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Convênios: Normas e Instruções Edição - 2012

CONVÊNIOS: Normas e Instruções EDIÇÃO – 2012

MINISTÉRIO DA DEFESA PROGRAMA CALHA NORTE

Convênios: Normas e Instruções Edição - 2012

ATO DE APROVAÇÃO

APROVO, para emprego pelo MD, a publicação Convênios: Normas e Instruções 2012 relativas aos convênios celebrados por intermédio do Programa Calha Norte, de acordo com o art. 2º da Portaria Normativa nº 606/MD, de 24 de abril de 2007, alterado pela Portaria Normativa nº 1.709/MD, de 16 de novembro de 2010. BRASÍLIA, DF. Em de de 2012.

ARI MATOS CARDOSO Secretário de Coordenação e Organização Institucional

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa

Aplicável aos Convênios celebrados a partir do ano de 2010

CONVÊNIOS: Normas e Instruções EDIÇÃO – 2012

Convênios: Normas e Instruções Edição . Brasília. Programa/ Secretaria de Coordenação e Organização Institucional/ Departamento de Administração Interna/ Programa Calha Norte. .2012 ―Permitida a reprodução total ou parcial desta publicação desde que citada a fonte‖ Convênios: Normas e Instruções — 2012 Calha Norte. 2012 128p.

aos Convênios celebrados a partir do ano de 2010. no que couber (acompanhamento e fiscalização). Brasília – DF 2012 .Programa Calha Norte — Ministério da Defesa MINISTÉRIO DA DEFESA CONVÊNIOS: Normas e Instruções Aplicável.

br/index. 2023-5105. 20235331.defesa.php/programa-calha-norte. 2023-5108. 2023-5330.gov. Telefones:(61) 2023-5111. Fax: (61) 2023-5106. 2023-5107. 2023-5102. 2023-5118 e 2023-5330. 2023-5121. 2023-5329. 20235103.2012 Informações: Endereço: Esplanada dos Ministérios – Bloco ―O‖ – Anexo I – Térreo – Zona Cívico Administrativa – Brasília – DF CEP: 70. 2023-5101.050-906.gov.html . e-mail: pcn@defesa. 2023-5127.Convênios: Normas e Instruções Edição .br Internet: https://www. 2023-5328. 2023-5104.

21.18.23.19.27. Obras e Serviços de Interesse Legal 3. Contrapartida 3.1.17. Plano Plurianual (PPA) ___________________________________________ 19 ___________________________________________ 19 ___________________________________________ 19 ______________________________________ 19 ______________________________________ 19 3.12. Rescisão ________________________________________________ 19 .14.28. Órgão de controle __________________________________________ 18 3.22.15.20. Padronização do objeto 3. Orçamento público _________________________________________ 18 3.16.26. 3. Pré-empenho 3.8.31. Concedente 3. Proponente _________________________ 18 ______________________________________ 18 ____________________________________ 18 ___________________________________________ 19 ________________________________________ 19 _____________________________________ 19 3.24. Prorrogação de ofício 3.25.4. Plano de Trabalho 3. Partícipes 3.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 1. Condição Suspensiva _________________________________________ 17 3. Cadastramento 3. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 3.29. Cadastro Único de Convênios (CAUC) ____________________________ 17 3.7.6.11. Ordem Bancária de Transferência Voluntária (OBTV) _______________ 18 3. Mandatário da União 3. Ônus da prova ___________________________________________ 17 ___________________________________________ 17 ____________________________________________ 17 ___________________________________________ 17 ____________________________________________ 17 ________ 17 ___________________________________________ 17 ___________________________________ 18 _______________________ 18 ___________________________________________ 18 ___________________________________________ 18 ___________________________________________ 18 ___________________________________________ 18 ÍNDICE 3.10. Convênio 3. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS _____________________________13 INTRODUÇÃO ______________________________________________15 CONCEITUAÇÕES ___________________________________________17 3.5. Objeto 3.2. 2. Proposta de Trabalho 3. Contrato administrativo de execução ou fornecimento – CTEF 3. Executor/fornecedor 3. Projeto Básico 3. Interveniente 3.3. Convenente 3.13.30. Meta 3. Etapa ou fase 3.

3. no PCN. Alteração para Dilação da Vigência ___________________________________________ 32 4.5.Convênios: Normas e Instruções Edição .3.5.36.2. Requisitos para a Celebração de Convênios ____________________________________ 30 4.5. Procedimentos Operacionais para Inclusão de Termos Aditivos no SICONV __________ 34 .38.34. Alteração no Termo de Convênio para Aumento ou Supressão de Metas ___________ 32 4.1. Observações Gerais Sobre Alterações no Termo de Convênio _____________________ 31 4.7.37. Portal de Convênios _______________________________________________________ 21 4. CONVÊNIOS _______________________________________________ 21 4.3.3.3.2.4. especificações ou outros ajustes.3. Etapas Preparatórias para a Celebração ___________________________ 22 4. SICONV _________________________________________________ 19 3.6.2.5.4.2. Recursos Gerados com rendimentos da Aplicação Financeira dos Recursos do Convênio e obtidos com economia no Processo Licitatório _______________________________________ 33 4. Celebração de Convênios ______________________________________ 27 4.6.1.3.1.3. SISTEMA DE GESTÃO DE CONVÊNIOS – SICONV ____________________ 21 4. Termo de Convênio __________________________________________ 19 3.2. Tomada de Preços ___________________________________________ 20 3. Formalização do Convênio e Assinatura _______________________________________ 27 4. Observações Sobre Prazo para Protocolo.5.5. Documentação Necessária à Celebração ______________________________________ 28 4. Plano de Trabalho ________________________________________________________ 25 4. Alteração no Termo de Convênio em caso de troca de local.2. Transferências Voluntárias ____________________________________ 20 4. Análise Técnica __________________________________________________________ 27 4.4. Proposta de Trabalho _____________________________________________________ 23 4. Cadastramento __________________________________________________________ 22 4.35.2.5. Prorrogações e Aditivos _______________________________________ 31 4. Termo de Referência _________________________________________ 20 3.6.5.2. Condições para Celebração _________________________________________________ 27 4. sem Aumento nos Custos ou nas Metas _____________________________________ 32 4.2012 3. Publicidade da Celebração__________________________________________________ 27 4. Termo Aditivo ___________________________________________ 19 3.5.32.3. Projeto Básico e Termo de Referência ____________________________ 31 4. de Pedidos de Termos Aditivos Acompanhados de Documentação Hábil ____________________________________________ 33 4.4.1.33.3.5. Critérios para a Apresentação de Propostas ____________________________________ 24 4. Tomada de Contas Especial (TCE) _______________________________ 20 3.2. Vedações Gerais quanto à Celebração ________________________________________ 28 4.7.2.1.5. Contrapartida ____________________________________________________________ 26 4.1.3. Portal de Convênios _______________________________________________________ 22 4.

1.SICONV .2.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 5. 7.1. Drenagem Urbana ________________________________________________________ 53 8. ÁREAS DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS __________________________51 8.5 Restituição de Recursos ____________________________________________________ 40 5.2 A Execução das Despesas __________________________________________________ 39 5.Modulo Execução _________________ 45 ________ 46 7.SICONV . Máquinas e Equipamentos ______________________________ 55 8.5. Implantação ou Ampliação de Coleta e Tratamento de Esgotos ____________________ 52 8. Energização Rural ________________________________________________________ 52 8. Execução Financeira __________________________________________ 38 5. Tomada de Contas Especial .4.2.2.1.4 Recursos Oriundos de Aplicação Financeira ____________________________________ 40 5.2.1.3. Número de Parcelas para Liberação de Recursos_____________________ 42 6.2.2. Infraestrutura Social __________________________________________ 51 8.6.1.2. Infraestrutura Econômica ______________________________________ 54 8. Procedimentos Licitatórios _____________________________________ 41 5.4.1. Máquinas e Equipamentos _________________________________________________ 55 8. ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO ___________________________43 PRESTAÇÃO DE CONTAS _____________________________________45 7.3. Implantação ou Ampliação de Sistema de Abastecimento de Água _________________ 51 8.7.1.5.6. Viaturas ________________________________________________________________ 55 .5.4.4. Prazo Máximo de Vigência ______________________________________ 41 5. Prestação de Contas Parcial e Final _______________________________ 47 7.1.TCE ________________________________ 49 8.4. Devolução dos recursos de saldo de convênio e aplicação financeira______ 48 7.1. Execução Física _____________________________________________ 37 5.2. Infraestrutura de Transportes ___________________________________ 54 8.3. Portal dos Convênios . Urbanização de Áreas Públicas ______________________________________________ 53 8. Renúncia e Rescisão __________________________________________ 48 7.3.3 Recursos da Contrapartida __________________________________________________ 40 5.2.2. Mananciais e Cursos D’água _____________ 54 8.1.1.1 Liberação dos Recursos ____________________________________________________ 38 5.4. Recuperação e Preservação de Nascentes. Viaturas. Implantação ou Adequação de Unidades de Resíduos Sólidos Urbanos ______________ 53 8.Modulo Prestação de Contas 7.1. EXECUÇÃO DO CONVÊNIO ____________________________________37 5. Portal dos Convênios .

2. Estudos Preliminares ______________________________________________________ 59 9. Fotos do Local __________________________________________________________ 61 9. Projeto Básico _____________________________________________ 57 _____________________________________________ 57 9. Esportes ____________________________________________ 55 8.8.2. Especificações Técnicas _______________________________________________________ 68 4.2. Segurança e Defesa ___________________________________________ 56 9.2012 8.5.6. Composição de Custo _____________________________________________________ 60 9.11 ART do Projeto __________________________________________________________ 61 9.12.2.2.7.Indicação de Engenheiro e ART junto ao CREA do responsável pela fiscalização ______ 61 9. Estudos Preliminares _________________________________________________________ 67 2. Plantas do Projeto ___________________________________________________________ 82 9.2.2.5. Memória de Cálculo __________________________________________________________ 81 7. Educação e Saúde ___________________________________________ 55 8.1.Convênios: Normas e Instruções Edição . Memorial Descritivo _______________________________________________________ 59 9.2. Urbanização e Habitação ___________________________________________________ 62 9. Generalidades 9.2. Orçamento Descritivo ________________________________________________________ 80 6. Memória de Cálculo _______________________________________________________ 60 9.5.1.1. Cronograma Físico-Financeiro _______________________________________________ 59 9.7.2. MODELOS ________________________________________________ 65 10.2.2.10.4.1.2. Orçamento Descritivo _____________________________________________________ 59 9. Outros Documentos ___________________________________________ 61 9. Mapa ou Croquis _________________________________________________________ 61 9.9. Especificações Técnicas ____________________________________________________ 59 9. Orientações Específicas ________________________________________ 62 9.5.5.3. Fotos ______________________________________________________________________ 82 . Projeto Básico de Engenharia __________________________________ 66 Folha de Conferência __________________________________________________________ 66 1. DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA _____________________________ 57 9. Composição de Custo ________________________________________________________ 81 8. Cronograma Físico-Financeiro __________________________________________________ 79 5.2. Material Permanente ______________________________________________________ 62 10. Responsabilidade Técnica ______________________________________ 61 9. Memorial Descritivo __________________________________________________________ 67 3.3.2.6. Plantas do Projeto ________________________________________________________ 60 9.4.

Pesquisa de Preços de Mercado _________________________________________________ 90 5. Indicação de Engenheiro_____________________________________________________ 84 10. Relatório do Gestor _________________________________________ 106 10.18. Relatório Técnico Financeiro .9.Ilustrações ou Fotos __________________________________________________________ 95 8. Guia de Recolhimento da União (GRU) __________________________ 107 10.10. Plano de Trabalho ___________________________________________ 99 10.19.12.17.20.15.13. Aquisição de Material Permanente ______________________________ 85 Folha de Conferência _________________________________________________________ 85 1.Acompanhamento e Fiscalização _______ 119 11. Comprovação de Licenciamento Ambiental _______________________ 105 10.2.Orçamento Descritivo _________________________________________________________ 89 4.14. Comprovação de Propriedade do Imóvel (Certidão de Inteiro Teor) ____ 104 10. Declaração de Disponibilidade de Contrapartida ____________________ 98 10. Execução da Receita e Despesa _______________________________ 110 10.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10 Mapa ou Croquis ____________________________________________________________ 83 11.11. Termo de Recebimento Definitivo de Obra _______________________ 115 10.4.3. Declaração Negativa de Duplicidade do Convênio __________________ 103 10. Relatório de Cumprimento do Objeto ___________________________ 114 10.Especificações Técnicas _______________________________________________________ 87 3. Extrato de Aplicação Financeira _______________________________ 108 10.7.Plantas ou Desenho Esquemático _______________________________________________ 94 7. ART do Projeto e do Responsável pela fiscalização ________________________________ 84 12. Relatório de Execução Físico-financeiro _________________________ 109 10.Indicação de Responsável _____________________________________________________ 96 10.8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ______________________________120 . Declaração Consolidada de Condições Legais _______________________ 97 10.6. Declaração de Carga Patrimonial ______________________________ 116 10. Relação de Bens __________________________________________ 113 10.Declaração de conformidade de Preços ___________________________________________ 93 6.16.Memorial Descritivo __________________________________________________________ 86 2.5. Relação de Pagamentos _____________________________________ 112 10.21. Declaração de Viabilidade Hidrossanitária _______________________ 118 10. Declaração de Fornecimento de Energia Elétrica __________________ 117 10.

Padrão Geral das Placas ______________________________________________________ 123 2.Exemplos __________________________________________________________________ 125 ANEXO III — Modelo de Identificação Visual para Equipamentos e Viaturas __ 127 .Convênios: Normas e Instruções Edição .2012 ANEXOS ____________________________________________________ 121 ANEXO I — Endereços Estaduais do Programa Terra Legal ________________ 122 ANEXO II — Placas de Obra _______________________________________ 123 1.Marcas do Governo Federal ___________________________________________________ 124 3.

13 - Associação Brasileira de Normas Técnicas Anotação de Responsabilidade Técnica Banco do Brasil Bonificações e Despesas Indiretas Cadastro Informativo dos Créditos Não-Quitados Cadastro Único de Exigências para Transferências Voluntárias para Estados.2012 1. Arquitetura e Agronomia Certificado de Regularidade Previdenciária Certificado de Regularidade da Situação Departamento de Administração Interna do MD Departamento de Estradas e Rodagem Distrito Federal Divisão Orçamentária e Financeira do Ministério da Defesa Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes Força Aérea Brasileira Guia de Recolhimento da União Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Instrução Normativa Índice Nacional da Construção Civil Instituto Nacional de Seguro Social Lucro e Despesas Indiretas Lei das Diretrizes Orçamentárias Licença de Instalação (Ambiental) Licença de Operação (Ambiental) Lei Orçamentária Anual .Convênios: Normas e Instruções Edição . LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT ART BB BDI CADIN CAUC CEF CENSIPAM CISET CNPJ CONAMA CONFEA CONJUR CPF CRC CREA CRP CRS DEADI DER DF DIOFI DNIT FAB GRU IBGE IN INCC INSS LDI LDO LI LO LOA . Arquitetura e Agronomia Consultoria Jurídica do Ministério da Defesa Cadastro de Pessoa Física Conselho Regional de Contabilidade Conselho Regional de Engenharia. Caixa Econômica Federal Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia Secretaria de Controle Interno do Ministério da Defesa Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica Conselho Nacional do Meio Ambiente Conselho Federal de Engenharia. Distrito Federal e Municípios.

Orçamento e Gestão Norma Brasileira Nota de Empenho Ordem Bancária de Transferência Voluntária Ordenador de Despesas do Ministério da Defesa Orçamento Geral da União Programa Calha Norte Procuradoria Geral da Fazenda Nacional Plano de Trabalho Programa de Trabalho Resumido Registro Geral de Imóveis Relatório de Gestão Fiscal Relatório Resumido da Execução Orçamentária Serviço Federal de Processamento de Dados Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal Sistema de Gestão de Convênios e Contrato de Repasses Sistema de Custos Rodoviários do DNIT Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil Sistema de Proteção da Amazônia Tabelas de Composição de Preços para Orçamento Secretaria de Coordenação e Organização Institucional Secretaria do Tesouro Nacional Tomada de Contas Especial Tribunal de Contas da União Transferência Voluntária Unidade Gestora Unidade Gestora de Transferência Voluntária Unidade Orçamentária .14 - .2012 LP LRF MAPA MCidades MD MDS ME MJ MP NBR NE OBTV OD OGU PCN PGFN PT PTRES RGI RGP RREO SERPRO SIAFI SICONV SICRO SINAPI SIPAM TCPO SEORI STN TCE TCU TV UG UGTV UO Licença Prévia (Ambiental) Lei de Responsabilidade na Gestão Fiscal Ministério da Agricultura.Convênios: Normas e Instruções Edição . Pecuária e Abastecimento Ministério das Cidades Ministério da Defesa Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Esporte Ministério da Justiça Ministério do Planejamento.

cuja presença em áreas inóspitas é um fator importante para assegurar a jurisdição brasileira sobre a região. prioritariamente à área de fronteira. Apesar de ser estratégica para a integração sul-americana. que tenha por objetivo. por problemas de segurança pública e pelas precárias condições de cidadania. cada vez maior da nação brasileira. desenvolve ações voltadas para o controle territorial. visando a integração do continente e a necessidade de se incrementar as medidas de policiamento de nossas fronteiras. também conhecida como a “vertente militar” do Calha Norte. em âmbito do Ministério da Defesa. Historicamente abandonada em decorrência da falta de coesão social. as diferenças culturais e o meio ambiente. O PCN executa suas ações mediante a transferência de recursos orçamentários por meio de convênios firmados entre o Ministério da Defesa e os Estados e as Prefeituras Municipais abrangidos pelo Programa. despojada de interesses pessoais ou setoriais. Pará. INTRODUÇÃO O Programa Calha Norte (PCN) foi criado em 1985. O entendimento do que seja o Programa Calha Norte. visando a promover a ocupação e o desenvolvimento ordenado da Amazônia Setentrional. Amazonas. a região ainda apresenta-se como pouco desenvolvida economicamente. são executadas de forma direta. em vista do agravamento de certas tendências presentes no mundo amazônico. de considerável alcance social para os brasileiros. Atualmente. para engrandecimento. para atendimento de Projetos de infraestrutura básica. em harmonia com os interesses nacionais. marcada pela dificuldade de acesso aos bens e serviços públicos. respeitando as características regionais. era chamado Projeto Calha Norte e tinha uma atuação limitada. apenas o desenvolvimento consciente da área abrangida.15 - . dos quais 95 são ao longo dos 10. a intensificação e o espraiamento dos ilícitos transfronteiriços. O desenvolvimento regional da área de atuação do PCN configura-se como importante diretriz da política nacional e brasileira. Amapá. Atualmente o Programa abrange 194 municípios em seis Estados da Federação (Acre. estabelecidos nas Diretrizes Estratégicas do PCN. figuram o esvaziamento demográfico das áreas mais remotas. o Programa expandiu-se de maneira significativa e ganhou importância.938 Km da Faixa de Fronteira. A Dimensão de Manutenção da Soberania e Integridade Territorial. Na sua etapa de implantação.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 2. o que reforça o caráter estratégico desta região para a competitividade do país. O PCN tem suas ações distribuídas entre duas dimensões de atuação do Ministério da Defesa (MD): Manutenção da Soberania e Integridade Territorial e Apoio às Ações de Go- verno na Promoção do Desenvolvimento Regional. dentre as quais incluem-se 46% da população indígena do Brasil. O Brasil possui fronteiras com dez países da América do Sul entre os doze existentes. onde habitam cerca de oito milhões de pessoas. O PCN tem uma área de atuação que corresponde a 32% do território nacional. A presente publicação está em conformidade com as Diretrizes Estratégicas para o PCN. deve transcender em muito o aspecto militar de vigilância daquela região de relevante interesse político-estratégico. Rondônia e Roraima). para se mostrar como um programa governamental arrojado e multidisciplinar. Entre os principais aspectos adversos. complementar e aquisição de equipamentos. As transferências de recursos orçamentários para implantação de projetos de voltados para as Forças Singulares. de modo a: . pelo Governo Federal.

Finalmente.Assegurar.gov. estando à disposição na internet. . cumpre destacar o papel do SIPAM (Sistema de Proteção da Amazônia). com exclusividade na região amazônica. que envolvem uma série de ações integradas no território da Amazônia. evitando o fluxo migratório e êxodo desordenado para os grandes centros urbanos da Amazônia e para outras regiões do País. Para tanto. Suas ações vão desde o desenvolvimento de estudos e projetos. com eixos temáticos definidos (desflorestamento. a respeito das normas e legislação pertinentes à elaboração de convênios. a aplicação dos recursos oriundos do PCN. com ações de proteção ambiental que são desempenhadas pelos órgãos regionais e pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM). no site do MD. priorizando a fixação do homem nas fronteiras da área de sua atuação. ambos voltados à caracterização desses impactos e de suas medidas mitigadoras. vivificando e contribuindo para integridade territorial.16 - . O incremento de investimentos em infraestrutura contribuirá para criar atrativos para os cidadãos permanecerem em suas localidades. A ampla divulgação desta publicação para os senhores parlamentes do Congresso Nacional e dirigentes dos Estados e Municípios interessados nos Convênios com o PCN contribuirá para a consecução dos objetivos do Programa.Convênios: Normas e Instruções Edição .defesa. no seguinte endereço: https://www. segundo os objetivos estratégicos do programa.pdf III. contidos na área de atuação do PCN. os Estados e Municípios deverão consultar e solicitar análises e o devido assessoramento a ser prestado pelo SIPAM em proveito de objetos estabelecidos em prol da Área Social desenvolvida pelo PCN. II – orientar os governos estaduais e municipais.br/arquivos/programa_calha_norte/manual_pcn_2012. até a aplicação de técnicas de geoprocessamento e de sensoriamento remoto. apoiadas por uma logística local implantada. aplicável aos convênios celebrados a partir de 2010. contidas em Convênios: Normas e Instruções – 2012‖. no âmbito das Forças Armadas.2012 I – orientar a destinação de recursos orçamentários oriundos de emendas parlamentares. detecção de raios e meteorologia) com vistas a avaliar e monitorar os impactos da ação antrópica. destinadas ao MD.

a contrapartida deve ser mensurável do ponto de vista econômico. do atendimento. Contrapartida – é a participação econômica da entidade convenente para a execução do objeto do acordo. com o qual a administração pública federal pactua a execução de programas. em regime de mútua cooperação. direta ou indireta.Concedente – órgão ou entidade da administração pública federal. de um lado. de 21 de junho de 1993.666. responsável pela transferência dos recursos financeiros e pela descentralização dos créditos orçamentários destinados à execução do objeto do convênio.9. aquisição de bens ou evento de interesse recíproco. 3.Cadastro Único de Convênios (CAUC) – é um subsistema ligado ao Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI) que permite a verificação.7. Etapa ou fase – divisão existente na execução de uma meta. e demais normas pertinentes à matéria. para os Municípios dá-se com a apresentação em uma das Unidades Cadastradoras do SICAF (ou junto ao órgão concedente) de cópia autenticada dos documentos pessoais do representante. envolvendo a realização de projeto. 3. direta ou indireta. regulado pela Lei nº 8. .Condição Suspensiva – é a previsão jurídica pela qual a execução do acordo somente poderá se iniciar a partir da observância de um fato preestabelecido. pelo gestor público do órgão concedente. 3.Convenente – órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta. CONCEITUAÇÕES 3. consórcio público. que delegue competência para representar o ente. 3. e. permitindo o acesso inclusive para a apresentação de propostas. das exigências estabelecidas pela Constituição Federal. órgão ou entidade da administração pública federal.17 - . 3. visando à execução de programa de governo.Convênio – Acordo ou ajuste que discipline a transferência de recursos financeiros de dotações consignadas nos Orçamentos Fiscais e da Seguridade Social da União e tenha como partícipe.Cadastramento – é a fase que complementa o credenciamento. de qualquer esfera de governo. distrital ou municipal. o convênio não produzirá seus efeitos enquanto não se realiza o evento definido pelos partícipes. de outro lado. pela Lei de Diretrizes Orçamentárias e legislações aplicáveis. direta ou indireta.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 3. pela Lei de Responsabilidade Fiscal. pelas convenentes e entes federativos beneficiários de transferência voluntária de recursos da União. acompanhada da publicação da portaria de nomeação ou outro instrumento equivalente.6. tendo como contratante o ente que figura como convenente.2.10. 3. também entendido como contratado no âmbito do Contrato de Repasse.Credenciamento – é o ato pelo qual o proponente passará a ter uma identidade própria junto ao SICONV. 3. órgão ou entidade da administração pública estadual.1. serviço.4. fornecimento de bem ou serviço. em especial Carteira de Identidade e CPF e cópia autenticada do diploma eleitoral. 3. projeto e atividades de interesse recíproco.3. 3.8.5.Contrato administrativo de execução ou fornecimento – CTEF – instrumento jurídico que disciplina a execução de obra. atividade.

os instrumentos jurídicos de transferência de recursos aos convenentes. Orçamento público – compreende a previsão de todas as receitas que serão arrecadadas dentro de determinado exercício financeiro e a descrição das despesas. 3. ou seja. do Distrito Federal e dos Municípios.21.2012 3. Mandatária da União . Objeto . para os convênios é de suma importância.instituições e agências financeiras controladas pela União que celebram e operacionalizam. Obras e serviços de interesse local . a exemplo dos de transporte coletivo. Ônus da prova – é o encargo atribuído pela lei a cada uma das partes de demonstrar a ocorrência dos fatos de seu próprio interesse. Ordem Bancária de Transferência Voluntária (OBTV) – é o comando pelo qual será autorizada a transferência bancária para a realização de pagamento com recursos do convênio. 3.instituições vinculadas aos Poderes Executivo e Legislativo da União. 3. observados o programa de trabalho e as suas finalidades. as normas e os parâmetros que devem orientar a elaboração do orçamento para o exercício seguinte.18. Executor/fornecedor . consórcio público ou entidade privada sem fins lucrativos. as prioridades dos gastos. em nome da União. que possuem designação constitucional para orientar. economicidade e eficiência. de qualquer esfera de governo. especialmente quanto às características do objeto e ao seu custo. de 1993.o produto do convênio. responsável pela execução de obra ou fornecimento de bem ou serviço.17. contrato de repasse ou termo de cooperação. Interveniente – órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta de qualquer esfera de governo. ou entidade privada que participa do convênio para manifestar consentimento ou assumir obrigações em nome próprio. Meta . a partir de contrato de execução ou fornecimento firmado com órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta. nos termos da Lei nº 8. 3. projetos e atividades de governo nos aspectos de legalidade.15. bem como obras de habitação de interesse social e de infraestrutura. 3.11.objeto cuja execução é atribuída ao convenente mediante disponibilização orçamentária e financeira da concedente para estruturação de serviços públicos de interesse local.20. 3.12. . 3.19. 3. definidos pela concedente. e demais normas pertinentes a matéria. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) – antecipam as diretrizes.estabelecimento de critérios e indicadores a serem seguidos nos convênios com o mesmo objeto.22.666.14.16.parcela quantificável do objeto descrita no plano de trabalho. auditar.Convênios: Normas e Instruções Edição .18 - .pessoa física ou jurídica de direito público ou privado. saneamento básico. Padronização de objeto . 3. na medida em que estabelece os limites máximos e mínimos da contrapartida a ser prestada. a destinação a ser dada aos recursos auferidos.13. 3. 3. dos Estados. fiscalizar e acompanhar a execução dos programas. Órgãos de controle .

pelo conteúdo mínimo exigido. Plano Plurianual (PPA) – lei de periodicidade quadrienal.25.26. 3.31.27. as diretrizes. visando garantir recursos orçamentários para a despesa que se pretende executar. os objetivos e as metas da Administração Pública Federal para as despesas de capitais e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.19 - .34.é um instrumento semelhante a um contrato. de hierarquia especial e sujeita a prazos e ritos peculiares de tramitação. com nível de precisão adequado.23. 3. Plano de Trabalho – é a peça preparatória ao convênio. Proposta de Trabalho – é a manifestação formal e devidamente qualificada sobre o interesse de uma entidade em celebrar convênio. Termo de Convênio . 3.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 3. Pré-empenho – é uma rotina destinada a antecipar o bloqueio de um valor determinado na dotação orçamentária no início do processo de um convênio. conter a descrição detalhada do objeto. que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. financeiros e operacionais sobre a execução das atividades. interesse em firmar instrumento regulado pela Portaria Interministerial nº 507/2011. que ocorre quando uma das partes não cumpre com o que for acordado. para caracterizar a obra ou serviço.32. vedada a alteração do objeto aprovado. Termo Aditivo . elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares.conjunto de elementos necessários e suficientes. Rescisão – extinção antecipada do acordo. no qual o órgão da Administração Pública se compromete a repassar um determinado valor e o ente beneficiário se compromete a executar o objeto pactuado de acordo com as obrigações estipuladas no convênio. Proponente – órgão ou entidade pública credenciada que manifeste. Projeto Básico . fases. 3. ou complexo de obras ou serviços. proporcional ao período de atraso causado pela concedente na liberação dos recursos. por meio de proposta de trabalho. Deve.30. 3. sendo elaborado no primeiro ano do mandato presidencial. que deve definir aspectos técnicos.33. no mínimo.28. 3. entrando em vigor no segundo ano do mandato e estendendo-se até o primeiro ano do mandato subseqüente. Partícipes – sujeitos de um convênio com interesses comuns. metas. e que possibilite a avaliação do custo da obra ou serviço de engenharia e a definição dos métodos e do prazo de execução. que estabelece.29.instrumento que tenha por objetivo a modificação do convênio já celebrado. 3. A proposta deve estar em conformidade com o programa e com as diretrizes disponíveis no SINCONV. 3.24. coincidentes. Sua vigência é de quatro anos. SICONV – é o sistema desenvolvido em plataforma web que permite aos órgãos concedentes e convenentes o gerenciamento on line de todos os convênios cadastrados. . 3. 3. 3. de forma regionalizada. Prorrogação de Ofício – extensão automática do prazo do convênio feita antes do seu término. cronograma e outros aspectos importantes ao convênio.

