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^ ‘S í l v e s t r C j

com estíb e

creativo
f ^ c c c t a r í o p a r a la s o b e r a n í a a lim e n t a r ía

Da w a m o r u

SILVESTRE^ CO M ESTI5LE Y CREATIVO r>awamoru
silvestre.
(Del lat. silvestris). 1. adj. Criado naturalmente y sin cultivo en selvas o campos.

comestible.
(Del lat. comestibílis).

1 adj. Que se puede comer,

.

creativo,va.
adj. Que posee o estimula la capacidad de creación:

A G R A D EC IM IEN T O S: A mi aita por enseñarme a m a d ru g a r p a r a cocinar y a m i a m a p o r enseñarm e que las mejores cerezas se comen desde lo alto del á r b o l A todas las personas que estuvieron c e rca y a y u d a r o n d e u n a u o tr a fo rm a a que este libro fuera posible; a C esar Lem a, Salva Pardo, S arah p o r s u s d ib u jo s, B u g u i y Miriam. A Morunji, Lem dihart y Elena lo lite c o n su a p o y o d e s d e la d ista n c ia . A Velliuran e Iteomelad p or el delicioso ju g o de caña. A los bosques, ríos y m ares que te n e m o s c e rca,al n iiste r io y m a g ia d e t o d a s las plantas que nos curan y nos m aduran... y al m ae stro K e líu m Z e u s p o r e n s e ñ a rm e a verlas.

Textos; Dawam oru Rakel Fernández U rd an g arin Ilustraciones: Sarah Jeffery D L :V G 891-2 0 1 2 ISBN: 978-84-616-2097-5 Imprime: Tórculo A rtes G ráficas, S.A .

©cc^mons
Creative Com m ons. Im pidiendo s u u so c o m e rc ia l y la n o a c r e d ita c ió n

19 Ja b ó n b a se de t a n in o s .............. 26 Parfait de castañ a .................... 2 0 La c a sta ñ a : A lg o d e h is t o r ia ........... 23 .. .... 13 C a fé de b e llo t a . 38 Ensalada del o r á c u lo ................................................................. 22 R eco m en d acio n es......................... 19 M u ltiu so s d esin fectan te ..................... 30 Q u esos y yogures vegetales con nuestro p r o b ió tic o ............................................. 26 Tarta cruda de castaña y c a q u i... secar....... 38 Ensaladilla silv e stre ........... 19 Ja b ó n lav ap lato s ........... 22 P r o p ie d a d e s .................................. 4 0 A rroz con carnicera y n ab iz a .. 23 Leche de c a sta ñ a ............ 32 H ie r b a s silv e stre s: ¿Porqué consum ir hierbas silvestres? ... 14 Pizza de b e llo ta .............................. 30 Kéfir de a g u ar.... 6 La recolección p r o p o n e ...................... 29 Elaborar probióticos c a se r o s:............................... 34 R e c e ta s:......... 15 Barritas crujientes y e n e rg é tic a s............................ 18 R ecetas co n lo s t a n in o s :............................................................................... ^ La agricultura p r o t e s t a ....... 28 M acarrones alternativos de c astañ a.......... alm acenar y desam argar la bellota 12 Preparando castañas R ecetas........ 10 El fru to de la bellota .Ind ice: I n tr o d u c c ió n :.................. 31 H azte tu bolsita de leches v e g e ta le s............................................................. 6 Sobre este l i b r o .............................. 5 Érase una vez el m atriarcado ... 11 C ó m o recolectar.... 23 H um m us de c a sta ñ a ...................... 16 G alletas del b o s q u e ............... 20 Ja b ó n terap éu tico de b e llo ta e h ip é r ic o ...... 28 Trufas de c a sta ñ a ............................... 18 L a v a r r o p a ... 35 R e ce ta s........................................................................ 24 Queso untable de castaña ....................................... ... 13 Ñ o k i de bellota con salsa de tom ate .................. 7 L a b e llo ta : A lgo de historia................. 25 Crem a instantánea o t o ñ a l.... 30 Agua enzimática de centeno germ in ad o................................. 39 C rem a de ortigas y b l e d o s ...................................... 34 Características b r e v e s ....................................................................................................................... 27 Puré de castaña y a p i o ............................................ 13 Pan de b e llo ta ........ .................................................. 41 ......... 17 B ech am el de b e llo ta y avena ..............................' .......

........ 5 g Beneficios de agua de m a r ....... ajo y r o m e r o ........... éS b ib lio g ra fía ..... ............ 46 Sopa del recuerdo............................................................ 5 9 R e c e ta s:..... 46 Crépe de h ie rb a s. 55 Bálsamo de labios hipérico y caléndula.. 48 Pan a las hierbas d u lc e s ............................ 60 Sopa m arina .................. 62 G alletas saladas de a lg a s ............ 54 Ungüento de celidonia ................ 51 Batido de citronela........................................... 64 R e ce tas:....... 63 Infusión con a l g a s ................. hierbas y flo re s... 53 U n güen tos...................... 63 C alabaza con a l g a s ...................Mijo con pam plinas y pimientos del P ad ró n ...................................................................... 41 Patatas con ajo silvestre.................................................................................... 61 H u m m u s con k o m b u .......... 50 Helado de ro m ero . 47 Salsa de m e lisa ........... 43 G om asio de o rtig a s.................... 66 Jabó n terap éu tico de algas ....... 65 M ascarilla exfoliante de a lg a s ...................................... 61 Paté de nori .... 42 Salsa m iso de higo m arin o ...... 54 Elaborando u n gü en to s........ 59 Sal de algas......... 62 H am burguesa de arroz y k o m b u ............................ 49 M ousse de algarrobo y la v an d a ......................................................... ................ 5 9 E spagueti de algas y ch iriv ía.................. 64 C osm ética racional y natural ....lib ro s ^ w e b s i n t e r e s a n t e s ............................................................... 53 Elaborando oleom acerados....................................................... 56 A lg a s : La vida se originó en el m a r . 52 A g u a d e n é b o d a ................. 43 Aceite verde de m e n ta stro ............ 44 H ie rb as a r o m á b c a s y m edicínales: R ecetas:. 67 P e r m a r e la t o s ............................................. 65 Sales de baño con algas y r o m e r o .............. 42 Tortilla de hierbas y harina de b e llo ta ...................................... 50 Sorbete de hierbaluisa............................. 5 g R ecolettando algas y agua de m a r ... 66 Las algas en en h u erto ........ 52 Aceite macerado aro m ático ........................................................................ 48 Germ inado de semilla de h in o jo ............

E sta n u ev a fo rm a d e p ro d u c ir alim en tos ha cam biad o to talm e n te n u e stro s h á b ito s alim e n tario s en las d o s u ltim as generaciones. cu a n d o o lv id a m o s la . y hoy en día solo cultivam os. La alim en tación q u e n o s n u tre e s hija de u n sistem a agrícola que viene cargado de p a q u e te s te c n o ló g ic o s y tien e de to d o excep to soberanía.¡caram ba! ¡C o n las n ueces y m an zan as ta n ricas q u e te n e m o s en n u e stro s b o sq u e s!}. tan to . d irigién d o n o s a t o d o s en ca m in o c o n tra rio a la soberan ía S i o b se rv a m o s la h isto ria v erem o s q u e el m u n d o se d esb o rd ó c u a n d o vin o e l siste m a d e p r o d u c c ió n y la a cu m u lació n de bienes. n u e c es de C aliforn ia. sem illas bien im p regn ad as en p e tró le o : fe rtilizan te s. d e sp la za m ie n to s d e p o b lació n y acopio de tierras fértiles en m an o s e sp e c u la d o ra s.. E n to n ces eram os libres de recolectar aquello que nos era m enester. N o s h em o s caíd o. sin u sa r n ingún tip o d e e tiq u e ta d e a d v erten cia para su s con su m id o res. alim entos y m aterias p rim as q u e viajan hacia los p aíses del norte. h erbicid as [de origen p etro q u im ico ) y m aq u in arias. T o d o esto ben eficia al b o lsillo de u n as p o c a s m u ltin acio n ales m ien tras em p o b rece a o tro s tan to s m illo n es d e ca m p e sin o s a nivel m un dial. d e m ala m an era ju g án d o se la vida y la salud.Introducción L A A G R IC U L T U R A P R O TESTA D ice la h istoria que el inicio de la agricultura está en el N eolítico. to d o ello b ie n a c o m p a ñ a d o de T ra tad o s de Libre C o m ercio. q u e tan to se volvió to n to. H ip ó crate s dijo "S o m o s lo que com em o s” enfatizan do la im p o rtan cia d e la n u trició n y su rep ercu sió n en n uestro cuerp o y n uestra vida.. en un sistem a agro-alim entario-com ercial que con tin uam en te crea d esig u a ld ad es entre p aíses del N o rte y del Sur. P roducen soja y otros granos que alim entan las gran jas in ten sivas d e gan adería y sum inistran biocom bustible. C u e n ta la h istoria escrita q u e aban d o n am os la recolección y evolucion am os tan to. En el Su r p ro du cen . E ste siste m a p ro m u ev e la m odificación genética (tran sgén ico s) ap licad as a las h o rtaliz a s q u e c o m e m o s o al p ien so para criar el ganado. abo n o s. to d o s ju n to s. fru tas y v erd uras viajeras q u e reco rre n m ile s de k ilóm etro s para agradar paladares g lo b alizad o s (m a n z an as d e C h ile. p o lé m ica s leyes d e sem illas.

p o r lo ta n to no había violencia y se d aba m en o s e stra tific ac ió n so c ial. La dep en d en cia crea seres m ás m a n ip u la b le s. econ ó m ica. La acum ulación y las reserv as d e lo in d isp e n sa b le n o e x is tía . q u e s ie m p r e p a sa ham ­ bre. La cultu ra reco lectora am p a ra b a t o d o s lo s a sp e c t o s d e la v id a. la org an izació n grupa!. ceb ad a y algunas legum inosas c o m o g arb an zo . E l s e d e n t a r is m o tra jo un auge dem ográfico. de esta form a y exclu idas d e la e c o n o m ía y v id a so c ia l s u r g ió el p a tr ia r c a d o . L a d iv ersid ad en el p la to n o s o to r g a m a y o r c rea tiv id ad y variedad de p en sam ien to . L a r e d u c c ió n de la variedad de la dieta crea in d iv id u o s m as v u ln e ra b le s y d e p e n d ie n t e s d e u n solo territorio. siste m as ju r íd ic o s y g u b e r n a m e n ta le s. ya que no era un a e co n o m ía b a sa d a en la p r o d u c c ió n sin o e n el a p ro v e c h a m ie n to de los recu rsos sin llegar a agotarlos. Existía entre n u estro s an ce stro s m ay o r ig u a ld a d e n tr e el h o m b r e y la m u je r y una m ayor co n scien cia so bre la h u ella o im p a c to e c o ló g ic o d e s u s a c cio n e s. social. Los pueblos n óm adas fu ero n ase n tán d o se. La esp eran za de vida era s u p e rio r y gracias a la d iv e r s id a d a lim e n ta r ia d isp o n ía­ m os de m ay o r salu d. escribe la historia y dice "c a za d o re s-rec o le c to res". c o m e n z a n d o a c u ltiv a r trig o . LA R E C O L E C C IÓ N P R O PO N E La soberanía alim entaria e s la fa c u lta d q u e tie n e c a d a p u e b lo d e d e fin ir su s políticas agrarias y alim en tarias d e n tro d e lo s m á r g e n e s d e s o s t e n ib ilid a d y . id eoló gica. H o y en d ía el h o m b re . S e d iv id ió el trabajo convirtiéndose en m ás sistem ático . E n r e s u m id a s cu e n ta s podem os decir q u e se tratab a d e u n a s o c ie d a d b a s a d a e n la a y u d a m u tu a y la solidaridad. ap arece la p r o p ie d a d s o b r e b ie n e s in m u e ­ bles. en to n ces las m u je re s se d e d ic a b a n a la m a t e r n id a d in ten siva. L as so c ie d a d e s p r e d e c e s o r a s e ra n recolectorascazadores (la m ujer re c o le rta b a lo q u e su p o n ía m a s d e l 5 0 % d e lo s in su m o s m ientras que el h o m b re c a zab a}. le n te ja y g u isa n te s. llegan los conflictos.recolección y p e rd im o s la con fian za e n la n a tu ra le z a c o m o p ro v e e d o ra de aquello que nos es m en e ste r p ara la vida: ÉRASE U N A V E Z EL M A T R IA R C A D O Los seres h u m an os vienen d el vientre d e s u m ad re y a su v e z v iv e n e n e ste gran espacio q u e es su M ad re T ierra.

sí. escu ela s y u n iv e rsid ad e s. E n u n m u n d o d o n d e los sabores com erciales se basan en dulce-salado y d on d e falta c o raz ó n y coo p erativ ism o . En la N aturaleza d escubrim os un sinfín de arom as. donde se tom a lo necesario sin agotar lo s recu rsos. d o n d e sem b ram o s d e fo r m a b io ló gica. integrarlos en n uestra dieta. cu an d o nuestro plato se llena de diversidad tam bién lo hace n uestra cabeza. claridad y creatividad. transporte ni aranceles. en lugar de con su m ir tan tos p ro d u c to s de soja. estrecham ente relacionado con el corazón y el hum or. cream o s h u erto s com un itarios en barrios. no sólo elim ina to xin as m entales sino que tam bién fortalece n uestro sistem a in m u n oló gico d án don o s m ayor resistencia. donde los alim entos no tienen códigos de barras ni e stán en vasad o s en plástico. y actu am os en b a se a n uestra alim entación. a p o y am o s g ru p o s de co n su m o . La actitud recolectora nos hace viajar en el tiem p o. S O B R E E ST E LIBRO L as rece ta s d e e ste libro tienen en cuen ta la huella ecológica y el im p acto q u e g e n e ram o s so b re la n aturaleza..segu rid ad alim entaria. saberlos b u scar y encontrar.intercam bio d e sem illas. e sa q u e recu erd a a la b ello ta y se fam iliariza con ella p u e s estu v im o s m ile s d e a ñ o s com ién d o la. Sab er aprovechar los recursos m ás cercanos es soberano y supone no apoyar u n sistem a m on etario d e im puestos.. tam bién o b e d e ce m o s lo im p u esto . C o n el m aterial genético autóctono y adaptad o to m am o s n u e stras p ro p ias decision es. observar las hojas y frutos. R ecolectar sup one sum ergirse en el bosque. te x tu ra s y sabores. E s un a p ro p u esta de alim en tación natural co n u n p e so m u y leve en su m ochila ecológica. C o m p ren der su s ciclos y ritm os.etc. hallar en ellos los sabores silvestres. teniendo en cuen ta n uestra m em oria celular.la cual lleva m u y p o c o tie m p o cu ltiván do se o m ejor dicho fabricán d ose en E uropa. pero tam bién pensam os. reconocerlos. C u a n d o la clorofila silvestre entra en nuestro torrente sanguíneo. las que serán de bien com ún p ara to d o s y e s q u e R e co lectar tam b ié n rim a co n Reivindicar y Revolucionar. fam iliarizarse. agricultura y com ercialización. m ar y Naturaleza. si to d o s com em os lo que nos im ponen. S o m o s lo que com em os. tam bién habla de recursos locales entre ellos las de prácticas de agricultura campesina. Se p u e d e llegar a u n eq u ilib rio de agricultura y recolección. L os sabores am argos de las plantas silvestres curan y lim p ian el hígado. . los produ ctos de tem porada y au tócton os y la recolección de recursos silvestres. Pero la soberanía alimentaria no sólo trata de sem illas.

flores y algas casi to d o el año e ir in cluyen do e sto s recursos en nuestra dieta paulativam ente. vegetarianas y adaptables. H ay v ersio n es m á s silvestres para quien tenga mayor acceso al cam po. con g u sto y sin alim entos muy viajados m irando nuestra econom ía. L o m ism o ocurre con el fabuloso Noni. Las formas de cocina saludable aquí p resen tad as co m b in an la cocción. lo s cu ales están de moda y dicen ser superalim entes que nos dan su p e rp o d e re s y recorren m ás de 10. C u a n d o d esh ierb o . GL06ALIZA LA RECOLECCIÓN No olvides divulgarlo! . En su lugar de origen so n d ivinos. sí. Eso y un sinfín de p ro d u c to s orgán icos. variaciones y usos. mientras que en la provincia de M anabí. hay otras en las q u e las p la n ta s se secan. se d a con tan ta facilidad que los paisanos te invitan a recogerla y llevarte to d o s lo s sac o s q u e quieras gratuitamente. crudista sin caer en elitism os. E cuador.combinando la agricultura con tareas de divulgar y reco lectar bellotas y castaña en otoño. fruta que en E urop a IL d e su ju g o c u e sta m ás de 30€. hierbas. se almacenan o son simple aderezo para quien reco lecte d e v e z en cu an d o . Y asi es. Tam bién p o d e m o s alim en tarn os de una forma vegetariana. vegana. frutos. Les invito a degustar y a reivindicar. p o r e so hay u n apartado de Ideas. voy c o n m i cesta y todo lo que no se convierte en co m p ost o en cob ertu ra vegetal se convierte en un zumo verde. p ero aquí también tenemos plantas. extractos y bayas. cocina al vapor. Hay formas de alimentarse ecológicam ente. C ie rto s com erciantes o gurús de la alim entación publicitan la M aca boliviana (tu b é rc u lo andino) diciendo que es una maravilla. Existe una estrecha relación entre la salud del p lan eta y n u e stra salu d cuando nos visualizamos com o células pertenecientes a u n c u e rp o m ás gran de que nos contiene. con su clima.hierbas y todo lo que conlleva. Fueron in spirados en la é p o c a del o to ñ o gallego. T am bién fu sio n o lo s p ro du ctos de mi huerta casera con los elem entos reco lectado s y aprov ech o lo m al llam ado "malas hierbas" para echarlo al plato. p ero el c u e rp o lo asim ila m ejor cuando estás a 3000 metros de altitud y viviendo en el A ltip lan o.000 km para llegar hasta aquí. Todas las recetas son locales. m u c h o s d e ellos olvidados y otros tantos infravalorados. horneado y elem entos crud os.

b e llo t a s .

