constituição de uma Agência de Notícias no interior da escola que se organiza por alunos e professores. Os jovens têm diversas atividades dentro do projeto: a constituição de uma rádio na escola. Projeto de Leitura e escrita SHEILLA ANDRÉ CARLOS DA SILVA22 sheilla. a veiculação de ideias através de veículos construídos pelos jovens como jornal impresso. intermediada pela leitura e reescrita das histórias. as crianças puderam refletir sobre o uso da língua portuguesa em diferentes contextos: o nosso – brasileiro e o de um país estrangeiro – Portugal – por meio do contato com alguns contos tradicionais da cultura lusitana. mural e digital. através das atividades exercidas pelos jovens há o questionamento de como se veiculam imagens e sons no mundo que nos circunda. Essa interlocução. contos de lá. Contos de cá.BAROQUELLO TÂNIA BRANCO DE MORAES MARLI FERREIRA DE SOUZA VÂNIA MARIA CONCIMO SANTOS Colégio Rio Branco Este Projeto Didático Leitura e Escrita – Contos de cá. da mesma faixa etária.. estabelecendo novos horizontes de vida para cada um os participantes do projeto. MOREIRA TERESA CRISTINA S. do Instituto Duarte Lemos. carregada de sentido. e manutenção de um blog da escola.g12. Durante a realização do trabalho. imprensa jovem (com a cobertura de eventos dentro e fora da escola). localizado em Águeda – Portugal.um projeto de educomunicação JULIANA SANTOS ALBACH21 ju_albach@yahoo. com programação própria estabelecida pelos alunos. Este projeto possibilita com que os jovens sejam coautores de suas trajetórias de aprendizagem. possibilitou que os alunos se aproximassem da cultura de uma nação tão distante. ao .br Co-autores: VILMA NARDES POLLYANA ALVES EMEF Professor Roberto Mange Para minimizar a questão de indisciplina e entender a violência dentro da EMEF Professor Roberto Mange implantou-se um projeto de Educomunicação na escola. ou seja. mas.br Co-autores: CARMEM TEREZINHA DA S..com. em parceria com alunos.. mobilizando o jovem para uma aprendizagem autônoma. construindo uma nova relação com a escola.C.

gerir uma atividade de formação contínua de maneira articulada com o trabalho realizado nas salas de aula dos diferentes professores e... especialmente. Os primeiros dados coletados revelam diferentes demandas na formação contínua dos Professores. referentes às sequências didáticas para se ensinar a leitura e a produção textual na escola.. com o propósito de contribuir de forma colaborativa para qualificar a formação contínua dos mesmos na escola. No projeto Contos de cá. orientar   para   o   processo   de   ensino   do   objeto   “Leitura   de   notícias”. pressupondo um trabalho dialógico e de colaboração mútua. nos pressuspostos da linguística textual abordados por Geraldi (2002). Essas demandas constituem enormes desafios para a Coordenadora Pedagógica. leram contos tradicionais de suas culturas e escolheram alguns para reescrever e compartilhar as leituras entre os alunos das duas nacionalidades. referentes às categorizações de tipo e gênero textual. exigem dela conhecimentos de diferentes naturezas. Teberosky (1999). no que se refere aos gêneros de textos. Para alcançar os objetivos apresentados.com. ao que tudo indica. ligada a nós por meio da língua. Lopis Rossi (2005). Os objetivos específicos. Refletir sobre o papel do coordenador na formação contínua do Professor oferecida na unidade escolar. Estudar com a Coordenadora Pedagógica e com os Professores nova perspectivas de ensino de leitura de notícias. 2. 3. . tanto as brasileiras – as de cá. tendo em vista os processos registrados sobre o ensino de leitura de notícias na sala de aula do 4º ano da escola. com o intuito de transformar os dados já coletados em relação ao ensino de leitura na sala de aula. na teoria construtivista de Ferreiro &amp. nessa fase da pesquisa. nosso objetivo é compreender criticamente como se dá a Gestão do trabalho da Coordenadora Pedagógica no HC dos Professores. Schunewly (2004). nas ideias de Bakthin (2003). por isso. Planejar em conjunto com a Coordenadora Pedagógica novas formas de gestão do HC. ao mesmo tempo. Subsidiamos a respeito da gestão da formação na perspectiva e uma atividade social do ponto de vista vygotskyano e. pois. contos de lá. são: 1. Discutir sobre as ações desenvolvidas pela Coordenadora e pelos Professores. a fim de que o grupo possa ampliar seus conhecimentos sobre os processos de ensino da leitura.mesmo tempo.   Dessa   maneira. A fundamentação teórica do projeto baseia-se em. 4. embasado da TASHC. tais como. Esse trabalho apresenta um recorte da pesquisa. Coordenação Pedagógica: Contribuições de uma pesquisa MARIA DO SOCORRO FERREIRA GOMES23 mariadosocorro2001@yahoo. Dolzs &amp. permeada por regras que favoreçam uma participação ativa de todos os sujeitos envolvidos. orientamos em relação: ao replanejamento do trabalho de formação de Professores no HC e a revisão dos planos de aula. em uma Escola Municipal de Ensino Fundamental. nas proposições de Marcuschi (2002). as crianças. Participar direta e indiretamente do trabalho no HC. quanto as portuguesas – as de lá. tão próxima.br PUC/SP Esta apresentação tem como objetivo discutir o processo de formação de Professores oferecido pela Coordenadora Pedagógica no Horário Coletivo (HC). 5. na região da zona leste de São Paulo. nas considerações de Lerner (2002).

Aguiar e Ozzela 2006. buscando elementos para a reflexão crítica no trabalho do coordenador pedagógico e as contribuições da Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural para transformar a o contexto atual. 2012) A produção de dados esta ancorada na Perspectiva da Pesquisa Critica de Colaboração ( Magalhães 2011. Luria) e nos trabalhos dos teóricos contemporâneos( Aguiar.com. qualificando a gestão do HC da escola. coordenadora pedagógica e vice-diretora) de quatro escolas oficiais da Cidade de São Paulo ( duas estaduais e duas municipais).PUC/SP em escolas estaduais da cidade de são Paulo 2) Projeto AB( Aprender Brincando). desenvolvido desde 2009 também pelo Grupo Lace.Utilizando a metodologia de resolução de situações-problema. e em que medida a Atividade de Formação de educadores desenvolvida nas escolas em foco . Magalhães. estão inseridas em projetos de cooperação acadêmica Universidade -Escola e abrigadas sob três projetos mais amplos: 1)LEDA (Projeto Leitura e Escrita nas Diferentes Áreas).br PUC/SP Esta comunicação pretende apresentar e discutir uma pesquisa de doutorado em andamento que tem como objetivo compreender os sentidos e significados sobre gestão escolar dos participantes de Equipe Gestora escolar. as ações implícitas nos discursos que medeiam o HC.2010. também. pelo grupo de pesquisa LACE. É também objetivo específico da pesquisa compreender os sentidos e significados que cada um dos participantes da equipe Gestora atribui ao seu papel na organização da escola . Espera-se. Ancorado nos pressupostos teóricos da Psicologia Sócio Histórica. buscamos refletir sobre as práticas de ensino.PUC. este trabalho tem como fundamentação teórica metodológica as discussões vygotskianas que. A análise dos dados. As quatro escolas participantes desta pesquisa. Nesse processo. compreender a qualidade da mediação que se estabelece entre as participantes na produção de sentidos e significados e na ressignificação do papel da equipe gestora na formação continua de educadores. todas integrantes de grupos de pesquisa ligados a Universidade . bem como nos seus seguidores (Leontiv. 2011. por sua vez estão apoiadas nas premissas do Método em Marx. (diretora. e no pensamento histórico-dialético marxista (MARX e ENGELS. relativas à gestão do HC e ao objeto de conhecimento presente na sala de aula.SP e 3) Grupo  de  pesquisa  “Atividade  docente  e  Subjetividade:  aspectos  indis sociáveis da   formação   do   professor”   . consideramos o trabalho com os gêneros do discurso nos contextos enunciativos das salas de aula. a fim de tornar observáveis para os coordenadores pedagógicos questões de natureza didática. metodológica e conceitual. 2012) . contribui para que eles sejam ressignificados . 1845-46/2007). desenvolvido desde março de 2010. com o propósito de analisar os pressupostos teóricos que embasam as práticas dos professores. assim como. Desafio da formação de educadores na escola: responsabilidade da equipe gestora? ELVIRA MARIA GODINHO ARANHA24 elviraa@uol. a importância das interações entre os sujeitos e com os textos lidos. seguindo o mesmo alinhamento conceitual está baseada no .da   Pós   graduação   em   educação:   P sicologia da educação –PUC SP.

são vídeos gravados e transcritos.com. 2004). 1925/2004. Teve como objetivo desta formação compreender como e de que maneira a relação entre a equipe gestora propicia a construção de uma escola mais democrática e participativa. 1999c). sobre aprendizagem e desenvolvimento. 2009). Os conceitos de organização. 1926/2004).procedimento teórico metodológico denominado “Núcleos   de   significação”. Partilhamos a convicção de que necessidades formativas compartilhadas em contexto de reflexividade crítica geram a possibilidade do professor principiante desenvolver a práxis. 1934/2001. Considerando que este tipo de metodologia propõe a aprendizagem e o desenvolvimento para todos os envolvidos. Aguiar e Ozzela (2006). participação e de cultura organizacional consideraram as discussões de Libâneo (2001/2008) e Lück (2006. gestão. 1983.br PUC/SP Este trabalho apresentará o processo de produção de significados compartilhados sobre o conceito de gestão e a produção do plano de trabalho de Coordenador Pedagógico desenvolvido em um curso de formação de gestão pedagógica para escolas de uma rede pública municipal. e Engeström (1987.com Co-autora: IVANA MARIA LOPES DE MELO IBIAPINA UFPI O objetivo deste texto é apresentar a proposta do projeto de tese de doutoramento. O professor no início do desenvolvimento da carreira docente se defronta com multiplicidade de problemas que o leva a vivenciar contradições e conflitos. 1978. A discussão dos resultados foi realizada com base em recortes selecionados e apresentados nos encontros de formação. estruturado em torno da seguinte questão de pesquisa: quais as necessidades formativas de professores iniciantes para produção da práxis? A abordagem do estudo será produzida nas relações colaborativas desenvolvidas por meio dos seguintes instrumentos: a narrativa. 1999a 1999b. Discutindo necessidades formativas com professores iniciantes HILDA MARIA MARTINS BANDEIRA26 hildabandeira@hotmail.PCCol (MAGALHÃES. A nossa própria . Desafios do Plano de Gestão Pedagógica ADRIANA WATANABE25 adrianawatanabe@ig. Leontiev (1977. 1930/2004. o arcabouço teórico está embasado na Teoria da Atividade SócioHistóricoCultural (TASHC) considerando as discussões de Vygotsky. O referencial teórico está fundado na Pesquisa Crítica de Colaboração . consciência e mediação. Os dados estão sendo produzidos desde de 2010 em entrevistas. 1994). (1927/2004. reuniões e formações com as participantes . Os resultados iniciais indicam uma transformação na cultura de formação na escola. o diário e a entrevista coletiva reflexiva.

Vázquez (2007) com os diferentes níveis de práxis. posto que a teoria abarca o modo como as crianças se apropriam do conhecimento. em situações de ensino superior foi nos demonstrando que a inserção na docência é uma fase conflituosa da produção do tornar-se professor. As aulas e os encontros informais de formação são tratados como Atividades Sociais que se interligam e se complementam. Discutindo o brincar na formação do professor de inglês do ensino fundamental 1: em contexto de escola pública MÁRCIA PEREIRA DE CARVALHO PUC/SP 27 Este estudo se insere na área da Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Sendo ponto de partida desta pesquisa a língua inglesa implantada e implementada em larga escala em escolas públicas de Ensino Fundamental 1 (ROCHA. 2012) e o estudo no âmbito da pesquisa colaborativa em contexto de formação inicial e com mestrandos e doutorandos da UFPI. este estudo pode colaborar significativamente para a implementação do inglês. Dentre os pesquisadores que discutem essa questão destacam-se: Pires (2001). García (1999. art. Miranda (2003). . Rocha (2006). mais recentemente. disciplina adicionada ao currículo de acordo com a necessidade da comunidade local e dos possíveis vieses socioeconômicos que sustentam esta escolha. Essas considerações ampliam a importância do estudo das necessidades formativas com professores que estão se inserindo na docência. 2009) ao tratar da formação e do professor principiante. ou seja. Sabadim (2009). É sabido que a disciplina tem tomado destaque especial na parte diversificada do currículo (LDB. 2006).trajetória profissional de docência em instituições de ensino privado e público de ensino fundamental e. Zabalza (1994. Visa à interpretação das interações verbais e não verbais por meio da Teoria da Argumentação. Ibiapina (2008. entre outros. Lança mão de conceitos de Gestão Escolar para entender a implementação da disciplina de Língua Inglesa no Ensino Fundamental 1. Rodrigues e Esteves (1993) na análise de necessidades na formação de professores. Dellova (2009). encontros informais de formação contínua dos professores participantes e da professora-pesquisadora são a estratégia para promover as discussões. 2004) com o estudo dos diários como recurso prenhe de reflexão. Para a construção dessa fase preliminar da pesquisa dialogamos com os seguintes teóricos: Afanasiev (1969) que discute o conceito de necessidade enquanto possibilidade. Sendo o objetivo geral compreender criticamente como a teoria de ensino-aprendizagem proposta por Vigotski e seguidores pode contribuir para a formação contínua do professor de Língua Inglesa ao modo de ministrar as aulas. Os resultados desta pesquisa podem contribuir para a realização de uma Cadeia Criativa que envolva Atividades Sociais de formação contínua do professor e de aulas de língua inglesa. 26). Tendo como paradigma de pesquisa o crítico colaborativo. especialmente quando essas necessidades têm como pressuposto a possibilidade de desenvolvimento da práxis. conforme o grau de consciência do sujeito ativo no processo prático de criação. Ornellas (2010) e Santos (2011). Marini (2010).

artefatos e realizações acadêmicas dos alunos nas aulas de língua estrangeira em uma escola americana na cidade de São Paulo.com. Documentação Pedagógica: a investigação a favor da prática educativa ISABEL APARECIDA PEREIRA AMANCIO29 isabel. CRISTINA FERNANDES JANAÍNA DA CUNHA LUCIANA RODRIGUES DANIELA BERZINI MARIA TEREZA SALONI TERESA MACIEL Colégio Rio Branco O objetivo desta comunicação é relatar o trabalho de formação de professores de Educação Infantil e 1º ano.Do giz para a tela: ferramentas online de produção acadêmica em ensino-aprendizagem de línguas ANA PAULA B R CORTEZ28 apbrcortez@yahoo. portanto. Nesta apresentação. criada por Loris Malaguzzi e influenciada pelas ideias de Piaget. tais recursos demonstrados são considerados utilitários em nossa práxis. ilustraremos as inúmeras possibilidades de produção textual. Para tanto. de avaliação e de exposição de trabalhos. como um portfolio e seus recursos de produção textual oral e escrita. da observação e do papel da criança como um sujeito ativo e competente.br Associação Escola Graduada: Graded School O objetivo deste trabalho é apresentar ferramentas e recursos online para produção acadêmica em aulas de línguas estrangeiras. além da importância da escuta. mas não o fundamento da mesma.amancio@crb. do Colégio Rio Branco (São Paulo/Cotia) a partir da perspectiva reggiana da documentação pedagógica. e não seu fim. caracterizando-se. Portanto. quando iniciamos algumas discussões sobre concepções de criança. Essas . Concomitantemente aos estudos. de ensino e aprendizagem. um meio para a mesma.br Co-autores: KÁTIA RASCIO MARIA ISABEL SIMON SANDRA CARLINI. as professoras envolvidas produziram documentações que serviram como instrumentos metodológicos para a reflexão e a qualificação da prática docente. Maria Montessori. utilizando-a como instrumento reflexivo metodológico na prática educativa. no que se refere à Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural aplicada ao ensino-aprendizagem de idiomas. entre outros. Dewey. disponível gratuitamente. É importante salientar que nossa prática pedagógica baseia-se no arcabouço teórico-reflexivo proposto por Vygotsky (1932-33) e Leontiev (1977). Este trabalho ocorre desde 2009. usaremos como base o pacote do Google Drive. Vygotsky.g12. como um apoio para nossa produção.

pedagógicas. pensar globalmente e agir localmente. compreendendo-as e trazendo-as para vida diária. desde a Conferência Rio-92.A educação veio ser uma das ferramentas para a resolução dos problemas ambientais. pois. pode-se levar a cabo uma interrogação significativa da realidade. os ecologicamente desejáveis e os não-ecológicos – de habitar. impõe também um limite real à sobrevivência humana e vem reorientando os caminhos. ciência.documentações ocorreram em momentos de escolha livre (MEL). Sendo assim. um elo vital deste ambiente-mundo em que vivemos. na EMEF José Maria Whitaker. gera novas necessidades de ação e reflexão no campo do ensino e da aprendizagem. de 27 de abril de 1999). Este questionamento adquiriu uma grande importância nas últimas décadas. isto é. locais. transformando pequenos processos de mudança num passo para a construção de uma nova relação da pessoa e o ambiente. desenvolve-se o projeto Educação Ambiental: Formando Agentes Ambientais Mirins. as questões ambientais ganharam mais visibilidade e. pode ser entendida como uma reflexão sobre a série de obstáculos culturais e naturais de riscos concretos que se erguem diante da qualidade de vida humana e como o processo de extinção de espécies de fauna e da flora que contêm inúmeras implicações de ordem socioeconômica.795. ocorrida com a introdução dos temas transversais difundidos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais e pela Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9. A degradação ambiental interroga os saberes até então construídos pela humanidade. Diante do exposto. A valorização da Educação Ambiental (EA). Educação Ambiental: Formando Agentes Ambientais Mirins na EMEF Jose Maria Whitaker FLORIPES NÚBIA OLIVEIRA LIMA30 flornubia05@hotmail. Para que o aluno. interferindo na política. no ensino formal Fundamental e Médio. Ao se trabalhar a educação ambiental na escola. opiniões e percepções das crianças como sujeitos ativos no processo de aprendizagem. A escola. atue como agente ambiental mirim. também ganharam mais materialidade . da 5ª série do Ensino Fundamental II. viver e conviver no mundo desde uma perspectiva social e ambientalmente responsável pode ser. tecnologia e educação. foi possível perceber uma maior visualização das vozes. em decorrência desse cenário mais amplo. a educação ambiental promove o pensamento crítico sobre os muitos modos possíveis – os existentes. nos quais as crianças têm autonomia de investigar diferentes assuntos.com Co-autora: SOLANGE MARIA NOGUEIRA DA ROCHA EMEF José Maria Whitaker A questão ambiental. espaço social muito significativo de relações institucionais. afirma Martinez (2006). No Brasil. políticas. comunitárias. raciais. economia. contribui para a formação do sujeito ecológico. aquele que por meio de pequenas atitudes assume a . Tal formação acontece em todas as experiências que nos formam durante a vida. na segunda metade da década de 1990. Os resultados apontam mudanças iniciais tanto nos papéis desempenhados pelos diferentes sujeitos quanto na prática educativa. por meio da documentação pedagógica. com o objetivo de refletir sobre cidadania por meio de ações ambientais.

br Colégio Rio Branco/ Universidade de São Paulo Tanto o ensino de língua Estrangeira para Crianças (LEC) quanto sua pesquisa encontram-se em expansão no Brasil e no mundo (Cameron.com. 2009. No geral. 2009) e à formação de professores em LEC (Cristovão e Gamero. 2010. Santos. 2010.responsabilidade de construir uma sociedade sustentável. Com o intuito de contribuir para o ensino de escrita em língua estrangeira e dar visibilidade ao monitoramento dos processos de aprendizagem de inglês no nível Fundamental. 2003). 2006. essa comunicação exemplificará perguntasrespostas geradas a partir da realização da intervenção pedagógica com o intuito de ilustrar os processos de ensino-aprendizagem tendo em vista o desenvolvimento da consciência persuasiva nos alunos. no entorno da escola. faltam pesquisas que avaliem e analisem dados que provenham de intervenções do ensino de escrita em LEC para crianças alfabetizadas entre 8 e 10 anos (Figueira. Desse modo. 2009. 2009. ensinou o texto persuasivo em inglês e promoveu a consciência persuasiva. destacam-se estudos relacionados a crenças (Antonini. mas nos processos de ensinoaprendizagem (Vygotsky. Entre as pesquisas realizadas na área de LEC. Ensino-aprendizagem de e em língua inglesa por meio de Atividades Sociais CAMILA SANTIAGO32 santiago. essa comunicação objetiva demonstrar como uma intervenção pedagógica. realizada com alunos do 5º Ano em uma escola particular paulista. Cristóvão e Gamero. Rocha.camila@gmail. Santos e Benedetti. Freitas. Figueira. com confecções de cartazes e folhetos e estudo do meio – na escola. Foram realizadas oficinas de reflexões. 1984).com . O método vygotskyano (1984) foi implementado para criar artificialmente um processo de desenvolvimento psicológico conforme as ações de aprendizagem de Davydov (1988). textos de opinião e textos multimodais (Kress. a coleta de material plástico. estudando também sua estrutura interna de campo. relação e modo (Martin.o que gerou uma primeira ação ambiental protagonizada pelo agente ambiental mirim. Scheifer. 2010. Moura 2010. Silva. Gimenez 2010). 2010). 2009. Considerando a necessidade de nos concentrarmos não nos produtos. Silva e Tonelli. 1989 e 2008). Rocha. na Cooperativa de Coleta de material reciclável e no Aterro Sanitário. concomitante ao aprendizado do texto persuasivo em língua estrangeira. os alunos responderam a perguntas-problema. 2006. 2010). 2003. Ensino do Gênero Textual Persuasivo em Inglês para o Ensino Fundamental I: Monitoramento dos Processos de Aprendizagem LILIAN DE MELO FERNANDES MARTINELLI31 lilian_mfer@yahoo. formularam representações visuais (através de desenhos e da escrita) sobre as características da persuasão e analisaram textos biográficos.