20 - . que objetiva apurar os fatos. Transferências Voluntárias .2012 3. ao Distrito Federal e a municípios. contrato de repasse ou termo de cooperação envolver aquisição de bens ou prestação de serviços. visando ao seu imediato ressarcimento.38. Termo de Referência .37.documento apresentado quando o objeto do convênio. observada a necessária qualificação.36. . considerando os preços praticados no mercado da região onde será executado o objeto. Tomada de Preços – é a modalidade de licitação aberta à participação de pessoas físicas ou jurídicas devidamente cadastradas ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recolhimento das propostas. 3. que deverá conter elementos capazes de propiciar a avaliação do custo pela Administração. destinadas à realização de ações cuja competência seja da União ou tenham sido delegadas a esses entes da Federação. Tomada de Contas Especial (TCE) – é um processo devidamente formalizado.35. a definição dos métodos e o prazo de execução do objeto. com ônus para a União.descentralizações de recursos a Estados.Convênios: Normas e Instruções Edição . dotado de rito próprio. identificar os responsáveis e qualificar o dano causado ao erário. 3. diante de orçamento detalhado. 3.

“Regras das Contrapartidas” e “Anexos”. SISTEMA DE GESTÃO DE CONVÊNIOS – SICONV – Portaria Interministerial nº 507/2011 Buscando aperfeiçoar os instrumentos de transferência voluntária entre a União e outra pessoa jurídica.497/2008 e nº 6.convenios. Para os Estados e Municípios da área de atuação do Programa Calha Norte importa de imediato afirmar que estas normas tratam dos convênios celebrados pelos órgãos e entidades da Administração Pública Federal.619/2008 e pelas Portarias nº 165/2008 e nº 342/2008. Portal de Convênios As informações registradas no SICONV estão abertas à consulta pública na Internet.  A consulta resumida relativa ao programa está disponível na área de Acesso Livre do Portal dos Convênios. Os diplomas legais foram aperfeiçoados pelos Decretos nº 6. Para dar cumprimento à divulgação do programa. identificando-se principalmente o objeto e as finalidades.428/2008. Com essas ferramentas.br). “Objeto”. . aplicam-se aos convênios celebrados com a União a partir do dia 30 de maio de 2008 (data da publicação da Portaria Interministerial nº 127.gov. e as especificações adotadas por cada programa. CONVÊNIOS 4. para a execução de programas. ações e linhas de descentralização serão divulgadas em até 60(sessenta) dias após a sanção da Lei Orçamentária Anual.21 - .gov. constando as seguintes informações:   a descrição do programa. É importante salientar. a União espera atingir maior agilidade e menores custos com os procedimentos necessários às transferências voluntárias de recursos federais. Os dados estão distribuídos nas seguintes abas: “Dados do Programa”. cujas regras foram posteriormente detalhadas pela Portaria Interministerial nº 127. E mais. notadamente as de caráter técnico e econômico. os padrões.1. substituída pela Portaria Interministerial nº 507/2011). pois o Portal possibilitará o acompanhamento pela sociedade de todo o processo. Ou seja. projetos e atividades de interesse mútuo.1.1. desde que envolvam a transferência voluntária de recursos oriundos do Orçamento da União. espera garantir maior transparência aos atos de gestão. celebração e liberação de recursos pela concedente. o Decreto nº 6. as exigências.170/2007 instituiu o Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (SICONV) e o Portal de Convênios do Governo Federal (www. de 29 de maio de 2009. bem como estatísticas e outros elementos que possam auxiliar na avaliação das necessidades locais. desde a apresentação da proposta pelo interessado até a análise. de 24 de novembro de 2011.br). 4.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 4. bem como a prestação de contas on-line da execução física e financeira. bem como os principais aspectos relativos à sua execução. a fim de revelar os tipos de ações e as despesas admitidas no contexto daquele repasse de verbas. substituída pela Portaria Interministerial nº 507. no Portal de Convênios do Governo Federal (www.convenios. que estas regras aplicam-se para os convênios celebrados após o início da vigência da Portaria Interministerial. de 29 de maio de 2009. pela convenente. nº 6. os procedimentos e os critérios para envio e análise das propostas.

De preferência.2012 Para facilitar a adaptação à nova plataforma. As emendas parlamentares que destinam recursos do Orçamento da União para os Estados e Municípios costumam fazê-lo associando-se a um determinado programa federal. mas é importante identificar que representam etapas distintas. endereço da sede. endereço eletrônico e número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas . . foi desenvolvida uma funcionalidade específica para consulta dos interessados.Convênios: Normas e Instruções Edição . 4. não será necessário enviar original ou cópia de qualquer documentação. diretamente no SICONV. endereço. Por isso.2. transcrição do objeto social da entidade atualizado. pelo próprio interessado. disponibilizou módulos de Educação à Distância (tutoriais interativos e manuais). em que serão confirmados os dados relacionados à representação do Proponente por meio da apresentação dos documentos estabelecidos no art. com endereço.2. O credenciamento deve ser realizado. endereço eletrônico.CNPJ. cadastramento e apresentação de propostas passou a ser realizado por intermédio do Portal de Convênios do Governo Federal. relação nominal atualizada dos dirigentes da entidade. e razão social. quando se tratar de instituições públicas.CNPJ. para a operacionalidade do Portal de Convênios do Governo Federal. e  Emendas de bancada. Portal de Convênios A partir de 1º de setembro de 2008. como se fosse uma espécie de validação. o Estado ou Município deverá ter o nome do programa ou então o respectivo código de acordo com a classificação do SICONV – que é diferente da classificação orçamentária. no portal de convênios. todo o processo de credenciamento. 21. I e II da Portaria Interministerial nº 507/2011. do Ministério do Planejamento. número e órgão expedidor da carteira de identidade e CPF de cada um deles. a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI).1. voltados a todos os usuários do sistema. Cadastramento O cadastramento possui caráter complementar ao credenciamento. é fundamental nesses casos identificar o programa federal para o qual a emenda está associada. Isso permitirá a identificação rápida dessa informação essencial até mesmo para iniciar a fase de elaboração de proposta. Para melhor utilização dessa ferramenta de busca é importante que o usuário tenha ciência quais são os tipos de Emendas atendidas pelo Programa Calha Norte:  Emendas individuais. Para facilitar a localização do programa vinculado à emenda parlamentar. bem como endereço residencial do responsável que assinará o instrumento. O proponente credenciado deve. número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas .22 - . assim que possível proceder ao cadastramento.2. ETAPAS PREPARATÓRIAS PARA A CELEBRAÇÃO 4. Após preencher os dados. 4. Para o credenciamento será necessário ao Proponente informar:  nome. será fornecido o login e a senha de acesso. §2º.2. basta informá-los pelo Portal dos Convênios. ato.  Para concluir esta etapa.

ou seja. Objeto é o produto do convênio. devendo ser renovado sucessivamente para cada novo ano. As metas deverão ser descritas conforme o quadro resumo da Execução Orçamentária da parte de engenharia. Os recursos disponíveis no Orçamento da União são limitados. o valor do projeto e a disponibilidade de recursos próprios para arcar com a contrapartida. em conformidade com o programa e com as diretrizes disponíveis no sistema. do problema a ser resolvido e dos resultados esperados. Entende-se por meta a parcela quantificável do objeto e por etapa ou fase a divisão existente na execução de uma meta. O interessado em celebrar convênio ou contrato de repasse deverá apresentar proposta de trabalho no SICONV. o órgão ou a entidade pública. e cópia autenticada do diploma eleitoral. ou seja. sofrem constantes contingenciamentos e estão sujeitos a cortes. O conteúdo mínimo exigido pela Portaria Interministerial nº 507/2011 para a Proposta de Trabalho é o seguinte:  descrição do objeto a ser executado.3. justificativa contendo a caracterização dos interesses recíprocos do proponente e da concedente. observados o programa de trabalho e as suas finalidades. Na prática. e terá validade durante um ano. A escolha do segmento a ser atingido e do projeto a ser executado devem levar em conta. que delegue competência para representar o ente. quanto for o caso. no respectivo cronograma de desembolso e no plano de aplicação dos recursos a serem desembolsados pela concedente e da contrapartida financeira . a apresentação geral de qual é a ação que será desenvolvida. A Proposta de Trabalho não é o Plano de Trabalho exigido pela Lei de Licitações e Contratos. mediante a apresentação de:   cópia autenticada dos documentos pessoais do representante.  razões que justifiquem a celebração do instrumento. O cadastramento no SICONV será realizado em órgão ou entidade concedente ou nas unidades cadastradoras do SICAF a ele vinculadas. 4.23 - . com definição das etapas ou fases da execução. mesmo que não tenha ocorrido qualquer mudança nos quadros do proponente. qualitativa e quantitativamente. em especial Carteira de Identidade e CPF. a relação entre a proposta apresentada e os objetivos e diretrizes do Programa Calha Norte e a indicação do público alvo. dentre outros aspectos. Cabe ao gestor buscar conhecer os diversos programas federais existentes.  previsão de prazo para a execução consubstanciada em um cronograma de execução do objeto. podendo-se afirmar que é uma versão preliminar e simplificada deste. em especial as exigências.2. servirá até como peça preparatória do Plano de Trabalho. acompanhada da publicação da portaria de nomeação ou outro instrumento equivalente. Proposta de Trabalho O início do processo de solicitação de verbas federais para aplicação em Estados e Municípios se dá com a identificação das necessidades existentes na comunidade. finalidades e condições de participação.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa O representante do proponente responsável pela entrega dos documentos e das informações para fins de cadastramento deverá comprovar seu vínculo com o cadastrado. No Portal de Convênios são disponibilizados pelo Governo Federal todos os programas de transferências voluntárias de todos os órgãos federais com programas passíveis de convênios e contratos de repasse. segundo prioridades definidas pelo governo federal. a relação custo/benefício. demonstrando os poderes para representá-lo neste ato. o impacto na comunidade.  descrição das metas a serem atingidas.

e d) eventuais imprecisões ou irregularidades poderão ser resolvidas. A Proposta de Trabalho será analisada e: I . e caberá ao proponente tomar as providências necessárias para sanar as demandas apontadas.2.4. pois a ausência de manifestação será entendida como desistência quanto ao prosseguimento do processo. o que normalmente será realizável pelo Portal. O critério Faixa de Fronteira tem como referência o Programa de Desenvolvimento da Faixa de Fronteira do Ministério da Integração que define: “A região da Faixa de Fronteira caracteriza-se geograficamente por ser uma faixa de 150 Km de largura ao longo de 15. oriundo de emendas parlamentares.064/1980).2012  do proponente.634/1979. II .No caso da aceitação: a) a concedente realizará o pré-empenho. mantendo os 194 municípios já inclusos dentro da área de atuação do Programa Calha Norte. especificando o valor de cada parcela e do montante de todos os recursos.asp?area =sprfronteira) O valor da transferência voluntária para cada Convênio. nas áreas de cunho social. no que se refere às ações voltadas para o desenvolvimento regional. 4.integração. e a proposta ficará no estágio “em complementação”.24 - .Convênios: Normas e Instruções Edição . b) o proponente atenderá às exigências para efetivação do cadastro (se isso não tiver sido feito) e incluirá o Plano de Trabalho no SICONV (se não tiver sido enviado junto com a proposta). dentro da capacidade técnico-administrativa do Ministério da Defesa.719 Km da fronteira brasileira (Lei nº 6. o proponente deverá observar o previsto no Capítulo IV . e informações relativas à capacidade técnica e gerencial do proponente para a execução do objeto. discriminando o repasse a ser realizado pela concedente ou contratante e a contrapartida prevista para o proponente.No caso de recusa: a) a concedente registrará o indeferimento no SICONV.br/programasregionais/faixamunicípios. em consonância com seus objetivos precípuos descritos nas Diretrizes Estratégicas do Programa Calha Norte. Critérios para a Apresentação de Propostas Os critérios aqui estabelecidos restringem os convênios a serem firmados. b) comunicará ao proponente o indeferimento da proposta. Desta forma. e c) informará ao proponente das exigências e/ou pendências verificadas. que abrange 11 unidades da Federação e 588 municípios e reúne aproximadamente 10 milhões de habitantes. especificadas na referida norma. que será vinculado à proposta e só poderá ser alterado por intermédio do SICONV. deverá ser limitado em até R$ 5 milhões para os Municípios com popu- . com estimativa dos recursos financeiros.gov.‖ (http://www. regulamentada pelo Decreto nº 85.Diretrizes Estratégicas. devendo o proponente manifestar-se no prazo estipulado. c) as informações correspondentes à conclusão da análise serão encaminhadas para o e-mail do usuário responsável pelo envio da proposta.

O Plano de Trabalho é o documento por meio do qual o gestor define como o objeto do convênio será realizado. conterá. Será comunicada ao proponente qualquer irregularidade ou imprecisão constatada no Plano de Trabalho. 116 § 1° da Lei nº 8. a justificativa. art. descrição das metas a serem atingidas. previsão de prazo para a execução. § 1°. cronograma de execução do objeto e cronograma de desembolso. “CronoDesembolso”. o período (cronograma de execução. especificando o valor de cada parcela e do montante de todos os recursos. que deverá ser sanada no prazo estabelecido pela concedente. e plano de aplicação dos recursos a serem desembolsados pela concedente e da contrapartida financeira do proponente. o objeto. na forma estabelecida em lei.666/93.666/93). no mínimo (art. O Plano de Trabalho. A ausência da manifestação do proponente no prazo estipulado implicará a desistência no prosseguimento do processo. que será avaliado após a efetivação do cadastro do proponente. metas.         No SICONV existem três formulários que procuram dar conta exatamente do Plano de Trabalho. “Bens e Serviços” e “Plano de Aplicação”. do problema a ser resolvido e dos resultados esperados. Os ajustes realizados durante a execução do objeto integrarão o Plano de Trabalho. Para os demais Municípios. 25 Portaria n° 507. lei 8. Algumas questões devem ser bem compreendidas para facilitar o fornecimento adequado das informações: . descrição completa do objeto a ser executado.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa lação superior a 25 mil habitantes. O Plano de Trabalho será analisado quanto à sua viabilidade e adequação aos objetivos do programa e. definição das etapas ou fases da execução. estimativa dos recursos financeiros. fases e etapas) e o custo. permanece o teto de até R$ 3 milhões.5.25 - . 4. Plano de Trabalho O Plano de Trabalho é a peça elaborada antes do convênio e tem a missão de definir uma série de questões relacionadas ao acordo. especialmente no tocante aos aspectos de execução operacional e financeira.2. Nos termos da Lei de Licitações e Contratos (art. discriminando o repasse a ser realizado pela concedente e a contrapartida prevista para o proponente. informações relativas à capacidade técnica e gerencial do proponente para execução do objeto. a relação entre a proposta apresentada e os objetivos e diretrizes do programa federal e a indicação do público alvo. basicamente. desde que submetidos e aprovados previamente pela autoridade competente. 116. Eles se encontram junto à aba “Dados da Proposta” com os seguintes nomes: “CronoFísico”. é imprescindível sua elaboração. de acordo com critérios estabelecidos pelo órgão ou entidade repassador de recursos. sendo nulo o convênio celebrado sem observar essa condição. de 24/11/2011):  justificativa contendo a caracterização dos interesses recíprocos. a metodologia. será avaliada sua qualificação técnica e capacidade operacional para gestão do instrumento.

o sistema elabora automaticamente o Plano de Aplicação.2012  No cronograma físico: Como etapas deverão ser descritos os eventos referenciais para atingimento da respectiva meta. 4. A contrapartida a ser aportada pelos entes públicos deverá ser comprovada por meio de previsão orçamentária na LOA. sendo recomendável que o preenchimento do formulário seja acompanhado por um técnico do município com domínio sobre o tema (orçamento público). pois a finalidade dela é listar os bens e serviços que serão destinados para a realização do convênio e que representam o seu custo. de acordo com a classificação orçamentária vigente. Outra informação necessária será o código de natureza da despesa. Será calculada observados os percentuais e as condições estabelecidas na lei federal anual de diretrizes orçamentárias. com a devida justificativa. a quantidade e o preço unitário. Contrapartida A contrapartida será calculada sobre o valor total do objeto e deverá ser atendida por meio de recursos financeiros. O proponente deverá comprovar que os recursos referentes à contrapartida proposta estão devidamente assegurados. o convenente assume o risco de arcar com os custos decorrentes das alterações que foram realizadas sem aprovação da concedente.26 - . Preenchidas essas informações corretamente. para qualquer convênio será exigível indicar essas informações. bem como os resultados parciais e finais esperados.2.  Bens e serviços: O proponente deve especificar cada bem ou serviço (aqui incluído os produtos de uma obra) a ser adquirido ou contratado para a execução do convênio. passando a integrar uma nova versão do Plano de Trabalho. Em qualquer caso. funcionando como parâmetro para a apreciação das contas. É importante frisar que a alteração só ocorrerá se submetida e aprovada previamente pela autoridade competente. Mesmo ao longo da vigência do acordo.6. Em se tratando da peça central para as atividades que serão desenvolvidas. . decerto é a partir dele que serão mais bem examinados aspectos como a economicidade e a eficiência. e Serão relacionados inclusive os dados que permitem identificar o valor unitário estimado dos bens (e serviços/obras) adquiridos. Do contrário. É fundamental que o Proponente desenvolva com especial cuidado o Plano de Trabalho. podendo ocorrer sua rejeição exatamente por uma análise negativa nesses pontos. é impreterível que antes da celebração do convênio o Plano de Trabalho esteja pronto e aprovado. Deverá ser depositada na conta bancária específica do convênio em conformidade com os prazos estabelecidos no cronograma de desembolso. haja vista que servirá como principal parâmetro para avaliar a execução do convênio. Aquele instrumento. a unidade de fornecimento.Convênios: Normas e Instruções Edição . será possível ocorrer à modificação daquela peça. quando aprovado.  No cronograma de desembolso (financeiro): Serão informados os valores e as datas em que as parcelas do repasse e da contrapartida financeira serão destinadas à conta convênio. a fim de promover os ajustes necessários. pelo Quadro Demonstrativo de Despesas. é que fornecerá os elementos para apreciar se houve de fato o avanço da execução das atividades. é recomendável identificar-se como etapa aquelas realizações que tenham expressão econômica própria.

alteração. também por iniciativa da concedente. conforme previsto na Lei Complementar nº 101. Condições para Celebração As condições para a celebração de convênios. de 4 de maio de 2000. na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na legislação federal. 39. 4. será registrado no SICONV. Portanto. liberação de recursos.1. Faça-se notar que o proponente não precisará demonstrar individualmente cada um desses requisitos em cada proposta apresentada ou mesmo por ocasião da assinatura do convênio. se houver.3. anualmente. de 4 de maio de 2000. acordos. há a necessidade do proponente manter atualizados os dados junto ao CAUC. nos quais devem constar as cláusulas que definem as regras mais específicas em relação àquele acordo de vontades.4 Publicidade da Celebração A eficácia de convênios.3. assinarão. Após assinado pelas partes. CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS Para todo e qualquer convênio a celebrar com a União. que será providenciada pela concedente. Somente deverão ser publicados no Diário Oficial da União os extratos dos aditivos que alterem o valor ou ampliem a execução do objeto.2 Formalização do Convênio e Assinatura O convênio é um instrumento que precisa ser revestido de certa formalidade.3.3. obrigatoriamente. A Portaria Interministerial nº 507/2011. minuta-padrão de Termo de Convênio. o termo de convênio conforme Portaria Interministerial nº 507/2011. 4. Sobre o assunto. a serem cumpridas pelo convenente. Aos atos de celebração. ajustes ou instrumentos congêneres fica condicionado à publicação do respectivo extrato no Diário Oficial da União. legais e constantes da Portaria Interministerial nº 507/2011. no seu art.3 Análise Técnica A celebração do convênio será precedida de análise e manifestação conclusiva pelos setores técnico e jurídico do órgão ou da entidade concedente ou contratante. no caso concreto. quanto ao atendimento das exigências formais. incumbe ao Setor Administrativo competente. o proponente deverá observar determinadas condições gerais. vedada a alteração da sua natureza. respeitado o prazo estabelecido. devidamente aprovada pela Consultoria Jurídica do MD. 4. observadas as normas específicas que o disciplinam. 38 fixou algumas exigências. 40 e 41 da Portaria Interministerial nº 507/2011. 4. na Lei de Diretrizes Orçamentárias e nas demais normas aplicáveis são as estabelecidas nos Art. segundo suas respectivas competências. no prazo de até 20 (vinte) dias a contar de sua assinatura. de modo que a verificação do preenchimento dos requisitos legais.27 - . é a etapa em que os partícipes.3. . acompanhamento e fiscalização da execução e a prestação de contas dos convênios serão dadas publicidade em sítio eletrônico específico denominado Portal dos Convênios.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 4. ao mesmo tempo em que incorporou outras já previstas na Lei Complementar nº 101. A verificação será feita por meio de consulta ao Cadastro Único de Convênios (CAUC). a começar pela confecção de termos próprios. O termo de convênio será gerado pelo órgão ou entidade federal. as testemunhas e o interveniente. quando houver. sob pena de inviabilizar-se a celebração do convênio. o PCN elabora.

No caso de liberação de recursos. Cópia da Legislação com delegação de competência para outra autoridade assinar documentos de convênios. no caso de execução de obras e serviços de engenharia. 4. 19 a 21 da Portaria 507/2011. conforme o caso. que esteja em mora. .170/2007 já estipulava. Plano de Trabalho aprovado. inclusive aqueles listados no art. nos quais o valor da transferência da União seja inferior a R$ 250. Sem prejuízo do disposto no art. 10 da Portaria 507/2011.3. nos termos dos arts.00 (cem mil reais) ou.2012 A concedente notificará. a celebração do instrumento à Assembléia Legislativa ou à Câmara Municipal do convenente. Cópia do Cadastro da Pessoa Física – CPF do Dirigente ou da autoridade delegada.  Com órgãos e entidades da administração pública direta e indireta dos Estados. quando for o caso. são condições e documentos necessários para a celebração de convênios: Cadastro do convenente atualizado no SICONV . bem como aquelas provenientes de deliberações dos órgãos de controle. de qualquer esfera governamental.Convênios: Normas e Instruções Edição .000.000. no prazo de até 10 (dez) dias. facultada a notificação por meio eletrônico. De acordo com a listagem editada pela Portaria Interministerial. acrescentando as vedações existentes em outras normas. 4.28 - . exceto elaboração de projetos de engenharia. quando for o caso ou da autoridade delegada.  Com entidades privadas sem fins lucrativos que tenham como dirigente agente político de Poder ou do Ministério Público. colateral ou por afinidade.CNPJ ou Cadastro do Órgão/Entidade e do Dirigente. 40 e 41 da Portaria 507/2011. de direito público ou privado. Distrito Federal e Municípios cujo valor seja inferior a R$ 100.Portal de Convênios no momento da celebração. tanto quanto dirigente de órgão ou entidade da administração pública. 39.3.6 Documentação Necessária à Celebração Os documentos necessários à celebração deverão ser anexados eletronicamente ao SICONV e encaminhados fisicamente ao PCN. Cópia do Termo de Posse do Dirigente do Órgão ou Ato de Nomeação ou Designação. ou respectivo cônjuge ou companheiro. Os convenentes deverão dar ciência da celebração ao conselho local ou instância de controle social da área vinculada ao programa de governo que originou a transferência. mas a Portaria Interministerial nº 507/2011.00 (duzentos e cinquenta mil reais). a proibição de celebração de convênios com a União. Comprovante de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . ou irregular em qualquer das exigências da Portaria Interministerial nº 507/2011. promoveu verdadeira compilação sobre o assunto. Cópia da Cédula de Identidade do Dirigente ou da autoridade delegada. quando houver. até o segundo grau. considera-se vedado à União promover a transferência voluntária para:  órgão ou entidade.5 Vedações Gerais quanto à Celebração O Decreto nº 6. em determinadas situações. 38. este prazo será de dois dias úteis. bem como parente em linha reta. inadimplente com outros convênios celebrados com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal.

