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Código 6.

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Comunicação Visual - O início
As primeiras marcas humanas encontradas na África têm mais de 200 mil anos do período Paleolítico ao Neolítico (35.000 A.C. a 4.000 A.C.), os primeiros africanos e europeus deixaram pinturas em cavernas, incluindo as famosas cavernas de Lascaux, no sul da França. O preto era feito com carvão e uma grande variedade de tons quentes, desde os amarelos-claros até os marrons-averme-lhados, feitos com óxidos de ferro vermelho e amarelo.

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Esta palheta de pigmentos era preparada com gordura como veículo. Imagens de animais eram desenhadas e pintadas nas paredes desses antigos canais fluviais subterrâneos, utilizados como refúgio pelos homens e mulheres pré-históricos. Talvez o pigmento tenha sido passado nas paredes com os dedos, ou talvez com um pincel feito com pêlos ou capim. Este não foi o começo da arte como a concebemos hoje, foi o início da comunicação visual, já que esses primeiros desenhos visavam a sobrevivência e foram criados com fins utilitários e ritualísticos. Eram as marcas que implicavam uma habilidade precoce de criação de símbolos. As primeiras gravuras se desenvolveram de duas maneiras: primeiro, elas foram o início da arte pictórica os objetos e eventos do mundo eram reproduzidos com exatidão e fidelidade cada vez maiores, à medida que os séculos passavam. E, segundo, as gravuras também evoluíram e se tornaram escritas. As imagens, independentemente de terem mantido ou não sua origem pictórica, acabaram se transformando em símbolos para os sons da linguagem falada.

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O artista paleolítico desenvolveu tendências simplificadoras e estili-zadoras. As figuras foram sendo cada vez mais abreviadas e expressas. Com um mínimo de linhas no final do período paleolítico. Alguns petroglifos e pictogravuras estavam tão reduzidos a ponto de parecerem letras.
..................................................................................................................................... 1- Homem com arma/a figura humana/símbolo do sol. 2- Gravuras na rocha em Val Camonica, (Itália Setentrional), datando de épocas diferentes, do período Neolítico - antes de 2200 A.C. - até a idade glacial, estes desenhos foram feitos com base em fotografias e cópias por contato, tiradas pelos alunos do Kunstgewerbeschule de Zurique (Suíça). 3- Ex-Libris - utilizado na primeira página de um catálogo Bruxelas/1980/ A caligrafia Islâmica. O homem continua registrando seus pensamentos e idéias do mundo com símbolos e signos em diferentes formas de expressão. 4- Selo de um mercador Chinês/marca de um fabricante de porcelana/Alemanha/1720.

Código 6.2

Comunicação Visual Um breve histórico
O homem primitivo já usava signos (sinais) e é possível que com a natureza à sua volta, tornou-se necessário - por desejos práticos ou místicos - representá-la primariamente. Isso aconteceu em nível do objeto e em nível de idéias abstratas. Mas, desde que a abstração lingüística ainda não pertencia àquele plano elementar de consciência, nossos antepassados deviam simplesmente "marcar", de maneira rudimentar, aquilo que desejavam representar. É natural que essas marcações (sulcos em árvores, um monte de pedras, um buraco escavado) eram desprovidas do sentido geométrico como conhecemos hoje. Mas o processo intuitivo e empírico deve ter seguido sua evolução própria até chegar a um mínimo de grafismo. "...0 certo é que a Natureza é fecunda em formas as mais variadas, e é bastante natural que o imaginemos (o homem primitivo) se apossando das mesmas através de observações constantes. Os astros, as plantas, os rios, os minerais tinham que suscitar tais considerações. Mas talvez a noção de distância tenha sido das primeiras, ao que sobreveio o conceito de linha reta como a menor distância entre dois pontos. A partir daí surgiram noções menos simples de linhas, superfícies e sólidos. Através de formas que possuíam propriedades semelhantes, começaram a

aparecer intuitivamente conceitos diversos...". Não sabemos que formas estão vinculadas a tal época. É possível que as formas curvilíneas tenham surgido primeiramente. Uma forte razão para esta hipótese é que a Natureza é constituída de formas orgânicas, ao contrário do que vulgarmente se pensa, à exceção de formas cristalinas, facetadas, que se apresentam sob a forma de poliedros planares. Existem aqui dois pontos importantes: primeiro, a dificuldade no traçado de formas retilíneas (condicionamento motor) e segundo, a abstração implícita da geometria a elas referente. Símbolos Primitivos

Homem

Mulher

Família

Serge Tchakhotine refere-se à hipótese de que os primeiros sinais do homem primitivo tenham sido em nível de idéias abstratas. Admite-se que a linguagem usada era pictográfica Mais tarde, os Egípcios, através dos hieróglifos expressaram com certo domínio suas idéias, fatos e sentimentos. Pictografia (Lat Pctu) é a escritura ideográfica na qual as idéias são expressas por meio de cenas ou objetos animados. Note-se que aí o sinal exprime som ou letras. Outros povos usaram os ideogramas, e o surgimento dos sinais fonogramáticos - fonograma (Gr. Phone maisgramma), sinal que representa um som - mudou radicalmente aquela representação. Na Idade Média, os signos se firmaram como imagens reais de pessoas e coisas, dentro do processo religioso que caracterizou a época. Foi então que se estabeleceram os ícones (Gr. Rikon), qualquer imagem religiosa (Igreja Ortodoxa) ou pintura executada sobre

os mercados usam marcas e recursos visuais para diferenciar seus produtos dos produtos alheios. Grécia). os produtores de potes de má qualidade logo aprenderam que uma maneira de vender a mercadoria. era possível procurar por sua marca e evitá-la! Naturalmente. se os potes comprados fossem bons. mas a fase detonadora do surto atual foi o período que se seguiu à 2ª Grande Guerra. România. são anteriores às marcas identificadas por palavras. Mas aquela magia artesanal e mesmo barroca não podia agüentar os modernos métodos e processos tecnológicos. A revolução industrial teve seus efeitos diretos sobre o assunto em questão. o aperfeiçoamento das comunicações e da manufatura permitiu. ou logotipos. O início do uso das marcas e logotipos. provinda da lenda ligada ao santuário de S. mobiliária e tapeçaria na França e na Bélgica. em vez de arriscar a compra de um outro produto que poderia não ser tão bom. mas um bom oleiro também esperava que seus clientes procurassem por sua marca pessoal e comprassem seus potes. Jaime em Santiago de Compostela (no noroeste da Espanha. pelo menos a curto prazo. Há muito tempo. era mais plausível que comprasse outros do mesmo oleiro. pela primeira vez. Anteriormente. Sem dúvida. uma estrela ou uma cruz. o uso de marcas e logotipos em larga escala data apenas de um pouco mais de cem anos. De maneira semelhante. As necessidades de diferenciação e o sentimento de propriedade são comuns aos seres humanos. e muitas . era colocar uma marca em potes de qualidade inferior para fazer com que os compradores pensassem que eram de um oleiro bom e confiável. Imperadores e Governos. o movimento Art Nouveau tinha exercido sua influência que se traduziu não só nos símbolos gráficos mas em todo tipo de comunicação visual. Na segunda metade do século XIX. Nos séculos XVII e XVIII quando avolumou-se a manufatura de fina porcelana. Durante séculos. as marcas e logotipos foram usados principalmente em escala local. como símbolo de piedade e fé. Ao mesmo tempo.madeira que representava uma imagem religiosa (Rússia. necessária a comunicações rápidas e efetivas. transformou a função estritamente mística dos símbolos em representação de conceitos e idéias materiais. um centro Medieval de Peregrinação. Entretanto. a concha da Amêijoa. a Águia de Hadsburgo na Áustria-Hungria e o Crisântemo Imperial no japão indicavam propriedade ou controle. quando os locais sagrados da palestina foram fechados aos peregrinos pelos Muçulmanos) foi amplamente usada na Europa Pré-Renascença. As exceções eram as marcas diferenciadoras usadas por Reis. Ao contrário.um peixe. o mercado maciço de produtos de consumo. Entretanto. o cumprimento das leis relativas ao selo de qualidade em objetos de ouro e prata era exigido com mais regidez para que o comprador pudesse ter confiança no produto. por exemplo. principalmente devido ao patrocínio Real. preferindo-os aos de outros oleiros. ou fazendo sua marca . convinha ao cliente. se o produto de um oleiro não tivesse sido bom. no fundo do pote. também. Sérvia. Podemos presumir com segurança que esse recurso das marcas. Mas foi o século XVII realmente que com a evolução do pensamento científico. o processo sígnico não deve ser ligado simplesmente à identidade do sangue azul ou à propriedade mercantilista. A Flor-deLis na França. Em termos de simbologia gráfica. Isto é. a Heráldica teve uma grande influência na abstração de formas. as marcas e logotipos foram usados pelas fábricas para indicar qualidade e origem. Um oleiro identificava seus potes imprimindo a marca de seu polegar no barro molhado. o orgulho pelo próprio produto teve certa relevância no caso. nem tão pouco os novos meios de comunicação que aceleram o tipo de informação concisa.

