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(Cód. Cat.

1746-NT4, Série B)

Módulo de Entrada Termopar/mV do SLC 500TM

Manual do Usuário

Em vista da variedade de aplicações deste equipamento, e considerando sua distinta diferença com relação aos equipamentos eletromecânicos, deverá ser verificada a aplicabilidade para cada caso em específico. As instruções, gráficos e exemplos de configuração que aparecem neste manual têm por finalidade auxiliar no entendimento do texto. Devido às muitas variáveis e exigências associadas com qualquer instalação em particular, a Rockwell Automation não assumirá responsabilidade pelo uso real baseado em ilustrações de aplicações. É proibida a reprodução, parcial ou total, deste manual sem a permissão por escrito da Rockwell Automation. CLP® - é marca registrada da Rockwell Automation do Brasil Ltda.

Prefácio
Leia este prefácio para familiarizar-se com o manual. O prefácio apresenta os seguintes tópicos: • • • • • quem deve usar esse manual objetivo manual termos e abreviações convenções adotadas nesse manual suporte Rockwell Automation

Quem deve usar esse manual

Esse manual deve ser utilizado pelo responsável pelo projeto, pela instalação, programação ou localização de falhas do sistema de controle que usa os controladores lógico programáveis da Rockwell Automation. É necessário que se tenha um conhecimento básico dos produtos SLC 500. Deve-se entender sobre controle eletrônico do processo e ser capaz de interpretar as instruções de lógica ladder necessárias para gerar os sinais eletrônicos que controlam sua aplicação. Se não houver esse conhecimento, entre em contato com a Rockwell Automation para obter informações sobre treinamento, antes de usar o produto.

Objetivo do Manual

Esse manual explica como proceder com a instalação do módulo de entrada Termopar/mV 1746-NT4. Contém informações sobre instalação, fiação e utilização do módulo. Apresenta também informações de localização e remoção de falhas.

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Prefácio

Conteúdo do Manual
Capítulo Título Prefácio Objetivo Descreve o objetivo do manual, o background, assim como o público alvo. Apresenta informações sobre os serviços de suporte Rockwell Automation e uma lista de publicações relacionadas. Fornece uma visão geral do sistema e do hardware. Explica e ilustra a teoria do módulo de entrada termopar. Serve como um Guia Rápido de Iniciação. Apresenta informações sobre fiação e instalação. Apresenta as informações de background que você precisa para entender como endereçar e configurar o módulo para uma operação eficiente, assim como fazer alterações quando o módulo estiver em operação. Examina a palavra de configuração do canal e a palavra de status do canal, bit por bit e explica como o módulo utiliza os dados de configuração e gera status durante a operação. Apresenta um exemplo da lógica ladder necessária para definir o canal para a operação. Inclui também exemplos representativos para os requisitos exclusivos de programação, tal como PID. Explica como interpretar e corrigir problemas que podem ocorrer no módulo termopar. Examina as aplicações básica e suplementar e apresenta exemplos da programação ladder necessária para obter o resultado desejado. Apresenta especificações técnicas detalhadas. Apresenta uma folha de dados para ajudálo a configurar o módulo. Apresenta informações sobre certos termopares e o(s) ambiente(s) no(s) qual(is) têm o melhor desempenho. Descreve os tipos de junções de termopar. Lista termos chaves e abreviações.

1

Características Gerais

2 3 4

Guia Rápido para Usuários Experientes Instalação e Fiação Considerações Preliminares de Operação

5

Configuração do Canal, Dados e Status

6

Exemplos de Programação Ladder

7

Localização e Remoção de Falhas do Módulo Exemplos de Aplicação

8

Apêndice A Apêndice B Apêndice C

Especificações Folha de Dados para a Configuração do NT4 Restrições do Termopar

Apêndice D

Tipos de Termopar Glossário

Referência Bibliográfica A tabela a seguir contém uma lista de publicações com informações importantes sobre os controladores SLC Allen-Bradley. Para obter uma cópia de uma dessas publicações, contate a Rockwell Automation ou seu distribuidor.

Prefácio

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Para Uma visão geral dos produtos da família SLC 500. Uma descrição sobre como instalar e usar o controlador SLC 500 Modular. Uma descrição sobre como instalar e usar o controlador SLC 500 Fixo. Um manual de procedimentos para os técnicos que utilizam o RSLogix para desenvolver as aplicações de controle. Um manual de referência que contém o status do arquivo de dados, instrução de configuração e informações sobre localização de falhas do RSLogix. Usuários inexperientes, uma introdução ao RSLogix, contendo conceitos básicos e exercícios simples, que permitem ao leitor começar a programar no menor tempo possível. Usuários de HHT para desenvolver aplicações de controle, um manual de procedimentos e referências. Iniciantes em HHT, uma publicação contendo conceitos básicos, porém com ênfase em exercícios simples que permitem ao leitor começar a programar no menor tempo possível. Um manual de referência que contém dados do arquivo de status e informações sobre o conjunto de instruções para os controladores SLC 500 e MicroLogix 1000. Informações detalhadas sobre aterramento e instalação dos controladores Allen-Bradley. Uma descrição de como instalar um sistema de CLP-5. Uma descrição das principais diferenças entre os controladores programáveis de estado sólido e os dispositivos eletromecânicos de instalação.

Consulte Família de Controladores Programáveis SLC 500 Manual de Instalação e Operação do SLC 500 Installation & Operation Manual for Fixed Hardware Style Programmable Controllers Manual Eletrônico do Software RSLogix 500 (disponível somente com o produto) Manual Eletrônico do Software RSLogix 500 (disponível somente com o produto) Manual Eletrônico do Software RSLogix 500 (disponível somente com o produto) Allen-Bradley Hand-Held Terminal User Manual Getting Started Guide for HHT

Publicação 1747-2.30PT 1747-6.2PT 1747-6.21 ______ ______

______

1747-NP002 1747-NM009

SLC 500/MicroLogix 1000 Instruction Set Reference Manual

1747-6.15

Allen-Bradley Programmable Controller Grounding and Wiring Guidelines PLC-5 Family Programmable Controllers Hardware Installation Manual Application Considerations for Solid-State Controls

1770-4.1 1785-6.6.1 SGI-1.1

Um artigo sobre tipos e tamanhos de fios para aterramento de equipamentos elétricos.

National Electrical Code

Uma listagem completa e atual da documentação da Rockwell Allen-Bradley Publication Index Automation, incluindo instruções de pedido. Indica também se essa documentação está disponível em CD-ROM ou em outras línguas. Um glossário de termos e abreviações utilizados em Allen-Bradley Industrial Automation Glossary automação industrial.

Publicado pela National Fire Protection Association of Boston, MA SD499

AG-7.1

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Prefácio

Convenções Adotadas nesse Manual

As seguintes convenções serão utilizadas ao longo desse manual: • Marcadores como esse trazem informações e não etapas de procedimento. • Os numeradores fornecem etapas seqüenciais ou informações hierárquicas. • O texto escrito com essa fonte indica as palavras ou frases que você deve digitar. • Palavras chaves aparecem em letras maiúsculas, em negrito dentro de colchetes (por exemplo, [ENTER]).

Suporte Rockwell Automation

Suporte local de produtos Contate o representante local da Rockwell Automation para: • • • • vendas e suporte treinamento suporte em garantia contrato de serviço de suporte

Assistência Técnica dos Produtos Se você precisar contatar a Rockwell Automation para assistência técnica, por favor, primeiro leia o capítulo sobre Localização de Falhas. Depois contate um representante da Rockwell Automation.

Dúvidas e Comentários sobre esse Manual Se você encontrar algum problema nesse manual, por favor comunique-nos. Se você tiver alguma sugestão de como o manual pode ser feito para melhor auxiliá-lo, por favor contate-nos no endereço abaixo: Rua Comendador Souza, 194 Água Branca São Paulo - SP CEP: 05037-900

....................................................................................... 3-4 Remoção do Bloco Terminal................................................................................................................................ 3-3 Diretrizes EMC......................................................... Recursos Gerais de Diagnóstico......................... Compatibilidade do Dispositivo Milivolt Linear.. Assistência Técnica dos Produtos........................................................................ 3-1 Localização do Módulo no Chassi..................................................................... Recursos de Hardware...................................... 3-5 Procedimento para Remoção do Módulo.............................................................…………………3-1 Requisitos de Alimentação do NT4............ Objetivo do Manual. Procedimentos.. Operação do Sistema......................................................................................... 1-1 1-2 1-3 1-3 1-4 1-5 1-5 1-7 Guia Rápido para Usuários Experientes Capítulo 2 Ferramentas e Equipamentos Utilizados................................. 3-4 Procedimento para Instalação do Módulo....................Índice Prefácio Quem deve usar esse manual..............................................3-2 Considerações Gerais............................................................................................................................ 3-9 Calibração........................................................ Características Gerais do Sistema.... 3-6 Considerações de Fiação. Dúvidas e Comentários sobre esse Manual............................................................................................................................................................. Conteúdo do Manual. Suporte Local de Produtos ................. 3-8 Compensação de Junta Fria (CJC).................................................. 3-2 Considerações sobre o Chassi de Expansão Fixo...................................................................................... 3-10 ......................................................................................................................................................................................................... P-1 P-1 P-2 P-2 P-4 P-4 P-4 P-4 P-4 Características Gerais Capítulo 1 Descrição............................................. Convenções Adotadas nesse Manual................. 3-3 Instalação e Remoção do Módulo..........................................................……………. 3-5 Fiação do Terminal.................... Compatibilidade Termopar............... 3-2 Considerações sobre o Chassi Modular...................................... 2-1 2-2 Instalação e Fiação Capítulo 3 Prevenção de Descarga Eletrostática................................... Suporte Rockwell Automation.................................................................................................................. 3-7 Fiação dos Dispositivos de Entrada para o NT4...................................... Referência Bibliográfica............................................................. Operação do Módulo............................. 3-3 Diretrizes da União Européia......................…………….........................................

................................................................................ Seleção do Estado de Circuito Aberto (Bits 6 e 7)................. Falha de Configuração (Bit 15).... Escala para PID em Unidades de Engenharia.................................................................. Seleção das Unidades de Temperatura (Bit 8).. Resposta de Saída................................................................ Freqüência do Filtro do Canal (Bits 9 e 10).................................. Falha de Circuito Aberto (Bit 12).......... Freqüência de Corte do Canal...........………....................................................................................................................... Falha de Acima da Faixa (Bit 14).. Dados e Status Capítulo 5 Configuração do Canal.... Contagens Proporcionais em Unidades de Engenharia.. Exemplos de Escala................. Falha de Abaixo da Faixa (Bit 13).................... Resolução Efetiva.... Status do Tipo de Formato de Dados (Bits 4 e 5)..............…........................................................................................... Utilizando a Escala para PID e as Contagens Proporcionais.......... Seleção de Freqüência do Filtro do Canal (Bits 9 e 10)................................................................. Bits não Utilizados (Bits 12 a 15)...................................................................... Palavra de Dados do Canal....................................................................................... Unidades de Engenharia em Contagens Proporcionais.... Imagem de Saída ........Palavras de Dados e de Status................ 4-1 4-2 4-2 4-3 4-4 4-4 4-5 4-6 4-7 4-8 4-8 4-9 4-9 4-9 Configuração do Canal....................................................................................................................................................Palavras de Configuração.................................................................................................. Status do Tipo de Circuito Aberto (Bits 6 e 7).......... Resposta à Desabilitação da Ranhura.... Desliga e Reconfiguração.............ii Índice Considerações Preliminares de Operação Capítulo 4 Código de Identificação do Módulo................................................................................. Seleção do Formato de Dados................ Endereçamento do Módulo.................................................................................. Procedimentos para a Configuração do Canal.... Unidades de Engenharia em Escala para PID........ Exemplo de Cálculo para o Tempo de Atualização................................. Status de Tipo de Entrada (Bits 0 a 3)............................................... Verificação de Status do Canal............. Imagem de Entrada ....... Tempo de Atualização................................................. Status do Canal (Bit 11)............. Seleção do Tipo de Entrada.................................. Tempos de Liga...................................................................................... Seleção de Habilitação de Canal (Bit 11). Reposta ao Degrau do Canal....... Resposta de Entrada.... 5-1 5-2 5-4 5-4 5-5 5-6 5-6 5-6 5-6 5-6 5-8 5-9 5-9 5-10 5-10 5-10 5-11 5-13 5-13 5-13 5-13 5-13 5-13 5-14 5-14 5-14 5-14 ........................................................ Seleção de Freqüência do Filtro do Canal..... Status do Tipo de Unidades de Temperatura (Bit 8)..........................................................................

.............................................................................................................. LEDs de Status do Canal (Verdes)................................................. Folha de Dados para Configuração do Canal (Com ajustes estabelecidos para o Canal 0).............. Procedimento............................. Programação Dinâmica.................................................................................. Solicitação de Auto-calibração......... Configuração do Canal....................................... 6-1 6-2 6-3 6-4 6-5 6-6 6-7 Localização e Remoção Capítulo 7 de Falhas do Módulo Operação do Módulo x Operação do Canal..................................................... Configuração Inválida do Canal................................................................................................................................... Tabela de Dados............................................................ Listagem do Programa........ Diagnósticos do Canal....................................................................... LED de Status do Módulo (Verde)...........Identificando os Componentes do Controlador iii Exemplos da Programação Ladder Capítulo 6 Programação Inicial............................................................................................. Monitoração dos Bits de Status do Canal............ Verificação das Alterações da Configuração do Canal................................................................ Detecção de Circuito Aberto................................................. Contatando a Rockwell Automation................ Configuração do Programa e Resumo da Operação................................................................ Ajustes da Configuração (Quatro Canais ºC ↔ ºF)................................. Configuração do Canal.................. Ajuste da Aplicação (Exibir uma Temperatura). Interface do Módulo Termopar com a Instrução PID...... 7-1 Diagnósticos de Energização....... Listagem do Programa...................................................... Fluxograma de Localização de Falhas........................................ Tabela de Dados................................................................................................................................. Configuração do Dispositivo................................................................................................................ Configuração do Dispositivo................................................... Folha de Dados para Configuração do Canal (Com ajustes estabelecidos)................. 7-1 7-2 7-3 7-4 7-4 7-4 7-5 7-5 7-6 7-7 7-7 Exemplos de Aplicação Capítulo 8 Exemplo Básico............................................................................................................................................... LEDs Indicadores........................ 8-1 8-1 8-1 8-2 8-2 8-3 8-3 8-4 8-4 8-4 8-5 8-6 8-7 8-7 8-10 ...................... Peças de Reposição...................................................... Detecção de Fora da Faixa........................................ Exemplo Suplementar........................................................

.................................................................................................. Especificações de Entrada.................................... Especificações Ambientais........................................................................ B-3 Restrições do Termopar Apêndice C Termopar Tipo J............... Termopar Tipo E................. Termopar Tipo T................................... Termopares Tipo S e R... Resolução de Entrada por Tipo de Termopar em Cada Freqüência do Filtro.................................................... A-1 A-1 A-2 A-2 A-4 Folha de Dados para a Configuração do NT4 Apêndice B Procedimentos para a Configuração do Canal......................................................iv Índice Especificações Apêndice A Especificações Elétricas......................................................... Termopar Tipo K........................ Especificações Físicas.............................................. C-1 C-2 C-3 C-4 C-5 Tipos de Termopar Apêndice D .................................................................................................................................................................................................................................. B-1 Folha de Dados para Configuração do Canal..............

Faixas de Temperatura Termopar do Módulo NT4 Tipo J K T B E R S N Compensação de Junta Fria Temperatura em ºC de -210ºC a 760ºC de -270ºC a 1370ºC de -270ºC a 400ºC de 300ºC a 1820ºC de -270ºC a 1000ºC de 0ºC a 1768ºC de 0ºC a 1768ºC de 0ºC a 1300ºC de 0ºC a 85ºC Temperatura em ºF de -346ºF a 1400ºF de -454ºF a 2498ºF de -454ºF a 752ºF de 572ºF a 3308ºF de -454ºF a 1832ºF de 32ºF a 3214ºF de 32ºF a 3214ºF de 32ºF a 2372ºF de 32ºF a 185ºF Faixas de Entrada Milivolt do Módulo NT4 Tipo de Entrada Milivolt ±50 mV ±100 mV Faixa de -50 mV cc a +50 mV cc de -100 mV cc a +100 mV cc Cada canal de entrada é individualmente configurável para um dispositivo de entrada específico e oferece indicação e detecção de circuito aberto. As tabelas a seguir definem os tipos de termopar e as faixas de temperatura associadas. Para determinar a faixa de temperatura que o termopar suporta. Apresenta informações sobre: • os recursos de hardware e software do módulo • uma visão geral da operação do sistema • compatibilidade Descrição O módulo termopar/mV recebe e armazena digitalmente dados analógicos convertidos de termopar e/ou milivolt (mV) na tabela imagem para a recuperação por todos os controladores SLC 500 de estrutura fixa ou modular.Capítulo 1 Características Gerais Esse capítulo descreve o módulo termopar/milivolt e explica como o SLC obtém do módulo as entradas analógicas de termopar ou de dispositivos geradores de milivoltagem. consulte as especificações no apêndice A. . Listam também as faixas de sinal de entrada analógica milivolt que cada canal do 1746-NT4 irá suportar. O módulo suporta conexões de qualquer combinação de até 4 sensores analógicos termopar ou mV. faixa alta e faixa baixa.

Também existem duas compensações de junta fria (CJC). Não existem chaves mini-seletoras. Faz a interface com tipos de termopar J.1-2 Características Gerais Recursos de Hardware O módulo termopar pode ser colocado em qualquer ranhura. tanto no chassi de expansão (1746-A2) de um SLC de estrutura fixa quanto de estrutura modular. K. É um módulo Classe 1• (utiliza 8 palavras de entrada e 8 palavras de saída). E. • Necessita de uma instrução Block Transfer em uma configuração remota. que possibilita a conexão para quatro termopares e/ou dispositivos de entrada analógica. onde os fios termopares se conectam ao terminal de fiação do módulo. A configuração do módulo é feita através do programa do usuário. LEDs de Status do Canal (verde) Etiqueta Lateral Etiqueta da Porta LEDs de Status do Módulo (verde) Bloco Terminal Removível Sensores de Compensação de Junta Fria Furos para Fixação dos Cabos Travas . B e N e suporta sinais diretos de entrada analógica de ±50 mV e ±100 mV. S. isto é. O módulo contém um bloco terminal removível. usadas para compensar as tensões de offset introduzidas no sinal de entrada como resultado da junta fria. exceto na ranhura do controlador (0). T. R. Não existem canais de saída no módulo.

Permite fácil identificação do terminal. É possível configurar cada canal para aceitar uma das duas entradas. 2 e 3 Exibe o status de operação e de falha do módulo Apresenta informações sobre o módulo Apresenta conexão física aos dispositivos de entrada. Características Gerais do Sistema O módulo termopar se comunica com o SLC 500 através de uma interface paralela da placa de fundo do chassi e recebe alimentação de +5V cc e +24V cc da fonte de alimentação do SLC através da placa de fundo. linearizadas e com compensação de junta fria. O 1746-NT4 utiliza as monografias 125 e 161 do National Bureau of Standards (NBS). Prende a fiação do módulo. Controlador SLC Módulos Termopares Cada canal individual no módulo termopar pode receber sinais de entrada dos sensores termopares ou dos dispositivos de entrada analógica mV. É verde. Recursos Gerais de Diagnóstico O módulo termopar/mV possui recursos de diagnóstico que podem ajudá-lo a identificar a causa dos problemas que podem ocorrer durante a energização ou durante a operação normal do canal. Esses diagnósticos de energização e do canal são explicados no capítulo 7. Prende o módulo na ranhura do chassi.Características Gerais 1-3 Recursos de Hardware Hardware Indicadores LED de Status de Canal LED de Status do Módulo Etiqueta Lateral Bloco Terminal Removível Etiqueta da Porta Furos para Fixação dos Cabos Travas Função Exibe o status de falha e de operação dos canais 0. com base em IPTS-68 para a linearização termopar. o módulo converte as tensões de entrada analógica em leituras digitais de temperatura. . Você pode instalar quantos módulos termopares a fonte de alimentação puder suportar. 1. Quando configurado para os tipos de entrada termopar. Não é necessária nenhuma fonte de alimentação externa.

faixa alta e faixa baixa. o LED de status do módulo fica ligado. Depois que os dados de configuração forem escritos para uma ou mais palavras de configuração do canal e os bits de status de habilitar canal forem configurados. o LED de status do módulo permanece desligado. o módulo termopar espera os dados válidos de configuração do canal do programa de lógica ladder do SLC (LEDs de status do canal desligados). aquele valor de dados é testado pelo módulo para verificar se há uma condição de falha. Palavra de Dados do Canal Palavra de Status do Canal Sinais Analógicos mV ou Termopares Módulo de Entrada Termopar Palavra de Configuração do Canal SLC 500 Depois que as verificações de energização forem completadas. . o módulo termopar realiza uma verificação de circuitos internos. Cada vez que o módulo lê um canal. por exemplo. o módulo converte diretamente os valores analógicos em valores digitais. memórias e funções básicas. um bit exclusivo é configurado na palavra de status do canal e o LED de status do canal pisca. Durante esse tempo. circuito aberto. Se não forem encontradas falhas durante os diagnósticos de energização. O SLC lê os dados convertidos em termopar ou mV do módulo no final da varredura do programa ou quando comandado pelo programa ladder. O controlador e o módulo termopar determinam se a transferência de dados da placa de fundo foi feita sem falha e os dados são utilizados no programa ladder. O módulo assume que o sinal de entrada mV já é linear. Operação do Sistema Na energização. Se alguma dessas condições for detectada.1-4 Características Gerais Quando configurado para entradas analógicas em milivolt. os LEDs de status do canal ficam ligados e o módulo converte a entrada termopar ou mV para um valor dentro da faixa selecionada para os canais habilitados.

