You are on page 1of 2

07/03/13

Ar - CETESB

Ar

Q ualidade do Ar » Inform açõe s Mapa de qualidade do ar: R MSP - Inte rior e Litoral | Dados horários | R e sum o da últim a hora | Boletins diários: R e sum o do dia - Por polue nte - Me se s ante riore s | C onfiguração e localização das e staçõe s

Padrões, índices
Padrões de Qualidade do ar O s padrõe s de qualidade do ar de fine m le galm e nte o lim ite m áx im o para a conce ntração de um polue nte na atm osfe ra, que garanta a prote ção da saúde e do m e io am bie nte . O s padrõe s de qualidade do ar são base ados e m e studos cie ntíficos dos e fe itos produzidos por polue nte s e spe cíficos e são fix ados e m níve is que possam propiciar um a m arge m de se gurança ade quada. O s padrõe s nacionais foram e stabe le cidos pe lo IBAMA - Instituto Brasile iro de Me io Am bie nte e aprovados pe lo C O NAMA - C onse lho Nacional de Me io Am bie nte , por m e io da R e solução C O NAMA 03/90. São e stabe le cidos dois tipos de padrõe s de qualidade do ar: os prim ários e os se cundários. São padrõe s prim ários de qualidade do ar as conce ntraçõe s de polue nte s que , ultrapassadas, pode rão afe tar a saúde da população. Pode m se r e nte ndidos com o níve is m áx im os tole ráve is de conce ntração de polue nte s atm osfé ricos, constituindo-se e m m e tas de curto e m é dio prazo. São padrõe s se cundários de qualidade do ar as conce ntraçõe s de polue nte s atm osfé ricos abaix o das quais se pre vê o m ínim o e fe ito adve rso sobre o be m e star da população, assim com o o m ínim o dano à fauna e à flora, aos m ate riais e ao m e io am bie nte e m ge ral. Pode m se r e nte ndidos com o níve is de se jados de conce ntração de polue nte s, constituindo-se e m m e ta de longo prazo. O obje tivo do e stabe le cim e nto de padrõe s se cundários é criar um a base para um a política de pre ve nção da de gradação da qualidade do ar. De ve m se r aplicados às áre as de pre se rvação (por e x e m plo: parque s nacionais, áre as de prote ção am bie ntal, e stâncias turísticas, e tc.). Não se aplicam , pe lo m e nos a curto prazo, a áre as de de se nvolvim e nto, onde de ve m se r aplicados os padrõe s prim ários. C om o pre vê a própria R e solução C O NAMA n.º 03/90, a aplicação dife re nciada de padrõe s prim ários e se cundários re que r que o te rritório nacional se ja dividido e m classe s I, II e III conform e o uso pre te ndido. A m e sm a re solução pre vê ainda que e nquanto não for e stabe le cida a classificação das áre as os padrõe s aplicáve is se rão os prim ários. O s parâm e tros re gulam e ntados são os se guinte s : partículas totais e m suspe nsão, fum aça, partículas inaláve is, dióx ido de e nx ofre , m onóx ido de carbono, ozônio e dióx ido de nitrogê nio. O s padrõe s nacionais de qualidade do ar são apre se ntados na tabe la a se guir. Padrões nacionais de qualidade do ar (R e solução C O NAMA nº 03 de 28/06/90) Padrão Padrão Tempo de Primário Secundário A mostragem µg/m³ µg/m³ 24 horas 1 MGA2 24 horas 1 MAA3 24 horas 1 MAA3 24 MAA3 horas 1 240 80 150 50 150 60 365 80 320 100 40.000 35 ppm 10.000 9 ppm 160 150 60 150 50 100 40 100 40 190 100 40.000 35 ppm 10.000 9 ppm 160

Poluente partículas totais e m suspe nsão partículas inaláve is fum aça dióx ido de e nx ofre dióx ido de nitrogê nio

Método de Medição am ostrador de grande s volum e s se paração ine rcial/filtração re fle tância pararosanilina quim ilum ine scê ncia infrave rm e lho não dispe rsivo quim ilum ine scê ncia