95. que existe previsão de contrapartida na lei orçamentária do Estado. fornecida pelo Cartório de Registro do Imóvel. 167.03. quando o convênio tiver por objeto a execução de obras ou benfeitorias em imóvel. e) que cumpre os limites constitucionais relativos à educação e à saúde. do Estado. 156.666/1993. sem prejuízo de outras medidas administrativas e legais cabíveis. de 27. Declaração Consolidada de condicionantes Legais informando: a) que instituiu. 2º do Decreto nº 83.79. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa. ou da ocupação regular do imóvel. ou encontra-se em fase de adaptação. conforme permissivo do art. c) que os recursos não serão destinados ao pagamento de despesas com pessoal ativo.09. para fins de comprovar no ato da assinatura do instrumento de transferência. nos termos do inciso III do art. d) que se acha em dia quanto à prestação de contas de recursos anteriormente recebidos do ente transferidor. i) que esta ciente de que a declaração é prestada nos termos do art. de 06. da Lei de Diretriz Orçamentária. à conta do convênio.936. 37 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. quando comprovada a ausência do fato gerador. conforme determina o item VII. l) que encaminhou suas contas à Secretaria do Tesouro Nacional ou entidade preposta nos prazos estabelecidos (A STN efetuará o registro no CAUC daqueles entes que atenderam à determinação do art. do art. ressalvado o imposto previsto no art. Certidão Original de Inteiro Teor.29 - . em percentual estabelecido na legislação pertinente referente aos montantes de desembolso solicitado à União. Cópia do Orçamento para o exercício corrente. para fins de auditoria. 51 da LRF). e que qualquer inexatidão nos itens I a VII acima implicará na rescisão do Convênio que vier a ser celebrado. k) que os recursos a serem transferidos pelo Governo Federal. Declaração de Disponibilidade de Contrapartida do Prefeito contendo a rubrica e número da dotação orçamentária do município correspondente à contrapartida para complementar a execução da obra e/ou aquisição. . Licença Ambiental . as provas documentais referentes aos itens I a VII. e h) que mantém arquivado à disposição do Ministério da Defesa e outros Órgãos competentes. g) que possui recursos próprios que serão utilizados como contrapartida. 37 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias operações de crédito não excedem o montante das despesas de capital. serão incluídos no respectivo orçamento (citar o nome do ente/entidade recebedor).expedida pelo órgão competente de meio ambiente. art. de acordo com o item III do art. inciso III e 212 da Constituição Federal e no art. que veda a realização de crédito que excedam o montante das despesas de capital. § 1º. 116 da Lei Federal nº 8. 167 da Constituição Federal. 155 e 156 da Constituição Federal. previsão e efetiva arrecadação dos impostos de sua competência constitucional. Distrito Federal ou Município. de 1993. Distrito Federal ou Município. 82. 39 da Portaria 507/2011. acompanhada do Quadro Demonstrativo de Despesas e de crédito disponível detalhado atualizado. nos termos do § 2º. demonstrando: a instituição. e sujeitará o declarante às penalidades previstas no Código Penal Brasileiro. aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta e na Lei Complementar nº. b) que atende o disposto nos arts. com redação dada pela Emenda Constitucional nº 3. inativo e pensionista. e que os recursos estão assegurados em dotação específica. f) que as receitas tributárias atendem aos limites percentuais estabelecidos em legislação específica. regulamentou e arrecadam todos os tributos previstos nos art. 39 da Portaria Interministerial nº 507/2011.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa Apresentação dos Balanços Contábeis dos dois últimos exercícios.

com a previdenciária (CRP). 38. A documentação deverá ser confeccionada em papel tamanho A4. documentação da área de intervenção. 38 da Portaria 507/2011. 38 da Portaria 507/2011. Todas as cópias de documentos deverão estar autenticadas. Os arquivos que forem encaminhados em meio digital deverão sê-lo em mídia tipo CD-ROM. verificação do atendimento às exigências das normas vigentes sobre convênios e outros repasses. As plantas de projeto deverão ser confeccionadas. análises técnicas. . Ao requerer proposta de convênio ao MD/PCN.7 Requisitos para a Celebração de Convênios Os Estados ou Municípios interessados em projetos abrangidos pelo segmento de emprego autorizado no PCN devem encaminhar suas propostas de convênio para execução a partir da geração do Código do Programa no SICONV. verificação do atendimento às exigências da LDO e LRF.2012 Declaração Negativa de Duplicidade de Convênio. de acordo com o item VI do art.      . as convenentes deverão encaminhar documentação para análise no PCN em que serão abordados os seguintes aspectos:         regularidade da documentação institucional. . e as demais previstas nos Art.30 - . 38 da Portaria 507/2011. de acordo com o item III do art. em papel tamanho A2 ou inferior. 38 da Portaria 507/2011.quanto às contribuições do FGTS. . Deve ser indicado em local visível e destacado a identificação do proponente e do objeto e o valor da proposta. preferencialmente.quanto a Tributos e Contribuições Federais e à Dívida Ativa da União. .Convênios: Normas e Instruções Edição .quanto a Contribuições Previdenciárias.quanto à Prestação de Contas. . Comprovação de regularidade: .3. . 4.perante o Poder Público Federal. o proponente deverá observar que toda a documentação que for entregue irá compor um processo administrativo do Ministério da Defesa e por isso deverá seguir o seguinte rito administrativo:     A proposta será encaminhada via ofício ao Coordenador-Geral do Programa. prevista no item VII do art. 38 da Portaria 507/2011. A documentação deverá ser entregue em dois cadernos independentes e identificados. 38 da Portaria 507/2011. de acordo com o item V do art.em relação à adimplência. de acordo com o item VI do art. e As mídias tipo CD-ROM deverão estar identificadas. regularidade com o CAUC. 38 da Portaria 507/2011. 39. Um caderno destinado à documentação de habilitação e outro ao projeto básico (obras e/ou serviços de engenharia e aquisição de equipamentos). Sem prejuízo dos procedimentos a serem realizados por meio do SICONV. conforme dados da Certidão Negativa de Débito (CND). de acordo com o item II do art. conforme consulta ao Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN). 40 e 41 da Portaria Interministerial nº 507/2011. prevista no item VIII do art. Todos os documentos que integram o projeto básico deverão ser entregues em meio digital. previsão de Contrapartida no Orçamento anual da convenente.

a fim de possibilitar a correta instrução do feito. especialmente quanto às características do objeto e ao seu custo. conforme elencada em modelo constante deste Manual. o orçamento detalhado. o que não altera a necessidade de o documento contemplar a descrição do bem ou serviço. O projeto básico ou o termo de referência deverá ser apresentado no prazo fixado no Termo de Convênio. observado prazo determinado. se houver. Quando o objeto do convênio envolver aquisição de bens o projeto básico recebe o nome de Termo de Referência. só devendo ser adotadas em casos estritos. descaracterizar o objeto do convênio. protocolada no PCN em. projeto básico e orçamento dos bens ou serviços. a documentação complementar solicitada na diligência promovida pela concedente. acompanhado de documentações técnica comprobatória. em hipótese alguma. para saneamento. Sem prejuízo dos procedimentos operacionais a serem lançados no SICONV pela convenente. a proposta será indeferida de plano e a convenente será informado por meio de comunicação formal. a qual não pode. No Termo Aditivo devem constar cláusulas ou itens a serem alterados no documento principal e as demais permanecendo em vigor.31 - . mas a demonstrar a viabilidade e a conveniência de sua execução.5. Deve ser elaborado com base em estudos técnicos preliminares e assegurar o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 4. se porventura houver. bem como demais documentações que se fizerem necessárias em cada caso.1. e desde que não modifique o objeto do convênio.  Aguardar comunicação do PCN apontando pendências. a definição dos métodos e o prazo de execução do objeto. a contar da data da celebração.  Protocolar proposta até 45 dias antes do fim da vigência do Convênio. no mínimo. PRORROGAÇÕES E ADITIVOS Termo Aditivo . É empregado na prorrogação do prazo de vigência. 4. a ser encaminhada por meio de ofício assinado pelo chefe do executivo da convenente. devidamente formalizada e justificada.4. preservando-se o objeto do documento principal.instrumento jurídico suplementar que passa a integrar o Termo de Convênio celebrado. A padronização de objetos é o estabelecimento de critérios a serem seguidos nos convênios com o mesmo objeto. Caso não atenda a esses pré-requisitos. 4. em caso de inconsistência. não podendo ultrapassar 18 (dezoito) meses. PROJETO BÁSICO E TERMO DE REFERÊNCIA Projeto básico é o documento por meio do qual o proponente deve caracterizar precisamente a obra. 45 (quarenta e cinco) dias antes do término de sua vigência. ajuste do valor ou outras alterações previstas em lei.5. O Projeto Básico não se destina a disciplinar a execução da obra ou do serviço (esse é o papel do projeto executivo). inclusive quanto à sua viabilidade técnica. e  . O convênio celebrado somente poderá ser alterado mediante proposta.  Apresentar. custo. fases ou etapas e prazos de execução. a instalação ou o serviço objeto do convênio. incluída a prorrogação. justificativa técnica. Observações Gerais Sobre Alterações no Termo de Convênio As alterações no Convênio ou Plano de Trabalho são procedimentos excepcionais. as propostas de alterações feitas devem observar o seguinte trâmite: Enviar ofício ao PCN solicitando autorização para a alteração desejada com a finalidade. conforme a complexidade do objeto. definidos pela concedente. prorrogável uma única vez por igual período. valor. Todas as solicitações de alterações nos Termos de Convênio para alargamento da vigência ou outros ajustes devem ser submetidas à apreciação do PCN a fim de possibilitar a celebração do competente Termo Aditivo.

em especial o mapa de adjudicação com os vencedores do processo licitatório referente ao objeto originalmente conveniado e as planilhas orçamentárias descriminando os preços e as composições de custos (§ 1º do art.5. Extrato bancário atualizado contendo o saldo remanescente do convênio que será aplicado no aumento de meta. Alteração no Termo de Convênio em caso de troca de local. 4.32 - .5. Valor do aumento da contrapartida por iniciativa da convenente. Alteração no Termo de Convênio para Aumento ou Supressão de Metas A convenente deverá apresentar os seguintes documentos:  Ofício acompanhado das seguintes informações e documentos: Fatores que justifiquem a implementação do aditivo. no caso da parcela do aumento de meta ser suportada por recurso novo oriundo da convenente. Valor do objeto executado até o momento da implementação do aditivo (valor total adjudicado em favor das empresas vencedoras da licitação). Outros documentos poderão ser solicitados conforme a especificidade da modificação pleiteada. Projeto básico. quando for o caso. 65 da Lei nº 8666/93). dentre outros que possam ser exigidos.2. Relatório fotográfico. Declaração emitida pelo chefe do executivo garantindo a existência do numerário que comporá o aumento da contrapartida. e Documentação da área de intervenção. Relatório fotográfico do local da obra se for o caso.Convênios: Normas e Instruções Edição . sem Aumento nos Custos ou nas Metas A convenente deverá apresentar os seguintes documentos:  Ofício acompanhado das seguintes informações e documentos: Fatores que justifiquem a implementação de alterações decorrentes de fatos supervenientes e imprevisíveis. devidamente justificado.  4. se esta diferir da original. conforme a especificidade da alteração a ser realizada. Projeto básico. mediante solicitação de termo aditivo. 4. Documentação referente ao processo licitatório.5. se for o caso. Valor remanescente oriundo da aplicação financeira dos recursos do convênio.4.3. Documentação da área de intervenção. se houver interesse das partes.2012  Aguardar comunicação do PCN quanto à autorização final para assinatura do competente termo aditivo. especificações ou outros ajustes. se esta diferir da original. Alteração para Dilação da Vigência O prazo de vigência do Convênio poderá ser alterado. com antecedência mínima de 45 (qua- . Valor a ser efetivamente aplicado ou reduzido em vista da alteração. Valor remanescente oriundo da economia em licitação (valor conveniado menos valor adjudicado). e Certificação de que não haverá quaisquer alterações nos custos ou nas metas.  Outros documentos poderão ser solicitados conforme a especificidade da modificação pleiteada.

adjudicação e outras ocorrências relevantes em caso de atraso no início/conclusão das obras decorrentes de problemas em processo licitatório.6. A prorrogação "de ofício" da vigência do convênio. Isto quer dizer que os pedidos feitos pela convenente. em caso de atraso ou paralisação por motivo de chuvas.5. observada a proporcionalidade prevista na legislação de regência.33 - . 30 da Portaria Interministerial MP/MF/CGU nº 507/2011. certificado por técnico responsável. com base em aspectos técnicos de comprovação.5. devem ter suas pendências sanadas em até 45 dias antes do fim da vigência sob pena de indeferimento do pleito. mês a mês. Esses recursos devem ser utilizados somente para ampliar as metas já constantes no Cronograma de Execução do Plano de Trabalho. com a previsão da data para conclusão das obras/serviços. conforme o caso. na forma dos instrumentos originais. Material fotográfico que retrate o estádio das obras/serviços. atas de abertura. com a anuência do Programa. Cronograma de execução. descrevendo o estádio de obras/serviços. conforme o caso. a convenente deve avaliar a necessidade de encaminhar sua documentação com ante- . da sua evolução. ordem de paralisação ou reinício das obras/serviços. tais como: Boletim meteorológico fornecido por órgão oficial responsável por informações meteorológicas. se essa for a causa. e não poderão ser computados como contrapartida devida pela convenente. não poderá haver qualquer pendência no pleito. dentre outros. Com isto.5. Observações Sobre Prazo para Protocolo. Recursos Gerados com rendimentos da Aplicação Financeira dos Recursos do Convênio e obtidos com economia no Processo Licitatório Os rendimentos gerados nas aplicações financeiras dos recursos do convênio e de economia obtida no processo licitatório somente poderão ser aplicados no objeto do convênio. 4. Periódicos com notícias da ocorrência de seca/chuva na região.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa renta e cinco) dias antes do término de sua vigência com a apresentação da seguinte documentação:   Ofício relatando fatores que justifiquem a implementação do aditivo. Será solicitada a restituição dos recursos não aplicados ou aplicados de forma diversa daquelas previstas no Plano de Trabalho original do Termo de Convênio ou no Plano de Trabalho alterado por meio de competente Termo Aditivo. a cargo da convenente. Os casos de rendimentos financeiros e de receitas decorrentes de economia de recursos obtida no processo licitatório ficam sujeitos às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos. Entende-se que na data limite para apresentação da solicitação. mês a mês. com sua evolução. Cópias de publicações de editais. Documentos que. e Outras documentações que possam comprovar que a chuva/seca/problemas em processo licitatório foram responsáveis por paralisação/atraso no cumprimento do cronograma de execução das obras/serviços. no PCN. prescinde de prévia análise da área jurídica da concedente. bem assim após celebração e publicação do competente Termo Aditivo no Diário Oficial da União. que derem entrada no PCN com erros técnicos de formulação ou falta de documentos. homologação. 4. de Pedidos de Termos Aditivos Acompanhados de Documentação Hábil Recomenda-se especial atenção ao prazo limite para entrada de pedidos de termos aditivos no Programa. destacando o percentual atingido até a data da solicitação de aditivo. Cópia de ordem de serviço de início. possam fundamentar e comprovar a justificativa apresentada. estabelecida no inciso VI do art.

Mesmo entrando no prazo.000. Informar “Login” e “Senha” de acesso.  Clicar no número do Convênio.  Clicar no menu “Execução” > “Termos Aditivos”.00 e a convenente solicita aditivo para ampliação de meta no valor de R$ 12.34 - .  Após análise. qualquer pendência encontrada no pleito deve ser sanada até o dia 31/08/2012. Efetuado o Login.br. Procedimentos Operacionais para Inclusão de Termos Aditivos no SICONV abaixo: Para a convenente incluir a solicitação de alteração. qualquer pleito será indeferido.5. No campo “Número do Convênio”. o Objeto da Alteração e a “Justificativa”.000. . O exemplo a seguir é apresentado para melhor compreensão: EXEMPLO: Um convênio no valor de R$ 100.  Clicar em ―Acessar o SICONV‖. e Rolar o conteúdo da tela e clicar em “Enviar Para Análise”. Clicar em “Salvar”. Efetuado o Login. Para a CONCEDENTE analisar a solicitação de Alteração e incluir o Termo Aditivo.000.000. Clicar em “Acessar o SICONV”.7.  O sistema exibe os Dados do Convênio. deverá seguir os passos abaixo:  Acessar o site htpp://www.gov.000.br. Clicar no menu “Execução” > “Termos Aditivos”. Clicar no número do Convênio e em seguida “Incluir Solicitação de Alteração”. O sistema exibe os dados do convênio. Após este prazo.00 teve um rendimento em aplicação de R$ 10.2012 cedência maior que o prazo determinado pelo MD.gov.Convênios: Normas e Instruções Edição . deverá seguir os passos          Acessar o site http://www. O convênio em questão vencerá em 15/10/2012. O sistema exibe a mensagem “Solicitação de Alteração Cadastrada com Sucesso”. Prazo final para entrada do pleito do aditivo: 31/08/2012. informar o número do convênio desejado e clicar em “Consultar”.00 – 10.  Clicar em “Detalhar” na frente da solicitação.00 (12. O sistema exibe a solicitação de alteração.convenios.000. Os R$ 2.00) que faltam serão complementados com aumento da contrapartida.convenios.00. A convenente informa o “Objeto da Alteração” e a “Justificativa”.  Informar “Login” e “Senha” de acesso. 4. sob pena de indeferimento do pleito. informar o número do convênio desejado e clicar em “Consultar”.  No campo “Número do Convênio”. clicar em “Aceitar”. O sistema exibe a mensagem “Solicitação de Alteração Aceita com Sucesso”. O sistema exibe a mensagem “Solicitação de Alteração Enviada para Análise com Sucesso”.  Clicar em “Incluir Termo Aditivo”.

o convênio se encontra disponível para alterações pela convenente. Efetuado o Login.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa  No campo “Número do Termo Aditivo” informar o número do Termo Aditivo. clicando em “Arquivo”.  Clicar em “Enviar Para Análise”.gov. Clicar no menu “Execução” > “Termos Aditivos”.      Para a CONCEDENTE analisar as alterações.  Informar o fundamento legal. A convenente fará as alterações necessárias no Plano de Trabalho. informar o número do convênio desejado e clicar em “Consultar”. deverá seguir os passos abaixo:              Acessar o site htpp://www. Efetuado o Login. Informar “Login” e “Senha” de acesso.gov. selecionar a opção “Liberar para Ajustes pela convenente”. O sistema exibirá a mensagem “Termo Aditivo Cadastrado com Sucesso”. Clicar no menu “Execução” > “Termos Aditivos”. Ampliação do Objeto e/ou indicação de Crédito).35 - .  “Se selecionado o tipo de Aditivo de Acréscimo ou Supressão. Alteração de Vigência. e  Clicar em “Permitir Ajustes”. informar o tipo de aditivo (Acréscimo. “Valor do Repasse”. Importante: poderá ser selecionado mais de um Tipo de Termo Aditivo. O sistema emite a mensagem “Alterações Aceitas Com Sucesso”. O sistema exibe a mensagem “Sucesso”. Clicar em “Acessar o SICONV”. Clicar em “Detalhar” do Termo Aditivo que está com a situação “Em Análise”. ficando a situação em “Em Ajustes pela convenente”. Clicar em “Acessar o SICONV”. No campo “Número do Convênio”. Caso a opção seja “Confirmar/Aceitar Alterações”. Informar “Login” e “Senha” de acesso. informar o novo valor nos campos “Valor Global”. .br. Supressão. No campo “Número do Convênio”. clicar em “Selecionar Opção”.  Clicar em “Salvar”. deverá seguir os passos abaixo: Acessar o site htpp://www. Valor da Contrapartida”.  Clicar em “Detalhar” do Termo Aditivo que está com a situação “Em Ajustes Pela convenente”.convenios. O sistema exibe a mensagem “Sucesso”.convenios. “Valor da Contrapartida Financeira”. Alterações enviadas para análise pela convenente.  No campo “Termo Aditivo será Publicado?”. O Termo Aditivo encontra-se na situação “Confirmado”.br. informar a data da assinatura. Clicar em “Assinar”. Clicar em “Analisar” e selecionar a opção de acordo com a análise”. informar o número do convênio desejado e clicar em “Consultar”. selecionar “SIM”. Realizar novas alterações ou “Confirmar/Aceitar Alterações”. Para a convenente realizar as alterações.  Incluir documento digitalizado. Nesta etapa. Solicitar Complementação pela convenente.

 Clicar em “Confirmar”. O sistema exibe a mensagem “Termo Aditivo Assinado Com Sucesso”. Informar no campo “Observação” data da emissão e clicar em “Enviar”. e  O sistema exibe a mensagem “Termo Aditivo Enviado ao SIAFI Com Sucesso”.2012  Clicar em “Confirmar”.Convênios: Normas e Instruções Edição .36 - . O sistema exibe a mensagem “Termo Aditivo Publicado Com Sucesso”.  Clicar em “Publicar”. .  Clicar em “Enviar para SIAFI”. informar a data da publicação.

 No caso de perfuração de poços artesianos o Contratado deve apresentar. no caso de obras/serviços. Deverá existir perfeita sincronia com a execução financeira. além de anuência do órgão ambiental do estado e outorga para uso da água. EXECUÇÃO DO CONVÊNIO O êxito nesta fase do convênio depende essencialmente de dois fatores: seguir à risca o planejamento do convênio estabelecido no plano de trabalho aprovado. 5. e Laudo de análise da água e teste de vazão.  Alocação da contrapartida financeira correspondente. ATENÇÃO:  No caso de aquisição de equipamento ou bens de natureza permanente.  Planilha de Medição. prazo de execução e outros.  Relatório de Execução Físico-Financeira. inclusive fotos.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 5.  Apresentação da Prestação de Contas Parcial da etapa anterior. evitando-se dúvidas quanto à legalidade e à lisura dos atos praticados. a seguinte documentação: Laudo de prospecção (com locação do poço com coordenadas geográficas). as contas que serão apresentadas ao órgão repassador dos recursos.  ART de execução.  Ateste da execução do canteiro e/ou barracão de obras (caso este serviço esteja previsto em planilha). EXECUÇÃO FÍSICA A execução física do objeto do convênio desenvolve-se em várias fases e compreende diversos procedimentos.1. bem assim as normas de administração orçamentária e financeira da administração pública federal.  Aditivo ao Termo de Convênio. irremediavelmente.  Relação de Solicitação/Comprovação de Pagamentos da etapa. embora estas também sejam realizadas após o término da vigência do convênio. bem como a sua manutenção por parte da convenente durante o período de execução do empreendimento.37 - . . A utilização de recursos para finalidade diversa da pactuada em convênio implica irregularidade grave. inclusive fotos. obrigatoriamente. em local visível. Falhas e irregularidades cometidas nessa fase podem comprometer. bem como a sua manutenção por parte da convenente durante o período de execução do empreendimento. A utilização dos recursos só poderá ocorrer após o ateste da execução física da etapa prevista no cronograma. mediante as condições a seguir:  Ordem de serviço. no caso de alteração do valor. As conclusões das fiscalizações servem de respaldo à avaliação das contas. será observado detalhadamente o cumprimento das especificações técnicas aprovadas. sempre que ocorrer.  Ateste da colocação da placa de obra e/ou adesivo de identificação do programa. expedida pela Superintendência de Recursos Hídricos do Estado. Na fase de execução é que normalmente ocorrem as ações de fiscalização dos órgãos federais de controle.  ART de fiscalização de obras/serviços (documento dispensado apenas no caso de regime de administração direta).

Os recursos deverão ser mantidos na conta bancária específica do convênio somente poderão ser utilizados para pagamento de despesas constantes do Plano de Trabalho ou para aplicação no mercado financeiro. IV a meta. Liberação dos Recursos A liberação de recursos obedecerá ao cronograma de desembolso previsto no Plano de Trabalho. III o contrato a que se refere o pagamento realizado. no mínimo. II o nome e CNPJ ou CPF do fornecedor. quando for o caso. em fundo de aplicação financeira de curto prazo. quando sua utilização estiver prevista para prazos menores. serão obrigatoriamente aplicados:   em caderneta de poupança de instituição financeira pública federal. nas hipóteses previstas em lei ou na Portaria Interministerial MP/MF/MCT nº 507/2011.    .2012 5. em meio magnético. Os atos referentes à movimentação e ao uso dos recursos serão realizados ou registrados no SICONV. EXECUÇÃO FINANCEIRA A gestão financeira tem importância fundamental na execução do convênio e compreende a realização de diversos procedimentos. Os rendimentos destas aplicações financeiras somente poderão ser aplicados no objeto do convênio. e guardará consonância com as metas e fases ou etapas de execução do objeto do instrumento. a ser providenciada pela instituição financeira na qual tiverem sido depositados os recursos. e V a comprovação do recebimento definitivo do objeto do contrato.Convênios: Normas e Instruções Edição . se a previsão de seu uso for igual ou superior a um mês. Antes da realização de cada pagamento. 5. mediante inclusão no Sistema das notas fiscais ou documentos contábeis. enquanto não empregados na sua finalidade.1. etapa ou fase do Plano de Trabalho relativa ao pagamento. As receitas oriundas dos rendimentos da aplicação no mercado financeiro não poderão ser computadas como contrapartida devida pelo convenente. ou operação de mercado aberto lastreada em título da dívida pública.38 - . e III Transferência das informações relativas à movimentação da conta bancária a que se refere o item I ao SIAFI e o SICONV. Os recursos serão depositados e geridos na conta bancária específica do convênio exclusivamente em instituições financeiras controladas pela União e. as seguintes informações: I a destinação do recurso. estando sujeitos às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos. e As contas correntes serão isentas da cobrança de tarifas bancárias. a convenente ou contratado incluirá no SICONV. observando-se os seguintes preceitos: I Movimentação mediante conta bancária específica para cada convênio. II Pagamentos realizados exclusivamente mediante crédito na conta bancária de titularidade dos fornecedores e prestadores de serviços.2.2.