Se isso não for feito. não afeta a velocidade na qual um sinal de entrada pode mudar e ser detectado pelo conversor. . O multiplexador constitui-se em um meio econômico para um único conversor A/D converter vários sinais analógicos. O circuito multiplexador continuamente tira amostras das compensações de junta fria A e B e compensa as mudanças de temperatura da junta fria (bloco terminal). Se a bainha de proteção do termopar aterrado for feita de um material eletricamente não condutivo. S e B e cabo de extensão. É compatível com todos os padrões NBS MN-125. Compatibilidade Termopar O módulo termopar é totalmente compatível com todos os controladores SLC 500 de estrutura fixa e modular. e com padrão NBS MN-161. sensores termopares tipo J. Isso significa que. Consulte as Considerações sobre Fiação. R. os potenciais de aterramento devem estar na faixa de 2 volts. O multiplexador chaveia seqüencialmente cada canal de entrada para o conversor A/D do módulo. No entanto. no capítulo 3.Características Gerais 1-5 Operação do Módulo O circuito de entrada do módulo termopar consiste de quatro entradas analógicas diferenciais multiplexadas em um único conversor de analógico para digital (A/D). K. a especificação de separação de tensão não tem tanta importância. termopar tipo N e cabo de extensão. consulte o Apêndice C. para obter mais informações sobre o uso do terminal ANALOG COM. aterrados e não aterrados. O conversor A/D lê o sinal de entrada selecionado e o converte para um valor digital. as leituras de temperatura serão imprecisas ou o módulo pode ser danificado. Consulte o apêndice D para obter mais informações sobre os termopares expostos. 14 AWG. T. Deve ser feito um jumper entre esse terminal comum analógico e o terminal (+) ou (-) de qualquer canal ativo que estiver conectado a um termopar aterrado. E. O 1746-NT4 Série B (ou posterior) permite uma diferença/separação máxima de tensão no modo comum canal a canal de 2 volts. Utilize o terminal comum analógico (ANALOG COM) para aplicações que possuem vários termopares aterrados. Para obter mais detalhes. se você estiver usando um NT4 com vários termopares aterrados com bainhas metálicas ou termopares com junta de medição exposta que fazem contato com material eletricamente condutivo. como por exemplo cerâmica. A figura da página seguinte apresenta um diagrama de bloco para o circuito de entrada analógica.

Devido à possibilidade de choque elétrico. o potencial de aterramento entre dois canais quaisquer não pode exceder 2 volts. deve-se tomar cuidado ao fazer a fiação desses tipos de termopar.1-6 Características Gerais Diagrama de Bloco do Circuito de Entrada Bloco Terminal Circuito do Módulo Sensor CJC A Detecção de Circuito Aberto Canal 0 Blindagem Termopar não aterrado Canal 1 Freqüência do Filtro Selecionada pelo Usuário Blindagem Termopar aterrado Canal 2 Blindagem Multiplexador Conversor de Análogico para Digital Filtro Digital Valor Digital Termopar aterrado Canal 3 * Consulte a nota importante abaixo Blindagem Termopar aterrado Jumper fornecido pelo usuário Comum Analógico Sensor CJCB Aterramentodo Chassi (conectado internamente) Importante: Ao utilizar vários termopares aterrados e/ou expostos em contato com material eletricamente condutivo com o 1746-NT4 Série B ou posterior. ATENÇÃO: Existe a possibilidade de os termopares expostos ou aterrados entrarem em curto devido a um potencial maior que o do próprio termopar. Consulte o apêndice D para obter mais detalhes. .

Recomenda-se um divisor de tensão resistivo com resistores de 10k Ω. as aplicações em milivolt freqüentemente utilizam pontes de strain gages. não especificamos a compatibilidade com algum dispositivo em particular. No entanto. 1. Por esse motivo. 2. Vcc + variável fixo Entrada (Canal 0. Para permitir que o NT4 Série B (ou posterior) opere corretamente. 3) fixo fixo Comum Analógico . O diagrama de circuito a seguir apresenta como essa conexão é feita. o terminal analógico comum (ANALOG COM) do módulo precisa ser polarizado para um nível dentro de 2V do sinal de interesse.Características Gerais 1-7 Compatibilidade do Dispositivo Milivolt Linear Um grande número de dispositivos pode ser usado com o módulo 1746-NT4.

esse capítulo não traz explicações detalhadas sobre os procedimentos. Devido ao fato de se destinar a usuários experientes. Se surgir alguma dúvida ou se você desconhecer algum termo ou conceito utilizado. consulte sempre capítulos remissivos e outras publicações recomendadas antes de tentar aplicar as informações. Partimos do pressuposto de que o usuário já tenha um certo conhecimento sobre os produtos SLC 500. É necessário que se entenda sobre o controle de processo eletrônico e seja capaz de interpretar as instruções ladder exigidas para gerar os sinais eletrônicos que controlam a aplicação. Esse capítulo: • indica quais ferramentas e equipamentos são necessários • explica como fazer a instalação e a fiação dos módulos • apresenta como configurar um canal para a entrada termopar • examina o estado dos LEDs no start-up normal • examina a palavra de status do canal Ferramentas e Equipamentos Utilizados Tenha em mãos as seguintes ferramentas e equipamentos: • • • • • chave de fenda média chave Phillips média cabo de extensão adequado para o termopar (se necessário) módulo de entrada termopar/mV (1746-NT4) equipamento de programação .Capítulo 2 Guia Rápido para Usuários Experientes Esse capítulo pode auxiliá-lo a iniciar o uso do módulo termopar/mV NT4. existem outros capítulos nesse manual que trazem maiores informações. No entanto.

No exemplo abaixo.30PT). utilizando os procedimentos descritos no Manual de Instalação e Operação do SLC 500 de estrutura modular (Publicação 1747-6. insira o módulo de entrada termopar no chassi 1746. 3. em seguida.2-2 Guia Rápido Procedimentos 1. Referência Abra a caixa certificando-se de que nela contém: • módulo de entrada termopar (Código de catálogo 1746-NT4) • bloco terminal removível (instalado de fábrica) com sensores de compensação de junta fria • manual do usuário (Publicação 1746-6. consulte a tabela de compatibilidade no capítulo 3. a ranhura selecionada é a 1.6PT) Se o kit estiver incompleto. Referência Cap. Verifique o conteúdo da caixa. • O chassi fixo de duas ranhuras suporta dois módulos termopares. Apêndice B (Especificações) Referência ATENÇÃO: Nunca instale. calcule a carga total da fonte de alimentação. • Para sistemas de estrutura modular. Insira o módulo 1746-NT4 no chassi. 3 (Instalação e a Fiação Verifique os requisitos de alimentação do sistema para saber se o chassi é compatível com o módulo de entrada termopar. comunique a Rockwell Automation. Certifique-se de o chassi suporta o módulo 1746-NT4. 2.2PT) ou Características Gerais da Família de Controladores Programáveis SLC 500 (Publicação 1747-2. Ao combinar um módulo termopar com outro módulo. 3 (Instalação e Fiação) Travas Superior e Inferior do Módulo Guia do Cartão . remova ou conecte um módulo quando houver fornecimento de alimentação para o chassi ou dispositivos instalados ao módulo. Cap. Certifique-se de que a alimentação esteja desligada.

no módulo (consulte a nota 2 à esquerda da figura) NT4. O local preferido é no Canal 0mesmo ponto que a referência de Blindagem Blindagem aterramento do sensor. 4 (Considerações Configure a E/S do sistema para a ranhura na qual está o módulo NT4. Fiação) Certifique-se de que os dois conjuntos de compensação de junta fria estejam conectados corretamente. Importante: Conjunto A de Aterre o fio dreno em apenas uma Compensação Canal 0+ de Junta Fria extremidade.Guia Rápido 2-3 4. Referência Cap. Canal 1+ 1) Para sensores termopares ou mV Canal 1Fio aterrados. Preliminares de Digite o código de identificação do módulo termopar (3510). no sensor. usuário do dispositivo de programação. Referência Cap. Termopar 2) Para termopares não aterrados/isolados. Operação) Nenhuma informação especial de configuração de E/S é necessária. 5. uma vez que o código de identificação do módulo atribui automaticamente o número de O manual do de palavras de entrada e saída solicitadas pelo módulo. 3 (Instalação e Conecte os fios termopares ao canal 0 do bloco terminal do módulo. Configure o sistema. . Conecte os fios termopares.

4 (Considerações Preliminares de Operação) Cap.2 Palavra 2 0:1. Dados e Status) Apêndice B (Folha de Dados para a Configuração do NT4) Freqüência do Filtro Formato de Dados Arquivos de Dados do SLC 500 Habilitar o Canal Não Utilizado Unidades de Temperatura Imagem de Entrada Endereço 0:1.3 Palavra 3 Imagem de Saída (8 palavras) Palavra de Configuração de Canal 0 Palavra de Configuração de Canal 1 Palavra de Configuração de Canal 2 Palavra de Configuração de Canal 3 Configuração de Fábrica • Termopar Tipo J • Unidades de Engenharia x 1 • Palavras de Dados = 0 se o Circuito for Aberto • Graus Celsius • Freqüência do Filtro 10 Hz • Desabilitar Canal Palavras 4-7 (não definidas) 0:1.7 Palavra 7 Nova Configuração Configure esse bit (11) para Habilitar o Canal.0/11 Circuito Aberto Tipo de Entrada . 5 (Configuração do Canal. exceto para a habilitação do canal (bit 11). Referência Determine os parâmetros de operação para o canal 0. Endereço = O:1.0 Palavra 0 0:1.2-4 Guia Rápido 6. Determine os parâmetros de operação. Cap.1 Palavra 1 0:1. Esse exemplo apresenta a palavra de configuração do canal 0 definida com todos os defaults (0). O endereçamento reflete a localização do módulo como ranhura 1.

5 (Configuração do Canal. 8 (Exemplos de Aplicação) Faça a programação necessária para estabelecer a nova configuração de palavra na etapa anterior. O arquivo inteiro N10 deve conter um elemento para cada canal utilizado. precisamos de apenas um. habilitando a instrução COPY que transfere um 1 para o bit 11 da palavra 0 de configuração do canal. Referência Cap. Nesse procedimento. Arquivos de Dados do SLC 500 Imagem de Entrada (8 palavras) Imagem de Saída Endereço Endereço Palavra 0 Palavra 1 Palavra 2 Palavra 3 Palavra de Dados do Canal 0 Palavra de Dados do Canal 1 Palavra de Dados do Canal 2 Palavra de Dados do Canal 3 Palavra de Status do Canal 0 Palavra de Status do Canal 1 Palavra de Status do Canal 2 Palavra 7 Palavra de Status do Canal 3 Dados Variáveis de Entrada do Termopar . 8 (Exemplos de Aplicação) O manual do usuário do dispositivo de programação. 8.0.) 2. Bit de Primeira Varredura Na energização. Entre com os parâmetros de configuração da etapa 6 para o canal 0 no arquivo inteiro N10:0. Escreva o programa ladder. todos os bits de N10:0 serão zero. Escreva o restante do programa de lógica ladder que especifica como os dados de entrada termopar serão processados para a aplicação.Guia Rápido 2-5 7. Isso habilita o canal. Nesse exemplo. o endereçamento reflete a localização do módulo como ranhura 1. Dados e Status) Cap. N10:0. 3. Programe uma instrução na lógica ladder para copiar o conteúdo de N10:0 para a palavra de saída O:1. o bit de primeira varredura (S:1/15) é configurado por uma varredura. 6 (Exemplos de Programação Ladder) Cap. Referência Cap. 6 (Exemplos de Programação Ladder) Cap. 1. exceto para o habilitar canal (N10:0/11). Crie o arquivo inteiro N10. (Para esse exemplo. Programe a configuração.

Verifique se o módulo está operando corretamente. durante a operação normal somente o bit 11 é configurado. Se o LED de status do módulo estiver desligado ou se o LED do canal 0 estiver desligado ou piscando. durante um start-up normal. Referência Cap. Descarregue o programa para o SLC e coloque o controlador no modo RUN (operação). Arquivos de Dados do SLC 500 Cap. consulte o capítulo 7. 8 (Exemplos de Aplicação) Formato de Dados Tipo de Entrada Imagem de Entrada (8 palavras) Imagem de Saída Unidades de Temperatura Falha de Circuito Aberto Falha de Configuração Palavra 0 Palavra 1 Palavra 2 Palavra 3 Palavra de Dados do Canal 0 Palavra de Dados do Canal 1 Palavra de Dados do Canal 2 Palavra de Dados do Canal 3 Palavra de Status do Canal 0 Palavra de Status do Canal 1 Endereço Palavra de Status do Canal 2 Palavra 7 Palavra de Status do Canal 3 Para esse exemplo.2-6 Guia Rápido 9. Isso é útil para localizar falhas quando o LED de canal estiver piscando. 7 (Localização e Remoção de Falhas do Módulo) Aplique alimentação. indicando que ocorreu uma falha. Dados e Status) (Opcional) Monitore o status do canal 0 de entrada para determinar a configuração e o status de operação. 5 (Configuração do Canal. Nesse exemplo. Referência Cap. Tipo de Circuito Aberto Falha de Faixa Baixa Falha de Faixa Alta Freqüência do Filtro Status do Canal . Verifique o procedimento de start-up do sistema. LEDS de Canal LED de Status do Módulo 10. o LED de status do módulo e o LED de status do canal 0 ficam ligados. 7 (Localização e Remoção de Falhas do Módulo) Cap.

Observe as precauções a seguir para proteger-se contra descarga eletrostática. antes de manusear o módulo. adicione os valores apresentados na tabela acima aos requisitos de todos os outros módulos no chassi do SLC para evitar sobrecarga da fonte de alimentação.060 Corrente de 24V cc 0. ATENÇÃO: A descarga eletrostática pode degradar a performance ou danificar o módulo. longe do conector da placa de fundo do chassi. • Toque em um objeto aterrado para evitar uma descarga eletrostática. Não toque nos conectores da placa de fundo. . se você tocar os pinos conectores da placa de fundo do chassi. • Use uma pulseira de aterramento ao manusear o módulo. Requisitos de Alimentação do NT4 O módulo termopar recebe alimentação através da placa de fundo do chassi do SLC 500. A corrente máxima consumida pelo módulo é apresentada na tabela abaixo. Observe as precauções a seguir para evitar a descarga eletrostática. Corrente de 5V cc 0.040 Ao utilizar uma configuração de sistema modular. Ao utilizar um controlador de sistema fixo. a partir da fonte de alimentação do chassi de +5V cc/+24V cc de estrutura fixa ou modular. mantenha o módulo em sua embalagem antiestática.Capítulo 3 Instalação e Fiação Esse capítulo informa como: • • • • • evitar a descarga eletrostática determinar os requisitos de alimentação do chassi do módulo termopar escolher uma localização para o módulo termopar no chassi do SLC instalar o módulo termopar fazer a fiação do bloco terminal do módulo termopar Prevenção contra Descarga Eletrostática A descarga eletrostática pode danificar os dispositivos semicondutores no interior do módulo. consulte a nota importante da página 3-2 sobre a compatibilidade em um chassi de expansão de 2 ranhuras. • Manuseie o módulo pela frente. • Quando não estiver sendo utilizado.

exceto na ranhura mais à esquerda (ranhura 0) no primeiro chassi.090 OX8 0. o Acoplador consumirá alimentação através do módulo.025 0. Essa ranhura é reservada para o controlador ou módulos adaptadores.050 IV8 l 0.270 OV16 l 0.) Ao utilizar a tabela.145 NO4V l 0.115 NIO4V l FIO4I 0.085 IM16 l 0.055 0.145 l 0.055 0.035 IA4 l 0. Considerações sobre o Chassi de Expansão Fixo Importante: O chassi de E/S fixo de duas ranhuras do SLC 500 suporta somente combinações específicas dos módulos.040 BAS 0.085 NI4 l 0. consulte a tabela ao lado para determinar se a combinação é válida.085 ITB16 l 0.360 DCM l 0.280 OB16 l 0.050 IM8 l 0.085 0.150 l FIO4V 0.135 OV8 l 0.195 ∇ NO4I l 0.170 0.030 0.045 IO8 l 0.045 0. .185 OA8 l 0. Ao utilizar o módulo BAS ou o KE para fornecer alimentação ao Acoplador de Rede 1747-AIC.055 0.140 IG16 l 0.055 0.085 ITV16 l 0. (Consulte o Manual do Usuário do Módulo de E/S Analógicas.150 0.085 IN16 l 0.250 OBP16 l 0.106 IV32 l 0. Certifique-se de consultar esses módulos se sua aplicação utilizar o módulo BAS ou KE dessa forma.090 0.452 OV32 l 0. 1746-6.025 IO4 l 0.370 OAP12 l 0.055 0.370 OA16 l 0.300 HS l 0.085 0.125 BASn l 0. Nenhum símbolo indica uma combinação inválida.145 NIO4I l 0.085 IB16 l 0. A maior corrente consumida pelo AIC a 24V cc é calculada e gravada na tabela para os módulos identificados como BASn (BAS ligado em rede) ou KEn (KE ligado em rede).150 0.085 IA16 l 0.050 IB8 l 0.085 IC16 l KE 0.055 0.050 0.060 0.135 OB8 l OBP8 0.452 OB32 0.106 IB32 l 0.050 IA8 l 0.250 OVP16 l 0.180 OG16 l 0.070 IO12 l 0.120 l 0.060 0.050 NR4 l HSTP1 0.150 0. ∇ Um triângulo indica que uma fonte de alimentação externa é necessária.040 NT4 l 0.035 IM4 l 0. Na tabela: l Um ponto indica uma combinação válida.3-2 Instalação e Fiação Localização do Módulo no Chassi Tabela de Compatibilidade do Controlador Fixo NT4 5V cc 24Vcc l 0. Se você está utilizando o módulo termopar no chassi de expansão de 2 ranhuras com outro módulo de E/S ou de comunicação do SLC.085 IV16 l 0.090 OW8 0.040 l KEn 0.150 0.200 - Considerações sobre o Chassi Modular Coloque o módulo termopar em qualquer ranhura do SLC 500 de estrutura modular ou chassi de expansão modular. lembre-se de que existem algumas condições que afetam as características de compatibilidade do módulo BASIC (BAS) e do módulo de DH-485/RS-232C (KE).135 l 0.4PT.045 OW4 l 0.180 OW16 l 0.

