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dos autores conforme legislação vigente.

Março/2009

CÁLCULOS TRABALHISTAS 1- SALÁRIO - CONCEITO
1.1 - Salário A contraprestação em pecúnia ou em utilidade (in natura) devida ao empregado, pela prestação de serviços em decorrência do contrato de trabalho, independentemente da forma e do meio de pagamento, para retribuir o trabalho efetivo, os períodos de interrupção do contrato e os descansos incluídos na jornada de trabalho. 1.1.1 Salário Utilidade: É a contraprestação em utilidades pela prestação de serviços do empregado ao empregador, fornecida por esta àquele, em decorrência do contrato de trabalho. São utilidades, dentre outras, a alimentação, habitação, vestuário ou outras prestações in natura. Não são consideradas salário as seguintes utilidades: Ð Vestuários, equipamentos e outros acessórios fornecidos aos empregados e utilizados no local de trabalho, para a prestação do serviço. Ð Educação, em estabelecimento de ensino próprio ou de terceiros, inclusive valores relativos à matrícula, mensalidade, anuidade, livros e material didático. Ð Transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno, em percurso servido ou não por transporte público. Ð Assistência médica, hospitalar e odontológica, prestada diretamente ou mediante segurosaúde. Ð Seguro de vida e de acidentes pessoais. Ð Previdência privada. Artigo 458, parágrafo 2º da CLT. 1.1.2.Habitação - Alimentação - Descontos Quanto às utilidades habitação e alimentação, consideradas parte integrante da remuneração, caso o empregador as forneça e decida descontar parte do empregado, desde que este tenha concordado, o desconto não poderá exceder os limites de 25% e 20%, respectivamente. Artigo 458, parágrafo 3º da CLT.

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1.2 - Salário Mínimo (art. 76 da CLT e art. 7º, IV da CF) É a contraprestação mínima devida e paga diretamente pelo empregador a todo empregado, inclusive o rural, sem distinção de sexo, por dia normal de serviço, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. 1.3 – Remuneração (artigo 457 da CLT) A remuneração equivale à contraprestação de trabalho, em sentido amplo, compreendendo além do salário fixo e/ou variável, as gorjetas, gratificações, abonos, adicionais, prêmios e outros valores que são pagos ao empregado, para retribuir períodos de efetivo trabalho, descansos remunerados, interrupções do contrato de trabalho e os descansos incluídos na jornada de trabalho. Portanto, é a soma do salário com as vantagens percebidas pelo empregado em decorrência do contrato de trabalho. Assim, a remuneração é o gênero do qual o salário é a espécie. 1.3.1 - Comissões e percentagens São as quantias preestabelecidas que o trabalhador recebe por unidade de serviço prestado ou calculados em forma de percentual sobre o valor unitário ou global dos negócios realizados. Percentagem é a modalidade de comissão. 1.3.2 – Gorjeta (art.457, § 3º da CLT) Considera-se gorjeta não só a importância espontaneamente dada pelo cliente ao empregado, como também aquela que for cobrada pela empresa ao cliente, como adicional nas contas, a qualquer título, e destinada a distribuição aos empregados. 1.3.3- Ajuda de custo É o valor atribuído ao empregado, pago de uma única vez, para cobrir eventual despesa por ele realizada ou em virtude de serviço externo, a que se obrigou a realizar, tem natureza indenizatória e não salarial. 1.3.4 - Diárias de viagem São valores pagos de maneira habitual, para cobrir despesas necessárias à execução de serviço externo realizado pelo empregado, como despesas de transporte, alimentação, 2

convenções coletivas e regulamentos da empresa.6 . podem resultar dos contratos individuais de trabalho. e não só a parte excedente. objetivando maior participação do empregado no trabalho. as diárias não integrarão o salário. 1. ainda.Adiantamento salarial A empresa não está obrigada legalmente a conceder adiantamento salarial ao empregado. sob pena de caracterizar alteração contratual prejudicial ao empregado. mesmo anual. integrará a remuneração para todos os efeitos legais. quando excedentes de 50% do salário do empregado. Mesmo que seja paga por liberalidade do empregador. não poderá suprimi-lo. 1. por força do documento coletivo ou por liberalidade. Caso a empresa já esteja concedendo. etc.6.Gratificações Integram a remuneração. considerando-se o valor total.3. paga a qualquer título. salvo se esta obrigatoriedade estiver prevista em cláusula de documento coletivo de trabalho da respectiva categoria profissional. convenção ou dissídio coletivo e. 1. por ajuste tácito ou expresso. acordos. Exemplos: • • • prêmio-assiduidade – em razão da freqüência do empregado prêmio-antiguidade – em razão do tempo de serviço na empresa prêmio-produção – quando a causa do pagamento tem por base uma determinada produção a se atingir. As diárias de viagem integram o salário. salvo se houver legislação dispondo o contrário.Adicionais É a forma legal que majora salário em decorrência da maior dificuldade ou condições mais 3 . Na hipótese de apresentação de notas para prestação de contas. 1. com maior rendimento e melhor comportamento.3.Prêmios Constituem formas de incentivo.alojamento.3. mesmo que 50% do salário.5 .Abonos É um valor concedido pelo empregador por mera liberalidade ou através de acordo. 1.5. Integra a remuneração para todos os efeitos legais. mas havendo conexão com o trabalho exercido pelo empregado na empresa. por força de dispositivo legal.

00 R$ 48.80 O adicional de periculosidade dos empregados contratados por dia e por hora. adicional de função.). sobre a hora diurna transferência de local de trabalho – 25% do salário.1 – Periculosidade: são consideradas perigosas as atividades que impliquem no contato permanente com inflamáveis. qüinqüênios.250.00 R$ 1. O adicional de periculosidade não incide sobre adicionais que são pagos juntamente com o 4 . etc. Exemplo: Ð Salário mensal: Adicional de periculosidade: Ð Salário diário: Remuneração 09/2008: Adicional de periculosidade: Ð Salário-hora: Remuneração 04/2005: Adicional de periculosidade: R$ 1.250.00 R$ 1.conforme o grau de risco máximo. deve incidir também sobre o valor do repouso semanal remunerado. sobre a hora diurna trabalho noturno rural – 25 %. entre outros.00 R$ 4. no mínimo.00 x 30% = R$ 432.00 R$ 946. explosivos ou energia elétrica. 10% . Artigo 193 da CLT O trabalho em condições insalubres assegura ao empregado um adicional de 30% sobre o salário contratual sem acréscimo de gratificações.30 x 220 = R$ 946.00 x 30% = R$ 375.6. através de convenção. médio e mínimo.: adicional por tempo de serviço (anuênios. acordo ou dissídio coletivo. 20%. no mínimo.440.30 R$ 4. sobre a hora normal trabalho noturno urbano – 20 %. no mínimo.penosas em que se executa o trabalho. 1.00 x 30% = R$ 283. enquanto durar a situação trabalho perigoso – 30% sobre o salário sem acréscimos trabalho insalubre – 40%. Os adicionais previstos na legislação trabalhista. prêmios ou participações no lucro. pois este também integra o salário do empregado.00 R$ 48. Podem ser convencionados entre as partes (empregado e empregador).00 x 30 = R$ 1.440. são em decorrência de: • • • • • • horas extras – 50%. Ex.

20 ÷ 30 = R$ 17.36 x 16 – dias trabalhados = R$ 133.784.00 Faltas injustificadas: 02 Adicional de periculosidade: R$ 535. tem direito apenas ao adicional calculado proporcionalmente ao número de dias efetivamente trabalhados.086.salário ao empregado.52 Dias Trabalhados em setembro: 16 R$ 836.68 + R$ 118. sobre o valor total das parcelas de natureza salarial. 193 da CLT Súmula 191 do TST: Adicional – Periculosidade – Incidência – Nova redação.00 x 0.” Admissão – rescisão – afastamento: O empregado admitido.30 = R$ 535.164.46 x 2 = R$ 118.76 + R$ 445.76 R$ 836.00 ÷ 30 = R$ 59.93 R$ 35. Em relação aos eletricitários. Exemplo: Admissão: 15/09/08 Salário Mensal: R$ 836. em relação aos eletricitários o adicional deve incidir sobre a remuneração.80 ÷ 30 = R$ 8.80 Salário acrescido de periculosidade: R$ 1.80 Salário proporcional acrescido de periculosidade: R$ 579.00 + 535. “O adicional de periculosidade incide apenas sobre o salário básico e não sobre este acrescido de outros adicionais.76 R$ 133. Exemplo: Salário mensal: R$ 1.784.784.00 ÷ 30= R$ 27. ou seja.59 R$ 1.20 5 .319.61 R$ 1.00 x 30% = R$ 250. Porém.20 R$ 535. Parágrafo 1º do art.52 Faltas injustificadas: O empregado que injustificadamente faltar ao serviço estará sujeito ao desconto dos dias que tiver faltado e do adicional de periculosidade proporcional àqueles dias.84 x 2 = R$ 35.80 R$ 250.00 Adicional de periculosidade: R$ 250.20 Desconto do adicional de periculosidade: R$ 34.68 R$ 1.76 = R$ 579. o cálculo do adicional de periculosidade deverá ser efetuado sobre a totalidade das parcelas de natureza salarial.53 Desconto do salário mensal: R$ 115.20 = R$ 2.09 Salário com desconto das faltas: R$ 2. dispensado ou afastado no curso do mês.86 x 16 – dias trabalhados = R$ 445.93 = R$ 154.784.

504.504.00 R$ 93.319.00 + R$ 93.00 x 40% = R$ 186.2 –Insalubridade: As atividades insalubres são aquelas que expõem os empregados a agentes nocivos à saúde.21 + R$ 52. a jornada normal de trabalho somente poderá ser acrescida de no máximo 2 horas diárias mediante acordo escrito entre empregado e empregador ou 6 . A base de cálculo sobre a qual incidem é o salário mínimo.6.6.3 .00 = R$ 946.00 R$ 1.00 x 20% = R$ 93. salvo disposição mais benéfica em documento coletivo da categoria: Grau máximo: 40% .13 x 17 – dias trabalhados = R$ 852.00 x 10% = R$ 46. Exemplo: Salário Mensal: R$ 1.R$ 465.00 R$ 760. isto é. Artigo 192 da CLT O exercício do trabalho em condição insalubre.597.Horas extras: Hora extra é a prorrogação da jornada normal de trabalho.70 R$ 1.50 Exemplo: Salário mensal: R$ 760.R$ 465.59 1. desde que impraticável a neutralização ou eliminação.00 x 20% = R$ 93.10 x 17 – dias trabalhados = R$ 52. intensidade do agente e o tempo de exposição aos seus efeitos.21 R$ 852.20 – R$ 154. até o limite de 2 horas por dia.00 ÷ 30 = R$ 50.70 = R$ 904. acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza. assegura a percepção de um dos seguintes adicionais.70 Saldo de salário acrescido do adicional de insalubridade: R$ 904. tem direito apenas ao adicional calculado proporcionalmente ao número de dias efetivamente trabalhados.00 ÷ 30 = R$ 3.00 = R$ 1.91 R$ 465.R$ 2.504. dispensado ou afastado no curso do mês.00 Salário mensal acrescido de insalubridade: R$ 946.00 Admissão .00 x 40% = R$ 186.00 Data da rescisão: 17/09 Adicional de insalubridade grau médio: 20% Valor do adicional de insalubridade: R$ 52.00 Adicional de insalubridade grau máximo: 40% Adicional de insalubridade: R$ 186.R$ 465.61 = R$ 2164.00 R$ 465.00 Grau mínimo: 10% .rescisão – afastamento: O empregado admitido.00 + 186. acima do limite de tolerância estabelecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.91 1.00 Grau médio: 20% .

conforme orienta a Súmula 340 do TST. calculado sobre o valorhora das comissões recebidas no mês. não seja superior a 10 horas por dia. Será devido a estes empregados o respectivo adicional de trabalho extraordinário. remunerado à base de comissões. 50% pelo trabalho em horas extras. tem direito ao adicional de. desde que a jornada de trabalho total. Art. Os empregados que trabalham sob o regime de tempo parcial não poderão realizar horas extras.contrato coletivo de trabalho. Poderão realizar horas extras os empregados cujos salários foram estipulados por comissão. b) Resultado da operação anterior multiplicado por 0. Para o cálculo do adicional será observado o seguinte critério: a) Total das comissões auferidas durante o mês (jornada normal e jornada extraordinária) dividido pelas horas efetivamente trabalhadas (incluídas horas extras e excluídas as horas do DSR). incluída a hora extra e a compensação. 7 . 59 da CLT As horas extras deverão ser remuneradas com adicional mínimo de 50% do valor da hora normal. Percentuais superiores poderão ser fixados através de documento coletivo de trabalho. considerando-se como divisor o número de horas efetivamente trabalhadas. Súmula 340 do TST. 7º. incluindo sua prorrogação.50 (adicional de trabalho extraordinário – 50%). inciso XVI. “O empregado sujeito a controle de horário. no mínimo. Constituição Federal art. Poderão ser realizadas horas extras juntamente com a compensação de horas. inciso XVI da Constituição Federal e Súmula 340.” Artigo 7º. Para que seja realizada legalmente a jornada de trabalho. Neste caso o adicional será calculado com base no valor-hora do total de comissões auferidas no mês. tendo em vista que as comissões auferidas durante a prorrogação da jornada de trabalho serão pagas juntamente as comissões auferidas durante a jornada normal de trabalho. c) Resultado da operação anterior multiplicado pelo número de horas extras realizadas no mês. não poderá ultrapassar o total de 10 horas por dia.

divide-se o salário contratual acrescido do adicional de periculosidade pela jornada de trabalho mensal.110. Súmula 264 do TST: “Para o cálculo.56 x 50% = R$ 6. Exemplo salário mensal: Salário: R$ 1.04 x 1.83 Salário-hora extra com periculosidade: R$ 203.00 + R$ 419.00 + R$ 144.32 Artigo 59 parágrafo 1º da CLT Exemplo salário-comissão: Comissões: R$ 2.83 x 50% = R$ 1.04 R$ 5.” Exemplo: Salário: R$ 480.24 x 48 = R$ 203.00 ÷ 220 = R$ 5.00 Quantidade de horas extras: 48 Salário-hora: R$ 2.76 8 .25 ÷ 200 = R$ 12.24 R$ 4. acrescenta-se a este resultado o adicional de hora extra.28 Quantidade de horas extras realizadas no mês: 52 horas Valor do adicional das horas extras realizadas: 52 x R$ 6.110.41 R$ 2. e finalmente.76 R$ 489.00 = R$ 624.60 = R$ 8.00 R$ 480.00 R$ 624.25 (inclusive as relativas ao período de horas extras) Jornada de trabalho semanal: 44 horas Horas efetivamente trabalhadas – julho: 200 horas(inclusive as horas extras Salário-hora comissão: R$ 2. ao salário-hora. multiplica-se este resultado pela quantidade de horas extras realizadas no respectivo mês.32 R$ 1.32= R$1529.00 x 30% = R$ 144.00 Periculosidade 30%: R$ 144.41 = R$ 4. cumulativamente.00 ÷ 220 horas = R$ 2.110.83 R$ 2.72 Horas extras com adicional de periculosidade: Para o pagamento das horas extras ao empregado exposto a periculosidade.06 =R$ 419. parágrafo 4º da CLT.06 52 x R$ 8.28 = R$ 326.00 Quantidade de dias com horas extras: 26 Quantidade de horas extras realizadas no mês: 52 Adicional de horas extras: 60% (documento coletivo de trabalho) R$ 1.513.66 Adicional de hora extra da comissão: R$ 12. os adicionais de hora extra e de periculosidade serão acrescentados.Artigo 59.513.83 + R$ 1.

44 R$ 5.63 – valor da hora noturna R$ 5.24 = R$ 203.00 ÷ 220 horas = R$ 2.07 x 60% = R$ 11.24 48 x R$ 4.07 R$ 7.00 ÷ 180 = R$ 5.31 x 52 = R$ 588.52 Horas extras com adicional noturno: As horas extras realizadas no período noturno serão calculadas com base no valor do salário-hora acrescido do adicional noturno.44 + R$ 1.00 = R$ 623.83 + R$ 1.52 R$ 465.31 – valor da hora extra noturna R$ 11.44 x 30% = R$1.41 = R$ 4.00 Jornada de trabalho mensal: 180 Adicional noturno: 30% (documento coletivo de trabalho) Quantidade de horas extras noturnas: 52 Adicional de hora extra: 60% (documento coletivo de trabalho) Valor total das horas extras noturnas: R$ 588.00 R$ 613.83 x 50% = R$ 1.00 x 20% = R$ 93. Artigo 60 da CLT e Súmula 264 do TST Exemplo: Salário mensal: R$ 530.83 R$ 2.32 9 .32 R$ 980.24 Valor da Hora Extra acrescida do adicional de periculosidade: R$ 203. Súmula 264 do TST Exemplo: Salário mensal: R$ 980.00 Adicional de insalubridade grau médio: 20% Valor do adicional de insalubridade: R$ 93.00 + R$ 93.00 R$ 530.41 Salário-hora extra acrescido do adicional de insalubridade: R$ 4.41 R$ 2.Horas extras com adicional de insalubridade: Da mesma forma no cálculo das horas extras será acrescido o adicional de insalubridade à base de cálculo.63= R$ 7.00 Adicional de hora extra: 50% Quantidade de horas extras: 48 Salário-hora acrescido do adicional de insalubridade: R$ 1.