É ato formal praticado pela autoridade competente – o ordenador de despesas que cria para o órgão emitente uma obrigação de pagamento futuro que poderá ou não se concretizar. na ordem: empenho. 56 a 64 da Portaria Interministerial MP/MF/CGU nº 507/2011. como as elencadas a seguir:  despesas a título de taxa de administração. A partir da comprovação física do recebimento dos bens adquiridos ou da efetiva prestação de serviços contratados é que o gestor procederá ao pagamento da despesa. 38 e 39 da Portaria Interministerial MP/MF/MCT nº 507/2008. salvo se o fato gerador da despesa tiver ocorrido durante a vigência do convênio e seja expressamente autorizada pela autoridade competente da concedente ou contratante. e Estar em situação regular com a execução do Plano de Trabalho.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa Para recebimento de cada parcela dos recursos. nota fiscal. O EMPENHO é o comprometimento de verba orçamentária para fazer face a uma despesa. liquidação e pagamento. A LIQUIDAÇÃO consiste na verificação do direito do credor de receber o valor empenhado. salvo a de caráter educativo. por serviços de consultoria ou assistência técnica. Nessa fase que são emitidas e conferidas as medições de serviços. salvo nas exceções legais.  despesas realizadas em data anterior à vigência do instrumento.  despesas com publicidade. desde que previstas no Plano de Trabalho.2. multas. Antes da realização de cada pagamento. Consiste na ordem bancária no valor correspondente ao produto entregue ou ao serviço prestado. na hipótese do convênio a ser executado pelo próprio SICONV. Comprovar o cumprimento da contrapartida pactuada. recibo. Outro cuidado que o gestor deve tomar é o de não realizar pagamentos a título de despesas que são expressamente vedadas pela legislação de convênios.  pagamentos. taxas bancárias. as notas fiscais de entrega de material.  pagamentos efetuados em data posterior à vigência do instrumento. cópia de cheque) no mesmo valor.39 - . A execução das despesas A execução das despesas públicas possui três estágios. Não podem ser antecipados pagamentos a fornecedores de bens e serviços. a qualquer título. salvo em casos admitidos em lei. os recibos de prestação de serviços etc.   5. a convenente deverá:   Manter as mesmas condições para celebração de convênios exigidas nos arts. ou parte dele. juros ou correção monetária. Atender às exigências para contratação e pagamento previstas nos arts. informativo ou de orientação social. emitido pelo beneficiário/fornecedor. O PAGAMENTO é o estágio final de uma despesa. Todos os lançamentos a débito na conta corrente devem corresponder a um comprovante de sua regular liquidação. a servidor ou empregado público. a convenente ou contratante deverá incluir no SICONV as informações exigidas para que a instituição financeira possa efetuar o crédito na conta bancária do favorecido. cada débito em conta deverá estar suportado por documentos comprobatórios da execução efetiva da despesa (empenho. Os pagamentos deverão ser feitos exclusivamente mediante crédito em conta bancária dos fornecedores e prestadores de serviços. Ou seja. devendo a mesma ser depositada na conta bancária específica do instrumento em conformidade com os prazos estabelecidos no cronograma de desembolso. .2. mediante garantias. Além de correr o risco de não ter o objeto cumprido pelo fornecedor – e ver-se responsabilizado pelo montante pago indevidamente – o gestor fica sujeito à aplicação de multa pelo descumprimento da legislação.

medições. Não for apresentada. Recursos da Contrapartida A convenente tem o compromisso de recolher à conta da concedente o valor atualizado monetariamente.asp. utilizado em finalidade diversa da estabelecida no convênio. a impropriedade pode ter como conseqüência a glosa dos valores e a sua devolução aos cofres públicos. acrescido de juros legais. dispõe a execução em conformidade com o Plano de Trabalho e Projeto Básico. na forma dos instrumentos originais. Os casos de rendimentos financeiros e de receitas decorrentes de economia ou de demais origens. desde a data do recebimento. notas fiscais. tratados nesse tópico ficam sujeitos às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos. 5. 5. Os documentos de comprovação de despesas (empenhos. assinatura e data).4.5. Recursos Oriundos de Aplicação Financeira Os rendimentos decorrentes de rendimentos das aplicações financeiras e de economia gerada no processo licitatório somente poderão ser aplicados no objeto do convênio.Convênios: Normas e Instruções Edição . 5. recibos) devem ser emitidos em nome da convenente e conter o número do convênio a que se referir e deverão conter carimbo de ateste do fornecimento do bem ou prestação do serviço. . do Termo de Convênio. com a anuência do Programa. a cargo da convenente. pelos órgãos encarregados da contabilidade analítica da concedente.fazenda. Restituição de Recursos A convenente é obrigada a restituir o valor transferido atualizado monetariamente. na sua omissão. com a devida identificação do responsável pela quitação (nome.2. Será instaurada a competente Tomada de Contas Especial .3. e não poderão ser computados como contrapartida devida pela convenente. através de Guia de Recolhimento da União (GRU) a ser preenchida e impressa através do seguinte endereço eletrônico: http://www.2012 Se concretizada. após celebração e publicação do competente Termo Aditivo no Diário Oficial da União. O recolhimento do saldo remanescente não aplicado no convênio pelo Estado ou Prefeitura Municipal deve ser efetuado para a Unidade Gestora (UG) 110404 — Departamento de Administração Interna do Ministério da Defesa. quando:    Não for executado o Plano de Trabalho aprovado. a prestação de contas. acrescido de juros legais. faturas. no prazo exigido.gov. A Cláusula Do Objeto. o percentual da contrapartida pactuada. na forma da legislação aplicável aos débitos para com a Fazenda Nacional. e Os recursos forem utilizados em finalidade diversa da estabelecida no Plano de Trabalho aprovado.2. quando do não cumprimento dos recursos da contrapartida. por determinação do Controle Interno do TCU.TCE. identificação dos responsáveis e quantificação do dano.2. com base em aspectos técnicos de comprovação. visando à apuração dos fatos. a partir da data em que o recurso for creditado em sua conta corrente.tesouro. Os recursos provenientes da aplicação financeira devem ser utilizados somente para suprir ou acrescer itens das metas já constantes no Cronograma de Execução do Plano de Trabalho.br/siafi/index_GRU. Será solicitada a restituição dos recursos se as aquisições provenientes da aplicação financeira não estiverem previstas no Cronograma de Execução do Plano de Trabalho e Relação de Bens a serem adquiridos ou a devida Tomada de Contas Especial. na forma da legislação aplicável aos débitos para com a Fazenda Nacional.40 - . por solicitação do respectivo ordenador de despesas ou.

as composições de custos unitários e o detalhamento de encargos sociais e do BDI que integram o orçamento do projeto básico da obra ou serviço. em cumprimento do art. de 06 de fevereiro de 2001. mediante solicitação de termo aditivo. se houver interesse das partes.3. desvio de recursos ou a aplicação destes em finalidade diversa daquela prevista no projeto aprovado. 5. da Lei nº 8. podendo ser alterado. 21. PROCEDIMENTOS LICITATÓRIOS Os órgãos e entidades públicas que receberem recursos da União por meio de convênios. para a análise dos custos de serviços a cargo da instituição financeira oficial.4. devendo ser protocolado no PCN com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias do término de sua vigência. inciso I. As atas e as informações sobre os participantes e respectivas propostas das licitações. PRAZO MÁXIMO DE VIGÊNCIA O prazo de vigência do Convênio será contado a partir da data de sua assinatura. A convenente fica obrigada a realizar. A convenente.666. 5. incico II. nas contratações de bens e serviços comuns. com fundamento no disposto no art. da Lei nº 8. de 1993. A publicação do extrato do edital de licitação deverá ser feita no Diário Oficial da União. o processo licitatório. Recursos do Exercício Corrente: Código xxxxx-x. tomada de preços ou concorrência. bem como as informações referentes às dispensas e inexigibilidades. Conforme o valor e a natureza do objeto a ser adquirido ou produzido (obras e serviços de engenharia e compras e outros serviços). Cumpre lembrar que o Decreto 5. devidamente justificado. deverão ser registradas no SICONV. será feito o imediato lançamento no SIAFI da condição de inadimplência do convenente e solicitada a abertura de Tomada de Contas Especial. para efeito de fiscalização.666/93 c/c a Súmula TCU nº 258. § 2º. ainda. ser realizada por convite. sob sua inteira responsabilidade.504/2005 estabelece a exigência de utilização do pregão.180. realizadas em decorrência de transferências voluntárias de recursos públicos da União. para entes públicos ou privados. preferencialmente na forma eletrônica. celebrados na jurisdição do Programa Calha Norte. sem prejuízo ao uso de outros veículos de publicidade usualmente utilizados pelo convenente. ou consórcios públicos. Os editais de licitação para consecução do objeto conveniado somente poderão ser publicados após a assinatura do respectivo convênio e aprovação do projeto técnico pelo concedente. . quando solicitado pelo órgão setorial de controle interno do Ministério da Defesa. em função de convênios ou instrumentos congêneres. assegurando inclusive a exigência de que o edital de licitação contenha.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa A guia deverá ser preenchida com os seguintes códigos a seguir especificados:   Recursos de Exercícios Anteriores: Código xxxxx-x. contratos de repasse ou termos de cooperação são obrigados a observar as disposições da Lei de Licitações e Contratos e demais normas federais pertinentes. a licitação pode. (Consultar o PCN). fica obrigado a apresentar. todo e qualquer procedimento licitatório que tenha por objeto a prestação de serviço ou fornecimento de bens à conta de recurso descentralizado em função de convênios e instrumentos afins. em atendimento ao art.7º. (Consultar o PCN) Ocorrendo desfalque. 26 da Lei nº 10.41 - .

42 - .5. Os objetos relativos à aquisição de equipamentos serão contemplados com parcela única.Convênios: Normas e Instruções Edição . NÚMERO DE PARCELAS PARA LIBERAÇÃO DE RECURSOS VALORES Até 1 milhão Acima de 1 milhão até 2 milhões Acima de 2 milhões até 5 milhões PARCELAS Única Duas Três ATENÇÃO:   A liberação guardará consonância com as metas e fases de execução do objeto. .2012 5.

fixando prazo de até trinta dias para saneamento ou apresentação de informações e esclarecimentos. No acompanhamento e fiscalização do objeto serão verificados: I II a comprovação da boa e regular aplicação dos recursos. decorrentes de culpa ou dolo na execução do convênio. com tal finalidade. de 24 de novembro de 2011. respondendo o convenente pelos danos causados. bem como é o meio pelo qual o convenente prestará suas informações de resposta. Com o fim de atender ao art. caso o concedente julgue insuficiente as informações prestadas pelo convenente poderá solicitar a equipe técnica/financeira que proceda a vistoria “in loco”.22. A execução será acompanhada e fiscalizada de forma a garantir a regularidade dos atos praticados e a plena execução do objeto. já se encontra operante o módulo no Siconv “Acompanhamento e Fiscalização”. na forma da legislação aplicável.1. verificados ao longo da execução do convênio e pendências encontradas nas vistorias aos objetos. de tal forma que este concedente possa certificar o bom e regular emprego dos recursos postos a disposição. o convenente todas as vezes que houver a utilização dos recursos disponíveis conforme emanado no item 5. . e IV o cumprimento das metas do Plano de Trabalho nas condições estabelecidas. poderá: I II valer-se do apoio técnico de terceiros. em conformidade com o modelo constante no anexo 10. e suspenderá a liberação dos recursos.43 - . III a regularidade das informações registradas pela convenente ou contratado no SICONV. do citado manual. delegar competência ou firmar parcerias com outros órgãos ou entidades que se situem próximos ao local de aplicação dos recursos. a compatibilidade entre a execução do objeto. Inclusive. por meio do qual serão informadas aos convenentes as pendências / impropriedades. 67 da Portaria Interministerial nº 507. e os desembolsos e pagamentos. O mesmo procedimento poderá ser adotado por ocasião da liberação de parcelas previstas no Termo de Convênio. e III reorientar ações e decidir quanto à aceitação de justificativas sobre impropriedades identificadas na execução do instrumento. ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO Visando possibilitar um melhor acompanhamento e fiscalização da concedente. técnica ou legal. A concedente ou contratante.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 6. podendo ser prorrogado por igual período. no exercício das atividades de fiscalização e acompanhamento da execução do objeto. A concedente comunicará ao convenente quaisquer irregularidades decorrentes do uso dos recursos ou outras pendências de ordem financeira. deverá obrigatoriamente registrar na aba de execução do SICONV toda a documentação elencado no aludido item. é de fundamental importância que o convenente consulte no site do portal dos convênios o material didático disponibilizado pelo MPOG. o que foi estabelecido no Plano de Trabalho. conforme os cronogramas apresentados. inclusive atinentes aos convênios celebrados a partir de 2010. Portanto.

O não atendimento das medidas saneadoras ensejará a instauração de tomada de contas .44 - .2012 Caso não haja a regularização no prazo previsto. e II comunicará o fato à convenente ou contratado para que seja ressarcido o valor referente ao dano. a concedente: I realizará a apuração do dano. especial.Convênios: Normas e Instruções Edição .

aba “PARECERES”. (Os documentos devem ser inseridos dentro do prazo de vigência dos convênios). Anexos: inserir ART de execução. frente e verso com ateste do recebimento do bem/serviço. Pagamento: inserir dados dos pagamentos efetuados com a vinculação das etapas. publicação do edital e do resultado da licitação no DOU/DOE/jornal de grande circulação. ata de abertura.1 Portal dos Convênios – SICONV – Módulo Execução Licitações: inserir cópia do edital. Financeiro do Plano de Trabalho. o convenente será notificado por meio eletrônico via SICONV.45 - . Documentos de Liquidação: inserir cópia das Notas Fiscais. bem como anexar documentos dos tributos pagos. Receita e Despesas do Plano de Trabalho. c) Havendo ocorrência de impropriedades na prestação de contas. b) Ocorrendo a prestação de contas pelo meio físico sem a realização dos registros e envio da prestação de contas no SICONV. em estrita observância dos art. 72 a 79 da citada Portaria e observando os seguintes: a) A prestação de contas deverá ser encaminhada na forma física. Relatórios de Execução: gerar os seguintes relatórios: Bens Produzidos ou Construídos quando for (Obras). estará sujeito a prestar contas da sua boa e regular aplicação. na forma da lei. dentro do prazo estabelecido acima.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 7. no módulo Prestação de Contas. de 24 de novembro de 2011. incluídos os rendimentos da aplicação no mercado financeiro. . PRESTAÇÃO DE CONTAS O órgão ou entidade que receber recursos na forma estabelecida na Portaria Interministerial nº 507. Contratos: inserir cópia do contrato. Quando se tratar de aquisição de bens e serviços comuns deverá ser priorizado o uso da modalidade do Pregão Eletrônico e em caso de sua não utilização se faz necessário o registro da justificativa. ordem de serviço e termos aditivos se houver. bem como os boletins de medição devidamente assinados pelo engenheiro da empresa contratada e pelo engenheiro fiscal da prefeitura. número e ano do convênio. dentro do prazo estabelecido nesta Portaria. o convenente será notificado para o recolhimento dos recursos. atualizados monetariamente e acrescidos de juros de mora. d) Para o registro da Execução e da Prestação de contas no SICONV deverá ser observado o seguinte: 7. Financeiro dos Pagamentos Efetuados. e pactuado entre as partes qual seja até 60 (sessenta) dias após o encerramento da vigência. bem como enviada de maneira eletrônica por meio do SICONV. Bens Adquiridos quando for (Aquisição de Bens). Físico do Plano de Trabalho. Atentar para a validade da Nota Fiscal. homologação e adjudicação.

rendimento de aplicação financeira.  Relatório do gestor dos recursos. evidenciando fatos que julgar necessários ao esclarecimento da matéria. Devolução de Pagamentos (se houver) Rendimento de Aplicação Outros Ingressos (saldo de convênio) 7. Saldo Remanescente: inserir a(s) GRU (Guia de Recolhimento à União) com o valor restituído a título de saldo de convênio. no que se refere ao atingimento dos objetivos previstos no plano de aplicação aprovado por ocasião do recebimento do auxílio. em especial. evidenciando o saldo e os rendimentos auferidos de aplicação dos recursos no mercado financeiro. Realização dos Objetivos: inserir os registros relativos ao cumprimento do objeto. registro no Conselho Regional de Contabilidade e CPF. diligências ou desfavorável em relação ao convênio. Demonstrativo da execução da receita e despesa. O documento deve ser firmado pelo contabilista responsável. identificado com o nome. Relatório de execução físico.Convênios: Normas e Instruções Edição . extratos da conta corrente específica do convênio bem como da aplicação financeira mês a mês. O convenente deve encaminhar além dos documentos requeridos na Portaria nº 507. que deve ser observado pelo convenente logo após o envio da prestação de contas. e se for o caso valor de parcela não executada do objeto. quando for o caso. caso não cumpra o objeto integralmente registrar os motivos e justificativas. das provenientes dos rendimentos auferidos no mercado financeiro e da referente à contrapartida da convenente. os documentos relacionados a seguir. onde o Fiscal Técnico e/ou Financeiro da concedente irá emitir seus pareceres de maneira favorável. Anexos: solicito inserir relatório fotográfico da obra.2012 Registro Ingresso de Recurso: Ingresso de Contrapartida.2 Portal dos Convênios – SICONV – Módulo Prestação de Contas Cumprimento do Objeto: inserir quando se tratar de obras (Termo de Recebimento Definitivo da Obra datado e assinado) quando se tratar de aquisições de bens (Termo de Incorporação do Bem ao Patrimônio datado e assinado).   . de forma a que o total em reais do relatório represente o somatório das citadas parcelas. sobre o desenvolvimento da execução da despesa. no período compreendido entre a liberação do recurso pela concedente até o último lançamento a débito na conta corrente. Pareceres: Campo de responsabilidade da concedente. Termo de Compromisso: registrar todas as informações referentes ao termo de compromisso. a fim de instruir o processo de prestação de contas:  Ofício de remessa.46 - . O relatório deve discriminar as parcelas oriundas dos recursos do auxílio financeiro.financeiro.

comprobatórios das despesas realizadas. No caso de dispensa/inexigibilidade da licitação. com objeto custeado com recurso descentralizado pelo Ministério da Defesa. Outros documentos julgados necessários pela convenente ou que venham a ser solicitados pelo Ministério da Defesa. de forma a evitar a fuga do controle a que deva se sujeitar a convenente. decorrentes de certames realizados em função de convênios celebrados no âmbito do Programa Calha Norte. bem como cópia da publicação do edital e da homologação no D. identificado com o nome. registro no CRC e CPF. compreendendo os atos de concessão. apensados a essa relação. Toda a documentação suporte do convênio. os pareceres técnicos recebidos e as respectivas prestações de contas. bem como a sua publicação. Relatório fotográfico do andamento da obra. particularmente os afeitos a obras e descritos no Capítulo 9.    . deverá ser mantida em arquivo pela convenente por um período de 10 (dez) anos.  Impropriedades detectadas podem resultar em rejeição das contas e instauração de Tomada de Contas Especial. conforme modelo. prazo de execução e outros. Será coibido o aditamento de contratos.U e D. O documento deve ser firmado pelo contabilista responsável. a ser julgada pelo Tribunal de Contas da União. (Documentação de Engenharia). em caso de Convênios que possuem cronograma físico-financeiro prevendo mais parcelas ou etapas. seja de prestação de serviços ou fornecimento de bens. para fins de atendimento de serviços e fornecimento de bens adicionais estranhos ao projeto vinculado ao convênio. Cópia do despacho adjudicatório de homologação e do contrato firmado com as empresas vencedoras do certame licitatório. O documento deve ser firmado pelo contabilista responsável.quando houver realização de obras ou serviços.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa   Relação de pagamentos.E. deve ser apresentada a justificativa com o respectivo embasamento legal.O. mesmo que atendidos com dotação de outras fontes.3. 7.O. registro no CRC e CPF. como forma de contribuir para o cumprimento da obrigação. bem com na apresentação da documentação comprobatória da execução de uma etapa. sempre que ocorrer.47 - . A Prestação de Contas Parcial se dá mediante a apresentação dos documentos abaixo:      Relatório de Execução Físico-financeira. Planilha de medição . Relação de bens (adquiridos produzidos ou construídos com recursos da União). Prestação de Contas Parcial e Final A Prestação de Contas Parcial consiste nos registros do módulo execução do SICONV. identificado com o nome. Relação de Comprovação de Pagamentos com as notas ou documentos fiscais. por parte dos órgãos competentes na esfera do Governo Estadual e/ou Municipal. Aditivo ao Termo de Convênio no caso de alteração do valor. Extrato da conta corrente vinculada ao Convênio específico do período do recebimento da primeira parcela até o último pagamento da parcela sob apuração.

e  Valor: R$ 7. Renúncia e Rescisão O convênio ou contrato de repasse poderá ser denunciado a qualquer tempo. Devolução dos recursos de saldo de convênio e aplicação financeira GRU – GUIA DE RECOLHIMENTO DA UNIÃO Campos a serem preenchidos:  Código do Recolhimento: 9822-7.  CNPJ: Da convenente. tanto para a Prestação de Contas Parcial quanto para a Final. a fim de propiciar a análise financeira e técnica.2012 A fim de serem evitados transtornos na análise da documentação encaminhada.  Número de Referência: Nº e ano do convênio. e Número do convênio descrito no corpo da nota. Emissão dentro do prazo de vigência do contrato da licitação e vigência do convênio. .  Vencimento: Último dia do mês. não sendo admissível cláusula obrigatória de permanência ou sancionadora dos denunciantes. ficando os partícipes responsáveis somente pelas obrigações e auferindo as vantagens do tempo em que participaram voluntariamente da avença. 7.  UG/Gestão: 110594/00001.  Termo de posse do gestor que prestou contas.4. a convenente deve ter atenção aos seguintes aspectos:  Notas fiscais: Carimbo de ateste (nomeação do responsável pelo recebimento do objeto/obra).  Termo de incorporação do bem ao patrimônio da Prefeitura (se o objeto for aquisição de bens).  Competência: Mês/Ano.5.Convênios: Normas e Instruções Edição .48 - .  Relatório de cumprimento do objeto: Informar qualquer alteração de aumento ou diminuição de metas. Prazo de validade.

com atualização monetária e juros de mora. no prazo improrrogável de trinta dias do evento. enseja a instauração de tomada de contas especial. Os responsáveis que tiverem suas contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União poderão sofrer várias conseqüências. A rescisão do convênio ou do contrato de repasse. o que impedirá novas transferências de recursos financeiros mediante convênios. a instauração da TCE ensejará a inscrição de inadimplência do respectivo instrumento no SICONV. serão devolvidos à entidade ou órgão repassador dos recursos. e III a verificação que qualquer circunstância que enseje a instauração de tomada de contas especial. Tomada de Contas Especial – TCE A TCE é medida de exceção e somente será instaurada após se mostrarem infrutíferas as providências adotadas pela autoridade administrativa competente do órgão repassador com vistas à regularização de pendência que impediu a aprovação das contas do gestor. sejam comprovadas. Irregularidades detectadas por ação dos órgãos fiscalizadores. de ausência de nexo entre as despesas realizadas e o objeto pactuado. as quais. denúncia. dentre outras irregularidades. de não execução do objeto. constatação. . Em se tratando de convênio e contrato de repasse.6. envio ao Ministério Público Eleitoral do nome do responsável para fins de inelegibilidade. o que implica impossibilidade de realizar transações bancárias. 7. rescisão ou extinção do convênio ou contrato de repasse.   No âmbito do repassador dos recursos. apuradas. Constituem motivos para rescisão do convênio ou do contrato de repasse: I II o inadimplemento de qualquer das cláusulas pactuadas. aplicação de multa que pode alcançar 100% do valor atualizado do dano causado ao erário.49 - . inclusive os provenientes das receitas obtidas das aplicações financeiras realizadas. a qualquer tempo. Tal rejeição pode ser motivada pela constatação de superfaturamento. como as seguintes:     devolução dos valores.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa Quando da conclusão. a TCE poderá ser instaurada em decorrência de:   Omissão no dever de prestar contas. os saldos financeiros remanescentes. inscrição no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). contratos de repasse ou termos de cooperação à entidade inadimplente. quando resulte dano ao erário. sob pena da imediata instauração de tomada de contas especial do responsável. de falsidade ou incorreção de informação em qualquer documento apresentado. providenciada pela autoridade competente do órgão ou entidade titular dos recursos. de desvio de objeto. Rejeição parcial ou total das contas apresentadas pelo gestor ao órgão repassador dos recursos. e Denúncias de irregularidades em convênios ou repasses apresentadas por cidadãos ou veiculadas nos meios de comunicação. de sobrepreço.

para o exercício de cargo em comissão ou função de confiança na administração pública federal. por um período de cinco a oito anos.2012   inabilitação.50 - . e envio dos elementos pertinentes e do julgamento ao Ministério Público Federal para fins de instauração do processo penal.Convênios: Normas e Instruções Edição . .

2. cujos objetos se fazem constar em modelos constantes do presente Manual:  Infraestrutura Social. Em consonância com diretriz ministerial específica. reservatórios e chafarizes.4 Critérios para a Apresentação de Propostas de Convênio.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 8.1. A apresentação das propostas de convênio deve estar enquadrada nos critérios estabelecidos neste documento e descritos no item 4. Implantação ou Ampliação de Sistema de Abastecimento de Intervenções necessárias à implantação e à ampliação da cobertura dos serviços de abastecimentos de água nas áreas mais carentes do País. Infraestrutura Social Água 8. Rede de distribuição (área urbana).1. de forma a mantê-las dentro dos limites da capacidade técnica e administrativa do MD.  Infraestrutura Econômica. As propostas de convênio a serem celebrados no PCN devem estar enquadradas em uma das áreas descritas acima.  Segurança e Defesa. Contempla a execução dos seguintes objetos:       Sistema de captação de água.  Esportes.  Saúde.51 - . Máquinas e Equipamentos. incluindo conjunto constituído de poços.  Educação.  Viaturas. Estação de tratamento – ETA. o PCN realiza convênio nas seguintes áreas. Reservação. ÁREAS DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS Somente serão aceitas as propostas consentâneas com as Diretrizes aqui apresentadas e dentro dos critérios estabelecidos no Capítulo V das Diretrizes Estratégicas do PCN. e Sistema simplificado de abastecimento. inclusive estações elevatórias. inclusive estação elevatória. 8.  Infraestrutura de Transportes. .1. Adução de água bruta ou água tratada.

2. Contempla a execução dos seguintes objetos:  Soluções coletivas. Estação de tratamento – ETE. Ligação domiciliar e intradomiciliar.Convênios: Normas e Instruções Edição . 8. sempre que possível. Deve ser apresentada a manifestação do órgão ambiental competente. o sistema condominial. Estação elevatória. É permitida a instalação de reguladores de tensão. A carga mínima permitida para atendimento aos consumidores é de 3 KVA.5 KV. Não são permitidas as aquisições de equipamentos para a correção de fator de potência.2012 8. inclusive instalações para disposição final do efluente. refrigeração. .1.1. e A extensão das redes deverá ser contínua e com extensão máxima de 10 km. bem como força eletromotriz para mecanização agrosilvopastoril e agroindustrial. Deve ser apresentada a manifestação do órgão ambiental competente.3. Os transformadores de distribuição de energia elétrica têm limite de até 75 KVA.52 - . Esgotos Implantação ou Ampliação de Coleta e Tratamento de Intervenções necessárias à implantação e à ampliação da cobertura dos serviços de esgotamento sanitário nas áreas mais carentes do País. Energização Rural Infraestrutura rural básica de apoio para o acesso à iluminação. aquecimento. As linhas de distribuição de energia elétrica só podem ser atendidas até a tensão de 34. Contempla a execução dos seguintes objetos:  Redes de distribuição de energia elétrica de baixa tensão. adotando-se. e Fossa séptica. Interceptor e emissário. com sistemas de coleta e tratamento de esgotos: Rede coletora. e  Transformadores de distribuição e reguladores de tensão. lazer e serviços. Nesta modalidade devem ser observadas as orientações abaixo:        As obras de eletrificação rural (construção e ampliação) só podem ser construídas até o ponto de medição (padrão).

Implantação de passeios. sinalização e equipamentos cicloviários. A solução deve prever alternativas que contemplem aspectos técnicos.4. As soluções propostas devem estar compatíveis com as diretrizes do comitê da bacia hidrográfica local.1. passeios. O sistema de drenagem deverá ser totalmente independente do sistema de esgotamento sanitário. e Energização urbana com a execução de redes de distribuição de energia elétrica.br. Implantação ou Adequação de Unidades de Resíduos Sólidos Urbanos Intervenções necessárias à implantação ou adequação de unidades destinadas ao processamento de resíduos sólidos urbanos nas áreas mais carentes do País. Na elaboração dos projetos deve ser verificada a compatibilidade do Plano Diretor Municipal ou equivalente com o Plano Diretor de Drenagem Urbana. podendo ser incluído no projeto mobiliário urbano para integração.1.5. Deve ser apresentada a manifestação do órgão ambiental competente. e  Implantação e construção de aterros controlados. com o objetivo de complementar e/ou qualificar o acesso ao sistema de transporte. tais como.    . Urbanização de Áreas Públicas   Implantação ou ampliação de passeios públicos e mobiliários que facilite a circulação de pedestre. podendo ser incluídos acertos viários na frente do ponto de parada. econômicos e ambientais. 8. rampas travessias. a prevenção.1. bicicletários e paraciclos. Contempla a execução dos seguintes objetos:  Implantação e construção de aterro sanitário. Implantação de ciclovias ou ciclofaixas. transformadores de distribuição e reguladores de tensão. Deve ser apresentada a manifestação do órgão ambiental competente. por meio da execução de rede coletora ou canais para escoamento superficial de águas pluviais. A extensão máxima da rede não poderá exceder 10 km. se existente. ou reforma de obras de acessibilidade. calçadas na região do ponto e sinalização de orientação aos usuários de transporte. integradas à rede de transporte coletivo. Os projetos deverão obedecer rigorosamente às normas do DNIT. rampas e equipamentos cicloviários que contemplem ou qualifiquem o acesso a sistemas de transporte. Implantação de abrigos em pontos de parada em eixos de circulação de transporte coletivo. 8.53 - .  Implantação e construção de unidades de tratamento.gov. ao controle e a minimização dos impactos provocados por enchentes urbanas e ribeirinhas.dnit. particularmente o Álbum de Projetos-Tipo de Dispositivos de Drenagem (IPR725).Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 8. disponíveis no site www. Drenagem Urbana Implantação ou melhoria dos sistemas de drenagem urbana. construção de bacias de retenção de cheias e medidas não-estruturais. recuperação de áreas úmidas (várzeas). aumentando o conforto e segurança.6.

e Terminal de passageiros / Terminais de Carga.  Mercados populares. Portos e/ou terminais hidroviários. Mananciais e Cursos D’água Contempla a execução dos seguintes objetos:  Controle de erosão.3.  Entreposto de pescado. de drenagem. Contempla a construção. Recuperação e Preservação de Nascentes.1.  Depósito de grãos. e  Centro de beneficiamento. ampliação e reforma de: Pequenos Aeroportos e/ou Pista de Pouso. portos.2. esta deverá estar contemplada juntamente com a de pavimentação. Contudo.2012 8. terminais hidroviários e pista de pouso deverão estar aprovados pelas autoridades competentes. Para a execução de pavimentações.Convênios: Normas e Instruções Edição .7. preferencialmente. a infraestrutura relativa às redes de abastecimento de água.  Olarias. é necessário que a convenente tenha implantado. Infraestrutura de Transportes Intervenções destinadas à implantação ou ampliação da infraestrutura de transportes. Infraestrutura Econômica Intervenções destinadas à implantação ou ampliação da infraestrutura econômica em áreas carentes de forma a propiciar o desenvolvimento e a fixação do homem na região. 8. se esta for enterrada.  Obras de contenção de encostas. de esgotamento sanitário e de energização urbana. Os projetos relativos a aeroportos. 8.  Armazéns. ampliação e reforma de:  Terminal de cargas. Contempla a execução dos seguintes objetos:  Construção.  Feiras cobertas. .54 - .  Pavimentação de vias urbanas. e  Construção de muros de arrimo. pluvial. em se tratando de drenagem.  Centros de comercialização.

b. motoniveladora. dragagem e obras de drenagem e irrigação.4. retroescavadeira. Ampliação ou reforma de escolas de ensino pré-escolar. Máquinas e Equipamentos 8. 8.2. 8.1. médio e superior. Viaturas. ginásios e instalações necessárias ao esporte educacional. tais como: quadras esportivas cobertas e descobertas. cimento. equipamentos e viaturas adquiridas mediante convênio deverão ter afixado a identificação do PCN conforme modelo constante deste Manual. patrulha mecanizada ou outros equipamentos que atendam a execução dos serviços elencados no parágrafo anterior.4. Deve ser indicada na proposta que a viatura será entregue na cor padrão das viaturas oficiais e com a indicação da secretaria ou órgão que a receberá. postos e centros de saúde. produção de peças pré-moldadas (de concreto. O emprego dos equipamentos deve estar respaldado por plano de utilização elaborado pela convenente e aprovado pelo PCN. campos e estádios de futebol.5. Esportes a. Implantação ou ampliação de centros de inclusão digital. desde que a finalidade de uso destes esteja compatível com o mesmo. fundamental e médio. Implantação de infraestrutura para a prática desportiva em instituições de ensino público.) para construção civil. Assim. Ampliação ou reforma de hospitais. recuperação e conservação de estradas vicinais. equipamentos de informática poderão compor o projeto básico. A convenente não deve prever a aquisição de opcionais supérfluos ao fim a que se destina a viatura. argila etc.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 8. Construção de hospitais. Construção. equipamentos e implementos que visem à realização de serviços de recuperação de solos. Implantação de infraestrutura para a prática esportiva. e Construção de Centros de Convivência.6. construção. . reforma ou ampliação de museus ou centros de ensino e cultura.4.55 - . ginásios poliesportivos. Viaturas Objetiva a aquisição de viaturas para fins exclusivamente administrativos. Excepcionalmente. piscinas. Educação e Saúde Contempla a execução dos seguintes objetos:        Construção de escolas públicas de ensino pré-escolar. Máquinas e Equipamentos Objetiva a aquisição de máquinas. pistas de atletismo e outras instalações e espaços esportivos. fundamental. postos e centros de saúde. ATENÇÃO:  Todas as máquinas. podem ser adquiridos tratores de pneu ou esteiras. na construção e reforma de quadras esportivas. 8.

