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Teoria geral do direito do trabalho

Bibliografia Gustavo Felipe Barbosa Garcia, Curso de Direito do Trabalho, 5ª Edição. Sérgio Pinto Martins, tem que ser estudado junto com o caderno. Aula 01 1) Evolução Histórica  Mundial o Escravidão o Servidão o Trabalho Operário  No Brasil o Fase Incipiente (1888-1930) o Fase Institucionalização (1930-1943) o Fase de Crise e Transição 2) Noções Iniciais A) Denominações a. Direito Operário b. Direito Industrial c. Direito Corporativo d. Direito Social e. Direito Social B) Definição C) Objeto D) Divisões E) Natureza Jurídica Primeira forma de trabalho foi a escravidão, e precisa-se pensar na escravidão nas Américas, que foi a última a acontecer. Os perdedores viravam escravos dos ganhadores, neste caso, não há uma retribuição, como nos demais trabalho. Ausência de retributividade. No mundo houve 3 momentos de escravidão: na era primitiva, na idade antiga, Roma e Grécia, e a escravidão pela colonização das Américas. Quando acaba a escravidão, vem o período da Servidão, ocorreu na idade média por conta dos senhores feudais. Dentro do feudo, eles tinham uma retribuição de proteção. Todos trabalhavam para o senhor feudal. Dentro do regime de servidão nasceu as corporações de ofício, no qual eram manufatura, faziam através da mão, tinham 3 categorias, os mestres, os companheiros e os aprendizes. O mestre era o dono do ofício, ele dominava fazer aquele ofício. Os companheiros eram os empregados dos mestres, foi a primeira forma assalariado, ou seja, moeda de troca. Os aprendizes tinham que pagar para aprender, era uma forma de escola. Os aprendizes eram sempre os menores. Tudo isso desapareceu com a revolução francesa, tudo isso foi destruído. Quando a revolução francesa acabou com tudo, o povo não sabia o que fazer, então nasceu o verdadeiro primeiro trabalho assalariado, ou seja, uma verdadeira locação de serviço. Veio a Revolução Industrial, foi o maior acontecimento do direito do trabalho, foi a revolução industrial que exigiu que se fizesse lei para o trabalho. Foi mudado também da manufatura para o trabalho maquinal, o homem começou a perder para a máquina.

no qual não serviu para nada. do trabalho e sindicais/coletivas. era para os ferroviários.Em 1802. tinham grandes empresas de manufatura. através da Carta Del Lavoro. No Brasil. A doutrina majoritária entende que é um ramo privado e a doutrina minoritária entende que um ramo de natureza mista. Se faltar. É o ponto do qual se origina o direito. só a partir daí ela começou a ter expressividade. O direito do trabalho teve vários nomes com o tempo. foi criado a lei que embasou toda a lei do trabalho. no qual. Já no direito civil. é o ano da lei áurea. 7º e 8º. coletivo do trabalho e o direito processual do trabalho. no qual. veio para disciplinar as leis do trabalho. O objeto do direito do trabalho são as relações de emprego.” Toda relação de emprego é uma relação de trabalho. é um mero prestador de serviço. No direito público. foi feito uma consolidação para reunião dessas leis e sancionada por Getulio Vargas em 1943. que é importante para o direito do trabalho. Divisões: Direito individual do trabalho. mas nem toda relação de trabalho é uma relação de emprego. Em 1988. habitualidade e subordinação. ela serviu para a CF e não para a CLT. Os direitos fundamentais dos trabalhadores e os direitos sindicais. Ele não rege somente as relações empregatícias. Depois. há normas imperativas. os escravos não eram mais escravos. Só é empregado se cumprir com essas obrigações. feita por Getulio Vargas. no art. até 1988. Em 1960. Depois. Em 1966. a OIT. independente de quem seja. Em 1919. Trabalhista não tem relação com direito Previdenciário. não podiam ser mandados embora.pessoa física que presta serviço com pessoalidade. mas também as relações de mera prestação de serviço e as existentes entre os sindicatos e os setores patronais. Getulio Vargas adotou esta carta para fazer a CLT. nasceu a lei de Peel foi a primeira lei trabalhista existente para limitar o trabalho para somente 12h por dia. ele usa uma regra jurídica já existente ou uma situação jurídica de fato. a doutrina define da seguinte forma “o direito do trabalho é o conjunto de normas e princípios que regem e disciplinam não só as relações empregatícias. no qual é o código trabalhista italiano. O direito do trabalho é uma mescla do ramo público com o direito privado. em 1923. posso alterar. em 1888. onerosidade. veio a CLT. foi tido uma crise. para tirar os funcionários mais antigos. nasceu a CF. nasceu o FGTS. como também as relações de trabalho. Foi uma fase de crise e transição. é só entre particulares. no qual o PT se espelha até hoje. o do direito público e do direito privado. O adultério parou de ser um crime por causa da mudança nos . todos que tinham mais de 10 anos de trabalho. teve a declaração universal dos direitos do homem. No qual. Em 1927. Precisa ter SHOPP . Quando o legislador vai fazer uma regra. Como foi feito por vários grupos que não se conversavam. Fontes e Princípios Fontes e Princípios Fonte é origem do direito. se aplicam a todo mundo. Ex. então para trabalhar. eles vendiam sua força em forma trabalho. etc. portanto. é um direito privado. Natureza jurídica: Nos temos dois grandes ramos do direito. foi a primeira lei trabalhista após a Lei Áurea. O Brasil usa pouco as convenções da OIT. que estava avançada. A Lei Elói Chaves. colocou no próprio corpo leis trabalhista. Em 1948.

