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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
(POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012)

Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 2 de 21

Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário, Tratamento e Disposição Final Externa

1 OBJETIVO Identificar os resíduos químicos perigosos não reaproveitáveis (ativos e passivos ambientais) destinados ao transporte rodoviário, tratamento externo e disposição final adequada por meio do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras”, da “Identificação das Embalagens” e do “Documento Fiscal dos Resíduos”, de forma a atender às exigências do Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos, estabelecido pelo DECRETO Nº 96.044, de 18 de maio de 1988 do Ministério dos Transportes e complementado pela RESOLUÇÃO ANTT Nº 420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as instruções complementares ao regulamento, e pela RESOLUÇÃO ANTT Nº 3.665, de 04 de maio de 2011 que atualiza o Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos.

2 RESULTADOS ESPERADOS Observância à legislação e normas regulamentadoras sobre o assunto. Rastreabilidade sobre a origem da geração dos resíduos. Conhecimento atualizado sobre a natureza, periculosidade e quantidade de resíduos gerados. Melhorias na etiquetagem, segregação e armazenamento provisório dos resíduos químicos. Eliminação do embarque de resíduos não perigosos e de resíduos reaproveitáveis. Redução de riscos e aumento da segurança química institucional e de terceiros. Redução de custos com o transporte e tratamento externo de resíduos. Melhor condição de atendimento a eventuais emergências ambientais no transporte. Melhoria contínua no exercício da responsabilidade social e ambiental da instituição.

3 APLICAÇÃO E RESPONSABILIDADES O presente procedimento deve ser aplicado a todas as Unidades da Instituição que possuam fontes geradoras de resíduos químicos perigosos não reaproveitáveis. Os procedimentos de elaboração do Inventário e de Etiquetagem das embalagens internas ou singelas são de responsabilidade do Gerador do resíduo químico. O Gerente de Resíduos da Unidade Geradora é responsável por repassar as instruções e auxiliar o Gerador na correta identificação do resíduo químico, além de receber e conferir o Inventário recebido. A etiquetagem e rotulagem das embalagens externas são de responsabilidade da Empresa de Transporte dos resíduos perigosos, mas deve ser acompanhada e supervisionada pelo Gerente de Resíduos. A elaboração do Documento Fiscal dos Resíduos é de responsabilidade do Responsável Técnico do Departamento de Gestão Ambiental (DGA/PRA/UFMG). O Responsável Técnico elaborará o documento fiscal a partir do Inventário enviado pelos Gerentes de Resíduos de cada Unidade.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA)

substâncias auto-reagentes e explosivos sólidos insensibilizados.Gases não inflamáveis. tais como ponteiras.Substâncias sujeitas à combustão espontânea. fitas adesivas transparentes. termômetros sem mercúrio quebrados. impressoras. etiquetas. em contato com a água.1 . Ativo ambiental: resíduo que está sendo gerado em atividades correntes e seu manejo é determinado por um plano de gerenciamento de resíduos. São elas: Classe 1 – Explosivos Subclasse 1. substâncias sujeitas à combustão espontânea ou que. balanças. Recursos Materiais: computadores. e que estejam contaminados com substâncias químicas perigosas.Líquidos Inflamáveis Classe 4 . Subclasse 2. Subclasse 4.Gases tóxicos Classe 3 . Subclasse 1. com risco de explosão em massa. papéis.1 – Substâncias com risco de explosão em massa. embalagens singelas.1 . emitem gases inflamáveis UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . mas em risco de explosão em massa. Subclasse 1.5 – Substâncias muito insensíveis.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 3 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.3 . Subclasse 1.Sólidos inflamáveis.3 .2 . cartuchos de tinta. emitem gases inflamáveis Subclasse 4. mas sem risco de explosão em massa.4 – Substâncias que não apresentam risco significativo. não tóxicos. ou ambos.Gases inflamáveis. internas e externas.Substâncias que. Gerentes de Resíduos das Unidades Geradoras e Responsável Técnico do Departamento de Gestão Ambiental (DGA/PRA/UFMG).Sólidos inflamáveis. 5 DEFINIÇÕES Artigo: objetos utilizados na Instituição. Classe e subclasses de risco: classificação estabelecida em 1957 pela Organização das Nações Unidas (ONU) baseada nos tipos de risco dos produtos oferecidos para transporte. Subclasse 1. em contato com a água. Tratamento e Disposição Final Externa 4 RECURSOS NECESSÁRIOS Recursos Humanos: Geradores ou seus representantes. EPIs. Subclasse 4.2 – Substâncias com risco de projeção.3 – Substâncias com risco de fogo e com pequeno risco de explosão ou projeção.6 – Artigos extremamente insensíveis. entre outros.2 . Classe 2 – Gases Subclasse 2. Subclasse 2. sem risco de explosão em massa. Subclasse 1. rótulos de risco.

