A Lei do Apagão Ambiental

Parecer técnico sobre o relatório do Deputado Federal Aldo Rebelo - Projeto de Lei 1876/99, aprovado na Comissão Especial do Código florestal em 6 de julho de 2010.[1] André Lima – OAB/DF 17878[2] Analisamos neste documento as alterações propostas ao Código Florestal aprovadas no dia 6 de julho de 2010 pela Comissão Especial do Código florestal, relatada pelo deputado Federal Aldo Rebelo do PCdo B de SP. Destacamos neste parecer as alterações consideradas negativas à proteção ambiental das florestas e demais formas de vegetação nativa e que devem merecer atenção especial nas ações a serem desenvolvidas até a entrada em votação do relatório no plenário, o que está programado, de acordo com a liderança do governo para logo após as eleições.

Principais alterações
I - Criação da figura da área rural consolidada (III, Art. 3º) como aquela ocupação existente até 22 de julho de 2008 com edificações, benfeitorias e atividades agrosilvopastoris em quaisquer espaços inclusive áreas protegidas. Esse conceito é o que lastreia a anistia aos desmatamentos ilegais acontecidos até a data definida, premiando os infratores inclusive das Leis de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente, Lei Federal 9605/98, que entrou em vigor há 12 anos. Essa medida resume um dos principais elementos motivadores da proposta ruralista e constitui uma grande injustiça aos que vem cumprindo a lei, portanto incentivando novos desmatamentos ilegais. Se o argumento utilizado pelos parlamentares da bancada ruralista era o de que havia culturas seculares que foram prejudicadas pelas novas alterações da Lei porque o conceito de áreas consolidadas proposta não foi definido há 20 ou 30 anos? Aqui se consolida na verdade a Lei do Apagão Ambiental, que vem como uma borracha apagando a função social da propriedade rural pois apaga um de seus pressupostos basilares que é a legislação e os parâmetros ambientais. II – Ampliação do conceito de interesse social para fins de supressão de vegetação e ocupação em área de preservação permanente (Art. 3º, VII, b) com a inserção de implantação de infra-estrutura pública destinada a esportes, lazer e atividades educacionais e culturais ao ar livre em áreas urbanas consolidadas como de interesse social, e também outras atividades previstas em regulamentação da Lei e não mais pelo CONAMA. Um simples decreto presidencial que não passe por nenhuma consulta ou debate público e transparente com a sociedade pode ser publicado subitamente estabelecendo novos empreendimentos de utilidade pública que serão passíveis de

pecuários ou silviculturais ou do extrativismo rural em 80% (oitenta por cento) no mínimo. com a exposição e o debate aberto acerca dos interesses com os interessados. I) pequeno produtor rural: aquele que. Esse dispositivo. 3º XVII). III – Modifica o conceito de pequena propriedade rural para imóvel com até quatro módulos fiscais. V – Ampliação do conceito de utilidade pública para fins de supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente (art. É preciso submeter o novo conceito de restinga. XV). O conceito pela lei em vigor varia entre 30 na região da Mata Atlântica e 150 hectares na Amazônia. pois os debates sobre os supostos interesses públicos que se sobreporiam ao interesse maior de manutenção das áreas de preservação permanente deve se dar de forma pública e aberta com a sociedade no Conselho Nacional de Meio Ambiente. principalmente daqueles imóveis rurais que já desmataram mais do que a lei permite para que sejam atingidos por esse dispositivo e consequentemente dispensados da obrigatoriedade de recompor a vegetação nativa em função da dispensa de Reserva legal que trataremos adiante. considerada a área vigente na data de publicação da Lei (Art. em oposição à definição dada pelo CONAMA contida na resolução 10/93 que define como vegetação existente em todo litoral e que exerce influência marinha direta e indireta. ou até 600 hectares na Amazônia. Um simples decreto presidencial que não passe por nenhuma consulta ou debate público e transparente com a sociedade pode ser publicado subitamente estabelecendo novos empreendimentos de . com a inserção de atividades de telecomunicações e radiodifusão (por exemplo. residindo na zona rural. explorando-a mediante o trabalho pessoal e de sua família. mas agora pode ser de até 80 hectares na região da Mata Atlântica.ocupar áreas de preservação permanente. bem como as posses coletivas de terra considerando-se a fração individual não superior a 50 (cinqüenta) hectares. além de retirar do CONAMA a competência para definir as demais atividades ou empreendimentos definidos passando para o regulamento da Lei. aos técnicos especialistas nos temas de botânica e fitofisionomia da Mata Atlântica. 3º. pois a nova redação parece ter restringido os limites da restinga ao estabelecer que se trata de depósito paralelo à linha da costa. 3º. XII) . IV – Modificação do conceito de restinga (art. antenas de rádio e TV). até que a Lei seja discutida e caso seja aprovada e sancionada. Trata-se de um retrocesso histórico em relação ao que vigora hoje. que define (em seu artigo 3º. A nova redação do código florestal na forma do relatório do Deputado Aldo revoga a definição dada pela Lei da Mata Atlântica. de forma geralmente alongada. cuja renda bruta seja proveniente de atividades ou usos agrícolas. já está estimulando um processo de fragmentação e desmembramento de propriedades em todo País. admitida a ajuda eventual de terceiros. detenha a posse de gleba rural não superior a 50 (cinqüenta) hectares.

