Uni Anhanguera Biomedicina

Atps Citologia
Prof.: Dr.Rosangela Reis Alunos: Gustavo Espíndola 1061999522 Kamila Christina 1027884180 Raphael Augusto 1034983170 Karla Lorena 1061114517
Luanna Cristina 10061105379

Fabiana Morais 1061997502

Anápolis 2013

transluzente. essas células se desenvolvem a partir das células parabasais por diferenciação posterior se descama isoladamente. na maioria das vezes. de forma isolada. Podem ser observadas na contaminação vulvar pelo espículo ou na bolsa rota de gravidez com o feto maduro. . Sofre alteração morfológica sobre influencia hormonal. devido à ruptura dos desmossomos. brilhante e margens celulares bem delimitadas. com queratinização do citoplasma. Células escamosas superficiais As células escamosas superficiais aparecem. na forma de lamina ou aglomeradas as células intermediárias possuem uma forma poligonal e isodiamétrica com citoplasma cianofílico (afinidade por corantes azuis ou verdes). pode se observar células ou escamas anucleados correspondendo ao desaparecimento do núcleo. claro. indicando o rompimento da bolsa. causando uma coloração amarelada. Presentes na fase menstrual. Células escamosas intermediárias São menores que as superficiais. Quando são numerosas. Presentes durante a fase estrogênica do ciclo menstrual. na gestação e no bebe. as células anucleadas revelam um processo patológico de hiperqueratinização da mucosa cérvico-vaginal. Escamas córneas São células escamosas superficiais anucleadas encontradas em esfregaços vaginais onde existe processo de queratinização. Costuma assumir uma coloração mais alaranjada (eosinofílica) do que azul (acidófila).Epitélios Epitélio escamoso: se sobrepõe e se apresenta de forma desorganizada. Este achado é preocupante em mulheres grávidas. as células superficiais descamam. sobretudo como elementos isolados. Núcleo denso e picnótico (6 micromilímitros de diâmetro). prolapso uterino e leucoplasia.

responsáveis pela perda das camadas superficiais do epitélio escamoso.1º ao 14º dia – estrógeno .14º ao 28º dia – progesterona . São células com citoplasma escasso e núcleo um pouco maior que o normal. Ele não se sobrepõe. Células endometriais As células epiteliais do endométrio podem aparecer como células secretoras ou ciliadas. ligadas entre si.Na gestação o predomínio é de células intermediárias até o fim da gravidez. . consideradas um achado citológico normal até o 12º dia do ciclo.5º ao 14º = células superficiais (no 14º dia o predomínio é de 100%) . Costumam descamar-se de forma isolada apresentando um formato ovulado ou esférico. Quando encontradas fora deste período é um achado citológico anormal e requer investigação diagnóstica.Na fase progestacional (após ovulação) há presença de mucos filamentosos e células naviculares. Epitélio glandular: Se descamar em paliçada (uma paliçada. têm uma forma cúbica ou cilíndrica com um citoplasma às vezes vacuolizado. Estão presentes no ciclo menstrual.14º ao 28º = células intermediárias (no 25º dia o predomínio é de 100%) .11º dia = 70% superficial e 30% intermediário . em arquitetura militar.Células profundas basais e parabasais O núcleo ocupa uma grande porção delas. Células encontradas no ciclo menstrual .Ciclo menstrual: 1º ao 5º dia = células intermediárias . . constituída por um conjunto de estacas de madeiras fincadas verticalmente no terreno. constitui-se numa obra exterior de defesa. de modo a formarem uma estrutura firme) ou colmeia ou blocos. Predominam em esfregaços na menopausa e ocasionalmente em mulheres jovens com um processo infeccioso ou traumático.

