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Web 2.0
Web2 é um termo criado em 2004 para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma web embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para ele não se refere à atualizações nas suas especificações técnicas. O termo Web 2.0 foi usado pela primeira vez em Outubro de 2004 pela O'Reilly Media e pela MediaLive International como nome de uma série de conferências sobre o tema, popularizando-se rapidamente a partir de então. Tratou-se de uma constatação de que as empresas que conseguiram se manter através da crise da Internet possuíam características comuns entre si, o que criou uma série de conceitos agrupados que formam o que chamamos Web 2.0. Representa a transição para um novo paradigma onde a colaboração ganha força suficiente para concorrer com os meios tradicionais de geração de conteúdo é o termo usado para identificar uma nova forma de navegar pela internet e, conseqüentemente, de desenvolver aplicações orientadas à esta nova geração de internautas, além de ser uma mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.

Melhor organização do conteúdo A Web 2.0 também é uma significativa mudança na arquitetura da informação. Já que o conteúdo é feito pelo usuário e deve ser de fácil acesso, por que não deixar o próprio usuário fazer a AI. Daí surge a folksonomia (substituindo a Taxonomia), onde, ao invés de grandes categorias e subcategorias, a organização é feita por palavras não só podendo por uma página dentro de uma categoria, porém dentro de várias tags. Acessibilidade Web 2.0 é a Web como plataforma. Você pode acessar as aplicações independente de Sistema Operacional, navegador ou hardware e de qualquer lugar que esteja, A profusão de sites assentes nas ferramentas sociais que compõem essa ###BOT_TEXT###quot;nova###BOT_TEXT###quot; paisagem virtual tem crescido exponencialmente. Possibilitam níveis e padrões de interacção, partilha e troca de opinião até recentemente apenas possíveis offline. A imaginação é quase sempre o limite e muitos têm sido os sites que casam o canal ###BOT_TEXT###quot;Internet###BOT_TEXT###quot; com as ferramentas sociais para oferecer funcionalidades nunca antes possíveis. A empresa referência desta nova Web é o Google. Quando o Gmail foi lançado, várias empresas viram que era possível ter aplicações desktop inteiras pela internet. Depois disto vimos o Google Maps, o Google AdSense e várias novidades pipocaram revolucionando o jeito de se usar a internet. As outras empresas perceberam e começaram a correr atrás. As empresas podem ultilizar a web 2.0 para promover uma troca de informações entre os seus funcuonarios, fornecedores e clientes de maneira interativa, simples e dinâmica. Dependendo do tipo de negócios da empresa, a web 2.0 é indisponível, correndo seio risco de ficar para trás diande de novos modelos de negocio que começam a ser desenhados. As organizações estão interessadas em usar as técnicas de Web 2.0 em duas áreas, principalmente: dentro da organização, para aprimorar a eficiência e a produtividade, e da organização para os clientes, para aprimorar a receita e a satisfação do cliente. O uso da Web 2.0 no âmbito das organizações denomina-se Enterprise 2.0 e, provavelmente, esta será a primeira área que usará a Web 2.0. O uso da Web 2.0 pelas empresas para fazer a interface com seus clientes e consumidores é similar à atividade B2C (do negócio para o cliente) mas com um enfoque social e comunitário e, por isso, denomina-se B2C 2.0 (do negócio para a comunidade). O interesse neste uso da "comunidade como um cliente" cresce rapidamente.

Esse fenômeno começa a abrir margem para o surgimento da chamada corporação 2.0. Inúmeras empresas que atuam no Brasil, como Renault,General Motors, Mapfre Seguros e Sul América Seguros, já lançam mão de ferramentas como blogs, redes sociais e twitter, seja para gerar campanhas publicitárias de seus produtos e serviços, seja para estreitar o relacionamento com seus clientes, ou para aumentar a visibilidade da marca. É claro que há questões importantes que dizem respeito à segurança das informações. Não se cogita lidar com dados críticos da empresa, como o cadastro de clientes ou as transações mais importantes, em serviços gratuitos da rede. Mas a idéia de colaboração pela internet já foi adotada pela Microsoft, por exemplo. Uma das novidades dos servidores da empresa é permitir a criação de páginas pessoais dos funcionários, exatamente como no Orkut. Resumindo, hoje em dia, as áreas da Web 2.0 de comunidade e conteúdo complexo estão sendo utilizadas com sucesso pelas organizações, internamente para captura de conhecimento e reutilização e, externamente para criar comunidades de clientes. Embora grande parte do atual interesse esteja na captura de conhecimento e reutilização, ainda há problemas significativos, culturais e sociais, para a implementação bem-sucedida desses sistemas, os quais não são resolvidos pelas técnicas da Web 2.0. A área menos explorada do uso das comunidades de clientes traz uma promessa muito maior para a organização, mas também traz riscos próprios concomitantes sobre IP e vandalismo, os quais precisam ser discutidos. No geral, o uso das técnicas da Web 2.0 na empresa promete ter efeitos profundos e extensos sobre como as organizações trabalham, interna e externamente, criando formas poderosas e completamente novas para a movimentação, as vendas e o suporte aos clientes como comunidades.