A pesquisa está embasada teoricamente na Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (VYGOTSKY.com PUC-SP/USP SAMANTA MALTA PEREIRA DA SILVA satmalta@hotmail. inserido no projeto Educação Multicultural (EM). LEONTIEV. Compreende-se por Atividade Social o conjunto de ações mobilizadas por um
grupo para alcançar um determinado motivo/objetivo. com outros e com   o   mundo   a   sua   volta. 1977.com Colégio Santa Clara MANUELA PEREIRA BERNARDES manu_bernardes@hotmail.  1987)  que  está  relacionada  à  “vida  que  se  vive”  (MARX. A . Durante este ano.com Co-autora: MARIA CECÍLIA DE OLIVEIRA ABRÃO Torre de Babel Idiomas Este trabalho é parte do projeto Educação Multicultural do grupo de estudos Linguagem em Atividades no Contexto Escolar (LACE) e apresenta o Projeto Ação Cidadã ( PAC) como parte das suas realizações. 1997). que possibilita aos sujeitos a criação de outras formas de se relacionarem consigo mesmos. Também tem como base o conceito de Performance HOLZMAN.   criando   “quem   são   por   serem   quem   não   são”.;  ENGESTRÖM.PUC-SP / UMESP Co-autores: CLARISSA LIBERALI clacoli@hotmail.   1846/2002) e indica que os sujeitos se constituem sócio-histórico-culturalmente na relação com outros sujeitos e com o mundo. foram ministradas aulas semanais de trinta minutos para quatro turmas de dois a quatro anos de uma creche localizada no centro da cidade de São Paulo. pôde-se perceber o desenvolvimento dos alunos durante a vivência das Atividades Sociais e a criação de novas possibilidades para os educandos fazerem escolhas e agirem de diferentes maneiras em situações do cotidiano.   Por   meio da observação dos vídeos das aulas. tem como objetivo discutir o ensino-aprendizagem de e em língua inglesa por meio de Atividades Sociais. O objetivo desta pesquisa é discutir o processo de ensino-aprendizagem de língua estrangeira em ambientes multiculturais. Ensino-aprendizagem de língua inglesa em contexto multicultural BRUNA SOARES CABABE33 brunacababe@gmail. 1930/1934.com USP Este trabalho. por meio do trabalho com Atividades Sociais. Foi desenvolvido no ano de 2012 em aulas para crianças de dois a quatro anos em uma creche na cidade de São Paulo e faz parte do Projeto Ação Cidadã (PAC) do grupo de estudos Linguagem em Atividades no Contexto Escolar (LACE).

como também ampliar seu vocabulário.. resignificamos os momentos de contação de histórias na rotina das crianças de 3 anos. plástica e escrita.   Baseados   nesta   perspectiva. com textos simples e sem magia. A criança assume uma posição de corresponsabilização no percurso para alcançar o motivo/objetivo partilhado. além de ter promovido momentos lúdicos de interação e encantamento. a dramatização de clássicos infantis na rotina de crianças de 3 anos REBECA YASMIN SOUSA DE OLIVEIRA34 E NEULICE ALMEIDA BARROS35 neulicebarros@hotmail.Atividade Social satisfaz necessidades dos sujeitos na vida que se vive (LEONTIEV. inserindo a dramatização de clássicos da literatura infantil ao longo do ano. dividir. o que leva ao engajamento nas ações da atividade. e esse mundo   é   o   que   chamamos   de   brinquedo”   (Vygotsky. geralmente. Era uma vez. convidamos os alunos a brincar de assumir papéis e representar as histórias preferidas do grupo em sala de aula e no teatro para plateias de crianças e pais. possibilitando reflexão e transformação. pois está diretamente ligada ao desenvolvimento intelectual e físico das crianças. . fantasiar na imaginação e na realidade. O resultado dessa brincadeira excedeu as expectativas. desde o planejamento à execução. esperar e reconhecer a ação de um companheiro ou um grupo. estão sendo esquecidas nos fundos dasprateleiras das livrarias. Acreditamos que ao dramatizar. cheios de brilho ou informatizados. 1977).com Co-autores: TEREZA CRISTINA RIBEIRO DA SILVA MARIA LUZANIRA DE SOUSA JEREISSATI MARIA ELENA FROTA MAYARA MÁRCIA ROCHA DE ALMEIDA ALINE CARDOSO DOS SANTOS THALITA MORAIS FREITAS Colégio 7 de Setembro A capacidade de fazer de conta é uma das características mais relevantes da infância. perdendo lugar para livros com recursos interativos.   2007).  “A  criança  em  idade  pré-escolar envolve-se num mundo ilusório e imaginário onde os desejos não realizáveis podem ser realizados. O ensino de línguas para crianças por meio de Atividades Sociais em ambientes multiculturais possibilita a integração da atividade ao mundo cotidiano dos aprendizes e promove a possibilidade de engajamento em contextos reais da vida. Neste contexto. Atualmente. verbal.. imitar. refletir-se na própria ação. a criança tem oportunidade de viver uma história. no ensino por meio de Atividade Social o estudante é protagonista da sua aprendizagem e de sua ação na vida. Assim. pois através do envolvimento dos alunos durante todas as etapas da atividade. as histórias clássicas que marcaram nossa infância e nos fizeram tão felizes. a ação de dramatizar expandiu-se nas diversas áreas do conhecimento explorando as linguagens corporal.

mais especificamente. Roberto Mange. extrapolando os limites dos modelos excludentes atuais. Gadoti.br Co-autora: ANA CAROLINA DOS SANTOS MARTINS EMEF Prof. desenvolvidos com base na concepção dialógica do discurso de Bakhtin e o Círculo. 1987. Sarau no Mange. Acreditamos que o diálogo entre estes conceitos. Diante dessa conjuntura. destacando as relações de poder inerentes às posições linguísticas/discursivas aí assumidas. Projeto de acompanhamento do 1º ano do Ciclo II. e o potencial teórico ligado ao campo da Pedagogia Crítica podem ser profícuos no sentido de construirmos novas bases epistemológicas que se constituam como formas alternativas de formação.  2010)  com   a formação crítica de educadores. Entre os projetos. esta comunicação tem como objetivo precípuo discutir as relações entre os conceitos  de  “forças  centrípetas”  e  de  “forças  centrífugas”  (Bakhtin. a presente reflexão buscará estabelecer um diálogo mais amplo entre esses diferentes contextos. O trabalho perpassou pela discussão e reflexão sobre concepção de educação e currículo. Partindo do pressuposto de que as dinâmicas econômicas. nós coordenadoras pedagógicas da escola.Forças centrípetas. no contexto em que a formação de professores se dá (Freire. e a validade do conceito de forças centrípetas/ centrífugas para pensarmos o desenvolvimento crítico-político de professores para o enfrentamento das desigualdades sociais contemporâneas. Festa da Família e novas dinâmicas de reunião de pais. Festa Junina . Elencamos práticas já utilizadas pelos professores no que diz respeito ao gerenciamento tanto de conflitos quanto de aprendizagem. forças centrífugas e seus possíveis desdobramentos para a formação crítica de professores FÁBIO WOLF36 LAEL/PUC-SP/CNPq A partir de resultados parciais oriundos de uma pesquisa de doutorado. alto índice de evasão escolar e baixos índices de aprendizagem. destacamos: Projeto Respeito às diferenças. traçamos como meta principal subsidiar os professores para que esses possam ajudar seus alunos a ampliarem o repertório na resolução de conflitos através da socialização de boas práticas para alcançarem também melhores resultados na aprendizagem. Formação continuada de professores ANA CLÁUDIA ALBANO SARDINHA37 claudiaalbsar@yahoo. ainda em desenvolvimento. 1985). políticas e sociais desempenham papel crucial tanto no ambiente universitário quanto. Os principais problemas enfrentados pela comunidade escolar eram: a dificuldade em solucionar conflitos sem o uso da violência.com. tendo como base as teorias pós-críticas. Roberto Mange Trabalhamos na EMEF Prof. localizada na região do Butantã com dois turnos diurnos e aproximadamente novecentos alunos matriculados. a partir desse levantamento foi possível elaborar novos projetos capazes de atender as demandas expostas.

constitutiva dos sujeitos em interação e. A experiência aqui relatada diz respeito a alguns municípios do estado do Ceará. Por meio das discussões sobre gêneros. do que será vivenciado com as professoras alfabetizadoras. faz-se necessário um trabalho mais sistemático para alcançarmos resultados mais satisfatórios. Depois da elaboração dos projetos mencionados foi possível compartilhar relatos das práticas de cada professor.   Comunicar   e   Ser”.. atendidas pela Aprender Editora. o envolvimento dos alunos nos projetos. atendidos pelo Programa Alfabetização na Idade Certa. essas vivências serão levadas aos alunos do 2º ano de educação básica das escolas das redes públicas do Estado do Ceará.   As   formações   são   pensadas   e   refletidas tendo por base o uso dos diferentes gêneros textuais no processo de letramento  crítico. Entende-se  performance  como  uma  atividade  relacional. no qual a relevância estava na decodificação de palavras e pequenos textos. entre outros.  “que  envolve   contínua   relação   de   palcos   (ZDPs)   nos   quais   um   ‘se   performa’   pela   incorporação   do   outro”   (Holzman.br Aprender Editora Este trabalho tem por objetivo mostrar a importância da formação crítica de professores alfabetizadores para que o letramento crítico dos alunos verdadeiramente aconteça. de maneira prática e contextualizada. assistidos pela Aprender Editora.. proporcionado aos alunos uma leitura que supera a compreensão literal desses textos. porém. 2012). com compromisso e responsabilidade política na tomada de decisões. Quanto aos índices de aprendizagem observa-se que alguns alunos demonstram avanços. Projeto Brincadeiras.] um conjunto de práticas. (Smolka. dos modos de ensinar a ler e a escrever e da literatura. aponta a importância da linguagem como prática social. do mundo.   trabalhando   assim   os   .Temática. A Aprender Editora. propicia às suas formadoras a performance.  Para  Marcuschi  (2003. Formação crítica de professores/ formação crítica de alunos IRIS VANESSA ALVES MARQUES ANNUNCIATO38 irisannunci@yahoo. Apesar das ações ainda estarem em andamento já é possível notar resultados muito positivos como a aproximação significativa da comunidade com a escola. A realização desse trabalho tem nos apontado que é possível transformar a realidade de uma escola pública de periferia com ações coletivas.PAIC e posteriormente. a diminuição das ocorrências de violência e depredação.com. da leitura e da escrita. busca compreender o dinâmico e complexo processo de elaboração coletiva de conhecimento – da linguagem. valendo-se das propostas de “atividades”   do   livro   “Escrever. envolvimento da comunidade. As formações propostas mensalmente tem por objetivo fazer com que os professores percebam a importância do desenvolvimento da criticidade de modo que consigam pensar e elaborar “atividades”  que  propiciem  a  formação  de  alunos  críticos.  22)  “Letramento  é  um  processo  de   aprendizagem social e histórico da leitura e da escrita em contextos informais e para usos utilitários [.  p.1997). Neles os professores realizam propostas de atividades com seus alunos. educadores possam perceber a funcionalidade e a intencionalidade do autor. da língua.  Desta  forma  estamos   propondo uma mudança nos métodos tradicionais (behaviorista) que eram trabalhados nas escolas.

em uma universidade do interior de São Paulo. 2005) na abordagem dialógica bakhtiniana. 2010. Para atingir meu objetivo. tipos de argumentos. torna-os mais críticos por viverem o uso gêneros textuais numa situação real de comunicação.iub@netsite.com UNISO / PUCSP/CNPq Estudos com foco na formação de professores de línguas no Brasil apontam para a falta de autonomia nas atuações e reprodução de modelos.IFG Co-autora: . Comunicar e Ser. 2008) do Grupo de Pesquisa LACE. A partir desse problema. As análises objetivam observar a produção de significados na atividade de fo rmação de alunos-professores em contexto de planejamento de tarefas com a discussão do tópico ensino de inglês com base em Atividades Sociais (AS) e compreender se essa é uma produção crítico-criativa (Liberali. Os dados são produzidos (gravados e transcritos) pelas ações do grupo na universidade.com.formadora e alunos-professores. 2009. os quais conduziram ao desenvolvimento e pertinência da discussão proposta. 2010). Esses gêneros textuais trabalhados por alunos e professores. desenvolvimento e pertinência.Teoria da Atividade Sócio Histórica Cultural (Vygotsky.Tyteca.zanela@gmail. Os procedimentos metodológicos adotados nesta pesquisa são de base crítica de colaboração (Magalhães. e por muitas vezes. analiso uma discussão realizada em um dos encontros do grupo. ganham sentido. criticidade. As práticas vivenciadas pelos sujeitos da Atividade ( alunos e professores). integrado aos projetos: Educação Multicultural (EM – PAC PUCSP) e Argumentos na produção criativa de significados em contextos escolares de formação de educadores (Liberali. Liberali 2009). Formação de Professores para o trabalho com leitura e escrita como Atividade Social na produção de um jornal eletrônico MARLENE RIBEIRO DA SILVA GRACIANO40 marlener. Celani. 1996-2005. 1930-1934). com o intuito de propiciar a formação crítico-criativa para alunos-professores do curso de Letras.gêneros textuais de acordo com sua funcionalidade.br Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Goiás . adoto a TASCH . 2011). Pontecorvo. Formação de alunos-professores de língua inglesa: uma produção crítico-criativa de significados DANIELA APARECIDA VEDNRAMINI ZANELLA39 daniela. de excerto advindo do corpus de uma pesquisa em andamento. o que reflete o despreparo desses profissionais (cf. outros gêneros textuais surgem para suprir outras necessidades comunicativas que emergiram durante o desenvolvimento da proposta de atividade do Livro Escrever. Olbrechts. Nesta comunicação. entre professora. Os resultados evidenciaram uma produção crítico-criativa nas escolhas dos tipos de argumentos. por pressupor a oportunidade de transformação dos envolvidos durante o processo de pesquisa. propiciando aos alunos participarem de situações reais de comunicação. compartilho dos conceitos de criatividade. formei um grupo de estudo. alienação. a argumentação (Perelman &amp.

se constituir de outros textos. modificando-os no seu contexto (Bakhtin). 2011). Leontiev. cujo objeto enfoca o letramento crítico como instrumento mediador nas práticas didáticas. o conteúdo temático e semântico com o objetivo de investigar as categorias: o papel da contradição e da argumentação na interação/colaboração. 2 coordenadores e pesquisadora do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Goiás – campus Itumbiara. Está inserido no quadro da Teoria Sóciohistórico cultural (Vygotsky. Tratar-se-á de uma pesquisa de intervenção formativa que será desenvolvida no contexto da Lingüística Aplicada com 15 professores do 1º Ano do Ensino Médio. Serão analisados buscando identificar o plano geral do texto. O ensino da leitura e escrita será desenvolvido na perspectiva enunciativo-discursiva do círculo bakhtiniano por considerar o texto como um enunciado concreto que participa de um discurso maior ao se relacionar e. sessões reflexivas. Vários estudos nacionais e internacionais apontam que o impacto mais relevante na aprendizagem dos alunos é o papel desempenhado pelo professor. Essa comunicação tem por objetivo apresentar a relevância do trabalho crítico reflexivo na formação de professores com base nos pilares em gestão de sala de aula(Guerra. Formação de professores: os pilares da gestão de sala de aula MONICA GUERRA41 educadoramonica@yahoo. entrevistas. Este estudo está fundamentado na Teoria da Sócio-Histórico-Cultural.Liberali). Engeström). reuniões quinzenais.PUC-SP A formação dos professores está no centro das discussões sobre a qualidade de educação em diferentes países. Metodologicamente está apoiado na Pesquisa Crítica de Colaboração (Magalhães. textos produzidos pelos alunos e o jornal eletrônico. Sendo assim. constituem-se e aos demais por meio de relações mediadas com mundo. sua re-significação pelos sujeitos. historicamente. projetos e planos de aula.) que tem como ponto central criar espaços colaborativos e críticos para o entendimento e transformação das práticas educativas. Os dados foram analisados à luz dos . Justifica-se a formação para a leitura e escrita na perspectiva do letramento crítico por buscar atender à demanda do atual contexto sócio-histórico-cultural. com isso. compartilhamento de sentidos. que compreende que os sujeitos. na compreensão da leitura como processo nas situações reais dos contextos de comunicação escolares. e se houve o alcance dos objetivos pretendidos e as respostas às perguntas da pesquisa.MARIA CECÍLIA CAMARGO MAGALHÃES PUC/SP-LAEL Este projeto tem como objetivo geral desenvolver a formação de professores para discutir o trabalho desenvolvido com a leitura e escrita como uma Atividade Social. a expansão. O corpus será constituído pelo produto das atividades: imagens gravadas de aulas.br COGEAE. a gestão de sala de aula é fundamental para o processo de ensino-aprendizagem.com. que exige o domínio da leitura e escrita em diferentes suportes. Liberali. no quadro da formação de profissionais colaborativos e críticos(Magalhães. relatórios.