do Know-how dos proprietários ou por uma fonte única de abastecimento. Tomemos os refrigerantes do tipo Cola como exemplo. Essa diversidade de escolha pressiona o fabricante a oferecer alta qualidade. Código 6. sua capacidade de engarrafamento e de distribuição é em grande parte responsável por isso. Aveia Quaker. A era da televisão teve muito a ver com isso.das marcas mais conhecidas atualmente vêm daquela época . distribuição e disponibilidade são. No entanto. o consumidor tem uma espantosa gama de opções: há. sabonete Sunlight.máquinas de costura Singer. as empresas de cartões de crédito. preço excelente e ampla disponibilidade. minas de carvão e beneficiadoras de aço pouco necessitavam de marcas e logotipos. assim como a rápida expansão de indústrias secundárias e de serviços estaleiros.3 A importância das marcas e logotipos Nas economias desenvolvidas. Cereal Matinal Shredded Wheat. Embora haja diferenças indubitáveis. preços. . Cerveja Bass. na verdade. Poucos produtos estão protegidos da competições direta pelo escudo das patentes. à criação de marcas com personalidades distintas e diferenciadas para produtos ou serviços cujas características. os fabricantes de aparelhos de áudio e estéreo. essas duas marcas conseguem dominar o mercado mundial desses refrigerantes. mas o fator principal é a força e o apelo das duas marcas. refrigerante Coca-Cola. portanto. centenas de modelos de automóveis e milhares de tipos de veículos à escolha. dezenas de diferentes fabricantes de automóveis. por exemplo. Cheques de Viagem Americam Express. Mas os fabricantes de comida. Muito da criatividade do Marketing e das marcas é vinculado. muito parecidos. Viagens Cook´s. por exemplo. Não há dúvida. entre a Coca-Cola e a Pepsi-Cola. Feijão em Lata Heinz e Seguros Prudential são apenas alguns exemplos. Mas foi nos últimos trinta anos que houve a verdadeira explosão no uso de marcas e logotipos. os fabricantes de computadores e as cadeias de lanchonetes consideram suas marcas e logotipos o coração de seus negócios. Filmes Kodak.

são confiáveis. confiáveis. O nome Hilton é a nossa garantia de instalações sólidas. Fica claro também que elas são um poderodo incentivo para que seus proprietários mantenham a qualidade dos produtos.Codigo 6 Responda as questões no formulário abaixo. sem usar fontes de letras e sem a preocupação de estar desenvolvendo uma marca. e de um serviço de qualidade. A marca e o logotipo nos permitem tomar uma decisão rápida quase inconscien-temente. assim. tanto aos seus proprietários quanto às necessidades de seus consumidores. As marcas permitem ao consumidor comprar com confiança e fornecem-lhe o mapa da mina diante de uma espantosa variedade de escolha.Faça um breve comentário de como se deu o início da comuni-cação visual. não é preciso preocupar-se com sua possível contaminação ou que sejam excessivamente caros . qual? E nos últimos 30 anos houve uma explosão no uso de marcas e logotipos. Se deseja comprar gasolina.Qual é o poder que a marca exerce em nosso inconciente na hora de tomarmos uma decisão rápida sobre um determinado produto? 6. a maneira pelo qual as empresas encapsulam e diferenciam seus produtos ou serviços servem. 1.O início do uso de marcas e logotipos tinha um único objetivo. . quando diante de várias opções. são também valiosas para o consumidor. Explique. O mesmo acontece com os serviços: se ficamos num Hotel Hilton não temos que nos preocupar muito se o restaurante é confiável ou se os lençóis são limpos. transformou a função estritamente mística dos símbolos em representação de conceitos e idéias materiais. Explique como desenvolveu este processo.A evolução do pensamento científico. sabe-se que os produtos de um posto da Mobil. Código 6 Trabalho de conclusão . o trabalho é livre.o nome e o logotipo Mobil são um endosso. 4. faça um breve comentário sobre como se precedeu esta "explosão". 5. por exemplo.Considerando que as marcas implicavam uma habilidade precoce de criação de símbolos.Desenvolva um símbolo que represente você. As marcas e os logotipos. colocando somente o número da pergunta e sua resposta. Use sua criatividade. 2. 3.Mas assim como as marcas são bem valiosos e armas potentes para seus proprietários.

na virada dos anos 1950 para os 1960. de Antônio Maluf. estava inteiramente imbuída dos ideais do Movimento Moderno: concisão. Alexandre Wollner. Nada disso. Identidade nacional não se coleta. polêmica. com o perdão do trocadilho. no folclórico. é fundada a ESDI. No contexto geral do país: industrialização.. tão presentes no cotidiano de um país atrasado como o nosso. a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP implanta as seqüências de Programação Visual e Desenho Industrial. ligado ao MASP. no artesanal. . um fenômeno!). A ordem era apostar nos planos arrojados. ao longo de toda década. Deu jogo. E fez bem feito. geometria. ânimos exaltados). o marco são as marcas. elas foram a face mais visível e mais identificável da nova profissão que surgia. No contexto mais específico das linguagens visuais: criação do instituto de Arte Contemporânea. no Rio de Janeiro. se cria. Karl Heinz Bergmiller). a primeira bienal de São Paulo (e a segunda em 1953. Esta maduro o cenário para que. Geraldo de Barros. Se o assunto é o surgimento do design gráfico no Brasil. Foi na década de 1950 que tudo começou. Escola Superior de Desenho Industrial. início da veiculação em larga escala de peças gráficas construtivas. surjam os primeiros escritórios de design do país: Forminform em São Paulo (Ruben Martins. Em outras palavras. em particular cartazes de grandes eventos. a quarta em 1957. menos é mais. desenvolvimento. arrojados mesmo quando considerados no panorama internacional. 1 2 Pronto. em 1951. A aposta era alta. visitas e exposições de artistas da vanguarda européia. a terceira em 1955. Exatamente por seu poder de concetrar informação. forma é função. como o da primeira Bienal. e PVDI no Rio (Aloísio Magalhães à frente). surgimento da arte construtiva e da poesia concreta (espanto. 50 anos em 5. Essa primeira geração tinha tudo por fazer. Existia uma tarefa a ser cumprida e um programa claro a ser seguido. formas primárias. e. Como não poderia deixar de ser. as duas primeiras escolas também surgem no início dos 1960: em São Paulo. Para completar o quadro.1 A identidade corporativa do Brasil Pense no big-bang: a marca é o átomo primordial (o sistema de identidade visual surge de sua explosão). marca é identidade visual concentrada: alta densidade de informação no mínimo de espaço. limpeza. O espírito que norteava tudo era internacional: ninguém saiu procurando uma suposta identidade nacional no pitoresco.Código 7.. mas a mão dos jogadores era boa. também em 1951.

da mesma Grécia que iluminava os fundamentos do Movimento Moderno. Nelas. 1. ressonância dos textos de Le Corbusier que falam da arquitetura como o jogo sábio e magnífico dos volumes sob a luz. Ludovico Martino. Aloísio Magalhães. novamente. ela é o corte de uma coluna grega. Nela. projeto de Ludovico Martino.Marca . O célebre b da Bozzano.Esse espírito internacional. A leitura mais imediata é sempre a do sol.representa bem a dedicação incansável ao trabalho de lapidação da forma que distingue essa geração: o máximo de esforço para atingir o máximo de concisão.Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.o resgate magistral da referência internacional fundadora da nova arquitetura que se afirmava no país. aluno do curso do IAC quase 10 anos antes. 1960. e dessa operação surge o número 4 repetido quatro vezes. permeado pela preocupação em construir uma cultura brasileira. 1 . A primeira delas é a marca da FAU USP. nossos pioneiros arregaçam as mangas e vão à luta.um toque leve e preciso na epiderme da letra. em alusão aos produtos da empresa . 1964. de Ruben Martins . 2. Ficava assim registrado na identidade visual da escola . ao longo dos anos 1960. Grécia e Portugal estavam devidamente homenageados.Marca . de Aloísio Magalhães. de 1960. desenvolve-se um diálogo com algumas de nossas tradições. A outra marca é a do IV Centenário do Rio de Janeiro. operando com maestria o idéia rio moderno. a referência fundadora: a cruz de malta portuguesa é girada 45°. Mas.IV Centenário do Rio de janeiro. Código 7.na época mergulhada em um profundo processo de renovação . pode ser encontrado em duas das marcas mais sedutoras daqueles tempos heróicos. uma tentativa de reencontro com as origens.2 A identidade corporativa do Brasil Anos 1960 Contas com o passado acertadas. num jogo de espelhamentos e rotações que retorna sempre ao ponto de partida. de 1964. antes de ser o sol da FAU. produzem um conjunto de marcas memoráveis. E.

assim como a projetos ligados à imagem institucional do país. ao ser chamado para projetar a nova identidade visual do então Banco Nacional de Minas Gerais. e resulta nas letras A e V. tendo participado ativamente das discussões de propostas curriculares para a escola. no entanto. Mais tarde. são os pistões e bronzinas que dão nova configuração ao desenho do M.A coerência de princípios e de procedimentos projetuais aparece estampada nesses trabalhos. sócio da Forminform. ele recorra à história. invertendo a relação figura-fundo. . produto de maior visibilidade da empresa. Aloísio Magalhães dedicou-se como nenhum outro designer do país aos temas concernentes a uma política nacional de preservação do patrimônio cultural. indiciando o movimento horizontal feito pelo veículo. O poeta concreto Décio Pignatari foi também professor da ESDI. antes de tudo isso. A presença de artistas construtivos atuando no território do design foi uma constante. Na marca da Villares. No caso do Metrô.) Trata-se de um exemplo irretocável da almejada fusão entre forma e significado. (De brinde. vai continuar a tarefa de formação dos novos quadros de designers do país. Neste caso.o trânsito entre superfície e subsolo . como no caso do já citado Geraldo de Barros. como professor da graduação e da pós graduação da FAU USP. na origem mesma do sinal. que se dedicou por mais de 30 anos à escola.do banco. o rastro deixado pelo movimento vertical do losango faz referência ao movimento dos elevadores. de Aços Villares. de Cauduro/Martino. 2 3 Na marca da Metal Leve. empresa pioneira tanto em sua área de atuação como na preocupação com o design. Portanto. não é de espantar que. e mesmo de vários dos projetos pioneiros do período.e o caráter nacional . Da decupagem do círculo nasce uma composição primorosa. está lá o triângulo dos Inconfidentes. enquanto o detalhe da haste horizontal do L permite a leitura da letra e confere ao conjunto o toque de leveza que o particulariza. surgem outras duas setas. para atestar a mineirice . em um procedimento análogo ao utilizado na marca da Villares.são inscritas num losango perfeito. dos quais o genial projeto das cédulas do cruzeiro é apenas um dos exemplos. atividade partilhada com João Carlos Cauduro. que sugere as idéias de moeda em movimento e de um núcleo central protegido e seguro. as duas setas indicadoras da particularidade do meio de transporte . Wollner vai fazer com que as formas dos produtos impregnem o desenho das letras.