7. Auxiliares e Corpo de Bombeiros.Convênios: Normas e Instruções Edição .56 - . e Construção de Próprios Nacionais Residenciais (PNR) ou unidades residenciais funcionais destinadas exclusivamente para membros das Forças Armadas ou Auxiliares. Construção de Presídios. . Construção de Delegacias.2012 8. Segurança e Defesa Contempla a execução dos seguintes objetos:     Construção aquartelamentos destinados às Forças Armadas.

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 9.  Os carimbos dos projetos deverão obedecer ao padrão adotado pelo PCN e deverão ter TODOS os seus campos preenchidos. para caracterizar a obra ou o serviço.  Compatibilidade à realidade da região amazônica. A documentação referente ao projeto básico ou projeto técnico deverá ser apresentada em separado do restante da documentação. considerando as fases de implantação e de conservação/manutenção. tais como: plano diretor. assegurar viabilidade técnica e adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento.1.2. ou complexo de obras ou serviços que será objeto da licitação.  Exeqüibilidade da proposta sob aspectos tecnológicos e executivos de engenharia e arquitetura. permitindo a comprovação do atendimento das seguintes diretrizes:  Plena funcionalidade das obras e serviços propostos. plano de desenvolvimento regional. devem se reverter em benefícios diretos e imediatos à população. estadual e municipal. o projeto básico deverá estar identificado e em volume separado.  Atendimento à legislação federal. DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA 9.  Eliminação ou minimização de impactos ambientais negativos decorrentes do objeto. conter aprovação junto aos órgãos responsáveis pelas posturas municipais. ela deverá compreender uma descrição do objeto compatível com o detalhamento apresentado no projeto básico. Projeto Básico Projeto Básico é o conjunto de elementos necessários e suficientes. inclusive sob aspectos climáticos e culturais.  Cada uma das partes que compõem o projeto básico deverá estar indicada e numerada conforme os modelos deste documento. e  O responsável técnico pelo Projeto Básico deverá rubricar TODAS as folhas. devem estar devidamente rubricadas pelo responsável técnico do projeto e. com nível de precisão adequado. Em geral.050/94. Deve ser elaborado com base nas indicações de estudos técnicos. que ao final do investimento. inclusive planilhas orçamentárias e cronogramas.  A documentação deverá ser entregue em dois cadernos independentes e identificados. pelo patrimônio histórico e pelo corpo de bombeiros. articulando-se e integrando-se com os instrumentos de planejamento existentes.  Todos os documentos que compõem o projeto básico também deverão ser entregues por meio digital em disquete ou CD-ROM. Todas as peças técnicas do projeto básico. considerando as limitações de custos e prazos.  Garantia de acessibilidade universal mediante adoção de soluções técnicas que eliminem barreiras arquitetônicas e urbanísticas e atendimento à NBR 9. possibilitar a ava- . ambientais e de preservação do patrimônio histórico.57 - . especialmente no que se refere aos aspectos urbanísticos. 9.  Adoção de alternativas tecnológicas de menor custo e que permitam ganhos de eficiência. Generalidades A documentação de engenharia é aquela necessária à perfeita caracterização do objeto no que se refere aos aspectos de engenharia. Mesmo que seja enviado juntamente com o restante da documentação. A documentação de engenharia pode variar conforme o tipo do objeto proposto e a realidade do local beneficiado. conforme as especificidades do objeto. Um caderno destinado à documentação de habilitação e outro ao projeto básico (obra e/ou serviço de engenharia e equipamento). plano de desenvolvimento rural e planos setoriais em geral.

Caso o projeto básico ou termo de referência não seja entregue no aludido prazo estabelecido ou receba parecer contrário a sua aprovação. após a sua concordância. legalmente habilitada.  quando profissional autônomo diretamente contratado pelo proprietário ou preposto.  Fotos do local. arcar com suas responsabilidades técnicas de autor do projeto.  Memorial descritivo. desde que devidamente comprovados.  Composição de custo.2012 liação do custo da obra e definir métodos e do prazo de execução. são do profissional que os elaborar (LEI Nº 5.Convênios: Normas e Instruções Edição . O projeto básico de engenharia é elaborado por pessoa física. afim de que seja apreciado pela concedente e.  Os direitos de autoria de um plano ou projeto de engenharia. proceder-se-á à extinção do convênio. para o saneamento dos vícios sanáveis existentes no sobredito documento.  quando encarregado de coordenar os projetos de outros autores.  Orçamento descritivo.194. conforme normas específicas da ABNT e da Lei 8. arquitetura ou agronomia respeitadas as relações contratuais expressas entre o autor e outros interessados. devendo atender ao prazo fixado no instrumento.  Declaração de Fornecimento de Energia Elétrica.883/94. de 24/12/1966). prorrogável uma única vez por igual período. ensejará a adequação do Plano de Trabalho.  respeitar a vontade expressa de quem o contratou.58 - . se aprovado.  Declaração de Viabilidade Hidrossanitária. contratada para elaborar o projeto de um empreendimento ou parte deste (NBR 5671/1990). respeitando a independência técnica de cada um.  elaborar seu projeto de forma que se apresente devidamente coordenado e integrado com os demais e que contenha todos os elementos necessários à execução do empreendimento (NBR 13531 e NBR 13532). dirimir pontos conflitantes entre estes.194. e  Indicação de engenheiro e ART do engenheiro fiscal dos serviços.  Cronograma Físico-financeiro.  Especificações técnicas. O Projeto Básico/Termo de Referência será exigido antes da celebração do convênio. assumir os ônus decorrentes de projeto e especificações ou conclusões apresentadas. obedecendo às normas brasileiras e regulamentos vigentes. e  As alterações do projeto ou plano original só poderão ser feitas pelo profissional que o tenha elaborado (LEI Nº 5. É de responsabilidade do autor do projeto:  nos termos da legislação pertinente. a contar da data da celebração.666/93. com as alterações introduzidas pela Lei 8.  Plantas do projeto.  ART do projeto. conforme a complexidade do objeto. . O projeto básico deverá conter as seguintes peças:  Estudos Preliminares. de 24/12/1966). apontados pelo setor técnico de engenharia deste programa.  Mapa ou croquis.  Memória de cálculo.

4. detalhando todas as atividades envolvidas. estando o custo unitário limitado. Cronograma Físico-Financeiro O cronograma físico-financeiro individual e/ou global deve retratar a seqüência executiva do empreendimento e ser compatível ao orçamento detalhado. valor do BDI (no caso de pavimentação. Estudos Preliminares Os Estudos Preliminares contêm os motivos pelos quais foram adotados os padrões e o dimensionamento da obra ou serviços. . 9.2.1. Planilha Resumo (para cada obra).59 - .2. Orçamento Descritivo O orçamento detalhado deve ser elaborado com base na seqüência executiva apresentada no memorial descritivo e considerar as especificações técnicas. 9.3. das concessionárias de serviços públicos e às normas do CREA local.2.5. 9. É imprescindível que seja seguido o modelo de planilha apresentado no site do PCN. O MEMORIAL DESCRITIVO deve conter descrição da seqüência executiva do empreendimento. Devem ser utilizadas referências de conhecimento público. assegurando a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento. O valor máximo de BDI (Bonificações e Despesas Indiretas) que é aceito pelo PCN é de 30% e deverá vir acompanhado de sua composição em obediência às Normas pertinentes. Devem ser apresentados indicadores fundamentais como metragem quadrada. Devem ser indicadas as razões que fundamentaram essa escolha bem como os dados técnicos que baseiam ou limitam o projeto. O detalhamento do orçamento deve ser suficiente para permitir uma medição precisa de cada parte do objeto a ser executado. Todos os itens apresentados devem ser passíveis de verificação de quantitativos e de custos unitários. Qualquer despesa como transporte e mobilização. custo por m². Itens como Taxas e Emolumentos não podem fazer parte da planilha.2. Com isso. As Especificações Técnicas devem obedecer às normas técnicas da ABNT. Elas contêm os detalhes executivos bem como as características dos materiais que deverão ser empregados. 9. Memorial Descritivo O Memorial Descritivo indica de maneira sucinta os dados principais da obra. conforme Lei de Diretrizes Orçamentária. por isso não podem ser usadas unidades genéricas tais como verba (vb). Especificações Técnicas As Especificações Técnicas estabelecem as condições gerais para a execução dos serviços necessários. o orçamento deverá ser executado com base nas Tabelas do SINAPI/CEF e do SICRO II/DNIT. global (gb). às normas do Governo do Estado/Municipal. Qualquer outro formato de planilha ou a insuficiência de informações impossibilitarão a aprovação do projeto básico. do processo construtivo e da finalidade pretendida.2.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 9. pois compõem o BDI. observar os valores do BDI recomendados pelo DNIT). custo total. e Planilha Orçamento Detalhado.2. O Orçamento Descritivo compõe-se de 3 partes:    Planilha Resumo Geral (quando houver mais de uma obra).SINAPI. à mediana do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil . se disponíveis para o objeto proposto. hora máquina ou hora homem. deverá ser indicada como um item em separado nas planilhas.

Cortes e Fachadas. salvo quando se tratar de obra por administração direta. 9. . recomenda-se a utilização da referência SINAPI/SICRO. e Outras que se mostrarem necessárias para avaliação do projeto. esta poderá ser montada utilizando–se da forma sintética. inclusive as extensões e seção transversal. Elétrica e telefônicas.2. Memória de Cálculo A apresentação da Memória de Cálculo é obrigatória e nela consta a forma utilizada para se obter os valores de quantitativos da planilha de orçamento. Plantas do Projeto As Plantas de Projeto devem possuir o carimbo padrão PCN. Estrutural. É importante que seja indicado. no formato DWG) e uma cópia em papel sulfite. Deverão ser adotadas as tabelas da publicação “Tabelas para Composição de Preços Orçamentários” (TCPO) da Editora PINI. obrigatoriamente.8. no Orçamento Descritivo. 9. donde a planilha deverá ser montada. As plantas de arquitetura devem conter as especificações de parede. Todas as plantas deverão ser apresentadas da seguinte forma: uma cópia em CD-ROM (plantas geradas pelo software AutoCAD R14®. Arquitetura – Cobertura. com todos os seus campos preenchidos. visando a evitar problemas futuros quando do processo de licitação. que deverá ser encaminhado no CDROM cópia da planilha utilizada. o código das planilhas SINAPI/SICRO II utilizados. 9. Neste caso.2. dentre outros. atualizada. teto e os quadros/tabelas de esquadrias. O responsável Técnico pelo projeto deverá assinar todas as plantas apresentadas. material e equipamento. Pavimentação. para as composições confeccionadas pelos orçamentistas.2012 Quando da elaboração da planilha orçamentária tiver como referência o índice Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI e/ou SICRO II/DNIT. será cobrada a Composição de Custo. utilizando a forma analítica. Arquitetura – Planta baixa. Alerta-se. preferencialmente em tamanho A2 ou inferior.7. Para todos os itens que não apresentarem o referido código. o preço unitário desmembrado por custo referente a mão-de-obra.6. o preço unitário já engloba o custo com a mão de obra. material e equipamento.60 - . ou seja. piso. opcionalmente.2. isto é.Convênios: Normas e Instruções Edição . Composição de Custo A apresentação de composição de custo só é obrigatória para os itens da planilha de orçamento que não foram encontrados nas tabelas da referência utilizada pelo PCN. como fonte do orçamento. Deverão ser apresentadas as seguintes Plantas:         Arquitetura – Planta de Situação. fim dar celeridade aprovação desta. Hidrossanitárias. Na elaboração da planilha encaminhada. salvo a memória de cálculo e os estudos que o ensejaram.

A ART deve estar assinada e registrada no Conselho local.4.2. 9. Deve ser encaminhada também a cópia do comprovante de pagamento da mesma. 23 da LEI Nº 5. ART de Execução e ART de Fiscalização. Mapa ou Croquis Deverá ser apresentado um mapa. Deverá constar o nome e o registro no CREA do engenheiro que será responsável pela fiscalização da execução do objeto por parte do órgão conveniente.2. ART do Projeto Deverá ser encaminhada a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do projeto apresentado. pontos de referência. Secretário de Estado ou Secretário de Município). a análise técnica de engenharia poderá solicitar outros documentos como. acompanhada da ART registrada junto ao CREA do engenheiro responsável pela fiscalização dos serviços. 9. conforme determina a legislação pertinente (Art. sistema viário do entorno. A ART deverá estar no nome do responsável técnico que assinou os projetos e a documentação encaminhados ao PCN. A escala utilizada deve ser suficiente para se identificar perfeitamente o local e sua vizinhança.194. Para o caso de pavimentações. inclusive com as devidas coordenadas.10.2.3.11. conforme o objeto específico.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 9.  relatórios de sondagem. por exemplo:  descrição da situação atual do local de intervenção ou de sistema existente. as fotos deverão abranger todo o trecho a ser pavimentado ou calçado e não apenas um trecho. Em grandes obras ou empreendimentos.  memórias de cálculo e/ou dimensionamento. é indispensável à apresentação de ART de Projetos. Indicação de Engenheiro e ART registrada junto ao CREA do engenheiro responsável pela fiscalização dos serviços. Por isso. indicação da matrícula do RGI e coordenadas geográficas.2. . croquis ou planta contendo a localização do empreendimento em relação ao centro urbano e aos equipamentos existentes no seu entorno. salvo se não possuírem autenticidade digital emitida pelo órgão competente.  plano de coleta/gestão de resíduos sólidos. Prefeito. 9. uma das fotos deve permitir a identificação global do local e sua vizinhança. Preferencialmente. Fotos do Local As fotos deverão ser tiradas de forma a identificar o local. A Indicação do engenheiro deverá ser assinada pelo representante do órgão conveniente (Governador.  teste de absorção e percolação do terreno. infraestrutura disponível. 9.61 - .  justificativas técnicas para adoção das soluções apresentadas.9. indicados como responsáveis técnicos em cada fase da obra/serviço. Outros Documentos Após receber o projeto básico no PCN. 9. de 24/12/1966). bem como a do indicador.12. contendo a poligonal da área de intervenção com distâncias aos logradouros próximos. deve ser apresentada a planta de implantação geral do empreendimento ou do sistema.  estudos de viabilidade econômica. vias de acesso. Responsabilidade Técnica Todos os empreendimentos devem ter profissionais competentes e registrados no conselho regional.

de drenagem.Convênios: Normas e Instruções Edição . deverá ser acrescentado à documentação projeto detalhado e orçamento. Solução de esgotamento sanitário. 9. as especificações técnicas devem observar o quesito custo. potência ou outro que faculte a aquisição de material diverso ao pretendido originalmente. sob levantamento planialtimétrico cadastral. capacidade.2. em conformidade com pesquisa de preço de mercado. sobre a viabilidade de fornecimento. equipamentos e viaturas. É permitida a execução simultânea das obras de pavimentação e de infraestrutura. é considerada essencial a existência da seguinte infraestrutura:      Arruamento. e a mesma não compor o projeto apresentado. declaração de regime de execução de obra (empreitada ou administração direta). Não será executada obra de pavimentação sem a anterior implantação de infraestrutura relativa às redes de abastecimento de água. equipe de coordenação da obra e/ou do projeto. Se o bem pretendido necessitar de fabricação. abertura de viário e obras de terraplenagem. deve ser apresentada declaração. se esta for enterrada. Se a solução para disposição final do esgoto sanitário implicar na execução de fossa séptica e poço sumidouro/vala de infiltração. de esgotamento sanitário e de energização urbana. Estes insumos devem ser respaldados nas planilhas de referência adotadas pelo Programa.969 (Tanques Sépticos – unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos). se ambas forem contempladas no mesmo projeto. tipo. No caso da área de intervenção não ser dotada infraestrutura essencial. 9. a documentação técnica deverá apresentar o traçado do viário em planta. Rede de energia elétrica. guarda e operação dos serviços/equipamentos básicos necessários ao projeto (coleta de lixo. e documentação jurídica da área de intervenção.5. sistema de abastecimento de água. e Iluminação pública. devendo ainda considerar o detalhamento técnico do bem a ser adquirido. de responsabilidade de implantação da mesma até a conclusão das obras. edificações e equipamentos). energia elétrica e rede de esgoto sanitário. As especificações técnicas devem detalhar o material com precisão não podendo existir dúvidas quanto à modelo. assinada pelo prefeito. pluvial. esta deverá ser precedida de teste de absorção e percolação do terreno e atender ao disposto na NBR 13.5. Urbanização e Habitação Para empreendimentos de urbanização e habitação. máquinas.5. Orientações Específicas 9. vias. baseado em composição de custos dos insumos necessários. .62 - .1. Material Permanente Na aquisição de material permanente. iluminação pública. Rede de abastecimento de água tratada e rede de distribuição. Se houver parcelamento do solo. além do projeto de terraplenagem devidamente detalhado em memória de cálculo específica.2012     declarações dos órgãos competentes. acrescido dos perfis longitudinais e transversais das vias. manutenção/conservação.

 Declaração de conformidade de preços Deverá ser remetida uma declaração indicando que os preços contidos na pesquisa de preços estão em conformidade com os praticados no mercado. 3 (três) cotações.  Pesquisa de preços no mercado Deverá ser enviada uma pesquisa de preços de cada item a ser adquirido com.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa Devem ser encaminhados os seguintes documentos:  Memorial descritivo O Memorial descritivo indica de maneira sucinta os dados principais do equipamento e de sua finalidade.  Especificações técnicas de equipamentos As Especificações técnicas estabelecem as condições gerais para a aquisição do equipamento.63 - . telefone e contato do revendedor onde foi realizada a pesquisa. não sendo aceita qualquer outra forma de apresentação. Deverão conter ainda as características particulares pretendidas. O Convenente deverá encaminhar. mesmo quando forem comprados prontos. pelo menos. As cotações deverão indicar detalhadamente o custo do equipamento e do frete (se for o caso) bem como o endereço.  Orçamento Descritivo O orçamento deverá ser executado com base nas Especificações técnicas e na Pesquisa de Preços de Mercado. O projeto deve ser suficiente para a execução total do material. como pintura e acessórios. Elas deverão conter dados técnicos necessários e suficientes para a aquisição do equipamento. 3 (três) prospectos de fabricantes do equipamento. Será permitida a pesquisa feita em sites de compras da Internet em que se possa identificar a loja. bem como permitir a conferência das composições de custo e da planilha orçamentária. As propostas das empresas consultadas na pesquisa de preços deverão estar endereçadas à convenente. Deverão ser remetidos também desenhos esquemáticos do material. conforme modelo em anexo.  Ilustrações ou fotos Deverão ser remetidos ilustrações ou fotos dos materiais pretendidos. um documento contendo as mesmas especificações técnicas mencionadas no Memorial Descritivo. deve ser apresentado o projeto detalhado deste. Itens como Taxas. Os prospectos deverão possuir o endereço e o telefone dos fabricantes e revendedores. Juntamente com as Especificações técnicas devem ser apresentados. no mínimo.  Indicação de responsável . Emolumentos e BDI (Bonificações e Despesas Indiretas) não podem fazer parte da planilha por se tratar da aquisição de equipamento. a fim de que sejam feitas cotações do mesmo objeto dirimindo dúvidas ou interpretações errôneas do que se deseja obter. No caso de bens fabricados. o orçamento será baseado em composições de custo de insumos existentes nas planilhas de referência adotadas pelo PCN. A declaração deve estar identificada e assinada pelo responsável técnico que a realizou e pela convenente.  Plantas ou desenhos esquemáticos No caso de bens a serem fabricados. para no mínimo três fornecedores da região. o endereço do site e a data da pesquisa.

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A Indicação do responsável deverá ser assinada pelo representante do órgão conveniente (Governador, Prefeito, Secretário de Estado ou Secretário de Município). Deverão constar na indicação, além do nome, o CPF e a identidade do indicado, conforme modelo em anexo; O indicado será responsável pelo recebimento, guarda e manutenção dos equipamentos e deverá ser um funcionário do órgão convenente.  Declaração de Carga Patrimonial O material permanente a ser adquirido deverá ser tombado na carga patrimonial do convenente, conforme estabelecido na declaração de carga patrimonial, em consonância com o modelo em anexo. Com o propósito de facilitar e agilizar a aprovação da prestação de contas final, recomenda-se que a convenente, antes da distribuição dos materiais permanentes adquiridos, comunique a este Programa para que se realize a devida vistoria “in loco”.

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Programa Calha Norte — Ministério da Defesa

10. MODELOS
10.1. 10.2. 10.3. 10.4. 10.5. 10.6. 10.7. 10.8. 10.9. 10.10. 10.11. 10.12. 10.13. 10.14. 10.15. 10.16. 10.17. 10.18. 10.19. 10.20. 10.21. Projeto Básico de Engenharia Aquisição de Material Permanente Declaração Consolidada de Condições Legais Declaração de Disponibilidade de Contrapartida Plano de Trabalho Declaração Negativa de Duplicidade do Convênio Comprovação de Propriedade do Imóvel Comprovação de Licenciamento Ambiental Relatório do Gestor Guia de Recolhimento da União (GRU) Extrato de Aplicação Financeira Relatório de Execução Físico-financeiro Execução da Receita e Despesa Relação de Pagamentos Relação de Bens Relatório de Cumprimento do Objeto Termo de Recebimento Definitivo de Obra Declaração de Carga Patrimonial Declaração de Fornecimento de Energia Elétrica Declaração de Viabilidade Hidrossanitária Relatório Técnico-Financeiro – Acompanhamento e Fiscalização

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10.1. Projeto Básico de Engenharia

Governo do Estado do Nome do Estado Secretaria de Infraestrutura Folha de Conferência
Convenente: Governo do Estado do Nome do Estado Local da Obra: Município de Nome do Município – Área rural Nome do Projeto: Construção de 1 escola com 2 (duas) salas de aula cada Valor Total: Valor PCN: Valor Contrapartida: R$ 293.750,00 R$ 270.000,00 R$ 23.750,00

Documentos que compõem o Projeto Básico – Conferência

 Estudos Preliminares  Memorial Descritivo  Especificações Técnicas  Cronograma Físico Financeiro  Orçamento Detalhado  Memória de Cálculo  Composição de Custo  Plantas do Projeto  Mapa ou Croquis  Fotos  ART do Projeto  Indicação de Engenheiro  Disquete ou CD-ROM

       
Encaminhado com o Fax nº 345/PM, de 12/02/2007 Encaminhado com o Fax nº 345/PM, de 12/02/2007 Encaminhado com o Fax nº 297/PM, de 17/01/2007

 

Tenho conhecimento de que a não entrega de qualquer um dos documentos acima listados impossibilita a celebração de convênio com o Ministério da Defesa – Programa Calha Norte.

Local, 01/10/2012

João Brasileiro da Silva
João Brasileiro da Silva
Secretário de Infraestrutura do Governo de Nome do Estado - 66 -

banheiros.750. As especificações e o padrão de acabamento adotado visam a garantir a durabilidade da edificação e o conforto de seus usuários. A construção será constituída de um pavilhão com duas salas da aula. as coberturas foram escolhidas em função dos fortes ventos que atuam na região e causam o destelhamento de telhas cerâmicas com freqüência.654 D/RJ Responsável técnico pelo Projeto Roberval Lima Santos . alvenaria de vedação em tijolo furado e cobogó. Memorial Descritivo Construção de uma escola. sanitários para alunos. telhado aparente na varanda. piso cerâmico antiderrapante PEI V nos banheiros e calçadas em cimento desempenado conforme a indicação do projeto.5% Custo da obra com BDI: R$ 293.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa Prefeitura Municipal do Nome do Município 1.00 BDI adotado: 17. com um pavimento de 520m² de área de construção e 535m² de área coberta. estrutura do telhado metálica.67 - .00 m² Custo da obra sem BDI: R$ 250. laje de forro nas dependências internas. Descrição da Obra: fundação mista em estacas e tubulões.000.00 Custo por m²: R$ 564. 01/10/2012 Roberval Lima Santos – Engº Civil CREA 987.90 / m² Campos de preenchimento obrigatório. O dimensionamento atendeu ao número de crianças matriculadas no último ano letivo na rede pública e que são moradores da comunidade. cobertura em telha de aço zincado. Local. 2. revestimento em reboco com pintura PVA e cerâmico nos banheiros. Estudos Preliminares A obra visa a atender as necessidades da Comunidade de Cachoeira Pequena que precisa deslocar-se mais de 10Km para poder assistir às aulas na escola da comunidade vizinha. blocos. Área construída total: 520. vigas baldrames e superestrutura em concreto armado. Foi adotada a estrutura em concreto em função da durabilidade proporcionada. cantina e dependências para administração e depósito.

3.Convênios: Normas e Instruções Edição .8.9.10. 2.1.11. MATERIAIS – OBRAS CIVIS MATERIAIS – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 5.2012 3. 2. 3. ISOLAÇÕES E TRATAMENTOS 3. 3. . PAVIMENTAÇÃO 4.2. AJARDINAMENTO 3.12. IMPERMEABILIZAÇÕES. 3.10. Especificações Técnicas Construção de uma Escola com 2 Salas de Aula na Comunidade de Cachoeira Pequena no Município de Nome do Município SUMÁRIO 1.14. ENTREGA DA OBRA 6.1.3. FERRAGENS E VIDROS 3. 2.68 - .2. FINALIDADE 2.11. DISPOSIÇÕES GERAIS 2. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 3.5. 3. ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL 4.3. INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS 3.9.7. SERVIÇOS INICIAIS FUNDAÇÕES ESTRUTURA PAREDES E PAINÉIS REVESTIMENTOS PISOS PINTURAS COBERTURA ESQUADRIAS. PRESCRIÇÕES DIVERSAS Todas as páginas devem estar rubricadas.6. DIVERGÊNCIAS 2. 3. 3. ELEMENTOS DECORATIVOS E COMPLEMENTARES 3. 3.2.8. 2. 2.5.15.1. CANTEIRO DE OBRAS E LIMPEZA 3. ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS 3.7.6. 2.4.12. 4.13. PROJETOS 2. OBJETO DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA REGIME DE EXECUÇÃO PRAZO ABREVIATURAS DOCUMENTOS COMPLEMENTARES MATERIAIS MÃO-DE-OBRA E ADMINISTRAÇÃO DA OBRA RESPONSABILIDADE TÉCNICA E GARANTIA 2. 2.4. 2.