Embalagens externas: proteções externas de uma embalagem composta ou combinada juntamente com quaisquer materiais absorventes ou de acolchoamento e quaisquer outros componentes necessários para conter e proteger recipientes internos ou embalagens internas.Substâncias Perigosas Diversas Compatibilidade entre produtos: ausência de risco de ocorrer explosão. Embalagem vazia: embalagem que tenha contido substância química perigosa.Substâncias tóxicas. contendo as informações relativas aos resíduos transportados. Embalagens singelas: embalagens constituídas de um único recipiente contentor e não necessitam de uma embalagem externa para serem transportadas.Corrosivo Classe 9 . Subclasse 5. Fonte geradora: processo.Substâncias Tóxicas e Substâncias Infectantes Subclasse 6. Gerente de Resíduos: coordenador(a) da Gerência de Resíduos criada em cada Unidade Geradora ou representante da Unidade Geradora da Instituição para coordenar a temática dos resíduos. grupo de embalagem e quantidade total de cada tipo de resíduo perigoso. FISPQ: Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos fornecida pelo fabricante do produto químico e de uso obrigatório por parte das entidades que trabalham com produtos químicos. Subclasse 6. conforme ABNT NBR 14. nome apropriado para embarque. desprendimento de chamas ou calor. Fiscalização e autuação por parte do Ministério do Trabalho e Emprego.725:2001 e Convenção 170 da OIT. Documento Fiscal dos Resíduos: documento de porte obrigatório no transporte rodoviário de produtos perigosos. classe ou subclasse do produto. ruptura de embalagem. Gerador: responsável pela fonte geradora do resíduo químico perigoso não reaproveitável.Substâncias oxidantes.2 . medição que dá origem ao resíduo químico. ensaio. formação de gases.Materiais Radioativos Classe 8 . UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .2 .Substâncias Oxidantes e Peróxidos Orgânicos Subclasse 5. Embalagens internas: embalagens que exigem uma embalagem externa.1 . devido à alteração das características físicas ou químicas originais de qualquer um dos produtos. compostos ou misturas perigosas. por vazamento. em seu artigo 8º. tais como n° ONU.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 4 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.1 . se postos em contato entre si. procedimento. vapores. Tratamento e Disposição Final Externa Classe 5 . ou outra causa qualquer.Peróxidos orgânicos Classe 6 .Substâncias infectantes Classe 7 .

: 1987 ÁLCOOIS. acumulado e armazenado em tempos passados. dentro ou fora da validade utilizado na instituição para diversos fins.e. ANTT N° 420/04. N.2 da Res. Preparação química: mistura de substâncias .E.: 2757 PESTICIDA À BASE DE CARBAMATOS. mas que são transportados para fins de despejo. solúveis ou não. Número ONU: número formado por quatro algarismos que permite a identificação imediata do produto perigoso. abrangendo um grupo de substâncias ou artigos de uma particular natureza química ou técnica (ex. para o qual não se teve na época solução de tratamento e descarte adequado. corrosividade. Cap. (3) designação específica n.e. misturas ou artigos que contêm ou estão contaminados por um ou mais produtos para os quais não seja prevista utilização direta. mistura ou solução que apresenta riscos múltiplos. TÓXICO). conforme item 2. SÓLIDO. Precedência de riscos: critério usado para determinar a classe de uma substância. soluções. produzida em laboratório.incluindo a água. em operações de limpeza ou em outras atividades da Instituição. Listado na Relação de Produtos Perigosos.2 da Resolução ANTT N° 420/04. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . portanto. ser descartado no ambiente.3. Tratamento e Disposição Final Externa Instituição: Universidade Federal de Minas Gerais. reciclagem ou recuperação. precedido das letras “UN” ou “ONU”. Passivo ambiental: resíduo que foi gerado.3. incineração ou qualquer outro processo de disposição final. Mistura: produto obtido pela adição de duas ou mais substâncias que não reagem entre si. segundo normas e procedimentos vigentes. em função de suas características de inflamabilidade. Marcação: identificação do conteúdo da embalagem com o nome apropriado para embarque e o número ONU correspondente. Resíduo químico perigoso: resíduo que pode apresentar riscos à saúde pública ou ao meio ambiente.3 da Resolução ANTT N° 420/2004.0. Resíduos: substâncias.E). N. Produto químico comercial: produto químico lacrado ou parcialmente utilizado. Resíduo não reaproveitável: resíduo que não apresenta viabilidade técnica ou econômica de uso por meio da reutilização. indicado em letras MAIÚSCULAS e que se apresenta sob várias formas: (1) designação singela para substâncias e artigos bem definidos (ex: 1090 ACETONA).. 3. reatividade ou toxicidade. reativas ou não. Nome apropriado para embarque: nome que caracteriza o produto ou resíduo para transporte. abrangendo um grupo de substâncias ou artigos que se enquadram nos critérios de uma ou mais classes ou subclasses (ex: 1993 RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL.). Cap. Consta na Relação de Produtos Perigosos. devendo. (2) designação geral n.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 5 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.. e (4) designação genérica para grupos bem definidos de substâncias ou artigos (ex.

