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Mestrado em Ciências da Computação

DISCIPLINAS BÁSICAS (OBRIGATÓRIAS): Computação e Algoritmos - 45 hs Objetivos: Fornecer uma visão formal e sistemática dos conceitos básicos de modelos de computação, linguagens formais e algoritmos, visando: desenvolver ou aperfeiçoar a capacidade de expressão formal do aluno, dar ao aluno subsídios para reconhecer a importância de resultados teóricos, bem como introduzi-lo às técnicas para projeto e análise de algoritmos. Ementa: Princípios de matemática discreta, modelos de computação, computabilidade, linguagens e expressões regulares, autômatos finitos, máquinas de Turing, gramáticas, problemas indecidíveis, conceitos de algoritmos, análise e eficiência de algoritmos, projeto de algoritmos (indução, divisão e conquista, programação dinâmica, método guloso), NP-completude (teoria e técnica de demonstração), classes de complexidade (P, NP, NP-completo, NP-difícil), reduções polinomiais, algoritmos para problemas NPcompletos. Bibliografia básica: 1) Cormen, T. et al - Introduction to algorithms. MIT Press/McGraw Hill, 1990. 2) Greenlaw, R. e Hoover, H. J. - Fundamentals of the Theory of Computation: Principles and Practice. Morgan Kaufmann, 1998. 3) Hopcroft, J. E. e Ullman, J. D. - Introduction to Automata Theory, Languages, and Computation. Addison-Wesley Pub Co., 1979. Bibliografia complementar: 4) Parbery, I. - Problems on algorithms. Prentice Hall, 1996. 5) Martin, J. C. - Introduction to Languages and the Theory of Computation. 2nd edition, McGraw Hill, 1997. Estrutura de Dados - 45 hs Objetivo: Introduzir o conceito de estrutura de dados. Apresentar as principais estruturas de dados lineares e não lineares e discutir suas aplicações. Introduzir os principais algoritmos de ordenação e manipulação de estruturas de dados. Analisar o pior caso de execução dos algoritmos fundamentais apresentados durante o curso. Ementa: Conceito de estrutura de dados. Distinção entre a especificação de uma estrutura de dados e a sua implementação. Tipos de dados abstratos. Tipos de dados primitivos. Conceitos e terminologia para estruturas de dados não primitivas. Conceitos de análise de algoritmos. Estruturas de dados lineares. Descrição e implementação de operações ligadas a algumas estruturas lineares. Métodos de armazenamento usando arranjos e estruturas dinâmicas. Estruturas de Dados não lineares. Árvores: conceitos básicos, operações, representação e manipulação. Estruturas avançadas em árvores e suas aplicações. Grafos: conceitos básicos. Percursos, árvores de cobertura, caminho mais curto, ordenação topológica. Ordenação interna e externa. Organização e manipulação de dados que residem em memória secundária. Bibliografia básica: 1) Horowitz, E. e Sahni, S. - Data Structures in Pascal. 4th edition, 1999. 2) Knuth, D.E. - The Art of Computer Programming. Vol. I: Fundamental Algorithms, Addison-Wesley, 1968. 3) Wirth, N. - Algorithms + Data Structures = Programs. Prentice-Hall Series in Automatic Computation. 4) Ziviani, N. Projeto de Algoritmos com Implementações em Pascal e C, São Paulo, Brazil, Pioneira Thompson Learning, Segunda Edição, ISBN 85-221-0390-9, 2004 Bibliografia complementar: 5) Tanenbaum, A. M. - Estrutura de Dados usando C. Makron, 1995. Paradigmas e Linguagens de Programação - 45 hs

