PORTO ALEGRE

RIO GRANDE DO SUL | BRASIL

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Durante meses. Além das adaptações fundamentais e necessárias na concepção e no espaço urbano de nossa Capital. Uma trajetória que tem marcos importantes. finalmente. um dos grandes legados do PDDUA de 2010 é o fato de ter envolvido de modo amplo todos os setores da sociedade nas discussões dos melhores rumos a serem seguidos por Porto Alegre. em 1999. quando é concluída a ampla reformulação do PDDUA. em duas audiências públicas que reuniram mais de 2. quando tivemos o primeiro Plano Diretor de Desenvolvimento. ano em que sancionado o Plano de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA). do Orçamento Participativo. por meio do Fórum de Entidades. que também teve papel importante na revisão. em 2010. Uma delas é o Planejamento Urbano. em mais de 100 encontros em entidades representativas. em 1979. Prefeito de Porto Alegre 3 . na verdade. Este trabalho de participação da população promovido pelo executivo teve continuidade na Câmara Municipal. A revisão do Plano é. Não restam dúvidas de que o PDDUA de 2010 é um marco. urbanistas e advogados foi tão debatido na cidade e na imprensa. buscando desenvolvê–la de modo sustentável. imprimiu uma nova forma de pensar e construir o já renomado Planejamento Urbano da cidade. o encontro de duas consagradas bandeiras: a Porto Alegre do Planejamento Urbano e a Porto Alegre da participação dos cidadãos. Nunca um tema antes considerado exclusivo de arquitetos.1 mil pessoas e no Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental. como em 1959. engenheiros. E mais do que isso.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL APRESENTAÇÃO PLANEJAMENTO URBANO DEMOCRÁTICO Porto Alegre é uma cidade pioneira que construiu com muito esforço e união grandes conquistas e ergueu grandes bandeiras. a proposta construída pelos técnicos da Prefeitura com base nas definições da Conferência Municipal de 2003 foi apresentada e discutida nas Regiões de Planejamento. dos Conselhos Municipais e da Governança Solidária Local. Representa um avanço significativo nas mais diversas áreas em relação ao plano que o antecedeu. com o primeiro Plano Diretor. gerando novas ideias e propostas para o PDDUA. e. no qual a comunidade e entidades têm assento e maioria.

L.C. atualizada e compilada até a L. 667/11. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal 4 .C. 434/99. incluindo a L. 646/10.C.

pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL APRESENTAÇÃO Mais qualidade de vida para futuras gerações A característica de crescimento e contínua transformação da cidade requer a revisão periódica das diretrizes que norteiam sua organização. Legislativo e sociedade. porém. Esta tarefa é realizada com a contribuição dos mais diversos setores e segmentos da sociedade que têm suas necessidades e aspirações próprias. incluiu Áreas Livres Permeáveis e Vegetadas. contemplando o bem coletivo em prol dos interesses dos cidadãos porto-alegrenses. aperfeiçoou o cálculo das áreas de sacadas. Temos convicção. A revisão feita pela LC 646/10 reclassificou os Projetos Especiais conforme o impacto. que a revisão do Plano Diretor não soluciona todos os conflitos urbanos. privilegiando a estruturação da cidade dentro do conceito de desenvolvimento sustentável com a valorização e melhorias dos espaços urbanos e destaque a políticas de proteção ao meio ambiente. sustentabilidade e inclusão social. previu a criação do Instituto de Planejamento Urbano e a regulamentação do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). e é adequada para articular e implementar alternativas cada vez mais próximas ao ideal possível. Sabemos. buscando e respeitando o equilíbrio entre desenvolvimento. acompanhando esta dinâmica para fazer frente às mudanças. Com essas mudanças significativas. Essas adequações foram fruto de um diálogo aberto que articulou alternativas. definiu Áreas de Ambiência Cultural (AAC). construídas entre Executivo. qualificação e expansão urbana. aumentou o afastamento entre os prédios conforme a altura. definindo políticas e ações dos agentes públicos e privados que assegurem melhores condições de vida para o conjunto da população. alterou regras relativas à redução das alturas dos edifícios em 24 bairros. revisou Áreas de Interesse Cultural (AICs). contudo. Secretário do Planejamento Municipal 5 . precisa adequar-se. A revisão do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental vai ao encontro da necessidade de adequação desse instrumento aos interesses e aspirações da população. harmonia com o meio ambiente e garantia de qualidade de vida para as futuras gerações. Em função dessa realidade. Porto Alegre crescerá dentro de estratégias de desenvolvimento sustentável. que se trata de uma legislação moderna. o Plano Diretor. nosso instrumento básico da política de desenvolvimento. que disponibiliza ferramentas urbanísticas pioneiras.

Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Expediente: Lei Complementar nº 434.C. incluindo a L. de 1º de dezembro de 1999. 646/10. 667/11. atualizada e compilada até a L.C. PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE José Fortunati SECRETÁRIO DO PLANEJAMENTO MUNICIPAL Márcio Bins Ely SUPERVISÃO DO PLANEJAMENTO URBANO José Luiz Fernandes Cogo SUPERVISÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO Andrea Oberrather Equipe Técnica: Breno Silva Ribeiro Cléia Beatriz Hauschild de Oliveira Delourdes Maria Bressiani Denise Bonat Pegoraro Glênio Vianna Bohrer Hermes Consiglio Filho José Luiz Fernandes Cogo Milton Sauer Nardi Newton Paulo Baggio Rosane Zottis Almeida Tulio Calliari Apoio Técnico: Ben-Hur Rafael Deporte Costa Claudio Golin Costa Eliane Friedl Maria Paula Ludke Regal Tânia Regina Quintana Rodrigues Acompanhamento legislativo e estruturação da lei: Terezinha Casagrande Revisão do texto legal: Juvenal de Melo Soares e Rogério Aime Edição: Agnese Schifino Este texto não substitui a legislação publicada no Diário Oficial de Porto Alegre. de 22 de julho de 2010. 434/99.L. incluindo a Lei Complementar 646.C. atualizada e compilada até a Lei Complementar nº 667. 6 . de 3 de janeiro de 2011.

7 .pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL Lei Complementar nº 434. de 22 de julho de 2010. incluindo a Lei Complementar 646. atualizada e compilada até a Lei Complementar nº 667. de 3 de janeiro de 2011. de 1º de dezembro de 1999.

434/99.L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal ÍNDICE do desenvolvimento urbano ambiental CAPÍTULO ARTIGOS PÁGINA parte i TÍTULO I TÍTULO II I II III IV V VI VII TÍTULO III I II III IV Dos Princípios Das Estratégias Da Estruturação Urbana Da Mobilidade Urbana Do Uso do Solo Privado Da Qualificação Ambiental Da Promoção Econômica Da Produção da Cidade Do Sistema de Planejamento Do Modelo Espacial Da Área de Ocupação Intensiva e da Área de Ocupação Rarefeita Das Macrozonas Dos Elementos Estruturadores do Modelo Espacial Das Zonas de Uso 1– 2 3 – 25 4– 5 6 – 10 11 – 12 13 – 18 19 – 20 21 – 23 24 – 25 26 – 32 27– 28 29 30 31 – 32 16 17 17 20 25 26 32 35 40 42 42 43 46 47 do sistema de planejamento CAPÍTULO ARTIGOS PÁGINA parte ii TÍTULO I TÍTULO II I Do Sistema Municipal de Gestão do Planejamento Dos Componentes do Sistema de Planejamento Da Estrutura e das Atribuições dos Componentes 33– 34 35 – 41 35 – 41 54 54 54 8 . atualizada e compilada até a L.C.C.C. 646/10. incluindo a L. 667/11.

de Informação e de Avaliação Dos Instrumentos de Regulação para a Intervenção no Solo Da Ocupação e Uso do Solo Da Transferência de Potencial Construtivo Do Solo Criado Da Tributação Dos Projetos Especiais de Impacto Urbano Do Monitoramento da Densificação Dos Equipamentos Urbanos e das Áreas Especiais Do Direito de Preempção Do Direito de Superfície Do Consórcio Imobiliário 42 – 48 42 43 44 – 48 49 – 92-E 50 51-52-A 53 .53-A 54 54-A – 65 66 – 71-A 72 – 92-B 92-C 92-D 92-E 58 58 58 59 61 61 61 64 65 65 74 76 90 90 91 do plano regulador CAPÍTULO ARTIGOS PÁGINA PARTE III TÍTULO I I II III Das Normas Gerais do Regime Urbanístico Do Regime das Atividades Dos Dispositivos de Controle das Edificações Do Parcelamento do Solo 93 – 58 99 –103 104 –133 -A 134 –158 96 100 103 125 9 .pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL ÍNDICE TÍTULO III I II III TÍTULO IV I II III IV V VI VII VII -A VII –B VII –C Dos Instrumentos do PDDUA Dos Instrumentos Básicos Dos Instrumentos Complementares Dos Mecanismos de Participação na Gestão.

1 1. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS ARTIGOS PÁGINA PARTE IV Das Disposições Finais e Transitórias Dispositivos Aprovados pela Lei Complementar nº 646.L.3 5.1 5.4 5.392 393 394 10 .7 Densidades Brutas Regime de Atividades Grupamento de Atividades Classificação de Atividades para Área de Ocupação Intensiva Restrição Quanto à Implantação de Atividades na Área de Ocupação Intensiva Restrição Quanto aos Limites de Porte na Área de Ocupação Intensiva Atividades Permitidas na Área de Ocupação Rarefeita Atividades e Prédios Preexistentes Área Central 379 382 .C.396 382 383 . 646/10. 667/11. 434/99.207 210 .388 389 390 391 . incluindo a L. atualizada e compilada até a L.mapas em material anexo Regime Urbanístico Logradouros com Isenção de Recuo para Ajardinamento Áreas de Interesse Cultural e Áreas de Ambiência Cultural Ver índice na página 235 161 .207 164 .2 5.5 5.2 ANEXO 2 ANEXO 3 Divisão Territorial e Regime Urbanístico Divisão Territorial e Zoneamento de Usos .C.C. de 22 de julho de 2010 159 – 169 141 – 156 144 149 ANEXOS PÁGINA ANEXO 1 1.231 ANEXO 4 ANEXO 5 5.6 5.

2 Classificação e Afastamentos de Segurança para Depósitos e Postos de Revenda GLP Controle da Polarização de Entretenimentos Noturnos Índice de Aproveitamento.439 442 .pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL ÍNDICE ANEXOS (continuação) PÁGINA 5. Quota Ideal Mínima de Terreno por Economia Regime Volumétrico Regime Volumétrico em Função das UEUs Regime Volumétrico em Função da Malha Viária Básica Parcelamento do Solo Padrões para Loteamentos Padrões para Desmembramentos Padrões para Fracionamentos Padrões para Edificação em Condomínios por Unidades Autônomas Classificação e Perfis Viários Classificação das Vias Perfis Viários Classificação e Hierarquização da Malha Viária Básica .3 8.454 11 .2 9.421 404 405 .432 433 .2 ANEXO 8 8. Estacionamentos e Postos de Abastecimento Padrões para Guarda de Veículos Garagens e Estacionamentos na Área Central Projetos Especiais Projetos Especiais de Impacto Urbano de 1º Grau Projetos Especiais de Impacto Urbano de 2º Grau 395 396 401 404 .1 10.443 444 448 .000 Classificação e Hierarquização da Malha Viária Básica Garagens.1 7.4 ANEXO 10 10.2 ANEXO 11 11. Solo Criado.454 448 .Mapa na Escala 1:50.1 11.2 8.1 9.436 437 438 .1 8.8 5.427 424 425 426 427 430 .451 452 .9 ANEXO 6 ANEXO 7 7.444 442 .3 9.439 430 .4 ANEXO 9 9.421 424 .

pddua
PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL

do desenvolvimento urbano ambiental

PARTE I

do desenvolvimento urbano ambiental TÍTULO I TÍTULO II I II III IV V VI VII TÍTULO III I II III IV Dos Princípios Das Estratégias Da Estruturação Urbana Da Mobilidade Urbana Do Uso do Solo Privado Da Qualificação Ambiental Da Promoção Econômica Da Produção da Cidade Do Sistema de Planejamento Do Modelo Espacial Da Área de Ocupação Intensiva e da Área de Ocupação Rarefeita Das Macrozonas Dos Elementos Estruturadores do Modelo Espacial Das Zonas de Uso PARTE I .

III – a integração das ações públicas e privadas através de programas e projetos de atuação. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Art. programas e projetos. consideradas a situação socioeconômica da população e as normas ambientais. de 22 de julho de 2010). VI – a articulação das estratégias de desenvolvimento da cidade no contexto regional metropolitano de Porto Alegre. a conservação e a preservação do meio ambiente.L. IX – a defesa. atratividade e competitividade. na execução e no acompanhamento de planos.C.C. incluindo a L. reduzindo as desigualdades e a exclusão social. n° 646. programas e projetos em condições de máxima eficiência. II – a promoção da qualidade de vida e do ambiente. VII – o fortalecimento da regulação pública sobre o solo urbano mediante a utilização de instrumentos redistributivos da renda urbana e da terra e controle sobre o uso e ocupação do espaço da cidade. (Alterado pela L. n° 646. 667/11. n° 646. 1º A promoção do desenvolvimento no Município de Porto Alegre tem como princípio o cumprimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana. uso e ocupação do solo e edificação. os vazios urbanos e a excessiva concentração urbana. XI – VETADO. 434/99. (Incluído pela L. (Incluído pela L.C. PARTE I 16 . n° 646. garantindo: I – a gestão democrática. 646/10.C. VIII – a integração horizontal entre os órgãos e Conselhos Municipais. V – o fortalecimento do papel do Poder Público na promoção de estratégias de financiamento que possibilitem o cumprimento dos planos. de 22 de julho de 2010). atualizada e compilada até a L. XII – a distribuição dos benefícios e encargos do processo de desenvolvimento da Cidade. nos termos da Lei Orgânica. por meio da participação da população e das associações representativas dos vários segmentos da comunidade na formulação.C. IV – o enriquecimento cultural da cidade pela diversificação. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010).C. inibindo a especulação imobiliária. programas e projetos de desenvolvimento urbano. X – a regularização fundiária e a urbanização de áreas ocupadas por população de baixa renda por meio do estabelecimento de normas especiais de urbanização.C. promovendo a atuação coordenada no desenvolvimento e aplicação das estratégias e metas do Plano.

(NR) CAPÍTULO I Da Estruturação Urbana Art. das edificações e dos monumentos de valor histórico. públicos ou privados. V – Estratégia de Promoção Econômica.C.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I XIII – a recuperação dos investimentos do Poder Público de que tenha resultado a valorização de imóveis urbanos. Parágrafo único. 17 . e (Incluído pela L.C. na alteração e na interpretação desta Lei Complementar. 4º A Estratégia de Estruturação Urbana tem como objetivos gerais promover a estruturação do espaço na cidade e a integração metropolitana. de 08 de outubro de 2010). integradas e de forma sistêmica. programas e projetos. social e ambiental.C. Na aplicação. (Incluído pela L. II – Estratégia de Mobilidade Urbana. de 22 de julho de 2010). a sustentabilidade econômica. n° 646. I – Estratégia de Estruturação Urbana. IV – Estratégia de Qualificação Ambiental. n° 646. n° 646. 3º O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental é o instrumento básico de definição do modelo de desenvolvimento do Município e compõe–se de 7 (sete) estratégias. levar–se–ão em conta seus princípios. (Incluído pela L. VI – Estratégia de Produção da Cidade. quais sejam: (Alterado pela L. III – Estratégia de Uso do Solo Privado. Art. enfatizando a participação popular. de 22 de julho de 2010). n° 646. (Incluído pela L. serão adotadas as diretrizes das estratégias correspondentes. VII – Estratégia do Sistema de Planejamento. de 22 de julho de 2010). programas e projetos. n° 646.C. 2º O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental incorpora o enfoque ambiental de planejamento na definição do modelo de desenvolvimento do Município. estratégias e diretrizes. artístico e cultural.C. Parágrafo único – Para a implementação de políticas. XV – a preservação das zonas de proteção de aeródromos. XIV – a preservação dos sítios. das diretrizes e das estratégias para a execução de planos. de 22 de julho de 2010). TÍTULO II DAS ESTRATÉGIAS Art.

Parágrafo único – As potencialidades da estratégia estão representadas espacialmente na fig. atualizada e compilada até a L. 434/99. com vistas a potencializar a legibilidade da cidade através do fortalecimento das centralidades e da valorização do patrimônio ambiental. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Parágrafo único – A implementação da Estratégia de Estruturação Urbana dar–se–á a partir da conceituação.C. que propõe a implementação de um sistema de espaços referenciais articulados.C. de abrangência local. e das suas conexões. II – Programa de Integração Metropolitana. 5º Constituem a Estratégia de Estruturação Urbana: I – Programa de Espaços Abertos. 646/10. b) complementam o Sistema de Espaços Abertos todos os elementos que equipam o espaço público. 18 .C. identificação e classificação dos elementos referenciais do espaço urbano. incluindo a L. existentes ou potenciais. caracterizados pelo uso coletivo e pela promoção da interação social. Art. prioritariamente no que se refere ao transporte. que visa a articular o PDDUA com as ações e as políticas que envolvem os municípios da Região Metropolitana. valorizando prioritariamente o espaço público e. a proposição de projetos articulados com os municípios da Região Metropolitana. 667/11. urbana ou regional. dando ênfase às interfaces dos limites norte e leste do Município. a) Integram o Sistema de Espaços Abertos todas as formas de conexão urbana que permitem viabilizar fluxos entre as diversas partes do sistema. 1. ainda. tais como os de infraestrutura aparente na paisagem urbana. edificados ou não. os de mobiliário urbano e os veículos de publicidade que compõem o espaço visual urbano. uso do solo e saneamento. a serem regulamentados por lei.L.

WENCESLAU A GUA ÍB A CABA V. ADDA 1020 3 1 O LI NDA 2 6 6 1 9 10 8 9 10 11 12 7 4 6 1 4 4 2 1 RUA V OLU 02 DIAS 1 2 RUA 10 3066 1024 1 3 BADARÓ RUA LÍBERO 3070 1 2 4 3072 4 TRAV. PASTORIZA BECO DO PAULINO 2034 R 9018 9022 9020 1 ILHA DO PAVÃO 1 AV AV. 3 RUA CEL. 4048 C OS 1 AV .CO NS CAN AL 9028 ILHA DA CASA DA PÓ LVO RA 6 OL AÇÃ 8 O 9 5 1 PÁ TRIA 9026 1 1 3 1014 3 1 2 2 1 RUA CE RRO AV. IRMÃO AUG USTO 8 5030 R. DE MORAES 7 3042 1 1 3044 3046 AZ UL 1 5 3048 AV. RUA SÃO GUI LHERME DOS A I ANO MAR S RUA BORBOLE MA ES ÓPO LIS R. 3076 2 1 4 2 RUA CIPÓ 3078 7 8 3082 2 3 1 4 BERTA 1 3088 10 9 1 SO ARES 5 13 14 15 2 O BR 2 RUA BARTOLOMEU 1022 1 13 5 2 4 3 2 14 VO DA LU NT PÁ ÁR TR IOS IA 5 33 34 D IAS MA ÍLIO RC 9 11 10 15 13 14 12 1030 R. CARLOS 4 3146 1 R. JARDIM ARA GUANAB ARR UN H 3 ORLA DO GUAÍBA 9036 1 4 4 3 2 1060 UA 1 1 2 4 E BE RU A 1066 3 1 NTO 1068 1 2 R 9 GON 5 6 5 10 5 5 9 1 2 ÇAL VE 3 3140 2 1 4 5 4 2 1 S 9038 1 1076 1 7 2 15 7 8 4 4 6 1 1 3 4 2 6 2 R. VASCO DA GAMA 1 1036 7 5 6 4 5 7 6 8 2 7 6 9 15 2 3110 5 4 IO FEI JÓ 24 2 19 3 6 SCHMIDT 16 1028 1 R ANTÔNIO PARREIROS 4 7 6 6 7 5 5 13 1 8 5 8 7 3 310 6 DAS RA 17 A RU NI 1 3 4 3102 5 6 1026 37 8 3100 3104 1 3106 3022 5 ARROIO FEIJÓ B ERNA RDIN O SILV EI RA DE A MOR IM SEG AL RUA LASAR PRETO RUA OURO AV. FERNANDO FERRARI AV. FERNANDO FERRARI GNO 2028 1 1 4 DIRET RIZ 902 LI 3 AV. IRMÃ TEREZILDA STEF FEN 2 35 28 7 36 R. FERNANDO FERRARI 1 IO E VI 1 P E. MAL. 4 13 I AV. A. CRISTIANO 3 RES 5 TAN R. DR. CR 8036 8040 1 A V. MA L. P ROF. TAS JO NA 11 25 4 HE RVA L 4 14 3 4 AV. BERNARDINO S. BOR DINI 1 1 5 3090 3 3 1 1 3 2 2 3094 PE Ç LO 3096 RUA DOM LUIZ GUANELLA 2 3 3098 R. 4032 8 8 5 6 1 UZ A 2 MORRO DA POLÍCIA DE F 15 2 3 5 6 7 L. PROF. BERNARDINO SILVEIRA DE AMORIM 5 RUA AÇORES 7 6 9 AVENIDA SERTÓRIO 1 4 ES NT 3040 1 2 4 1 BARBOSA 1010 7 3 2 3 2 1 3 3 6 7 4 8 RUA 1 4 AVENIDA 3052 2 3054 1 3 2 EGA NAV 3 RUA MAL. 9 1 9 T R. S ÃO 1 12 1072 1 2 3 4 A V ENID A 6 A FE FU LI RTA ZAR DO DO 9 A ANTÔN 5 2 IDA 1 8 3130 3 3132 1 BENE 1 1052 I PIR AN GA 3134 1 4 I O DE CARVA 1044 2 2 AVE TÁSIO AV. 1 1 27 16 18 8 19 1 11 9 8 3 4 1 11 8020 4 1 2 AV 2 GG IA 10004 2 20 9 4 10 6 12 3 8 6 3 17 7 26 28 22 EST RAD 1 5008 5010 5 3 1 SÍ NODO 2 1 2 o MORRO BELÉM VELHO 3 8026 1 1 5 2 5012 2 NAN DE S 8024 FER 2 4 R. 1 ALP 4020 9 2 IMA A L RRE 12 8 1 R. VI 1 7 EN TE 8018 AFO N SO 5002 L. DO S 3008 3010 1 3 8 GAÚ CH 1 5 RA IDA 12 EN 2046 1 1 3004 3006 E AV.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I Estratégia de Estruturação Urbana Programa de Espaços Abertos Programa de Integração Metropolitana ILHA DO SERAFIM FIG. JO 15 P Á TRIA 1 AV. 3 5004 1 27 NT E 15 14 11 10 2 IRA PE RE MA RIA 15 10 1 AV ENID AV. J. DA 3012 3030 4 3 1 5 1 4 2 3 RUA PEREIRA FRANCO 1004 1 6 3 8 1006 1 1 3 AVENIDA SERTÓRIO BARRETO AV. RE TIRO DA PO NTA GRO SS A AR 4 RO ARRO IO IO DO SALSO 15 DO 8042 5 8046 AV EN IDA L AMI 8044 10 70 17 8050 ESTRADA DUFLOR 9 1 F. 3 6 RA SER 5 RO 7016 3 1 2 7018 1 6 1 1 GUA ÍB A 2 2 16 2 3 3 2 1 3 ES 8048 2 1 ESTRADA BECO DO ARMANDO 4 3 TR.ESTRADA MACIEL MARECHAL 1 2010 1 2012 1 AREIA DIQUE ARROIO DA 2014 1 8008 1 9016 DO RIO G RAVATA Í 06 20 RUA 2008 2 AV. JO 7 4 1 ES TRA DA 4024 CH UÍ 1 11 12 7 IO DE RE ITA S 8012 1 1 3 DO HO 10002 8014 1 10001 6 26 3 5 24 1 5 SO ÁV 4036 4 2 8 E A ICARAÍ 3 3 8 3 9 RU A OT GUAÍBA ID 1 6 11 AVENID 3 4028 2 NO R. CE R. PALM IRA AUTO 1 4 CA AVE IA LDE SÉ 7 3 4 6 AV. COPA A 1 NA 2 1 3 CA R OF . ED R GA PIR ES DE 8068 3 1 3 ST CA RO 1 2 8070 3 4 8 8078 7 10 1 5 1 AVENIDA DO LAMI 6 8066 8064 2 4 ES TRA DA EX TRE MA 2 2 3 2 1 PI GÃ O 2 1 AR PIR ES 8072 TR ES AD A DO 8076 2 N ID 19 . DR. GU RIO AÍB A 6 5 IO ÉR DE OE 1 4042 5 6 IRA S 2 5 23 22 13 15 14 6 3 16 2 1 19 18 17 8 1 7 8 6 7 5 4 4 2 1 R. DO NA ALZIRA V ÁRZE RUA 25 DE J ULHO 1008 6 101 A EIRO AV. ZAN ELL LU DAS T A B ATIS JUCA NIDA 4 S QU IR 1 3 AVE INA 1 S ES CAETAN O 8056 8062 TR AD A DA A SÃO 2 3 1 2 3 ESTRAD 9 NIDA CA DO SÃ O LAM I 1 ETA 5 A VE N O A AV. O DE IAN M AR MA TO S TIARAJU A NID I PI N GA RA NIDA I PI RANG BC. ALVA EN IDA VEDAN MO A N TE PR 3 2 ES ESTR. S 6 2020 A AV. TOR AV.1 9002 1 ILHA DO LINO 9004 1 ILHA G RANDE DOS MARINHEIROS 1 9006 9008 1 8004 9014 1 1 8002 ILHA DAS FLORES 8006 1 AUTO . 1054 1 26 28 3 2 2 4 5 6 7 8 3 9 4 5 1 2 7 6 4 4 3 8 3 3 8 4 3 11 LHO 3124 1038 9 7 27 29 6 OC RUA SOUZA LO BO 5 7 2 3126 1 4 1 AV EN AVENIDA DITO 1048 1050 R. TER RUA TAQUARI 5 7 6 3 10 4010 BORG ES FO RTES 4014 2 4022 6 1 3 10 4030 11 9 7 3 2 4 RU A PR 4026 1 3 OF . 19 6 5 8 9 8 DE OU TU R EUDORO BERLIN K 1 HA AN 13 15 3 12 4 R. JOSÉ 2 3 3 DA V ENI A I PI 3138 4 8 2 9 1 3 3 2 3 GA RAN 4006 3 1 1 11 10 TO MPO 5 S 3 4002 2 7 8 6 5 3 BARBOSA B ER 5 DE ALENCAR 1082 H UM 1078 5 1 3 CA 6 7 4 5 3144 3 AV E LIMA R UA ILHA DAS PO MBAS 9040 1 3 5 3142 AVE N ID A 1062 CIQ UE 13 1 RU 4016 A MIG UE 12 R GS UF S PU DA 2 8 9 1 4 14 10 7 11 CO RREA 7 BEN TO A V. R AM IR O BA R CE DR. P E. CATÓLICA 10 9 7 8 11 10 3 6 1 3128 4 3 1 1 31 18 . SOA RES JO ÃO RUA A MOR RUA DO A AD TR KRAEMER D ÊS TR ME NI NA S AV. AVENIDA FARRAPO S PE. SIMEÃO RUA ALBERTO SILVA 1 2 AV. X AVI ER A FLO DA CUN RA HA 1 1 1 11 13 4 AV. DONA ALZIRA A V E NIDA 3026 3028 RUA EDMUNDO BASTIAN RUA JAVARÍ 3032 1 3 3034 9 2 7 10 2 CAI 3036 4 3 3 2 4 1 3038 1 3 3 AV. 13 11 4046 2 1 3 6 7 2 10 8016 1 ESTRADA ARACAJU TORRE DE ALTA TEN SÃO 3 5 ESTRADA ANTÔNIO BORGES 21 12 20 9 3 2 ESCOBAR 3 4044 1 4050 2 R. DE A ST R. ÃO PI O NT S ILV IO ÉR D S TO OU 4 1 R. G EDE LAD I SLA ON U NE LE TO 2 AE KR R ME AN 1 IAN I ST O 3 TRA DA 3 5 10 AV.YER IO ME AV. FRA NCIS OLIV CO DE 2 2 RO SS A 8058 8060 BE CO DA TA Q UA RA 1 AV. G ARCIA 3058 2 1 DOS R. DAS INDU 17 18 8 2 19 5 S TRIAS DA V OLUN TÁ RIOS 1 1 DO ST TEO 1 S DO 3 RUA "D" VILA NAZARETH 3 DO DO R. PAULA 4 3 2 9 11 6 RUBEM 3068 3 3 3 8 3080 2 3086 8 7 3 5 3092 1 3084 7 2 7 7 5 2 3 16 2 HE 6 3 2 4 5 1 4 1 RUA ALBERTO BINS 2 RUA LEOPOLDO BETTIOL 1 2 1 C AIS 1040 1 3 2 4 5 2 RUA NILO PEÇ ANHA 7 ET 1 25 S AND DO RUA 3 31 11 26 32 4 1 3 12 AV . BALTAZAR DE O . SEPÉ 11 5 RUA NUNES OIN 3 1 6 15 1 5 9 12 2 8 4 9 4 6 3 A RU T UM CA BI 3 RUA CO 1084 1 2 RUA CONDOR 16 14 401 2 4 5 1 4 6 2 2 AV. JO SÉ PEREIRA DE BORBA LIMI TE 7 4 LO S 2 1032 1034 2 1 3 4 AV. ANDRÉA VA LL E SÉ DO PA TR IO ÍN DA AZENHA R. GO NDA P ELLA 9034 4 10 30 2 5 41 5 13 38 23 22 13 24 25 21 3 JO SÉ FÁC NI BO 30 IO ARA RUA 27 29 39 3219 A V. UFR 1064 1 1070 4 7 C 1074 D ES UC LID A RUA FE LIZA 1 RDO 6 3 R. CRI STI ANO K RAE MER AV . L EOP OLDO AV.ESTRADA MARECHAL OSÓRIO 1 9010 1 ILHA DO OLIVEIRA 1 G RAVATAÍ CANAL DO RIO RIO GRAVATAÍ 2 O SÓRIO 1 1 2004 9012 ILHA DO HUMAITÁ MOREIRA RUA JOÃO 2002 AUTO . J OÃO 5 4 R. QUAT RADA GOOB -E ST FIL HO 1 14 2016 7 16 2 2022 2018 2 AL OÍS IO OS EV ERO 2026 2024 1 DIRET RIZ 746 5 6 3 2030 1 2032 3002 1 7 2 3 2 8010 NIDA AV. A 14 AV. ED G AVE EST RAD V ISTA DO A B OA I AV ENID ESTRADA DO 2 8080 6 8086 1 1 2 4 ES T RA DA DO VA RE 2 8084 1 5 2 3 8088 1 JÃO 7 4 2 8090 1 1 Macrozona UEU Sub-unidade 9042 1 A VE NIDA B OA V ISTA ARR OIO 8082 6 4 DO 3 5 3 CHI CO 2 BA 2 RCE L OS ES 4 VAREJÃO 3 TR AD A 8074 D O C RO 4 AN TA LAM CA ST 1 GA 1 A DE ES LO A MA JÓ NA HER MES RO E RRE GUT S RUA SÍLV IO S. FÉ CUNHA LI X DA KA RL IWE RS R. O RLEANS 3 4 3 5 1 AR IO DO S AL SO 4 2 ESTRADA DO BARRO 6 VERMELHO V. PO 2 NT A G ES TR. JO AV R. MA EL NO LE ÃO G AMA L 3 MA 5018 2 13 7 1 5 AR PIV CA A CO 9 8030 2 1 23 4 5 2 8 1 5 5016 AR RO IO 4 12 EST R. INÁCIO WEBER 2050 1 3 3 4 3020 2 3 3014 2 1 1 1 3016 4 5 3018 4 2040 9024 2 1 7 2038 4 1 CANAL 2 5 4 5 6 2044 2 2 2 1 4 1 R. BO RGES DE MEDEIROS IPIRANG A 3 3136 10 1 11 1 5 6 LIMI TE PRO 4008 2 OIO FEI JÓ P. FCO SILVEIRA 3 3 2 2 1 6 AC. CARN DA FONTO URA RUA ALIANÇA R. D. TE GO NÇ CA 4 RUA L 2 6 8 3 RUA 1º DE MARÇO ALV ES 2 2 3 LIM IT ES C AM DR 2 AV PA CO UT O 9 3 1080 E 10 2 1 5 3 4018 13 1086 2 1 N . ORION RUA SAPÉ 3074 1 1 2 4 6 AV. SEVERO DULLIUS 2 6 4 2 2 1 2048 5 AV. C OR ONE 7 6 1 FLO 2 5020 AV. JOÃ O BAT ISTA REU S 5006 6 21 1 9 DA KANAZ ESTRA AWA A DO 3 1 RINC ÃO 2 8028 A AD TR 1 5022 ES ES ÁV OT IO AS FR CA 10003 25 3 12 7 4 13 9 RC OS 1 2 2 AS STA 2 7 5 1 6 R. 3 5 EMÍL R. ME D IO CA JU TIS BA 7 A 1 8052 DA RIA CA JU B A IST AT AD TR A CH AP ÉU DO O SÃO CAETAN 8054 1 2 ES TR ES SO L 1 3 EIRA V IEI RA . CA RV AL R. DELMAR ROCHA 1012 4 3064 3062 1 1 3 1 5 3050 2 3056 1 14 3060 1 5 2 7 NICO FAILL LA U A CE 10 5 NTÁ RIOS 9032 9030 5 1 DA 4 2 2 3 2 1018 6 1 8 9 10 12 6 7 3 11 17 AV. PRO ALVES 3 5 6 8 9 RUA ALA 3 4 4004 1 1 3 GS 2 2 1 1056 7 1058 2 2 2 3 AV. CAP 3 2 P. RE NNE 4 3 6 2 RUA 2 2042 AEROPORTO SALGADO F ILH O CANAL OS 2036 4 2 BIT ENCOURT AV. FERNAN BRE OSÓR 11 JAIM 3 NTAN 2 O 2 DO FERRAR 2 3 1 I CANAL MAL. OS 2 VAL DO 4 N HA 1 2 10 12 6 13 11 9 2 ERNES 14 16 15 20 18 8 1 3 3114 1 TO 4 2 3112 1 4 6 1 10 4 11 11 1 11 RUA SEIS DE NOVEMBRO 14 12 9 1042 5 3116 2 4 3118 2 1 4 1 3120 9 AVENIDA 3122 PROTÁSIO ALVES RUA JOÃO PAETZEL 1046 4 2 PÇA ISABEL A. MENA 2 2 11 8 1 1 8 1 3 1 3 5 RUA BOG OTÁ 5 3 10 RÚ 3024 1 ASSIS BRASIL AV. 1 1 2 2 AV . 7002 2 30 1 31 4 ES A AD TR JO ÃO 24 ES 7006 1 32 IGN 1 ES FAG 5014 2 2 3 7004 2 1 UN 2 DES 2 RUA RUA MURA V ICTO R I SLER 1 8 12 11 5 AV EN 7008 IDA 1 7 5 2 3 NA L RI 7 7010 8 3 4 TA 6 4 3 2 4 4 ARRO BE CO DO RETI RO 20 6 RUA G USTAVO 1 17 42 40 23 R. DO 4 4 2 1 5 ME LO 2 5 TI O CH IC O 4 5 2 4 2 RU S ANT EST . AGENOR MENDES 13 2 7014 6 1 4 1 3 2 1 5 7012 IZ Q UIRINAS 9 AV. G EN. PROTÁSIO ALVES AVENIDA AVENID AV. . SEVERO DULLIUS 1 3 9 NA AV. EST 4 3 4 3 5028 1 RAD A DO 5024 6 1 5026 RINC 8032 ÃO 25 1 8038 2 6 2 3 ITE D N TÔ IO A SI EI RA 29 4 2 LV 14 R. 24 RUA R. ZEEV JABOTINSKI R. 4040 10 BE CO 4034 NO 5 ANTENAS AERONÁUTICA o BC DO 4 AI DA V 1 10 4 7 1 5 1 8 3 9 1 15 13 8 14 12 2 4038 ELHO OS V CAMP R. GRÉCIA M.

integrado à Região Metropolitana. (NR) Art.C. e (Incluído pela L. 6º A Estratégia de Mobilidade Urbana tem como objetivo geral qualificar a circulação e o transporte urbano. através de: I – prioridade ao transporte coletivo. de 22 de julho de 2010). aproveitando as potencialidades regionais. (Alterado pela L. dos tempos de viagem. incluindo a L. atualizada e compilada até a L. das tecnologias veiculares. ou conjunto de vias. tanto nos planos e projetos de iniciativa privada como do Poder Público. no caso de obras de construção de praças. referente à Acessibilidade de Pessoas Portadoras de Deficiências. 667/11. das necessidades de deslocamento. proporcionando os deslocamentos na cidade e atendendo às distintas necessidades da população.C. VIII – desenvolvimento de sistema de transporte coletivo de passageiros por via fluvial. n° 646. 646/10. vias públicas. de 22 de julho de 2010). IV – Plano de Transporte Urbano Integrado. dos sistemas de transporte. do consumo energético e do impacto ambiental. de diferentes categorias funcionais ou não. aos pedestres e às bicicletas. privilegiando sempre o mais econômico e menos poluente.C. 7º A mobilidade urbana compreende os seguintes conceitos: I – Setor Urbano de Mobilidade – áreas da cidade com restrição ao tráfego veicular de passagem ou de travessia. compatível com esta Lei Complementar. Parágrafo único – As disposições da NBR–9050. serão observadas na aplicação da Estratégia de Mobilidade Urbana.C. dos sistemas operacionais de tráfego e dos equipamentos de apoio – incluindo a implantação de centros de transbordo e de transferência de cargas.L. integrados ou não com outras modalidades de transporte urbano. III – capacitação da malha viária. buscando evitar a sobreposição de sistemas. VI – estímulo à implantação de garagens e estacionamentos com vistas à reconquista dos logradouros públicos como espaços abertos para interação social e circulação veicular. com vistas a otimizar o desempenho do sistema de transporte urbano. VII – racionalização do transporte coletivo de passageiros. em favor do pedestre. loteamentos e espaços urbanos em geral. 20 . dos custos operacionais. IV – Sistema de Transporte Coletivo – linhas e itinerários operados por veículos com tecnologias para média e baixa capacidade de passageiros. do ano de 1994. III – Sistema de Transporte Urbano – conjunto das diferentes modalidades de transporte de passageiros ou de cargas e seu inter–relacionamento com a cidade. II – redução das distâncias a percorrer. 434/99. de 22 de julho de 2010). V – resguardo de setores urbanos à mobilidade local. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal CAPÍTULO II Da Mobilidade Urbana Art. n° 646. n° 646.C.C. II – Corredores Viários – vias. da bicicleta e do tráfego local. (Incluído pela L.

reciprocamente. operacionais e tecnológicas ligadas ao transporte de alta. destinados a substituir progressivamente os estacionamentos nos logradouros. onde opera o sistema de transporte de alta capacidade. com vistas a dissuadir o uso do transporte individual. de abastecimento. X – Rede Cicloviária – conjunto de ciclovias integradas com o sistema de transporte urbano. cuja natureza funcional justifique a existência do serviço ou. equipamentos de apoio e conjunto de vias. ao longo dos logradouros de áreas de centralidade. induza ao enquadramento na classificação funcional compatível. VII – Rede de Transporte Coletivo – centros de transbordo. serviços e tarifação diferenciados. segregadas ou não. em suas diferentes modalidades. equipamentos de apoio e conjunto de eixos físicos. II – Programa de Centros de Transbordo e de Transferência. 8º Constituem a Estratégia de Mobilidade Urbana: I – Programa de Transporte Coletivo. a ser regulamentado por lei. bem como ao transporte seletivo. XIII – Terminais de Estacionamentos – estacionamentos em áreas públicas ou privadas.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I V – Sistema de Transporte Seletivo – linhas e itinerários operados por veículos com tecnologias para baixa capacidade de passageiros sentados. integrados ou não com outras modalidades de transporte urbano. IX – Rede de Transporte de Alta Capacidade – centros de transbordo. reciprocamente. induza ao enquadramento na classificação funcional compatível. que abrange as questões físicas. XII – Centros de Transferência – terminais de manejo de cargas. VIII – Rede de Transporte Seletivo – equipamentos de apoio e conjunto de vias cuja natureza funcional justifique a existência do serviço ou. Art. integrados ao sistema de transporte urbano. integradas com outras modalidades de transporte urbano. destinados às transferências modais e intermodais das demandas de deslocamento de pessoas. média e baixa capacidades. coincidentes ou não com a malha viária básica. VI – Sistema de Transporte de Alta Capacidade – linhas operadas por veículos com tecnologias para grande capacidade de passageiros. XVI – Heliponto – local para pouso e decolagem de helicópteros. XI – Centros de Transbordo – terminais de integração. XIV – Estacionamentos Dissuasórios – estacionamentos públicos ou privados. de retorno ou de conexão. XV – Estacionamentos Temporários – estacionamentos públicos com tarifação periódica. equipados com comércio e serviços complementares. inclusive centrais de armazenamento e comercialização atacadista. que visa à qualificação dos transbordos e das transferências modais e intermodais das demandas 21 .

b) estacionamentos dissuasórios integrados com centros de transbordo. o controle da qualidade ambiental e a prioridade ao transporte coletivo. c) estacionamentos temporários públicos. c) Centro de Transferência de Cargas do Porto Seco. incluindo a L.L. 434/99. devendo ser apreciado pela comunidade através das instâncias de planejamento regional. que define a implantação de sistemas de: a) terminais de estacionamento em áreas públicas e privadas. Programa Viário. tarifas e fretes. 667/11. que corresponde ao tratamento da malha viária no que concerne ao uso das potencialidades da engenharia de tráfego. com comércio. 646/10. b) Terminais de Retorno e Pontos de Conexão. d) implementação de incentivos legais à construção de garagens. os projetos e as obras de implementação da malha viária. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal III – IV – V– VI – de deslocamento da população e das cargas.C. através da implantação e/ou melhoramento de: a) Terminais de Integração – que também constituirão centros de intercâmbio urbano. Programa de Garagens e Estacionamentos. de centrais de abastecimento. Programa de Trânsito. inclusive das ciclovias e vias de pedestres. d) Estratificação em áreas especiais junto aos eixos de carga. serviços e estacionamentos dissuasórios. destinados a substituir progressivamente os estacionamentos na superfície dos logradouros em áreas de grande centralidade. atualizada e compilada até a L. à minimização dos custos operacionais e à integração modal de diferentes eixos de mobilidade.C. que abrange os gravames. com vistas à sua fluidez e segurança. armazenamento e comércio atacadista. § 2º As diretrizes espaciais básicas da estratégia estão representadas na fig. 2. § 1º O programa referido no inciso III englobará detalhamento da Malha Viária Básica do Município. utilizando as tecnologias para a conservação energética. 22 . VETADO.C. com vistas à racionalização dos serviços.