IX – Exclusão das várzeas do conceito de Área de Preservação Permanente (art.4º §1º). VI – Modificação do parâmetro para definição de APP de margem de rio que deixa de ser desde o nível mais alto do rio e passa a ser o seu leito menor (Art. 4º. Associado à modificação do método de dimensionamento da área de preservação a exclusão das várzeas pode atingir grandes áreas hoje consideradas de preservação permanente. pois o impacto pode ser o de permitir novos desmatamentos para adaptar a realidade ao novo parâmetro.4º. Isso pode comprometer projetos já licenciados permitindo mais desmatamentos no entorno desses reservatórios.Redução de 30 para 15 metros da área de preservação mínima para rios com largura de até cinco metros (art. Tratase de um retrocesso histórico em relação ao que vigora hoje. 5º) de 30 para 15 metros em áreas urbanas e de 100 para 30 metros em áreas rurais. além de beneficiar ocupações recentes ilegais vai também permitir novos desmatamentos em uma infinidade de rios sem qualquer análise do seu impacto em termos de aberturas de novas áreas.utilidade pública que serão passíveis de ocupar áreas de preservação permanente. Essa modificação. com a exposição e o debate aberto acerca dos interesses com os interessados. VII . a). Em lugar de definir tipologias de atividades passíveis de serem realizadas em várzeas simplesmente a lei retira-lhes a proteção podendo inclusive permitir outras atividades mais intensivas em uso do solo ou mesmo de agrotóxicos. com revogação da Resolução CONAMA 302/02. pois os debates sobre os supostos interesses públicos que se sobreporiam ao interesse maior de manutenção das áreas de preservação permanente deve se dar de forma pública e aberta com a sociedade no Conselho Nacional de Meio Ambiente. Portanto o projeto estimula mais desmatamentos. Não há como atestar de forma ágil a antecedência dos desmatamentos em relação à aprovação da lei. pois não há sistema operante que detecte por satélite a totalidade dos rios com essa dimensão e consequentemente a fiscalização será insuficiente. 4º). VIII – Exclusão de vegetação situada em altitude superior a 1800 metros do conceito de área de preservação permanente (art. . Recomenda-se que seja feito uma análise técnica do impacto dessa medida que pode ter retirado a proteção de áreas importantes do ponto de vista da conservação da biodiversidade. Importante avaliar com base em alguns rios específicos o que isso pode significar em termos de redução concreta de áreas com ou sem vegetação. I). I. X – Redução das áreas de preservação permanente de reservatórios artificiais (Art. ou ainda dispensar de recuperação áreas que sob o conceito em vigor terão que ser revegetadas.