2009. I. 1.Software Engineering : Theory and Practice. Engenharia de requisitos em diferentes ciclos de vida. 8th edition. . . Nomes. Ferramentas e Ambientes de Desenvolvimento de Software. 2008. Addison Wesley. Programação Lógica. ed. – Programming Language Concepts and Paradigms. 5) Pfleeger. Addison Wesley. Desenvolver senso crítico do aluno mostrando a necessidade do gerenciamento de requisitos para apoiar cada atividade do ciclo de vida. avaliar tecnologias (modelos. reuso. bem como a sua aplicabilidade de acordo com a natureza do problema. . histórico e tendências. Bibliografia básica: 1) SEBESTA. Prentice Hall. Ementa: Engenharia de Software: conceito. 2007. Gerência da Engenharia de Software: definição do escopo. R. Projeto de Software: princípios. – Concepts of Programming Languages.swebok. definição. planejamento. documentação.45 hs Objetivo: Fornecer uma visão sistêmica da Engenharia de Software. Processos de Software: tipos. Prentice Hall International. questões gerenciais e técnicas.Software Engineering: A Practitioner's Approach. gerência. Construção de Software: princípios. Verificação de Tipos e Escopos. 1st edition. Vinculações. como controlar. Engenharia de Requisitos. padrões e frameworks. Ementa: Requisitos de software. Tipos de Dados Abstratos. engenharia reversa e reengenharia. Fornecer elementos que permitam avaliar uma linguagem de programação. Subprogramas. M. S. Engenharia de requisitos: conceitos e definições. S. Programação Funcional. arquitetura. métodos. Estruturas de Controle. medição e avaliação. Bibliografia complementar: 2) VAREJÃO. Gerência de Configuração: atividades e conceitos associados. monitoração.Software Engineering. quem deve controlar.1 . o que controlar. Rio de Janeiro: Elsevier. . Programação Orientada a Objeto.Objetivos: Apresentar os conceitos fundamentais de linguagens de programação. 1998 Engenharia de Requisitos – 45 horas Objetivo: Fornecer ao aluno uma visão sobre o processo de engenharia de requisitos. Pittsburgh. Engenharia e Gerência de Requisitos. 3) WATT. http://www. Apresentar as atividades envolvidas evidenciando a importância de cada uma delas e os diferentes produtos gerados. D. Software Engineering Institute. 8th Edition. Ementa: Evolução das Principais Linguagens de Programação. Bibliografia complementar: 4) Capability Maturity Model Integration (CMMI) Version 1. 2) Sommerville. Carnegie Mellon University. avaliação. L. – Linguagens de Programação: conceitos e técnicas. visando desenvolver ou aperfeiçoar a capacidade do aluno de: atuar em projetos de engenharia de software. os conceitos fundamentais e importância da engenharia de requisitos no processo de desenvolvimento de software. processo. R. Mc Graw Hill. Expressões e Instruções de Atribuição. Tipos de Dados. 1994. 2004. 3) Pressman. W. quando controlar. Gerenciamento de Requisitos. Disciplinas da Formação em Engenharia de Software Engenharia de Software . 2004. F. bem como o relacionamento entre elas.org/. 7th Edition. Qualidade de Software: conceito. Rastreabilidade de Requisitos. técnicas e ferramentas) já existentes e investigar novas tecnologias para apoio às atividades de engenharia de software. . 2002. O processo de engenharia de requisitos: etapas e produtos gerados.Staged Representation. IEEE Computer Society. Bibliografia básica: 1) Guide to the Software Engineering Body of Knowledge. Manutenção de Software: tipos. Evolução de Requisitos.

M. Engenharia de Software. Prentice Hall. BUCKIEWICSZ. E. Microsoft Press.. “Uso e desuso de sistemas de Workflow: Porque as organizações não conseguem obter retorno. 2007. Bibliografia complementar: 4) FAGAN. validação e teste de software no ciclo de vida da Engenharia de Software. Planejamento do teste. IEEE software. Digital Press. No.São Paulo: McGraw-Hill.. Modelagem de processos e ferramentas para apoiar as atividades de desenvolvimento distribuído de software. 8ª. D. – São Paulo: Atlas.. Bibliografia básica: 1) COLEMAN.. 2006. 