Hoy en día en zo n as rurales d e la p e n ín su la ibérica. Andalucía G alicia. r e s u lta d o d e la e d u cació n im puesta p or la Iglesia y el E sta d o q u ie n es p ro m o v ie ro n el c o n su m o de p rodu ctos de la agricultura so b re lo s d e o rigen silvestre. d e color verde en el h az y b la n c u zc o cen icien to en el envés. c o m o E x tre m a d u ra. m o lin o s y c e ste r ía d e d ic a d o s a la recolección. E xisten referencias y e stu d io s a n tro p o ló g ic o s d e c o n su m o d e b ellota en E urop a (sobre to d o S u r y S u ro este ). d e fo rm a alargada. p ro c e sa d o y a lm a c e n a m ie n to d e la b e llo ta . Tam bién se encon traron eviden cias d e té c n ic a s p ara la n e u tra liz a c ió n d e l ta n in o a través del lixiviado o lavado d e la harina y e v id e n c ias d e p r á c tic a s d e "g e o fa g ia ” o añadirle arcilla co m estib le a la b ellota. D e sp u é s de haber encon trad o resto s d e p lan tas silvestres y b e llo ta s e n d istin ta s excavacion es arqueológicas se decía q u e la b ello ta era el "p a n d e h am b re ". d e fo r m a s v ariad as. se ad a p tan a situ a c io n e s c lim ato ló g ic as duras y a suelos p obres.Algo de fiístoria. A sturias. tran sp o rte. resisten tes y lon gevos a la vez.. e s c u r io so el desprecio y los calificativos q u e se le dan a la b e llo ta. L as bellotas m aduran en otoñ o. al in icio d e su fru ctificació n es de color verde. com o su stitu to de otro s cereales y to sta d a s en tre c e n iz as c o m o si fu era un postre. va o scu recién d ose a m ed id a q u e tran sc u rre el v eran o . P osteriorm ente la eviden cia a n tro p o ló g ic a d e lo s in d io s c a lifo r n ia n o s plantea que la bellota co n stitu ía u n a fu en te p rin c ip a l d e a lim e n ta c ió n d e d ich a cu l­ tura. aun q u e es aso c ia d a co n "c o m id a d e p o b r e s" o "c o m id a de cerdos”. Plinio el V ie jo y Estrabón contaban qu e los p u e b lo s de la H isp an ia se alim en tab an d e b e llo tas. las E n cin as y A lc o r n o q u e s. E u sk ad i y N a v a rra to d a v ía e x iste u n a m e m o ria de consum o de bellota. Este desprecio no p arece m u y antiguo y hay p e rso n a s q u e n arran c o m o de niños eran castigados en la escu ela si c o m ía n b e llo ta s. no u n m ero recu rso e sta c io n a l y p u e d e q u e así se a p lic ara a o tr o s p u e b ­ los eu rop eos. Se en co n traron recip ien tes. Según u n e stu d io del e tn o b o tá n ico D a n ie l M a ría P érez. e n form a de pan. entre o c tu b re y diciem bre. g ru e sa s. u n r e c u rso estacional o una solu ción de em ergen cia ante u n a situ a ció n d e h am b ru n a. S u s h ojas so n p eren n es. L a re c o le c c ió n de recursos silvestres fu e tran sm itid a d u ran te m u c h a s g e n e ra c io n e s fo r m a n d o . Se retiraron los h ielo s y h u bo un c am b io c lim átic o en el c o n tin e n te europeo que se caracterizó p o r m asa s b o sc o sa s y en la p e n ín su la Ib érica p ro liferaron los arboles d e g én ero Q u erc u s: lo s R o bles. La bellota es su fru to . S o n rústicos. O rien te M e d io y N o rte a m é ric a .

potasio y calcio. las cuales son d eficien tes en calcio y en m agnesio. es decir. Aunque a diferencia de los fru to s seco s (nueces. Quercus Sú ber con ocido com o alcornoque y Quercus ilex o encina. almendras.. no hay form a de contabilizar ni de controlar las bellotas en el bosque. sim plem ente no hay im puestos aplicables a la recolección. fósforo. nuestros ancestros tenían la concepción m ágica de ser "fu ertes com o unroble". T o d o s los árboles del género quercus producen bellotas y tod as ellas son com estibles. rural. de la sabiduría difundida de padres a hijos. • E l roble es u n árbol que tiende a crecer en tierras graníticas. avellanas. etc.. M in erales com o: hierro.) la bellota tiene contenido su p e rio r en carbohidratos que de grasas. Q uercus pétrea o roble albar. ab so rb ien d o to d o lo que se encuentra y trasladándolo a sus hojas. • L íp id os. que realiza un reciclado bioló gico d e calcio. pero este árbol tiene una m icroflora capaz de asim ilar el p o c o calcio que hay en la tierra. En su com posición nutricional encon tram os: • U n alto porcentaje de hidratos de carbono de los cuales casi la m itad corresp o n d e a almidón. pues contiene tod os los am inoácidos esenciales. siguiendo su mentalidad de tradición romana y griega concibe al "ciudadano" com o un civilizado consumidor y desde ese punto de vista com er bellotas significa rebajarse a lo irracional. el cual es un polisacárido o carbohidrato com plejo que se d escom pon e en glucosa m ás lentamente que los carbohidratos sim ples propo rcion an do una corriente progresiva constante de energía. con un alto contenido en ácido oléico. e 1fruto de la bellota En la Península Ibérica encontram os las especies de: Q u ercu s Robur y Q uercus Pyrenaica conocidos co m o robles. • • • Fibra. inculto y atrasado.parte del trabajo comunitario. magnesio. El Estado. Proteínas de bu en valor biológico. . N o deja escapar ni un solo átom o de calcio en el suelo. Para ellos. La bellota nos alimenta y nos sana a la vez. de los cuales una parte son taninos A gua.

Se recogen del suelo o se varea el fru to del árbol. en cestos o en cajas sin am on ton arlas m u ch o y v o lteán d o las. (2 ó 3 • • días) C olar y está lista para usar. dejar q u e rep o se. secar. se envasan y se con servan m u y bien en tarro s de cristal. c o la r y usar. Se hace una selección d e ellas. m enajes de cerám ica o cristal p ara m an e ja rlo s y evitar los coladores metálicos. o sea colocándolas en una bolsa de m alla y p isán d o las o g o lp e a n d o la b o lsa contra el suelo. H ay que ten er en c u e n ta q u e los tan in os son muy reactivos y tienden a com binarse co n p ro teín as y m e ta le s c o m o el hierro dando un precipitado de color negro. p o r e so e s a c o n seja b le u sa r ollas de barro para hervirlos. El c o rre a o secado es im portante p ara el alm acenam ien to p u e s evita la aparición de moho teniendo en cuenta que los raninos ayudan a la co n serv ació n tam bién . • Una vez desamargada la podem os triturar m uy fácil c o n la b a tid o ra . Recién secadas las bellotas se aprovecha para q u itarle la cáscara m allán dolas. T ratan d o de elegir las m ás sanas. A con tin u ació n se d ejan secar al sol o en el lugar m ás seco de la casa d uran te un m es m ás o m en o s. entre sep tie m b re y d iciem b re según la especie. almacenar y ¿esamargar Las bellotas se recolectan en otoñ o. ésto s son com puestos que protegen a las p lan tas de ataq u e s e xte rn o s. Esta última versión del río la p o d em o s llevar a cabo p o n ie n d o las b e llo ta s en un saquito de tela (ver capitulo castañas) y d eján d o la en la c istern a del bañ o (5 días). que im piden la asim ilación d e c ie rto s n u trien tes com o son el hierro y los am inoácidos. e xten d er en bandejas y secarlas al sol o al horno usan d o u n a te m p e ratu ra m u y b a ja [hasta .Como recolectar. las que no tienen gusan o. heridas. Hay varias form as d e d esam argar: • U na vez troceadas se p one en un recipien te c o n b a sta n te a gu a a reposar (lOOgr de bellota p or litro de agua) y se va c a m b ian d o e se a gu a 2 6 3 veces al día. A u nque los taninos sean su stan c ias c o n p r o p ie d a d e s benéficas com o antioxidantes p o r otro lado son co n sid e rad as in h ib id o ras o sustan cias antinutritivas. es aconsejable m achacarlas p rim ero en m o rtero o algún tip o d e m olin o para trocearlas y que su desam argado sea m ás fácil. p u e s algun as resu ltan atacadas por gusano o hum edad. es decir. El desam argado de la bellota se realiza para n eu tralizar lo s tan in o s. También se puede hervir durante 5 ó 10 m in u to s la b e llo ta c o n e sa p ro p o rc ió n de lOOgr de bellota por litro de agua. hasta que el agua salga m ás clara y la h arina no e sté ta n am arga. ten d idas en el suelo. hon gos u otros herbívoros. Para los m ás silvestres: Se introducen las bello tas e n u n sa c o m allad o y se deja en el rio bien atado en un lugar que corra el agu a y al c a b o d e 3 d ías ya está listo y desam argado.

E n este caso p o d e m o s u sar bellota m olid a sin el p rev io p a so del d esam argad o . A ñ ad ir a la m asa d e c ré p e s o to rtitas de harina para darle color. v a ria cio n es y usos: A ñ ad ir 2 cucharaditas de este café de be llo ta p o r c a d a m ed io litro d e leche vegetal. El to sta d o varía d ep e n d ie n d o d el sab o r m ás o m en os fu erte que queram os. P o n e m o s la harina de b ello ta en un a sartén y la to sta m o s a fu eg o m ed io d u ran te 10 ó 15 m in u to s revolvien do co n una espátula. p izza. se m ezcla en p artes iguales la m asa d e b e llo ta con u n a harina q u e contenga gluten. 2 0 0 gr m asa d esam argad a de bellota 2 0 0 gr d e harina integral de espelta 7 5 gr d e levadura m adre 8 gr d e sal de hierbas A gu a q u e adm ita. la m ez c la d e e sp e lta y centeno añadido a la bellota q u ed a algo m ás d u ro . bien m o lid a y ta m iz a d a p ara q u e no h aga g rum os. tallarines. le da una pinta m ás e sp e c tac u lar al p an . el cu al e s b u e n su stitu to d e café. P a n d e b e llo ta Para te n e r u n a b u en a te x tu ra de pan. .rú stic o y el p an no su b e tan to. etc. E sta es la q u e u s o e n la m ay oría d e las recetas p ara hacer pan. RECETAS: C a f é d e b e llo ta In g red ien tes: L a can tid ad d esead a de harina de bellota. Id eas.qu eda ideal con la leche de castaña. Sin n ece sid a d d e con vertirla harina. trigo y cen ten o. A p artar del fu eg o y u n a v e z frío e n v asar en tarro d e cristal.5 0 ° C ) . sim p lem en te p o d e m o s tritu rarla y el resu ltad o e s u n a p a sta o m asa de harina desam argad a. L a harina d e fu e r z a de trigo. E s u n a técn ica p arecid a al m alteado de la cebad a. D e e sta fo rm a o b ten em o s una harina d e b ellota d esam argad a q u e se c o n ­ serva bien. p u e s al to starlo desaparece u n a gran p arte d e lo s tan in o s. P ersonalm en te he exp erim en tado con espelta. E la b o ració n . ftokis. In gredien tes... galletas. p o r ejem plo. p u ede ser de fu erza o h arina integral.

... Dejamos que repose 2 horas en la p rim e ra fe rm e n ta c ió n envolviendo la masa con telas que la abriguen (lino. 2.... Cocemos el pan en el horno p recalen tad o a un a te m p e ratu ra de 220° durante 45 minutos... 9........sustituto del huevo en e sto s ñokis. Ponemos las semillas de lino en rem ojo duran te 15 m in u to s co n u n p o c o de agua para obtener el gel.. ..Elaboración: Es la forma de elaborar p an q u e e n se ñ a el c o m p a ñ e r o C é sa r Lem a.. Procedemos a darle form a de bola.... lo c u a l in c o rp o ra aire en la masa sin excedernos de los 5 m in u to s am asan d o ... 7.. Pulverizamos agua sobre el p an o in tro d u c im o s u n v a so d e agua dentro del horno para m antener la h u m ed ad .... Dejamos reposar m edia hora... c o n harin a integral. Dejamos que repose 1 hora y m ed ia en la se g u n d a ferm en tació n ... Hacemos el corte al pan con la ayuda d e u n a cuchilla... a p lastan d o y p le g an d o la m asa sobre sí misma..... p o r e je m p lo ). Para la salsa: 2 0 0 gr salsa de tom ate Vi cebolla. '/<i calabacín y 1 pim iento 6 olivas deshuesadas Pizca de hierbas silvestres m olidas [salvia y o régan o ) sal de hierbas y flores (ver receta en el capitu lo A lgas) Elaboración: 1.. Ñoki de bellota con salsa de to m a te . harina integral espelta 5gr (2 cucharadas] de sem illas de lino p u e sto en rem o jo pizca de sal de hierbas...... masa desam argada de bellota 150 gr...... 4. Nos disponem os a am asar el p an .. levadur madre y añadim os el agu a q u e a d m ita h a sta lo g rar la con sisten cia que no se pegue en las m anos. 5.. 6 .... Mezclam os la m asa d esa m a rg a d a d e b e llo ta . 1.... Ingredientes (para 4 personas): Para los ñoki: 150 gr. 3. sal. L as h o jas d e p arra p u e sta s bajo el pan evita que se quem e o se tu este la p arte in fe rio r y tam b ié n le d a humedad...... 8 .

Seguim os el proceso del pan para la fermentación: la prim era durante 2 horas. el pim iento y el calabacín trocead os jun to con la salsa de tom ate. q u e una vez desam argada la trituram os con el agua del lino.2. si queda seca le añadim os agua o m ás gel de lino. P izza de b ello ta E sta p izza la hago los días que enciendo el horno para hacer el pan. Para la salsa. C ocin am o s los ñoki en agua hirviendo durante 2 m inutos.las hierbas arom áticas y las olivas desh uesad as al final. Servir caliente tanto los ñoki com o la salsa. A provecho el calor del horno al sacar el pan para m eter y hacer la pizza. Para la salsa ponem os en la sartén la m edia cebolla. cebollino. 7. 3.la cortam os en porciones y la rodam os en una m esa enharinada h asta obtener un canutillo de 1. que luego cortarem os en d ad o s de 1 ó 2 cm . A m asam o s bien hasta que la m asa no se pegue en las m anos. a continuación le doy la form a con el rodillo sobre una superficie enharinada y la dejo descansar hasta meterla al horno (1 ó 2 horas m ás] . 4. llantén y ortiga. A ñ adir la pizca de sal de hierbas-flores. L os sac a m o s y añadim os la salsa de tom ate: 6 . Podem os darle form a presionándola con el tenedor. '/í cebolla cortada en tiras chorrito de aceite de oliva p izca de salvia m olida Elaboración: 1. p o d e m o s añadirle una pizca de ajo o cebolla en polvo para los paladares m ás exigentes.5 cm. En este caso usam os la pasta desam argada de la bellota. A esta pasta añadim os la harina integral y la sal. Ingredientes (m in ipizza individual): Para la m asa: 200gr de la m ism a masa con la que hacem os el pan. A ñ ad o un total de 2 0 0 gr m ás p or cada pizza individual al total de la m asa del pan.si q u ed a m u y húm eda le añadim os m ás harina. Salsa de tom ate casera M an ojo de : rúcula. Para evitar el sofrito. A n tes de la prim era ferm entación extraigo los 2 0 0 gr (una bola ) y la d ejo ferm en tar aparte. 5. pam plina.

se pican las hojas silv estres y se p o n e t o d o ju n t o e n u n b o l añadiéndole un chorrito d e aceite d e oliva p ara q u e a b so r b a n y las h ie rb a s no se sequen al hornear. si q u e d a se c a p o d e m o s a ñ a d ir alg o d e agua. Dejam os reposar la m asa 1 h o ra (al n o lle v a r le v a d u r a p u e d e e sta r m ás tiempo) 3. 4. M ezclam os la m asa de b ello ta b ie n tritu ra d a c o n la h a rin a d e c e n te n o .. peste. Cortam os la m asa en b o litas y le d a m o s fo r m a d e p a lit o s a la r g a d o s o de barritas energéticas. h on go s y setas re c o le c ta d o s e n o t o ñ o .. Ingredientes: (para 10 b a rrita s) 300 gr de m asa d esam argad a d e b e llo ta 150 gr de harina d e ce n te n o 90 gr de aceite de oliva 9gr de sal de hierbas (el 2 % d e l to ta l d e h a rin a } M ezcla de sem illas de lino. Ponem os en la b ase d e la p iz z a la salsa d e to m a te . las c o c e m o s a 1 8 0 ° C d u r a n te 2 0 ó 30 minutos. . la sal y el aceite hasta obtener u n a m asa q u e n o se p e g a a las m an o s. 3. C o lo cam o s la m ez c la d e h ie rb as y c e b o lla so b r e la m a sa . 2.a ñ a d ié n d o la pizca de salvia m olida y h o rn ea m o s a 18 0 ° C p o r 10 ó 1 5 m in u to s. Barritas cru jien tes y e n e rg é tic a s d e b e llo ta C om o h em os visto. en los p an es. p iz z a s y ñ o k is m e z c la m o s la m a sa d e bellota con su m ism a can tid ad d e otra h a rin a d e c e re a l y c o n le v a d u ra m adre. Engrasamos la bandeja d el h orn o . Si q u e d a m uy húmeda añadirem os m ás harina. V ariaciones: Esta es la fo rm a de p iz z a m ás sim p le y silv e stre q u e h a g o . S e c o r ta la ce bolla en tiras finas. o b v ia m e n te podem os añadirle aceitunas. c o m o e n las galletas del bosque he logrado u sar m ás c a n tid ad d e b e llo ta q u e d e h a rin a d e ce re al y om ito la levadura. Pasamos las barritas p o r la m e z c la d e s e m illa s h a sta q u e q u e d e n bien cubiertas.q u e s o s vetales. 3.. sé sa m o y b le d o (v e r c a p ít u lo h ie r b a s silvestres] Elaboración: 1. pues son recetas q u e requieren glu ten . el secreto p ara q u e no q u e d e n d u r a s n i m u y g o m o s a s e s añadirle bastante aceite de oliva. T a n to e n las b a r rita s.2.