Isenção de Reserva Legal para imóveis com até quatro Módulos fiscais em todo país (Art. pois não há estimativas oficiais de média de remanescente florestal por propriedades e por regiões. portanto vai induzir a novos desmatamentos. porém no caso da vegetação remanescente ainda existir a sua conversão está proibida pela Lei. passando para o regulamento da Lei. afetando significativamente a meta de recomposição da Mata Atlântica. XIII . Essa medida já está estimulando a fragmentação de imóveis e estimulará a concentração de terras de pequenos proprietários com aquisição por médios e grandes produtores de imóveis com até quatro MF que ficarão isentos de RL.XI – Dispensa de reserva legal nos reservatórios para produção de energia elétrica ou abastecimento público (art. 13. sem limite de número de propriedades por proprietários. Essa medida alcança todas as propriedades com ou sem vegetação no percentual exigido. portanto vai dispensar de averbação ou qualquer outra medida específica voltada à identificação pública e formal de seus limites e. O poder publico não tem controle sobre essas áreas. Essa medida somada à flexibilização prevista no item anterior vai também incentivar mais desmatamentos. XII . perderão a proteção da reserva legal e terão seu desmatamento estimulado em face da ausência de políticas. Essa medida reduz substancialmente a extensão de áreas que poderiam ser recuperadas.Retira do CONAMA a definição das atividades de baixo impacto ambiental para fins de supressão de vegetação e ocupação (art.15). sendo pelo menos 20 milhões na Amazônia. §4º). Apesar de proibir a supressão a Lei retirou a natureza de reserva legal dessas áreas com vegetação ainda remanescente o que.8º §3º) em áreas de preservação permanente. XIV – Cômputo pleno das áreas de preservação permanente no cálculo das reservas legais independentemente do tamanho de propriedade (art. De acordo com dados do INCRA e cálculos preliminares a isenção de Reserva Legal afeta cerca de 135 milhões de hectares de propriedades e posses rurais em todo Brasil. Tal medida associada à criação da figura das áreas rurais consolidadas (tendo com base o ano de 2008) . principalmente no caso de abastecimento publico onde a ocupação deve ser evitada ao máximo. pois retira a proteção em áreas rurais de forma injustificada uma vez que os motivos que justificam a manutenção da vegetação nativa em percentuais mínimos permanecem relevantes no caso da implementação de reservatórios artificiais. Não é possível afirmar categoricamente o quanto de vegetação existente perde essa proteção jurídica. §3º). podendo a qualquer momento ser publicado um decreto presidencial definindo tais circunstâncias. Estima-se que mais de 30 milhões de hectares de florestas. de incentivos e de monitoramento e fiscalização consistentes e efetivos. que tradicionalmente ocorre por decreto e não passa por nenhum debate público. 5º.

diferentemente do que prevê a legislação em vigor a redução da RL no caso de cerrado de 35 para até 20% no caso do ZEE. Os planos do governo poderão inclusive revogar obrigações assumidas em termos de ajustamento de conduta já celebrados junto ao órgão ambiental ou ao Ministério Público. Permite também. Contraria o que dispõe a Lei da Mata Atlântica.praticamente inviabiliza qualquer recomposição de reserva legal. pois mais de 95% de todo desmatamento em todos os biomas aconteceu antes dessa data. ficando suspensas todas as multas eventualmente aplicadas. Preocupa-nos mais de cinco mil e quinhentos municípios promovendo autorizações para empreendimentos cujo licenciamento seja local. Essa medida permite que mais de 40 milhões de hectares desmatados ilegalmente entre 1996 e 2008. Para esse “benefício” o produtor rural terá que se cadastrar junto ao órgão ambiental. portanto. A redação do artigo diz “para fins de regularização ambiental” e não de recomposição florestal como está previsto na lei hoje. em até 5 anos contados da entrada em vigor da Lei. reservas legais e áreas de uso restrito continuem operando até que o poder público (estados e União) elabore. XV – A redução da Reserva legal prevista de acordo com o ZEE pode ser dar também em áreas com vegetação e não apenas para fins de recomposição como está na lei hoje em vigor. XVI . A necessidade de autorização estadual do desmatamento é uma garantia contra abusos comumente realizados contra os remanescentes florestais. pois não faz ressalva a legislação específica. O ônus. exceto no caso de obrigações já cumpridas. programas de regularização ambiental que regulamentem a forma como os produtores rurais se adequarão à legislação. XVII – A proposta estabelece uma anistia provisória de até 5 anos e meio para desmatamentos ilegais ocorridos em Reserva legal até julho de 2008 (Arts. Após cadastrado o produtor não poderá ser multado pelas infrações cometidas antes de 22 de julho de 2008.Cria a figura do licenciamento municipal de desmatamentos nos casos de licenciamento municipal de empreendimentos. Essa medida é mais um sinal de que o poder público sede aos infratores em detrimento daqueles que cumprem a Lei. Esse dispositivo demonstra que de fato a redução da RL não se dará apenas no caso de recomposição. Nestes casos se o proprietário rural mantiver vegetação nativa em percentual superior ao previsto no ZEE ele poderá promover a servidão ambiental. mas também nos casos em que a vegetação existe e o produtor rural poderá optar pela manutenção da vegetação ou não. agora é do poder público em elaborar tais programas. Pode gerar novos estímulos aos desmatamentos pois demonstra a . permitindo que atividades ilegais em áreas de preservação permanente. 23 a 25). somente no bioma Amazônia continuem sendo utilizados pelos infratores até que o poder público elabore seus programas de regularização ambiental.