2) PATTON. AUDY. 2000. Conceitos e características necessárias para ferramentas colaborativas. 2007. 8th.. Identificar os requisitos básicos para a construção de sistemas para o suporte ao desenvolvimento distribuído de software. ed. com investimentos em projetos de Workflow”. 18. Ementa: Teste no processo de desenvolvimento de software. 2006. – São Paulo: McGraw-Hill. Teste de validação. I.. A qualidade do produto e do processo de desenvolvimento de software. nem sucesso. Verificação e validação.. .Bibliografia básica: 1) WIEGERS. 19-25. 2007. Normas de qualidade. 2006. 2) SANGWAN. Desenvolvimento Distribuído – 45 horas Objetivos: Fornecer ao aluno condições para a aplicação dos conceitos de colaboração nas diferentes etapas do processo de desenvolvimento distribuído de software.São Paulo: McGraw-Hill. 9) CRUZ. Teste e Processos de software.. MALDONADO. 1997. Planejamento e Controle de qualidade. and Workgroup Computing”. E. “Introduction to Groupware. M.. Software Testing. R. Requirements Management Using IBM Rational RequisitePro”. Ementa: A área de CSCW e as ferramentas para apoiar o desenvolvimento distribuído de software. Bibliografia complementar: 4) CRUZ.. MPS-BR.. 6. . 4(5). Advances in software inspections. BASS. 6) PRESSMAN. J. Vol. L. Representing and Using Nonfunctional Requirements: A Process-Oriented Approach. 7) SOMMERVILLE. M. 2007. Testes automatizados. 74451. 1986. Campus. Ciclo de vida da engenharia de software e as etapas nas quais a colaboração necessita de apoio computacional. A. Garantia da qualidade de software. bem como as técnicas e as estratégias relacionadas ao processo. 5) MILLS. 5) SOMMERVILLE.. J. “Global Software Development Handbook”. Software Engineering”. MULLICK. R. S. M.. Auerbach Series on Applied Software Engineering Series. 1998. IEEE Transactions on Software Engineering. et al. JACOBSON. 2. 2006. Workflow. “Groupware: Collaborative Strategies for Corporate LANs and Intranets”. 2007. L. Bibliografia básica: 1) DELAMARO. Ed. IBM Press. R. Medição e métricas de software. S. 2006. NIXON.. 1. I. 3) PRIKLADNICKI. Rio de Janeiro: Elsevier. Cleanroom sotware engineering. Introdução ao Teste de Software.. More About Software Requirements: Thorny Issues and Practical Advice. 4) PRESSMAN. 2) ZIELCZYNSKI. ed. ed. K. 2006. I. 6. PAULISH. 6) CHAFFEY.. 2002. ed. T. 5) KHOSHAFIAN. JINO. SE-12(7). 2nd. D. IEEE trans. 6.. R. 6) MYLOPOULOS. CMMI. M. C. R... Neel. 3) BARTIÉ. . RUMBAUGH. J. 2005. Apresentar a importância do gerenciamento da qualidade no processo de desenvolvimento de software. 1987. Engenharia de Software”.ed. Rio de Janeiro: Elsevier. ed. 6. Projeto de casos de teste.. UML: Guia do Usuário”. “Engenharia de Software”. Sams Publishing. workflow and intranets: reengineering the enterprise with collaborative software”. Rio de Janeiro: Elsevier. CHUNG. P.ed. N. Bibliografia complementar: 3) BOOCH. R. ISO. T. E. Teste e Qualidade de Software – 45 horas Objetivo: Apresentar as atividades de verificação. Discutir os diferentes tipos de teste de software e as suas utilizações. “Groupware. John Wiley & Sons. 1995. D. B. David.. – São Paulo: Pearson Addison-Wesley.. Casos de teste.. J. H. “Desenvolvimento Distribuído de Software”. Inc.. Addison Wesley. DYER.ed. “Workflow: a tecnologia que vai revolucionar processos”. Partições de equivalência e dados de teste. Rio de Janeiro: E-Papers Serviços Editoriais. June. G. On software engineering. 8) PRESSMAN. 1992. “Engenharia de Software”. 2006. Identificar as facilidades e os desafios existentes ao utilizarmos ferramentas colaborativas para apoiar o desenvolvimento distribuído de software. M. Compreender a importância das atividades de teste. J.