linguagem (Bakhtin.br EMEF Prof Eda Terezinha Chica Medeiros Entendo que a formação docente é função primordial para o coordenador pedagógico na rede municipal de São Paulo. principalmente nas leituras teóricas. Esta pesquisa.   Este trabalho visa a desenvolver a argumentação dos alunos no momento da entrevista em que devem responder as questões colocadas pelo entrevistador. práticas ou material audiovisual anteriormente discutido. começo a perceber uma diferença em relação à aceitação do grupo em relação aos textos. percebia que a grande maioria sentia-se incomodada. Performance (Holzman. há a necessidade de compreensão do objetivo das perguntas feitas pelo entrevistador.   parte   integrante   da   disciplina   de   língua   inglesa. superando os sentidos individuais. Em algumas falas percebo claramente uma autocrítica e reavaliação da prática. O presente trabalho de formação desses profissionais organiza-se por meio dos conceitos de Atividade Social (Liberali. 2005).   tem   como  foco   central  a  atividade   social   “Participar  de   uma   entrevista   de   emprego”. Os dados iniciais mostram a organização da atividade social em questão e as produções dos alunos ao se prepararem para o momento da entrevista-performance. Formação em serviço em cadeia criativa de atividade ROSELI APARECIDA MANJA43 manjaroapa@ig. Isto ficava mais evidente quando nas avaliações individuais ou em grupo os textos (longos demais na avaliação deles) sempre apareciam como aspecto negativo. No entanto neste ano. 1979). Para tanto. onde o PEA assim c om o todas as outras ações pedagógicas se entrelaçam está fazendo com que as discussões e leituras façam sentido e por esta razão os textos teóricos tomaram outra proporção em nossos estudos. cada vez que trazia uma leitura para o grupo.com. 2009).pilares da gestão da sala de aula elaborados pela própria pesquisadora e pela Teoria Sócio Histórico Social.  ainda   inicial. Formação do profissional de secretariado: a entrevista de emprego como atividade social TATIANA LAVALHEGAS HALLACK42 shimoura@uol.com.br Co-autora: ALZIRA DA SILVA SHIMOURA FECAP – SP O objetivo desta comunicação é apresentar e discutir uma pesquisa de iniciação científica com foco na formação de graduandos em Secretariado Executivo Trilíngue de um Centro Universitário da cidade de São Paulo. ressignificando-os e produzindo significados compartilhados . Mesmo conhecendo a bibliografia do PEA (Plano Especial de Ação) . no entanto o grande desafio está em envolver os participantes nas atividades. 2009). Durante as leituras sempre tem alguém que faz alguma referência a outros textos lidos. Percebo que o fato de estar trabalhando em cadeia. e argumentação (Navega.

pensadas intencionalmente tendo como eixo a transformação da prática. pesquisa.com Co-autores: CELSO MORALEZ PATRÍCIA ANDRADE MILTOM VARGAS Colégio Rio Branco A aprendizagem das estruturas químicas é favorecida ao proporcionar aos alunos a visualização das possíveis geometrias das moléculas no primeiro ano do ensino médio. inclusive em tempo real. uma vez que convida os participantes a refletirem sobre sua práticas através de análises da realidade sociocultural em que estão inseridos e reflexões teóricas sob uma perspectiva vygostskiana. . Os objetivos desta atividade permite ao aluno classificar. utiliza com autonomia e adequadamente recursos de máquinas fotográficas de celulares. digitais. Apresentação multimídia para expor ao professor e aos colegas o tipo de geometria de determinada substância. ativo e contextualizado. propondo situações problema e o tipo de proposta para elucidar essa situação. organização. No estudo da geometria molecular. expressão e comunicações escrita e oral utilizando-se de recursos multimídia. Possibilita-se ainda promover o aprendizado através de contato. promove um aprendizado experimental. organizar e estruturar hierarquicamente informações para a elaboração de um trabalho. faz-se necessário um esquema de apresentação gráfica dos arquivos digitalizados. Acredito que o envolvimento dos participantes de forma ativa e reflexiva é o caminho   para   uma   “transformação   ampla   da   sociedade   a   partir   da transformação  e  cada  um”  (LIBERALI. identificando casos. apresentando para cada estrutura a respectiva representação espacial. representação e socialização do conhecimento. com os mais recentes estudos científicos de pesquisadores e entidades científicas.coletivamente e criativamente.. tablets e etc. essa prática permite o desenvolvimento de habilidades de trabalho em grupo. esta metodologia leva à compreensão do fenômeno molecular que resulta numa simulação. O objetivo desta comunicação é compartilhar uma experiência de formação que considero critica. associando características. com ações que fazem parte de uma cadeia de atividades. facilita selecionar. Fazendo uso de modelos de bolas de diferentes tamanhos (representando os átomos ) e peças que se encaixam a estas geram um modelo visual e espacial que permite ao aluno a informação e a prática educativa enriquecida pela busca na construção. Geometria molecular uma nova abordagem no ensino de ciências MILTOM MANSILLA VARGAS44 celsomoralez@gmail. formular quimicamente e nomear compostos inorgânicos de acordo com as suas geometrias.  2009). concluindo propriedades e suas referências.  2006.

literatura e formação docente dentro de uma disciplina de um curso de Letras – Inglês em uma universidade pública no estado de São Paulo. com disciplinas de língua. Os egressos de cursos de Letras acabam perpetuando tal fato em sala de aula de língua estrangeira ao não integrarem o texto literário em suas aulas por mero desconhecimento da riqueza que tal integração pode trazer.com.Butantã (SME) Esta comunicação apresenta o percurso desenvolvido em uma ação formativa voltada para professores regentes do 4º ano do Ensino Fundamental de 8 anos das escolas municipais da região do Butantã. Com o objetivo de subsidiar o planejamento.sp. coíbe qualquer tentativa de se trabalhar de forma integrada e colaborativa.br Diretoria Regional de Educação . portanto. 2011). Apesar de algumas iniciativas visando romper tal encapsulação.br Universidade Federal de São Paulo A educação básica tem sido há bastante tempo criticada por seu isolamento com relação à realidade fora de seus muros.gov. perpetua ndo o fenômeno da encapsulação escolar. na cidade de São Paulo.compartilhando significados ANA LÍGIA CONTELL46 alcontell@prefeitura.gov.br ANDRÉIA RAMALHEIRO TOLENTINO andreiatolentino@prefeitura. de certa forma. O conteúdo. causando no aluno sensação de desinteresse e alienação e.sp. o desenvolvimento e a avaliação . Além de isoladas dentro da grade. impedindo uma aprendizagem efetiva. buscando aliar os conteúdos curriculares ao mundo real. 2009) e da Aprendizagem colaborativa (Magalhães e Fidalgo. Perdese. pensadas de forma estanque e sem continuidade ou planejamento conjunto. o caminho ainda é longo e não se restringe à educação básica. Gestão de sala de aula . literatura e formação docente sem integração nem interdisciplinaridade. uma rica oportunidade de se fazer a gestão integrada de currículos e trabalhar o ensino de língua e de literatura de forma associada e interrelacionada. Cursos superiores em Letras no Brasil têm há muito contemplado aulas de língua estrangeira e de literatura em língua estrangeira de forma fragmentada e separada. Tal fenômeno.Gestão curricular interdisciplinar: um caminho para a transformação do currículo? RENATA PHILIPPOV45 renataph@uol. conhecido como encapsulação escolar. Esta comunicação pretende relatar uma experiência de integração entre língua. do docente para o aluno. Alunos freqüentam aulas sem conseguirem perceber pontos de contato entre os conteúdos das disciplinas que parecem. muitas vezes transmitido de forma unilateral. portanto. sob as perspectivas da Teoria da atividade sócio-histórico-cultural (Liberali. não reflete as reais necessidades do mundo fora da sala de aula. as disciplinas mantêm-se isoladas com relação à realidade do lado de fora da escola.

buscando dados sobre suas origens. cada criança foi incentivada a investigar. a formação procurou mobilizar a reflexão dos professores participantes sobre aspectos pertinentes à gestão de sala de aula.de situações didáticas. Juliana Campos. A partir daí. bem como conhecer. nesse caso.CAMPOS JULIANA S. na sala de aula.g12.br Co-autores: JULIANA C. as crianças permanecem muito tempo longe dos pais e não realizam.  uma  refeição  junto  deles. Camila Osiro e Daniele Miyaji. As crianças socializaram o resultado de sua pesquisa. propusemos o levantamento de semelhanças e diferenças entre culturas e sinalizamos que alguns hábitos sofreram transformações ao longo dos anos. . com as suas famílias. Um mapa múndi foi utilizado como apoio para localização os países de origem dos familiares das crianças e foram trazidas informações sobre a interferência dessa localização nos hábitos alimentares. GUIDA DANIELLE MIYAJI CAMILA O. ao  menos. com 4 horas de duração cada um.A. NAKAMA Colégio Rio Branco O   projeto   “Hábitos   Alimentares”   foi   desenvolvido   com   o   grupo   do   Jardim   II   pelas professoras Juliana Guida. com a orientação das coordenadoras Maria Margarida Silveira e Regina Cecília Gass. buscou-se a transformação da prática didática e consequente melhoria da formação dos alunos. dialogando com as crianças sobre as influências de seus antepassados nos hábitos alimentares. Esse trabalho iniciou com a proposta de vivência de hábitos e costumes alimentares das professoras. de acordo com a sua origem familiar. um espaço que reproduziu o ambiente de suas famílias. a formação considerou o papel do professor. como a palha italiana. variáveis que interferem no trabalho pedagógico. os pratos típicos degustados em reuniões familiares. principalmente. o oniguiri e a cerimônia do chá. A cada apresentação. com base em suas origens familiares. contando sobre os pratos típicos que degustam nas comemorações. As atividades propostas durante o projeto ensejaram a possibilidade das crianças perceberem e identificarem características pessoais vinculadas ao grupo familiar de origem. respeitar e valorizar diferentes culturas. Hábitos alimentares REGINA CECILIA SACANI GASS47 regina. a pizza. numa perspectiva crítica: concepção de ensino e aprendizagem. As professoras criaram. muitas vezes. Considerando a vida atribulada de nossos dias e o fato de que. trazendo curiosidades sobre o preparo de algumas comidas típicas. Por meio da (re)construção de conceitos compartilhados pertinentes à gestão de sala de aula.gass@crb. italiana e japonesa. o papel do aluno e os saberes necessários ao desenvolvimento e avanço das aprendizagens em um permanente movimento da ação-reflexão-ação. Durante seis encontros.  o  projeto  “Hábitos  Alimentares”   pretendeu agregar elementos para a construção da identidade pessoal e social. planejamento e modalidades organizativas e. oferecendo condições para análise permanente das práticas.

g12. Nosso objetivo é revelar a ideologia da dominação da mídia. Apresentará. propiciando a reflexão  dos  adolescentes  entre  13  e  18  anos. Conhecendo e valorizando hábitos alimentares de diferentes culturas. seus prós e contras. visamos à identificação e preservação de hábitos culturais. começamos a desenvolver nossas apresentação que pretende manter a imparcialidade na exposição dos fatos. Após a escolha. Analisamos o resultado da pesquisa. inéditas e até pouco tempo inimagináveis. orientada pela professora de Prática de Língua Estrangeira a construir e ministrar   aulas.  Afinal. Com a pretensão de transformar as atitudes e o modo superficial de pensar dessa faixa etária. causadas por um conjunto de fatores do meio externo. ensejamos o respeito à diversidade.br Fundação de Rotarianos de São Paulo . o grupo era composto por cinco alunos. Com o término do trabalho. as crianças puderam perceber diferenças e semelhanças culturais entre os povos. um cenário de constantes. entre eles. em que cada um.isa@hotmail.  como  aprendemos. observamos que a alienação e a inspiração em aspectos errados da mídia ditam o comportamento e pensamento dos jovens. através de pesquisas individuais. Ideologia da mídia com As Línguas Espanhola e Inglesa nas aulas de Pratica de Ensino ALDAISA RIBEIRO DA SILVA48 alda. realizou um trabalho com cartolinas e quadrinhos sobre as estações do ano. o desenvolvimento tecnológico.com Co-autora: LUCILENE FONSECA Faculdade Eça de Queiros Como aluna do 6º semestre do curso de letras da faculdade Eça de Queiros. elaboramos uma mural para mostrar que esses trabalhos feitos e atitudes são. . na verdade. induzidos por um sistema de manipulação muito maior: a mídia. A partir da socialização dessa pesquisa.   cujo   tema   estipulado   era   “A   Influência   da   Mídia”. a partir de nossa preocupação com o comportamento dos jovens na atualidade e o papel que a mídia vem exercendo nesta formação cultural. Inicialmente.   preparamos   atividades   com   assuntos   correlacionados   para   debater   a   “Ideologia   da   mídia   com As Línguas Espanhola e Inglesa. ainda.Colégio Rio Branco Esta comunicação apresentará algumas das mudanças no modo de ser e viver na atualidade.Oportunizando momentos de pesquisa junto à família.  “só  a   reflexão abre caminhos para  a  mudança”? Impactos da tecnologia na formação da subjetividade na Contemporaneidade MARCIA REGINA TEIXEIRA MACEDO49 marcia. os componentes do grupo elaboraram a divisão dos subitens de acordo com os assuntos com que mais se identificavam. por meio dos dados que o grupo de crianças pesquisou com os familiares. e em especial.macedo@crb.

sistematização das Comissões de Classe visando avaliação das habilidades. trazemos para as discussões a temática e estudos de casos. bem como as saídas culturais. o surgimento de um novo tipo de pensamento. por ser um estudo teórico bibliográfico. a virtualização do corpo . público X privado. Documentos e publicações do MEC. diretamente e indiretamente. Tem por objetivo. a oposição mundo real e mundo virtual. alunos mais interessados nas leituras e atividades extraclasse. Esta discussão resultou em estratégias de avaliação e novo olhar nas Comissões de Classe. assim como levantamento das habilidades específicas para cada componente curricular . montamos uma Cadeia Criativa de Atividades que garantam ações interligadas e complementares. incluindo-se as de sobrevivência e convívio social. Neste ano implementamos o Plano e já percebemos uma mudança significativa nos resultados educacionais na nossa Unidade. que possibilitem aprofundar a discussão e reflexão sobre o grande impacto tecnológico que atinge. Nos Horários Coletivos. com bibliografia específica. trazer algumas das contribuições. garantimos ainda. a exposição a excessos. a vida na tela – intimidade. Nosso percurso. com ênfase à educação e o exercício da cidadania. Para garantiremos a implementação. Para elaboração e implementação do PEEALP utilizamos documentos oficiais da Secretaria Municipal da Educação da cidade de São Paulo. O PEA (Projeto Especial de Ação). nossos desafios. Implementação do Plano Escolar de Ensino Aprendizagem Contemplando o Ensino de Nove Anos ROSELI APARECIDA MANJA50 manjaroapa@ig. fazendo a interdisciplinaridade com o PEEALP.com.br Co-autora: TATIANE DAMACENO BARRETO EMEF Prof Eda Terezinha Chica Medeiros No 5º SIAC apresentamos uma comunicação onde contávamos sobre o processo de construção do Plano Escolar de Aprendizagem para os próximos quatro anos. a ligação permanente e o situacionismo. Nas Reuniões e Jornadas Pedagógicas garantimos como foco das discussões as expectativas de aprendizagem. contempla o Ensino Fundamental de Nove Anos e a Infância no Século XXI. Como resultado deste trabalho podemos perceber professores mais compromissados com o planejamento das ações didáticas. maior possibilidade de atividades interdisciplinares. Teoria da Atividade e pressupostos da Cadeia Criativa. O objetivo desta comunicação é de divulgar as ações realizadas neste ano na implementação do (PEEALP) Plano Escolar de Aprendizagem de Língua Portuguesa da nossa escola. De acordo com o PEEALP. problematizando estratégias de ensino estabelecidas no plano. Atribui-se ao advento da Internet o marco disparador de mudanças que afetam e impactam a constituição da subjetividade pós-moderna. Dentre eles: os decorrentes da mídia. novas formas de leitura e escrita. a todos os setores da vida social. nova perspectiva de avaliação contemplando as . frustrações e vitórias. expressas por estudiosos de diferentes áreas e com diferentes pontos de vista.rápidas e perturbadoras transformações o qual gera novas necessidades e regras.o corpo nos espaço virtuais. as leituras obrigatórias para cada ano do ciclo.