§5º). XXI – Permite como opção a compensação de reserva legal por intermédio de pagamento a um fundo ambiental (art. XVIII – Manutenção de ocupação irregular em APP (art. Somando-se a esta. portanto retira do CONAMA essa incumbência. Impera a lógica do desmatou. portanto beneficiando infratores ambientais. 26. exceto se os valores forem irrisórios e consequentemente atrativos para novos desmatamentos. portanto. gerando a sensação geral de impunidade. sem o controle mais restrito. de interesse social ou de baixo impacto. III). ela vai criar injustiça para com os que ainda não desmataram e vai estimular a fazê-lo inclusive antes da aprovação definitiva da lei para ser por ela beneficiado. XXII – A proposta aprovada desconsidera quatro módulos fiscais da base de cálculo para definição da área de reserva legal nas médias e grandes propriedades (Art. inclusive o órgão ambiental estadual. estimulando-os. a isenção de Reserva Legal para áreas de até quatro módulos fiscais estimamos em estudo do IPAM que tal medida impacta cerca de 35 milhões de hectares de florestas somente na Amazônia que ficarão sem proteção da reserva legal e.fragilidade com que o poder público lida com a responsabilização ambiental. A proposta ressuscitou artigo polêmico que intitulou o relatório do deputado Jorge Khoury (PL 6424/05) como projeto Floresta Zero legalizando grandes áreas convertidas sem nenhuma vegetação nativa. pagou. 28). 26) aos órgãos do SISNAMA e ao regulamento. 26. quebrando a lógica que impera no código em vigor de existência de vegetação mínima por bacias hidrográficas e por estados. levou. A formulação dessas normas passa a poder ser feita sem qualquer consulta à sociedade civil. . que obviamente vai beneficiar quem tem recursos para pagar. Embora ressalve que essa medida somente vale para os casos em que houve já desmatamento. quebrando a regra de que o dano ambiental deve ser integralmente reparado. nos termos do regulamento. A proposta permite que o poder público. possa manter atividades não consideradas de utilidade pública. 25 §1º). em áreas de preservação permanente. XX – Permite a compensação de reservas legais em outros estados (art. XIX – Estabelece a competência para definir os critérios técnicos de recuperação da reserva legal (art. Esse foi o grande questionamento que determinou a não aprovação da nossa proposta de modificação do Código Florestal em 2007 (o PL do Jorge Khoury).