Quando o pagamento houver sido estipulado por mês.08 x 3 quantidade de tempo de horas extras realizadas = R$ 669. salvo no que concerne a comissões. será efetuada a média das horas efetivamente trabalhadas nos últimos 12 meses.SUPRESSÃO DE HORAS EXTRAS: As horas extras prestadas durante pelo menos 1 ano. deverá ser efetuado até o 5º dia após o vencimento.08 R$ 223.Prazo de pagamento (art.69 R$ 1.” Exemplo: Empregado faz horas extras durante 02 anos e 07 meses. de dispositivos de lei ou de contrato coletivo.38 R$ 3. No mês da supressão o salário contratual do empregado era R$ 745. 458 da CLT) O pagamento do salário.69 + R$ 3. 462 da CLT) Ao empregador é vedado efetuar qualquer desconto nos salários do empregado.38 x 50% = R$ 1.07 R$ 5. percentagens e gratificações. 1. Em caso de dano causado pelo empregado. qualquer que seja a modalidade do trabalho. o mais tardar.7 .07 x 44 – médias doas últimos 12 meses = R$ 223.00 ÷ 220 = R$ 3.24 1.Descontos nos salários (art. excluindo-se o domingo e os feriados. Nos últimos 12 meses realizou 528 horas extras: 528 ÷ 12 = 44 R$ 745. 10 .00. até o 5º dia útil do mês subseqüente ao vencido. inclusive os municipais. multiplicadas pelo valor da hora extra do dia da supressão. Na contagem dos dias será incluído o sábado. deverá ser efetuado. Súmula 291 do TST: “Para o cálculo. desde que esta possibilidade tenha sido acordada ou na ocorrência de dolo (má-fé) do empregado. o desconto será licíto.38 = R$ 5. Quando estipulado por semana ou quinzena. será assegurado ao empregado o direito a uma indenização correspondente ao valor de um mês das horas suprimidas para cada ano ou ano e fração igual ou superior a 6 meses de prestação de serviço acima da jornada normal. se suprimidas pelo empregador. não deve ser estipulado por período superior a um mês. as quais só é exigível depois de ultimada a transação a que se referem. e o resultado será multiplicado pela quantidade de anos. sendo considerado mais um ano a fração igual ou superior a 6 meses.8. salvo quando este resultar de adiantamentos.

salvo quando se tratar daquelas atividades que já tiverem sido previamente autorizadas por decreto federal. 2. 6º-A e 6º-B. Artigo 67 parágrafo único da CLT 2.Trabalho aos Domingos . 11.Direito: Todo empregado tem direito ao repouso semanal remunerado de 24 horas consecutivas aos domingos e conforme as exigências técnicas do serviço.1.603/2007. inclusive para o empregado mensalista.1. REPOUSO SEMANAL REMUNERADO 2. cada empregado usufrua pelo menos um domingo de folga. Para que seja atendida a obrigação legal de conceder um descanso semanal ao empregado.Escala de revezamento: Nas atividades em que se faz necessário o trabalho aos domingos deverá ser obtido autorização prévia do Ministério do Trabalho e Emprego. na redação dada pela Lei nº. 2. Seu valor deve ser lançado discriminadamente em folha e em recibo de pagamento de salário. nos feriados civis ou religiosos. Artigo 7º da Lei 605/49 2. inclusive o feriado. exceto quando se tratar de empregado contratado por mês. será organizada uma escala de revezamento mensal. de acordo com a tradição local.4.Trabalho do homem: O modelo da escala de revezamento é de livre escolha do empregador e deve ser organizada de forma que num período máximo de 3 semanas de trabalho.4.Integração ao salário: Súmula 91 do TST: O repouso semanal remunerado.2. que deverá constar em quadro sujeito à fiscalização. Artigos 6º . compõe o salário do empregado para todos os efeitos legais e com ele deve ser pago. situação em que o repouso semanal remunerado está inserido no valor estipulado. deverá ser destacada em folha e recibo de pagamento.3.Trabalho da mulher: 11 . sua repercussão no repouso.4.2. Portanto.2. Artigos 67 da CLT e artigo 1º da Lei 605/49 2. é vedado o trabalho nos dias de repouso.Horas extras – reflexos – lançamento discriminado Tendo sido realizadas horas extras.

Comissionista: Corresponde ao valor das comissões auferidas na semana.00 ÷ 30 Lembra-se que o valor do repouso semanal remunerado dos empregados contratados por mês.00 x 60 = R$ 480.Para o trabalho da mulher.5. 2. deve-se multiplicar a quantidade total pelo valor estipulado em contrato para cada unidade.4.00 Quantidade de tarefas da semana:60 Salário por tarefa na semana: R$ 8. Salário-hora:R$ 5.2. Salário por tarefa:R$ 8.00 x 06:00 = R$ 30.00 2. a escala de revezamento deve ser organizada de forma que seja concedido um repouso semanal no domingo a cada 15 dias.5.00 2. ficando assim vedado sua discriminação em folha e recibo de pagamento. dividido pelo número dias úteis da mesma semana.50 15. Artigo 386 da CLT 2.5.Valor: 2.00 Dias trabalhados na semana:06 Repouso semanal remunerado: R$ 480.5.66 15.50 100.00 Jornada normal de trabalho: 06:00 horas por dia Repouso semanal remunerado: R$5.50 16. O repouso semanal remunerado nas seguintes modalidades de contratação corresponde: Tipo de remuneração Diarista Semanalista Quinzenalista Mensalista Valor Salário-dia Salário semanal Salário quinzenal Salário mensal Valor do DSR 15.5.Horista: Corresponde a sua jornada normal de trabalho. 12 .Tarefeiro: Corresponde a 1/6 do valor total das tarefas ou peças produzidas durante o horário normal de trabalho.33 15. Para apuração do valor total das tarefas ou peças produzidas.00 ÷ 15 465.00 ÷ 6 =R$ 80. já está inserido no salário contratual.1.Diarista – Semanalista – Quinzenalista – Mensalista: Corresponde a um dia normal de salário.00 ÷ 06 230.3. não havendo necessidade de calcular separadamente seu valor.

5.500.00 2. sendo que na segunda sua jornada de trabalho é de 6 horas. de 8 horas. Exemplo: Valor total da produção da semana:R$ 560. Exemplo: Dias trabalhados na semana 03 Remuneração da semana: R$ 359. quarta e sexta.66 Tratando-se de jornada de trabalho não uniforme. corresponde ao mesmo número de horas de uma jornada de trabalho diária. na quarta. Exemplo: Empregado trabalha segunda. desde que sua jornada de trabalho seja uniforme.00 Repouso semanal remunerado: R$ 359. desde que seus salários tenham sido estipulados por unidade de produção.00 ÷ 6 = R$ 93.Trabalho em Domicílio: O valor do repouso semanal remunerado dos empregados que trabalham em domicílio.4. o repouso semanal remunerado será calculado mediante a divisão do ganho semanal pelo número de dias efetivamente trabalhados na semana.50 Neste caso o repouso semanal remunerado deverá ser calculado mediante divisão do número total de horas da semana por 3.5. 13 .5. ou seja.33 2. Seu salário foi estipulado por hora e o valor da hora é de R$ 5.Valor total das comissões auferidas na semana: R$ 820.Comissionista – cálculo mensal Para o cálculo mensal dividi-se o valor total das comissões auferidas pelo número de dias úteis e o resultado multiplica-se pelo número de domingos e feriados do respectivo mês: Valor total das comissões auferidas no mês: R$ 2.00 Repouso semanal remunerado: R$ 560.00 ÷ 6 = R$ 136.5. corresponderá a 1/6 do valor total da produção realizada durante a semana.00 ÷ 3 = R$ 119. de 5 horas e na sexta.1.00 Número de dias úteis do mês:24 Número de feriados e domingos do mês:06 Repouso semanal remunerado: R$ 2.00 Número de dias úteis da semana: 06 Repouso semanal remunerado:R$ 820. cada jornada possui um número de horas diferente.16 x 6 = R$ 625.500.00 ÷ 24= R$ 104.67 2.Trabalho em dias alternados: O repouso semanal remunerado do empregado contratado para trabalhar em apenas alguns dias da semana.6.

.

Periculosidade: 14 .7.00 Adicional noturno: R$ 700.00 Valor total das horas extras do mês: R$ 9.00 x 20% = R$ 140. Assim. Artigo 7º da Lei 605/49 Exemplo: Salário-hora:6.Dias trabalhados na semana: 03 Jornada de trabalho da semana:19 Salário-hora: R$ 5. Para o cálculo do reflexo do adicional noturno no repouso semanal remunerado utiliza-se o mesmo critério adotado para o cálculo do reflexo das horas extras.5. e que este se refere ao mês integral. 2.00 ÷ 24= R$ 15.5.Insalubridade: Tendo em vista que adicional de insalubridade é calculado com base no valor do salário mínimo.75 x 6 = R$ 94.8. repercute também na remuneração do repouso semanal remunerado. deve-se dividir o valor total das horas extras prestadas durante o mês pelo número de dias úteis e o resultado desta operação multiplicar pelo número de domingos e feriados existentes no mês.83 2.5.00 Número de horas extras realizadas no mês:42 Salário-hora acrescido do adicional de horas extras:6.00 Súmula 60 do TST 2.50 2. não se calcula o reflexo do adicional no repouso semanal remunerado.50 Remuneração da semana: 19 x R$ 5. situação em que o adicional incidirá sobre o salário integral. para o cálculo do reflexo das horas extras no repouso semanal remunerado.Horas noturnas: O adicional noturno pago com habitualidade integra o salário do empregado para todos os efeitos legais. salvo se a jornada de trabalho estiver totalmente inserida no período noturno.00 Reflexo das horas extras no RSR: R$ 378.50 ÷ 3 = R$ 34.00 x 42 =R$ 378.00 x 50% = R$ 9.50 = R$ 104.10.5. pois este está naquele inserido. Exemplo de jornada de trabalho totalmente inserida no período noturno: Jornada de trabalho das 22:00 às 05:00 horas Salário mensal: R$ 700. Portanto.Horas extras: As horas extras habitualmente prestadas devem repercutir no repouso semanal remunerado.50 Repouso semanal remunerado: R$ 104.9.

independentemente do valor do repouso semanal remunerado legalmente já assegurado no salário do empregado. tendo havido trabalho neste dia deve ser garantida a respectiva remuneração. Revisão da Súmula 290. não compensado . 2.Nova redação: “O trabalho prestado em domingos e feriados. não compensado. 2. Natureza jurídica. “As gorjetas.00 Salário-hora:R$ 660. sem prejuízo da remuneração relativa ao repouso semanal.6. deve ser pago em dobro.00 ÷ 220 = 3. adicional noturno.00 Valor da dobra das horas do feriado: R$ 22. não servindo de base de cálculo para as parcelas de aviso-prévio. integram a remuneração do empregado. Súmula 354 do TST: Gorjetas. horas extras e repouso semanal remunerado.00 Valor das horas do feriado:R$ 3.00 = R$ 704.6.Trabalho em dias de repouso: O trabalho nos dias de repouso é vedado. por meio da Súmula 354 do Tribunal Superior do Trabalho.” 2.00 As decisões da Justiça do Trabalho são no sentido de que a dobra se refere às horas efetivamente trabalhadas no dia destinado ao descanso.00 x 2 = R$ 44. Repercussões.00 x 7. conforme entendimento da Justiça do Trabalho significa o valor das horas efetivamente trabalhadas no feriado pagas em dobro. serão pagas em dobro as horas trabalhadas no dia de repouso sem prejuízo do valor relativo ao repouso semanal remunerado a ser pago juntamente com o salário do empregado.” 15 .5. entretanto.Gorjetas: A Justiça do Trabalho. Salário mensal:R$ 660. independentemente do valor do repouso semanal remunerado já assegurado pelo cumprimento da jornada semanal integral. A expressão em dobro. Súmula 146 do TST: Trabalho em domingos e feriados. Sendo assim. desde que não determinado outro dia de folga. entende que as gorjetas não repercutem no repouso semanal remunerado.O mesmo critério deve ser adotado para o adicional de insalubridade.00 + R$ 44.Pagamento em dobro: O trabalho realizado em dia feriado. deverá ser pago em dobro.11. cobradas pelo empregador na nota de serviço ou oferecidas espontaneamente pelos clientes.1.00 Total a receber no mês:R$ 660.3333 = 22.

descontando-se apenas o valor do dia da falta. 11 e 22 de setembro/08.7º.70 x 3 = R$ 52. como também do repouso semanal remunerado. 2. em virtude do disposto nos artigos 6º e 7º.00 16 . ou seja.Mensalistas: Há polêmica quanto ao desconto ou não do descanso semanal remunerado do empregado mensalista. contudo..581. Art.. visto que este é considerado já remunerado. pois outra corrente jurisprudencial entende que deve ser efetuado o desconto.00 – R$ 52. Desconto dos domingos: 07. 14 e 28 de setembro/03 R$ 1. ainda que falte ao trabalho sem justificativa legal terá direito ao mencionado repouso. que considera lícita apenas alteração que não resulte. Esse entendimento.. sem faltas... poderá ser surpreendida com a argüição de nulidade dessa alteração por contrariar o artigo 468 da CLT.00 ÷ 30 = R$ 52. em prejuízos ao empregado.. parágrafo 2º.... ausências por suspensões disciplinares ou saídas durante o expediente.. respectivamente” Há corrente jurisprudencial entendendo que o mensalista não está sujeito à assiduidade para fazer jus ao repouso semanal remunerado.00 Faltas injustificadas: 03 Faltas nos dias:04.. sem motivo justificado. Entretanto.. o empregador pode adotar qualquer dos procedimentos expostos. não é pacífico. não só do dia da ausência. o empregado não tiver trabalhado durante toda a semana anterior. cujo cálculo de salário mensal ou quinzenal.....6º Não será devida a remuneração quando. Parágrafo 2º Consideram-se já remunerados os dias de Repouso Semanal do empregado mensalista ou quinzenalista.Desconto do repouso semanal remunerado: Para que o empregado tenha direito ao repouso semanal remunerado é necessário que o seu horário de trabalho seja integralmente cumprido. Exemplo: Salário mensal:R$ 1..70 = R$ 1. ou cujos descontos por falta sejam efetuados na base do número de dias do mês ou de 30(trinta) e 15 (quinze) diárias.528. direta ou indiretamente.70 R$ 52.7... cumprindo integralmente o seu horário de trabalho”.581.. Assim.70 (dias 07 14 e 28 de setembro/08) R$ 1581. atrasos..2. quando faltam ao serviço sem justificativa legal.1.7.. ambos da Lei 605/49: “Art... se tiver adotado o critério de não desconto do repouso semanal remunerado do mensalista e vier a fazê-lo.

9. sob pena de ficarem obrigadas a remunerar as horas não concedidas como extras. Assim. Cabe lembrar que. conforme entendimento da Justiça do Trabalho.8. O procedimento acima leva em consideração o fato de o empregado ter sido admitido no curso da semana. devendo estas horas serem acrescidas às horas do descanso semanal remunerado de 24 horas totalizando 35 horas de paralisação no trabalho. Súmula 110 do TST Turnos de trabalho: A – das 8 às 16 horas B – das 16 às 24 horas C – das 24 às 8 horas 17 . o pagamento do respectivo repouso semanal.1. Quando o empregador adota escala de revezamento deve observado esse intervalo mínimo de 35 horas na troca de turno de uma semana para outra.2. por não ter cumprido integralmente a jornada de trabalho semanal (jornada de trabalho semanal de segunda a sábado). em prejuízos ao empregado.Admissão ou demissão no curso da semana: 2. direta ou indiretamente.2. e por esta razão não há obrigatoriedade do trabalho nos dias anteriores à admissão. do cumprimento integral da jornada de trabalho daquele período.8. 2. salvo se o empregado nos dias posteriores à admissão tiver incorrido em faltas ou atrasos injustificados. ou seja.Intervalo entre jornadas: É garantido ao empregado um intervalo mínimo de 11 horas consecutivas para descanso entre 2 jornadas de trabalho. normalmente. 2. sob pena de argüição de nulidade dessa alteração por ofensa ao princípio da inalterabilidade das condições contratuais que implique. o empregador por ter admitido um empregado no decorrer da semana assume. caso o empregador venha adotando o critério de não desconto do repouso semanal remunerado para tais empregados não poderá passar a descontar.7. por meio da Súmula 110 do TST. 2. também está vinculado ao cumprimento integral da jornada de trabalho da semana anterior.Horista – Diarista – Semanalista: O direito ao repouso semanal remunerado do horista.Demissão: Perde o direito ao repouso semanal remunerado se o contrato for rescindido até sexta-feira.2.8.Admissão: O empregado admitido no decorrer da semana também terá direito ao repouso semanal remunerado. diarista e do semanalista.