3. deverão ser apresentados à FISCALIZAÇÃO através de fax e elucidados antes da Licitação da obra. 2. 2. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Serão documentos complementares a estas especificações técnicas. dando margem à dupla interpretação.5. mesmo que isso venha a acarretar acréscimo de serviços não previstos no orçamento apresentado por ocasião da Licitação.4. a fim de tomar conhecimento da situação atual das instalações. OBJETO O objeto destas especificações é a obra de Construção de uma Escola com 10 Salas Aula na Comunidade de Cachoeira Pequena no Município de Nome do Município. devendo a CONTRATADA submeter à aprovação da Prefeitura Municipal a sua proposta de cronograma físico-financeiro para a execução da obra. esquadrias de ferro (janelas e portas externas). qualquer dúvida poderá ser interpretada apenas pela FISCALIZAÇÃO. das dificuldades que poderão surgir no decorrer da obra. piso cerâmico nos banheiros e piso de alta resistência com rodapé nos demais ambientes.todas as normas da ABNT relativas ao objeto destas especificações técnicas.6.2. cobertura com telha metálica trapezoidal e estrutura metálica. além de outras consagradas pelo uso. ou omissos nestas Especificações. ABREVIATURAS No texto destas especificações técnicas serão usadas. FINALIDADE As presentes especificações técnicas visam a estabelecer as condições gerais para a obra de Construção de uma Escola com 2 Salas Aula na Comunidade de Cachoeira Pequena no Município de Nome do Município. pintura com esmalte sintético nas esquadrias metálicas e pintura a óleo nas esquadrias de madeira. esquadrias de madeira (portas internas) e esquadrias revestidas de laminado (portas dos sanitários). as seguintes abreviaturas: FISCALIZAÇÃO : Engenheiro ou preposto credenciado pela Prefeitura CONTRATADA : Firma com a qual for contratada a execução das obras ABNT : Associação Brasileira de Normas Técnicas CREA : Conselho Regional de Engenharia. Arquitetura e Agronomia 2. pintura acrílica nas paredes internas e externas. bem como cientificarem-se de todos os detalhes construtivos necessários a sua perfeita execução. 2. Os aspectos que as LICITANTES julgarem duvidosos. da extensão dos serviços a serem executados. DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA A obra consistirá na construção de um pavilhão com 01 (um) pavimento. paredes de alvenaria de tijolo cerâmico furado e cobogó. não cabendo qualquer recurso ou reclamação. contados a partir da data de emissão da respectiva Ordem de Serviço e/ou assinatura do contrato. pintura PVA nos tetos. 2. com as seguintes características principais: fundações profundas. independentemente de transcrição: .1.69 - . Após esta fase. . PRAZO O prazo para execução da obra será de 120 (cento e vinte) dias corridos. de área total de 520. REGIME DE EXECUÇÃO Empreitada por preço global. 2. DISPOSIÇÕES GERAIS As LICITANTES deverão fazer um reconhecimento no local da obra antes da apresentação das propostas.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 1. revestimento cerâmico nos banheiros e fachadas (azulejo/litocerâmica) e revestimento de argamassa nos demais ambientes.00 m². 2. estrutura em concreto armado.

incluindo os fornecidos pela CONTRATANTE. sobre os projetos e caderno de encargos. MÃO-DE-OBRA E ADMINISTRAÇÃO DA OBRA A CONTRATADA deverá empregar somente mão-de-obra qualificada na execução dos diversos serviços. RESPONSABILIDADE TÉCNICA E GARANTIA A CONTRATADA deverá apresentar.as normas da ABNT prevalecem sobre estas especificações técnicas e estas. .70 - . vigilância. 2.Certidão Negativa de Débitos com o INSS. conforme Art. resistência. PROJETOS O projeto de arquitetura e a posição dos pontos de instalações elétricas. equivalência técnica (tipo. desde que possuam as seguintes condições de similaridade em relação ao substituído: qualidade reconhecida ou testada.Certidão de Quitação do ISS referente ao contrato. quando aprovados pela FISCALIZAÇÃO. 2.Certidão de Regularidade de Situação perante o FGTS e . Cabem à CONTRATADA as despesas relativas às leis sociais. 2. é de garantia e não de prescrição. O prazo prescricional para intentar ação civil é de 10 anos. . transporte. medidas em escala. Se algum aspecto destas especificações estiver em desacordo com normas vigentes da ABNT. Condições de similaridade Os materiais especificados poderão ser substituídos. durante todo o período da obra. .as normas do Governo do Estado do AM e de suas concessionárias de serviços públicos e . lógicas e telefônicas serão fornecidos pela CONTRATANTE. função. nele referido. alojamento e alimentação do pessoal.7.os desenhos de datas mais recentes prevalecem sobre os mais antigos. estética e apresentação) e mesma ordem de grandeza de preço.11. Deverão ser de primeira qualidade e obedecer às normas técnicas específicas.2012 .1.9. salvo quando houver acordo entre as partes. as ART referentes à execução da obra e aos projetos. 2. 618 do Código Civil Brasileiro. 2.as normas do CREA/AM.10. por outros similares. seguros.os desenhos de maior escala prevalecem sobre os de menor escala e .7.Convênios: Normas e Instruções Edição . 205 do Código Civil Brasileiro. As marcas citadas nestas especificações constituem apenas referência. Com relação ao disposto no Art. A guia da ART deverá ser mantida no local dos serviços.instruções técnicas e catálogos de fabricantes. CREA e Governo do Estado prevalecerão a prescrição contida nas normas desses órgãos. A CONTRATADA se obriga a fornecer a relação de pessoal e a respectiva guia de recolhimento das obrigações com o INSS. entende-se que o prazo de 05 (cinco) anos. Ao final da obra.as cotas dos desenhos prevalecem sobre suas dimensões. MATERIAIS Todos os materiais necessários serão fornecidos pela CONTRATADA. 2. mediante consulta prévia à FISCALIZAÇÃO.Caderno de Encargos da Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (SUCAB). . será adotada a seguinte prevalência: . admitindo-se outras previamente aprovadas pela FISCALIZAÇÃO. . . deverá ainda fornecer a seguinte documentação relativa à obra: . antes do início dos trabalhos. DIVERGÊNCIAS Em caso de divergência.8.

cujo padrão será fornecido pela CONTRATANTE.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 2. . Ligações provisórias Serão de responsabilidade da CONTRATADA todas as despesas e providências relativas às ligações provisórias hidráulicas. A construção do canteiro está condicionada à aprovação de seu projeto pela FISCALIZAÇÃO. CANTEIRO DE OBRAS E LIMPEZA A CONTRATADA deverá elaborar.1. As despesas com a utilização de água e energia. Nivelamento do terreno O local onde será levantada a nova edificação deverá ser nivelado e deixado na cota definitiva tal como definida pelo projeto. Limpeza do terreno O local onde será erguida a edificação deverá ser limpo e o material resultante da limpeza. 3. 3. O laudo de sondagem e as amostras do terreno obtidas deverão ser entregues à FISCALIZAÇÃO. observando-se rigorosamente as indicações do projeto.2. SERVIÇOS INICIAIS 3. 3. e das normas técnicas em vigor (ABNT – NBR 6118 (NB-1). O número mínimo de furos de sondagem deverá obedecer ao preconizado na norma NBR-8036. Locação A obra será locada após a limpeza do terreno. 3. devendo a sua localização ser.12. nos projetos fornecidos.12.1. durante o tempo que durar a obra.1.71 - . O nivelamento deverá ser submetido à apreciação e aprovação da FISCALIZAÇÃO. Placa da obra A CONTRATADA deverá fornecer e instalar a placa padrão do Programa Calha Norte. ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS Todos os serviços necessários para a execução da obra descrita nos itens 2. também correrão por conta da CONTRATADA.12. FUNDAÇÕES As fundações serão executadas de acordo com o projeto de responsabilidade da CONTRATADA. removido para local autorizado pela Prefeitura de Formosa. sanitárias e de energia elétrica necessárias para o canteiro de obras.3.2.1. A placa deverá ser instalada em posição de destaque no canteiro de obras.1.2.1.3. 2. previamente. 2. 3. após sua aprovação pela FISCALIZAÇÃO. ESTRUTURA A estrutura a ser construída será em concreto armado. nas normas vigentes sobre cada assunto e nas orientações dos fabricantes dos materiais. em fase de execução e a ser remetido posteriormente.1. aprovada pela FISCALIZAÇÃO. NBR 6120 (NB5) e demais normas correlatas). 3.2 deverão ser executados conforme o prescrito no Caderno de Encargos da Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (SUCAB). antes do início das obras e mediante ajuste com a FISCALIZAÇÃO. dentro dos padrões exigidos pelas concessionárias de serviços públicos e Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho (NR 18). o projeto do canteiro de obras. devendo ser executada em estrita observância às disposições do projeto estrutural. e 2.

deverão ser deixadas em espera.2. 3. Emboço Todas as paredes que receberão revestimento cerâmico levarão emboço traço 1:3 de cimento e areia. O modelo de cobogó a ser utilizado deverá ser submetido à apreciação da FISCALIZAÇÃO antes de sua aplicação. Chapisco Todas as superfícies a serem revestidas receberão chapisco traço 1:3 de cimento e .4.3.3. Armadura As barras de aço deverão ser convenientemente limpas de qualquer substância prejudicial à aderência. 3.5.1. Os elementos vazados deverão ser assentados de tal forma que os furos não permitam a entrada de água de chuva para o interior da edificação. deverá ser executada uma parede com elementos vazados prémoldados (ou cobogó). estas deverão receber chapisco no traço 1:3.2. devem ser moldados corpos de prova no traço previsto para a superestrutura. para amarração das alvenarias a eles justapostas.72 - . o elemento concretado será exibido à FISCALIZAÇÃO para exame. 3. devendo ser retiradas as camadas eventualmente destacadas por oxidação. Formas e escoramentos Deverá ser utilizada forma com chapa de compensado plastificada em todos os elementos estruturais aparentes. 3. com espessura de 2cm e altura acabada de 1.Convênios: Normas e Instruções Edição .1. 3.80m. Alvenaria de tijolos cerâmicos As paredes de alvenaria a serem executadas deverão obedecer às dimensões e alinhamentos indicados no projeto. Concreto Deverá ser adotado fck = 25 MPa. Reboco paulista As superfícies a serem revestidas. Serão utilizados tijolos cerâmicos 10x20x20cm.2012 3. Divisórias As divisórias previstas nos banheiros deverão ser em granito cinza andorinha. com exceção daquelas que irão receber elementos cerâmicos. REVESTIMENTOS 3. assentados com argamassa de cimento e areia no traço 1:4. de acordo com a NBR 5739/1994. areia. pelo menos a cada 2 fiadas.2. Cobogó Na lavanderia. levarão reboco paulista (massa única) no traço 1:6.5.3.3.4. Os corpos serão rompidos. Após a retirada das formas.3. com espessura de 9cm.5. As partes da estrutura não visíveis poderão ser executadas com madeira serrada em bruto. 3. PAREDES E PAINÉIS 3. 3. e os resultados obtidos deverão ser apresentados à FISCALIZAÇÃO. pontas de armaduras secundárias. Para perfeita aderência das alvenarias de tijolos às superfícies de concreto a que serão superpostas.4.4.5. 3.1.3. Antes de iniciada a concretagem. Nos pilares.

marca SUVINIL.5. com concreto de fck 10MPa. 3. A superfície a ser pintada deve estar curada. 3. de primeira qualidade. marca CECRISA. Contrapiso O contrapiso do pavilhão terá espessura mínima de 8 cm e será executado de forma a cobrir todo o cintamento (antes de serem levantadas as alvenarias). como parte integrante da obra. Piso de alta resistência Deverá ser executado piso de alta resistência. deverá ser colocada cantoneira de alumínio.7. Esquadrias Todas as esquadrias de ferro e madeira do pavilhão serão pintadas com tintas de primeira qualidade. como o produto Cimentcola Interno. A CONTRATADA deverá deixar para futura manutenção.6.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 3. 3.1. Nos ambientes com azulejo em que houver canto vivo. Deverão ser em granito cinza andorinha. parte da fachada do pavilhão será pintada com tinta acrílica própria para exteriores. os tetos receberão pintura com tinta PVA. com 15cm de largura e espessura de 2cm.7. Azulejo Nos locais indicados no projeto. 3. O rejuntamento deverá ser feito com argamassa própria. Os rodapés terão 10cm de altura.2. PINTURAS 3. .1.4. 3.6. todas as demais áreas receberão rodapé do mesmo tipo do piso. 3. Rodapés Com exceção das áreas revestidas com azulejo. Após o polimento do piso.3. da VEDACIT. a lustração deverá ser feita com sal de azedas (ácido oxálico). deverá ser executado revestimento cerâmico com azulejos de primeira qualidade.7. 5% do total de piso cerâmico empregado na obra. 3. antiderrapante. em cores a serem definidas pela FISCALIZAÇÃO. Soleiras Serão aplicadas soleiras nos locais indicados no projeto. Deverão ser assentados com argamassa colante. O padrão a ser adotado será a cerâmica Hercules GR – linha Studium.4. Piso de Cerâmica Os locais indicados no projeto receberão cerâmica 30x30 cm. nos locais indicados no projeto. em cor a ser definida pela FISCALIZAÇÃO. tipo KORODUR. marca SUVINIL. aditivado com impermeabilizante tipo Vedacit. Paredes e tetos As paredes internas serão pintadas com tinta acrílica semi-brilho. PEI 5.73 - . correspondendo aos locais onde há mudança nível ou de tipo de piso.2. As tintas a serem utilizadas serão de primeira qualidade. As juntas deverão coincidir com as juntas do piso. de dimensões 20 x 20 cm. acompanhando sempre o nível mais alto. em cor a ser definida pela FISCALIZAÇÃO.6. Como referência de padrão a ser empregado será adotado o modelo Tinte Unite WH – linha Tropical. PISOS A paginação dos pisos será definida pela FISCALIZAÇÃO. QUARTZOLIT.5.6. CECRISA.6.6. tipo Rejuntamento QUARTZOLIT. 3.

presença de alburno ou outros defeitos que alterem a sua durabilidade. Serão executadas com chapa bitola nº 14 para os perfis dobrados.3. devendo ser de procedência conhecida e de qualidade adequada aos fins a que se destinam.) deverão ser rigorosamente atendidas.5. sem manchas. recebendo o mesmo tratamento das esquadrias metálicas. dimensões 3x2 1/2‖. Espelhos Os banheiros receberão sobre cada lavatório espelhos nas dimensões 40x60cm. bolhas.10. com moldura de acabamento cromado.6.2.8.1. ou similar.série clássica. 3.Convênios: Normas e Instruções Edição . As grades serão executadas com ferro redondo de 1/2" e 1‖. fechadura isolante. a CONTRATADA deverá fornecer o projeto da cobertura. COBERTURA Antes do início deste serviço.9. Esquadrias de madeira As portas de madeira serão lisas. resistência ou aparência. Todas as recomendações do fabricante das telhas (recobrimento lateral e longitudinal.de fabricação PAPAIZ. nós. com o nome indicado de acordo com o projeto elétrico.10. de marca PAPAIZ . de espessura 4mm.9.2012 3.9. sem chave.9. Esquadrias de ferro As esquadrias de ferro deverão obedecer rigorosamente ao padrão previsto no projeto. Deverão ser identificados por meio de placa de acrílico fixada na parte externa da porta. As portas dos sanitários deverão receber ferragens apropriadas.9. devendo o serviço de serralheria ser realizado por firma especializada. 3.1. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 3. 3. As madeiras serão perfeitamente secas e isentas de quaisquer marcas de brocas. nas portas e na divisão das salas indicadas. Os quadros de distribuição serão de montagem sobreposta. com caixa e porta pintadas com tinta epóxi cinza. de fabricação LAFONTE ref. montagem etc. O telhado deverá sempre ser entregue limpo de restos de entulhos e perfeitamente varrido. inclinação. Ferragens As ferragens para esquadrias deverão ser precisas no funcionamento e de acabamento perfeito. devendo ser submetidas à aprovação da FISCALIZAÇÃO antes de sua aplicação. FERRAGENS E VIDROS 3. em latão com acabamento cromado. 555. claros. deverão ser instaladas grades de proteção na face interna das janelas. ESQUADRIAS. com maçanetas tipo alavanca. As fechaduras das portas serão do tipo cilindro central. 3 unidades por porta.4. Grades Nos ambientes indicados no projeto. As dobradiças para as portas serão em latão cromado. Todas as portas receberão prendedores. 3. com fundo preto e letras brancas. .9. que será submetido à aprovação da FISCALIZAÇÃO. Quadros de distribuição de energia Deverão ser fornecidos e instalados quadros de distribuição de energia e quadros terminais.9. de cedro e atenderão às dimensões especificadas no projeto. Vidros Os vidros das janelas serão lisos. Os quadros deverão ser fornecidos com protetores de sobretensões. de espessura uniforme e sem empenamentos. 3. Não se admitirá a correção de defeitos com massa. 3.74 - . 3.

6.90) e de baixa distorção harmônica (<10%). conforme prevê a NBR 5410. diâmetro interno indicado no projeto elétrico. de alto rendimento (n>0. 3. do tipo seal-tub. com intervalo máximo de fixação de 1. no solo. conforme NBR 5598. 3. e para instalação dos interruptores e tomadas de uso geral.8. em local indicado no projeto. Os condutores de descida devem ser distribuídos ao longo do perímetro do volume a proteger. na construção da malha de aterramento. disjuntores termomagnéticos. formando vértices de triângulos equiláteros com 6 m cada lado. conforme IEC 947-2 e NBR IEC 60947-2. Os reatores das luminárias deverão ser de alto fator de potência (Fp>0.10. do tipo condulete. paredes com espessura ―classe pesada‖. conforme . As luminárias deverão ter o corpo em chapa de aço galvanizado. Disjuntores Deverão ser fornecidos e instalados. A polaridade dos pinos das tomadas deverá ser tal como indicado no detalhe fornecido no projeto.10. Iluminação Deverão ser fornecidas e instaladas luminárias completas (lâmpadas + reatores) para cada ambiente. de fabricação LUMICENTER. Sistema de proteção contra descargas atmosféricas Toda instalação de pára-raios será constituída de captores do tipo FRANKLIN. conforme projeto. Todos os disjuntores serão identificados por meio de etiquetas que indiquem o circuito protegido. No mínimo são necessários dois condutores de descida em qualquer caso.10. com pintura eletrostática em pó poliéster epóxi. com capacidade e número de pólos conforme a planilha de cargas e diagramas unifilares contidos no projeto. Aterramento Deverão ser utilizadas.9. Após a conclusão dos testes. 3. deverá ser emitido um certificado de garantia constando a realização de cada teste. de modo que seus espaçamentos médios não sejam superiores aos indicados na tabela 3 do anexo C da NBR-5419. hastes verticais de cobre tipo copperweld.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 3. Circuitos elétricos As instalações elétricas deverão ser executadas de forma sobreposta (aparente). Interruptores e tomadas Deverão ser fornecidos e instalados interruptores e tomadas de uso geral. Verificação final das instalações elétricas Deverá ser realizada a verificação final das instalações elétricas.2. para proteção geral dos quadros de distribuição e terminais. Os eletrodutos serão em ferro galvanizado. de alumínio fundido. 3.10.10. lisos internamente e sem rebarbas. 5/8‖x3m.3. As conexões entre eletrocalha e eletroduto deverão ser feitas por meio de eletroduto metálico flexível. mediante o emprego de braçadeiras de aço galvan izado tipo copo e buchas tipo Fischer S compatíveis.7.75 - . para cada luminária.10.5. com conector de encaixe tipo box.99). Caixas Deverá ser instalada uma caixa de passagem de sobrepor. fixados nas paredes e/ou lajes. Não é permitida a presença de materiais inflamáveis nas imediações das instalações de pára-raios. Os disjuntores serão parciais.10. interligadas por cordoalha de cobre nu de 50 mm². 3.4. 3.10. 3.5 m (um metro e meio). projeto. para cada ponto de derivação de circuito.

11. e terão uma ducha higiênica instalada ao lado. INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS 3. 3. 3. da marca TIGRE. com bordas polidas. serão utilizados tubos e conexões em PVC rígido para esgoto soldável. Os tubos rachados ou quebrados deverão ser rejeitados. o mesmo será da linha Ravena. examinados um a um. 3. A prevenção e combate ao fogo obedecerão às normas e regulamentos referentes ao assunto.11. Os tubos deverão ser. 3. com três pás em aço com pintura eletrostática a pó. para cada recinto da escola. de dimensões 8 x 25cm. IMPERMEABILIZAÇÕES.12. inscrição nas duas faces.12. O produto deverá subir no rodapé até a altura de 40cm acima da regularização. 3. no formato oval. 3. Instalações sanitárias Nas instalações sanitárias. Instalações hidráulicas Os serviços para as instalações hidráulicas prediais serão executados conforme o projeto elaborado pela CONTRATADA e aprovado pela FISCALIZAÇÃO. AJARDINAMENTO Na área ao redor da escola.2012 3. em seguida. linha Targa.12.3. niveladas. As placas deverão ser pretas com letras brancas. dimensões 490x360mm. Os mictórios deverão ter o sifão integrado. As cubas dos banheiros serão de embutir.13. de fabricação DECA.1.76 - . As torneiras terão acabamento cromado. Louças. pela Prefeitura Municipal e pelo Corpo de Bombeiros.14. em conformidade com as exigências e solicitações da concessionária. como o modelo C-42 da BRITÂNIA. As áreas a serem ajardinadas terão seu solo completamente revolvido. .2. As bacias sanitárias serão com caixa acoplada. antes de aplicados.1. metais e acessórios As louças sanitárias a serem fornecidas deverão ser na cor branca.11.4. A aplicação deverá obedecer ao número de demãos mínimo recomendado pelo fabricante. ELEMENTOS DECORATIVOS E COMPLEMENTARES 3.11.Convênios: Normas e Instruções Edição .2. ou similar. a fim de verificar a existência de rachaduras. Instalações hidráulicas de combate a incêndio A instalação será executada rigorosamente de acordo com o projeto executado pela CONTRATADA e aprovado pela FISCALIZAÇÃO. No caso de lavatório individual. linha Targa da DECA ou similar. a serem colocadas perpendicularmente à porta. Ventiladores de teto Deverão ser fornecidos ventiladores de teto com dupla função (ventilação e exaustão). linha Ravena. deverá ser executado o plantio de grama em placas. 3.11. misturado com solo orgânico e. Identificações Deverão ser fornecidas e colocadas placas de identificação em acrílico. ISOLAÇÕES E TRATAMENTOS Todos as áreas molhadas (banheiros) serão impermeabilizadas utilizando-se emulsão asfáltica com elastômeros (Vedapren da VEDACIT ou Igolflex preto da SIKA).

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3.15.

PAVIMENTAÇÃO

O piso do pátio coberto e da circulação será executado em concreto alisado (fck = 15MPa), com 10cm de altura. A concretagem será em placas de 1,50x1,50 ou 2,00x2,00 conforme a largura da mesma, devendo ainda serem concretadas alternadamente. 4. ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL Todos os materiais necessários para a execução da obra descrita nos itens 2.1. e 2.2 deverão obedecer ao prescrito no Caderno de Encargos da Superintendência de Construções Administrativas da Bahia (SUCAB). 4.1. MATERIAIS - OBRAS CIVIS
Local de aplicação Fundações e estrutura Fundações e estrutura Banheiros Banheiros e copa Demais ambientes Ambientes com revestimentos cerâmicos Cobertura Cobertura Portas Portas Esquadrias de madeira Paredes internas Tetos Esquadrias de madeira Banheiros, copa Banheiros Banheiros Banheiro Diretora Banheiros Banheiros Lavanderia Banheiros Lavanderia Banheiros, copa, cantina Banheiros, copa, cantina Banheiros Banheiros Banheiros e lavanderia Banheiros Banheiros Banheiros A ser definido Contrapiso Viga baldrame Descrição do material concreto usinado, fck 25MPa aço CA-25/CA-50/CA-60, diâmetros diversos azulejo branco, 20 x 20 cm piso cerâmico, 30 x 30 cm - tipo a rodapé de alta resistência, 10cm de altura argamassa pré-fabricada para rejuntamento telha metálica trapezoidal perfil enrijecido - chapa 13 fechadura completa dobradiça cromada 3" x 2 1/2" massa à base de óleo tinta latéx acrílica, acabamento semi-brilho tinta látex pva tinta óleo caixa sifonada - pvc (com grelha cromada) bacia louça branca com caixa acoplada cuba de louça branca de embutir lavatório de louça branca com coluna tampa plástica para bacia mictório de louça branca tanque de louça branca com coluna ducha higiênica com registro, 1/2" torneira para tanque registro de gaveta – cromado sifão – cromado ligação flexível cromada porta papel de louça branca, 15 x 15cm saboneteira de louça branca sem alça, 15 x 15cm cabide de louça branca toalheiro interfolhas chuveiro elétrico ventiladores de teto impermeabilizante estrutural impermeabilização com hidroasfalto Ref. ----Tinte unite WH ----------MZ270 ------------Ravena L 37 17 Ravena --M713 17 TQ 25 17 Targa 1154C39 Targa 1680 C 4607C 030 A 480 17 A 180 17 A 680 17 AH 20000 Bello Banho C-42 Vedacit Isol 2 FAB. --Gerdau Cecrisa Cecrisa Korodur Quartzolit --Gravia Papaiz Papaiz Suvinil Suvinil Suvinil Suvinil Tigre Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Deca Jofel Lorenzetti Britânia Vedacit Vedacit

4.2. MATERIAIS – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Local de aplicação Aterramento Aterramento Distribuição Aterramento Geral Distribuição Tomada Quadro Proteção Descrição do material Ref Haste de aterramento 5/8‖ de 3m de comprimento --Cordoalha de cobre Nu --Caixa de passagem (80x80x80) cm com tampão em ferro fundido --T-33 Solda exotérmica 90 g --Fita isolante --Cabo flexível --Tomada (2P+T) 15 A/250V --Quadro de Comando --Disjuntor (Especificação – Projeto) --Fabr. Paraklin Pirelli Romaioli Maxweld Pirelli Pirelli Pial Legrand Cemar Siemens

- 77 -

Convênios: Normas e Instruções Edição - 2012
Caixa de inspeção (30x30x30) cm com tampão de ferro fundido --T16 Condulete de liga alumínio silício formato múltiplo --Conector de pressão para cabo --Abraçadeira galvanizada tipo copo com parafuso --Curva horizontal externa 90 graus - lisa e perfurada --Curva vertical externa 45 graus - lisa e perfurada --Eletrocalha lisa com tampa dimensões em planta --Eletroduto de PVC rígido --Tê vertical de descida --Vergalhão roscado de 1/4" x 3 m --Placa de liga alumínio silício (4x2)" --Haste de cobre tipo cooperweld de 5/8"x 3,0 m ---

Aterramento Distribuição Quadro Distribuição Distribuição Distribuição Distribuição Distribuição Distribuição Distribuição Distribuição Aterramento

Romaioli Daisa Intelli Alcoa Cemar Cemar Cemar Tigre Cemar Cemar Wetzel Intelli

5.

ENTREGA DA OBRA A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação, com todas as instalações e equipamentos em perfeitas condições de funcionamento e devidamente testados. Uma vistoria final da obra deverá ser feita pela CONTRATADA, antes da comunicação oficial do término da mesma, acompanhada pela FISCALIZAÇÃO. Será, então, firmado o Termo de Entrega Provisória, de acordo com o Art. 73, inciso I, alínea a, da Lei Nº 8.666, de 21 Jun 93 (atualizada pela Lei Nº 8.883, de 08 Jun 94), onde deverão constar todas as pendências e/ou problemas verificados na vistoria. 6. PRESCRIÇÕES DIVERSAS Todas as imperfeições decorrentes da obra - por exemplo: áreas cimentadas, asfalto, áreas verdes, redes de energia, redes hidráulicas - deverão ser corrigidas pela CONTRATADA, sem qualquer acréscimo a ser pago pela CONTRATANTE. Este documento é apenas um modelo para apresentação de Projetos Básicos ao PCN. Seu conteúdo não deve ser utilizado para fins de consulta técnica e sua utilização parcial ou total está proibida.

