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Exemplo de Aplicação Taylor como de uma função.

Assim, a série de Taylor é da capaz dede substituir qualquer função porda uma soma infinita Substituindo esses valores, aSérie série de Taylor fica: A expansão sempre se faz em torno de um ponto x0 aproximação onde o valor função tem que de serpolinômios. conhecido. AK., 03/2012 Se calculássemos todos os infinitos termos, o resultado da série seria idêntico à função original. 1701 18000 2 246667 3 y(x ) := 218.7supondo − ( x que − 0.3 )+ ( x −o 0.3 ) − da função (x − 0.3 ) + Por exemplo, conheçamos valor em x0 = 0,3, quer-se aplicar a série para Uma função qualquer 1 ! pode ser substituída 2 ! por uma 3 ! série, por exemplo, peladiferencial, série de Taylor. Dada Em muitas aplicações em em engenharia, ou seja, a uma calcular o valor da função x = 0,4. a função que se quer substituir é uma função y(x), pode-se calcular o valor da função (o valor de y) em um x qualquer. Por exemplo, para a diferença entre os pontos em torno do qual se faz a expansão e o que se quer calcular é infinitesimal, função: de forma que basta conservar os dois primeiros termos para que se tenha precisão suficiente. Para aplicar a fórmula da série, precisamos calcular o valor das suas derivadas primeira, segunda, etc. 4177778 84444445 4 5 + ( x − 0.3) − ( x − 0.3) + .. no ponto x0: 3 4! ! 3 − x) substituir a função Na resolução de equações diferenciais,(pode-se que se busca5pela série que, por y ( x) := ser um polinômio, pode ser facilmente integrada, de forma que a integral da série se aproxima da 2 3 original (desconhecida).x integral da função Note-se que ( 3 −a x)série é um polinômio simples em x, com infinitos termos. Na prática, calcula-se apenas os Função original o valor da função para x y ( x) := primeiros até se tenha a precisão desejada. Por exemplo, calculando o valor determos, y quando x que = 0,3 é: 2 Outra comum é quando se substitui uma função desconhecida pela série, mantendo apenas x = 0,4, aplicação tem-se: os dois primeiros termos, ou seja, desprezando as derivadas segunda e superiores. Como não se y (calcular 0.3 conhece a função, não é 2 possível 3) = 218.7 sua derivada primeira, como foi feito nesse exemplo, porém ( 3 − x) ( 3 − x) d oy desenvolvimento ( 0.4 )) :=→ 218.7 do problema + 90.0 é tal + que 17.4 essa − 7.0 + derivada .. primeira passa a ser justamente a incógnita y(x ( −3)− ⋅ 170.1 − 2⋅ − 41.1 Derivada Da mesma forma, o2valor da função em x = 0,4 é:primeira que aparece 3 dx do problema. Na sequência, integra-se a derivada noprimeira desenvolvimento, e a x x integral é a função resposta que se buscava. Cada termo do somatório tem o sinal contrário ao termo anterior, e seu módulo vai diminuindo, de forma y ( 0.4) 109.9 que o somatório vai convergindo para o= valor exato da função, que é 109,9: Esses são os valores exatos da função nesses pontos. Um gráfico dessa função no intervalo x = [0;1] é: 2 3 2 3−x ( 3 − x) ( 3 − x) d y ( 0.4 := 218.7 + ⋅90.0 − 41.1 y)( x ) → 6⋅ − 170.1 + 12 ++ 6⋅17.4 − 7.0 + .. 2 Derivada segunda 2 3 4 dx x x x 48, 6
2000 600

138, 6 3 − 6 3 − x (3 d y ( x) → − 36⋅ − 54⋅ 3 3 d yx ( x) 1000 x2 x

− x) ( 3 − x) 97, 5 − 24⋅ 4 5 x x 114, 9

2

3 400 Derivada terceira y ( x) 200 0 0.2

, 9 é: O valor da função e das derivadas no ponto x0107 = 0,3
0

x := 0.3

0

y ( x) = 218.7
x

0.5

1

Função original

0.3 x

0.4

Em forma de diagrama: d Derivada primeira y mostar ( x) = −1701 A figura da direita o gráfico ampliado para o intervalo [0,2; 0,5] Alternativamente, pode-se substituir dxuma expansão em série de Taylor, que tem a forma geral: essa função por
d
2 2

dx d

Derivada segunda y ( x)250 = 18000 Diferença entre o ponto xeo ponto x0

3 3

200
y ( x)150 = −246667

Derivada terceira
2 3

dx

  1  dy  1  d y  ⋅ ( x − x0) 2 + 1 ⋅  d y  ⋅ ( x − x0) 3 + .. y ( x) := y ( x0) + 4 ⋅   50 ⋅ ( x − x0) + ⋅  Derivada quarta d 1 ! ydx 3!  3  ( x) x0 = 4177778 2!  dx2    x0  dx  x0 4 dx 0
d
5 5

100

dx Derivadas primeira, segunda, etc, aplicadas no ponto x0

y ( x) = −84444445

1

2

3

Derivada quinta

4

5

6