6 7 1. ilustrando a atmosfera de mútua fertilização e colaboração característica da-queles tempos.Metrô de São Paulo . o resultado é. uma das formas mais requintadas do período. sem receio de ser literal.Alexandre Wolíner.Cauduro/Martinho. Martino assume um tom singelo. Eles também reservaram lugar para gestos delicados.Aços Villares . Neste caso.4 5 A atuação profissional dos artistas construtivos era bissexta. 3. de Willys de Castro e de Hércules Barsotti. estes últimos autores da marca da Mobília Contemporânea. de maneira análoga aos procedimentos que empregavam em suas obras bi e tridimensionais. Temos aqui uma verdadeira migração de linguagens do campo da arte para o do design.Aloísio Magalhães. 1968. Independentemente das explicações. Nem só de estruturas rígidas e formas primárias viveram os pioneiros do design brasileiro. os artistas empregaram procedimentos de corte e recorte de formas da letra C.Banco Nacional .Cauduro/Martinho. igualmente professor da FAU USP.obtendo ao final do processo o e da Eucatex.Ruben Martins. como nos casos de Maurício Nogueira Lima. 2. 5. . 1960. junto com o b da Bozzano. No caso da Eucatex. Wollner elabora uma cerrada justificativa: por tratar-se de um fabricante de laminados flexíveis de madeira com propriedades acústicas. 4. 1970. Na marca da Duas Cidades.Metal Leve . a referência figurativa adotada foi a estrutura orgânica do ouvido humano . 1967. 1963.Bozzano .

Podemos duvidar da premissa de sua marca – uma tela de TV que reproduz com fidelidade o globo do qual ela faz parte . Tendo como pano de fundo a ditadura . já contando em seus escritórios com a primeira geração de designers formados nas duas escolas. e nomes como Push Pin Studio. A nova marca e a nova linguagem gráfica implantadas na Rede Globo por Hans Donner significaram um imenso salto de qualidade em relação à cultura visual dos meios de massa brasileiros da época. Nos escritórios então existentes. que cumpriam importante papel formador. aquilo era ampliação de . Para uma platéia de jovens designers ávidos por informação nova. Lá de Curitiba. Revistas especializadas começam a circular mais amplamente. sucessora da Bauhaus. a Gráfica.Alexandre Wolíner. um meio ganhava cada vez mais força e não podia continuar a ser ignorado: a televisão. para compensar o isolamento curitibano. instalado provavelmente nas vizinhanças do vampiro que reside na cidade. mudanças estavam a caminho. mas como única referência disponível. essas escolas preparavam os quadros que seriam os responsáveis pelas renovações de linguagem dos anos 1980 e 1990.Eucatex . 1962. essa era a herança que orientava toda a produção. Correndo em outra raia. De outro. ele passa a editar. no início dos anos 1980. 1967. Só que ele faz esse sucesso todo explorando despudoradamente um recurso banido do vocabulário ulmiano: o gesto. aquela que por anos seria a mais sofisticada revista brasileira. Exímio ilustrador e calígrafo. tanto na ESDI como na FAU USP. Herb Lubalinou Sob Gil! deixam de ser um Código tão secreto. Miran começa a ganhar prêmios e mais prêmios nacionais e internacionais. correndo solitário. dura para o país -. ele projeta páginas primorosas em publicações locais.6. De um lado. 1 Numa terceira raia. a década de 1970 representou um período de aquecimento para as mudanças que ocorreriam nas décadas seguintes. em grande medida. para quem produzia linguagem visual.Ludovico Martino. desponta outro designer que contribui para colocar em dúvida algumas certezas.mas ninguém duvida da importância que representou.3 A identidade corporativa do Brasil Anos 1970 Da mesma forma que na década de 1950 foram gestadas as condições para a eclosão do design nos anos 1960. Textos telegráficos introduziam matérias sintonizadas com o que de mais recente era produzido no mundo em termos de linguagem visual. o grupo de pioneiros manteve sua linha de trabalho e solidificou sua posição no mercado. a dinâmica de suas vinhetas e a exploração da tridimensionalidade em suas imagens. 7. No entanto. A carência de contato com informação estrangeira atualizada ajudava a estabelecer a Escola de Ulm. nas quais seu desenho reina absoluto. E. a cena profissional manter-se a mesma ao longo da década de 1970. apesar de.dura para a cultura. Código 7. os anos 1970 foram anos de maturação.Duas Cidades . não apenas como influência hegemônica. Milton Glaser.

representantes da primeira geração formada na FAU USP após a renovação do início dos anos 1960. Um grupo de designers. antes restrita ao meio publicitário. Além disso. . ao projetar a marca de uma pequena loja de calçados. como é o caso da marca do Itaú. 3 Ao mesmo tempo. o qual caía como uma luva para um banco que carregava uma pedra preta tupi no nome. 2 Isso não quer dizer que a tradição modernista tivesse sido abalada. num arranjo engenhoso e de forte impacto visual. foi inserido no quadrado de cantos arredondados herdado da marca anterior. funde o texto com a imagem de uma pegada em altocontraste. O texto. a veiculação dos trabalhos do próprio Miran na revista alargou o espectro de sua influência. Algumas das regras até então indiscutíveis começavam a ser colocadas em xeque. seco e preciso. índices das mudanças em curso já haviam começado a surgir. ela continuava a dar exemplos de plena vitalidade. Pelo contrário.repertório em estado puro.

4. Código 7. temos o gesto que se desprende da superfície do papel e passa a recortá- . A marca do Centro Cultural São Paulo.Edgar Allan Poe (caligrafia para jornal) . o gesto inaugurado por Miran frutifica. atribuindo à revista uma atmosfera de transgressão coerente com seu projeto editorial. 1 2 Em outra vertente.Rede Globo . A primeira delas pode ser vista nos vários sinais produzidos por ele para a Gráfica. No entanto. mas o percurso da linha está mais próximo de uma geometria não-euclidiana do que dos rigores de Descartes. as desenvolvidas pelo escritório de Ricardo Van Steen e Ucho Carvalho vão claramente passar do território da construção para o da desconstrução. para com elas criar um jogo assimétrico. Na Trip. variedade. mas ainda inscreviam-se em sua tradição. Já na Tatu Filmes. já era possível notar mudanças. de Emilie Chamie. nos quais era explorado com freqüência o contraste entre a delicadeza de tipos serifados e o vigor de pinceladas grossas. A marca da Triton nos oferece um verdadeiro cardápio de heresias para os padrões ulmianos: complexidade. que tanto remete à idéia de difusão cultural quanto insinua as iniciais S e P do nome da instituição. 1977. O mesmo recurso da pincelada vigorosa e do gesto rasgado está presente no logotipo da Bizz. 3. a de um ciclista em movimento. Era tudo o que a grife desejava transmitir a seu público: diferença. ausência de elemento estruturante hegemônico. debruçado sobre a bicicleta. 2. com assessoria de Alexandre Wollner e Francesc Petit.Miran.Banco Itaú . como. por exemplo. 1974-75. A perseguição levada a cabo por ele termina bem: sua imagem transforma-se na letra M. 1979. o surgimento de uma sintaxe mais complexa. Ricardo Ohtake . Mesmo em projetos que mantinham a referência da escola alemã. 1970.Dalton de Lucca & José Graciano. caminhando na mesma trilha.4 A identidade corporativa do Brasil Anos 1980 Novos ares começam a soprar sobre as pranchetas.4 1.Hans Donner. Se essas duas marcas expandiam as fronteiras modernistas. introduz um número maior de elementos no desenho do sinal e explora mais explicitamente a referência figurativa . adquirindo as mais diversas feições. A marca da Monark. novidade.Altemio Spinelli.no caso. a coisa não pára por aí. resgata o desenho das grandes vigas metálicas curvas que caracterizam o edifício.SAO Design/Hugo Kovadloff & Rejane Tenenbaum. excesso. a concepção estrutural da marca é quase ulmiana.

imagem-símbolo das lutas dos trabalhadores. a sabedoria tem outro endereço: mora no olhar esperto. estamos aqui diante de uma nova postura. distinta da alemã: ao invés de estabelecer a priori os limites da investigação. formado por um jogo de palavras que ecoam . 7 8 Por fim. Neste caso. o leque de possibilidades é ampliado. Já na marca da Companhia das Letras. João Baptista da Costa Aguiar vai buscar na gráfica pré-moderna as referências para a montagem do sinal. em alusão aos produtos da empresa. o S é construído na forma de uma fita flutuando no espaço. No caso da Forum. e passa a incluir a contribuição do acaso e da surpresa. 3 4 5 6 A propósito dos efeitos derivados da linguagem televisiva.Io. indicando tanto a informalidade como a irreverência da etiqueta. capaz de perceber a solução do problema surgindo de lugares inesperados. o rompimento com a bidimensionalidade pode ser visto nas marcas da Santista e do Step. foi resgatado o código da sinalização de trânsito. enquanto na marca do sindicato a referência é o tremular da bandeira. passam a surgir trabalhos que se valem de imagens pré-existentes. as rupturas são mais radicais. produzindo o aspecto de uma colagem casual. trabalhando em sintonia com o nome da editora. Caminhando no contrafluxo das tendências construtivas e desconstrutivas. Na verdade. agudo. Na Santista.