Local, 01/10/2012.

Roberval Lima Santos
Roberval Lima Santos – Engº Civil CREA 987.654 D/RJ Responsável técnico pelo Projeto

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Programa Calha Norte — Ministério da Defesa

4.

Cronograma Físico-Financeiro

Prefeitura Municipal do Nome do Município
CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO
Dias 30 10.000,00 100,00% 25.000,00 50,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 35.000,00 7.000,00 42.000,00 14,89% 42.000,00 14,89% 60 0,00% 25.000,00 50,00% 10.000,00 50,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 5.000,00 20,00% 0,00% 0,00% 40.000,00 8.000,00 48.000,00 17,02% 90.000,00 17,02% 90 0,00% 0,00% 10.000,00 50,00% 20.000,00 50,00% 0,00% 5.000,00 20,00% 0,00% 5.000,00 20,00% 0,00% 0,00% 40.000,00 8.000,00 48.000,00 17,02% 120 0,00% 0,00% 0,00% 20.000,00 50,00% 15.000,00 75,00% 15.000,00 60,00% 10.000,00 40,00% 5.000,00 20,00% 0,00% 0,00% 65.000,00 13.000,00 78.000,00 27,66% 150 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 5.000,00 25,00% 5.000,00 20,00% 10.000,00 40,00% 10.000,00 40,00% 5.000,00 33,33% 0,00% 35.000,00 7.000,00 42.000,00 14,89% 180 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 5.000,00 20,00% 0,00% 10.000,00 66,67% 5.000,00 100,00% 20.000,00 4.000,00 24.000,00 8,51%

Item 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Descrição Serviços Preliminares Infraestrutura Fundações Estrutura Cobertura Paredes e Painéis Revestimentos e Pisos Instalações Aparelhos, Louças e Metais Limpeza

Valor 10.000,00 100% 50.000,00 100% 20.000,00 100% 40.000,00 100% 20.000,00 100% 25.000,00 100% 25.000,00 100% 25.000,00 100% 15.000,00 100% 5.000,00 100% 235.000,00 47.000,00 282.000,00 100% 282.000,00 100%

Desembolso Mensal (sem BDI) BDI (20%) Desembolso Mensal (com BDI) Total Mensal (%) Total Acumulado Total Acumulado (%)

138.000,0 258.000,0 216.000,00 282.000,00 0 0 48,94% 76,60% 91,49% 100,00%

Local, 01/10/2012

Roberval Lima Santos
Roberval Lima Santos – Engº Civil CREA 987.654 D/RJ Responsável Técnico pelo Projeto

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85 10.386.232.50 14.00 207.79 1.80 - .00 5.28 15 15.223.968.00 1.66 DIVERSAS SERVIÇOS DIVERSOS 408.02 1.581.68 1.SEM BDI BONIFICAÇÃO E DESPESAS INDIRETAS (R$) .2012 5.300.000. MAT 14.789. O BDI ou LDI não deve ser embutido nos preços unitários. Colocar o BDI em separado no fim da planilha. com 00015095-001 borda polida e inscrição nas duas faces TOTAL DO ITEM 15 — TOTAL PARCIAL BDI (15%) TOTAL COM BDI um 34 47. . Atenção ao formatar a planilha para que os números 0 (zero) do código não sejam omitidos.22 63. FOLHA RESUMO NR Referência 1 2 3 — SERT SERP DISCRIMINAÇÃO SERVICOS GERAIS SERVICOS TÉCNICOS SERVIÇOS PRELIMINARES Referência Utilizada: SINAPI/CEF Mês da referência: Abr 2009.43 TOTAL 681.078. Totais dos grandes itens da planilha analítica.520.251.078.904.44 CUSTOS / PREÇOS 681.Convênios: Normas e Instruções Edição .00 Apresentar o código do item da referência utilizado.75 1.84 2.997.65 397.BDI (16%) PREÇO TOTAL DA OBRA (R$) Colunas obrigatórias PLANILHA ANALÍTICA Item 1 1.73 48.92 7.149.1 Elementos Decorativos Placa de identificação de sala em acrílico.232.800.54 1625.619.89 172. 17.198.295.579.50 49.21 5.00 623. 8 x 25 cm.70 TOT 32.720.695.88 COMPLEMENTARES IMPERMEABILIZAÇÕES E PROTEÇÕES 5.84 1650.534.1 Referência SERP Descrição Und Qtd Referência Utilizada: SINAPI/SICRO II Mês da referência: Abr 2009.81 0.104.65 397.1.45 384.386. Custos Totais MO Total Custos Unitários Mat MO Total Mat Serviços Preliminares Placa de identificação de obra pública inclusive pintura e 00015090-001 suporte de madeira Fornecimento e Colocação TOTAL DO ITEM 1 m² 6 34.345.44 108.619.00 87.45 CUSTOS M.00 7.115.47 1.55 CUSTO TOTAL DA OBRA (R$) . Documento obrigatório.59 1. Colocar o total de cada grande item ao FINAL de cada um.O.487.79 1.11 790.419.300.00 1.88 460.00 81.37 24.019.50 542. Orçamento Descritivo Citar as referências utilizadas com data.927.630.15 15 16 17 — IMPE SEDI ELEMENTOS DECORATIVOS E 8.00 294.229.03 1.

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 6.20 120x2 + 20x2 + 20.1 1.1.5x2 = 311. com deslocamento e instalação SERVIÇOS PRELIMINARES Preparo do terreno Desmatamento/destocamento/limpeza. m Estimado em função das características da regi200. Composição de Custo A composição de custos segue metodologia própria e por isso não será indicado modelo para tal.00 m².1 3.1 3 3.050.00 ses 120.2 2. .81 - . fornecimento de gabarito e sua pré-locação.2.20 2.1 m2 20.1. árvores com diâmetro médio de 15 a 30cm Sinalização do canteiro de obras Placa de identificação de obra pública inclusive pintura e suporte de madeira Fornecimento e Colocação CANTEIRO DE OBRAS Construção do canteiro Barracão de obra p/ escritório/depósito piso: pinho de 3a sobre estaqueamento peças de pinho 3a 3x3".1.2 3.00 4 x 5 = 20 4.00 1 ligação para a obra 7.00 2. Será cobrado.m3-chave 100a carga 3kwh.050.1 1.1.2 un 1. a composição de custos apenas para os itens em que o Cód. com aparelho de topografia. Lembramos que sua apresentação é obrigatória para os itens da planilha de orçamento que não foram encontrados nas tabelas da referência utilizada pelo PCN.2.20cv excl forn medidor m² 6. Memória de Cálculo Deverá ser apresentada a memória de cálculo para TODOS os itens constantes da planilha orçamentária. paredes: pinho 3a.1 SERVICOS GERAIS Administração da obra Refeição de funcionários Transporte de funcionários SERVICOS TÉCNICOS Locação Locação de obra. incluindo todo material Sondagens Sondagem expedita/reconhecimento a percussão d=2''. incluindo instalação elétrica (utilização 2x) Instal/ligacao provisoria eletrica baixa tensao p/cant obra obra. Observar as orientações constantes deste manual sobre o assunto. SINAPI ou SICRO II não estiverem preenchidos.1 m 311.20 + 5.5=3. cobertura: cim amianto 6mm.1.00 ão 8 furos de 25 m = 200m dia dia Prazo de execução da obra: 120 dias ou 4 meses Prazo de execução da obra: 120 dias ou 4 me120.00 Área total que envolve a obra 100x30. medição pelo perímetro a construir. A fim de facilitar a conferência e aprovação.00 Padrão PCN: 3 x 2 = 6 m² m² 3.1 4 4. portanto.1 3.1 4.1.2 2 2. deve ser seguida a mesma numeração apresentada na planilha conforme o modelo abaixo: 1 1.

entretanto devem ser enviadas fotos em quantidade suficiente para a identificação perfeita do local.2012 8. 9. Modelo de Carimbo a ser adotado na apresentação de projetos ao Programa Calha Norte.Convênios: Normas e Instruções Edição . panorâmicas e devem contemplar todo o local onde será construído o objeto. Observar as orientações constantes deste manual sobre o assunto. Não há necessidade do envio de fotos aéreas. Dimensões aproximadas: 18cm x 8 cm. Devem ficar visíveis pontos notáveis que identifiquem o local durante a fiscalização. Plantas do Projeto As plantas deverão possuir carimbo padrão conforme o modelo abaixo. Observar as orientações constantes deste manual sobre o assunto. Fotos As fotos devem ser. .82 - . preferencialmente.

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10. Mapa ou Croquis Indicar as Coordenadas: N xxºyy’zz’’ W xxºyy’zz’’ .83 - .

neste Município. ART do Projeto e ART do engenheiro fiscal responsável pela execução dos serviços.2012 11. 12. Local.Convênios: Normas e Instruções Edição .654 D/RJ Responsável técnico pelo Projeto . perante o MINISTÉRIO DA DEFESA — PROGRAMA CALHA NORTE. Observar as orientações constantes deste manual sobre o assunto. A ART segue o padrão do CREA local. 01/10/2012 João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal de Nome do Município Aceito a presente indicação. 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos – Engº Civil CREA 987. obtido junto ao CREA local.84 - . Local. devendo constar assinaturas e a respectiva comprovação de pagamento. Indicação de Engenheiro Prefeitura Municipal do Nome do Município A PREFEITURA MUNICIPAL DE NOME DO MUNICÍPIO. CNPJ Nº 07.654 D/RJ para o acompanhamento e fiscalização da execução da Obra de Construção de uma Escola com 2 Salas de Aula na Comunidade de Cachoeira Pequena. CREA 987.007/0000-07.007. indica o Engenheiro Civil ROBERVAL LIMA SANTOS.

Aquisição de Material Permanente Prefeitura Municipal do Nome do Município Secretaria de Educação Folha de Conferência Convenente: Município de Nome do Município Local de Aplicação: Município de Nome do Município – Objeto: Aquisição de 05 (cinco) Tratores Valor Total: Valor PCN: Valor Contrapartida: R$ 10.500. 01/10/2012 João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal do Nome do Município . Local. de 25/04/2007)   Tenho conhecimento de que a não entrega de qualquer um dos documentos acima listados impossibilita a celebração de convênio com o Ministério da Defesa – Programa Calha Norte.00 Documentos que compõem o Projeto Básico – Conferência   Declaração de Carga Patrimonial  Memorial Descritivo  Especificações Técnicas  Orçamento Detalhado  Pesquisa de Preços de Mercado  Declaração de Conformidade de Preços  Plantas ou Desenhos Esquemáticos  Ilustrações ou Fotos  Indicação de Responsável  Disquete ou CD-ROM      Não se aplica para o objeto pretendido Encaminhado anteriormente (Fax 52.500.85 - .00 R$ 7.2.00 R$ 2.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10.000.

01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987. com chassi monobloco.Retroescavadeira/Pá Carregadeira. Características Gerais . Luzes de trabalho e freio.Trator agrícola Fabricação nacional motor de 4 cilindros. Memorial Descritivo Tendo em vista a grande extensão das estradas do Município (760 km) e as dificuldades para mantê-las em condições de tráfego. Transmissão tipo deslizante com 8 marchas a frente e duas a ré. ao menor custo possível. Garantia mínima de 12 meses. Local. Sabendo-se do elevado custo de operação de grandes máquinas é que estamos propondo adquirir máquinas que atendam as nossas demandas. Setas indicadoras de direção.1. Toldo ROPS de proteção ao operador. Levante hidráulico com levante mínimo de 2. Transmissão com conversor de torque de 04 (quatro) Marchas avante e 4 (quatro) a ré. Assento do operador com cinto de segurança. motor diesel de no mínimo 04 (quatro) cilindros. Direção hidrostática.Potência mínima de 84 cv de potência.2. 1. Tração 4x4.86 - . Fabricação nacional.2012 Prefeitura Municipal do Nome do Município 1.500 kgf. Pesos (contrapesos) frontais e nas rodas traseiras.Convênios: Normas e Instruções Edição . Tomada de força. Características Gerais . Tração 4x4. Altura mínima de descarga da carregadeira de 2.70 metros. Direção hidrostática. Caçamba dianteira e traseira com dentes. Toldo (ROPS) de proteção ao operador. 1. Assento do operador com cinto de segurança.456-67 Responsável pela Aquisição . Garantia mínima de 12 (doze) meses. Potência líquida mínima de 80 hp.654. é que foi vislumbrada a necessidade de aquisição de uma patrulha mecanizada (retroescavadeira/pá carregadeira e um trator agrícola de pneu) uma saída para melhorar este setor tão importante em um Município de economia basicamente agrícola.

equipado com comando de válvula de controle remoto. toldo (ROPS) de proteção ao operador. tração 4x4. 6. com pesos (contrapesos) frontais e nas rodas traseiras. O preço deverá incluir os impostos e frete. luzes de trabalho e freio. tangue de combustível com capacidade mínima de 70 litros. Finalidade A presente especificação técnica visa a estabelecer as condições gerais para a aquisição de 1 (uma) retroescavadeira e 1 (um) trator agrícola para o Município Nome do Município. tração 4x4. potência líquida mínima de 80 hp.80 m³. Deverão ser fornecidos catálogos do(s) fabricante(s) do equipamento cotado onde constem as especificações técnicas do mesmo. pneus traseiros 16x9x28 lonas. O prazo de garantia do equipamento não deve ser inferior a 12 meses.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 2. assento do operador com cinto de segurança. altura mínima de descarga da carregadeira de 2. a tração e opcionais. 0. Especificações .500 kgf. força de desagregação em kgf e a altura de descarga mínima em mm. 3. e deduzidos de todo e qualquer eventual desconto ou vantagem (preço CIF). ESCAVADEIRA: capacidade em m3.20 m³. profundidade máxima de escavação da retro de no mínimo 4.87 - . injeção direta com potência mínima de 84 cv de potência. transmissão com conversor de torque de 04 (quatro) marchas avante e 4 (quatro) a ré. Garantia mínima de 12 (doze) meses.70 metros. direção hidrostática. Objeto O objeto desta especificação é a Aquisição de 1 (uma) Retroescavadeira e de 1 (um) Trator Agrícola para o Município Nome do Município. para entrega no Município. 2. . Fornecimento e Entrega A entrega do equipamento deverá ocorrer no prazo máximo de 30 (trinta) dias após a assinatura do termo contratual.65 mm. levantamento mínimo em kgf. filtro do tipo ar seco. setas indicadoras de direção. motor diesel de no mínimo 04 (quatro) cilindros. pneus (mínimos) dianteiros 10x50x18 de 10 lonas. caçamba traseira de no mínimo. Especificações . com chassi monobloco. Modelo para apresentação de Projeto Básico ao PCN. Condições Gerais As propostas conterão o valor do equipamento com as especificações mínimas descritas no item.Trator Agrícola de Rodas Motor de 4 cilindros. além dos dados clássicos como o nº de cilindros. Especificações Técnicas Aquisição de Patrulha Mecanizada Município de Nome do Município 1. altura de descarga mínima em mm. no local determinado pela Administração Municipal. 4. levante hidráulico com levante mínimo de 2. força de escavação na caçamba em kgf e no braço em kgf e o peso operacional em kg.000 kg. de fabricação nacional. direção hidrostática. tomada de força. especificações mínimas para a carregadeira e para a escavadeira: CARREGADEIRA: capacidade em m3. caçamba dianteira com dentes de no mínimo (coroada) de 0. transmissão tipo deslizante com 8 marchas a frente e duas a ré. Toldo ROPS.Retroescavadeira/Pá Carregadeira Deve ser nova. a potência do motor. O prazo de validade da proposta não deve ser inferior a 60 dias. 5. Nota: As especificações técnicas deverão conter. peso de operacional de no mínimo 5.

01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987. poderá. de 21 de julho de 1993.456-67 Responsável pela Aquisição . Aplica-se à presente Licitação os dispositivos da Lei n° 8. ser suspensa do direito de licitar. independentemente das medidas judiciais cabíveis.2012 O LICITANTE deverá fornecer declaração de ciência e concordância com os termos do Edital.Convênios: Normas e Instruções Edição . A(s) empresa(s) vencedoras terão o prazo máximo de 03 (três) dias para assinarem o contrato. e suas alterações. sob pena da perda do direito objeto desta licitação.88 - . No ato da assinatura do contrato será exigido documentos de identidade dos diretores. pelo prazo de 2(dois) anos. se desistir de fornecer o produto licitado. A empresa vencedora da presente licitação. a critério da Administração.666.654. gerentes ou proprietários das empresas. Local.

transmissão tipo deslizante com 8 marchas a frente e duas a ré. pneus (mínimos) dianteiros 10x50x18 de 10 lonas. levante hidráulico com levante mínimo de 2. peso de operacional de no mínimo 5. tração 4x4. tomada de força.800. equipado com comando de válvula de controle remoto.70 metros. com chassi monobloco. profundidade máxima de escavação da retro de no mínimo 4. Modelo para apresentação de Projeto Básico ao PCN.00 2 E007 SICRO II Nov 2006 AM 1 142.00 Local.456-67 Responsável pela Aquisição Nunca irá incidir BDI sobre o custo de equipamento ou material permanente. fazer uma planilha em separado para os equipamentos. setas indicadoras de direção. 0.654. altura mínima de descarga da carregadeira de 2. com pesos (contrapesos) frontais e nas rodas traseiras. o SICRO II do DNIT. tração 4x4.500 kgf. Toldo ROPS. caçamba dianteira com dentes de no mínimo (coroada) de 0. assento do operador com cinto de segurança.20 m³. pneus traseiros 16x9x28 lonas. Garantia mínima de 12 (doze) meses.994.000 kg. caçamba traseira de no mínimo.00 289.194.00 147.800. 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987. PLANILHA ANALÍTICA Item 1 Referência Descrição Retroescavadeira/Pá Carregadeira Deve ser nova. mesmo se estes forem parte integrante de uma obra. utilizar uma referência válida como. filtro do tipo ar seco. Nestes casos.89 - . toldo (ROPS) de proteção ao operador. transmissão com conversor de torque de 04 (quatro) marchas avante e 4 (quatro) a ré. de fabricação nacional. motor diesel de no mínimo 04 (quatro) cilindros.194. TOTAL (R$) Qtd Unitário Total E011 SICRO II Nov 2006 AM 1 147. direção hidrostática. . potência líquida mínima de 80 hp. tangue de combustível com capacidade mínima de 70 litros. Trator Agrícola de Rodas Motor de 4 cilindros.65 mm.80 m³. direção hidrostática.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 3. luzes de trabalho e freio. por exemplo. Orçamento Descritivo Sempre que possível. injeção direta com potência mínima de 84 cv de potência.00 142.

biroska_do_seu_joao.456-67 Responsável pela Aquisição .2012 4. 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987.net/televisores/item998899/ Local. Pesquisa de Preços de Mercado Pesquisa 1 de 3 Pesquisa realizada no site da Internet da Biroska do Seu João LTDA no seguinte endereço: http://www.90 - .Convênios: Normas e Instruções Edição .654.

lojassilva.com.91 - .654.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa Pesquisa 2 de 3 Pesquisa realizada no site da Internet das Lojas Silva LTDA no seguinte endereço: http://www.br/produto/15489 Local.456-67 Responsável pela Aquisição . 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987.

00 (oitocentos e dez reais) Parcelamento em até 3x sem juros.6cm (LxAxP) Garantia do Fornecedor: 50 meses Valor a vista: R$ 810. Responsável pelas informações na Loja: Aristóteles Gomes – Gerente Telefone para contato: (99) 3699-9999 Lojas dos Eletrodomésticos Rua das Margaridas nº 3589 – Centro – Municípios das Flores CGC 07.Convênios: Normas e Instruções Edição . Centro — Municípios das Flores-TT — Fone (99)1258-8978 Local.456-67 Responsável pela Aquisição .2012 Pesquisa 3 de 3 Pesquisa realizada na Loja dos Eletrodomésticos S.007. encaminho o preço do item abaixo: TV 29" Tela Plana .2x60x50.Semp Toshiba Características -TV em cores 29 polegadas (74cm) (Diagonal Visual 68cm) -Tela Super Plana -VHF/UHF/CATV 181 Canais -Stereo Surround / SAP -VM . Aristóteles Gomes – Gerente de Vendas Loja dos Eletrodomésticos LTDA — Rua das Margaridas nº 3589.Velocity Modulation -Relógio e Timer ON/OFF -Controle Remoto Luminoso -Closed Caption -Potência de saída de áudio: 10W RMS Conexões -3 Entradas áudio e vídeo (Entradas de Vídeo Composto) -1 Entrada Vídeo Componente para DVD -Saída de áudio e vídeo Voltagem: bivolt Dimensões aproximadas: 73.92 - .654. 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987.007/0007-77 Conforme solicitado por essa Prefeitura Municipal.2921HFS .A.

00 40.58.00 600.00 130.89.00 3000.00 5000.00 150. Secretário de Educação deste Município que foi realizada a pesquisa de preços e que os preços praticados estão de acordo com os praticados no mercado local. Lima CNPJ Nº CPF 07.000.00 350.68.456-67 Responsável pela Aquisição .00 50.78. intermédio Roberval Santos. 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987.00 Local.00 80.00 110.11 Loja Loja A Loja B Loja C Loja A Loja B Loja D Loja A Loja B Loja D Loja A Loja C Loja D Loja B Loja C Loja D Qtd 3 3 3 10 10 10 100 100 100 100 100 100 5 5 5 Valor Unitário 125.00 Valor total 375.500.568.125 Ventilador de Teto Marca Vento Forte Ref: 45. DECLARA.00 4000.00 75.00 125.93 - .654.00 5.789.00 8000.00 350.00 140.00 500.00 30.68.123.00 35.00 650.00 625. Declaração de conformidade de Preços Prefeitura Municipal do Nome do Município A PREFEITURA MUNICIPAL por DE NOME de DO MUNICÍPIO .02 Quadro Verde para giz Marca Madebom Ref: 15.00 25.25 Cadeira Escolar Marca Madebom Ref: 15.00 60. Item Bebedouro Industrial Marca Água Pura Ref: 145.00 450.007.00 Menor Preço 335.00 625.789. 987.00 50.00 7500.00 700.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 5.15 Carteira Escolar Marca Madebom Ref: 15.654456-67.007/0000-07.00 2.456.00 335.00 2500.

2012 6.94 - . Plantas ou Desenho Esquemático A convenente deverá apresentar as plantas ou desenhos esquemáticos do item se este for para ser construído ou não houver referência comercial para ele.Convênios: Normas e Instruções Edição . .

456-67 Responsável pela Aquisição . 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987. Prefeitura Municipal do Nome do Município Fotos dos Equipamentos a serem adquiridos Retroescavadeira Carregadeira Local. Ilustrações ou Fotos A convenente deverá apresentar ilustrações ou fotos do material a ser adquirido.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 7.654.95 - .

CPC 987. Local. guarda e manutenção dos equipamentos do convênio nº xxxx.Convênios: Normas e Instruções Edição . 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos CPF 987.456-67. CNPJ Nº 07. para ser o responsável pelo recebimento.007/0000-07. coordenador da Secretaria de transporte. cujo objeto (descrição do objeto) perante o MINISTÉRIO DA DEFESA — PROGRAMA CALHA NORTE. 01/10/2012 João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal de Nome do Município Aceito a presente indicação.456-67 .654.654. indica o Servidor Civil ROBERVAL LIMA SANTOS. Local. Indicação de Responsável Prefeitura Municipal do Nome do Município A PREFEITURA MUNICIPAL DE NOME DO MUNICÍPIO.96 - .2012 8.007.

e que qualquer inexatidão nos itens I a VII acima implicará na rescisão do Convênio que vier a ser celebrado. de inscrição em Restos a Pagar e de despesa total com pessoal. Local. conforme Relatório de Gestão Fiscal. inciso IV.97 - . de 06. ressalvado o imposto previsto no art. Declaro estar ciente de que a presente declaração é prestada nos termos do art.09. inciso III da Constituição Federal. aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta e na Lei Complementar nº. da LRF). alínea ―c‖. JOÃO BRASILEIRO DA SILVA CPF nº 001. e VII – Mantém arquivado à disposição do Ministério da Defesa e outros Órgãos competentes. inciso IV.936. da LRF. Declaração Consolidada de Condições Legais Prefeitura Municipal do Nome do Município DECLARAÇÃO CONSOLIDADA DE CONDICIONANTES LEGAIS Eu. V – As receitas tributárias atendem aos limites percentuais estabelecidos em legislação específica. inclusive por antecipação de receita. (art. inciso III. para fins de auditoria. 25.3. III – Cumpre os limites das dívidas consolidada e mobiliária. e art. com a redação dada pela Emenda Constitucional nº 3. de 27.95. 155 e 156. com Programa calha Norte. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa. 37 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias operações de crédito não excedem o montante das despesas de capital.155 e 156 da Constituição Federal. DECLARO para fins de celebração do convênio nº xxxx/xxxx. 37 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ou encontra-se em fase de adaptação.03. Prefeito Municipal de Nome do Municípío. quando comprovada a ausência do fato gerador consoante os arts. nos termos do inciso III do art. sem prejuízo de outras medidas administrativas e legais cabíveis. 25. § 1º.003-04. IV – Cumpre os limites constitucionais relativos à aplicação de recursos nas áreas de educação e saúde (art. 01/10/2012. e sujeitará o declarante às penalidades previstas no Código Penal Brasileiro. 2º do Decreto nº 83.79. 82. regulamentou e arrecada todos os tributos a que se referem os arts. inciso III e 212 da Constituição Federal e no art. de operações de crédito.002.156. 167 da Constituição Federal.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10. 212 da CF). II – Atende o disposto nos arts. conforme permissivo do art. as provas documentais referentes aos itens I a VII. VI – Possui recursos próprios que serão utilizados como contrapartida. João Brasileiro da Silva . que veda a realização de crédito que excedam o montante das despesas de capital. em percentual estabelecido na legislação pertinente referente aos montantes de desembolso solicitado à União. § 1º. Ministério da Defesa que o Município: I – Instituiu. 167. alínea ―b‖.

para fins de comprovação junto ao Ministério da Defesa Programa Calha Norte.001. necessários à contrapartida da Proposta de Convênio nº xxxxxx/xxxx.4. conforme elementos(s) orçamentários(s) abaixo: Unidade Orçamentária: Unidade de Despesa: Elemento: Rubrica: Local.2012 João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal de Nome do Município 10. inscrita no CNPJ sob o nº 01. e que a mesma deverá ser atendida por meio de recursos financeiros.000.001/0001-01.98 - . 01/10/2012. no valor de R$ 10. Objeto do Convênio.00 (dez mil de reais) [VALOR DA CONTRAPARTIDA].Convênios: Normas e Instruções Edição . Declaração de Disponibilidade de Contrapartida Prefeitura Municipal do Nome do Município DECLARAÇÃO DE DISPONIBILIDADE DE CONTRAPARTIDA Declaro. dispõe de recursos orçamentários. João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal de Nome do Município . no corrente exercício. que a Prefeitura Municipal do Nome do Município.