1 hora 1 MAA3 1 hora 1

m onóx ido de carbono

8 horas 1 1 hora 1

ozônio

1 - Não de ve se r e x ce dido m ais que um a ve z ao ano. 2 - Mé dia ge om é trica anual. 3 - Mé dia aritm é tica anual. A m e sm a re solução e stabe le ce ainda os crité rios para e pisódios agudos de poluição do ar. A de claração dos e stados de Ate nção, Ale rta e Em e rgê ncia re que r, alé m dos níve is de conce ntração atingidos, a pre visão de condiçõe s m e te orológicas de sfavoráve is à dispe rsão dos polue nte s. A Le gislação Estadual (DE 8468 de 08/09/76) tam bé m e stabe le ce padrõe s de qualidade do ar e crité rios para e pisódios agudos de poluição do ar, m as abrange um núm e ro m e nor de parâm e tros. O s parâm e tros fum aça, partículas inaláve is e dióx ido de nitrogê nio não tê m padrõe s e crité rios e stabe le cidos na Le gislação Estadual. O s parâm e tros com uns às le gislaçõe s fe de ral e e stadual tê m os m e sm os padrõe s e crité rios, com e x ce ção dos crité rios de e pisódio para ozônio. Ne ste caso a Le gislação Estadual é m ais rigorosa para o níve l de ate nção (200µg/m 3). Alé m dos polue nte s para os quais foram e stabe le cidos Padrõe s de Q ualidade do Ar, a C ETESB m onitora outros parâm e tros, com o por e x e m plo, os C om postos de Enx ofre R e duzido Total (ER T). Critérios para episódios agudos de poluição do ar (R e solução C O NAMA nº 03 de 28/06/90) Parâmetros partículas totais e m suspe nsão (µg/m 3) - 24h partículas inaláve is (µg/m 3) - 24h fum aça (µg/m 3) - 24h dióx ido de e nx ofre (µg/m 3) - 24h SO 2 X PTS (µg/m 3)(µg/m 3) - 24h dióx ido de nitrogê nio (µg/m 3) - 1h m onóx ido de carbono (ppm ) - 8h A tenção 375 250 250 800 65.000 1.130 15 A lerta 625 420 420 1.600 261.000 2.260 30 Emergência 875 500 500 2.100 393.000 3.000 40

