Fichamento como relatório de leitura “ O ensino de Sociologia na escola secundária brasileira” FERNANDES, Florestan.

Discente: Samuel de Faria Ferrato Machado Ra: 130791-6 - Autor abre o texto com a discussão acerca do interesse no ensino de sociologia no Brasil (profissional, ideológico, etc) - Escreve sobre a necessidade da Sociologia somente em casos de adaptação da população à uma nova estrutura (se a tradição e os costumes se mantém, a Sociologia é desnecessária) - Florestan nos trás alguns pensadores que escrever à respeito desse assunto. - Emilio Willens: Escrever a cerca da possibilidade de controle social, através do ensino da Sociologia, utilizando-se de exemplos como a Alemanha. - Outros autores demonstram a importância de se usar a Sociologia, do ensino secundário, para que os jovens possam adquirir um olhar crítico ou para suavizar os conflitos modernos. - A Etonologia torna-se cada vez mais importante para a compreensão da natureza humana. - Advertência sobre o objetivo do ensino secundário, que se trata de um ensino “formativo”, sendo mais importante o modo como que se ensina do que o próprio conteúdo. - Antônico Cândido diz que “a inspiração prende o ensino da Sociologia”, tratando da forma como deve-se ensinar a ciência em questão. - Informa que as opiniões sobe a inclusão do ensino da Sociologia no ensino secundário da época estavam divididas, porém, as opinoões eram mantidas apenas no plano das ideias. Não havendo embasamento teórico para nenhum dos lados. - Costa Pinto tenta explicar o motivo dessa dúvida, diz o autor que a Sociologia é temida quando utilizada na educação e abominada quando utilizada como instrução. - Adverte sobre a importância de pensar no assunto de forma científica, utilizando a própria Sociologia para responder à essas questões. - Mostra o metódo que poderia ser utilizado para interpretação essas questões. - Questiona o atual objetivo do ensino secundário (debate sobre os critérios de avaliação para entrada no ensino superior) - O ensino médio brasileiro acaba sendo usado como uma ferramenta de manutenção da ordem social, não sendo do interesse das camadas dominantes a inclusão de novas ciências. Isso se dá na maior parte do país, onde ainda se mantém estruturas antigas. Há, pois, alguns centros de maior importância econômica, que buscam por novas estruturas, porém, são ainda pequenos em extensão territorial. - O único motivo para a inserção da Sociologia no ensino médio, seria a necessidade dos ingressantes no ensino superior. Porém, ele seria rapidamente rebatido por teorias pedagógicas que levariam em consideração a dificuldade obtida pelos alunos na inclusão de novas matérias no currículo.

O caratér “enciclopédico” do ensino médio. abre-se a necessidade do debate da renovação dos métodos pedagógicos. . Necessidades essas que estariam a princípio na inserção na vida pública. de acordo com o autor. deve-se também renovar o modo de ensino.Florestan coloca em questão dois fatores importantes dessa discussão exposta. causa a ideia de que deve-se existir a imagem de “homem culto”. Além do mais. coloca em forma de questão algumas dicas que podem ser retiradas de outras teorias. isso acarretaria na abertura de diversos cursos superiores que alavancariam a área das ciências humanas. é possível. Em segundo lugar. . . . já que. Em primeiro lugar.Por fim. a possibilidade da inclusão da Sociologia no currículo do ensino médio. Florestan descarta a possibilidade da utilização do texto como resolução dos problemas da Sociologia. o ensino da Sociologia renovaria o quadro de matérias.A inclusão da Sociologia no currículo do ensino médio. que visa a acumulação de conhecimento.. deve ser feita na esfera das necessidades.