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FACULDADE REDE DOCTUM DISCIPLINA FILOSOFIA PROFESSOR: THIAGO MUNIZ

TRABALHO DE FILOSOFIA CRITICA DA RAZÃO PRÁTICA

LUIZ CARLOS PREST JUNIOR 2º PERIODO DIREITO MATUTINO

Espirito Santo 2012

FACULDADE REDE DOCTUM 2º PERIODO DIREITO MATUTINO

LUIZ CARLOS PREST JUNIOR

CRITICA DA RAZÃO PRÁTICA

Atividade avaliativa com função de nota parcial para o seguinte semestre do curso de direito da rede Doctum, supervisionado pelo professor Thiago Muniz.

Espirito Santo 2012

Sumário
Introdução.............................................................................................................................................4 Direito e Moralidade.............................................................................................................................5 Direito Privado e Estado.......................................................................................................................6 Bibliografia...........................................................................................................................................7

Introdução
Neste trabalho abordaremos o ponto de vista Kantiano exposto em sua obra “Critica da Razão Prática” de forma a abordar as ações do homem, seus tipos e o choque entre direito e moralidade, abordando também a ideia de estado e da própria liga das nações.

Direito e Moralidade
Dentro do direito, da moralidade e do próprio estado, notamos que existe uma raiz comum que tanto os interliga quanto cria um sentido próprio para eles, de modo que abordamos utilizando nesse momento das ideias Kantianas como base; A Crítica da Razão Prática, nosso objeto de estudo, começa abordando as razões que impulsionam o ser humano a rescindir nas tais ditas em ações morais, porém não é suficiente de que a ação possua objetividade positiva de forma que a conduta seja correta por definição, é necessário que a conduta tenha como objetivo a realização da ação pelo simples dever, de modo que o indivíduo tenha naturalmente a consciência da necessidade do ato cometido, oque chamamos de “liberdade interna”, assim pela inexistência de pressões internas que levem ao ato; Caso contrário, se o indivíduo possuir um objetivo diferente da própria realização da tarefa, ou não tenha consciência inata do dever daquele ato, ele não será então um ato moral. O agir moral humano, de acordo com a critica, se diz que se é baseado simples e legitimamente pela razão, de modo que um ato com objetividade positiva mas afastado dos critérios racionais se tornaria então, imoral, o mesmo é o caso de ações que não podem ser universalizadas, pois carecem de fundamento racional. Adotando a existência do agir moral como racional, por processo inverso se percebe que um agir que foge dos critérios racionais pode ser dito como agir imoral, que são os desejos humanos provenientes dos instintos naturais, porém esses mesmos desejos são desarmônicos, de forma que se pode afirmar que todo ser humano pode e é vitima de suas ocorrências; A moral tem como característica a sua execução incondicional, sem pressões externas que forcem sua execução, então vemos que ela se torna insuficiente para a manutenção das relações, e para adquirir essas garantias é necessário de um sistema que possa manter a harmonia entre as partes, e ai entramos na legalidade. Segundo Kant, o único direito natural legítimo dado ao ser humano seria o seu direito a liberdade, porém vemos que a liberdade de um indivíduo, possivelmente pode ferir a liberdade de outro, lembrando que se a liberdade plena é regida pela moral, admitindo que existem desejos a serem avaliados, se torna necessário a limitação da liberdade exterior; A intenção dela não é de limitar as ações de forma a suprir alguns, mas sim de delimitar as ações possíveis de todos; A legalidade parece resolver as lacunas que vinham da insuficiência da moralidade, porém para se estabelecer a coerção que deve existir dentro de si, é necessário a crianção de um órgão maior que se responsabilize pela criação de manutenção do sistema jurídico, e depois do sistema estabelecido e efetivado dentro de uma região delimitada, e com a consciência e aprovação popular, teremos então um estado.

Direito Privado e Estado
Como formalidade, o estado é um aparato, um órgão criado par a manutenção das relações interpessoais para realizar a manutenção da ordem dentro de tal região, é o poder soberano que garante a coercitividade do próprio direito que se vê mais prático que a moral por si; Dentro da própria ideia de direito, podemos separa-la em dois ramos, o Direito Público e o Privado; O Direito Privado está relacionado aos direitos naturais ao homem, que são impostos pela moral apenas e o dever de uma pessoa a agir da forma correta, não é coercível a ponto de que não se considera moral um ato que é imposto a alguém, mesmo que haja uma objetividade positiva no ato; Em contraposição o Direito Público é aquele que se é feito por relações públicas, não se fala mais em relação entre indivíduos, mas sim entre um indivíduo qualquer e o próprio poder estatal, sendo este coercitivo e corretivo, de modo a garantir a conduta moral dos cidadãos independente de sua convicção do ato. Um estado entretanto possui características, ele estabelece normas pela legalidade e em maioria positivando princípios e direitos dito naturais garantindo a sua execução, porém os princípios e o entendimento de cada região sobre um determinado fato podem ser diferentes pela mera divergência entre as características regionais, então os aspectos previstos por cada estado podem e em regra possuirão divergências, quando se falava da preservação e não agressão às liberdades individuais, ouve a criação de um estado para garantir a criação de uma ferramente chamada legalidade que garantia solucionar a “briga de vontades”, adotando a liberdade parcial em prol da paz entre indivíduos, porém, notamos que para resolver o problema das vontades entre os estados, há necessidade da criação de um órgão que esteja acima dos estados, um mediador, e este seria uma união entre os estados em busca do ponderamento entre vontades e cooperação sistemática, este órgão seria a Liga das Nações. Repare que quando mencionamos Liga das Nações como um órgão superior ao conceito de estado, não nos referimos que este tenha os estados participantes subordinados ao mesmo, de forma que seu poder não é absoluto ou autossuficiente, ele existe para instaurar a ordem e a chamada “Paz Eterna”, de modo a instaurar um sistema que se aproxime o máximo possível da moralidade.

Bibliografia
Material recebido por nós sobre resumo de aspectos sobre a obra “Critica da Razão Prática” de Immanuel Kant.