Revista Bizz . No entanto. 5. Uma década e tanto. o número de profissionais cresceu. Não é por acaso que a ADG (Associação dos Designers Gráficos .Santista Têxtil . 2. 1989.Tatu Filmes .Forum . 1987.Ricardo Van Steen & Ucho Carvalho. 1983. essa.5 A identidade corporativa do Brasil Anos 1990 O design está maior. 9. 1981. Cláudio Novaes & Milton Cipis. A marca não é mais uma marca única. pela simples razão de que muitas delas . 10. 9 10 Anos depois. produzindo uma atmosfera clássica e sofisticada.João Baptista da Costa Aguiar. Giovanni Vannucchi & Ronald Kapaz.Eliane Stephan & Mari Pini. Código 7.OZ Design/André Poppovic. Definitivamente. todas relacionadas a meios de transporte . Ao invés de estabelecer uma imagem definitiva para o sinal. 1986 a 1994.Centro Cultural São Paulo .Maurício Oliveira. 3.de novo em sintonia com o nome da editora. ele cria uma família de imagens. 6.a expansão ultramarina portuguesa. mais visível.Revista Trip . 4. 1.Companhia das Letras .Sindicado dos Trabalhadores de Empresas de Propaganda do Paraná . Ulm não ocupa mais a mesma posição. o que não quer dizer que trabalhos baseados em suas premissas não continuem a ser feitos. as reviravoltas não páram aí. Continuam. o mundo do design gráfico não era mais o mesmo.Bicicletas Monark . 1985.Brasil).SAO Design/Hugo Kovadloff & Renato Nishimura. 7. 8. o sistema amplia-se ainda mais. 1983.Rafic Farah.Emille Chamie. E agora o tom da conversa é bem diferente daquele de dez anos atrás. 1985.D Designers/Hugo Kovadloff. sendo criados sinais com grafismos diferenciados para publicações destinadas aos públicos infantil e juvenil.Mário Narita. 1986. Utiliza-se para isso de antigas vinhetas tipográficas e de fios de espessuras distintas. 1986. e continuarão por um bom tempo. surge nessa virada de década. mas um sistema de marcas ordenado segundo um padrão matricial.Triton .

Em pouco tempo. O ponto culminante. na verdade. os projetos acusam o golpe. nada cai melhor do que uma boa dose de espírito ulmiano. mas a dosagem de empatia e impacto foi bem feita. Ainda que os efeitos do computador sejam mais evidentes na área editorial. um sucesso. mas é preciso lembrar que a própria demanda por perenidade mudou. 1 2 Uma coisa é certa: Ulm vive. e é natural que sinais transitórios sejam admitidos no clube. . está na marca da Olimpíada: além do Pão de Açúcar e da baía da Guanabara. quase irreprimível: aqui não há marcas tão definitivas. A grande novidade. uma observação surge. Antes da metade dos anos 1990. Em determinados contextos. conseqüência do novo olhar derivado do computador. Ao examinarmos o panorama dos anos 1980 e 1990. causando admiração e espanto. juntamente com a do Rio 2004. É possível trabalhar com esses clichês? As duas marcas enfrentam o desafio. Isso pode ser verdade. o carnaval foi incluído na lista! O prato poderia parecer indigesto. outro designer gráfico bissexto (esta. Da referência concreta do sinal anterior. os escritórios estão todos equipados: mudam as rotinas de trabalho. Sinal enxuto. é outro. como lembra Milton Cipis. chega o computador. como poderia parecer. no entanto. sua força reside no fato de completarmos com o olhar o quadrado virtual. que participou do projeto). de quebra. isso torna o trabalho mais complicado. ampliam-se enormemente os recursos disponíveis. é outra: na virada da década. A cultura do transitório ganhou espaço. e não mais simples. Por vezes. no entanto.permanecem válidas. Prova 2: a marca da Tabacow. Pensar na imagem do Rio de Janeiro é pensar no Pão de Açúcar e na baía da Guanabara. é do final da década de 1980. Prova 1: a marca da Telesp. substituta dos três aparelhos telefônicos em formação de triângulo eqüilátero. eles estão também no desenho de marcas. de Francesc Petit. provam que investir esforço no polimento da solução gráfica traz bons dividendos. É a velha e boa Gestalt mostrando seu poder. Um bom exemplo é o sinal da Eco Rio 92: temos aí uma nova sintaxe. 3 4 Mas o interesse maior dessa marca. saem-se vitoriosas da empreitada e. passamos para a imagem abstrata da propagação de ondas que desenham o Estado de São Paulo. e o resultado. tão plenamente realizadas como as dos anos 1960.

Vocês querem ilustração? Aí estão as marcas da Infantaria e do Projeto Estadão Cultura.clara ressonância da abstração geométrica dos anos 1950 -. ambas desenhando letras que emitem luz. dando a necessária pulsação ao sinal. basta escolher. o entrelaçamento de dois sistemas de códigos na marca do IEA USP: o A. novo atestado de que as coisas mudaram: uma instituição bancária falando de arrojo e informalidade. o desenho acompanha o bom humor do nome e. Na marca do Banco Rendimento. Ou então. a silhueta da figura humana é qualificada por um padrão de planos sinuosos . o mínimo de elementos com o máximo de resultados. uma superposição de planos típica do computador. ambas explorando a relação entre cinema e luz. complementada por um círculo que cumpre o papel de ponto de referência externo. Vocês querem concisão? Aí estão as marcas da Marabá Filmes e da Academia de Filmes. num registro mais erudito. 7 8 9 Vocês querem confusão? Aí está a Hot Zone. No Estadão. num tom mais sóbrio.Agora tem de tudo. Nas três. 5 6 Na Infantaria. por meio da migração do código matemático para o território da tipografia. cria a imagem de um super-herói flutuando à frente da tropa de infantes. de "Avançados". num clima de história em quadrinhos. transforma-se em potência do "Instituto de Estudos". .

Infantaria .Telesp . 1987.Cite 2 marcas e algumas características marcantes do design brasileiro na década de 80.Projeto Estadão Cultura . chegando a ganhar pré-mios nacionais e internacionais. 5. 9. 2. . 1998-9.Evelyn Grumach.New Design/João delpino & Bernardo Lessa. 1994-5. 1996-7.Em 1960.Suzana Valadares Fonseca. 1994-5. 3.Carlos Dranger/Cauduro/Martino Arquitetos Associados.Guto Lacaz. 1. Batagliese. 7.10 11 Pergunta: qual será o próximo passo. 11. ficou claramente a coerência de princípios e de procedimentos projetuais em duas grandes marcas.Codigo 7 1. 6.Eco Rio 92 . Cite-as fazendo um breve comentário.Instituto de estudos Avançados da USP .Academia de Filmes . 1996-7. Código 7 Trabalho de conclusão . 4. 4. qual será o rumo da linguagem gráfica na próxima década? Um palpite: preste bastante atenção nas imagens em movimento. 5.Rio 2004 .Vicente Gil.Qual foi o recurso que o designer Miran utilizou para se destacar no mercado de trabalho na década de 70. 2.Hot Zone . 1991.Marabá Filmes . 1996-7.Cite 2 tópicos importantes e marcantes da década de 70.Kiko Farkas. carvalho & Hirata design/Keith Trickett.De acordo com o texto estudado. Gláucio Campelo & Julie Pires.SAO Design/Francesc Petit. 3.Banco Rendimento. para o design brasileiro. 1997-8.Claudio Novaes. escreva com suas próprias palavras como foi o surgimento do design gráfico no Brasil.OZ Design/Ronald Kapaz. 8. 1990-2. 10. 1994-5.Tabacow .

6. 7. Ulm e Bauhaus. :: Pesquisa Pesquise e defina em poucas palavras: Gestalt. Enviar a marca em imagem . seguindo as características da década de 90. mencionada neste código de estudo.Qual foi a grande novidade para o design nos anos 90? :: Trabalho prático Escolha uma marca da década de 60. e faça uma nova marca. Este trabalho é livre.JPG. .Explique como seu deu o processo de criação da marca da Forum.

o produto final de um longo trabalho de análise. .1 Sistema de Informação O desenvolvimento de sistemas de informação visual dentro do amplo espectro de atividades ligadas à Comunicação Visual possui um elevado grau de complexidade muitas vezes não percebida através da análise parcial de seus elementos mais expressivos. espaços abertos ou fechados. advertência. interdição.2) Sinalização de serviços. perigo. Um projeto de sinalização. a. proposição e solução de problemas ligados à circulação e tráfego de indivíduos e informações. a consciência da interrelação das partes e o criterioso desenvolvimento das unidades possibilitará a eficiência de todo o conjunto de elementos destinados a informar e orientar as pessoas. transporte coletivo e serviços públicos. Estes elementos são. com as subclasses de indicação de equipamentos urbanos. com as subclasses de regula-mentação. por si só. onde se incluem desde os elementos arquitetõnicos e urbanísticos até as rotinas preestabelecidas para o fluxo de pessoas e veículos. não resolverá jamais os problemas maiores de orientação e circulação. segurança. reflexão.1) Sinalização Viária e Urbana. e direcionais de fluxo. limitação.Código 8. na verdade. devendo sempre ser visto como parte de um conjunto mais amplo. Somente uma visão sistêmica. ou seja. textos e suportes físicos. o conjunto de pictogramas. seja ele destinado a ambientes públicos ou restritos. De forma simplificada podemos dividir os sistemas de sinalização em duas grandes categorias: a) Sinalização para espaços abertos b) Sinalização para espaços fechados a.

equipamentos de lazer. Na segunda categoria. com as subclasses de indicação de locais e equipamentos esportivos. edifícios residenciais etc). parques e jardins. dentre outras. poderíamos dividir os sistemas de sinalização em duas principais categorias: b.a. zonas de comércio. 1) Sinalização de Segurança (fábricas. . ciclovias.3) Sinalizações turísticas e auxiliares. zonas de pedestres.

o logotipo. para seu desenvolvimento. Desnecessário se faz lembrar que estes projetos requerem sempre. acesso simplificado e desobstruído). Para cada um dos casos acima citados. sendo muitas vezes desejável uma redundância.2 Simbolos + Logotipos a linguagem sintética Em uma qualificação literal. de forma sintética ou correlata. hospitais. o objetivo principal é o de sintetizar as atividades dessa empresa. Quase sempre a implantação de um projeto de sinalização na classe b. localização das salas e unidades de recepção e revisão das rotinas de atendimento ao público.2) Sinalização de Orientação (aeroportos.2 (a título de exemplo) deve ser precedido de uma revisão das áreas de circulação e sua conseqüente reorganização espacial. de forma a equacionar satisfatoriamente desde os problemas ligados à capacidade cognitiva dos usuários até os imperativos de resistência de materiais e produção seriada das placas e suportes de sinalização. iniciando-se pela definição precisa do que se pretende informar e a quem informar. . equipes multidisciplinares. A utilização do logotipo isoladamente (conjunto de letras) surge como proposta sempre que não é possível conciliar uma imagem que consiga traduzir. Quando se trata de desenvolver uma marca. fundidos em uma única marca. Código 8. Portanto. As marcas apresentadas a título de exemplo consistem de parte de um sistema mais amplo de identidade visual/empresarial. a coexistência de um símbolo e um logotipo. os objetos e atividades da empresa. para uma empresa comercial. uma abordagem projetual específica deverá ser realizada. o símbolo constitui-se de uma imagem ou conjunto de imagens integrantes de uma escrita sintética e. em nada prejudica a mensagem.b. de um grupo de letras fundidas em um só tipo. prédios públicos etc).