Escalonamento de filas: FIFO... Guide to the Software Engineering Body of Knowledge. Análise de pontos de função: medição. S. A. Token Bucket. MTP .. Software Engineering. Quality of Service in IP Networks – Foundations for a Multi-Service Internet. Engenharia de Tráfego.: Brasport. RUP e UML. Engenharia de Software. Ross. K. Redes Móveis Ad Hoc sem Fio (MANETs . Desenvolvimento e implementação do programa de medidas. Addison Wesley. C. C. 2001. I.org/. partindo dos seus conceitos de arquitetura e padronização para um conjunto de serviços e tecnologias aplicados.org/.Computer Networking.São Paulo: McGraw-Hill. MPLS (Multiprotocol Label Switching). SIMÕES. Gerenciamento de Riscos. 8th.Redes de Computadores. Planejamento do projeto.. 5th Edition. R.. M.45 hs Objetivo: O objetivo principal da disciplina é apresentar a motivação para o uso de Redes de Computadores. 2006.swebok. Cisco Press. Managing IP Networks: Challenges and Opportunities.. E. Estimativas. 2003. 9) KOSCIANSKI. 2006. 2) Project Management Institute. Ementa: Redes de Computadores – Cenário. 2003. Gerência de Projetos – 45 horas Objetivo: Apresentar os conceitos fundamentais para a gerência de projetos de software. USA. QoS em roteadores. . os modelos computacionais adotados. Guide to the Software Engineering Body of Knowledge. Bibliografia básica: 1) VAZQUEZ. 8th. Ementa: Objetivos da gerência de projetos. estimativas e gerenciamento de projetos de software. http://www. 1. bem como as etapas de projeto com o foco em sistemas de informação. 5) SOMMERVILLE.. QoS e SLA (Service Level Agreements). LDP (Label Distribution Protocol) e LDP-CR. Addison-Wesley. 496 pp. Avaliação e revisão. . S. Capacitar o aluno para o gerenciamento de projetos voltado para os conceitos abordados na metodologia do Project Management Institute (PMI). 1st edition.Mobile Ad Hoc Networks). Gerenciamento das atividades. Arquitetura de Serviços Diferenciados (DiffServ). Qualidade de Serviço – QoS. 5) Grenville Armitage. R.. G. 4. IEEE Computer Society. as arquiteturas e os protocolos relacionados. – São Paulo: Érica..ed. as tecnologias presentes que viabilizam este novo paradigma computacional e a elaboração de serviços e aplicações conformes ao paradigma de computação ubíqua e pervasiva. 2010. IEEE Computer Society. Software Engineering. 4) PRESSMAN. Paul Levine.. 8) SWEBOK. WFQ. I. ed. Encerramento. M. A. Gerenciando Projetos de Desenvolvimento de Software com PMI. ALBERT. Ed. SOARES. . Qualidade de Software: aprenda as metodologias e técnicas mais modernas para o desenvolvimento de software. A guide to the project management body of knowledge. 6) SWEBOK.swebok. http://www. Thomas Plevyak. Definição do escopo. 2004.S. 2007. 2000. Bibliografia: 1) Kurose.IEEE Press. ed. Os principais aspectos técnicos abordados são o cenário da computação ubíqua e pervasiva (Ubicomp).. Joberto Martins. 4) Vivek Alwayn. outros. Com relação à Qualidade de Serviço (QoS) observa-se os requisitos.Macmillan Technical Publishing. Bibliografia complementar: 3) MARTINS. Congestionamento: RED e RIO. ed. Addison Wesley. Computação Ubíqua e Pervasiva . Disciplinas da Formação em Redes Avançadas Redes de Computadores Avançadas . PQ. John Wiley & Sons . 6. Rio de Janeiro. 3) Salah Aidarous. 2003. Focos de destaque considerados são a Qualidade de Serviço (QoS) em Redes IP e as redes móveis e Ad Hoc (MANETs). 2007. Advanced MPLS Design and Implementation. J. 2007.7) SOMMERVILLE. 2004. Tradução da 4a Edição. São Paulo: Novatec Editora. Editora Campus.45 hs Objetivo: O objetivo da disciplina é a elaboração sobre a mudança de paradigma computacional ocorrendo com a crescente presença de capacidade computacional de baixo custo em basicamente todos os setores de nossa sociedade. . J. 2) Tanenbaum. et alli. C.