Estudo do movimento circular com construção de centrífuga com garrafa PET. ou seja.Construção dos espelhos côncavo e convexo com cano de PVC e papel alumínio. que interage com o processo de aprendizagem escolar. já que o período de aula é das 13h40min às 18h30min. E diante das várias queixas de alunos e professores. Vimos a necessidade de apresentar este trabalho. vimos a necessidade de implantar estas aulas práticas de Ciências Naturais. a construção do conhecimento é feita através da prática e vivência.Propagação da onda sonora com a construção de um telefone de barbante e copo descartável. estamos desenvolvimento habilidades e descobrindo talentos que podem ser trabalhados ao longo da vida. propomos a utilização do sistema de aulas demonstrativas com materiais do cotidiano como uma alternativa didática motivadora. eles chegam à conclusão dos fenômenos naturais presentes naquele experimento. o professor precisa saber explorar adequadamente as várias opções metodológicas para que a informação mediada pela comunicação se transforme em conhecimento. Entendimento do conceito de equilíbrio através de recortes de figuras geométricas e massa de modelar. Para isso. O LIC tem o intuito de propiciar vivências através de experimentos práticos de Ciências Naturais. . para mostrarmos que nesta escola municipal de ensino fundamental da cidade de São Paulo está . em seguida é montado pelos alunos o equipamento e a experimentação. Os alunos realizam experiências como: . com a troca de ideias até chegarem a uma ideia única e todo este processo é mediado pela professora. Com isto. . Laboratório de Iniciação Científica (LIC) FERNANDA DEPIZZOL PAES FERREIRA fdepizzol@gmail. .Inversão da imagem projetada no anteparo de uma câmara escura. Através da observação. .C. que toda a conclusão da experiência é feita em grupo. E vale ressaltar. . ou seja. . começam às 12h até às 13h30min. para aprendermos bem é preciso relacionar. integrar e administrar. através da reação do vinagre e bicarbonato de sódio. antes do horário normal. Nestas aulas.s e melhor acompanhamento do Coordenador Pedagógico. Os alunos inscritos e sorteados participam das aulas que acontecem uma vez por semana. linha e papel alumínio.Encher uma bexiga com gás carbônico. Os alunos se comportam como cientistas e realizam as experiências. e percebem fenômenos naturais presentes em seu entorno e entendem situações recorrentes do dia a dia. que não entendiam a importância da experimentação. seguindo algumas etapas. Toda aula inicia-se com instruções de realização da experiência. ou seja.com EMEF José Maria Whitaker As aulas de Laboratório de Iniciação Científica(LIC) foram criadas no início de 2012 e fazem parte do Projeto Ampliar da EMEF José Maria Whitaker da cidade de São Paulo. Os alunos observam na prática os conceitos científicos.Análise e cuidados com a eletricidade usando o pêndulo eletrostático de canudinho. Ao entrar na escola os alunos já vem com boa bagagem de conhecimentos conseguida na família e na mídia eletrônica.Reconhecimento de lentes convergentes e divergentes(hipermetropia e míopia).Circuitos elétricos simples com LED e pilha.expectativas de habilidades das O.

na capacidade de ler o mundo observando. na discussão sobre a língua estrangeira. Leitura e produção de contos na aula de Língua Portuguesa: uma concepção enunciativa da linguagem MAURÍCIO CANUTO52 mau. também. Leitura e Escrita em Língua Estrangeira: Uma atividade Crítica em sala de aula ROSEMARY HOHLENWERGER SCHETTINI51 hohlen@terra. considerada nessa apresentação. 2002). a maioria dos professores não abrem espaço para atividades experimentais e as aulas expositivas continuam dominando o cenário escolar.Histórico. portanto. 1959/1998. Nesse sentido. na disciplina de Língua Portuguesa como parte da proposta de trabalho pensada para o ano de 2012.Cultural (Leontiev. A opção de usar esse arcabouço teórico-metodológico permite elaborar e analisar as atividades em sala de aula de forma crítico-reflexivo. proporcionamos ao aluno o acesso ao conhecimento e subsídios para o seu desenvolvimento cognitivo.br MONA MOHAMAD HAWI Co-autora: ANA LIA MARCHELLI ULS Idiomas O recorte se dará nas aulas de Espanhol realizadas em um Instituto de Idiomas que tem como base de trabalho a Teoria da Atividade Sócio.com LAEL/PUC-SP Esta comunicação tem por objetivo apresentar uma proposta de atividade didática de leitura e produção escrita de contos fantásticos. Assim. a Teoria da Atividade é. ou seja.com. refletindo e transformando suas ações pelo uso de várias linguagens. realizada com alunos do 6º ano.acontecendo o que raramente acontece em outras escolas. 1999) e considera que as atividades de sala de aula se expandem em forma de Cadeia Criativa de Atividade (Liberali 2010). o que permitem ao ser humano estabelecer com os outros e com o mundo mecanismos de interação e de intercompreensão. O trabalho tem como foco trabalhar diferentes modos de agir em . já em nossa escola. colaborativo e crítico assumindo o papel de atores críticos na compreensão. já que contribui para a descrição e análise dos componentes da Atividade. busca-se também o entendimento de uma concepção mais crítica de leitura e escrita cujo grande desafio é possibilitar a formação de futuros cidadãos em língua estrangeira com capacidade de trabalho autônomo. 1978. Vygotsky. ao entender as Atividade em Cadeia Criativa. numa escola pública da cidade de São Paulo.canuto@gmail. 1930/1998 e Engeström. vista como instrumento e objeto (Holzmann. uma teoria metodológica. mostrando que ele aprende ao mesmo tempo que tem contato com diversas possibilidades de conhecimento.

A metodologia adotada é de uma pesquisa qualitativa. ao levar em conta o conceito de competência textual. da escola literária Romantismo. Como parte das atividades de leitura de contos. os alunos planejam e organizam um café literário. 2010). a dedicação de um tempo das aulas para discussão de sentido dos textos na visão dos alunos – não privilegiando apenas a opinião do professor – fará com que os alunos participem mais ativamente. realizado em três momentos. O poema utilizado no projeto pedagógico   é   “Meus   oito   anos”. ao desenvolvimento das capacidades relativas à escrita e oralidade. leitura em duplas. visando verificar a produção de sentido pelo aluno após a leitura de um poema. como previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais e a uma abertura de espaço para a expressão dos pensamentos e sentimentos do aluno. . Gêneros do Discurso (Bakhtin. e possui como base a Linguística Textual.Centro Universitário de Itajubá-MG O   presente   trabalho   é   intitulado   “Leitura   Literária   e   Produção   de   Sentido   em   sala  de  aula”  e  se  justifica  pela  necessidade  de  valorização  da  literatura  e  das   aulas dedicadas a essa disciplina a fim de proporcionar aos alunos um ambiente de discussão e exposição de ideias. Leitura literária e produção de sentido em sala de aula MONIQUE GREGÓRIO DA SILVA niquesil@yahoo. 2007). pois o texto é muito mais do que um aglomerado de enunciados. fazendo com que o interesse deles pelas aulas aumente.com. A base teórica está pautada na Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (TASHC) (Vygotsky 1930. essa proposta de atividade de leitura e produção escrita tem base nas expectativas de aprendizagem da área de Língua Portuguesa (SEPMSP Orientações Curriculares. Nosso projeto tem como fundamentação teórica aspectos literários e pedagógicos. Nesse quadro. 1953) a luz do caderno de Apoio de Língua Portuguesa (SEPMSP. 1953) e SEPMSP. 2004).br Co-autora: RENATA CRISTINA XAVIER FEPI .sala de aula (leitura individual. leitura coletiva e leitura feita pelo professor). Gêneros textuais (Dolz &amp. 1934). Este projeto está em fase de desenvolvimento e os alunos são responsáveis pela produção dos contos por pares (cinco grupos) e a revisão acontece colaborativamente com a participação dos colegas e do professor. A pesquisa apresenta as seguintes problematizações: Como valorizar as aulas de literatura? . Schneuwly. Ciclo II – 6ª Série) e a escolha de gêneros que circulam socialmente (Bakhtin. a relação dos temas com a realidade do aluno e a divulgação das produções fará a ligação com as práticas sociais. A pesquisa visa à criação de projetos de valorização literária. Como ligá-las as práticas sociais? E como fazer com que o aluno participe ativamente das aulas? Como hipóteses da pesquisa têm-se: as aulas de literatura serão valorizadas pela participação e envolvimento dos alunos. que define que a compreensão de um texto depende de competências específicas do falante.  do  poeta Casimiro de Abreu. além da melhora na relação professor/aluno.

No decorrer das ações. Este projeto teve como problemática amenizar a dificuldade na pronúncia correta da Língua Inglesa para sua maior compreensão junto aos envolvidos. os alunos interagiram.r.SP. estimular as habilidades de linguagem verbal (ler. no primeiro momento. o fato de não reciclar nada. principalmente. participam e apropriam-se da cultura de um determinado grupo social (Vygotsky). a fim de ajudar os alunos conscientizando-os sobre a importância da Língua Inglesa no nosso cotidiano.silvaa@hotmail. Trabalhou-se uma Atividade Social. Ao final observamos ser possível estimular o aluno ao maior conhecimento da língua inglesa. Vale ressaltar que o trabalho teve como objetivo específico. ouvir e falar) em Língua Inglesa. Inicialmente foram apresentados aos alunos numerais para aplicação de um jogo de Bingo. ainda a relação . demonstrando ter adquirido a competência esperada. como uma forma de facilitar a aprendizagem. Um processo de avaliação que consistiu na interpretação dos numerais por meio da oralidade. especialmente as de escrita e leitura em Língua Inglesa. quando focamos um atividade com uso de performance. escrever.com Co-autores: CARLA MARINHO CLARICE COSTA FERNANDA CUBAS DANIEL LIM WAGNER Faculdade Eça de Queirós Esta comunicação tem por objetivo apresentar o trabalho desenvolvido com alunos do curso do EJA do Colégio República do Equador localizado em Barueri . buscou-se desenvolver competências e habilidades de linguagem verbal. Sabendo das dificuldades atuais no acesso desses alunos a língua estrangeira. O trabalho foi aplicado em uma aula de aproximadamente cinquenta minutos para proporcionar o aprendizado por meio de jogos e brincadeiras. Por meio de atividade lúdica. De acordo com LIBERALLI (2009) o conceito de brincar está ligado à forma como os sujeitos. Lixo: o que eu tenho a ver com isso VILMA NARDES SILVA RODRIGUES Co-autores: TATHIANE GRAZIELA CIPULLO MAILIN LOUISE MEISEN EMEF Professor Roberto Mange De acordo com diagnósticos realizados na escola a respeito da quantidade de lixo produzido no ambiente escolar. propusemos a referida atividade para facilitar a aprendizagem. já que muitos contam somente com poucas aulas da escola pública para adquirir conhecimentos. A seguir começamos a segunda edição do projeto. o estudo de números. um JOGO on-line. atividades interativas.Língua Inglesa PAULO ROBERTO DA SILVA53 paulo.

Aulas são disponibilizadas. Foi possível observar que os alunos compreenderam a responsabilidade de cada um no cuidado com o espaço em que está inserido. Fundamentamo-nos na linha histórico social de L. Mudança de paradigma no desenvolvimento de atividades escolares com apoio da tecnologia CRISTINA CORREA DE OLIVEIRA54 Co-autores: WILSON VENDRAMEL LAURO GROTI MANUEL CANTÉ Fatec Zona Leste A maioria dos estudantes está habituada a executar as atividades escolares de forma passiva. enquanto outros com características mais tradicionais de aprendizado apresentaram dificuldades em assumir um papel ativo no acompanhamento das aulas e na entrega das atividades dentro do prazo. Os alunos estão acostumados a receber as informações do professor de forma expositiva e ser cobrados pelas tarefas apenas em sala de aula. não somente para se divertir. já foi possível detectar opiniões divergentes sobre a adoção dessa tecnologia. Ainda foi possível trabalhar em equipe e desenvolver a socialização. ampliada para o macro ambiente. Na realidade. mas o download do material não é realizado implicando em uma defasagem entre ensino e aprendizagem. atitudes de respeito ao espaço e às pessoas. hospitalar entre outros e que esses espaços constituem o seu meio ambiente. lazer. sem falar daqueles que mal terminam a atividade. visando a preservação e a promoção da VIDA entre outras. Tarefas são solicitadas com prazos de 1 a 4 semanas. uma ferramenta Web de apoio ao ensino foi disponibilizada a um grupo de alunos de uma Faculdade de Tecnologia. Pequenas iniciativas desenvolvidas ambiente das salas de aula. os discentes apresentam dificuldades quando precisam ter iniciativa própria para acompanhar a aula e a entrega das atividades da escola por meio de tecnologias disponíveis para apoiar o processo de ensinoaprendizagem. O software ainda está em fase de experimentação em algumas disciplinas. Uma mudança de paradigma é necessária no contexto atual de aprendizagem. Acreditamos que só será possível uma melhora significativa em nossos alunos se novas posturas e práticas forem adotadas através da educação ambiental dos sujeitos envolvidos a partir do que vivenciam na prática. seja moradia.com o lixo no ambiente da comunidade onde vivem os alunos. novas posturas em relação a produção e destinação do lixo e cuidado com a água. mas muitos alunos perdem a data de entrega. S. Vygotsky. mas antes que a ferramenta se torne padrão para todos os cursos . estudo (aprender). Alguns alunos com maior iniciativa se adequaram bem com a ferramenta. vimos a necessidade de elaborarmos um projeto com os segundos anos do ciclo II (6as séries) envolvendo questões ambientais. o qual defende que a relação entre seres humanos e o seu ambiente físico e social é um meio fundamental para o desenvolvimento das funções psicológicas superiores e das diferentes linguagens. há uma grande resistência por parte dos estudantes quando a tecnologia também pode ser adotada para aprender. Durante um mês de utilização. No início do segundo semestre de 2012. ou seja.

encontra-se à disposição dos estudantes de língua árabe uma quantidade imensa de vídeos. arquivos de áudio.com E.FFLCH/USP . que podem ser empregados como recursos didáticos condizentes e adequados. a possibilidade de reflexão sobre as identidades desveladas no processo de criação. Para tanto traz como ponto central o paradoxo entre o destaque dado atualmente ao corpo e o crescente processo de banalização em que a corporeidade encontra-se na sociedade contemporânea. tanto em seu registro culto quanto nas suas diversas variantes dialetais. Esta apresentação tem. Novas perspectivas no ensino de árabe como língua estrangeira: a utilização de recursos digitais FELIPE BENJAMIN FRANCISCO55 sharklook@uol.da Instituição. colaboração entre pares. obras em pdf. Buscou-se ultrapassar os limites impostos pelos modismos e mostrar a potencialidade do corpo como um todo em sua relação com o mundo.   criado. além do acesso aos sons das letras e ao uso variado desse idioma. A partir desse direcionamento.com. tal paradoxo orientou meu olhar para a importância que é dada ao padrão corporal na atualidade e os objetivos da proposta de aula. e com isso. principalmente para analisar os resultados e adotar estratégias futuras que permitam uma maior aceitação por parte dos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. notícias. veiculados no blog. entre outros materiais. seja de professor –aluno e de aluno. o objetivo de  compartilhar  a  experiência  que  se  tem  com  a  utilização  do  blog  “ArabeIntro”. O corpo em sua totalidade: uma experiência no contexto escolar PATRIANA CAMILLA DOS SANTOS YOSHIDA56 patrianacamilla@hotmail. por mim. Assim. Essa interação é possível graças às trocas de materiais virtuais entre o grupo discente. para os alunos do curso de Introdução à Língua e Cultura Árabe do CL. cuja intenção é a de orientar e dar o direcionamento adequado em meio ao turbilhão de informações em árabe disponíveis na Internet. é importante que haja uma pesquisa de campo envolvendo alunos e professores. então. a interação com os alunos tem permitido a promoção de discussões on-line. uma vez que contém situações em que o aluno pode entrar em contato com a língua árabe de forma contextualizada.E.br Universidade de São Paulo – USP Atualmente. José Benedito Leite Bartholomei A presente comunicação pretende apresentar uma atividade desenvolvida na aula de Arte em uma escola pública da rede paulista de ensino sob orientação da concepção Sócio-Histórico-Cultural de ensino de Vigotski (1934/1987) e seus seguidores. com o uso de recursos tecnológicos e o rápido acesso às informações via Internet. Os conceitos que deram suporte à atividade foram a linguagem gestual de adequação do . publicidades.aluno. em contextos situacionais reais.

. que os estimulem a atividade e a busca de soluções para os problemas apresentados. Alguns fatores importantes deverão ser levados em conta no planejamento das metodologias de ensino a serem adotadas pelo professor. Obras e citações de Frida Kahlo e a Performance Corpo Suspenso de Stelarc (1988). O desafio de educar adultos no ensino profissionalizante IRISLEIDE COSTA DE GOES Co-autores: ADEMIR CARDOSO MICHEL ATHIE VALDINÉIA SOUZA BARBOSA CENTRO PAULA SOUZA 57 O objetivo desse trabalho é apresentar as dificuldades encontradas no processo de ensino aprendizagem da pessoa adulta. entre outros fatores. O produto final foi a criação de obras plásticas (cartazes. O foco é analisar as metodologias de ensino e propor ações adequadas à educação profissional de adultos que. cabe ao professor planejar suas estratégias e procedimentos que se harmonizem com os interesses dos alunos. Os dados serão coletados por meio de questionários a fim de analisar o público atendido. O contexto escolar a ser analisado é a Escola Técnica de Ferraz de Vasconcelos. o currículo do curso. suas expectativas. ii) cada aluno mostrou interesse por um determinado fragmento do que foi apresentado e formaram grupos conforme esses interesses. tendo como referência as obras: Livro de Cabeceira de Peter Greenawa (1996). algumas com novos recursos. Acreditava-se que o modelo organizacional pedagógico utilizado no ensino de crianças. já tem vivência na área profissional de estudo. Também o movimento body art ou body modification ligado à arte conceitual e à performance. visto que os mesmos tem interesses. fotografias. A metodologia de ensino deve levar em conta a bibliografia. em sua maioria. criando uma espécie de cologravura ou assemblagem. A análise será feita com base no trabalho de Godoy (2010) e os resultados obtidos pretendem apresentar quais são os meios mais adequados a serem utilizados no processo ensino-aprendizagem de adultos. o projeto pedagógico da escola. pois o aprender depende das condições de aprendizagem. motivações e necessidades diferentes para aprender. Estamos neste ponto do trabalho e é essa experiências que pretendemos compartilhar. que conta com 5 cursos técnicos além do Ensino Médio Integrado. Mas. iii) discutimos forma. liberação dos códigos convencionais que aprisionam o corpo numa sociedade datada da segunda metade do sec XIX e o corpo expressivo de Isadora Duncan (1928). percebese que o processo de ensino de adultos deve ser desenvolvido de maneira diferenciada. o relacionamento com os alunos e suas experiências.movimento. No processo de aprendizagem. métodos e suportes que poderiam ser usados para expressar tais pensamentos e ideias. O trabalho foi assim desenvolvido: i) Compartilhei com os alunos as várias possibilidades de forma ilustrativa. poderia ser o mesmo destinado ao ensino de adultos. sua experiência profissional além de outros elementos fundamentais a serem considerados na análise das metodologias de ensino. A Pele que habito de Pedro Almodóvar (2011). o sistema de avaliação. Samwaad de Ivaldo Bertazzo (2004). desenhos.

vídeos. será analisada e comparada três versões da ação do descrever. músicas. Dançaram. no Ensino Fundamental I. A pesquisa se desenvolveu por meio de ferramentas pedagógicas lúdicas e recursos midiáticos como: youtube. O lúdico foi utilizado para fins pedagógicos e ajudou muito o professor a detectar as dificuldades dos alunos. Celani (2004). Perrnoud (2002). a criança deixa transparecer seus sentimentos e a visão que tem do futuro. com questões fundamentais sobre a formação de professor. os aprendizes foram receptivos e participativos. um exercício do ensino da Língua Estrangeira ressaltando as partes do corpo humano em espanhol.com Co-autores: JESSICA ALINE ALMEIA DOS SANTOS LEANDRA CORREA BRANQUINHO Faculdade Eça de Queirós O presente trabalho tem como objetivo compartilhar uma experiência. no curso de Práticas Reflexivas de ensino-aprendizagem de inglês na escola pública. desejos e medos por meio do jogo. O ensino da língua espanhola com mediação lúdica JÉSSICA ALINE ALMEIDA DOS SANTOS59 jessica. Lessa (2006). Para tanto. elaboradas durante a disciplina de Reflexão na / sobre a ação. 5º ano. mais especificamente compreender e analisar como a ação de descrever pode auxiliar na condução dessa reflexão crítica. na escola pública DANIEIDE RODRIGUES DA CRUZ58 danirodrigucci@hotmail.O descrever como instrumento para o processo de desenvolvimento da reflexão crítica do professor nas aulas de língua inglesa. A importância do aprendizado foi significativa. entre outros estudiosos.com PUC/SP Este estudo objetiva investigar a ação do descrever como um instrumento para a condução do processo de desenvolvimento da reflexão crítica de professores nas aulas de língua inglesa. possibilitando suas inúmeras possibilidades. . com alunos de uma escola pública da rede de ensino municipal de Itapevi. Contudo esta pesquisa baseia-se teoricamente nos seguintes autores: Liberali (2008). cooperativos e perceptivos. uma forma deles se expressarem e interagirem.almeidas@ymail. Desenvolvemos o trabalho de campo. Promovendo por meio da aula realizada com o uso de meios interativos. Gadotti(1995). Romero (2009). na escola pública. O jogo   como   “Bingo”   permitiu   que   a   aula   tornasse   alegre   e   prazerosa. Magalhães (2004). Comprovamos o êxito por projeto e acreditamos que houve o aprendizado social e intelectual. jogos e brincadeiras. Ao apresentarmos o trabalho.   Segundo   Kishimoto (1994) o jogo também é uma forma de expressão. habilidades e competências. cantaram e se apropriaram de forma significativa de novas palavras na língua materna e na língua espanhola.