Para legislação trabalhista sábado é considerado dia útil. no 18 . 7º. Tais intervalos são os seguintes: Jornada de trabalho Jornada de até 4 horas Jornada de 4 a 6 horas Jornada superior a 6 horas Intervalo Não há intervalo Intervalo obrigatório de 15 minutos Intervalo mínimo de 1 hora e máximo de 2 horas 3. Lembre-se de que 7.33 não significa 7 horas e trinta e três minutos.Intervalos para repouso e alimentação (art. XIII da CF Em qualquer atividade privada a duração da jornada de trabalho não poderá exceder 8 horas diárias ou 44 horas semanais.Feriado em domingo: Quando o feriado recair no domingo ou no dia do repouso durante a semana para os que trabalham em regime de escala de revezamento. 3.1 .33 x 60 = 20 minutos . não são nela computados. mediante acordo ou convenção coletiva. Remuneração extra: 3 horas (35 horas – 32 horas) Artigo 66 da CLT 2. o empregador ficará obrigado a remunerar o período correspondente com acréscimo de.1. não podendo exceder a 44 horas semanais. pois este valor esta em centésimas e teremos que transformá-lo em horas. 58 da CLT e art.1 . o pagamento do repouso corresponderá a um só dia não sendo cumulativas as remunerações. Entrada: segunda-feira às 8 horas.10.Intervalo – não concessão: Quando o intervalo para repouso ou alimentação não for concedido conforme a legislação. Intervalo: 32 horas (24 horas e 8 horas de intervalo entre jornadas). JORNADA DE TRABALHO 3 . 71 da CLT) O intervalo destinado ao repouso ou alimentação é considerado período de suspensão da jornada de trabalho. totalizando 220 horas mensais. facultada a compensação de horários e a redução de jornada.Turno B: Saída: sábado às 24 horas.Duração normal A jornada máxima diária de trabalho é de 8 horas diárias. se não vejamos: 0. portanto. art.

mínimo. por exemplo.80) Devido = R$ 7. o regime de sobreaviso dos ferroviários. que o fato da empresa remunerar o respectivo período com acréscimo de 50%. por não caracterizar tempo à disposição do empregador. remuneradas com o respectivo adicional apenas as horas em que tenha efetivamente executado serviço extra.80 .80 : 3 = R$ 1. por analogia. após o término de sua jornada de trabalho portando telefone celular. o entendimento doutrinário e jurisprudencial predominante.60 X 8h = R$ 12. é no sentido de que se aplica. Serão. A remuneração das horas de sobreaviso é no valor de 1/3 do salário-hora normal. por não ter concedido o intervalo.40 + R$ 4.salário-hora normal R$ 4.salário-hora de sobreaviso = R$ 4.60 Devido = R$ 1. não inibirá o auditor Fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego de autuá-la. 2ª Corrente: O empregado não faz jus à remuneração das horas de sobreaviso.80 .Sobreaviso entre jornadas de trabalho: Para os empregados que estejam obrigados a permanecer em regime de sobreaviso. 3. entretanto. em eventual fiscalização. 50% sobre o valor da hora normal.salário-hora de sobreaviso = R$ 4.80 x 50% = R$ 7.20 x 8 = R$ 57. porém. Neste caso sua remuneração será calculada por uma das 03 formas abaixo mencionadas: 1ª Corrente: Considera-se como de serviço o período em que o empregado está à disposição do empregador. Exemplo: Empregado em 8h de sobreaviso: .2 .60 19 .20 (R$ 2.salário-hora normal R$ 4. aguardando ordens. Reiteramos.80. Exemplo: Empregado em 8h de sobreaviso: .

entre o empregador e seus empregados. que autoriza a prorrogação da jornada de trabalho durante determinado período.80 + R$ 1.40 = R$ 7. inclusive para o DSR.20 .60 = R$ 6. este integrará a remuneração do empregado para todos os efeitos. individual ou coletivo. mediante a correspondente diminuição de jornada em outro período.60 Hora extra: .salário-hora normal R$ 4. 3. Por outro lado jornada de trabalho acrescida da prorrogação de horas não poderá exceder o 20 .20 x 4 – horas extras = R$ 28.60 . por se tratar de compensação de horas.40 .salário-hora: R$ 4. de forma que o número total de horas efetivamente trabalhadas no período vigência do acordo não ultrapasse o número total de horas estabelecido em contrato de trabalho ou o limite legal para o mesmo período.hora extra: R$ 4.80 x 50%= R$ 2.80 . Neste caso. Cabe ao empregador definir a forma de remuneração mais adequada para a sua atividade.40 .80 .3ª Corrente: Além de 1/3 do salário-hora por hora de sobreaviso.1/3 de horas de sobreaviso: R$ 6.80 Nota: Em decorrência dos valores pagos a título de sobreaviso possuir natureza salarial. quando ocorrer a chamada para o serviço extraordinário. Empregado em 8h de sobreaviso. é dispensado o acréscimo de 50% sobre o valor da hora extraordinária. deve o empregado perceber a remuneração correspondente às horas extras trabalhadas.salário-hora de sobreaviso = R$ 4.R$ 4.3 .40 x 4 = R$ 25.Compensação de horas: A compensação de horas é o acordo escrito. sendo 4horas pagos a 1/3 e 4 horas a título de hora extra: 1/3: .80: 3 = R$ 1.80 + R$ 2.R$ 7.R$ 4.

1 .00 + 0.horas não compensadas .48 8.80 x 0. com o acréscimo de 50%.limite diário de 10 horas por dia.Rescisão . 3. 21 . o empregado terá direito ao pagamento destas horas. o limite a ser observado é de 2 horas de prorrogação.00 = 0. Caso a jornada de trabalho diária seja inferior a 8 horas. tratando-se de acordo de compensação integral de horas do sábado.48 60 ÷ 100 = 0.80 100 X = 48 X = 48 ÷ 100 X = 0.48 = 8.80 – 8.48 8. 3. o empregado deverá trabalhar 08:48 minutos de segunda a sexta-feira. compensando o sábado. Artigo 59 da CLT Exemplo: 44 ÷ 5 = 8.2 . temos: 4 x 60 = 240 240 : 5 = 48 minutos Neste caso.80 8.80 0.60 = 0. desde que não ultrapasse o limite de 10 horas por dia e nem 44 horas semanais.Compensação do Sábado: Assim.banco de horas: Na hipótese de rescisão do contrato de trabalho sem que tenha havido a compensação das horas extras trabalhadas.60 ou 60 X 100 0.48 = 08:48:00 ou Empregado com jornada de 8 horas diárias – segunda á sexta-feira e 4 horas no sábado. a jornada diária pode ser de 08:48:00 horas de segunda à sexta ou outra que as partes estabelecerem.

Em função desta particularidade. 60.889/73 e Decreto n° 73.5% 22 . IX e XXXIII da CF.28571% (equivalência em horas) O legislador definiu a hora noturna em 52 minutos e 30 segundos. Lei n° 5.00 x 100 = 12.TRABALHO NOTURNO: (art. 7°.50 7. art.1428571 – 1 x 100 = 14.00 – 52. 73 da CLT.50X = 60 X = 60 = 1. como resultado de uma redução em 12.50 = 7. tendo em vista que este horário normalmente é destinado ao descanso. basta dividir a sua duração por 1.50 60 52. conforme o quadro abaixo: Atividade Urbana Rural Rural Horário Atividade 22:00 horas às 05:00 horas 21:00 horas às 05:00 horas Lavoura 20:00 horas às 04:00 horas Pecuária Duração Adicional 00:52:30 hora 20% 01:00:00 hora 25% 01:00:00 hora 25% Conversão do Trabalho normal em trabalho noturno – Equivalência Horária: O tempo de efetivo trabalho diurno ou normal pode ser convertido para o noturno mediante a seguinte fórmula: 52.50 1. denominado adicional noturno.4 .5% da hora normal (60 minutos).5% 1 X Assim.1428571 52.1428571 ou reduzi-la em 12.626/74) O trabalho noturno exige maior esforço do indivíduo. a legislação determina que hora noturna seja reduzida e melhor remunerada. O trabalho noturno é assim definido.50 : 60. mediante o pagamento de um adicional. para se saber o tempo de efetivo trabalho noturno em função do diurno ou normal.50X = 60 x 1 52.

Multiplicador (*) 01h08min34s 02h17min08s 03h25min42s 04h34min17s 05h42min51s 06h51min25s 08h00min00s 1.0000000 A jornada de trabalho no período noturno observa a seguinte tabela: 23 .Exemplo: Uma jornada de 8 horas diurnas ou normais corresponde a 7 horas de efetivo trabalho noturno: 8 horas normais = 7 horas noturnas . Tabela “A” Trabalho Noturno/Diurno (Normal) .2857142 3.1428571 2.1428571 = 0.01904762 = 0.Horas Horas Normais Efetivamente Trabalhadas no Período Noturno (Horário de Relógio das 22 às 5h) 1 hora ( 60 minutos) 2 horas (120 minutos) 3 horas (180 minutos) 4 horas (240 minutos) 5 horas (300 minutos) 6 horas (360 minutos) 7 horas (420 minutos) Equivalência em Minutos: 1.5% de 8 horas normais 1.1428571 Para facilitar os cálculos relativos ao horário noturno.00031746 60 Contagem – Tabela: Jornada de Trabalho Equivalente (Horário Normal Acrescido de 14.01904762 60 Conversão de Segundos: 0.8571426 8.7142855 6.28571%) Quantidade de Horas Noturnas a Pagar Nº.Equivalências .redução de 12.5714284 5.4285713 4. elaboramos adiante a tabela de equivalência de horas entre o trabalho diurno e noturno.

Exemplo: Jornada: 7:20 horas por dia de segunda a sábado (44 semanais e 220 mensais) Remuneração: R$ 3. Assim. 4. noturna 8ª h. noturna 5ª h.00 : 220 horas) Entrada: 22:00 horas Intervalo: das 2:00 às 3:00 horas (60 minutos = 1 hora) Saída: 5h29m.2 .300. Valor do adicional noturno: R$ 20.Das Das Das Das Das Das Das Das 4. noturna 4ª h.Remuneração adicional da hora noturna: A Constituição Federal assegura remuneração superior para o trabalho noturno. noturna 2ª h. noturna 6ª h. de ambos os sexos.00 mensais ou R$ 15. noturna 3ª h. noturna 7ª h.00 por hora (R$ 3. Por meio dos documentos coletivos de trabalho cada categoria pode estipular percentual superior ao definido na legislação. A legislação assegura aos empregados urbanos uma remuneração adicional para o trabalho noturno de 20% e para os empregados rurais de 25% sobre a hora normal.1 – Menores: 22:00:00 h 22:52:30 h 23:45:00 h 00:37:30 h 01:30:00 h 02:22:30 h 03:15:00 h 04:07:30 h + 52:30 + 52:30 + 52:30 + 52:30 + 52:30 + 52:30 + 52:30 + 52:30 às às às às às às às às 22:52:30 23:45:00 00:37:30 01:30:00 02:22:30 03:15:00 04:07:30 05:00:00 1ª h.57 * Determinação do horário de saída: 22:00 às 23:00 23:00 às 24:00 24:00 às 1:00 1:00 às 2:00 2:00 às 3:00 – intervalo para alimentação 3:00 às 4:00 4:00 às 5:00 24 . a cada período de 52min 30seg (1 hora noturna) será remunerado com o respectivo adicional noturno.300. noturna O trabalho em horário noturno é proibido aos menores de 18 anos. Os adicionais por trabalho noturno devem ser discriminados em folha de pagamento.

20 (adicional noturno) = R$ 123.86 + R$ 20. ou 6h x 1.1428571 = 6.86 R$ 102.00 (valor/hora normal) = R$ 102.57 : 25 dias úteis X 5 DSR = R$ 4. o horário de saída do mesmo será: 5h:29m Assim.8571426 = 6 horas trabalhadas 8571426 x 60 minutos = 51 minutos 428556 x 60 minutos = 25 segundos Total = 6:51:25 Às 5:00 horas da manhã o empregado trabalhou 6:51:25.8571426 x R$ 15.18 Hora extra noturna O trabalho executado no período das 22:00 horas de um dia até as 5:00 horas do dia 25 .8571426 6. menos 1:00 de intervalo.86 x 20% = R$ 20.1428571 = 6.86 x 1.00 = R$ 102.43 * Reflexo das horas noturnas no DSR: R$ 20. * Quantidade e valor das horas noturnas a pagar: • 6h x R$ 15.43. equivalendo a 6h51m25s noturnas. para completar 07:20 de trabalho o empregado terá de trabalhar mais 29 minutos. portanto para completar a jornada de 7:20 horas deverá encerrar o expediente às 5h28m35s. portanto.86 * Cálculo do adicional noturno: • R$ 102. temos: Das 22:00 às 5:00 ( horário noturno) = 7 horas no relógio. totalizam 6 horas no relógio.57 * Valor total das horas noturnas a pagar: • R$ 102.1428571 6 x 1.Total = 6 horas trabalhadas de 60 minutos 60 : 52:5 = 1.57 = R$ 123.

43) . Exemplo: Determinação do valor da jornada diária de 7 horas e 20 minutos e do horário de saída do serviço. o TST.12. caberá à empresa compor a base de cálculo do adicional noturno (salário-hora). salário-hora acrescido do adicional noturno. Transferência para o período diurno Muito se discute sobre a possibilidade da supressão do adicional noturno quando da transferência do empregado que trabalha no período noturno para o período diurno. com 1 hora para repouso ou alimentação.61 x 50%= R$ 1.00 mensais (base 220 horas). 468 da CLT (Princípio da Inalterabilidade do Contrato de Trabalho). de um empregado com salário de R$ 480.30) . de 2ª feira a sábado.61 (R$ 2. e resultado acrescido do adicional de trabalho extraordinário. 265: “A transferência para o período diurno de trabalho implica na perda do direito ao adicional noturno.Salário mensal: R$ 480. Portanto.Salário-hora extra noturno: R$2. das 23 às 24 horas. com inclusão dos adicionais de insalubridade e periculosidade.30 = R$ 3. 4. 3 horas diurnas (das 19:00h às22:00h).seguinte. o entendimento a Justiça do Trabalho é neste sentido.00 .Salário-hora normal: R$ 2. Integração da insalubridade e periculosidade no cálculo do adicional noturno Muito embora a legislação seja omissa acerca da integração do adicional de insalubridade e periculosidade no salário do empregado para fins do cálculo do adicional noturno. em sessão de 18.Salário-hora noturno: R$ 2.61 + R$ 1.3333333 horas. Havendo prestação de horas extras.43 = R$ 2. em face do que dispõe o art. cujo horário normal de entrada em serviço é às 19 horas. ou seja.18 + R$ 0.18 = R$ 480 ÷ 220 . Entretanto.18 x 20% = R$ 0. ou seja. . estas serão calculadas mediante a aplicação dos adicionais cumulativamente.3333333 horas noturnas (das 22:00h às 02h47min30s) menos 1 hora de 60minutos de intervalo para refeição e mais 2 horas extras noturnas (das 02h47min30sàs 04h32min30s). aprovou o seguinte Enunciado nº.contratado em regime de prorrogação de horas (2 horas extras).Duração da jornada: 9.91 (R$ 2.” 26 . será pago com adicional mínimo de 20% sobre o valor da hora normal.86.

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Jornada 12 x 36 O turno de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso não possui previsão legal. e por conseqüência. integra o salário do empregado para todos os efeitos. deverá ser de 60 minutos e não de 52 minutos e 30 segundos. 27 . compreendendo a gratificação de função. da CLT. os diretores e chefes de departamento ou filial. quando o salário do cargo de confiança. Portanto. para uma jornada de 8 horas. sem a redução da hora noturna. serão aplicadas as normas de duração do trabalho ao empregados mencionados na letra “b”. Adicional noturno .Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta. b) os gerentes. são eles: a) os empregados que exercem atividade externa incompatível com a fixação de horário de trabalho. alguns acordos ou convenções coletivas estabelecem em suas cláusulas a possibilidade de referida jornada. em continuação à jornada noturna.” Intervalo no período noturno-60 minutos Os intervalos que forem concedidos entre as 22:00 horas de um dia e as 5:00 horas do dia seguinte terão sua duração computada de acordo com o horário diurno. pago com habitualidade. Exegese do art. § 5º. “I . Súmula do TST nº. deverá ser remunerado com o adicional noturno. tendo em vista a natureza e peculiaridades dos serviços (ex. Entretanto. assim considerados os exercentes de cargos de gestão. Entretanto. é considerado prorrogação desta. a Justiça do Trabalho tem entendido que o trabalho exercido após as 5:00 horas. aos quais se equiparam. II .Integração no salário e prorrogação em horário diurno.Adicional noturno-trabalho após às 5:00 hora-direito Embora inexista na legislação qualquer dispositivo legal neste sentido. contudo a jurisprudência trabalhista não é pacífica a respeito do assunto. 73. 62 da CLT): Em alguns casos as normas de duração do trabalho não são aplicadas. devendo tal condição ser anotada na CTPS e no registro de empregados. Nesta hipótese.: médicos. Exceções (art. se houver. ficará a cargo da autoridade competente o julgamento da questão. o intervalo durante o período noturno. for inferior ao valor do respectivo salário efetivo acrescido de 40%. enfermeiras). na ocorrência de eventual reclamação trabalhista ou autuação pela fiscalização. 60.O adicional noturno. devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas.