Metacromasia: A célula se cora por mais de uma cor. A presença destas células não indica a necessidade de tratamento ou cuidado especial. Aumento da atividade metabólica. . Desequilíbrio das organelas. Hiperplasia: aumento da relação núcleo citoplasma em células intermediárias. Veginite . Presença de fator causal. Replicação viral. acima de 30 anos) e são encontradas estas células até o 12º dia do ciclo menstrual.presença de inflamação com ou sem agente infeccioso. Vacuolização: Toxicidade da célula com perda de organelas. A metaplasia é um processo fisiológico e comum em mulheres menacmes (mais velhas. formando regiões que não se coram. Halo perinuclear: em volta do núcleo. Alterações de caráter inflamatório Células com alterações reacionais São células resultantes de processos inflamatórios específicos ou inespecíficos que determinam alterações celulares caracterizadas por hipertrofia nuclear.Inflamações Vaginose . A específica é presença do agente causador da inflamação e inespecífica não é encontrado o agente causador da inflamação. Célula agredida. Metaplasia: Células provenientes da zona de transformação ou JEC.presença de agente infeccioso sem inflamação. Binucleação: associado à infecção por vírus.

O padrão destas células se modifica a medida da fase do tumor.Pérolas córneas São grupamentos concêntricos de células escamosas bastante eusinofílicas. São desprovidas de significado diagnóstico. Estas células são processos resultantes de traumas (hiperqueratinização). exceto se houver atipia nuclear onde são relacionadas com o carcinoma de células escamosas. NIC2. Discariose (Câncer) São células arredondadas de citoplasma densamente eosinofílico. Coilocitose São células com características compostas por 3 alterações fundamentais: núcleo ligeiramente hipertrófico. haloperinuclear (birrefringente). Nic 3discariose. mas certas características são as mesmas. e de núcleo picnótico. Para definir utilizam-se vários critérios: NIC 1-discariose moderada. espessamento da borda celular. .discariose acentuada. em geral associadas ao processo de metaplasia escamosa madura. carcinoma ou adenocarcinoma. É uma atipia celular que indica a presença de infecção ativa pelo papiloma vírus humano.

rodando a escova através da lâmina. • Introduzir a parte das cerdas da escova ginecológica no orifício cervical. • Inverter a espátula e coletar o material de ectocérvice. mantendo distância de 15cm. iniciando-se pela parte fosca. E (material endocervical). as iniciais do nome da cliente e identificar as lâminas de acordo com o local coletado: VC (material vaginal e ectocervical). • Realizar a fixação da lâmina com o fixador celular (spray).Preparação dos materiais para a citologia vaginal Papanicolau Material: • Espátula de Ayre • Espéculo Descartável • Lâminas • Recipiente apropriado para o transporte de lâminas • Fixador celular Procedimento Anotar na parte fosca da lâmina. com auxílio de um lápis. caso necessário. . colocando -o próximo à parte fosca e o material da ectocérvice distalmente à parte fosca. girando 360º. • Espalhar o material vaginal em uma única lâmina. • Retirar. • Realizar o raspado das paredes vaginais com a parte arredondada da espátula de Ayre. a secreção vaginal em excesso com auxílio de uma gaze. Fixar o esfregaço. imediatamente após a confecção do esfregaço. • Passar o material em uma segunda lâmina.

• Identificar o recipiente de transporte de lâminas externamente com nome completo da cliente e o local anatômico em que foi realizada a coleta.Componentes da Coloração de Papanicolaou: Coloração de Papanicolaou Tirar da embalagem. Montar com entelan e lamínula (25x50). Deixar 3 minutos na água corrente. . Teste de Tzanck Material Lâminas – um par para cada região solicitada • Recipiente para transporte de lâminas • Soro fisiológico 0. Deixar no Xilol de montagem. Mergulhar 10vezes no Xilol. Deixar 3 minutos na solução de EA36. • Realizar a coleta da lesão com espátula de Kimura ou similar (nunca utilizar swab ou cotonete). Lavar 10vezes no álcool. Deixar 2 minutos na solução de Orange.9 % e gaze se necessário • Agulha calibre 25x 8 ou 25 x 7 estéril • Espátula de Kimura ou similar • Fixador celular Procedimento • Anotar com auxílio de um lápis na parte fosca da lâmina. verificar a identificação com o pedido: Deixar 3 minutos no álcool. Deixar 3 minutos na solução salina. as iniciais do nome da cliente. Mergulhar a cestinha 10 vezes em cada pote (8?) de álcool.

