Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: formado pelo CADE e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico da Fazenda. Lei 12.529/11.

CADE: (autarquia vinculada ao Ministério da Justiça) formado por Tribunal Administrativo de Defesa da Concorrência, Superintendência Geral, Departamento de Estudos Econômicos. Finalidade dúplice: preventiva e repressiva às infrações contra a ordem econômica ou infra. Administrativa. Ato de concentração de duas empresas deve ser feito antes da fusão. Tribunal Administrativo de Defesa Econômica: órgão judicante, ou seja, exerce funções jurisdicionais, mas, não compõe a estrutura do poder judiciário. Das decisões do CADE não cabe recurso, isso não quer dizer que o judiciário não possa apreciar posteriormente. Requisitos para nomeação: 4 anos de mandato (sem recondução), notório saber jurídico ou econômico, ter mais de 30 anos, nomeado pelo presidente, aprovado pelo Senado. Quarentena: quando sai o membro tem que esperar 120 dias, vedado representar pessoa ou empresa perante o CADE nesse prazo. Exceto tutela de próprio direito. Fundamentos: valorização do trabalho humano, livre iniciativa. Finalidade: assegurar existência digna, justiça social. Princípios: soberania, propriedade privada, função social da propriedade, livre concorrência, defesa do consumidor, defesa do Meio Ambiente, Redução das Desigualdades regionais e sociais, pleno emprego, tratamento favorecido. Limitações ao exercício de direito da propriedade privada: confisco, gleba, usucapião, desapropriação, função social da propriedade rural e urbana. A livre concorrência deve ser fomentada pelo Estado, permitindo a coexistência no mercado de grandes e pequenas empresas, sem que haja a supressão das menores pelas maiores. Princípio do tratamento favorecido a determinadas empresas: de capital nacional de pequeno porte. Não fere princípio da igualdade. Antitruste: vem para garantir que a concorrência se estabeleça no cenário nacional. Combate práticas anticoncorrenciais. Surgiu no Canadá e cresceu nos Estados Unidos, reflete a política pública de intervenção do Estado. Mercado: mecanismos não verbais de comunicação pelo qual os consumidores informam aos produtores os bens produtos e serviços que

Economia de escala: É quando a produz uma grande quantidade de bens com a finalidade de reduzir os seus custos e aumentar a margem de lucro. Onde a entrada e a saída de alguém não alterará em nada o preço do produto. Escola de Harvard: viés neoliberalista. Monopólio – natural: um ofertante e vários demandantes. Produção em grande escala. teoricamente vários produtores. (Reduzir os custos).legal: instituído por lei. onde a relação cíclica é perfeita. se forma pelo próprio mercado. Oligopsônio: poucos compradores para uma oferta ampla. Os grandes engolem os pequenos. Escola de Chicago: Mínima intervenção.desejam adquirir. (cartel) Oligopólio: poucas empresas ofertando aquele produto. A regra é que os agentes econômicos sejam livres para ditar as regras do exercício da atividade econômica. Perfeitamente competitivo: ideal. Monopólio . Escopo: Nessa economia pretende-se a produção de dois ou mais produtos para que haja uma redução nos custos. Concentração em um grupo. Mercado imperfeito: há uma falha na oferta e na demanda. Se caracteriza pela presença de vários vendedores e ofertantes e um número grande de compradores/demandantes. interesse imperativo nacional. Na atual conjuntura o Brasil se inspira na escola de Harvard. O mercado não é capaz de fomentar e preservar a concorrência. Monopólio artificial – formado com a participação dos produtores. Espécies de mercado. Viés liberal. .