530.50 R$ 1.TRANSFERÊNCIA DE EMPREGADO: O empregado que tenha sido transferido. para outra localidade. R$ 1. Artigo 129 da CLT 6.912. sob pena de pagamento em dobro da respectiva remuneração e sujeição à multa administrativa.530.00 + R$ 382. A regulamentação deste direito. inciso XVII da Constituição Federal.FÉRIAS 6.Escala: Após cada período de 12 meses de vigência do contrato de trabalho. em folha de pagamento. Exemplo: Empregado cujo salário é de R$ 1. enquanto durar esta situação.5 . desde que tenha ocorrido mudança de domicilio.1. terá direito. com a finalidade implantar um novo sistema de trabalho na filial. cada parcela que esteja sendo paga.50 = R$ 1. não podendo ultrapassar o prazo de 12 meses seguintes à aquisição do direito pelo empregado. Artigo 7º. provisoriamente. tanto a relativa ao salário contratual quanto aquela relativa ao adicional de transferência. Durante este tempo passará receber adicional de transferência.00 foi transferido por 2 anos para outra localidade. o empregado terá direito a férias na seguinte proporção: 28 . está nos artigos 129 a 153 da Consolidação das Leis do Trabalho. sem prejuízo da remuneração. Todo empregado tem direito a um período anual de férias. o qual é concedido por iniciativa do empregador. Artigos 469 e 470 da CLT 6 . na época que lhe seja mais adequada. ao adicional de transferência de 25% sobre o salário contratual. obrigatoriamente deverá o empregador discriminar.530.00 x 25% = R$ 382. cuja finalidade básica é a recuperação das forças gastas pelo empregado no decurso de 12 meses de trabalho. remuneradas com pelo menos um terço a mais do que o salário normal. Direito: A Constituição Federal assegura o direito a um período anual de férias.50 Muito embora tenha sido calculado o valor total do salário do empregado.2.

e) 2 dias consecutivos ou não. g) Dias de realização de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior (Artigo 473 inciso VII da CLT). ascendente. inciso XIX. 29 . A falta injustificada a que se refere a legislação é a ausência do empregado para cuja ocorrência não haja motivo ou justificativa legal. Não se consideram faltas injustificadas as ausências expressamente justificadas por lei ou abonadas por liberalidade do empregador. d) 1 dia a cada período de 12 meses de trabalho. irmão ou pessoa viva sob sua dependência econômica (Artigo 473 da CLT). Artigo 130 da CLT 6.3. da Constituição Federal c/c artigo 10 parágrafo 1º do ADCT). enquanto não fixado outro prazo em lei. f) Período de tempo para cumprimento das exigências do serviço militar (Artigo 473 inciso VI da CLT).Dias de férias 30 24 18 12 Faltas injustificadas até 05 de 06 a 14 de 15 a 23 de 24 a 32 Conclui-se que não terá direito à férias o empregado que tiver faltado por mais de 32 dias durante todo o período aquisitivo. descendente. c) 5 dias corridos Licença-paternidade. devidamente comprovada (Artigo 473 inciso IV da CLT). para alistamento eleitoral (Artigo 473 inciso V da CLT). (Artigo 7º. b) 3 dias consecutivos úteis Casamento do empregado (Artigo 473 da CLT).Faltas não computadas (justificadas ou abonadas): A legislação trabalhista vigente estabelece quais são as faltas que devem ser abonadas e que conseqüentemente não reduzem o período de descanso das férias do empregado. São elas: a) 2 dias consecutivos úteis Falecimento de cônjuge. para doação voluntária de sangue.

salvo se o benefício perdurar por mais de 6 meses. o empregador deverá verificar as faltas injustificadas ocorridas no decorrer do período aquisitivo de férias.622/46. s) Greve . por motivo de casamento ou falecimento de cônjuge. p) Para servir como jurado (Artigo 430 c/c 434 do CPP). exceto se o empregado deixar de trabalhar por mais de 30 dias. quando for impronunciado ou absolvido (Artigo 131 inciso V da CLT). convenção ou dissídio coletivo de trabalho do sindicato representativo da categoria profissional. convenção. quando devidamente arrolado ou convocado (Artigos 822 da CLT. em caso de professor (Artigo 320 parágrafo 3º da CLT). mediante comprovação (Artigo 60 parágrafo 3º da Lei 8. pai. parágrafo único do CPC e 453. o) Comparecimento como parte à Justiça do Trabalho (Súmula 155 do TST). q) Afastamento por doença ou acidente do trabalho.h) 120 dias de afastamento a título de licença maternidade (Artigo 392 da CLT). nos 15 primeiros dias pagos pelo empregador.213/91). l) Durante a suspensão preventiva para responder a inquérito administrativo ou de prisão preventiva. a que não tiver determinado o desconto do correspondente salário. para apurar o número de dias de férias a que o empregado terá 30 . u) 9 dias. i) Por motivo de acidente do trabalho ou incapacidade por doença. ainda que descontínuos. ou seja.desde que tenha havido acordo. hipótese em que o empregado não tem direito às férias (Artigos 133 da CLT e 63 da Lei 8.576/46). caso em que não faz jus a férias (Artigo 133 inciso II da CLT). laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho dispondo sobre a manutenção dos direitos trabalhistas aos grevistas durante a paralisação das atividades (Lei 7. dentro de um mesmo período aquisitivo. 4. 419. com percepção de salário. m) Nos dias em que não tenha serviço. r) Convocação para serviço eleitoral (Artigo 365 da Lei 4737/65). n) Comparecimento para depor como testemunha. j) Justificada pelo empregador. mãe ou filho.481/42 e 9. t) Período de freqüência em curso de aprendizagem (Decretos-leis 8. parágrafo único do CPP). Assim.213/91). v) Outros motivos previstos em acordo.783/89).

se a remuneração do período de licença resultar em importância inferior ao que equivaler às férias já acrescidas de 1/3 da CF. também. no curso do período aquisitivo: ¬ Pedido de Demissão . conforme determina a Convenção 132 da Organização Internacional do Trabalho e a Súmula 261 do Tribunal Superior do Trabalho. o empregado faz jus ao recebimento da diferença. ¬ Licença remunerada Permanecer em licença. sendo que a primeira entende que o acessório (1/3 da CF) acompanha o principal (férias).Recontratação Pedir demissão e não for readmitido dentro de 60 dias subseqüentes à sua saída. ¬ Deixar de trabalhar.Não aquisição do direito: Não adquire direito a férias o empregado que. pois atualmente o empregado que pede demissão antes de completar 12 meses de vigência do contrato de trabalho. Uma vez concedida ocorrerá a suspensão do contrato de trabalho. 6. que se o empregado for readmitido antes de 60 dias. Esta regra tornou-se inaplicável. não será computado o período aquisitivo do contrato de trabalho anterior. tem direito ao pagamento das férias proporcionais. a perda do respectivo acréscimo constitucional. por mais de 30 dias. por mais de 30 dias em virtude de paralisação total ou parcial do serviço ¬Tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente do trabalho ou de auxílio doença por mais de 6 meses. a perda do direito a férias acarreta. Logo. com percepção do salário. com percepção de salários. A licença remunerada não é disciplinada por lei trabalhista. Diante de tal indagação surgiram duas correntes de entendimento.direito e efetuará a concessão na forma e no prazo legalmente estabelecidos. ficando a sua concessão a critério do próprio empregador. Tanto é assim. Observação: Indaga-se se ocorrer essa situação o empregado perderá o direito ao terço constitucional ou não. embora descontínuos Exemplo: Período aquisitivo: 22/04/2007 a 21/04/2007 Afastamento: 01/06/2007 a 27/09/2007 (doença) Período de afastamento: 3 meses e 27 dias Novo afastamento: 01/01/2008 a 31/03/2008 (acidente do trabalho) 31 . A segunda corrente entende que a licença remunerada deve ser entendida como substituição do direito a férias.4. uma vez que por ocasião da rescisão contratual este foi devidamente indenizado do período proporcional de férias. Assim.

ou seja.5. que o empregado tenha o tempo necessário para recuperar as energias despendidas durante o período de trabalho. Deve-se observar que o período de férias (descanso e abono pecuniário.Período de afastamento: 3 meses Houve perda do direito por ter permanecido afastado por mais de mais de 6 meses. o empregador pagará a remuneração em dobro. tendo em vista sua própria finalidade. 32 . se for o caso) deverá iniciar e terminar dentro desses 12 meses. aquele em que o empregador deve conceder as férias ao empregado. ou seja. Observe-se que um novo período aquisitivo terá início quando.Concessão das férias: As férias devem ser concedidas nos 12 meses subseqüentes ao término do período aquisitivo. sendo considerado o período anteriormente trabalhado e complementado com o tempo que falta quanto o empregado retornar ao serviço. desde que ele compareça ao estabelecimento dentro do prazo de 90 dias da data em que se verificar a respectiva baixa. Exemplo: Início do período aquisitivo:01/08/2007 Início do serviço militar: 01/01/2008 Término do serviço militar:31/12/2008 Retorno ao serviço: 9/01/2009 Término do período aquisitivo: 18/08/2009 Artigo 132 da CLT 01/08/2007 até 01/01/2008 = 5/12 + 9/01/2009 até 18/08/2009 = 7/12 6. pois se ultrapassar este período.Serviço militar obrigatório: O tempo de trabalho anterior à apresentação do empregado para prestar serviço militar obrigatório computa-se no período aquisitivo. contando-se o referido período a partir do 1º dia após o empregado ter adquirido o direito. o empregado retornar ao serviço. até completar 12 meses. Artigo 133 da CLT 9. as férias devem ser concedidas em um só período. devendo a interrupção da prestação de serviço ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social. o período de afastamento não é computado para efeito de férias. no mesmo período aquisitivo. Portanto. Este período denomina-se período concessivo. Como regra.6. após o implemento de qualquer das condições acima previstas.

Para tanto, poderá o empregador efetuar o controle das concessões, através da escala anual de férias. Artigo 134 da CLT 6.7.Abono Pecuniário: É facultado ao empregado converter 1/3 do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário, no valor da remuneração que lhe seria devida nos dias correspondentes. Assim, conforme o número de dias corridos de férias a que faz jus, o empregado pode pleitear a conversão e o pagamento do abono pecuniário na seguinte proporção: Abono pecuniário 10 08 06 04

Férias descansadas 20 16 12 08

Faltas injustificadas 30 dias – até 05 faltas 24 dias – de 06 a 14 faltas 18 dias – de 15 a 23 faltas 12 dias – de 24 a 32 faltas Artigo 143 da CLT

6.7.1.Requerimento - Prazo: O abono pecuniário deve ser requerido pelo empregado, até 15 dias antes do término do período aquisitivo. Se for requerido após o citado prazo, a concessão ou não do abono fica a critério do empregador. Artigo 143 parágrafo 1º da CLT 6.7.2.Dobra das férias: Nesta hipótese, se solicitado, o abono também é devido em dobro. A remuneração relativa a 10, 8, 6 ou 4 dias, conforme o caso é paga em dobro, embora o empregado trabalhe apenas o correspondente à metade, ou seja, 10, 8, 6 ou 4 dias, conforme o limite de faltas injustificadas . Artigo 137 da CLT 6.7.3.Prazo para pagamento: O pagamento do abono vincula-se à concessão das férias. Vale dizer, não há pagamento de abono sem o respectivo descanso. O prazo de pagamento é de 2 dias, no mínimo, do respectivo período, independentemente de ter concedido antes ou depois do período de descanso. Artigo 145 da CLT

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6.7.4.Dispensa no período de abono pecuniário: Nos dias a serem trabalhados durante o período convertido em abono pecuniário, o contrato de trabalho vigora plenamente, com a prestação normal dos serviços por parte do empregado. Assim, entende-se que é permitido ao empregador dispensar o empregado durante tal período, não estando afastada, contudo, a possibilidade de manifestação em sentido contrário da Justiça do Trabalho no caso de uma eventual reclamação trabalhista. 6.7.5.Terço constitucional: O cálculo de 1/3 constitucional também será calculado com base no valor do abono pecuniário. Sendo assim, deverá constar discriminadamente no recibo de férias o valor do abono pecuniário, e separadamente o valor de 1/3 constitucional sobre aquele. 6.8.Menores de 18 e maiores de 50 anos de idade: As férias sempre são concedidas, de uma só vez, aos menores de 18 e maiores de 50 anos de idade. Devem, portanto, descansar integralmente o período de férias, segundo a aquisição do respectivo direito: 30, 24, 18 ou 12 dias, conforme o número de faltas injustificadas no curso desse período aquisitivo. Artigo 134 parágrafo 2º da CLT 6.9.Remuneração: O empregado perceberá, durante as férias, a remuneração que lhe for devida na data da sua concessão. Observar que, se após o pagamento da remuneração de férias (na vigência do contrato de trabalho ou na rescisão) ocorrer reajustamento salarial, respectivamente, no mês da concessão ou da indenização, o empregado terá direito às diferenças apuradas, inclusive em relação ao terço constitucional e, se for o caso, também quanto ao abono Pecuniário. Artigo 142 da CLT Exemplos: 6.10.Mensalistas: Remuneração mensal vigente no mês da concessão das férias acrescidas de 1/3 constitucional. Férias em fevereiro: Empregado com salário mensal de R$ 2.100,00, entrará em férias a partir do dia 01 de fevereiro até 02 de março. Empregado tem 2 dependentes para imposto de renda

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R$ 2.100,00 + 135,48 (2.100,00 ÷ 31= R$ 67,74 x 2= R$135,48 ) = R$ 2.235,48 ÷ 3 = R$ 745,16 R$ 2.235,48 + R$ 745,16 = R$ 2.980,64

R$ 2.235,48

Desconto da contribuição previdenciária: R$ 2.980,64 x 11% = R$ 327,87 Desconto de Imposto de Renda Retido da Fonte: R$ 85,81 R$ 2.980,64 R$ - 288,40 (dependentes) - R$ 144,20 x 2 = R$ 288,40 R$ 2.692,24 R$ - 327,87 (INSS) R$ 2.364,37 R$ 2.364,37 x 15% = R$ 354,65 R$ 354,65 – R$ 268,84 = R$ 8581 - IR Valor líquido das férias: R$ 2.980,64 R$ 327,87 (INSS) (-) R$ 85,81(IRRF) (-) R$ 2.566,96 (valor líquido) Saldo de salário do mês de março: R$ 2.100,00 ÷ 31= R$ 67,74 x 29 = R$ 1.964,51 (sem descontos legais). 6.11.Horista: Remuneração horária vigente no mês da concessão das férias, multiplicada pelo número de horas correspondentes aos dias em que o empregado estará em férias, acrescidas de 1/3 constitucional. Exemplo: Um empregado horista, com jornada de trabalho de 7:20 horas e salário-hora de R$ 8,25, entrará em férias no período de 01 a 30 de agosto, o cálculo deverá ser da seguinte forma: Empregado tem 01 dependente. 7,33333333 x 30 = 220 220 x R$ 8,25 = R$ 1.815,00 R$ 1.815,00 ÷ 3= R$ 605,00 R$ 1.815,00 + R$ 605,00 = R$ 2.420,00 Desconto da contribuição previdenciária: R$ 2.420,00 x 11% = R$ 266,20 Desconto do imposto de renda retido na fonte: R$ 43,13 R$ 2.420,00 R$ 144,20 (dependente) (-) R$ 2.275,80 35

R$ 266,20 (INSS) (-) R$ 2.009,60 R$ 2.009,60 x 7,5%= R$ 150,72 R$ 150,72 – R$ 107,59 =R$ 43,13 Valor líquido das férias: R$ 2.420,00 R$ 266,20 (INSS) (-) R$ 43,13(IRRF) (-) R$ 2.110,67 (valor líquido) Saldo de salário do mês de agosto: 7,33333333 x R$ 8,25 = R$ 60,50 (sem descontos legais). 6.12.Diarista: Remuneração diária vigente no mês da concessão das férias, multiplicada pelo número de dias de férias a que o empregado fizer jus, acrescidas de 1/3 constitucional. Exemplo: Admitindo que um empregado diarista perceba R$ 48,00 por dia, e tenha iniciado o período de férias a partir de 01 de agosto/2006, por 30 dias, o cálculo da respectiva remuneração será o seguinte: Empregado tem 3 dependentes: R$ 48,00 x 30 = R$ 1.440,00 R$ 1.440,00 ÷ 3 = R$ 480,00 R$ 1.440,00 + R$ 480,00 = R$ 1.920,00 Desconto da contribuição previdenciária: R$ 1.920,00 x 11% = R$ 211,20 Desconto do imposto de renda retido na fonte: Valor não tributável

R$ 1.920,00 R$ 432,60 (dependentes) (-) R$ 144,20 x 3 = R$ 432,60 R$ 1.487,40 R$ 211,20 (INSS) (-) R$ 1.276,20 Este valor não está sujeito à incidência do imposto de renda na fonte por ser inferior ao valor mínimo tributável. Valor líquido das férias: R$ 1920,00 R$ 211,20 (INSS) (-) 36

(já incluídas da integração do repouso semanal remunerado) nos 12 meses que precederem a concessão das mesmas. acrescentando-se o respectivo 1/3 constitucional.708.00 R$ 2.00 R$ 448.00 .00 R$ 961. como salário fixo.77 x 11% = R$ 202.834.00 R$ 446.80 (valor líquido) 6.83: 3 = R$ 300.750.843.77 = R$ 1.13.94 =R$ 1.00 R$ 580.00 + R$ 160.83 + R$ 300.00 R$ 965.00 : 3 = R$ 160.00 R$ 1.77 37 COMISSÕES E RSR R$ 490.Comissão: Apura-se a média percebida pelo empregado nos 12 meses que precederam a concessão das férias.590.834.00: Empregado não tem dependentes para dedução do imposto de renda.77 Cálculo do salário fixo: R$ 480.00 R$ 443.R$ 1.00 + R$ 1. Exemplo: Supondo-se que um empregado comissionista tenha usufruído férias de 01 a 30 de junho de 2006.00 ÷ 12 = R$ 902.00 R$ 10.00 R$ 853.94 R$ 902.00 R$ 857.48 R$ 1.00 R$ 451.203. e que também perceba.83 R$ 902.00 = R$ 640. o valor de R$ 480. MESES Junho/08 Julho/08 Agosto/08 Setembro/08 Outubro/08 Novembro/08 Dezembro/08 Janeiro/08 Fevereiro/08 Março/08 Abril/08 Maio/08 TOTAL Cálculo do salário variável: R$ 10.77 Desconto da contribuição previdenciária: R$ 1. tendo percebido as comissões adiante demonstradas.00 Remuneração total de férias: R$ 640.00 R$ 480.203.81 Desconto do imposto de renda retido na fonte: R$ 15.843.843.