02 23 .2 FIG.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I Diagrama da Estratégia de Mobilidade Urbana FIG.

arteriais e coletoras. de 22 de julho de 2010). próprias para a operação de sistemas de transporte coletivo de média capacidade e de transporte de cargas fracionadas. do uso e ocupação do solo. incluindo a L. proporcionam média integração com o uso e a ocupação do solo. atualizada e compilada até a L. considerados aspectos da infraestrutura. § 2º Função da via é o seu desempenho de mobilidade. de 22 de julho de 2010). apresentam restrita conectividade. com alta fluidez de tráfego. Art.C. (Alterado pela L. nº 646. 10. próprias para a operação de sistemas de transporte coletivo compartilhado de média capacidade. classificam–se em: I – Vias de Transição (V–1) – estabelecem a ligação entre o sistema rodoviário interurbano e o sistema viário urbano com intensa fluidez de tráfego.C. apresentam média conectividade. (Alterado pela L. de acordo com os critérios de funcionalidade e hierarquia. nº 646. apresentam intensa conectividade. 646/10. IV – Vias Locais (V–4) – promovem a distribuição do tráfego local com baixa fluidez de tráfego. observados os padrões urbanísticos estabelecidos no Anexo 9.C. próprias para a operação de sistemas de transporte coletivo e de cargas. subdividindo–se em: a) Vias Arteriais de 1º Nível – principais vias de estruturação do território municipal e de integração com a Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA).C. 24 . (Alterado pela L. nº 646. proporcionam restrita integração com o uso e a ocupação do solo. 9º Malha Viária é o conjunto de vias do Município. proporcionam baixa integração com o uso e a ocupação do solo. (Alterado pela L. 667/11. apresentam baixa conectividade.L. e b) Vias Arteriais de 2º Nível – vias complementares de estruturação do território municipal e de integração com a RMPA. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).C. As vias.C. § 1º Malha Viária Básica é o conjunto das vias de transição. nº 646. constituindo o principal suporte físico à mobilidade urbana. podendo finalizar em ‘cul–de–sac’. e proporcionam intensa integração com o uso e a ocupação do solo. classificadas e hierarquizadas segundo critério funcional. a critério do Sistema Municipal de Gestão do Planejamento – SMGP. próprias para a operação de sistemas de transporte coletivo segregado de alta capacidade e de transporte de cargas.C. III – Vias Coletoras (V–3) – recebem e distribuem o tráfego entre as vias Locais e Arteriais com média fluidez de tráfego. II – Vias Arteriais (V–2) – permitem ligações intraurbanas. dos modais de transporte e do tráfego veicular. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal SEÇÃO I Da Malha Viária Art. próprias para a operação de sistemas de transporte coletivo de alta capacidade e de cargas. 434/99.

de 22 de julho de 2010).3 desta Lei Complementar. O programa correspondente à Estratégia de Uso do Solo Privado é o Programa de Gerenciamento do Plano Regulador. n° 646. (NR) (Alterado pela L. VIII – Hipovias (V–8) – vias com características geométricas e infraestruturais próprias para cavalgadas. § 2º Constitui também instrumento de regulação da paisagem urbana a avaliação de Projetos Especiais de Impacto Urbano. (Incluído pela L. 12. 9º desta Lei Complementar. ancorado numa estrutura administrativa capaz de responder a estes objetivos.C. n° 646. n° 646.C. VII – Vias para Pedestres (V–7) – logradouros públicos com características infra– estruturais e paisagísticas próprias de espaços abertos exclusivos aos pedestres. e (Incluído pela L. infraestruturais e paisagísticas das vias integrantes da malha viária observam os padrões urbanísticos estabelecidos no Anexo 9. de 22 de julho de 2010).C. de 22 de julho de 2010). A Estratégia de Uso do Solo Privado tem como objetivos gerais disciplinar e ordenar a ocupação do solo privado.3 fazem parte da Malha Viária Básica do Município. de 22 de julho de 2010). Art. (Incluído pela L. geométricas. n° 646. exclusivas ou não para pedestres. IX – Motovias (V–9) – vias com características geométricas e infraestruturais próprias ao uso de motocicletas. (Renomeado pela L. de 22 de julho de 2010).C.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I V – Ciclovias (V–5) – vias com características geométricas e infraestruturais próprias ao uso de bicicletas. As normas componentes desta estratégia estão representadas nos Anexos. n° 646. legal e administrativa para viabilizar um processo de planejamento dinâmico. § 3º As vias representadas no Anexo 9. Parágrafo único.C. que engloba o conjunto de procedimentos de natureza técnica.C. 11. § 1º A Estratégia de Uso do Solo Privado é composta pelo Plano Regulador. (Incluído pela L. a densificação e a configuração da paisagem urbana no que se refere à edificação e ao parcelamento do solo. conforme art. § 2º As vias classificadas e hierarquizadas como de Transição e Arteriais estão representadas no Anexo 9. n° 646. CAPÍTULO III Do Uso do Solo Privado Art. participativo. § 1º As características funcionais. VI – Vias Secundárias (V–6) – ligações entre vias locais. de 22 de julho de 2010). através dos instrumentos de regulação que definem a distribuição espacial das atividades. 25 . que é apresentado na Parte III desta Lei.

C. parques urbanos e naturais. n° 646. assim como as amostras significativas dos ecossistemas originais do sítio de Porto Alegre indispensáveis à manutenção da biodiversidade ou à proteção das espécies ameaçadas de extinção. que sejam de interesse proteger. As edificações que integram o Patrimônio Cultural são identificadas como Tombadas e Inventariadas de Estruturação ou de Compatibilização. II – de Compatibilização é aquela que expressa relação significativa com a de Estruturação e seu entorno. essenciais à sadia qualidade de vida. 646/10. práticas e referências. 16. Integram o Patrimônio Cultural.C. Parágrafo único. 434/99. Art. considera–se: I – topo de morro: a área delimitada a partir da curva de nível correspondente a 2/3 (dois terços) da altura máxima da elevação em relação à base. atualizada e compilada até a L. preservar e conservar a fim de assegurar novas condições de equilíbrio urbano.C.C. água. para efeitos desta Lei Complementar. bem como manifestações culturais – tradições. através da valorização do Patrimônio Ambiental. flora. Integram o Patrimônio Natural os elementos naturais ar. 15. 14. II – nascente ou olho d’água: o local onde se verifica o aparecimento de água por afloramento do lençol freático. bens arqueológicos – históricos e pré–históricos –. solo e subsolo. (Alterado pela L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal CAPÍTULO IV Da Qualificação Ambiental Art. sítios e áreas remanescentes de quilombos e comunidades indígenas –. saneamento e desperdício energético. praças. n° 646. promovendo suas potencialidades e garantindo sua perpetuação. que conferem identidade a esses espaços. as manifestações fisionômicas que representam marcos referenciais da paisagem. fauna. o conjunto de bens imóveis de valor significativo – edificações isoladas ou não. de 22 de julho de 2010).L. paisagens. A Estratégia de Qualificação Ambiental tem como objetivo geral qualificar o território municipal.C. nos termos da Parte II. e da superação dos conflitos referentes à poluição e degradação do meio ambiente. (Alterado pela L. Para efeito desta Lei. (NR) Art. cuja volumetria e outros elementos de composição requerem tratamento especial. observado que: I – de Estruturação é aquela que por seus valores atribui identidade ao espaço. incluindo a L. denominados bens intangíveis. 13. nos termos de lei específica. ambiências. 26 . § 1º O Patrimônio Ambiental abrange os Patrimônios Cultural e Natural. de 22 de julho de 2010). constituindo elemento significativo na estruturação da paisagem onde se localiza. § 2º Os espaços representativos do Patrimônio Ambiental devem ter sua ocupação e utilização disciplinadas de forma a garantir a sua perpetuação. 667/11. Art.

localização. II – Programa de Proteção às Áreas Naturais. condição de porta–sementes. de 27 . com vistas a estabelecer usos sustentáveis. estabelecer diretrizes e desenvolver projetos com vistas ao resgate da memória cultural. cursos d’água. beleza. fauna. os quais serão objeto de especificação e regulamentação nos termos do parágrafo único do art. cuja corrente pode ser perene. talvegues. e criar ou aperfeiçoar instrumentos normativos para incentivar a preservação. seguindo um curso ou formando um banhado. A implementação da Estratégia de Qualificação Ambiental dar–se–á através de: I – conceituação. os quais deverão ter sua ocupação e utilização disciplinadas. de monitoramento da poluição e de otimização do consumo energético. V – faixas de Proteção de águas superficiais: as faixas de terreno compreendendo o conjunto de flora. ameaçados de extinção ou de reconhecida utilidade à terra que revestem. Art. correspondentes a nascentes. 18. constituindo elementos de fortalecimento das identidades cultural e natural. 17. IV – curso d’água: a massa líquida que cobre uma superfície. 242 da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre. III – caracterização do Patrimônio Ambiental como elemento significativo da valorização da paisagem e da estruturação dos espaços públicos e. Constituem a Estratégia de Qualificação Ambiental: I – Programa de Valorização do Patrimônio Cultural. que envolve ações e políticas que permitem identificar e classificar elementos de valor cultural. solo e subsolo. identificação e classificação dos espaços representativos do Patrimônio Ambiental.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I III – talvegue: a linha de maior profundidade de um vale. II – valorização do Patrimônio Ambiental como espaços diversificados na ocupação do território. e VI – árvore ou conjunto de árvores imunes ao corte: os exemplares botânicos que se destacam por sua raridade. integrante do Programa de Espaços Abertos. que propõe desenvolver estudos para a identificação de espaços representativos de valor natural. como tal. tais como restauração. dimensionadas de forma a garantir a manutenção do manancial hídrico. intermitente ou periódica. 32. (NR) Art. III – Programa de Implantação e Manutenção de Áreas Verdes Urbanas. resguardando as características que lhe conferem peculiaridade e envolvendo a recuperação de áreas degradadas e a preservação de riscos ambientais. IV – promoção de ações de saneamento. V – aplicação de instrumentos urbanísticos e tributários com vistas ao estímulo à proteção do patrimônio natural nas propriedades identificadas nos termos do § 3º do art. que envolve ações permanentes de implantação e manutenção de parques e praças. revitalização e potencialização de áreas significativas.

V – Programa de Gestão Ambiental. com o mínimo de consumo energético e a menor agressão ao ambiente. 646/10. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal disciplinamento da arborização nos passeios públicos e de criação de incentivos à arborização e ao ajardinamento em áreas privadas. 667/11. que propõe a elaboração do Plano de Gestão Ambiental. ao controle e à fiscalização das atividades potencialmente poluidoras. gerenciamento de resíduos sólidos e de energia e do plano de proteção ambiental. da água.C. contendo diretrizes gerais de atuação consolidadas a partir dos planos setoriais de abastecimento de água. do solo. 3.L. visando a estabelecer prioridades de atuação articuladas. 434/99. que propõe ações com vistas a garantir melhor qualidade de vida na cidade. incluindo a L. considerando as condições atmosférica. Parágrafo único. 4 e 5. que propõe ações permanentes de monitoramento da qualidade do ar. envolvendo a elaboração do Plano de Gerenciamento de Energia. visando à prevenção.C. hídrica. drenagem urbana. IV – Programa de Conservação de Energia. esgotamento sanitário. qualificando soluções e reduzindo custos operacionais no âmbito das bacias hidrográficas. As diretrizes espaciais básicas desta estratégia estão representadas nas figs. VII – VETADO. VI – Programa de Prevenção e Controle da Poluição. sonora e visual e a degradação do meio ambiente. 28 . do solo e do espaço urbano. atualizada e compilada até a L.C.

CAP 3 2 P. PRO ALVES 3 5 6 8 9 RUA ALA 3 4 4004 1 1 3 GS 2 2 1 1056 7 1058 2 2 2 3 AV. 3 5 EMÍL R. FERNANDO FERRARI GNO 2028 1 DIRET RIZ 902 LI 3 AV. PROF. 1054 1 26 28 3 2 2 4 5 6 7 8 3 9 4 5 1 2 7 6 4 4 3 8 3 3 8 4 3 11 LHO 3124 1038 9 7 RUA SOUZA 5 7 LO BO 2 3126 27 29 6 OC 1 4 1 AV EN AVENIDA DITO 1048 1050 R. ORION RUA SAPÉ 3074 1 1 2 4 6 AV.ESTRADA MACIEL MARECHAL 1 2010 1 2012 1 AREIA DIQUE ARROIO DA 2014 1 8008 1 9016 DO RIO G RAVATA Í 06 20 RUA 2008 2 AV. JO 15 DA P Á TRIA 1 AV. TE GO NÇ CA 4 RUA L 2 MA 6 8 3 RUA 1º DE MARÇO ALV ES 2 2 3 LIM IT ES C AM DR 2 AV PA CO UT O 9 3 1080 E 10 2 1 5 3 4018 13 1086 2 1 N . 1 1 2 2 AV . DONA ALZIRA A V E NIDA 3026 3028 RUA EDMUNDO BASTIAN RUA JAVARÍ 3032 1 3 3034 9 2 7 10 2 CAI 3036 4 3 3 2 4 1 3038 1 3 3 AV. ED G AVE EST RAD V ISTA DO A B OA I AV ENID ESTRADA DO 2 8080 6 8086 1 1 2 4 ES T RA DA DO VA RE 2 8084 1 5 2 3 8088 1 JÃO 7 4 2 8090 1 1 Macrozona UEU Sub-unidade 9042 1 A VE NIDA B OA V ISTA ARR OIO 8082 6 4 DO 3 5 3 CHI CO 2 BA 2 RCE L OS ES 4 VAREJÃO 3 TR AD A 8074 D O C RO 4 AN TA LAM CA ST 1 GA 1 A DE ES LO A MA JÓ NA L. JOSÉ 2 3 3 DA V ENI A I PI 3138 4 5 8 2 9 1 3 3 2 3 6 GA RAN 4006 3 1 1 11 10 TO MPO 5 S 3 4002 2 7 8 6 5 3 BARBOSA B ER 5 DE ALENCAR 1082 H UM 1078 1 3 CA 7 4 5 3144 3 AV E LIMA R UA ILHA DAS PO MBAS 9040 1 3 5 3142 AVE N ID A 1062 CIQ UE 13 1 RU 4016 A MIG UE 12 R GS UF S PU DA 2 8 9 1 4 14 10 7 11 CO RREA 7 4 BEN TO A V. DR. X AVI ER A FLO DA CUN RA HA 1 1 1 11 13 4 AV. S ILV IO ÉR PI O NT D S TO OU 4 1 R. R AM IR O BA R CE DR. AGENOR MENDES 13 2 7014 6 1 4 1 3 2 1 5 7012 IZ Q UIRINAS 9 AV. G ARCIA 3058 2 1 DOS R. GU RIO AÍB A 6 5 IO ÉR DE OE 1 4042 5 IRA S 2 5 6 23 22 13 15 14 6 3 16 2 1 19 18 17 8 1 7 8 6 7 5 4 4 2 1 R. 1 1 MA A GUA ÍB A 2 1 RIA AV ENID CABA V. A. SEVERO DULLIUS 1 3 9 NA AV. DELMAR ROCHA 1012 4 3064 3062 1 1 3 1 5 3050 2 M. MA 3 5004 1 27 NT E 15 14 11 10 2 IRA PE RE 15 10 1 AV. IRMÃO AUG USTO 8 5030 R. SOA RES JO ÃO RUA A MOR RUA DO A AD TR KRAEMER D ÊS TR ME NI NA S AV. BERNARDINO SILVEIRA DE AMORIM 5 RUA AÇORES 7 6 9 AVENIDA SERTÓRIO 1 4 ES NT 3040 1 2 4 BARBOSA 1010 7 3 1 2 3 2 1 3 3 6 7 4 8 RUA 1 4 3054 1 AVENIDA 3052 2 3 2 EGA NAV 3 RUA MAL.ESTRADA MARECHAL OSÓRIO 1 9010 1 ILHA DO OLIVEIRA 1 G RAVATAÍ CANAL DO RIO RIO GRAVATAÍ 2 O SÓRIO 1 1 2004 9012 ILHA DO HUMAITÁ MOREIRA RUA JOÃO 2002 AUTO . A 14 AV. 19 6 5 8 9 8 DE OU TU R EUDORO BERLIN K 1 HA AN 13 15 3 12 4 R. SEPÉ 11 5 RUA NUNES OIN 3 1 6 15 1 5 9 12 2 8 4 9 4 6 3 A RU T UM CA BI 3 RUA CO 1084 1 2 RUA CONDOR 16 14 401 2 4 5 1 4 6 2 2 AV. JOÃ O BAT ISTA REU S 5006 6 21 1 9 DA KANAZ ESTRA AWA A DO 3 1 RINC ÃO 2 8028 A AD TR 1 5022 ES ES ÁV OT IO AS FR CA 10003 25 3 12 7 4 13 9 RC OS 1 2 2 AS STA 2 7 5 1 6 R. 3 RUA CEL. TER RUA TAQUARI 5 7 6 3 10 4010 BORG ES FO RTES 4014 2 4022 6 1 3 10 4030 11 9 7 3 2 4 RU A PR 4026 1 3 OF . PASTORIZA BECO DO PAULINO 2034 R 9018 9022 9020 1 ILHA DO PAVÃO 1 AV AV. FERNANDO FERRARI 1 IO BRE E VI 1 P E. VI 1 7 EN TE 8018 AFO N SO 5002 3 L. FÉ CUNHA LI X DA KA RL IWE RS R. MENA RUA 25 DE J ULHO 2 2 11 8 1 1 8 1 3 1 3 5 RUA BOG OTÁ 5 3 10 RÚ 3024 1 ASSIS BRASIL AV. PAULA 4 3 2 9 11 6 RUBEM 3068 3 3 3 8 3080 2 3086 8 7 3 5 3092 1 3084 7 2 7 7 3 5 2 3 6 2 4 5 1 4 1 16 2 HE RUA ALBERTO BINS 2 RUA LEOPOLDO BETTIOL 1 2 1 C AIS 1040 1 3 2 4 5 2 RUA NILO PEÇ ANHA 7 ET 1 25 S AND DO RUA 3 31 11 26 32 4 1 3 12 AV . S ÃO 1 12 1072 1 2 3 4 A V ENID A 6 A FE FU LI ZAR RTA DO DO 9 A ANTÔN 5 2 IDA 1 8 3130 3 3132 1 BENE 1 1052 I PIR AN GA 3134 1 4 I O DE CARVA 1044 2 2 AVE TÁSIO AV. C OR ONE 7 6 1 FLO 2 5020 AV. GO NDA P ELLA 9034 4 10 30 2 5 41 5 13 38 23 22 13 24 25 21 3 JO SÉ FÁC NI BO 30 IO ARA RUA 27 29 39 3219 A V. TOR AV. ZEEV JABOTINSKI R.3 9002 1 ILHA DO LINO 9004 1 ILHA G RANDE DOS MARINHEIROS 1 9006 9008 1 8004 9014 1 1 8002 ILHA DAS FLORES 8006 1 AUTO . ALVA EN IDA VEDAN MO A N TE PR 3 2 ES ESTR. JO 11 25 4 HE RVA L 4 14 3 4 AV. J. MA EL NO LE ÃO G AMA L 3 MA 5018 2 13 7 1 5 AR PIV CA A CO 9 8030 2 1 23 4 5 2 8 1 5 5016 AR RO IO 4 12 EST R. 4 13 I AV. CARN DA FONTO URA RUA ALIANÇA R. G TAS NA EN. CARLOS 3146 1 R. CRI STI ANO K RAE MER AV . DO S 3008 3010 1 3 8 GAÚ CH 1 5 RA 12 IDA EN 2046 1 1 3004 3006 E AV. JO AV R. CR IAN I ST O 3 8036 8040 1 A V. 4032 8 8 5 6 1 UZ A 2 MORRO DA POLÍCIA DE F 15 2 3 5 6 7 L. AVENIDA FARRAPO S PE. GRÉCIA 3048 5 AV. CA RV AL R. M O IAN AR DE TO R. EST 4 3 4 3 5028 1 RAD A DO 5024 6 5026 1 RINC 8032 ÃO 25 1 8038 2 6 2 3 ITE D N TÔ IO A SI EI RA 29 4 2 LV 14 R. G EDE LAD I SLA U NE 1 LE TO 2 AE KR R ME ON AN ES TRA DA 3 5 10 AV. J OÃO 5 4 R. RE NNE 4 3 6 2 RUA 2 2042 AEROPORTO SALGADO F ILH O CANAL OS 2036 4 2 BIT ENCOURT AV. ED R GA PIR ES DE 8068 3 1 3 ST CA RO 1 2 8070 3 4 8 8078 7 10 1 5 1 AVENIDA DO LAMI 6 8066 8064 2 4 ES TRA DA EX TRE MA 2 2 3 2 1 PI GÃ O 2 1 AR PIR ES 8072 TR ES AD A DO 8076 2 N ID 29 . QUAT RADA GOOB -E ST FIL HO 1 14 2016 7 16 2 2022 2018 2 AL OÍS IO OS EV ERO 2026 2024 1 DIRET RIZ 746 5 6 3 2030 1 2032 3002 1 7 2 3 2 8010 NIDA AV. FERNAN OSÓR 11 JAIM 3 NTAN 2 O 2 DO FERRAR 1 4 2 3 1 I CANAL MAL. IRMÃ TEREZILDA STEF FEN 2 35 28 7 36 R. P E. ADDA 1020 1 O LI NDA 2 6 6 1 9 1 3072 4 TRAV. S 6 2020 A AV. ZAN ELL LU DAS T A B ATIS JUCA NIDA 4 S QU IR 1 3 AVE INA 1 S ES CAETAN O 8056 8062 TR AD A DA A SÃO 2 3 1 2 3 ESTRAD 9 NIDA CA DO SÃ O LAM I 1 ETA 5 A VE N O A AV. INÁCIO WEBER 2050 1 3 3 4 3020 2 3 3014 2 1 1 1 3016 4 5 3018 4 2040 9024 2 1 7 2038 4 1 CANAL 2 5 4 5 6 2044 2 2 2 1 4 1 R. O RLEANS 3 4 3 5 1 AR IO DO S AL SO 4 2 ESTRADA DO BARRO 6 VERMELHO V. JO 7 4 1 ES TRA DA 4024 CH UÍ 1 11 12 7 IO DE RE ITA S 8012 1 1 3 DO HO 10002 8014 1 10001 6 26 3 5 24 1 5 SO ÁV 4036 4 2 8 E A ICARAÍ 3 3 8 3 9 RU A OT GUAÍBA ID 1 6 11 AVENID 3 4028 2 NO R. FCO SILVEIRA 3 3 2 2 1 6 AC. UFR 1064 1 1070 4 7 C 1074 D ES UC LID A RUA FE LIZA 1 RDO 6 3 R. VASCO DA GAMA 1 1036 7 5 6 4 5 7 6 8 2 7 6 9 15 2 3110 5 4 IO FEI JÓ 24 2 19 3 6 SCHMIDT 16 1028 1 R ANTÔNIO PARREIROS 4 7 6 6 7 5 5 13 1 8 5 8 7 3 310 6 RA DAS 17 A RU NI 1 3 4 3102 5 6 1026 37 8 3100 3104 1 3106 3022 5 ARROIO FEIJÓ IA CA LDE B ERNA RDIN O SILV EI RA DE A MOR IM SEG AL RUA LASAR PRETO RUA OURO AV. ANDRÉA VA LL E SÉ DO PA TR IO ÍN DA AZENHA A NID I PI N GA RA NIDA I PI RANG BC. WENCESLAU CA R OF . OS 2 VAL DO 4 N HA 1 2 10 12 6 13 11 9 2 ERNES 14 16 15 20 18 8 1 3 3114 1 TO 4 2 3112 1 4 6 1 10 4 11 11 1 11 RUA SEIS DE NOVEMBRO 14 12 9 1042 5 3116 2 4 3118 2 1 4 1 3120 9 AVENIDA 3122 PROTÁSIO ALVES RUA JOÃO PAETZEL 1046 4 2 PÇA ISABEL A. SIMEÃO RUA ALBERTO SILVA 1 2 AV. 9 1 9 T R. BALTAZAR DE O . 7002 2 30 1 31 4 ES A AD TR JO ÃO 24 7006 1 32 IGN 1 ES FAG 5014 2 2 3 7004 2 1 UN 2 DES 2 RUA RUA MURA V ICTO R I SLER 1 8 12 11 5 AV EN 7008 IDA 1 7 5 2 3 NA L RI 7 7010 8 3 4 TA 6 4 3 2 4 4 ARRO BE CO DO RETI RO 20 6 RUA G USTAVO 1 17 42 40 23 R. CE RUA SÃO GUI LHERME DOS A I ANO MAR S S RUA BORBOLE MA ES ÓPO TIARAJU ÃO LIS R.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I Estratégia de Qualificação Ambiental Valorização do Patrimônio Cultural ILHA DO SERAFIM FIG. DAS INDU 17 18 8 2 19 5 S TRIAS V OLUN TÁ RIOS 1 1 DO ST TEO 1 S DO 3 RUA "D" VILA NAZARETH 3 DO DO R. L EOP OLDO AV. CATÓLICA 10 9 7 8 11 10 3 6 1 3128 4 3 1 1 31 18 . D. COPA A 1 NA 27 16 18 8 19 1 11 9 8 3 4 1 11 8020 4 1 2 AV 2 GG IA 10004 2 20 9 4 10 6 12 3 8 6 3 17 7 26 28 22 EST RAD 1 5008 5010 5 3 1 SÍ NODO 2 1 2 o MORRO BELÉM VELHO 3 8026 1 1 5 2 5012 2 NAN DE S 8024 FER 2 4 R. 13 11 4046 2 1 3 6 7 2 10 8016 1 ESTRADA ARACAJU TORRE DE ALTA TEN SÃO 3 5 ESTRADA ANTÔNIO BORGES 21 12 20 9 3 2 ESCOBAR 3 4044 1 4050 2 R. DO NA ALZIRA V ÁRZE 1008 6 101 A EIRO AV. JARDIM ARA GUANAB ARR UN H 3 ORLA DO GUAÍBA 9036 1 4 4 3 2 1060 RU A UA 1 1 2 4 E BE 1066 3 1 NTO 1068 1 2 R 9 GON 5 6 5 10 5 5 9 1 2 ÇAL VE S 3 3140 2 1 4 5 4 2 1 9038 1 1076 1 7 2 15 7 8 4 4 6 1 1 3 4 2 6 2 R. PALM IRA AUTO 1 4 AVE SÉ 7 3 4 6 AV. 3076 2 1 4 2 RUA CIPÓ 3078 7 8 3082 2 3 1 4 BERTA 1 3088 10 9 1 SO ARES 5 13 14 15 2 O BR 2 RUA BARTOLOMEU 1022 1 13 5 2 4 3 2 14 VO DA LU NT PÁ ÁR TR IOS IA 5 33 34 D IAS MA ÍLIO RC 9 11 10 15 13 14 12 1030 R. 1 ALP 4020 9 2 IMA A L RRE 12 8 1 R. 24 RUA R. PROTÁSIO ALVES AVENIDA AVENID AV. RE TIRO DA PO NTA GRO SS A AR 4 RO ARRO IO IO DO SALSO 15 DO 8042 5 8046 AV EN IDA L AMI 8044 10 70 17 8050 ESTRADA DUFLOR 9 1 F. ME D IO CA JU TIS BA 7 A 1 8052 DA RIA CA JU B A IST AT AD TR A CH AP ÉU DO O SÃO CAETAN 8054 1 2 ES TR ES SO L 1 3 EIRA V IEI RA . MAL. CRISTIANO 3 RES 5 TAN R. 4040 10 BE CO 4034 NO 5 ANTENAS AERONÁUTICA o BC DO 4 AI DA V 1 10 4 7 1 5 1 8 3 9 1 15 13 8 14 12 2 4038 ELHO OS V CAMP R. R. FRA NCIS OLIV CO DE 2 2 RO SS A 8058 8060 BE CO DA TA Q UA RA 1 AV. DR. BO RGES DE MEDEIROS IPIRANG A 3 3136 10 1 11 1 5 6 LIMI TE PRO 4008 2 OIO FEI JÓ P. 3 6 RA SER 5 RO 7016 3 1 2 7018 1 6 1 1 GUA ÍB A 2 2 16 2 3 3 2 1 3 ES 8048 2 1 ESTRADA BECO DO ARMANDO 4 3 TR.YER IO ME AV. FERNANDO FERRARI AV. HER MES RO E RRE GUT S RUA SÍLV IO S. BERNARDINO S. DO 4 4 2 1 5 ME LO 2 5 TI O CH IC O 4 5 2 4 2 RU S ANT EST . JO SÉ PEREIRA DE BORBA LIMI TE 7 4 LO S 1032 1034 2 1 3 4 AV. DE MORAES 3056 1 14 3060 1 5 PÁ TRIA 9026 1 1 3 1014 2 7 NICO FAILL LA U A CE 10 5 NTÁ RIOS 9032 9030 5 1 DA 4 2 2 3 2 1018 6 1 8 9 10 12 6 7 3 11 17 10 3 8 9 10 11 12 7 4 2 6 4 RUA 4 2 V OLU 02 DIAS 1 2 RUA 10 3066 1024 1 1 3 BADARÓ RUA LÍBERO 3070 1 2 4 AV. 4048 C OS 1 AV . DA 3012 3030 4 3 1 5 1 4 2 3 RUA PEREIRA FRANCO 1004 1 6 3 8 1006 1 1 3 AVENIDA SERTÓRIO BARRETO AV. P ROF. SEVERO DULLIUS 2 6 4 2 2 1 2048 5 AV. . PO 2 NT A G ES TR.CO NS CAN AL 9028 ILHA DA CASA DA PÓ LVO RA 6 OL AÇÃ 8 O 9 5 1 7 3042 1 3 1 3044 1 1 2 2 3046 RUA CE RRO AZ UL 1 AV. BOR DINI 1 1 5 3090 3 3 1 1 3 2 2 3094 PE Ç LO 3096 RUA DOM LUIZ GUANELLA 2 3 3098 R. DE A ST R.

434/99.C. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Estratégia de Qualificação Ambiental Diagrama do Plano de Gestão Ambiental FIG. 667/11. 646/10.4 PDDUA 30 FIG. atualizada e compilada até a L. incluindo a L.C.C.04 .L.

IRMÃ TEREZILDA STEF FEN 2 35 28 7 36 R. SEVERO DULLIUS 1 3 9 NA AV. BERNARDINO SILVEIRA DE AMORIM 5 RUA AÇORES 7 6 9 AVENIDA SERTÓRIO 1 4 NT ES 3040 1 2 4 1 BARBOSA 1010 7 3 2 3 2 1 3 3 6 7 4 8 RUA 1 4 3054 1 AVENIDA 3052 2 3 2 EGA NAV 3 RUA MAL. 3076 2 1 4 1 RUA CIPÓ 2 3078 7 8 3082 2 3 1 4 BERTA 1 3088 10 9 1 SO ARES 5 13 2 14 15 O BR 2 RUA BARTOLOMEU 1022 1 13 5 2 4 3 2 14 VO DA LU NT PÁ ÁR TR IOS IA 5 33 34 D IAS MA ÍLIO RC 9 11 10 15 13 14 12 1030 R. G EDE LAD U NE I SLA 1 LE TO 2 AE KR R ME ON AN TRA DA 3 5 10 AV. 4040 10 BE CO 4034 NO 5 ANTENAS AERONÁUTICA o BC DO 4 AI DA V 1 10 4 7 1 5 1 8 3 9 1 15 13 8 14 12 2 4038 R. 19 6 5 8 9 8 DE OU TU R EUDORO BERLIN K 1 HA AN 13 15 3 12 4 R.ESTRADA MACIEL MARECHAL 1 2010 1 2012 1 AREIA DIQUE ARROIO DA 2014 1 8008 1 9016 DO RIO G RAVATA Í 06 20 RUA 2008 2 AV. MA EL NO LE ÃO G AMA L 3 MA 5018 2 13 7 1 5 AR PIV CA A CO 9 8030 2 1 23 4 5 2 8 1 5 5016 AR RO IO 4 12 EST R. R AM IR O BA R CE DR. WENCESLAU A GUA ÍB A CABA V. AGENOR MENDES 13 2 7014 6 1 4 1 3 2 1 5 7012 IZ Q UIRINAS 9 AV. ME D IO CA JU TIS BA 7 A 1 8052 DA RIA CA JU B A IST AT AD TR AP DO O SÃO CAETAN 8054 1 2 ES TR ES 1 3 EIRA V IEI RA L . CATÓLICA 10 9 7 8 11 10 3 6 1 3128 4 3 1 1 31 18 . ED G AVE EST RAD V ISTA DO A B OA I AV ENID ESTRADA DO 2 8080 6 8086 1 1 2 4 ES T RA DA DO VA RE 2 8084 1 5 2 3 8088 1 JÃO 7 4 2 8090 1 1 Macrozona UEU Sub-unidade 9042 1 A VE NIDA B OA V ISTA ARR OIO 8082 6 4 DO 3 5 3 CHI CO 2 BA 2 RCE L OS ES 4 VAREJÃO 3 TR AD A 8074 D O C RO 4 AN TA LAM CA ST 1 GA 1 A DE ES LO A MA JÓ NA HER MES RO E RRE GUT S RUA SÍLV IO S. PAULA 4 3 2 9 11 6 RUBEM 3068 3 3 3 8 3080 2 3086 8 7 3 5 3092 1 3084 7 2 7 7 5 2 3 16 2 HE 6 3 2 4 5 1 4 1 RUA ALBERTO BINS 2 RUA DOM LUIZ GUANELLA RUA LEOPOLDO BETTIOL 2 3 3 7 NDA 1 2 1 C AIS 1040 1 3 2 4 5 2 RUA NILO PEÇ ANHA 7 ET 1 25 S AND DO RUA 3 31 11 26 32 4 1 3 12 AV . MAL. VI 1 7 EN TE 8018 AFO N SO 5002 L. DO NA ALZIRA RUA PEREIRA FRANCO 1004 1 6 3 8 1006 1 1 3 AVENIDA SERTÓRIO BARRETO AV. DR. S ILV IO ÉR O NT PI D S TO OU 4 1 R. FERNANDO FERRARI AV. CRI STI ANO K RAE MER AV . TER RUA TAQUARI 5 7 6 3 10 4010 BORG ES FO RTES 4014 2 4022 6 1 3 10 4030 11 9 7 3 2 4 RU A PR 4026 1 3 OF . 7002 2 30 1 31 4 ES A AD TR JO ÃO 24 ES 7006 1 32 IGN 1 ES FAG 5014 2 2 3 7004 2 1 UN 2 DES 2 RUA RUA MURA V ICTO R I SLER 1 8 12 11 5 AV EN 7008 IDA 1 7 5 2 3 NA L RI 7 7010 8 3 4 TA 6 4 3 2 4 4 ARRO BE CO DO RETI RO 20 6 RUA G USTAVO 1 17 42 40 23 R. TAS JO NA 11 25 4 HE RVA L 4 14 3 4 AV. SEPÉ 11 5 RUA NUNES OIN RUA CONDOR 3 1 16 14 6 15 1 5 9 12 2 8 4 9 401 2 4 6 3 A RU T UM CA BI 3 RUA CO 1084 1 2 4 5 1 4 6 2 2 AV. CA RV AL R. VASCO DA GAMA 1 1036 7 5 6 4 5 7 6 8 2 7 6 9 15 2 3110 5 4 IO FEI JÓ 24 2 19 3 6 SCHMIDT RA 16 1028 1 R ANTÔNIO PARREIROS 4 7 6 6 1 5 5 13 8 5 8 7 3 310 DAS 1026 37 5 8 6 17 A RU NI 1 4 3102 6 3100 3104 1 3106 3022 V ÁRZE 5 1008 6 101 A EIRO AV. P YER IO ME AV. G EN. 3 5004 1 27 NT E 15 14 11 10 2 IRA PE RE MA RIA 15 10 1 AV ENID AV. PO 2 NT A G ES TR. JO 7 4 1 ES TRA DA 4024 CH UÍ 1 11 12 7 IO DE RE ITA S 8012 1 1 3 DO HO 10002 8014 1 10001 6 26 3 5 24 1 5 SO ÁV 4036 4 2 8 E A ICARAÍ 3 3 8 3 9 RU A OT GUAÍBA ID 1 6 11 AVENID 3 4028 2 NO R. BOR DINI 1 1 5 3090 3 3 1 1 3 2 2 3094 PE Ç LO 3096 3098 R. JOSÉ 2 3 3 DA V ENI A I PI 3138 4 8 2 9 1 3 3 2 3 GA RAN 4006 3 1 1 11 10 TO MPO 5 S 3 4002 2 7 8 6 5 3 BARBOSA B ER 5 DE ALENCAR 1082 H UM 1078 5 1 3 CA 6 7 4 5 3144 3 AV E LIMA R UA ILHA DAS PO MBAS 9040 1 3 5 3142 AVE N ID A 1062 CIQ UE 13 1 RU 4016 A MIG UE 12 R GS UF S PU DA 2 8 9 1 4 14 10 7 11 CO RREA 7 4 BEN TO A V. L EOP OLDO AV. X AVI ER A FLO DA CUN RA HA 1 1 1 11 13 4 AV. 4048 C OS 1 AV . QUAT RADA GOOB -E ST FIL HO 1 14 2016 7 16 2 2022 2018 2 AL OÍS IO OS EV ERO 2026 2024 1 DIRET RIZ 746 5 6 3 2030 1 2032 3002 1 7 2 3 2 8010 NIDA ARROIO FEIJÓ AV.5 9002 1 ILHA DO LINO 9004 1 ILHA G RANDE DOS MARINHEIROS 1 9006 9008 1 8004 9014 1 1 8002 ILHA DAS FLORES 8006 1 AUTO . BO RGES DE MEDEIROS IPIRANG A 3 3136 10 1 11 1 5 6 LIMI TE PRO 4008 2 OIO FEI JÓ P. 13 11 4046 2 1 3 6 7 2 10 8016 1 ESTRADA ARACAJU TORRE DE ALTA TEN SÃO 3 5 ESTRADA ANTÔNIO BORGES 21 12 20 9 3 2 ESCOBAR 3 4044 1 4050 2 R. RE NNE 4 3 6 2 RUA 2 2042 AEROPORTO SALGADO F ILH O CANAL OS 2036 4 2 BIT ENCOURT AV. DR. DE MORAES 3056 1 14 3060 1 5 PÁ TRIA 9026 1 1 3 1014 2 7 NICO FAILL LA U A CE 10 5 NTÁ RIOS 9032 9030 5 1 DA 4 2 2 3 2 1018 6 1 8 9 10 12 6 7 3 11 17 10 3 8 9 10 11 12 7 4 2 6 4 RUA 4 2 V OLU 02 DIAS 1 2 RUA 10 3066 1024 1 1 3 BADARÓ RUA LÍBERO 3070 1 2 4 AV. TOR AV. FERNANDO FERRARI 1 IO BRE E VI 1 P E. EST 4 3 4 3 5028 1 RAD A DO 5024 6 5026 1 RINC 8032 ÃO 25 1 8038 2 6 2 3 ITE D N TÔ IO A SI EI RA 29 4 2 LV 14 R. AVENIDA FARRAPO S CANAL PE. J OÃO 5 4 R. 1054 1 26 28 3 2 2 4 5 6 7 8 3 9 4 5 1 2 7 6 4 4 3 8 3 3 8 4 3 11 LHO 3124 1038 9 7 27 29 6 OC RUA SOUZA LO BO 5 7 2 3126 1 DITO 4 1 AV EN AVENIDA 1048 1050 R. TE GO NÇ CA 4 RUA L 2 MA 6 8 3 RUA 1º DE MARÇO ALV ES 2 2 3 LIM IT ES C AM DR 2 AV PA CO UT O 9 3 1080 E 10 2 1 5 3 4018 13 1086 2 1 N . CAP 3 2 P. GU RIO AÍB A 6 5 IO ÉR DE OE 1 4042 5 IRA S 2 5 6 23 22 13 15 14 6 3 16 2 1 19 18 17 8 1 7 8 6 7 5 4 4 2 1 R. SIMEÃO RUA ALBERTO SILVA 1 2 AV. PALM IRA AUTO 1 4 CA AVE IA LDE SÉ 7 3 4 6 AV. J. FÉ CUNHA LI X DA KA RL IWE RS R. G ARCIA 3058 2 1 DOS R. GRÉCIA 3048 5 AV. UFR 1064 1 1070 4 7 C 1074 D ES UC LID A RUA FE LIZA 1 RDO 6 3 R. JO 15 P Á TRIA 1 AV. JO AV R. SEVERO DULLIUS 2 6 4 2 B ERNA 2 1 2048 5 AV. SOA RES JO ÃO RUA A MOR RUA DO ES A AD TR KRAEMER D ÊS TR ME NI NA S AV. 1 1 2 2 AV . S 6 2020 A AV. 9 1 9 T R. S ÃO 1 12 1072 1 2 3 4 A V ENID A 6 A FE FU LI RTA ZAR DO DO 9 A ANTÔN 5 2 IDA 1 8 3130 3 3132 1 BENE 1 1052 I PIR AN GA 3134 1 4 I O DE CARVA 1044 2 2 AVE TÁSIO AV. PRO ALVES 3 5 6 8 9 RUA ALA 3 4 4004 1 1 3 GS 2 2 1 1056 7 1058 2 2 2 3 AV. COPA A 1 NA 2 1 3 CA R OF . A 14 AV. D. O RLEANS 3 4 3 5 1 AR IO DO S AL SO 4 2 ESTRADA DO BARRO 6 VERMELHO V. 1 1 27 16 18 8 19 1 11 9 8 3 4 1 11 8020 4 1 2 AV 2 GG IA 10004 2 20 9 4 10 6 12 3 8 6 3 17 7 26 28 22 EST RAD 1 5008 5010 5 3 1 SÍ NODO 2 1 2 o MORRO BELÉM VELHO 3 8026 1 1 5 2 5012 2 NAN DE S 8024 FER 2 4 R. CR IAN I ST O 3 8036 8040 1 A V. P E.CO NS CAN AL 9028 ILHA DA CASA DA PÓ LVO RA 6 OL AÇÃ 8 O 9 5 1 7 3042 1 3 1 3044 1 1 2 2 3046 RUA CE RRO AZ UL 1 AV. FERNANDO FERRARI GNO 2028 1 DIRET RIZ 902 LI 3 AV. PROF. FCO SILVEIRA 3 3 2 1 6 DE A MOR AC. FERNAN OSÓR 11 JAIM 3 NTAN 2 O 2 DO FERRAR 1 4 2 3 1 I CANAL MAL. DA 3012 3030 4 3 1 5 1 4 2 3 AV. OS 2 VAL DO 4 N HA 1 2 10 12 6 13 11 9 2 ERNES 14 16 15 20 18 8 1 3 3114 1 TO 4 2 3112 1 4 6 1 10 4 11 11 1 11 RUA SEIS DE NOVEMBRO 14 12 9 1042 5 3116 2 4 3118 2 1 4 1 3120 9 AVENIDA 3122 PROTÁSIO ALVES RUA JOÃO PAETZEL 1046 4 2 PÇA ISABEL A. R. MA L. ED R GA PIR ES DE 8068 3 1 3 ST CA RO 1 2 8070 3 4 8 8078 7 10 1 5 1 AVENIDA DO LAMI 6 8066 8064 2 4 ES TRA DA EX TRE MA 2 2 3 2 1 PI GÃ O 2 1 AR PIR ES 8072 TR ES AD A DO 8076 2 N ID 31 . CRISTIANO 3 RES 5 TAN R. 4 13 I AV. PROTÁSIO ALVES AVENIDA AVENID AV. ANDRÉA VA LL E SÉ DO PA TR IO ÍN DA AZENHA A NID I PI N GA RA NIDA I PI RANG BC. CARLOS 3146 1 R. CE RUA SÃO GUI LHERME DOS A I ANO MAR S S RUA BORBOLE MA ES ÓPO TIARAJU ÃO LIS R. R. CARN DA FONTO URA RUA ALIANÇA R. PASTORIZA BECO DO PAULINO EI RA 2034 R 9018 9022 9020 1 ILHA DO PAVÃO 1 AV AV. 3 6 RA SER 5 RO 7016 3 1 2 7018 1 6 1 1 GUA ÍB A 2 2 16 2 3 3 2 1 3 ES 8048 2 1 ESTRADA BECO DO ARMANDO SO ÉU CH A 4 3 TR. DO S 3008 3010 RDIN 1 3 8 GAÚ CH 1 5 RA IDA 12 EN 2046 1 1 3004 2 3006 O SILV E AV.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I Estratégia de Qualificação Ambiental Proteção e Recuperação Ambiental ILHA DO SERAFIM FIG. JOÃ O BAT ISTA REU S 5006 6 21 1 9 DA KANAZ ESTRA AWA A DO 3 1 RINC ÃO 2 8028 A AD TR 1 5022 ES ÁV OT IO AS FR CA 10003 25 3 12 7 4 13 9 RC OS 1 2 2 AS STA 2 7 5 1 6 R.ESTRADA MARECHAL OSÓRIO 1 9010 1 ILHA DO OLIVEIRA 1 RIO GRAVATAÍ 2 O SÓRIO G RAVATAÍ CANAL DO RIO 1 1 2004 9012 ILHA DO HUMAITÁ MOREIRA RUA JOÃO 2002 AUTO . 1 ALP 4020 9 2 IMA A L RRE 12 8 1 R. DELMAR ROCHA 1012 4 3064 3062 1 1 3 1 5 3050 2 M. ADDA 1020 1 O LI NDA 2 6 6 1 9 3072 4 TRAV. INÁCIO WEBER 2050 1 3 2 3 4 3020 2 3 IM 3014 1 1 1 3016 4 5 3018 4 SEG AL RUA LASAR 2 2040 9024 2 1 7 2038 4 1 4 5 6 2044 2 2 2 1 PRETO RUA OURO 4 5 1 R. ALVA EN IDA VEDAN MO A N TE PR 3 2 ES ESTR. BERNARDINO S. A. JO SÉ PEREIRA DE BORBA LIMI TE 7 4 LO S 1032 1034 2 1 3 4 AV. ELHO OS V CAMP . DAS INDU 17 18 8 2 19 5 S TRIAS DA V OLUN TÁ RIOS 1 1 DO ST TEO 1 S DO 3 RUA "D" VILA NAZARETH 3 DO DO R. ZAN ELL LU DAS T A B ATIS JUCA NIDA 4 S QU IR 1 3 AVE INA 1 S ES CAETAN O 8056 8062 TR AD A DA A SÃO 2 3 1 2 3 ESTRAD 9 NIDA CA DO SÃ O LAM I 1 ETA 5 A VE N O A AV. JARDIM ARA GUANAB ARR UN H 3 ORLA DO GUAÍBA 9036 1 4 4 3 2 1060 RU A UA 1 1 2 4 E BE 1066 3 1 NTO 1068 1 2 R 9 GON 5 6 5 10 5 5 9 1 2 ÇAL VE 3 3140 2 1 4 5 4 2 1 S 9038 1 1076 1 7 2 15 7 8 4 4 6 1 1 3 4 2 6 2 R. ZEEV JABOTINSKI R. DONA ALZIRA A V E NIDA 3026 3028 RUA EDMUNDO BASTIAN RUA JAVARÍ 3032 1 3 3034 9 2 7 10 2 CAI 3036 4 3 3 2 4 1 3038 1 3 3 AV. 3 5 EMÍL ROF. 3 RUA CEL. C OR ONE 7 6 1 FLO 2 5020 AV. MENA RUA 25 DE J ULHO 2 2 11 8 1 1 8 1 3 1 3 5 RUA BOG OTÁ 5 3 10 RÚ 3024 1 ASSIS BRASIL AV. BALTAZAR DE O . GO P ELLA 9034 4 10 30 2 5 41 5 13 38 23 22 13 24 25 21 3 JO SÉ FÁC NI BO 30 IO ARA RUA 27 29 39 3219 A V. 4032 8 8 5 6 1 UZ A 2 MORRO DA POLÍCIA DE F 15 2 3 5 6 7 L. IRMÃO AUG USTO 8 5030 R. M O IAN AR DE TO R. FRA NCIS OLIV CO DE 2 2 RO SS A 8058 8060 BE CO DA TA Q UA RA 1 AV. RE TIRO DA PO NTA GRO SS A AR 4 RO ARRO IO IO DO SALSO 15 DO 8042 5 8046 AV EN IDA L AMI 8044 10 70 17 8050 ESTRADA DUFLOR 9 1 F. ORION RUA SAPÉ 3074 1 1 2 4 6 AV. DO 4 4 2 1 5 ME LO 2 5 TI O CH IC O 4 5 2 4 2 RU S ANT EST . DE A ST R. 24 RUA R.