com Co-autores: KÁTIA CILENE PASSOS THAIS SAUER FATEC Zona Leste O objetivo desta apresentação é discutir a partir da análise sobre o Projeto CEFAM a importância da integração entre teoria e prática na formação dos professores para séries iniciais de ensino. também. Entendemos como mode lo   didático   um   “objeto   descritivo”   cuja   função   é   nortear   as   práticas   escolares   de   produção.   identificando-se as dimensões constitutivas do gênero e a seleção das características que podem ser ensinadas. Essas lacunas surgem também na formação dos professores. ano de encerramento do projeto. O modelo didático de gêneros textuais na perspectiva do interacionismo sóciodiscursivo DALVE OLIVEIRA BATISTA SANTOS61 dalve_neta@hotmail. quando existe um projeto envolvendo os professores. organizadas de acordo com a relação feita entre o gênero. ou seja. reconhecêlos. do contexto de ensino em que a prática didática está inserida. a fim transformar a realidade da comunidade escolar e local. mantido pelo Governo do Estado de São Paulo até 2005. suas . de acordo com os pressupostos que nos baseamos para esse tipo   de   ensino   é   necessário   desenvolvermos   “modelos”   que   nos   auxiliem   na   compreensão da complexidade desse objeto de ensino. sendo constante o planejamento. também. considerando as capacidades de linguagem já desenvolvidas pelo aluno e aquelas que pretendemos desenvolver. os discentes e a comunidade. O contexto escolar a ser analisado é um Centro de Formação e Aperfeiçoamento ao Magistério localizado na capital de São Paulo. Os dados foram coletados junto à Secretaria da Fazenda do Governo do Estado de São Paulo e Diretoria de Ensino da Região Leste4. no que tange a didática e. sobretudo ao planejamento do estágio podem ser aproveitadas nos cursos de pedagogia. Os resultados pretendem evidenciar que a unidade entre teoria e prática é possível. propondo uma reavaliação do estágio obrigatório. O objetivo desta pesquisa é apresentar uma proposta de Modelo Didático de Gêneros. mas cujas diretrizes curriculares. tanto das práticas sociais de que procedem quanto de sua estrutura organizacional e.com PUC/SP O trabalho com os gêneros é cercado de muitas lacunas teórico-metodológicas. pois. a execução e a avaliação. A construção de um modelo didático é um dos passos de uma proposta maior para se construir sequências didáticas de gêneros. de um estudo preliminar das características que são essenciais para considerarem um conjunto de textos como determinado gênero textual. que necessitam previamente de instrumento coerente para ensiná-los e. O foco deste trabalho é intervir na prática da sala de aula. no bairro de Artur-Alvim.O estágio obrigatório e a formação do professor ROBERTA QUEIROZ60 drarobertaqueiroz@gmail.

para que esse sujeito possa reconhecer. por meio de uma performance. essa perspectiva de ensino-aprendizagem está pautada nas teorias de Vygotsky (1934/2008). O papel do gênero do discurso na perspectiva de ensinoaprendizagem com base na Atividade Social PENÉLOPE ALBERTO RODRIGUES62 LAEL/PUC-SP O objetivo desta comunicação é discutir o papel do gênero do discurso no processo de ensino-aprendizagem com base na Atividade Social.) de ordem geral e de ordem didática. 2009. em um debate público. Com o propósito de ilustrar essa discussão. . a pesquisa A Atividade Social nas Aulas de Língua Espanhola: uma relação dialética entre a vida do aluno e o processo de ensino-aprendizagem apresenta o planejamento para a realização de um debate público na modalidade oral. DOLZ E SCHNEUWLY 2004. tomaremos os pressupostos teórico-metodológicos do Interacionismo Sóciodiscursivo (BRONCKART 2006. Para isso. Os resultados indicam a importância de se estabelecer uma relação dialética entre a vida do aluno e o processo de ensino-aprendizagem. A investigação adotou a Pesquisa Crítica de Colaboração (MAGALHÃES. pois permite que todos os sujeitos envolvidos participem da construção do conhecimento e propicia a criação e recriação de novas possibilidades de trabalho. em Bakhtin (1979/1997) que afirma que o enunciado revela as condições específicas e as finalidades de cada esfera da atividade humana. A pesquisa mencionada está inserida no campo da Linguística Aplicada por se tratar de um estudo transdisciplinar da linguagem em um determinado contexto escolar. pretende-se trazer contribuições sugerir aos profissionais da educação que adotem um novo olhar sobre ensino dos gêneros. analisar e refletir a respeito dos conteúdos desenvolvidos em sala de aula e usá-los em situações reais. MACHADO 2009. 2006). opinar e adaptar-se as variadas situações comunicativas em que estão inseridos. identificaram e usaram os aspectos linguísticos necessários para que atuassem. Desse modo. e os estudos já desenvolvidos sobre gêneros. que defende que o conhecimento precisa ser contextualizado e ensinado de acordo com as necessidades dos sujeitos. em Leontiev (1977/1997) e Engeström (1987/1999) que sustentam que a atividade humana é um conjunto articulado de ações mobilizadas por um grupo para que juntos alcancem um motivo.características ensináveis e as capacidades de linguagem (capacidade de ação. que se espera que os aprendizes desenvolvam. no qual alunos do 8º Ano do Ensino Fundamental de uma escola particular de São Paulo identificaram o contexto de produção e os componentes da atividade: participar de um fórum de debate. discursiva e linguístico-discursiva). Fundamentada pela Teoria da Atividade Sócio-histórico-cultural (TASCH). assim como. enquanto procedimento que pode preparar o aluno para interagir.

c) Analisar quando e de que maneira a língua portuguesa atua como objeto na educação no contexto analisado. Esta investigação incluirá a pesquisadora.camargo@crb. capaz de construir seu repertório de saberes e de gerenciar sua aprendizagem continuada. b) Compreender a posição que a língua portuguesa assume dentro desse contexto multicultural estudado. O protagonismo do aluno em sua aprendizagem . A produção de dados se dará por meio da observação de aulas. Considerando como fundamental o contexto sóciohistórico do sujeito e ressaltando o papel dos docentes na proposição de situações que favoreçam a aprendizagem. Para que o aluno aprenda significativamente (AUSUBEL.g12.com Torre de Babel Idiomas Esta pesquisa propõe estudar os processos que permeiam o ensinoaprendizagem da língua portuguesa por indivíduos que residem no Brasil e são falantes nativos de língua inglesa. ou seja. O objetivo é desenvolver uma pesquisa de intervenção crítico-colaborativa que investigue a constituição dos sujeitos. levando-se em consideração os contextos de produção. nível da materialidade linguística e não linguística.um relato CAROLINA SPERANDIO64 carolina. Os dados serão organizados. relacionando as atividades e os dias em que foram realizadas. suas formas de participação e a produção de sentidos e significados em Educação. a professora e os alunos envolvidos. este trabalho pretende trazer uma reflexão sobre o processo de ensino-aprendizagem partindo do conhecimento .O processo de ensino-aprendizagem de língua portuguesa por falantes nativos de inglês que residem no Brasil BRUNA SOARES CABABE63 brunacababe@gmail.g12. 1963) precisa ampliar e configurar ideias já existentes na estrutura mental e com isso ser capaz de relacionar e acessar novos conhecimentos. os significados e modos de produção dos significados a partir de sua colocação sócio-histórica-cultural. com o intuito de colaborar para o estudo e a prática do processo de ensinoaprendizagem da língua portuguesa em contextos bilíngues e multiculturais. foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: a) Investigar quais são – e como funcionam – os aspectos afetivos e sócio-cognitivos que influenciam o aprendizado do português por falantes de inglês.br Co-autora: ANA PAULA CIRIACO CAMARGO ana. ser o protagonista de sua própria aprendizagem. Para que esse percurso analítico seja possível.sperandio@crb.br Colégio Rio Branco Este trabalho visa apresentar uma proposta metodológica que pressupõe a formação do aluno como pesquisador. bem como por meio de entrevistas reflexivas com a professora e com os alunos. A análise dos dados coletados se dará em três níveis: nível dos contextos. o papel social dos emissores e receptores. os elementos que o compõem. o material coletado será armazenado em DVDs e pen drives. nível discursivo.

que será a alavanca para o novo conhecimento e assim a produção de novos sentidos e significados (Vigotsky. 1934). 1931/1934/2001).S. concebida por Vygotsky (1930. 2010) e Liberali (2009. A perspectiva que elegeu-se para conduzir a aula foi a que vai ao encontro da óptica sócio-histórico-cultural de Vigotski (1934/1987) e seus seguidores e da Pedagogia Crítica de Freire (1998). se tornam autores/atores de suas histórias. Este estudo se constitui como uma pesquisa crítica de colaboração (PCcol). Ao iniciar uma aula de ciências na . Engeström (2008.trazido pelo aluno. ainda. o recorte teórico desse estudo tem como base a teoria da Aprendizagem Significativa de David Ausubel. O único jeito é beber água barrenta mesmo? Uma discussão sobre ações conscientes na escola da vida real FLORA APARECIDA PEREIRA DA ROCHA66 a_flor@hotmail. O teatro como atividade social para o desenvolvimento da leitura e da escrita FRANCISCA MOTA65 ALBA VALÉRIA ALVES IGNÁCIO PUC-SP O objetivo deste trabalho é compreender de forma crítica o ensinoaprendizagem de leitura e escrita no contexto escolar por meio de uma atividade social de teatro. Trata-se da confecção de um filtro para ilustrar algo que os alunos da região desconheciam: água potável.P. A linguagem organizada na argumentação é instrumento e resultado que cria espaços de colaboração nos quais os participantes discutem sua prática. 2010).com Co-autora: EVA PEREIRA DA ROCHA Prefeitura Municipal de Suzano Esta comunicação tem por objetivo apresentar a experiência de um projeto realizado nas aulas de Ciências para e com uma turma do Ensino Fundamental no Centro Educacional Pedro Américo dos Santos – C. o processo educativo a ser construído. Nestes termos. sem cheiro e sem gosto. Nosso foco se direciona para a análise da organização da atividade social do teatro. 2006) e. confrontam ideias e reconstroem suas ações (Liberali. Tem como base teórica as discussões da Teoria da Atividade Sócio-histórico cultural (TASCH). Leontiev (1977). 2009). A esse propósito. no município de Furado da Cancela. negociam sentidos e compartilham novos significados.A. visões que consideram o sujeito constituído em sua cultura e do mesmo modo. discursivos e linguísticos na busca da compreensão do gênero em questão. Magalhães (2009. cristalina. torna-se imprescindível considerar as condições reais em que a educação e o processo de ensino-aprendizagem são desenvolvidos. os alunos e professoras envolvidos caracterizam personagens.E. com ênfase nos aspectos enunciativos. uma vez que tem a linguagem como papel central e visa à transformação dos participantes. agreste do sertão da Bahia.

mas as referências à tecnologia feitas neste trabalho estão concentradas basicamente na tecnologia computacional. sem gosto e sem cheiro.   percebi que os alunos demonstraram um total desinteresse pelo assunto. procuramos sinalizar para questões que remetem à importância de estarmos atualizados em relação às experiências já feitas em outros continentes.6ª série do Ensino Fundamental   como   tema   “Água”. hoje cristalina.  que  só  tinham  acesso  a  “outra”  água:   a barrenta. Porque não podia me silenciar diante da situação. nossa pesquisa direcionou-se para aspectos que indicavam as origens e evolução da computação e da arte. Para tanto. filtrada por um sonho compartilhado numa realidade. indicando sua aplicação no ensino da matemática como forma de trazer uma contribuição ao universo acadêmico. no entanto. estão por sua vez. iguais a muitas de nosso país. até chegar à relação que se pode fazer entre essas duas formas de conhecimento e quais os caminhos para sua melhor aplicação como metodologia de ensino da matemática. Percebida a dimensão da carência de minha turma e vi também o meu desafio. Além de buscar demonstrar a viabilidade na utilização de elementos como a tecnologia e a arte no ensino da matemática. no sentido de apontar alternativas que poderão tornar o ensino e o aprendizado desta matéria mais gratificante para o professor e estimulante para o aluno. e que resultam em ganhos substanciais para o ensino e a educação naquelas nações. . cristalina. tanto colegas professores como algum aluno que esteja buscando elementos para suas eventuais pesquisas. Essa atitude me despertou par ao fato de que a água que eu lhes apresentava  era  desconhecida  por  eles. Consideramos que nosso objetivo terá sido alcançado se este trabalho servir para beneficiar a qualquer pessoa que dele fizer uso.br Co-autores: KELLY CRISTIANE DE OLIVEIRA DAVID TADAMI SUZUKI MARCELO VIEIRA BRAVIM RODRIGO MENEZES SITININKAS Centro Paula Souza – ETEC A realização deste trabalho tem por objetivo o uso da arte e da tecnologia. É esta experiência que pretendo compartilhar. principalmente quando eu lhes falava das característica da água: límpida. Com a ajuda de todos conseguimos confeccionar o tão desejado filtro. resolvi lançar a proposta de fazermos um filtro. que todas as outras tecnologias de uma forma ou de outra. relacionadas também ao uso do computador. Queremos alertar. que era de uso comum naquela comunidade.com. Sabe-se que o conceito de tecnologia envolve um amplo aspecto do conhecimento humano. já que esta ferramenta tecnológica está diretamente ligada ao uso diário de professores e alunos. Depois da aula cada um levou um filtro para casa e até hoje muitos tomam dessa mesma água. O uso da arte e da tecnologia no ensino da matemática LUCIA HELENA ZOTTO luciazotto@uol.

é nessas relações compartilhadas que observamos a construção do conhecimento na sala de aula. um grupo de alunos do curso de letras. A metodologia para realizar esta pesquisa é a Pesquisa Crítica de Colaboração-PCCol. proposta por Magalhães (2007. Por meio das relações entre objeto (resultado) e sujeitos da atividade que são mediadas por instrumentos. 1996. ou até fazermos algo que normalmente não fazemos. foi elaborado um trabalho para a formação de alunos com foco na performance:  “  a  atuação  do  modo  de  ir  além  do  que  somos  e  criar  algo  novo”   (LIBERALI). objetivamos compreender como se da a relação entre a professora de língua e os alunos na produção compartilhada do conhecimento que possibilitou transformações teóricaspráticas nas ações desempenhadas pelos participantes. Particularmente notamos que em ambientes educacionais somos frequentemente   relacionados   muito   mais   a   “quem   nós   somos”   e   raramente   somos encorajados e apoiados a atuarmos para além de nós mesmos. que cria possibilidades de colaboração e contradição que levam a compreensão e transformação das ações desenvolvidas por meio de Atividades Sociais. 2010). com a proposta de utilizar a atividade social como um caminho para compreender e transformar as atividades desenvolvidas para o ensino da LE em sala de aula. Com isso deixamos de continuadamente criar “quem   estamos   nos   tornando”. FATEC-ZL. 2004. Tem como problemática o não cumprimento das regras educacionais na escola. 2009). (MAGALHÃES.   Nós   acabamos   ficando   tão amedrontados de experimentar outros papéis que desistimos de criar novas formas de atuação para a nossa pessoa. 2007. Dessa forma. A partir dos estudos de Tania Maria (2009). Teoricamente está apoiada no quadro da Pesquisa Sócio-Histórico-Cultural (Vygotsky) para compreensão do central papel da ZPD para aprendizagem e desenvolvimento segundo Magalhães (2002. Para tanto. O uso do celular como um caminho para o ensino da língua espanhola no Ensino Fundamental ELIAS DE ALMENIDA Universidade Eça de Queiroz Esta Comunicação tem por objetivo apresentar o trabalho que foi desenvolvido com alunos do quarto ano da escola CEMEB – Dimarães Antonio Sandei em Itapevi. 2009.SP. então nos agarramos a uma . pela comunidade e pela divisão de trabalho os sentidos são compartilhados. língua estrangeira. FACEQ Esta comunicação visa compartilhar dos resultados iniciais de um trabalho colaborativo-crítico desenvolvido com alunos-professores. produzindo novos significados (LIBERALI. 2010). por regras. 2009).O uso da Atividade Social no ensino da Prática de Ensino da Língua estrangeira LUCILENE S S FONSECA67 PUC-SP.

2006) do/no contexto escolar. Os resultados iniciais apontam um bom desempenho e. O projeto foi criado a partir do plano de melhoria estabelecido no PGE – Plano Gestão Escolar 2012. como por exemplo. Os alunos usaram o aparelho em sala de aula para enviar mensagens de textos. favorecem a manutenção da dificuldade de mudança no contexto escolar. Essa prática só foi possível graças a permissão da diretoria da escola e também das ferramentas disponíveis. integra o processo educativo realizado na escola. No inicio do projeto foram apresentados aos alunos os conteúdos e a ferramenta para a língua estrangeira que iríamos utilizar em sala de aula para.   no   qual   estabeleceram   objetivos. identificadas pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo foram obrigadas a participar.com Co-autores: RAQUEL BOTELHO FABRÍCIO GUIMARÃES GILSON SANTOS E. Este projeto possibilitou algo novo em sala de aula e fez com que os alunos interagissem um com o outro. 1987. como os celulares. a aprendizagem em forma de brincadeira com algo que eles usam todos os dias. promovendo o aprendizado com o uso da língua. alicerçada na perspectiva da Teoria Sócio-HistóricoCultural de Vigotski (1934/1987. no caso com o celular. Com o intuito de amenizar este problema. internet no local.E. Atualmente são realizadas 04 (quatro) oficinas e nesta comunicação .   metas   e   ações   pontuais   para que os alunos retornassem espontaneamente à escola. o projeto teve início em Junho deste ano e desde então. no qual as escolas prioritárias. 2000) e seus seguidores e na ideia de que as práticas rotinizadas sedimentadas historicamente Magalhães (2009). focando principalmente os pronomes pessoais na língua estrangeira. e que aparentemente é proibido em sala de aula. José Benedito Leite Bartholomei A presente comunicação.identidade que não é nossa.   o   grupo   de   professores   elaborou   o   “Oficinas   Científico-Culturais – sextas   culturais”. Um dos pontos que mereceu a atenção do grupo foi a problemática da evasão escolar às sextasfeiras. Constituído de oficinas temáticas que transitam entre as diversas áreas do conhecimento e pelo trabalho transdisciplinar dos professores e parceiros. com o apoio da equipe diretiva – Direção e Coordenação Pedagógica. o plano de melhoria foi desenvolvido por um grupo de professores. A partir da identificação de pontos vulneráveis que comprometiam a qualidade da educação na escola. tem por  objetivo  apresentar  e  discutir  a  “Oficina  Livre  de  Expressão”  que  integra  o   projeto   intitulado   “Oficinas   Científico-Culturais – sextas   culturais”   da   Escola   Estadual da rede paulista de ensino José Benedito Leite Bartholomei como uma ação que contribui para a transformação a partir da instauração da reflexão-crítica (Magalhães. Oficinas científico-culturais na escola: mais um passo rumo à transformação? EVA PEREIRA DA ROCHA68 litereva@hotmail. além disso. especialmente no período noturno.