Padrão de Imunidade Genérica. documentados em um arquivo de construção técnica: • EN 50081-2 EMC . Considere as condições a seguir ao selecionar uma ranhura para o módulo termopar.Instalação e Fiação 3-3 Considerações Gerais A maioria das aplicações requerem a instalação em um gabinete industrial para reduzir os efeitos de interferência elétrica. O produto foi projetado e testado para atender as diretrizes a seguir. Diretrizes EMC Esse produto é testado para atender à Diretriz do Conselho 89/336/EEC de Compatibilidade Eletromagnética (EMC) e os seguintes padrões. Posicione o módulo: • em uma ranhura longe das fontes de ruído elétrico. Diretrizes da União Européia Se esse produto possuir a marca CE. ele está aprovado para a instalação dentro das regiões da União Européia ou EEA.Meio Ambiente Industrial • EN 50082-2 EMC . tais como os módulos de E/S de 32 pontos Além disso. . tais como chaves de contato seco.Padrão de Emissão Genérica.Meio Ambiente Industrial Esse produto é projetado para uso no meio ambiente industrial. As entradas termopares são altamente suscetíveis a ruídos elétricos devido às pequenas amplitudes do sinal (microvolt/ºC). relés e inversores de motor CA • longe dos módulos que geram significante calor irradiado. passe a fiação de par trançado blindado termopar ou milivolt longe da fiação de E/S de alta tensão. Agrupe os módulos para minimizar os efeitos adversos de ruído elétrico e calor irradiados. no todo ou em parte. Parte 2 . Parte 2 .

cuidado para não danificar os sensores CJC. puxando-o para fora e para baixo ao mesmo tempo. se o bloco terminal for removido.3-4 Instalação e Fiação Instalação e Remoção do Módulo Ao instalar o módulo analógico em um chassi. remova ou conecte um módulo quando houver fornecimento de alimentação para o chassi ou para os dispositivos conectados ao módulo. utilize a etiqueta localizada na lateral do bloco terminal para identificar o lugar do módulo e o tipo. 2. Segure-o nas partes superior e inferior. Solte os dois parafusos que prendem o bloco terminal. Para remover o bloco terminal: 1. Ao remover ou instalar o bloco terminal. Entretanto. Sensores CJC Parafusos de liberação do Bloco Terminal . não é necessário remover o bloco terminal do módulo. Remoção do Bloco Terminal ATENÇÃO: Nunca instale.

Alinhe a placa de circuito do módulo termopar com o trilho localizado nas partes superior e inferior do chassi. código de catálogo 1746-N2. Pressione firmemente o módulo para encaixá-lo no conector da placa de fundo. 2. 3. Tampe todas as ranhuras não utilizadas com a placa cega. Nunca force o módulo contra a ranhura. código de catálogo 1746-N2. .Instalação e Fiação 3-5 Procedimento para Instalação do Módulo 1. Encaixe o módulo até que as travas estejam fixadas. 2. Pressione as travas superior e inferior do módulo e retire-o do chassi. Travas Superior e Inferior do Módulo Guia do Cartão Procedimento para Remoção do Módulo 1. Tampe todas as ranhuras não utilizadas com a placa cega.

desconecte a alimentação do SLC 500. Cat. . remover ou fazer a fiação do bloco terminal. A pinagem do terminal é apresentada abaixo. ATENÇÃO: Antes de tentar instalar. Utilize um dos outros terminais de blindagem. Para evitar que o bloco terminal quebre.3-6 Instalação e Fiação Fiação do Terminal O módulo termopar possui um bloco terminal removível verde de 18 posições. 1746-RT32) Parafuso de Liberação Conjunto CJC Canal 0+ Canal 0Blindagem Canal 1+ Blindagem Canal 1Blindagem Canal 2+ Blindagem Canal 2Blindagem Canal 3+ Conjunto CJC Canal 3Comum Analógico [consulte a nota (1)] Parafuso de Liberação (1) Trocar um módulo termopar Série A por um Série B requer que o terminal inferior da direita (que era blindagem nos módulos Série A) não seja mais conectado ao aterramento do chassi. se era anteriormente. Bloco Terminal para Reposição Cód. alterne a remoção dos parafusos de liberação do bloco terminal.

não utilize o terminal ANALOG COM. . OBS. O Série A pode ser utilizado com um único termopar aterrado e/ou exposto em contato com material eletricamente condutivo ou com vários termopares aterrados com a bainha de proteção feita de um material eletricamente não condutivo. Consulte o apêndice D para obter mais detalhes. Utilize as seguintes instruções para planejar a fiação do sistema para os módulos analógicos: • Para limitar ruído. especificado pelo fabricante para o tipo de termopar que você está utilizando. .: O módulo 1746-NT4 Série A não possui um terminal ANALOG COM e não pode ser utilizado com vários termopares aterrados e/ou expostos em contato com material eletricamente condutivo. que não estão em contato com um material eletricamente condutivo.Ao utilizar uma mistura de termopares exposto. faça o jumper do terminal ANALOG COM a qualquer canal exposto ativo (+) ou (-).Instalação e Fiação 3-7 Considerações de Fiação ATENÇÃO: Existe a possibilidade de os termopares expostos ou aterrados entrarem em curto devido a um potencial maior que o do próprio termopar. mantenha os fios de sinal termopar e milivolt o mais afastado possível das linhas de alimentação e carga. • Considerações especiais para a utilização do terminal comum analógico (ANALOG COM) com base no tipo de termopar: (Consulte o apêndice D para verificar as definições dos tipos de termopar. . Devido à possibilidade de choque elétrico. deve-se tomar cuidado ao fazer a fiação desses tipos de termopar. faça o jumper do terminal ANALOG COM a qualquer canal exposto ativo (+) ou (-).Ao utilizar o termopar aterrado.Ao utilizar o termopar exposto. que possui a junta termopar em contato com um material eletricamente condutivo. tal como cerâmica.Ao utilizar os termopares expostos ou não aterrados (blindados). o terminal deve ser utilizado como abordado na página 1-7. aterrado e não aterrado. faça o jumper do terminal ANALOG COM a qualquer canal aterrado ativo (+) ou (-).Se as entradas milivolts forem utilizadas. Usar o tipo incorreto de extensão termopar ou não seguir a conversão correta de polaridade causará leituras inválidas. sempre utilize cabo Belden 8761 (blindado. . • Para garantir uma operação adequada e alta imunidade a ruído elétrico. par trançado) ou equivalente para sensores milivolt ou fio condutor de extensão termopar de par trançado blindado.) . .

Fiação dos Dispositivos de Entrada para o NT4 Depois que o módulo termopar for adequadamente instalado no chassi.Para termopares isolados/não aterrados.5 em um sentido) produzirá 0. O torque aplicado em cada parafuso não deve exceder 5 lb-pol (0. isto é. Apertar excessivamente pode danificar o parafuso do terminal.2. Cada parafuso deve ser apertado o suficiente para imobilizar a extremidade do fio. O local preferido é o mesmo ponto que a referência de aterramento do sensor. Cabo (Corete a blindagem e o fio dreno.565 Nm) para cada terminal. no sensor.3-8 Instalação e Fiação • Aterre o fio dreno de blindagem em apenas uma extremidade. o parafuso de montagem no chassi 1746. cada canal de entrada possui um terminal de conexão de blindagem que oferece uma conexão ao aterramento do chassi. Todas as blindagens são conectadas internamente. Para obter uma máxima redução de ruído. um terminal de blindagem deve ser conectado ao aterramento. Uma resistência total do condutor de 25 ohms (12. assim qualquer terminal pode ser usado com os canais de 0 a 3. • A detecção de circuito aberto do termopar injeta aproximadamente 12 nanoamperes no cabo termopar. Para reduzir a falha. • Siga os procedimentos de fiação e aterramento encontrados no manual de operação e instalação do SLC 500. Seção 6. utilize um fio grande com menos resistência para cabos muito longos. • Aperte os parafusos do terminal utilizando uma chave de fenda Phillips.3 µV de falha. Fio de Sinal Fio de Sinal Fio Dreno Blindagem Fio de Sinal Fio de Sinal (Enrole os fios juntos em um isolante termo-retrátil e conecte ao aterramento) . .) • Se for necessário conectar a blindagem ao módulo.4.7 ou contate o fabricante do sensor para obter mais informações. .Para sensores termopares ou mV. siga os procedimentos a seguir utilizando o cabo de extensão termopar adequado ou Belden 8761 para aplicações não termopares. no módulo. (Consulte o Padrão IEEE 518. depois isole na extremidade do cabo).

dobre-os de forma a separá-los do cabo e aplique o isolante termo-retrátil. a temperatura da junta fria (temperatura na junta terminal do módulo entre o fio termopar e o canal de entrada) deve ser compensada. corte o fio dreno e a blindagem e aplique o isolante termo-retrátil. siga os procedimentos a seguir: 1. Na outra extremidade do cabo. o terminal que contém o termistor (marcado com epóxi vermelho) deve ser conectado ao parafuso mais acima (CJC A+). Compensação de Junta Fria (CJC) ATENÇÃO: Não remova ou aperte os conjuntos de termistor de junta fria de compensação. Para obter leituras precisas de cada um dos canais. aproximadamente. localizados nas partes inferior e superior à esquerda do bloco terminal. Descasque. 5. Repita as etapas de 1 a 5 para cada canal do módulo NT4. Conecte os fios de sinal ao bloco terminal do NT4 e à entrada. Em uma extremidade.) da isolação para expor a extremidade do cabo. Em seguida. aterre no local preferido com base no tipo de sensor que você está utilizando (consulte os procedimentos de fiação na página 3-7). descasque um pouco o invólucro para expor os fios individuais.Instalação e Fiação 3-9 Para fazer a fiação do módulo NT4. Os dois termistores de compensação de junta fria são integrados no bloco terminal removível. O módulo não irá operar no modo termopar se um dos conjuntos for removido. 4. o terminal que contém o termistor deve ser conectado ao parafuso mais abaixo (CJC B+). 2. 5mm (3/16 pol. devem permanecer instalados para manter a precisão. . Corte os fios de sinal com 5cm (2 pol. certifiquese de substituí-los conectando cada um através dos terminais CJC. Ao conectar o conjunto de termistor na parte inferior do bloco terminal (entre os terminais CJC B+ e CJC B-). localizados nos terminais CJC superior e inferior do bloco terminal. torça o fio dreno e a blindagem juntos. 3.) de comprimento. 6. Em cada extremidade do cabo. Os dois conjuntos são indispensáveis para garantir as leituras precisas de entrada do termopar em cada canal. Em caso de remoção acidental de um ou dos dois conjuntos de termistor. Ao conectar o conjunto de termistor na parte superior do bloco terminal (entre os terminais CJC A+ e CJC A-).

As especificações de precisão com e sem auto-calibração estão descritas no apêndice A. recomenda-se realizar periodicamente um ciclo de auto-calibração. O módulo também possui uma função de auto-calibração. Quando se realiza um ciclo de auto-calibração. • em um momento adequado em que o sistema esteja produzindo. No capítulo 6 é apresentado um exemplo de programa de auto-calibração. São necessários vários ciclos de canal para realizar uma auto-calibração (consulte a página 4-8). tal como mudança de turno. Uma referência interna. tal como abertura ou fechamento da porta. de alta precisão. O conversor A/D configura a entrada interna para a fonte de tensão de precisão do módulo e é feita uma outra leitura. baixo desvio de tensão e aterrada ao sistema é usada para tal. esperando o bit de status mudar o estado (1 para 0) e. Não é necessário um dispositivo externo fornecido pelo usuário para a auto-calibração. . Você também pode comandar o módulo para realizar um ciclo de auto-calibração desabilitando um canal. A auto-calibração de um canal ocorre toda vez que um canal é habilitado ou quando é feita uma alteração do tipo de entrada ou da freqüência do filtro. A auto-calibração compensa os desvios de ganho e offset do conversor A/D causados pela mudança de temperatura dentro do módulo. em seguida habilitando novamente aquele canal.3-10 Instalação e Fiação Conjunto CJC Termistor (Sempre conecte o terminal vermelho ao terminal CJC+) Parte Inferior do Bloco Terminal Calibração O módulo termopar é inicialmente calibrado de fábrica. Para manter a precisão do sistema. por exemplo: • toda vez que ocorre um evento que altera a temperatura interna da cabine de controle. o multiplexador do módulo é configurado para medir o potencial de aterramento do sistema e é feita uma leitura A/D. É importante lembrar-se de que durante a auto-calibração o módulo não está convertendo dados de entrada. O conversor A/D utiliza esses números para compensar o offset do sistema (zero) e o erro de ganho (span).

Capítulo 4 Considerações Preliminares de Operação Esse capítulo explica como o módulo termopar e o controlador SLC se comunicam através da imagem de entrada e saída do módulo. O código de identificação do módulo atribui automaticamente o número correto de palavras de entrada e saída. . Os tópicos discutidos incluem como: • • • • • entrar com o código de identificação do módulo endereçar o módulo termopar selecionar o filtro de entrada adequado para cada canal calcular o tempo de atualização do módulo termopar interpretar a resposta de desabilitação de ranhura ao módulo termopar Código de Identificação do Módulo O código de identificação do módulo é um número exclusivo para cada módulo de E/S 1746. O código de identificação para o módulo termopar é apresentado abaixo: Código de Identificação do Módulo Código de Catálogo 1746-NT4 Código de Identificação 3510 Não são necessárias informações especiais de configuração de E/S. Apresenta a configuração e a operação preliminares necessárias antes que o módulo termopar possa funcionar em um sistema de E/S 1746. O código indica ao controlador o tipo de módulo especial ou de E/S residente em uma ranhura específica no chassi 1746.

. o endereço deverá ser O:4.4-2 Considerações Preliminares de Operação Endereçamento do Módulo O mapa de memória a seguir apresenta como as tabelas imagem de entrada e saída são definidas para o módulo termopar. Exemplo .Se você quiser configurar o canal 2 do módulo termopar localizado na ranhura 4 do chassi.Palavras de Configuração A imagem de saída de 8 palavras do módulo termopar (definida como a saída da CPU para o módulo termopar) contém informações configuráveis para definir o modo como um canal específico no módulo termopar irá operar. apenas as palavras de saída de 0 a 3 são utilizadas para definir a operação do módulo. Cada palavra de saída configura um único canal. as palavras de saída de 4 a 7 não são utilizadas. Essas palavras substituem a configuração das mini-seletoras no módulo. Endereço Palavra de Configuração do Canal 0 Palavra de Configuração do Canal 1 Palavra de Configuração do Canal 2 Palavra 0 Palavra 1 Palavra 2 Palavra 3 Arquivos de Dados do SLC 5/0X Varredura de Saída Ranhura E Imagem de Saída Tabela Imagem do Módulo Termopar Palavra de Configuração do Canal 3 Imagem de Saída Palavras 4-7 (não definidas) Palavra 7 Imagem de Saída 8 palavras Ranhura E Imagem de Entrada Imagem de Entrada 8 palavras Imagem de Entrada Palavra de Dados do Canal 0 Palavra de Dados do Canal 1 Palavra de Dados do Canal 2 Palavra de Dados do Canal 3 Palavra de Status do Canal 0 Palavra de Status do Canal 1 Palavra de Status do Canal 2 Palavra de Status do Canal 3 Endereço Palavra 0 Palavra 1 Palavra 2 Palavra 3 Palavra 4 Palavra 5 Palavra 6 Palavra 7 Imagem de Saída . Embora a imagem de saída seja de 8 palavras.2. Tipo de Arquivo Palavra Delimitador de Elemento Ranhura Delimitador de Palavra O capítulo 5 apresenta informações detalhadas de bit sobre o conteúdo dos dados da palavra de configuração.

Considerações Preliminares de Operação 4-3 Imagem de Entrada .Palavras de Dados e de Status A imagem de entrada de 8 palavras do módulo termopar (definida como a entrada do módulo termopar para a CPU) representa as palavras de dados e de status. o canal deve ser habilitado e deve ter processado quaisquer mudanças de configuração que podem ter sido feitas para a palavra de configuração. utilize o endereço I:4.Para obter o status do canal 2 (palavra de entrada 6) do módulo termopar localizado na ranhura 4 do chassi SLC. Essa palavra de dados é válida somente quando o canal é habilitado e quando não existem falhas no canal.6. As palavras de 4 a 7 (palavras de status) contêm os status dos canais de 0 a 3. Os bits de status para um canal particular refletem os ajustes que você fez na palavra de configuração da imagem de saída para aquele canal e oferecem informações sobre o estado operacional do canal. Para receber informações válidas sobre status. As palavras de 0 a 3 (palavras de dados) possuem os dados de entrada que representam o valor de temperatura das entradas analógicas termopares para os canais de 0 a 3. respectivamente. . Exemplo . Ranhura Tipo de Arquivo Palavra Delimitador de Elemento Delimitador de Palavra O capítulo 5 apresenta informações detalhadas de bit sobre o conteúdo da palavra de dados e da palavra de status.

A tabela a seguir apresenta as freqüências do filtro disponíveis.72 Hz 65. Selecionar um alto valor para a freqüência do filtro do canal.4-4 Considerações Preliminares de Operação Seleção de Freqüência do Filtro do Canal O módulo termopar utiliza um filtro digital que oferece rejeição de ruído de alta freqüência para os sinais de entrada. O filtro digital proporciona a mais alta rejeição de ruído na freqüência selecionada do filtro. freqüência de corte e resposta ao degrau para cada freqüência do filtro. permitindo a seleção de quatro freqüências de filtro para cada canal. O filtro digital é programável. mas também diminuirá o tempo de atualização do canal. mas também aumentará o tempo de atualização do canal. .62 Hz 13.5 Hz Resposta ao Degrau 300 ms 60 ms 50 ms 12 ms Resolução Efetiva A resolução efetiva para um canal de entrada depende da freqüência do filtro selecionada para aquele canal. O apêndice A apresenta gráficos que mostram a resolução real em bits para os tipos de termopar em todas as freqüências do filtro.1 Hz 15. Freqüência do Filtro 10 Hz 50 Hz 60 Hz 250 Hz NMR de 50 Hz 100 dB 100 dB NMR de 60 Hz 100 dB 100 dB Freqüência de Corte 2. Os gráficos das páginas 4-5 e 4-6 apresentam a resposta da freqüência do canal de entrada para cada seleção de freqüência do filtro. proporcionará a melhor rejeição de ruído para um canal. Selecionar um baixo valor (por exemplo 10 Hz) para a freqüência do filtro do canal. proporcionará uma rejeição de ruído mais baixa. associadas com a rejeição no modo normal (NMR).

O tempo de atualização define a taxa na qual um canal de entrada é varrido e a palavra de dados do canal atualizada. Todos os componentes de freqüência acima da freqüência de corte são atenuados progressivamente. A tabela anterior apresenta a freqüência de corte do canal de entrada para cada freqüência do filtro. A freqüência de corte não deve ser confundida com o tempo de atualização. A freqüência de corte é definida como o ponto na curva de resposta da freqüência onde os componentes de freqüência do sinal de entrada são passados com atenuação de 3 dB. Freqüência de Corte do Filtro em 60Hz Resposta de Freqüência -3 dB Amplitude (em dB) Hz Freqüência 15. Todos os componentes de freqüência na freqüência de corte ou abaixo são passados pelo filtro digital com menos de 3 dB de atenuação.Considerações Preliminares de Operação 4-5 Freqüência de Corte do Canal A seleção de freqüência do filtro do canal determina uma freqüência de corte do canal. Escolha uma freqüência do filtro de modo que a mudança mais rápida de sinal esteja abaixo da freqüência de corte do filtro.72 Hz . como apresentado nos gráficos das páginas 4-5 e 4-6. A freqüência de corte relata como o filtro digital atenua os componentes de freqüência do sinal de entrada. A freqüência de corte de cada canal de entrada é definida pela seleção de freqüência do filtro. também chamada de freqüência -3 dB.

uma parte daquele sinal será atenuada pelo filtro do canal. A tabela da página 4-4 apresenta a resposta ao degrau para cada freqüência do filtro.5 Hz Freqüência Reposta ao Degrau do Canal A freqüência do filtro do canal determina a resposta ao degrau. que é o tempo necessário para o sinal de entrada analógica atingir 100% do valor final esperado. Isso significa que se um sinal de entrada mudar mais rápido que a resposta ao degrau.4-6 Considerações Preliminares de Operação Freqüência de Corte do Filtro em 250 Hz Resposta de Freqüência -3 dB Amplitude (em dB) 65. .