19. assim como a articulação com outras esferas de poder. de 22 de julho de 2010). Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal CAPÍTULO V Da Promoção Econômica Art.L. atualizada e compilada até a L. (Incluído pela L. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). 646/10. no prazo máximo de 1 (um) ano. III – estímulo ao crescimento e à desconcentração econômica. de 22 de julho de 2010).C.C. de 22 de julho de 2010). V – fomento à organização e à autopromoção de iniciativas empreendedoras. XIV – incentivo ao comércio tradicional de porta de rua no Centro Histórico. A Estratégia de Promoção Econômica tem como principal objetivo o estabelecimento de políticas que busquem a dinamização da economia da cidade.C. VIII – incentivo à produção e à socialização de conhecimento tecnológico. II – redefinição do perfil de competitividade no Mercosul. 434/99. e (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010).C. § 1º A implementação da Estratégia de Promoção Econômica dar–se–á através de: I – revalorização do papel de Porto Alegre como pólo metropolitano. n° 646. XIII – promoção de programas de inclusão social para população de baixa renda em processo de regularização fundiária. como parte do Plano de Promoção Econômica. VII – garantia de condições mínimas de abastecimento e de consumo a todos. incluindo a L.C. n° 646. XI – incentivo à criação de polos econômicos. durante o turno da noite. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). VI – promoção de condições favoráveis para produzir um melhor valor agregado à atividade rural. inclusive fiscal.C. a partir da publicação desta Lei Complementar. (Incluído pela L. nº 646. IX – estabelecimento de mecanismos urbanísticos que promovam a produção econômica.C. condicionado à contrapartida de qualificação do serviço. n° 646. n° 646.C. § 2º O Poder Executivo elaborará projeto. hierarquizando os Projetos 32 . incentivando a busca de implantação de indústrias e centros de excelência na fabricação de componentes de alta tecnologia. n° 646. IV – promoção da geração de postos de trabalho em sua relação com o lugar de residência. (Incluído pela L. através de ações diretas com a comunidade e com os setores produtivos.C. nº 646. XV – incentivo ao funcionamento do comércio e de serviços no Centro Histórico. de 22 de julho de 2010). 667/11.C. XII – criação de programas de incentivo fiscal para alcançar o desenvolvimento urbano e ambiental da Cidade. X – incentivo à criação de escolas técnicas para formação e capacitação profissional. a melhoria da qualidade de vida e a qualificação da cidadania. (Incluído pela L.

§ 1º Para viabilizar o programa previsto no inciso III deste artigo. n° 646. IV – Programa de Incentivos a Investimentos. que visa a promover o crescimento e a desconcentração econômica. de proteção ao patrimônio natural e de saneamento ambiental. devendo fomentar tal atividade mediante a utilização da política tributária municipal. utilizando. para tanto. II – critérios para localização de estabelecimentos comerciais de grande porte. visando a: (Alterado pela L. VI – Programa de Incentivo e Valorização do Comércio e da Prestação de Serviços no Centro Histórico.C. e (Incluído pela L. 32.C. com vistas à fixação das populações rurais. (NR) 33 . de 22 de julho de 2010). III – estímulo à melhoria da produtividade e rentabilidade das atividades agropecuárias. Constituem a Estratégia de Promoção Econômica: I – Programa de Dinamização da Economia. durante o turno da noite. III – Programa de Desenvolvimento Sustentável para a Macrozona 8. II – cadastramento das propriedades com patrimônio natural a preservar. II – Programa de Qualificação da Cidadania. que contemple. pólos de comércio e serviços e formação de novas áreas comerciais. nos termos do art. conforme cadastramento e análise do Poder Executivo. projetos especiais que visem a: I – cadastramento das propriedades rurais. o Município desenvolverá. de 22 de julho de 2010).pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I Especiais de Impacto Urbano de Realização Necessária. o incentivo a medidas que orientem para a visão de desenvolvimento sustentável nas empresas e a oferta de alternativas de atividades para a população de baixa renda. ações e políticas de fomento à produção primária. ao desenvolvimento de atividades de lazer e turismo e à qualificação das áreas habitacionais. entre outras. n° 646.C. 20. § 2º As diretrizes espaciais básicas desta estratégia estão representadas na fig. IV – incentivo à produtividade máxima. (NR) Art. até a eliminação do imposto. o qual criará condições de competitividade e atração para estes. V – Programa de Incentivo e Valorização do Comércio Tradicional de Porta de Rua no Centro Histórico. 32. a redução das alíquotas do IPTU. I – renovação e revitalização de áreas comerciais tradicionais. nos termos do art. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. 6. que tem como principais metas a democratização do conhecimento técnico para os diversos tipos de atividades produtivas no Município. de 22 de julho de 2010). n° 646. (Incluído pela L.

C. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Estratégia de Promoção Econômica Ações Prioritárias FIG. 646/10. 667/11.6 34 FIG. incluindo a L. atualizada e compilada até a L. 434/99.L.C.06 .C.

(Incluído pela L. lazer. de 10 de julho de 2001 – Estatuto da Cidade –.257.C.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I CAPÍTULO VI Da Produção da Cidade Art. para a implantação de equipamentos públicos. visando ao atendimento da demanda de interesse social. serão adotadas as seguintes diretrizes: 35 . por parte do Município. de 22 de julho de 2010). infraestrutura urbana. A Estratégia de Produção da Cidade efetivar–se–á através: I – da promoção. de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. por parte do Município.C. VII – da criação de um programa em parceria com o Estado do Rio Grande do Sul e a União para a utilização conjunta das áreas da Brigada Militar e do Exército.C. II – do estímulo e gerenciamento de propostas negociadas com vistas à consolidação do desenvolvimento urbano. e alterações posteriores. n° 646. com incentivos e estímulos à produção de habitação. cultura e saúde comunitária. A Estratégia de Produção da Cidade tem como objetivo a capacitação do Município para a promoção do seu desenvolvimento através de um conjunto de ações políticas e instrumentos de gerenciamento do solo urbano que envolvem a diversidade dos agentes produtores da cidade e incorporam as oportunidades empresariais aos interesses do desenvolvimento urbano como um todo. n° 646. ou por meio de oportunidades empresariais. Para a implementação da política habitacional de interesse social. (Incluído pela L. à Lei Federal nº 10. V – da implementação de políticas de incentivo ao desenvolvimento harmônico visando à equidade de ocupação e uso da infraestrutura urbana disponível. IV – da implementação de uma política habitacional para as populações de baixa e média renda. VI – da localização e indicação das Áreas Urbanas de Ocupação Prioritária – AUOPs –. 22. de oportunidades empresariais para o desenvolvimento urbano. e (Incluído pela L. 21. (NR) (Incluído pela L.C. n° 646. III – da implementação de uma política de habitação social que integre e regule as forças econômicas informais de acesso à terra e capacite o Município para a produção pública de Habitação de Interesse Social (HIS). assim como da adequação da Lei Complementar nº 312. especialmente em segurança pública. Art. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). VIII – do incentivo da promoção da retomada da função habitacional do Centro Histórico. de 29 de dezembro de 1993. n° 646.

e IV – a produção de padrões habitacionais adequados que atendam às necessidades básicas de habitabilidade.C. tendo como referência os 36 . de 22 de julho de 2010). n° 547. no âmbito do Plano Municipal de Habitação de Interesse Social de Porto Alegre. recuperando para a coletividade a valorização decorrente da ação do Poder Público. n° 646. (Alterado pela L. § 4º Equipara–se. pela multiplicidade de agentes envolvidos no seu processo de produção ou por suas especificidades ou localização.C. às condições físicas adequadas da habitação e à inserção no território da Cidade. e a HIS é a moradia que consolida o direito aos padrões de qualidade de vida e o equacionamento do acesso aos equipamentos públicos urbanos e comunitários. 23.L. garantido os desempenhos técnico. atualizada e compilada até a L. § 1º No atendimento às diretrizes o Poder Público promoverá: I – a regularização das áreas de manutenção de Habitação de Interesse Social. necessitam critérios especiais e passam por acordos programáticos estabelecidos com o Poder Público. social e ambiental. Compõem a Estratégia de Produção da Cidade: I – Programa de Projetos Especiais. 646/10.C. III – a redistribuição da renda urbana e do solo na cidade. n° 646.C. de serviços urbanos e equipamentos comunitários. o Município atenderá como Demanda Habitacional Prioritária (DHP) à parcela da demanda por habitação de interesse social destinada à população com renda familiar mensal igual ou inferior a 06 (seis) salários mínimos. que busca promover intervenções que.C. 667/11. § 2º A habitação é entendida como a moradia provida de infraestrutura básica. em atendimento ao princípio da moradia digna. n° 646. (Alterado pela L. à circulação e ao transporte. (Incluído pela L. econômico. 434/99. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal I– a regularização fundiária e a urbanização específica dos assentamentos irregulares das populações de baixa renda e sua integração à malha urbana. de 24 de abril de 2006). e VI – a criação de um cadastro familiar como balizador da demanda de HIS no âmbito do Município. para fins desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). incluindo a L. IV – o estímulo a ações conjuntas dos setores público e privado na produção e na manutenção de Habitação de Interesse Social. § 3º Na execução de programas habitacionais. DHP à definição de HIS. simbólico. humano. à limpeza urbana. III – o reassentamento e/ou a recuperação do ambiente degradado das áreas ocupadas em situação de risco. conforme regulamentação decorrente. II – a provisão pública e a diversificação de mercado na produção de Habitação de Interesse Social. V – a aplicação dos instrumentos redistributivos da renda urbana e do solo da cidade. n° 646. II – a democratização do acesso à terra e a ampliação da oferta de moradias para as populações de baixa e média renda.C. Art. (NR). de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).C. (NR) (Incluído pela L.C. (Incluído pela L.

áreas de risco. considerando. e Programa de Incentivo à Recuperação de Prédios Ociosos do Centro Histórico. por meio da regulamentação. entre outros aspectos. através de parcerias entre o poder público e a iniciativa privada. dentre outros. As diretrizes espaciais básicas desta estratégia estão representadas nas figs. potencializar a aplicação dos instrumentos captadores e redistributivos da renda urbana. projetos e procedimentos administrativos específicos. buscando procedimentos alternativos para a adequação dessas edificações às atuais exigências de habitabilidade. de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. compatibilização com o meio ambiente. implementação de Programas de Habitação de Interesse Social por meio de ações. (NR) 37 . com a adoção de incentivos fiscais. n° 646. adequadamente localizado. (Alterado pela L. em especial o acesso ao trabalho e aos serviços essenciais. 7 e 8.C. que busca gerenciar os instrumentos de planejamento. viabilizando o acesso dos setores sociais de baixa renda ao solo urbanizado e legalizado. visando ao atendimento da demanda de HIS. n° 646. (Incluído pela L. que incidam no processo de ocupação informal do solo urbano. financiamentos especiais e oferta de Solo Criado. bem como sistematizar procedimentos para a elaboração de projetos que viabilizem a captação de recursos.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I II – III – IV – V– padrões definidos no Plano Regulador.C. monitorando o desenvolvimento urbano. Programa de Gerenciamento dos Instrumentos para o Desenvolvimento Urbano. busque a criação de procedimentos simplificados no exame e aprovação de projetos de edificação e parcelamento do solo direcionados à população de baixa e média renda. posição relativa aos locais estruturados da Cidade. de 22 de julho de 2010). da manutenção conforme cadastro e da produção de empreendimentos de HIS. Programa de Incentivos à Habitação para baixa e média renda que.

C.L.07 .C.7 38 FIG. 646/10. incluindo a L. atualizada e compilada até a L. 434/99. 667/11. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Estratégia de Produção da Cidade Programa de Projetos Especiais FIG.C.

pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I Estratégia de Produção da Cidade Programa de Habitação de Interesse Social FIG.8 39 FIG.08 .

§ 2º As Regiões de Gestão do Planejamento estão identificadas na fig. incluindo a L. a representação de todos os bairros. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal CAPÍTULO VII Do Sistema de Planejamento Art. 24. II – de canais de participação como os Conselhos Municipais. as Associações de Moradores e as Regiões de Gestão do Planejamento. 40 .L. A Estratégia do Sistema de Planejamento efetivar–se–á através: I – da rearticulação da estrutura administrativa. IV – dos instrumentos básicos do PDDUA. III – Programa de Sistema de Informações que busque disponibilizar informações para a gestão do desenvolvimento urbano. articulando produtores e usuários e estabelecendo critérios que garantam a qualidade das informações produzidas. 434/99. II – Programa de Regionalização e Participação da Comunidade que busque a concretização de canais de participação. 9. 25. VIII – dos demais instrumentos de gestão. garantindo maior racionalidade na produção sustentável da cidade. promovendo instrumentos para o monitoramento do desenvolvimento urbano. com caráter educativo. dos programas e projetos especiais. bem como a aplicação das disposições do PDDUA. 646/10.C. objetivando uma adequada compreensão do tema e incentivando a cultura participativa no planejamento urbano. Entidades Profissionais. V – Programa de Sistema de Avaliação do Desempenho Urbano que vise a descrever os elementos que propiciam avaliar a qualidade de vida urbana. Compõem a Estratégia do Sistema de Planejamento: I – Programa de Gerenciamento de Políticas que busque articular as diversas políticas que definem as diretrizes do desenvolvimento urbano. Parágrafo único. assegurando–se. nas deliberações do SMGP. assegurando às Regiões de Gestão do Planejamento o espaço de deliberação sobre políticas de desenvolvimento regional.C.C. funcionalmente vinculadas ao desenvolvimento urbano da cidade. IV – Programa de Comunicação e Educação Ambiental que objetive dar suporte de comunicação e divulgação sobre as principais idéias e conteúdos do desenvolvimento urbano ambiental. Sindicais e Empresariais. 667/11. § 1º As Regiões de Gestão de Planejamento terão seus limites constituídos pelos limites externos dos bairros que as compõem. III – dos Planos de Ação Regional. que articule as políticas da administração municipal com os diversos interesses da sociedade. Art. atualizada e compilada até a L. A Estratégia do Sistema de Planejamento objetiva um processo de planejamento dinâmico e contínuo. V – do Sistema de Informações. VI – do Sistema de Avaliação do Desempenho Urbano. VII – da definição de ações e políticas de desenvolvimento urbano globais e setoriais.

9 41 FIG.09 .pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I Estratégia de Sistema de Planejamento Regiões de Gestão do Planejamento FIG.

estimulando a ocupação do solo de acordo com a diversidade de suas partes. d) Ilha da Pintada. através de uma política de policentralidade que considere a atividade econômica. e) Lageado. associada à perspectiva de otimização e racionalização dos custos de produção da cidade. b) Belém Novo. a provisão de serviços e aspectos socioculturais. através da valorização do patrimônio e do estímulo à produção primária. como segue: a) Belém Velho. Modelo Espacial é o conjunto das diretrizes de desenvolvimento urbano expresso através de representações espaciais consubstanciadas nas Estratégias. constituído pela Unidade de Estruturação Urbana nº 8078. através de uma política que envolva o interesse social. 27. c) Lami.C.C. 26. em Área de Ocupação Intensiva e Área de Ocupação Rarefeita. 646/10. CAPÍTULO I Da Área de Ocupação Intensiva e da Área de Ocupação Rarefeita Art. por seu Modelo Espacial. com vistas à consideração das relações de complementariedade entre a cidade consolidada de forma mais intensiva e a cidade de ocupação rarefeita. constituído pela Unidade de Estruturação Urbana nº 8026. conciliada com a proteção do Patrimônio Ambiental. § 1º O Modelo Espacial define todo o território de Porto Alegre como cidade. f) Boa Vista. constituído pela Unidade de Estruturação Urbana nº 9032.C. II – a miscigenação da ocupação do solo com vistas à diminuição de deslocamentos de pessoas e veículos e à qualificação do sistema urbano. se caracteriza como prioritária para fins de urbanização e abrange: I – a área urbana contínua com os limites definidos na planta do Anexo 1. (Incluída pela L. O território do Município de Porto Alegre divide–se. de 08 de outubro de 2010). (Incluída pela L. 434/99. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal TÍTULO III DO MODELO ESPACIAL Art. III – a densificação controlada. 42 . § 1º Área de Ocupação Intensiva (AOI) é a área que. V – a estruturação e a qualificação ambiental. incluindo a L.C. II – as áreas dos Núcleos Intensivos isolados da malha urbana contínua.1. constituído pela Unidade de Estruturação Urbana nº 8084. 667/11. § 2º Constituem princípios básicos do Modelo Espacial proposto: I – a descentralização de atividades. n° 646.C. n° 646. IV – o reconhecimento da cidade informal.L. atualizada e compilada até a L. de 08 de outubro de 2010).

§ 2º Área de Ocupação Rarefeita (AOR) é a área com características de baixa densificação. do estímulo ao preenchimento dos vazios urbanos e da potencialização de articulações metropolitanas e novas centralidades. Sertório e a Av. n° 646. de 08 de outubro de 2010). com densificação 43 .pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I g) Extrema. admitindo–se. paisagísticos e ambientais. (Incluída pela L. usos científicos. de lazer e atividades compatíveis com o desenvolvimento da produção primária. 28. São marcos estruturadores os três Corredores de Centralidade: Sertório/Assis Brasil. sendo estratégica para empreendimentos auto– sustentáveis de polarização metropolitana. onde será dada predominância à proteção da flora. I – Unidades de Estruturação Urbana – UEUs – são módulos estruturadores do Modelo Espacial definidos pela malha viária básica. com integração de equipamentos como o Aeroporto e as Centrais de Abastecimento do Rio Grande do Sul – CEASA S. da fauna e demais elementos naturais. Assis Brasil. Art.C. CAPÍTULO II Das Macrozonas Art. constituindo a área mais estruturada do Município. para a sua perpetuação e sustentabilidade. II – Macrozona 2 – Corredor de Desenvolvimento: constitui a área entre a BR–290. podendo ser divididos em Subunidades quando englobarem regimes urbanísticos distintos. e (Incluída pela L. h) Jardim Floresta. Anita Garibaldi/Nilo Peçanha e Ipiranga/Bento Gonçalves. Sertório e Cidade da Transição no sentido norte–sul e entre a III Perimetral e o limite do Município no sentido oeste–leste. de 08 de outubro de 2010)..A.C. habitacionais. devendo manter suas características residenciais. As Áreas de Ocupação Intensiva e Rarefeita dividem–se em Unidades de Estruturação Urbana. III – Regiões de Gestão do Planejamento são unidades de divisão territorial para fins de descentralização da gestão participativa do desenvolvimento urbano ambiental. n° 646. As Macrozonas dividem o território municipal em: I – Macrozona 1 – Cidade Radiocêntrica: engloba o território compreendido pelo Centro Histórico e sua extensão até a III Perimetral. a Av. 29. Macrozonas e Regiões de Gestão do Planejamento. IV – Macrozona 4 – Cidade da Transição: compreendida entre a Cidade Radiocêntrica e a Cidade Jardim. Constitui a cidade a ser ocupada através do fortalecimento da trama macroestruturadora xadrez. III – Macrozona 3 – Cidade Xadrez: compreendida entre a Av. turísticos. com incentivo à miscigenação e proteção ao patrimônio cultural. II – Macrozonas são conjuntos de Unidades de Estruturação Urbana com características peculiares quanto a aspectos socio–econômicos.

da Polícia. Barcellos e Pereira Neto. 646/10.C. compreendendo os núcleos intensivos de Belém Velho. VI – Macrozona 6 – Eixo Lomba–Restinga: estrutura–se ao longo das Estradas João de Oliveira Remião e João Antônio da Silveira. IX – Macrozona 9 – Unidades de conservação estaduais Parque Estadual Delta do Jacuí e Área de Proteção Ambiental Estadual Delta do Jacuí – APA. de 22 de julho de 2010). pelo uso residencial predominantemente unifamiliar e elementos naturais integrados às edificações. n° 646. atualizada e compilada até a L. Constitui marco estruturador desta Macrozona o Corredor de Centralidade Cavalhada/Tristeza. Lami. e (Alterado pela L.C.L. (NR) 44 . VIII – Macrozona 8 – Cidade Rururbana: área caracterizada pela predominância de patrimônio natural. das Abertas e Ponta Grossa. de 22 de julho de 2010). Teresópolis. As macrozonas estão representadas na fig. Extrema e Jardim Floresta. incluindo a L. com potencial para ocupação residencial miscigenada. Belém Novo. apresentando áreas com potencial de ocupação intensiva. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal controlada e valorização da paisagem. Lageado. Liga–se com a Região Metropolitana através do Corredor de Produção. bem como as demais áreas a partir da linha dos morros da Companhia. sendo limitado longitudinalmente pelas ruas Dr.C. Boa Vista.C. Tapera. uso residencial e setor primário. V – Macrozona 5 – Cidade Jardim: caracteriza–se pela baixa densidade. 434/99. Parágrafo único. VII – Macrozona 7 – Restinga: bairro residencial da Zona Sul cuja sustentabilidade tem base na implantação do Parque Industrial da Restinga. n° 646. 667/11. propiciando atividades de lazer e turismo. que faz conexão entre bairros. com especial interesse na orla do Guaíba. em especial para projetos de habitação de caráter social. situadas na Área de Ocupação Rarefeita.C. 10. (NR) (Alterado pela L.

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PARTE I

Macrozonas

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CAPÍTULO III Dos Elementos Estruturadores do Modelo Espacial
Art. 30. São Elementos Estruturadores do Modelo Espacial: I – Centro Histórico; II – Corredores de Centralidade; III – Corredor de Urbanidade; IV – Corredor de Desenvolvimento; V – Corredor de Produção; VI – Corredor Agroindustrial. § 1° Centro Histórico é a área de urbanização mais antiga do território do Município, com limites entre o lago Guaíba e o contorno da I Perimetral, desenvolvendo–se como um espaço de diversidade comercial, que contém equipamentos públicos e privados, instituições financeiras, parte da área portuária e concentração de áreas e bens de interesse cultural. § 2° Corredor de Centralidade é o espaço definido por duas vias estruturadoras principais com o objetivo de: I – tornar mais eficiente o sistema de transporte urbano e as condições de ingresso metropolitano com a criação de novas alternativas de circulação; II – caracterizar um espaço onde se estimule a diversidade de usos, a fim de propiciar às áreas residenciais vizinhas o atendimento de suas necessidades; III – estruturar prioritariamente um Sistema de Espaços Abertos de importância para toda a cidade; IV – estimular prioritariamente a densificação visando a orientar estrategicamente a ocupação do solo; V – estruturar uma rede de pólos comerciais multifuncionais, formando centros de bairro que visem a atender à população em suas necessidades de bens, serviços e empregos. § 3º Corredor de Urbanidade é o espaço urbano que envolve parcialmente os Bairros Cidade Baixa, Bom Fim, Independência e Navegantes, com características de uso semelhantes às dos Corredores de Centralidade, diferenciando–se, entretanto, pela presença de Patrimônio Cultural a ser valorizado e pela necessidade de investimentos públicos e privados que propiciem a interação social. § 4º Corredor de Desenvolvimento é a área de interface com a Região Metropolitana disponível para investimentos auto–sustentáveis de grande porte com vistas ao fortalecimento da integração regional. § 5º Corredor de Produção é a faixa situada entre as imediações do Porto Seco e a Av. Protásio Alves, onde é estimulada amplamente a atividade produtiva passível de convivência com a atividade residencial, bem como a ocupação de vazios urbanos para a habitação de interesse social. § 6º Corredor Agroindustrial é a área com potencial para a localização de indústrias não–poluentes

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PARTE I

de produtos vinculados à produção primária e a matérias–primas locais, além de atividades de apoio com vistas a intensificar o desenvolvimento primário no sul do Município. § 7º Revogado. (L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010).

CAPÍTULO IV Das Zonas de Uso
Art. 31. As Zonas de Uso são concebidas de acordo com os seguintes conceitos básicos: I – Cidade Miscigenada – caracteriza–se pela presença de diferentes atividades em todo o território, desde que compatíveis com condicionantes paisagísticos, ambientais, infraestruturais ou com outras atividades instaladas; II – Policentralidade – o conjunto dos espaços urbanos que configura a distribuição das centralidades conforme proposto no modelo espacial; III – Centralidade – a qualidade de um espaço dito central, que reúne características próprias de densificação, fluxos, animação, miscigenação, acessibilidade e tipo de infraestrutura que podem se apresentar em diferentes graus ou hierarquias, constituindo centralidades de caráter metropolitano, urbano, regional ou local; IV – Incômodo – o estado de desacordo de alguma atividade com condicionantes locais como vivências sociais, qualidade ambiental e/ou outras atividades vizinhas; V – Impacto – a repercussão, positiva ou negativa, ocasionada pela implantação de uma atividade específica no ambiente, na estrutura ou na infraestrutura da cidade, bairro ou região; VI – Manutenção do Patrimônio Ambiental do Município através da preservação dos bens naturais e culturais; VII – Estímulo à produção primária. Art. 32. As Zonas de Uso representam parcelas do território municipal, propostas com as mesmas características, em função de peculiaridades a serem estimuladas nas seguintes categorias: I – Áreas Predominantemente Residenciais – zonas da cidade onde se estimula a vida de bairro, com atividades complementares à habitação e demais atividades não– residenciais controladas quanto a incômodo e impacto; II – Áreas Miscigenadas – zonas cuja ocupação é estimulada igualmente tanto para atividades residenciais como de comércio, serviços e indústrias, distribuindo–se, com relação ao uso, em diferentes categorias que representam graus de restrição diferenciados quanto ao porte e à variedade de atividades: a) Mista 1 e Mista 2 – zonas de maior diversidade urbana em relação às áreas predominantemente residenciais onde se estimule, principalmente, o comércio varejista, a prestação de serviços e demais atividades compatíveis, que representem apoio à atividade habitacional e ao fortalecimento de centralidades;

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b) Mista 3 e Mista 4 – zonas com estímulo à atividade produtiva e à geração de postos de trabalho associados à atividade habitacional, onde a diversidade proposta apresenta níveis mais significativos de interferência ambiental, representando, também, maiores potencialidades de impacto; c) Mista 5 – zonas de diversidade máxima, onde todas as atividades são permitidas, sendo o uso habitacional somente admitido por meio de Projetos Especiais de Impacto Urbano; (Alterado pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). III – Áreas Predominantemente Produtivas – zonas de diversidade máxima, sem controle de porte, onde o uso habitacional somente é admitido para a atividade de zeladoria ou para as situações existentes na data da publicação desta Lei; IV – Áreas de Interesse Cultural – zonas que apresentam ocorrência de patrimônio cultural representativo da história da cidade, com características físicas ou não, que lhes conferem um caráter excepcional; V – Áreas de Interesse Institucional – áreas públicas ou privadas de grande porte, destinadas a fins comunitários e administrativos; VI – Áreas de Proteção do Ambiente Natural – zonas previstas para atividades que, conciliando a proteção da flora, da fauna e dos demais elementos naturais, objetivem a perpetuação e a sustentabilidade do patrimônio natural; VII – Reserva Biológica – área que tem por finalidade proteger integralmente a flora, a fauna e seu substrato em conjunto, assegurando a proteção da paisagem e a normal evolução do ecossistema, bem como cumprindo objetivos científicos e educacionais; VIII – Parque Natural – área em que se pretendem resguardar atributos excepcionais da natureza, conciliando a proteção integral da flora, da fauna e das belezas naturais, com a utilização para objetivos educacionais, de lazer e recreação; IX – Áreas de Desenvolvimento Diversificado – zonas que, por suas características naturais e seu grau de transformação, permitem atividades mais diversificadas, sempre compatibilizadas com a proteção ambiental; X – Áreas de Produção Primária – zonas propostas para o desenvolvimento compatibilizado de atividades primárias, extrativas, comércio e serviços de apoio, bem como para a localização de pequenas indústrias vinculadas à produção por propriedade rural; XI – Corredor Agroindustrial – zona de apoio à produção agroindustrial com vistas a fortalecer o desenvolvimento primário no extremo sul do Município, respeitadas as ocorrências ambientais intrínsecas ao meio; XII – Área com Potencial de Intensiva – corresponde às zonas que apresentam, pela sua localização espacial e usos preexistentes, condições de integração à área intensiva mediante demonstração de interesse por parte do urbanizador em realizar projeto

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que assegure a conservação dos recursos naturais e possua produção satisfatória. respeitando. (NR) 49 . § 1º Com vistas a estimular a manutenção e o reconhecimento da função social da propriedade. XIII – VETADO. § 3º Considera–se propriedade com patrimônio natural a preservar. conforme legislação específica.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL PARTE I habitacional de interesse social. XIV – Áreas Especiais de Interesse Recreativo e Desportivo. e garanta a manutenção e perpetuação. os condicionantes do patrimônio natural. de 08 de outubro de 2010). XV – VETADO. para efeitos desta Lei.C. sempre. aquela que apresente elementos naturais de preservação significativos. n° 646. extrativa vegetal ou agroindustrial. e (Incluído pela L. independente da zona de uso onde se localizem. § 2º Considera–se propriedade rural aquela explorada para a produção agropecuária. nos termos de legislação específica. sendo seu regime definido em função do entorno. equiparam–se às zonas de uso as propriedades rurais e as que apresentam patrimônio natural a proteger.

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do sistema de planejamento PARTE II .

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do sistema de planejamento TÍTULO I TÍTULO II I TÍTULO III I II III TÍTULO IV I II III IV V VI VII Do Sistema Municipal de Gestão do Planejamento Dos Componentes do Sistema de Planejamento Da Estrutura e das Atribuições dos Componentes Dos Instrumentos do PDDUA Dos Instrumentos Básicos Dos Instrumentos Complementares Dos Mecanismos de Participação na Gestão. de Informação e de Avaliação Dos Instrumentos de Regulação para a Intervenção no Solo Da Ocupação e Uso do Solo Da Transferência de Potencial Construtivo Do Solo Criado Da Tributação Dos Projetos Especiais de Impacto Urbano Do Monitoramento da Densificação Dos Equipamentos Urbanos e das Áreas Especiais PARTE II .

dinâmico e flexível. II – garantir o gerenciamento eficaz direcionado à melhoria da qualidade de vida. de formulação e aprovação dos programas e projetos para a sua implementação. As atividades do SMGP serão apoiadas pelas estruturas dos órgãos integrantes do processo. IV – nível de monitoramento de aplicação e desempenho qualitativo e quantitativo das estratégias do PDDUA. TÍTULO II DOS COMPONENTES DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO CAPÍTULO I Da Estrutura e das Atribuições dos Componentes Art. 33. bem como os Conselhos Municipais vinculados ao desenvolvimento urbano. que tem como objetivos: I – criar canais de participação da sociedade na gestão municipal. Parágrafo único. incluindo a L.C. 646/10. que deverão contemplar especialmente as seguintes atividades: I – apoio técnico de caráter interdisciplinar. com a finalidade de orientar ou realizar os estudos e pesquisas necessários à execução da atividade de planejamento. de 22 de julho de 2010). Integram o SMGP os órgãos da Administração Direta e Indireta. III – nível de monitoramento e controle dos instrumentos de aplicação e dos programas e projetos aprovados. atualizada e compilada até a L. III – instituir um processo permanente e sistematizado de atualização do PDDUA. n° 646. Fica criado o Sistema Municipal de Gestão do Planejamento – SMGP – como um processo contínuo. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal PARTE II DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO TÍTULO I DO SISTEMA MUNICIPAL DE GESTÃO DO PLANEJAMENTO Art.C. 34. 35.L.C. 667/11. II – nível de gerenciamento do Plano. Art. 54 . II – informações técnicas atinentes ao desenvolvimento urbano do Município. O SMGP atua nos seguintes níveis: I – nível de formulação de estratégias. III – planejamento urbano setorial vinculado à Administração Pública Municipal.C. das políticas e de atualização permanente do PDDUA. 434/99. (NR) (Incluído pela L.

de 22 de julho de 2010). Art. II – informar e orientar acerca de toda e qualquer legislação urbanística e ambiental municipal. IV – aplicar a legislação do Município atinente ao desenvolvimento urbano ambiental. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. promovendo sua viabilização junto ao processo de elaboração do orçamento municipal. VI – promover. 1 (uma) conferência municipal de avaliação deste PDDUA. visando a sua permanente atualização. e (Alterado pela L. O SMGP é gerenciado pela Secretaria de Planejamento Municipal. 38. à qual compete: I – estabelecer as diretrizes do desenvolvimento urbano ambiental.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II Art. através da elaboração. V – implementar programas e projetos através da aplicação dos instrumentos de ordenação do solo urbano e da promoção de convênios ou acordos públicos e/ou privados. III – gerenciar a normatização necessária ao planejamento urbano. VI – elaborar os planos de distribuição dos estoques construtivos do Solo Criado. VII – definir os valores semestrais do Solo Criado. Art. V – monitorar a aplicação do PDDUA com vistas à melhoria da qualidade de vida. tendo por atribuições o exame e a deliberação de matérias relativas aos empreendimentos e às atividades objetos de Projetos Especiais de Impacto Urbano de 1º Grau. programas e projetos.C. com características diferenciadas segundo seu objeto: I – Comissões Específicas. a fim de facilitar o processo de decisão. VII – constituir e manter Cadastro Urbano. (NR) (Incluído pela L. São atribuições do SMGP: I – elaborar e coordenar a execução integrada de planos. integradas por diversos órgãos da Administração Municipal. n° 646. 37. disciplinado por lei específica. Para dar suporte à decisão técnico–administrativa serão criadas Comissões Técnicas vinculadas à estrutura do SMGP. no terceiro ano de cada gestão administrativa. de caráter permanente. estabelecendo formas de integração entre os participantes do SMGP. planejar e ordenar o uso e ocupação do solo do Município de Porto Alegre. III – estabelecer fluxos permanentes de informação entre as suas unidades componentes. programas e projetos. garantida a sua atualização periódica. estabelecendo interpretação uniforme. 36. monitoramento e revisão de planos. IV – articular políticas e ações com os demais órgãos municipais e com outros organismos governamentais e não–governamentais. II – consolidar e organizar as informações essenciais ao processo de desenvolvimento do Município. mediante critérios e procedimentos administrativos 55 . como instrumento do planejamento municipal e referência para o monitoramento do PDDUA.

de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. ao qual compete: I – zelar pela aplicação da legislação municipal relativa ao planejamento e desenvolvimento urbano ambiental. 434/99. XI – aprovar critérios e parâmetros para avaliação de Projetos Especiais de Impacto 56 . incluindo a L.C. X – aprovar os estoques construtivos do Solo Criado.C. através de seus representantes. programas e projetos de desenvolvimento urbano. IX – aprovar Projetos Especiais de Impacto Urbano de 2º e 3º Graus. e (Alterado pela L. 39. propor e opinar sobre a atualização. n° 646. Qualquer deliberação das Comissões de que trata o inciso I admite recurso pelo empreendedor ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental. com a atribuição de analisar os Projetos Especiais de Impacto Urbano de 2º e 3º Graus. IV – receber e encaminhar para discussão matérias oriundas de setores da sociedade que sejam de interesse coletivo. ajustes e alterações do PDDUA. VIII – propor a programação de investimentos com vistas a assessorar a implantação de políticas de desenvolvimento urbano ambiental para o Município. VI – instalar comissões para assessoramento técnico compostas por integrantes do CMDUA. II – Comissões de Análise Urbanística e Gerenciamento. (Alterado pela L. complementação. O órgão de integração do SMGP é o Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental – CMDUA –. de 22 de julho de 2010). integradas por órgãos da Administração Municipal. bem como de colaboradores externos. V – propor ao SMGP a elaboração de estudos sobre questões que entender relevantes. n° 646. planos. atualizada e compilada até a L. (NR) SEÇÃO I Do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental Art. bem como indicar as alterações que entender necessárias. II – promover. n° 646. podendo–se valer de órgãos componentes do SMGP. 667/11. 646/10. mediante critérios e procedimentos administrativos previamente aprovados pelo CMDUA. (Alterado pela L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal previamente aprovados pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental – CMDUA –. VII – zelar pela integração de políticas setoriais que tenham relação com o desenvolvimento urbano ambiental do Município. discutir e deliberar sobre os planos e projetos relativos ao desenvolvimento urbano ambiental.C. de 22 de julho de 2010).C. III – propor. que tem por finalidade formular políticas. debates sobre os planos e projetos que incidam nas Regiões de Gestão do Planejamento.C.C.L.

c) 07 (sete) representantes do nível municipal. IV – o titular do órgão responsável pelo gerenciamento do SMGP. preferencialmente da área da construção civil. assim distribuídos: (Alterado pela L. de 2001.C. entidades empresariais. e o representante da Temática do Orçamento Participativo será escolhido em plenária do Orçamento Participativo. § 2º O Regimento Interno de funcionamento dos fóruns será estabelecido em conjunto pelos representantes de cada fórum. a) 01 (um) representante do nível federal. I – 09 (nove) representantes de entidades governamentais que tratem de matéria afim.C. (Alterado pela L.C. n° 488. I a IX do art. Desenvolvimento Urbano Ambiental. entidades ambientais e instituições científicas.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II Urbano de 1º.C. XIV – aprovar os planos de aplicação dos recursos do Solo Criado de acordo com o disposto nos incs. 36.257. previstas no inciso VI do art. de 22 de julho de 2010). n° 646. constantes do inciso II deste artigo. (Alterado pela L. de 14 de janeiro de 2003). § 1º As representações das entidades não–governamentais. de 14 de janeiro de 2003). III – 09 (nove) representantes da comunidade. (Alterado pela L.C. XIII – aprovar os valores semestrais do Solo Criado. II – 09 (nove) representantes de entidades não governamentais. de 14 de janeiro de 2003). n° 488. 26 da Lei Federal nº 10. 40. n° 488. II – 02 (dois) representantes de entidades empresariais. (NR) (Alterado pela L. b) 01 (um) representante do nível estadual. n° 488.C.C. designados pelo Prefeito. § 3º A escolha dos representantes das Regiões de Gestão do Planejamento ocorrerá nas respectivas regiões. constituídas por entidades de classe e afins ao planejamento urbano.C. O CMDUA compõem–se de 28 (vinte e oito) membros titulares e seus suplentes. de 22 de julho de 2010). n° 488. n° 488. e alterações posteriores. deverão ser alteradas em três fóruns específicos a serem realizados por ocasião das Conferências Municipais do Plano Diretor. sendo 08 (oito) das Regiões de Gestão do Planejamento e 01 (um) da temática do Orçamento Participativo – Organização da Cidade. de 14 de janeiro de 2003). (Alterada pela L. de 14 de janeiro de 2003). de 14 de janeiro de 2003). (Alterado pela L. XII – aprovar a metodologia para definição do valor do Solo Criado. n° 646. na qualidade de Presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental. III – 02 (dois) representantes de entidades ambientais e instituições científicas. através de convocação de plenárias da comunidade. com renovação bienal e a seguinte composição: (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). 2º e 3º Graus.C. preferencialmente da área da construção civil. (Alterado pela L. 57 . Art. n° 646. observadas as seguintes proporções: I – 05 (cinco) representantes de entidades de classe e afins ao planejamento urbano.

n 660. § 5º Os membros do CMDUA perceberão. (NR) (Incluído pela L. as disposições estabelecidas na Lei que dispõe sobre as normas gerais para os Conselhos Municipais. São Instrumentos Complementares do PDDUA os Planos de Ação Regional e os Planos Setoriais ou Intersetoriais. Ao CMDUA aplicam–se. (Incluído pela L. § 1º Os Planos de Ação Regional consistem na definição de ações que promovam o desenvolvimento de cada Região de Gestão do Planejamento. um espaço para uso da associação de moradores. § 2º Os Planos de Ação Regional de que trata este artigo deverão conter a localização dos equipamentos comunitários. IV – Modelo Espacial.C.C. 42. de 07 de janeiro de 2002). considerando as reivindicações e estimulando a participação de todos os segmentos sociais através de uma dinâmica continuada e sistemática.L. III – Plano Regulador. de 07 de dezembro de 2010). nº 472. 58 .C. (Alterado pela L. onde se inclui. partindo da análise das suas singularidades. Art. de 07 de dezembro de 2010). a título de representação. bem como a localização dos prédios para atendimento público à saúde. n 660. n° 646.C. CAPÍTULO II Dos Instrumentos Complementares Art.C. atualizada e compilada até a L. de 22 de julho de 2010). ao policiamento e à administração regional. tais como parques. obrigatoriamente. na forma de jetom. praças e escolas. 41. 434/99. uma gratificação pela presença nas reuniões. TÍTULO III DOS INSTRUMENTOS DO PDDUA CAPÍTULO I Dos Instrumentos Básicos Art. incluindo a L.C. adequando–se às diretrizes gerais propostas para a cidade. (L. O planejamento do desenvolvimento do Município dar–se–á através do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA) e compreende os seguintes instrumentos básicos: I – Estratégias de Desenvolvimento Urbano. § 3º Revogado. no que couber. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal § 4º O funcionamento do CMDUA será disciplinado por decreto do Poder Executivo. 667/11. observando–se os valores e limites estabelecidos na Lei que dispõe sobre as normas gerais para os Conselhos Municipais. 646/10. II – Programas.C. 43.

observados os procedimentos estabelecidos na Parte IV desta Lei: I – ajuste por Unidade de Estruturação Urbana. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. 46. a qual se dará por meio do CMDUA. Art. atendendo às seguintes condições: a) que da alteração proposta não resulte comprometimento ou subaproveitamento dos equipamentos urbanos e comunitários. consultas e audiências públicas. de 22 de julho de 2010). n° 646. entre outros. seja encaminhada pelo respectivo representante ao CMDUA para exame e manifestação.C. n° 646. através do SMGP.C. III do § 1º deste artigo serão utilizados nos Projetos Especiais de Impacto Urbano de 2º e 3º Graus. fica assegurada a participação comunitária em nível regional e local. a serem regulados por legislação específica. II do § 1º deste artigo.C. n° 646. I – representações em órgãos colegiados de política urbana. Além da participação global da comunidade na gestão do planejamento urbano. e (Incluído pela L. § 2º Para os Projetos Especiais de Impacto Urbano. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). § 3º Os instrumentos previstos no inc. de 22 de julho de 2010). n° 646. n° 646. Art. (Incluído pela L. 45. III – debates. III – ajuste por iniciativa do CMDUA ou do Poder Executivo. com a finalidade de constituir bancos de informações que atendam às necessidades e às demandas da comunidade e da atividade de planejamento urbano do Município.C. de 22 de julho de 2010). b) que a proposta. mecanismo pelo qual a população e suas entidades organizadas propõem a revisão dos usos.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II CAPÍTULO III Dos Mecanismos de Participação na Gestão. após deliberação na Região de Gestão do Planejamento. V – iniciativa popular de projeto de lei e de planos. (NR) (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). fica assegurada a divulgação referida no inc. de 22 de julho de 2010). deverão ser utilizados. 44. os seguintes instrumentos: (Incluído pela L.C. de Informação e de Avaliação Art.C. n° 646. (Incluído pela L. n° 646. n° 646. programas e projetos de desenvolvimento urbano.C. II – divulgação de informações sobre empreendimentos e atividades. O Sistema de Informações é integrado por dados de órgãos governamentais e não– governamentais. (Incluído pela L. Ficam criados os seguintes mecanismos de ajuste do PDDUA. 59 .C. n° 646. IV – conferências municipais sobre assuntos de interesse urbano e ambiental. regime volumétrico e índices do Solo Criado.C. § 1º Para garantir a gestão democrática da Cidade. (Alterado pela L. II – ajuste através dos Planos de Ação Regional. (Incluído pela L.