Podem os añadir una m ezcla de hierbas arom áticas a la masa (rom ero. orégano y tom illo]. . P uedes hacer tan tas variantes com o recetas de galletas hay. 3. hum m us de castaña.pero tam bién le van bien p é ta lo s de flores c o m o la violeta. M e zclam o s la bellota con harina y canela. la correcta cocción le da una textura crujiente a la barrita. añadim os el aceite de oliva y la m iel d e abeja. variaciones y usos: La cantidad de aceite suele variar entre Wy 1/5 parte de la harina usada. E sp o lv o ream o s un as flores de lavanda a cada galleta 4.optar por el gom asio de ortigas en lugar de la sal (capítulo hierbas silvestres) o hacer la versión "a la N avarra" donde com binam os la bellota con aceitunas en la m asa. E laboración : 1. L as ¡rocem os en el h orn o precalentado a 17 0 °C durante 20 m inutos. D e ja m o s rep o sar p o r lo m en os 2 horas y en una m esa enharinada . probam os y ajustam os el dulce. (p ara 8 galletas) 2 0 0 gr de m asa desam argada de bellota 150 gr d e harina de espelta 3 C u ch arad as de aceite de oliva 3 C u ch arad as de m iel de abeja 1 cuch arad ita de canela en polvo 2 cuch arad itas de flores de lavanda.Ideas.m eriend as y te n te m p ié en cam in atas recolectoras p o r el bosque. espaguettis de algas. Id eas.sopas y ensaladas. variacio n es y usos: L a b e llo ta co m b in a m uy bien con la canela.co rtam os la m asa en b o litas y les dam os form a con las m anos. la viborera. Ideales para desayun os.en las v e rsio n es m ás silvestres ten em os la galleta de bellota con p e dacito s d e n u eces y avellan as o b ello ta co n rom ero y pasas. si queda seca p o d e m o s añadirle m ás aceite o agua o infusión de alguna hierba. A ñ ad im o s p o r ú ltim o las flores de lavanda . Si la m asa queda húm eda le añadirem os m ás harina. 2. Adem ás. la m alva o caléndula que le dan u n to q u e original a las galletas. Ideales para acom pañar salsas vegetales. Ingredientes. Tam bién se p u e d e estirar co n el rodillo y co rtar con un m olde de galletas o con el b ord e d e u n vaso ancho.

Y a e stá n listas para comer. A ñadim os la sal y la m asa d e sam a rg ad a de bellota triturada.. Ideas. granos.. c o liflo r o c a la b a z a s y h a c ié n d o la muy líquida com o salsa p ara p la to s d e p a s ta [e je m p lo : m a c a r r ó n d e c a sta ñ a ) Tanínos Los taninos son las su stan cias q u e le d an e se s a b o r a m a r g o y s e c a n te a la bellota.. Si es para hacer croquetas. Ponemos en una sartén la cebolla y el dien te de ajo p ic a d o s con un poco de leche de avena. cereales o lasañas.. au n q ue es m ejor dejarlo hasta el día siguiente. Ya está listo para acom pañar hortalizas. . e s fá c il d a r le fo r m a y hacer unas cro q u etas ev itan d o lo s fr ito s.. 100 gr de masa desamargada de bellota 70 gr de avena en grano [previo remojo] 500ml de Agua de manantial. p ic am o s las hojas de carnicera y de bledos [plantas silvestres] y lo co cin am os p o r 10-15 m inutos. aunque se p u e d e ca len tar al v a p o r d u r a n t e 1 5 m in u t o s t a m b ié n y quedan jugosas. h ab ién d o la p u e sto en remojo el dia anterior. 1 diente de ajo 7 hojas de carnicera [conyza canadensis) 5 hojas de bledos (amaranthus blitum) 'A cucharadita de sal de h ierbas. berenjena y otras h ortalizas]. 1.. . espin illas y elim in a c ió n d e g r a sa e n la p ie l. m o le m o s c o p o s d e a v e n a . 4. 3..... gratin ad a so b re p a ta ta s.. La batim os con m edio litro de agu a de m an an tial y reservamos. V 2 cebolla. (En el capítulo de castaña vem os detallado c o m o h acer lech es vegetales caseras) 2... h a c e m o s unas bolitas de b ech am el y e n v o lv e m o s c o n el p o lv o d e a v e n a . • Cicatrizantes p o r lo q u e n o s p u e d e n ser ú tile s p a ra : ú lc e r a s de boca. ponem os esa becham el en u n a b an deja de cristal o en un menaje y dejamos enfriar y reposar unas 3 horas.Bechamel de bellota y avena Ingredientes. Tienen propiedades.. variaciones y usos: La bech am el to m a c u e r p o d e já n d o lo r e p o s a r u n d ía . Elaboración. H acem os la leche vegetal de avena.. La bech am el se e m p le a en la sa ñ a s ( c o n lá m in a s d e c a la b a c ín . Cuando esté caliente vam os añ adiendo p o c o a p o c o la leche vegetal removiendo siempre hacia el m ism o sen tido. dermatitis.

P ersonalm en te u so un a com bin ación de agua de tan in os ju n to con "jab ó n lavap latos de tan in os" y 5 gotas de aceite esencial de rom ero p ara ten er u n a c o la d a m ás reco lectora y bellotera.. n os queda el agua restante de color m arrón que contiene los tan in os y a ese agua le p o d em os dar uso de lim pieza y desinfectante. lo cual es necesario para p o d e r con su m irla. el baño.. azulejos. etc...... .. le llam arem os el A gu a de Taninos... la ducha......... y antünflam atorias.. 5 0 0 m i d e A gu a d e bellota lOOml d e alcoh ol [p u e d e ser aguardiente) 4 -5 m l aceite esencial. M u ltiu so s d e sin fe c ta n te de b ello ta.. P onem os u n vaso de n uestra Agua de Taninos en una carga de lavadora con la m itad de jab ó n u sad a com ún m en te y añadim os entre 5 y 7 gotas de aceite esen cial.hem orroides Tam bién lo usarem os para la lim pieza del hogar..... Lavarropa Sólo lo u sarem o s para ropa de color. se retira y se puede usar igual. Se m ez clan t o d o s lo s in gredien tes y se con serva en u n envase...... J a b ó n b a s e d e b e llo ta . El A g u a d e T a n in o s q u e no g u ard am o s en la nevera. Para lim p iar su elo s. p u es los taninos tiñen la ropa blanca... e n e ste c a so al llevar agen tes c o m o el alcohol y lo s aceites esen ciales p u e d e co n se rv arse a te m p e ratu ra am biente.... E n este caso.. enferm edades degenerativas y envejecim iento prem aturo de la piel.. E s aconsejable guardar este Agua de taninos en el frigorífico (si no le p on em o s alcohol] para evitar que se pudra. 1100 gr d e A ceite de O liva 3 4 3 gr de A g u a de T an in os 1 4 7 ........ frigorífico. los tan in os com plem entan la acción de lim p ieza del jabón ...• • • Astringentes-diarrea..... Se d iluy en u n p ar d e c u ch a rad a s o u n ch o rrito de la m ezcla en u n litro de agua caliente.. A n tioxid antes -cáncer. D e sp u és de haber desam argado la bellota... tien d e a p u d rirse y a oler m al.. aún y to d o suele h acerse un p o co de m oho en la capa superior......5 gr d e S o sa ..

1 Litro de Agua de bellota 150gr de jabón rallado 4m l de aceite esencial d e lim ón u o tro cítrico Aqui usam os un jabón com o p o r e je m p lo el ja b ó n b a se q u e se detalla en este capítulo o algún otro jabón q u e e lab o re m o s en casa. retirad o del fuego se añade el aceite de hipérico. las cu ch aras. m an zan illa p o r e je m p lo . c u a n d o so lid ifiq ue. rem o v ie n d o constantemente [podemos ayudarnos de una batidora]. D u ra n te to d o el proceso que haya sosa. C u a n d o tiene la te x tu ra de una crema algo espesa. Al cabo de uno o d os días.Esta fórmula está hecha para un envase d e 1 4 0 0 gr. m oldes y menajes donde se trabajan han de ser p lástico s o de m adera. tam bién la rop a en la lavadora. cortamos en piezas y las d ejam os rep o sa r e n v u eltas en algun a tela durante 1 mes. [Para que no se v o latilice} b e llo ta e h ip é ric o p ie le s se n sib le s: 175gr de jabón base llOgr A gua de T aninos 15gr de A ceite d e H ip érico Se ralla un jabón base [ejem p lo. R em ovem os hasta tener una pasta hom ogén ea y al b ajar la te m p e r a tu r a la e n v a sa m o s y ponemos el aceite esencial. añ ad im o s la so sa al agua de taninos y dejamos que baje la tem peratura a m en os d e 6 0 ° C . la vertim os en un m olde en g rasad o co n p o q u ito aceite para que no se pegue. la receta se puede reescalar. Siguiendo la receta de cu alq u ier jab ó n e lab o rad o co n sosa caústica nos protegemos con guantes y gafas. el d e b e llo ta ). es el tiem po que dem ora en evap orar la sosa. C a le n ta m o s el aceite de oliva. sacam o s del molde. y cuando el aceite y la sosa esté a la m ism a te m p e ratu ra [entre 30° y 60“C] echam os el agua con sosa sobre el aceite. S e d isu elv e el jabón rallado en el agua de bellota. para lo cual es n ece sario calen tarla. . Jabón lavaplatos de taninos: Para lavar los platos. E sto se llam a so b re e n g ra sa r el ja b ó n y es una técnica para que salga un ja b ó n m ás su av e e h id rata n te . Muy agradable p ara el c u e rp o y p a r a la m en te. se evitan las herram ientas m etálicas. P u e d e añadirse alguna gota de aceite esencial. se c o lo c a al b a ñ o m aria en un recipiente con el agua de tan in o s y c u a n d o e sté t o d o d isu e lto .

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f i-1 íi s ropiedades La castaña es el carbohidrato del bosque. Una de esas reuniones es lo que hoy en día conocemos com o Magosto. El potasio controla la . ni de los )eneficÍos de su fruto. Desde el m undo antiguo fueron recolectadas para uso inmediato o conservadas secas. los cuales son absorbidos por el organismo lentamente manteniendo los niveles de azúcar equilibrados y quitando la sensación de hambre por mucho tiempo. La castaña junto con la bellota perdieron protagonismo a partir del siglo XVII. Cuenta con nutrientes reguladores como el potasio. Hoy en día no recordamos que hablasen de su carácter nutricional. al pie de los árboles que los alimentaban en contacto con la naturaleza. Esta iesta marcaba el comienzo del mes de samodios. Su origen está anclado en la antigua fiesta de Samhaín.Agode historia. que se celebraba en la una llena que ocurre entre finales de octubre y principios de noviembre. uno de luz y otro de oscuridad)... siendo su contenido en grasa similar al de los cereales [alrededor de un 3%] y muy inferior a la de otros frutos secos. los pueblos celtas celebraban la vida en el bosque. veían un buen soporte para el cultivo de viñas. (Recordemos que el calendario druídico celta dividía el ciclo anual en dos meses. extendieron el uso castaño para cultivo que al igual que el roble. Es un alimento rico en carbohidratos complejos. los folatos y el hierro. indica el in del verano e inicio de un nuevo ciclo. Casi la m itad de su peso es agua y su elevado contenido en fibras evita el estreñimiento. A diferencia de los romanos que adoraban sus dioses o estatuas en templos. Es uno de los frutos secos con menor contenido calórico. que durará hasta la fiesta de la primavera (o fuegos de Beltane) con la que se da entrada al mes de giamonios o de la luz. con la llegada de la patata y maíz americanos. las pilongas. o época de la oscuridad. Los castaños (Castanea sativa) pertenecen a la misma fam ilia que los robles y las hayas. se da fin a las cosechas y se almacenan provisiones para el invierno. para hacer harina. Los romanos al expansionarse por toda Europa. Es un árbol nativo de las regiones templadas del hemisferio norte Desde el Paleolítico el fruto de la castaña se convirtió en una de las bases de a alimentación de las personas..

.. Para sacarles la segunda piel bastará con remojarlos 5 minutos en agua caliente y será facilísimo quitarla.. . El hierro es necesario para la formación de hemoglobina en la sangre y prevenir anemias.... al igual que la bellota entre los m eses de septiem bre y diciembre. Al entibiarse tanto la cáscara com o la piel sale m uy fácil.... Pelamos las castañas y las dejamos en remojo toda la noche. muy nutritiva y fácil de elaborar... Lo más cóm odo es partirlas por la mitad... trufas o recetas donde no necesites la castaña entera.. Se trata de una leche vegetal cruda.. 2... Para este tip o de preparados son mejores las castañas grandes.. A ntes de usarlas las ponemos 5 minutos en agua caliente o las escaldam os para que la segunda piel marrón salga de form a sencilla.. también es necesario para la síntesis de proteínas y convertir los hidratos de carbono en glucógeno.. Preparando castañas Las castañas las recolectam os en el otoño......... Conviene guardarlas con cáscara para su conservación.. las pelarem os y dejaremos en remojo toda una noche o por 12 horas. con cáscara y tod o y cocerlas por 10 ó 15 minutos...retención de líquidos y evita la hipertensión... Si vam os a usar las castañas en crudo como en algunas de estas recetas que siguen..... Trituramos las castañas con agua de manantial limpia hasta que no queden trocitos... Esta form a es m ás rápida para los purés.. Ingredientes (para litro de leche): 120gr de castaña (12 castañas] litro de Agua de manantial 1 cucharada de miel Canela al gusto Elaboración: 1.. sopas. Leche de castaña . Las m ás chiquitas las uso para cocer..

Lavamos los garbanzos germinados y los trituram os junto con los restos sólidos de la leche de castaña. Este procedimiento para elaborar leche vegetal se puede aplicar a otros frutos secos o cereales. Agregamos la sal al gusto. pimentón dulce 3 cucharadas de aceite de oliva Elaboración: 1. Hummus de castaña Se trata de un hummus versión crudo y cambiando el tahini (salsa de sésamo por los restos sólidos de la leche de castaña. Colamos la mezcla con un colador. Al igual que la canela. Puede servirse en caliente también. variaciones y usos: Para consumir con barritas de bellota. y podemos hacerla más líquida poniendo 120 gr de fruto por litro de agua. apio. lienzo o bolsa para leches vegetale Guardamos los restos sólidos para otras preparaciones. 4. aceite de oliva."crudités" Acompañamiento ideal de ensaladas. cereales y hortalizas . Ingredientes: 150gr de garbanzo germinado Afrecho o restos sólidos de la leche de castaña (70gr) Rama de apio. Si está muy denso y la batidora no tritura. variaciones y usos: Ideal para desayunos y meriendas acompañado de café de bellota o harina de algarrobo (que es un producto local y sustituye al cacao). sobre pan o con palitos de verduras crudos. ajo. batidos de flores o frutas y otras recetas que requieran de una leche vegetal. Servir en frío Ideas. 3. Ideas. podem os ajustar de aceite o añadir el agua que admita la mezcla para que quede una pasta cremosa y densa. La cantidad de fruto por agua varía con el gusto: con 120gr de castaña y V z litro de agua obtenem os una leche espesa. Podemos usarla tam bién para hacer bechamel crépes de hierbas. esta leche agradece que le añadas jengibre y nuez moscada para darle un toque especiado. Servir con pimentón dulce espolvoreado. diente de ajo pizca de sal de hierbas.3. Serv'imos en una jarra o vaso y añadimos canela y miel al gusto. 2. ^ 4.

cocidas al vapor. Hay otra versión de este hummus donde se combina ia castaña con un tahini casero y omitiendo el garbanzo. El tahini casero lo elaboramos moliendo las semillas de sésamo y triturándolas con aceite de oliva. Este hummus se conserva en la nevera durante 3 ó 4 días. Con los restos sólidos de la castaña también podemos elaborar patés o salsas: 1. Colocamos los restos sólidos en un bol y mezclamos con; aceite de oliva, sal de hierbas o algas, aceitunas deshuesadas y cortadas finamente, hierbas aromáticas molidas,etc... 2. También podemos hacer una salsa dulce donde mezclaremos los restos de la leche vegetal con especias, frutas deshidratadas, miel, etc....

Queso untable de castaña
Ingredientes: (para 2 personas) 150gr de castaña ( aprox. 15 unidades) 150ml de agua de kéfir o agua enzimática de centeno (ver detalle al final de este capítulo) cucharadita de sal de hierbas 1 cucharadita de levadura de cerveza 1 diente de ajo chorrito de aceite de oliva pizca de pimentón Elaboración: 1. Usamos las castañas en crudo al igual que la receta anterior peladas y remojadas toda la noche. 2. Batimos la castaña con el agua de kéfir o de centeno durante 2 nainutos o hasta que quede una masa espesa bien homogénea. 3. Lo ponemos en un paño para quesos sobre un colador y seguimos las indicaciones del apartado. “Quesos y yogures con nuestro probiótico" del final de este capítulo. 4. Después de fermentado colocamos la masa en un bol y añadimos la sal de hierbas, levadura de cerveza(opcional), ajo bien picado, un chorrito de aceite y removemos a mano hasta conseguir una pasta homogénea. 5. Decoramos con pimentón dulce y servimos o envasamos en un tarro de cristal.