Parceria Universidade e Escola: a formação da Equipe Gestora para o trabalho com os professores FERNANDO VENÂNCIO DA COSTA72 fernandocosta_vr@hotmail.   ambas   integrantes   do   projeto   “Oficinas   Científico-Culturais: Sextas-Culturais”. ii) na construção de conhecimento a partir do movimento de criação ZPD – Zona de Desenvolvimento Proximal do sujeito. O objetivo foi compreender criticamente os sentidos e significados atribuídos pelos . pautando-se: i) no processo de ensino-aprendizagem transdisciplinar. Pretende.com Co-autores: DURVAL FRANCISCO DE LIMA NETO70 LUCIANA RIBEIRO DE MOURA BELLINI71 E. em pleno processo de construção de conhecimento. em que o sujeito é considerado em todos os seus aspectos e além da barreira disciplinar. a mobilização de várias áreas do conhecimento favorece a criação de ZPD como ponto-chave para que o movimento de aprendizagem e a construção do conhecimento sejam instaurados no contexto escolar. discutido por Magalhães (2006). parte-se da concepção de aluno como um ser social. discutir a possibilidade da perspectiva transdisciplinar no contexto escolar e a necessidade de uma abordagem de ensino-aprendizagem que parta do conhecimento do aluno e que vá ao encontro de suas expectativas.com LAEL/PUC-SP Esta pesquisa está inserida na Linguística Aplicada (LAEL/PUC-SP) e no Projeto de Pesquisa de Magalhães Colaboração e Contradição como constitutivos da produção compartilhada de Conhecimento. A oficina Intensivão Pré-vestibular é uma oficina direcionada ao aprofundamento dos conceitos a partir da familiaridade com a linguagem utilizada nos vestibulares e no ENEM. enquanto a Construção de Poliedros baseia-se na ideia de que é possível trabalhar conteúdos da Matemática em um diálogo com o mundo concreto. portanto. em interação e constituído em uma condição sócio-histórico-cultural e.E. ainda. Ambas oficinas trabalham com professores de todas as áreas do conhecimento e com alunos do Ensino Médio. José Benedito Leite Bartholomei A presente comunicação tem o objetivo de apresentar  as  oficinas  “Construção   de   Poliedros”   e   “Intensivão   Pré-vestibular”. segundo Vigotski (1924/1987) e seus seguidores. a partir de Junho deste ano.   elaborado   e   desenvolvido   na   escola da rede paulista de ensino José Benedito Leite Bartholomei por um grupo de professores da escola. com a prática. Oficinas temáticas no contexto escolar: a construção do conhecimento transdisciplinar em discussão ELISABETE FLORIS RUIZ69 litereva@hotmail. Nessa óptica. Para tanto.elegemos   a   “Oficina   Livre   de   Expressão” para relatar o processo sob qual encontra-se no momento.

Magalhães e Fidalgo. 2006/2010) para mostrar os diferentes movimentos do plano de gestão em . A discussão de colaboração crítica está relacionada às categorias marxistas de colaboração e contradição e aos conceitos de mediação e Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). 1935/2002. Leontiev. com foco nas compreensões dos conceitos vygotskyanos sobre ensino-aprendizagem.lemos@gmail. A base teórico-metodológica está apoiada no paradigma crítico de pesquisa e se organiza como uma Pesquisa Crítica de Colaboração (Magalhães. esta pesquisa entende o processo de formação contínua no contexto de trabalho. como uma atividade sócio-histórico-cultural em que os participantes. 1982/1999. Com base na Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (Vygotsky. O estudo é parte da pesquisa   de   doutorado   “Formação   de   Conceitos   para   a   gestão   educacional:   Contradições   e   Instrumentos   da   organização   escola”   desenvolvida   Centro   de   Pesquisa em Atividade Desenvolvimento e Aprendizagem (CRADLE) na Universidade Helsinki. Engeström. leitura e escrita. 1977. O trabalho tem como aporte teórico a Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural embasada em Vygotsky.participantes (Equipe Gestora e Grupo Formador) sobre o papel da Equipe Gestora na formação de professores no ano inicial do projeto e se e como as interações realizadas entre os participantes possibilitaram ou não a ressignificação de sentidos revelados no início das discussões e a produção compartilhada de novos sentidos e significados. criando assim um contexto de complexidade. linguagem. Os resultados encontrados revelam que colaboração e contradição foram estabelecidas possibilitando que a EG repensasse seu papel na escola. 1930/1978. coordenado por Magalhães. A compreensão colaborativa crítica entre os participantes envolve a análise da colaboração na ressignificação de sentidos e na produção de novos significados.com Universidade de Helsinki A presente comunicação tem por objetivo apresentar e discutir o instrumento intitulado plano de gestão produzido em um curso de formação de educadoresgestores em uma cidade do estado de São Paulo. 1987/2011 com enfoque na discussão sobre instrumento. da zona Noroeste da cidade de São Paulo).desenvolvido entre uma universidade (PUC-SP) e uma escola (Estadual. 2009. sobre os papéis da EG no trabalho de formação. 1934/2000. Leontiev. 1987. envolve questões de valores. 2010). colaborativamente questionam sentidos sobre a escola em foco. Esse processo é lento e. poder e como cada um se constituiu como educador. 1977/1979. utiliza-se do conceito de Cadeia Criativa (Liberali. 1999. 2002). 1978 e Engeström. Os dados foram coletados e produzidos em reuniões quinzenais para discussões teórico-práticas entre pesquisadores externos e a Equipe Gestora. além disso. mediadas principalmente pela linguagem e por instrumentos psicológicos e físicos. Está inserida no projeto de extensão Leitura e Escrita nas Diferentes Áreas – LEDA . 1936/2001. Plano de Gestão: Instrumento para a transformação da gestão educacional MONICA FERREIRA LEMOS73 monica. Além disso. que propiciam uma compreensão das várias formas de ação humana.

Assim. A partir da reflexão sobre as experiências com formação continuada defendemos que ela só é possível quando consideram que o trabalho na escola contemporânea é fundamentalmente de interações complexas sujeitos/conhecimento . gerar o alcance de novos avanços no desenvolvimento de proposições pedagógicas geradoras de aprendizagens para os alunos. O objetivo dessa comunicação é apresentar reflexões construídas ao longo desses últimos anos sobre os desafios da formação no desenvolvimento do trabalho para e com as crianças matriculadas nas unidades educacionais do Butantã. coordenadores pedagógicos. contextualizada e compartilhada do projeto escolar. A análise de planos de gestão de diferentes contextos da cadeia: secretaria da educação. para a formulação de novas perspectivas de apreensão do contexto. portanto novos modos de gerir a construção coletiva. Este estudo surgiu de experiências como docente nesta área de ensino. Um dos desafios enfrentados diz respeito a como elaborar propostas formativas voltadas à promoção da ampliação dos recursos profissionais dos educadores vinculadas às diretrizes dos programas de SME e. que me permitiram identificar questões . falamos de gestão? ELISA MIRIAN KATZ74 smedrebutantaped@prefeitura. Por que quando falamos de formação. tanto nas instituições formadoras como no interior das unidades escolares. compreender criticamente de que maneira a observação.diferentes contextos educacionais.que exigem rupturas com a transmissão de informações como método básico da atividade formativa requerendo.gov. na Prática de Ensino de Língua Espanhola (E/LE) de um curso de Letras em uma cidade da zona norte do país.Pedagógica (DOT-P) da Diretoria Regional de EducaçãoButantã (DRE-BT) que tem como atividade principal desenvolver ações formativas no âmbito da formação continuada com professores.br Co-autora: KATIA APARECIDA DOS SANTOS IMBÓ Diretoria de Orientação Técnico. Prática de Ensino Curricular de Língua Estrangeira: A observação LEONOR BRANEZ75 LAEL/PUC-SP A presente comunicação tem como objetivo. diretoria da educação e escola serão apresentadas como possibilidade de transformação de um determinado contexto que envolve escola e sua comunidade.Pedagógica DRE-BT/ PMSP Esta comunicação é resultado do trabalho desenvolvido pela Diretoria de Orientação Técnico.sp. por seu intermédio. diretores e assistentes de direção que atuam na rede municipal de educação de São Paulo. possibilita a formação inicial do acadêmico de E/LE. eleger o viés metodológico da reflexão crítica que agrega dialogicidade e instrumentos de profissionalização pelo conhecimento e enriquecimento mútuo. passa a ser o desafio e a busca de caminhos de gestão da formação continuada.

1999). A Fundamentação teórica se sustentou na Teoria Sóciohistórico cultural conforme Vigotsky (1934/2011).Histórico. 1999 que concebe a linguagem como uma atividade de interação orientada para uma finalidade específica. assim como de forma especifica o componente de Prática de Ensino/Estágio Curricular Supervisionado. A opção de usar esse arcabouço teórico-metodológico permite elaborar e analisar as unidades didáticas de forma crítico-reflexiva.complexas em relação ao currículo que embasa o curso. Na metodologia foram aplicados questionários. área em que nos últimos anos se têm centralizado muitas pesquisas sobre o ensino de línguas com foco em diversos aspectos desde problemas de uso da linguagem no processo ensino-aprendizagem em sala de aula aos problemas relativos da formação do educador de línguas e suas vivencias pedagógicas. entrevistas. Liberali (2008). na discussão sobre a língua estrangeira. Nesse sentido. É uma pesquisa em andamento. pela Cadeia Criativa. 2011).com. o Dialogismo de Bakhtin/Voloschinov (1929/2003) e a Pedagogia Crítica de Freire (2004). Esta é uma pesquisa de cunho colaborativo. Práticas dialógicas para o enfrentamento da violência em contexto escolar: uma abordagem reflexiva crítica na Pesquisa Colaborativa . também. auxiliando os professores à obtenção de um melhor desempenho em sua prática de sala de aula. que leva em conta a esfera de produção. Assim. busca-se também o entendimento de uma concepção mais crítica de material didático. vista como instrumento e objeto (Holzmann. Fidalgo (2011). A análi se linguística é realizada com base em Bronckart.br MONA MOHAMAD HAWI ULS IDIOMAS e USP O objetivo desta apresentação é discutir práticas de planejamento e implementacão de unidades didáticas de Inglês na perspectiva da Teoria da Atividade Sócio. 2007. 1930/1998 e Engeström. uma teoria metodológica. esfera de circulação e esfera de recepção para a análise e a interpretação dos discursos implícitos nas unidades didáticas. Esta pesquisa se circunscreve na Linguística Aplicada. Magalhães (2011). Vygotsky. relatórios de Práticas de E/LE. 1959/1998. 2002). Magalhães (1990. entre outros. a Teoria da Atividade é. considerada nessa apresentação. já que contribui para a descrição e análise dos componentes da Atividade. Práticas de Planejamento e Implementação de Unidades Didáticas: Uma Cadeia Criativa de Atividades ROSEMARY HOHLENWERGER SCHETTINI hohlen@terra.Cultural(Leontiev. 1978. portanto. Assim se podem citar trabalhos de Celani (2003). ao entender a Atividade de Planejamento e implementação como instrumento possibilitador de reconstrução de significados. considerando que o planejamento dessas unidades se dá em forma de Cadeia Criativa de Atividade (Liberali 2010). Ninin(2010).

•  Usar  o  Data-show com as figuras dos animais.  garantindo   espaço para criação. quadro-lousa. •   Oportunizar   a   troca   de   experiência   Professor   e   aluno junto á atividade desenvolvida. O estudo utiliza como referenciais teóricos Vigotski (2001). Avaliação •  Será  feita  durante  a  aula  através  das  atividades   . •  Uso  e  assimilação  da  aprendizagem. Trabalhamos á língua estrangeira (Inglês) com alunos da 4° série (5° ano) com uma aula lúdica e terminando com a prática de vários exercícios aplicados aos alunos em sala de aula.com O trabalho apresentado pelo nosso grupo na disciplina de língua estrangeira (Inglês) nos deu a oportunidade de vivenciarmos um aprendizado em sala de aula muito satisfatório. O Método utilizado é o Materialismo Histórico Dialético. Primeira experiência em sala de aula CLAUDIO ROBERTO FERREIRA claudio.formar. bem como as compreensões das práticas. Encaminhamento •   Apresentar   aos   alunos o nome de cada animal na língua Portuguesa e depois na língua inglesa. A língua inglesa.FABRÍCIA DA SILVA MACHADO76 fabricia. imagens. mas também os contextos escolares. Recursos •   Revistas. •  Incentivar   o aprendizado e a leitura para a realização das atividades propostas. •  Proporcionar  aos  alunos  a   noção do Professor de leitura. •  Explorar   o vocabulário para descrever os animais com objetivo de estimular o gosto pelo estudo da língua inglesa.   livros. •   Após   toda   a   explicação. Na perspectiva desenvolvida nesta pesquisa. proceder a uma atividade para os mesmos sobre o animal estudado. Objetivo •   Desenvolver na criança a exploração em inglês de palavras e animais relacionados ao dia a dia  do  nosso  cotidiano. criando possibilidades de transformar não somente os discursos.   jornais.com Co-autora: IVANA MARIA LOPES DE MELO IBIAPINA Universidade Federal do Piauí Esta comunicação explicita uma pesquisa de cunho colaborativo que investiga as práticas dialógicas produzidas com a finalidade de enfrentamento da violência escolar. uma vez que problematizam o discurso dos sujeitos e os sentidos externalizados. as práticas dialógicas vão além do diálogo entre duas ou mais pessoas. data-show. favorece o aluno ao: •   Acesso   ás   exigências   e   necessidades   da   diversidade   cultural (costumes e valores de outras culturas) que povoam a tecnologia de informação e conhecimento. lápis de cor. 2010) e Magalhães (2010). por ser uma língua universal no mundo globalizado.  •A interação dos alunos em sala de aula. Freire (1987).pi@hotmail.roberto@adidas. contribuição e distribuição das informações. •  Explicar  na  lousa  as   letras necessárias para a formação do nome do animal. que leva em consideração o processo de desenvolvimento e as relações sociais produzidas historicamente. estudada desde as séries iniciais. Abramovay (2002)e Liberali (2008.

Liberali. na teoria dos gêneros do discurso (Bakhtin. em sala de aula. e na compreensão de leitura e escrita como práticas sociais. A pergunta orientadora das reflexões feitas ao longo da comunicação é a seguinte: Quais são as possibilidades de agir para transformar a universidade em contexto de produção de teorias e de práticas de formação críticas e colaborativas? A práxis do Grupo Formar demonstra que é possível transformar a formação docente em espaço/tempo de emancipação . 1978. 2010. 2011). A metodologia escolhida para este trabalho é a Pesquisa Crítica de Colaboração (PCCol) (Magalhães. como objetivos específicos: a) Criar.br Universidade Federal do Piauí O objeto discursivo desta comunicação é a práxis do Grupo Formar. com a participação dos alunos. Produzir possibilidades de desenvolvimento em contextos de colaboração: práxis do Grupo Formar IVANA MARIA LOPES DE MELO IBIAPINA78 ivanaibiapina@ufpi. 2011. Dolz e Schenuwly (2010) e Liberali (2009). numa escola pública do interior do estado de São Paulo. por meio diálogo e da colaboração crítica. que reconhece e assegura. Produção escrita no Ensino Médio: gêneros que se organizam pela argumentação JULIANA ORMASTRONI DE CARVALHO SANTOS77 PUC-SP Esta apresentação discute a fase inicial de um projeto de pesquisa que está sendo desenvolvido no curso de pós-graduação em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem na PUC-SP.propostas. Leontiev. da Psicologia Sócio-Histórico-Cultural e da Pedagogia Crítica. 1929/ 1992. 2011). sua historicidade e sua realidade. Engström. numa rede de relações culturais. um contexto de ensino-aprendizagem com foco na leitura e escrita de gêneros que se organizam pela argumentação como prática social. Interessado na pesquisa sobre o trabalho desenvolvido com a linguagem escrita no Ensino Médio. b) criar ZPDs que possibilitem o movimento de colaboração e negociação por meio das atividades sociais. 2009. •  Realizar  a  correção  dos  exercícios   juntamente com os alunos. produzida com base nos princípios do Materialismo Histórico Dialético. A pesquisa está embasada no quadro da Teoria da Atividade Sócio-Histórica-Cultural (Vygotsky. bem como da Pesquisa Colaborativa. 1999. 1979/ 2011). metodologia que entende as transformações escolares por meio da criação de instrumentos que permitem aos sujeitos das instituições de ensino olharem e compreenderem os sentidos e significados das próprias ações. bem como as de outros e relacioná-las ao seu contexto histórico-cultural e político.edu. a relação entre o sujeito. com base nas discussões de Rojo (2009). 1934/2001. este trabalho tem como objetivo geral a compreensão do domínio dos alunos quanto aos processos de leitura e de produção escrita e dos modos de criar novas práticas para trabalhar com as necessidades reveladas e.

o ensino de espanhol deverá ser implantado gradativamente nos currículos plenos do Ensino Médio (BRASIL.br SILVANY CHONG REIS DON FAI80 silvanyfai@yahoo. agir e sentir que expandem as práticas e os saberes da profissão docente. Desse modo.161. nos anos iniciais do E. considerando que estas crianças têm facilidade para reproduzir sons e gostam de falar.   que   está   sendo   desenvolvido   como   um   Projeto   de   Iniciação à docência (PIBID) em duas cidades da Grande São Paulo. A apresentação contempla exemplos reais em que essas condições se concretizam. Após a aprovação do Projeto de Lei nº 3.com. o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. futuros professores. em 05 de agosto de 2005. Cabe lembrar que cada vez mais aumenta a necessidade e o interesse pela inclusão de aulas de língua estrangeira nos anos iniciais do Ensino Fundamental I.br UMESP A   proposta   do  projeto  “Culturas   de   língua   espanhola  e   suas  possibilidades   no   trabalho   pedagógico”.e de desenvolvimento de professores críticos. do 1º ao 6º ano do Ensino Fundamental I e da EJA a partir do trabalho desenvolvido pelos estudantes de um Curso de Letras Língua Estrangeira EAD. pelo Congresso Nacional. Os estudantes de Letras podem levar a língua espanhola a estes alunos fazendo a junção dos conhecimentos que já possuem aos que adquirirem durante este projeto. Essa ausência da língua estrangeira no currículo representa. que outras crianças estão se aproximando de uma segunda língua. de São Bernardo e Mauá que são que participam do projeto o Ensino Fundamental I não apresentam em seu currículo o ensino de língua estrangeira. criativos e colaborativos quando as condições de desenvolvimento mútuo são produções derivadas de necessidades que geram motivos e criam modos de pensar. O que ocorre por meio de discussões que trazem à tona contradições e tensões responsáveis pela produção da práxis reflexiva. De acordo com o artigo 1º da Lei nº 11.com. o espanhol.097. As escolas municipais. porque estudam em escolas privadas que investem fortemente nesta proposta. também. A maioria dos países do continente americano tem como língua oficial o espanhol e o ensino de línguas estrangeiras é oferecido na maioria das escolas públicas somente a partir do Ensino Médio. Projeto de iniciação à docência: relatos de uma experiência MARTA DE LAS MERCEDES CONTARDO JARAMILLO79 martacontardo@terra. . não há ensino de língua estrangeira na Educação Infantil. em alunos da Educação Infantil. 2005). tirar a oportunidade das alunos em aprender outra língua numa fase importante da aprendizagem. Sabemos. Fundamental I da rede pública. busca conscientizar a comunidade escolar da importância o processo do ensinoaprendizagem de uma segunda língua. Geralmente. de 2000. faz-se necessário encontrar uma maneira de instrumentalizar e habilitar os estudantes de Letras.161 que estabelece a obrigatoriedade do oferecimento de aulas de espanhol nas escolas de Ensino Médio e a posição de ser facultativo no Ensino Fundamental. interessados em ensinar língua espanhola para crianças. a meu ver. sancionou a Lei nº 11.