Faculdade de Farmácia (FF). texto e número da classe de risco do produto perigoso. Faculdade de Odontologia (FO). em sua parte amarela. possuindo na parte superior o símbolo de risco. mas excluindo qualquer solvente que possa ser separado sem afetar a estabilidade da substância ou alterar sua composição. Unidade Geradora. os seguintes campos para preenchimento: Código do Resíduo. Rótulo de risco: losango que apresenta símbolos e expressões referentes à classe de risco do produto perigoso. Tratamento e Disposição Final Externa Rotulagem: identificação do perigo associado ao conteúdo da embalagem por meio da fixação do rótulo de risco principal e.1. os seguintes campos para preenchimento: Código do Resíduo. Substância: elemento químico e seus compostos no estado natural ou obtidos por qualquer processo de produção. N° ONU. Peso. Composição Química do Resíduo. Unidades Geradoras: Centro de Microscopia (CM). Laboratório. se houver. Nome Apropriado para Embarque. 6. Classe de Risco. estado físico e riscos envolvidos. Escola de Educação Física. do rótulo de risco subsidiário na superfície da embalagem. que exprime graficamente o risco e.1 O “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras” possui uma parte amarela que registra os dados básicos dos resíduos gerados e uma parte azul que codifica os dados exigidos pela legislação federal para compor a identificação das embalagens e o documento fiscal dos resíduos.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 6 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário. Gerador Responsável. Segregação na fonte: separação do resíduo no local e momento da geração. Escola de Belas Artes (EBA). Grupo de Embalagem. Escola de Veterinária (EV). Risco Subsidiário. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . Condição do Resíduo. Colégio Técnico (COLTEC).3 O Inventário apresenta. O Inventário apresenta. 6. Departamento de Física (DF/ICEx) e Departamento de Química (DQ/ICEx) do Instituto de Ciências Exatas (ICEx) e Instituto de Geociências (IGC). Material da Embalagem.1. Escola de Engenharia (EE). Departamento.2. Faculdade de Educação (FAE). incluindo qualquer aditivo necessário para garantir a estabilidade do produto e qualquer impureza resultante do processo utilizado. de acordo com as suas características físicas. Capacidade da Embalagem.1 Procedimento para o Inventário de Resíduos 6. Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO). 6. da “Identificação das Embalagens” e do “Documento Fiscal dos Resíduos”. Instituto de Ciências Biológicas (ICB). em sua parte azul. Peso. Estado Físico. 6 PROCEDIMENTOS A identificação dos resíduos será feita por meio do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis”. químicas e biológicas.1. Imprensa Universitária (IU). na parte inferior.