Fica criado o Sistema de Avaliação de Desempenho Urbano. ou em documento específico. visando à melhoria da qualidade de vida. Na aplicação dos planos. § 2° O SMGP proverá as condições técnicas e administrativas necessárias à implantação do Sistema de Informações. II – Regiões de Gestão do Planejamento. Parágrafo único. o Município utilizará os seguintes instrumentos urbanísticos de intervenção no solo para o cumprimento da função social da propriedade: I – Normas de Uso e Ocupação do Solo. 60 . II – Transferência de Potencial Construtivo. 47. V – Quarteirões.L. Serão objeto do Sistema de Avaliação de Desempenho Urbano: I – a avaliação de empreendimentos e atividades que caracterizam Projetos Especiais de Impacto Urbano. os parâmetros referentes a infraestrutura. II – a avaliação da implantação de empreendimentos de impacto. incluindo a L. com prioridade para os representantes de Associações de Bairros e de Moradores do Município. TÍTULO IV DOS INSTRUMENTOS DE REGULAÇÃO PARA A INTERVENÇÃO NO SOLO Art. IV – a elaboração de estudos com vistas à predição de situações.C. a ser amplamente divulgado.C. III – Bairros. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal § 1° As informações devem observar o Sistema Cartográfico Municipal em diferentes tipos de representação. O monitoramento do desenvolvimento urbano dar–se–á pelo acompanhamento permanente do crescimento da cidade. para o monitoramento do desenvolvimento urbano. 49. atualizada e compilada até a L. utilizando a tecnologia do geoprocessamento. 48. (Alterado pela L. § 2º São unidades de monitoramento: I – Macrozonas. (NR) Art.C. programas e projetos. 667/11. IV – Unidades de Estruturação Urbana.C. Art. instrumento de suporte à decisão que propicie ao Executivo Municipal as avaliações necessárias. § 1º O Município utilizará. com a revisão e a adequação dos parâmetros da legislação urbanística. o qual será regulamentado por lei ordinária. § 3° O Poder Executivo publicará semestralmente descrição das condições de desenvolvimento da cidade no Diário Oficial de Porto Alegre. n° 646. estrutura e ambiente. III – o monitoramento do desenvolvimento urbano. de 22 de julho de 2010). 434/99. 646/10.

CAPÍTULO II Da Transferência de Potencial Construtivo Art. 51. Parágrafo único.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II III – Solo Criado. à instalação dos equipamentos públicos arrolados no § 1º do art.C. n° 606. n° 606.C. a edificação e a utilização compulsórios do solo.C. O Uso e Ocupação do Solo é definido em função das normas relativas a densificação. que configuram o regime urbanístico. V – Projetos Especiais. (NR) (Incluído pela L. (Incluído pela L. de 29 de dezembro de 2008). X – Consórcio Imobiliário. 50. XII – Operação Urbana Consorciada. e (Incluído pela L. (Incluído pela L. n° 606. como forma de pagamento em desapropriação ou outra forma de aquisição. de 29 de dezembro de 2008).C. de 29 de dezembro de 2008). observando–se a manutenção do equilíbrio 61 . n° 606. regime de atividades. dispositivos de controle das edificações e parcelamento do solo. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L.C. XIII – o parcelamento. XI – Estudo de Impacto de Vizinhança. bem como à preservação de bens tombados. CAPÍTULO I Da Ocupação e Uso do Solo Art. n° 646. §1º O potencial construtivo a transferir corresponde ao Índice de Aproveitamento relativo à parte atingida pela desapropriação ou pelo tombamento. VII – Áreas Especiais.C. de 29 de dezembro de 2008). bem como da aplicação do Solo Criado. Denomina–se Transferência de Potencial Construtivo a possibilidade do Município de transferir o direito correspondente à capacidade construtiva das áreas vinculadas ao sistema viário projetado. n° 606. 52. VI – Monitoramento da Densificação. VIII – Direito de Preempção. de 29 de dezembro de 2008). O regime urbanístico pode ser definido ainda em face de projetos e regimes especiais. (Incluído pela L. IV – Tributação e Incentivos. IX – Direito de Superfície.

III – equipamentos municipais de abastecimento de água e de esgoto cloacal ou pluvial. § 5º A Transferência de Potencial Construtivo poderá ocorrer excepcionalmente fora da Macrozona em que se situe o imóvel. Título II – Das Estratégias.C. § 2º A Transferência de Potencial Construtivo observará os limites estabelecidos para o Solo Criado. pertencentes a comunidades carentes ou.C. desde que não sejam ultrapassados os patamares máximos de densificação da Unidade de Estruturação Urbana e do quarteirão. 52. 646/10. § 6º Dar–se–á prioridade à Transferência de Potencial Construtivo em decorrência do reconhecimento por parte do Poder Público de áreas de Patrimônio Ambiental. de saúde. Lugares e Unidades de Interesse Cultural deverá observar as limitações do regime urbanístico específico destas áreas. para fins de permuta ou desapropriação. (Incluído pela L. atualizada e compilada até a L. de acordo com o art. e 62 . onde inexista potencial construtivo. § 3º A Transferência de Potencial Construtivo para Áreas. II – equipamentos municipais. de 28 de dezembro de 2004). incluindo a L. (Alterado pela L. podendo ultrapassá–los somente quando sua aplicação se der no mesmo imóvel.L. mediante autorização expressa do Poder Legislativo. que por suas características integram o Patrimônio Cultural tombado. art. n° 515. o desenvolvimento tradicional de ações relacionadas com a assistência social. de 28 de dezembro de 2004). de 22 de julho de 2010). sua restauração e preservação. 14 desta Lei Complementar. cinemas e teatros. § 2º Nas áreas de proteção ambiental e/ou patrimônio natural.C. Capítulo IV – Da Qualificação Ambiental. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal entre os valores do terreno permutado e do terreno no qual seja aplicado o potencial construtivo. será considerado o coeficiente de 50% (cinqüenta por cento) do índice do entorno. adolescentes ou idosos. com base na planta de coeficientes de equivalência a ser publicada anualmente no Diário Oficial de Porto Alegre. 667/11. A Transferência de Potencial Construtivo pode ocorrer nos limites da Macrozona onde se situa o imóvel. nas áreas com tal qualificação. de 23 de janeiro de 2001). n° 515. (Alterado pela L. de acordo com avaliação dos órgãos técnicos municipais competentes. observado o seguinte: (Alterado pela L. I – a Transferência de Potencial Construtivo somente será possível caso os proprietários comprovem. de acordo com a descrição proposta na Parte I – Do Desenvolvimento Urbano Ambiental. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. § 4º A Transferência de Potencial Construtivo decorrente de desapropriação de imóvel tombado e áreas de Parque Natural relacionadas por Lei ou Decreto alcançará toda a área de ocupação intensiva. preferencialmente voltadas ao atendimento de crianças. de transporte e de lazer e cultura. 13. n° 646. tais como: de ensino.C. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar.C. constituídos de auditórios. 434/99. Art. n° 463. no caso de imóveis privados tombados.C. § 1º Os equipamentos públicos cujo potencial construtivo é passível de transferência são: I – praças e parques municipais. alcançando toda a área de ocupação intensiva.C.

(NR) (Renomeado pela L.1 desta Lei Complementar. inc. de 22 de julho de 2010).00m 48. Para a Macrozona referida no § 7º deste artigo. 63 . 67. de 22 de julho de 2010). A transferência do índice construtivo referente aos imóveis que se enquadrarem no disposto no ‘caput’ deste artigo fica condicionada à comprovação do bom estado de conservação do imóvel tombado ou listado. de 3 de janeiro de 2011).pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II (Alterado pela L. n° 646.00m Limite de Altura com Aquisição de IA – 100m² 21. Art. (Incluído pela L. 71. § 3º. de 3 de janeiro de 2011). garantindo–se aos projetos protocolizados no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias após a data dessa publicação a utilização dos índices adquiridos. (Incluído pela L.00m 33. 98 e 111. nº 647. § 7º Em caso de aquisição de índices adensáveis (IA) oriundos da Transferência de Potencial Construtivo ou de aquisição de Solo Criado.C. X.00m 42.00m Limite de Altura com Aquisição de IA – 200m² 24. II – o reconhecimento público das áreas de Patrimônio Público Ambiental será realizado mediante lei complementar.C.00m 39. altura na base e a Taxa de Ocupação.00m 36. 52–A.C.2 desta Lei Complementar. relativos ao código original da volumetria das edificações planejadas para a respectiva UEU. Parágrafo único. (Alterado pela L.C. de 22 de julho de 2010).00m 45. n° 646. a relação dos quarteirões que não receberão índices de aproveitamento através de Transferência de Potencial Construtivo.C. § 8º A tabela definida no § 7º deste artigo deve ser aplicada com observância do disposto nos arts.00m 30.00m 42.2 18. nº 667.00m 27.00m 52. conforme tabela abaixo: Altura Máxima do Anexo 7. de 22 de julho de 2010). podendo ser atingidas as coleções de Patrimônio Ambiental tombadas ou inventariadas. de 22 de julho de 2010). nº 667. (Alterado pela L.00m (Incluído pela L. n° 646.C. as edificações da Macrozona 1 poderão ter altura superior ao estabelecido no regime volumétrico do Anexo 7. no Diário Oficial de Porto Alegre. § 7º– A.00m 36.C. especificados no Anexo 7. 39.1 em consonância com o Anexo 1.00m Limite de Altura com aquisição de IA – 300m² 27. n° 646.C. desta Lei Complementar.C.00m 33. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010 e alterado pela L. ficam mantidos os valores máximos estabelecidos para a altura na divisa. n° 646. Os índices construtivos dos imóveis tombados ou listados pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Município poderão ser transferidos para outras regiões da Cidade. n° 646. § 9º O Poder Executivo publicará. de 22 de julho de 2010). semestralmente.1 em consonância com o Anexo 1. mediante laudo técnico da Secretaria Municipal da Cultura – SMC.

e (Alterado pela L. correspondendo a áreas adensáveis em quantidades que causam baixo impacto nos equipamentos e na paisagem urbana. O Solo Criado é constituído por: (Incluído pela L. com aquisição direta. em caso de se constatar impacto negativo na infraestrutura decorrente da aplicação do Solo Criado. n° 646. II – semestralmente.C. I – mensalmente. utilizando–se de estoques construtivos públicos.C.C. e rege–se pelo disposto na Lei Complementar n° 315. II – Solo Criado de Médio Adensamento. garantindo–se aos projetos protocolizados no prazo de 180 (cento e oitenta) dias após a data dessa publicação a análise. de 22 de julho de 2010). a relação dos quarteirões que não receberão índices de aproveitamento por meio de Solo Criado. atualizada e compilada até a L. (NR) (Alterado pela L.C.C. nos termos do art. com vista à aprovação. (Incluído pela L.C. dispensada a licitação. de 6 de janeiro de 1994. correspondendo a áreas adensáveis que podem causar impacto nos equipamentos e na paisagem urbana. no Diário Oficial de Porto Alegre. n° 646. 53–A. a prestação de contas detalhada da movimentação dos recursos auferidos com a venda de estoques públicos por meio do mecanismo do Solo Criado. III – Solo Criado de Grande Adensamento. n° 646. § 2º O Poder Executivo publicará: (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). sendo disponíveis nas UEUs. incluindo a L.L. 434/99. sendo disponíveis 64 . ou mesmo quando se verifique a inviabilidade de sua aplicação em face dos limites estabelecidos para as Unidades de Estruturação Urbana ou quarteirão. de 22 de julho de 2010). 67. correspondendo a áreas adensáveis em quantidades que não causam impacto significativo nos equipamentos e na paisagem urbana. 667/11. disponíveis em todas as UEUs. bem como a utilização dos índices adquiridos.C. Art. n° 646. 646/10. de 22 de julho de 2010). n° 646. (Incluído pela L.C. e nos quarteirões liberados para adensamento pelo sistema de monitoramento da densificação com aquisição direta. de 22 de julho de 2010). § 1º As vendas de estoques construtivos serão imediatamente suspensas mediante decreto do Poder Executivo. O Solo Criado é a permissão onerosa do Poder Público ao empreendedor para fins de edificação em Área de Ocupação Intensiva. conforme Anexo 6 desta Lei Complementar. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal CAPÍTULO III Do Solo Criado Art. de 22 de julho de 2010). n° 646. I – Solo Criado de Pequeno Adensamento.C. 53.

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PARTE II

nas UEUs, conforme Anexo 6 desta Lei Complementar, e nos quarteirões liberados para adensamento pelo sistema de monitoramento da densificação, adquirido mediante licitação e aprovação de Estudo de Viabilidade Urbanística – EVU – para verificação dos impactos na infraestrutura e paisagem urbana; e (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). IV – Solo Criado Não Adensável, correspondendo a áreas incentivadas e complementares à atividade principal, que não causam impacto nos equipamentos urbanos e na paisagem e estão disponíveis em todas as UEUs com aquisição direta. (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. A aplicação do Solo Criado atenderá ao disposto no art. 111 e no Anexo 6 desta Lei Complementar (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010).

CAPÍTULO IV Da Tributação
Art. 54. A utilização dos instrumentos tributários e financeiros deverá ser voltada ao desenvolvimento urbano e ambiental e ao cumprimento da função social da Cidade e da propriedade urbana, contendo os seguintes instrumentos: (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). I – contribuição de melhoria; (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). II – incentivos e benefícios fiscais e financeiros. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). § 1º Lei específica determinará a utilização dos instrumentos previstos nos incs. I e II do ‘caput’ deste artigo e regulamentará este artigo. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). § 2º A lei referida no § 1º deste artigo contemplará o pagamento pelos Serviços Ambientais. (NR) (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010).

CAPÍTULO V Dos Projetos Especiais de Impacto Urbano
(Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). Art. 54–A. O Projeto Especial de Impacto Urbano é a proposta de empreendimento ou atividade listado no Anexo 11 desta Lei Complementar, devendo observar, no que couber, os seguintes objetivos: (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). I – viabilização das diretrizes e estratégias do PDDUA; (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). II – promoção do desenvolvimento urbano a partir do interesse público, de forma

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L.C. 434/99, atualizada e compilada até a L.C. 667/11, incluindo a L.C. 646/10.

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concertada com o interesse privado; (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). III – detalhamento deste PDDUA com base em estudos específicos; (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). IV – solução dos impactos urbano–ambientais decorrentes da proposta; (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). V – qualificação da paisagem urbana, reconhecendo suas diversidades e suas configurações socioespaciais; e (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). VI – compatibilização das diversas políticas setoriais e do plano regulador com as diferentes escalas espaciais – terreno, quarteirão ou setor urbano. (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). § 1º A avaliação dos impactos gerados pela proposta de empreendimento ou atividade deve resultar em soluções que visem à superação dos conflitos, devendo estabelecer condições e compromissos específicos, que, quando necessário, serão firmados em Termo de Compromisso. (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). § 2º Dar–se–á sempre publicidade dos requerimentos e aprovações dos Projetos Especiais de Impacto Urbano. (Incluído pela L.C. n° 646, de 22 de julho de 2010). Art. 55. Os Projetos Especiais de Impacto Urbano, conforme a iniciativa, classificam–se em: (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). I – Projeto Especial de Impacto Urbano de Realização Necessária; ou (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). II – Projeto Especial de Impacto Urbano de Realização Voluntária. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). § 1º O Projeto classificado no inc. I do ‘caput’ deste artigo é aquele implementado pelo Município para o desenvolvimento de setores da Cidade, podendo haver a participação da iniciativa privada. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). § 2º No Projeto classificado no inc. I do ‘caput’ deste artigo, poderão ser aplicados índices adensáveis, decorrentes do Solo Criado ou da Transferência de Potencial Construtivo, além dos patamares previstos pelo monitoramento da densificação, desde que o empreendimento seja precedido de avaliação dos impactos decorrentes e que o montante seja descontado do estoque da Macrozona, não ultrapassando o disposto no Anexo 6, desta Lei Complementar. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). § 3º O Projeto classificado no inc. II do ‘caput’ deste artigo é aquele originado a partir de uma iniciativa externa ao Poder Público Municipal, podendo, entretanto, este concorrer para a sua realização. (NR) (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010).

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PARTE II

Art. 56. O Projeto Especial de Impacto Urbano será objeto de análise com vista à identificação e à avaliação dos impactos decorrentes da proposta, considerando os seguintes conteúdos: (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). I – estrutura urbana e paisagem urbana, observando os aspectos relativos a: (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). a) estruturação e mobilidade urbana, no que se refere à configuração dos quarteirões, às condições de acessibilidade e segurança, à geração de tráfego e à demanda por transportes; (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). b) equipamentos públicos comunitários, no que se refere à demanda gerada pelo incremento populacional; (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). c) uso e ocupação do solo, considerando a relação com o entorno preexistente, ou a renovar, níveis de polarização e soluções de caráter urbanístico; e (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). d) patrimônio ambiental, no que se refere à manutenção e à valorização; (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). II – infraestrutura urbana, no que se refere a equipamentos e redes de água, esgoto, drenagem, energia, entre outros; (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). III – bens ambientais, no que se refere à qualidade do ar, do solo e subsolo, das águas, da flora, da fauna, e às poluições visual e sonora decorrentes da atividade; (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). IV – estrutura socioeconômica, no que se refere a produção, consumo, emprego e renda da população; e (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). V – valorização imobiliária, a ser regulamentada. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. As obras de implantação de equipamentos públicos urbanos e comunitários, da malha viária, e outras que se tornarem necessárias em função dos impactos, bem como as medidas mitigadoras e compensatórias, serão, no que couber, de responsabilidade do empreendedor. (NR) (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). Art. 57. A avaliação do Projeto Especial de Impacto Urbano será realizada por meio de EVU, para o qual será exigido Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV –, Estudo de Impacto Ambiental – EIA – ou Relatório de Impacto Ambiental – RIA –, na forma da legislação aplicável. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010). § 1º Os empreendimentos ou atividades sujeitos ao EIA ou ao RIA serão dispensados do EIV. (Alterado pela L.C. nº 646, de 22 de julho de 2010).

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58.C. 57–B.C. incluindo a análise de. nº 646. (NR) (Incluído pela L. o EIV. Parágrafo único. § 2º Dar–se–á publicidade aos documentos integrantes do EIV. n° 646. A critério do SMGP. requeridas nos termos da legislação ambiental. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. Art.C.C. nº 646. (Incluído pela L. (NR) (Alterado pela L.C. I – adensamento populacional. parcelamento do solo. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). Estarão sujeitos à elaboração de EIV os empreendimentos e as atividades que potencialmente possam gerar efeitos positivos e negativos na qualidade de vida da população residente na área e suas proximidades. nas hipóteses previstas no Anexo 11 desta Lei Complementar.C. VI – ventilação e iluminação.C. de 22 de julho de 2010). regime de atividades.C.C. IV – valorização imobiliária. a qualquer interessado. de 22 de julho de 2010). atualizada e compilada até a L. de 22 de julho de 2010).C. no órgão competente do Poder Público Municipal.C. n° 646.C. § 1º Lei municipal definirá os empreendimentos e as atividades sujeitos ao EIV. de 22 de julho de 2010). 57–A. (NR) (Alterado pela L. (Incluído pela L. (Alterado pela L. n° 646. garagens e estacionamentos. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal § 2º O EVU. no mínimo. Os padrões previstos para o IA e Quota Ideal mínima por terreno somente poderão ser alterados por lei específica. (Incluído pela L. incluindo a L.C. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. (Incluído pela L.C. e (Incluído pela L. (Incluído pela L. o EIA ou o RIA serão elaborados de acordo com legislação específica. n° 646. A elaboração do EIV não substitui a elaboração e a aprovação de EIA. n° 646. VII – paisagem urbana e patrimônio natural e cultural. n° 646. 434/99. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. n° 646. de 22 de julho de 2010). II – equipamentos urbanos e comunitários. de 22 de julho de 2010). III – uso e ocupação do solo. (Incluído pela L.C. o seguinte: (Incluído pela L. regime volumétrico.C. 646/10. poderão ser alterados os padrões previstos para recuos de ajardinamento. de 22 de julho de 2010). que ficarão disponíveis para consulta. n° 646. 667/11. n° 646. de 22 de julho de 2010). Art. 68 . n° 646. Art.L. V – geração de tráfego e demanda por transporte público. de 22 de julho de 2010). nº 646.

C.C. II – Projeto Especial de Impacto Urbano de 2º Grau. devendo atender a condicionantes e solucionar impactos inerentes à atividade ou ao empreendimento proposto.(NR) (Alterado pela L. ou (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). I – da atividade ou do empreendimento.C. nº 646. de 22 de julho de 2010). 58 desta Lei Complementar. pela característica do impacto gerado.C. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). nº 646. nº 646. poderá ser encaminhada ao CMDUA solicitação de alteração de enquadramento: (Alterado pela L.1 desta Lei Complementar. complexidade e abrangência. a) compatibilização ou adequação a um padrão preexistente predominante e consolidado. de 22 de julho de 2010).C. I – por obrigatoriedade. Art.C.C. para as situações previstas no Anexo 11. I – Projeto Especial de Impacto Urbano de 1º Grau.C. (Alterado pela L. II – do Projeto Especial de Impacto Urbano de 1º Grau como Projeto Especial de Impacto Urbano de 2º Grau. se classifica em: (Alterado pela L. visando a: (Alterado pela L. Projeto Especial de Impacto Urbano de 1º Grau é a proposta de empreendimento ou atividade que. (Alterado pela L.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II Art. dimensão ou configuração. (Alterado pela L. 59. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). nº 646. ou (Alterado pela L. 69 . nº 646. conforme disposto no art. III – Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau – Operação Urbana Consorciada. serão atendidos todos os estudos e pré– requisitos inerentes ao novo enquadramento pretendido. quando se tratar de flexibilização de padrões do regime urbanístico. mediante análise de suas características diferenciadas. de 22 de julho de 2010). Os Projetos Especiais de Impacto Urbano. como Projeto Especial de Impacto Urbano de 1º ou 2º Graus.C. § 2º Para a análise da alteração do enquadramento. 60. não listado no Anexo 11. de 22 de julho de 2010). nº 646.1 desta Lei Complementar. nº 646.C. nos casos previstos no Anexo 11. nº 646. nº 646. § 1º Em razão da análise da complexibilidade ou da abrangência do empreendimento pelo SMGP e com a anuência do requerente. e (Alterado pela L. nº 646. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). II – por solicitação. de 22 de julho de 2010).C. nº 646. b) adequação a terreno com características excepcionais de topografia.C. serão classificados em: (Alterado pela L. de porte ou de atividade. de 22 de julho de 2010).C. de 22 de julho de 2010). nº 646. nº 646.1 desta Lei Complementar. em termos morfológicos. ou com incidência de elementos naturais ou culturais a preservar.

C. d) adequação de edificação residencial de interesse social. nº 646. 1 (um) quarteirão ou com área mínima de 5. considera–se: (Alterado pela L. reciclagem de uso de prédio existente. Parágrafo único. 667/11. Projeto Especial de Impacto Urbano de 2º Grau é a proposta de empreendimento.C. f) terreno atingido por traçado deste PDDUA.000m² (cinco mil metros quadrados) na MZ 01 e de 10. Art. vias com predominância de usos diferentes dos propostos por este PDDUA.1 desta Lei Complementar. e) em edificação desconforme aprovada por legislação anterior.2. II – pequeno porte o empreendimento ou atividade não residencial com limites inferiores aos estabelecidos no inc. nº 646.C.L. com utilização de Transferência do Potencial Construtivo. reciclagem de uso de edificação não residencial em Área Miscigenada. desta Lei Complementar. nº 646. atualizada e compilada até a L.C. ou (Alterado pela L. desta Lei Complementar: (Alterado pela L. se classifica em: (Alterado pela L. 434/99. nº 646. ou edificação não residencial em Área Miscigenada. de 22 de julho de 2010). nº 646. nos casos previstos no Anexo 11. ou (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). com aclive ou declive maior que 2m (dois metros) no recuo de jardim. de 22 de julho de 2010). com regimes urbanísticos diversos. de 22 de julho de 2010). Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal c) aumento de porte ou adequação de preexistências. 1 e 2. atividade ou plano conjunto de parcelamento e edificação que. de 22 de julho de 2010). visando à 70 . com pequenas dimensões. I – médio porte o empreendimento ou atividade não residencial com área adensável entre 10.C. incluindo a L. nº 646. de 22 de julho de 2010).000m² (dez mil metros quadrados) no restante das Macrozonas. fls.C.C. na totalidade. I deste parágrafo. para terreno que configure. pela característica do impacto gerado.C.2. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L.C. de 22 de julho de 2010). situado na Área de Ocupação Intensiva. nº 646. de 22 de julho de 2010).C. de 22 de julho de 2010).000m² (dez mil metros quadrados) e 30. b) de regime urbanístico específico sem acréscimo na altura. nº 646.C. 61. nº 646. nº 646. 3. (NR) (Alterado pela L. 646/10. nº 646.C. e (Alterado pela L. fl. (Alterado pela L. a) de regime urbanístico específico com acréscimo na altura. (Alterado pela L. I – por obrigatoriedade. visando à qualificação da paisagem urbana.C.C. Para fins de aplicação do Anexo 11. devendo atender a condicionantes e solucionar impactos inerentes à atividade ou ao empreendimento proposto. de 22 de julho de 2010).000m² (trinta mil metros quadrados) ou com guarda de veículos entre 200 (duzentas) e 400 (quatrocentas) vagas. (Alterado pela L. ou localizada na Área Central. II – por solicitação. com base neste artigo e no Anexo 11.

situado na Área de Ocupação Intensiva. ou (Alterado pela L.C. considerada a totalidade dos impactos gerados. com possibilidade de representar novas formas de ocupação do solo e de alcançar transformações urbanísticas estruturais. (NR) (Alterado pela L. (Alterado pela L. § 2º A análise e as exigências por parte do SMGP no EVU ficarão restritas aos quesitos objeto da solicitação. (Alterado pela L.C. e constitui–se na proposta para setor da Cidade que. Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau é a Operação Urbana Consorciada prevista na Lei Federal nº 10.000m² (dez mil metros quadrados) no restante das Macrozonas. Art. nº 646. (Alterado pela L. c) de regime urbanístico específico. melhorias sociais e valorização ambiental.2 desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). de 2001. nº 646. para fins de aprovação do projeto que observe os requisitos e fundamentos que justificaram a aprovação do EVU. nº 646. de 22 de julho de 2010). O EVU de Projeto Especial de Impacto Urbano de 2º Grau aprovado vigorará como regime urbanístico. visando à qualificação da paisagem urbana. considera–se de grande porte o empreendimento ou atividade com área adensável superior a 30. nº 646. (Alterado pela L. 1 (uma) testada contígua e integral de quarteirão ou com área mínima de 5. para parcelamento do solo. 62. no seu processo de produção e pelas suas peculiaridades. e alterações posteriores. de 22 de julho de 2010).C.C. de 22 de julho de 2010). podendo ser solicitado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente – SMAM – instrumento de avaliação de impacto ambiental.C.C. 71 . de 22 de julho de 2010). Art. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). d) de alteração do percentual de doação de áreas públicas. II – estruturação urbana ambiental. envolve múltiplos agentes.000m² (cinco mil metros quadrados) na MZ 01 e de 10. nº 646. de 22 de julho de 2010). (NR) (Alterado pela L. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). § 1º Para fins de aplicação do Anexo 11. com significativo comprometimento do terreno com a preservação de Patrimônio Ambiental. nº 646. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II qualificação da paisagem urbana. para terreno que configure.257. nº 646. nº 646. § 1º Classifica–se como Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau – Operação Urbana Consorciada – o projeto de: (Alterado pela L.C.C.C.000m² (trinta mil metros quadrados) ou com guarda de veículos superior a 400 (quatrocentas) vagas. no mínimo. para terreno situado em Área de Interesse Cultural e Área de Ambiência Cultural. nº 646. I – renovação ou revitalização urbana.C. nº 646. 63.

de 22 de julho de 2010). IV – área destinada a usos específicos de caráter metropolitano. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). nº 646. entre outras medidas. de 22 de julho de 2010). a modificação dos padrões de uso e ocupação do solo. necessariamente.C. nº 646. VI – as finalidades da operação. (Alterado pela L. nº 646. bem como alterações dos padrões edilícios. (Alterado pela L. § 2º A partir da data de vigência da lei específica de que trata o ‘caput’ deste artigo.L. de 22 de julho de 2010).C. (Alterado pela L.C.C. de 22 de julho de 2010). Art.C. nº 646. nº 646. aos usuários permanentes e aos investidores privados em função da utilização dos benefícios previstos no § 3º do art. contendo. desde que considerados os impactos urbanos ambientais. de 22 de julho de 2010). nº 646. atualizada e compilada até a L. (Alterado pela L. I – a definição da área a ser atingida. de 22 de julho de 2010). 646/10. § 3º Mediante lei específica. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal III – preservação de identidades culturais locais. prever contrapartidas que promovam melhorias sociais. de 22 de julho de 2010).C. (Alterado pela L. são nulas as licenças e as autorizações a cargo do Poder Público Municipal expedidas em desacordo com o plano da Operação Urbana Consorciada. inclusive o potencial construtivo e os padrões de parcelamento. II – o programa básico de ocupação da área. no mínimo: (Alterado pela L. 63 desta Lei Complementar. (Alterado pela L. e (Alterado pela L.C. de 22 de julho de 2010). nº 646. no Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau – Operação Urbana Consorciada –. nº 646. e (Alterado pela L.C. (Alterado pela L.C. III – o regime urbanístico proposto.C. VII – o estudo prévio de impacto urbano ambiental. poderão ser previstas.C. IV – o padrão edilício. 64.C.C. (Alterado pela L. V – núcleo autossustentável na Área de Ocupação Rarefeita. (NR) (Alterado pela L. 72 . 434/99.C. Na lei específica que aprovar Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau ou Operação Urbana Consorciada constará o plano da operação. nº 646. § 4º Os projetos de lei que tratam de Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau são de iniciativa do Poder Executivo e devem. de 22 de julho de 2010). nº 646. VIII – a contrapartida a ser exigida aos proprietários. nº 646. de 22 de julho de 2010). subsolo e espaço aéreo. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).C. nº 646. V – o programa de atendimento econômico e social para a população diretamente afetada pela operação. (Alterado pela L. nº 646. nº 646.C.C.C. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. 667/11. incluindo a L. nº 646.

com o objetivo de alcançar. VI – permita o acesso público aos sítios de valor paisagístico. III – não possua risco de alagamentos ou inundações. de 22 de julho de 2010). n° 646. melhorias sociais. transformações urbanísticas estruturais. de 22 de julho de 2010). n° 646. em uma área. contaminação das águas ou outro deterioramento do terreno. (Alterado pela L.C. (Alterado pela L. (NR) (Alterado pela L.C. de 22 de julho de 2010). § 1º VETADO. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). A lei específica que aprovar a Operação Urbana Consorciada poderá prever a emissão pelo Município de Porto Alegre de quantia determinada de certificados de potencial adicional de construção. de 22 de julho de 2010). obrigatoriamente compartilhado com representação da sociedade civil. 63 desta Lei Complementar. O núcleo autossustentável na Área de Ocupação Rarefeita. V do art. não se aplicando o regime desta Lei Complementar. n° 646. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. (Alterado pela L.C. § 2º As Operações Urbanas Consorciadas possuirão limites e regimes urbanísticos definidos por lei específica.C. (Alterado pela L. VIII deste artigo serão aplicados exclusivamente na própria Operação. n° 646. (Alterado pela L. Lugares ou Unidades de Proteção do Ambiente Natural será fixada pelo respectivo EVU.C.C.C. nº 646. conforme definição constante no § 1º do art.C. nº 646. 65. II – não ocasione erosão.C.C. 64–A. n° 646. IV – não altere significativamente a capacidade de absorção do solo. (Alterado pela L. Art. que serão aplicados na própria região de implantação da Operação. que serão alienados em leilão ou utilizados diretamente no pagamento das obras necessárias à própria operação. será admitido. previsto no inc. indicados no EVU.C. V – em caso de aterramento. nº 646. § 2º VETADO. desmoronamento. econômicas e valorização ambiental. 90 desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). n° 646. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. I – a destinação de Áreas. Art. de 22 de julho de 2010). 73 . nº 646. n° 646.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II IX – a forma de controle da operação. quando observadas as seguintes condições: (Alterado pela L. não acarrete problemas de drenagem aos terrenos lindeiros. § 1º Os recursos obtidos pelo Poder Público Municipal na forma do inc.

111 desta Lei Complementar deverá partir de estoques calculados com base em 30 eco/ha (trinta economias por hectare) nos 74 . definido nos incs. n° 646. com o objetivo de atender à demanda e racionalizar os custos de produção e manutenção dos equipamentos urbanos e comunitários de forma a garantir o desenvolvimento urbano sustentável. a fim de controlar o uso dos equipamentos urbanos e comunitários. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal VII – seja autossuficiente na provisão de infraestrutura e equipamentos urbanos e comunitários. de 22 de julho de 2010). 68. II – densidade populacional. C. (L. (NR) Revogado. 434/99. (Incluído pela L.C. § 2º Os patamares expressos nos incisos I e II referem–se à densidade bruta. II – demais Macrozonas da Área de Ocupação Intensiva: 120eco/ha (cento e vinte economias por hectare) por UEU. e os expressos no inciso III. incluindo a L. 67. de 22 de julho de 2010). Art. Densidade é a relação que indica a intensidade do uso e ocupação do solo urbano expressa pela: I – densidade habitacional. Parágrafo único. 646/10. n° 646. de 6 de janeiro de 1994. de 22 de julho de 2010). A aplicação do Solo Criado. 667/11. através do número de habitantes fixos por hectare.C.C. atualizada e compilada até a L. no qual a densidade bruta poderá chegar a patamares intermediários entre a densidade prevista para as Áreas de Ocupação Intensiva e Rarefeita. a fim de controlar o uso da infraestrutura urbana e dos serviços públicos. e número de economias por hectare. à densidade líquida. I. Os patamares diferenciados de densificação estabelecidos para as Unidades de Estruturação Urbana são propostos segundo as diretrizes do Modelo Espacial e compatibilizados com o disposto na Lei Complementar nº 315.L. O Município promoverá o monitoramento da densificação através de patamares máximos de densidade por Macrozona e Unidades de Estruturação Urbana. n° 646. e (Alterado pela L. residentes ou não. Art. através do número total de habitantes por hectare. CAPÍTULO VI Do Monitoramento da Densificação Art. 66. Parágrafo único. VIII – o terreno tenha área igual ou superior a 20ha (vinte hectares). § 1º Ficam estabelecidos como patamares máximos de densificação: I – na Cidade Radiocêntrica: 160 eco/ha (cento e sessenta economias por hectare) por UEU.C. II e III do art. sendo que o máximo admitido será de 30hab/ha (trinta habitantes por hectare). III – nos quarteirões: 260eco/ha (duzentos e sessenta economias por hectare).C.

estoque esse não renovável.000m² (dez mil metros quadrados) por UEU nas zonas adensáveis. O SMGP constituirá e manterá Cadastro Urbano disciplinado por lei específica. § 1º O Cadastro Urbano terá como objetivos: (Incluído pela L. de 23 de janeiro de 2011). II – 25% (vinte e cinco por cento) do estoque de índices adensáveis nas Macrozonas. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010).C.C. desde que o empreendimento seja precedido de avaliação de impacto e que o montante seja descontado do estoque da Macrozona. o SMGP colocará à venda o estoque de índices adensáveis reserva. assim distribuídos: (Alterado pela L. carências e tipologias. 70.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II Corredores de Centralidade e 20 eco/ha (vinte economias por hectare) nas demais zonas. indicando suas diretrizes. de 22 de julho de 2010).C. Em Projetos Especiais de Impacto Urbano de Realização Necessária. n° 646. em especial aqueles que necessitam de alterações de uso do solo ou outorga onerosa do direito de construir.C. segundo parâmetros e critérios de qualidade ambiental no que se refere a dimensionamento. 69. de 22 de julho de 2010). no mínimo. Fica garantido um estoque de índices adensáveis de. Sempre que o estoque das UEUs se esgotar. n° 646. n° 463. n° 646. 10. I – coletar e armazenar informações descritas do espaço urbano. (Incluído pela L. II – manter atualizado o sistema descritivo das características da Cidade. n° 646. de 22 de julho de 2010). (NR) (Alterado pela L. não ultrapassando o disposto no Anexo 6 desta Lei Complementar. n° 646. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. de forma a garantir informações às equipes técnicas que avaliam e aprovam Projetos. de 22 de julho de 2010). Art. (NR) (Alterado pela L.C. (Incluído pela L. (Incluído pela L. 71. de 22 de julho de 2010). 71–A. Art. conforme Anexo 4 desta Lei Complementar. Art.C. I – 75% (setenta e cinco por cento) do estoque de índices adensáveis nas UEUs (Unidades de Estruturação Urbana). (Incluído pela L.C. poderá ser aplicado estoque de índices adensáveis maior do que o da respectiva UEU. (NR) (Alterado pela L. O monitoramento da densificação observará a avaliação permanente dos equipamentos urbanos e comunitários e da mobilidade urbana. para o monitoramento do adensamento urbano. Parágrafo único. e realizará estudos que avaliarão a possibilidade de densificação. (Alterado pela L.C. n° 463.C.C.C. n° 646. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). de 23 de janeiro de 2011). Art. n° 646. III – implantar e manter atualizado o sistema cartográfico. 75 . correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do total apurado. n° 646. de 22 de julho de 2010). (NR) (Alterado pela L. n° 646.

parecer prévio do SMGP. n° 646. V – fazer com que o sistema cartográfico e o descritivo gerem as informações necessárias à execução de planos de desenvolvimento integrado da área urbana. § 2º Quando o equipamento urbano estruturar o espaço ou constituir marco referencial da população.L. (Incluído pela L. é identificado no modelo espacial como uma área especial. § 2º O Cadastro Urbano será elaborado e atualizado com participação popular. e (Incluído pela L. cemitérios. de 22 de julho de 2010).C. (Incluído pela L. São equipamentos urbanos públicos ou privados: I – os equipamentos de administração e de serviço público (segurança pública. de 22 de julho de 2010). 646/10. de 22 de julho de 2010). com base nos dados do Cadastro Urbano. n° 646. 434/99. § 3º O Município promoverá a implantação descentralizada dos equipamentos urbanos no sentido 76 . de 22 de julho de 2010).C. incluindo a L. de 22 de julho de 2010). n° 646. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. n° 646.C. de caráter pontual. n° 646.C. com ocupação em superfície diferenciada da morfologia do entorno. (Incluído pela L. § 6º O Cadastro Urbano ficará à disposição da comunidade e dos diversos órgãos públicos envolvidos com o planejamento urbano.C. 72. administrativos de uso comum e especial). Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal IV – fornecer dados físicos para o planejamento urbano. infraestrutura urbana. de 22 de julho de 2010). n° 646. de 22 de julho de 2010). § 1º Conceitua–se equipamento urbano. III – os equipamentos de circulação urbana e rede viária. atualizada e compilada até a L. § 4º O Cadastro Urbano servirá de base para a política de monitoramento estabelecida. n° 646. § 7º Os Projetos Especiais de Impacto Urbano deverão receber. especialmente. § 3º O Cadastro Urbano conterá dados qualitativos e quantitativos que demonstrem a capacidade de absorção dos novos empreendimentos pelos equipamentos públicos pela infraestrutura urbana local. 667/11.C. (Incluído pela L. nos arts. como uma interface que caracteriza mudança na predominância de uso. (Incluído pela L.C. (Incluído pela L.C. II – os equipamentos comunitários e de serviço ao público (de lazer e cultura e de saúde pública).C. CAPÍTULO VII Dos Equipamentos Urbanos e das Áreas Especiais Art. para efeitos do PDDUA.C. n° 646. § 5º O Cadastro Urbano terá atualização periódica e servirá como instrumento do planejamento municipal e referência para o monitoramento deste PDDUA. 66 e 70 desta Lei Complementar.C.