Considerações Preliminares de Operação 4-7 Tempo de Atualização O tempo de atualização do módulo termopar é definido como o tempo necessário para o módulo tirar amostra e converter os sinais de entrada de todos os canais de entrada habilitados e disponibilizar os valores de dados para o controlador SLC. Canal 0 Desabilitado Canal 1 Desabilitado Canal 2 Desabilitado Canal 3 Desabilitado Habilitado Amostra do Canal 0 Habilitado Habilitado Habilitado Amostra do Canal 1 Amostra do Canal 2 Amostra do Canal 3 Amostra dos CanaisCJC Atualização de CJC Cálculo Prévio Cálculo Prévio Cálculo Prévio A tabela a seguir apresenta os tempos de amostragem do canal para cada freqüência do filtro. Tempo de Amostragem do Canal para Cada Freqüência do Filtro (todos os valores ± 1 ms) Tempo de Atualização de CJC 14 ms Tempo de Amostragem do Canal Filtro de 250 Hz 12 ms Filtro de 60 Hz 50 ms Filtro de 50 Hz 60 ms Filtro de 10 Hz 300 ms O tempo de atualização mais rápido do módulo ocorre quando apenas um canal com um filtro de 250 Hz é habilitado. são habilitados. Tempo de Atualização do Módulo = 300 ms +300 ms + 300 ms + 300 ms + 14 ms = 1. Pode ser calculado através da soma de todos os tempos de amostragem de canal habilitado mais o tempo de atualização de CJC. Tempo de Atualização do Módulo = 12 ms + 14 ms = 26 ms O tempo de atualização mais lento do módulo ocorre quando os quatro canais. O módulo NT4 seqüencialmente tira amostras dos canais em uma malha contínua. Apresenta também o tempo de atualização de CJC.214 segundos . cada um com um filtro de 10 Hz.

habilitado Canal 1 configurado para freqüência do filtro de 250 Hz. (A alteração das unidades temperatura/mV ou do formato de dados não requer tempo de reconfiguração. Tempo de Desliga Tempo de Reconfiguração O tempo que leva para desenergizar o bit de status (transição de 1 para 0) na palavra de status. freqüência do filtro ou bits de falha de configuração forem diferentes do ajuste de corrente.4-8 Considerações Preliminares de Operação Exemplo de Cálculo para o Tempo de Atualização O exemplo a seguir apresenta como calcular o tempo de atualização do módulo para a configuração dada: Canal 0 configurado para freqüência do filtro de 250 Hz. habilitado Canal 2 configurado para freqüência do filtro de 50 Hz. Desliga e Reconfiguração A tabela abaixo apresenta os tempos de liga. depois de desenergizar o bit de habilitado na palavra de configuração. depois de energizar o bit de habilitado na palavra de configuração. O tempo que leva para mudar uma configuração de canal se o tipo de dispositivo. Duração Requer até um tempo de atualização do módulo mais um dos seguintes: • Filtro de 250 Hz = 82 ms • Filtro de 60 Hz = 196 ms • Filtro de 50 Hz = 226 ms • Filtro de 10 Hz = 946 ms Requer até um tempo de atualização do módulo. Tempo de Liga Descrição O tempo que leva para energizar o bit de status (transição de 0 para 1) na palavra de status. habilitado Canal 3 desabilitado Utilizando os valores da tabela anterior. Tempo de Amostragem do Canal 0 Tempo de Amostragem do Canal 1 Tempo de Amostragem do Canal 2 Tempo de Atualização de CJC Tempo de Atualização do Módulo = 12 ms = 12 ms = 60 ms = 14 ms = 98 ms Tempos de Liga. desliga e reconfiguração para habilitar ou desabilitar um canal. O bit de habilitado permanece em um regime permanente de 1. adicione a soma de todos os tempos de amostragem do canal habilitado mais um tempo de atualização de CJC.) Requer até um tempo de atualização do módulo mais um dos seguintes: • Filtro de 250 Hz = 82 ms • Filtro de 60 Hz = 196 ms • Filtro de 50 Hz = 226 ms • Filtro de 10 Hz = 946 ms .

quando o controlador desabilita a ranhura do módulo termopar. No entanto. Resposta de Entrada Quando uma ranhura termopar for desabilitada. Quando a ranhura for habilitada novamente. Resposta de Saída O controlador SLC pode alterar os dados de saída do módulo termopar (configuração) conforme aparecerem na imagem de saída. Consulte o manual do dispositivo de programação para verificar os procedimentos de habilitação/desabilitação da ranhura. os dados atuais na imagem do controlador serão transferidos ao módulo termopar . Por isso. você pode desabilitar qualquer ranhura do chassi. Quando o controlador habilitar novamente a ranhura do módulo. o SLC não lê as entradas de um módulo que está desabilitado. o módulo termopar continuará a atualizar a tabela imagem de entrada. verifique sempre as conseqüências de se desabilitar um módulo termopar.Considerações Preliminares de Operação 4-9 Resposta à Desabilitação da Ranhura Ao escrever o arquivo de status no controlador SLC de estrutura modular. No entanto. ATENÇÃO: Antes de utilizar o recurso de desabilitação de ranhura. o estado atual de cada entrada do módulo é lido pelo controlador durante a varredura subseqüente. as entradas do módulo que aparecem na tabela imagem do controlador permanecem no último estado e a tabela imagem de atualização do módulo não é lida. esses dados não são transferidos ao módulo termopar. As saídas são mantidas no último estado.

Apresenta também informações sobre como: • configurar um canal • verificar o status do canal Configuração do Canal A palavra de configuração do canal é uma parte da imagem de saída do módulo termopar.Capítulo 5 Configuração do Canal. cada canal deve ser configurado para estabelecer a maneira como o canal opera (por exemplo. A programação é abordada no capítulo 6. As palavras de 0 a 3 correspondem aos canais de 0 a 3 do módulo. As palavras de 4 a 7 não são utilizadas Depois da instalação do módulo. bit por bit. tipo de termopar J. utilizando o programador. lendo em ºC. etc. Uma verificação bit por bit da palavra de configuração é fornecida na tabela da página 5-3.). Você configura o canal ao inserir os valores de bit na palavra de configuração. Dados e Status Esse capítulo examina as palavras de configuração e de status do canal. e explica como o módulo utiliza os dados de configuração e gera o status durante a operação. como apresentado abaixo. Imagem de Saída do Módulo (Palavra de Configuração) Palavra de Configuração do Canal 0 Palavra de Configuração do Canal 1 Palavra de Configuração do Canal 2 Palavra de Configuração do Canal 3 Não Utilizados . O endereçamento é descrito no capítulo 4.

Procedimentos para a Configuração do Canal A palavra de configuração do canal consiste em campos de bits. 6. 8. Insira o código binário de 2 dígitos no campo de bit 4-5 da palavra de configuração do canal. mas também aumenta a rejeição a ruído e a resolução do canal. que pode ajudá-lo na configuração. coloque 0 no bit 8. Consulte a tabela da página 5-3 e as descrições a seguir para obter informações completas sobre configuração. Determine a palavra de configuração do canal para cada canal no módulo termopar/mV. Se o canal estiver configurado para um sensor analógico mV. mas também diminui a rejeição a ruído e a resolução do canal. etc. 9. Uma freqüência mais baixa do filtro aumenta o tempo de atualização do canal. Determine quais canais serão utilizados no programa e habilite-os. 5. Seguindo os procedimentos do capítulo 2 ou do capítulo 6. Dados e Status O ajuste de fábrica da palavra de configuração é todos zeros. Uma freqüência mais alta do filtro diminui o tempo de atualização do canal.5-2 Configuração do Canal. Selecione um formato de dados para o valor da palavra de dados. os ajustes que determinam como o canal irá operar. repetindo as etapas de 1 a 7. Essa seleção determina como o valor de entrada analógica do conversor A/D será expresso na palavra de dados. insira esses dados de configuração no programa ladder e copie no módulo termopar. 1. Determine o tipo de dispositivo de entrada (termopar J. 4. O apêndice B contém uma folha de dados de configuração. Coloque 0 no bit 11 se o canal for desabilitado. 3. Se o canal for configurado para entradas termopares ou compensação de junta fria. K. Determine o estado desejado para a palavra de dados do canal se uma condição de circuito aberto for detectada naquele canal. 2. Certifique-se de que os bits de 12 a 15 contêm zeros.) (ou mV) para um canal e insira o respectivo código binário de 4 dígitos no campo de bit de 0 a 3 da palavra de configuração do canal. Esse procedimento enfoca cada campo de bit separadamente e ajuda na configuração de um canal para operação. Insira o código binário de dois dígitos no campo de bit 6-7 da palavra de configuração do canal. Determine a freqüência desejada do filtro de entrada para o canal e insira o código binário de dois dígitos no campo de bit 9-10 da palavra de configuração do canal. determine se você quer que a palavra de dados do canal seja lido em ºF ou ºC e insira 1 ou 0 no bit 8 da palavra de configuração. Coloque 1 no bit 11 se o canal for habilitado. . 7.

os valores são expressos em 0.1 grau ou 0. Para unidades de engenharia x 10.Definições de Bit Bit(s) Define Para Selecionar Termopar Tipo J Termopar Tipo K Termopar Tipo T Termopar Tipo E Não Utilizado Não Utilizado Não Utilizado Não Utilizado Faça esses ajustes de bit na Palavra de Configuração do Canal 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 2 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 Termopar Tipo R Termopar Tipo S Termopar Tipo B 0-3 Tipo de Entrada Termopar Tipo N ± 50mV ± 100mV Inválido Inválido Inválido Não Utilizado Não Utilizado Não Utilizado Não Utilizado Inválido Inválido Temperatura CJC 4e5 Formato de Dados Unidades de Eng. os valores são expressos em 1.0 a O:e. o ajuste do bit para as unidades de temperatura é ignorado. ‚ Quando o tipo de entrada milivolt é selecionado.1mV. x 10• Escala para PID Contagem Proporcional Zero Fim de Escala Início de Escala 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 0 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 6e7 Circuito Aberto Não Utilizado Não Utilizado Não Utilizado Inválido 8 Unidades de Temperatura ºC‚ ºF‚ 10 Hz 50 Hz 9e 10 Freqüência do Filtro do 60 Hz 1 0 Canal 250 Hz 1 1 11 Habilitar Canal Desabilitado 0 Canal Canal Habilitado 1 12-15 Não usado Não usadoƒ 0 0 0 0 • Para unidades de engenharia x 1.01mV. ƒ Certifique-se de que os bits não utilizados estejam sempre ajustados em zero. x 1• Unidades de Eng. Não Utilizado . Dados e Status 5-3 Palavra de Configuração do Canal (de O:e.3) .Configuração do Canal.0 grau ou 0.

o canal ignora o sinal físico de entrada. que é o padrão para o algoritmo SLC PID.383.1 grau ou 0. K. Quando a temperatura de compensação de junta fria (CJC) for selecionada.0 grau ou 0.767. T.01mV. termopar ou milivolt. E. B e N e sinais de entrada analógica de ±50 mV e ±100 mV. (Utilize a configuração x 10 para produzir leituras de temperatura em ºC ou ºF. A faixa do sinal de entrada é proporcional ao tipo de entrada selecionado e à escala em uma faixa de 0 a 16. Para unidades de engenharia x 10. .1mV. Os dispositivos válidos de entrada são os termopares tipos J. Para unidades de engenharia x 1. As unidades de engenharia permitem que você selecione duas resoluções: x 1 ou x 10. Dados e Status Seleção do Tipo de Entrada O campo de bit do tipo de entrada permite a configuração do canal para o tipo de dispositivo de entrada a ser conectado ao módulo.5-4 Configuração do Canal. os valores são expressos em 1. O canal também pode ser configurado para ler a temperatura de junta fria calculada para aquele canal específico. As contagens proporcionais são escaladas para serem compatíveis com a faixa de tensão ou temperatura definida.768 a 32.) O valor de escala para PID é o mesmo para os tipos de entrada CJC. A faixa de sinal de entrada é proporcional à entrada selecionada e escala em uma faixa de -32. S. os valores são expressos em 0. R. Seleção do Formato de Dados O campo de bit do formato de dados permite que você defina o formato expresso para a palavra de dados do canal na imagem de entrada do módulo.

na página 5-7. 0. é preciso saber as faixas definidas de milivolt e temperatura para o tipo de entrada do canal. O valor mais baixo possível para um tipo de entrada é SLOW e o valor mais alto possível é SHIGH. . Para realizar as conversões. Escala para PID e Contagens Proporcionais. Contagens Proporcionais em Unidades de Engenharia e Unidades de Engenharia em Contagens Proporcionais. mas também requerem a conversão manual dos dados do canal para Unidades de Engenharia. Unidades de Engenharia em Escala para PID. As equações da página a seguir apresentam como converter Escala para PID em Unidades de Engenharia.01 mV. As seleções Escala para PID e Contagens Proporcionais oferecem a mais alta resolução de display do NT4. Consulte a tabela de Formato da Palavra de Dados do Canal. 1ºC. Dados e Status 5-5 Utilizando a Escala para PID e as Contagens Proporcionais O módulo termopar oferece 8 opções de exibição dos dados do canal de entrada: 0.1ºF. 1ºF. 0.1ºC.1 mV. As seis primeiras opções representam as Unidades de Engenharia reais fornecidas/exibidas pelo módulo 1746-NT4 e não necessitam de explicação. 0.Configuração do Canal.

SLOW)] Assuma o tipo de entrada J. Eng.(-454ºF))/ (1832ºF . SLOW = -210ºC e SHIGH = 760ºC Solução: Equivalente de Escala para PID = 16384 x [(344ºC . escala para PID. Deseja calcular o equivalente em escala para PID. = SLOW + [(SHIGH .32768 = 8916 . SLOW = -210ºC e SHIGH = 760ºC Solução: Equivalente de Unid. = SLOW + {(SHIGH . Eng. escala para PID.(-454ºF)] x [(21567 + 32768)/ 65536]} = 1441. Da tabela Formato da Palavra de Dados do Canal. dados do canal = 3421.3ºF Unidades de Engenharia em Contagens Proporcionais Equação: 32768 Equivalente de Contagens Proporcionais = {65536 x [unidades de engenharia desejadas . Deseja calcular o equivalente em ºF.46ºC Unidades de Engenharia em Escala para PID Equação: Equivalente de Escala para PID = 16384 x [(Unid. Dados e Status Exemplos de Escala Escala para PID em Unidades de Engenharia Equação: Equivalente de Unid. Deseja calcular o equivalente em ºC. Eng.SLOW) x (valor exibido de Escala para PID/ 16384)] Assuma o tipo de entrada J.(-210ºC))/ (760ºC (-210ºC))] = 9357 Contagens Proporcionais em Unidades de Engenharia Equação: Equivalente de Unid. Contagens Proporcionais.(-454ºF))]} . Contagens Proporcionais.SLOW) x [(valor exibido de Contagens Proporcionais + 32768)/ 65536]} Assuma o tipo de entrada E.5-6 Configuração do Canal.(-210ºC)) x (3421/ 16384)] = 7. temp. temp.SLOW)/ (SHIGH . desejada do canal = 344ºC. SLOW = -454ºF e SHIGH = 1832ºF Solução: Equivalente de Unid. Desejada . SLOW = -454ºF e SHIGH = 1832ºF Solução: Equivalente de Contagens Proporcionais = {65536 x [(1000ºF . Eng. = -210ºC + [(760ºC . Da tabela Formato da Palavra de Dados do Canal. Eng.SLOW)]} - Assuma o tipo de entrada E. Deseja calcular o equivalente de Contagens Proporcionais. desejada do canal = 1000ºF. Da tabela Formato da Palavra de Dados do Canal.SLOW)/ (SHIGH . dados do canal = 21567. Da tabela Formato da Palavra de Dados do Canal. = -454ºF + {[1832ºF .

Formato da Palavra de Dados do Canal 5-7 Formato de Dados Tipo de Unidades de Engenharia x 10 Unidades de Engenharia x 1 Escala Contagem Entrada ºCelsius ºFahrenheit ºCelsius ºFahrenheit para PID Proporcional J -210 a 760 -346 a 1400 -2100 a 7600 -3460 a 14000 0 a 16383 -32768 a 32767 K -270 a 1370 -454 a 2498 -2700 a 13700 -4540 a 24980 0 a 16383 -32768 a 32767 T -270 a 400 -454 a 752 -2700 a 4000 -4540 a 7520 0 a 16383 -32768 a 32767 E -270 a 1000 -454 a 1832 -2700 a 10000 -4540 a 18320 0 a 16383 -32768 a 32767 R 0 a 1768 32 a 3214 0 a 17680 320 a 32140 0 a 16383 -32768 a 32767 S 0 a 1768 32 a 3214 0 a 17680 320 a 32140 0 a 16383 -32768 a 32767 • B 300 a 1820 572 a 3308 3000 a 18200 0 a 16383 -32768 a 32767 5720 a 32767 N 0 a 1300 32 a 2372 0 a 13000 320 a 23720 0 a 16383 -32768 a 32767 ‚ ‚ ‚ ‚ 0 a 16383 -32768 a 32767 ±50 mV -500 a 500 -500 a 500 -5000 a 5000 -5000 a 5000 ‚ ‚ ‚ ‚ 0 a 16383 -32768 a 32767 ±100 mV -1000 a 1000 -1000 a 1000 -10000 a 10000 -10000 a 10000 CJC 0 a 85 32 a 185 0 a 850 320 a 1850 0 a 16383 -32768 a 32767 • O termopar tipo B não pode ser representado em unidades de engenharia x 1 (ºF) acima de 3276.526 µ V/ 1.1ºC/degrau 0.0023ºF/ degrau degrau degrau degrau • Quando o milivolt é selecionado.1ºF/degrau Escala para PID Contagens Proporcionais ºCelsius ºFahrenheit ºCelsius ºFahrenheit 0.1066ºF/ 0.1079ºC/ 0.1ºF/degrau 0.0928ºC/ 0.1ºF/degrau 0.01 0.0736ºF/ 0.1ºC/degrau 0.1802ºF/ 0.1 0.1670ºF/ 0.0194ºC/ 0.0417ºF/ degrau degrau degrau degrau N 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0. Dados e Status Módulo Termopar 1746-NT4 .0148ºC/ 0.0349ºF/ degrau degrau degrau degrau R 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0.0232ºC/ 0. o ajuste de temperatura é ignorado.21 µ V/ 3.0793ºC/ 0. ‚ Quando o milivolt é selecionado.0102ºC/ 0.0592ºC/ 0.01 ±100 12.526 µ V/ mV/degrau mV/degrau mV/degrau mV/degrau degrau degrau degrau degrau 0.1ºF/degrau 0.1 0.1942ºF/ 0. Os dados de entrada analógica é o mesmo tanto para a seleção em ºC quanto para a seleção em ºF.1ºF/degrau 0.1001ºC/ 0.0093ºF/ 0.0486ºF/ degrau degrau degrau degrau B 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0.1ºC/degrau 0.01 0.0775ºC/ 0. Módulo Termopar 1746-NT4 . .0357ºF/ degrau degrau degrau degrau 0.1ºC/degrau 0.0184ºF/ degrau degrau degrau degrau E 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0.1ºF/degrau 0.7ºF.21 µ V/ 12.1 0.052 µ V/ 3. o ajuste de temperatura é ignorado.Resolução da Palavra de Dados do Canal Formato de Dados Tipo de Entrada J Unidades de Engenharia x 10 ºCelsius ºFahrenheit 1ºC/degrau 1ºF/degrau Unidades de Engenharia x 1 ºCelsius 0.1ºC/degrau 0.0270ºC/ 0.1395ºF/ 0.1ºC/degrau 0.1ºC/degrau ºFahrenheit 0.0486ºF/ degrau degrau degrau degrau S 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0.1079ºC/ 0.1ºC/degrau 0.104 µ V/ 6.0250ºC/ 0.0266ºF/ degrau degrau degrau degrau K 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0. Os dados de entrada analógica é o mesmo tanto para a seleção em ºC quanto para a seleção em ºF.0198ºC/ 0.1ºF/degrau 0.104 µ V/ 1.0450ºF/ degrau degrau degrau degrau T 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0.1942ºF/ 0.1ºF/degrau 0.Configuração do Canal.052 µ V/ mV/degrau mV/degrau mV/degrau mV/degrau mV degrau degrau degrau degrau CJC 1ºC/degrau 1ºF/degrau 0.0052ºC/ 0.1428ºF/ 0.1 0.0270ºC/ 0.0013ºC/ 0.0409ºC/ 0. O software trata isso como uma falha de acima da faixa.01 ±50 mV 6.1ºF/degrau 0.1ºC/degrau 0.

Se for selecionado zero. Esse recurso é ativo nos tipos de entrada termopar. quando uma condição de circuito aberto é detectada naquele canal. forçará o valor da palavra de dados do canal para o valor mais baixo de escala durante uma condição de circuito aberto. O valor mais baixo de escala é determinado pelo tipo de entrada selecionado e pelo formato de dados. qualquer canal de entrada configurado para uma entrada termopar ou temperatura de CJC será posicionado em uma condição de circuito aberto. Selecionar início de escala. . Isso pode acontecer se o fio for cortado ou desconectado do bloco terminal. depois que ocorre a condição de circuito aberto. Um canal de entrada configurado para milivolt não será afetado. Dependendo da taxa de varredura do programa. milivolt e dispositivo CJC. Selecionar fim de escala. forçará o valor da palavra de dados do canal para o valor de escala pleno durante uma condição de circuito aberto. Se os dois dispositivos CJC (termistores) forem removidos do terminal de fiação do módulo. Uma condição de circuito aberto ocorre quando o próprio termopar ou o fio de extensão estiver fisicamente separado ou aberto. a palavra de dados do canal é forçada para 0 durante uma condição de circuito aberto. Importante: Você pode receber valores de dados em rampa crescente do momento que ocorre a condição de circuito aberto até que essa condição seja removida. Dados e Status Seleção do Estado de Circuito Aberto (Bits 6 e 7) O campo de bit de circuito aberto permite a definição do estado da palavra de dados do canal. os dados em rampa podem ser escritos para várias varreduras do programa. O NT4 requer 500 ms ou um tempo de atualização do módulo para indicar a falha.5-8 Configuração do Canal. O valor de escala pleno é determinado pelo tipo de entrada selecionado e pelo formato de dados.

Dados e Status 5-9 Seleção das Unidades de Temperatura (Bit 8) Esse bit permite selecionar as unidades de engenharia de temperatura para os tipos de entrada termopar e CJC. Será ignorado quando o tipo milivolt for selecionado. • ajuste de 250 Hz oferece filtragem mínima do ruído • ajuste de 60 Hz oferece filtragem de 60 Hz de ruído da linha CA • ajuste de 50 Hz oferece filtragem de 50 Hz de ruído da linha CA • ajuste de 10 Hz oferece filtragem de 50 Hz e 60 Hz de ruído da linha CA Quando uma entrada CJC for selecionada. esse campo será ignorado. mas também diminui o tempo de atualização e a resolução do canal. .1ºF). Uma freqüência menor aumenta o tempo de atualização do canal. A freqüência do filtro afeta as características de tempo de atualização do canal e de rejeição a ruído. A temperatura máxima representável é 3276. a temperatura de escala plena para o temopar tipo B não será executada com a representação numérica de 15 bits. mas aumenta também a rejeição a ruído e a resolução do canal. Ocorrerá uma falha de acima da faixa naquele canal se houver tentativa de representar o valor de escala plena. Importante: Se estiver utilizando unidades de engenharia (modo x 1) e temperatura em Fahrenheit (0.7ºF (ao invés de 3308ºF). As unidades podem ser em graus Celsius (ºC) ou graus Fahrenheit (ºF).Configuração do Canal. Uma freqüência maior diminui a rejeição a ruído. Esse campo de bit só está ativo para os tipos termopar e CJC. Seleção de Freqüência do Filtro do Canal (Bits 9 e 10) Esses bits permitem que você selecione um dos quatro filtros disponíveis para um canal.

Certifique-se de que esses bits estejam sempre em 0. o bit de habilitar canal é utilizado pelo módulo para ler as informações. da palavra de configuração. os canais não utilizados devem ser desabilitados através do ajuste em zero do bit de habilitação do canal. O módulo termopar varre somente aqueles canais que estão habilitados.3 do arquivo de imagem de entrada do módulo termopar. Enquanto o bit de habilitado estiver configurado. a modificação da palavra de configuração pode estender o tempo de atualização do módulo para um ciclo. Bits não Utilizados (Bits 12 a 15) Os bits de 12 a 15 não são definidos.5-10 Configuração do Canal. selecionadas pelo usuário. a palavra de dados e a palavra de status permanecerão em branco até que o módulo termopar configure o status do canal (bit 11) na palavra de status do canal. Depois que o bit de habilitar canal for configurado em 1. Dados e Status Seleção de Habilitação de Canal (Bit 11) Esse bit é utilizado para habilitar um canal. Quando ajustado em 1. essa alteração deve ser refletida na palavra de status antes que os novos dados sejam válidos. Quando um canal de entrada for desabilitado. Para otimizar a operação do módulo e minimizar os tempos de throughput. Esses valores dependem do tipo de entrada e dos formatos de dados que você selecionou. Imagem de Entrada do Módulo (Palavra de Dados) Palavra de Dados do Canal 0 Palavra de Dados do Canal 1 Palavra de Dados do Canal 2 Palavra de Dados do Canal 3 . Quando esse bit estiver ajustado em 0. a palavra de dados do canal e os valores da palavra de status serão removidos. Se alguma alteração for feita na palavra de configuração. a palavra de dados será removida (0).0 a I:e. Palavra de Dados do Canal Os valores atuais dos dados de entrada termopar ou milivolt ficam nos endereços de I:e.

toda vez que um canal for desabilitado (O:e. . serão traduzidos para sua aplicação. Essa condição indica que os dados de entrada contidos na palavra de dados para aquele canal não são válidos e devem ser ignorados. O status do bit também informa sobre uma condição de falha e pode informar também qual é o tipo da falha. Você pode utilizar os dados fornecidos na palavra de status para determinar se os dados de configuração da entrada para qualquer canal são válidos. Dados e Status 5-11 Verificação de Status do Canal A palavra de status do canal faz parte da imagem de entrada do módulo termopar. 2 e 3.Configuração do Canal. Além de apresentar informações sobre um canal habilitado ou desabilitado. 1. Uma verificação bit por bit da palavra de status é apresentada nas páginas a seguir. a palavra de status correspondente apresentará zeros em todos os bits.0 a O:e. de acordo com a configuração nos endereços de O:e.x/11 = 0). As palavras de entrada de 4 a 7 correspondem ao e contêm o status de configuraçào dos canais termopares 0. Imagem de Entrada do Módulo (Palavra de Status) Palavra de Status do Canal 0 Palavra de Status do Canal 1 Palavra de Status do Canal 2 Palavra de Status do Canal 3 A palavra de status do canal pode ser analisada bit por bit. Por exemplo. conectados a um canal específico.3. cada status do bit (0 ou 1) indica como os dados de entrada do sensor analógico termopar ou milivolt. respectivamente.

Quando o tipo de entrada milivolt é selecionado.0 grau ou 0. Para unidades de engenharia x 10. x 1• Unidades de Eng.01mV. os valores são expressos em 1. os valores são expressos em 0. .5-12 Configuração do Canal.7) .4 a I:e.1mV. x 10• Escala para PID Contagem Proporcional Zero Fim de Escala Início de Escala Inválido ºC‚ ºF‚ 10 Hz 50 Hz 0-3 Tipo de Entrada 4e5 Formato de Dados 0 0 1 1 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 0 1 1 0 1 0 1 6e7 Circuito Aberto Unidades de Temperatura Freqüência do Filtro do Canal Status do Canal Falha de Circuito Aberto 8 9e 10 • ‚ 60 Hz 250 Hz 11 0 Canal Desabilitado 1 Canal Habilitado 12 0 Sem falha 1 Circuito aberto detectado 13 Falha Abaixo 0 Sem falha da Faixa 1 Condição abaixo da faixa 14 Falha Acima 0 Sem falha da Faixa 1 Condição acima da faixa 15 Falha de 0 Sem falha Configuração 1 Falha de Configuração Para unidades de engenharia x 1. o ajuste do bit para as unidades de temperatura é ignorado.1 grau ou 0.Definições de Bit Bit(s) Define 15 14 13 12 11 10 Esses ajustes de bit 9 8 7 6 Indicam 5 4 3 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 2 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 0 1 Termopar Tipo J Termopar Tipo K Termopar Tipo T Termopar Tipo E Termopar Tipo R Termopar Tipo S Termopar Tipo B Termopar Tipo N ± 50mV ± 100mV Inválido Inválido Inválido Inválido Inválido Temperatura CJC Unidades de Eng. Dados e Status Palavra de Status do Canal 0-3 (de I:e.

a menos que alguma configuração prévia tenha sido feita na palavra de configuração. Status do Tipo de Circuito Aberto (Bits 6 e 7) O campo de bit do circuito aberto indica como você definiu a palavra de configuração e. As explicações sobre as condições de status estão a seguir. o módulo termopar irá configurar o canal selecionado e tirar uma amostra de dados para a palavra de dados do canal. Freqüência do Filtro do Canal (Bits 9 e 10) O campo de freqüência do filtro do canal reflete a freqüência do filtro que você selecionou na palavra de configuração. Status do Tipo de Unidades de Temperatura (Bit 8) O campo de unidades de temperatura indica o estado do bit na palavra de configuração (bit 8). Esse recurso está ativo para todos os tipos de entrada. Quando o bit de habilitar canal for configurado na palavra de configuração (bit 11). todos os campos de bit serão removidos. Esse campo reflete o tipo de entrada definido na palavra de configuração do canal. Dados e Status 5-13 Importante: Se o canal no qual você está procurando o status estiver desabilitado (bit O:e. A palavra de status para qualquer canal desabilitado será sempre 0000 0000 0000 0000. .x/11 = 0). antes de configurar esse bit na palavra de status. assim a resposta do módulo termopar a uma condição de circuito aberto. incluindo entrada de temperatura CJC. Status de Tipo de Entrada (Bits 0 a 3) O campo de bit do tipo de entrada indica qual o tipo de sinal de entrada você configurou para o canal. Status do Tipo de Formato de Dados (Bits 4 e 5) O campo de bit do formato de dados indica o formato de dados que você definiu para o canal.Configuração do Canal. Status do Canal (Bit 11) O bit de status do canal indica o estado operacional do canal. Esse campo reflete o tipo de dados selecionado nos bits 4 e 5 da palavra de configuração do canal.

Falha de Abaixo da Faixa (Bit 13) Esse bit é energizado (1) toda vez que um canal configurado detectar uma condição de abaixo da faixa para os dados do canal.5-14 Configuração do Canal. Uma temperatura abaixo da faixa no CJC ativará essa falha se o tipo de entrada do canal for termopar ou temperatura de CJC. Falha de Configuração (Bit 15) Esse bit é energizado (1) toda vez que um canal configurado detectar que a configuração do canal não é válida. Uma condição de acima da faixa ocorre quando o valor de entrada estiver acima do limite máximo especificado no sensor particular conectado àquele canal. Um circuito aberto no CJC também ativará essa falha se o tipo de entrada do canal for termopar ou temperatura de CJC. Uma condição de abaixo da faixa ocorre quando o valor de entrada estiver abaixo do limite mínimo especificado no sensor particular conectado àquele canal. . Todos os outros bits de status refletem os ajustes da palavra de configuração (mesmo aqueles ajustes em falha). Dados e Status Falha de Circuito Aberto (Bit 12) Esse bit é energizado (1) toda vez que um canal configurado detectar uma condição de circuito aberto na entrada. Falha de Acima da Faixa (Bit 14) Esse bit é energizado (1) toda vez que um canal configurado detectar uma condição de acima da faixa para os dados do canal. Uma temperatura acima da faixa no CJC ativará essa falha se o tipo de entrada do canal for termopar ou temperatura de CJC.

Capítulo 6 Exemplos da Programação Ladder Os capítulos anteriores explicaram como a palavra de configuração define o modo de operação do canal. Esse capítulo apresenta a programação necessária para inserir a palavra de configuração na memória do controlador. Os exemplos dos segmentos incluem: • • • • • • programação inicial da palavra de configuração programação dinâmica da palavra de configuração verificação das alterações da configuração do canal interface do módulo termopar com a instrução PID monitoração dos bits de status do canal solicitação de auto-calibração Programação Inicial Para inserir dados na palavra de configuração do canal (de O:e. Configure cada canal com os mesmos parâmetros. Consulte a página 5-3 para verificar detalhes sobre a configuração. siga esses procedimentos. quando o canal estiver desabilitado (bit 11 = 0). Número do Bit Ajuste do Bit Configura o Canal para: Entrada Termopar Tipo K Unidades de Engenharia x 10 Zero se Circuito Aberto Fahrenheit Freqüência do Filtro de 10 Hz Bit de Habilitar Canal Não Utilizado Esse exemplo transfere os dados de configuração e energiza os bits de habilitar canal de todos os quatro canais com uma única instrução File Copy. Exemplo .0 a O:e. .3).Configure 4 canais do módulo termopar na ranhura 3 de um chassi 1746. Apresenta também segmentos da lógica ladder específicos para situações que podem aplicar os requisitos de programação.

Entre com os parâmetros de configuração para todos os quatro canais do termopar em um arquivo de dados inteiro N10.0.6-2 Exemplos da Programação Ladder Procedimento 1. Crie um arquivo inteiro N10. Programe uma linha na lógica ladder para copiar o conteúdo do arquivo inteiro N10 nas quatro palavras consecutivas de saída do módulo termopar começando com O:3. 2. . 3. o bit S:1/15 é configurado para a primeira varredura do programa e o arquivo inteiro N10 é enviado para as palavras de configuração do canal do NT4. Bit de Primeira Passagem Inicializa Na energização. Esse arquivo deve conter 4 elementos (de N10:0 a N10:3).

ele não monitora a alteração do dispositivo de entrada em qualquer canal. Isso apresenta uma boa indicação de qual é a temperatura no interior da cabine de controle.Faça uma alteração dinâmica de configuração para o canal 2 do módulo termopar localizado na ranhura 3 de um chassi 1746. Exemplo . Listagem do Programa Linha 2:0 Configura os quatro canais Linha 2:1 Configura o canal 2 para CJC Linha 2:2 Configura o canal 2 de volta para o tipo K Linha 2:3 Tabela de Dados Importante: Enquanto o módulo realiza a mudança de configuração.Exemplos da Programação Ladder 6-3 Programação Dinâmica O exemplo a seguir explica como alterar dados na palavra de configuração do canal. Mude de monitorar um termopar tipo K externo para monitorar os sensores CJC montados no bloco terminal. quando o canal estiver habilitado. Consulte a página 4-8. Finalmente. . configure o canal 2 de volta para o termopar tipo K.

particularmente se o canal a ser configurado for usado para controle. Exemplo . Listagem do Programa Linha 2:0 Configura os quatro canais Linha 2:1 Configura o canal 2 para CJC Linha 2:2 Configura o canal 2 de volta para o tipo K Linha 2:3 Verifique se a configuração escrtita para o canal 2 está sendo repetida na palavra de status do canal 2. Dessa forma.Faça uma alteração dinâmica de configuração para o canal 2 do módulo termopar localizado na ranhura 3 de um chassi 1746 e configure um bit interno de “dados válidos” quando a nova configuração for aplicada. é importante verificar se uma alteração dinâmica de configuração do canal foi aplicada no módulo NT4. Dados Válidos Linha 2:4 Tabela de Dados . O exemplo a seguir explica como verificar se a alteração dinâmica de configuração do canal foi aplicada. sempre existirá um atraso do tempo que o programa ladder faz a alteração até o tempo que o NT4 indica a palavra de dados com a nova configuração.6-4 Exemplos da Programação Ladder Verificação das Alterações da Configuração do Canal Ao executar uma alteração dinâmica de configuração do canal.

1.Exemplos da Programação Ladder 6-5 Interface do Módulo Termopar com a Instrução PID O módulo termopar foi projetado para fazer diretamente a interface com a instrução PID do controlador SLC 5/02 ou posterior. Consulte o manual do usuário do dispositivo de programação ou o manual do usuário dos Módulos de E/S Analógica para verificar exemplos específicos da instrução SCL. Especifique a palavra de dados do canal do termopar como a variável do processo para a instrução PID. Linha 2:3 Tabela de Dados . 2. Selecione escala para PID como o tipo de dados na palavra de configuração do canal. será tipicamente um canal de saída analógica. Listagem do Programa Linha 2:0 Bit de Primeira Passagem Inicializa NT4 Canal 0 Linha 2:1 Status do Canal 0 Linha 2:2 Os parâmetros Rate e Offset devem ser configurados de acordo com a sua aplicação.Utilize os dados do canal do NT4 de acordo com a variável do processo na instrução PID. O Dest. sem precisar de uma operação intermediária de escala. Exemplo .

6-6 Exemplos da Programação Ladder Monitoração dos Bits de Status do Canal O exemplo mostra como você pode monitorar os bits de falha de circuito aberto de cada canal e configurar um alarme no controlador se um dos termopares abrir. se um dos fios for cortado ou desconectado do bloco terminal ou se os termistores CJC não estiverem instalados ou estiverem danificados. Importante: Se um termistor CJC não for instalado ou estiver danificado. todos os quatro alarmes serão energizados e os quatro LEDs de canal piscarão. Listagem do Programa Linha 2:0 Bit de Primeira Passagem Inicializa NT4 Linha 2:1 Canal 0 Status Canal 0 Aberto Canal 0 Alarme Linha 2:2 Canal 1 Status Canal 1 Aberto Canal 1 Alarme Linha 2:3 Canal 2 Status Canal 2 Aberto Canal 2 Alarme Linha 2:4 Canal 3 Status Canal 3 Aberto Canal 3 Alarme Linha 2:5 Tabela de Dados . Uma falha de circuito aberto pode ocorrer se o termopar quebrar.

esperando o bit de status mudar o mudar (1 para 0) e. Para manter a precisão do sistema. São necessários vários ciclos de canal para realizar uma auto-calibração (consulte a página 4-8). recomenda-se realizar periodicamente um ciclo de auto-calibração. É importante lembrar-se de que durante a auto-calibração o módulo não está convertendo dados de entrada. tal como um alteração do eixo São necessários vários ciclos de canal para realizar uma auto-calibração (consulte a página 4-8). é normal executar essas duas linhas e realizar uma autocalibração do canal 0 sem que o LED do canal 0 mude de estado.Dê um comando para realizar a auto-calibração do canal 0. Você também pode comandar o módulo para realizar um ciclo de auto-calibração desabilitando um canal. por exemplo: • toda vez que ocorre um evento que altera a temperatura interna da cabine de controle. Listagem do Programa Linha 2:0 Condição para Auto-calibração Habilitar Canal 0 Linha 2:0 Canal 0 Status Habilitar Canal 0 Importante: O NT4 responde aos comandos do controlador muito mais freqüentemente do que atualiza os próprios LEDs. O NT4 está na ranhura 3.Exemplos da Programação Ladder 6-7 Solicitação de Auto-calibração A auto-calibração de um canal ocorre toda vez que um canal é habilitado ou quando é feita uma alteração do tipo de entrada ou da freqüência do filtro. em seguida habilitando novamente aquele canal. . É importante lembrar-se de que durante a auto-calibração o módulo não está convertendo dados de entrada. tal como abertura ou fechamento da porta • no tempo determinado. o sistema não está produzindo. Exemplo . Dessa forma.

Esses testes de diagnóstico devem ser completados com sucesso. assim como o LED de status do módulo. Os diagnósticos internos são realizados em dois níveis de operação e quaisquer condições de falhas detectadas são imediatamente indicadas pelos LEDs do módulo. Diagnósticos de Energização Na energização do módulo. Explica os tipos de condições que podem causar uma falha e apresenta algumas sugestões sobre como resolver o problema. Os tópicos principais são: • • • • • • • operação do módulo x operação do canal diagnósticos de energização diagnósticos do canal LEDs indicadores fluxograma de localização de falhas peças de reposição contatando a Rockwell Automation Operação do Módulo x Operação do Canal O módulo termopar realiza operações em dois níveis: • operações de nível do módulo • operações de nível do canal As operações de nível do módulo incluem funções como configuração da energização e comunicação com o controlador SLC. . vários testes internos de diagnóstico são realizados. As operações de nível do canal descrevem funções relacionadas ao canal. caso contrário ocorre uma falha no módulo e o LED de status do módulo permanece desligado. tais como conversão de dados e detecção de circuito aberto.Capítulo 7 Localização e Remoção de Falhas do Módulo Esse capítulo descreve a localização de falhas através dos LEDs de status do canal.

As falhas do canal são removidas automaticamente e o LED do canal irá parar de piscar e ficará constante quando as condições de falha forem removidas. os sensores CJC também serão verificados em relação às falhas de circuito aberto ou fora de faixa. Todas as falhas de canal são indicadas nos bits de 12 a 15 da palavra de status do canal.7-2 Localização e Remoção de Falhas do Módulo Diagnósticos do Canal Quando um canal é habilitado (bit 11 = 1). Importante: Se você desenergizar um bit de habilitar canal (11). . o canal é testado a cada varredura para verificar falhas de circuito aberto e fora de faixa. uma verificação de diagnóstico é realizada para observar se aquele canal está configurado adequadamente. todas as informações de status do canal serão removidas. Uma falha em qualquer teste de diagnóstico do canal faz com que o LED de status do canal fique piscando. Além disso. Se o canal for configurado para entrada termopar ou CJC.

e um é LED de status do módulo. Nenhuma ação necessária.Localização e Remoção de Falhas do Módulo 7-3 LEDs Indicadores O módulo termopar possui 5 LEDs. LEDs do Canal LED de Status do Módulo Tabela de Estado do LED Se o LED de Status do Módulo estiver: E o LED de Status do Canal estiver: ON Condição Indicada: Ação Corretiva: Canal Habilitado Circuito Aberto ON Piscando Fora de Faixa Falha de Configuração do Canal OFF Energização Canal não Habilitado Nenhuma ação necessária. Desligue e ligue a alimentação. verifique os bits de falha na imagem de entrada. Quatro desses são LEDs de status do canal. . numerados para serem correspondentes a cada canal de entrada do termopar. contate a Rockwell Automation. Nenhuma ação necessária. consulte o capítulo 2 ou o capítulo 6. Tabela de Estado do LED de Status do Módulo Se o LED de Status do Módulo estiver: ON OFF Condição Indicada: Operação Adequada Falha do Módulo Ação Corretiva: Nenhuma ação necessária. Para determinar a falha correta. Consulte o fluxograma na página 7-6 e o capítulo 5 para obter mais informações. Certifique-se de que o tipo de entrada está indicado corretamente nos bits 0-3 e que a seleção de circuito aberto (bits 6 e 7) é válida. Para verificar um exemplo de como habilitar um canal. Se a condição persistir. Verifique a palavra de configuração do canal para dados válidos.

As falhas de configuração ocorrem quando o tipo de entrada (bits 0-3 na palavra de configuração do canal) for inválido ou quando a seleção do estado de circuito aberto (bits 6 e 7) for inválida. o LED do canal pisca e o bit 15 da palavra de status do canal é energizado. o LED do canal pisca e o bit 12 da palavra de status do canal é energizado. Detecção de Circuito Aberto Um teste de circuito aberto é realizado em todos os canais habilitados. a palavra de dados do canal refletirá os dados de entrada como definido pelos bits de circuito aberto (6 e 7) na palavra de configuração do canal. As possíveis causas de um circuito aberto incluem: • • • • O termopar pode estar quebrado. O termopar pode não estar instalado no canal configurado. Se um circuito aberto for detectado. Se uma terminação CJC danificada for a causa da condição de circuito aberto. Configuração Inválida do Canal Toda vez que uma palavra de configuração do canal for definida incorretamente.7-4 Localização e Remoção de Falhas do Módulo LEDs de Status do Canal (Verdes) O LED do canal é utilizado para indicar o status do canal e informar sobre as falhas da palavra de status do canal. Um fio do termopar pode estar solto ou cortado. Inclui condições tais como: • • • • operação normal falhas de configuração relacionadas ao canal falhas de circuito aberto falhas de fora de faixa Todas as falhas do canal são recuperáveis e depois da ação corretiva. O CJC pode estar danificado. o LED de status para cada canal configurado para entrada termopar ou CJC piscará. a operação volta ao normal. Toda vez que ocorre uma condição de circuito aberto (consulte as possíveis causas abaixo). .

o termopar não se comunica mais com o controlador SLC. Essas falhas não recuperáveis podem ser detectadas na energização ou durante a operação do módulo. As possíveis causas de uma condição fora da faixa incluem: • A temperatura está muito quente ou muito fria para o termopar a ser utilizado. . • Um CJC pode estar danificado ou a temperatura dentro da cabine que contém o módulo pode estar fora dos limites de CJC. Uma vez que há falha no módulo. LED de Status do Módulo (Verde) O LED de status do módulo é utilizado para indicar diagnósticos relacionados ao módulo ou falhas de operação. uma falha de acima ou abaixo da faixa será indicada e o bit 13 (abaixo da faixa) ou 14 (acima da faixa) da palavra de status do canal será energizado. • Um termopar tipo B pode estar registrando um valor em ºF em unidades de engenharia x 1 que não pode ser expresso através dos bits de dados. Consulte a página 5-9 para obter mais informações. Falha em qualquer teste de diagnóstico resulta em uma falha não recuperável e requer assistência da Rockwell Automation. Consulte as faixas de temperatura fornecidas na tabela da página 5-7 para verificar os limites de faixa de temperatura para o dispositivo de entrada.Localização e Remoção de Falhas do Módulo 7-5 Detecção de Fora da Faixa Toda vez que os dados recebidos na palavra de dados do canal estiverem fora da faixa de operação definida. Os estados dos canais ficam desabilitados e as palavras de dados são removidas (0).

Verifique a fiação do canal e do CJC para saber se as conexões estão soltas ou abertas. Corrija e tente novamente. 1-1) Tente novamente.7-6 Localização e Remoção de Falhas do Módulo Fluxograma de Localização de Falhas Verifique os LEDs no Módulo LED de Status do Módulo Desligado LED de Status do Módulo Ligado LEDs de Status do Canal Piscando O LED de Status do Canal está Desligado O LED de Status do Canal está Ligado Condição de Falha no Módulo Operação Normal do Módulo Condição de Falha O Canal não está Habilitado Canal Habilitado e Operando Corretamente Verifique se o módulo está instalado corretamente no chassi. Termopar FIM Existe mais de um LED piscando? Não Sim Falha no CJC Verifique os bits 12-15 da palavra de status do canal. ajustando a palavra de configuração do canal (bit 11=1) Tente novamente. (Consulte a pág. . Tente novamente. Verifique os bits 0-3 da palavra de configuração para consultar o tipo válido de entrada e os bits 6 e 7 para consultar o ajuste. O sinal de entrada é maior que o limite superior para o canal ou para as conexões CJC. Não Contate a Rockwell Automation ou o distribuidor autorizado. Contate a Rockwell Automation ou o distribuidor autorizado. Desligue e ligue a alimentação. Bit 12 energizado (1) Condição de circuito aberto. Tente novamente. se desejar. O sinal de entrada é menor que o limite inferior para o canal ou para as conexões CJC. Corrija e tente novamente. Verifique se a fiação está conectada aos dois conjuntos CJC e se a temperatura dentro do gabinete está nos limites de CJC. Sim O problema foi corrigido? Condição de abaixo da faixa. Bit 15 energizado (1) Falha de configuração. FIM O(s) canai(s) em falha está(ão) configurado(s) para entrada mV ou Termopar? Habilite o canal. Bit 14 energizado (1) Sim O problema foi corrigido? Não FIM Sim O problema foi corrigido? Não Bit 13 energizado (1) Condição de acima da faixa. Contate a Rockwell Automation ou o distribuidor autorizado.

• uma lista das coisas que você já tentou fazer para solucionar o problema • o tipo de controlador. Observe e registre os estados dos LEDs. a série do 1746-NT4 e o número do firmware (FRN).6 Contatando a Rockwell Automation Se for preciso contatar a Rockwell Automation. tenha em mãos as seguintes informações: • descrição do problema e o que o sistema está realizando. Cat.Localização e Remoção de Falhas do Módulo 7-7 Peças de Reposição O módulo NT4 possui as seguintes peças de reposição: Item Bloco Terminal Tampa do Terminal Manual do Usuário do 1746-NT4 Cód. Consulte a etiqueta na lateral esquerda do controlador. além disso. incluindo módulos e chassi de E/S • código da falha se o controlador SLC estiver em falha . anote as palavras imagem de entrada e saída para o módulo NT4. • os tipos de hardware no sistema. 1746-RT32 1746-R13 Série B 1746-6.

São definidos como: • exemplo básico • exemplo suplementar O exemplo básico tem como base a programação da palavra de configuração do capítulo 6 para ajustar um canal para operação. O exemplo suplementar demonstra como realizar uma configuração dinâmica dos quatro canais. formato BCD) . Esse ajuste é utilizado em uma aplicação típica para exibir temperatura. o programa deve converter a leitura de temperatura do módulo termopar em BCD antes de enviá-la ao display. Essa aplicação exibirá a temperatura em ºF. O exemplo configura uma aplicação que permite selecionar manualmente se os dados de entrada termopar para qualquer canal serão expressos em ºC ou ºF. Configuração do Dispositivo SLC 5/02 1746-OB16 1746-NT4 Termopar Tipo J Tanque LED (entradas sinking CC. Esse display requer dados BCD. Exemplo Básico Ajuste da Aplicação (Exibir uma Temperatura) Esse exemplo indica a temperatura de um tanque em um display LED. dessa forma.Capítulo 8 Exemplos de Aplicação Esse capítulo apresenta dois exemplos de aplicação para ajudá-lo a utilizar o módulo de entrada termopar.

x 1 (0.01 mV/degrau) 01 = unidades de engenharia. x 10 (1º/degrau.8-2 Exemplos de Aplicação Configuração do Canal Configure o canal termopar com os seguintes ajustes: • • • • termopar tipo J ºF – mostrar graus inteiros palavra de dados zero em caso de circuito aberto filtro de entrada de 10 Hz para rejeitar ruído de alta freqüência e ruído de 60 Hz da linha Folha de Dados para Configuração do Canal (Com ajustes estabelecidos para o Canal 0) Número do Bit Canal 0 Canal 1 Canal 2 Canal 3 Seleção do Tipo de Entrada Seleção do Formato de Dados Seleção de Circuito Aberto Seleção de Unidade de Temperatura Seleção de Freqüência do Filtro Habilitar Canal Não Utilizado Definições de Bit: Bits 0-3 Seleção do Tipo de Entrada Bits 4 e 5 Seleção do Formato de Dados Seleção de Circuito Aberto Seleção de Unidades de Temperatura Seleção da Freqüência do Filtro Habilitar Canal Não utilizados Bits 6 e 7 Bit 8 0000 = J 0100 = R 0001 = K 0101 = S 0010 = T 0110 = B 0011 = E 0111 = N 00 = unidades de engenharia.1º/degrau. 0. 0.1 mV/degrau) 00 = zero 01 = fim de escala 0 = graus Celsius 1 = graus Fahrenheit 1000 = ±50 mV 1001 = ±100 mV 1111 = CJF 10 = escala para PID ( de 0 a 16383) 11 = contagens proporcionais (-32768 a +32767) 10 = início de escala Bits 9 e 10 00 = 10 Hz 01 = 50 Hz 10 = 60 Hz 11 = 250 Hz Bit 11 Bits 12-15 0 = canal 1 = canal habilitado desabilitado 0000 = sempre faça esse ajuste .

Exemplos de Aplicação 8-3 Listagem do Programa Linha 2:0 Bit de Primeira Passagem Inicializa Canal 0 do NT4 Linha 2:1 o Converte a palavra de dados do canal 0 ( F) em BCD e escreve essa conversão no LED. Tabela de Dados . O display de 7 segmentos utiliza as saídas de 0 a 11. 14 e 15 para outros dispositivos de saída no sistema. um zero será exibido no display. 13. Se o canal 0 estiver desabilitado. Linha 2:2 • O uso da instrução mover máscara com a máscara 0FFF permite utilizar as saídas 12.

Configuração do Dispositivo Termopar Tipo T da Temperatura Ambiente Painel deDisplay Cabine Ambiente Tanque Cabine Ambiente Água Resfriada Vapor Tubulação de Resfriamento da Água TermoparTipo J de Resfriamento Termopar Tipo J do Tanque TermoparTipo K de Vapor Chaves Seletoras (I:2/1 e (I:2/0) Tubulação de Vapor .8-4 Exemplos de Aplicação Exemplo Suplementar Ajustes da Configuração (Quatro Canais ºC ↔ ºF) Esse exemplo apresenta como visualizar a temperatura de vários termopares em um painel. Uma segunda chave seletora (I:2/1) permite que o operador comute um dos displays entre a temperatura ambiente próxima ao tanque e a temperatura dentro da cabine de controle que armazena o SLC 500. Cada display possui 7 segmentos de 4 dígitos. Uma chave seletora (I:2/0) permite que o operador escolha entre visualizar dados em ºC ou em ºF. com o último dígito representando os décimos de um grau. Os displays possuem entradas sinking CC e utilizam o formato de dados BCD.

Exemplos de Aplicação 8-5 Configuração do Canal Configuração para o termopar ambiente: • canal 0 • termopar tipo T • exibição de temperatura em décimos de um grau • palavra de dados zero em caso de circuito aberto • filtro de entrada de 60 Hz para fornecer rejeição a ruído de 60 Hz da linha Configuração para o termopar do tanque: • canal 1 • termopar tipo J • exibição de temperatura em décimos de um grau • palavra de dados zero em caso de circuito aberto • filtro de entrada de 60 Hz para fornecer rejeição a ruído de 60 Hz da linha Configuração para o termopar de vapor: • canal 2 • termopar tipo K • exibição de temperatura em décimos de um grau • palavra de dados zero em caso de circuito aberto • filtro de entrada de 60 Hz para fornecer rejeição a ruído de 60 Hz da linha Configuração para o termopar de resfriamento da água: • canal 3 • termopar tipo J • exibição de temperatura em décimos de um grau • palavra de dados zero em caso de circuito aberto • filtro de entrada de 60 Hz para fornecer rejeição a ruído de 60 Hz da linha Configuração para a temperatura da cabine: • canal 0 • temperatura CJC • exibição de temperatura em décimos de um grau • palavra de dados zero em caso de circuito aberto • filtro de entrada de 60 Hz para fornecer rejeição a ruído de 60 Hz da linha .

0.8-6 Exemplos de Aplicação Folha de Dados para Configuração do Canal (Com ajustes estabelecidos) Número do Bit Canal 0 (Ambiente) Canal 1 (Tanque) Canal 2 (Vapor) Canal 3 (Água de Resfriamento) Seleção do Tipo de Entrada Seleção do Formato de Dados Seleção de Circuito Aberto Seleção de Unidade de Temperatura Seleção de Freqüência do Filtro Habilitar Canal Não Utilizado Definições de Bit: Bits 0-3 Seleção do Tipo de Entrada Bits 4 e 5 Seleção do Formato de Dados Bits 6 e 7 Bit 8 Bits 9 e 10 Bit 11 Bits 12-15 Seleção de Circuito Aberto Seleção de Unidades de Temperatura Seleção da Freqüência do Filtro Habilitar Canal Não utilizados 0000 = J 0100 = R 0001 = K 0101 = S 0010 = T 0110 = B 0011 = E 0111 = N 00 = unidades de engenharia. 0. x 1 (0. x 10 (1º/degrau.1 mV/degrau) 00 = zero 01 = fim de escala 0 = graus Celsius 1 = graus Fahrenheit 1000 = ±50 mV 1001 = ±100 mV 1111 = CJF 10 = escala para PID ( de 0 a 16383) 11 = contagens proporcionais (-32768 a +32767) 10 = início de escala 00 = 10 Hz 0 = canal desabilitado 01 = 50 Hz 10 = 60 Hz 11 = 250 Hz 1 = canal habilitado 0000 = sempre faça esse ajuste .01 mV/degrau) 01 = unidades de engenharia.1º/degrau.

na qual o SLC está instalado. Monitore a palavra de status do canal 0 para determinar qual temperatura está sendo exibida (ambiente ou cabine) e energizar a luz piloto apropriada. Canal 1 2 3 4 CJC Alocação da Palavra de Configuração ºF ºC N10:0 N10:4 N10:1 N10:5 N10:2 N10:6 N10:3 N10:7 N10:8 N10:9 2. Quando as posições da chave seletora de graus ou a chave seletora de cabine/ambiente mudarem. uma para ºC e a outra para ºF. configure duas palavras de configuração para monitorar a temperatura de CJC. Observe que o uso da instrução OSR (one shot rising) faz com que a mudança na configuração seja disparada na borda de subida. Configure duas palavras de configuração na memória para cada canal. com base na posição das duas chaves seletoras. 4. Converta as palavras de dados do termopar individual em BCD e envie os dados aos respectivos LEDs. Além disso. Listagem do Programa As seis primeiras linhas desse programa enviam as informações corretas de configuração do canal para o módulo NT4. Monitorando a temperatura de CJC você terá uma boa indicação da temperatura no interior da cabine de controle. A tabela abaixo apresenta um resumo de alocação da palavra de configuração. .Exemplos de Aplicação 8-7 Configuração do Programa e Resumo da Operação 1. escreva as configurações apropriadas do canal para o módulo NT4. Cabine Chaves Seletoras Ambiente 3. ou seja o NT4 é reconfigurado somente quando uma chave seletora mudar de posição.

A configuração de fábrica para o canal 0 é a leitura do termopar da temperatura ambiente.1 Se a chave seletora ambiente/cabine estiver na posição ambiente e a chave seletora de graus estiver na posição Fahrenheit. configure os quatro canais para a leitura em graus Celsius. Chave seletora de graus Fahrenheit Configura os Canais do NT4 Linha 2. Chave seletora de graus Fahrenheit Chave Seletora Ambiente/Cabine Ambiente Configura os Canais do NT4 Linha 2. configure o canal 0 para a leitura do termopar da temperatura ambiente em graus Celsius.0 Se a chave seletora de graus estiver na posição Fahrenheit.2 Se a chave seletora ambiente/cabine estiver na posição cabine e a chave seletora de graus estiver na posição Fahrenheit.3 Se a chave seletora de graus estiver na posição Celsius.8-8 Exemplos de Aplicação Linha 2. configure os quatro canais para a leitura em graus Fahrenheit.4 Se a chave seletora ambiente/cabine estiver na posição ambiente e a chave seletora de graus estiver na posição Celsius. configure o canal 0 para a leitura do termopar da temperatura ambiente em graus Fahrenheit. configure o canal 0 para a leitura de CJC no módulo NT4 em graus Fahrenheit. . A configuração de fábrica para o canal 0 é a leitura do termopar da temperatura ambiente. Chave seletora de graus Fahrenheit Configura os Canais do NT4 Linha 2. Chave seletora de graus Fahrenheit Chave Seletora Ambiente/Cabine Cabine Configura os Canais do NT4 Linha 2.

energize a luz piloto do ambiente no painel.7 Se o canal 0 estiver configurado para ler CJC. configure o canal 0 para a leitura de CJC no módulo NT4 em graus Celsius. energize a luz piloto da cabine no painel. Chave seletora de graus Celsius Chave Seletora Ambiente/Cabine Cabine Configura os canais do NT4 Linha 2. Luz do Ambiente Linha 2.5 Se a chave seletora ambiente/cabine estiver na posição cabine e a chave seletora de graus estiver na posição Celsius.8 Converta as palavras de dados do NT4 para o formato BCD e envie aos LEDs. Luz do Ambiente Linha 2.Exemplos de Aplicação 8-9 Chave seletora de graus Celsius Chave Seletora Ambiente/Cabine Ambiente Configura os Canais do NT4 Linha 2. Escreva a Temperatura Ambiente ou da Cabine do NT4 para o Display .6 Se o canal 0 estiver configurado para ler o termopar ambiente.

12 Tabela de Dados .11 Escreva a Temperatura de Resfriamento do NT4 para o Display Linha 2.10 Escreva a Temperatura do Vapor do NT4 para o Display Linha 2.8-10 Exemplos de Aplicação Linha 2.9 Escreva a Temperatura do Tanque do NT4 para o Display Linha 2.

5W @ 24V cc) 4 (isolados da placa de fundo) Qualquer ranhura do módulo de E/S exceto a ranhura 0 Modulação Sigma-Delta Filtro digital passa baixa com freqüências com tempo de filtragem ajustável. 50 Hz) Maior que 100 dB a 60 Hz (freqüências do filtro 10 Hz. um para cada um dos 4 canais e um para o status do módulo 3510 Cabo adequado de extensão de termopar. 0.1 Hz para filtro de freqüência 50 Hz 15. Especificações Elétricas Consumo de Corrente da Placa de Fundo Consumo de Energia da Placa de Fundo Número de Canais Localização do Chassi de E/S Método de Conversão A/D Filtro de Entrada Rejeição do Modo Normal (entre entrada [+] e entrada [-]) Rejeição do Modo Comum (entre entradas e aterramento do chassi) Freqüências de Corte do Filtro de Entrada 60mA a 5V cc 40mA a 24V cc máximo de 0.Apêndice A Especificações Esse apêndice apresenta as especificações para o módulo de entrada termopar/mV 1746-NT4. . 1746-RT32 Consulte o fabricante do termopar para obter o cabo correto. indicadores de status verde.8W (0.62 Hz para filtro de freqüência 10 Hz 13.72 Hz para filtro de freqüência 60 Hz 65. blindado de par trançado• Belden 8761 ou equivalente dois 14 AWG por terminal 25 ohms de impedância máxima de malha. Cód. 50 Hz) Maior que 150 dB a 60 Hz (freqüências do filtro 10 Hz. Série B ou posterior: máximo de 2V entre dois canais quaisquer Série A: separação de 0V Calibração Isolação Separação Máxima do Modo Comum Canal a Canal Especificações Físicas Indicadores LED Código de Identificação do Módulo Cabo Recomendado: para entradas termopares: 5.5 Hz para filtro de freqüência 250 Hz O módulo faz a auto-calibração na energização e toda vez que um canal é habilitado. Cat. para erro <1 LSB para entradas mV: Bitola Máxima do Fio Impedância Máxima do Cabo Terminal • Removível.3W @ 5V cc. 500V cc contínuo entre as entradas e o aterramento do chassi e entre as entradas e a placa de fundo. 60 Hz) Maior que 150 dB a 50 Hz (freqüências do filtro 10 Hz. Maior que 100 dB a 50 Hz (freqüências do filtro 10 Hz. 60 Hz) 2.

A-2

Especificações

Especificações Ambientais
Temperatura de Operação Temperatura de Armazenamento Umidade Relativa Certificação de 0ºC a 60ºC (de 32ºF a 140ºF) de -40ºC a +85ºC (de -40ºF a +185ºF) de 5% a 95% (sem condensação) Listado UL Aprovado CSA CE para todas as diretrizes aplicáveis quando o produto ou a embalagem estiver marcado Classe I, Divisão 2

Classificação de Risco Ambiental

Especificações de Entrada
Termopar Tipo J Termopar Tipo K Termopar Tipo T Termopar Tipo E Termopar Tipo R Termopar Tipo S Termopar Tipo B Termopar Tipo N (14 AWG) de -210ºC a 760ºC de -270ºC a 1370ºC de -270ºC a 400ºC de -270ºC a 1000ºC de 0ºC a 1768ºC de 0ºC a 1768ºC de 300ºC a 1820ºC de 0ºC a 1300ºC (de -346ºF a 1400ºF) (de -454ºF a 2498ºF) (de -454ºF a 752ºF) (de -454ºF a 1832ºF) (de 32ºF a 3214ºF) (de 32ºF a 3214ºF) (de 572ºF a 3308ºF) (de 32ºF a 2372ºF)

Tipo de Entrada (Selecionável)

Linearização do Termopar Compensação de Junta Fria Impedância de Entrada Escala de Temperatura (Selecionável) Escala de Milivolt CC (Selecionável) Corrente de Fuga da Detecção de Circuito Aberto Método de Detecção de Circuito Aberto Tempo para Detectar o Circuito Aberto Resposta de Entrada em Degrau Resolução de Entrada

Milivolt (-50 mV cc a +50 mV cc) Milivolt (-100 mV cc a +100 mV cc) padrão IPTS-68, NBS MN-125, NBS MN-161 Precisão ± 1,5ºC, de 0ºC a 85ºC (de 32ºF a 185ºF) Maior que 10MΩ ºC ou ºF e 0,1ºC ou 0,1ºF 0,1 mV ou 0,01 mV máximo de 12 nA Fim de Escala 500 ms ou 1 tempo de atualização do módulo, o que for maior Consulte resposta em degrau do canal, página 4-6. Consulte os gráficos de resolução de entrada nas páginas a seguir. Esses gráficos apresentam a menor unidade que se pode medir, com base nas tolerâncias de software e hardware. Consulte a tabela de Resolução da Palavra de Dados do Canal, página 5-7. Consulte a tabela de Precisão do módulo, página A-3. Consulte a tabela de Precisão do módulo, página A-3. Consulte a tabela de Precisão do módulo, página A-3. Consulte o Capítulo 4, Tempo de Atualização Requer até um tempo de atualização do módulo mais um do seguinte: • Filtro de 250 Hz = 82 milissegundos • Filtro de 60 Hz = 196 milissegundos • Filtro de 50 Hz = 226 milissegundos • Filtro de 10 Hz = 946 milissegundos Requer até um tempo de atualização do módulo (consulte a página 4-7)

Resolução do Display Precisão Geral do Módulo @ 25ºC (77ºF) Precisão Geral do Módulo (0ºC a 60ºC, 32ºF a 140ºF) Desvio Geral do Módulo Tempo de Atualização do Módulo Tempo de Energização do Canal, Tempo de Reconfiguração

Tempo de Desenergização do Canal

Especificações
Precisão do Módulo 1746-NT4 Tipo de Entrada J K T E S R B N ±50 mV Com Auto-calibração• Erro Máximo @ 25ºC ±1,06ºC ±1,72ºC ±1,43ºC ±0,72ºC ±3,61ºC ±3,59ºC ±3,12ºC ±1,39ºC ±50 µ V Erro Máximo @ 77ºC ±1,91ºF ±3,10ºF ±2,57ºF ±1,3ºF ±6,5ºF ±6,46ºF ±5,62ºF ±2,5ºF ±50 µ V Sem Auto-calibração• Desvio de Temperatura (0ºC-60ºC) ±0,0193ºC/ºC, ºF/ºF ±0,0328ºC/ºC, ºF/ºF ±0,0202ºC/ºC, ºF/ºF ±0,0190ºC/ºC, ºF/ºF ±0,0530ºC/ºC, ºF/ºF ±0,0530ºC/ºC, ºF/ºF ±0,0457ºC/ºC, ºF/ºF ±0,0260ºC/ºC, ºF/ºF ±1,0 µ V/ºC, ±1,5 µ V/ºC, ±1,8 µ V/ºF ±2,7 µ V/ºF

A-3

±100 mV ±50 µ V ±50 µ V • Assume que a temperatura do bloco terminal do módulo esteja estável.

A-4

Especificações

Resolução de Entrada por Tipo de Termopar em Cada Freqüência do Filtro
Resolução Termopar Tipo E

12,80 23,04 9,60 17,28 6,40 11,52 3,20 5,76

1,60 2,88 1,20 2,16 0,80 1,44 0,40 0,72

0,80 1,44 0,60 1,08 0,40 0,72 0,20 0,36

Temperatura

Resolução Termopar Tipo J 3,20 5,76 2,40 4,32 1,60 2,88 0,80 1,44 0,40 0,72 0,30 0,54 0,20 0,36 0,10 0,18 0,20 0,36 0,15 0,27 0,10 0,18 0,05 0,09

Temperatura

72 0.72 0.04 Temperatura .80 1.52 3.11 0.60 2.28 2.22 0.06 0.Especificações A-5 Resolução Termopar Tipo K 12.60 2.80 23.30 0.40 0.60 17.44 0.10 0.04 9.04 0.20 2.15 0.08 0.16 0.76 1.32 1.20 5.29 0.58 0.36 0.88 1.02 0.12 0.16 0.20 0.40 0.07 0.96 1.64 1.14 0.80 1.08 0.07 0.04 0.60 1.14 0.18 0.88 1.20 0.40 11.73 0.28 6.44 0.08 0.36 Temperatura Resolução Termopar Tipo N 1.

40 0.60 1.16 0.20 2.20 0.08 4.44 0.40 0.36 Temperatura .60 1.72 0.40 0.26 4.20 0.40 0.79 12.72 0.07 0.53 8.53 8.80 1.22 1.08 4.20 2.22 1.72 2.72 2.44 0.15 0.36 Temperatura Resolução Termopar Tipo S 6.07 0.A-6 Especificações Resolução Termopar Tipo R 6.80 1.26 4.79 12.15 0.16 0.

16 0.72 0.08 0.20 5.80 1.29 6.88 0.20 0.72 0.44 0.40 0.18 3.05 16.60 1.26 4.15 2.54 0.72 0.53 8.20 0.08 0.07 1.10 0.30 0.80 1.20 2.40 0.40 0.44 0.20 0.60 2.80 1.76 2.36 Temperatura .60 2.72 0.88 1.Especificações A-7 Resolução Termopar Tipo T 9.32 1.60 1.79 12.36 Temperatura Resolução Termopar Tipo B 0.40 0.80 1.36 0.44 0.22 4.40 4.44 0.

os ajustes deste campo determinam como o canal irá operar. Esse procedimento enfoca cada campo de bits separadamente e ajuda na configuração de um canal para operação. Determine o tipo de dispositivo de entrada para um canal e insira o respectivo código binário de 4 dígitos no campo de bit de 0 a 3 da palavra de configuração do canal.01 mV/degrau) 01 = unidades de engenharia.1º/degrau. Bits 4 e 5 Seleção do Formato de Dados 00 = unidades de engenharia. Insira o código binário de 2 dígitos no campo de bits 4-5 da palavra de configuração do canal. Se o canal for configurado para entradas termopares ou compensação de junta fria. pode utilizar a folha de dados da página B-3. Bits 6 e 7 Seleção de Circuito Aberto 00 = zero 01 = fim de escala 10 = início de escala 4. se você preferir. Bit 8 Seleção de Unidades de Temperatura 0 = graus Celsius 1 = graus Fahrenheit . 0. Procedimentos para a Configuração do Canal A palavra de configuração do canal consiste em campos de bits. determine se você quer que a palavra de dados do canal seja lido em ºF ou ºC e insira 1 ou 0 no bit 8 da palavra de configuração. 1.1 mV/degrau) 10 = escala para PID ( de 0 a 16383) 11 = contagens proporcionais (-32768 a +32767) 3. Ou. Determine o estado desejado para a palavra de dados do canal se uma condição de circuito aberto for detectada naquele canal. Insira o código binário de dois dígitos na campo de bits 6-7 da palavra de configuração do canal. Consulte a tabela da página 5-3 e as informações detalhadas do capítulo 5 para completar os procedimentos deste apêndice. Bits 0-3 Seleção do Tipo de Entrada 0000 = J 0001 = K 0010 = T 0011 = E 0100 = R 0101 = S 0110 = B 0111 = N 1000 = ±50 mV 1001 = ±100 mV 1111 = CJF 2. x 1 (0. Essa seleção determina como o valor de entrada registrado pelo sensor analógico será expresso na palavra de dados. Se o canal estiver configurado para um sensor analógico mV. 0. x 10 (1º/degrau.Apêndice B Folha de Dados para a Configuração do NT4 O procedimento para configuração e a folha de dados a seguir ajudam a configurar cada canal do módulo termopar. Selecione um formato para o valor da palavra de dados. coloque 0 no bit 8.

insira esses dados de configuração no programa ladder e copie no módulo termopar. 9. Uma freqüência mais baixa do filtro aumenta o tempo de atualização do canal. Determine a palavra de configuração do canal para cada canal no módulo termopar/mV. . mas também aumenta a rejeição a ruído e a resolução do canal. Coloque 1 no bit 11 se o canal for habilitado. Uma freqüência mais alta do filtro diminui o tempo de atualização do canal. em seguida. repetindo as etapas de 1 a 7.B-2 Folha de Dados para a Configuração do NT4 5. Determine a freqüência desejada do filtro de entrada para o canal e insira o código binário de dois dígitos no campo de bits 9-10 da palavra de configuração do canal. Coloque 0 no bit 11 se o canal for desabilitado. Se o canal será usado no sistema. Insira as palavras de configuração completas para cada módulo na folha de dados da página a seguir. Não utilizados 0000 = sempre faça esse ajuste Bits 12-15 8. Seleção da Freqüência do Filtro 00 = 10 Hz 01 = 50 Hz 10 = 60 Hz 11 = 250 Hz Bits 9 e 10 6. insira todos os ajustes de bit selecionados nas etapas anteriores para completar a palavra de configuração. Certifique-se de que os bits de 12 a 15 contêm zeros e. Seguindo os procedimentos do capítulo 2 ou do capítulo 6. ele deve ser habilitado. mas também diminui o tempo de atualização e a resolução do canal. 10. Habilitar Canal 0 = canal desabilitado 1 = canal habilitado Bit 11 7.

1º/degrau.01 mV/degrau) 01 = unidades de engenharia. 0. x 10 (1º/degrau.1 mV/degrau) 00 = zero 01 = fim de escala 0 = graus Celsius 1 = graus Fahrenheit 1000 = ±50 mV 1001 = ±100 mV 1111 = CJF 10 = escala para PID ( de 0 a 16383) 11 = contagens proporcionais (-32768 a +32767) 10 = início de escala Bits 9 e 10 00 = 10 Hz 01 = 50 Hz 10 = 60 Hz 11 = 250 Hz Bit 11 Bits 12-15 0 = canal 1 = canal habilitado desabilitado 0000 = sempre faça esse ajuste . x 1 (0.Folha de Dados para a Configuração do NT4 B-3 Folha de Dados para Configuração do Canal Número do Bit Canal 0 Canal 1 Canal 2 Canal 3 Seleção do Tipo e Entrada Seleção do Formato de Dados Seleção de Circuito Aberto Seleção de Unidades de Temperatura Seleção de Freqüência do Filtro Habilitar Canal Não Utilizado Definições de Bit: Bits 0-3 Seleção do Tipo de Entrada Bits 4 e 5 Seleção do Formato de Dados Seleção de Circuito Aberto Seleção de Unidades de Temperatura Seleção da Freqüência do Filtro Habilitar Canal Não utilizados Bits 6 e 7 Bit 8 0000 = J 0100 = R 0001 = K 0101 = S 0010 = T 0110 = B 0011 = E 0111 = N 00 = unidades de engenharia. 0.

” “Não devem ser utilizados em atmosferas sulfurosas acima de 500oC. (Ferro x Cobre-Níquel <Constantan • >) O termopar J “é o menos aconselhável para a termometria precisa porque existem desvios não lineares significantes na saída termoelétrica de diferentes fabricantes. os mesmos irão perder a precisão de calibração quando expostos novamente a baixas temperaturas. de oxidação. uma liga de cobre e níquel.” “O ferro comercial passa por uma transformação magnética próxima a 769oC e uma transformação <alfa-gama> de cristal próxima a 910oC. não são recomendados para temperaturas abaixo de zero. a temperatura máxima recomendada diminui para 593oC em 1. se posteriormente for necessária uma leitura precisa abaixo de 760oC. especialmente a última. Os termopares Tipo J também podem ser utilizados para atender limites especiais de erro. Se os termopares tipo J forem expostos a altas temperaturas.” • Deve-se notar que o elemento Constantan dos termoelementos Tipo J NÃO é intercambiável com o elemento Constantan dos Tipos T ou N devido à diferença da relação cobre níquel em cada. que são iguais a ½ dos limites apresentados acima.. Devido ao risco de enferrujamento e fragmentação.3 mm (24 ou 28 AWG). especialmente acima de 900oC. está sujeito a mudanças de composição substanciais sob irradiação térmica de nêutrons.5 ou 0. Os tipos totais e específicos das impurezas que ocorrem no ferro comercial mudam com o tempo.” “Os termopares tipo J são recomendados pela ASTM (1970) para o uso em uma faixa de temperatura de 0 a 760oC em atmosferas a vácuo. de redução ou inertes. o termopar Tipo J. K.” “O Padrão ASTM E230-72 no Livro Anual de Padrões ASTM (1972) especifica que os limites de erro para os termopares comerciais Tipo J devem ser de ±2. . recomenda-se o uso de bitolas mais elevadas porque a oxidação é rápida em temperaturas elevadas. T. Essas duas transformações.. R e S.3 mm (8 AWG). Não devem ser utilizados acima de 760oC mesmo por um curto tempo. Os limites de erro não são especificados para os termopares Tipo J abaixo de 0oC e acima de 760oC.” “O termoelemento negativo.6 mm (14 AWG) e para 371oC em 0.2oC entre 0 e 277oC e ±3/4% entre 277 e 760oC. E.Apêndice C Restrições do Termopar A seguir estão algumas restrições extraídas de NBS Monograph 125 (IPTS-68) de Março de 1974 sobre os termopares J. afetam seriamente as propriedades termoelétricas do ferro. Se utilizado por tempos muito longos acima de 500oC. com a localização de minérios primários e com os métodos de fundição.. Termopar Tipo J .. e. conseqüentemente. uma vez que o cobre é convertido em níquel e zinco. Para fios menores. . O limite máximo recomendado de temperatura para termopares protegidos em 760oC se aplica aos fios de 3.

” “O Padrão ASTM E230-72 no Livro Anual de Padrões ASTM (1972) especifica que os limites de erro para os termopares comerciais Tipo K devem ser de ±2.2C entre 0 e 277oC e ±3/4% entre 277 e 1260oC.3 mm (24 ou 28 AWG). o coeficiente de Seebeck dos termopares Tipo T é relativamente pequena em temperaturas abaixo de zero (aproximadamente 5. mas. que são iguais a ½ dos limites apresentados acima.6 mm (14 AWG). Isso.” “Os termopares Tipo K são recomendados pela ASTM para o uso contínuo em temperaturas na faixa de -250 a 1260oC em atmosferas inertes ou de oxidação. Para fios menores. Além disso.8 mm (20 AWG) e para 871oC em 0. quantidade de oxigênio). Os termopares Tipo K também podem ser utilizados para atender limites especiais de erro.3 mm (8 AWG). mas não insignificante. é a razão principal pela qual os termopares Tipo T são menos aconselháveis para o uso em temperaturas abaixo de zero.” (Cobre x Cobre-Níquel <Constantan • >) “A homogeneidade da maioria dos termoelementos Tipo TP e TN (ou EN) é razoavelmente boa.6µV/K em 20K). a homogeneidade termoelétrica dos termoelementos KN não é tão boa quanto a dos termoelementos EN. Os limites de erro não são especificados para os termopares Tipo K abaixo de 0oC.” “Os termopares Tipo K podem ser usados em temperaturas de “hidrogênio líquido”. No entanto. O limite máximo recomendado de temperatura para termopares protegidos em 1260oC se aplica aos fios de 3. com apenas algumas mudanças na calibração. No entanto. juntamente com a alta condutividade térmica dos termoelementos Tipo TP.” Termopar Tipo T . Não devem ser utilizados no vácuo (em altas temperaturas) por longos períodos porque o Cromo no termoelemento positivo se vaporiza da solução e altera a calibração. 982oC em 0.” “Não devem ser usados em atmosferas sulfurosas. J ou T e. atende às aplicações com temperaturas acima de 500oC. conseqüentemente. Os termoelementos KP e KN possuem uma condutividade térmica relativamente baixa e uma boa resistência à corrosão em atmosferas úmidas de baixas temperaturas.5 ou 0. os termopares Tipo K podem ser usados em temperaturas até 1350oC por curtos períodos. mesmo assim. sendo dois terços do coeficiente dos termopares Tipo E. Os termoelementos KP e KN estão sujeitos a oxidação quando utilizados acima de 850oC. Também não devem ser utilizados em atmosferas que desenvolvem corrosão “green-rot” (aquelas com uma baixa.C-2 Restrições do Termopar Termopar Tipo K (Níquel-Cromo x Níquel-Alumínio) “Esse tipo é mais resistente à oxidação em temperaturas elevadas do que os Termopares tipo E. de redução ou de alternância entre redução e oxidação a menos que estejam protegidos por tubos. diminui para 1093oC em 1. o coeficiente de Seebeck (aproximadamente 4µV/K em 20K) é apenas ½ daquele dos termopares Tipo E.

Não devem ser usados em atmosferas sulfurosas. Nessa temperatura.” .. diminui para 260oC em 0.” “A ASTM (1970) indica as seguintes restrições . depois do aquecimento por 30 horas a 500oC. uma vez que os termoelementos tipo TP se oxidam rapidamente acima dessa temperatura.. No entanto. porque o Cromo no termoelemento positivo se vaporiza da solução e altera a calibração.6mm (14 AWG).6 mm (14 AWG).8 mm (20 AWG) e para 240oC em 0.” . uma vez que pode ocorrer severa fragmentação dos termoelementos tipo TP. as propriedades termoelétricas dos termoelementos tipo TP não são aparentemente afetadas pela oxidação. em altas temperaturas. os termoelementos tipo TN possuem boa resistência a oxidação e apresentam apenas pequenas alterações na FEM térmica com longo período de exposição. Termopar Tipo E (Níquel-Cromo x Cobre-Níquel <Constantan • >) “Os termopares tipo E são recomendados pela ASTM (1970) para o uso em uma faixa de temperatura de -250 a 871oC em atmosferas de oxidação ou inertes. Os termopares Tipo T também podem ser utilizados para atender limites especiais de erro. O limite máximo recomendado de temperatura para operação contínua dos termopares Tipo T é configurado em 371oC para termoelementos de 1. uma vez que Roeser e Dahl (1938) observaram alterações insignificantes na tensão termoelétrica dos termoelementos tipo TP de 12.3 mm (24 ou 28 AWG). de oxidação. quantidade de oxigênio).” “Os termoelementos tipo T não são recomendados para o uso em ambientes nucleares pois os dois termoelementos estão sujeitos a significantes alterações de composição sob irradiação térmica de nêutron. O limite máximo recomendado de temperatura para termopares protegidos em 371oC se aplica aos fios de 1. de redução ou de alternância entre redução e oxidação a menos que estejam protegidos por tubos. mas o termopar pode ser utilizado até em 1000oC por curtos períodos. Não devem ser utilizados no vácuo (em altas temperaturas) por longos períodos.. Também não devem ser utilizados em atmosferas que desenvolvem corrosão “green-rot” (aquelas com uma baixa.5 ou 0.Restrições do Termopar C-3 “Os termopares Tipo T são recomendados pela ASTM (1970) para o uso em uma faixa de temperatura de 184 a 371oC em atmosferas a vácuo. O termoelemento negativo está sujeito à deterioração acima de 871oC. ±0. O cobre no termoelemento é convertido em níquel e zinco.” • Deve-se notar que o elemento Constantan dos termoelementos Tipo J NÃO é intercambiável com o elemento Constantan dos Tipos T ou N devido à diferença da relação cobre-níquel em cada. “A operação dos termopares Tipo T em atmosferas de hidrogênio com temperaturas acima de 370oC não é recomendada. mas não insignificante. deve-se ter muito cuidado ao utilizar os termopares para garantir que as juntas de medição e referência assumam as temperaturas desejadas..8C entre -59 e 93oC e ±3/4% entre 93 e 371oC. que são iguais a ½ dos limites apresentados acima (mais um limite de erro de ±1% especificado entre -184 e -59C).” “Devido à alta condutividade térmica dos termoelementos TP. como mostrado nos estudos de Dahl (1941). Para fios menores. de redução ou inertes.” “O Padrão ASTM E230-72 no Livro Anual de Padrões ASTM (1972) especifica que os limites de erro para os termopares comerciais Tipo T devem ser de ±2% entre 101 e 59oC. 18 e 22 AWG.

5 ou 0.7C entre 0 e 316oC e ±1/2% entre 316 e 871oC. uma liga de cobre e níquel. platina pura. o que irá alterar a tensão termoelétrica a menos que seja recozida.” .4C entre 0 e 538oC e ±1/4% entre 538 e 1482oC. está sujeito a mudanças de composição sob irradiação térmica de nêutrons. o resfriamento rápido a partir de altas temperaturas deve ser evitado. 538oC em 0.” • Deve-se notar que o elemento Constantan dos termoelementos Tipo J NÃO é intercambiável com o elemento Constantan dos Tipos T ou N devido à diferença da relação cobre-níquel em cada. em atmosferas que contêm vapores metálicos (tais como chumbo ou zinco).3mm (8 AWG). a menos que adequados a tubos de proteção não metálicos.” “O termoelemento positivo. O limite máximo recomendado de temperatura para o uso contínuo dos termopares em 1482oC se aplica ao fio de 0. uma vez que o cobre é convertido em níquel e zinco.13% Ródio x Platina) “ O manual STP 470 ASTM (1970) indica as seguintes restrições de uso dos termopares tipo S (e R) em altas temperaturas: Não devem ser utilizados em atmosferas de redução. Em particular.6 mm (14 AWG). vapores não metálicos (tais como arsênio. é instável em um fluxo térmico de nêutron porque o ródio se converte em platina. Para fios menores.” “O Padrão ASTM E230-72 no Livro Anual de Padrões ASTM (1972) especifica que os limites de erro para os termopares comerciais Tipo E devem ser de ±1. No entanto. Não devem ser inseridos diretamente em um tubo primário metálico.8 mm (20 AWG) e para 427oC em 0. O termoelemento negativo.10% Ródio x Platina) R (Platina . Os limites de erro não são especificados para os termopares Tipo S (e R) abaixo de 0oC. o bombardeio rápido de nêutrons irá causar danos físicos. Os limites de erro não são especificados para os termopares Tipo E abaixo de 0oC.” “As tensões termoelétricas da platina baseadas nos termopares são sensíveis a tratamentos de aquecimento. que são menores que os limites apresentados acima: ±1. o limite máximo recomendado de temperatura diminui para 649oC em 1. Os limites máximos aplicam-se ao fio de 3. Os termopares Tipo E também podem ser utilizados para atender limites especiais de erro.” “O Padrão ASTM E230-72 no Livro Anual de Padrões ASTM (1972) especifica que os limites de erro para os termopares comerciais Tipo S (e R) devem ser de ±1.3 mm (24 ou 28 AWG).C-4 Restrições do Termopar “O termoelemento negativo. Termopares Tipo S e R S (Platina .25C entre 0 e 316oC e ±3/8% entre 316 e 871oC. fósforo ou enxofre) ou óxidos facilmente reduzidos.5mm (24 AWG). é relativamente estável à transmutação de nêutron. platina-10% ródio (13% ródio para tipo R).

oferecendo continuidade elétrica entre a junta e a bainha.) • Junta Exposta .A junta de medição é eletricamente isolada da bainha metálica de proteção. A ilustração abaixo apresenta os três tipos de termopar.Não possui uma bainha metálica de proteção.A junta de medição é fisicamente conectada à bainha metálica de proteção.Apêndice D Tipos de Termopar Esse apêndice descreve os tipos de termopar. Assim. Junta Aterrada Fio de Tensão Caixa Metálica A junta de Medição é Conectada à Bainha Junta Aterrada (isolada) A junta de Medição é Isolada da Bainha Junta Exposta A junta de Medição Não Possui Bainha . • Junta não Aterrada . a junta de medição fica exposta. (Também chamada de Junta Isolada. Existem 3 tipos de juntas de termopar: • Junta Aterrada .

(decibel) Uma medida da relação entre dois níveis de sinal.Glossário Os termos e as abreviações apresentados abaixo são utilizados ao longo do manual. A comunicação do chassi é feita através do Scanner 1747-SN e do Adaptador Remoto 1747-ASB. introduzida pela temperatura na junta entre o fio condutor do termopar e o bloco terminal de entrada (a junta fria). CJC . O oposto de ganho. O bit que representa o menor valor dentro de um segmento de bits. chassi . conforme passa através de um sistema.Refere-se a um dos quatro sinais da interface de entrada analógica disponível no bloco terminal do módulo.Um sistema de controle onde os chassis podem estar localizados a até 3Km do chassi do controlador. canal .(Compensação de Junta Fria). Para uma listagem completa da terminologia Rockwell Automation. módulos do controlador e fontes de alimentação. Cada canal é configurado para a conexão a um dispositivo de entrada termopar ou milivolt CC (mV) e possui sua própria palavra de status de diagnóstico. configuração remota . tais como módulos de E/S.Refere-se ao conversor de analógico para digital inerente ao módulo de entrada termopar NT4. O meio pelo qual o módulo compensa a falha de tensão de offset. bit menos significativo (LSB) . dB . consulte o AllenBradley Industrial Automation Glossary. O conversor produz um valor digital cuja magnitude é proporcional à magnitude instantânea de um sinal analógico. . atenuação . configuração local .Um sistema de controle onde todos os chassis estão localizados a uma curta distância do controlador e a comunicação chassi a chassi é feita através de um cabo 1746-C7 ou 1746-C9. A/D .Uma configuração de hardware que armazena dispositivos. módulos adaptadores. Publicação AG-7.1.A redução na magnitude de um sinal.Refere-se a um incremento de dados definido como a faixa de escala plena dividido pela resolução.

mas não entre o condutor de aterramento ou entre a estrutura de referência do sinal e os condutores de sinal. .A freqüência selecionada pelo usuário para o filtro digital do conversor A/D. A palavra de dados do canal é válida somente quando o canal estiver habilitado e não houver falhas no canal. Quando o canal estiver desabilitado. freqüência do filtro .A mudança de tensão na transição de escala plena medida através da faixa de temperatura de operação do módulo. rejeição do modo normal .Os formatos de dados que você seleciona para definir os incrementos lógicos da palavra de dados do canal.A freqüência na qual o sinal de entrada é atenuado em 3dB pelo filtro digital.G-2 Glossário desvio de ganho . erro de escala plena . a palavra de dados do canal será removida (0). filtro digital . O filtro digital oferece alta rejeição a ruído nessa freqüência.Um inteiro de 16 bits que representa o valor do canal de entrada analógica.Um filtro de ruído de passagem baixa incorporado ao conversor A/D. freqüência de corte . termopar ou CJF. Os componentes de freqüência do sinal de entrada abaixo da freqüência de corte são passados abaixo de 3dB de atenuação. palavra de configuração .(rejeição do modo diferencial) Uma medida em dB da habilidade de um dispositivo de rejeitar sinais de ruído entre os condutores de sinal do circuito.Um sistema de chaveamento que permite que vários sinais de entrada compartilhem um conversor A/D comum.Contém as informações necessárias de configuração do canal para configurar e operar cada canal. As informações são escritas na palavra de configuração através da lógica fornecida no programa ladder. Também podem ser contagens proporcionais. palavra de dados .Contém informações de status sobre a atual configuração do canal e o estado de operação. que você deve calcular de acordo com a resolução de tensão ou temperatura da aplicação. multiplexador .(FSR) A diferença entre os valores máximo e mínimo de entrada analógica/termopar especificados. que são automaticamente escaladas. faixa de escala plena . Você pode utilizar essa informação no programa ladder para determinar se a palavra de dados do canal é válida. O filtro digital proporciona elevada inclinação acima da freqüência de corte. escala dos dados de entrada . Esses formatos podem ser escala para PID ou Unidades de Engenharia para entradas milivolt. palavra de status . o que produz rejeição a ruído de alta freqüência.(erro de ganho) A diferença em inclinação entre as funções de transferência analógica/termopar real e ideal.

esse é o tempo requerido para o sinal de entrada A/D atingir 100% do valor final esperado. um sistema de 12 bits possui 4. taxa de rejeição do modo comum . Por exemplo.Específico para o módulo termopar.O tempo requerido para o módulo tirar amostra e converter os sinais de entrada de todos os canais de entrada habilitados e tornam esses valores de dados disponíveis ao controlador SLC™. .Uma tensão que aparece no comum nos dois terminais de uma entrada analógica diferencial em relação à terra. tempo de amostragem . Assim.A taxa de um ganho diferencial de tensão para o ganho de tensão do modo comum.O número de bits na palavra de dados do canal que não varia de acordo com o ruído. Taxa de rejeição do modo comum = 20 Log10 (V1/V2). resolução efetiva .096 estados possíveis de saída.096.Glossário G-3 resolução . tempo de resposta ao degrau . tempo de atualização .A menor alteração detectada em uma medição. pode medir 1 parte em 4.15C) ou como um número de bits.O tempo requerido pelo conversor A/D para tirar amostras de um canal de entrada. Expressa em dB. tensão do modo comum . dado uma grande alteração em degrau no sinal de entrada. essa taxa é uma medida de comparação da habilidade que um dispositivo tem de rejeitar a interferência causada pelo comum de tensão para os terminais de entrada relativos à terra. tipicamente expressa em unidades de engenharia (por exemplo 0.

4-1 compatibilidade. 5-4 equipamentos necessários para instalação. A-2 especificações elétricas. 5-8 habilitar acima da escala. 4-3 exemplo de endereçamento. A-2 especificações de entrada. G1 conexões de blindagem. 5-1 folha de dados. 54 entrada de unidades de engenharia. 4-3 exemplo de endereçamento. 4-2 exemplo de endereçamento. G-1 configuração remota. 5-3 na palavra de status. 1-5 com sensores termopares. 1-3 exemplos básico de aplicação. 5-10 descarga eletrostática. 1-5 com fio de extensão do termopar. 3-6 B bit de status do canal. A-1 etiqueta da porta. 5-4 especificações ambientais. B-3 configuração dinâmica do canal. G-2 bloco terminal removível. 5-8 zero. 3-8 configuração de um canal. 6-7 alocação de bit. 4-3 entrada de contagens proporcionais. 2-1 escala dos dados de entrada. G-2 escala para PID. G-1 desabilitação de ranhura. 3-6 diagrama de pinagem. 8-1 como endereçar a palavra de configuração. 4-3 . G-1 abreviações. 5-13 bit menos significante. 4-2 palavra de configuração. G-1 chassi. 3-1 E endereçamento. 3-1 diagnósticos do canal. 4-9 desabilitação de um canal. P-2 corrente consumida. G-1 circuito aberto. 3-9. 4-2 como endereçar a palavra de dados. A-1 especificações físicas. G-1 considerações de aquecimento. 7-1 diagrama de bloco do circuito de entrada. 3-3 conteúdo do manual.Índice Remissivo A A/D. G-1 auto-calibração. 4-3 como endereçar a palavra de status. 5-12 atenuação. G-1 código de identificação do módulo. 3-9. 3-10 canal. 6-6. 7-2 na energização. 6-7 quando usar. 7-4 habilitar abaixo da escala. 5-4. 1-5 com controladores SLC. G-1 decibel. G-1 definição dos termos. 6-7 D dB. 1-3 C calibração. 4-2 palavra de dados. 5-1 na palavra de configuração. 63 configuração local. 4-3 palavra de status. 1-6 diagrama de conexão. 6-7 como realizar. G-1 alarmes. 3-6. 5-8 CJC. 1-5 compensação de junta fria.

3-9 entradas de fiação. 4-4 efeitos no tempo de atualização. 1-2 indicadores de status do canal. 6-4 H habilitação de um canal. 3-6 compensação de junta fria. 5-7 na palavra de status. 7-3 M multiplexador. 5-14 falha de escala plena. 2-1 F falha de configuração do canal. 4-2. G-2 freqüência do filtro do canal. B-1 formato da palavra de dados. 1-5 operação do sistema. 4-5. 6-5 suplementar de aplicação. 6-6 verificação das alterações de configuração do canal. G-2 ajuste de fábrica. 5-4 ajuste na palavra de configuração. 6-4 I imagem de saída. 6-3 instrução PID. 1-3 tabelas de estado. 7-5 condições testadas na energização. 3-3 equipamentos necessários. G-2 fiação do terminal. 6-1 fazendo alterações. 2-1 iniciando.I-2 Índice Remissivo como utilizar a instrução PID. 7-5 acima da faixa. B-3 palavra de dados. 1-3 indicador de status do módulo. 2-1 localização no chassi. 7-4 circuito aberto. 3-8 fio de extensão. 4-4 efeitos na filtragem de ruídos. 6-5 instruções de start-up. 1-5. 1-4 P palavra de configuração. 5-10. 6-5 verificando as alterações de configuração do canal. 7-4 bit de detecção de falha. 5-1 folha de dados. 5-4 faixas de escala por tipo de entrada. G-3 programação alarmes. G-2 folhas de dados. 7-5 detecção no módulo. G-2 falhas. 5-11. 3-2 instrução PID. 5-10 . 3-5 considerações de aquecimento e ruído. 4-2 instalação. 7-4 configuração. 5-1. 5-13 freqüência de corte. 4-3. 4-4 filtro digital. 6-1 ajustes iniciais. 3-1. 6-7 configuração. 1-5 filtragem de ruído. 8-4 como utilizar alarmes para indicar status. G-2 resolução. 7-4 abaixo da faixa. 7-4 detecção no canal. 6-6. 7-5 faixa de escala plena. 5-7 palavra de status. G-2 O operação do módulo. 4-4 L LEDs.

4-7. 3-3. 4-9 resposta de saída à desabilitação da ranhura. 4-8 tensão do modo comum. G-3 efeitos de ajuste do tempo do filtro. D-1 junta exposta. 4-4 resposta de entrada à desabilitação da ranhura. G-3 tempo de amostragem. 1-4 T taxa de rejeição do modo comum. 5-4 tipos de dispositivo de entrada. 3-4 requisitos de alimentação. D-1 junta não aterrada. 4-4 tempo de reconfiguração. P-4 contatando para assistência. G-2 remoção do módulo. G-3 resolução efetiva. G-3 terminal comum analógico. 3-9 termopares expostos. D-1 tipo de entrada PID. 3-1 resolução. 4-4. D-1 restrições. utilizando vários termopares. 1-1. P-4 ruído elétrico. A-2 compatibilidade. 1-5 faixas de temperatura junta aterrada.Índice Remissivo I-3 rejeição do modo normal. utilizando vários termopares. D-1 termopares aterrados. 3-7 termistores. G-3 tempo de atualização. G-3 resposta ao degrau. C-1 travas. 1-3 R . 4-9 Rockwell Automation. 5-4 tipos de termopar. 3-7 S seqüência de energização.

Bélgica. Fax: (1) 414-382-4444 Rockwell Automation. Taguspark. WI 53204. Tel. África do Sul • Alemanha • Arábia Saudita • Argentina • Austrália • Áustria • Barein • Bélgica • Bolívia • Brasil • Bulgária • Canadá • Catar • Chile • Chipre • Cingapura • Colômbia • Coréia do Sul • Costa Rica • Croácia • Dinamarca • Egito • El Salvador • Emirados Árabes Unidos • Equador • Eslováquia • Eslovênia • Espanha • Estados Unidos • Filipinas • Finlândia • França • Grécia • Guatemala • Holanda • Honduras • Hong Kong • Hungria • Ilha Maurício • Índia • Indonésia • Irlanda • Islândia • Israel • Itália • Iugoslávia • Jamaica • Japão • Jordânia • Kuwait • Líbano • Macau • Malásia • Malta • México • Marrocos • Nigéria • Noruega • Nova Zelândia • Omã • Panamá • Paquistão • Peru • Polônia • Porto Rico • Portugal • Quênia • Reino Unido • República Dominicana • República Popular da China • República Tcheca • Romênia • Rússia • Suécia • Suíça • Tailândia • Taiwan • Trindade • Tunísia • Uruguai • Venezuela • Vietnã • Zimbabwe Rockwell Automation.: (32) 2 663 06 00. Esses produtos são suportados por recursos técnicos locais disponíveis em todo o mundo. Fax: (351) 1 422 55 28 Publicação 1746-6. R. São Paulo (05037-900). Brasil. 1160 Bruxelas.: (351) 1 422 55 00. Fax: (55-11) 3874-8968 Portugal: Rockwell Automation. n 314 e 324. 46. por uma rede global de fornecedores de soluções para sistemas e pelos avançados recursos tecnológicos da Rockwell.: (1) 414 382-2000. Tel. Portugal. 2780 Oeiras.1PT – Janeiro.: 10071-023-01(A) . 1996 Ref. Edifício Inovação II. Fax: (32) 2 663 06 40 Brasil: Rockwell Automation do Brasil Ltda.A Rockwell Automation ajuda seus clientes a obter um melhor retorno sobre o investimento. USA. Sede Européia: Avenue Hermann Debroux. Milwaukee. Representação Mundial. oferecendo-lhes marcas líderes de automação industrial e criando uma grande variedade de produtos fáceis de integrar. 194. Sede Central: 1201 South Second Street. Tel. Tel.: (55-11) 3874-8912..6. Comendador Souza.