na transição entre pele íntegra e a lesão (amostra coletada no centro da lesão apresentará somente neutrófilos. umedecer o local com a salina e depois realizar o raspado. iniciando-se pela parte fosca. após a confecção do esfregaço. a secreção vaginal em excesso com auxílio de uma gaze. • Realizar a fixação da lâmina com o fixador celular (spray). estas devem ser rompidas com uma agulha es téril e raspar as margens da lesão. • Espalhar o material na lâmina de forma circular em duas lâminas a partir da parte fosca. . imediatamente após a confecção do esfregaço. • Em caso de lesões ulceradas. CITOLOGIA HORMONAL ISOLADA • Espátula de Ayre • Espéculo Descartável • Lâminas • Recipiente apropriado para o transporte de lâminas • Fixador celular (spray ou álcool 96º) Procedimento • Anotar com auxílio de um lápis na parte fosca da lâmina. mantendo distância de 15cm. iniciando-se da parte fosca. sendo inadequada para o exame). mantendo distância de 15 cm. as iniciais do nome da cliente e identificar as lâminas com a letra: “V” (vaginal).• Em lesões secas. • Espalhar o material na lâmina de maneira uniforme a partir da parte fosca • Realizar a fixação da lâmina com o fixador celular (spray). realizar a coleta por raspado no fundo da les ão. no terço médio com a parte arredondada da espátula de Ayre. para coloração de Giemsa ou similar. • Retirar caso necessário. • Em lesões com vesículas. • O segundo esfregaço deve ser deixado secar ao tempo. • Realizar o raspado da parede lateral da vagina.

9 % e gaze se necessário. Secreção endocervical 3. Exames Bacterioscópico e Micológico Direto de Secreções Material • Lâminas • Recipiente para transporte de lâminas. orientando a mesm a para ir ao banheiro para urinar. • Coletar a secreção introduzindo o swab estéril com haste plástica na região uretral. Quando houver necessidade de coletas em regiões diferentes seguir a sequencia abaixo (fazer uma lâmina para cada sítio coletado). girando 360º e semear (forma circular) em 2 lâminas. nos casos de não ter sido colocado o especulo anteriormente. Secreção uretral Cultura de secreção vaginal Coletar a secreção do fundo das paredes vaginais com um swab de Stuart ou Cary Blair Cultura de secreção vaginal em crianças Separar os grandes lábios e realizar a coleta da secreção visível do intróito vaginal. Secreção vaginal 2. • Soro fisiológico 0. • Dispensar a cliente. • Swab haste plástica estéril Fazer expressão uretral introduzindo o dedo indicador na vagina e pressioná-lo para cima por no mínimo 3 vezes. • Colocar no recipiente de transporte. Secreção vulvar 4. Cultura de secreção endocervical .• Identificar o recipiente de transporte de lâmina externamente com o nome completo do cliente. Pode ocorrer ardor nesta 1ª micção. 1.

nsf/ArquivosPa ginaWeb/ColetaGinecologica/$file/ColetaGinecologica.danet.com. Vacualizações atípicas ® coilocitose ® HPV.php .Introduzir o swab na região endocervical girando 360º. Nucléolos evidentes e múltiplos. Células alongadas (morfologia alterada).com. Coloração de Hematoxilina – Eosina Tirar da embalagem. Lavar na água. Membrana nuclear grosseira e irregular. Células em anel de sinete. Mergulhar 10 vezes em cinco potes. para realização da coleta. Cultura para secreção vulvar Localizar a presença da secreção vulvar abrindo os pequenos e grandes lábios. Deixar 2 minutos na eosina.br/iso9000/delboni/conhecmedico. Bibliografia http://portalmedico.pdf http://www. verificando se ela está externa ou interna. verificar a identificação com o pedido: Deixar 2 minutos na HE. Deixar 2 minutos na água corrente. Hipercromazia. Mergulhar 10 vezes em dois potes de Xilol.laboratoriolab. Critérios citomorfológicos de malignidade observados na lâmina: Citoplasma com afinidade tintorial diferente. Cariomegalia. Lavar na água. Células de formados anômalos.br/laboratoriolab/exames. Aglomerados de células. Realizar a coleta.

br/exames/colpocitologia_hormonal.com.scielo.diagnosticosdaamerica.citocenter.br/citocenter/exames.br/scielo.php?id=289 http://www.sht ml .php?script=sci_arttext&pid=S010072032002000900002 http://www.com.http://www.