DADOS CADASTRAIS Órgão / Entidade Proponente CNPJ Fl 01/04 11.99 - .Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10. OUTRO PARTÍCIPE / INTERVENIENTE Nome UNIVERSIDADE ESTADUAL DE (Nome) Endereço (da Universidade) Nome do Responsável (Nome do Reitor) CI / Órgão Expedidor (nº de identidade do Reitor) Endereço (do Reitor) Cargo Função CPF CNPJ 08.555-55 CEP Rua das Prefeituras.333/4444-55 Prefeitura Municipal de (nome do Município) Endereço Avenida dos Estados.5.999-999 Agência (99) 9999-9999 Praça de Pagamento Estadual 999999-99 Nome do Responsável Nome do Banco 9999-9 Nome da Praça CPF João Brasileiro da Silva CI/Órgão Expedidor Cargo Função 000. Plano de Trabalho PLANO DE TRABALHO 1.000-00 Matrícula 999.000.240. nº 5000 – Bairro dos Estados.888-888 Matricula CEP .695/0001-90 CEP Esfera Administrativa 88.555.999 SSP/ZZ Endereço Prefeito Municipal Titular 555. nº 1000 – Bairro dos Municípios Cidade UF CEP DDD/Telefone Esfera Administrativa Nome da Cidade Conta Corrente Banco ZZ 99.222. Cidade – UF 2.

00 30.000.00 40.000. DESCRIÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Fl 02/04 Período de Execução Início Término Construção de uma Escola com 3 (três) salas de aula com aquisição de mobiliário.00 4. banheiros com piso cerâmico e paredes revestidas em azulejo.00 TOTAL GERAL 314.Convênios: Normas e Instruções Edição .00 5.500. Justificativa da Proposição A Comunidade Tal não possui escola de ensino fundamental. piso em cimento liso.2012 PLANO DE TRABALHO 3. as 90 (noventa) crianças residentes no local têm que se deslocar 10 Km. esquadrias metálicas e cobertura em telhas cerâmicas e estrutura em madeira.00 500.00 300.100 - . Por isso.00 50.00 100. 4. bebedouros industriais e quadro negro. mesas.00 3.000. até a Sede do Município. Aquisição de mobiliário constituído de cadeiras e carteiras escolares. METAS Nº Descrição Quantidade Estimativa de Custo Unitário Total 01 02 03 04 05 06 Construção de Escola com 3 (três) salas de aula Cadeira escolar Carteira escolar Mesa Quadro negro Bebedouro Industrial 1 100 100 10 5 5 300. Identificação do Objeto ALR 360 dias ALR Construção de uma Escola com 3 (três) salas de aula na Comunidade Tal. alvenaria em tijolos cerâmicos. Não há transporte regular para o deslocamento e a maioria das crianças realiza o deslocamento a pé.00 1. paredes com pintura PVA.000.000.00 .00 300. para poderem freqüentar as aulas. Construção em concreto armado. Município – UF.000.

00 TOTAL GERAL 314.000.000.00 7ª parcela ——— 8ª parcela ——— 9ª parcela ——— 10ª parcela ——— 11ª parcela ——— 12ª parcela ——— ——— ——— ——— ——— ——— ——— Proponente (Contrapartida) Meta 1ª parcela 2ª parcela 3ª parcela 4ª parcela 5ª parcela 6ª parcela 01 02 a 06 Meta 25.00 4.101 - .000.000.00 25.90.00 4.00 275.00 14.51 40.000.00) Concedente (MD/PCN) Meta 1ª parcela 2ª parcela 3ª parcela 4ª parcela 5ª parcela 6ª parcela 01 02 a 06 Meta 275.00 6.00) Natureza da Despesa Código Especificação Total Concedente Fl 03/04 Proponente 40.000.000.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa PLANO DE TRABALHO 5.000.90.000.00 285.52 Obras e Instalações Material Permanente 300.00 29. CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO (RS 1.000. PLANO DE APLICAÇÃO (R$ 1.00 10.00 7ª parcela ——— 8ª parcela ——— 9ª parcela ——— 10ª parcela ——— 11ª parcela ——— 12ª parcela ——— ——— ——— ——— ——— ——— ——— .000.000.00 10.000.

Convênios: Normas e Instruções Edição - 2012

PLANO DE TRABALHO
7. DECLARAÇÃO Fl 04/04

Na qualidade de representante legal do proponente, declaro, para fins de prova junto ao Ministério da Defesa, para os efeitos e sob as penas da lei, que inexiste qualquer débito em mora ou situação de inadimplência com o Tesouro Nacional ou qualquer órgão ou entidade da Administração Pública Federal, que impeça a transferência de recursos oriundos de dotações consignadas nos orçamentos da União, na forma deste plano de trabalho. Pede deferimento, Cidade – UF, 01/10/2012 Local e Data 8. APROVAÇÃO PELO CONCEDENTE APROVADO. ___________________________ Local e Data ______________________________ Coordenador-Geral do PCN

João Brasileiro da Silva
Proponente

João Brasileiro da Silva - Prefeito

- 102 -

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa

10.6.

Declaração Negativa de Duplicidade do Convênio

Prefeitura Municipal do Nome do Município

Declaração Negativa de Duplicidade do Convênio

Eu, JOÃO BRASILEIRO DA SILVA CPF nº 001.002.003-04, Prefeito Municipal de Nome do Município, declaro para fins de celebração do convênio nº xxxx/xxxx e na qualidade de representante legal do proponente junto ao Ministério da Defesa - Programa Calha Norte, que o presente Plano de Trabalho e demais acessórios foram apresentados para apreciação, SOMENTE, junto a esse Órgão e em nenhum outro ente da Administração Pública, ficando, portanto, sujeito às sanções civis, administrativas e penais cabíveis no caso de comprovada a falsidade ideológica.

Local, 01/10/2012.

João Brasileiro da Silva
João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal de Nome do Município

- 103 -

Convênios: Normas e Instruções Edição - 2012

10.7.

Comprovação de Propriedade do Imóvel (Certi-

dão de Inteiro Teor)

- 104 -

8.105 - . Comprovação de Licenciamento Ambiental .Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10.

alcançando. contendo 32 (trinta e dois) documentos e 257 (duzentos e cinqüenta e sete) folhas.000.000. os objetivos colimados no Plano de Aplicação.000.000. numeradas e rubricadas inclusive a cópia deste relatório.00 TOTAL: R$ 295. contábil e legal. desta forma. Foram integralmente cumpridos o Plano de Trabalho e o Plano de Aplicação Financeira aprovados pela Secretaria de Política.Convênios: Normas e Instruções Edição .789.00 4. destinado a Construção de uma Escola com 5 (cinco) salas de aula. 01/10/2012 João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal do Nome do Município CPF 123. Local. encontrando-se à disposição dos Órgãos de controle interno e externo. de saldo não aplicado: R$ 10. em forma de processo. 2. estando correta em seu aspecto aritmético. A documentação comprobatória da despesa realizada está arquivada no Setor de Contabilidade desta Prefeitura.2012 10.00 (duzentos mil reais). Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa.00 Aplicação no Mercado Financeiro: R$ 5. gue: 3.00 .456. Trata o presente Relatório da Prestação de Contas do recurso de R$ 200. Relatório do Gestor Prefeitura Municipal do Nome do Município RELATÓRIO DO GESTOR PERÍODO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS: 01/02/2007 a 01/06/2007.000.000. recebido do Ministério da Defesa. à conta do Programa Calha Norte. A despesa foi realizada de acordo com a classificação que se se- Obras e Instalações (Ministério da Defesa): R$ 250.106 - .9.00 Devolução ao MD.00 Contrapartida da Prefeitura Municipal: R$ 50.

107 - .10.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10. Guia de Recolhimento da União (GRU) .

108 - .2012 10. Extrato de Aplicação Financeira .Convênios: Normas e Instruções Edição .11.

00 125.00 0.000.00 0.000.000.00 5.00 20.00 5.00 0.000.000.00 Total 25.12.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10.000.000.000.00 75.00 0.00 100.000.00 25.00 0.000. Executor: Relatório de Execução Físico-financeira Convênio: nº 5000 / 2009 Período: 01/02/2009 a 01/04/2009 FÍSICO No período Até o período Prog Exec Prog Exec 1 1 1 1 1 1 1 1 1 — — — 6 1 1 1 1 1 — — — 6 2 3 4 5 6 — — — 6 2 3 4 5 6 — — — 6 Prefeitura Municipal de Nome do Município Meta 01 01 01 01 01 01 — — — Etapa Fase 01 02 03 04 05 06 — — — Descrição Limpeza do Terreno Fundações e Baldrame Estrutura Cobertura Acabamento Limpeza Final da obra — — — Construção de Posto de Saúde Unid — — — — — — — — — — TOTAL FINANCEIRO (R$ 1.00 25.00 20.00 0.000.00 5.000.00 100.00 30.000.00 15.00 — — — 150.000.00 40.00 Concedente 20.109 - .00 20.000.000.00 Realizado até período Executor Outros 5.00 150.00 0.000.000.00 25.000.00 — — — 120.00 25.00 0.00 — — — 30.00 25.000.00 80.00 Realizado no período Executor Outros 5.000.00 — — — 120.000.00 — — — 0.00 — — — 150.00 20.00 0.000.00 Total 25.000.000.00 120.000.000.00) Meta 01 01 01 01 01 01 — — — Etapa Fase 01 02 03 04 05 06 Concedente 20.000.000.000.000.000.000.00 5.00 — — — 0.000.000.00 — — — 30.000.00 25.00 50.00 10.00 0.000.00 20.00 5.00 0.000.000.00 — — — TOTAL Executor Responsável pela Execução Reservado à Unidade Concedente Parecer Técnico Aprovação do Ordenador da Despesa Parecer Financeiro .00 60.00 0.000.00 20.000.000.

000.333.444-99 .000.333.000.00 TOTAL 1.00 990.00 tor com grade.13.Convênios: Normas e Instruções Edição .110 - . caminhão basculante e caminhão tanque de água.222.010.333-44 ________________________ João da Silva Secretário de Infraestrutura Idt 12345-99 SSP/UF CPF 222. VALOR (R$) DESPESA VALOR (R$) Rendimentos oriundos da aplicação dos recursos do PCN no mercado financeiro Aquisição de patrulha mecanizadas constituída de 1 motoniveladora.00 Local.2012 10.DEMONSTRATIVO DA RECEITA E DA DESPESA RECURSOS DO MINISTÉRIO DA DEFESA FL. Execução da Receita e Despesa ESTADO DO NOME DO ESTADO SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA BALANCETE FINANCEIRO . _______________________ Armando Aritimético da Silva Contador CRC UF-123456/O-9 CPF 111.010.00 20. 01/10/2012.000.000.00 TOTAL 1. tra1. Saldo a recolher 10. 01/02 Convênio Nº 500/2009 RECEITA Recebido conforme aviso de crédito do BANCO DO BRASIL S.000.000.A Nº 123456789 de 05/02/2007. rolo compactador.444-55 ________________________ José Maria Governador Idt 54321-99 SSP/UF CPF 555.

tra100.00 2.000. caminhão basculante e caminhão tanque de água.00 TOTAL 101.00 tor com grade.000. rolo compactador.000.00 Local.333-44 ______________________________ João da Silva Secretário de Infraestrutura Idt 12345-99 SSP/UF CPF 222.000.000.444-55 . 01/10/2012.DEMONSTRATIVO DA RECEITA E DA DESPESA CONTRAPARTIDA DO GOVERNO DO ESTADO FL.111 - .000.00 99. Saldo a recolher 1.222. ___________________________ Armando Aritimético da Silva Contador CRC UF-123456/O-9 CPF 111.333.333.444-55 _________________________ José Maria Governador Idt 12345-99 SSP/UF CPF 222. 02/02 Convênio Nº 500/2009 RECEITA Contrapartida do Governo do Estado no custeio da despesa.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa ESTADO DO NOME DO ESTADO SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA BALANCETE FINANCEIRO .00 TOTAL 101. VALOR (R$) DESPESA VALOR (R$) Rendimentos oriundos da aplicação dos recursos da contrapartida no mercado financeiro Aquisição de patrulha mecanizadas constituída de 1 motoniveladora.

00 TOTAL 500.000.14. no Setor de Contabilidade da Prefeitura. Outros Rec 1 1 1 1 1e2 2 Unidade Executora: Convênio: Prefeitura Municipal de Nome do Município Credor Prefeitura Municipal Prefeitura Municipal Prefeitura Municipal Prefeitura Municipal Prefeitura Municipal Prefeitura Municipal 5000/2009 Data 15/02/07 28/02/07 15/03/07 30/03/07 15/04/07 30/04/07 Item 1 2 3 4 5 6 CNPJ 00.444-55 _________________________ José Maria Prefeito Municipal Idt 12345-99 SSP/UF CPF 222. 01/10/2012.000/0000-00 00. Prefeitura 3.000. Relação de Pagamentos Prefeitura Municipal do Nome do Município RECURSOS 1.Convênios: Normas e Instruções Edição . Local. em separado.000.000.000/0000-00 00.00 100.112 - .000.444-55 . a disposição dos órgãos de controle e fiscalização.333-44 __________________________ João da Silva Secretário de Obras Idt 12345-99 SSP/UF CPF 222.000. cujos originais encontram-se arquivados.000.00 100.222. __________________________ Armando Aritimético da Silva Contador CRC UF-123456/O-9 CPF 111.000.000/0000-00 ND 444051 444051 444051 444051 444051 444051 Ch/OB 100500 100501 100502 100503 100504 100505 NF.2012 10.00 100. 125 175 193 214 352 401 Data 10/02/07 10/02/07 10/02/07 10/02/07 10/02/07 10/02/07 Valor 50.000.00 100.333.000/0000-00 00.333.000/0000-00 00.000.00 Declaro que os documentos relacionados são autênticos e legítimos.000. MD 2.000.00 50.000/0000-00 00.000.

15.00 Total R$ 250.00 R$ 500.00 Declaro que os documentos relacionados são autênticos e legítimos. Marca Y 15/06/07 Cadeira. em separado.00 R$ 1.000.00 R$ 50. Relação de Bens Prefeitura Municipal do Nome do Município RELAÇÃO DE BENS (Adquiridos. Nº OS 12345 OS 54321 OS 54322 OS 54323 Convênio: 5000/2009 Qtde.00 R$ 150. Marca W 15/06/07 Mesa.00 15/05/07 Posto médico com 150 m² 15/06/07 Maca hospitalar. cujos originais encontram-se arquivados.333-44 ___________________________ João da Silva Secretário de Obras Idt 12345-99 SSP/UF CPF 222. Marca Y TOTAL R$ 253.000. Modelo X. Local.444-55 ______________________ José Maria Prefeito Municipal Idt 12345-99 SSP/UF CPF 222.333.00 R$ 1.333.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10. Tipo X. 01/10/2012. à disposição dos órgãos de controle e fiscalização. Modelo Z. 1 10 5 20 Data Especificação Valor Unitário R$ 250.222.00 R$ 100. no Setor de Contabilidade da Prefeitura. Produzidos ou Construídos com Recursos da União) Unidade Executora Prefeitura Municipal de Nome do Município Doc.500.000.444-55 . ____________________________ Armando Aritimético da Silva Contador CRC UF-123456/O-9 CPF 111.000.113 - .

cabe apresentar o Relatório de Cumprimento do Objeto do Convênio acima referenciado. foi obtida a receita de R$ 40.00 (quarenta mil reais).16.00 R$ 30.  Aquisição de Equipamentos para mobiliar o Posto de Saúde.000.00 Local.000.00 R$ 340.000. em conformidade com as cláusulas do instrumento assinado e envolveu gastos no total de R$ 310.000.114 - .00 R$ 50.00 ( trezentos mil reais).000.Convênios: Normas e Instruções Edição .00 . que envolveu recursos no valor de R$ 250.00 R$ 280.000.00 R$ 310.00 (trezentos e dez mil reais).2012 10. que foi parcialmente utilizada no objeto do convênio.000.00 (duzentos e cinqüenta mil reais) e contrapartida na importância de R$ 50.000. O desenvolvimento da execução do Convênio obedeceu aos critérios determinados no Plano de Trabalho aprovado.000. Em decorrência da aplicação no mercado financeiro dos recursos recebidos. A execução ocorreu dentro do prazo fixado.000. 01/10/2012 João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal do Nome do Município CPF 123.456.789.00 R$ 30.000. Relatório de Cumprimento do Objeto Prefeitura Municipal do Nome do Município RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DO OBJETO CONVÊNIO Nº 5000/2007 OBJETO: Construção e Equipamento do Posto de Saúde da Comunidade Nome da Comunidade Senhor Gerente do Programa Calha Norte Em cumprimento à legislação pertinente às transferências voluntárias de recursos através de Convênio. dividindo-se nas seguintes etapas:  Construção do Posto de saúde.00 (cinqüenta mil reais). conforme a seguir descrito:  Recursos MD/PCN:  Recursos Contrapartida:  Recursos Aplicação Financeira: Total Recebido  Construção do Posto de saúde:  Aquisição de Equipamentos: Total Empregado Saldo R$ 250.000.000. perfazendo o total de R$ 300.00 R$ 40. consubstanciados no respectivo Termo de Convênio assinado.

prevista no contrato supra mencionado. celebrado entre a Prefeitura do Nome do Município e o Ministério da Defesa/Programa Calha Norte.456-67 João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Prefeito Municipal do Nome do Município CPF 123. bem como por estarem em conformidade com os termos e condições pactuadas.17. objeto do Convênio nº 1000/2007.654.789.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10. as obras/serviços executados pela firma acima referida. DECLARO que foi aceita. em caráter definitivo. 01/10/2012 Roberval Lima Santos Roberval Lima Santos – Engº Civil Fiscal da Obra CREA 123456 D-UF CPF 987. Local.456. por se encontrarem de acordo com os padrões técnicos exigidos e especificações constantes do Plano de Trabalho integrante do citado Convênio.00 . Termo de Recebimento Definitivo de Obra Prefeitura Municipal do Nome do Município TERMO DE RECEBIMENTO DEFINITIVO DE OBRA CONVÊNIO Nº 1000/2007 OBJETO: Construção de Escola com 10 salas de Aula CONTRATADA: Construímos Tudo Construtora LTDA Tendo em vista a conclusão da Obra de construção da Escola com 10 Salas de Aula no Município de Nome do Município.115 - .

Local. Por ser expressão da verdade. 01/10/2012 João Brasileiro da Silva João Brasileiro da Silva Governador Estadual (nome do Estado) Prefeito Municipal de (Nome do Município) . objetos do Convênio nº ________. 01 batedor de careais. entre (este Governo Estadual / esta (Prefeitura Municipal) e o Programa Calha Norte. Exemplo: 01 trator agrícola de pneus juntamente com 01 carreta agrícola. 01 tanque para resfriamento de leite de 1000 Lt.116 - . declara que os Maquinários e Equipamentos Agrícolas (descrever os matérias que serão adquiridos).18.Convênios: Normas e Instruções Edição .CNPJ _______________________________. (Governador do Estado / Prefeito Municipal). serão tombados na carga patrimonial (deste Governo Estadual / desta (Prefeitura Municipal). dato e assino a presente declaração. 01 grade aradora e 01 grade niveladora. 01 máquina de beneficiamento de arroz com motor elétrico monofásico. Declaração de Carga Patrimonial Governo do Estado (nome do Estado) / Prefeitura Municipal (nome do Município) Declaração de Carga Patrimonial A _________________________de por intermédio de ___________________________.CPF nº nº __________________. ____________________________. na Secretária (nome da Secretaria ).2012 10.

117 - . bairro Solavanco. Declaração de Fornecimento de Energia Elétrica Prefeitura Municipal do Nome do Município DECLARAÇÃO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA Declaro. tanto na distribuição primária.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10. para fins de comprovação junto ao Ministério da Defesa. situado na Rua da Esperança. Local. quanto na secundária. Município de Nome do Município. que o local destinado à execução do objeto do convênio nº xxx/PCN/2009 (Construção do Centro de Convivência do Idoso). dispõe de rede de energia elétrica em perfeito funcionamento e com capacidade para atender à demanda do empreendimento.19. 01/10/2012 . nº 23. sob as penalidades da Lei.

ambos em perfeito funcionamento e com capacidade para atender à demanda do empreendimento. Município de Nome do Município. dispõe de rede de abastecimento de água e de rede de esgoto. Local. que o local destinado à execução do objeto do convênio nº xxx/PCN/2009 (Construção do Centro de Convivência do Idoso). 01/10/2012 . para fins de comprovação junto ao Ministério da Defesa.118 - . bairro Solavanco.2012 10.20 Declaração de Viabilidade Hidrossanitária Prefeitura Municipal do Nome do Município DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE HIDROSSANITÁRIA Declaro. nº 23. sob as penalidades da Lei. situado na Rua da Esperança.Convênios: Normas e Instruções Edição .

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa 10.cário) trato bancário) _____/_____/_____ Nº da Nota Fiscal: ______/_____/_____ Valor R$: Data: ______/_____/_______ ______/_____/_______ ______/_____/_______ ______/_____/_______ ______/_____/_______ ______/_____/_______ Encaminhar cópia da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.E e jornal de grande circulação Data: (Encaminhar cópia da publicação) _____/_____/______ Ordem de Serviço Data: (Encaminhar cópia) _____/_____/____ Valor Homologado: R$_______________ Empresa Vencedora: _____________________ _____________________ _____________________ Termo Aditivo Data: quando houver (Encaminhar cópia) ______/______/____ 1. Observações: I. Acompanhamento Técnico Encaminhar Boletim de Medição elaborado. atualizado e assinado pelo Engenheiro fiscal dos serviços.Depósito da Contrapartida (Encaminhar cópia das sos repassados pelo e aplicação Data: (encami.21 Relatório Técnico-Financeiro – Acompanhamento e Fiscalização Convênio nº ____/_____/____ Objeto: __________________________________________________________________ Modalidade Empregada: ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ Vigência do Contrato Ínicio___/___/____ Fim___/____/_____ Publicação do Edital no D. acompanhado de foto. Licitação 2. Execução Financeira Aplicação dos recur.O. II.nhar cópia do extrato bancaminhar cópia do ex. Atentar para a emissão da Nota Fiscal dentro da vigência do contrato firmado com o fornecedor vencedor da licitação.O.Notas). Relatório Fotográfico que ateste a execução dos serviços medidos. . Contrato 3. Fazer constar no corpo da Nota Fiscal o nº do convênio e o carimbo e assinatura do servidor responsável pelo ateste da execução dos serviços/materiais. (*) se tratando de equipamentos comprovar a entrega do bem. bem como dentro da vigência do convênio e data de emissão dentro da validade da Nota Fiscal.119 - .U e D. de execução e fiscalização. Pagamentos 5. 4. concedente Data: (en.

11.17. 11. Decreto nº 93.693 – 2000.21. 11.22. Decreto nº 3. 11. 11.2. Portaria nº 60/SEORI-MD. Lei nº 4.170 – 2007. 11.1. Lei nº 10. 11. 11.9.ed. Lei de Licitações nº 8. Portaria Interministerial nº 507–2011. 11.666 – 1993. Decreto nº 3.14. 11. . 11.12.3.443 – 1992. Decreto-Lei nº 200 – 1967. 11.10. 11. Lei nº 8. Decreto-Lei nº 147 – 1967. Instrução Normativa/ STN nº 1–1997. Lei nº 9755 – 1998.15.120 - .5. 11. 11. Decreto nº 3. Portaria nº 3485/DEADI-SEORI-MD. 11. Decreto nº 6.19.16. 11.872 – 1986. Secretaria Federal de Controle Interno: Relatórios e Notas Técnicas.6. 11.555 – 2000. de 6 de janeiro de 2012. 11.20.320 – 1996.8.784 –2001. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 11. Tribunal de Contas da União: Convênios e Outros Repasses 2. Constituição Federal Brasileira – 1988.931 – 2001.2012 11. 10 de novembro de 2011.Convênios: Normas e Instruções Edição .11.13.7. 11. Decreto n° 3. Lei Complementar n° 101 – 2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal).4.–2008.128 – 2000.

121 - .Programa Calha Norte — Ministério da Defesa ANEXOS .

Bairro Aleixo Manaus/AM CEP:69060-001 Escritório: (92) 3194-1363 3194/1358/1341/1351 ou 3194-1358/1341 PARÁ Endereço: Avenida Júlio César.André Araújo.Bairro São Lázaro Macapá /AP CEP:68908-610 Escritório: (96) 3251-7879 ou 3251-8091/8090 AMAZONAS Endereço: AV.Convênios: Normas e Instruções Edição .901.2012 ANEXO I — Endereços Estaduais do Programa Terra Legal ACRE Endereço: Estrada Santa Inês. 6500 Aeroporto .122 - . 135 Bairro São Francisco Rio Branco/AC CEP: 69909-011 Escritório: (68) 3224-2849 ou 3214-3067/3095 AMAPÁ Endereço: Rua Adilson José Pinto Pereira nº 1409.7060-Bairro Val de Cans Belém /PA CEP:66617-420 Escritório: (91) 3366-2372 Ramal Direto:76372 RONDÔNIA Endereço: Avenida Lauro Sodre.Bairro São Francisco Boa Vista/ RR CEP:69305-93 Escritório: (95) 3623-2106 . Porto Velho /RO CEP:76803-260 Escritório: (69) 3217-6202 RORAIMA Endereço: Rua Chico Lira.315.

para fixação ou adesivação nas placas. a.Programa Calha Norte — Ministério da Defesa ANEXO II — Placas de Obra As placas deverão ser confeccionadas de acordo com cores. 1. Cor das fontes: Verde – escala Pantone 357 U. Fundo: Cor amarela – escala Pantone 108 U. As placas serão afixadas.123 - . incluindo metade da borda de separação dos quadrantes). em material resistente às intempéries. proporções e demais orientações contidas nos manuais da Presidência da República sobre o assunto. Elas deverão ser confeccionadas em chapas planas. Dá-se preferência ao material plástico pela sua durabilidade e qualidade. para melhor entendimento. preferencialmente no acesso principal do empreendimento ou voltadas para a via que favoreça a melhor visualização. Quando isso não for possível. Largura: Deve ser igual a 150 cm (metade da largura da Placa. metálicas. Margens: Devem ser iguais a 10 cm. as informações deverão ser pintadas com pintura a óleo ou esmalte. Recomenda-se que as placas sejam mantidas em bom estado de conservação. Padrão Geral das Placas A Placa medirá 300 cm x 200 cm e. inclusive quanto à integridade do padrão das cores. medidas. será dividida em 3 partes. galvanizadas ou de madeira compensada impermeabilizada. em local visível. As informações deverão estar em material plástico (poliestireno). durante todo o período de execução das obras. Fonte: Humanist 777 XBlk BT/caixa alta ou Frutiger 87 Extra Black Condensed. . Quadrante Superior Esquerdo Altura: Deve ser igual a 160 cm. conforme a figura abaixo: Onde: A: Quadrante Superior Esquerdo B: Quadrante Superior Direito C: Quadrante Inferior Todas as medidas em centímetros.

Fundo: Cor verde – escala Pantone 354 U. Largura: Deve ser igual a 300 cm. Cor: Amarela – escala Pantone 108 U (título) ou Branca (informação). Marcas do Governo Federal As marcas a serem utilizadas nas placas obedecerão ao prescrito nos manuais da Presidência da República sobre o assunto. Quadrante Superior Direito Altura: Deve ser igual a 160 cm.2012 b.Convênios: Normas e Instruções Edição . d. Margens: Devem ser iguais a 8 cm. Quadrante Inferior Altura: Deve ser igual a 40 cm. c.124 - . Este espaço é destinado para as logomarcas das instituições e órgãos de governos. Fonte: Humanist 777 XBlk BT/caixa alta ou Frutiger 87 Extra Black Condensed. Fundo: Cor branca. Tarjas de Separação Cor: Verde – escala Pantone 357 U. Devem ser observadas as restrições previstas em período eleitoral. incluindo metade da borda de separação dos quadrantes). Margens: Devem ser iguais a 10 cm. Espessura: Deve ser igual a 5 cm. Período Normal Período Eleitoral . 2. Largura: Deve ser igual a 150 cm (metade da largura da Placa.

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa Ministério da Defesa Programa Calha Norte 3.125 - . Exemplos  Placa em período não eleitoral .

2012  Placa em período eleitoral .Convênios: Normas e Instruções Edição .126 - .

Programa Calha Norte — Ministério da Defesa ANEXO III — Modelo de Identificação Visual para Equipamentos e Viaturas A identificação visual dos equipamentos e viaturas adquiridos mediante convênio com o Ministério da Defesa/Programa Calha Norte dar-se-á por meio de adesivos colados nas laterais dos mesmos. conforme o padrão e dimensões demonstrados abaixo: .127 - .