59 = R$ 15.Adicionais: Os adicionais por trabalho extraordinário.44 x 50% = R$ 12.00 ÷180= R$ 8.66 33 x R$ 12.295.00 + R$ 417.07 – R$ 107.520.14.20 Desconto do imposto de renda retido na fonte: R$ 43.81 (INSS) (-) R$ 15.96 R$ 1.78 R$1.20 x 2 = R$ 288.937.78 = R$ 1.937.R$ 202.77 R$ 202.81 (INSS) (-) R$ 1.40 (dependentes) (-) R$ 144.10 38 .44 R$ 8.640. 396 ÷12 = 33 R$ 1.5% = R$ 123.66 Empregado tem 2 dependentes para dedução do imposto de renda.583.44 Adicional da hora extra no período: 50% Valor da hora extra: R$ 8.583. insalubre.640.78 R$1.96 x 7.00 Jornada de trabalho mensal: 180 horas Salário-hora normal: R$ 8.92 R$1.70 Desconto da contribuição previdenciária: R$ 2.92= R$ 2.011.20 (INSS) (-) R$ 2.48 Valor líquido das férias: R$ 1843.625. Também caberá o pagamento de 1/3 constitucional sobre a mesma base de cálculo. noturno.44 x 50%= R$12. perigoso e por transferência são computados no salário que serve de base de cálculo das férias.78 ÷ 3= R$ 645.70 x 11% = R$ 284.30 R$ 284.40 R$ 2.48 (valor líquido) 6.583.520.48 (IRRF) (-) R$ 1.937.70 R$ 288.78 + R$ 645.66 = R$ 417. Exemplo: Número de horas extras no período aquisitivo: 396 horas Média mensal de horas extras: 33 horas Salário mensal: R$ 1.24 R$ 2.520.07 R$ 123.

Trabalho em alguns dias da semana: Nesta hipótese. Sua remuneração relativa a este período corresponde a 13 dias.24 (IRRF) (-) R$ 2. 18 ou 12 dias de férias.83 – R$ 107. permanecerá em férias durante 30 dias.00 Período de descanso: 03 de janeiro a 01 de fevereiro Quantidade de dias de descanso: 13 39 . além da remuneração do repouso semanal remunerado.R$ 2. quartas e sextas.26 (valor líquido) 6.583. 24. Mês do início das férias Janeiro Domingo Segunda Terça 02 -01 09 07 08 16 14 15 23 21 22 30 28 29 Quarta 03 10 17 24 31 2007 Quinta Sexta 04 05 11 12 18 19 25 26 --- Sábado 06 13 20 27 -- Mês do término das férias Fevereiro Domingo Segunda Terça ---06 04 05 13 11 12 20 18 19 27 25 26 Quarta -07 14 21 28 Quinta 01 08 15 22 -- 2007 Sexta 02 09 16 23 -- Sábado 03 10 17 24 -- Período de férias Salário-dia: R$ 42.011.20 (INSS) (-) R$ 43. Exemplo: Um empregado diarista contratado para trabalhar segundas. neste caso.256.5% = R$ 150.59 = R$ 43. o empregado também faz jus a 30. a remuneração que receberia se neste período estivesse trabalhando.83 R$ 150.10 x 7. conforme o número de faltas injustificadas no período aquisitivo. que serão usufruídas entre os dias 03/01/2007 e 01/02/2007.15.70 R$ 284.24 Valor líquido das férias: R$ 2. percebendo.

.

00 Remuneração DSR de férias: 4 x R$ 42.60 = R$ 208.00 Quantidade de repousos: 04 Remuneração dias férias: 13 x R$ 42.00 = R$168. Exemplo: Empregado que tem alimentação e habitação fornecidas pelo empregador.00 x 20% ) Habitação: Valor do aluguel do imóvel: Valor custeado pelo empregado: Valor do salário in natura: R$ 325. habitação e outras prestações in natura).00 ÷ 3 = R$ 238.00= R$ 952.00. O valor diário da alimentação é de R$ 8.00 R$ 148.00 1/3 constitucional: R$ 714.00 = R$ 714.00 Remuneração total de férias: R$ 546.00 Alimentação diária R$ 8.00 + R$ 238.00 x 8% = R$ 76.16.00 R$ 76.00 R$ 125.00 = R$ 546.00 R$ 8. descontaria do empregado R$ 41.16 (INSS) (-) R$ 875.00 (Caso a empresa fosse inscrita no PAT.00 x 26 = R$ 208.00 Total geral: R$ 714.Repouso semanal remunerado: R$ 42. Concessão de férias em outubro/2008.Salário-utilidade: Computa-se na base de cálculo das férias a parte do salário paga em utilidades (alimentação. as utilidades usufruídas durante as férias (habitação.00 Desconto da contribuição previdenciária: R$ 952.00 + R$ 168.84 (valor líquido) 6.00 40 .00 R$ 200. Empregado não tem dependentes para dedução do imposto de renda. o qual deverá ser apurado e pago separadamente. entre os dias 02 a 31. Contudo. salvo para o cálculo do terço constitucional de férias.00. cujo salário contratual é de R$ 800. por exemplo) não são computadas. em forma de salário utilidade. Alimentação: Valor total concedido pelo empregador no mês de 26 dias úteis: Valor custeado pelo empregado: Valor do salário in natura: R$ 208.00 R$ 60.16 Desconto do imposto de renda retido na fonte: valor não tributável Valor líquido das férias: R$ 952.

430.00 x 25% ( desconto previsto no artigo 458 da CLT) = R$ 200. Nessas condições. O descanso. O pagamento de férias em dobro tem.00 1/3 constitucional remuneração de férias total: R$ 1. continua usufruindo no imóvel pago pelo empregador).00 Remuneração de férias: Salário contratual: R$ 800. Utiliza-se a expressão pagamento em dobro. uma vez que.66 = R$ 1.301.00 ÷ 3 = R$ 357.073. o empregado com direito há 30 dias corridos de férias faz jus à remuneração dobrada. 41 . faz jus ao dobro da remuneração correspondente ao direito adquirido.00( habitação entrará apenas para o cálculo do 1/3 Constitucional. contudo.073. corresponde a 30 dias.00 (custeio empregado .241.Salário Contratual R$ 800.00 (custeio empregado . caráter de penalidade.Pagamento em dobro: O empregado adquire direito à remuneração em dobro das férias quando as mesmas não são concedidas pelo empregador nos 12 meses subseqüentes à aquisição do respectivo direito.00 + R$ 357.91 R$ 200.041. inclusive a do adicional de 1/3.75 Desconto do imposto de renda retido na fonte: valor não tributável Valor líquido das férias: R$ 1.430.66 Remuneração de férias + 1/3: R$ 1.91 (valor líquido) 6.75 (INSS) (-) R$ 1. Daí o descanso ser simples e a remuneração dobrada.66 x 9% = R$ 128.66 R$ 128.alimentação) (-) R$ 1.17.430.00 Salário in natura-alimentação: R$ 148. ou seja.00 Remuneração total de férias R$ 948.91 R$ 60. no período das férias o empregado está utilizando do salário in natura.habitação) (-) R$ 1. Total: R$ 1073.00 Salário in natura – habitação R$ 125. por conseguinte.66 Desconto da contribuição previdenciária:R$ 1. quando do vencimento do 2º período de férias. imposta ao empregador que descumpre o prazo legal de concessão. Logo.

2008 e que o empregado tenha direito a 30 dias corridos.09 a 10.o que equivale dizer término do período concessivo.67 + 503.Férias parciais em dobro: Na omissão da legislação vigente.00 ÷ 31= R$ 50.012.77 x 9 = Total da remuneração principal de férias: 1.509.09. PERÍODO AQUISITIVO 15/09/2006 a 14/09/2007 PERÍODO CONCESSIVO 15/09/2007 a 14/09/2008 REMUNERAÇÃO EM DOBRO 15/09/2008 em diante Suponha-se que o descanso das férias relativas a esse período aquisitivo venha a ser concedido a partir de 10. Neste caso tem-se o seguinte: 04 dias remunerados de forma simples (10 a 14. usufruídos após o período legal são remunerados em dobro.89 x 11% = R$ 221.09.90 + 150.32 x 9 = Dobra de 1/3 constitucional: R$ 503.86 Desconto da contribuição previdenciária: 2.17.1.89 R$ 603.89 42 .06 R$ 2.22 ÷ 30 = R$ 16.96 R$ 2.90 R$ 150.22 = Total da remuneração de férias em dobro: 452.560.67 R$ 503.2008 6.10.22 R$ 452.509.012.41 Desconto do imposto de renda retido na fonte: R$ 72.01.2008) Exemplo: Salário mensal do empregado: R$ 1.560.67 ÷ 3 = Dobra da remuneração de férias: 1.509.509.67 ÷ 30 = R$ 50. conforme quadro abaixo: PERÍODO AQUISITIVO 02/01/2007 a 01/01/2008 PERÍODO CONCESSIVO REMUNERAÇÃO EM DOBRO 02/01/2008 a 01/01/2009 A partir de 02.00 Período aquisitivo: 22/08/2006 até 21/08/2007 Período concessivo: 22/08/2007 até 21/09/2008 Concessão a partir: 01/08/2008 até 30/08/2008 Período em dobro (09 dias): 22/08/2008 até 30/08/2008 Empregado não tem dependentes para dedução do imposto de renda.96 = R$ 1.2008) 26 dias remunerados em dobro (15. os Tribunais entendem que os dias de férias. Remuneração de férias: R$ 1.32 x 30 = 1/3 constitucional de férias: R$ 1.012.

34 R$ 2.06 (IRRF) (-) R$ 2. 6.18. No período de 08/06/07 a 20/12/07 faltou.500.75 R$ 221. As férias proporcionais são calculadas na base de 1/12 por mês de serviço ou fração superior a 14 dias. no período aquisitivo proporcional.00.41 (INSS) (-) R$ 2. Usufruiu o direito de férias relativas ao período aquisitivo de 08/06/06 a 07/06/07. Vale dizer: a remuneração relativa a 10. Faz jus a férias proporcionais? 43 . à época.616. respectivamente). conforme o caso é paga em dobro (20. 7 dias ao serviço. era de R$ 1.59 = R$ 72. 24.41 (INSS) (-) R$ 72. O salário mensal. terá o empregado direito a 1/12 de 30. injustificadamente. 12 ou 8 dias. 8.34 x 7.323.65 – R$ 107.R$ 603. Conforme a quantidade de faltas ao serviço.65 R$ 179. sem prejuízo do acréscimo constitucional de 1/3.616.395.Abono pecuniário: Na hipótese de férias devidas em dobro e tendo o empregado solicitado o abono pecuniário.395.2.Férias vencidas e proporcionais – Pagamento na rescisão contratual As férias proporcionais são devidas nas seguintes situações de rescisão do contrato de trabalho: a) b) c) d) Dispensa sem Justa Causa Pedido de Demissão Término de Contrato de Experiência Término de Contrato por Prazo Determinado Não serão devidas as férias proporcionais nos casos de demissão por justa causa. 6 ou 4 dias. Exemplo: Empregado admitido em 08/06/06 e cumpre o último dia do aviso prévio trabalhado em 20/12/02. este também é devido em dobro. 16.17.5% = R$ 179.75 R$ 221.28 (valor líquido) 6. 18 ou 12 dias.06 Valor líquido das férias: R$ 2.86 (dobra) R$ 2.

novo período aquisitivo. Artigo 139 da CLT QUANTIDADE DE 1/12 1/12 2/12 3/12 4/12 5/12 6/12 13 dias 44 . tem-se: MESES 08.12 Direito de férias proporcionais: 12 dias 24 dias de férias – artigo 130 ÷ 12(12/12) = 2 2 x 6 (avos proporcionais)= 12 Remuneração de férias proporcionais: R$ 1.10 a 07.06 a 07.09 08.00 ÷ 30 = R$ 50.00 1/3 constitucional: R$ 600.10 08.12 08.11 08. o empregado faria jus a 7/12 (6 meses e mais a fração de 15 dias).00 =R$ 800. Artigos 146 e 147 da CLT 6. acrescidas do respectivo 1/3 constitucional. iniciando-se então.00 Remuneração total de férias proporcionais: R$ 600.500.11 a 07.19.08 a 07.00 Neste exemplo.00 x 12 = R$ 600.07 a 07. relativas ao período de efetivo trabalho. Trata-se. caso o último dia do aviso prévio trabalhado recaísse em 22/12/07.00 + R$ 200.12 a 20.07 08.09 a 07.Considerando-se que a dispensa foi motivada pelo empregador.Férias proporcionais na vigência de contrato de trabalho: Quando da concessão de férias coletivas. sem justa causa. pois. de caso único de pagamento de férias proporcionais na vigência de contrato de trabalho.00 ÷ 3 = R$ 200.08 08. que o período correspondente às férias proporcionais é de 08/06/08 a 20/12/08 (6 meses e 13 dias) e que o empregado teve 7 faltas injustificadas. os empregados com menos de 12 meses de serviço fazem jus a férias proporcionais.

Artigo 1º.155/65 7.20. referente àqueles em que não tenha adquirido pelo menos 15 dias de remuneração. Seu valor corresponde a 1/12 da remuneração devida em dezembro.20.Abono pecuniário .1. 3º do Decreto 57. 15 dias após o desconto das faltas injustificadas nos respectivos meses.20. 2º. restando um saldo de. em decorrência de faltas injustificadas. 6.Não-aplicação: As regras pertinentes à concessão do abono pecuniário de férias não são aplicáveis aos empregados contratados sob o regime de tempo parcial.Trabalho a tempo parcial: 6. 45 . para cada mês.1. o empregado terá seu direito ao 13º salário diminuído em 1/12 por mês. devendo ser paga até o dia 30 de novembro. o empregado terá direito a férias. após cada período de 12 meses de vigência do contrato de trabalho em regime de tempo parcial. por mês de serviço do ano correspondente.6. no mínimo.Primeira parcela O valor da 1ª parcela equivale à metade do salário contratual do mês anterior. 130-A da CLT. A primeira parcela deve ser paga entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano e a segunda.2. assegura-se ao empregado o recebimento de 1/12 de 13º salário por mês. 7. Assim. considerando-se mês integral a fração igual ou superior a 15 dias de trabalho no mês civil. até o dia 20 de dezembro. na seguinte proporção: Dias de Férias 18 16 14 12 10 08 Duração do Trabalho Semanal De 22 A 25 Horas De 20 A 22 Horas De 15 A 20 Horas De 10 A 15 Horas De 5 A 10 Horas Igual ou inferior a 5 horas O empregado contratado sob o regime de tempo parcial e que tiver mais de 07 faltas injustificadas ao longo do período aquisitivo terá seu respectivo período reduzido à metade.Conceito: Nos termos do art. Portanto.DÉCIMO TERCEIRO O 13° salário é devido a todos os empregados e deve pago em 2 parcelas.

1.00 ÷ 2 = R$ 528.00 ÷ 2 = R$ 660.00 R$ 44.00 R$ 1.320.056.1.1. encontrando-se assim média mensal.00 10.00 R$ 715. aos que percebem salário variável (comissionistas.1.155/65 O adiantamento é efetuado ao ensejo das férias se requerido pelo empregado no mês de janeiro do correspondente ano.1.155/65 7.1.4. Artigo 4º do Decreto 57. A média será calculada pela soma das parcelas percebidas mensalmente.80 x 220 =R$ 1.1. até o mês anterior ao do pagamento. dividindo-se o total pelo número de meses considerados na soma.320.Horista: Empregado com salário-hora de R$ 4.).1.exemplo: 7.056.1.00 R$ 818.80 e jornada de trabalho de 44 horas semanais (220 horas mensais): R$ 4.Admissão até 17 de janeiro .00 R$ 785.00 ÷ 2 = R$ 240.Artigo 3º do Decreto 57.Diarista: Empregado com salário diário de R$ 44. tarefeiros. A 1ª parcela do 13º salário equivale à metade da média mensal. Exemplo: empregado comissionista recebe de janeiro a outubro/2008: Comissões auferidas Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Valores: R$ 882.00: R$ 480.00 7.00 R$ 874.00 7.00 46 .00 R$ 1.Salário variável: Metade da média mensal até o mês de outubro.2.1. etc.00 R$ 647.00 x 30 = R$ 1.Mensalistas: Empregado com salário mensal de R$ 480.3.1.