mas é uma lei moral. é como se fosse um tratado internacional. Se a norma não for ratificada. Fontes formais são normas jurídicas pré-existentes. que teve como fonte um costume social. logo é criado um decreto para regulamentar tal lei. As fontes são feitas por meio de costumes sociais. correspondente à relação de emprego. Costume social . o sindicato para reivindicar pelo empregado um acordo coletivo. explícitos ou implícitos no ordenamento jurídico e que tem por finalidade auxiliar o legislador no momento da elaboração da norma e de fornecer interpretações ao aplicador do direito. Ex. Convenções da OIT . A CF pede a criação de uma lei inferior para atender determinada lei. Princípios São enunciados genéricos. Nunca teremos uma autonomia da vontade ilimitada. pelo poder legislativo. Ele é limitado no ordenamento jurídico. ela teve como fonte um costume. ela é criado por esse órgão internacional e ela pode ou não ser aceita nos países. As fontes são heterônomas são impostas a sociedade por um terceiro sujeito.  costumes. Fontes imperativas são aquelas que dão origem a norma jurídica de caráter cogente. Costume não é lei positivada. A descaracterização da norma jurídica saiu dos costumes. Fontes especificas do direito do trabalho é a CF e as leis. A norma internacional pode ser ratificada pelo STF e ela entra como status de lei ordinária. Nós temos duas classificações de fonte.Temos três tipos básicos do poder executivo. Ex. ou seja.temos dois caminhos. as partes contratam do jeito que for melhor para elas. Lei do 13º. . ela vai ser fonte formal e autônomas. Parte hipossuficiência e proteção ao trabalho . temos uma fonte formal e autônoma. Às vezes. As fontes autônomas são criadas pelas próprias partes. Art. somente o regulamento podem criar uma lei. Ele tem força para te obrigar.Contrato individual de trabalho é o acordo tácito ou expresso. No direito do trabalho temos uma lei. portarias e ordem de serviço. são leis que dão origem a outras. obrigatória. Fontes materiais são fatos sociais que dão origem as leis. Ex. O regulamento é uma norma formal e heterônoma. Fonte voluntária não tem caráter obrigatório. 442. ele veio como um costume e virou lei. O 13º Salário veio também como um costumes. elas são sempre fontes formais e heterônomas do direito do trabalho.a parte fraca é o trabalhador. as fontes podem ser autônomas ou heterônomas e ainda podem ser voluntárias ou imperativas. Art. as outras duas não podem. ele pode vir a ser lei. quando temos leis criadas a partir de fatos sociais. Quando o legislador cria uma lei por meio de acordo coletivo. os regulamentos. ele pode ter mais força de lei do que a própria lei. Único ato que podem dar origem a uma lei é o regulamento. é um poder que não teve apoio da sociedade pra criar. e ela der origem a alguma lei em território brasileiro. ou seja. A união homoafetiva.as partes são livres para contratar da maneira que melhor entenderem. temos uma fonte material. CLT. Atos do poder executivo . 442 . Ela vai ser fonte formal e heterônoma. Autonomia da vontade . É uma fonte material e heterônoma.é um fato social vigente de uma determinada época. Tudo aquilo que for criada por um poder fora da sociedade é heterônoma.