S.45 hs Objetivo: Apresentar as diversas técnicas de avaliação de desempenho de sistemas. projeto topológico. Stoika et al. Peer-toPeer (P2P). Simulation and Modeling. restrições de roteamento. Internet Measurement: Infrastructure. Modelagem de Sistemas. Exemplos de modelagem relacionadas com a tecnologia.GLOBECOM. Análise de resultados de simulação. Aplicações sensíveis a contexto. 2006. Makron Books. Otimização e Monitoramento de Redes e Sistemas – 45 horas Objetivo: Estudar a modelagem e a metodologia de planejamento de capacidades em redes e sistemas. John Wiley. Estudos de Caso. M. 1 – Probabilidade. Distribuições comumente utilizadas. 1993. Measurement. 3) Azzedine Boukerche and Xu Li. M. Métodos de otimização para o projeto de redes: programação linear. – Estatística Básica. Redes de Acesso e Redes Ópticas . et al. Redes de Sensores. B. Redes de Filas. 1987. Ementa: Métricas de Desempenho. 11. . L. Projeto de Experimentos Bibliografia básica: 1) Jain. Almeida. 1991. 4) Morettin. pp. B.. Medições na Internet: técnicas. MIT Press.Probability and Statistics with Reliability. Bibliografia complementar: 3) Gonick. Managing IP Networks – Challenges and Opportunities. Redes sem Fio (Wireless). Estudar as técnicas de monitoramento de redes. and Dowdy. W. Vol. Gerência de contextos ubíquos e pervasivos. Apresentar a técnica e pelo menos um pacote de simulação. infraestrutura e perspectivas. 2002... “CHORD – A Scalable Peer-to-Peer Networked Virtual Environment for Internet Applications”.Performance by Design. M. and Capacity Design in Communication and Computer Networks. 2004. New York.. n° 1. programação inteira mista. Bibliografia: 1) Menascé. IEEE Press.. RFID . et al. Lei do fluxo forçado. . Vol. Lei do tempo de resposta interativo. S. pp. métodos heurísticos.The Cartoon Guide to Statistics. D.. 5) Trivedi. roteamento pelo caminho mais curto. Introdução à simulação.Radio-Frequency Identification. 2004. HarperPerennial. K. método de desvio de fluxo.. R. Proceedings of Global Telecommunications Conference . H. 4) I. and Computer Science Applications. Entender e identificar os diversos problemas de projeto de redes através da modelagem e fluxos e otimização. “An Agent-based Trust and Reputation Management Scheme”. . 17 -32. Morgan Kaufmann. . Geração de valores aleatórios.. . Bibliografia: 1) Aidarous. 2) Pióro. Comparação de sistemas usando dados de amostras. solução do problema de fluxos multiproduto. da Internet. Martins. G.The Art of Computer Systems Performance Analysis: Techniques for Experimental Design. Introduzir o conceito de Intervalo de Confiança. Revisão de probabilidade e estatística. Aspectos de segurança.Simulating Computer Systems. 2) Jennings. L. em particular. Plevyack. Funções não lineares. Introdução ao Projeto de Redes. Traffic and Applications. . 1999. KRISHNAMURTHY. 2006. 2005. IEEE/ACM Transactions on Networking. Wiley. métodos de decomposição. T. R. 2nd Edition. Modelagem de problemas de projeto de Redes: Projetos básicos com ou sem capacidade. 3) CROVELLA. Redes Sociais. J. L. Avaliação de Desempenho de Sistemas . John Wiley & Sons.. tecnologias para a computação ubíqua. IEEE Network. Queuing. Leis Operacionais: Lei da utilização. “A Study of Internet Instant Messaging Protocol and Chat Protocols”. Aspectos de QoS em sistemas ubíquos. S. B. Lei da demanda. Ementa: Técnicas de avaliação de desempenho. 2003. Planejamento. Prentice-Hall. e Smith.. V. 360 pp. Lei de Little. 16-21. 2003. e Medhi. Apresentar as técnicas de análise dos resultados de simulação. D. Flow. Ferramentas de simulação.45 hs Objetivos: O objetivo principal da disciplina é a apresentação e a investigação das tecnologias de alto desempenho . Metodologia de Planejamento de Capacidades. 7a.Routing. Edição. July/ August. 2) MacDougall. Problemas de Projeto de Redes: Problemas de dimensionamento.. John Wiley and Sons.Ementa: Cenário da computação ubíqua e pervasiva.