00 ÷ 2 = R$ 1.2.1.00 R$ 743.00.2.4.1. Salário fixo: R$ 480.00 Comissões de janeiro a outubro: R$ 13.1. Média mensal de produção de 500 peças. 500 x R$ 4.Mensalista: Empregado admitido em 15 de março com salário de R$ 768.Salário misto: Empregado com salário misto (fixo + variável): apura-se a média mensal da parte variável e a adiciona ao salário fixo contratual vigente no mês anterior ao do pagamento.1.exemplo: O valor da 1ª parcela para os empregados admitidos após 17 de janeiro corresponde à metade de 1/12 da remuneração mensal por mês de serviço ou fração igual ou superior a 15 dias.00 7.45 7.00 R$ 576.00 R$ 829.830.00 R$ 789.2.90 R$ 792.000.00 R$ 13.929.Admissão após 17 de janeiro .00 R$ 921.Comissionista: Empregado admitido em 28 de julho: Comissões pagas: Agosto Setembro R$ 815.000 peças de janeiro a outubro. R$ 768.1.2.00 ÷ 12 = R$ 64.00 R$ 847. Pagamento da 1ª parcela em novembro.00 R$ 7.500.00 x 9 = R$ 576.1.00 7.90 ÷ 2 = R$ 396.00 ÷ 10 = R$ 1.830.00 R$ 1.000.00 ÷ 2 = R$ 288.00 R$ 2.00 ÷ 10 = R$ 792.000. 7.00 = R$ 2. Salário por peça R$ 4.500. considerados até o mês do pagamento.Tarefeiro: Empregado produz 5.00 7.00 ÷ 2 = R$ 915.00 R$ 1.350.Julho Agosto Setembro Outubro Total Média mensal: R$ 7.350.00 47 .1.00 = R$ 1.929.00 + R$ 480.00 em outubro/2007.2.4.1.1.

o 13º salário será pago proporcionalmente.2.75 ÷ 2 = R$ 106. tantos 1/12 quantos forem os meses trabalhados.Outubro Total R$ 829. cuja remuneração é variável.3. horistas e diaristas.00 ÷ 12 x 4 = R$ 600.00 7. se houver. Segunda Parcela: O pagamento da 2ª parcela deve ser efetuado até o dia 20 de dezembro. pagando-se a diferença.00 Cálculo proporcionalidade: 4/12 (agosto a outubro): R$ 1.565.75 Cálculo da 1ª parcela: R$ 213.00 ÷ 3 = R$ 1.200 peças em agosto. contados da data da admissão até 31 de dezembro ou até o término do contrato a prazo determinado.25 x 3 = R$ 213. recebem.00 ÷ 2 = R$ 300. após o desconto dos encargos legais incidentes. O pagamento da 2ª parcela. Para os admitidos após 17 de janeiro ou que. setembro e outubro O salário por peça em outubro é R$ 4.Tarefeiro: Empregado admitido em 20 de julho Produziu 1. Havendo diferença favorável ao empregado. o valor da 1ª parcela. entende-se que o prazo seja até o 5° dia útil de janeiro do ano seguinte.800. computada a parcela variável do mês de dezembro.00 R$ 2. adicionada ao fixo vigente no mês de dezembro. por motivo de rescisão ou extinção do contrato de trabalho.00 ÷ 3 = R$ 855. 7. a média mensal das importâncias percebidas de janeiro a novembro.565. dependerá de um acerto posterior dado a impossibilidade de se conhecer o resultado do trabalho relativo ao mês de dezembro até o dia 20 do próprio mês.00 Média das comissões: R$ 2. nos casos dos que tem parte variável.2.00 Cálculo da 1ª parcela: R$ 600. receberão a média da parte variável percebida de janeiro a novembro. Nesse caso. assim como o prazo de pagamento do salário mensal. deduzindo-se. tarefeiros e outros. o cálculo da gratificação deve ser revisto.1. nesta oportunidade.50 Média da remuneração variável: 1200 x R$ 4.50 = R$ 5.Admissão até 17 de janeiro – exemplo 48 .800.2. não trabalharam todos os meses do ano. Para os comissionistas. sendo uma parte fixa e outra variável.1.400.87 7. O valor da 2ª parcela corresponde ao salário do mês dezembro para os mensalistas. Os empregados que tem salário misto.00 Cálculo proporcionalidade:3/12 (agosto a outubro): R$ 855.00 ÷ 12= R$ 71. O resultado pode ser a favor do empregado ou do empregador.

258.Horista: Empregado com salário-hora de R$ 15.98 R$ 2.17 Empregado tem 1 dependente para dedução do imposto de renda Contribuição previdenciária: 180 x R$ 15.00 (INSS) (-) R$ 1.00 = R$ 2.82 R$ 338.1.00 R$ 288.00 (INSS) (-) R$ 1.84 = R$ 69.00 Empregado tem 2 dependentes para dedução do imposto de renda Contribuição previdenciária: R$ 1.403.00 R$ 297.00 (INSS) (-) R$ 2.00 Valor da 2ª parcela: R$ 919.60 Cálculo da 2ª parcela: R$ 1.211.80 x 15% = R$ 338.500.60 R$ 135.98 (IRRF) (-) 49 .82 – R$ 268.700.00 Valor da 2ª parcela: R$ 615.076.700.2.258.20 x 2 = R$ 288.00 R$ 69.00 Imposto de renda retido na fonte: valor não tributável R$ 1.00 Jornada mensal: 180 horas Valor da 1ª parcela: R$ 1.Mensalista: Empregado com salário mensal de R$ 1.1.2.500.500.00 x 9% = R$ 135.00 R$ 135.00 7.40 (dependente) (-) R$ 144.00 R$ 144.40 R$ 1.00 Imposto de renda retido na fonte: R$ 69.555.80 R$ 2.7.350.00 Valor da 1ª parcela: R$ 750.80 R$ 297.20 (dependente) (-) R$ 2.00 R$ 750.1.700.500.00 x 11% = R$ 297.2.00 (INSS) (-) R$ 2.98 Cálculo da 2ª parcela: R$ 2.00 (1ª parcela) (-) R$ 615.365.

02 R$ 1.00 = R$ 1.560.60 Imposto de renda retido na fonte: valor não tributável R$ 1.00 Imposto de renda retido na fonte: valor não tributável Cálculo da 1ª parcela: 30 x R$ 25.R$ 2.00 R$ 171.00 (1ª parcela) (-) R$ 608.333.00 R$ 375.00 Valor da 1ª parcela: R$ 375.00 R$ 750.40 7.00 (INSS) (-) R$ 828.2.00 (1ª parcela) (-) R$ 983.00 R$ 171.350.00 = R$ 900 x 8% = R$ 72.00 Salário-dia em dezembro: 30.1.4.00 Valor da 2ª parcela: R$ 453.560.00 Empregado tem 3 dependentes para dedução do imposto de renda Contribuição previdenciária: 30 x R$ 30.Diarista: Empregado com salário-dia de R$ 52.80 Cálculo da 2ª parcela: R$ 1.00 (1ª parcela) (-) R$ 453.Diarista Empregado com salário-dia em setembro de R$ 25.60 R$ 955.60 (INSS) (-) R$ 1.00 x 11% = R$ 171.20 x 3 = R$ 432.2.40 R$ 780.40 R$ 432.560.60 (dependentes) (-) R$ 144.388.40 Empregado tem 3 dependentes para dedução do imposto de renda Contribuição previdenciária: 30 x R$ 52.00 Cálculo da 2ª parcela: R$ 900.388.00 : 2 = R$ 375.00 Valor da 1ª parcela: R$ 780.00 R$ 72.1.00 Valor da 2ª parcela: R$ 608.60 (INSS) (-) R$ 1.00 = R$ 750.3.00 50 .02 7.

00 : 2 = R$ 274.total das comissões de janeiro a junho = R$ 996.00 de comissões.00 .00 mensais ( salário de outubro). Em dezembro seu salário passa a R$ 1. tem-se: .média mensal= R$ 2.00.58 .120.média mensal: R$ 1.00 51 .00 : 12 = R$ 13.63 : 12 = R$ 15. Refaz-se o cálculo da seguinte forma: .7.1.R$ 330. O salário fixo na época era R$ 465.00 :12= R$ 184.58 .00 de comissões.00 + R$ 356.00 .00.58 .00 .05 x 11/12 = R$ 165.2.2ª parcela = R$ 165.58.00 : 6 = R$ 166.58 .1ª parcela => R$ 83.00 Valor da 1ª parcela: ( 4/12 de R$ 990.00.00 : 2 = R$ 165.Admissão após 17 de janeiro – exemplo 7.00 = R$ 649.1ª + 2ª parcelas (R$ 274.83 x 6 = R$ 83.58 Em dezembro o empregado recebe R$ 228.00 : 11/12= R$ 180.00 + R$ 465.total das comissões de janeiro a dezembro => R$ 996.2.total das comissões de janeiro a novembro => R$ 996. por ocasião das férias.00 2ª Parcela: Sabendo-se que de julho a novembro o empregado recebe mais R$ 991.Comissionista.00 12 . À razão de R$ 990.58) = R$ 19. 7.00 .58 + R$ 465.5. em julho.00 .00 = R$ 2.58 + R$ 465.00 = R$ 630.média mensal das comissões R$ 996. Nesse caso.987.987.00 = R$ 1.00 + R$ 991.00 1ª parcela : Salário mensal em outubro = R$ 990. temos: 1ª Parcela: .2.00 (*) (*) Acerto até 10 de janeiro do ano seguinte.1.R$ 274.58) = R$ 630.00 = R$ 548.58 .00. Empregado comissionista recebe comissões de janeiro a junho no valor de R$ 996.00) R$ 990.Mensalista: Empregado admitido em 11 de julho recebe a 1ª parcela do 13º salário em novembro.00 x 4 = R$ 330.215.R$ 630.00 + R$ 991.2.valor a favor do empregado (R$ 649.2. Recebe a 1ª parcela do 13º salário. mantendo-se o fixo em R$ 465. 120.13º salário integral = R$ 184. permanecendo o fixo em R$ 465.215.00 – 1ª parcela 2ª parcela: Salário mensal em dezembro = R$ 1.00 + R$ 228.1ª parcela = R$ 356.

00 x 220 = R$ 4.00 : 12 = R$ 366.2.001.Horas extras: 52 .099.99 R$ 1.00 R$ 44.120.00 Pagamento da 1ª parcela em novembro: Jornada mensal: 220 horas 220 x R$ 20.80 (INSS) (-) R$ 515.2.66 (1ª parcela) = R$ 733.66 Valor da 1ª parcela: R$ 366.00 x 6 = R$ 560.99 R$ 98.20 – valor da segunda parcela a receber 7.66 (1ª parcela) (-) R$ 634.00 = R$ 4.66 x 3 = R$ 1.400.80 Imposto de renda retido na fonte: valor não tributável R$ 560.120.99 Imposto de renda retido na fonte: valor não tributável R$ 1.2.3.Horista: Empregado admitido 20 de setembro com salário-hora de R$ 20.00 R$ 4.00 R$ 4.099.34 7.R$ 560.00 (1ª parcela) (-) R$ 350.400.00 – valor da 2ª parcela sem desconto do INSS Contribuição previdenciária: R$ 560.66 Cálculo da 2ª parcela: R$ 20.66 x 2 = R$ 733.2ª parcela (6/12 de R$ 1.00 R$ 366.33 Empregado tem 1 dependente para dedução do imposto de renda Contribuição previdenciária: R$ 1.2.00 – R$ 165.99 – R$ 366.99 (INSS) (-) R$ 1.00 ÷ 12 = R$ 366.2.00) = R$ 1.00 (1ª parcela) = R$ 395.33 Valor da 2ª parcela: R$ 733.099.33 : 2 = R$ 366.099.99 x 9% = R$ 98.400.00 x 8% = R$ 44.400.00 12 .20 R$ 165.

.

entretanto. aplicando-se o mesmo critério de cálculo adotado para as comissões. o empregador deverá computar 09/12 relativos ao 13º proporcional em 2008. de forma que a soma deste com aquela corresponda ao valor integral do 13º salário. Súmula 60 do TST 7. 07/12 relativos ao período de 28/05 a 31/12/08 (posterior ao afastamento). dos quais: 2/12 correspondem ao período de 08/02 a 02/04/08 (anterior ao afastamento). O empregado que está ou esteve usufruindo esse benefício recebe do empregador o 13º salário proporcional. cabe ao empregador pagar ao segurado o respectivo salário.Afastamentos – Desconto: Não se consideram faltas ao serviço para fins de apuração do 13º salário as mesmas ausências justificadas relacionadas no item de férias. no ano de 2008. as ausências ao serviço por acidente do trabalho não repercutem no cálculo do 13º salário.4. Portanto.Adicional noturno: Segue o mesmo critério das horas extras. o empregador deverá calcular e quitar o 13º salário desse empregado proporcionalmente aos períodos tidos como efetivamente trabalhados antes e depois do lapso de tempo em que esteve afastado percebendo benefício previdenciário.2.4.3. e o tempo anterior e posterior ao afastamento. Nesse caso. 7.Acidente do trabalho: O entendimento da Justiça do Trabalho é de que as faltas decorrentes de acidente do trabalho não são consideradas para efeito de cálculo da gratificação natalina. Assim. Súmula 45 do TST 7. com suspensão contratual automática a partir do 16º dia.2. 53 . E a Previdência Social assume o período relativo ao afastamento.5. devem ser pagas. de 03/04 (16º dia de afastamento da atividade) até 27/05. paga apenas a diferença entre o valor do 13º salário a que tem direito o empregado e o abono anual pago pela previdência social.Faltas .Afastamento – Doença: Trata-se de afastamento por motivo de doença ou outra incapacidade não decorrente de acidente do trabalho. assim considerado até os 15 primeiros dias de ausência. a partir do 16º dia até o retorno ao trabalho. Durante os primeiros 15 dias de afastamento do trabalho. conseqüente seu valor não deve ser reduzido. O empregador. relativo ao período de efetivo trabalho. Exemplo: Empregado admitido em 08/02/08 ficou afastado do trabalho por motivo de auxílio-doença não decorrente de acidente do trabalho. computando-o para fins de pagamento do abono anual. no caso. Afastamento . 7.As horas extras prestadas habitualmente integram o cálculo do 13º salário. cujo tratamento se estende por mais de 15 dias.

666/03. 1/12 refere-se ao período de 11/12 a 31/12/08 (posterior ao afastamento). Súmula 46 do TST Exemplo: Empregado admitido em 09/05/08 ficou afastado do trabalho por motivo de auxílio-doença de corrente de acidente do trabalho. Assim. no período de 26. dos quais: 2/12 referem-se ao período de 01/01 a 09/03/08 (anterior ao afastamento). o valor do abono anual pago pela Previdência Social somado ao complemento pago pelo empregador. 7. deve corresponder ao valor integral do 13º salário do empregado supracitado. baseado no valor do benefício. De acordo com o exemplo citado anteriormente. o empregador passou a ser responsável pelo pagamento do salário-maternidade às suas empregadas afastadas por licença-maternidade.6.06. 4/12 período de 26/06 a 21/10/08 (afastamento). bem como pagar a diferença entre o efetivo valor do 13º salário no período de afastamento e o valor do abono anual pago pela Previdência Social.13º Salário Proporcional – Pagamento: Com a edição da Lei 10. Nessa hipótese.7. 7.Serviço militar: No caso de convocação para prestação do serviço militar obrigatório. o empregador pagará 13º salário proporcional correspondente aos períodos trabalhados antes e depois do afastamento para serviço militar. Exemplo: Empregado admitido em 11/03/08 ficou afastado do trabalho em 2008 para cumprimento das exigências do serviço militar obrigatório no período de 10/03 até 10/12 e retornou ao trabalho em 11/12/08. Nessa hipótese. Conseqüentemente. e é calculado da mesma forma que o 13º salário. o empregado não faz jus ao 13º salário correspondente ao período de afastamento. a ser deduzido como abono anual 2/12 período de 22/10 a 31/12/08 (posterior ao afastamento).Salário-Maternidade . o empregador deverá calcular e pagar o 13º salário de 2008 desse empregado proporcionalmente aos períodos tidos como efetivamente trabalhados antes e depois do lapso de tempo em que esteve afastado por acidente do trabalho.Lembra-se que o abono anual corresponde à gratificação de natal do benefício por incapacidade.08 (16º dia seguinte ao do afastamento do trabalho) até 21/10/08. ficou obrigada ao pagamento do 13º salário relativo àquele período de 54 . O empregador pagará somente 3/12 de 13º salário em 2008. o empregador deverá pagar o 13º salário de 2008 de acordo com os seguintes critérios: 2/12 período de 09/05 a 25/06/08 (anterior ao afastamento).

9. Abaixo segue o demonstrativo de cálculo do valor reembolsado: R$ 1.00 e efetuou o reembolso do valor relativo ao período de licença. no dia 20 de dezembro daquele ano.Empregado – Morte: A morte do empregado extingue automaticamente a relação empregatícia. há o desconto relativo à primeira e segunda parcela.Justa Causa: Na hipótese de rescisão contratual por justa causa ou culpa recíproca. Em contrapartida poderá efetuar o reembolso do valor correspondente ao período de afastamento por licença-maternidade.500.500. Para fins de pagamento de verbas trabalhistas. que o empregado tenha recebido. O empregador.8. por sua vez. Para tanto. por ocasião do pagamento da contribuição previdenciária sobre esta verba. deverá observar o seguinte critério de cálculo para apuração do valor do reembolso: ™ Valor bruto do 13º salário dividido por 30. ™ Resultado da operação anterior multiplicado pelo número de dias em licença maternidade durante o respectivo ano. e em conseqüência disso. a morte equivale a um pedido de demissão. Súmula 14 do TST 7.16666666666 R$ 4. ™ Resultado da operação anterior dividido pelo número de meses considerados no cálculo do 13º salário. Exemplo: Empregada ficou em licença maternidade de 01 de março a 28 de junho de 2004.16 x 120 = R$ 500. 13º salário deverá ser pago integralmente à empregada. Portanto.00 ÷ 12 = 4. 55 .afastamento.00 7. o 13º salário é devido. na GPS da contribuição previdenciária relativa ao 13º salário. proporcionalmente.00 R$ 50. até a data do evento. pagou-lhe o 13º salário cujo valor bruto foi de R$ 1.00 ÷ 30 = R$ 50. das verbas trabalhistas (saldo de salário e férias vencidas) pagas na rescisão.