não pode alterar. A prova testemunhal espelha o contrato em realidade. A proteção ao trabalhador é o principal. . por isso ele vai ser protegido através desses três princípios seguintes: o Princípio condições mais benéficas . valerá o que foi feito e não o que está escrito.se você faz certa coisa e agir de outra coisa. é aquele que vai embasar o direito do trabalho. Prestação de serviço que faz a lei.direito e realidade . diminui os 70% para 50%. o Norma mais favorável o In dubiu pro operariu   Pacta sunt servanda . Ele vai ser totalmente utilizado para a proteção ao trabalhador.você tem uma lei que prevê que o teu adicional de hora extra vai ser de 70% e não 50%.contrato faz lei entre as partes. O trabalhador é a parte fraca. de repente.  Primazia da realidade . Não pode alterar. porque vai piorar a situação do trabalhador. mesmo que o trabalhador concorde.

o prazo fica indeterminado. mecânico ou eletrônico. conforme instruções a serem . 29 . independente da hierarquia dela. pelo trabalhador ao empregador que o admitir. O empregador pode determinar que o empregado seja exigido para determinada prestação. Princípio da irrenunciabilidade . a data de admissão. onerosidade. no direito civil. o salário que estava ganhando vai parar de ganhar a partir do fim da substituição. não posso contratar uma pessoa jurídica. art. se houver.o contrato de trabalho é chamado de contrato realidade. Princípio da primazia da realidade . ou salário. CF. Qualquer ato que visa fraudar qualquer ato. qualquer alteração prejudicial ao trabalhador será nula. isso envolve uma pessoa que contrata e outra que presta serviços. sendo facultada a adoção de sistema manual. Subordinação .vai tornar nulo qualquer ato que o trabalhador consentir. o empregador precisa avisar com antecedência. licença maternidade. Empregado Nem toda relação de trabalho é uma relação de emprego mas toda relação de emprego é relação de trabalho.direito do trabalho sempre protege o trabalhador . uma coisa que é rotina não precisa acontecer todos os dias. Norma mais favorável nós temos a imposição de que toda vez que tiver duas regras. o juiz vai ver o que está escrito no contrato.prestação de serviços de forma rotineira. O prestador de serviços tem que atender a certos requisitos.A Carteira de Trabalho e Previdência Social será obrigatoriamente apresentada. 7º. precisa haver a anotação na carteira CTPS. o empregador precisa devolver em até 48h. no direito do trabalho. Mas não posso ofender a moral. vai ser nulo.ele nasce mais não tem dia para acabar. se não for avisado.Considera-se empregado toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador. especificamente. salvo por norma ou convenção coletiva. contra recibo. sob a dependência deste e mediante salário. É empregado aquele que reúne as cinco características: toda pessoa física que presta serviço com pessoalidade. isso significa que não posso mandar outra pessoa prestar serviço. Art. No in dubio pro operatiu .é uma subordinação jurídica . Só presta serviço com pessoalidade. ela só precisa se repetir por determinado tempo. o juiz não vai observar o contrato e sim em favor do trabalhador. o aplicador sempre tem que ver o que for mais favorável. CLT. É um contrato personalíssimo/intuitu personae. 3º .ela é obediência que o empregado deve ao empregador ligada a prestação de serviço. Se o contrato tiver prazo determinado. intimidade e que não ponha em risco a vida do empregado. Princípio da continuidade da relação de emprego . Art. Empregado é toda pessoa física. a remuneração e as condições especiais.Princípio da proteção ao trabalhador vê o trabalhador como hipossuficiente.temos 1 norma e 2 ou mais interpretações. Uma vez existente a relação de emprego. Habitualidade . Art. 29.468. O salário é um requisito indispensável. CLT. em regra.o trabalhador. Princípio da irredutibilidade dos salários . A substituição é provisória. Alterações feitas no contrato de trabalho só pode ser mais benéfica ou que tenha concordância do trabalhador. é proibido redução de trabalho. aqui temos duas ou mais normas.pagamento de contraprestação. o princípio da condição mais benéfica . eu só posso ter a configuração de emprego se for pessoa física. Onerosidade . O substituto vai ganhar o salário do substituído. o qual terá o prazo de quarenta e oito horas para nela anotar. férias. VI. habitualidade e subordinação. Com exceção de afastamento por doença/acidente.