em 201Z.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 7 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário. 6. podem ser listados os principais componentes seguidos pelos componentes secundários. concebido em planilha Excel. 6. plástico flexível (sacos).1.1.1. deverá indicar nos campos: · Código do Resíduo (formato 201Z/XXX00/YYY000) o ano da coleta em quatro dígitos. artigo ou embalagem vazia. Composição Química do Resíduo o nome por extenso e a concentração percentual (%) aproximada de cada componente na mistura. por sua vez. pelo Gerador. em (kg). Capacidade da Embalagem a capacidade da embalagem para conter o resíduo em seu interior e expressar o resultado em termos de volume. indicando suas concentrações originais na mistura. metal ou tecido. a sigla da unidade geradora com o número de ordem do departamento. 6. · · · · · · · 6. Peso o peso da embalagem com o resíduo.4 O Inventário.7 Cada Laboratório deverá manter uma planilha de controle dos números seqüenciais representativos do laboratório e que inclua todos os seus usuários geradores de resíduos. em XXX00.8 O Gerente de Resíduos fará a conferência dos dados do Inventário enviado pelo Gerador e. em sua parte amarela. encontra-se disponível nos endereços eletrônicos da Instituição e das Unidades Geradoras e está ilustrado no APÊNDICE A deste Procedimento. papelão.9 O preenchimento do Inventário.1. departamento. em sua parte azul. 6. preparação química. acompanhados da (SIGLA) entre parêntesis. que. não der retorno ao Gerador. este poderá encaminhar os resíduos devidamente etiquetados ao Entreposto Setorial de Resíduos. atualizado e enviado on line pelo Gerador ao Gerente de Resíduos da sua Unidade Geradora antes do envio de cada batelada de resíduos ao respectivo Entreposto Setorial de Resíduos. em YYY000. Condição do Resíduo se o resíduo é um produto químico comercial. No caso de misturas bem complexas. líquido ou gasoso.10 O preenchimento do Inventário.1. laboratório e gerador responsável pelo resíduo. Laboratório e Gerador Responsável os respectivos nomes por extenso. deverá indicar nos campos: UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . 6. Tratamento e Disposição Final Externa 6. se no prazo de 5 (cinco) dias úteis. poderá ter mais de um Gerador de Resíduo. a sigla do laboratório seguida pelo número seqüencial do resíduo gerado. os quais devem ser repetidos literalmente em cada linha pertencente à respectiva unidade.6 Os códigos dos resíduos colocados a cada tempo no Inventário. deverão obedecer a uma ordem sequencial e cronológica representativa da geração de resíduos do Laboratório. Estado Físico se o resíduo está no estado sólido/pastoso.1.5 O Inventário deverá ser preenchido. plástico rígido. Material da Embalagem se a embalagem é de vidro. obtido em balança apropriada e devidamente aferida e expressar o resultado em termos de massa. em litros (L). Departamento. Unidade Geradora.1.

E.. ARTIGO NÃO LIMPO + nome(s) do(s) artigo(s) e produto(s) perigoso(s) que contaminou(aram) o artigo. TÓXICO. metanol).PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 8 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . Risco Subsidiário o número que acompanha o Nome Apropriado para Embarque na Relação Numérica de Produtos Perigosos ou no Apêndice A da Res... Ex: (1) RESÍDUO DE ACETONITRILA.Se o resíduo for uma preparação química: expressão RESÍDUO DE + NOME do resíduo. SÓLIDO. N° ONU o número que acompanha o Nome Apropriado para Embarque na Relação Numérica de Produtos Perigosos ou no Apêndice A: Relação dos Nomes Apropriados para Embarque Genéricos e Não-Especificados da Resolução ANTT N° 420/04. MISTURA (acetonitrila. Ex: RESÍDUO DE SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE. Este campo deve ser preenchido apenas para os Produtos Químicos Comerciais. prevalece o grupo de número III. Nome Apropriado para Embarque. em letras minúsculas e entre parêntesis. N. SÓLIDO. (especificado no Apêndice A da Resolução ANTT N° 420/04) + qualificativo MISTURA + nome técnico da substância. para um mesmo produto. ARTIGO NÃO LIMPO (ponteira contaminada com brometo de etídio).. Grupo de Embalagem o número que acompanha o Nome Apropriado para Embarque na Relação Numérica de Produtos Perigosos da Resolução ANTT N° 420/04.E. mais de um grupo de embalagem. entre parêntesis e em letras minúsculas. Tratamento e Disposição Final Externa · · · · · · · Código do Resíduo o mesmo código estabelecido pelo Laboratório Gerador na parte amarela do Inventário. NÃO LIMPA seguida do(s) nome(s) do material da embalagem e produto(s) perigoso(s) que contaminou(aram) a embalagem. . EMBALAGEM VAZIA. EMBALAGEM VAZIA. N. MISTURA (acetonitrila).E. Peso o resultado transportado da parte amarela do Inventário resultante da pesagem da embalagem com o resíduo. segundo o roteiro ilustrado no Fluxograma do Processo de Identificação do Nome Apropriado para Embarque (Figura 1): . . LÍQUIDO.Se o resíduo for um artigo contaminado: expressão RESÍDUO DE SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE.Se o resíduo for um produto comercial: expressão RESÍDUO DE + NOME do resíduo. NÃO LIMPA (plástico contaminado com hidroquinona) Classe de Risco o número que acompanha o Nome Apropriado para Embarque na Relação Numérica de Produtos Perigosos ou no Apêndice A da Resolução ANTT N° 420/04. Quando houver. (2) RESÍDUO DE CETONAS.E. N.E. . Ex: RESÍDUO DE SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE. em Kg. em letras maiúsculas. N.. (2) RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL. SÓLIDO. (especificado na Coluna 2 da Relação Numérica de Produtos Perigosos ou no Apêndice A da Resolução ANTT N° 420/04) + ESTADO FÍSICO do resíduo. N. ANTT N° 420/04. Ex: (1) RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL. N... N. entre parêntesis e em letras minúsculas.E.Se o resíduo for uma embalagem vazia contaminada: expressão RESÍDUO DE SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE.E. SÓLIDO. LÍQUIDO.