Ementa: Televisão Digital Interativa – Cenário e evolução.. Ethernet-in-theFirst Mile. 2004. Olivier. D. G. Springer. (2004) “Digital Video Broadcasting Project”. Disciplinas da Ênfase em Multimídia Televisão Digital Interativa . Distribuição de TV Digital. jogos. Aplicações SIP. ace ssado em junho de 2004. G. Paerson Education. e Mukherjee. aplicações multimídia. . McGraw-Hill. Multimídia Convergente . P. (2004) “Digital Broadcasting Experts Group”. 2ed. 2004.org. Ementa: Cenário de redes e aplicações convergentes com integração de serviços.dvb.para as redes de acesso e redes de transporte (backbone) visando a elaboração de projetos de redes ópticas e multiserviço suportando aplicações multimídia de alto desempenho. G. dados. Bibliografia: 1) Ulrich Reimers. and MPLS. Plataformas. Optical Packet Switching (OPS) e Optical Burst Switching (OBS). imagens. Morgan Kaufmann. Os principais aspectos técnicos abordados são as tecnologias de redes de acesso. Digital Television. M. Interatividade em TV Digital – aplicações. B. Springer-Verlag. 1998. GMPLS. Springer. 2000. W. outras). e Demeester. áudio. 5) DVB.323. V. acessado em junho de 2004. 2 ed. aplicações móveis e no contexto da Web em particular. Multimídia em Redes sem Fio (wireless). RTP (Real Time Protocol). Digital Video Broadcasting. 10Gigabit Ethernet (10GbE). 2002. Broadband Wireless. 2) Mark Massel. vídeo. . 3) Ginsburg. Arquitetura e Protocolos de TV Digital Interativa e Set-Top-Box. Padronização e TV Digital Interativa – MPEG. . www.Networks Recovery: Protection and Restoration of Optical. P.Tecnologia e Aplicação – 45 horas Objetivo: O objetivo da disciplina é a apresentação das tecnologias e arquitetura de TV Digital Interativa. 2001. 3ed. e Lane. Tecnologias emergentes. 4) DiBEG. a conceituação básica da operação de distribuição de TV Digital e a investigação do potencial de aplicação desta tecnologia para as comunicações de maneira geral.org. Addison-Wesley. W. Petit. a administração e a gerência de estruturas de rede efetivas e eficazes para a integração dos serviços de telecomunicações e para o suporte de aplicações multimídia convergentes de diversos tipos (voz. os protocolos de redes ópticas e a evolução da arquitetura de redes no sentido de suportar novas aplicações multimídia com requisitos fortes de desempenho de redes.VoIP e Integração de Serviços em Rede – 45 horas Objetivo: O objetivo da disciplina é a apresentação e integração das tecnologias. www. protocolos e serviços de rede de computadores visando o projeto. e Saha.ATM: Solutions for Enterprise Internetworking.Optical Networks: A Practical Perspective. SONET-SDH. 1999. – Gigabit Ethernet Networking. Rajagopalan. . 8) Ou. Cable Modem. 1999. DigitalTVbooks.Survivable Optical WDM Networks. P. Bibliografia: 1) Hersent. David. U. e Vokkarane. IP TV. 6) Berstein. B. 4) Cunningham. D. IP. – Optical Network Control: Architecture.248 (Media Gateway Control Protocol). 2001. K. 7) Vasseur.com. . Uma ênfase será dada para as aplicações de voz e de conferência sobre redes IP. D. MacMillan. 2002. J. – Residential Broadband Networks. Arquiteturas e Protocolos de Redes Ópticas (OTN/ASON. 2004. Digital Television. – SONET/SDH. Jean-Pierre and Gurle... Recomendação H. Ementa: Introdução. 9) Jue. interatividade. Redes WDM (Wavelength Divison Multiplexing). Protocols and Standards. R..Optical Burst Switched Network. OIF).dibeg. RWA ( Routing and Wavelength Assignment). 3) Fawzi Ibrahim. J. Bibliografia: 1) Black. Serviços e Aplicações Multimídia Convergentes e Mobilidade. Addison Wesley. . Redes de Acesso Banda Larga: xDSL. Arquitetura e Protocolo SIP (Session Initiation Protocol). C. Midleware e Desenvolvimento de Aplicações. Pickavet. e Sivarajan. 2) Goralski. transporte. 5) Ramaswani. Prentice-Hall. Morgan Kauffman pubs.. VoIP (Voice over IP): Funções Básicas e Equipamentos.. 2004. as diversas tecnologias ópticas das redes de transporte. M. MEGACO/H. IP Telephony: Deploying Voice-over-IP Protocols. Proteção e Restauração. Redes SDH/SONET.