aí ela passa a ser trabalhador urbano. Se você tem um cômodo em sua casa e a empregada não trabalha nesse local. 428. então.889/78 . Propriedade rural está em zona rural. moral e psicológico. Uma vez feita a anotação em carteira. Se ela limpar o cômodo.855. ou seja.859/72 . mas exerce atividade rural agro econômica. Art. mas é uma presunção relativa. Contrato de aprendizagem é o contrato de trabalho especial. ele será um prédio rústico. se o empregador pagar uma parcela de FGTS. o A hora extra não é válida o O recolhimento do FGTS é optativo. Ex. de 24. empresa rural ou um prédio rústico. será trabalhador rural e todos que trabalham para ele é um empregado rural. ajustado por escrito e por prazo determinado.11.eles não são regidos pelos preceitos da CLT. o A lei nova não pode descontar nada do salário da domestica.  Aprendiz . eles são empregados mas não são regidos pela CLT. não é uma empresa rural uma empresa que recolhe o trigo e transforma em farinha. ele tem continuidade. em que o empregador se compromete a assegurar ao maior de 14 (quatorze) e menor de 24 (vinte e quatro) anos inscrito em programa de aprendizagem formação técnico-profissional metódica. não precisa ser registrada. a não ser que a lei vai reger a eles. ele somente poderia cobrar moradia se a empregada morar em um local longe. porém. Empresa rural é entendida pela transformação. compatível com o seu desenvolvimento físico. o Férias é valida por 20 dias e tem licença maternidade. 428 a 433.234/06 . São regidos por lei própria. a executar com zelo e . Empregado domestico é toda pessoa física que tem uma continuidade. Isso é um requisito legal.10. (Redação dada pela Lei nº 7. mas ela não altera o produto. A jurisprudência entende como habitualidade 3 vezes por semana precisa ser registrada. mas não é empresa rural. essa seria uma empresa rural. Ele é um empregado. Se a propriedade estiver em zona urbana.é o jovem entre 14 e 24 anos. mencione a CLT. e o aprendiz. se o empregado falar que começou a trabalhar um mês antes.L5. o Local pode ser uma propriedade rural. Três tipos de trabalhadores que tem legislação específica. é uma primeira transformação.1989) Uma vez anotado. ao invés do empregado domestico ter habitualidade. tem matricula e freqüência em curso de aprendizagem e desenvolve um oficio de forma metódica. A que presta serviço menos de 3 vezes. o Ela também precisa trabalhar em um local que não tem finalidade lucrativa. uma empresa que beneficia o arroz. por exemplo.  Trabalhador Rural . ele precisará provar com testemunhas.aquele que exerce atividade agro econômica. o Jornada noturna e adicional noturno é diferente dos demais trabalhadores. aí sim o empregador poderá ou não cobrar moradia. Art. ela vai servir de prova de veracidade para o empregador. A continuidade pede que tenha um serviço diário. ele terá que pagar todas. ele continua sendo empregado domestico. CLT.5. porém. Ex. se faz prova em favor do empregador.  Empregado domestico .expedidas pelo Ministério do Trabalho. ela comporta prova em contrário.

que tenha por objetivo a educação profissional.097. de 19.2000) . (Incluído pela Lei nº 10. (Incluído pela Lei nº 11. registradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.788. de 19.. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) § 1o A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social. (Redação dada pela Lei nº 10. a contratação do aprendiz poderá ocorrer sem a freqüência à escola.097. darão lugar à admissão de um aprendiz. no máximo. matrícula e freqüência do aprendiz na escola. Os estabelecimentos de qualquer natureza são obrigados a empregar e matricular nos cursos dos Serviços Nacionais de Aprendizagem número de aprendizes equivalente a cinco por cento.2000) Art. caso não haja concluído o ensino médio. 429.(Redação dada pela Lei nº 10.097. de 19. O limite fixado neste artigo não se aplica quando o empregador for entidade sem fins lucrativos. esta poderá ser suprida por outras entidades qualificadas em formação técnicoprofissional metódica.180. de 19. de 19. (Redação dada pela Lei nº 11.12.2000) § 1o As entidades mencionadas neste artigo deverão contar com estrutura adequada ao desenvolvimento dos programas de aprendizagem. (Redação dada pela Lei nº 10. no mínimo. (Incluído pela Lei nº 11. de 2005) § 6o Para os fins do contrato de aprendizagem.2000) I – Escolas Técnicas de Educação. a saber: (Redação dada pela Lei nº 10. (Redação dada pela Lei nº 11. no cálculo da percentagem de que trata o caput.2000) § 3o O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos. (Incluído pela Lei nº 10. será garantido o salário mínimo hora.180. de 19.12.788. e quinze por cento.12.12. de forma a manter a qualidade do processo de ensino.180.12. e inscrição em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em formação técnicoprofissional metódica. de 19.097.097. Na hipótese de os Serviços Nacionais de Aprendizagem não oferecerem cursos ou vagas suficientes para atender à demanda dos estabelecimentos.097.12. 