Ideas, variaciones y usos:

Para untar en panes, barritas y galletas saladas. Ideal p ara acom pañar espagueti de algas, bechameles, pizzas de bellota, h am bu rgu esas vegetales y ensaladas Variaciones; • queso a las finas hierbas con rom ero, orégano y otras arom áticas. • queso con perejil picado y ajo • queso verde añadiéndole la clorofila de un zu m o de hierbas silvestres. • queso "alimonado" con extracto de acedera (ver cap ítu lo hierbas silvestres)

Crema instantánea otoñal
Ingredientes (para 2 personas): 10 castañas, 50 gr de uva p asa en previo rem ojo 100 mi agua de manantial del rem ojo de las u vas pasas, pizca de canela Elaboración: 1. Usam os las castañas en crudo al igual q u e la receta anterior peladas y remojadas toda la noche. 2. Batimos las castañas añadiéndole el agua de rem o jo de las p asas poco a poco lasta obtener una textura hom ogénea de crem a. A gregam o s la canela y la mitad de las pasas m ientras batim os. 3. Servimos en un bol junto con el resto de la u v a p a sa q u e m ezclaremos a mano. Ideas^ variaciones y usos: Esta crema vegetal la podem os elaborar con b ase de o tro s fru to s secos como avellana o nuez. Tam bién podem os endulzarlo co n m iel o alguna o tra fruta seca orejones o ciruelas). U ntado com o m erm elada sobre p an es o tostadas en el desayuno o en la merienda. A m o d o de crem a so b re galletas, p astas dulces de íellota, bizcochos o acom pañando otras fru tas h acien do el p arfait detallado a continuación:

Parfait de castaña
"Parfait", por no decir perfecto, es una com binación de fru tas y helado o crema dispuestas en capas claramente visibles y servido en vasos alargados. Ingredientes: Fruta de tem porada, C rem a de castaña

Elaboración: 1. Colocamos una capa de fruta de temporada en rodajas, puede ser la pulpa del caqui (en este caso sin rodajas] y a continuación una capa de crema de castañas. 2. Repetimos el proceso hasta llenar la copa poniendo fruta en la última capa. Nota: En este tipo de postre la crema de castaña debe estar bien densa para que no caiga sobre la fruta y se puedan distinguir las capas .

Tarta cruda de castaña y ca^^ui
Se trata de una tarta muy otoñal, de base muy finita hecha con castaña y relleno de caqui y especias.
In gredien tes (p ara 4 raciones):

para la base: 200gr de castaña pelada y en previo remojo 15 gr de semilla de lino remojado en poca agua pizca de canela, 2 cucharaditas de miel para el relleno: 4 caquis maduros 1 ó 2 cucharaditas de jengibre, nuez moscada y canela molida Elaboración: 1. Lavamos y pelamos los caquis. En un bol los machacamos, con ayuda de la cuchara, y las especias. Reservamos. 2. Trituram os las castañas con el poco agua de remojo del lino. Si no tenemos una batidora potente nos ayudamos moliendo previamente las castañas en un molinillo eléctrico y añadiéndolo a continuación a la batidora. El hecho de remojarlos durante una noche ayuda al proceso. 3. Añadim os la miel para ir formando una pasta, que extenderemos sobre un m olde para tartas, creando una base fina ( 1-2 cm de grosor' 4. Agregamos el relleno de caqui con especias y dejamos en la nevera 1 hora para que cuaje. 5. Servir y disfrutar Ideas, variaciones y usos: M uy nutritivo para desayunos y meriendas, acompañado de leches vegetales. La miel puede sustituirse por alguna fruta seca (higos secos, por ejemplo] Podemos usar com o relleno cualquier otro puré de fruta de temporada, fruta cortada en

. variaciones y usos. previamente cocidas en otro agua.finas láminas superpuestas con la m ou sse de algarroba y lavanda (capitulo hie aromáticas] o mermeladas. aunque yo lo prefiero de la forma más man posible. A d em as de apio. Si el caqui se desh ace y queda muy liquido se p ^ í dar un toque con la batidora. parecido al de patatas. No es recomendable para h ip erten sos y si te sabe m uy salado puedes combinar mitad agua dulce. son calorías "vacías' .. Ponem os a hervir en la cazuela con agua de mar. m inerales y vitaminas . cebolla . Es un puré denso. En el hummus los usg ambos en crudo y en este puré los cocino en agua de mar. Ideal p ara acom pañar verduras hechas al vapor. Agua de mar (ver recolección y beneficios en el capitulo Algas] E laboración : 1. Puré de castaña y agio La castaña y el apio son buen os com pañ eros culinarios. 300gr de castaña pelada y cocida 5 tallos de acelga. panes y otros alimentos industrializados son perju d iciales p ara la salud.pues al procesar industrialm ente los gran os se p ierd e un gran porcentaje de su contenido en ácidos grasos in satu rad os. C on servar en la nevera. p u ed e añadirse brócolia este puré y queda muy agradable. 3 ram as de apio. apio y cebolla. vitam in a E. Ingredientes (para 2 personas). o calabaza con algas. 2. Cuando ya están las verduras cocin adas añ adim os las castañas peladas. p ero m uy sab ro so al hacerlo con agua de mar. La harina blanca refinada casi no contiene vitam in as ni m inerales. Picamos bien los tallos de acelga. ajustam os el agua y servim os. Ideas. A p ag am o s el fuego y trituramos hasta quedar textura puré. Este tipo de tartas son de elaboración rápida y para ser consumidas e margen de un día pues pierden propiedades. m itad agua m arina. Para d e corarlo b asta con servirlo con un hilito de aceite verde de m entastro y espolvorear g o m asio de ortigas pero hecho sin sal ¡Para no pasarnos de sodio! M ACARRÓN alternativo de C A S T A Ñ A Se sabe que las harinas refinadas con las q u e están h ech as las pastas.

Trufas de castaña In g re d ie n tes (p a ra 12 tru fas). U n a dieta deficiente en vitamina B da paso a las “enferm edades deb ilitan tes": obesidad. diabetes. n uez m oscad a) 2 c u ch a rad ita s de m iel d e abeja [opcional) n u e z m o lid a p ara esp olvorear E la b o ració n : 1. canela. salsa de m elisa. Ingredien tes. p e sto silvestre. 2 0 0 g r d e c astañ a co cid a y pelad a 1 cu ch a rad ita d e e sp e c ias m olid as (jengibre. Id e a s. U n a v e z p e lad as las servim os en el plato con nuestra salsa favorita.etc. un a in fu sión o u n s o rb e te d e h ie rb a s aro m áticas. S e trata de u n p o stre m uy fácil y d ivertido . 3. M a c h a c a m o s la c astañ a co cid a. v a ria c io n e s y usos: C o m o te n te m p ié o m erie n d a a c o m p a ñ a d o de u n batid o de flores. q u e tam bién actúa com o agente de m aduración una vez m olido el trigo. C o c e m o s d uran te 10 ó 15 m inu tos las castañas partidas p or la m itad para lu eg o p elarlas fácilm ente.. 2 0 0 g r de castañ a por persona Salsa d e tu elección E lab oración : 1. con ayuda de un m ortero o m olinillo elé ctrico . paté de algas. F o rm a m o s b o lita s c o n las m an o s y las h acem os rodar sobre la n u ez m olid a p a r a fo r m a r tru fitas. la produ cció n de trigo m ás com ercial va rociada de funguicidas. P uede ser salsa d e to m ate.. etc.. Si se quiere m ás dulce se añade la m iel. 2.del g ru p o B. 2.in secticid as y p esticidas y para blanquear la harina se utiliza el ó xid o d e cloro. A d em ás de eso. h orm on as. P o n e m o s en u n b o l con las e s p e c ia s . intolerancia al gluten. A n te esto solo p u e d o decir. 'T o m a castaña!" P od em os su stitu ir los m acarrones y otras pastas por castañas que quedan m uy ricas servid as en un plato hon do con una buena salsa. alergias y asma..

.. diurética y un regenerador cap az de prevenir m uch os trastornos. ponemos 3 cucharadas del kéfir en un recipiente de cristal limpio con 1 litro de agua de manantial [que no sea clorada] y 3 cucharaditas de azúcar integral....... nutritiva y muy sana... Hay dos form as básicas: Kéfir de agua:. sésam o.. 2. Agua Elaboración: 1. 3.. Si lo tomamos a las 24 horas hace efecto laxante.etc......... La bebida resultante es muy depurativa...... lOOgr de centeno... Es de fácil y rápida asimilación.. lavam os el envase y empezamos con el cultivo nuevam ente..... 4. Limpiamos bien los gránulos de kéfir con agua sin cloro. Agua enzimática de centeno germ inado Ingredientes. Se presentan en gránulos traslúcidos y sueltos.. com o avellana o seniilla^j"' girasol... Ponemos el centeno en rem ojo tod a una noch e p ara iniciar su proceso de germinación..... p u es el ácido carbó n ico aum enta cada día y no conviene taparlo herm éticam ente..... produciendo u n a b ebida refrescante. Hay personas que añaden 1 higo seco y medio limón............. Se puede espolvorear con sem illas de lino... ° ElaDorar probiótícos caseros (para cjuesos y yogures vegetales) Podemos elaborar los probióticos para prod u cir n uestros quesos y yogures vegetales en casa. bledo (ver capít hierbas silvestres}... Podem os m ezclar la castaña a partes iguales con I otro fruto seco estacional que le aporte aceite... teniendo en cuenta que cada día se vuelve u n a b e b id a m ás carbonatada.................. Colamos el agua y lo tom am os o lo en vasam os y gu ard am os 1 ó 2 días. Dejamos fermentar 48 horas. El kéfir de agua o tibicos son un cultivo de bacterias y levaduras que consumen azúcar para su desarrollo.. panela o miel... Para preparar este agua: 1... 5...para hacer con los niños. Tapamos con una tela de algodón. . no m ás de 72 h oras [2-3 días].

P on em os el centeno en un tarro de cristal de boca ancha en cuya boca co lo ca m o s u n lienzo de tela o una tela tip o "gasa" atada con una goma. C o lo c a m o s u n p a ñ o tip o gasa sobre u n colador y éste a su vez su jetad o en u n m en a je . A l ca b o de 2 4 horas.2. co lam o s el líquid o y ya tenem os listo nuestro agua con probiótico h e ch o d e cen ten o del país. 2. tap am o s con la tela d e lo s b o r d e s n u e stro q u e so y p o n e m o s un p e so encim a del d iám etro d el . avellana.2 boles. Ya e stá listo p ara servir o se g u ard a en la nevera no m ás de 2 días.. T r itu r a m o s b ie n el fr u to seco co n el agua.b o l o envase. 1. D e ja m o s el tarro de cristal b o ca abajo que escurra el exceso de agua y bien ven tilad o. al m over el tarro verem os que el agua hace pequ eñ as b u rb u ja s. 3. 7. u n colador. 4. L av a m o s lo s gran os 2-3 veces al día y dejam os que escurra. tapam os con un a tela de algodón a m arrad o c o n go m a y d ejam o s actuar. N o ta : Para v olver a u sar este centeno germ inado.ayudán donos de u n a esp átu la p u e s se h a rá u n a m a sa d en sa y a veces se p ega a los lados del vaso d e la b atidora. 3. colocam os los granos de centeno en un frasco d e crista l b ien lim p io co n 7 50m l de agua. etc. 5. sem illa d e giraso l. Yo u so u n escu rreplatos en cruz donde coloco tod os los frascos de lo s d istin to s gran os a activar o germinar.] y 3 0 0 m i de agua de kéfir o agua enzim ática de centeno. que dependerá de la tem peratura y la e sta ció n del año (3-4 días). tela tip o g asa . nuez. V e r te m o s la m e z c la d e q u e so so b re el p añ o tip o gasa. colocam os en un frasco de cristal ta p a d o c o n u n p añ o d e algo dón y d ejam o s reposar a tem peratura am biente d u ra n te 1 2 horas. lo dejarem os descansar durante u n d ía sin su m ergirlo en agua y p o d e m o s volver a em pezar con el proceso. 6 . A la m añ an a siguiente escurrim os el agua. T r itu r a m o s b ie n el fr u to seco con el agu a. lavam os los granos bajo u n chorro de agua u san d o u n colador. C u a n d o em p iece a salir el brote. Q u e s o : N e c e sita r e m o s 1 50 gr d e fru to seco en previo rem ojo y 150m l de agu a d e k é fir o ce n te n o . Q u e s o s y y o g u re s ve ge tale s con n iiestro prob ió tico Y o g u r (p a r a 4 0 0 g r ): N e c e sita rem o s 100 gr de fruto seco (castaña.

a p o d e r ser orgánico y qu e n o haya sid o so m e tid o a tr a ta m ie n to s q u ím ic o s..] ° ^ Hazte tu bolsíta de eches vegeta es L as b o lsa s d e a lg o d ó n sirv en p ara h a c e r las le c h e s v e g e ta le s. 1. p im e n tó n . 3. T e n em o s n u e stra b o lsa lista p a r a u sa r y fá c il d e lim p iar. etc. S a c a m o s la m a sa d e l p a ñ o . aceite. . el inferior y el lateral.co la d o r (u n b o l o u n a ja rra d e a g u a}. D e e sta fo r m a v a e sc u rr ie n d o el de agu a a trav é s d el p a ñ o y se p r e n sa en q u e s o . D o b la m o s p o r la m ita d (d e l la d o d e 3 0 c m ] y c o s e m o s d o s lad os.ajo y cern *' p icad a. e x p rim ir clorofilas y z u m o s v e rd e s. 4. D e ja m o s fe rm e n ta r el q u e so e n tre 12 y 18 h o ra s. la c o lo c a m o s e n u n b o l y a ñ a d im o s los ade m e z c lan d o a m an o (sa l d e algas. h ie rb a s a ro m á tic a s.p ara fe rm e n ta r q u e s o s v e g e ta le s o p a r a lo s g ra n o s germinados N e ce sita rás: u n p añ o de te la d e lin o o a lg o d ó n n a tu ra l. C o r ta m o s u n rec tá n g u lo d e te la d e 3 0 x 2 0 c m . 2.. 5.

leroas si vestres .

Recomenaaciones Para recolectar e s im p o rta n te e v ita r e n t o r n o s u r b a n o s .¿Porqué consumir níeroas sí vestres? Porque som os n aturaleza y a sim ila m o s la n a t u r a le z a .sab id u ría y p r o t e c c ió n . v ib r a m o s co n ella y Ij reconocemos. A l c o n su m irlas ellas nos confieren esa fo rta le z a. p o r esta raz ó n c o n su m ir las p la n t a s q u e c r e c e n d o n d e vivim os nos va adaptando de fo rm a física y a n ím ic a a n u e s t r o lu g a r d e r e sid e n c ia u origen. De hecho se n ota al tac to q u e so n m á s fib r o s a s y f u e r t e s . La recolección no es signo d e p r e c a r ie d a d . v ita m in a s y minerales. ú n ic o s y d is t in g u id o s . g u sto s e x q u is ito s . D urante m uch o tie m p o se c o m b in ó la a lim e n t a c ió n c o n c u lt iv o s y la alimen­ tación silvestre. R e c o rd e m o s que las plantas a b so rb e n y c o n c e n tra n lo s t ó x i c o s d e s p r e n d i d o s a s u alrededor. lu gares in d u str ia le s d o n d e lle g u e n h u m o o e l g a s ó le o d e coches e industrias. zo n a s g a n a d e ra s o d o n d e h a y a p r e s e n c i a d e a n im a le s d o m éstico s)' entornos a gro in d u stria le s d o n d e h a y r e s id u o s d e p e s t i c id a s . evitar las h o ja s e n fe r m a s o m a r c h ita s. ese es u n e q u ilib rio al q u e d e b ié r a m o s a sp ir a r . Existe un facto r in teresan te y e s q u e la s p la n t a s a b s o r b e n u n r a stro tóxico dci ambiente y del su elo al q u e p e rte n e c e n . Y a u n q u e se crea que la cocina p rim itiv a lo era d e s u p e r v iv e n c ia o d e a p u r o s . c e r c a n ía s d e carreteras y autop istas. Las verduras silvestres tien en m e jo r c a lid a d b io ló g ic a . ta m b ié n se advierte que las plagas o lo s in se c to s fitó fa g o s n o le s a ta c a n t a n t o . N a c e n e s p o n t á n e a m e n t e a d a p t á n d o s e a las condiciones especiales y al m edio. A s í e s c o m o funciona la hom eopatía. E l m o m e n to ideal de recolección es an tes d e la flo ra c ió n . Si se obser\'a un análisis n u tric io n a l d e u n a p la n t a s ilv e st r e y o tr a cultiv ad a resalta que la prim era tiene m ay o r c a n tid a d d e m a c r o n u t r ie n t e s . . Adem ás de las c a r a a e r ís t ic a s d el lugar. se d e b e d e t e n e r e n c u e n ta la calidad de la planta. n u tr ic io n a l y más vita­ lidad que las cultivadas. la s m o rd is q u e a d a s por insectos y c o n su m ir siem p re las h o ja s o b r o t e s m á s t ie r n o s . Es una form a de vin cu larse c o n la tie rr a e n la q u e v iv im o s . c o n v ir t ié n d o s e e n in fo rm ación útil para el sistem a in m u n itario d e q u ié n las c o n s u m e . lo e s en cam bio de sabores delicados. e s u n a f o r m a d e llev ar a cabo las prácticas de "co n su m ir lo lo cal y te rr ito r ia l" q u e p r o p o n e la so b e r a n ía alimentaria. p o r ello e s q u e o fr e c e n lo s n u t r ie n t e s y agentes de protección que los seres del e n to r n o ( ta n to p e r s o n a s c o m o a n im a le s ) necesitan.