I – densidade bruta: código 15. Art. n° 646. não são passíveis de enquadramento no regime urbanístico estabelecido na Parte III e nos Anexos desta Lei. classificando–se em: I – Áreas Especiais de Interesse Institucional. no sentido de organizar a ocupação do espaço aéreo e do subsolo dos logradouros. As Áreas Especiais de Interesse Institucional são aquelas onde estão implantados equipamentos urbanos ou que são objeto de projetos governamentais e que. será concedido licenciamento para parcelamento do solo. forma de ocupação do solo e valores ambientais. fica definido o seguinte regime urbanístico: (Incluído pela L. 74. Para a área especial instituída no ‘caput’ deste artigo. condicionado a suas peculiaridades no que se refere a características locacionais. § 2º Após a instituição de Área Especial. resguardadas as condições ambientais desejáveis.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II de obter adequada distribuição das atividades governamentais no território. § 4º O Município estabelecerá zoneamento para as redes aéreas e subterrâneas. 77 . n° 646. até a definição do regime urbanístico próprio. (Incluído pela L.C. de 06 de agosto de 2010). não podendo acarretar prejuízo aos valores ambientais intrínsecos que determinaram a instituição da Área Especial de que se trata. cujos limites constam do Anexo 1.C. (Incluído pela L. com vistas a propiciar melhor atendimento da população. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). n° 649. o Poder Executivo enviará à Câmara Municipal projeto de lei definindo o seu regime urbanístico. (Incluído pela L. através de Projetos Especiais. § 1º Nas Áreas Especiais. 73. no prazo máximo de 01 (um) ano. Parágrafo único. Fica instituída Área Especial de Interesse Institucional constituída pelo conjunto de terrenos ocupados pelo Complexo Hospitalar Conceição. n° 646. § 5º Fica determinado o bloqueio total de sinais de radiofreqüência básica de telefonia celular no espaço aéreo correspondente às áreas dos equipamentos urbanos de segurança pública destinados ao cumprimento de penas privativas de liberdade e localizados no Município de Porto Alegre.C. por suas características. Art. SEÇÃO I Das Áreas Especiais de Interesse Institucional Art. III – Áreas Especiais de Interesse Ambiental. estabelecendo faixas e profundidades de utilização para cada um deles. 74–A. de 22 de julho de 2010). uso e edificação. pelos diversos equipamentos de infraestrutura urbana. por lei específica. II – Áreas Especiais de Interesse Urbanístico. Áreas Especiais são aquelas que exigem regime urbanístico específico.C.1 desta Lei Complementar.

SUBSEÇÃO I Das Áreas Especiais de Interesse Social – AEIS Art. V – padrão para guarda de veículos: 100 (cem) vagas e mais 1 (uma) vaga para cada 50m2 (cinquenta metros quadrados) de área computável construída a partir de 27 de outubro de 2010. (Incluído pela L. n° 646. de 22 de julho de 2010). e (Incluída pela L.C. 75. As Áreas Especiais de Interesse Urbanístico dividem–se em: I – Áreas Especiais de Interesse Social – AEIS. compreendendo as seguintes situações: I – AEIS I – assentamentos autoproduzidos por população de baixa renda em áreas públicas ou privadas. 78 . de 22 de julho de 2010). (Incluída pela L. c) TO: 75% (setenta e cinco por cento). de 22 de julho de 2010). a) altura na divisa: 22m (vinte e dois metros). n° 646. (Incluída pela L. de 22 de julho de 2010). n° 646. 76. os seguintes instrumentos de regularização fundiária: (Alterado pela L.C. n° 646.C.C. volumetria: (Incluído pela L.C. n° 646. VI – recuo de ajardinamento: serão isentos de recuo de ajardinamento os prédios com frente para as Ruas Umbu e Marco Pólo. normas próprias de uso e ocupação do solo. IA: código 15. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). II – III – IV – SEÇÃO II Das Áreas Especiais de Interesse Urbanístico Art.C. 646/10. e (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. n° 646. (Incluído pela L. n° 646. n° 646.L. II – Áreas Urbanas de Ocupação Prioritária – AUOP. conforme o caso.C. As Áreas Especiais de Interesse Social são aquelas destinadas à produção e à manutenção de Habitação de Interesse Social. de 22 de julho de 2010).C. de 22 de julho de 2010).C. 434/99. incluindo a L. IV – Áreas de Revitalização. n° 646.C. atualizada e compilada até a L.C. b) altura máxima: 33m (trinta e três metros). aplicando–se nessas áreas. com destinação específica. III – Áreas de Contenção ao Crescimento Urbano –ACCRU.C. 667/11. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal atividade: hospital.

será admitido o Urbanizador Social. de 22 de julho de 2010). e alterações posteriores. o usucapião especial de imóvel urbano.257. 3. sem a remoção dos moradores. 21.C. de 4 de setembro de 2001. e alterações posteriores. (Alterado pela L.257. § 3º Na produção e implantação de parcelamento do solo ou edificações destinados a suprir a demanda habitacional prioritária. ou ainda na regularização de parcelamentos do solo enquadrados como tal. n° 646. de 22 de julho de 2010). concessão de uso especial para fins de moradia. de 22 de julho de 2010). de 2001.C.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II a) nas áreas municipais: (Alterada pela L. 1. n° 646. e alterações posteriores. § 1º As áreas instituídas como AEIS I e II integrarão os programas de regularização fundiária e urbanística. subutilizados. para esses fins. 2. (Alterado pela L. na maioria das vezes com carência de equipamentos públicos e comunitários. e. considerado o déficit anual da demanda habitacional prioritária e os imóveis subutilizados das AUOPs. com o objetivo da manutenção de Habitação de Interesse Social. 22. IV – AEIS IV – áreas ocupadas com fins de uso habitacional por populações de baixa renda com incidência significativa de edificações precárias. de 22 de julho de 2010). III – AEIS III – imóveis não–edificados. nos termos da Medida Provisória nº 2. o direito de superfície. previsto nos arts. n° 646. localizados na Área de Ocupação Intensiva. n° 646. incentivos ou outras formas de atuação para a consecução dos objetivos. que venham a ser destinados à implantação de Habitação de Interesse Social com interveniência do Poder Público.220. (Alterado pela L. n° 646. de 9 de janeiro de 1991. o Poder Público Municipal fornecerá assistência técnica e jurídica gratuita para as comunidades ou os grupos sociais menos favorecidos. com as responsabilidades previamente definidas em projeto específico.C. em conformidade com o previsto nos arts. nos mesmos termos do loteador. 23 e 24 da Lei Federal nº 10. (Alterada pela L. II – AEIS II – loteamentos públicos ou privados irregulares ou clandestinos que atendam às condições de habitabilidade nos termos do § 5° deste artigo. § 4º Urbanizador Social é o empreendedor imobiliário cadastrado no Município com vistas a realizar empreendimentos de interesse social em áreas identificadas pelo Município.C. permitida a promoção de parcerias. 79 . § 2º A delimitação e localização de áreas destinadas à produção de Habitação de Interesse Social dar–se–á pela instituição de AEIS III pelo Poder Executivo.C. não plenamente concluídas. b) nas áreas privadas. de 22 de julho de 2010). que será o responsável pelo empreendimento. dependendo de lei específica para a sua regulamentação. em conformidade com o disposto na Lei Complementar nº 242. concessão do direito real de uso. exceção feita às moradias em situação de risco e em casos de excedentes populacionais. degradadas ou destinadas originalmente a outras atividades. 9º e 14 da Lei Federal nº 10. de 2001.

de 22 de julho de 2010). n° 646. Art. n° 646. § 6º A instituição das AEIS. (Alterado pela L. I do ‘caput’ deste artigo. com a mesma destinação e finalidade. 3/4 e 4/4 em anexo a esta Lei Complementar. de 2001. de 22 de julho de 2010). podendo ser doação decorrente de loteamento particular. após a desafetação. conforme sua característica. circulação e transporte. § 8º São consideradas como AEIS as áreas demarcadas nos mapas 1/4. 646/10.C. atendidas as condições e requisitos da Lei Complementar nº 242. II – a população do respectivo bairro for consultada e aprovar a medida. I do ‘caput’ deste artigo.C. 667/11. limpeza urbana e segurança. aos moradores que ali residirem por mais de 5 (cinco) anos e que preencham os requisitos da Medida Provisória nº 2. § 10. n° 646. de gleba de igual área. com regime urbanístico a ser definido por decreto. Ficam incluídas como AEIS I ou II.L. obras ou valor correspondente em moeda corrente a ser destinado ao Fundo Municipal de Desenvolvimento – FMD. de suas autarquias. incluindo a L.C. (NR) (Incluído pela L. § 7º A regularização fundiária de núcleos habitacionais em áreas de propriedade municipal. n° 646. de 22 de julho de 2010). a desafetação somente poderá ocorrer após a desapropriação. de 22 de julho de 2010). n° 646.C. (Incluído pela L. As áreas caracterizadas como bens de uso comum do povo atingidas por AEIS I e II somente serão objeto de processo de desafetação se: I – o índice de área verde por habitante. conforme regulamentação específica. de 22 de julho de 2010). preferencialmente no bairro.C. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). sob a forma de imóveis. n° 646. de 10 de janeiro de 1991.C. independentemente da Zona em que se situem. bem como a regularização urbanística e recuperação urbana levadas a efeito pelos programas municipais. atualizada e compilada até a L. § 2º Excluem–se do disposto neste artigo as áreas que integravam o Programa de Regularização Fundiária quando da entrada em vigor desta Lei Complementar. for e mantiver–se. § 9º Nas AEIS I de que trata a al. fica reconhecida a Concessão de Uso Gratuito para fins de moradia. 2/4. ‘a’ do inc.C. 77. igual ou acima do parâmetro definido na Lei Orgânica do Município de Porto Alegre.C.C. não exime o loteador das responsabilidades civis e criminais e da destinação de áreas públicas. e (Alterado pela L. 80 . empresas públicas e sociedades de economia mista dar–se–á pela instituição de AEIS I. preferencialmente no bairro. § 1º Se as condições locais não permitirem o cumprimento do disposto no inc.220. na respectiva Região de Gestão de Planejamento. ou imissão de posse. e alterações posteriores. mediante concessão de Direito Real de Uso. situada na mesma região. 434/99. de 22 de julho de 2010). (NR) (Alterado pela L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal § 5º Consideram–se condições de habitabilidade o atendimento a padrões de qualidade de vida e o equacionamento dos equipamentos urbanos e comunitários. as áreas mapeadas e levantadas pelo Departamento Municipal de Habitação – DEMHAB – como áreas irregulares no Município de Porto Alegre. n° 646. podendo tal direito ser exercido na própria área ou de acordo com o § 1º deste artigo. (Incluído pela L.C. mediante laudo técnico elaborado pela SMAM e pela SPM.

edificação ou utilização compulsórios do solo urbano não edificado. I – parcelamento. § 4º As AEIS I e II terão como padrões aqueles estabelecidos nos respectivos levantamentos topográficos e cadastrais ou dispositivos de controle advindos de regulamentação específica. delimitação e detalhamento das AEIS. de 22 de julho de 2010). de 2001. 81 . e § 1º A regularização de loteamento. As Áreas Urbanas de Ocupação Prioritária – AUOPs – são os locais da Área de Ocupação Intensiva identificados como imóveis urbanos destinados à ocupação prioritária. 79. II – imposto progressivo no tempo sobre a propriedade predial e territorial urbana. subutilizado ou não utilizado. proprietários de terrenos. decorrente do Plano Municipal de Habitação de Interesse Social. § 2º O proprietário de imóvel que pretenda construir Habitação de Interesse Social poderá solicitar ao Poder Executivo a instituição mediante Estudo de Viabilidade Urbanística. mediante a majoração da alíquota pelo prazo de 5 (cinco) anos consecutivos. observado o disposto na Lei Federal nº 10. (NR) SUBSEÇÃO II Das Áreas Urbanas de Ocupação Prioritária – AUOP Art. n° 646.257. equiparando–se à habitação para efeito de regularização ou remoção. e (Alterado pela L. n° 646. e alterações posteriores. de 1993. n° 646. § 5º Incluem–se no cadastro referido no parágrafo anterior as edificações existentes destinadas a práticas religiosas. até o máximo de 6% (seis por cento). empreendedores imobiliários ou associações e cooperativas de moradores. o qual deverá conter: I – padrões específicos do parcelamento do solo e/ou edificações.C. II – formas de participação da iniciativa privada.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II Art. de 22 de julho de 2010).C. visando à adequação de seu aproveitamento e ao cumprimento da função social da propriedade. II – a definição de regime urbanístico será por decreto quando a sua alteração restringir–se ao uso e outros indicadores – não modificando índices de aproveitamento e densificação em relação ao entorno – e por lei ordinária quando as alterações modificarem índices de aproveitamento e densificação. a participação dos moradores diretamente. poderá ser requerida pelos adquirentes dos lotes ou pelo loteador. 78. § 3º Será garantida. e serão regulamentadas mediante lei municipal específica. observando–se os seguintes procedimentos: I – as AEIS I e II serão instituídas por decreto do Poder Executivo e as AEIS III mediante lei ordinária. de 22 de julho de 2010).C. no processo de identificação. (Alterado pela L. na forma a ser definida em lei. (Alterado pela L. nos termos do disposto na Lei Complementar nº 312. sob pena de aplicação dos seguintes instrumentos: (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). n° 646. bem como a instituição de AEIS II para a sua regularização. através de suas entidades representativas e através das Regiões de Gestão do Planejamento. As AEIS serão definidas através de um processo gradativo e permanente de instituição.C.

a edificação e o parcelamento do solo.C. 667/11. a empreendimentos para HIS ou geração de postos de trabalho. para tanto. iguais e sucessivas. (NR) (Incluído pela L. § 2º As Regiões de Gestão do Planejamento poderão indicar as AUOPs para análise e deliberação do SMGP. n° 646. SUBSEÇÃO IV Das Áreas de Revitalização Art. atenderão às normas específicas definidas. § 1º Os imóveis notificados para promoção do parcelamento do solo ou edificação compulsórios destinar–se–ão. n° 646. 92–E desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). 81. incluindo a L. para fins de atendimento da função social da propriedade de gleba inserida nos limites das AUOPs e cujo proprietário tenha sido notificado para fins de parcelamento ou edificação compulsórios. Áreas de Contenção ao Crescimento Urbano – ACCRU – são locais cuja ocupação poderá acarretar comprometimento dos equipamentos urbanos e comunitários. 646/10. ou locais que apresentem condições ambientais impróprias à ocupação.L. com prazo de resgate de até 10 (dez) anos. atualizada e compilada até a L. II – áreas que integrem projetos. n° 646.C. devam ter tratamento diferenciado a fim de valorizar suas peculiaridades. (Alterado pela L. vedado o prédio de habitação coletiva. temporariamente. 80. e que. assegurados juros legais de 6% (seis por cento) ao ano e indenização pelo valor da base de cálculo do IPTU. podendo.C. características e inter–relações. § 1º Nas Áreas de Contenção ao Crescimento Urbano ficam vedados. § 2º Exclui–se do disposto no § 1º a edificação de apenas um prédio. São Áreas de Revitalização: I – os setores urbanos que. § 3º Fica facultado ao Município utilizar o instrumento do consórcio imobiliário previsto no art. 82 . planos ou programas especiais. o Município combinar o gravame de AEIS III sobre os imóveis notificados das AUOPs.C.C. descontado o valor incorporado em função de obras realizadas pelo Poder Público após notificação ao proprietário da necessidade do seu devido aproveitamento. visando à otimização de seu aproveitamento e à reinserção na estrutura urbana. de 22 de julho de 2010). salvo se objeto de projetos aprovados até a data da instituição da Área Especial. de 22 de julho de 2010). 434/99. (Alterado pela L.C. em parcelas anuais. SUBSEÇÃO III Das Áreas de Contenção ao Crescimento Urbano – ACCRU Art. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal III – desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública de emissão previamente aprovada pelo Senado Federal. pelo seu significativo Patrimônio Ambiental ou pela sua relevância para a cidade. quando não se trate de área com condições ambientais impróprias à ocupação . preferencialmente.

São Geraldo. em pavimentos térreos dos prédios localizados nos logradouros para tanto identificados no Anexo 5. turístico. IV – Praia de Belas – urbanização de iniciativa do Poder Público Municipal. n° 646. numa perspectiva de transformar essa área num polo de atração e irradiação de desenvolvimento científico. de 22 de julho de 2010). programas e projetos até agora elaborados para a Orla do Guaíba.7 desta Lei Complementar. 83 .pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II Art. não ultrapassarem 25% (vinte e cinco por cento) da testada do quarteirão. que deverá ser objeto de planos e projetos específicos a fim de integrar a cidade com o seu lago através da valorização da paisagem e visuais urbanas. Art.C. exploração do potencial turístico e de lazer e o livre acesso da população. deverá ser objeto de plano específico envolvendo a multiplicidade de situações que o caracterizam. cultural. n° 646. (NR) (Incluído pela L. objeto de regime urbanístico especial. regidas pelo Decreto Estadual nº 28. (Alterado pela L.436. Quanto ao Centro Histórico. tecnológico. promoção econômica e produção da Cidade como espaço de revitalização urbana com reconversão econômica. educacional. as seguintes Áreas de Revitalização: I – Centro Histórico – local de origem da cidade e de concentração de grande diversidade de atividades urbanas. nas dimensões histórica. V – 4º Distrito – compreende parte dos Bairros Floresta. 84. observar–se–á: I – vedação de bancos e postos de abastecimento. II – permissão da atividade bancos nos pavimentos térreos dos prédios nas demais ruas. Parágrafo único. de novos negócios e de desenvolvimento socioeconômico. no trecho entre a Usina do Gasômetro e a Divisa Sul do Município. salvo a UEU nº 9032. Ficam identificadas. destacado nas estratégias do PDDUA de estruturação urbana. Todos os planos. em seu conjunto. e (Incluído pela L. II – Ilhas do Delta do Jacuí – pertencentes ao Parque Estadual do Delta do Jacuí. de 22 de julho de 2010). cultural e econômica.164.C. As Áreas de Revitalização serão instituídas por lei e detalhadas por resolução do Conselho Municipal do Desenvolvimento Urbano Ambiental. artístico. Art. integrado ao processo de valorização e resgate dos espaços já existentes. de 28 de fevereiro de 1979. n° 646. consideradas as testadas dos imóveis sobre os quais acederem. 82. 83. III – Orla do Guaíba. observado o disposto no art. de inovação. quando. de 22 de julho de 2010). Navegantes e Humaitá.C. VI – Cais do Porto – do Gasômetro até a Estação Rodoviária – deverá ser objeto de planos e projetos específicos. que se rege conforme o disposto nesta Lei. qualificação ambiental. entre outras. serão reavaliados segundo as diretrizes explícitas no inciso III deste artigo. da Ilha da Pintada.

contribua para o Fundo Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural – FUMPAHC. V – as atividades existentes em pavimento térreo. a) 2. a atividade bancos será permitida – a critério do SMGP e ouvido o Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural (COMPAHC) – inclusive em pavimento térreo.C. atualizada e compilada até a L. n° 646. far–se–á mediante lei específica. 107. desta Lei Complementar. dispensada a aplicação do disposto no inciso I deste artigo. IV – a identificação de novos logradouros. b) 4. Ipiranga. Praia de Belas e ruas secundárias. (NR) Art. III – Altura – as alturas máximas permitidas são as seguintes: a) para os prédios situados nos lotes com frente para a Av. incs. Aureliano de Figueiredo Pinto. As edificações nas Unidades de Estruturação Urbana 1048 e 1050 obedecerão ao seguinte regime urbanístico: I – Índice de Aproveitamento (IA) – o aproveitamento máximo dos terrenos. § 2º. b) para prédios situados nos lotes com frente para as avenidas Borges de 84 . Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal III – a edificação de garagens atenderá o disposto no Anexo 10. neste caso. n° 646.C. além dos relacionados no Anexo 5. incluindo a L. nos locais com limitação de uso. A aplicação do disposto no inciso VII é condicionada aos seguintes parâmetros: I – a aprovação final do projeto e liberação do alvará de localização e funcionamento são condicionadas ao prévio depósito junto ao FUMPAHC. com destinação específica à recuperação de bens culturais. de 22 de julho de 2010). desde que não implique aumento de polarização. considerando neste índice as áreas computáveis e as áreas não adensáveis previstas no art. será de: (Alterado pela L. 667/11. no caso de o mesmo estar restaurado. de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. VI – nos bancos localizados em Edificações de Estruturação não incide a limitação de uso das testadas prevista no inciso II. II – Taxa de Ocupação – as taxas máximas permitidas são de 75% (setenta e cinco por cento). 85.0 (quatro) para os lotes com frente para as avenidas Borges de Medeiros. o máximo de 12m (doze metros) acrescidos de um pavimento para garagens e estacionamento. poder– se–ão relocalizar neste perímetro. e VII – em Edificações de Estruturação localizadas nos logradouros referidos no inciso I e na situação prevista no inciso VI. I.L. 646/10. II e III.7 desta Lei Complementar.C. sendo. desde que os interessados restaurem e conservem as características originais do prédio e.C. e II – a doação a que se refere o inciso VII deste artigo deverá ter como base de cálculo o custo de construção diretamente proporcional à área do pavimento térreo a receber a atividade. (Alterado pela L. Praia de Belas e ruas secundárias. 434/99. Dolores Alcaraz Caldas e Edvaldo Pereira Paiva.0 (dois) para os lotes com frente para a av.C.

n° 646. A identificação de Áreas Especiais de Interesse Ambiental visa ao cumprimento das diretrizes constantes na Lei Orgânica do Município referentes às políticas de preservação dos patrimônios cultural e natural e dividem–se em: I – Áreas de Proteção do Ambiente Natural.50m (um metro e cinquenta centímetros).50m (um metro e cinquenta centímetros). n° 646. de 22 de julho de 2010). (NR) SEÇÃO III Das Áreas Especiais de Interesse Ambiental Art. 107 desta Lei Complementar. (Alterado pela L. situados ou não em 85 . II – Áreas de Interesse Cultural. de 22 de julho de 2010). 4 – os recuos de frente são aplicáveis a ambas as testadas nos lotes de esquina. conforme o Anexo 10. garantindo um mínimo de 1. com repercussões em nível macro na cidade. Ipiranga. 3 – divisas laterais – 1. II – Lugares de Interesse Ambiental – são porções de território. 2 – laterais e fundos: 1/5 (um quinto) da altura. IV – Recuos mínimos: a) nos lotes com frente para as avenidas Edvaldo Pereira Paiva. 2 – de fundos – 05m (cinco metros). o máximo de 50m (cinquenta metros). I e II do § 8º do art. Praia de Belas ou para as ruas secundárias.C. b) nos lotes de frente para a Av. serão exigidas as seguintes condições de recuo mínimo para as edificações: 1 – de frente – 06m (seis metros). e III – Áreas de Ambiência Cultural. § 1º Fica obrigatória a previsão de vagas para a guarda de veículos.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II Medeiros. Borges de Medeiros. § 3º Os recuos mínimos de altura previstos no inciso IV deverão ser livres de construção. Aureliano de Figueiredo Pinto. Ipiranga. nas Áreas de Ocupação Intensiva e Rarefeita. a partir da abrangência espacial e de suas peculiaridades: I – Áreas de Interesse Ambiental – são porções de território com características culturais ou naturais diferenciadas que estruturam a paisagem ou constituem ecossistemas importantes. §1º A abordagem das Áreas Especiais de Interesse Ambiental. ocorrerá em três níveis. serão exigidas as seguintes condições de recuos mínimos para as edificações: 1 – de frente: 06m (seis metros). § 2º Ficam excluídas do aproveitamento máximo previsto no inciso I as vagas para a guarda de veículos previstas no § 1º. (Incluído pela L. 86. Aureliano de Figueiredo Pinto e Dolores Alcaraz Caldas. atribuindo–lhes identidade. aplicados a partir da referência de nível.1 e os incs.C. Dolores Alcaraz Caldas e Edvaldo Pereira Paiva. 3 – os recuos mínimos são aplicáveis a ambas as testadas nos lotes de esquina.

limitados aos bens inventariados ou tombados. de forma obrigatória. a destruição. naturais ou culturais. o imóvel terá o potencial construtivo limitado ao equivalente à área construída existente anteriormente à destruição. n° 646. (NR) SUBSEÇÃO I Das Áreas de Proteção do Ambiente Natural Art. 667/11. n° 646. deverão ser objeto de EVU. poderão ser instituídas novas Áreas de Proteção do Ambiente Natural. compreendendo as seguintes situações: (Alterado pela L. n° 646. compatibilizados com as características que lhes conferem peculiaridades e admitem um zoneamento interno de uso. A modificação não autorizada. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Áreas. de 22 de julho de 2010). por seus valores. e em Áreas de Interesse Cultural. (Alterado pela L. nas Áreas de Interesse Cultural e nas Áreas de Ambiência Cultural. 225. § 4º VETADO. 434/99. § 2º Por meio de lei. são passíveis de ações de preservação. por solicitação do interessado. a desfiguração ou o desvirtuamento da feição original. 646/10. § 5º Deverão ser criados critérios claros. (NR) Art. no todo ou em parte. atualizada e compilada até a L.L. n° 646. em Áreas Especiais. I – interdição de atividade ou utilização incompatíveis com os usos permissíveis. Áreas de Interesse Cultural e Áreas de Ambiência Cultural. § 3º As intervenções em Áreas de Proteção do Ambiente Natural. As Áreas de Proteção do Ambiente Natural terão o uso e a ocupação disciplinados por meio de regime urbanístico próprio. II – embargo da obra. de 22 de julho de 2010). 235 e 245 da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre. VI – aplicação de multa nos termos da lei. objetivos e padrões diferenciados que ressalvem a supremacia dos elementos naturais sobre os de construção na Área de Ocupação Rarefeita na qual a conservação das condições naturais contribua para a manutenção e equilíbrio dos ecossistemas. que. sujeitam o infrator às seguintes penalidades: (Alterado pela L.C. que possuem valor significativo passível de ações de preservação.C. (Alterado pela L. nos termos dos arts. 88. incluindo a L. 86 . com definição de limites e regimes urbanísticos próprios.C.C. a remoção. de 22 de julho de 2010). constituindo Projeto Especial de Impacto Urbano. de 22 de julho de 2010).C. III – obrigação de reparar os danos que houver causado ou restaurar o que houver danificado ou reconstituir o que houver alterado ou desfigurado. V – em caso de destruição de edificação Tombada e Inventariada de Estruturação.C.C. III – Unidades de Interesse Ambiental – são elementos pontuais. IV – demolição ou remoção de objeto que contrarie os objetivos de preservação. Lugares e Unidades de Interesses Ambientais. 87. que permitem identificar a ocorrência de conjuntos de elementos culturais ou naturais relacionados entre si. sem autorização do Poder Executivo.

geológicas. § 1º O EVU compreende o inventário do meio físico e biótico.C. Reservas Particulares. à recreação. (Alterado pela L. delimitados e instituídos por lei. Art. pelas suas condições fisiográficas. de 22 de julho de 2010). a ser aprovado. a delimitação geográfica e o zoneamento interno de usos. ouvidos os Conselhos Municipais competentes. (NR) (Incluído pela L. (Alterado pela L. § 3º As zonas de Preservação Permanente descritas no art. Reservas Legais. formem um ecossistema de importância no ambiente natural. 245 da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre que. ao lazer. n° 646. § 1º A Preservação Permanente aplicar–se–á às áreas referidas no art.C. 89. e no Código Florestal Estadual. favorecendo sua recuperação. tais como Reserva Biológica e Parque Natural.C. hidrológicas. os quais serão detalhados mediante Estudo de Viabilidade Urbanística – EVU. III – Corredores Ecológicos. compreendendo definições quanto a traçado viário e equipamentos. sendo que para a sua elaboração serão observados o regime urbanístico e os princípios estabelecidos na Lei Federal nº 4. 90. 245 da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre que não estejam prejudicadas em seus atributos e funções essenciais poderão receber apenas o manejo indispensável para a recuperação do equilíbrio e de sua perpetuação. climatológicas e faunísticas. § 5º Os Corredores Ecológicos são áreas remanescentes florestais. n° 646. § 2º A Conservação aplicar–se–á às áreas naturais que se encontrem parcialmente descaracterizadas em suas condições naturais originais e apresentem maior compatibilidade com as transformações urbanas. Unidades de Conservação. § 4º O uso e a ocupação do solo serão autorizados mediante a compatibilização do regime 87 . de 15 de setembro de 1965. com alterações posteriores. de 22 de julho de 2010). § 3º A aplicação dos princípios referidos no § 2º deste artigo será disciplinada por instrumento legal adequado. de 22 de julho de 2010). assim como criará Unidades de Conservação.771. As Áreas de Proteção do Ambiente Natural têm limites e regime urbanístico constantes no Anexo 1. desde que tais atividades não impliquem comprometimento significativo dos elementos naturais e da paisagem. O Município estabelecerá restrições ou limitações administrativas. II – Conservação. Áreas de Preservação Permanente ou quaisquer outras áreas de florestas naturais que possibilitam o livre trânsito de animais e dispersão de sementes das espécies vegetais e o fluxo gênico entre as espécies da fauna e flora e a conservação da biodiversidade e garantia da conservação dos recursos hídricos do solo. (Incluído pela L. n° 646. Art. à habitação e à produção primária. § 4º As zonas de Conservação poderão receber atividades destinadas à educação ambiental. n° 646.C. do equilíbrio do clima e da paisagem. botânicas. de 22 de julho de 2010).pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II I – Preservação Permanente. § 2º A elaboração de EVU será de iniciativa do Poder Público ou do requerente.

simbólicos.C.C. § 5º Lei específica regulamentará o Inventário do Patrimônio Cultural. as relações físicas e culturais com o entorno e a necessidade de manutenção de ambientação peculiar. 434/99. Para a identificação e a delimitação de Lugares e Unidades de Proteção do Ambiente Natural. § 2º A preservação de Áreas. 646/10.C. identificadas no Anexo 3 desta Lei Complementar. práticas culturais. ainda. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). observado. n° 646. § 1° Revogado. de referência. restauração e potencialização das áreas significativas. características. conteúdos. SUBSEÇÃO II Das Áreas de Interesse Cultural Art. o uso e a ocupação serão autorizados desde que demonstradas as condições desejáveis de preservação.L. § 4º A identificação das áreas e dos bens que constituem Patrimônio Cultural será objeto de estudos específicos baseados no Inventário do Patrimônio Cultural. 667/11. visando a sua preservação no quadro da sustentabilidade urbana e ao resgate da memória cultural por meio da revitalização. § 6º Com vistas à preservação das áreas e bens que constituem o Patrimônio Cultural. Áreas de Interesse Cultural são áreas que apresentam ocorrência de Patrimônio Cultural e que devem ser analisadas. n° 646. por meio de flexibilização e fomento pelo Poder Público. bem como para a elaboração dos respectivos EVUs e de EIVs. o valor arqueológico. II – redução dos padrões urbanísticos relativos aos dispositivos de controle das edificações vigorantes para o local ou entorno. vigência. estabelecendo conceitos. (L. de 22 de julho de 2010). a excepcionalidade. dentre as previstas para o local ou entorno. n° 646. tradições e heranças. de 22 de julho de 2010). incluindo sítios arqueológicos e áreas de interesse arqueológico. (NR) (Alterado pela L. mediante seleção de atividades passíveis de implantação. aplicam–se normas específicas para licenciamento de veículos de publicidade. desde que resguardados os valores naturais intrínsecos que determinaram a instituição da Área de Proteção. § 3º Na ausência de regime urbanístico específico para as Áreas de Interesse Cultural. ainda. por tombamento e inventário.C. aplicam–se os dispositivos referentes às Áreas de Proteção do Ambiente Natural. Art. 91.C. n° 646. Lugares e Unidades far–se–á pela definição de regime urbanístico específico. atualizada e compilada até a L. o que segue: I – permissão restrita ao uso e ocupação do solo. § 7º A edificação em terreno situado em Área Especial de Interesse Cultural com regime urbanístico 88 . formas de proteção e de incentivo. (Alterado pela L. considerando. 92.C. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal urbanístico estabelecido para o local ou entorno. arquitetônicos. nº 646. de 22 de julho de 2010). critérios de seleção. (Alterado pela L. através de Estudo de Viabilidade Urbanística. observados o valor histórico.C. incluindo a L.C. os valores de representatividade. (Alterado pela L.

nº 646. 92–A. nº 646. (Incluído pela L. e (Incluído pela L. nº 646. 89 . podendo também constituir transição entre as Áreas de Interesse Cultural e os demais setores da Cidade. 61. Seção III–A Das Áreas Especiais de Interesse Recreativo e Desportivo (Incluída pela L. 60 e na al.C. Parágrafo único. por apresentarem peculiaridades ambientais e culturais. de 22 de julho de 2010). e utilizando ainda: (Incluído pela L. (NR) (Incluído pela L. preservando os equipamentos existentes descritos no ‘caput’ deste artigo. de 22 de julho de 2010). II do art. nº 646. (Incluído pela L. (Incluído pela L. 60 e na al. nº 646. devem ser preservadas. II – estoques construtivos públicos alienáveis de Solo Criado e Transferência de Potencial Construtivo. de 22 de julho de 2010).pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II definido será analisada mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. podendo ser utilizados: (Incluído pela L. ‘a’ e ‘b’ do inc.C. nº 646. nº 646. ‘a’ e ‘b’ do inc. de 08 de outubro de 2010). II do art. e (Incluído pela L.C. sete ou salão. II – estoques construtivos públicos alienáveis de Solo Criado e Transferência de Potencial Construtivo. Art. nº 646. de 22 de julho de 2010). visando à análise. de 22 de julho de 2010). consideram–se as relações físicas e culturais com o entorno e a necessidade da manutenção de ambientação peculiar. nº 646.C. nº 646.C.C. § 1º Na identificação das Áreas de Ambiência Cultural. ao fomento e à flexibilização de padrões urbanísticos.C. nº 646. I – dispositivos previstos nas als. de 08 de outubro de 2010).C. nos termos do Capítulo V do Título IV desta Parte. de 08 de outubro de 2010). Áreas de Ambiência Cultural são áreas que.C. (Incluído pela L.C. de 22 de julho de 2010). II do art. nº 646. 92–B. quadras de vôlei ou basquete e áreas de recreação diversas. (Incluído pela L. 61. de 22 de julho de 2010). O regime urbanístico previsto para essas áreas será mantido. Subseção II–A Das Áreas de Ambiência Cultural (Incluída pela L. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. I – os dispositivos previstos nas als.C. Art. II do art. ‘c’ do inc. ‘c’ do inc. de 22 de julho de 2010).C. Áreas Especiais de Interesse Recreativo e Desportivo são aquelas áreas públicas onde estão localizados os campos de futebol de várzea. de 22 de julho de 2010). nos termos do Capítulo V do Título IV desta Parte. § 2º A edificação e o parcelamento do solo em terreno situado em Área de Ambiência Cultural deverão ser realizados conforme o regime urbanístico e as diretrizes constantes no Anexo 3 desta Lei Complementar ou por solicitação.

incluindo a L. (Incluído pela L. nº 646. atualizada e compilada até a L. de 22 de julho de 2010). Art. nº 646. sem prejuízo da utilização do instrumento para outras finalidades indicadas por esta Lei Complementar. 26 e 27 da Lei Federal nº 10. 26 da Lei Federal nº 10. para fins de implementação da política de habitação social mencionada no inc. 92–C. nº 646. 92–D. ‘a’ do inc. nº 646. § 3º A lei prevista no § 1º deste artigo deverá enquadrar cada área em que incidirá o direito de preempção em 1 (uma) ou mais das finalidades enumeradas no art. de 22 de julho de 2010). § 1º Fica incorporado o direito de superfície ao elenco de instrumentos à disposição do Município. renovável a partir de 1 (um) ano após o decurso do prazo inicial de vigência. de 22 de julho de 2010).C. nº 646.257. (Incluído pela L. (Incluído pela L. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). deverá fazê–lo por lei que delimite as áreas em que incidirá o direito de preempção. de 2001. fixando prazo de vigência não superior a 5 (cinco) anos.257. nº 646.C.C. 21 e regularização fundiária em AEIS. III do art. (Incluído pela L. § 2º O direito de superfície adotado no Município observará o disposto na Lei Federal nº 10. I do art.L. prevista no item 3 da al. de 22 de julho de 2010). CAPÍTULO VII–B DO DIREITO DE SUPERFÍCIE (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). do subsolo ou do espaço aéreo relativos aos bens imóveis públicos.C. nº 646. e alterações posteriores. § 2º O direito de preempção aplicado no Município observará o disposto nos arts. O direito de preempção é o direito de preferência que assiste ao Município para fins de aquisição de imóvel objeto de alienação onerosa entre particulares e que incidirá em UEUs das MZs definidas por lei e em AEIS. 76 desta Lei Complementar. (Incluído pela L. nº 646. 646/10. (Incluído pela L.C.C.C. e alterações posteriores. de 22 de julho de 2010).257. 434/99. do solo. O Município poderá adotar o direito de superfície como instrumento jurídico de titulação para os casos em que pretenda a utilização.C. e alterações posteriores. 90 . de 2001. de 22 de julho de 2010).C.C. de 22 de julho de 2010). Art.C. quando pretender utilizar o direito de preempção. nº 646. de 2001.C. por terceiros. § 1º O Município. 667/11. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal CAPÍTULO VII–A DO DIREITO DE PREEMPÇÃO (Incluído pela L.

91 . observado o disposto no § 2º do art. de 22 de julho de 2010). § 1º Considera–se consórcio imobiliário a forma de viabilização de plano de urbanização ou edificação por meio da qual o proprietário transfere ao Poder Público Municipal seu imóvel e. como forma de viabilização financeira do aproveitamento do imóvel. § 2º O valor das unidades imobiliárias a serem entregues ao proprietário será correspondente ao valor do imóvel antes da execução das obras. Art. de 22 de julho de 2010). após a regularização das obras.C. de 2001. (Incluído pela L. 79 e incisos desta Lei Complementar. poderá facultar ao proprietário da área atingida pela obrigação prevista no art. a requerimento deste. nº 646. nº 646. de 22 de julho de 2010).C.C. (Incluído pela L. 8º da Lei Federal nº 10. nº 646.257. no exercício de seu poder discricionário. nº 646. o estabelecimento de consórcio imobiliário. O Município. de 22 de julho de 2010). 92–E.C.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO SISTEMA DE PLANEJAMENTO PARTE II CAPÍTULO VII–C DO CONSÓRCIO IMOBILIÁRIO (Incluído pela L. (Incluído pela L. recebe como pagamento unidades imobiliárias devidamente urbanizadas ou edificadas. e alterações posteriores.

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do plano regulador PARTE III .