430. de 2008) § 2o Ao menor aprendiz..097. que tenham por objetivo a assistência ao adolescente e à educação profissional. (Incluído pela Lei nº 10.. exceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência. dos trabalhadores existentes em cada estabelecimento.12. bem como acompanhar e avaliar os resultados. metodicamente organizadas em tarefas de complexidade progressiva desenvolvidas no ambiente de trabalho. (Incluído pela Lei nº 10.12. de 2005) § 7o Nas localidades onde não houver oferta de ensino médio para o cumprimento do disposto no § 1o deste artigo. de 2008) o § 4 A formação técnico-profissional a que se refere o caput deste artigo caracteriza-se por atividades teóricas e práticas.097.2000) II – entidades sem fins lucrativos. desde que ele já tenha concluído o ensino fundamental. sobretudo.097. (Incluído pela Lei nº 10. a comprovação da escolaridade de aprendiz portador de deficiência mental deve considerar. de 19. de 2008) Art.12. (Redação dada pela Lei nº 11.2000) § 5o A idade máxima prevista no caput deste artigo não se aplica a aprendizes portadores de deficiência. cujas funções demandem formação profissional. de 19.2000) a) revogada.2000) § 1o As frações de unidade.2000) b) revogada.12.12. de 19.097.(Incluído pela Lei nº 10.diligência as tarefas necessárias a essa formação.2000) § 1o-A.097. salvo condição mais favorável.788. de 19. as habilidades e competências relacionadas com a profissionalização.(Incluído pela Lei nº 10.

(Redação dada pela Lei nº 10.(Redação dada pela Lei nº 10.097." Redação dada pela Lei nº 10.097. (AC) (Redação dada pela Lei nº 10. (VETADO) Redação dada pela Lei nº 10.12. ressalvada a hipótese prevista no § 5o do art. (Redação dada pela Lei nº 10. ou (AC) (Redação dada pela Lei nº 10. com aproveitamento. O aprendiz produz na escola. (AC) (Redação dada pela Lei nº 10. A duração do trabalho do aprendiz não excederá de seis horas diárias.2000) c) revogada. de 19.ele apenas não terá a subordinação.exerce atividade escolar." Redação dada pela Lei nº 10. 431. (Redação dada pela Lei nº 10. Ele assume o risco de negócio. de 19.2000) IV – a pedido do aprendiz.12. (AC) (Redação dada pela Lei nº 10.097. de 19.12.097.2000) I – desempenho insuficiente ou inadaptação do aprendiz.097. de 19. sendo vedadas a prorrogação e a compensação de jornada.2000) o § 3 O Ministério do Trabalho e Emprego fixará normas para avaliação da competência das entidades mencionadas no inciso II deste artigo. se nelas forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica. mas não são:  Autônomo . . Trabalhadores que parecem trabalhadores. de 19.12.2000) Art. A contratação do aprendiz poderá ser efetivada pela empresa onde se realizará a aprendizagem ou pelas entidades mencionadas no inciso II do art.12. ou ainda antecipadamente nas seguintes hipóteses: (Redação dada pela Lei nº 11. de 19. de 19.2000) o Espécies  Escolar .12.097.. Nessas especificações.2000) Art. de 19.(Incluído pela Lei nº 10.12.12. Ele obedece todas as regras da CLT. O contrato precisa ser escrito e tem um máximo de 2 anos.2000) Art.097. ele pode até perder outros requisitos.097. ex.12. (Redação dada pela Lei nº 10.2000) II – falta disciplinar grave. SENAC. porém.12.2000) § 2o Revogado.as industrias precisam contratar de 5% a 15% dos aprendizes.097.§ 2o Aos aprendizes que concluírem os cursos de aprendizagem.2000) Parágrafo único.12. 432.12.097.12. de 19. 433.(Incluído pela Lei nº 10.097. de 19. de 19.2000) b) revogada. (Redação dada pela Lei nº 10.12. ele é como outro qualquer.2000) Parágrafo único.097. será concedido certificado de qualificação profissional.097. 479 e 480 desta Consolidação às hipóteses de extinção do contrato mencionadas neste artigo. de 19. de 19.180.2000) § 1o O limite previsto neste artigo poderá ser de até oito horas diárias para os aprendizes que já tiverem completado o ensino fundamental. se a escola comercializar o produto. (Redação dada pela Lei nº 10. de 19.2000) b) revogada . Revogado.097.097. de 19. de 2005) a) revogada.097. 428 desta Consolidação." Redação dada pela Lei nº 10.097.2000) III – ausência injustificada à escola que implique perda do ano letivo. ele não terá subordinação. O contrato de aprendizagem extinguir-se-á no seu termo ou quando o aprendiz completar 24 (vinte e quatro) anos. ela pode ou não repassar para o aprendiz.12.12.2000) § 2o Não se aplica o disposto nos arts. de 19. a) revogada.  Empresarial .12. o aprendiz é um verdadeiro empregado.. caso em que não gera vínculo de emprego com a empresa tomadora dos serviços. de 19. 430.