Teberosky (1999).andre@crb. em alguns casos. Schunewly (2004) na abordagem das sequências didáticas para se ensinar a leitura e a produção textual na escola. escrever e refletir sobre o sistema de escrita. estas manifestações culturais estão distantes do cotidiano das crianças. se encanta" SHEILLA ANDRE CARLOS DA SILVA81 sheilla. Granja Vianna Componentes curriculares envolvidos: Ciências. nos pressuspostos da linguística textual abordados por Geraldi (2002). Contextualização: . Por meio de exercícios específicos as crianças. foram organizando a melhor maneira de apresentar sua trova no sarau. Para a apresentação do sarau as crianças tiveram a oportunidade.Projeto de leitura e escrita "Quem canta. intermediadas por músicas. especialmente.g12. também.   as   crianças   tiveram   a   oportunidade de vivenciar brincadeiras da tradição oral brasileira. no que se refere aos gêneros de textos e em Dolzs &amp. aos   pais. dia a dia. A fundamentação teórica do projeto está embasada.   acreditamos   que   conseguimos   aproximar a situação didática do uso social da escrita e da oralidade. na teoria construtivista de Ferreiro &amp.br Co-autores: CRISTINA SAGHY DANIELA FONSECA LILIANE AMARANTE PATRÍCIA VIOLA LUCIANA ABREU THAIS HORNINK Colégio Rio Branco Esta comunicação tem o objetivo apresentar as atividades desenvolvidas pelas crianças do 1º ano do ensino fundamental do Colégio Rio Branco no projeto “Quem   canta. com um sentido especial. A escolha de um projeto que trabalhasse com as cantigas e trovas permitiu aos alunos. PROJETO Reuso da água SANDRA CARLINI82 sandra. poesias e trovas. Cada trova folclórica trazia determinada imagem e sentimento para cada uma das crianças. pois. Geografia. Língua Portuguesa e Tecnologia Educacional. de vivenciar criações corporais por meio das técnicas de teatro e das artes visuais.carlini@crb. nas ideias de Bakthin (2003). pois ao final do projeto as crianças apresentaram.;   com   isso. Matemática.   se   encanta”. História.   Por   meio   das   atividades.br CLAUDIA FERNANDES MIGUEL ELIS REGINA FERRAZ CRISTINA FREIRIA IEDA GASPAR SIMONE NOVELLO IVONE DELFINO Colégio Rio Branco – Unid.   um   “Sarau   de   trovas”. em fase de alfabetização.g12. ler.

os alunos simularam um sistema doméstico de captação e reuso da água. Utilização de recursos tecnólogicos. testando-as. tela do computador etc. •Interagir   com   diferentes   tecnologias. desenhos e textos.   utilizando   diferentes   mídias: sons musicais e não musicais. •Desenvolver   habilidades   de   trabalho   em   grupo. jornais e/ou internet. através do Grupo REAJA (Reação. Com isso. análise de dados. e agir de forma consciente na preservação do meio ambiente. Protagonismo juvenil e seus ricos desdobramentos – atuação dos alunos em sustentabilidade apresentada na rio+20 ANA PAULA CIRIACO CAMARGO83 ana. A divulgação desse trabalho ocorreu no Evento Cultural promovido pela escola com o objetivo de apresentar os trabalhos realizados durante o ano letivo e conscientizou a comunidade escolar de que atitudes simples podem contribuir para a preservação de recursos naturais como a água. Equilíbrio e Ação Junto ao Ambiente). inferências e relações de causa e efeito).Identificar recursos naturais e refletir a necessidade do uso racional desses recursos. o software de programação SCRATCH. a maquete do que foi programado. Por meio da programação. Objetivos: •Utilizar estratégias de pesquisa como instrumento de ampliação de conhecimento das diferentes áreas para conhecer. comparação. parte-se da definição de protagonismo juvenil   de   Costa   (2001):   “Participação   de   adolescentes   no   enfrentamento de situações reais na escola. vídeos e interação entre eles. •Desenvolver  atitudes   de   preservação do meio ambiente em ações cotidianas (não desperdiçar água no ambiente escolar e familiar). •Criar   registros   pessoais. caracterizando uma das diversas atuações do aluno do Colégio Rio Branco em termos de protagonismo jovem. testando a eficiência do mesmo. explorativa) ao suporte de informações (vídeo. na comunidade e na vida social . criando. posteriormente. Fundamentação Teórica: Cesar Coll e o construtivismo em sala de aula e Fernando Hernandez a reorganização do currículo por projetos. levantando hipóteses. Para a gestão do grupo e o desenvolvimento das campanhas e atuações.br Colégio Rio Branco A presente comunicação tem o propósito de relatar o trabalho desenvolvido com um grupo de alunos do 7o. utilizando o software SCRATCH. •Utilizar  uma   linguagem de programação para elaborar um projeto de captação de água de uso doméstico. •Adequar   diferentes   estratégias de leitura (extensiva. desta forma construindo o conhecimento. texto escrito.) •Comunicar   as   informações pesquisadas em diferentes linguagens. descrever e analisar fenômenos e de verificação de hipóteses (observação. Ano do Ensino Fundamental ao 3o Ano do Ensino Médio dentro da perspectiva da sustentabilidade e da conscientização ambiental.g12. comparando-as e. Após a programação os alunos criaram maquetes de acordo com o que foi programado. tópica. entrevista. em especial a água. vídeos. tiveram a oportunidade de reavaliar o projeto.camargo@crb. livros didáticos. reportagens de revistas. Metodologia: Iniciamos o trabalho desafiando os alunos de 5º ano do Fundamental I do Colégio Rio Branco para imaginarem um sistema doméstico de captação de água utilizando para isso.

em específico no espaço de ATPC – Aula de Trabalho Pedagógico Coletivo.   Na   experiência   com   o   Grupo   REAJA. As atividades serão realizadas semanalmente durante um período bimestral. em específico no contexto de ATPC. Em contrapartida.com Universidade de Mogi das Cruzes A presente comunicação tem o objetivo de apresentar uma proposta de atuação do Psicólogo Comunitário junto aos professores da rede pública de ensino. Desse modo. e identificando certa necessidade.   com   “seu   olhar   ampliado   sobre   as   situações”   e   desenvolver   um   papel   de   agente   facilitador   entre os grupos. A seguinte proposta consiste na inserção do psicólogo comunitário no contexto escolar. conforme Álvaro e Garrido (2003). O cronograma construído visa estimular o professor com alto nível de absenteísmo a expor seus problemas cotidianos. especialmente o convite da UNESCO para participar de um painel com o tema Education for Sustainable Development (Educação para o Desenvolvimento Sustentável) na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20. a proposta que aqui se apresenta tem como base a ideia de que o maior índice de absenteísmo entre os docentes está relacionado a doenças psicossomáticas. Redes Sociais em sala: Um estudo de caso do Ask. Na escola a prática consiste em proporcionar um ambiente de discussões e reflexões durante as reuniões de ATPC.fm com alunos adolescentes CLARA VIANNA PRADO85 PUC/SP .   pretende -se ainda compartilhar os vários desdobramentos do trabalho para além dos muros da escola. pois conforme Gasparini.. coordenadores e professores. assim como direcioná-lo a uma reflexão acerca de seu papel como educador e sua extensão na comunidade. Barreto e Assunção (2005). torna-se explícita a necessidade de uma intervenção que possa melhorar a relação professorescola-aluno-comunidade. as patologias estão relacionadas às condições de trabalho que propiciam e potencializam problemas de ordem física e cognitiva. fazendo um aponte entre os indivíduos e as ações que possam gerar transformações. A partir dos dados publicados pela APEOESP entre outros indicadores. Psicologia comunitária no contexto escolar: ações necessárias MAIARA DE SOUZA BENEDITO84 maiarabenedito@ymail. onde   ele   atuará   conforme   a   concepção   de   Baró   (1996)..09).mais ampla (.) cujo foco é a criação de espaços e condições que propiciem ao adolescente empreender ele próprio a construção de seu ser em temos pessoais   e   sociais”(p. a partir de planejamento coletivo entre equipe diretiva. os professores receberão encaminhamentos para acompanhamento psicológico individual. Porto (2011) afirma que a ausência do professor em sala de aula contribui diretamente para o fracasso escolar.

Este trabalho busca discutir os impactos dos instrumentos tecnológicos no desenvolvimento cognitivo dos alunos adolescentes no ensino de inglês na cidade de São Paulo.  Tal  participação  pressupõe  tanto  relacionar   os   conhecimentos   científicos   (VYGOTSKY. tanto para língua estrangeira como para o Ensino Fundamental como um todo.   1934/1988)   de   uma   determinada   área  do  conhecimento  a  seu  uso  nos  diferentes  papéis  a  serem  exercidos  pelos   .   em   profundidade. este trabalho se   configura   em   um   estudo   de   caso   por   examinar   o   “caso”   em   detalhe. Este entendimento do assunto é precisamente o motivo.  A  organização  curricular  por   meio   de   Atividades   Sociais   (LIBERALI. para o adolescente se refugiar em seu grupo(CALLIGARIS. baixa estima e dificuldades no processo de aprendizagem. dúvidas sobre si mesmos. na utilização do Ask. caracterizando problemas emocionais.fm com alunos de inglês onde o foco principal de análise se dará na interação entre professor e aluno de forma anônima. Eccles (2000) os adolescentes que apresentam pobre desempenho escolar e atribuem isso à incompetência pessoal apresentam sentimentos de vergonha. A previsão de conclusão deste trabalho se dará em outubro. Segundo Roeser &amp. A rede social chamada ask. Reflexão crítica nas aulas de língua estrangeira para crianças ADRIANA VAUGHN86 adriana.;   PRETINI   &amp. marcam a importância da relação do aprendiz com o que aprende e com seu entorno. este trabalho visa analisar os dados obtidos. Em linhas gerais. Este estudo está baseado na Teoria da Atividade Sócio-históricocultural (TASHC). reconhecendo-se a sua complexidade (YIN.  desenvolver  postura  crítica  e  questionadora  da  realidade. 1994).fm possibilita os participantes fazer perguntas. Estes grupos têm influência sob o comportamento dos participantes. fundamentado em Vygotsky(1984).  estes  objetivos  pretendem. através de um estudo de caso durante o período de 1 mês. 2012. 2000).fm) para levantar questionamentos apoiados pelo anonimato.   2009   e   2011.  por   exemplo. Os resultados esperados são que os adolescentes se utilizem deste instrumento (ask.  2012)  abarca  estes  objetivos. Assim. Não há mais aquela inocência infantil. Cada grupo tem sua própria cultura que deve ser observada pelos participantes. porém tão pouco a liberdade e autonomia adulta.vaughn@escolacastanheiras. A fase da adolescência se configura como umas das mais complexas da vida humana. para quem o ato educativo é fortemente influenciado pelos sujeitos que dele participam.;   LIBERALI.  utilizando  a   linguagem   como   meio   de   mediar   conflitos   e   encontrar   soluções   e   entender   o   mundo  multicultural  e  multilíngue  em  que  vivemos. de forma anônima a todos os integrantes da rede social. no seu contexto natural.br Co-autores: CRISTIANE VALIM PEREIRA OLGA REGINA GUEDES REGINA ANDREJOZUK TATHIANA LIMA Os objetivos de ensino-aprendizagem declarados nos Parâmetros Curriculares Nacionais. Com o objetivo de explorar as qualidades deste instrumento em sala de aula. 1845-46/2006).com.  oferecendo  aos  alunos  a  oportunidade   de   participação   nas   ações   de   determinados   recortes   da   "vida   que   se   vive"   (MARX e ENGELS.

2002). direcionou-nos para esta investigação que investiga os sentidos e os significados de ensinar Matemática nos anos iniciais e a sua relação com as práticas pedagógicas dos professores. 2007. embarcados em um currículo mais amplo. Optamos em realizar a investigação por meio da Pesquisa Colaborativa (Ibiapina. buscamos por meio da colaboração encontrar esses sentidos e significados nas enunciações que poderão trazer à tona valores. 2007) e no método do Materialismo Histórico-Dialético (Marx.   como   momentos   de   repertoriamento   e   reflexão   sobre   as   questões   atitudinais   e   posturais   dos   diferentes   modos   de   agir   necessários   à   participação. A pesquisa se desenvolve com a participação de três professoras dos anos iniciais de uma escola privada de Teresina que ensinam Matemática no primeiro. Com base nisso. Para atingir os objetivos propostos. por meio das contradições evidenciadas. professoras de Inglês para o Ensino Fundamental I da Escola Castanheiras (Santana de Parnaíba . que quando confrontados poderão. A produção analítica se realiza com base em (Bakhtin. No processo investigativo os sentidos e significados de ensinar Matemática foram negociados por meio de entrevista reflexiva. Nesse momento da pesquisa. caracterizar as práticas pedagógicas utilizadas pelos professores para o ensino de Matemática nos anos iniciais. sessões reflexivas e vídeo formação. analisar a relação existente entre as práticas pedagógicas dos professores e os sentidos e significados atribuídos aoque fazem. convidam à discussão e transformação de agires e olhares a partir de encontros críticos com realidades diversas e também com a própria realidade dos alunos. as apresentadoras. 2000). segundo e terceiro anos.alunos   nas   ações   da   Atividade   Social   que   estrutura   o   currículo. 2008) e Magalhães (2006).com Universidade Federal do Piauí O confronto com questões complexas vivenciadas durante nossa trajetória profissional.   Nesta   comunicação. crenças e conhecimentos. os estudos e discussões a respeito dos sentidos e significados de ensinar . De modo específico. enquanto professora de Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental por mais de vinte anos e a realidade atual do contexto da formação de professores no curso de Pedagogia. Sentido e significado de ensinar de matemática nos anos iniciais: reflexão crítica e colaborativa de práticas pedagógicas ISOLINA COSTA DAMASCENO87 zozofortes@hotmail. utilizamos referencial teórico e metodológico embasado na Abordagem Sócio-Histórica-Cultural (Vigotski.SP). demonstrarão encaminhamentos que. ideologias. procuramos identificar os sentidos negociados e os significados compartilhados das práticas pedagógicas dos professores no ensino de Matemática. e que o processo de compreensão e significação das produções dialógicas ocorre por meio da compreensão dos enunciados e enunciações produzidos pelos sujeitos. por se tratar de uma modalidade de pesquisa em que todos os participantes se tornam pesquisadores de sua própria ação e com possibilidade de desenvolvimento docente. possibilitar o desenvolvimento de uma prática reflexiva relacionada às práticas pedagógicas das professoras para o ensino de Matemática. que considera que todo discurso é dialógico.

situadas na relação entre a linguagem dos alunos. presentes no livro didático adotado pela escola. e Engeström (2001). 2007a. o que contribuiu para o enfrentamento de dificuldades na aprendizagem da matemática. pelos alunos. em 2007. São analisados os sentidos atribuídos pelos alunos aos termos utilizados para exprimir conceitos iniciais de álgebra. enfatizando as contribuições de Vygotsky sobre sentido e significado e ZPD. com a elaboração de um glossário de termos iniciais de álgebra. para a mesma turma. compreender sentidos e compartilhar significados dos termos algébricos. textos de alunos sobre suas aprendizagens no processo e diário de campo da pesquisadora. e na apropriação do instrumento glossário. o que trouxe empoderamento e autonomia. a do livro didático. A linguagem como mediadora na construção de sentidos e significados pelos participantes da atividade. criando também espaços para o protagonismo de suas próprias ações.lena@gmail.matemática nos anos iniciais por professoras e as práticas pedagógicas que elas desenvolvem para esse ensino. na Linha de Pesquisa Linguagem e Educação. A pesquisa foi desenvolvida em aulas de matemática da professora-pesquisadora para alunos de 6ª série em 2006 e. aos alunos. a da professora e a da linguagem matemática. foi considerada a contribuição central para a interface Linguística Aplicada – Matemática. b. uma possibilidade concreta de participação. A fundamentação teórica está apoiada nas discussões da Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural. A pesquisa compõe a tese de doutorado defendida em novembro de 2010 no Lael. por uma turma de alunos do ensino fundamental. O glossário foi estruturado conforme as necessidades dos momentos da aprendizagem com base nas discussões de Vygotsky (1930/2002) sobre a centralidade do instrumento mediador na aprendizagem e no desenvolvimento. em sala de aula. . bem como o processo de colaboração com base em Magalhães (2004. Newman e Holzman (1993/2002). da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. prelo). O ponto de partida foi a relação teoria e prática na organização do trabalho na sala de aula. para os alunos. bem como no trabalho de Leontiev (1978). O corpus da pesquisa é constituído por transcrições das aulas de matemática. o que possibilitou uma práxis criativa em lugar de uma práxis rotinizada e reiterativa. indicam que a formação acadêmica das professoras não dá suporte teórico e metodológico para ensinar Matemática nos aos iniciais. Sentidos e Significados na aula de Matemática MARIA HELENA SILVEIRA88 mariahelena. O glossário constituiu. na 7ª série. O glossário de termos algébricos foi produzido a partir da busca de palavras. pois. A elaboração do glossário indica um efetivo engajamento dos alunos na atividade. cadernos de alunos com a produção do glossário.com Escola Estadual Godofredo Furtado A comunicação tem por objetivo apresentar o resumo da pesquisa realizada. A análise linguístico-discursiva indicou que o uso do instrumento propiciou. e apontam a necessidade da expansão de sentidos com relação ao desenvolvimento de práticas pedagógicas para esse ensino.

nas turmas do terceiro para o quarto semestre. aspectos identificados por meio do aumento gradual do numero de participações dos alunos durante as aulas. Do primeiro para o segundo semestre de 2012 a análise piloto apontou para uma mudança de postura entre as turmas. aplicar todo o conceito do projeto interdisciplinar. na representação e na socialização do conhecimento. nota-se  maior  maturidade  dos  TCC’s. segundo seus mecanismos. pesquisadores e entidades científicas. com um máximo de disciplinas do curso. como também quanto ao nível de complexidade. tanto no aspecto de maior interesse quanto na motivação. inclusive em tempo real. junto aos envolvidos: alunos e docentes. que permitissem explorar e integrar o máximo de tópicos possíveis destas disciplinas. com os mais recentes estudos científicos. na construção.TCC integrado: uma experiência interdisciplinar UINGUISTON NUNES CAMARGO uinguiston@hotmail. Já. Com isso. No inicio da experiência. o . é possível promover aprendizado através de contato.com Co-autores: CELSO MORALEZ PATRÍCIA ANDRADE Colégio Rio Branco A aprendizagem das transformações químicas é favorecida porque proporciona aos alunos a visualização de como as reações orgânicas acontecem. cujo projeto tem como objetivo geral trabalhar a interdisciplinaridade. O foco foi na apresentação de propostas de projetos destes envolvidos.  tanto  nos  desafios  de   cada aluno. para facilitar a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso e o aprendizado dos alunos. fazendo uso de algumas disciplinas como piloto para implantação da experiência progressiva durante a evolução acadêmica das turmas envolvidas. No estudo das Reações Químicas. de modo individual. unidas no decorrer do curso de modo inter-relacionado.com FATEC/ETEC Esta comunicação visa compartilhar do trabalho piloto desenvolvido junto aos alunos do curso técnico em mecânica – ETEC Horácio Augusto da Silveira – São Paulo. A experiência piloto tem comprovado não ser possível implantar o trabalho em uma única fase. refletindo o interesse no aprendizado e não somente no cumprimento da tarefa. na organização. o trabalho foi solicitado aos docentes das diversas disciplinas do currículo do curso. por meio de análises. Trabalho integrado Química/Informática MILTOM VARGAS89 vargasmi@hotmail. Utilizando diversificadas tecnologias de comunicação e informação promove-se uma prática educativa enriquecida na busca.