9.8. no que exceder à parcela mencionada anteriormente. Exemplo: • Beneficiário – Custeio Integral: Fornecimento de VT = 20 dias úteis Deslocamento diário: 4 conduções R$ 2.00 Salário mensal do beneficiário =R$ 4. correspondentes a: . O vale-transporte é custeado: • • Pelo beneficiário . excluídos adicionais ou vantagens. por um ou mais meios de transporte. Serviços e meios de transporte adequados ao deslocamento.40 cada = R$ 9.Terceiros (Entidades e Fundos) ¾ FGTS: O empregador deve continuar depositando os seguintes percentuais.60/dia x 20 dias = R$ 192. este deve informar.6% do salário básico. entre sua residência e o local de trabalho. VALE-TRANSPORTE: O vale-transporte constitui benefício que o empregador deve antecipar ao empregado para utilização efetiva em despesas de deslocamento residência-trabalho e vice-versa.20% .000. no FGTS durante o período de afastamento por licença-maternidade: 8% empregadores em geral.1%. ao empregador: • • Endereço residencial.00 56 . por escrito. Pelo empregador. 2% e 3% (Riscos Ambientais do Trabalho) . SALÁRIO MATERNIDADE: Sobre o valor do salário-maternidade incidirão os seguintes encargos: ¾ Contribuição previdenciária: Durante o período de afastamento da empregada em decorrência de licença maternidade o empregador deve continuar recolhendo as contribuições previdenciárias. Entende-se por deslocamento a soma dos segmentos componentes da viagem do beneficiário. Por ocasião da admissão do empregado. incidentes sobre a folha de pagamento.

57 .00 Empregador = R$ 192. o empregado deverá comunicar mensalmente aos seus empregadores. a remuneração auferida até o limite máximo do salário-de-contribuição.Salário-de-contribuição proporcional: Quando a admissão. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA . o afastamento ou a falta do empregado ocorrer no curso do mês. anteriormente mencionada: 10.00 Valor a ser descontado = R$ 192.00 Salário mensal do beneficiário = R$ 2.00 – R$ 132. desde que este tenha feito prova deste fato. Para tanto. o salário-de-contribuição será proporcional ao número de dias efetivamente trabalhados observadas as normas estabelecidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social. os demais empregadores ficarão dispensados do desconto da contribuição previdenciária do empregado.00 = R$ 240. sobre o seu salário-de-contribuição mensal.000. conforme a tabela do salário-de-contribuição.40 cada = R$ 9. Empregos simultâneos: Quando se tratar de empregado que tem dois ou mais vínculos empregatícios.00 Empregador – Zero • Beneficiário e Empregador – Custeio Parcial: Fornecimento de VT = 20 dias úteis Deslocamento diário: 4 conduções R$ 2. Para estabelecer a alíquota a ser aplicada será levado em consideração a aquela correspondente da faixa da tabela do salário-de-contribuição a que estiver enquadrada a soma das remunerações. Quando em um dos vínculos a remuneração do empregado já atingir o limite máximo do salário-de-contribuição.EMPREGADO A contribuição previdenciária do segurado empregado é calculada pela aplicação da correspondente alíquota.60/dia x 20 dias = R$ 192.200. 10. em todos os vínculos.2.00 10.Custeio: Beneficiário 6% de R$ 4.00 = R$ 132.1. caberá ao empregador somar as remunerações de cada emprego para determinar a alíquota a ser aplicada.200. a dispensa.00 = R$ 60.00 Custeio Beneficiário 6% de R$ 2. de forma não cumulativa.

400.Exemplo: .02.67 De 965.00 Observação 58 .68 até 1.00 Empresa A = R$ 800.00 × 11% = R$ 88.00 R$ 900.46 até 3.400.90 × 11% = R$ 354.609.00 Empresa B = R$ 900.00 Observação A alíquota de 11% foi determinada de acordo com a faixa salarial correspondente à soma das remunerações dos dois vínculos. Salário .00 R$ 1.45 De 1.de .218.00 Total nas 2 empresas R$ 5.100.609.00 × 11% = R$ 99.Empregado com 2 empregos: Empresas A B Remuneração R$ 800.700.00 × 0% = R$ 00.700.07 Empresa B = R$ 1.90 Alíquotas 8% 9% 11% À partir de 01.Empregado com 2 empregos Empresas A B Remuneração R$ 3.218.2009 .Contribuição Até 965.00 Empresa A = R$ 3.00 Total nas 2 empresas R$ 1.

referentes ao FGTS. antecipar o recolhimento. O empregador deve depositar na conta vinculada do trabalhador dispensado sem justa causa. gerada pelo SEFIP.1. Os depósitos no FGTS devem ser efetuados por meio de GFIP.00% sobre o valor das verbas que estão sujeitas à incidência do FGTS. não sendo permitida.90). para este fim. FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO: Os empregadores devem depositar mensalmente em conta bancária vinculada.218.2. cujo aviso prévio trabalhado ou a projeção do aviso prévio indenizado tenha recaído nos 30 dias que antecedem a data-base.00) é superior ao limite máximo do saláriode-contribuição (R$ 3. importância correspondente a 8% da remuneração paga ou devida no mês anterior.090/62.90 x 11%). a empresa "B" isenta de efetuar qualquer desconto a esse título. Exemplos: • Empregador dispensa seu empregado e indeniza o aviso prévio no dia 01 de 59 . R$ 3. Não sendo dia útil. ou seja. Assim.238/84 e Súmulas 314 e 182 do TST. ainda que indireta na conta vinculada do trabalhador no FGTS. 10% do montante de todos os depósitos devidos. importância igual a 40% do montante de todos os depósitos realizados na conta vinculada durante a vigência do contrato de trabalho. 11. 12. INDENIZAÇÃO ADICIONAL: A indenização adicional é a penalidade a que deve se submete o empregador que tenha dispensado sem justa causa seu empregado. a cada trabalhador.218.O salário auferido na empresa "A" (R$ 3. a soma do seu salário com outras parcelas lhe são pagas pelo empregador. a dedução dos saques ocorridos. Artigo 9º da 7. além da multa rescisória. ou seja. 11. 11.700. durante a vigência do contrato de trabalho. no caso de despedida sem justa causa. então. até o dia 07 do mês subseqüente ao da competência da remuneração. incluídas na remuneração as parcelas de que tratam os artigos 457 e 458 da CLT e 13º salário estabelecido na Lei 4. ficando. Tal indenização corresponde a remuneração do trabalhador. atualizados monetariamente e acrescidos dos respectivos juros.07. obrigatoriamente em meio magnético.Dispensa sem justa causa – Depósito da multa: O empregador depositará.Base de cálculo da multa rescisória: A base de cálculo da multa rescisória será obtida pela aplicação de 8. o desconto da contribuição previdenciária foi efetuado totalmente na mencionada empresa (R$ 354.

pois o início do cômputo da projeção do aviso prévio indenizado se dá em 02 de setembro e o termino em 01 de outubro. realizando ações integradas de orientação. sendo que a data-base é novembro.outubro. sendo que a data-base é novembro. b) ter sido empregado de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada ou ter exercido atividade legalmente reconhecida como autônoma durante pelo menos 06 meses nos últimos 36 meses. portanto. O benefício é devido ao trabalhador dispensado sem justa causa. que comprove: a) ter recebido salários de pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada relativos a cada um dos 6 meses imediatamente anteriores à data da dispensa. Vejamos: • Empregador dispensa seu empregado e indeniza o aviso prévio no dia 01 de setembro. sendo que a data-base é novembro. recolocação e qualificação. no próprio mês da data-base e não no trintídio que antecede esta. 60 . antes do trintídio que antecede a data-base. Neste caso o empregado não tem direito á indenização adicional. Neste caso o empregado não tem direito á indenização adicional. SEGURO-DESEMPREGO: O seguro-desemprego tem por finalidade promover a assistência financeira temporária do trabalhador desempregado auxiliando-o na busca de novo emprego. • Empregador dispensa seu empregado e indeniza o aviso prévio no dia 10 de outubro. inclusive por rescisão indireta. 13. portanto. pois o início do cômputo da projeção do aviso prévio indenizado se dá em 11 de outubro e o termino em 09 de novembro. Neste caso o empregado tem direito a indenização adicional.

13. 13.998/1990 . observando-se a seguinte relação: 13. segundo as faixas salariais a que se refere a Lei nº 7. 13.02.998/1990 e reajustado de acordo com a legislação em vigor.4. 5º da Lei nº 7.c) não estar em usufruindo de qualquer benefício previdenciário de prestação continuada previsto no Regulamento da Previdência Social. e será calculado com base no art. art. excetuados o auxílio-acidente e a pensão por morte.2.5. a cada período aquisitivo de 16 meses.Quatro parcelas: Se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de no mínimo 12 meses e no máximo 23 meses no período de referência.Observação: Considera-se mês de atividade a fração igual ou superior a 15 dias.Número de parcelas: O seguro-desemprego é concedido ao trabalhador desempregado por um período máximo variável de 3 a 5 meses. d) não possuir renda própria de qualquer natureza suficiente à sua manutenção e de sua família.1. serão aplicados os seguintes critérios: 61 .7.2009 O valor do benefício do seguro-desemprego será fixado em moeda corrente na data de sua concessão e corrigido anualmente por índice oficial. Para cálculo do valor do benefício do seguro-desemprego.Três parcelas: Se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de no mínimo 6 meses e no máximo 11 meses. Valores mínimo e máximo do Seguro-Desemprego a partir de 1º.6. A primeira dispensa que habilitar o trabalhador determinará o número de parcelas a que terá direito no período aquisitivo. não podendo ser interrompido quando a concessão do benefício estiver em curso.Período aquisitivo: O período aquisitivo de 16 meses é contado da data da dispensa que deu origem à última habilitação. 5º . 13. de forma contínua ou alternada. O aviso prévio indenizado será computado como tempo de serviço para essa contagem.3. e observando-se o estabelecido no § 2º do mencionado artigo. não podendo ser inferior ao valor do salário mínimo mensal. 13. 13. nos últimos 36 meses.Cinco parcelas: Se o trabalhador comprovar vínculo empregatício com pessoa jurídica ou pessoa física a ela equiparada de no mínimo de 24 meses no período de referencia.

08 + R$ 157.07 por 0.082. o valor da parcela será o resultado da aplicação do fator 0.61 e R$ 1.5. c) para a média salarial superior a R$ 1. excluídas as partes decimais.2009 O valor do benefício será igual ao valor de unidades de moeda corrente. Neste caso utilizaremos o valor da 2ª linha da tabela acima. O valor da parcela será a soma desses dois valores.46 O valor da parcela será de R$ 870.20 = R$ 771. o valor da parcela será igual a R$ 870.46.46 multiplica-se por 0.28 (resultado do limite da 1ª linha soma ao resultado do valor excedente multiplicado por 50%) .60 = R$ 314.02.01.61 até Multiplica-se R$ 685. no que exceder.R$ 1.DOU de 02.08 .40 x 0.01 invariavelmente Resolução Codefat nº 587/2009 .5 (50%) = R$ 157.R$ 614.a) para a média salarial até R$ 767.02. o fator 0.00 .8 (80%) e o que exceder a R$ 685.R$ 767.20 (resultado do que excedeu multiplicado por 50%) . e somam-se os resultados Acima de R$ 1.60 por 0.00.46.2008 Faixas de salário médio Valor da parcela Até R$ 767. b) para a média salarial entre R$ 767.28 (valor das parcelas do seguro-desemprego) 62 .07 R$ 1.5 (50%). obtida por meio da soma dos 3 últimos salários anteriores à dispensa. aplica-se o fator 0.8 (80%) Mais de R$ 767. vejamos: .279.40 (valor que excedeu ao limite da 1ª linha). . não podendo ultrapassar esse valor. Exemplo de Cálculo: Digamos que a somas dos 3 últimos salários do empregado foi de R$ 1.8.60.R$ 767.279.279.R$ 771. QUADRO DE CÁLCULO E VALORES DO SEGURO-DESEMPREGO A PARTIR DE 1º.8 até o limite da letra anterior e.082.60 Multiplica-se o salário médio por 0.R$ 314.8 (80%) (resultado do percentual aplicado sobre o limite da 1ª linha) = R$ 614.279.

mediante depósito em conta do Programa do SD.8.Assistência na rescisão: A assistência ao empregado na rescisão de contrato de trabalho firmado há mais de 01 ano. no âmbito do Ministério do Trabalho e Emprego. quando o benefício será pago ao seu curador. 14. 14. só será válido quando feito com a assistência do respectivo sindicato ou das autoridades mencionadas no art. salvo no caso de morte. na forma admitida pela Previdência Social.13.Competência para a prestação da assistência na rescisão: São competentes para prestar a assistência ao empregado na rescisão do contrato de trabalho: • • Sindicato profissional da categoria Autoridade local do Ministério do Trabalho e Emprego Em caso de categoria não organizada em sindicato. a assistência será prestada pela federação respectiva. no prazo de 5 anos. por meio de instrumento próprio fornecido pelo MTE. Na falta das entidades sindicais ou da autoridade do Ministério do Trabalho.2. ou ao seu representante legal. 14.1. 477 da CLT. consiste na orientação e esclarecimento do empregado e empregador sobre o cumprimento da lei.Órgãos locais do MTE – Atendimento aos trabalhadores: 63 . mediante apresentação de Alvará Judicial ou grave moléstia do segurado.3. assim como no zelo pelo efetivo pagamento das parcelas devidas.Tabela para cálculo do benefício do seguro-desemprego: O benefício deverá ser recebido pessoalmente pelo trabalhador. são competentes: • • Representante do Ministério Público ou Defensor Público Juiz de Paz. comprovada por meio da perícia realizada pelo órgão previdenciário. 14. caso em que o pagamento de parcelas vencidas será feita aos dependentes. na falta ou impedimento das autoridades anteriores. na CEF. As parcelas recebidas indevidamente devem ser restituídas. firmado por empregado com mais de 01 ano de serviço. NORMAS PARA HOMOLOGAÇÃO: O pedido de demissão ou o recibo de quitação do contrato de trabalho.

nos termos do art. Ocorrendo cobrança indevida pelo sindicato para a prestação da assistência. também serão obrigatórias a presença e a assinatura de seu representante legal. 14. O empregador poderá ser representado por preposto. 500 da CLT. a procuração será pública. excepcionalmente. no verso das 4 vias do Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho.A assistência será prestada. É facultado ao Delegado Regional do Trabalho.Empregado estável que pede demissão: No pedido de demissão de empregado estável.Presença das partes: O ato de assistência à rescisão contratual somente será praticado na presença do empregado e do empregador. pela entidade sindical. assim designado em carta preposição na qual haja referência à rescisão a ser homologada.5. que comprovará essa qualidade. no ato da assistência. o fato deverá ser comunicado à autoridade competente para as providências cabíveis. reservando-se aos órgãos locais do Ministério do Trabalho e Emprego o atendimento aos trabalhadores nos seguintes casos: • • • Categoria que não tenha representação sindical na localidade Recusa do sindicato na prestação da assistência Cobrança indevida pelo sindicato para a prestação da assistência O Auditor-Fiscal do Trabalho é a autoridade competente do Ministério do Trabalho e Emprego para a prestação da assistência gratuita. com poderes expressos para receber e dar quitação. consignar a observância da preferência e os motivos da oposição da entidade sindical. e no pedido de demissão de empregado amparado por garantia provisória de emprego. por procurador legalmente constituído.4. a assistência somente poderá ser prestada pelo sindicato profissional ou federação respectiva e. pela autoridade do Ministério do Trabalho e Emprego ou da Justiça do Trabalho. O empregado poderá ser representado. preferencialmente. exceto para os adolescentes comprovadamente emancipados nos termos da lei civil. 64 . Tratando-se de empregado adolescente. 14. 14. No caso de empregado analfabeto.Sindicato – Recusa – Inexistência de declaração: Inexistindo declaração escrita pelo sindicato do motivo da recusa. apenas na falta da entidade sindical.7. caberá ao empregador ou seu representante legal. autorizar a prestação da assistência por servidor não-integrante da carreira de AuditoriaFiscal do Trabalho. atendendo às peculiaridades regionais.