eletricista que é chamado uma vez por mês. que no qual. Não existe vinculação entre o trabalhador temporário e o tomador. O órgão vai tirar um valor para despesa gerais. cumpre fora da faculdade. Quem vai pagar as verbas trabalhistas é a prestadora. Trabalhador eventual . o tomador terá culpa in . Não é possível terceirizar atividade fim. É uma relação sempre intermediada por um órgão. O contrato precisa ser escrito e tem um prazo máximo de 2 anos. formado entre o estagiário . uma empresa devidamente registrada no ministério do trabalho. é solicitado no órgão OGMO um número certo de empregados. o Obrigatório . ex. depois ele divide o dinheiro pelos trabalhadores. fundo de caixa e rateio. aluno do ensino superior. Trabalhadores avulsos presta serviço com vários tomadores. ele será um trabalhador eventual. o tomador é um devedor subsidiário. Os trabalhadores avulsos tem todos os direitos garantidos pela CF.súmula 331.Você tem um tomador. ele vai ser considerado como responsável subsidiário. aluno normal ou especial. o Ele precisa ser escrito. somente pode ter uma prorrogação de 3 meses. Se descobrir a fraude. se a ETT decretar falência. e a empresa depois de pegar sua parte. segundo a súmula 331. O tomador de serviço nos casos da terceirização lícita. pode exercer dentro da faculdade e também precisa ganhar o vale transporte. é necessário ter o órgão gestor. mas ele precisa arrumar alguém para trabalhar temporariamente. vai ocorrer vinculo de trabalho do trabalhador com o tomador. normal ou profissionalizante. os demais tem uma jornada de 6h por dia e 30h por semana.  Estagiário . o concedente e o setor de ensino. É feito pelo TCE. ex. o Se o trabalhador entrar com uma ação contra a ETT. sem o órgão gestor.Ele perde o requisito da habitualidade.  Trabalhador temporário . caso o prestador não pague. existe somente vinculo entre o trabalhador com a ETT. para complementar as atividades. porém. Terceirização de serviço .sai da faculdade. Trabalhadores mais específicos são:  Trabalhador avulso: Lei 8. Eles fazem os famosos bicos. para ser uma relação de trabalho avulso. repassa ao funcionário. se eu pegar os empregados na rua. o tomador passa a ser devedor solidário. manda alguém para ir trabalhar em determinado local. ele consegue assegurar alguns benefícios. somente pode terceirizar serviços meios. que são serviços de limpeza. o tomador paga para a empresa de trabalho temporário.Barco para descarregar. Acréscimo de serviço normalmente é para final de ano. Ele tem 30 dias de recesso a cada ano de trabalho.630/93 .não precisam sair da faculdade. Através do fundo de caixa.Lei 11. Existe um vínculo de emprego da prestadora com os trabalhadores. Substituição somente pode ser provisória. você vai até uma ETT. Não obrigatório . somente o ministério do trabalho pode fazer essa prorrogação. O estagiário do ensino fundamental e educação especial tem uma jornada de 4h diária e 20h semanais. portaria. ele pode por o tomador no pólo passivo. Não é possível terceirizar atividade fim. a prestadora tem que se encarregar em levar a mão de obra. Se fizer terceirização de atividade fim. A vantagem que o tomador não tem nenhuma responsabilidade com os trabalhadores. 13º e FGTS.788/08 .O estagiário é aquele aluno que está cursando os últimos anos do ensino fundamental. E é um trabalho justificado: substituição e acrescimento extraordinário de serviço. TST Tomador faz um contrato de natureza civil com a prestadora de serviço e manda para o tomador. ensino médio. somente pode fazer a atividade meio. vai ocorrer fraude.