É neste sentido que intitulamos esse relatório de A Lei do Apagão Ambiental. o conjunto da obra sinaliza de forma a inequívoca que o Poder Público entregou os pontos e tenderá a regularizar a maioria das ocupações ilegais. portanto. 47). . Mais do que um ou outro dispositivo predatório em si. anula completamente os efeitos desta já combalida moratória. Alguns departamentos de universidade como da Ecologia da USO e da Esalq[3] que vêm se posicionando contrariamente às modificações promovidas na Lei ora comentada. A proposta tal como aprovada precisará sofrer muitas modificações para que se torne algo defensável do ponto de vista da racionalidade e da legalidade socioambiental. o que. é possível que haja muita solicitação de desmatamento nesse interregno.. Tal medida presta-se a agregar mais dados e fortalecer os argumentos referentes à importância da manutenção e da recuperação das áreas de preservação permanente e reserva legal e ao caráter nocivo da propostas aprovadas pela Comissão Especial. 49) àqueles que desmataram antes da mudança na legislação em 1996. independentemente de comprovação de regularidade do desmatamento à época e da averbação da reserva legal conforme exigia a Lei até então. Trata-se sem duvida alguma de uma lei que busca tão somente apagar da história (nunca antes na história desse País. exceto nos casos de solicitação de licença de desmatamento até a entrada em vigor da Lei (Art.) as ilegalidades. fazendo imperar o sentimento da impunidade que trará consigo mais estimulo à ilegalidade e a novos desmatamentos. XXIV – Reconhecimento do direito adquirido ao desmatamento (Art. Sugestão de ações preparatórias para a votação em plenário Recomendamos que haja uma interlocução mais próxima junto aos centros de pesquisa acadêmica voltados para os temas socioambientais e agrários..XXIII – Moratória de desmatamento por cinco anos. Considerando que essa lei ainda precisa ir ao Plenário da Câmara e que depois disso ainda deve passar pelos debates e exame no Senado. e até mesmo junto a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Conclusões Apesar de o Deputado Aldo ter recuado na proposta de delegação aos estados para formular normas técnicas específicas reduzindo os parâmetros de APPs em até 50% e de ter retirado todos os dispositivos que tratavam de consolidação e flexibilização de parâmetros ambientais em áreas urbanas o projeto aqui analisado é totalmente voltado para permitir a consolidação de praticamente tudo o que foi feito de ilegalidade em relação ao código florestal até julho de 2008. que nasce completamente desacreditada pelo próprio produtor rural dado o conjunto de flexibilizações propostas exclusivamente para beneficiar aqueles que não cumprem a lei.

org. em parceria com movimentos sociais que se disponham a efetivamente produzir uma proposta alternativa. [1] Vejam links com os relatórios aqui comentados no site da Frente Parlamentar Ambientalista: http://www. Recomendamos ainda a realização de um grande seminário logo após a finalização das eleições com vistas a levantar e difundir as questões fundamentais relativas à desconfiguração do código florestal aqui elencadas e também para informar e mobilizar cidadãos.org/not_detalhe. estudantes e profissionais interessados no aprofundamento do debate.ipam.youtube. Coordenador licenciado de Políticas Públicas do IPAM (WWW. Sugerimos a elaboração de uma cartilha que explicite de forma resumida e clara os principais problemas do relatório aprovado na Comissão Especial.gd/dnPfi e link com entrevistas com pesquisadores e parlamentares sobre as alterações do código florestal em : http://www.br).Recomendamos que seja criado um grupo composto por organizações não governamentais e de pesquisa. formado em Direito pela Universidade de São Paulo e Mestre em Gestão e Políticas Ambientais pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB. ex-Diretor de Políticas de Controle dos Desmatamentos do Ministério de Meio Ambiente e Diretor de Assuntos Legislativos do Instituto O Direito por um Planeta Verde (www.br).com/watch?v=vVXRGbBByCc&feature=player_embedded .frenteambientalista.planetaverde.asp?cod=2466 [2] Advogado. consultor. tecnicamente defensável e politicamente viável que responda à demanda dos agricultores familiares e populações tradicionais e aos produtores rurais efetivamente comprometidos com a produção sustentável e que isole as propostas de flexibilização voltadas aos grandes infratores da legislação ambiental.org. [3] Veja noticia sobre o estudo de pesquisador Gerd Sparovek da Esalq em: http://is.