mas também como ferramenta de um processo mercadológico. ganha importância fundamental a partir da constatação de sua existência de forma planejada. A personalidade. etc. Toda empresa ou serviço. apresentam caracte-rísticas de personalidade. traduzida na imagem (marca-símbolo/ logotipo). contudo. embora impessoais. não só como a personalização da imagem. Cartão. com maior ou menor grau de acerto. portanto. Uniformes. Frota de Veículos. altamente competitivo e bastante saturado de informações visuais. É fácil perceber que o processo de implantação de uma .3 A necessidade da Identidade Visual A imagem de uma empresa junto ao mercado ultrapassa valores puramente estéticos. expressar visualmente as caracte-rísticas e finalidades empresariais. o elemento síntese destes projetos e procuram. abrangendo as várias extensões de relacionamento da empresa. a ausência de planejamento na utilização dos elementos da imagem diluirá a personalidade da empresa e esta deixará de aproveitar os recursos naturais de veiculação de um conceito junto ao seu público consumidor. Por outro lado. A identidade visual deve ser tratada. Envelopes. a exemplo: Papel de Carta. Código 8. Embalagens. possui personalidade. Formulários.São. ou seja. Equipamentos. seja através de seus produtos ou filosofia empresarial.

cujo motivo deve ser simples e expressivo. Ela tem capacidade de destacar. como também do ponto de vista da manutenção das imagens visuais. Um desenho complicado anula seu propósito e suas qualidades simbólicas e publicitárias. facilmente identificável. A marca ou símbolo é a fórmula de identificação que mais facilita a comunicação. tais como: Marca-Símbolo ou Logotipo. Denomina-se símbolo a imagem ou a figura que expressa uma coisa. Sua importância está na formação gráfica. ou reunindo distantes analogias para materializar relações abstratas puramente convencionais. A marca ou símbolo feliz cria sempre uma aura de simpatia que distingue e vende seu órgão representativo. Se racionarmos. num conjunto de produtos semelhantes. lembre logo a quem pertence. o Sol das casemiras Aurora e o homem que carrega os botijões de gás. Também pode-se utilizar simplesmente relações de semelhanças como a abelha como símbolo do trabalho e da ordem. de modo planejado. para simbolizar o fogo basta um desenho em forma de chama. como também da interação de todos os profissionais componentes do processo. diferenciada em sua eficiência e com garantia de controle de manutenção. levando-se em conta o seu alto valor de permanência e significação. permitindo continuidade de significado no mercado atuante. se levarmos em consideração o grande volume de impressos. todo este trabalho encontrará retorno não só do ponto de vista racional. muito superior em força expressiva ao próprio nome. Se possível deve estar ligada à empresa que representa. uniformes e demais elementos passíveis de aplicação desta identidade. formulários. O símbolo possui valores diferentes e é possível servir-se de relações existentes entre o desenho e a realidade. e o retorno de resultados depende não só da circulação e fluidez dos dados. representando a Ultragás. assim como as gotinhas da Esso. como no caso da âncora tomada como símbolo da esperança e a oliveira como símbolo da paz. O símbolo é a própria imagem de uma organização.identidade visual é algo oneroso e complicado. Código 8.4 Marca. Estes. manipulados metodicamente. uma realidade invisível ou uma idéia. A Identidade Visual é um processo de comunicação interdependente em todas as suas etapas. Cores Institucionais e Alfabeto. Símbolo e Logotipo A marca é um símbolo publicitário. minimizando custos e tempo de execução e implantação. Logo se vende através dessa marca toda a estrutura que está sendo representada por ela. ao ser vista por qualquer um. tendo como base um Programa de Identidade Visual. em outras palavras. para que. . E na comunicação está a fixação. porém. assim. o simbolismo e a comparação indicam a razão que existe entre a imagem do símbolo e o que ele significa. ense-jam a criação de uma imagem organizada. aquele de nossa preferência. Um Programa de Identidade Visual prevê a utilização de elementos de identidade.

Só a partir de uma convenção aceita. incluem-se os sinais designativos que na sua origem são vazios de significado. o galo pode ser adotado como emblema de vigilância. transformando-a em marca (Pirelli). Já a alegoria caminha para ficção: deve-se ao conceito real que se oculta sob o véu de uma figura que compreensivelmente não represente a outra. o círculo com o da Coca Cola.podem se classificar os sinais gráficos em três categorias fundamentais a partir do elemento básico no qual se estruturam: 1 . deve-se levar em conta três fatores básicos: sua concepção. e através do uso repetitivo. Em segundo lugar. substitui o logotipo. incluem-se logotipos. um feito completo. são. pois. .. etc. 3. 2. Na realização de uma marca. O símbolo. em lugar de um objeto ou de um signo. No primeiro caso. o símbolo deve ser de concepção tal que permita seu emprego nos diferentes veículos de comunicação: televisão. por exemplo. que é a assinatura comercial da empresa. por exemplo. ou "homem'. impregnam-se da significação que representam. a partir da representação de uma imagem ligada a função. por exemplo. Do rigor desta observação depende seu êxito. correspondência. os que utilizam de uma chama para designar companhias de gás. Segundo Aloísio Magalhães. No terceiro caso. a partir da palavra ou de letras. logotipos e não símbolos. que não exija raciocínio para se saber o que representa. o losango com o da Gillette. como também as marcas estruturadas a partir de letras iniciais de um nome (RCA. formas arbitrárias. Primeiro. folhetos. No segundo caso.O emblema é uma espécie de figura simbólica. sua construção e seu grafismo. deve ser da mais fácil identificação. por exemplo. O oval com o nome da Esso. representação da palavra de maneira particular. IBM). A alegoria supõe. ou seja. a partir de formas arbitrárias. incluem-se as marcas ou sinais ditos pictográficos como. ". jornal.. O esqueleto armado de uma foice representa a alegoria da morte. "mulher" designando banheiro masculino e feminino.

sobretudo. como o geométrico e o emprego da cor. É através de seu uso programado e de suas relações com outros elementos de comunicação que se pode criar uma imagem global perante o público". Na realidade. por sua escrita ou por sua geometria pura. já é marca. ou casa fornecedora. Grafismo esse que pode ter sido inspirado nas escritas primitivas. A colocação da cor acentua a visibilidade da marca. Entretanto. Pela cor das camisas dos jogadores de futebol. a cruz egípcia.Em todas as três situações existem fatores comuns que devem ser levados em consideração. como a marca o é. ou ter relações com os desenhos das crianças. todos os problemas devem ser minuciosamente estudados em todos os seus aspectos. etc. independente de toda concepção gráfica. O fator originalidade também deve ser levado em conta. pode-se saber a que clube pertencem. a sua particularização. Há muitos casos em que o sinal baseia-se em situações interme-diárias. verticais e oblíquas. abrangendo mais de uma das categorias dessa classificação. O tema do sol vem sendo expresso há séculos. econômica e. se bem que no universo demasiadamente carregado de sinais seja hoje extremamente difícil encontrar-se formas novas para formulação de uma síntese gráfica. todas elas unem pela proporção o produto de horizontais. Na . etc. ou de um papel de embrulho. seja por seu grafismo. por si. por exemplo. tornaram-se marcas de partidos políticos. a cruz gamada. pode caracterizar determinado produto conforme a sua dimensão e seu uso. o sinal não vive sozinho. O sol e a estrela foram tratados sob diversos aspectos. transformadas. A cruz grega. seja qual for o seu grafismo. concebida e construída sob ritmos geométricos. A cor A cor. A qualidade ótica que permite percepção rápida. É importante lembrar que o sinal sozinho não é suficiente para estabelecer a Identidade Visual de uma Entidade ou Empresa. a cruz de Santo André. Concepção da marca Na concepção da marca. Algumas delas. A cor de uma embalagem. Fontes de inspiração e tema As cruzes tem sido por sua tradição e simplicidade uma grande fonte de inspiração de marcas. É o mais simples grafismo que abrange todo interesse de uma marca. A cor é um símbolo. dos loucos. ele representa uma síntese e o ponto focal mais importante. tanto sob o sentido gráfico.

harmonia desses elementos é dado o caráter da marca. A água é o símbolo da purificação. que pode ser numa capa. ou de todas essas maneiras.No desenvolvimento de uma marca. se escrevermos outra palavra qualquer com as características formais de marca já tornada signo. e sua opinião pessoal. mecanicamente num "stand". transforma-se em signo. Quais? E dentro dessas categorias cite dois exemplos de sinalização para cada uma. :: Trabalho prático Neste código. por sua forma ou sua natureza evoca. à primeira vista. Um grande exemplo é a Coca-Cola. depende das fontes múltiplas utilizadas como bases. qual a importância em se desenvolver uma identidade visual para uma empresa. com o decorrer do tempo.De forma simplificada.Explique qual a relação entre símbolo. papelaria. logotipo e marca. Definições: Símbolo: Aquilo que. podemos definir sistemas de sinalização em duas categorias. Ela deve ser antes de tudo um elemento puramente gráfico. cite-os. gritante ou sutil. Sua construção geométrica. Lembramos que esta marca será utilizada no desenvolvimento do nosso trabalho . 5. Essa integração se processa de tal maneira que. 2.Codigo 8 1. sigla ou palavra. Logotipo: Marca constituída por grupo de letras. representa ou substitui. não o que está realmente escrito. 6. diferente das mencionadas em nosso material de estudo. logotipo. e a marca. num cartaz.Qual o objetivo principal no desenvolvimento de uma marca para uma empresa? 4. especialmente desenhada para uma instituição. O aspecto gráfico do nome de um produto converte-se em marca. a grande maioria das pessoas lerá. animada. Exemplos: O Sol é o símbolo da vida. num determinado contexto. deve-se levar em conta três fatores básicos. algo abstrato ou ausente. Deve-se ainda levar em conta o seu emprego. 3. voltado para a identificação de uma instituição e/ou empresa.Segundo o texto estudado sobre Identidade Visual. Sistema de Informação. uma síntese da idéia e do motivo. etc. mas o nome consagrado. Marca: É um símbolo.Defina com suas palavras. empresa Código 8 Trabalho de conclusão . vamos iniciar nosso projeto de uma marca para uma empresa na área de alimentação. ao mesmo tempo que identifica a personalidade e o conhecimento do seu autor.