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do plano regulador TÍTULO I I II III Das Normas Gerais do Regime Urbanístico Do Regime das Atividades Dos Dispositivos de Controle das Edificações Do Parcelamento do Solo PARTE III .

n° 646. definido no art.C.C. n° 646. 58. o porte máximo da atividade. o regime urbanístico poderá ser alterado conforme disposto em seu art. O uso e a ocupação do solo no território de Porto Alegre serão disciplinados através do regime urbanístico. dispositivos de controle das edificações e parcelamento do solo.C. (L. do traçado do PDDUA e acompanhados através de monitoramento. de 22 de julho de 2010).C. de 22 de julho de 2010). o regime urbanístico será aplicado na faixa de 60m (sessenta metros) ou de 200m (duzentos metros). de 22 de julho de 2010). Art. de 22 de julho de 2010). será aplicado sobre o terreno resultante do somatório das matrículas. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). 94–B. I – em terreno composto por diversas matrículas. (L. nº 646. e (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010).C. o IA e a TO serão aplicados sobre cada matrícula. (L. de 22 de julho de 2010). nº 646. independentemente do número de matrículas. Parágrafo único. nº 646. nº 646. 11–A. II – em terreno composto por diversas matrículas. nº 646. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal PARTE III DO PLANO REGULADOR Art. § 2º Revogado. além do disposto no art. Na aplicação do regime urbanístico. edificada ou não.C. § 4º Revogado. III – em terreno composto por várias matrículas. n° 646.C. Plano Regulador é o instrumento que define os dispositivos que regulam a paisagem da cidade. atividades. § 5º Revogado. n° 646.L. O regime urbanístico é definido em função das normas relativas a densificação. de 22 de julho de 2010). 434/99. 667/11. de 22 de julho de 2010). atualizada e compilada até a L. em conformidade com a fig. conforme disposto no art. 99 e Anexo 5. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. 93. (Incluído pela L. 94.C. (L. 96 . § 1º Mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. § 3º Revogado. (Incluído pela L.C.C.C. serão observadas as dimensões do terreno constantes na Declaração Municipal Informativa das Condições Urbanísticas de Ocupação do Solo – DM – compatibilizada com a menor poligonal.C. 646/10. 94–A. incluindo a L. atender–se–ão aos seguintes critérios: (Incluído pela L. TÍTULO I DAS NORMAS GERAIS DO REGIME URBANÍSTICO Art. Na aplicação do regime urbanístico. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. nº 646.4 desta Lei Complementar. 155 desta Lei Complementar.C.

e (Incluído pela L. 94–B. (Incluído pela L.C. os dispositivos de controle serão aplicados da seguinte forma: (Incluído pela L.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III FIG. § 2º Em terrenos abrangidos por regimes urbanísticos diversos. 97 . (Incluído pela L. nº 646. a Quota Ideal e a TO serão calculados sobre as respectivas faixas de incidência e distribuídos sobre a totalidade do terreno. § 1º Nas Subunidades limitadas em função da via pública. nº 646. II – o IA. de 22 de julho de 2010). nº 646.C. de 22 de julho de 2010). nº 646.1 desta Lei Complementar. quando situado na Área de Ocupação Intensiva e sem a incidência de Área de Proteção do Ambiente Natural. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).A Art.C. o regime urbanístico alcançará somente os terrenos situados nas vias definidoras e contíguas cuja testada esteja total ou parcialmente contida em uma faixa de 60m (sessenta metros) na Área de Ocupação Intensiva e de 200m (duzentos metros) no Corredor Agroindustrial. nº 646. medida paralelamente ao alinhamento da via pública que deu origem à Subunidade. O regime urbanístico é estabelecido em função das Subunidades definidas no Anexo 1.C. de 22 de julho de 2010).C. 11. I – a atividade e a altura serão aplicadas em suas respectivas faixas de incidência.

bem como das demais áreas de preservação permanentes e legislação pertinente aplicável e. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal § 3º Mediante Projeto Especial de Impacto Urbano.1 desta Lei Complementar. nº 646. destinada à manutenção do manancial hídrico e demais bens ambientais. II – regime volumétrico: código 01. conforme Anexo 7. 94–C. § 2º As áreas originalmente identificadas como não–edificáveis.C. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). nº 646. poderá ser solicitada distribuição à totalidade do terreno de: (Incluído pela L. I – faixa marginal de proteção de águas superficiais.C. 96. observados os termos indicados pelos órgãos competentes e a 98 . Na aprovação e licenciamento de projetos de edificação e parcelamento do solo. Os traçados viários. de 22 de julho de 2010). observará: (Alterado pela L. as Áreas Funcionais e os equipamentos urbanos e comunitários previstos na Lei Complementar nº 43.C. de 22 de julho de 2010). II – faixa não–edificável. de 22 de julho de 2010). nº 646. à superfície e ao espaço aéreo definidas por legislação específica. nº 646. Quota Ideal e TO em terrenos localizados na Área de Ocupação Intensiva. II – IA. integram o PDDUA. n° 646. conforme Anexo 6 desta Lei Complementar. destinada a equipamento de serviços públicos de drenagem pluvial e esgotamento sanitário. nº 646.C. Art. ou na Área de Ocupação Rarefeita. incluindo a L. (Incluído pela L. 667/11. I – atividade. serão observadas as limitações específicas relativas ao subsolo. de 21 de julho de 1979. e (Incluído pela L. I – IA: código 01.C. não revogados por esta Lei. mas que são passíveis de edificação mediante cumprimento de condições específicas. Para efeitos da aplicação do regime urbanístico. § 3º O Município exigirá a preservação de árvores e a reserva de faixas marginais em torno das nascentes e olhos d’água.C. 88 e 90 desta Lei Complementar. serão identificadas nos projetos como áreas com limitação administrativa. atualizada e compilada até a L. Art. de 22 de julho de 2010). altura e porte.L. Art.C. dependendo de análise dos condicionantes ambientais e atendendo ao previsto nos arts. considera–se como Área Intensiva o terreno destinado a estabelecimento de Ensino Fundamental situado na Área de Ocupação Rarefeita. (Incluído pela L. nº 646.C. § 4º Os critérios para dimensionamento e destinação das faixas marginais serão regulamentados pelo Poder Executivo.C. 434/99. 646/10. e (Incluído pela L. § 1º O Município poderá estabelecer condições para edificação na forma de limitaçãoadministrativa. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010).C. ao longo dos cursos d’água. com as seguintes características de regime urbanístico: (Incluído pela L. 95. com incidência de Área de Proteção do Ambiente Natural.

C. § 7º Nos terrenos de área inferior a 1. de 22 de julho de 2010). no máximo. de 22 de julho de 2010). § 5º O Poder Executivo fará constar no documento inicial do processo de edificações e parcelamento do solo as áreas sujeitas às limitações administrativas. n° 646.000m² (três mil metros quadrados). no máximo. § 8º Em terrenos com área superior a 1. até completar os 20% (vinte por cento) exigidos no § 8º deste artigo. no máximo. 30% (trinta por cento) de sua AL.500m² (mil e quinhentos metros quadrados) e 3.C.C. (Incluído pela L. bem como os condicionantes constantes dos parágrafos anteriores. de 22 de julho de 2010).C. sendo que a área de terraço ou cobertura vegetados deverá ser de. § 6º Ressalvado o disposto no parágrafo único do art. 40% (quarenta por cento) de sua AL. (Incluído pela L. (Incluído pela L. I – terraços e coberturas vegetados – área descoberta. 99 .4 50 80 AL (%) 7 17 23 35 56 (Incluído pela L.500m² (mil e quinhentos metros quadrados). de 22 de julho de 2010).pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III compatibilidade com as legislações federal. 70% (setenta por cento) da área remanescente da TO. III – nos terrenos com área superior a 3.6 50 20 Área remanescente da TO (%) 10 25 33. de 22 de julho de 2010). no mínimo. conforme disposto na tabela abaixo.C. a AL exigida e que não puder ser executada no lote.500m2 (mil e quinhentos metros quadrados) e com TO de até 75% (setenta e cinco por cento). 50% (cinquenta por cento) de sua AL. 122. n° 646. com uma camada de substrato – terra –. e (Incluído pela L. § 9º Quando a TO do terreno for de 90% (noventa por cento).C. n° 646. n° 646. quando os imóveis objeto de licenciamento forem total ou parcialmente atingidos por qualquer limitação. de acordo com as seguintes proporções: I – nos terrenos com até 1. serão admitidas medidas alternativas para compensar. § 10. estadual e municipal competentes. Constituem medidas alternativas para a AL: (Incluído pela L. sob a coordenação da SMAM. (Incluído pela L. em estrutura permanente e fixa. no mínimo. de 22 de julho de 2010). no mínimo. § 11. de 22 de julho de 2010).000m² (três mil metros quadrados). as áreas atingidas por traçado do PDDUA serão identificadas nos projetos como áreas não edificáveis. deverá ser atendido o percentual de AL de. o dobro da AL não atendida no terreno. aplicar–se–ão as medidas alternativas previstas no § 11 deste artigo como compensações à parcela restante. ressalvado o disposto no art. Serão admitidas medidas alternativas para compensar. serão admitidas medidas alternativas para compensar.C. totalmente vegetada. n° 646. de 22 de julho de 2010). 113 desta Lei Complementar: TO (%) 90 75 66. 20% (vinte por cento).500m2 (mil e quinhentos metros quadrados). (Incluído pela L. n° 646.C. n° 646. II – nos terrenos com área entre 1. a AL deverá ser de. n° 646. serão admitidas medidas alternativas para compensar.

Art. incluindo a L. ao sul do entroncamento das Avenidas Diário de Notícias e Guaíba – fora do sistema de diques de proteção contra cheias do Município –. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal II – pisos semipermeáveis – utilização de pisos semipermeáveis nas áreas abertas. CAPÍTULO I Do Regime das Atividades Art. a cota de nível mínima para novas edificações será de 3. deverão ser executados 3m2 (três metros quadrados) de canteiros vegetados nos passeios do entorno. do Solo Criado. n° 646. de 22 de julho de 2010). 100 . de 22 de julho de 2010). não podendo estar sob a projeção da edificação. n° 646. devendo ser consultado o órgão técnico competente. n° 646. deverá ser atendido o percentual mínimo de 7% (sete por cento) de AL. atendidas as normas estabelecidas pelo órgão ambiental. que emitirá parecer sobre a conveniência da aprovação desses projetos.C. a critério do órgão técnico competente. o dobro da AL não atendida no terreno. 99. de 22 de julho de 2010). (NR) (Incluído pela L. sua classificação. assim como as condições relativas ao porte máximo das atividades. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). independentemente de sua TO. 97. n° 646.C. (Incluído pela L. 667/11. 98. A densificação urbana é expressa pelos parâmetros estabelecidos no Anexo 4 desta Lei Complementar e será controlada por meio do IA. de 22 de julho de 2010). em função da consolidação do espaço urbano. nos lotes edificados. 434/99. de 22 de julho de 2010).23m (três vírgula vinte e três metros).L. Nas zonas identificadas como problemáticas quanto à drenagem urbana. n° 646.C.C. poderão ser aprovados projetos de edificações ou parcelamento do solo que utilizem quotas altimétricas inferiores a 3. da Transferência de Potencial Construtivo e da Quota Ideal mínima de terreno por economia. Em terrenos com área entre 151m2 (cento e cinquenta e um metros quadrados) e 300m2 (trezentos metros quadrados). (Alterado pela L.C. reservatórios de retenção de águas pluviais. de 22 de julho de 2010). as dimensões e a vazão do reservatório de águas pluviais serão definidos por decreto do Poder Executivo. § 12. 646/10. correspondente ao nível estimado da enchente de 100 (cem) anos de período de retorno do lago Guaíba.C. Art. (Incluído pela L. deverão ser construídos. desde que com vegetação intercalada. nos termos do Anexo 6 desta Lei Complementar. no mínimo.C. n° 646. § 3º Nos imóveis localizados às margens do lago Guaíba. § 2º Em casos especiais. as restrições em cada Zona de Uso. § 1º O zoneamento. n° 646.C. (NR) (Incluído pela L. atualizada e compilada até a L. O Anexo 5 desta Lei Complementar define os grupamentos de atividades.23m (três vírgula vinte e três metros). sendo que a área de pisos semipermeáveis deverá ser de. (Renomeado o parágrafo único para § 1° pela L. III – plantios – a cada metro quadrado da AL não atendida no terreno.C.C.C. (NR) (Alterado pela L. e (Incluído pela L. n° 646.

II – a atividade não residencial for objeto de Projeto Especial de Impacto Urbano por obrigatoriedade. III – atividades de interferência ambiental 2. n° 646. (Incluído pela L.4 desta Lei Complementar representa o somatório das áreas adensáveis das economias não residenciais da edificação.C. (Alterado pela L. II – aumento de porte e implantação de atividade não prevista no grupamento de atividades.C. o somatório dos portes previstos no Anexo 5.C. quando: (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). V – atividades especiais. § 2º Em edificações onde incidam 2 (duas) ou mais atividades não residenciais. de 22 de julho de 2010). n° 646. quando se tratar de reciclagem de uso de prédio existente. A distribuição das atividades nas Zonas de Uso dá–se mediante sua classificação em: I – atividades inócuas. b) a edificação for Inventariada de Estruturação ou Tombada. comércio atacadista. conforme previsto no Anexo 11 desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). I – aumento de porte.C. em face 101 . serviços e indústrias. de 22 de julho de 2010). desde que esta não ocupe mais do que 25% (vinte e cinco por cento) da área da economia destinada ao uso residencial. à estrutura e à infraestrutura urbanas. n° 646.C.C. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. e (Incluído pela L. § 5º As atividades vinculadas à habitação serão analisadas mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. 2 e 3 são aquelas que têm potencial de causar incômodo e impacto significativo ao ambiente. observado o limite máximo por classificação de atividade – comércio varejista. de 22 de julho de 2010). n° 646. § 3º Mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. poderá ser solicitado: (Incluído pela L. § 2º Atividades de interferência ambiental 1. n° 646. Art. n° 646. a) o entorno for constituído por atividades preexistentes predominantes e consolidadas.C. (NR) (Incluído pela L. n° 646.4 desta Lei Complementar não poderá ultrapassar o maior porte. n° 646. de 22 de julho de 2010). I – a atividade não residencial não constar no grupamento de atividades previsto para o local.C. IV – atividades de interferência ambiental 3. § 4º Considera–se atividade vinculada à habitação a atividade não residencial. quando: (Incluído pela L.C.C. ficando garantido o mínimo de 20m² (vinte metros quadrados) e até o máximo de 200m² (duzentos metros quadrados). e (Incluído pela L. II – atividades de interferência ambiental 1. excetuadas as garagens comerciais que terão seu porte definido pela área construída total. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. à estrutura e à infraestrutura urbanas. 100. (Alterado pela L.C. de 22 de julho de 2010). n° 646. n° 646. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). § 1º Atividade inócua é aquela que não causa incômodo e nem impacto significativo ao ambiente.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III § 1º O porte máximo definido no Anexo 5. de 22 de julho de 2010). e (Incluído pela L. n° 646. (Incluído pela L.

na vigência da Lei Complementar nº 43. terão sua localização submetida a análise pelo SMGP.C.C. de 22 de julho de 2010).C. Art. 667/11. são considerados conformes ou desconformes. III – no meio ambiente – quando se verificar situação crítica com relação à poluição ambiental. (NR) (Incluído pela L. Art. a critério do SMGP. Art. 434/99. e alterações posteriores. 103. 646/10. nos termos das normas de uso e ocupação do solo referentes à respectiva UEU.C. 102. nos termos estabelecidos nas planilhas do Anexo 5. n° 646. atualizada e compilada até a L. onde a atividade possa dificultar funções urbanas previstas para o local. 102 . O SMGP poderá vedar a edificação de garagens comerciais ou atividades geradoras de tráfego. II – no estacionamento – quando não há espaço suficiente para guarda de veículos. n° 646. As atividades e os prédios regulares. de 21 de julho de 1979. (NR) (Alterado pela L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal dos níveis de repercussão relacionados à conceituação das Zonas de Uso. § 5º As atividades não listadas nesta Lei Complementar poderão ser enquadradas por similaridade a outras atividades previstas. embarque e desembarque. independentemente do estabelecido nos grupamentos de atividades das UEUs.L. de 22 de julho de 2010). carga e descarga. de 22 de julho de 2010).(Alterado pela L. n° 646. de 22 de julho de 2010). 101. § 1º Consideram–se atividades geradoras de tráfego os empreendimentos que atraem ou produzem grande número de viagens. incluindo a L. § 4º Atividades especiais são aquelas que.C. n° 646. (Alterado pela L. além de critérios de diversidade e porte. e seu enquadramento será feito pelo SMGP. constantes na listagem do Anexo 11 desta Lei Complementar. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. por suas características excepcionais. O SMGP poderá alterar o regime de atividades nas vias das Unidades de Estruturação Urbana face à existência de atividades não características ao local em proporções que justifiquem a medida.C.C. § 3º As atividades relacionadas no Anexo 11 desta Lei Complementar como de obrigatoriedade terão sua implantação analisada por meio de Projeto Especial de Impacto Urbano. § 2º As atividades geradoras de tráfego causam reflexos ou impactos negativos: I – na circulação – quando a quantidade de veículos atraídos é superior à capacidade das vias.6 desta Lei Complementar.

Os elementos morfológicos fundamentais das edificações são (fig. 105 a 133 desta Lei Complementar. II – Regime Volumétrico. de 22 de julho de 2010). n° 646. Art. Os padrões de controle urbanístico são aplicados nos termos constantes dos Anexos 2. 7 e 10 e dos arts. de 22 de julho de 2010). IV – Subsolo – volume de altura e projeções variáveis. FIG. 12 103 . A edificação.C. destinado a abrigar áreas de equipamentos. III – Volume Superior – volume variável acima do forro do último pavimento do corpo. (NR) (Alterado pela L.12): I – Base – volume de altura contado a partir da Referência de Nível (RN) até o corpo da edificação. n° 646. Solo Criado (SC). (Alterado pela L. e (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). n° 646. situado abaixo da RN do terreno.C. Parágrafo único.C. 104.C.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III CAPÍTULO II Dos Dispositivos de Controle das Edificações Art. destinado a abrigar principalmente as unidades. de 22 de julho de 2010). e com nível de piso no mínimo a 2. 6. IV – padrões para guarda de veículos (Alterado pela L.20m (dois vírgula vinte metros) da RN. 105. visando a sua adequação às características da zona de implantação. de 22 de julho de 2010). n° 646. Transferência de Potencial Construtivo (TPC) e Quota Ideal mínima de terreno por economia (QI). II – Corpo – volume de altura e projeção variáveis. n° 646. é regulada pelos seguintes dispositivos de controle: I – Índice de Aproveitamento (IA). (NR) (Alterado pela L. III – recuo para ajardinamento.C.

C.C. III deste parágrafo.C. § 2º Área líquida de terreno é a área não atingida por traçado do PDDUA. n° 646. n° 646. de 22 de julho de 2010).80m (zero vírgula oitenta metro) sobre os recuos laterais.C. de acordo com sua natureza. 107. atualizada e compilada até a L. como brises fixos ou móveis. desde que vinculadas à área social da unidade privativa e que não ultrapassem em 20% (vinte por cento) a área adensável da unidade. (Alterado pela L. área para depósito de lixo. 667/11. 434/99. 646/10.C. de serviço ou industrial integrantes das unidades privativas. III – sacadas. e elementos para acomodação de equipamentos técnicos de energia solar.C. 104 . circulações. de frente e de fundos. n° 646. multiplicado pela área líquida de terreno. I – apoio à edificação. IV – elementos em balanço que não ultrapassem 0. zeladoria. 106. tais como reservatórios. somente podendo ser objeto de fechamento nos trechos em que não estiverem em balanço sobre os recuos de altura. excetuados os casos especificados em lei. As áreas construídas são classificadas como adensáveis. tais como portarias. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). floreiras. n° 646.C. casa de bombas. de 22 de julho de 2010).C. geradores.C. de 22 de julho de 2010). ou (Alterado pela L. no lote. casa de máquinas de elevadores. § 1º São consideradas áreas construídas adensáveis as áreas de uso residencial. transformadores. das densidades populacionais previstas para as Unidades de Estruturação Urbana. em toda a extensão das fachadas. centrais de ar–condicionado e outras que abrigam a infraestrutura dos prédios. comercial. (Alterado pela L. § 2º São consideradas áreas construídas não adensáveis as destinadas a: (Alterado pela L. (Alterado pela L. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). II – uso comum. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Art.L. acessos. n° 646. não adensáveis e isentas. § 3º São consideradas como adensáveis as circulações nos centros comerciais e assemelhados que excederem ao padrão mínimo estabelecido no Código de Edificações. de 22 de julho de 2010). bem como docas destinadas ao estacionamento de veículos para a finalidade de carga e descarga de mercadorias. áreas de lazer.50m (dois vírgula cinquenta metros) de profundidade em relação à face externa do peitoril. ar–condicionado ou similar. central de gás. desde que não cumulativos com os balanços definidos no inc. define a área de construção adensável. áreas de esporte e serviço.C. n° 646. destinados à proteção e ao sombreamento de aberturas e fachadas. n° 646. abas e máscaras.C. Índice de Aproveitamento é o instrumento de controle urbanístico. n° 646. medidores. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). n° 646. incluindo a L. e até o limite de 2. § 1º Índice de Aproveitamento – IA – é o fator que. de 22 de julho de 2010). varandas ou balcões em prédios residenciais. (NR) Art.C. nas fachadas laterais e de fundos.

Art. (Alterado pela L. n° 646. nesse espaço. de 22 de julho de 2010). n° 646.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III § 4º O somatório das áreas não adensáveis não poderá exceder a 50% (cinquenta por cento) da área adensável. (Alterado pela L. como forma de incentivo. de 22 de julho de 2010). n° 646. (Incluído pela L. no máximo. I – as paredes que delimitam as áreas de apoio e de uso comum. (NR) (Incluído pela L. n° 646. § 6º Os supermercados e centros comerciais que considerarem todas as áreas construídas como área adensável. de 22 de julho de 2010).C. § 5º Em se tratando de prédio constituído de economia única. n° 646. nos prédios em geral. n° 646. de 22 de julho de 2010). será permitido o acréscimo de 30% (trinta por cento) sobre a área computável como equivalência às áreas de uso comum dos prédios condominiais referidas nos incs. como áreas de uso comum nos prédios residenciais e não residenciais.C.C. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). churrasqueiras. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. e VII – à guarda de bicicletas – bicicletário –. n° 646. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. incluindo.C. n° 646. 2 (duas) economias no terreno. (Incluído pela L. § 7º Equiparam–se a áreas não adensáveis: (Alterado pela L. IV – à preservação do Patrimônio Cultural nas edificações Tombadas e Inventariadas de Estruturação. I – à guarda de veículos. Parágrafo único. ventilações. n° 646. desde que constituída de. V – à área frontal a pilotis. sendo que as referidas áreas não serão computadas para efeito de índice construtivo. lareiras e suas respectivas paredes.C. de 22 de julho de 2010). exceto mediante aquisição de áreas construídas não adensáveis de Solo Criado.C.C. de 22 de julho de 2010). suas circulações verticais e horizontais. (Alterado pela L. Aplica–se o disposto no “caput” deste artigo às ampliações de área nos centros comerciais e nos “shopping centers” já existentes.C. Os centros comerciais e os “shopping centers” deverão destinar área especial de descanso para as pessoas que trabalham nos estabelecimentos localizados no seu interior. II – os dutos das instalações ‘shafts’. 105 . excetuando as áreas isentas conforme o § 8º deste artigo. 108. aberta e vinculada ao acesso principal das edificações até a profundidade da sua porta de entrada. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). n° 646. n° 646.C. n° 646. n° 646. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). I e II do § 2º deste artigo. VI – VETADO. terão número mínimo de vagas de estacionamento na proporção de 1 (uma) vaga para cada 30m² (trinta metros quadrados) de área adensável. § 8º São consideradas áreas isentas as destinadas: (Incluído pela L.C.C. III – à residência unifamiliar. II – exclusivamente à garagem comercial.C.C. e (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). sanitários masculinos e femininos.

(Incluído pela L. quando utilizado o disposto na al. na Área de Ocupação Intensiva. A aplicação do Solo Criado dar–se–á da seguinte forma: (Alterado pela L. e III – em todas as construções.L. incluindo a L. de 22 de julho de 2010). Art. n° 646. nos termos do Anexo 6 desta Lei Complementar. ‘a’ do inc.C. (NR) (Incluído pela L. II – nos condomínios por unidades autônomas de habitação unifamiliar. II – Solo Criado de médio adensamento. devendo atender aos limites máximos previstos no Anexo 6. n° 646. n° 646. na Área de Ocupação Rarefeita. 109. O Solo Criado e a Transferência de Potencial Construtivo serão aplicados em toda a Área de Ocupação Intensiva. 106 . § 1º O número máximo de economias por terreno é o resultado da divisão da área do lote ou gleba pela Quota Ideal mínima de terreno por economia.C. atualizada e compilada até a L. § 3º A Quota Ideal mínima de terreno será aplicada sobre o módulo de fracionamento.C. (Incluído pela L. 111. 110. de 22 de julho de 2010). § 4º A Quota Ideal mínima de terreno será aplicada sobre 50% (cinquenta por cento) da área titulada do imóvel. § 2º Não se aplica a Quota Ideal mínima de terreno por economia quando se tratar de apenas 02 (duas) economias no imóvel. § 2º O balanço e a prestação de contas dos recursos do Solo Criado serão efetuados a cada semestre pela Secretaria Municipal da Fazenda – SMF. n° 646. III – Solo Criado de grande adensamento. (NR) (Incluído pela L.C. n° 646.C. A Quota Ideal mínima de terreno por economia estabelece a fração mínima de terreno por economia edificada.C. I – Solo Criado de pequeno adensamento. de 22 de julho de 2010). n° 646. ‘c’ do inc. n° 646.C.C. II do art. § 1º VETADO. 646/10. considerando nesses limites o somatório dos índices privados e públicos.C. (Alterado pela L.C. Art. nas seguintes situações: (Alterado pela L. 155 desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010).C. 155 desta Lei Complementar. constituindo o instrumento de controle urbanístico da densidade populacional no terreno. de 22 de julho de 2010). II do art. IV – Solo Criado não adensável. de 22 de julho de 2010). ou (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). 667/11. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). I – nas edificações residenciais situadas nas UEUs com regime volumétrico código 01. 434/99. n° 646. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Art. quando utilizado o disposto na al.

n° 646. em qualquer caso.C. (Incluído pela L. limitado. Art. mediante apresentação de EVU. 107 desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). § 7º Poderão ser ampliados os limites de aquisição de Solo Criado.000m2 (mil metros quadrados). nos termos do art. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L.C. (Alterado pela L. n° 646. lateral e de fundos – afastamento obrigatório das divisas de frente. (Alterado pela L. 300m² (trezentos metros quadrados) por empreendimento.C. n° 646. (Alterado pela L. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010).C. § 5º Solo Criado de grande adensamento é constituído de potencial construtivo adensável maior que 1. n° 646. 107 desta Lei Complementar. n° 646. § 3º Solo Criado de pequeno adensamento é constituído de potencial construtivo adensável com. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). n° 646.C. a 30% (trinta por cento) da área adensável do empreendimento. n° 646. I – Taxa de Ocupação (TO) – relação entre as projeções máximas de construção e as áreas de terreno sobre as quais acedem as construções. § 4º Solo Criado de médio adensamento é constituído de potencial construtivo adensável maior que 300m2 (trezentos metros quadrados) e até 1. V – Recuo de frente. definido conforme al. (NR) (Incluído pela L. n° 646. disponível apenas nas UEUs previstas no Anexo 6 desta Lei Complementar e nos quarteirões liberados pelo monitoramento da densificação.C. laterais e de fundo do lote à edificação.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III § 1º O potencial construtivo alienável adensável corresponde às áreas de construção computáveis e às áreas construídas não adensáveis. III do ‘caput’ do art. de 22 de julho de 2010). O regime volumétrico das edificações é o conjunto das especificações que definem os limites de ocupação. n° 646. § 1° O regime volumétrico será definido pelos seguintes elementos: (Parágrafo Único renomeado pela L. III – Altura da Edificação – distância vertical entre a referência de nível da edificação e o nível correspondente à parte inferior da laje ou similar do último pavimento. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau. a altura e os recuos que a edificação deve respeitar. de 22 de julho de 2010). 113 desta Lei Complementar. no máximo. II – Referência de Nível (RN) – nível adotado em projeto para determinação da volumetria máxima da edificação ou de trecho dessa. IV – Altura da Base da Edificação – distância vertical entre a referência de nível da edificação e o nível correspondente ao forro do último pavimento que se enquadrar dentro do volume permitido para base.C. (Alterado pela L. adquirida de forma direta. § 6º O Solo Criado não adensável constituído de áreas construídas não adensáveis e adquirido de forma direta terá estoque ilimitado. e 107 .000m2 (mil metros quadrados) e até os limites estabelecidos no Anexo 6 desta Lei Complementar. 112. mediante aprovação por lei específica. ‘a’ do inc.C. § 2º Áreas construídas não adensáveis são as áreas definidas no § 2º do art.C.

C. a recarga do aquífero e a redução da contribuição superficial de água da chuva. Quanto ao regime volumétrico. seja vinculado à economia do último pavimento. n° 646. não podendo estar sob a projeção da edificação ou sobre o subsolo. e (Incluído pela L. 667/11. n° 646. § 2º O primeiro elemento que incide sobre o cômputo do regime volumétrico das edificações é a ALP. b) não serão computados os balanços de até 1. n° 646. e) na altura de 2m (dois metros) prevista na al. (Incluído pela L. b) a distância vertical entre a RN e o Perfil Natural do Terreno (PNT) não poderá. a distância entre o piso do último pavimento contado na altura e a cota de altura máxima da edificação não seja inferior a 2.20m (um metro e vinte centímetros) sobre os recuos de frente. o projeto da edificação deve observar os parâmetros definidos no Anexo 7 e as seguintes regras de aplicação: I – Quanto à Taxa de Ocupação: a) não serão computadas as áreas construídas localizadas abaixo da Referência de Nível (RN). destinada a assegurar a valorização da paisagem urbana. vegetada. pé–direito mínimo definido pelo Código de Edificações.C. II – Quanto à altura: a) a Referência de Nível (RN) é definida em qualquer ponto do terreno natural (fig. Art. de 22 de julho de 2010). 2.C. a qualificação do microclima. as marquises e as abas que atenderem às condições previstas no Código de Edificações e projeções exigidas pela legislação de proteção contra incêndios. em qualquer ponto do terreno. 13). 113.L. (NR)(Incluído pela L. d) a altura máxima da base poderá ser acrescida em 02m (dois metros) para definição do ponto máximo do telhado. de 22 de julho de 2010). ‘c’ deste inciso. n° 646. de 22 de julho de 2010).60m (dois vírgula sessenta metros). 1. incluindo a L. de 22 de julho de 2010). c) a altura máxima da edificação poderá ser acrescida em 02m (dois metros) para definição do ponto máximo do telhado ou platibanda (fig. desde que não ultrapassem em qualquer ponto 04m (quatro metros) de altura em relação ao Perfil Natural do Terreno (PNT).C.14). n° 646. desde que: (Incluída pela L. (Incluído pela L. será permitida a construção de sótão ou mezanino.14). c) não serão computadas as áreas construídas que constituírem galerias públicas.C. 434/99. 646/10. muros ou platibanda (fig.C.C.C. os beirais. ser superior a 04m (quatro metros). e d) VETADO. atualizada e compilada até a L. 108 . de 22 de julho de 2010). Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal VI – Área Livre Permeável (ALP) – parcela de terreno mantida sem acréscimo de qualquer pavimentação ou elemento construtivo impermeável.

n° 646. conforme Anexo 1. de 22 de julho de 2010). para os prédios que ultrapassarem os limites máximos previstos para construção na divisa.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III FIG. 14 III – Quanto a recuos de altura: a) os recuos de frente. 13 FIG. (Alterada pela L. lateral e de fundos. 20% (vinte por cento) da altura em edificações com altura compreendida entre 27m (vinte e sete metros) e 42m (quarenta e dois metros) e 25% (vinte e cinco por cento) em edificações com altura acima de 42.1 desta Lei Complementar. deverão ser livres de construção e não poderão ser inferiores a 18% (dezoito por cento) da altura em edificações com até 27m (vinte e sete metros) de altura.C. garantido um mínimo de 3m (três metros). 109 . aplicados a partir da base da edificação.00m (quarenta e dois metros).

C. n° 646. 434/99. de acordo com o disposto na al. 646/10. ‘b’ deste inciso.C. n° 646. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. 15). (Alterado pela L. 15 110 .C. de 22 de julho de 2010). 1. c) a aplicação do disposto na al. 2.C. 16). em edificação com 2 (dois) ou mais volumes. atualizada e compilada até a L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal b) quando a edificação for constituída de dois ou mais volumes distintos. deverão ser mantidos afastamentos entre os prédios. e (Incluído pela L. incluindo a L. quando 1 (um) destes ou mais possuirem altura igual ou inferior à prevista nas divisas e maior que a altura da base. os afastamentos serão medidos em função da altura do prédio com exigência de recuo (fig. os afastamentos serão medidos em função da altura de cada volume. FIG. ‘a’ deste inciso.L. dar–se–á da seguinte forma: (Incluída pela L. 667/11. de 22 de julho de 2010).C. com relação ao trecho da divisa que lhe corresponder (fig.

(Alterado pela L. obedecerão o disposto no Código de Edificações e estender–se–ão: (Alterado pela L. 1/20 (um vinte avos) da largura do logradouro. n° 646. de 22 de julho de 2010).20m (um vírgula vinte metro). até o limite de 1. quando ocorrerem sobre o alinhamento dos logradouros públicos.C. resguardando 1. b) os balanços das edificações. 1. 111 . 16 IV – quanto a balanços sobre recuos e vias públicas: (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). marquises e abas. n° 646.50m (um vírgula cinquenta metro) nas divisas. n° 646. até 2/3 (dois terços) da fachada. no máximo. 2.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III FIG.C. n° 646. a) é permitida a construção de beirais. de 22 de julho de 2010).C. (Alterada pela L. de 22 de julho de 2010).C. nas hipóteses de existência de imóveis lindeiros construídos sem balanço ou que constituírem lotes baldios. desde que observem as disposições do Código de Edificações e da legislação de proteção contra incêndios.

n° 646. de 22 de julho de 2010). c) é permitida a construção em balanço sobre os recuos de frente. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal 3. regularizados na data de vigência desta Lei. II – para até 75% (setenta e cinco por cento).10m (um vírgula dez metro) de altura e garantindo um afastamento mínimo das divisas de 3m (três metros). 667/11. 434/99. em toda a extensão da fachada. n° 646.C. n° 646.C. de 22 de julho de 2010). n° 646. de 22 de julho de 2010). d) situados em AEIS. a) com área igual ou inferior a 150m2 (cento e cinquenta metros quadrados). (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). mediante Projeto Especial de Impacto Urbano.C. totalmente abertas em todas as faces. quando se tratar de terreno com área entre 150m² (cento e cinquenta metros quadrados) e 300m² (trezentos metros quadrados). I – para até 100% (cem por cento) em terreno com área inferior à 150m² (cento e cinquenta metros quadrados).C. incluindo a L.C. 4. (Incluída pela L.C. quando o imóvel lindeiro tenha construído ou aprovado projeto com balanços. § 2º ATO na Área de Ocupação Intensiva poderá ser aumentada: (Alterado pela L.C. 646/10. (Incluída pela L. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).2 desta Lei Complementar. c) com frente para os eixos constantes no Anexo 7. n° 646. n° 646. me relação ao pavimento anterior. b) localizados no Centro Histórico. de 22 de julho de 2010). atualizada e compilada até a L. quando se tratar de prédio com a observância dos recuos laterais.20m (um metro e vinte centímetros). aplicados os recuos previstos por esta Lei. exceto em terrenos com área superior a 150m2 (cento e cinquenta metros quadrados) (Incluída pela L. d) será permitida a construção de sacadas em balanço até o máximo de 1. n° 646.C. serão permitidas ampliações e modificações no último pavimento da edificação. n° 646. até as divisas. n° 646. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. até o máximo de 1. ou (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).C. (Alterado pela L. n° 646.C. (Alterado pela L. exceto em terrenos com área superior a 1. de 22 de julho de 2010).C. § 1º Nos prédios existentes.C. (Alterado pela L. ficam isentos do atendimento os terrenos: (Incluído pela L. n° 646. de altura e ajardinamento.50m (um vírgula cinquenta metro).L.500m2 (mil e quinhentos metros quadrados). e (Incluída pela L.C.C. V – quanto à Área Livre (AL). permitindo um guarda–corpo de até 1. de 22 de julho de 2010). não ocupando mais de 50% (cinquenta por cento) por pavimento tipo da fachada. 112 .

§ 5º Fica permitida a construção na divisa em alturas superiores às definidas no Anexo 7 desta Lei Complementar. quando utilizada a TPC no próprio terreno. n° 646. de 22 de julho de 2010). nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar.C. exija altura especial. II – o terreno tenha forma irregular ou condições topográficas excepcionais. em Área de Ambiência Cultural ou de Interesse Cultural. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. n° 646. Art. III – o entorno for constituído por conjunto de prédios de altura diferenciada e homogênea.C. Tombada. (Alterado pela L.C. no caso de preexistência de prédio com empena na divisa no terreno lindeiro.C. de 22 de julho de 2010). nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. em face das suas características. n° 646.1 desta Lei Complementar. IV – a atividade. Nas zonas miscigenadas polarizadas por atividades como bares. 01 (uma) testada de quarteirão a qualificação desses 113 . e (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). § 6º A edificação poderá ter altura superior à limitada no Anexo 7. até a altura desta. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). n° 646.C. V – a edificação for Inventariada ou Tombada. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. (NR) (Incluído pela L.C. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar.C. Tombada.C. (Incluído pela L. ou (Alterado pela L. e esse valor seja menor ou igual do que o valor da TO aplicada sobre a totalidade do terreno. § 4º Mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. no mínimo. (Alterado pela L. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. a AL poderá ser reduzida ou suprimida quando: (Alterado pela L. natural ou cultural a preservar. I – a edificação for Inventariada. n° 646. (Incluído pela L.C. de 22 de julho de 2010). será assegurada aos estabelecimentos localizados em. n° 646. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. (Incluído pela L.C. restaurantes e assemelhados e que se constituem em referenciais de lazer e turismo na Cidade. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. n° 646.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III III – para até 90% (noventa por cento) da área líquida. n° 646. de 22 de julho de 2010). IV – mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. ou (Incluído pela L. n° 646. quando: (Incluído pela L.C. respeitado o limite máximo de 75% (setenta e cinco por cento) da área do lote. de Ambiência Cultural ou de Interesse Cultural.C. quando a edificação for Inventariada. de 22 de julho de 2010). n° 646. § 3º Na área de Ocupação Rarefeita fica garantida uma ocupação mínima de 300m² (trezentos metros quadrados). 113–A. n° 646. de 22 de julho de 2010). I – o terreno apresente patrimônio ambiental.C. II – o terreno apresente forma irregular ou condições topográficas excepcionais. n° 646. n° 646.

de 22 de julho de 2010). 116. Art. Nas intersecções de vias com larguras distintas prevalecem as de maior altura. II – os recuos para ajardinamento serão observados em todas as frentes para os logradouros públicos. n° 646. salvo no que se refere aos índices de aproveitamento. de 22 de julho de 2010). em todos os lotes. Quanto aos recuos para ajardinamento. 667/11. contados do alinhamento existente. na forma de Projeto Especial. Art. 118 desta Lei Complementar. Art. uma faixa mínima edificável de 10m (dez metros). medidos a partir do alinhamento. 646/10. (Incluído pela L.C. 57. III – é assegurada. n° 646.C. de 08 de outubro de 2010). e (Alterado pela L. n° 646. atualizada e compilada até a L. praças e parques. de 22 de julho de 2010). exceto nas situações previstas no art. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal espaços. em função de situações específicas. excetuadas as divisas com passagens de pedestres. 115. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. 114. n° 646. o SMGP poderá definir ajustes ou normas especiais. que somente poderão ser alterados mediante lei. (Alterado pela L. de 08 de outubro de 2010). § 1º O Poder Executivo poderá induzir a qualificação de áreas consideradas estratégicas para a revitalização da Cidade.C. Mediante Estudo de Viabilidade Urbanística. 434/99. Na Área Central os limites de altura são estabelecidos em função da largura da via. (Alterado pela L. por meio da predominância de elementos naturais sobre os de construção. ressalvado o disposto no art.C.C. de 22 de julho de 2010).C. (NR) (Alterado pela L. o projeto da edificação deve observar as seguintes regras de aplicação: I – os recuos para ajardinamento terão dimensão mínima de 4m (quatro metros) na Área de Ocupação Intensiva e de 12m (doze metros) na Área de Ocupação Rarefeita. (Incluído pela L. de 08 de outubro de 2010). incluindo a L. Os recuos para ajardinamento delimitam áreas destinadas a assegurar: I – a valorização da paisagem urbana. nos termos do art. § 2º Caberá ao Poder Executivo estabelecer os critérios e os parâmetros para a aprovação desses projetos. n° 646. conforme Anexo 7. até a profundidade de 25m (vinte e cinco metros) a contar do alinhamento. Parágrafo único.L. n° 646.C. 122 desta Lei Complementar. Art.C. 114 . por meio de Projetos Especiais de Realização Necessária. incorporando inclusive recuos e calçadas.C.C. II – a valorização do espaço urbano por meio da circulação de pedestres e a animação nas zonas miscigenadas onde o pavimento térreo for de uso comercial ou de serviços. n° 646. (Incluído pela L. 117.

no trecho de sobreposição.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III conforme a fig. a previsão de recuo de jardim prevalece sobre a isenção. 17. (Incluído pela L. FIG. e (Alterado pela L. (NR) Art. de 22 de julho de 2010). entretanto.C. 16 Obs. medido numa faixa de 4m (quatro metros) paralela ao alinhamento (fig.: Neste caso.: Neste caso. n° 646. devendo.C. 18). No recuo para ajardinamento obrigatório serão admitidas: I – edificações com cobertura na forma de terraço no nível do passeio. em toda a frente. n° 646. São isentos de recuo para ajardinamento os imóveis localizados na Área Central e os que fazem frente para as vias identificadas no Anexo 2. no terreno com recuo obrigatório de 4m (quatro metros) e que possua um declive mínimo de 2m (dois metros) em relação ao passeio. n° 646. de 22 de julho de 2010). Fig. a faixa edificável avança sobre o recuo para ajardinamento a fim de garantir a edificabilidade do lote em uma faixa de 10m (dez metros). 115 . de 22 de julho de 2010). Parágrafo único. IV – em terreno de esquina. 17 FIG 17 FAIXA EDIFICÁVEL MÍNIMA DE 10m Y < 14 10 Recuo para ajardinamento X X variável = Y-10 alinhamento meio-fio Obs. (Alterado pela L.C. a edificação atender aos recuos de altura. 118. a faixa edificável avança sobre o recuo para ajardinamento a fim de garantir a edificabilidade do lote em uma faixa de 10m (dez metros).