“§ 2º .Qualquer alteração na estrutura jurídica da empresa não afetará os direitos adquiridos por seus empregados. direção e assalaria seus funcionários. Se B perder ação para Paulo. cada uma delas.vigilando e in iligendo. A vai ser sucedido de B. Se você terceiriza em emprega pública. Pode haver uma cláusula de não responsabilização ou limitada. se eu encaixar a pessoa prestadora como empregado. B pode entrar com uma ação de regresso contra A. não é em âmbito trabalhista. eu tenho um fenômeno de solidariedade dual. assalaria e dirige a prestação pessoal de serviço. Igreja pode ser empregador. porém. mas ele tem o poder de direção. serão. E empregador também é aquele que assalaria seus funcionários. Empregador Toda vez que tenho uma prestação de serviço. outra pneu. Não pode transferir prejuízos ao empregado. precisa assumir todos os prejuízos. essas empresas são coordenadas por uma empresa X. condomínio. Art. admite. Súmula 129. Qualquer fenômeno que altere a empresa. no outro pólo eu tenho um empregador. Se o prestador de serviço reunir o SHOPP. Eu posso ter empregado rural. TST.” Sucessão de empregadores Art. portanto. personalidade jurídica própria. essa atividade apesar de ser fraudulenta. Pode as empresas que celebram essa cláusula. um 13º. individual ou coletiva. estiverem sob a direção. para os efeitos da relação de emprego. etc.. . comercial ou de qualquer outra atividade econômica. ou seja. Grupo econômico Ex. Paulo deve entrar com uma ação contra B. tendo.A mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa não afetará os contratos de trabalho dos respectivos empregados. Paulo não prestou nenhum serviço para a empresa B. Quando tem duas ou mais empresas que exercem atividade lucrativa. outra sabonete. eu tenho um contratante e tenho um prestador de serviço. Se João prestar serviço em todas as empresas do grupo econômico. uma férias.. Ele assume os riscos do negócio. Para a lei e para a jurisprudência. cartório. Ex.” O empregador tem alteridade. Para ver qual espécie de empregador. Ação de regresso é feito em âmbito civil. não se reconhece vinculo. 448 . ele tem o poder diretivo ou organizacional.Considera-se empregador a empresa. é um contrato. eu tenho um grupo econômico. Ela que vai administrar e coordenar. que. Solidariedade ativa eu posso desfrutar de todos os empregados do grupo sem que precise de outro contrato de trabalho. solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas. sem finalidades comerciais eu tenho empregador domestico. etc. Empregador é toda pessoa física/jurídica que assume os riscos. mas precisa pagar seus funcionários. cada uma com personalidade jurídica própria e essas empresas são administradas por uma empresa coordenadora. não gera fraude ao estado. “Art. Eu tenho 3 empresas. ativa e passiva. qual empresa Paulo deve entregar com uma ação. A empresa A tem em todas localidades mas na cidade de Campinas essa empresa foi vendida para a empresa B. Ela diz que toda responsabilidade só vai passar para mim . embora. eu preciso olhar a função.Sempre que uma ou mais empresas. João passa a trabalhar das 8 ao 12h na empresa A e das 14 as 18h na empresa B. Cada uma dessas empresas tem CNPJ próprio. assumindo os riscos da atividade econômica. Os trabalhadores de uma empresa pode trabalhar em outras empresas do grupo econômico com um único contrato de trabalho. controle ou administração de outra. 2º . 10 . uma fabrica óleo. constituindo grupo industrial.

da compra para frente. art. prejuízos ao empregado. 468 . ele define essas características ao empregador. CLT) “Art. 468. Art. sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia. .” Poder diretivo ou organizacional São poderes do empregador voltados a organização da estrutura e dos espaços empresariais. No âmbito trabalhista é nula. intimidade e honra do trabalhador.todas as despesas arcadas pelo empregado serão pagas as despesas do custo da mudança para o empregado. ou seja. Poder direito é o poder que o empregador tem de definir o quando.  Ou então quando for de cargo de confiança mais previsão contratual.  Ele só pode alterar quando houver a anuência do empregado.Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento. tudo aquilo que tenta fraudar os direitos trabalhistas é nula. pode o empregador fechar o estabelecimento e se mudar para determinada localidade. o Transferência provisória . Se for definitiva não precisa aumentar a remuneração.Ao empregador é vedado transferir o empregado. 469 . Art. Poderes do empregador Temos 4 poderes do empregador:  Poder diretivo o jus variandi é a prerrogativa que o empregador tem de fazer modificações do contrato de trabalho. Ela só vai ser transferência se for alterado o domicílio do empregado. precisa da concordância do empregado. A remuneração precisa ser aumentada em 25%. (9º. 9º . não se considerando transferência a que não acarretar necessariamente a mudança do seu domicílio. sem a sua anuência.  Fechamento do estabelecimento . CLT. direta ou indiretamente. a organização dos processos produtivos e a organização da forma de prestação de serviço havida durante a relação de emprego. o empregador pode exigir sem a anuência do empregado. Poder de comando do empregador.também não precisa da anuência do empregado. o Transferência definitiva .o empregador manda o empregado para determinada localidade por um prazo determinado. o onde e o como se da a prestação de serviço. o Ele vai poder ser exercido pelo empregador desde que preenchido determinadas modificações: Anuência do empregado e completa ausência de prejuízo ao empregado. tudo e qualquer passivo que ficaram antes. o Pode haver a Transferência . Só existe transferência quando existe mudança de domicilio. já vimos isso no principio da condição mais benéfica. Ele vai encontrar limites na moral.  Real necessidade de serviço . CLT.469.Serão nulos de pleno direito os atos praticados com o objetivo de desvirtuar. impedir ou fraudar a aplicação dos preceitos contidos na presente Consolidação. Ele tem a prerrogativa de promover determinadas alterações. e ainda assim desde que não resultem. para localidade diversa da que resultar do contrato.quando o trabalhador for altamente especializado em determinado assunto. vai ficar para a empresa A.