i N o s ven d rá bien te n e r cu id ad o con el reconocim iento de plantas y c o n su m ir sólo las q u e e sta m o s seg u ro s de identificar. úlceras. p o r eso si e stá s in icián do te en el m u n d o de la recolección vale probar las p lan tas p o c o a p o c o p ara ir sab o reán d o las y verificando sus efectos. es recuperar m uchos años d e d esco n e x ió n entre el hom bre y su entorno.etc.Tom ada internam ente se u sa co m o e x p e cto ra n te p ara catarro s y otras en ferm ed ades pulm onares.p ara tratar anem ia y diabetes. en m árgenes de cam in os y es in dicadora de terrenos deficientes en fó sforo. sod io. calcio. E s u n gran a n tio x id a n te u sa d o en p rev en ció n d e cánceres. vitam ina A.h em o rro id es. en problem as renales. c a m p o s y a lo largo de las carreteras. hierro. Poco a p o c o n uestra vida se irá abriendo a tod a la riqueza que n os rodea y sen tirem o s los beneficios d e aquellos que navegan del lado de la naturaleza. p o r e so una plan ta de ortiga. E ste cam ino de recon exión con el m u n d o n atural será firm e y duradero si lo recorrem os con p aso s segu ros y p e qu eñ o s..es antiinflam atoria p o r lo q u e su ju g o se u sa para cicatrización de h eridas. antes de la floración. y o d o y azufre. Es aperitiva.en tre el césp ed. . fiebre.picaduras d e in sectos. p o r ejem plo. la h u m ed ad y el tip o de suelo que tam bién afectan a las p lan tas. B erro (N a s tu rtiu m o ffid n a le) E s u n a plan ta acuática que vive en lugares h ú m e d o s. ingerido. C o m o "z u m o verde" lim pia la sangre y elim ina m ucosas.quem aduras.H ay fa c to res c o m o la luz. cosech ad a en un lu gar o ’ í '^■¡at­ e n o tro p rese n ta rá valores y calidad biológica diferente. L a to leran cia d e las p lan tas silvestres no es igual en to d as las person as. afec­ cion es h epáticas. Las hierbas silvestres^ sus características brevemente M ile n ram a (A chillea millefoliiim) C re ce en bosq u es p o co densos. Se recog en en prim avera. L o s tallo s florales se recogen entre ju n io y julio. A d en trarse en el m u n d o d e la recolección. antibiótica. L as h ojas son ricas en m ucílagos y raninos astringentes. d o lo re s d e estó m a go . T am bién p o d e m o s usar el ju g o fre sco d e m ilen ram a co m b in ad a co n el b erro y otras hierbas o arvenses de n u estro h u erto p ara h acer un "z u m o verde" o extrarto fresco que. p o tasio . actú a c o m o tó n ic o p rim averal para las m u co sas crónicas de los pulm on es. El ex tracto o clorofila de la planta se u sa com o catap lasm a para tratar ú lce ras y fo rú n c u lo s o ladron zuelos. R ico s en v itam in a C .. Si co n su m im o s una planta d u ran te u n tie m p o y v e m o s q u e nos afecta o que ten em o s sín tom as digestivos in usuales se d eb e su sp e n d e r su ingesta. L lan tén m en or (plantago lanceolata) C rece en lugares húm edos. su d orífera y restaña hem orragias internas y extern as.

también en infusión para mascarillas facíales. . calcio. Se encuentra en cam pos cultivados. Se emplea en agricultura para hacer purínes o maceraciones de la planta. Tomada en infusión prom ueve la digestión. que crece en praderas. En esta zo na del norte de la península ibérica las hojas están disponibles to do el invierno. que impide la asimilación de otros minerales ocasionando deficiencias y daño en el riñón. cerca de las casas y bosques. A . bordes. y si la ° nos pica. sopas o acompañando o tras verduras.bosques y prados. en magnesio. A l ser rica en cobre.los cuales desaparecen al hervirlas. pueá incrementa el número de glóbulos rojos y disminuye hemorragias. Las hojas tienen pelos urticantes. Es diurética. Es rica en vitaminas A y C.aunque su estación óptima es la primavera. hierro y ácido salicílico se emplea en casos de anemias.astringente y tónica.en verrugas y corno tratamiento facial para tratar im purezas de la piel. Cuando la hoja de acedera es tierna puede confundirse con el Aro (Anm italiam). Es una planta que debe de tomarse co n m oderación pues tiene un alto contenido de ácido oxálico. planta que contiene cristales de oxalato cálcico y el sólo hecho d e morderla da la sensación de pinchazos desagradables en la boca. cam pos sin cultivar. Crece en prados. fósforo. al igual que las espinacas.C y E. Acedera (Rumex acetosa). Es aconsejable recolectar las sumidades más jóvenes. basta con frotarse con hojas de mentastro en la zona afecta ap aliviar el escozor. Rica en vitamina A y C. Ortiga (Unica dioica): Es una hierba perenne. Tomado el jugo o clorofila es depurativo.dándoles vigor.que se pulveriza en hortalizas.Diente de k6n(Taraxaciim offirínale). •j Normalmente crece cerca del mentastro (M e n th a suaveolens). Las hojas se recogen antes de la floración lo s botoncitos de las flores durante la prim avera y las raíces después de Ij floración (otoño). Las hojas machacadas o aplicadas en ungüento para heridas y quemaduras. hierro y potasio. Las rale e s tostadas son un buen sucedáneo del café.Tiene vitaminas del c o m ple jo B. Florece casi to d o el año.potasio y calcio. Se aplica el jugo de la planta en emplastos para glándulas hinchadas. Podemos consumirla cruda en ensaladas.bords de caminos. márgenes d e caminos y orillas de riachuelos.elimina toxinas p o r su acción diurética. Tópicamente se emplea el jugo de la hoja para eliminar caspa y vigorizar el cabello. previniendo enfermedades y sobre todo actúa sobre el pulgón. aliñar con su extracto las ensaladas para sustituir el limón y hacer salsas. La decocción de la planta ayuda a dism inuir el nivel de azúcar en sangre.

Vive en lugares sombríos y prefiere suelos húmedos y bien drenados. Rica en potasio y silicio. La semilla. Las hojas están disponibles desde finales de otoño hasta la primavera.por lo cual no se aconseja tomar grandes cantidades pero paralelamente se considera expectorante y fortalece tanto vías respiratorias como pulmones. es una hierba presente en tierras de cultivo. Usada en inipis o cabañas de sudoración pues es eficaz para catarros y resfriados. diuréticas y vermífugas. Florece en verano y otoño.jardines y tierras de cultivo. lo cual recuerdan a las espinacas. oriunda de Europa y considerada invasiva en campos. El té de las raíces hervidas se usa para tratar irregularidades menstruales. Todas las violetas son comestibles. El jugo de la planta se usa también como repelente de insectos. Pamplina (Stellaria media) Es una planta anual. Por sus taninos es astringente y antidiarréico. pero si se recolecta en tierras con mucho nitrógeno.que es negrita.Bledos (Am aranthus blitum) Originaria de América.sobre todo campos abonados con fertilizantes químicos. Gastronómicamente se usan las hojas tiernas hervidas. el Amaranto o Kiwicha es altamente resistente al herbicida glifosato. lo cual está relacionado con algunos problemas de salud. También la encontramos en centros urbanos. zonas sombrías y húmedas. trufas de castgaña y barritas de bellota junto con otras semillas como sésamo o lino. Hierba carnicera (Conyza canadensisj Es una planta anual originaria de Canadá. también tiene propiedades antireumáticas. usados en ensaladas cuando son jóvenes. elaborando ungüento o en forma de cataplasma. . Crece en bosques. buen sustituto del puerro.se usa el tallo y las hojas. Hoja de violeta (Viola spp). Tiene un alto contenido de proteina y es rico en vitamina C y B l. se recolecta. Se emplea como cereal en sopas o decorando panes. Se usan las hojas crudas o cocinadas a modo de espinaca. Tópicamente se puede usar para curar heridas. el bledo puede concentrar nitratos en las hojas. Las hojas tienen saponinas .las hojas se consumen en "zumo verde”.son antiinflamatorias. por eso ciertas multinacionales convierten este alimento rico en proteínas en una mala hierba a ojos de la industria alimentaria. crece en terrenos de cultivo y la vemos a menudo en los márgenes de caminos.usando su jugo. En Latinoamérica. Ricas en ácido salicílico que las hacen sodoríficas. cocidas como verdura o acompañamiento por su delicado sabor a cebolla. tónicas. Ajo silvestre (Allium triqiietrum). en ensaladas o cocinadas.buenas para el hígado y ayudan a tratar todas las enfermedades del pulmón. puesto que impide la utilización de maquinas procesadoras de semillas tratadas genéticamente. se deja secar y con un tamizador se separa muy bien. Ninguna planta de este género es venenosa. Para ellos representa una seria amenaza para la explotación industrial de la tierra.

.Colleja [bilenevuigamj. rugosas y con vellosidad muy densa.. a pie de muros y en el jardín de m i casa.. expectorantes. Es un buen remedio anticancerígeno pues posee antioxidantes. v_ici. que ayuda a expulsar gases del intestino.... El llantén menor (Plantago lanceolata) y el berro (Nastiirthim offidw> son mucilaginosos. también cocidas. antiespasmódicas. flavonoides y ácidos grasos Omega-3.. es decir. Es una hierba perenne que se encuentra en lo s bosques poco espesos.. también s e aplica en picaduras de insecto pues tiene propiedades antiinflamatoriai. iieroazaies y márgenes de caminos. Estimula el apetito y el metabolismo e n general.. E s febrífugo. Lamilenrama (Achillea millefolhim) es una planta vivaz con un alto contenido e n calcio y propiedades antiinflamatorias. Se comen las hojas o brotes más tiernos en ensaladas. pues es una hierba que contiene saponinas y el hervor deteriora dicha sustancia. Llegó de Sudáfrica y es una e s p e c ie considerada invasora que desplaza y compite con la flora local. estomacales. calmante y bactericida. En cocinase usan los frutos maduros como salsa y las hojas carnosas se usan para h a c e r chucrut o patés vegetales. Tiene propiedades tónicas. antisépticas y astringentes. Mentastro (Mentha suaveolens). potasio... . sudoríficas. Es una hierba de la familia de las labiadas muy común en lugares húmedos. Tradicionalmente usado en Galicia para cocer las castañas..por lo que es recomendable tomar una infusión después de la comida. en los setos.. Externamente se aplica s o b re quemaduras y en forma de compresas sobre dolores reumáticos.. calcio y fósforo. carm inativas.. P arae lm a l aliento se hacen enjuagues bucales con la infusión de la planta. Néboda (Calamintha nepeta).. RECETAS: Ensaladilla silvestre . Higo marino (Carpobrotus ediilis).por lo quela s mujeres embarazadas deben de tenerlo en consideración.c cu i-rnnpus uc i^uiuvu. Tiene vitaminas. Tiene propiedades carminativas..e je rc e n una acción protectora local siendo muy útil para heridas y eccemas. actúan como tónico general y lim pian la sangre. A nivel tópico el fruto tiene un gel y semillas q u e exfolian la piel y las hojas tienen propiedades demulcentes. astringentes y emenagogas. Sus hojas son gruesas.

Ingredientes (para 1 persona): Manojo de hojas de diente de león. soplando y observando cuantas semillas quedan. 1 patata cocida.Ingredientes: (para 2 personas) Manojo de milenrama. preguntando. Batimos y vamos añadiendo el aceite de oliva poco a poco. lOOgr de yogur vegetal de almendra 1 diente de ajo. Y mezclamos con las verduras en el plato 3.llantén y berro '/2 pepino. Para la salsa ponemos en la batidora el yogur vegetal de almendras (ver “cómo elaborar quesos y yogures vegetales" del capítulo Castaña) junto con el diente de ajo y la cebolla troceados. La acedera (Rtwiex acetosa) es una planta vivaz comestible con un sabor ácido muy parecido a limón. Probamos y ajustamos de sal. manojo de hierbabuena y perejil chorrito de aceite de oliva. el manojo de hierbabuena y el perejil. Y las disponemos en el plato o fuente junto con las hojas enteras de los berros. 2. Las bolas de semillas plumosas se consultan como oráculos. Ensalada del oráculo Del diente de león (Taraxaaim offidnale) podemos usar las hojas crudas en ensalada o hervidas y salteadas. Las flores para jaleas o maceraciones en miel y la raíz como sustituto de café o como remedio primaveral para mejorar hígado. Cortamos en tiras finas la cebolleta. Servimos. también de uso externo en ungüentos y lociones cosméticas. Cortamos en daditos el pepino y la patata cocida. Manojo de rúcula Manojo de hojá de violeta (Viola spp) Brotes de germinado de alfalfa Brote de germinado de lenteja Manojo de acedera (Rnmex acetosa) . W de cebolleta para la salsa tzatziki de hierbabuena. '/< de cebolla. Ideal para exprimir el jugo y aliñar las ensaladas sustituyendo a los aliños elaborados con limón como cremas o salsas. Cortamos en tiras finas la milenrama y el llantén. pizca de sal y pimienta Elaboración: 1. la sal y la pimienta al gusto. páncreas y vesícula. Aliñar con esta salsa la ensalada.

variaciones y usos: Las cremas son ideales acompañadas de barritas o pan de bellota y tomaní*'’ una ensalada silvestre de primero se convierte en una comida liviana. el calabacín . Para la leche vegetal batimos las almendras peladas con el agua. Decoramos con gomasio de ortigas secas.las hojas de ortigas y bledos picados con el agua y cocemos por 10-15 minutos. las semillas viajan en la cabeza de los cometas y éstos al fragm entarse llegan a la Tierra incrustados en meteoros pétreos. 4.hoja de violeta y la rucula Troceamos y disponemos en un bol. Servimos. Si analizamos el hierro que contiene vemos que tiene las mismas sales minerales que la sangre hum ana. pero con influencias de marte. 200ml de Agua leche vegetal de almendra: 400 mi de Agua. Ideas. W calabacín. 1 manojo de hojas de bledos 2 manojos de ortigas (entre 50 y lOOgr) cucharadita de sal. 3.comp y muy nutritiva. Ponemos los brotes de alfa y lenteja al gusto. Según este principio. Exprimimos la acedera a mano con mortero o ayudándonos con la batidora y un poco de agua. Elaboración: 1 . 4. su biodisponibilidad la hace muy efectiva para combatir anemias. La ponemos en un lienzo de algodón y extraemos el jugo con las manos. Ajustamos la sal. Reservam os 2. 2.1a sal. Lavamos bien las partes verdes del diente de león. 3. es la hipótesis que propone que algunas especies que habitan la tierra pueden tener su inicio en cualquier parte del universo y no son directa y exclusivas de la tierra sino que han podido llegar con los meteoritos y posteriormente han evolucionado en nuestro planeta. 100 gr de almendra previa­ mente remojada y pelada. Es decir. Podemos hacer cremas y sopas usando cualquier hoja ver . Ingredientes (para 2 personas): '/2 cebolla.Elaboración: 1 . Añadimos aceite de oliva y sal de algas al gusto. Trituramos añadiéndole la leche de almendras. Crema de ortiga y bledos La Panspermia es una especie de siembra cósmica. la Ortiga es mercuriana. Ponemos la cebolla.aliñando la ensalada con ello.

Arroz con carnicera y nabiza Ingredientes (para 1 ración): 1 porción de arroz semintegral.de avena en grano. 4 hojas de nabiza. de pipas de girasol. 1. Servimos en el plato acompañado por alguna otra hierba silvestre en crudo (pamplina o acedera por ejemplo] y añadimos un chorrito de aceite de oliva en crudo. doble cantidad de agua que de mijo 3 pimientos del padrón.etc. la carnicera y la sal junto con el resto de agua. Puede ser leche de castaña. las hojas de nabiza.silvestre combinada con alguna hortaliza y leche vegetal. M ijo con pam plinas y p im ien tos de P ad rón Una vez pregunté a mi cuñado biológo: "¿que comíamos los vascos muy antiguamente?" a lo que me contestó: "nos alimentábamos de mijo y bellotas”: Ingredientes (para 1 persona): 75 gr de mijo. 2 manojos de pamplina 5 nueces troceadas. además de la economía es que puedes usar cualquier fruto seco o cereal y sin colarlo obtienes una leche mas densa tipo batido. Añadimos el arroz.. Vi puerro.el agua y la sal. 2. 1 pimiento 1 diente de ajo. doble cantidad de agua que de arroz 5 judías verdes. Dejamos que se cocine hasta que se evapore el agua y dependiendo del tipo de arroz tardará más o menos. el pimiento. Picamos las judías verdes. 2. 4. Los ponemos en la cazuela junto con el mijo. el ajo y la cebolla y las ponemos con un poquito de agua a que se cocinen. Picamos el medio puerro junto con los pimientos. La ventaja de hacer la leche vegetal en casa. lo cual le da textura más cremosa a la sopa. . 3. Vi cebolla Manojo de hojas de carnicera sal al gusto Elaboración: 1. sal al gusto Elaboración..

. sacamos el agua de la cazuela y dejamos laspatatas a fuego lento con poco agua sólo para evitar que se peguen. Añadimos las hojas de ajo silvestre bien picadas y la sal de hierbas al g u s to ... tupinam bo. sal al gusto Elaboración: 1.. Dejamos 5 ó 10 minutos... Se trata de una tortilla elaborada sin huevo. 4. calabaza. 2. ... en caso hay que rectificar la cantidad de agua. Hoy en día en los laboratorios observan en excelentes microscopios yn o s cuentan de microbios. Servimos en un plato aliñándolo con aceite de oliva macerado c o n aromáticas..los cuales al contacto con el ajo se mueren Ingredientes (para 2 personas): 4 patatas tamaño mediano Manojo de hojas tiernas de ajo silvestre Aceite de oliva con plantas aromáticas maceradas.) con las hojas tiernas del ajo silvestre.. tam se puede hacer directamente con la masa o pasta desamargada de bellota.3.. 10 minutos antes que esté totalm ente cocinado el mijo. 4. variaciones y usos: Este plato es ideal para acompañar una menestra de verduras o para la ensaladilla silvestre.uno de los más poderosos era e ld e l ajo... 3.. cocemos con piel y todo. añadim pamplinas.. ideas.. usando harina de bellota.... Aquí he usado la harina de bellota previamente desamargada......reservando unas cuantas hojas crudas para decoración. Servimos en un plato decorándolo con hojas tiernas crudas de pam plina nueces picadas..... Cocemos las patatas cortadas en pedazos grandes.cucurbitácea o tubércL io [patata del aire. Cuando ya estén cocidas. Tortilla de hierbas y harina de b e llo ta . Podemos aromatizar cualquier hortaliza.. ^ Patatas con ajo silvestre Decían los Antiguos que la enfermedad era producto de Espíritus M alignoj y que con ciertos olores se ahuyentaban..si son ecológicas 1. removiendo cada tanto para que las p a ta ta s to m e n el sabor del ajo silvestre.