434/99.00 II – no terreno com passeio em desnível. aflorando. 646/10. acessos e as edificações referidas no inc. atualizada e compilada até a L. FIG 19 FIG. 18FIG 18 PNT 4. incluindo a L. (Alterado pela L. n° 646. III deste artigo. no máximo. 1. 667/11. 19).L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal FIG.C. muros laterais. de 22 de julho de 2010).C.C. 19 116 .C.20m (um vírgula vinte metro) em relação ao perfil do passeio (fig.00 Passeio 2.

de 22 de julho de 2010).C. de 22 de julho de 2010).C. e caixas de correio conforme normas específicas. altura máxima de 4m (quatro metros). garantido um mínimo de 5m² (cinco metros quadrados). com pé–direito máximo de 2. X – vedações nos alinhamentos ou nas divisas laterais. FIG. VII – relógios medidores de energia elétrica. 20). de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. beirais e abas.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III III – edificações com cobertura na forma de terraço com peitoril. IX – muros de arrimo decorrentes dos desníveis naturais dos terrenos. (Alterado pela L. (Alterado pela L.C. de 22 de julho de 2010). VI – piscinas com altura máxima de 0. de 22 de julho de 2010). marquises. n° 646. quando se tratar de edificação não residencial situada em Área Miscigenada e mediante Projeto Especial de Impacto Urbano.20m (um metro e vinte centímetros) em relação ao PNT.60m (zero vírgula sessenta metro) acima do PNT. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar.C. em número de 2 (dois). e em terreno que possua aclive mínimo de 2m (dois metros) em toda a testada em relação ao passeio.60m (dois vírgula sessenta metros).C. XI – muros laterais com até 1. V – toldos. VIII – estruturas de cobertura e fechamento independentes da edificação. 117 . 20 FIG 20 IV – guarita com área máxima equivalente a 5% (cinco por cento) da área do recuo para ajardinamento. medido numa faixa de 4m (quatro metros) paralela ao alinhamento (fig. de forma que promovam a qualificação e a integração do espaço público com o privado. acessos cobertos. n° 646. n° 646. de acordo com o Código de Edificações e da legislação de proteção contra incêndios. (Alterado pela L. n° 646. n° 646. medidos em relação a qualquer ponto do passeio. (Alterado pela L. desde que utilizados elementos construtivos onde predominem os espaços vazios.

de 22 de julho de 2010). n° 646. nas edificações destinadas a estabelecimentos do ensino formal ou templos. observados os novos recuos. XIV – estacionamentos descobertos. § 1º Na hipótese do inc. (Alterado pela L. (NR) (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. n° 646.C. n° 646. 120.C. Parágrafo único. Art. aterros. Quando os recuos para ajardinamento forem absorvidos por alargamentos viários. de 22 de julho de 2010).C. o Município poderá eliminá–los total ou parcialmente mediante proposta do SMGP.L.C.C.60m (zero vírgula sessenta metro) acima do PNT.C. § 2º Na hipótese do inciso XIII. e (Alterado pela L. escadarias. de 22 de julho de 2010). Em edificações regulares que não observem as normas relativas ao recuo para ajardinamento. atualizada e compilada até a L. 116 desta Lei Complementar e mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. Art. XIII – muros no alinhamento ou nas divisas laterais com altura de até 2m (dois metros) em relação ao PNT. § 3º Quando o declive ou o aclive mínimo de 2m (dois metros) estabelecidos nos incs. (Alterado pela L. com altura máxima de 0. muretas.C. 434/99. V do ‘caput’ deste artigo. 119. o afastamento de altura de frente será ajustado a esta modificação. poderão ser permitidas edificações no recuo de ajardinamento. (NR) (Incluído pela L. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. em reciclagem de uso para edificação não residencial. desde que mantida a volumetria na área correspondente do recuo. 667/11. de 22 de julho de 2010). n° 646. incluindo a L. A aprovação de projeto e licenciamento de edificação em imóvel atingido por previsão de traçado viário e de equipamentos urbanos e comunitários. rampas de acesso ou outros elementos similares.C. 646/10. são permitidas: I – obras de reformas. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal XII – muros no alinhamento. Art.C. o muro não caracteriza direito adquirido para construções futuras. Na modificação total ou parcial do recuo de ajardinamento. garantido o disposto no art. nos terrenos baldios. n° 646. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. que observe a restrição à edificação na parte atingida. I e III do ‘caput’ deste artigo não for atendido na totalidade da testada do terreno. com o objetivo da manutenção da paisagem urbana relativa aos parâmetros do regime urbanístico estabelecidos mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. floreiras. nas dimensões previstas no Código de Edificações. dar–se–á: 118 . II – aumentos. n° 646. quando situada em Área Miscigenada. 121. fica proibida qualquer projeção sobre o logradouro público.

C.C. n° 646.C. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. a preservar. 1 (uma) testada integral de quarteirão. n° 646. n° 646. (Alterado pela L. natural ou cultural.C. e deverão: (Alterado pela L. 119 . No caso de a área remanescente decorrente da incidência do alargamento viário constituir profundidade inadequada à viabilização de projeto arquitetônico. de 22 de julho de 2010). n° 646.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III I – aplicando–se o regime urbanístico sobre a área não atingida pelo traçado do PDDUA. quando da demolição da área construída sobre o recuo viário e de jardim futuros. II – apresente falta de continuidade com as edificações adjacentes. de 22 de julho de 2010). III – o quarteirão ou a via pública apresente configuração especial. mediante transferência de potencial construtivo nos termos do art. 51. de 22 de julho de 2010). n° 646. o recuo para ajardinamento poderá ser alterado quando: (Alterado pela L. III – comprovar a viabilidade funcional da edificação. de 22 de julho de 2010). nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. quanto à prioridade de sua implantação.C. I – atender ao recuo para ajardinamento medido do alinhamento existente.C.C. no mínimo.C. II – observar o IA e o regime volumétrico previstos para o terreno. (Alterado pela L. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. II – aplicando–se o regime urbanístico sobre a totalidade da área. na área remanescente. IV – o terreno possua patrimônio ambiental. (Alterado pela L. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). A aprovação de projeto arquitetônico e o licenciamento de edificação em terreno atingido por traçado do PDDUA serão precedidos de análise. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). n° 646. n° 646. ficando a altura máxima na parte atingida limitada a 6m (seis metros). n° 646. n° 646. Mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. Art.C. Art. 123. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). n° 646. V – o terreno apresente forma irregular ou condições topográficas excepcionais. n° 646.C. e (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010).C. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). VI – o terreno tenha frente a verde público vinculado ao passeio. I – o terreno constituir. Parágrafo único. IV – atender a regime urbanístico e acessibilidade na construção sobre a área líquida. de 22 de julho de 2010). (NR) (Alterado pela L.C. ou (Alterado pela L. n° 646. 122. (Alterado pela L. poderá o afastamento de altura de frente ser medido a partir do antigo alinhamento.

§ 4º Excetuando–se os prédios residenciais. 124. conforme disposto no Anexo 11. tais como lotação. microônibus e ônibus.C. (Incluído pela L. § 1º Fica vedada a instalação de postos de abastecimento em locais que concentrem grande público. n° 646. n° 646. incluindo estacionamentos em via pública. serviço e de atividades especiais. Revogado pela L.C. de 22 de julho de 2010). distante no máximo 150m (cento e cinqüenta metros) da edificação. bem como as demais restrições impostas para atividade varejista de produtos perigosos.C.C. n° 646. (NR) (Incluído pela L. de 08 de outubro de 2010). Garagens e estacionamentos são. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). de comércio.C. (Alterado pela L.C. § 2º Garagens e estacionamentos gerais são prédios e áreas destinadas à guarda de veículos. 434/99. do posto de abastecimento mais próximo já existente.C. como túneis. de 22 de julho de 2010). atualizada e compilada até a L. conforme regulamentação específica que garanta a vinculação entre as duas edificações. em proximidades de locais incompatíveis com esse tipo de comércio. Os postos de abastecimento são atividades de impacto. 120 . de 22 de julho de 2010). edificações e áreas cobertas ou descobertas destinadas à guarda de veículos. § 3º Nas edificações multifamiliares. § 5º Todos os empreendimentos que tiverem a necessidade de implantação de garagens e estacionamentos deverão contemplar a instalação de bicicletários. instalações militares ou depósitos de explosivos e munições. Art. Parágrafo único.C. 646/10. n° 646. n° 646. unidades de conservação ambiental. poderá ser atendida em outro local. como presídios. deverão prever espaços com localização privilegiada para veículos automotores de pessoas com deficiência. (NR) (Incluído pela L. estabelecida no Anexo 10. a partir do ponto de estocagem.1 desta Lei Complementar. § 1º Garagens e estacionamentos comerciais são os prédios e áreas destinadas predominantemente à prestação de serviços de guarda de veículos. Art.C. de 22 de julho de 2010.L.C. estabelecimentos industriais. A previsão de vagas para guarda de veículos. de 08 de outubro de 2010). Art. todas as garagens e estacionamentos. respectivamente. sem prejuízo dos serviços afins. 125. § 2º A vedação de que trata o § 1º deste artigo não se aplica ao caso de ampliação de estabelecimentos para fins de instalação de Gás Natural Veicular – GNV. bem como em locais que distem menos de 500m (quinhentos metros). com atendimento ao disposto no Anexo 10. (NR) (Incluído pela L. n° 646. 126. subestações. cruzamentos importantes para o sistema viário e em áreas consideradas de risco. n° 646. devendo observar o disposto em seu Anexo 10. as garagens e estacionamentos são os espaços destinados à guarda de veículos com função complementar à atividade. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal VII – a edificação for Inventariada de Estruturação ou Tombada. incluindo a L. 667/11.

independentemente da dimensão da testada do terreno. devendo a sua capacidade construtiva ser devolvida com a aplicação de Solo Criado. Art. índices alienáveis adensáveis de Solo Criado ou Transferência de Potencial Construtivo. n° 646. 129. de 22 de julho de 2010). quando utilizados. Art. n° 646. § 2º Na ampliação de prédio existente. de 22 de julho de 2010). excetuando–se a aplicação do índice gerado pelo próprio terreno. As áreas para guarda de veículos podem ser condominiais. sem mudança de atividade. sob pena de reversão do imóvel ao domínio do Município. (Alterado pela L.1 desta Lei Complementar serão atendidos proporcionalmente ao aumento. sendo que. deve ser considerada a menor testada para o atendimento do previsto neste artigo. ou superior a 100m² (cem metros quadrados).C. desde que comprovados os espaços de circulação.C. 121 .pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III Art. n° 646. 127. quando situado em áreas urbanas críticas definidas pelo CMDUA e desde que compatibilizados os valores dos terrenos. (Alterado pela L. §4º Ao empreendedor compete verificar a viabilidade econômica da garagem comercial. e ao Executivo Municipal compete conferir a capacidade urbanística do local onde será aplicada a transferência da área edificável. sendo obrigatória a demarcação de espaço de acumulação na proporção estabelecida no Anexo 10. (NR) (Alterado pela L. na edificação. Lei específica poderá permitir a Transferência do Potencial Construtivo de imóvel sobre o qual se edifique nova garagem comercial. conforme padrões estabelecidos no Anexo 10 desta Lei Complementar. observado o disposto no art. 128. O SMGP poderá ajustar os padrões estabelecidos no artigo anterior e no Anexo 10 em função da especificidade de atividades. os padrões do Anexo 10. com vistas a diminuir a carência existente na data de vigência desta Lei. § 1º Para o dimensionamento da capacidade da garagem ou estacionamento é estabelecida como padrão a quota mínima de 25m²/veículo (vinte e cinco metros quadrados por veículo). § 2º A reversão do domínio será prevista em cláusula resolutiva na respectiva Escritura Pública. de 22 de julho de 2010). Art. de 22 de julho de 2010). 163 desta Lei. de manobra e de vaga.C. (Alterado pela L. § 2º Poderá ser reduzido o padrão da quota mínima por veículo para atendimento do número de vagas obrigatórias. § 3º O Município fica autorizado a alienar o imóvel objeto de reversão. As edificações em terrenos com testada igual ou superior a 12m (doze metros) devem prever vagas para a guarda de veículos.C. § 1º Os padrões previstos no Anexo 10 desta Lei Complementar serão observados. nos terrenos de esquina. 130. com a transferência do domínio para o Município e posterior retransmissão do domínio útil enquanto permanecer o uso previsto. § 1º A Transferência do Potencial Construtivo será feita mediante permuta do imóvel. considerando a demanda local de estacionamentos cobertos. quando este for superior a 10% (dez por cento) da área adensável da edificação. n° 646.

(Alterado pela L. incluindo a L. Mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. da Lei Orgânica do Município de Porto Alegre. n° 646.C. além da situação da área quanto à capacidade das vias de circulação no entorno.nº 524. incisos V e VII. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar.C. 646/10. prevendo: (Incluído pela L. n° 646. §6º O porte das garagens comerciais e o afastamento entre elas. Art. de 22 de julho de 2010). 132.C. 122 . após a aprovação do Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU) pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental (CMDUA). (NR) (Alterado pela L. Art. poderá ser permitido mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. de 05 de maio de 2005). de 22 de julho de 2010). em cada garagem. de 05 de maio de 2005). a critério do CMDUA. admitindo–se apenas duas garagens com transferência de Índice de Aproveitamento (IA). de 05 de maio de 2005). 56. III – implantação de programa habitacional classificado como Demanda Habitacional Prioritária (Habitação Popular). (Incluído pela L. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar.C. seu potencial construtivo e as condições da simultânea concessão de uso para a edificação de garagem comercial.C. a distância de 150 m (cento e cinqüenta metros). a descrição do imóvel a ser transferido para o patrimônio municipal. referida no “caput” deste artigo será encaminhada ao Legislativo para cumprir as exigências do art. entre outras disposições. nas vias com proibição conforme Anexo 10.C.2 desta Lei Complementar. respeitando o código instituído para a Unidade de Estruturação Urbana (UEU). de 22 de julho de 2010).C. medida linearmente no alinhamento predial. 434/99. ou (Incluído pela L.nº 524. atualizada e compilada até a L.C.C.nº 524. 667/11. 131. §5º A Lei específica. nos casos de Transferência de Potencial Construtivo. I – reciclagem de uso de prédio existente. de 22 de julho de 2010). ( Incluído pela L. com possibilidades de ajustes. poderá ser reduzida ou suprimida a exigência de vagas obrigatórias para guarda de veículos. serão estimados.C. (Alterado pela L.C. II – como afastamento entre as garagens. devendo conter.). I– como número máximo de vagas de estacionamento. o dobro do número de economias instituídas no regime urbanístico da UEU. por quarteirão. prevista no Anexo 10 desta Lei Complementar. n° 646. O acesso à garagem ou ao estacionamento em edificação no Centro Histórico. II – edificação Inventariada de Estruturação ou Tombada. n° 646.L. n° 646. de 22 de julho de 2010). face à diversidade de situações com mais ou menos comprometimento viário e carência de espaço para a guarda de veículos. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal bem como conferir a acessibilidade viária adequada ao porte da garagem e à volumetria predial. quando se tratar de: (Alterado pela L.

(NR) (Incluído pela L. 133. n° 646.C. 123 . (NR) (Alterado pela L. n° 646. mediante concessão para sua exploração econômica. n° 646.C. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). Nas situações especificadas no Anexo 10 desta Lei Complementar é obrigatória a previsão de local. no interior do terreno. (Incluído pela L. n° 646. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). Na forma de diretriz estratégica para as áreas de praças e logradouros do Município. poderão ser construídos estacionamentos subterrâneos.C. Art. a critério do SMGP. 133–A. Parágrafo único. desde que não ocorra prejuízo à funcionalidade da atividade. em proporções adequadas.C. Art. destinado à movimentação e manobra de veículo de carga e descarga. de 22 de julho de 2010).pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III IV – imóvel situado em zona de acentuada concentração urbana. Ficam ressalvadas do disposto no ‘caput’ deste artigo as áreas cujos subsolos serão utilizados na forma de bacias de contenção de águas pluviais ou que representem interesse do patrimônio histórico e cultural.

C. 646/10.C. DE R UB UT O O 1 3 1032 R EUDORO BERLINK 1034 1 3090 RU R. MAZER Regime1060 Volumétrico CA CIQ UE LIMA 1 RU A 2 N RIA MA R.1 FIG.L. RUA CORR EA 4 6 7 3 IRO UE 4 L CO UT O 1 3146 O DE S TO MA 4 PA DR E 5 3 1 4018 4020 AV. PROF. R. SEP 5 4 Consultar 14 4 5 3 4 2 1 3 2 . A PÇ 23 O 1 R. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Mapa de Alturas do Anexo 1. B 2 PO S AR SC .Macrozona 01 Mapa de Alturas do Anexo 1. A LD IBA AR I 2 3 S O EL RC BA 3092 4 1 L. CE 3 4010 R. SIMEÃO DO S 9 CA NA L 8 3 4 7 4 8 1016 3 1 INÁCIO DA SILVA AV. INDEPENDÊNCIA 13 RUA CEL. BORGES 5 2 5 9 OD OA 1066 2 MA 3 R UA 10 5 6 1068 3 4 AR Ã 1 2 2 IDA EN AV 1076 3 5 1 9 7 4 6 4 3138 3 GA AN IPIR IDA EN AV 1 6 2 CAC IQU E 5 11 10 R. O OF PR 7 5 8 3 15 7 8 CA M 1 R. CLEMENT E 6 16 14 NUNES 1 2 1 9 1 2 R. BORDINI IS CA ÍLIO RC MA 5 9 RUA ALBERTO BINS 15 14 2 3 2 ÉA DE VENTO RUA MOSTARDEIRO ANH A AS AD 16 R.G O 37 1 6 R ANTÔNIO PARREIROS 1040 LO AR .0 m RUA TAQUARI 2 MA A LI RE OR 12 A C RU 2 4 4 M TU CA BI 5 6 1 3 1 1084 6 42. MAL JOSÉ 3042 1 3044 1 3046 1 9030 5 PÁT RIA RU A O LIN DA 1 1014 2 VO LUN TÁR IOS DA 1 9026 9030 1 1 1018 6 6 BO 17 7 3 11 LO M CUNH LIX DA R. ANDR AV.C ON S OLA Ç ÃO 1 1012 2 6 7 6 2 1 RUA MAL.0 m 33. OU TE AV. C AV 3 5 10 RU 42 14 16 15 39 27 29 1 22 23 AV AÍ 20 4 1 18 RUA MARIANTE 30 2 5 26 32 4 1 41 11 1036 8 AV 3 40 1028 20 AV .0 m 5 7 8 A RU RGES IO BO ARÍC L.J AV SÉ DO 3 2 1038 2 8 2 AV.R R 12 5 1 VÃ O 2 2 8 1022 13 1 12 1 2 3070 AV .C. 434/99. JOS 1078 1 4 5 2 4 5 AV. incluindo a L.0 m 52. 21  JUN/10 .M PINTO É TIARAJ R. M AR IA LU AN OE LJ .O SV AL D RUA LUCAS DE OLIVEIRA 13 17 NIL 1026 24 R. TE N 1086 11 5 RUA AL PO IN R. 15 27. NIO IL AS BR 3 A MIL NO CO 1 9 O IR AM . PR ALVES OTÁSIO 28 PÇA ISABEL A. AP AV.1 9018 1 Macrozona 01 2034 2 5 4 1 FIG.21 JUN/10 1 APOS AVENIDA FARR 4 1 AV EN 2038 IDA SE RTÓR IO 2040 1 6 CANAL 9022 2036 5 1 2042 1 1 9020 1 2 7 1 1004 6 1 8 4 3 RUA 25 DE JULHO 2044 AVENIDA SERTÓRIO 2 9024 1 3 5 1 AV EN IDA CAI RÚ 1008 1008 1 1 9022 10 3024 4 7 1010 1 3 2 3 3 3 AVENIDA SIL ASSIS BRA 2 NA VE GA NT 9028 ES 1 6 R.0 m 3 2 2 AV . atualizada e compilada até a L.L OP ES 4 FE R 2 IZA PE RE Z NA N DE S 3 1 1 3 4030 9 4032 4022 1 6 2 1 A AN 4026 RUA CONDOR PE OB DR OT R IO ICÁ DR . FÉ 1 1020 3 9 10 2 8 9 R CORON 4 4 10 1 11 1 1002 A 2 RU A 3066 PLÍ AV. PAD RE HU MB ER Legenda 1062 3 5 TO É DE ALE NCAR 5 1082 IR RE 3142 1 3 3 2 PE STÃO H. C RIS TO 10 13 14 15 2 1024 7 5 6 4 2 3 1 DINI EL BOR 1 S FA RR AP O 14 19 5 2 3068 AG NIT 4 R. 667/11. EDVALDO PEREIRA PAIVA 4 26 18 11 6 O Ã LE O 1 1054 IO AL VES 5 6 4 2 8 7 3 1 9 3112 5 3 4 1 O .5 m 18. SÉ JO N BO Á IF CIO AN HA 10 AVE 1042 2 3 31 RU A DA RE PÚ IC BL 30 8 9 7 NID A PR OTÁ S 1046 2 AV. VASCO DA GAMA 3 7 PEÇ S 1 3110 ME GO S RU A 31 12 2 38 32 19 19 13 24 A O AR 2 4 3112 9 1 3 25 21 R.0 m 12. CATÓLICA AV AURELIAN O TR PA 27 IO CÍN 1 1044 1048 29 O DE FIGU EIREDO PINTO 1 1 12 1052 R UA BA SE IÃ ST 6 4 A IP ID EN GA AN IR 4 1 7 1050 1 AVENIDA IPIRA NGA 2 AVENIDA 5 AV 1 1072 2 1 2 1056 6 1 9 8 1 3132 1 3 NHA DA AZE 3 3 1058 RUA FE LIZA 1074 3 4 C UN HA 3130 RDO 2 DE MEDEIRO 1064 4 1 2 1 4 1 1 S 3 4 3 2 3 ZO NA S AVEN IDA DA AZ EN HA ORLA DO GUAÍBA EU C LID ES 1070 DA 4 AV. MA R. GA 9 3 10 1 8 R. 7 O RU A 4016 MIG 1080 9 1 2 13 12 14 1 11 3 1 A Altura Máxima 09.M R Regime Especial 1 2 3 6 7 15 8 6 4024 RE AD U 1 8012 1 8014 4038 4040 5 3 4034 3 124 PDDUA . A D 35 28 6 7 8 36 19 2 EN G AR A TIN 2 PARQUE MOINHOS 17 ET HE 2 25 DR AN OS A D AV.IR MÃ O 1 JOSÉ OTÃO AV . VO DA LU N PÁ TÁ TR RIO IA S AV EN ID A 7 4 8 9 10 11 12 33 34 S DIA 6 1030 16 E VALL 24 R.

saneamento. 136. são incluídas na definição do programa de atividades dos projetos executivos. de 22 de julho de 2010). acesso à escola. para efeito desta Lei. os padrões urbanísticos dos Anexos 8 e 9 e o traçado do PDDUA. a critério do SMGP. poderão ter. sendo que os lotes nos quais incidirem estas restrições deverão apresentar dimensões tais que permitam a edificação na área remanescente. podendo ser realizado na forma de loteamento. até que sejam asseguradas as condições que permitam a ocupação. O parcelamento do solo observará as Zonas de Uso. observando os termos indicados pelos órgãos competentes e compatibilizando as legislações federal. desmembramento e fracionamento.152 desta Lei. § 6º Os empreendimentos de parcelamento do solo. a critério dos órgãos competentes. bem como reserva de área de preservação permanente. § 2º Os projetos de parcelamento do solo devem abranger o imóvel titulado em sua totalidade. 153. n° 646. 135. desde que não gere lote encravado e atenda ao disposto no inciso IV do art. exceto no caso de fracionamento em imóvel situado em logradouro público. as funções fundamentais dos seguintes equipamentos: (Incluído pela L. 134.C. de 08 de outubro de 2010). na parcela que lhes compete. § 5º Para a aprovação de parcelamento do solo. § 8º Nas áreas destinadas a praças ou parques públicos. ao parcelamento do solo as situações previstas no § 3º do art. Art.C. condições físico–ambientais e outros aspectos técnicos relevantes. § 7º VETADO. Parcelamento do solo urbano é a divisão da terra em unidades juridicamente independentes. Equiparam–se. n° 646. nos termos do art. o Município. por meio de alternativas de amortecimento da vazão pluvial. desde que comprovada tecnicamente a necessidade. (Alterado pela L.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III CAPÍTULO III Do Parcelamento do Solo Art. com vistas à edificação. respeitando as diretrizes determinadas pelo macroplano de saneamento e drenagem do Município. 125 . de 22 de julho de 2010). poderá exigir avaliação de impacto urbano e ambiental.C. n° 646. sempre mediante aprovação municipal. a ser elaborado pelo Poder Executivo. conforme legislação aplicável. Parágrafo único. § 4º As dimensões da “faixa não–edificável” serão definidas pelo Poder Executivo. (Alterado pela L. na sua concepção a permanência das condições hidrológicas originais da bacia. estadual e municipal pertinentes. § 3º O Poder Executivo poderá exigir a reserva de faixa não edificável destinada às redes que compõem os sistemas dos equipamentos públicos urbanos vinculados aos serviços de sua competência. levando em conta a disponibilidade e repercussão sobre o transporte público. § 1º É vedado o parcelamento do solo em áreas impróprias à edificação.

(NR) (Incluído pela L. § 1º Para os efeitos do inciso I do “caput” deste artigo. 646/10. n° 646. de 08 de outubro de 2010). II – em terrenos que tenham sido aterrados com material nocivo à saúde. salvo se atendidas exigências específicas dos órgãos competentes. 434/99. de 08 de outubro de 2010). de 08 de outubro de 2010).C. III – espelhos d’água. de 08 de outubro de 2010).L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal I – efeito paisagístico e ambiental. § 9º Relativamente ao disposto no § 8º deste artigo.C. 667/11. nomeadamente das redes públicas de abastecimento de água potável e de energia elétrica. de 22 de julho de 2010). Fica vedado o parcelamento do solo: (Alterado pela L. V – em terrenos situados fora do alcance dos equipamentos urbanos. e (Incluído pela L. (Incluído pela L. a critério do SMGP. IV – monumentos. de 08 de outubro de 2010). I – em terrenos alagadiços e sujeitos a inundações.. de 08 de outubro de 2010). 136. atualizada e compilada até a L.C.C.C. incluindo a L. V – recreação infantil. antes de tomadas as providências para assegurar o escoamento das águas ou a proteção contra as cheias e inundações. n° 646. IX – em imóveis que não possuam frente para logradouros públicos oficiais. (Incluído pela L. VI – em Áreas de Proteção do Ambiente Natural. isoladas ou integradas às respectivas áreas.C. II – áreas ajardinadas e arborizadas. salvo se houver correções de acordo com as normas oficiais. IV – em terrenos onde as condições geológicas e hidrológicas não aconselham a edificação. n° 646.C. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. n° 646. n° 646. após detalhamento que resulte em preservação permanente.C. sem que sejam previamente saneados. III – em terrenos ou parcelas de terrenos com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento).C. para a construção de quadras de esportes. em função da topografia e das aspirações dos moradores. X – em Áreas de Contenção ao Crescimento Urbano (ACCRU). Art. existentes ou a serem executados na zona urbana intensiva do Município. (Incluído pela L. VIII – em imóveis dos quais resultem terrenos encravados ou lotes em desacordo com padrões estabelecidos em lei. imóveis não protegidos de cheias e inundações são os que estiverem localizados em: 126 . (Incluído pela L.C. VII – em áreas onde a poluição ambiental impeça condições sanitárias. (Alterado pela L. n° 646. n° 646. serão destinados 2% (dois por cento) do total das áreas de praças e parques.

educação e. n° 646. ao sul do cruzamento da Av.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III quota de nível inferior a 05. bem como os padrões e normas técnicas pertinentes.C.1. as quais lhes são também aplicáveis. com vistas à edificação. sem que tal situação altere as funções e as características desses espaços ambientalmente protegidos. cujo coroamento situe–se na quota mínima de 05. de 22 de julho de 2010). § 6º As Áreas de Preservação Permanente poderão situar–se dentro de lotes. saúde. As áreas de destinação pública observarão o disposto nos Anexos 8. e sejam dotados de sistema de drenagem das águas pluviais. no mesmo imóvel. § 3º As vedações contidas neste artigo não se aplicam aos condomínios por unidades autônomas situadas na Área de Ocupação Intensiva que acederem em imóveis com área igual ou inferior à área permitida na UEU de situação do imóvel. Art. 147. n° 646. § 5º Em relação aos arroios interiores. No parcelamento do solo serão destinadas áreas à malha viária e à implantação de equipamentos públicos urbanos e comunitários. de energia elétrica. 138. n° 646.C. 8. Pereira Passos. Art. Guaíba com a Rua Dr. § 4º As vedações contidas no inciso IX não se aplicam nos casos de desmembramentos e fracionamento de imóveis com frente para vias projetadas que sejam de domínio público. sem prejuízo dos usos excepcionais legalmente permitidos. de 22 de julho de 2010). transporte. localizados na faixa litorânea do lago Guaíba.13m (dois metros e treze centímetros) positivos. (Alterado pela L. § 3º Os equipamentos públicos comunitários são os de lazer. cultura. de esgotamento sanitário.13m (cinco metros e treze centímetros) positivos. (NR) (Incluído pela L. nas quais foram efetuadas garantias na forma do art. exceto as contidas nos seus incisos VIII e IX. segurança e espaço para associação de moradores. a critério do DEP. de 22 de julho de 2010). para efeito do § 1º. de comunicação. as quotas serão determinadas posteriormente. § 1º Os percentuais de áreas públicas destinadas no parcelamento do solo. 137. (NR) (Alterado pela L. com bombeamento em operação. de iluminação pública e de gás.13m (dois metros e treze centímetros) positivos em relação ao sistema oficial de referência de nível. II – quota de nível inferior a 02. devem atender ao disposto nos Anexos 8 e 9. de caráter local.C.2 e 9. I– 127 . obedecendo ao traçado e ao regime urbanístico estabelecidos pelo PDDUA. área urbanizável fora da faixa de preservação. quando for contemplada. mesmo quando protegidos de diques de defesa contra inundações. exceto aqueles situados com quota de nível superior a 02.13m (cinco metros e treze centímetros) positivos em relação ao sistema oficial de referência de nível do Município. § 2º As vedações contidas neste artigo não se aplicam ao parcelamento do solo sob a forma de fracionamento. de drenagem. § 2º Os equipamentos públicos urbanos são os que compõem os sistemas de abastecimento de água.

da área de destinação pública: I – as destinadas à malha viária que excederem aos gabaritos das vias V. n° 646. n° 646. referidos no inc. deverão ter valor correspondente ao valor avaliado da área de destinação pública. executados de acordo com projeto arquitetônico devidamente aprovado. (Incluído pela L. os serviços e seus respectivos projetos. I do § 1º deste artigo poderão ser localizados fora dos limites da área do parcelamento do solo. ser convertidas 128 .L. III – as áreas destinadas à implantação de equipamentos urbanos de abastecimento de água e serviços de esgoto cloacal. 137 desta Lei Complementar. § 3º As obras. (Alterado pela L. em conjunto ou isoladamente. o interessado poderá utilizar as formas apresentadas a seguir.50m – dezessete metros e cinqüenta centímetros) nas demais áreas. § 5º Poderão ser descontadas.1 e 8. atualizada e compilada até a L. de 22 de julho de 2010). II do § 1º deste artigo. quando localizadas nas Áreas Predominantemente Produtivas e Corredores de Desenvolvimento. desde que mantida a correspondência de valores monetários de avaliação. § 4º No caso de incidência de sistema viário ou equipamentos comunitários previstos no PDDUA sobre área objeto de parcelamento do solo. 667/11. n° 646. cujo pagamento deverá ser efetuado na forma regulamentada em decreto. III – conversão em moeda corrente nacional. na forma conceituada no § 3º do art. cujo valor será destinado à aquisição de outras áreas para implantação de equipamentos públicos comunitários. a critério do SMGP. n° 646.4.C. ou (Incluído pela L. § 2º Os lotes referidos no inc. 434/99. construção. de 22 de julho de 2010). e das vias V. de 22 de julho de 2010). podendo esta ser realizada por empresa especializada. ampliação ou reforma de prédios destinados a equipamentos públicos comunitários.C. de 08 de outubro de 2010).3. de 08 de outubro de 2010).C. devidamente cadastrada no Município.C. em caso dessa incidência ser superior aos padrões dos Anexos 8. de comum acordo entre o Poder Executivo e o empreendedor. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal § 1º Se a destinação de áreas públicas não atingir o percentual estabelecido ou se as áreas forem inadequadas à finalidade pública prevista. II – as áreas destinadas a equipamentos comunitários que excederem ao limite estabelecido no Anexo 8. adotados em conjunto ou isoladamente. II – urbanização de áreas de lazer. nos termos desta Lei.C. para efeito da aplicação do art. inicialmente se calculará o percentual de áreas de destinação pública em função da área titulada. § 6º As áreas de destinação pública podem.C.50m – vinte e dois metros e cinqüenta centímetros).C.2.1 (22. de 08 de outubro de 2010). (Incluído pela L. n° 646.1 (17. (Alterado pela L.C. e posteriormente. incluindo a L. 646/10. a critério do SMGP: (Alterado pela L.C. descritos e caracterizados como lotes destinados ao cumprimento da destinação e da utilização pública original constantes do projeto e memorial descritivo do parcelamento do solo. I – terrenos urbanizados. a diferença será adquirida pelo Município.1. na hipótese do § 1°. n° 646. 51.

(Incluído pela L. sendo que a forma de pagamento será objeto de regulamentação através de decreto do Poder Executivo. Para parcelamento do solo ou da edificação. de 08 de outubro de 2010). § 11. serão admitidos parâmetros diferenciados de acordo com a Lei nº 9. (Incluído pela L. e as Leis Complementares nos 547. (Incluído pela L. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). será aceito o percentual de 18% (dezoito por cento) destinado a equipamentos urbanos e comunitários e admitido o lote com 125m2 (cento e vinte e cinco metros quadrados) de área. de 08 de outubro de 2010). n° 646. 139. (Incluído pela L. e o lote poderá ser admitido com 125m² (cento e vinte e cinco metros quadrados) de área e testada mínima de 05m (cinco metros). Art. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. n° 646. poderão ser passíveis de aplicação do disposto no art. n° 646. n° 646.162. de 8 de julho de 2003. ficam desprovidas de potencial construtivo. 2º e 3º deste artigo aplica–se a todas as áreas de destinação pública oriundas de parcelamento do solo. § 7º A critério do SMGP. n° 646. e aceita a implantação de infraestrutura mínima a ser regulamentada por decreto. atendidos os demais parâmetros do Anexo 8. No loteamento de interesse social. § 1º Em parcelamento do solo de interesse social será dispensado o percentual de 2% (dois por cento) destinado a parque. (Alterado pela L. O disposto nos §§ 1º. Art. e 548. as áreas destinadas à implantação de equipamentos municipais de abastecimento de água e serviços de esgoto cloacal e drenagem. de 22 de julho de 2010).C. sem IA. devendo ter gravada na matrícula do imóvel essa restrição. desde que estas não computem como área de equipamentos urbanos ou comunitários. de 22 de julho de 2010). de 24 de abril de 2006. n° 646. podendo ser aceita a implantação de infraestrutura mínima a ser regulamentada por decreto. 129 . § 9º As Áreas de Preservação Permanente que forem descontadas no cálculo das áreas de destinação pública.C. as Áreas de Preservação Permanente.1 desta Lei Complementar. 139–A. Art. Quando houver Área de Preservação Permanente incidindo sobre áreas públicas. de 22 de julho de 2010). n° 646.C. de 08 de outubro de 2010). § 2º Revogado.C. 139–B. O parcelamento do solo em áreas gravadas como AEIS observará o que segue: (Incluído pela L.C. de 24 de abril de 2006. destinados a suprir a Demanda Habitacional Prioritária.C. em Áreas Predominantemente Residenciais e Mistas 1 a 4.C. § 10. por não gerarem adensamento. e alterações posteriores. n° 646. cujo valor será destinado à aquisição de outras áreas para implantação de equipamentos públicos comunitários.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III em moeda corrente nacional. n° 646. (L. § 8º Poderão ser descontados da matrícula. para fins de cálculo das áreas de destinação pública. 51 desta Lei Complementar.C.C. (Incluído pela L. esta não constará no cômputo da área de destinação pública obrigatória.

C. atualizada e compilada até a L.C.500m² (vinte e dois mil e quinhentos metros quadrados). (L. 667/11. desde que fique garantida a permeabilidade da circulação de pedestres e a alteração seja condicionada à execução do empreendimento.C. 434/99.C.4. 142. torne desnecessária a restrição. b) o quarteirão estruturador com 22. Art. e (Incluído pela L.C. os limites de face e área dos quarteirões nos parcelamentos do solo que apresentarem as seguintes situações: I – quando localizados em áreas onde a rede viária existente. Art. n° 646. ou projetada. modificação ou ampliação. Poderão ser alterados. § 1º Revogado.500m² (vinte e dois mil e quinhentos metros quadrados) de área máxima será delimitado por vias dos tipos V. III – quando a necessidade de preservação do patrimônio ambiental desaconselhar a abertura de vias ou logradouros públicos.C. passam a integrar o domínio do Município as vias e outros equipamentos públicos urbanos e comunitários constantes do projeto e do memorial descritivo. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal na regularização de parcelamento do solo em AEIS I e II. Aprovado o projeto urbanístico de parcelamento do solo. (Incluído pela L. n° 646. poderá ser aumentado o limite máximo de 22. 141. de 22 de julho de 2010). seu prolongamento. c) quando a rede viária existente torne dispensável o limite referido na al. Desde a data de registro do parcelamento do solo no Cartório de Registro de Imóveis.C.C.C. V. II – quando se pretenda a edificação de equipamentos urbanos que exijam dimensões superiores. (Incluído pela L. Art. 140. A aprovação de projetos urbanísticos de parcelamento do solo e complementares obedecerá a decreto regulamentador. de 22 de julho de 2010). conforme Anexo 9 desta Lei Complementar.4. n° 646. n° 646. 141–A. II – na implantação de parcelamento do solo em AEIS III: (Incluído pela L. n° 646.3 e V. a critério do SMGP. de 22 de julho de 2010).2.C. I– 130 . (Alterado pela L. (Incluído pela L. exceto para os condomínios equiparados a parcelamento do solo conforme disposto no § 3º do art. 646/10. de 22 de julho de 2010). Art. sob pena de caducidade. de 22 de julho de 2010). (L. o interessado deverá submetê–lo ao Registro Imobiliário em um prazo de 180 (cento e oitenta) dias.L. n° 646. a critério do SMGP. ‘b’ deste inciso. de 22 de julho de 2010). a) os padrões especiais incidirão no interior dos quarteirões estruturadores.C. de 22 de julho de 2010). 153 desta Lei Complementar.C. serão considerados como padrão os parâmetros identificados no cadastro. n° 646. n° 646. incluindo a L. de 22 de julho de 2010). n° 646. de 22 de julho de 2010).4. § 2º Revogado.4. e (Incluído pela L.

C. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. n° 646. de acordo com as normas técnicas dos órgãos competentes: (Alterado pela L. as áreas referidas no “caput” deste artigo não poderão ter sua destinação alterada pelo loteador. A área de destinação pública para equipamentos urbanos e comunitários. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). I – a execução e a arborização de vias. 143. de 19 de dezembro de 1979. a critério do SMGP e ouvida a comunidade.C. das obras de 131 . de 29 de janeiro de 1999. n° 646.766. no mínimo. (Renomeado pela L. Loteamento é a subdivisão do imóvel em lotes destinados à edificação. cancelamento do registro de loteamento ou alteração do loteamento registrado. Art. prolongamento. não poderá ser inferior a 20% (vinte por cento) do total da gleba. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). salvo nas hipóteses de caducidade do ato de aprovação. com a abertura de novas vias de circulação. n° 646. desde que não acarretem ônus ao loteador e que sejam atendidos os requisitos estabelecidos em regulamentação específica. Revogado. (Alterado pela L. o percentual de destinação de áreas para equipamentos públicos comunitários será de. n° 646. Art. III – o fornecimento das placas de denominação dos logradouros.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III Parágrafo único. de acordo com planos de prioridades. de 22 de julho de 2010). salvo acréscimo no limite máximo por proposta do loteador. 18.C. nem o total da área de destinação pública ser superior a 50% (cinquenta por cento). de 22 de julho de 2010).C. praças e parques.785. de acordo com as normas técnicas dos órgãos competentes.C. modificação ou ampliação das vias existentes. Parágrafo único. 143–A. II – a execução dos equipamentos públicos urbanos. 145. (L.C. n° 646. 18% (dezoito por cento). e alterações dadas pela Lei nº 9. modificação ou ampliação – efetivada pelo Município. 144.C. Não caracteriza loteamento a execução de vias públicas de circulação – compreendendo abertura. § 2º Nos loteamentos de interesse social. n° 646. 23 e 28 da Lei Federal nº 6. (Alterado pela L.C. §1º Nas áreas destinadas a praças e escolas podem ser implantados outros equipamentos públicos comunitários. em loteamentos. de 22 de julho de 2010). nos termos dos arts. (Alterado pela L. (NR) (Incluído pela L. n° 646. SEÇÃO I Do Loteamento Art. Desde a aprovação do parcelamento do solo. de logradouros públicos ou prolongamento. com vista a dar continuidade à sua malha viária. Art. n° 646. São de responsabilidade do loteador.

146. A execução das obras de urbanização será objeto de garantia por parte do loteador.C. de 22 de julho de 2010). 434/99. V.C. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal demarcação dos lotes. a contar da data de seu registro imobiliário. O prazo referido neste artigo poderá ser prorrogado. § 2º Não poderão ser dadas em garantia hipotecária as áreas de destinação pública constantes do projeto de loteamento. n° 646. (Alterado pela L.L. em valor equivalente ao custo orçamentado das obras.5). equivalente a 40% (quarenta por cento) da área dos lotes. exceto a pavimentação do equivalente a 50% (cinquenta por cento) da via. em títulos da dívida pública. de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo SMGP. atualizada e compilada até a L. desde que o pedido de prorrogação se dê na sua vigência. n° 646. IV – a execução da sinalização viária básica nas vias arteriais e acessos principais do loteamento. que deverá ser. bem como das quadras constantes nos projetos aprovados. § 1º A garantia poderá ser liberada à medida em que forem entregues as obras. (NR) (Alterado pela L. § 2º Os equipamentos públicos urbanos deverão ser estendidos até a rede oficial existente. que atendam também a demanda de outras glebas. § 3º Fica dispensada a prestação de garantia na implantação de loteamentos pelo Município e pelas Cooperativas Habitacionais Autogestionárias com a anuência do órgão público responsável pela política habitacional. caberá ao loteador a execução das obras de urbanização. fiança bancária ou seguro garantia. incluindo a L.2. sendo que a conclusão destas deverá observar o prazo máximo de 05 (cinco) anos. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).2. § 4º A garantia hipotecária poderá ser prestada sob a forma de segunda hipoteca nas seguintes condições: I – o valor do bem oferecido para segunda hipoteca deve ser superior ao da dívida garantida pela primeira hipoteca. e (Alterado pela L. em função de interesse público e a critério do SMGP. Art. de 22 de julho de 2010). segundo as modalidades previstas em regulamentação – garantia hipotecária.C. 646/10. § 3º Na implantação dos equipamentos referidos no § 2º.2. § 1º Na hipótese de incidirem Vias Arteriais (V. (NR) Art. Parágrafo único. será ressarcida ao empreendedor. 667/11.C. V.2.C.C. 147. aceitas pelos órgãos técnicos municipais. tantas vezes quantas forem necessárias. toda e qualquer diferença de custo entre os equipamentos dimensionados para atender a demanda própria do loteamento e aqueles equipamentos que venham a ser exigidos pelos órgãos municipais. O licenciamento das obras de urbanização deve ser requerido no prazo de 180 (cento e oitenta) dias.4 e V.1. n° 646. 132 . (Alterado pela L. n° 646.3.C. desde que não desfigure a efetiva garantia para o restante das obras. salvo na garantia hipotecária. caução em dinheiro. ou em outro imóvel de valor equivalente. no mínimo.