tendo como alunos. grupos de alunos deverão criar uma apresentação para expor ao professor e aos colegas o tipo de reação química estudada. sumário. (ii) enriquecimento do repertório linguístico do aluno e (iii) nova relação consigo mesmo como sujeito de seu próprio percurso de aprendizagem da língua Inglesa. . As discussões revelam. Foi desenvolvido em uma creche. com a correta identificação. 2008) como espaço para ir além de sua posição inicial.trabalho de descrição e compreensão do fenômeno que resulta numa simulação. com apoio em dados vídeo-gravados do projeto. Fazer do computador uma ferramenta útil e adequada. 1978. ativo e contextualizado. analisar e identificar na vida cotidiana a ocorrência e a aplicação das reações orgânicas estudadas. identificando os conceitos envolvidos na sua elaboração. Vote for me! – A questão da tomada de decisão nas aulas de língua Inglesa SÍLVIA BERALDO Co-autora: ANTONIETA MEGALE90 Colégio Antonietta e Leon Feffer Esta comunicação tem como objetivo discutir o processo de ensinoaprendizagem de língua Inglesa. 1999) que indica que os sujeitos estão em atividade com os outros. promove um aprendizado experimental. Este estudo foi pautado no trabalho desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa LACE da PUC-SP. como advoga a TASHC. criar animações das reações químicas aplicando os conceitos envolvidos. no Centro de São Paulo. apresentação. de um grupo de adultos. possibilitou (i) transformações atitudinais referentes ao agir cidadão. utilizando o software Macromedia Flash na elaboração de apresentações multimídias não lineares com autonomia. desenvolvimento e referências. professores e funcionários da creche. O quadro teórico desta pesquisa fundamenta-se na concepção da Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural (TASHC) (Leontiev. no ano de 2012. Vygotsky. O objetivo desta atividade é: permitir classificar. especificamente no sub-projeto Oficina Temáticas: Educação Multicultural. 1959/1998. com base na Atividade  Social  “Participar  das  Eleições”  e  demonstrar  que  é  possível  preparar   os alunos para se responsabilizarem por suas tomadas de decisões. 1930/1998 e Engeström. Identificar o tipo de reação proposta e representar graficamente a sua equação geral. formular quimicamente e nomear os compostos orgânicos de acordo com as suas propriedades. que a vivencia dos gêneros textuais em situações reais de uso. assim como as suas etapas. determinados sóciohistórica e culturalmente e no conceito de Performance (Holzman.

BIODATA RESUMIDA DOS PARTICIPANTES
1

Licenciada

em

Pedagogia

com

especialização

em

Alfabetização

de

Crianças.

2

Acadêmico do oitavo período do curso de Letras.

3

Historiador, mestrando em linguística aplicada pela PUC-SP, desenvolvendo pesquisa na linha de linguística aplicada em contexto escolar, especialista em Educação Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da USP, atualmente coordenador pedagógico do Colégio Stagio em São Bernardo do Campo-SP.
4

Professor de Informática.

5

Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (Linha de pesquisa: Linguagem, Educação e Tecnologia) pelo LAEL, PUC-SP, com o apoio do CNPq (2010). Título de Especialista em Psicopedagogia pela PUC-SP (2005).Graduada em Letras Inglês-Português, Licenciatura Plena, pela Universidade de Sorocaba (2000) . Desde 2010 sou professora de Inglês (Ens. Fund.I e II) da Fundação de Rotarianos de São Paulo - Colégio Rio Branco – Unidade Granja Vianna. Leciono na pós-graduação do Centro Universitário Estácio – Unidade Ibiúna . Leciono Língua Inglesa há 19 anos com experiência como coordenadora pedagógica de institutos de idiomas por 5 anos. Cursei "Course in English Studies" na USIU - United States International University em San Diego, CA. (1995) . Possuo os Certificados de Proficiência em Língua Inglesa: The University of Michigan (1998) e The University of Cambridge - CPE Certificate of Proficiency in English (2001). Lecionei Inglês nos Colégios Anglo (São Roque-SP), Etapa e Objetivo(Ibiúna-SP) desde a educação infantil, ensino fundamental, médio, pré-vestibular e também fui PEBII de caráter efetivo. Trabalhei nas escolas de idiomas CNA e SKILL como coordenadora pedagógica e Alumni como professora de Inglês. Também sou Psicopedagoga e atendo em clínica psicopedagógica particular desde 2006.
6

Formada em Letras - Português/Inglês, Pedagogia, Extensão em Reflexão e Ação (PUC), Iniciou o Mestrado em Linguística (PUC). Atualmente é formadora de Coordenadores e Professores (Diretoria Regional de São Miguel Paulista).
7

Graduado em Letras-Português/Inglês, pela UNIP-SP

8

Professor

9

Professora de Língua Portuguesa da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, Mestranda no PPG LAEL e integrante do Grupo de Pesquisa LACE.
10

Mestre em LA, professor da Secretaria Municipal de São Paulo e professor nos cursos de educação da COGEAE.
11

Graduada em Pedagogia, Habilitada em Matemática e Física, pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Especialista no Ensino da Matemática e Graduanda em Letras Português.
12

Especialista em Linguística de texto e ensino pela UNESP-Araraquara. Formada em Letras pela FFCL de Jahu, leciona português há 17 anos, professora efetiva da rede estadual de ensino do estado de São Paulo. Concentra-se seu estudo em leitura e no desenvolvimento crítico-colaborativo do contexto escolar(Magalhães e Liberali,2011)
13

Acadêmica do quarto período do Curso de Letras. Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem Professora

14

15

16

Licenciada em Pedagogia pela USP; Especialista em ensino de matemática pela UNIFRAN; Mestranda em Ensino de Matemática e Ciências pela USP; Coordenadora de Matemática e Ciências no Colégio Rio Branco.
17

Professor Auxiliar

18

Psicóloga pela Faculdade Paulistana com pós graduação em Gestão Escolar pela UNIFMU e Diretora de Escola da PMSP desde 2000.
19

Coord. de projetos educacionais Aluna do doutorado PPGED/UFPI Professora de informática, pedagoga e mestre pela FEUSP.

20

21

22

Bacharel em Letras PUC/SP; Licenciada em Pedagogia UAM; Especialista em Psicologia e Educação Processos de Aprendizagens e Escolarização - IP/USP; Mestre em Letras -Mackenzie/SP; Coordenadora de Língua Portuguesa EI e EF1 no Colégio Rio Branco.
23

Coordenadora aposentada da Rede Municipal de Ensino de São Paulo e, atualmente, trabalho como formadora de coordenadores pedagógicos no Estado de São Paulo.
24

Doutoranda em Educação: Psicologia da Educação pela PUC-SP. Mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL, PUC-SP).
25

Licenciada em Pedagogia com mestrado em Educação, Didática e Práticas de Ensino pela Faculdade de Educação - USP e Doutoranda em Linguística Aplicada pelo LAEL - PUCSP. Atualmente é Assistente Técnico de Educação na Diretoria Regional de Educação da Cidade de São Paulo, onde trabalha em cursos de formação contínua para professores e coordenadores pedagógicos. Tem experiência com gestão escolar, avaliação, formação de professores, processos de ensino-aprendizagem e alfabetização.
26

Professora e doutoranda do PPGED/UFPI.

27

Professora de inglês na rede pública de ensino do Estado de São Paulo exerce um cargo como professora efetiva de inglês desde 2008, sendo professora de língua inglesa e língua portuguesa desde 1994, formada pelas Faculdades Oswaldo Cruz em 1998.
28

Mestre em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Também é pós-graduada, pela mesma instituição, em Psicopedagogia e Intérprete de Conferência. Atualmente, seu trabalho se concentra no ensino de Português como Língua Estrangeira (PLE) para adolescentes com base na Teoria da Atividade em escola americana, e na formação reflexiva de professores de línguas. Ademais, participa  do  segmento  “Educação  Bilíngüe”  do  projeto  de  extensão   interinstitucional Aprender Brincando da PUC/SP. É casada, tem uma filha, e seus interesses são leitura, cinema e artesanato.
29

Graduada em Letras pela Universidade de São Paulo (1991), atua na área de educação há 24 anos. Possui pós-graduação em psicopedagogia e psicomotricidade e atualmente é mestra em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Esta pesquisadora é integrante do grupo LACE - Linguagem em atividades do contexto escolar - e sua pesquisa está relacionada aos discursos instaurados na produção de portfólios na educação infantil.
30

Professor de Ensino Fundamental e Médio

31

É Professora de Inglês do Colégio Rio Branco e Mestranda em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela Universidade de São Paulo. Possui Bacharelados e Licenciaturas em Inglês e Português pela

Universidade de São Paulo. Seus interesses de Pesquisa envolvem os temas Língua Estrangeira para Crianças, Teoria da Atividade Sócio-histórico e Cultural e Ensino por Meio de Gêneros Textuais.
32

Mestranda em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC), integrante do grupo LACE (Linguagem em Atividades no Contexto Escolar) e bolsista CNPq. Possui especialização em Docência no Ensino Superior e é graduada em Letras, bacharelado e licenciatura Português/Inglês, pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Trabalhou como professora-tutora do curso de Letras EAD da UMESP onde, atualmente, ministra aulas em cursos presenciais e a distância e orienta trabalhos de conclusão de curso. Atua também como professora de língua inglesa para cursos regulares e instrumentais para fins acadêmicos do Centro de Línguas da mesma universidade.
33

Mestranda em Linguística Aplicada na PUC-SP. Graduada em Pedagogia cursando pós-graduação em psicopedagogia. Graduada em Pedagogia e cursando especialização em Educação Infantil.

34

35

36

Professor, doutorando em Linguística Aplicada, pesquisando os seguintes temas: formação de professores, linguagem/discurso e suas relações com os temas da identidade, do poder e a construção de discursos hegemônicos excludentes.
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Coordenador pedagógico.

38

Pedagoga e especialista em Ensino Aprendizagem na Perspectiva Sócio-Histórico-Cultural, 2012 pela Faculdade 7 de Setembro – FA7. Atualmente faz parte da equipe pedagógica da Aprender Editora como formadora educacional de professores alfabetizadores do Programa Alfabetização na Idade Certa – PAIC. Atuou como professora da educação básica da rede pública e privada.
39

Professora titular de língua e literatura inglesa - Curso de Letras- Universidade de Sorocaba; doutoranda LAEL - PUC SP.
40

Professora e formadora de professores.

41

Doutora e Mestra em Linguistica Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Especialista em Psicopedagogia e Graduada em Pedagogia. Atua na área educacional há25 anos e atualmente coordena projetos educacionais em grandes instituições de São Paulo.
42

Bacharel em Comunicação das Artes do Corpo (PUC-SP). Atualmente é aluna do curso de Secretariado Executivo Trilíngue na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP-SP) e faz parte do projeto de   iniciação   científica   “Pró-Ciência”   que   tem   como   foco   central   a   atividade   social   “Participar   de   uma   entrevista   de   emprego”,   orientada   pela   Profa   Dra   Alzira   da   Silva   Shimoura.   É   auxiliar   de   ensino   da   disciplina Projetos Sociais e Ambientais no curso de Gestão em Saúde Ambiental na Faculdade de Medicina da Fundação do ABC. Alzira da Silva Shimoura é doutora e mestre em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem (LAEL – PUC-SP). É professora de inglês há 23 anos em escolas de línguas e universidades. É professora na graduação da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP-SP) e na especialização Lato Sensu da COGEAE-PUC-SP em cursos para formação de educadores. Presta assessoria para escolas particulares e para a Secretaria da Educação do Município de São Paulo. Atua na área de formação de professores com foco na reflexão crítica e na análise do discurso, ensinoaprendizagem e elaboração de material didático.
43

Pós-graduação em Gestão Educacional - UNICAMP/2007. Professor de ensino médio.

44

45

Professora do Depto. de Letras, área de Língua Inglesa e Literaturas de Língua Inglesa da Unifesp. Pósdoutoranda do Lael/PUCSP.
46

Graduada em Letras com habilitação em Português e Inglês e em Pedagogia, coordenadora pedagógica na rede municipal de São Paulo, 17 anos de experiência como professora da rede privada e das redes públicas estadual e municipal da cidade de São Paulo, atuando com Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio e Educação de Jovens e Adultos. Nos últimos 4 anos, vem desenvolvendo atividades formativas para educadores da rede municipal de São Paulo.
47

Pedagoga pelas Faculdades Rio Branco. Professora. Professora aposentada do Ensino Municipal e professora do Colégio Rio Branco. Pós-graduação em Gestão Educacional - UNICAMP/2007. Profa Dra em Linguistica Aplicada e Estudos da Linguagem. Diretora ULS IDIOMAS.

48

49

50

51

52

Mestre em LA, professor da Secretaria Municipal de São Paulo e professor nos cursos de educação da COGEAE.
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Professor Eventual

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Graduada em Análise de Sistemas pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1993), mestrado em Engenharia da Computação pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (2006). Atualmente é professora Associado I da Faculdade de Tecnologia São Paulo (FATEC) professora no Instituto Federal de São Paulo (IFSP)
55

Mestrando pelo programa de Estudos Judaicos e Árabes. Área de atuação: Estudos Árabes, pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). Tem como pesquisa Tradução Comentada da obra "Tistifil Meryl Streep" de Rachid al-Daif . É Bacharel em Letras com habilitação em árabe pela USP. Possui experiência no campo da tradução literária e no ensino de língua árabe. Atualmente é professor de língua árabe do Centro de Línguas da FFLCH/USP.
56

Pós-graduada em Arte pela instituição Maria Antonia, é professora de Arte há aproximadamente 12 anos com experiência nas redes particular e pública de ensino.
57

Formada em Logística pela FATEC, professora do ensino técnico na ETEC Ferraz de Vasconcelos e Coordenadora de Logística numa empresa de Transporte Rodoviário de Cargas.
58

Professora. Professora da rede pública, Estudante de graduação - Letras FACEQ. Professora.

59

60

61

Mestranda em linguística aplicada e estudos da linguagem - lael/puc-sp; especialista em ensino de língua portuguesa e literaturas - facsa-ba; especialista em docência do ensino superior e planejamento educacional nos sistemas de ensino - fespc-ba e graduada em letras pela universidade do estado da bahia - uneb.
62

Mestre em Linguística Aplicada pela PUC/SP (Pontifícia Universidade Católica), integrante do grupo de pesquisa LACE (Linguagem em Atividade no Contexto Escolar), graduada em Letras Espanhol/Português pela USP (Universidade de São Paulo) e licenciada em Espanhol pela USP (Universidade de São Paulo). Sua pesquisa abarca estudos que propõe compreender criticamente a transformação do processo de

mestra em Educação e doutoranda em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC-SP. Tem experiência na área de Lingüística. . reflexão crítica. É professora de espanhol. Atual também como professora na rede pública de ensino. Graduada em Letras pela UBC. atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professor. Atuou como Coordenadora Pedagógica do curso de língua inglesa coorporativo da Universidade de Brasília em convênio com o Banco Central do Brasil-SP. Tem experiência na área de Lingüística. no Ensino Fundamental com uma prática de ensino-aprendizagem à luz da Teoria da Atividade Sócio-Histórico-Cultural. Docente de língua espanhola. 63 Mestranda em Linguística Aplicada na PUC-SP. nas quais os alunos atuam em diferentes papéis que os aproximam de situações reais da vida cotidiana. Professora da UFPI. Seus trabalhos são apresentados e publicados em congressos nacionais e internacionais. atuou como professora de leitura e produção de textos no curso de pedagogia da Faculdade Metropolitana de Caieiras e nos cursos de educação da COGEAE/PUC-SP. 68 Mestre em Linguistica Aplicada pela PUC/SP. com ênfase em Lingüística Aplicada. na qual os alunos são tratados como participantes responsáveis pela construção do conhecimento e se constituem como sujeitos por meio da reflexão sobre o contexto do qual fazem parte. 64 65 66 Professora de Educação Infantil. além disso. Pedagoga .Inglês pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2003) e mestrado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2005). 74 Coordenador Pedagógico. por meio de vivências de atividades cotidianas em sala de aula com base na Atividade Social. atualmente designada como Coordenadora Pedagógica da rede paulista de ensino. Atua como professora de Língua Portuguesa. ensino de língua inglesa e portuguesa e teoria da atividade. sujeito da atividade e teoria da atividade. Pos-graduanda em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem.mestranda em educação. Professora. 73 Mestre em Linguística Aplicada Doutoranda pelo Centro de Pesquisa em Atividade Desenvolvimento e Aprendizagem (CRADLE) na Universidade Helsinki Possui graduação em Letras . Mestrado em LAEL pela PUC/SP (2012). Professor de Química da rede paulista de ensino.ensino-aprendizagem. com ênfase em Lingüística Aplicada. 78 Doutora em Educação. como língua estrangeira. atuando principalmente nos seguintes temas: prática docente. Possui experiência na elaboração de material didático para o ensino de língua espanhola seguindo a proposta de organização curricular com base na Atividade Social. 69 Professora de matemática da rede particular e paulista de ensino. 72 Possui graduação em Letras pela Universidade do Vale do Sapucaí (2009). Essa perspectiva propõe práticas performáticas. Supervisora Pedagógica. Especialista em Estudos da Linguagem pela UMC. atualmente está designada para a função de coordenadora de Educação Especial. 75 76 77 Graduada em Letras. 70 71 Professora de Língua Portuguesa. 67 Professora.

87 88 Professora de Matemática da rede Estadual de ensino de São Paulo. Graduada em Letras e Mestre em Letras na área de Espanhol pela USP. Especialista em Psicologia e Educação processos de Aprendizagens e Escolarização . Mestre em Letras – Mackenzie SP Coordenadora de Língua Portuguesa da EI e EF1 no Colégio Rio Branco. Estudante de Psicologia da Universidade de Mogi das Cruzes. 80 81 Bacharel em Letras PUCSP. Atua. Aluna de mestrado do Programa de Pós graduação da Universidade Federal do Piauí. professora de Língua Espanhola.79 Mestre em educação.IPUSP. 89 90 Professor de Ensino Médio. como professora no curso de extensão Bilinguismo: Revisão de teorias e análise de dados da COGEAE/PUC-SP e no curso de pós graduação Didática para Educação Bilíngue do Instituto Singularidades. Atualmente é coordenadora de Língua Inglesa da Escola ALEF. Mestre em Línguistica Aplicada pela PUC-SP. 83 84 85 Mestre em Educação e Arte e Doutoranda em Linguistica Aplicada e estudos da Linguagem pela PUCSP. Supervisora pedagógica. Doutora em Linguística Aplicada pela PUC-SP. . Licenciada em Pedagogia UAM. 82 Coordenadora de área. também. Trabalha com formação de professores de matemática de educação de jovens e adultos. 86 Bacharel e licenciada em Letras-Inglês pela USP.