um termo. maior chance de: • Serem conquistadas maiores fatias do mercado. benefícios oferecidos e valores demonstrados ao mercado. surge a percepção de personalidade da marca. eles devem traduzir a identidade.A atuação da empresa no mercado. . A marca é muito mais que um símbolo gráfico. e portanto. • Ele passa a exercer influência na decisão de compra. Quando uma marca é reconhecida por seus valores: • Os consumidores sentem-se diferentes. o manual de identidade visual. Como resultado dessa equação. • Atuar no mercado com maiores margens. Quanto maior valor financeiro da marca. a personalidade e o conjunto de valores da empresa ou de seus produtos e serviços. quando usam os produtos e serviços oferecidos pela marca. Código 9. valor financeiro. :: Trabalho Desenvolva uma marca (símbolo + logotipo) para o Restaurante Self-service "Água na Boca". uma marca simples será lembrada facilmente. tem-se que a marca é formada pela integração de sentimentos e percepções que se instalam na mente e no coração dos consumidores.A comunicação simbólica da empresa. • Procure desenvolver uma marca simples e objetiva. • Quanto menor o número de cores. a marca passa a ser reconhecida como única e adquire destaque entre suas concorrentes. inclusive.1 Marca A marca tem seu início em um nome. ou seja. O valor financeiro da marca aparece: • Quanto mais consumidores escolhem uma marca como sua preferida. passando a ter. • A clareza visual facilita a memória. maior lucratividade.final. 2. O símbolo gráfico que representa a marca traduz as qualidades. • Desenvolvimento de novos negócios sob a mesma marca. Então. e obedeça algumas regras: • Pesquise. • Quanto mais ela é admirada pelos consumidores. Portanto seja rigoroso no desenvol-vimento deste trabalho. Mas. A marca portanto. tente lembrar nas grandes marcas e analise as soluções encontradas antes de desenvolver a sua marca. A partir daí. um símbolo ou uma combinação desses elementos. mais fácil a aplicação. os benefícios e os atributos de uma empresa e de seus serviços e produtos. para que esse nome ou esse símbolo sejam valorizados como uma verdadeira marca. que é o conjunto de todas as associações humanas que podem ser feitas com uma marca. ou seja. é a soma de dois fatores principais: 1. graças aos atributos.

O manual de identidade visual serve exatamente para estabelecer esses padrões. papel-carta. num envelope.2 Manual de Identidade Visual Parte 1 Depois do logotipo criado.Controle de cores 6 .Tipologia 9 . de tudo. o manual de identidade visual é a identidade. até porque cada empresa possui sua particularidade. a marca da empresa se fortalece e solidifica-se diante do público e. cartão. por isso mesmo. Uma vez encontrada a linguagem visual a ser utilizada.3 Manual de Identidade Visual Parte 2 Introdução uma pequena explicação do que é a empresa e seus objetivos. por mais simples que seja.Área de influência 7 . eu começo pela capa.Formas de utilização do logotipo 4 . Mas. um manual de identidade visual precisa ter: 1 . tipo. Ter o formato que você imaginar. enfim. Criar um manual de identidade visual. pois antes de tudo . barato. Caro. as páginas internas podem ser enriquecidas com algum aspecto gráfico encontrado para a capa. eu parto para as páginas internas. Entretanto. papéis especiais.Aplicações em papelaria (papel-carta. Mas tem que ser coerente. . traduzir a empresa e refletir a personalidade do que ela é.Diagrama de construção 8 . Pode ser simples. o que é necessário ter em seu conteúdo? Isso também sofre variações. o CPF. não é difícil se você obedecer as regras do bom senso. Com os padrões de utilização respeitados. Necessariamente. da pertinência. Como usar a marca num cartão de visitas. Pode ter faca. Arrojado. é importante que sua forma. proporção e aplicações nos mais variados meios respeitem um padrão. um manual não precisa informar as mesmas coisas sempre.Conceito 3 . brindes. o título de eleitor. que você já leu até agora. do bom gosto. se o logotipo é a identidade da empresa. veículos.o manual de identidade visual também precisa ser feito com arte. envelope) Código 9. etc. a carteira de trabalho e mais uma porção de documentos de identificação. Entendeu? Só para reforçar: manual de identidade visual é a maneira mais completa que existe de determinar como é um logotipo e como ele deve ser identificado no mundo. além do visual encontrado para fazer o manual. Simbolicamente falando. anúncios. Sempre que preciso fazer um manual de identidade visual. cor.Adequações 5 . O manual de identidade visual pode ter várias 'caras'.Introdução 2 . Só depois disso. a cor que você quiser. sempre será vista de maneira correta.Código 9. dobras complicadas. na verdade.

Quando criança você já deve ter feito desenho na escola onde tinha que copiar uma imagem. era grande. envelope: Nada mais é que mostrar como deve ser aplicado o logotipo nessas peças. em linguagem gráfica. Isto é: se um logotipo for vermelho. Mais uma vez. Aplicações em papel-carta. por exemplo. Em cor de escala. além disso. Por exemplo: um logotipo que foi criado originalmente para ser usado na vertical poderá ser utilizado na horizontal? Quem criou determina se é possível ou não e mostra. dentro desse quadricu-lado. Isso porque você estava desenhando com base nos quadriculados. Com espaços em branco em volta do logotipo. materiais promocionais. O diagrama da construção do logotipo é a base para entender os espaços que o logotipo ocupa e sua correta proporção. luminosos. existem duas maneiras de determinar sua impressão: ou em cor especial ou em cor de escala. Tipologia a tipologia é fator importante na padronização visual do logotipo e. Diagrama de construção é o logotipo desenhado num espaço quadriculado. Mesmo que você não fosse artista nato. a maneira correta de fazê-Io.Conceito do logotipo é a justificativa e a explicação de criação. Formas de utilização do logotipo é a aplicação do logotipo em preto e branco. cartão. Área de influência é o espaço em branco determinado para ficar em volta da logomarca quando esta é utilizada junto a textos. E informar o tamanho das peças. é muito fácil reproduzir. . No computador. num anúncio. nessa parte do manual. identificações internas. O que significa. positivo e negativo. Portanto. Com o avanço da computação. é importante na unidade da comunicação de uma empresa. Controle de cores aqui se informa. Em cor especial. colorido. etc. a visibilidade torna-se maior. Mas o manual de identidade visual. qual a porcentagem das cores utilizadas. Determinar o espaço que ele ocupa. Adequações a parte que informa o que pode sofrer variações na aplicação do logotipo conforme a necessidade. por que foi usada determinada cor ou tipo de letra. lembrando: regras foram feitas para serem quebradas. pelo menos. Por isso. o diagrama de construção apenas serve para mostrar detalhadamente o espaço que cada parte do logotipo ocupa. duplicar. o vermelho significa 100% de amarelo + 100% de magenta. no manual de identidade visual é importante determinar a tipologia que passará a ser usada pela empresa. ampliar ou reduzir o logotipo com total perfeição. mostram aplicações do logotipo em fachadas. permite que a padronização da comunicação visual de uma empresa não se torne um caos. Alguns manuais de identidade visual são tão completos que. Não se desenha mais logotipos à mão. poucos manuais de identidade visual hoje em dia possuem o diagrama de construção. como. pelo menos corretamente em suas proporções. além do que aqui foi citado. a chance de fazê-Io. entretanto. se reproduzia o desenho. Para isso. traçava-se um espaço quadriculado e. pode ser o Pantone 03223.