sistemasinter.cetesb.sp.gov.br/Ar/ar_indice_padroes.asp

1/2

ardor nos olhos.80 80 . A população. toalhas m olhadas.9 9 . pode m apre se ntar e fe itos m ais sé rios na saúde . Q uando a um idade re lativa do ar e stive r e ntre 20 e 30%. m ante r um idificados os am bie nte s inte rnos.dióx ido de e nx ofre (SO 2) . não é afe tada. fe ita conform e apre se ntado na tabe la abaix o: Qualidade Boa R e gular Inade quada Má Pé ssim a Índice 0 . Mas. isto é .199 200 .320 320 .2260 >2260 SO 2 (µg/m 3 ) 0 .m onóx ido de carbono (C O ) . nariz e garganta e ainda apre se ntar falta de ar e re spiração ofe gante . a qualidade do ar de um a e stação é de te rm inada pe lo pior caso. Toda a população pode apre se ntar sé rios riscos de m anife staçõe s de doe nças re spiratórias e cardiovasculare s. conform e tabe la abaix o: Qualidade Boa R e gular Índice 0 .gov. Ne ssas condiçõe s.5 4. é re com e ndáve l suspe nde r e x e rcícios físicos e trabalhos ao ar livre e ntre 10 e 16 horas. nariz e garganta.1130 1130 . são: . que é um a e spé cie de nota. ide ntificados por e studos e pide m iológicos de se nvolvidos de ntro e fora do país. de te rm inar a suspe nsão de atividade s que e x ijam aglom e raçõe s de pe ssoas e m re cintos fe chados. Tais e fe itos sobre a saúde re que re m medidas de prevenção a se re m adotadas pe la população afe tada.160 160 .50 51 .50 51 .15 15 .30 >30 NO 2 (µg/m 3 ) 0 .partículas inaláve is (MP 10) . é m e lhor e vitar e x e rcícios físicos ao ar livre e ntre 11 e 15 horas. sistemasinter.365 365 .4.cetesb. Esse índice é utilizado de sde 1981. idosos e pe ssoas com doe nças re spiratórias e cardíacas). um idificar o am bie nte atravé s de vaporizadore s.dióx ido de nitrogê nio (NO 2) Para cada polue nte m e dido é calculado um índice .420 >420 O3 (µg/m 3 ) 0 .199 Má 200 . hospitais e tc. Inade quada 101 . cada polue nte apre se nta dife re nte s efeitos sobre a saúde da população para faix as de conce ntração distintas.sp.000 (µg/m 3) – 1h * O níve l de ate nção é de clarado pe la C ETESB com base na Le gislação Estadual que é m ais re stritiva (200 µg/m 3).br/Ar/ar_indice_padroes. pode m apre se ntar sintom as com o tosse se ca e cansaço.partículas totais e m suspe nsão (PTS) . provocando sangram e nto pe lo nariz. Toda a população pode apre se ntar agravam e nto dos sintom as com o tosse se ca. é com um ocorre re m com plicaçõe s re spiratórias de vido ao re sse cam e nto das m ucosas. cansaço. Índice de qualidade do ar e saúde O índice de qualidade do ar é um a fe rram e nta m ate m ática de se nvolvida para sim plificar o proce sso de divulgação da qualidade do ar.800 >800 CO (ppm) 0 . Se a um idade e stive r e ntre 20 e 12%.07/03/13 (ppm ) . e vitar aglom e raçõe s e m am bie nte s fe chados. Alé m de ssas m e didas é re com e ndáve l usar colírio de soro fisiológico ou água boricada para os olhos e narinas e be be r m uita água. ardor nos olhos. Problemas decorrentes da baixa umidade do ar e da alta concentração de poluentes No inve rno.fum aça (FMC ) . re sse cam e nto da pe le e irritação dos olhos.5 . O s parâm e tros conte m plados pe la e strutura do índice da C ETESB. e m ge ral. Aum e nto de m orte s pre m aturas e m pe ssoas de grupos se nsíve is. principalm e nte quartos de crianças. fre qüe nte m e nte ocorre m dias com baix a um idade do ar e alta conce ntração de polue nte s.8h Ar .299 Pé ssim a >299 Individualm e nte .800 800 .100 Significado Praticam e nte não há riscos à saúde .100 100 . Pe ssoas de grupos se nsíve is (crianças.CETESB 15 30 40 ozônio 400* 800 1. inde pe nde nte m e nte do polue nte e m que stão. se m pre que possíve l pe rm ane ce r e m locais prote gidos do sol ou e m áre as arborizadas.200 200 . cansaço.250 250 .ozônio (O 3) . Toda a população pode apre se ntar sintom as com o tosse se ca.80 80 . e se guir as orie ntaçõe s ante riore s. Efe itos ainda m ais grave s à saúde de grupos se nsíve is (crianças. re cipie nte s com água.50 50 .1600 >1600 Para e fe ito de divulgação utiliza-se o índice m ais e le vado. Esta qualificação do ar e stá associada com e fe itos sobre à saúde . Atravé s do índice obtido ar re ce be um a qualificação.150 150 .100 101 . se a um idade for m e nor do que 12% é pre ciso inte rrom pe r qualque r atividade ao ar livre e ntre 10 e 16 horas.299 >299 MP 10 (µg/m 3 ) 0 . idosos e pe ssoas com doe nças re spiratórias e cardíacas). um idificação de jardins e tc. e foi criado usando com o base um a longa e x pe riê ncia de se nvolvida no C anadá e EUA. idosos e pe ssoas com doe nças re spiratórias e cardíacas). Pe ssoas de grupos se nsíve is (crianças.asp 2/2 .