o Revista:  Pessoal . banheiro. Eles imperam na área empresarial. pode ser feito juntamente com os empregados. É o poder de fazer regulamentos: o Regulamento de empresa . ninguém encosta no empregado. Poder regulamentar . esse regulamento normalmente é imposto. As normas encontram limites.  Telefone . Todo descumprimento dessas regras.normas vigentes dentro do estabelecimento empresarial.  Intima .empregador pode limitar o telefone de sua mesa somente para fins do trabalho.  Poder fiscalizatório . Precisa de autoridade para haver o toque.o armário é do empregado. b) incontinência de conduta ou mau procedimento. ex. o Monitoramento eletrônico: pode ser de e-mail e dos telefones. É proibido o toque pelo empregador ou segurança. Somente poderá fazer a revista do armário se antes der ciência ao trabalhador que ele pode passar por revista do armário. As vezes você é limitado somente ao email empresarial. o Vigilância filmada: O empregador pode filmar o ambiente de trabalho.  Poder punitivo/disciplinar .Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador: a) ato de improbidade. mexe nas outras coisas. c) negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador. Não pode haver filmagem em áreas intimas e privadas. se não observadas vão gerar indenização por danos morais. Email empresarial pode a qualquer tempo ser monitorado a partir da ciência do trabalhador. o Advertência o Suspensão o Dispensa por justa causa Elenco em relação as faltas. até para fiscalizar os produtos e máquinas que ele tem. mas se o empregador permitir o acesso ao email pessoal. e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado.  Email empresarial e pessoal. As cláusulas podem ser alteradas desde que não leve o empregado ao prejuízo.é um conjunto de prerrogativas voltadas a fixação de regras gerais a serem observadas no âmbito do estabelecimento empresarial e no que diz respeito a própria prestação de serviço. ou for prejudicial ao serviço. Ele pode limitar suas ligações independentemente da ciência do trabalhador. 482 . o empregador não pode ter a cópia da chave para a revista.  Armários . essa são as duas hipóteses.é um conjunto de prerrogativas dirigidas ao acompanhamento continuo do trabalhador na área empresarial e/ou enquanto houver prestação de serviço. O trabalhador vai abrir o armário e a revista vai ser acompanhada por um supervisor.não existe o toque. tanto fora do estabelecimento quando dentro. 482. . o empregador não pode monitorar o email pessoal.é o conjunto de prerrogativas que propicia a imposição de sanções em face do descumprimento das normas contratuais. Desde que o trabalhador dê ciência ao trabalhador. Ele não existe gradação. Art. elas são aplicadas proporcionalmente as faltas praticadas. Pode ocorrer uma advertência ou até a dispensa.nessa já tem o toque. CLT.

própria ou de outrem.Constitui igualmente justa causa para dispensa de empregado a prática. h) ato de indisciplina ou de insubordinação. i) abandono de emprego. e) desídia no desempenho das respectivas funções. salvo em caso de legítima defesa. ou ofensas físicas.1. de 27. f) embriaguez habitual ou em serviço. g) violação de segredo da empresa. nas mesmas condições. j) ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa. devidamente comprovada em inquérito administrativo. l) prática constante de jogos de azar. caso não tenha havido suspensão da execução da pena. salvo em caso de legítima defesa. (Incluído pelo Decreto-lei nº 3.d) condenação criminal do empregado. passada em julgado. de atos atentatórios à segurança nacional. Parágrafo único .1966) . própria ou de outrem. k) ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos.