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3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho

e. tendo em vista que sempre usufruiu do descanso após 7 dias consecutivos de trabalho. Muito embora não tivesse a intenção de causar prejuízo ao empregador. o reclamante chegava à empresa às 7h50. levava 10 minutos caminhando até a portaria da empresa. o reclamante requereu uma indenização relativa às horas extras suprimidas. às xx h. Por esse motivo requereu a condenação da reclamada ao pagamento dos minutos excedentes à jornada diária. na sala de audiências dessa Vara do Trabalho. muito maior e mais luxuosa que a primeira. do ano de 2013. qualificação. Requereu a devolução dos valores descontados. no mesmo ano. embora registrasse a saída às 17h00. Em razão disso. a reclamada reduziu unilateralmente em 25% os salários dos empregados até a data da mudança para a nova sede. em 28/11/2010. com data retroativa à da admissão. foi proferida a seguinte Sentença: Eugênio Inocêncio.00. durante o período de 28/11/2007 a 29/11/2008.3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Direito do Trabalho 12ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro/RJ Processo nº. Como. autorizando o desconto dos valores de eventuais multas de trânsito aplicadas enquanto estivesse dirigindo o carro da empresa. O mesmo ocorria ao sair. bem como reflexos. A partir desta data. o que causou grande prejuízo ao reclamante. os valores de tais multas foram descontados de seu salário nos meses de março e abril de 2009. na mesma localidade. de segunda a sábado. este recebia salário superior ao seu em R$ 1000. Em janeiro de 2008 um incêndio destruiu a antiga sede da empresa e causou incontáveis prejuízos à empregadora. uma vez que o cartão-ponto ficava situado no posto de trabalho. A empregadora mudou a sede da empresa para o prédio ao lado em 30/11/2008 e. poucos dias antes da extinção de seu contrato de trabalho. por duas vezes. por isso. as horas extraordinárias foram totalmente suprimidas. ou seja. sem que jamais tivesse acordado a sua realização. foi obrigado a assinar um termo. pois representavam um acréscimo salarial significativo para o mesmo. . enquanto dirigia o carro da empresa no ano da extinção do contrato de trabalho. Juiz Fulano de Tal. Alegou que ambos desempenhavam as mesmas funções. O reclamante reconhece que foi multado. O reclamante realizou em média uma hora extra por dia. Inácio Tonassi. sendo assim requereu a condenação da reclamada ao pagamento das diferenças salariais. o empregador adquiriu uma nova sede. O reclamante postulou as diferenças salariais e os reflexos decorrentes da equiparação salarial com o sr. Aos xx dias do mês de xxxxxxxxxx. bem como reflexos.000. na presença do MM. a partir de então. embora tenha sido admitido mais de 2 anos antes do paradigma. caminhava da portaria da empresa até seu local e registrava o seu horário de trabalho pontualmente às 8h00. recebendo como última remuneração a importância de 3. alegando que laborou no período 28/11/2005 a 27/11/2009. O reclamante requereu a condenação da reclamada ao pagamento do repouso semanal remunerado em dobro. acrescido do adicional de 50%.00. Esclareceu ainda que. o reclamante tem certeza de que não precisava reduzir os salários. 1200-34-2011-5-07-0083. ajuizou ação trabalhista em face de Indústria Armando O. alegando motivo de força maior. para o mesmo empregador. Boti Ltda..

à época. uma vez que estava desempregado no momento da propositura da ação. pelo empregador.000. sr. porém não recebeu a multa de 40% do FGTS. tivesse postulado ao empregador a concessão dos vales. O reclamante requereu a condenação do reclamado ao pagamento de 2 vales-transportes diários relativos a todo o período contratual pois. pois o reclamante não utilizava do transporte público no trajeto residência-trabalho e vice-versa. . Afirmou que. a caminhada perdurava em média 10 minutos. razão pela qual requereu a sua condenação ao pagamento do benefício que não recebeu durante o período contratual. a assinar um termo com data retroativa autorizando os descontos das multas. Renato Saraiva.3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Em junho de 2006. Joselito da Silva. O reclamante postulou a concessão dos benefícios da justiça gratuita. também não soube dizer se o empregado tentou apresentar a certidão de nascimento de seu filho ao empregador. Na audiência. afirmou que trabalhava como office boy na empresa na época da dispensa do reclamante e estava no departamento pessoal no momento em que o mesmo foi obrigado. ] Juntou os cartões de ponto e os recibos. após o sétimo dia consecutivo de trabalho.00. Deu à causa o valor de R$ 40. durante todo o período contratual. por diversas vezes. Nos dois primeiros anos do contrato de trabalho o reclamante relatou que recebia salário em valor que o classificava como o trabalhador de baixa renda. afirmou nada saber. e também o gozo de DSR por parte do reclamante. Relatou que. já no segundo mês de trabalho. embora dependesse do transporte público regular no trajeto residênciatrabalho e vice-versa e. Alega ter visto o reclamante e o gerente do departamento pessoal discutirem e que o reclamante assinou o documento quando ele disse que se não o fizesse seria demitido. Afirmou que o mesmo ocorria na saída. com a data de admissão na empresa. o empregado só ficava à disposição da empresa quando chegava em seu posto de trabalho. tentou apresentar ao empregador a certidão de nascimento de seu filho que. A segunda testemunha indica pelo autor. contava com 6 anos de idade. Perguntado se soube se o empregado tentou entregar ao empregador a certidão de nascimento do seu filho. autorizando o desconto dos valores das multas aplicadas ao empregador nos momentos em que o empregado estivesse dirigindo o carro da empresa. um mês antes de ser dispensado sem justa causa. quando ainda não havia completado 35 anos de serviço. o preposto da reclamada apresentou contestação impugnando todos os pedidos formulados pelo autor. A reclamada sustentou que são indevidos os vales-transportes postulados pelo autor. negando que tenha sido assinado com data retroativa. no período de 28/11/2007 a 29/11/2008. momento em que registrava o horário de chegada. o empregador recusou-se a receber o documento e a pagar o salário-família ao empregado. nesse período. razão pela qual requer a condenação do reclamado ao pagamento dos valores relativos ao respectivo depósito. A reclamada reconheceu que. recebendo auxílio-doença acidentário. razão pela qual a requereu. Apesar disso. Juntou também uma autorização assinada pelo empregado. o empregador não efetuou os depósitos do FGTS. Entretanto. o reclamante afirmou que sofreu acidente do trabalho e ficou mais de 15 dias afastado. entre a portaria da empresa e o local de trabalho. os quais comprovam o pagamento de uma hora extra por dia . A testemunha do autor. jamais recebeu. O autor aposentou-se. espontaneamente.

uma vez que o tempo gasto pelo empregado para chegar ao posto de trabalho e para retornar não é computado como tempo de serviço.condição. pois se trata de salário. Indevida a multa de 40% do FGTS. Nova tentativa conciliatória restou infrutífera. a equiparação só é devida quando. o reclamante recebia como salário a importância de R$ 3000. pois se tratam de alterações de beneficiam a saúde do trabalhador. muito embora possam implicar em um prejuízo financeiro. ao término do contrato de trabalho. sob os protestos do reclamante. acrescidas do adicional de 50%. pois não restou comprovado nos autos que o termo de autorização dos descontos da multa foi assinado com data retroativa. noturno e de transferência. uma vez que. .3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Após ouvir duas testemunhas do autor. entre reclamante e paradigma. Improcede o pedido de condenação da reclamada à devolução dos descontos. pois a aposentadoria espontânea é causa de extinção do contrato de trabalho. a diferença de tempo na função não for superior a 2 anos. A reclamada não apresentou nenhuma testemunha. nos termos da súmula 146 do TST. reflexos. Indevido o pedido de condenação da reclamada aos valores relativos aos depósitos do FGTS durante o período em que o empregado permaneceu afastado recebendo auxílio doença acidentário. pois se presumiu que também não tinha conhecimento a respeito do tema. Apenas o trabalho prestado em domingos e feriados. deve ser pago em dobro. não subsistindo obrigações por parte do empregador. Improcede também o pedido de condenação da reclamada ao pagamento das diferenças decorrentes da redução salarial promovida pelo empregador no ano de 2008. que “nada sabiam” a respeito da tentativa de apresentação da certidão de nascimento. Indefiro a justiça gratuita. improcede o pedido de condenação da reclamada ao descanso semanal remunerado em dobro. Julgo improcedente o pedido de condenação da reclamada ao pagamento das horas extras postuladas relativas ao tempo despendido entre a portaria da empresa e o local de trabalho e vice-e-versa. insalubridade. § 1º. portanto mais do que 2 salários mínimos. a oitiva da terceira testemunha foi indeferida. A instrução foi encerrada sem que as partes postulassem a produção de outras provas. pois seu contrato de trabalho estava suspenso. nos termos do art. É o Relatório. Em razões finais. as horas extras integram o salário enquanto o trabalhador estiver laborando em condições gravosas. 503 da CLT. Indefiro o pedido de diferenças salariais e reflexos decorrentes da equiparação salarial postulada com o senhor Inácio Tonassi. da CLT. § 2º. nos termos do art. bem como. pois.00. Assim como ocorre com os adicionais de periculosidade. Uma vez que o próprio reclamante admite que usufruía do descanso semanal remunerado após o sétimo dia consecutivo de trabalho. não compensado. Decide-se: Improcede o pedido de condenação da reclamada ao pagamento de indenização relativa às horas extras suprimidas. o reclamante reiterou seus protestos em razão do indeferimento da oitiva de sua terceira testemunha. da CLT. 453. uma vez que pautada no art. 461. 468 da CLT. A sua supressão não viola o princípio da irredutibilidade salarial ou contraria o art.