Tratamento e Disposição Final Externa É Produto Químico Comercial? SIM O produto ou o(s) componente(s) da mistura constam da Relação Numérica de Produtos Perigosos da Res.. ARTIGO NÃO LIMPO ((nome(s) do(s) artigo(s) contaminado(s) com substância(s) perigosa(s)). SÓLIDO. com base nas classes de risco e no grupo de embalagem III. FIM Figura 1 . NÃO É Embalagem Vazia Contaminada? NÃO SIM Nome Apropriado para Embarque: RESÍDUO DE SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE.Fluxograma do Processo de Identificação do Nome Apropriado para Embarque UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . N. SÓLIDO. em letras minúsculas e entre parêntesis. ANTT 420/04 a partir da periculosidade (classe de risco e risco subsidiário) É Artigo Contaminado? SIM Nome Apropriado para Embarque: RESÍDUO DE SUBSTÂNCIA QUE APRESENTA RISCO PARA O MEIO AMBIENTE.. Nome Apropriado para Embarque localizado na Coluna 4 do Apêndice A da Res. ANTT 420/04? SIM NÃO NÃO É Preparação Química? Identificar a periculosidade (classe de risco e risco subsidiário) acessando a FISPQ (Seções 14 e 2) do produto ou componente(s).PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 9 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário. conforme Anexo A deste Procedimento.E.E. Nome Apropriado para Embarque do PRODUTO COMERCIAL localizado na Coluna 2 da Relação Numérica OU Identificar a periculosidade dos COMPONENTES DA PREPARAÇÃO QUIMICA (classe de risco e risco subsidiário) NÃO NÃO O produto ou o(s) componente(s) da mistura apresentam riscos múltiplos? SIM Identificar a ordem de precedência dos riscos múltiplos. N. em letras minúsculas e entre parêntesis. EMBALAGEM VAZIA NÃO LIMPA ((nome(s) do(s) material(is) contaminado(s) com substância(s) perigosa(s)).