É um padrão. Valoriza mais a peça. E. ou 9. como dourado ou prateado. um grafismo que seja. Sempre que possível. repetindo. mas pode ser diferente. mas que. simples e correta. ainda com muita reclamação. pode colocar. não utilizam imagens em sua papelaria. Pois é preciso encontrar uma linguagem visual que não interfira nem roube a importância do logotipo. desde que tenha um propósito e que não seja. Só que é preciso usar o bom senso. Alguns diretores de arte preferem abusar de relevos e de cores especiais. Então. pessoas estão acostumadas a ver dessa maneira. Algumas empresas. um papel-carta ou um envelope. já que toquei no assunto. a primeira coisa que vem à cabeça é pegar o logotipo e centralizá-Io na página. apenas as cores do logotipo. Não existem regras ou normas para criar essas peças. Todos esses formatos possibilitarão aproveitamento de papel no momento da impressão. centralizá-lo e o problema se resolve. seja bonita. ao mesmo tempo. Se a linguagem visual for ruim.4 Papelaria Cartão de Visita. é fazer arte. Claro que para isso você precisa entender o logotipo e a empresa para a qual está criando. tem que usar nos outros. ajustá-lo no topo da página. esses recursos. pois nessas medidas são fáceis de carregar na carteira ou guardar no porta cartões. Nada contra. O importante. prefira criar usando quatro cores. Você escolhe. Se a maioria é assim. para gastar o dinheiro do cliente. Se usou determinada imagem em um. Mas. cores chapadas. uma imagem. podem valorizar ainda mais. papel de carta ou envelope. normalmente. Inúmeros deles não fazem outra coisa senão pegar o logotipo. caso não deseje que ele seja cortado.tório o logotipo sempre estar no topo e o endereço embaixo. o papel-carta é planejado nos formatos de 21 x 29. a simplicidade.depois do cliente ou da agência para a qual o Diretor de Arte trabalha . simplesmente. pode-se usar o verniz? Pode. ao contrário. Mas a carapuça serve igualmente nesse caso. complete. o bom gosto. Não é obriga.5 x 5. Nesse trabalho. é aí que o problema aparece. mas no sentido técnico. Tanto o cartão quanto o papel de carta e o envelope precisam ter o mesmo apelo visual. Papel de Carta e Envelopes Quando se está diante do computador ou do papel em branco pronto para criar um cartão de visita. por que fazer igual? Criar cartões de visita. não tem relevo ou cor especial que dê jeito. Vale para cartão de visita. sem dúvida. o nome não precisa estar no meio. Normalmente. quem manda . Pronto! Estão criadas as peças.7. papel de carta ou envelope não é fazer adaptações. Se quer colocar o logotipo embaixo e o endereço no canto superior. o mais importante é a unidade. Com isso. certo? Errado.Código 9. Muitos clientes querem isso. E. atrativa e pertinente. Não no sentido poético da palavra. Considerações No caso do cartão de visita.5 centímetros. A identificação fica mais fácil. Tome sempre cuidado para não deixar o texto do endereço muito colado às margens. Usam. Antes de qualquer outra coisa. 21 x 29 ou até 21 x 28 centímetros. Se ela for boa. para fazer parte das peças e funcionar como um elemento de unidade.é o próprio Diretor de Arte. será possível encontrar um ícone. No caso dos cartões de visita. Estão entre 9 x 5 centímetros. . acredite. não fuja muito dos formatos tradicionais. para economizar. Não tire a seriedade da empresa ao criar toda a papelaria. é a linguagem visual.

também será permitido. no entando deverá ser enviado uma página de cada vez em JPG da seguinte forma: . no seu formato aberto. O que significa.O que é manual de identidade visual? 2. Mas esse é um típico caso em que não vai existir linguagem visual nenhuma. a gráfica já tem os envelopes prontos. Evite. este trabalho é o de final de curso. deixando somente a aba para ser lacrada depois. depois de dobrado e colado. pois o código 10 é material complementar. :: Trabalho teórico 1. marcando onde estarão cortes e dobras. e só.Os envelopes normalmente são feitos nos formatos 11 x 22 (fechado) e 24.formato A4 Página 12= aplicação do logotipo em envelope . formato fechado? Significa que. Ao fazer a arte para um envelope.9x 5cm Página 11= aplicação do logotipo em papel de carta . Conforme o maquinário que possui. Código 9 Trabalho de conclusão . Em alguns casos.5 x 35 centímetros (fechado). Tanto o logotipo quanto o endereço serão aplicados num envelope em branco. ela será mais uma. basta apenas enviar a arte do logotipo e dos textos que ela imprime. Esses formatos também podem sofrer variações. entretanto. O trabalho consiste na elaboração de um manual de identidade visual do logotipo criado no código 8. ou de qualquer outra cor.Codigo 9 Prezado participante. sendo: Página 01 = capa (criação livre) Página 02 = introdução Página 03 = conceito do logotipo Pàgina 04 = formas de utilização do logotipo Página 05 = adequações (se houver) Página 06 = controle de cores Página 07 = área de influência Página 08 = diagrama de construção (não é obrigatório) Página 09 = tipologia Página 10 = aplicação do logotipo em cartão de visita . ou caso o participante queira desenvolver uma nova proposta.Quais são os elementos básicos para a criação de um manual de identidade visual? :: Trabalho prático 1. lembre-se de incluir o desenho da faca. ele tem esse formato.Porque se deve criar um manual de identidade visual? 3.Crie um manual de identidade visual com as seguintes orientações: a) Total de 12 páginas no formato 21 x 21 cm. Pense sempre na individualidade que cada empresa merece.11 x 22 cm O manual poderá ser produzido em qualquer software. De outro modo.

um horror que durou . Certamente tem mais valor que todas as máquinas. O exemplo mais conhecido. prédios. Ocorreu que nos últimos trinta anos se deu pouca importância a este conceito de marca.Exemplos: pagina01_nomedoaluno. o marketing direto. como tudo na vida. A fundação Scholl pretendia que a Ulm fosse uma nova Bauhaus. Nos EUA. deve ser um todo. etc. Cartier. as mesmas mensagens. pior. do logotipo e marca. com teses nem sempre corretas. todos os dias. Nestlé. como Vasarely e Casandre. porém sábias. Paul Rand e outros introduziam novas imagens com grande talento e ousadia. os novos conceitos de marcas e logotipos. publicitários e outros setores envolvidos na comunicação e no marketing ficaram prestando mais atenção aos fenômenos dos novos meios de comunicação e vendas. encheram o mundo de teses rígidas de como se faz uma marca. Isto porque os empresários em geral. as autoridades do país e o sistema financeiro. ele foge e não volta mais. do professor Max Bill. A comunicação. tão caros e difíceis de manipular ocuparam. Nike. veículos. Curioso que uma coisa tão velha. que às vezes acabavam esquecendo a tal da imagem e abordando em segundo ou terceiro plano todo o seu patrimônio visual. Porém. na maioria dos casos se transformaram num verdadeiro apocalipse de assassinatos de grandes produtos e marcas. computadores. houve uma invasão de renovadores que assolaram o mercado brasileiro cheios de idéias que apenas tinham ouvido falar sobre a nova Gestalt. nesse caso. se você não der a ração todos os dias. um pacote completo que todos recebem por igual. Louis Vuitton. Sadia. as cabeças dos profissionais. muitas empresas que tinham uma imagem excelente e que foi abandonada. os patrocínios. foi irresponsavelmente trocada por qualquer modismo ou tendência. a grande novidade. só que. o fornecedor. Outros. fábricas. resultando uma imagem sólida Quanto vale a imagem de uma empresa? Tem se falado muito do valor da imagem da CocaCola. fizeram trabalhos brilhantes menos rígidos e mais criativos. as grandes promoções. esquecida ou. de uma comunicação coerente com essa imagem e uma linguagem específica que impregnam todos os atos e momentos em que a marca atinge o consumidor. por quase duas décadas. na Alemanha. que.1 A construção de grandes marcas. foi quando quiseram liquidar o logotipo da Ford em nome da modernidade. de uma arquitetura gráfica. para se construir uma imagem homogênea. Dizem que é coisa de bilhões de dólares. os mesmos impactos. é preciso cuidar como se cuida de um passarinho ou um gatinho de estimação. e colocar um pedaço de fruta fresca. Orange. o alpiste. Nos anos 50 e 60. Adidas. o setor industrial. A imagem é composta do nome. como a televisão. McDonald's. seu sucessor. que fundou a escola de Ulm. É preciso. sem nenhum conteúdo. Max Bill e Maldonado. como se ninguém tivesse prestado atenção antes a esse fenômeno.jpg pagina02_nomedoaluno. logos.jpg Código 10. Apple. igual para o gatinho. Chanel. Isso foi o que aconteceu com muitas marcas. pois só assim vai se construindo uma sólida imagem. trocar a água da gaiola. tão antiga como é a construção de uma imagem de repente parece que foi a grande descoberta. Rolex. o advento da informática em todo esse processo. Brahma. Itaú. e em geral por pessoas ou profissionais pouco conscientes e desconhecedores da matéria. Saul Bass. Sony. de uma cor ou mais. Todos esses elementos tão novos e poderosos.

cyan. Cada cor é impressa de cada vez. que influenciaram por demais essa atitude vulgar e agressiva da imagem dos produtos. Dela se produz o fotolito (um filme ou jogo de filmes para mais de uma cor). O espírito especulador e os interesses financeiros orientavam todo o processo até o momento em que as agências de propaganda americanas deslumbraram-se com a Wall Street e se jogaram na Bolsa. É claro que isso tem muito a ver com o evento das grandes superficies. com laranjas.2 Cores na impressão gráfica | Dicas CMYK O processo para impressão em offset (a mais utilizada) começa fora da gráfica. mas existem cores especiais).valendo até hoje. azuis e verdes. dentro de um estúdio.Red (vermelho). como por exemplo alguns produtos farma. Outro grande desastre para os produtos e produtores. Marca e seus personagens Autor: Francesc Petit Código 10. Os percentuais de cores em quadricromia: (cyan+magenta+amarelo e preto) nunca devem ultrapassar 320%. O que continua. de cuja combinação surgem outros tons. o bom gosto. Vejam que curioso. logomarcas e até à propaganda de produtos de limpeza. que é então colocada na máquina. As prateleiras dos supermercados eram um campo de batalha. para mim. Muitas cores que vemos no monitor (cores RGB . A única coisa que valia era a cotação da Bolsa. pois a maioria ainda não percebeu que isso foi apenas uma tempestade. pois não pesava mais o talento. que é entregue à gráfica. a invenção. só com a bronca do patrão e com a orientação e dedicação de Paul Rand é que voltaram ao original. amarelo e preto -. Esse foi. os supermercados. onde se faz a arte-final de uma peça publicitária. a título de renovação. logos. é da maior agressividade. do marketing. Quando isto ocorre. comprometendo a qualidade do impresso. mas demora para o mercado perceber que foi apenas um maremoto pilotado por desavisados e apressados que queriam introduzir novas fórmulas no mundo da propaganda. são impossíveis de serem reproduzidas no sistema offset. para mais de uma cor) de alumínio. que já passou. da distribuição e da produção. Esta "deficiência" é inerente aos processos diferentes de formação de cores e ocorre.magenta. tudo começou com o grafismo de embalagem e logotipos que os americanos chamavam de punch . Estou me referindo a toda tendência de imagens de embalagens. haverá uma saturação de carga de tinta no papel. por exemplos. sendo sempre sobreposta (normalmente usa-se até quatro cores básicas .cêuticos e cosméticos da ]ohnson & ]ohnson que são válidos e vendem há muito tempo com grande sucesso. sem dúvida. Green (verde) e Blue (azul)) ou que observamos em um cromo (tom contínuo). alimentos em geral. O fotolito é gravado em chapa (ou chapas.vários anos e não pegou. Mas. das vendas. o passo fatal para a degradação de muitas marcas. obter altos salários ou lucros fora de proporção.sumidor. só se salvaram desse holocausto gráfico aqueles produtos nos quais os clientes consideravam que o seu classicismo acrescentava qualidade.soco no con. a criatividade. e a necessidade de gritar para chamar a atenção levou o mundo a esse desastre que. comida de cachorro. principalmente. Lembre-se: o processo gráfico reproduz a gama de cores utilizando as quatro cromias básicas (cyan+magenta+amarelo e preto). com um único intuito: o de fazer dinheiro a qualquer custo. .