00) .3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Uma vez que não restou comprovado nos autos que o empregado requereu ao empregador a concessão dos vales-transportes para o deslocamento casa-trabalho e vice-e-versa. Diante do exposto. indefiro o pedido formulado pelo autor. pois este não se desincumbiu do ônus de comprovar que tentou apresentar a certidão de nascimento ao empregador. Indefiro o pedido de condenação da reclamada ao pagamento do valor equivalente ao salário-família postulado pelo reclamante. Fulano de Tal Juiz do Trabalho Apresente a peça respectiva para defesa dos interesses do reclamante. julgo totalmente improcedente a presente reclamação trabalhista. Partes cientes. (valor: 5.

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Renato empregado da empresa ALFA ganha R$ 2. pergunta-se? a) Preenchido os requisitos do art.00 de forma mensal.000. 3º da CLT. para exercer exatamente as mesmas funções na mesma localidade que Cristiano.60) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 .65) b) Renato pode pleitear o recebimento das mesmas verbas concedidas a Rafael? (Valor: 0. enquanto Rafael empregado da Petrobras ganha R$ 5.000. poderia haver vínculo de emprego de Cristiano com a empresa Petrobras? (Valor: 0.3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Questão 1 1 – A empresa de interposição de mão de obra ALFA contrata trabalhadores para prestarem serviços para a Petrobras.00 também de forma mensal.

60) b) Aplicada a justa causa deve o empregado receber em suas rescisão contratual gratificação natalina proporcional e férias proporcionais acrescidas de 1\3? (Valor: 0. responda? a) Tendo em vista o que prevê o ordenamento jurídico pátrio. neste caso a dispensa por justa causa deve ser fundamentada em qual dispositivo? (Valor: 0. recebe inúmeras advertências e suspensões pelo não cumprimento de suas funções com o zelo devido.3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Questão 2 2 – Cristiano Sobral professor de balé.65) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 . diante desse comportamento o empregador decidiu na próxima falta cometida pelo empregado a aplicação da pena máxima que é a justa causa. após reiteradas faltas e atrasos ao serviço e com uma conduta rebelde fora dos palcos.

na hipótese de haver alguma verba a receber fruto de uma controvérsia judicial.65) b) Hipoteticamente se a administração pública fosse condenada. com o objetivo de prestar um melhor serviço público de educação a população. findo este período todos os profissionais foram dispensados da empresa de interposição de mão de obra. durante o contrato a Administração fiscalizou de forma correta o repasse das verba aos trabalhadores.60) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 . seria incluída em sua responsabilidade subsidiaria a multa dos art. 477? (Valor: 0. contrata através de regular processo licitatório 100 coordenadores pedagógicos para trabalharem na formação de jovens e adultos por intermédio da empresa Mega por dois anos.3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Questão 3 3 – O município de Recife. pergunta-se? a) O ente federativo deve responder pelos créditos oriundos do contrato de trabalho dos médicos que prestaram serviços para o município (Valor: 0.

00 de forma mensal. ingressou com uma reclamação trabalhista alegando que prestava serviços em um local insalubre para a Casa China. pergunta-se? a) Caso a adicional seja concedido qual será a base de cálculo para o seu pagamento? (Valor: 0. Aryanna recebia a quantia de R$ 1.000.60) b) Basta a constatação da insalubridade por meio da perícia para que o empregado tenha direito ao adicional? (Valor: 0.3º Simulado OAB 2ª Fase X Exame de Ordem Unificado Direito do Trabalho Questão 4 4 – O empregada Aryanna Manfredini que trabalha com produtos químicos. e que durante todo o pacto laboral nunca recebeu o adicional de insalubridade devido.65) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 .

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