150. § 2º Sem prejuízo de outras penalidades. § 4º O desmembramento de terreno de instituições.C. Desmembramento é o parcelamento de imóvel em lotes destinados à edificação com aproveitamento do sistema viário oficial.2 desta Lei Complementar. Verificando que o loteamento não se acha licenciado ou foi executado em desacordo com os projetos aprovados. sendo que a forma de pagamento será objeto de regulamentação através de decreto do Poder Executivo. (Incluído pela L. Art. ser convertidas em moeda corrente nacional. inclusive por via judicial. de 29 de janeiro de 1999. SEÇÃO II Do Desmembramento Art. as áreas públicas serão destinadas a equipamentos públicos comunitários e sistema viário projetado. na forma do art. o Município notificará o loteador. (NR) (Incluído pela L. § 1º No desmembramento. ressalvado o disposto no art.C. conventos. de 08 de outubro de 2010). § 3º Será permitido o desmembramento de imóvel em Área Especial com o objetivo de destacar parte do mesmo desde que não descaracterize a Área Especial. caso em que as áreas de destinação pública serão calculadas sobre a parcela destacada. n° 646. com o regime urbanístico e com os equipamentos urbanos instituídos em lei. n° 646.2. ressarcindo–se de despesas de implantação de infraestrutura necessária junto ao loteador. (NR) Art. § 1º Desatendida a notificação.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III II – comprovação pelo loteador de que a primeira hipoteca vincula–se ao financiamento para a execução das obras do próprio loteamento e de que haja a anuência da entidade financeira. o Município. no percentual estabelecido no Anexo 8. a critério do SMGP. 133 . de 22 de julho de 2010). deverá embargar. de 19 de dezembro de 1979. às expensas dos proprietários. em imóveis com testada e área superiores às previstas no Anexo 8. através de seus órgãos técnicos competentes. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. com o objetivo de destacar–lhe parte. É vedado o parcelamento do solo sob a forma de desmembramento na Área de Ocupação Intensiva. 149. e alterações dadas pela Lei nº 9. será objeto de Projeto Especial de Impacto Urbano.766.785. § 2º As áreas de destinação pública podem. asilos e clubes. poderá o Poder Executivo regularizar o loteamento para evitar lesões aos seus padrões de desenvolvimento urbano e na defesa dos direitos dos adquirentes de lotes. cujo valor será destinado à aquisição de outras áreas para implantação de equipamentos públicos comunitários. podendo a doação para equipamentos públicos comunitários ser proporcional à área destacada.140. 148. 40 e seus parágrafos da Lei Federal nº 6. loteamentos realizados em desacordo com o traçado. como escolas.

8ha (oito hectares). 646/10. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. b) com áreas superiores ao módulo de fracionamento e inferiores aos padrões de área de quarteirão do Anexo 8. objetivando o posterior parcelamento do solo.C. de 22 de julho de 2010). no mínimo. IV e VI do art.3. III – a divisão de terreno. II – área superior ao módulo de fracionamento. de 22 de julho de 2010). desde que não implique agravamento do traçado. n° 646.C. que comprove a intenção de fracionamento. do regime urbanístico e dos equipamentos urbanos e comunitários da UEU: (Alterado pela L. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal SEÇÃO III Do Fracionamento Art. (Alterada pela L. de 22 de julho de 2010). 136 desta Lei 134 .C. desde que cada parcela resultante possua área igual ou superior a 6.L. de 22 de julho de 2010). quando deverá ser de.C.75ha (seis vírgula setenta e cinco hectares) na Área de Ocupação Intensiva. de 22 de julho de 2010). desde que os lotes decorrentes da divisão permaneçam com área superior à área do quarteirão do Anexo 8. conforme disposto no Anexo 8. IV – o parcelamento de terreno com o objetivo de destacar desse parte que esteja vinculada às áreas de vedações contidas nos incs. (Alterado pela L. desde que o imóvel tenha origem em parcelamento do solo aprovado pelo Município. (Alterado pela L.C. (Redação a alínea “b” modificada pela L. 434/99. conforme legislação vigente à época de sua aprovação. destacando–se desse parte que esteja vinculada a projeto arquitetônico aprovado por legislações anteriores. Fracionamento é o parcelamento de imóvel em lotes destinados à edificação com aproveitamento do sistema viário oficial. Consideram–se também fracionamento. incluindo a L. III. exceto nas Zonas Predominantemente Produtivas. n° 646. n° 646.1 desta Lei Complementar. d) com áreas superiores à área do quarteirão do Anexo 8. de 22 de julho de 2010). 667/11. c) com áreas inferiores e superiores ao módulo de fracionamento. (Alterado pela L. n° 646. II – o parcelamento de terreno.1. n° 646. I – o parcelamento de imóvel resultante de remembramento de imóveis: a) com áreas inferiores ao módulo de fracionamento. desde que a capacidade construtiva dos imóveis resultantes não seja superior à capacidade construtiva dos terrenos a serem remembrados. atendidos os seguintes requisitos: I – área igual ou inferior ao módulo de fracionamento da respectiva UEU. atualizada e compilada até a L. desde que os lotes decorrentes da divisão permaneçam com áreas superiores ao módulo de fracionamento da UEU correspondente. 152. n° 646.C. 151. Art.C.1.C.C.

135 . com qualquer dimensão. de 22 de julho de 2010). mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. desde que: (Renomeado para § 1º pela L.C. além da área de vedação. n° 646. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).C. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar.766.C. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. nomeadamente nas hipóteses de: a) dissolução da sociedade conjugal. (Incluído pela L. devendo o terreno resultante do fracionamento conter. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. n° 646. (Alterado pela L. área passível de ocupação que permita sua sustentabilidade. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. VII – a divisão amigável ou judicial. bem como a partilha de imóveis. (NR) (Incluído pela L.1 desta Lei Complementar.C.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III Complementar.C. n° 646. n° 646. herdeiros ou sócios.75ha (seis vírgula setenta e cinco hectares) estejam vinculadas a projeto de loteamento de forma simultânea. c) dissolução de sociedade ou associações constituídas anteriormente à data de vigência da Lei Federal nº 6. desde que as parcelas destacadas com área inferior a 6. frente para via pública e testadas e áreas mínimas. V – o parcelamento de terreno com o objetivo de destacar–lhe parte. n° 646. I – um dos lotes originais remembrados não atenda a tais padrões. II – o remembramento e posterior fracionamento forme lotes com dimensões mais próximas aos padrões vigentes. desde que a parcela destacada tenha dimensão acima de 2 (dois) módulos de fracionamento e que não descaracterize a Área Especial. § 2º Do fracionamento previsto no inc. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). observada. de 19 de dezembro de 1979. § 1º Do fracionamento poderão resultar lotes com testada e áreas inferiores aos padrões estabelecidos.766. conforme padrões estabelecidos no Anexo 8. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. b) sucessão “causa–mortis”. VIII – destacar parte do imóvel para fins de uso de interesse público sem a observância dos padrões do Anexo 8. VI – o parcelamento de terreno em Área Especial com o objetivo de destacar–lhe parte. com vista à ocupação da parcela destacada por qualquer das formas admitidas por esta Lei Complementar.C. em qualquer hipótese. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). VII do ‘caput’ deste artigo não poderá resultar maior número de terrenos do que de condôminos. de 19 de dezembro de 1979.1 desta Lei Complementar. n° 646. d) extinção de condomínio constituído anteriormente à data de vigência da Lei Federal nº 6. (Alterado pela L.

Salvo disposição em contrário. de 22 de julho de 2010). mediante Projeto Especial de Impacto Urbano. atualizada e compilada até a L. n° 646.C. localizados na Área de Ocupação Intensiva. permite. de 22 de julho de 2010).C. § 5º Os empreendimentos em terrenos com área superior a 3. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal SEÇÃO IV Da Edificação no Parcelamento do Solo Art. 138 desta Lei Complementar. n° 646. de 22 de julho de 2010).C. somente será admitida a edificação em terrenos registrados no Registro Imobiliário e com frente para logradouro público cadastrado. desde que tenham frente para via integrante da malha viária oficial ou cursos d’água navegáveis públicos. n° 646. sem origem em loteamento ou desmembramento na forma da lei.C. (Alterado pela L. (Incluído pela L. § 4º Sempre que os empreendimentos previstos no parágrafo anterior constituírem impedimento à mobilidade e prejuízos à estruturação urbana. a aprovação e o licenciamento do projeto de edificação deverão obedecer à regulamentação específica. n° 646. a aprovação do projeto arquitetônico. incluindo a L. Art. § 1º Os imóveis registrados que não atendam aos padrões urbanísticos do parcelamento do solo serão considerados edificáveis. A aprovação do EVU de loteamento. (Alterado pela L. 153. n° 646. III – em caso de fracionamento. ficando o licenciamento da obra condicionado: (Alterado pela L.C. 136 . 646/10. desmembramento ou fracionamento. 667/11.C. § 2º As edificações de frente para cursos d’água navegáveis não deverão obstruir o acesso e a livre circulação de pessoas às margens do lago Guaíba.C. bem como a aprovação de projetos de fracionamento. (Alterado pela L. I – em caso de loteamento. de 22 de julho de 2010). à apresentação da matrícula do lote com destinação pública em nome do Município.L. n° 646.C.C.500m² (vinte e dois mil e quinhentos metros quadrados). Parágrafo único. de 22 de julho de 2010).500m² (vinte e dois mil e quinhentos metros quadrados) e os condomínios por unidades autônomas com mais de 10ha (dez hectares) na Área de Ocupação Rarefeita serão analisados quanto à estruturação urbana e viária. e (Alterado pela L. 434/99. nos termos do Capítulo V do Título IV da Parte II desta Lei Complementar. 154.000m² (três mil metros quadrados) e até 22. § 3º Os empreendimentos na Área de Ocupação Intensiva em terrenos com área superior a 22. (NR) (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). No caso da aplicação do § 6º do art.C. a critério do SMGP. ao licenciamento do loteamento. serão analisados pelo SMGP quanto à estruturação viária. à apresentação da matrícula do lote privado. poderá o Município exigir do empreendedor medidas mitigadoras. II – em caso de desmembramento. n° 646.

(Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). n° 646. de 22 de julho de 2010). b) com a utilização plena dos dispositivos de controle da edificação no imóvel: (Alterado pela L. § 1º Na aplicação do inc. ficando o licenciamento das obras condicionado à apresentação das matrículas dos terrenos resultantes. n° 646. c) com a redução de 50% (cinquenta por cento) do IA e da TO no terreno com área de até 22. (L. § 2º Revogado. com área igual ou inferior ao módulo de fracionamento. (L. oriundo de parcelamento do solo aprovado pelo Município. de 22 de julho de 2010). a) restrita ao módulo de fracionamento no imóvel que. 155. Art.C. § 4º Revogado. a aplicação do IA e da TO dar–se–á da seguinte forma: (Alterado pela L.C. embora com área superior. sem origem em parcelamento do solo aprovado pelo Município e que se localize em zona com regime volumétrico de código 01. sobre a totalidade do terreno. 1.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III Art. adote esses dispositivos de controle da edificação. 137 .C. conforme legislação vigente à época de sua aprovação. de 22 de julho de 2010).C. n° 646. excetuando–se as Áreas Predominantemente Produtivas. no caso de remembramento de terrenos.C. n° 646. § 3° Revogado. (Alterado pela L. e (Alterado pela L. n° 646. de 22 de julho de 2010). onde o limite é de 04ha (quatro hectares). de 22 de julho de 2010).C. de 22 de julho de 2010). n° 646.C.C. de 22 de julho de 2010). III – Revogado. n° 646. de 22 de julho de 2010). (L. (Alterado pela L.C. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). 2. de 22 de julho de 2010). II – para atividades residenciais: (Alterado pela L.C. n° 646. 1º e 8º da Lei Federal nº 4. 156. A aprovação do projeto de fracionamento permite a aprovação dos projetos das edificações. de 22 de julho de 2010).C. (Alterado pela L. n° 646. I – para atividades não residenciais.C. (L.C. Na Área de Ocupação Intensiva. conforme o disposto nos arts. (Incluído pela L. I do art. e (Alterado pela L. 154–A. considerando a área correspondente ao módulo. Na Área de Ocupação Intensiva é permitida a instituição de condomínio por unidades autônomas. será observado o disposto no inc.591. em imóvel ou somatório de imóveis com área máxima de 22. II deste artigo.500m² (vinte e dois mil e quinhentos metros quadrados).C. de 22 de julho de 2010). n° 646. n° 646. n° 646. n° 646.500m² (vinte e dois mil e quinhentos metros quadrados). 94–A desta Lei Complementar. n° 646. de 16 de dezembro de 1964. Art.

ainda que não contenham os projetos relativos às edificações privativas. é permitida: I – a construção de 02 (duas) economias. de 16 de dezembro de 1964. a necessidade de preservação cultural ou a proteção do ambiente natural desaconselharem a abertura de novas vias. 8º. da Lei Federal nº 4. de acordo com o Anexo 8. § 4º A instituição de condomínios por unidades autônomas. § 3º Não se aplica o disposto no inciso I às unidades autônomas dos condomínios por unidades autônomas.C.C. na forma do art.591. a critério do SMGP.591.4 e o art. § 2º Na implantação de condomínios por unidades autônomas. de 22 de julho de 2010).C. (Alterado pela L. na forma do art. 157. (NR) 138 . (NR) Art. respeitando as condições a serem estabelecidas em regulamentação desta Lei. em cuja instituição deverão ser atendidos apenas os dispositivos de controle das edificações. 667/11. de 22 de julho de 2010). aplicam–se os dispositivos de controle das edificações e as normas quanto a sua vedação. poderá ser autorizada. desde que observado o disposto no art. incluindo a L. 158. a critério do SMGP. Os lotes hipotecados ao Município em garantia de obras de urbanização não poderão ser objeto de aprovação de projeto de edificação. Art.C.L. 136 desta Lei Complementar. § 3º Excluem–se do disposto no “caput” e parágrafos deste artigo os condomínios por unidades autônomas constituídos por apenas dois prédios de habitação unifamiliar. aplicam–se os dispositivos de controle das edificações de acordo com o Anexo 8. § 1º Integram uma economia as moradias do proprietário. resultantes de parcelamento do solo efetuado sob a modalidade de loteamento ou fracionamento. bem como edificações destinadas a depósito de produtos e de maquinário. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal § 1º Não estão sujeitos aos limites estabelecidos nesta Lei os imóveis localizados em áreas onde a rede viária existente ou projetada. condicionando o fornecimento da Carta de Habitação ao cadastramento do logradouro para o qual o imóvel fará frente.C. 136. 646/10. 434/99. aplicando–se os dispositivos de controle da edificação sobre a área total do imóvel. 8º. Nos imóveis situados na Área de Ocupação Rarefeita. do zelador e de empregados. atualizada e compilada até a L. § 2º Na implantação de condomínio por unidades autônomas. n° 646. As edificações poderão ser licenciadas simultaneamente à execução das obras de urbanização. alínea “a”. da Lei Federal nº 4. II – a instituição de condomínio por unidades autônomas.4. (Alterado pela L. de 16 de dezembro de 1964. n° 646. alínea “a”. Parágrafo único.

pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DO PLANO REGULADOR PARTE III 139 .

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das disposições finais e transitórias PARTE IV .

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das disposições finais e transitórias PARTE IV Das Disposições Finais e Transitórias Dispositivos Aprovados pela Lei Complementar nº 646. . de 22 de julho de 2010.

C.C. bem como o projeto de parcelamento do solo e das suas edificações aprovadas com base no art. 159–B. de 22 de julho de 2010). (Incluído pela L. no mínimo. n° 646. § 6º Considera–se obra iniciada em condomínios por unidades autônomas constituídas de casas a comunicação ao Poder Executivo da conclusão das fundações de 50% (cinquenta por cento) das unidades ou da execução de. de 22 de julho de 2010). atualizada e compilada até a L. devendo ser observada a legislação de proteção contra incêndio. que poderá ser reexaminada sob a égide da lei que a originou. de 22 de julho de 2010). nº 646. § 8º Iniciada a obra dentro do prazo previsto na legislação vigente. prorrogáveis. serão consideradas existentes e terão direito sobre a respectiva área.C. § 1º As modificações de projeto de edificação cujas obras foram iniciadas serão examinadas de acordo com a legislação em vigor na data de sua aprovação. § 9º VETADO Art. de 22 de julho de 2010). 144 . os projetos de edificação e licenciamento de construções deverão ter as obras concluídas no prazo de 15 (quinze) anos. § 4º Revogado. 646/10.C. (Incluído pela L. (Incluído pela L. (Incluído pela L. n° 646. 158. desde que executadas de forma tecnicamente adequada à edificação licenciada. incluindo a L. § 7º Consideram–se obras iniciadas em conjuntos de prédios em terrenos ou conjunto de propriedades. a comunicação ao Poder Executivo da conclusão das fundações de 30% (trinta por cento) dos prédios com. (Alterado pela L. n° 646. serão examinados. § 3º As Viabilidades Urbanísticas e de Edificação concedidas terão validade de 18 (dezoito) meses. 1 (uma) unidade autônoma cada 1 (um). constituídas ou não de condomínios por unidades autônomas. para fins de adaptação ao novo traçado viário. VETADO Art.C. (L. n° 646. n° 646.L.C. de acordo com a legislação vigorante à época de sua protocolização. exceto quando ocorrer modificação de traçado do PDDUA que incida sobre o imóvel objeto da viabilidade.C. 159–A. mediante EVU. respeitando o prazo para o início das obras.C. devendo atender à legislação vigente somente na área a construir e à legislação de incêndio e ambiental na totalidade da edificação. Salvo disposição em contrário. § 5º Revogado. As edificações comprovadamente existentes há mais de 20 (vinte) anos. os processos administrativos de projeto de edificação e licenciamento de construção. § 2º Obra iniciada é aquela cujas fundações estejam concluídas e a conclusão tenha sido comunicada ao Poder Executivo.159.C. desde que observem o prazo de validade do Estudo de Viabilidade Urbanística ou do Projeto Urbanístico. pelos registros dos cadastros do Município ou por documentos comprobatórios. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010).C. 50% (cinquenta por cento) dos acessos em área de uso comum. de 22 de julho de 2010). nº 646. 667/11. no mínimo. 434/99. (L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal PARTE IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art.

a construção deverá ser licenciada e as obras deverão ser iniciadas no prazo de 1 (um) ano. Para efeitos deste artigo. vigorantes antes da vigência desta Lei. Art. Parágrafo único. 162. III – 12 (doze) meses para reestruturação da Secretaria do Planejamento Municipal – SPM. 196 a 216 da Lei Federal nº 6. as quais tenham sido objeto de processo judicial de dúvida. com aprovação já concedida. VI – 120 (cento e vinte) dias após o encaminhamento de pedido pelos moradores para iniciar projeto de regularização das ocupações existentes com anterioridade à data de 15 de fevereiro de 1999. de 31 de dezembro de 1973. Serão objeto de lei as matérias que tratem de: I – alteração na concepção do Sistema Municipal de Gestão do Planejamento. modificação ou extinção de Macrozonas e Unidades de Estruturação Urbana. Ficam definidos os seguintes prazos para a elaboração de projetos e regulamentações a partir da publicação desta Lei: I – 180 (cento e oitenta) dias para regulamentação do disposto nos §§ 2º e 3º do art. Art. V – Transferência de Potencial Construtivo em situações não previstas expressamente nesta Lei. de acordo com o traçado e o regime urbanístico e o dos equipamentos urbanos. ou declare a aquisição de domínio. situadas no Beco Cecílio Monza e adjacências. 161. bem como o estabelecimento de penas pecuniárias. que altere a configuração da gleba ou do lote de terreno. V – 12 (doze) meses para compatibilizar a Lei de Licença Ambiental e os parâmetros dos projetos especiais. 145 . IV – instituição e supressão de Áreas Especiais. III – criação. na forma de AEIS. de retificação ou de anulação. 86. 32. à exceção das AEIS I e II. 160. contado da data de publicação da decisão judicial de que se tratar. II – em razão de superveniente decisão judicial. IV – 18 (dezoito) meses para implantar o Sistema de Informações com acesso do Poder Legislativo por sistema “on–line”. comprovadamente. VII – 180 (cento e oitenta) dias para definir o regime urbanístico para a área do Estaleiro Só. da necessidade de adequação do projeto aprovado à gleba ou lote de terreno ao qual se destina: I – por motivo de divergências com assentamentos registrados.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS PARTE IV Art. serão examinados segundo esse mesmo traçado e regimes.015. II – 180 (cento e oitenta) dias para definição dos limites das Áreas e Lugares de Interesse Cultural. desde que a modificação decorra. na forma dos arts. Os processos administrativos de modificação de projetos. II – instituição de incentivos fiscais e tributários. previstos no § 2º do art.

II – regulamentações referentes a parcelamento do solo e a obras em geral. (Alterado pela L. (Alterado pela L. especificamente: a) padrões para equipamentos comunitários e sua proporcionalidade em face da densidade.C. 9 e 10 desta Lei Complementar. n° 646. n° 646. 146 . 5. IV – instituição de AEIS I e II. 5. c) conversão em moeda corrente das áreas de destinação pública conforme art. 8 e 11 desta Lei Complementar. de 22 de julho de 2010). e a suspensão das vendas. 6. incluindo a L.C.1. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias a partir da publicação desta Lei. 5. bem como a limitação de estoques construtivos públicos decorrentes da aplicação do Solo Criado. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias a partir da publicação desta Lei. X – regulamentação do Sistema de Avaliação de Desempenho Urbano e do Inventário do Patrimônio Cultural. de 22 de julho de 2010).C. V – alteração dos Anexos 5. 163.C.6. XVII –VETADO. de 22 de julho de 2010). 5.L. 5. n° 646. XVI – Revogado.2. XV – complementação do Programa Viário. 646/10. de 22 de julho de 2010). de acordo com os arts.3. 44 e 78. 4. n° 646. III – estoques construtivos com base nos parâmetros fixados nesta Lei Complementar. VII – Revogado.C. (L. 3. 7.4. n° 646. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). III do art.C. VIII – projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau – Operação Urbana Consorciada –. 5. (Alterado pela L. (Alterado pela L. XII – parâmetros para cobrança de vagas para guarda de veículos em prédios não– residenciais. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal VI – alteração dos Anexos 1. 667/11. 78. conforme previsto no inc. (L. de 22 de julho de 2010). para AEIS I.C. n° 646. II e III. 2. 53. nos termos do art. b) padrões para projetos e execução de obras referentes a pavimentação. bem como definição do regime urbanístico.C. no prazo de 24 (vinte e quatro) meses a partir da publicação desta Lei. de 22 de julho de 2010). atualizada e compilada até a L.149 desta Lei. nº 646. posteamento e arborização das vias de circulação e tratamento de praças. Serão objeto de decreto do Poder Executivo as matérias que tratem de: I – regulamentação do Sistema Municipal de Gestão do Planejamento e criação de comissões técnicas. IX – instituição de Núcleos de Ocupação Rarefeita. XI – regimes urbanísticos das Áreas e Lugares de Interesse Cultural e de Ambiência Cultural. n° 646.7. 434/99. de 22 de julho de 2010). XIII – mobiliário urbano e veículos de publicidade. devendo ser comunicada ao Poder Legislativo.5. 8º desta Lei Complementar. na hipótese do disposto no art.9. 5.C.C. Art. (Alterado pela L. XIV – participação da comunidade. 5.8.C.

nos termos do inc. XIV – identificação. V – alteração da hierarquia e função das vias nas UEUs de acordo com o Anexo 9.3 desta Lei Complementar.C. (L. (L. X – padrões para dimensionamento e vazão dos reservatórios de águas pluviais de que trata o art.C. Áreas e Lugares de Interesse Cultural. 147 . hierarquização e classificação das vias existentes e projetadas conforme disposto no art. inclusão de novas vias e novos equipamentos. VII – Revogado. 5º desta Lei Complementar.3 desta Lei Complementar. Serão objeto de resolução do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental (CMDUA) as matérias que versem sobre: I – ajustes nos limites das Áreas de Ocupação Intensiva. VI – Revogado.C. XIII – regulamentação do disposto no inc. de 22 de julho de 2010). XI – conceituação e classificação dos elementos que equipam o espaço público. nº 646. Art. VII – ajuste dos limites das Regiões de Gestão do Planejamento. de 22 de julho de 2010). nº 646. de 22 de julho de 2010). prioritariamente. assim como a definição de critérios gerais para a sua implantação. nº 646. de 22 de julho de 2010).C. nos termos do art. nº 646. VIII – detalhamento de Áreas de Revitalização. (L. n° 646. UEUs. IX – conceituação de atividades.C. XI – Revogado. as políticas e os planos diretores dos municípios da Região Metropolitana. (Alterado pela L. de 22 de julho de 2010). integrantes da malha viária básica do Município.C. de 22 de julho de 2010).C. V do ‘caput’ do art.C.102. de 22 de julho de 2010). (Alterado pela L. (L. (Incluído pela L. n° 646.C. n° 646. 97 desta Lei. de 22 de julho de 2010). IV – Revogado. que poderão ser revistas para articular o PDDUA com as ações. Macrozonas. II do art. n° 646. 10 e Anexo 9. (Incluído pela L. nº 646. XII – Revogado. de 22 de julho de 2010). nº 646. II – ajustes no traçado das vias e dos equipamentos constantes do PDDUA. e (Incluído pela L.C. 164. VIII – parâmetros e critérios de monitoramento não constantes nesta Lei. Áreas de Ambiência Cultural e Áreas de Proteção do Ambiente Natural. XV – vias representadas no Anexo 9. nº 646. dimensionados e localizados de acordo com os padrões determinados em lei. consultadas as regiões envolvidas. (L. IX – Revogado. de 22 de julho de 2010).C. X – definição de critérios e parâmetros para análise de Projetos Especiais de Impacto Urbano de 1º Grau. salvo alterações de capacidade construtiva. 56 desta Lei Complementar. XII – padrões e parâmetros de projetos para condomínios por unidades autônomas.C. (L. de 22 de julho de 2010). de 22 de julho de 2010). dando ênfase às interfaces dos limites norte e leste do Município. n° 646. (L.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS PARTE IV VI – Revogado. III – alteração do regime de atividades nas vias das UEUs.

Art. decretos. anualmente. resoluções. sendo que. Art. de 22 de julho de 2010). n° 646. a consolidação das alterações subseqüentes. (Incluído pela L.C. disponham sobre as edificações ou parcelamento do solo em Porto Alegre. A primeira publicação de que trata o “caput” deste artigo ocorrerá no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias da publicação desta Lei. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal XIII . para os gravames dos equipamentos públicos e comunitários. n° 646.C. 646/10. de 22 de julho de 2010). O Poder Executivo publicará. deverá elaborar relatório. relação contendo todas as leis. com análise e revisão dos gravames do Município.C. a sua nulidade. Parágrafo único. O Poder Executivo promoverá e publicará. II – no mínimo a cada 10 (dez) anos.C. a Câmara Municipal poderá declarar. de 22 de julho de 2010). 165. trimestralmente. haverá a publicação da mesma. a consolidação de todas as normas vigentes no Município que disponham sobre tramitação. nos seguintes prazos: (Incluído pela L. (Incluído pela L. aprovação e licenciamento de projetos de edificação e parcelamento do solo. de 22 de julho de 2010). no mesmo veículo. pareceres interpretativos e atos administrativos normativos os quais. para os gravames da Malha Viária Básica. 168. sem prejuízo do disposto no “caput”. n° 646. Esta Lei Complementar entra em vigor no prazo de 90 (noventa) dias a contar da sua publicação. I e II deste artigo. O Executivo Municipal. estando em vigor. Art. Art. § 2º Se a revisão dos gravames não ocorrer nos prazos estabelecidos nos incs. por meio da Secretaria do Planejamento Municipal – SPM –. I – no mínimo a cada 5 (cinco) anos. Parágrafo único.VETADO. Fica estabelecido o prazo máximo de 60 (sessenta) dias após a entrada em vigência desta Lei para o Poder Executivo colocar à venda o Solo Criado. na íntegra. § 1º A Câmara Municipal receberá cópia do relatório referido no ‘caput’ deste artigo. por meio de projeto de lei. VETADO.C. (Incluído pela L. incluindo a L. e (Incluído pela L. 167. no Diário Oficial de Porto Alegre.C. atualizada e compilada até a L. no Diário Oficial de Porto Alegre. 667/11. Art.L. será promovida e publicada.C. Parágrafo único. 166.C. n° 646. posteriormente. Sempre que ocorrer a edição de nova norma das espécies acima relacionadas. de 22 de julho de 2010). 165–A. 148 . n° 646. 434/99. no Diário Oficial de Porto Alegre.

Art. delimitação.. ressalvadas as exceções expressamente referidas nesta Lei... e a Lei Complementar nº 182.... XIV e XV.. de 1º de dezembro de 1999...... com sua localização. 1º . 1º da Lei Complementar nº 434. DE 22 DE JULHO DE 2010... definição e. XI. da Secretaria Municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico – SMGAE –.. I.. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu.. Revogam–se a Lei Complementar nº 43.. 169.. de 1º de dezembro de 1999 – Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental de Porto Alegre (PDDUA) –. o processo administrativo referente a edificação e parcelamento do solo... 141. de 21 de julho de 1979... DE 22 DE JULHO DE 2010. O Município de Porto Alegre deverá constituir comissão para estudo... X... no uso das atribuições que me confere o inciso II do artigo 94 da Lei Orgânica do Município.. e dá outras providências. Art.. conforme segue: “Art. da SMAM. e alterações posteriores. apresentação e encaminhamento de projeto de lei que vise à reestruturação da identificação. e ficam incluídos incs... XII.. Prefeitura Municipal de Porto Alegre LEI COMPLEMENTAR Nº 646. fica alterado o inc..... XIII.. 142.. da SPM. Art.... figuras e anexos na Lei Complementar nº 434. § 1º A comissão será integrada por representante da SMC. Altera e inclui dispositivos..... sanciono a seguinte Lei Complementar: Art... se for o caso....... definidas pelos arts...... 2 (dois) representantes da sociedade civil integrantes do CMDUA e 2 (dois) representantes da sociedade civil integrantes do 149 ... O Município de Porto Alegre constituirá comissão para estudo. apresentação e encaminhamento de projeto de lei.. e alterações posteriores. modelo espacial e regime urbanístico respectivo. de 1999.. e alterações posteriores.. de 28 de setembro de 1988. delimitação e detalhamento das Áreas de Interesse Cultural e das Áreas de Ambiência Cultural. num prazo de até 120 (cento e vinte) dias contados a partir da data da vigência desta Lei.. 92 e 92–A da Lei Complementar nº 434. bem como a sustentabilidade e o fomento à utilização dessas áreas... IX.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS PARTE IV Parágrafo único...... que proponha restauração da zona rural da Cidade.. 1º No art... e alterações posteriores.. DISPOSITIVOS APROVADOS PELA LEI COMPLEMENTAR N° 646... O Poder Executivo regulamentará........

§ 2º O estudo referente ao projeto de lei referido no “caput” deste artigo será coordenado pela SPM. incluindo a L. 144. 150 . constituídas de uma faixa de 60m (sessenta metros) em ambos os lados das seguintes vias: I – Rua Clara Nunes. Fica criada uma Subunidade constituída por uma faixa de 60m (sessenta metros) ao longo da Estrada João Antonio Silveira. para cada Subunidade de que trata este artigo. Exceto quando ocorrer modificação de traçado do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental de Porto Alegre (PDDUA) que incida sobre o imóvel objeto da viabilidade. Dentro do prazo de validade. Ficam mantidos.C. de 1999. II – regime volumétrico: Subunidade Clara Nunes: código GA 05. 145 e 146 desta Lei Complementar passam a vigorar com o seguinte regime urbanístico: I – atividades: a) Subunidades Meridional e João Antonio Silveira: código GA 05. 147.C. Art. as Viabilidades Urbanísticas e de Edificação concedidas até a data de publicação desta Lei Complementar terão validade de 24 (vinte e quatro) meses. Parágrafo único. os demais dispositivos de controle instituídos pela Lei Complementar nº 434. a Viabilidade Urbanística e de Edificação poderá ser reexaminada sobre a égide da lei que a originou. § 3º O conteúdo das Emendas não apreciadas relativas ao Projeto de Lei Complementar do Executivo nº 008/07 – Processo nº 6777/07 – cujo teor busque incluir áreas especiais de interesse cultural que incidam nas Áreas Especiais de Interesse Cultural – AEIC – deverão ser encaminhadas para estudo e análise técnica da comissão de que trata este artigo. 646/10.C. Parágrafo único. 143. e alterações posteriores. II – Estrada Barro Vermelho. As Subunidades de que tratam os arts. 146. Ficam criadas novas Subunidades na Macrozona 7. e III – Avenida Meridional. atualizada e compilada até a L. Art. 145. 434/99. Art. contados dessa data . Art. para fins de adaptação ao traçado viário. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal Fórum de Entidades constituído pelo Legislativo Municipal para acompanhar os projetos de revisão do PDDUA. e b) demais Subunidades: código GA 03. quando ocorrer modificação de traçado do PDDUA incidente sobre o imóvel. Art. As DMs emitidas até a data de entrada em vigor desta Lei Complementar terão validade de 6 (seis) meses. 667/11.L. no trecho da Avenida Luiz Francisco Zanella e da Rua Jacques Yves Costeau. entre o final da Subunidade 2 da UEU 16 da MZ 7 e o início da Subunidade 2 da UEU 6 da MZ 7.

da Rua Dea Coufal. e d) a Rua da República. a Avenida Padre Chagas. 151. com exceção das áreas de preservação permanente. até a Avenida Guaíba. Viaduto Otávio Rocha. a Praça Doutor Maurício Cardoso e a Rua Dinarte Ribeiro. entre a Rua Doutor Sebastião Leão e a Rua Desembargador André da Rocha. contados da data de publicação desta Lei Complementar. b) a Avenida Venâncio Aires. Mercado. Em prazo exequível. a Rua Fernando Gomes. Parágrafo único. Praça XV. visando à obtenção de recursos. contados da data de publicação desta Lei Complementar. para a constituição da comissão de que trata seu art. Altere–se. entre a Rua João Alfredo e a Avenida João Pessoa. Art. 153. entre a Avenida Érico Veríssimo. no Grupamento de Atividades das Subunidades 2 e 4 da UEU 2 da MZ 7. III – na região Cidade Baixa: a) a Rua João Alfredo. os códigos GA 03 e GA 05 para o código GA 07. contados da data de vigência desta Lei Complementar. 148. VETADO. da Avenida Tramandaí. 149. II – na região sul. Ficam incluídas no limite da Macrozona 7 as áreas irregulares limítrofes situadas na Macrozona 8 e ocupadas de forma intensiva. entre a Rua Jacinto Gomes e a Avenida Érico Veríssimo. e alterações posteriores. Art. 93 da Lei Complementar nº 434. 152. II – 3 (três) meses. para o cumprimento do disposto no parágrafo único do art. Praça da Alfândega e adjacências e Corredor Cultural da Rua dos Andradas. de 1999. III – 3 (três) meses. 150.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS PARTE IV Art. Ficam instituídas como Áreas de Animação as seguintes áreas: I – na região central. 154. IV – na região Moinhos de Vento. c) a Avenida General Lima e Silva. Ficam estabelecidos os seguintes prazos e ações respectivas: I – 90 (noventa) dias. o Executivo Municipal apresentará Projeto Especial de Impacto Urbano de 3º Grau – Operação Urbana Consorciada – para a revitalização do 4º Distrito. Art. 142. VETADO. o Largo Zumbi dos Palmares e a Avenida Loureiro da Silva. Art. para juntar 151 . Art. O Executivo Municipal ajustará convenientemente esses novos limites e fiscalizará sua observância. Cais Mauá. Largo Jornalista Glênio Peres. Art.

contados da data de publicação desta Lei Complementar. 10 dessa Lei Complementar. para complementar o mosaico de plantas do Anexo 1 da Lei Complementar nº 434. 48 da Lei Complementar nº 434. para a incorporação da área espacial dos núcleos intensivos isolados constantes nas als. e alterações posteriores. “e” a “h” do inc. contados da data de publicação desta Lei Complementar. de 1999.3 citado nos §§ 2º e 3º do art. para o Executivo Municipal apresentar um programa de implantação para as Áreas de Animação com a participação dos setores envolvidos e dos fóruns de planejamento municipal. XII – 12 (doze) meses. II do § 1º do art. inclusive o art. e em seu Anexo 1. Subunidades e Quarteirões). XI – 360 (trezentos e sessenta) dias. VI – 6 (seis) meses. d) Mapa do Regime Volumétrico. contados da data de publicação desta Lei Complementar.L. para o Executivo Municipal incluir o traçado da Linha 2 do Metrô na Malha Viária Básica do Município de Porto Alegre. de 1999. de 1999. com os seguintes mapas temáticos: a) Mapa da Divisão Territorial (Macrozonas. para o Executivo Municipal enviar ao Legislativo Municipal projeto regulamentando a Transferência de Potencial Construtivo de Imóveis. VIII – a partir de 6 (seis) meses.C. para a apresentação do trabalho final da comissão de que trata seu art. Malha Viária. 152 .000 do Anexo 7. 130 da Lei Complementar nº 434. e alterações posteriores. e alterações posteriores.000. contados da data de vigência desta Lei Complementar. 76 da Lei Complementar nº 434.1. contados da data de vigência desta Lei Complementar. contados da data de publicação desta Lei Complementar. V – 180 (cento e oitenta) dias. para o Executivo Municipal efetivar os instrumentos complementares previstos no art. c) Mapa dos Zoneamentos de Usos. e alterações posteriores. Praças. 434/99. b) Mapa do Regime Urbanístico. 27 da Lei Complementar nº 434. IX – 6 (seis) meses.C. IV – 3 (três) meses. VII – 6 (seis) meses. e alterações posteriores. para o Executivo Municipal encaminhar a relação de AEIS referida no § 10 do art. de 1999. contados da data de vigência desta Lei Complementar. em escala 1:15. planta ampliada na escala 1:30. para a publicação de que trata o § 3º do art. de 1999. 43 da Lei Complementar nº 434. 142 à Câmara Municipal de Porto Alegre. 646/10. 1 da Lei Complementar nº 434. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal na Lei Complementar nº 434. incluindo a L. de 1999.C. X – 360 (trezentos e sessenta) dias. UEUs. atualizada e compilada até a L. e alterações posteriores. e e) Mapa dos Espaços Públicos. de 1999. e alterações posteriores. de 1999. contados da data de vigência desta Lei Complementar. Escolas e outros especificados na legenda da fig. e alterações posteriores. 667/11. Parques. contados da data de publicação desta Lei Complementar.

os mapas de localização das AEIS. ligando o morro São Pedro à Reserva Biológica do Lami José Lutzemberger. XXIV – 18 (dezoito) meses. e 153 . contados da data de vigência desta Lei Complementar. 36. XVII – 12 (doze) meses. XVIII – 12 (doze) meses. e 71–A da Lei Complementar nº 434. nos termos dos §§ 1º e 2º deste artigo. IV do art. Áreas de Ambiência Cultural. para a Administração elaborar o Plano de Transporte Urbano Integrado referido no inc. contados da data de vigência desta Lei Complementar.pddua PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO URBANO AMBIENTAL DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS PARTE IV XIII – 12 (doze) meses. XIX – 12 (doze) meses. e alterações posteriores. contados da data de publicação desta Lei Complementar. para o Executivo Municipal publicar. para promover estudo visando a instituir Área Especial de Interesse Institucional. mediante lei específica. mediante lei específica. de 1999. XV – 12 (doze) meses. para a instituição do Corredor Parque do Gasômetro. contados da data de publicação desta Lei Complementar. notadamente de atividades potencialmente poluidoras. para o Município de Porto Alegre criar Instituto com atribuições de planejar suas políticas de desenvolvimento urbano permanente. XXIII – 18 (dezoito) meses. AEICs. para a instituição de Largo Cultural. VII. XXI – 18 (dezoito) meses. integrando o volume do PDDUA. para realizar o zoneamento ambiental da orla do lago Guaíba. de 1999. contados da data de publicação desta Lei Complementar. XXV – 24 (vinte e quatro) meses. contados da data de publicação desta Lei Complementar. no máximo. e alterações posteriores. para identificar e definir regime urbanístico para todas as ocupações existentes na Área de Proteção Ambiental – APA – Estadual Delta do Jacuí. e alterações posteriores. mediante lei específica. contados da data de vigência desta Lei Complementar. para o Executivo Municipal encaminhar a relação de AEIS cujas áreas não tenham sido contempladas pelo § 8º do art. contados da data de vigência desta Lei Complementar. contados da data de publicação desta Lei Complementar. XX – 12 (doze) meses. 6º da Lei Complementar nº 434. contados da data de vigência desta Lei Complementar. contados da data de publicação desta Lei Complementar. para a instituição de Corredor Ecológico. XVI – 12 (doze) meses. inc. 76 da Lei Complementar nº 434. de 1999. contados da data de publicação desta Lei Complementar. contados da data de vigência desta Lei Complementar. XIV – 12 (doze) meses. para identificar áreas contaminadas no subsolo e instituir o zoneamento ambiental para os usos presentes e futuros. XXII –18 (dezoito) meses. para a constituição do Cadastro Urbano referido nos arts. para execução de levantamento e estudos das áreas irregulares passíveis de serem regularizadas por AEIS. Áreas Especiais de Interesse Institucional e Áreas de Proteção de Ambiente Natural.

no trecho entre a Rua dos Andradas e a Rua Washington Luiz. XXVI deste artigo. como parte integrante do Sistema de Gestão Democrática de Planejamento. contados da data de vigência desta Lei Complementar. e ficam incluídos Anexo 11 e figuras 11–A e 21. PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. submetidos à deliberação da Câmara Municipal de Porto Alegre.C. Registre-se e publique-se.C. XIII deste artigo será constituído. de 1999. no mínimo. Secretário Municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico. José Fortunati. incluindo a L. Prefeitura Municipal de Porto Alegre Secretaria do Planejamento Municipal XXVI – 2 (dois) anos.L. 156. o Museu do Trabalho e seu entorno e as Praças Brigadeiro Sampaio e Júlio Mesquita. no mínimo. tanto os ajustes por UEU como os Planos de Ação Regional serão encaminhados à Conferência Municipal de Avaliação do Plano Diretor e. Márcio Bins Ely. 155. 434/99. Esta Lei Complementar entra em vigor no prazo de 90 (noventa) dias. incluindo seus prédios históricos tombados ou listados.C. conforme o Anexo desta Lei Complementar. atualizada e compilada até a L. após. 154 . Prefeito. pela Rua General Salustiano. contados da data de sua publicação. § 3º O Corredor referido no inc. Newton Baggio. 646/10. 22 de julho de 2010. ficam alterados os Anexos 1 a 10 e as figuras 1 a 10 e 16 a 20. I e II do art. 45 da Lei Complementar nº 434. § 1º O Largo referido no inc. Secretário do Planejamento Municipal. XIII deste artigo priorizará espaço para pedestres e espaço cultural e artístico. de 1999. 667/11. XXI deste artigo deverá. § 2º O projeto que instituir o Largo referido no inc. Na Lei Complementar nº 434. e alterações posteriores. Art. e alterações posteriores. para a realização dos ajustes preconizados pelos incs. incluir a orla do lago Guaíba até a ponta do Cais Mauá. § 4º Referentemente ao disposto no inc. Art.