nº ONU. Estas etiquetas poderão ser modificadas em suas dimensões e tamanhos de fonte para se adaptarem aos diferentes tamanhos das embalagens de resíduos. sigla e logotipo da instituição e da unidade geradora.2.4 A etiqueta especial das embalagens internas não convencionais apresenta os seguintes campos para preenchimento: logotipo da instituição. 6.2. D e E deste Procedimento. C. classe de risco. se os riscos estiverem representados por um rótulo de risco principal. 6. nº ONU. rótulo de risco principal e peso das embalagens com os resíduos. rótulos de risco principal e subsidiário e peso da embalagem com o resíduo. 6. a periculosidade e a quantidade dos resíduos a serem transportados. nome apropriado para embarque.2. sigla e logotipo da instituição e da unidade geradora.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 10 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário. nome apropriado para embarque. rótulos de risco principal e subsidiário e peso da embalagem com o resíduo.8 A etiquetagem das embalagens interna e singela deverá ser realizada pelo Gerador e conferida pelo Gerente de Resíduos da Unidade Geradora. Tratamento e Disposição Final Externa 6. a natureza. as quais informam sobre o código.1 A “Identificação das Embalagens” é procedimento exigido pelo Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos e deverá ser feita por meio da fixação de etiquetas-padrão nas embalagens singela.2 As embalagens internas não convencionais que tiverem forma tão irregular ou dimensões tão pequenas que as etiquetas-padrão não puderem ser satisfatoriamente fixadas deverão portar etiqueta especial contendo informações mínimas necessárias para a devida identificação do resíduo. classe de risco.7 As etiquetas-padrão e a etiqueta especial encontram-se disponíveis nos endereços eletrônicos da Instituição e das Unidades Geradoras e estão ilustradas nos APÊNDICES B. risco subsidiário (se houver). Além disso.6 As embalagens contendo diversos tipos resíduos são dispensadas do uso de rótulos de risco subsidiário. 6.5 A etiqueta-padrão das embalagens externas apresenta os seguintes campos para preenchimento: nome.2 Procedimento para Identificação das Embalagens 6. 6. código do resíduo. a origem. Os rótulos de risco estão apresentados no ANEXO B deste Procedimento. 6.3 As etiquetas-padrão das embalagens singelas e internas apresentam os seguintes campos para preenchimento: nome. 6.2.2. a identificação das embalagens compreende também a rotulagem adicional das embalagens externas por meio da fixação de rótulo(s) de risco em dimensões próprias ao lado da etiqueta-padrão fixada em local visível nestas embalagens externas. O resgate dos demais dados poderá ser feito a partir do código do resíduo que é a chave para busca de informações globais sobre o resíduo constante no “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras”. código do resíduo. enquanto a etiquetagem e rotulagem das embalagens UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .2.2.2. interna e externa. código do resíduo. nome do departamento e nome e sigla do laboratório gerador.

6.3. 6. 6.2. 6.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 11 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.2.9 Os dados para preenchimento das etiquetas deverão ser retirados diretamente da parte azul do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras”.2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . 6.5 Os Gerentes de Resíduos das Unidades Geradoras deverão encaminhar os respectivos Inventários para o Responsável Técnico do Departamento de Gestão Ambiental até 10 (dez) dias úteis antes da data de coleta institucional dos resíduos químicos perigosos visando o seu transporte rodoviário e tratamento externo.1 O “Documento Fiscal dos Resíduos” faz parte da documentação exigida pelo Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos e deve conter informações que identifiquem a origem. 6.3 Procedimento para Elaboração do Documento Fiscal 6.11 As etiquetas deverão ser aplicadas em local visível nas embalagens e antes do envase dos resíduos.2. periculosidade e quantidade total de cada tipo de resíduo transportado. 6.13 As etiquetas deverão ser recobertas com fita adesiva transparente para evitar a descoloração da tinta de impressão por ação da luz solar ou artificial e a deterioração da etiqueta em função de possíveis vazamentos ou derramamentos acidentais de resíduos.3 A elaboração do “Documento Fiscal dos Resíduos” é de responsabilidade do Responsável Técnico do Departamento de Gestão Ambiental (DGA/PRA/UFMG).10 As etiquetas poderão ser preenchidas por meio eletrônico ou de forma manual com caneta e letra legível.3. 6. Tratamento e Disposição Final Externa externas serão da competência da Empresa responsável pelo transporte externo dos resíduos.12 As etiquetas deverão ser fixadas nas embalagens com cola plástica e aplicadas sobre uma superfície limpa de modo a se obter uma melhor aderência da etiqueta.3. natureza.3.2. devendo ser elaborado a partir dos dados constantes na parte azul do Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis daquela Unidade. a qual será devidamente acompanhada pelo Responsável Técnico do Departamento de Gestão Ambiental (DGA/PRA/UFMG). 6.2 O “Documento Fiscal dos Resíduos” da Instituição é formado pelo “Documento Fiscal Setorial dos Resíduos” e pelo “Documento Fiscal Institucional dos Resíduos”.4 O “Documento Fiscal Setorial dos Resíduos” é exclusivo para cada Unidade Geradora e deverá apresentar o somatório de cada tipo de resíduo gerado nesta Unidade. 6.3.