Fidelidade na Reprodução das Cores O motivo de maior atrito entre cliente e gráfica. Como as cores utilizadas no processo off-set contém certo grau de transparência. Cores Especiais Procure consultar as "tabelas de cores" para prever como será a reprodução de uma determinada cor especial. Para se obter uma determinada cor Pantone em CMYK procure em uma tabela específica. O assunto é bastante complexo e muito amplo. Tal procedimento irá garantir uma cobertura mais uniforme do preto. irá alterar a cor escolhida inicialmente. Utilizando estes três canais. Cor do Monitor Os monitores de computadores (bem como as televisões). Em situações de impressão. mas poderíamos resumir alguns itens que contribuem para tal fato: 1 . podem ocorrer imperfeições na distribuição da carga de tinta e surgir manchas na superfície ao longo do papel. que têm os seus tons bastante alterados em função do tipo de suporte utilizado. Cores Chapadas Na utilização de cores chapadas escuras é conveniente especificar sempre a aplicação de camadas protetoras nos impressos (verniz UV. utilizam um processo de cor denominado RGB (Reed. Por isso é bom atentar para as diferenças da reprodução das cores. cyan chapado (100%) mais magenta com percentual acima de 30% para superfícies extensas.A crescente ampliação do parque gráfico. Coated são aqueles revestidos. é conveniente calçá-lo (usar mais uma cor de base) com pelo menos com 30% de cyan. Green e Blue). quase sempre está ligado a reprodução das cores. verniz de máquina. evitando manchas. a letra "U" ou a letra "C". Portanto. temos a reprodução das . ou seja temos no mercado equipamentos off-set que utilizam água e tinta. Cada equipamento destes tem uma capacidade distributiva de tinta. na medida do possível. desde máquinas semi-industriais. está diretamente relacionada ao processo escolhido de impressão. Estas letras designam o tipo de suporte utilizado para reprodução daquele determinado tom e o resultado que será obtido. como os couchés. ao usar em seu projeto 100% preto (chapado). e assim sucessivamente. plastificação e laminação). 4 . (U de uncoated) e (C de coated). até as máquinas de última geração. Isto evita que o material fique comprometido pelas desagradáveis manchas causadas pela gordura dos dedos. é conveniente evitar. que por conseguinte pode também alterar o tom da cor escolhida. Você já deve ter percebido que as tabelas Pantone possuem. temos processo off-set a seco (sem uso de água).Com o dinamismo das relações comerciais atuais e a constante busca de redução de preços a famosa "prova-de-prelo" caiu em desuso. Cor de Base Todo mundo sabe. temos processo off-set com molha a álcool. Nunca tome como base a tonalidade da cor percebida no monitor. influenciam a cor final do impresso. após o código numérico. como o alta-alvura. Uncoated refere-se aos papéis que não possuem revestimento. a fidelidade da cor escolhida. denominada "solid to process". 3 . 2 .A variedade de suportes (tipos de papéis) disponíveis no mercado atual.O processo de impressão é um processo dinâmico. ou mais escuro. é fácil entender que um papel mais claro. trouxe uma variedade enorme de equipamentos de impressão. mas é bom lembrar que.Combinação de Cores Em relação à combinação de cores.

Procure a correlação da cor escolhida em seu monitor. QuarkXPress. 8. ZIP ou CD com o arquivo ou transformá-lo em curvas. 5. Código 10. 4. que a reprodução das cores no impresso utiliza-se basicamente da escala CMYK. cores. disponíveis em sua gráfica. 6. 15. ZIP ou CD). 10. transparências e sombras (bitmaps) no mesmo. devem vir com as imagens (EPS.Verifique se o arquivo está abrindo no disquete. Lembre-se: cor de monitor é diferente de cor impressa.Carregar as fontes no disquete.procure usar os comandos soldar. etc.Fotos com resolução de 300 dpi. 13.Os arquivos deverão ser mandados com sangria de 0. ou converter em curvas. TIF.Conferir se as fontes estão anexadas. além das metálicas. boneco montado. use o mínino possível . 9. Cor de Impressoras Jato de Tinta e Laser As cores obtidas nestas impressoras.Sempre mandar a última cópia em papel (corrigido com as fontes corretas. a cor desejada. nem com a escala RGB.Nunca incorporar arquivos PSD.3 Dicas para fechamento de arquivos para gráfica 1. 3.Conferir bitmaps se estão em CYMK. 12. 14. Yellow e Black) em arquivos com cores especiais. etc) linkados e copiados na mesma pasta do arquivo.cores em vídeo.Usar a opção Document Info (informações do documento) para visualizar eventuais acasos e problemas. especiais. 11.Arquivos do PageMaker. ou seja quatro canais de cores. 7. Não mandar fotos em RGB. Magenta. GIF e TGA no CorelDraw e evitar usar recursos de lentes. FreeHand. se puder evitá-los. 2. Já vimos acima.Mandar arquivos sempre com cores em CYMK.5 cm (já incluso no formato).O uso demasiado de cliparts pode prejudicar na saída do material.Não mandar fotos em RGB.Todas essas extensões e recursos deverão ser finalizados em uma imagem apenas (TIF). Pantone.Utilize cores puras (Cyan. ZIP ou CD que você está enviando. com a cor disponível em escalas (CMYK. nem com a escala CMIK e muito menos Pantone ou cores especiais. aparar e intersecção. tamanho. etc). Escolha pela escala impressa de cores. normalmente não tem fidelidade. .

Para conseguir um preto total. pois o trabalho pode não secar direito e o impressor terá problemas). coloque 60 por cento de ciano (no máximo) e 100 por cento de preto (cuidado ao colocar quatro tintas juntas. etc). separando se for necessário o arquivo em dois. mesmo se as cores não estiverem compatíveis.O Windows trabalha com no máximo 400 fontes instaladas (o que já é muito. eles terão uma base do que o trabalho final se trata . use um gerenciador de fontes.Com base no conteúdo de todo o curso de Design Gráfico nível 2. pedimos que nos envie as seguintes informações junto com seu trabalho de conclusão do código 10: 1.Nome completo 2. 19. Código 10. se necessário.Sempre imprima um layout final para o impressor. :: a importância da marca. porque geralmente quem está na frente do computador não consegue achá-los. Para a emissão do seu certificado.Peça para alguém conferir os erros ortográficos do trabalho.Endereço Completo 3. 18. elogio.4 Trabalho de conclusão . 20.Lembre-se de trabalhar no máximo com dez páginas no CorelDraw. escreva um texto que envolva os tópicos abaixo: :: a marca no início da comunicação visual.Codigo 10 :: Trabalho teórico 1. sugestão.16.ou entregue a prova à gráfica de pois de aprovada pelo cliente. :: a necessidade do manual de identidade visual para a marca de uma empresa.Faça um breve comentário (crítica. pois cada fonte ocupa mais ou menos 40K de memória). sobre os tópicos abaixo: a) Atendimento b) Material didático c) Conteúdo do curso d) Período para estudo (60 dias) Bibliografia . 17. faça uma faxina constante para evitar futuros travamentos.

1989. HULBURT. 2ª edição revisada e atualizada. Tradução Carlos Daudt. Richard. Os Desafios do designer e outros textos sobre design gráfico. Direção de Arte em Propaganda. Rio de Janeiro. Curso Burti 2002: Luzes . 2003. OLIVEIRA. 2000. CARRAMILO Neto. 2003. 1995.Marcas Fortes. Design gráfico: uma história concisa. FALLEIROS. Robin. São Paulo: Mosaico. STRICKLAND. Allen. Gustavo. Gilberto.Cores – Tintas. Produção gráfica para designers. Brasil. São Paulo: Futura. Newton. São Paulo: Callis. São Paulo: Martins Fontes. | tradução Laura Karin Gillon. Design para quem nao é designer: noções básicas de planejamento visual/Robin Williams. Rio de Janeiro: Ediouro. HOLLIS. 2000. PEDROSA. Marina. Rio de Janeiro: Editora 2AB. 1980.STRUNCK. MARCONDES. REVISTA GRÁFICA ESPECIAL. 1999. Israel. Chico Homem de. Rio de Janeiro: Ediouro. São Paulo: Edições Referência. André. Layout: O design da página impressa. 2003. Dicionário de Comunicação. São Paulo: Atlas.100 Anos da Propaganda. VILLAS-BOAS. Arte Comentada: da pré-história ao pós-moderno/Carol Strickland. São Paulo. 3a edição. Carol. Pyr [2002] Uma História da Propaganda Brasileira. 2AB. . Número 01 . 1982. Ed. Carlos Alberto e BARBOSA. Viver de Design. Rio de Janeiro: 2AB. Nelson Varón [2001] Brasil . Rio de Janeiro: Léo Christiano. RIBEIRO. O mundo gráfico da informática. 2002. Dario Pimentel. Editorial Ltda. O que é e o que nunca foi design gráfico. Editora Escala. 2002. Da Cor à Cor Inexistente. Rio de Janeiro: Editora Campus. tradução Angela Lobo de Andrade. Mário. MELO. 2001. São Paulo: Rosari. CADENA. 2ª edição. São Paulo: Futura. 2a edição. 2002. RABAÇA. Tudo o que você queria saber sobre Propaganda e ninguém teve paciência para explicar. WILLIAMS. Júlio. CESAR. 2000.