Beginning MapServer: Open Source GIS Development. IP Telephony . R.Teoria e Prática. As aplicações alvo requerem uso intensivo de gráficos. Editora Thomson. Mobile Interaction Design. Integrating Voice and Data Networks. Editora Campus. SCHWARTZ. Análise de Imagens Digitais.C. J. Processamento Digital de Imagens – 45 horas Objetivo: Explicar os fundamentos teóricos de Processamento Digital de Imagens (PDI). 2006..com/ . 2000. Bibliografia Básica: 1) PEDRINI.. Ementa: A linguagem de programação Java Micro Edition.. conexões em rede intermitente. Será discutida também a importância para as organizações da distribuição de dados geoespaciais na Internet. Bibliografia: 1) Kropl. H. Course Technology. AZEVEDO. definição de cena. 3) Li. A. 5) Jones. Capacitar o aluno com conhecimento necessário para entender. Abordagens não-lineares para o processamento de imagens. Addison-Wesley.. WOODS. Wiley.R. 2007. Gráficos tridimensionais. Disciplinas da Ênfase em Web Sistemas de Informações Geográficas na Web – 45 horas Objetivo: O curso tem como objetivo fornecer uma visão geral de Sistemas de Informações Geográficas. 4) Wells. Wiley... Teoria da amostragem. 1990. 2008. Computação Gráfica Volume 2 . Digital Image Warping. Apress.. Bojkovic. Introduction to Multimedia Communications. Projeto de mapas na WEB.Addison Wesley. Edgard Blücher. desenvolver e projetar aplicativos de processamento de imagens.R. 2000. G.C. Os dispositivos alvos possuem reduzido poder de processamento e memória. 1992. F. Ementa: Fundamentos de Processamento Digital de Imagens (PDI): definição de processamento de imagens. Processo de formação de imagens. mecanismos de entrada e saída limitados. conexão em rede e algum mecanismo de localização. Prentice-Hall. W. IEEE Computer Society Press. Ementa: Visão geral de Sistemas de Informações Geográficas. Digital Image Processing. Introdução à morfologia matemática. 2005. 4) GONZALEZ. Introdução às técnicas de reconhecimento de padrões. Bill. . Mecanismos de localização e Serviços Baseados na Localização. Kicking Butt with MIDP and MSA: Creating Great Mobile Applications. 2007. G. Modelos de imagens. Operações com imagens. K. R. 2) GONZALEZ.. 2005. Dragorad. Segmentação de imagens.. 2005. and Marsden. S. Servidores de mapas livres e publicação de mapas na WEB. Milanovic. Processamento de cores. 2006... Manipulação com histogramas. Apress. utilizar. Creating Mobile Games: Using Java ME Platform to Put the Fun into Your Mobile Device and Cell Phone.The Integration of Robust VoIP Services. Realce de imagens.. LETA. Princípios da cartografia digital. Estatísticas de uma imagem. J2ME Game Programming. 2004. Acesso em: http://www. Classificação de imagens. 3) Douskalis. 4) Keagy. 2000. Convolução. M. Distinguir e aplicar as técnicas de PDI. Filtragem. Noções de banco de dados espaciais. Aplicações Avançadas para Dispositivos Móveis – 45 horas Objetivo: O objetivo da disciplina é apresentar as principais tecnologias para o desenvolvimento de aplicações avançadas para dispositivos móveis. J. Desenvolvimento de jogos para celulares. Apress. 2) Rao.imageprocessingplace. Scott. das principais técnicas de análise espacial e dos principais padrões utilizados na elaboração de projetos para publicação de mapas na WEB. Cisco Press. Elementos de alto e baixo nível da interface gráfica com o usuário. B. Introdução à análise por freqüência. E. 2) Knudsen. Transformações espaciais com imagens. Bibliografia Complementar: 5) WOLBERG. Z. definição de imagem. and Knudsen. Beginning J2ME: From Novice to Professional. WINTZ. P. Elementos de uma imagem.. Os alunos deverão apreender como acomodar estes requisitos. C. M. Bibliografia: 1) Hamer. Comunicação em redes sem fio. Processamento de Imagens Digitais. 2008. 3) CONCI.. R. Gráficos vetoriais em XML (SVG). Prentice Hall.