..... Podemos hacer este tipo de aceite verde . Abrimos el higo marino y raspamos su interior.. colleja.... Podemos añadir a cualquier sopa.. hoja de violeta... Ingredientes: Frutos de higo marino maduros Elaboración: 1.. Aceite verde de mentastro . Removemos bien hasta que no queden grumos.. 2.. El higo marino {Qarpohrotm edulis) patrocina la campaña de "yo no compro­ miso.. ecológica y soberana no es necesario gastarse mucho dinero importando alimentos que vienen del otro lado de la esfera.... 4.... acedera.. los cuales cargan una mochila ecológica importante... cebolla.. ensalada. Servimos en una fuente o plato rodeado de hojas tiernas de acedera y de violeta. Sal al gusto Elaboración..ni muy líquida ni muy densa. 200 gr de harina de garbanzo 3 manojos de hojas silvestres variadas. Es un gran sazonador.. El mentastro es una hierba de propiedades carminativas.. Para llevar una dieta saludable.. Mezclamos en un bol las harinas de bellota y garbanzo con el agua que admita para lograr una textura cremosa que podemos remover con la cuchara.. que es un gel con semillas muy aromático con sabor agridulce y algo salado..... Los aceites de colores acompañan con sabor y olor nuestros platos. 2.. 3. Ajustamos la sal al gusto y removemos......le damos la vuelta de la misma forma que hacemos la tortilla de patatas y cocinamos el otro lado... cremas de castaña o para untar con pan. 1. Cantidad de agua que admita. Ideales para aliñar ensaladas... o untar sobre panes a modo de miso. En una sartén calentamos poquito aceite..vertemos la masa de la tortilla.Ingredientes (para 3 personas) 200 harina desamargada de bellota... yo me comprometo" Así podemos utilizarlo para sustituir el miso. sumidades tiernas de ortiga. ajo silvestre. Añadimos a esta mezcla la cebolla troceada y las hojas silvestres picadas. Salsa miso de higo marino... cocinamos primero un lado..

. 7 Batimos el aceite de oliva con las'hojas del mentastro. 2. separamos las hojas de los tallos. Hay variaciones de gomasio donde se omite la sal y se com bina sólo ortiga molida con sésamo. 5 cucharadas de sésamo 1cucharada de sal marina Elaboración: 1 . U na vez activado (inicio del germinado) lo dejamos secar al sol en una bandeja o en el deshidratador solar. Molemos. después desechamos ese agua y dejamos secar en un tarro de cristal con una tela de algodón amarrado con una goma boca abajo y bien ventilado. Ingredientes: 5 cucharadas de ortiga seca.» » I »” luego envasarlo. Germinamos o activamos el sésamo por un día: remojamos durante 8 h o ra s. 1 Limpiamos bien el mentastro. La versión "tostada" sería tostando el sésamo antes de molerlo en lugar del proceso de germinado. Nota. Tanto el sésamo como la ortiga tienen que estar bien secos y deshidratado* antes de mezclar y envasarlos. Gomasio de ortigas Aderezo donde combinamos el hierro de la ortiga con el calcio del sésam o. con la ortiga y la sal y lo envasamos en un tarro de cristal. •3 . Ideal para espolvorear sobre el pan o cualquier otro plato principal. Molernos también la ortiga seca y la sal marina. Ingredientes (para Elaboración: * “ " '“ ‘‘' ’" '* ■ ■■" ' ¡ « " i 2 raciones): 2 m ano jos de m en tastro. Mezclamos el sésamo molido. También se puede usar la sal de algas en lugar de sal marina yhacer una multitud de combinaciones más. 250 m i de aceite de olK. 3 Colamos y exprimimos con las manos al m áx im o las hojas para extraer la clorofila. Esta receta está basada en la receta de 1 0 partes de sésamo y 1de sal marina.

^ m edicina es flo re s .“ lerbas arom aticas.

El mejor momento para recolectarlas es justo antes d e la loración... las flores y plantas medicinales juegan un papel importante pues se convierten en aderezo o aliño.. en s u mayoría confieren a los alimentos propiedades digestivas. e s mejor picarlas justo antes de que se vayan a emplear.. cuando tienen más fuerza. RECETAS Sopa del recuerdo. ajo y romero se pueden hacer sopas de ajo con tomillo y salvia. además favorecen s u conservación y representan una forma de revalorizar la función de los aro m as terapéutica. ayudando a veces a reducir el am argor en la cocina. Se trata de la mítica sopa de ajo casera a la que le añadimos romero. Si usamos hierbas secas hay que tener en cuenta que es conveniente añadirla a la comida en los últim os 10 minutos de cocción podemos repartir las hierbas frescas crudas sobre los platos terminados.Se sabe que antiguamente se hacían ofrendas de plantas aromáticas a dioses para que las cosechas fueran buenas.. Para poder disponer de ellas s in necesidad de comprarlas es mejor tenerlas en u n pequeño huerto en el balcón o cultivarlas cerca de la cocina.. T am bién mezclarlas con la comida. Las hierbas se secan sin lavar. pues el calor hace que pierdan fragancia.. E rom ero es un estimulante general y digestivo.. estimula la memoria.. Al igual que usamos las hierbas y flores aromáticas de form a de algunas hierbas... Las hierbas aromáticas. Ingredientes: 2 dientes de ajo 4 rodajas de pan integra 2 ramitas de romero picado o molido 200 mi de Agua Sal de hierbas al gusto 1 cucharadita de pimentón dulce ... También . Cuando consumimos alimentos silvestres..... Para desmenuzar la podemos utilizar un rodillo y se envasa en tarros de vidrio hermético.... o para que el calor haga desprender su aroma y que 1 cucharadita de hierba s e c a equivale a 3 de hierba fresca. atadas e n pequeños ramos y colgadas boca abajo. Además..también se les puede dar uso dietético.. y conviene añadirlas ala comida al finalizar la cocción... C uando se usan hierbas frescas..

Engrasamos ligeramente la sartén con un poco de aceite y ponemos la cantidad de una crépe. girando la sartén para cubrir todo el fondo con una masa finita. 2. el cebollino es rico en vitamina C y el perejil es diurético. El hinojo es carminativo. 3. Dependiendo de si lo queremos más líquido o más espeso añadiremos más o menos pan y agua. Ingredientes: 160 mi de leche vegetal de castaña 30ml de aceite de oliva 70gr de harina integral pizca de sal manojo de hierbas picadas: ramitas de hinojo. el romero y el pimentón. La leche de castaña en este caso se encuentra colada (sin los posos de la castaña). a continuación añadimos el pan (puede ser pan duro o la corteza del pan. Añadimos las hierbas aromáticas bien picadas. . cebollino y perejil Elaboración: 1. Batimos bien la leche vegetal con el aceite de oliva. Ponemos los ajos machacados con un poco de agua en la cazuela a modo de sofrito. la pizca de sal (al gusto) y la harina. Hervimos por 15 minutos y al apagar el fuego añadiremos el perejil picado y el chorrito de aceite de oliva. 3.1 puñado de perejil Chorrito de aceite Elaboración: 1. 2. Se van colocando la crépes en un plato y se vuelve a engrasar la sartén antes de hacer la siguiente. tomillo. Esperamos unos minutos y le damos la vuelta para que se tueste por el otro lado. la menta es digestiva y un tonificante en general. pero preferiblemente que sea integral) y el agua. el tomillo es un excelente antiséptico intestinal. Sazonamos con la sal. hojas de menta. Crépe de hierbas Esta es una receta de crépe sin productos de origen animal.

ser la reina de las plantas estimulantes. T am bién para presentarla c o m o salsa con palitos de verduras crudos "crudités" o co m o sustituto de m ayonesa en otras recetas. Para el yogur de almendras.Ideas^variaciones y usos: deales para acompañar cremas^ sopas^ salsas^ a m o d o de pan o rellena hamburguesas de algas.aromatizando panes de hierbas o alegrando las ensaladas silvestres. Ingredientes. 2. . ' Salsa de melisa Dicen de la melisa. ta m b ié n podemos germinar semillas de ciertas plantas medicinales c o m o el hinojo. variaciones y usos: Este tipo de salsa es idóneo para aliñar ensaladillas y otros platos principales como patatas o verduras al horno y al vapor. Es una p lan tá muy digestiva. IdeaS. 200 gr de yogur vegetal de alm endra manojo de melisa Chorrito de aceite de oliva. Tiene u n efecto calm ante sobre el sistema nervioso siendo recomendada para enfermedades ilusorias y depresión. alfalfa y otras legumbres. añadiendo el chorrito de aceite de oliva. batim os 80 gr de almendras peladas en 2 2 0 mi de agua de kéfir o agua de p ro b iótico de centeno [ver capítulo c a sta ñ a s "elaborar probióticos caseros"). o batidos verdes. añadiéndole a los fruto s secos para elaboración de le e vegetales. Batimos el yogur vegetal con u n a buena cantidad de hojas de m e lis a . A justam o s la sal y ser\ imos. pues devuelve alegría y las ganas de vivir. pizca de sal al gusto Elaboración: 1 . por lo que aconsejo usarlo en cantidades chiquitas: decorando sopas. La versión más silvestre se puede hacer con harina de bellota desamargada y m itad de harina de trigo. Tienen un sa b o r m ji! aromático. D ejam os reposar toda la noche. Germinado de sem illa de hinojo Además de lentejas.

Una vez germinado podemos consumir. En este caso lacemos una infusión bien cargada de caléndula y manzanilla en lugar de agua para la masa. Pan a las hierbas dulces Se trata de un pan elaborado con masa madre en versión dulce y con flores relajantes. miel o jalea de frutas. por ejemplo). local y soberano. 3. La miel. Ponemos las semillas de hinojo en remojo durante una noche.variaciones y usos: Partido en rodajas y con mermelada. uvas pasas y flores de lavanda se las añadiremos en el amasado antes de la primera fermentación. 200gr de harina integral de espelta. 4. en ugar aireado y lavando las semillas 2 veces al día para evitar que se pudran y así rehidratarlas cada día. pasas y flores y añadiendo sal de algas. Lo dejamos boca abajo sobre un apoyo (escurreplatos. Dependiendo de la estación y de la temperatura del lugar germinará entre 4 y 7 días. Ideas. Ingredientes. o envasar en un frasco de cristal y guardar por unos días más en la nevera. romero y orégano molidos. Agua Elaboración: 1. acompañado de leche de castaña con café de bellota se trata de un desa>njno muy completo. . 100 gr de harina integral de centeno 70 gr de levadura madre 150ml de infusión de caléndula y manzanilla 3 cucharaditas de flores de lavanda 3 cucharaditas de mié Puñado de uva pasa Elaboración: Seguimos la misma receta de hacer pan del capítulo de bellota.Ingredientes: Semilla de hinojo. tomillo. hojas de ortigas. A la mañana siguiente las colamos y colocamos en un frasco de cristal y en la boca del frasco una tela de algodón porosa (tela tipo gasa) amarrada con una goma. 2. Podemos hacer la versión salada de este pan omitiendo la miel.

Ingredientes: Manojo de hojas de hierbaluisa. 4. 3. usada para calmar espasmos del estómago y d e corazón. . digestiva. Podemos dejar reposar en la nevera por una hora o tomarla instantánea. 275m l de agua. Cortamos los aguacates transversaImente. 2cucharaditas de flores de lavanda Elaboración: . Ideas. usada para cansancio intelectua casos de depresión. febrífuga. analgésicay tónica cardíaca. 1. Agregamos la harina de algarroba. Dejamos reposar 2.También para u n tar sobre panes dulces o acompañando galletas de bellota. 2. Ponemos en una cubitera y lo metemos al congelador. Hacemos una infusión bien cargada de hierbaluisa.Mousse de algarrobo con lavanda El algarrobo (Ceratonia siliqiia) es un árbol leguminoso cuya semillas e s color café. La lavanda florece en v e ra n o y se aprovechan las sumidades floridas. Se pone en u n bol y machacamos con tenedor.azucarada y m uy alimenticia. es antiséptica. 100 gr de mif Elaboración. Los árabes lo llaman KAHRUB d e cuya palabra procede la medida "Carate" o Quilate. Sorbete de hierbaluisa Planta originaria de Chile. pues en tiempos rem otos se usaba la semilla para pesar las piedras preciosas.quitamos el hueso y vaciamos c o n a cuchara. 40gr de harina de algarrobo 2 cucharaditas de miel. Colamos y le añadimos la miel. Digestiva. Rectificamos el dulce y añadimos las flores de lavanda. presentado en una copa con rodajas de fruta por encim a O como relleno de una tarta cruda [ver capítulo castañaj. Ingredientes (para 2 personas): 1 aguacate. sedante. variaciones y usos: Ideal para desayuno. la miel y seguimos batiendo a mano h a s ta que esté bien mezclado 3.

Resulta una crema densa y helada.dejaremos a temperatura ambiente 5 minutos y batimos los cubitos. Ideas. 3. Dejamos reposar 1 hora. Ideas. Hacemos una infusión cargada de romero. Podemos elaborar este tipo de cubitos de hierbas aromáticas con plantas como melisa. por lo que ayuda a la digestión. variaciones y usos: Ideales para servir en una merienda acompañada con galletas o pan de hierbas dulces. . Es un tipo de bebida muy refrescante para los días de verano o días de trabajo en la huerta. lo que resulta un sorbete o una infusión helada. alguna otra hoja aromática o rodaja de fruta. 4. Cuando esté tibia batimos con las pipas de girasol y el dulce formando un batido denso. Conservamos siempre en el congelador cubiteras con infusiones cargadas de hierba y están listas para preparar en cualquier momento. variaciones y usos: Podemos presentar este helado en vasitos. 100 gr de miel Elaboración: 1. Para servirlo lo sacaremos del congelador. pueden añadirse unas gotitas de agua para facilitar el proceso.4. congestiones de los resfriados y es relajante muscular. 2. antioxidante. 3 ramas de romero 100 gr de semillas de girasol. decorando con un poco de romero molido. Colocamos en cubiteras y congelamos. hierbabuena o romero entre otras. Para hacer el sorbete sacamos los cubitos de hierbaluisa del congelador y los dejamos 5 minutos a temperatura ambiente para luego batirlos con un poco de agua. antimicrobiano y antiflatulento. Ingredientes: 275 mi de Agua. Helado de romero El romero estimula y fortalece el sistema nemoso y circulatorio. Para acompañar bizcochos de bellota o trufas de castaña. es antiséptico.

1 diente de ajo. . de agradabi para nosotros y repelente para las moscas y mosquitos. siempre los frutos secos o los que contengan mayor cantidai de grasa quedarán con una textura más cremosa. 2 ramitas de orégano. Es una ornamental que se encuentra en los jardines: antiinflamatoria. 2 ramas de lavanda. esta guía. melisa. artemisa. Para sustituir al sofrito tradicional [que no deja de ser un frito] con poner un poquito de agua en la sartén o cazuela con ajo en polvo y "s o fre ír en ese agua. Podemos elaborarlo con cualquier le d ie vegetal casera. 2. variaciones y usos: Setrata de una leche vegetal. 5 hojas de salvia. 2 ram as tomillo. etc. IdeaS. Colamos. añadimos las pipas de girasol y batimos m uy bien durante 2 minutos. pero con mayor cantidad de grano y sin colarlop a r a que quede más denso (tipo batido]. esta vez sin colar. Ingredientes: 100 gr de semillas de girasol 500 mi de agua Manojo de hojas de citronela Miel para endulzar al gusto Elaboración: 1 . hierbaluisa. También puede hacerse e s te batido con hierbabuena. d e s d e ensaladas a arroces y cereales pasando por cualquier plato principal d escrito e r. Después añadiremos aceite en crudo al servir en el plato. Tomamos ese agua impregnado en citronela volvemos a poner en la b a tid o ra . Añadimos la miel y servimos. Ingredientes: 1 litro de aceite de oliva ecológico d e i ramita de romero.Batido de citronela Setrata de la malvarrosa o geranio citronela (Pelargonium átrosxim). Batimos el agua con las hojas de citronela bien batido. Aceite macerado aromático Este aceite macerado es ideal para usar sobre cualquier preparación. 3.

