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O caso dos exploradores de caverna

Suprema Corte Denewgarth, ano 4300

Interessante debate sobre homicídio que se desenrola no caso dos exploradores de caverna, quando a sanidade se coloca a prova diante do risco iminente de morte dos cinco integrantes da equipe, observou-se aqui a visão exata de como o homem civilizado age quando não há mais nenhum recurso de sobrevivência a não ser o sacrifício de outrem, no caso o do Sr Roger Whetmore. Vemos que a princípio os réus foram condenados a forca por força da lei em vigência na comunidade (COMMONWEALTH), porém houve manifestações contrárias promovendo uma petição que culminou em uma apelação pára um tribunal superior, sendo assim segue o ponto de vista dos magistrados. V. Ex.ª Foster, J (ministro), tem um parecer que diz respeito à jurisdição das leis, ele formula uma tese em que a partir do momento que a caverna se fechou perdendo o contato com o mundo da sociedade em que vivemos os exploradores tinham razão em determinar uma nova norma para ser inserida em sua nova realidade. Diz também que a partir do momento em que nossa norma positivada é anulada assume-se uma postura jus naturalista, ou seja, não estamos no estado da sociedade civil e sim em um estado de natureza, tendo que se implantar um novo acordo de normas na sociedade, justificando assim o jogo dos dados para a escolha do sacrifício, e por fim ele alega que se interpretarmos o estatuto de certa forma entende-se o fato como legítima defesa da vida, validando seu uso. V. Ex.ª Tattingj, juiz, frisa sua opinião contrária a do colega questionando se uma simples barreira de rocha dá o direito de anular uma constituição feita pela sociedade e se a fome extrema justificaria também o assassinato, comenta se por um acaso o condenado pela barganha dos dados quisesse desistir do sistema (como foi o caso de Whetmore), não teria o direito, como não o teve. Ele narra a respeito do caso verídico em que uma pessoa foi presa por roubar um pedaço de pão e que não pode alegar que estava em um estado de lei natural de fome extrema, diz também que legítima defesa é um ato instintivo de agressão contra a vida e não uma discussão entre pessoas em sã consciência não cabendo essa justificativa, por fim o juiz se recusa a dar uma posição no caso. V.Ex.ª Keenj, critica seu colega Foster por favorecer os réus e diz que ele representava uma época autoritária em que os magistrados faziam o que queriam, por isso Foster dizia que o assassinato em questão foi necessário e se enquadrava como legitima defesa da vida, contradizendo as normas vigentes. Diz também que não devemos argumentar em cima de erros dos legisladores ao publicar as leis para encobrir um crime, procurando brechas para argumentos infundados, portanto Keenj considera o caso como assassinato. V.Ex.ª Handyj, tem um ponto de vista simplista e se mostra um homem razoável e prático, tendo uma tendência política, respeita e tende a favorecer a opinião publica, causando uma boa impressão ao judiciário, critica o modo como são feitos os julgamentos que parecem batalhas

porém se recusa a dar sua posição. o M. sem deixar-se levar pela opinião pública ou por colegas vaidosos e tendenciosos. juiz Handyj tem um argumento vazio e conivente co a opinião popular . O M.juiz Keenj tem a postura correta. persuasivos porem sem fundamento algum. Por fim ele favorece a absolvição dos réus. Juiz Tattingj com argumentos fortes derruba com certeza a tese de Foster descrevendo o quanto esta longe de ser justo o ato.desgastantes e fadigantes que faz com que o caso ao final do julgamento se fragmente em mil argumentos opostos. e aplica a lei como esta escrita. por conta de estratégias de defesa e acusação. juiz Foster usa da lei para validar um ato hediondo com argumentos. . pelo simples fato de agradar a opinião publica. Na opinião do grupo o magistrado M. Já o M. juiz Keenj é totalmente contrario a qualquer argumento que absolva os réus e tem a opinião que a lei deve prevalecer ao pé da letra e por fim o M.