R EPRESENTAÇÃO D ISCENTE F ACULDADE DE DIREITO U NIVERSIDADE DE S ÃO PAULO G RUPO U NIVERSIDADE C RÍTICA

AO SENHOR DIRETOR DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Aos cuidados da Assistência Acadêmica

A Representação Discente da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, por intermédio do Representante Discente que ao final deste subscreve, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Senhoria requerer a juntada do anexo pedido a ser submetido à apreciação da E. Congregação desta Faculdade na próxima sessão do dia 27.06.2013 (vinte e sete de junho de dois mil e treze), como item único na pauta a ser nomeado “Proposta da Representação Discente de instauração de Comissão Paritária a fim de Regular o Investimento Privado na Faculdade de Direito”. Aproveita o ensejo para renovar os votos da mais elevada estima e máxima consideração. Termos em que pede deferimento. São Paulo, 14 de junho de 2013.

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PROPOSTA DA REPRESENTAÇÃO DISCENTE DE INSTAURAÇÃO DE COMISSÃO PARITÁRIA PARA REGULAMENTAÇÃO DO INVESTIMENTO PRIVADO

Egrégia Congregação,

Ilustríssimos Membros.

A Representação Discente da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, cumprindo determinação da soberana Assembléia Geral dos Estudantes ocorrida aos 16.05.2013 (dezesseis de maio de dois mil e treze) (doc. 01), vem, por meio de seus representantes, propor o que segue:

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I. DAS RAZÕES 1. Realizada aos 16.05.2013 (dezesseis de maio de dois mil e treze), a Assembléia Geral dos Estudantes da Faculdade de Direito da USP deliberou favoravelmente sobre uma moção pedindo que a Representação Discente levasse aos órgãos colegiados competentes e de seu acesso exclusivo, uma proposta de instauração de Comissão Paritária Para Nomeação das Restantes Sala Sem Nome. 2. Tal debate, iniciado com a proposta de “compra de sala” do Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT), mostrou ser essencial na estrutura de democracia da Faculdade, principalmente porque percebe-se que falta substrato legal para que recebamos novas propostas de investimento. 3. Criando uma Regulamentação para recepcionar novas doações, criar-se-ia um maior controle e menor arbitrariedade nas decisões, bem como seria possível erigir critérios objetivos de análise das propostas. 4. Não obstante, criando-se uma regulamentação, os entes privados que queiram participar da construção e melhorias da Faculdade de Direito, saberiam quais critérios seriam necessários para poderem realizar doações, até estimulando a prática. 5. Também poderiam se pensar em formas de realizá-las como licitações, a fim de que a pessoa que mais bem pague por determinada reforma venha a firmar o contrato, trazendo benefícios para a Faculdade que teria a melhor opção de investimento disponível no mercado. II. CONCLUSÃO Diante do exposto, requer que se digne essa E. Congregação a:

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Determinar a Instauração de uma “Comissão Paritária para Regulação do Investimento Privado”, composta por 4 (quatro) docentes, discentes e funcionários, ou qualquer outro número que entender esse colegiado ser mais apropriado, apenas mantendo-se a proporção paritária, qual seja, de igual número de membros por classe. Nesses termos, pede deferimento.

São Paulo, 14 de junho de 2013.

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