El primer paso para realizar un ungüento es macerar en aceite las plantas de las cuales queremos extraer los principios activos. El agua recibía los rayos de colores. Son anhidras. los rellenaba de agua pura de manantial y los dejaba al sol de los Andes toda la mañana. mentastro. cuando todavía está el rocío sobre ellas. retirar las hierbas y volver a envasarlo.etc. cada día de la semana. endulzada con miel o la empleamos para hacer leche o algún otro batido vegetal en crudo. Podemos usarlo directamente mante­ niendo las hierbas dentro del aceite o filtrar. donde el agua toma los aromas de las plantas. Lo ideal es recolectar las plantas a primera hora de la mañana. Ingredientes: 1litro de Agua de manantial. es decir.hierbabuena. Colocamos las hierbas aromáticas y el diente de ajo partido por la mitad en una botella de cristal y añadimos el litro de aceite. UNGÜENTOS Los ungüentos son preparaciones cuyo ingrediente principal es la grasa para aplicar principios aaivos sobre la piel. 2. asegurando que quedan las ramas y plantas bien cubiertas para evitar que se pudran.. Agua de néboda Estas aguas florales son sencillas maceraciones de hierbas en agua. .Elaboración: 1.. cada chacra o punto energético del cuerpo. salvia. El sabio se nutría de cromoterapia aplicada al agua que se tomaba: había una botella por cada color. lavanda. Anécdota: Una vez me encontré un mago sabio en Colombia que me mostraba su colección de botellas de vidrio de distintos colores. Elaboración: Ponemos las ramitas de néboda en una botella de cristal. 5 ramitas de néboda. melisa. el cual le da un toque muy aromático. Podemos hacer agua de hierbaluisa. Dejamos macerar durante un mes. se distinguen por ausencia de agua en su composición. A continuación filtramos y tomamos.añadimos el agua de manantial y dejamos reposar durante 2 ó 3 horas. citronela o malvarrosa y otras aromáticas como romero. así sola.

raíces. MELISA jMelissa offidnalis L . -Ulceraciones de la piel.) . pétalos. |-Picaduras : irritaciones de insecto.ELABORANDO O L E O M A C E R A D O S Colocamos las plantas secas[hojas.) ' CALÉNDULA [Caléndula offidnalis L) CONSUELDA Symphynum offidnale L ‘ Hojas y raíces ^ Flores =Partes aéreas Hojas Hojas i ■ Hojas j HIERBA DE SAN JU A N Hypericum perforatum L ORTIGA ürtica dioica L I ROMERO Rosmarinus offidnalis L. 10 gr de cera de abeja) El aceite nunca debe de hervir.flores^corteza] en unfrascode cristal llenando bien el recipiente. I eccema seco. heridas. eccei^ ____ . '■ i -Quemaduras. ' -Dolores nerviosos localizados como ciática. heridas. ELABORACIÓN D E U N G Ü E N T O S : Colocamos la mezcla de aceites y cera de abeja al 10% en un tarro de cristal a )año maría a fuego muy lento (ejemplo: 50 gr de aceite de romero. Al disolverse la cera totalm ente se vierte la mezcla en tarros d e cristal y se envasa. protección labial. . picaduras y repelente . MENTA ' Memha spp \ M A N ZA N ILLA Chamaemelum nobile L Flores ' 1 . de insectos . PLANTAS USADAS EN U N G Ü E N T O S : EUCALIPTO (Eiicalyptus globiilus labill. -Heridas. expectorante de p e ch o i I alivia dolor de cabeza.apretamos las plantas y se cubre enteramente con aceite sin dejar que sobresalga ninguna ramita ni planta para evitar q u e se pudra. 50gr de a c e ite I de salvia. simplemente derretir la cera. escaldadura y eritema solar i -Antifúngica y astringente. Transcurrido el tiem po se filtra el oleomacerado valiéndose de una tela de algodón y se almacena en botellas de vidrio oscuro. i distensiones y calambres ' -Hemorroides I -Dolores musculares y articulaciones MALVAVISCO ¡ . Se cierra herméticamente y se deja durante 40 días al sol y a la lu n a agitando cada tanto. Raíces Pétalos (Álthaea offidnalis L. Hojas : -Descongestivo y oxigenante ' -heridas y ulceraciones de la piel : -Facilita la extracción de astillas I -Inflamación o sequedad de la piel: heridas.

Disuelta a cera de abeja envasamos en tarros de cristal. 2. Es m uy com ún verla en los bordes de los muros o alrededor de la huerta. Si no tenemos los oleomacerados preparados podemos colocar todas las plantas en una cazuela junto con el aceite de oliva y a fuego muy bajo remover durante 1 ó 2 horas. Usos: Para heridas.etc. quemaduras. cortes.cura enfermedades de lo ojos y actúa como sedante. es una planta que destila un líquido anaranjado que elimina verrugas y ayuda a cerrar heridas. de Asteasu-Gipuzkoa..Una vez filtrado colocamos el aceite en la cazuela y a fuego lento con la cera de abeja para que se derrita. hemorroides. Ingredientes (para 1 litro de ungüento. inflamaciones. a continuación filtramos las hierbas muy bien usando un paño de tela.R ECETAS: Ungüento de celidonia Celidonia significa don del cielo. es un analgésico local. Esta receta la aprendí de Loncho. Se usa tópicamente en maniluvios y pediluvios [baños terapéuticos de manos y pies) por sus efectos anticancerígenos y como vermífugos aplicando sobre el estómago. Dejamos la mezcla que repose 12 horas. . es posible reescalar): Manojo de celidonia (Chelidoniurn mayus) Manojo de 2^ corteza de saúco (Sambiicus nigra) 50gr de manzanilla (Matricaria chamomilla L) 50gr de romero (Rosmariniis offidnalis L.) 50gr de petalos de caléndula (Caléndula offidnalis L) 1 litro de aceite de oliva lOOgr de cera de abeja. Elaboración: 1.

añadimos la m ielyvertein. y con ellas elaboramos un oleomacerado en color rojizo y se emplea en torceduras. El mejor momento^^' recolectar las flores es durante el solsticio de verano.Bálsamo de labios hipérico y caléndula El hipérico o hierba de San Ju a n lo encontramos en terreno r bosques abiertos o prados soleados. quem aduras solares y demás irritad o i^ de la piel. quemaduras. 3. El aceite de hipérico es fotosensible. Ya envasado y antes de que solidifique añadimos las gotas d ea c e * esencia. Una vez derretida la cera. h a c ia de juniO. apartamos del fuego. 2.' en varios frascos de cristal. hinc \azonft lumbago y áreas artríticas. Ingredientes: 50gr de aceite de caléndula (Caléndula officínalis L) 50 gr de aceite de hipérico (Hypericiim perforatiim) 15 gr de cera de abeja 15 gr de miel de abeja 10 gotas de aceite esencial de naranja Elaboración: i i 1. p ic a d o ^ j de insectos. por lo( ¡ y ^ debemos evitar la exposición solar tras la aplicación d ire c ta ig oleomacerado. Usos: Protector y reparador labial indicado para labios agrietados y resecos podemos emplearlo en padrastros [piel levantada alrededor de la uña zonas muy secas de la pie codo-' . heridas. Colocamos los aceites en u n recipiente de cristal al baño maría juntoc o n ^ cera para que se disuelva.

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justo el periodo de 3 días antes y después de la luna nueva. Además de las recetas culinarias y de añadirlas a ensaladas y tam !)ién nodpmn^: al íaKnn v ntrnc nrnrli ir-tr\ c _____ . fósforo y magnesio entre otros. El origen de la vida sobre nuestro planeta fueron las bacterias y algunas de (eco ectando a gas y agua de mar Las mejores zonas para recolectar algas son las más salvajes. donde hay fuertes corrientes oceánicas que producen plantas más lim pias y de mayor calidad. Al ser la familia más antigua de plantas que hay sobre la Tierra nos coneaan con la fuerza primitiva del mar. resistentes e incorporan en su estruaura los minerales arrastrados de la tierra. minerales como yodo. se secan al sol y se almacena para usarlas a lo del año. K y B12. los cuales vuelven a nuestro cuerpo cuando nos alimentamos con ellas. A la hora de recolectarse piensa en lo justo y necesario. B. a la hora e n que más baja está la marea.j vida se origino ene mar a s evolucionaron apareciendo las algas. Son verduras silvestres marinas que siguen su ciclo sin necesidad de siembra. Contienen vitaminas A. Para su recolección se eligen los días de mareas v iv a s. A mi me tranquiliza saber de los grandes cultivos escondidos que tenemos en el fondo marino y en los bosques. abono ni pesticidas. en ju n io y en octubre. trasplante. Vivimos un momento donde el mal reparto ha generado la falta de alimentos a nivel mundial. equipadas con u n b u e n cuchillo se corta el tal dejando la raíz para que se reproduzca Las algas que usamos para alimentación son plantas vivas. pues las especies no están cubiertas por el agua. Ellas son flexibles. lejos de poblaciones e industrias. En este momento la recolección se vuelve u n ritual. D. asegurándose que no haya aguas contaminadas que se viertan al agua mar. a diferencia de 3 usadas en el huerto que son plantas arrastradas por la corriente. Las algas tienen una época de crecimiento y es en prim avera cuando son m as tiernas. Os diré que cualquier alga que podáis ver es comestible. C. ácidos grasos del tipo Omega3. A continuación se limpian. E. Ellas participaron en la formación de capa de oxígeno que envuelve nuestro planeta y a seguir de aquí fue posible la vida en a Tierra. pues las tóxicas son unicelulares y por ello no se ven a simple vista.

Hay varías plantas que se han desarrollado en las costas y son resistentes a la salinidad del mar. agar agar y otras variedades. Beneficios del agua de mar Además de las algas marinas. R ECETAS Sai de algas^ hierbas y flores Ingredientes: Tiras de alga kom bu o laminaria. como el Carpobrotus edulis o higo marino (ver capítulo hierbas). Para ello. suponiendo una fuente de alimentación muy valiosa en zonas con problemas de pobreza y con acceso al mar. oxígeno y minerales] que constituyen carbohidratos. 5 hojas de ortiga seca. también podemos recolectar agua de mar. puertos. evitando muelles. fucus. bien envasado. Recordad siempre de recogerla en lugares limpios y libres de contaminación. podemos colgarlas de cuerdas y dejarlas al sol. En este momento veremos como pequeños cristales de sal de mar se forman en la superficie de las algas . que usaremos para hacer pan. nori. desembocaduras de ríos contaminados o playas muy transitadas. lo que plantea su aprovechamiento. Secamos bien las algas Kombu o laminaria hasta que estén quebradizas. tienen un alto porcentaje de cloruro de magnesio y proteína. Estas algas se suelen rehidratar con facilidad por lo que tenemos que asegurarnos que están bien secas. o utilizar un secador solar. nitrógeno.En estas costas atlánticas recolectamos en su mayoría especies de laminaria o kombu. Además de eso es un excelente nutriente que contiene todos los elementos esenciales (hidrógeno. es decir. puñado de pétalos de caléndula Puñado de flor de calabacín.contiene muchos minerales que nos ayudan a absorber correctamente otras vitaminas y es un antibiótico y baaericida natural que elimina las bacterias nocivas respetando a las buenas. lechuga de mar^ dulse^ musgo de Irlanda. galletas saladas. purés o chucrut. Algunas de estas. grasas y proteínas imprescindibles para la vida de los organismos. en botellas de cristal. puñado de flor de viborera (Equium vulgare) 5 hojas de salvia. 1 ramita de orégano 5 hojas de hierbabuena seca Elaboración: 1. El agua de mar se puede beber .

ajedrea. tom illo. R eservam os. Pelamos la chirivía cruda y hacemos tiras c o n el pelapatatas.pues es casi com pletam ente cru ^^ Ideal acompañado de barritas crujientes de b e llo ta y seguido de una sop^ .de agua. de violeta. pues las algas y hierbas le dan u n fo n d o verde y las flores resaltan e n colores vivos. e tc . albahaca. variaciones y usos: S etrata de un plato muy colorido y saciante. Reservamos3. Podemos tener d istin to s envases c o n distintas s a le s . Hacemos una salsa en crudo batiendo los to m a te s c o n el apio. flor de malva. variaciones y usos: deal para aderezar cualquiera de los platos descritos e n esta guía. 1 chirivía. Hervimos el alga kombu durante 45 m in . 4. R eservam os. Resulta m uy decorativo. en este caso m ezclam o s u n a p a rte de sal marina con I partes de hierbas molidas. alga co n hierbas y flores. sal con hierbas. Sacamos del agua y estando tib ia el alga sobre u n a tabla de m adera cortamos tiras finas. P onem os la salsa de to m ate por encim aaliñando con chorrito de aceite de oliva y servim os Ideas. Dependiendo del uso. sólo kombu molida. 4. la rodaja remolacha. etc. como si fueran espaguetis.sabor y característica que se le quiera dar al p la to a elaborar. 5. ro m e ro. de helicriso. Molemos por otro lado todas las hierbas y p é ta lo s de flores previamente secos y reservamos. Este agua do nde hervimos la kombu se guarda pues la usarem os d e sp u é s para hacer una sopa 2. 2 to m a te s . chorrito de aceite de oliva Elaboración: . 1 ram a de apio rodaja de remolacha. Envasamos en tarros de cristal y están listos pa ra aderezar nuestros platos. íspagueti de algas y chirivía Ingredientes (para 2 personas): Tira de kombu o laminaria.2 . Valiéndonos de un molinillo procesam os y m o le m o s el alga kombu total­ mente seca hasta que quede u n po lv illo . o hasta q u e esté blanda en .T a m b ié n se puede sustituir el alga por sal marina. Mezclamos a partes iguales (en este caso n o se pesa^ se to m a en cuenta volumen) 1 parte de alga m olida con 1 parte d e h ie rb a s y flores molida. Disponemos en un plato las tiras de k o m b u y las de chirivía de forma tenemos espaguetis blancos y negros. 3. Vi diente de ajo aceitunas negras. IdeaS. Se pueden combinar otras hierbas y flores.el ajo y las aceitunas deshuesadas.

2. la cual ayuda a que se ablande la legumbre durante la cocción. 3 rabanitos. 3 higos marinos maduros Elaboración: 1. perejil.I' '-5 '. puerro. variaciones y usos: Ideal para la época otoñal. Pizca de pimentón dulce. Cuando obtenemos una pasta homogénea la servimos o la envasamos en un tarro espolvoreándole pimentón dulce en la parte superior. 2. . Añadimos el tahini (para hacer tahini casero ver capítulo Castaña) y el ajo picados y seguimos batiendo. Añadimos el tupinambo o tubérculo disponible y hervimos por 15 minutos. Sopa rnarjna Ingredientes (para 2 6 3 personas): Agua resultante de la receta anterior Manojo de alga dulse en previo remojo. Carpohrotus ediilis (ver capítulo hierbas silvestres) añadiéndole: cebollino. 3. aderezamos con el gel interior del higo marino. Ideas. Apagado el fuego. En este tipo de sopas queda muy bien la patata del aire (Sechiiim eáule) y otras especies de calabazas para darle cuerpo a la sopa. Hummus con kombu Ingredientes: 270 gr de garbanzo germinado y cocido 50 gr de alga kombu 3 cucharadas de Tahini. Una vez tibio batimos los garbanzos con alga añadiéndole agua y aceite de oliva poco a poco según la masa vaya admitiendo. El higo marino aquí recuerda al sabor del miso: aromático y peculiar. berro. 3 cucharadas de aceite de oliva 2 dientes de ajo. 1 zanahoria. Calentamos el agua donde hervimos la kombu anteriormente y añadimos el alga dulse con su mismo agua de remojo.perifollo o ajo silvestre. 4. Dejamos que se enfríe. Agua Elaboración: 1• Cocemos el garbanzo previamente germinado de dos días con el alga. acompañado por hamburguesas de alga o cualquier otro plato del capítulo de bellota. 1 tupinambo (u otro tubérculo disponible). Se cortan finamente la zanahoria y el puerro y lo añadimos^cociéndolo por 5 minutos más. 3.

.. 3. Ideas..ajo machacado.... el alga kombu. 2 cucharaditas de aceite de oliva. 2.. Primero elaboraremos un queso de nueces.. añadiéndole la cucharadita de romero seco y molido... 2. 50 gr de copos de avena Alga kombu previamente cocida y troceada Verduras ralladas o picadas finamenteizanahoria. untar con palitos crudos de verdura "crudi..batiendo el fruto seco con el agua de kéfir y siguiendo los pasos detallados en el capítulo de castañas para elaborar quesos vegetales. o Z ... Paté de Nori Ingredientes: 80 gr de nueces en previo remojo 100 mi de agua de kéfir. 100 gr de arroz semintegral cocido. agua enzimática de centeno o agua de manatial 50 gr de nori. Servimos en un bol.añadiéndole aceite y poca agua en caso que se trabe la batidora. Se conserva en la nevera unos 4 días. 4.. Hamburguesa de arroz y kombu Ingredientes (para 2 personas): . manteniendo siempre una base de alga marina y aliñando con hierbas aromáticas al gusto. hojas de romero seco Elaboración: 1. dándole forma de hamburguesas.. También s e puede usar molde de galletas para una forma menos rústica... Esta versión de hummus tiene una cantidad muy grande de alga [50gr] por lo que no necesita sal y tiene un toque muy sabroso. Agua Elaboración: 1. panes o barritas. Podemos variar usando cualquier otro fruto seco para el queso.. puerro.. cebolla.. Cuando tenemos una masa consistente.i tés” y como salsa para macarrones alternativos de castaña o pizza de bellota. variaciones y usos: Para servir sobre tostadas o barritas. Cocemos las algas durante 30 m in u to s..pimiento y apio. hacemos bolitas con las manos} las aplastamos sobre la mesa.Ideas^ variaciones y usos: Como salsa para acompañar crépes..Pizca de sal de hierbas.. Formamos una masa con el arroz. añadiéndole las verduras picadas. Se trituran las algas con el queso de nueces. avena y uns gotitas de agua para que ^'pegue".