Redes Sociais. 2005.. Web Semântica. Ementa: Sociedade da Informação – cenário. 3) World Wide Web: Internet and Web Information Systems Journal. Aspectos sobre descoberta e composição de Serviços Web tradicionais são abordados e também aspectos que envolvem a utilização de tecnologias e padrões da Web Semântica na descrição de Serviços Web. Governo eletrônico (E-Government). Visualization. Cidades Digitais. Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). 2) George Reese. & Hultén. Serviços Web Semânticos: descoberta e composição automáticas e dinâmicas. S. 2005. Web 2. Educação a Distância e TICs. 2004. Worboys. Bibliografia: 1) Proceedings of ACM Conference on Hypertext and Hypermedia. A. CRC. Também apresentar tendências atuais de programação Web. O foco consiste no estudo de um conjunto de áreas e aplicações relevantes para a Sociedade da Informação onde as tecnologias são um elemento de design e operação relevante.. O papel dos padrões e tecnologias existentes para programação na Web. GIS: A Computing Perspective. T. . MacEachren. Linguagens XML e protocolo SOAP para a descrição de Serviços Web.0 e tendências. (2000) On the Mobile: the effects of mobile telephones on social and individual life. Infraestruturas de Rede (E-Infrastructure). S. Springer US. United Nations University Unu-Merit Working Paper Series 2006-034. Bibliografia: 1) James Governor.merit. Web 2. O’Reilly.pdf. tais como aplicações dinâmicas. comunicação. 2009. Programação e Tecnologias para a Web – 45 horas Objetivo: Apresentar as principais tecnologias para o desenvolvimento de aplicações avançadas na plataforma Web. Computação em Nuvem (Cloud Computing). O’Reilly. Web. Accessed online in November 2006 at http://www.edu/publications/wppdf/2006/wp2006034. Ementa: Arquitetura orientada a serviços (arquitetura SOA): conceitos e implementações de fato. As aplicações vão desde a simples utilização de HTML.pdf 4) Plant. 2009.0 Architectures. Programação. 3) Dunnewijk. Plataformas para desenvolvimento e implantação de Serviços Web. Outras aplicações para a Sociedade da Informação. Evolução da Web.45 hs Objetivos: O objetivo da disciplina é a elaboração sobre os impactos tecnológicos e principais aplicações das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) e tecnologias Web no contexto da Sociedade da Informação. Protocolo SOAP para a troca de mensagens e interoperabilidade entre Serviços Web. O'Reilly. How Maps Work: Representation. Tecnologias da Informação e Comunicação e Sociedade da Informação . Dion Hinchcliffe. linguagem que proporcionou a rápida expansão da Web. Serviços Web. and Duane Nickull. XML e seus derivados. Geographic Information Systems and Science. and Design Mitchell. Ementa: Engenharia Web. T.unu. padrões e tecnologias para a Web Semântica. Arquitetura Orientada a Serviços e Web Service – 45 horas Objetivo: Apresentar os principais conceitos relativos a arquiteturas orientadas a serviço (SOA) com foco na principal implementação de fato da arquitetura SOA: os Serviços Web. Maastricht: United Nations University. Programação dinâmica na Web: linguagens e tecnologias. Serviços Web: descrição. aplicações Web interativas e multimídia e as tendências futuras de programação e tecnologias para Serviços Web e Web Semântica. (2006) A Brief History of Mobile Telecommunication in Europe.2) 3) 4) 5) Longley. et al. Cloud Computing Application Architectures: Building Applications and Infrastructure in the Cloud – Theory and Practice. M and Duckham .com/mot/doc/0/234_MotDoc. Web Mapping Illustrated: Using Open Source GIS Toolkits. Wiley.motorola. descoberta e composição. Saúde em Rede (E-Health). promovendo descoberta e composição automáticas. Os principais aspectos técnicos abordados são as linguagens XML utilizadas na descrição de Serviços Web e o protocolo para troca de mensagens entre os Serviços Web. Semântica e ontologias para a descrição de Serviços Web. Accessed online in March 2006 at: http://www. P. 2) IEEE Internet Computing Magazine. M.

Journal. D. et al. IEEE Intelligent Systems. IEEE Press. Springer US. D. IEEE Intelligent Systems. 5) Martin. Semantic Web Services. 2007. Semantic Web Services. 7) Martin. 2007. 2) Service Oriented Computing and Applications Journal. . 6) Martin. Springer London. Number 4. et al. Bringing Semantics to Web Services with OWL-S. 2007. et al. World Wide Web Journal. 4) IBM System Journal: Service-Oriented Architecture.Bibliografia: 1) IEEE Transactions on Services Computing. D. Part 2. Volume 44. Part 1. 2005. 3) World Wide Web: Internet and Web Information Systems Journal.