6. 6. grupo de embalagem e quantidade total de cada tipo de resíduo perigoso. o número de ordem da coleta de resíduos naquele ano. data de emissão. Tratamento e Disposição Final Externa 6. em 0. apresenta os seguintes campos para preenchimento: código do tipo de resíduo. nome apropriado para embarque. 6. deverá indicar nos campos: · Código Tipo Resíduo (formato 201Z/0/XXX000) o ano da coleta em quatro dígitos.3. Grupo de Embalagem o mesmo número estabelecido na parte azul do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras” para cada tipo de resíduo. n° ONU.8 O “Documento Fiscal dos Resíduos”. partes setorial e institucional. em XXX000. N° ONU o mesmo número estabelecido na parte azul do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras” para cada tipo de resíduo. Classe de Risco o mesmo número estabelecido na parte azul do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras” para cada tipo de resíduo. sigla da(s) unidade(s) geradora(s) e a numeração automática das páginas. encontra-se disponível nos endereços eletrônicos da Instituição e das Unidades Geradoras e está ilustrado no APÊNDICE F deste Procedimento. em 201Z. a sigla da unidade geradora com o número de ordem do tipo de resíduo. em suas partes setorial e institucional. partes setorial e institucional. risco subsidiário.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 12 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.7 O “Documento Fiscal dos Resíduos”.3. classe de risco. Nome Apropriado para Embarque o mesmo nome estabelecido na parte azul do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras” para cada tipo de resíduo. Peso o somatório dos pesos de cada tipo de resíduo listado na parte azul do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras”. Risco Subsidiário o mesmo número estabelecido na parte azul do “Inventário de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis das Unidades Geradoras” para cada tipo de resíduo.6 O “Documento Fiscal Institucional dos Resíduos” deverá apresentar o somatório dos tipos de resíduos gerados em todas as Unidades Geradoras que enviaram o Inventário de Resíduos e será elaborado a partir dos Documentos Fiscais Setoriais. Além desses.3.9 O preenchimento do corpo do Documento Fiscal. · · · · · · UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .3. compõe o cabeçalho do documento os seguintes campos: número do documento. referência (ex: Coleta Abril 2012).

Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos. Produtos Químicos . NBR 14725-4:2009. _____.htm>. _____. Tratamento e Disposição Final Externa REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT NBR 14725-1:2009. Atualiza o Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. BRASIL.044.Informações sobre segurança. saúde e meio ambiente Parte 1: Terminologia. Disponível em: <http://www. 364 p. Transporte terrestre de produtos perigosos . 2011. NBR 12235:1992. NBR 14725-2:2009. movimentação e armazenamento de produtos.Incompatibilidade química. Débora Vallory. MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES. _____. Resolução ANTT Nº 3.br/legislacao/Perigosos/Nacional/Dec96044-88. _____. Acesso em:dez. NBR 7501:2011. Armazenamento de resíduos sólidos perigosos – Procedimento. Aprova o Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. Identificação para o transporte terrestre. _____. Resolução ANTT Nº 420. Decreto Nº 96. 2006.antt. de 18 de maio de 1988. Produtos Químicos . UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) . saúde e meio ambiente Ficha com dados de segurança de resíduos químicos (FDSR) e rotulagem. Transporte terrestre de resíduos. NBR 7500:2011. 2011. Produtos Químicos Informações sobre segurança. _____. Resíduos sólidos . NBR 14725-3:2009. Acesso em: dez.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 13 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.Classificação.pdf>. saúde e meio ambiente Parte 2: Sistema de classificação de perigo. _____. Produtos Químicos . FIGUERÊDO. NBR 10004:2004. Disponível em: <http://www. saúde e meio ambiente Parte 3: Rotulagem. NBR 16725:2011.antt. de 12 de fevereiro de 2004. NBR 13221:2010. Belo Horizonte: CRQ-MG.665. _____. de 4 de maio de 2011. AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES – ANTT. _____. Resíduo químico – Informações sobre segurança.gov.Informações sobre segurança.br/resolucoes/00500/resolucao420_2004. manuseio. Manual para gerenciamento de resíduos perigosos de instituições de ensino e de pesquisa.Informações sobre segurança. _____. NBR 14619:2009.gov. saúde e meio ambiente Parte 4: Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ). _____. Transporte terrestre de produtos perigosos – Terminologia. _____.

Tratamento e Disposição Final Externa APÊNDICE A – INVENTÁRIO DE RESÍDUOS QUÍMICOS PERIGOSOS REAPROVEITÁVEIS DAS UNIDADES GERADORAS A1 – PARTE AMARELA NÃO A2 – PARTE AZUL UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 14 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.

E. Tratamento e Disposição Final Externa APÊNDICE B – MODELO DE ETIQUETA PARA EMBALAGEM INTERNA OU SINGELA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG Instituto de Ciências Biológicas . MISTURA (etanol 70%) 4. N..PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 15 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.ICB Departamento de Patologia Geral Laboratório de Apoptose .APO RESÍDUO PERIGOSO PARA INCINERAÇÃO / ATERRO INDUSTRIAL CLASSE I Código Resíduo 2012/ICB09/APO001 Peso (Resíduo+Embalagem) Marcação do Resíduo Classe de Risco 3 Líquido Inflamável Risco Subsidiário Não tem ONU 1993 RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL.0 kg UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .

.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 16 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário. MISTURA. Tratamento e Disposição Final Externa APÊNDICE C – MODELO DE ETIQUETA PARA EMBALAGEM INTERNA OU SINGELA CONTENDO VÁRIOS TIPOS DE RESÍDUOS COMPATÍVEIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG Instituto de Ciências Biológicas .E.8 kg UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .GCM RESÍDUO PERIGOSO PARA INCINERAÇÃO / ATERRO INDUSTRIAL CLASSE I Código Resíduo 2012/ICB01/GCM001 Peso (Resíduo+Embalagem) Marcação do Resíduo Classe de Risco 3 Líquido Inflamável Risco Subsidiário Não tem ONU 1987 RESÍDUO DE ÁLCOOIS. LÍQUIDO (butanol. etanol. isopropanol) 4. N.ICB Departamento de Biologia Geral Laboratório de Genética Celular e Molecular .

Tratamento e Disposição Final Externa APÊNDICE D – MODELO DE ETIQUETA ESPECIAL PARA EMBALAGEM INTERNA NÃO CONVENCIONAL (PEQUENAS DIMENSÕES OU FORMATOS IRREGULARES) Código Resíduo 2012/ICB01/BMM002 Rótulo de Risco Principal Rótulo de Risco Subsidiário Peso (kg) 0.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 17 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.30 kg UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .

N. N.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 18 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.0 kg 10. N. MISTURA (etanol.0 kg 20...E. N.0 kg 20. xilol) ONU 1993 RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL.0 kg 10.E. Tratamento e Disposição Final Externa APÊNDICE E – MODELO DE ETIQUETA PARA EMBALAGEM EXTERNA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – UFMG Instituto de Ciências Biológicas .ICB RESÍDUO PERIGOSO PARA INCINERAÇÃO / ATERRO INDUSTRIAL CLASSE I Classe de Risco 3 Líquido Inflamável Peso (Kg) 5..E.. N. MISTURA (etanol 70%) ONU 1993 RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL.. MISTURA (butanol) ONU 1993 RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL.E.E.0 kg Código Resíduo 2012/ICB09/APO001 2012/ICB07/BER001 2012/ICB02/LGB001 2012/ICB01/GCM003 2012/ICB02/IQP002 Marcação do Resíduo ONU 1993 RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL. MISTURA (etanol) ONU 1993 RESÍDUO LÍQUIDO INFLAMÁVEL. MISTURA (acetonitrila) UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .

Tratamento e Disposição Final Externa APÊNDICE F – DOCUMENTO FISCAL DOS RESÍDUOS APÊNDICE F1 – MODELO DE DOCUMENTO FISCAL SETORIAL APÊNDICE F2 – MODELO DE DOCUMENTO FISCAL INSTITUCIONAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 19 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.

2 6. Substâncias auto-reagentes e explosivos insensibilizados da Subclasse 4. Subst. Substâncias da Subclasse 6. Material da Classe 7. Gases da Classe 2 3. Substâncias e artigos da Classe 1 2.3.0. do Grupo de Embalagem I. da Subclasse 6. toxicidade à inalação 8.3) Precedência Primária: 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .2 9. Substâncias da Subclasse 5. Tratamento e Disposição Final Externa ANEXO A – ORDENS DE PRECEDÊNCIA PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA DE RESÍDUOS COM RISCOS MÚLTIPLOS (Resolução ANTT N° 420/2004.2 7.1. Explosivos líquidos insensibilizados da Classe 3 4.1 5. item 2.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 20 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário. Substâncias pirofóricas da Subclasse 4.

gov.PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP UFMG/PRA/DGA-PGRQ/ID 01/2012) Data emissão: 07/05/12 Nº revisão: Data: Página 21 de 21 Identificação de Resíduos Químicos Perigosos Não Reaproveitáveis para Fins de Transporte Rodoviário.br/pp/guias_emergencia. Tratamento e Disposição Final Externa ANEXO B – MODELOS DE RÓTULOS DE RISCO PARA TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS (http://ipr.dnit.php) UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG) / PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO (PRA) / DEPARTAMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL (DGA) .