Es una receta muy recursiva para aprovechar los restos de cereales del día anterior y se puede ' lacer combinando el arroz y alga con hierbas recolectadas como ajo silvestre. variaciones y usos: Para acompañar cremas de ortiga y ensaladas. Dejamos reposar 1 hora. Estiramos la masa con el rodillo en una superficie enharinada o sobre papel de horno y cortamos con algún molde de galleta o damos forma con las manos. 4 cucharadas de alga nori 3 cucharadas de aceite de oliva.ga Ingredientes (para 2 personas): 400gr de calabaza. variaciones y usos: Para acompañar salsas. Añadimos el aceite. Podemos usar harinas integrales de cereales o hacer una combinación con la masa desamargada de bellota. cebolla. con el alga nori previamente hervida y molida y cortada en pedazos pequeños. Quedan ideales servidas con queso de castaña o salsa de melisa untado por encima. Cocemos en el horno precalentado a 180° durante 20 minutos. En la parte superior colocamos la calabaza. 4. Ideas. i tira de alga kombu 2 zanahorias. 1cucharadita de sal de hierbas Elaboración: 1. En este caso usé la nori. Ideas. 3. cremas. sopas y ensaladas. 2. las zanahorias. 5. añadiremos unas gotitas de agua. la patata del aire. acedera y ortiga. puede ser cualquier otra alga cuyo sabor nos guste.3. y la cebolla. aceite de oliva para aliñar Elaboración: 1. Si queda muy duro. 1 diente de ajo. Ponemos en un bol la harina. pamplina. Calabaza con al. Usando la cazuela para hervir al vapor colocamos la tira de kombu en la parte inferior de la olla con 1 litro de agua. De esta forma . 1 patata del aire (Sechiiim edule). la sal removiendo hasta que forme una masa. Podemos servirlas de esta forma o ponerlas al vapor durante 10 ó 15 minutos para servirlas calientes y evitando la fritura de la hamburguesa. Galletas saladas de algas Ingredientes: 300 gr de harina integral de espelta.

podemos hacer la versión tonificante combinando alga fucus con corteza de limón y romero. 4. solventes. Muchas de estas sustancias causan alergias. aluminio. desodorantes. que después de hervida a troceamos con ayuda de un cuchillo. productos para bebes. 2cm de jengibre.que puede acompañarse con alguno de los patés o salsas mencionados en esta guía como el tzatzik i de hierbabuena. Todos estos aditivos en forma de parabenes. antioxidantes sintéticos privan a la piel de sus propias vitam inas liposolubles. irritación de la piel. aliño de acedera o aceite verde de mentastro. así como los aceites minerales de origen petroquímico con los cuales están elaborados las cremas. Apagar el fuego. tintes y demás que venden en droguerías. 3. la digestiva de kombu con anís y hierbabuena y la siguiente receta que es estimulante: Ingredientes (para 2 tazas) Alga fucus. tomando el sabor del kombu. la relajante combinando el alga con hierbaluisa o melisa. Cosmética raciona u natura La cosmética comercial contiene álcalis que neutralizan el recubrimiento ácido y antibacteriano que nuestra piel tiene por naturaleza. colorantes. Adem ás está probado que ciertos ingredientes son cancerígenos y la industria cosm ética lo usa para . talco. Disponemos en una fuente las verduras con el alga. fenoles. variaciones y usos: Es un plato principal muy completo. 2. fragancias artificiales. champús. colar y servir. jabones. trastornos hormonales y daños genéticos a futuros bebés entre otros. la piel de naranja y el jengibre y lo dejamos hervir por 10 minutos. Machacamos el diente de ajo con aceite de oliva macerado en hierbas.abajo hervimos el alga y con el vapor del agua se hacen las verduras arriba. Hervimos entre 40 minutos y 1 hora. 600 m i de agua Elaboración: 1 . Piel de naranja seca. reposar unos minutos más. Infusión con algas Las infusiones de algas nos ayudan a eliminar toxinas del cuerpo. dentífricos. Ponemos el agua en la olla junto con el alga. añadimos sal de kombu y aliñamos con esta salsa el plato. Ideas.

aminoácidos esenciales y provitamina A. En primer lugar el alginato que contienen las algas ayuda a eliminar los metales pesados en el organismo.y removemos. alteraciones del comportamiento y anomalías reproductivas. Elaboración: I 4 Colocamos la sal marina en un envase de cristal.5-Icm) 70-100 gotas de aceite esencial de romero. Desin­ toxican la sangre. es emoliente y suavizante. oxigenan.ligeramente molida (pedazos de 0. . La lechuga de mar se usa en casos de piel seca e irritada. Es rica en sílice por lo que tiene acción anti-edad mejorando la elasticidad y aumentando la hidratación de la piel. El fucus contiene mucha vitamina C. boro. hierro y zinc . Tiene efectos antiinflamatorios. mejoran la digestión y estimulan las funciones renales lo cual se ve reflejado en una piel limpia y luminosa. Además de eso externamente las algas limpian la fondo. También estimulan la hidratacióny elasticidad debido a los oligoelementos que contienen: manganeso. Cuando el aceite haya impregnado toda la sal añadimos las algas semimolidas y agitamos hasta que se mezcle bien. pudiendo provocar diferente efectos adversos sobre la salud de las personas y animales o de sus descendientes. Las algas más usadas con fines cosméticos son la laminaria (kombu) el fucus y Chrondiis crispus o musgo de Irlanda. limpiando residuos de drogas. Estas sustancias pueden ser causa de perjuicios para la salud como el cáncer. Las algas siempre tuvieron una tradición cosmética. cobre. En la composición de algunas de estas sustancias encontramos disruptores endocrinos. añadimos el aceite esencial . Sales de baño con algas y romero Ingredientes: 1kg de sal marina muy gruesa lOgr de alga laminaria seca . La laminaria ayuda a reforzar piel.abaratar costos. pelo y uñas. Para esto también tienen efectos parecidos los emplastos o envolturas de arcilla con algas molidas. Los masajes con algas molidas estimulan la circulación y las glándulas sebáceas pudiendo así disolver la celulitis. exfolian y desintoxican la piel. A ‘ continuación presento 3 recetas muy sencillas para incorporar algas recolectadas en nuestra piel. que son sustancias químicas capaces de alterar el equilibrio hormonal. medicamentos y produaos químicos.

Variaciones: Para cutis seco: aceite esencial de sándalo. 2 gotas Elaboración: Mezclamos y aplicamos sobre el rostro directamente masajeando la piel con movimientos circulares. Ponemos en un recipiente de cristal al baño maría el jabón base rallado con e gel de aloe vera. El gel de aloe vera lo extraemos raspando el interior de la hoja. de aceite esencial cucharada de aceite de oliva. Jabón terapéutico de algas El jabón de algas es muy apropiado para la piel seca de la cara como del cuerpo. Ingredientes: 175gr de jabón base. Al retirar el jabón del fuego añadiremos el alga fucus seca y molida y el esencial (opcional). Es un jabón hidratante. Dejamos actuar por 20-30 minutos v aclaramos con agua tibia. Mascarilla exfoliante de algas Ingredientes: 1cucharada de alga seca. 15 gr de fucus seca molida 10 gotas de aceite esencial de eucalipto. tras dejar la hoja abierta una noche remojando en agua de manatial. También se puede usar en pediluvios (baños de pies) poniendo 2 cucharadas de sal en una palangana pequeña y aprovechar las algas para rascar y exfoliar las durezas de los pies con ellas. revitalizante y exfoliante. Envasamos en un frasco de cristal tapado ja sal se conserva siempre pero lo s aceites pierden propiedades por lo que aconsejo gastarlo en 3 meses. Después de rasparlo le añadiremos agua si no alcanzamos a los 1lOgr y batimos. romero y citronela (opcional Elaboración: Más detallado en el "jabón terapéutico de bellota e hipérico para pieles sensibles" del capítulo de bellota.2. manzanilla. 110 gr de gel de áloe vera. espliego. geranio y manzanilla Para cutis mixto: aceite esencial de lavanda Para cutis graso o con acné: aceite esencial de árbol de té. 3. aceite . Ylang-ylang o cualquier cítrico. Se usa entre 50 y lOOgr de la sal por baño.

de hecho a principios de siglo X X se desarrolló una pequeña industria basada en secado y molienda de algas. T. Me gusta ir con mis capachos a la playa y además de bañarme recoger algas arrastradas por la marea y que se encuentran en la arena evitando así arrancarlas. son un fertilizante útil y una fuente de oligoelementos.conservar la humedad. macro y micronutrientes. la cobertura suministra nutrientes lentamente al suelo. que dejo descomponer varios meses para que los microorganismos realicen su trabajo. por su contenido en minerales. Después las pongo en los bancales del huerto.. aminoácidos. recogiendo las que eran arrastradas por la marea y aportándolas en sus terrenos.a s a g a s e n e h u e rto Nuestros Antiguos usaban las algas como fertilizante. por lo que en la medida que esta práctica se extienda irá sustituyendo el uso de los productos químicos de síntesis por orgánicos. la cual se debilitó con la llegada de los fertilizantes químicos sintéticos. regular la temperatura del suelo y evitar el crecimiento de ciertos arvenses mal conocidos como maleza. Además de eso se usan como cobertura o "mulching'". A medida que se descompone. vitaminas y fitohormonas vegetales. favoreciendo así una agricultura sostenible.'I okcUs R y . Las algas y sus derivados mejoran el suelo y vigorizan las plantas. Tienen: fibra. Además. incrementando los rendimientos y la calidad de las cosechas. La función de la cobertura es la de cubrir el suelo para que no esté desnudo. Las algas actúan como acondicionador del suelo y contribuyen a la retención de la humedad. Las algas tienen mejores propiedades que los fertilizantes porque liberan más lentamente el nitrógeno y además son ricas en niicroelementos.

Galicia: térra de meigas y de babosas t a m b ié n Tuvimos una reunión sindical con las babosas del huerto y cuando ya no sabía que hacer les pregunté: -"¿qué es lo que más os gusta?" Contestaron: -" Los grelos de primero.permarelatos Baserri Urbano Aunque nació en un baserri o caserío vasco. Así que una mañana convoqué a todo el pleno.. Recordé cuando en iMedellín-Colombia la Alcaldía apoyaba y p u b lic ita b a la recogida Están tus amigos los caracoles todos reunidos en círculo. ju g a n d o al corro de a s . m i madre. y otras plantas comestibles y aromáticas. recordando como sus padres ordeñaban vacas o sus abuelos m olían m aíz. y en su mini­ balcón de un piso céntrico de Donosti (dim ensiones de 1x4 m ts) comenzó a sembrar lechugas.casi n u n c a lo había ejercido.. para q u e el m u n d o pueda ver que en la jubilación también se puede cocinar con h orno s solares. una por una con tu bolsita". una de cada color y les expliqué: -"Las menores dé 2cm van dentro de la bolsa blanca. "k o m p o s f' y otras palabras "difíciles" que no tienen traducción al euskera y que oye a su hija decir en las charlas que da. U n día. A sus 63 años creó un pequeño huerto urbano. las hojas de acelgas de segundo y las de coliflor de postre. *sasoia:Yutrzdi. vivió en ese mundo rural que se trasladó a trabajar en la industria. sin aprenderlo en ninguna escuela. tomates. Antes de eso yo ya había enviado un emisario. Su hija. la invita a sus talleres. pero lo que más nos gusta es ese espectáculo de luces y sombras que nos ofreces cada noche. obedeciendo tal vez un instinto olvidado. sin saber que así lo llamaban. les puse 3 bolsas. las de 2 a 4 cm a la bolsa verde y las de 4cm en adelante a la bolsa amarilla". comenzó a separar semillas de pim ientos. "termacultura".¡hay que ver que bien se lo pasan!". sembrando y cosechando p o r pura intuición. que m e informaba: -"Las babosas de tu huerto están de romería debatiendo tom arse o no toda esa cer\ 'eza que les dejaste entre lechuga y acelga" otras veces m e decía: patatas. pin:iientos. A veces habla de "camas de cobertura". explicar a su brma cómo se hace un "agua de ortigas para dar sasoia a las plantas" o tomarse una leche de castaña con café de bellota. cuando sales con la linterna frontal a buscarnos.

tam bién dependiendo del p ro ducto final que se quiera obtener [aguardiente. tan dulce que la prim era vez que lo to m é "Se pasaron de azúcar"'. obtenido al pasar las cañas p or un trapiche o m olino para caña y de este proceso artesanal se obtiene u n jugo tan dulce. por los ínatones que los terratenientes contratan o por los mismos militares del gobierno. etc.] Su forma mas cruda y natural es el jugo de caña. otras veces lo com binábam os con cualquier otra fruta. se to m a y ayuda a combatir procesos anémicos. se encuentra en algunos campos. dicen que alarga la vida tam bién. es diurética y lim pia todo el organismo. panela en bloque. por ejemplo: guayaba con jugo de caña. Llegó la amargura cuando a alguien se le ocurrió convertir la dulzura en etanol para combustible [Manda carallo! Y todo porque a algún presidente com o Lula. les falta el aire de soberanía. le da por impulsar la p ro du cción de biocom bustibles en Brasil. . bocadillos. se contam inan y iTnueren mainutridos. se muele. entonces junté todas las babosas de las 3 bolsas en u na sola y se las llevé a las gallinas de m i vecino. panela m olida.selectiva de basura para luego revolverla toda dentro del m ism o cam ión. M i m adre aú n m e pregunta si lo que bailan mis babosas es trikitixa o m uiñeira. en as cuales trabajan con condiciones miserables [en las mismas plantaciones. Los desplazan a pequeños espacios rodeados de plantaciones. En las calles de C o lo m b ia te pensé: venden el ■ vaso "de jugo de caña con lim ó n exprim ido. Dos visiones: dulzura y amargura En Latinoamérica se dan distintos tipos de caña de azúcar. Ahora se habla de una caña de azúcar modificada genéticamente. dependiendo de la altitud a la que se siembra. la historia se repite]. a "caña agria". Los indígenas guaraníes kaiowá son expulsados de sus tierras en M ato Grosso do Sul. T am bién tiene su versión silvestre. se corta. así se hacen batidos sin necesidad de usar azúcar. obedeciendo a los mangantes del petroleo y a los oligarcas de la energía. La caña tiene u n alto contenido en hierro. Latinoam érica se convirtió en el surtidor de biodiesel para el m undo. como los esclavos de hace 300 años.

minerales y oligoelementos. una especie de alga de color pardo. que tiene un alto contenido en vitaminas. aquella que es primitiva. . es un tónico. comunitaria tj recolectora.o lo que es lo mismo. haciéndome la curandera agarré lo primero que encontré. la superación de los miedos y el acercamiento a la naturaleza que siempre nos rodea. cuando el m ar te empujó a la roca y te abriste la rodilla. te desinfectará y te curará". recolectando.Curandera por accidente Recuerdo aquel día en Sanxenxo. entre ellos el yodo y la vitamina K (indispensable para la coagulación de la sangre). Tu amigo Pablo reía. y al abrirla encontré un gel parecido al del Aloe Vera. cjue le fue arrebatada. También sé que la intuición facilita la improvisación acertada. también aprendí que en la época victoriana inglesa la aplicaban como cataplasma en las rodillas para combatir reuma. Sangraba y sangraba. que se encuentra en costas rocosas. Helena alimentaba a un mundo algo disconforme. agachada entre el musgo y la bojarasca. con terminaciones redondeadas que flotaban. y en el sueño otoñal apareció Helena. tí! viento traía lluvia de ideas u frutos silvestres. Y lo alimenta devolviéndole la memoria. Carta a Eduardo Gaicano Querido Eduardo: Anoche soñé aue la Tierra como tal se cubría con robles ^ castaños. reivindicando.te dije. se divertía especulando que si íbamos al médico nos aseguraría que muchos se tuvieron que amputar la pata por ponerse ese alga y que nos dirían los de servicio de urgencia. Y esta lluvia c u b a b a en forma de c|ueso de castaña. entonces yo. 'TMoooÜ Otro ingenuo que se cayó al mar y se puso ese alga en la herida]" Hoy en día sé que ese alga es el fucus. ñoki5 3e bellota y helados de romero. ham briento de so ucioncs perdurables y sediento de soberanía. Los baños de fucus estimulan la regeneración del cartílago. "Esto cortará el sangrado. alivian dolores articulares y musculares.

gustavoduch.5l5LIOGRAnA ij íbros de interés: Pan de Bellota. talleres o lo cjue su^a: davvam oru2012@ gm ail.com \v\mdanielmariaperezaltamira. Proyecto "El problema es la solución": Es una colección de vídeos que ilustran ur^a nueva forma de acercarse a las plantas invasivas foráneas de Galicia y otras arvenses. César Lema Costas. mal conocidas como malas hierbas.info > vw ’\v.com: Dawamoru leche de castaña o en el blog de Dawamoru.wordpress. Gustavo Duch WE65 interesantes: wwiv.Lipp Alimentos bajo sospecha.Propuestas artística y revolusionaria para encarar el cénit del petróleo.blogspot.net wvw.com ww'w.com. Clara Castellotti Herborismo. CON TACT O para sugerencias.com .com. José Manuel Jiménez "el Súper" Las verduras del mar. veganas pero usando miel de abeja). César Lema y Dawamoru Guía das plantas de Galica. Frank J. wvs'w. César Lema Costas Cocinar con bellotas en la era post-petrolera. Buscar en youtube. bioconstrucción y agricultura como recursos sostenibles de un presente que ya vive la vida sin seguir las pautas de la sociedad consumista. Platas y frutos silvestres comestibles.es VIDEOS: Proyecto 'Toma kastaña!". Montse Bradford Algas. colección de vídeos realizados por M orunji y Dawamoru en la que elaboran recetas de castañas api-crudi-veganas [crudas.feJixrodrigomora.dawamoRi. Descarga gratuita en el blog Dawamoru.blogspot. Clara Castellotti Eltotiquín de las hadas. Xosé Ramón García Ingenios solares.2013.net ww^v.solarquedada. El Doctor Wey o Dotor Im uk [Cesar Lema) y Dona Landra [Dawamoru) enseñan a reconocer las plantas silvestres y proponen una serie de usos en alimentación.soberaniaalimentaria. cosmética.elcambiotb.

comestible y creativo nos presenta un recetario que propone la recolección de recursos silvestres y la cocina desde los principios de la salud natural y la soberanía alimentaria. este libro propone una Via humilde para aprovechar. la inmensa riqueza que nos rodea y que esti a nuestra libre disposición cuando la reconocemos. % . Entre recetas. Te invito a degustar. Al alimentarnos de forma silvestre. semillas. nos alimentamos de Vida que vive al margen de nuestra locura comercial.Silvestre.s mismos. mirando con ojos nuevos pero con una sabiduría muy antigua.. cuentos y crónicas. creativa y sostenible abrimos un mundo nuevo de oportunidades en el plato y en nosotro. Una propuesta valiente que no protesta. frutas y plantas silvestres. una reivindicación justa que ilustra. . Al consumir flores..