Rescisão contratual .036/90. Quando a rescisão decorrer de Plano de Demissão Voluntária ou quando se tratar de empregado aposentado. em 4 vias. b) Até o 10º dia contado da data da notificação da demissão. acordo coletivo de trabalho ou de sentença normativa aplicáveis. Ato constitutivo do empregador com alterações ou documento de representação.8.Assistência à rescisão – Documentos necessários: Os documentos necessários à assistência à rescisão contratual são: a) b) c) d) e) Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho. por ausência do aviso prévio. o pagamento das parcelas devidas a título de rescisão contratual deverá ser efetuado nos seguintes prazos: a) Até o 1º dia útil imediato ao término do contrato. será computado o reflexo no descanso semanal remunerado. o termo final será antecipado para o dia útil imediatamente anterior. quando no prazo de validade. com anotações atualizadas. 14. Comunicação da Dispensa e Requerimento do Seguro-Desemprego. e guias de recolhimento das competência indicadas no extrato como não localizadas na conta vinculada.9. Cópia da convenção. Comprovante do aviso prévio ou do pedido de demissão. Carteira de Trabalho e Previdência Social. se o dia do vencimento recair em sábado.10. quando for o caso. aprovada pela Portaria MTb 3.Prazos para a formalização da rescisão assistida: Ressalvada disposição mais favorável prevista em convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. e alterações. domingo ou feriado. Extrato para fins rescisórios da conta vinculada do empregado no FGTS. No demonstrativo de médias de horas extras habituais. é dispensada a apresentação de CD ou Requerimento de Seguro-desemprego. Havendo cumprimento parcial de aviso prévio. 18 da Lei 8.14. nas hipóteses do art. desde que não ocorra primeiro o termo final do aviso prévio. o prazo para pagamento das verbas rescisórias ao empregado será de 10 dias contados a partir da dispensa do cumprimento.214/78. outros documentos que julgar necessários para dirimir dúvidas referentes à rescisão ou ao contrato de trabalho. quando devido. no decorrer da assistência. devidamente atualizado. 14. Na hipótese prevista na letra “a”.circunstâncias impeditivas: 65 . para fins de habilitação. f) g) h) i) j) k) Excepcionalmente o assistente poderá solicitar. Guia de recolhimento rescisório do FGTS. Prova bancária de quitação. Demonstrativo de parcelas variáveis consideradas para fins de cálculo dos valores devidos na rescisão contratual. atendidas as formalidades especificadas na Norma Regulamentadora 7. Atestado de Saúde Ocupacional Demissional. indenização ou dispensa do seu cumprimento. ou Periódico.

ainda que suplente. Na assistência à rescisão contratual de empregado adolescente ou analfabeto ou na realizada pelo Grupo Móvel de Fiscalização o pagamento das verbas rescisórias somente será realizado em dinheiro. desde que o estabelecimento bancário esteja situado na mesma cidade do local de trabalho. c) Candidatura do empregado sindicalizado a cargo de direção ou representação sindical.11. convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. depósito bancário em conta corrente do empregado. se eleito.12. e) Demais garantias de emprego previstas em lei. d) Garantia de emprego dos representantes dos empregados-membros. até 01 ano após o final do mandato. b) Candidatura do empregado para o cargo de direção de Comissões Internas de Prevenção de Acidentes. titulares ou suplentes. desde a sua confirmação até 05 meses após o parto. instituída no âmbito da empresa. ainda que suplente. até 01 ano após o final do mandato. 14. ordem bancária de pagamento ou ordem bancária de crédito. que vise. É facultada a comprovação do pagamento por meio de transferência eletrônica disponível. f) Suspensão contratual. 66 . 14.Por ocasião da assistência. tão-somente. desde o registro da candidatura e. se eleito. serão verificadas as seguintes circunstâncias impeditivas da rescisão contratual arbitrária ou sem justa causa: a) Gravidez da empregada. ao saque de FGTS e a habilitação ao Seguro-Desemprego. o trabalhador tenha sido informado do fato e os valores tenham sido postos à disposição para saque nos prazos legais para o pagamento das verbas. É vedada a homologação de rescisão contratual sem pagamento de verbas rescisórias devidas. em moeda corrente ou em cheque administrativo. desde o registro da candidatura e.TRCT: O assistente especificará no versa das 4 vias do TRCT: • A discordância do empregado em formalizar a homologação.Pagamento das verbas salariais e indenizatórias: O pagamento das verbas salariais e indenizatórias constantes do TRCT será efetuado no ato da assistência. de Comissão de Conciliação Prévia. g) Atestado de saúde ocupacional-ASO com declaração de inaptidão. até 01 ano após o final do mandato.

assim como expressa concordância do trabalhador em formalizar a homologação. A 4ª via para o empregador. Matéria não solucionada nos termos da Instrução Normativa 03/02.• • • • Parcelas e complementos não-constantes no TRCT e quitados no ato da assistência. O número do Auto de Infração e o dispositivo legal infringido. 14.TRCT – Destinação das vias: Homologada a rescisão contratual e assinada pelas partes. Quaisquer fatos relevantes para assegurar direitos e prevenir responsabilidades. as vias do TRCT terão a seguinte destinação: As 3 primeiras vias para o empregado. sendo uma para sua documentação pessoal e as outras 2 para a movimentação do FGTS. com os respectivos valores. para arquivo.12. - 67 .

DIREITOS: Sem justa causa – iniciativa da empresa Direitos Antes de completar 1 ano saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS . 479 CLT (2) Sim Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim 01 Não Após 1 ano Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 01 Não Com justa causa . 479 CLT (2) Sim Não Não Não Não Não Sim Sim Não Não (5) Não Sim Não Sim Não Sim Não Sim Sim Não Não (5) Não Empresa .ANEXOS: RESCISÕES – CONTRATUAIS .estabelecimento .8% (mês da rescisão) (3) FGTS . 479 CLT (2) Sim Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim 03 Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 03 Não 68 .40% do montante (3) código de saque indenização Art. Art.fechamento sem motivo de força maior Direitos antes de completar 1 ano após 1 ano saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS . 482) Direitos antes de completar 1 ano após 1 ano saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS .iniciativa da empresa (CLT.8% (mês anterior) (3) FGTS .8% (mês da rescisão) (3) FGTS – 8% (mês anterior) (3) FGTS .8% (mês da rescisão) (3) FGTS – 8% (mês anterior) (3) FGTS – 40% do montante (3) código de saque indenização Art.40% do montante (3) código de saque indenização Art.

CLT.40% do montante (3) código de saque indenização Art. 479 CLT (2) Pedido de demissão antes de completar 1 ano Sim Não (4) Não Não (*) Não Sim Sim Sim Não Não (5) Não após 1 ano Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não Não (5) Não (*) Vide Súmula 261 do TST.8% (mês da rescisão) (3) FGTS – 8% (mês anterior) (3) FGTS . Art. 483) Direitos antes de completar 1 ano após 1 ano saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS .8% (mês anterior) (3) FGTS .Aposentadoria por idade requerida pela empresa (compulsória) Direitos antes de completar 1 ano após 1 ano saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS .8% (mês da rescisão) (3) FGTS – 8% (mês anterior) (3) FGTS .empregador . 479 CLT (2) Sim Não Não Não Sim Sim Sim Sim Não 05 Não Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não 05 Não Direitos saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS .40% do montante (3) código de saque indenização Art. Despedida indireta (justa causa .40% do montante (3) código de saque indenização Art.8% (mês da rescisão) (3) FGTS . 479 CLT (2) Sim Sim Não Não Sim Sim Sim Sim Sim 01 Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 01 Não 69 .

40% do montante (3) Sim Sim código de saque 01 01 indenização Art.sem previsão de aviso prévio Direitos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Não Não adicional de 1/3 (1) Não Sim 13º salário Não Não FGTS .40% do montante (3) código de saque indenização Art.8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês da Sim Sim rescisão) (3) FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês anterior) (3) FGTS . 479 CLT (2) Sim Sim Extinção antecipada com justa causa . 479 CLT (2) Sim Não Não Não Não Não Sim Sim Sim (20%) 02 Não após 1 ano Sim Não Sim Não Sim Não Sim Sim Sim (20%) 02 Não Extinção antecipada sem justa causa .Culpa recíproca (iniciativa de ambos) Direitos antes de completar 1 ano saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS .iniciativa da empresa .iniciativa da empresa .40% do montante (3) Não Não código de saque Não Não indenização Art.8% (mês da rescisão) (3) FGTS .8% (mês da Sim Sim rescisão) (3) FGTS .sem previsão de aviso prévio Direitos Contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS . 479 CLT (2) Não Não 70 .

40% do montante (3) código de saque indenização Art.8% (mês rescisão) (3) FGTS .extinção sem motivo de força maior Direitos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS – 8% (mês da Sim Sim rescisão) (3) FGTS .estabelecimento .8% (mês da Sim Sim rescisão) (3) FGTS .40% do montante (3) Não Não código de saque 05 05 indenização Art. 479 CLT (2) Pedido de demissão contrato com duração inferior a 1 ano Sim Não Não Não Não Sim da Sim Sim Não Não Não contrato de 1 a 2 anos de duração Sim Não Sim Sim Sim Sim Sim Sim Não Não Não 71 .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Sim Sim código de saque 03 03 indenização Art. 479 CLT (2) Sim Sim Direitos saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês anterior) (3) FGTS . 479 CLT (2) Sim Sim Aposentadoria por idade requerida pela empresa (compulsória) Direitos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS .Empresa .

Art.8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .Despedida indireta (justa causa do empregador .40% do montante (3) Não Não código de saque 04 04 indenização Art. 483) Direitos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS .01 indenização Art.8% (mês da Sim Sim rescisão) (3) FGTS .iniciativa de ambos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração Sim Sim Não não Não Sim Não Não Não Sim Não Não da Sim Sim Sim Sim (20%) 02 Sim Sim Sim (20%) 02 Sim (50%) Extinção automática de contrato a prazo determinado .8% (mês da Sim Sim rescisão) (3) FGTS .8% (mês anterior) (3) FGTS . 479 CLT (2) Culpa recíproca .8% (mês rescisão) (3) FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .CLT. 479 CLT (2) Não Não 72 . 479 CLT (2) Sim Sim Direitos saldo de salário aviso prévio férias vencidas férias proporcionais adicional de 1/3 (1) 13º salário FGTS .40% do montante (3) código de saque indenização Art.40% do montante (3) Sim Sim código de saque Sim – 01 Sim .com ou sem previsão de aviso prévio Direitos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS .

8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .contrato a prazo determinado. 479 CLT (2) Não Não 73 . com ou sem previsão de aviso prévio Direitos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Não Sim adicional de 1/3 (1) Não Sim 13º salário Sim Sim FGTS – 8% (mês da rescisão) Sim Sim (3) FGTS .40% do montante (3) Sim Sim código de saque 03 03 indenização Art.8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês da rescisão) (3) Sim Sim FGTS . 479 CLT (2) Não Não Extinção do contrato por motivo de falecimento do empregado .contrato a prazo indeterminado Direitos antes de completar 1 ano após 1 ano de serviço saldo de salário Sim Sim aviso prévio Sim Sim férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Não Não código de saque 23 23 indenização Art. 479 CLT (2) Não Não Extinção do contrato em virtude de cessação total da atividade da empresa por morte do empregador .8% (mês da rescisão) (3) Sim Sim FGTS .contrato a prazo indeterminado Direitos antes de completar 1 ano após 1 ano de serviço saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Não Sim adicional de 1/3 (1) Não Sim 13º salário Sim sim FGTS .40% do montante (3) Não Não código de saque 23 23 indenização Art.Extinção do contrato por motivo de falecimento do empregado .

8% (mês da rescisão) Sim Sim (3) FGTS . 479 CLT (2) Não Não 74 .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês da rescisão) (3) Sim Sim FGTS .rescisão .faculdade do empregado . 479 CLT (2) Sim Sim Extinção de contrato em virtude de morte do empregador constituído em empresa individual .continuação de atividade empresarial por parte dos herdeiros/sucessores/administradores .rescisão .Extinção do contrato em virtude de cessação total da atividade da empresa por morte do empregador .continuação de atividade empresarial por parte dos herdeiros/sucessores/administradores .exercício de direito contrato a prazo indeterminado direitos antes de completar 1 ano após 1 ano de serviço saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Não Sim adicional de 1/3 (1) Não Sim 13º salário Sim Sim FGTS .exercício de direito contrato a prazo determinado.8% (mês da rescisão) Sim Sim (3) FGTS .40% do montante (3) Sim Sim código de saque 03 03 indenização Art. 479 CLT (2) Não Não Extinção de contrato em virtude de morte do empregador constituído em empresa individual .contrato a prazo determinado.40% do montante (3) Não Não código de saque 03 03 indenização Art.8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .faculdade do empregado . com ou sem aviso prévio Direitos contrato com duração inferior a contrato de 1 a 2 anos de 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS . com ou sem aviso prévio direitos contrato com duração inferior contrato de 1 a 2 anos de a 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Não Sim adicional de 1/3 (1) Não Sim 13º salário Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Não Não código de saque 03 03 indenização Art.

por motivo de força maior .rescisão do contrato de trabalho pelo empregador contrato a prazo determinado.Extinção da empresa ou de um dos estabelecimentos em que trabalhe o empregado.8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS . 479 CLT (2) Não Não Extinção do contrato por paralisação temporária ou definitiva do trabalho motivada por ato 75 .rescisão do contrato de trabalho pelo empregador contrato a prazo indeterminado direitos antes de completar 1 ano após 1 ano de serviço saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Sim (20%) Sim (20%) código de saque 02 02 Extinção da empresa ou de um dos estabelecimentos em que trabalhe o empregado.8% (mês da rescisão) (3) Sim Sim FGTS . por motivo de força maior .8% (mês da rescisão) Sim Sim (3) FGTS . com ou sem previsão de aviso prévio direitos contrato com duração inferior contrato de 1 a 2 anos de a 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Sim (20%) Sim (20%) código de saque 02 02 indenização Art.8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .8% (mês da rescisão) (3) Sim Sim FGTS . 479 CLT (2) Sim (50%) Sim (50%) Extinção do contrato por paralisação temporária ou definitiva do trabalho motivada por ato de pessoa jurídica de direito público interno (factum principis) contrato a prazo indeterminado Direitos Antes de completar 1 ano após 1 ano de serviço saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Sim Sim código de saque 01 01 indenização Art.

40% do montante (3) Sim Sim código de saque 01 01 indenização Art.8% (mês da rescisão) (3) Sim Sim FGTS . com ou sem previsão de aviso prévio Direitos Contrato com duração inferior contrato de 1 a 2 anos de a 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Não Sim adicional de 1/3 (1) Não Sim 13º salário Sim Sim FGTS .de pessoa jurídica de direito público interno (factum principis) contrato a prazo determinado. 479 CLT (2) Não Não 76 .8% (mês anterior) (3) Não Não FGTS .contrato a prazo determinado.8% (mês da rescisão) Sim Sim (3) FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS . com ou sem previsão de aviso prévio Direitos Contrato com duração contrato de 1 a 2 anos de inferior a 1 ano duração saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Sim Sim adicional de 1/3 (1) Sim Sim 13º salário Sim Sim FGTS . 479 CLT (2) Sim Sim Extinção do contrato por iniciativa da empregada grávida e pelo responsável legal do empregado menor de idade contrato a prazo indeterminado Direitos Antes de completar 1 ano após 1 ano de serviço saldo de salário Sim Sim aviso prévio Não Não férias vencidas Não Sim férias proporcionais Não Sim adicional de 1/3 (1) Não Sim 13º salário Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Não Não código de saque Não Não indenização Art.8% (mês da rescisão) Sim Sim (3) FGTS .8% (mês anterior) (3) Sim Sim FGTS .40% do montante (3) Sim Sim código de saque Não Não indenização Art. 479 CLT (2) Não Não Extinção do contrato por iniciativa da empregada grávida e pelo responsável legal do empregado menor de idade .

devem ser depositados na conta vinculada do trabalhador no FGTS.Terço constitucional (Constituição Federal. os valores relativos aos depósitos referentes ao mês da rescisão e ao imediatamente anterior. ou 20%.036/90. dentre outros. 3. art. inciso XVII).491/97. no caso de culpa recíproca ou força maior) do montante de todos os depósitos realizados na conta vinculada. devidamente atualizados e acrescidos dos respectivos juros. 2. bem como a importância igual a 40% (despedida sem justa causa ou indireta. 7º. 18 e ao art.Nos termos do art. ao caput e aos parágrafos 1º e 3º do art. que deu nova redação. 77 . 20 da Lei 8. 31 da Lei 9.1.Refere-se à indenização por metade da remuneração a que teria direito o empregado na rescisão antecipada do contrato de trabalho a prazo determinado. que ainda não houver sido recolhido.

866.609.40 De R$ 500.5% 15% 22.68 até 1.866.60 até 2.150.01 até 2.00 Dependente: R$ 144.12 Salário Família – 01/02/09 Valor unitário da quota R$ 25.59 268.Tabelas Práticas de Contribuição dos Segurados Empregados.94 78 .46 até 3.20 Alíquota (%) 7.84 662.45 De 1.582.90 Alíquotas 8% 9% 11% Tabela de Salário-Família.150.66 R$ 18.de .582.434. empregados Domésticos e Trabalhador Avulso. Salário .° 77/2008.00 De 2.5 Tabela de Imposto de Renda – Alíquota de Imposto de Renda na Fonte – A partir do Ano Calendário – 2009: Base de Cálculo em R$ Até 1.08 15.71 até 3.434.59 De 1.40 a R$ 752.67 De 965.Contribuição Até 965.00 Acima 3.70 De 2. contados a partir de 01/02/2009 – Portaria n.84 483. contados a partir de 01/02/2009: Remuneração Até R$ 500.5% 27.5% Parcela a Deduzir no imposto em R$ 107.218.609.