DIOCESE DE IMPERATRIZ Comissão Pastoral para a Juventude Comissão Pastoral para Animação Litúrgica Equipe de Liturgia da Semana Missionária

SEMANA MISSIONÁRIA
Orientações Litúrgicas

“Ide e fazei discípulos entre todas as nações”
(Mt 28,19)

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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO ................................................................... ............................................
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ORIENTAÇÕES LITÚRGICAS
Para preparar bem a Liturgia

1 Evitar a improvisação ............................................................... 2 Criar um ambiente orante antes das celebrações ................... 3 Respeitar o texto do Ordinário da Missa (partes fixas) ....... 4 Envolver os missionários-peregrinos ....................................... 5 Cantar o salmo responsorial ..................................................... 6 Evitar comentários desnecessários ......................................... 7 Respeitar os critérios litúrgicos para os cantos .....................

ROTEIROS DAS CELEBRAÇÕES

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21 26

Observações Iniciais ...................................................................... 14 de julho ....................................................................................... 15 de julho ....................................................................................... 16 de julho .......................................................................................
Terço Missionário ........................................................................... Celebração Eucarística ................................................................. 17 de julho ....................................................................................... 18 de julho ....................................................................................... Oração da Manhã ........................................................................... Celebração Eucarística ................................................................. Adoração Eucarística ................................................................... 19 de julho .......................................................................................

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34 35 37

40 48 51 59 63 68 69

ANEXOS

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Anexo A – Preces em Francês ....................................................... Anexo B – Ofício de Laudes | Liturgia das Horas ................... Anexo C – Oração da Manhã | ODC .......................................... Anexo D – Roteiro para Lectio Divina ...................................... Anexo E – Proposta para a Programação da Semana Missionária ...................................................................... Anexo F – Equipe de Liturgia para a Semana Missionária ......................................................................................

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APRESENTAÇÃO
A Equipe Diocesana de Liturgia da Semana Missionária apresenta a vocês, membros das equipes paroquiais de preparação da SM-JMJ e equipes paroquiais de Liturgia, as orientações básicas e os roteiros para a preparação das celebrações litúrgicas desses dias que antecedem a Jornada Mundial da Juventude. Como foi explicado no encontro diocesano de preparação da SM-JMJ, nos dias 08 e 09 de junho passados, estas orientações estão fundamentadas naquelas apresentadas pela Comissão Especial para a Jornada Mundial da Juventude e pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, organismos responsáveis pela realização da Semana Missionária em todas as dioceses do Brasil. Os roteiros das diversas celebrações litúrgicas são sugestões, pensando em facilitar e dinamizar o trabalho das equipes paroquiais, além de proporcionar certa unidade na vivência da Semana Missionária na Diocese de Imperatriz. Os roteiros foram pensados tanto para as paróquias que receberão os peregrinos estrangeiros quanto para as paróquias que contarão apenas com os missionários locais. Como já afirmado em outras ocasiões, a Semana Missionária deve acontecer em todas as Paróquias, independentemente da presença de peregrinos estrangeiros ou do envio de jovens para a Jornada Mundial da Juventude. Trata-se de uma ocasião extraordinária de missão, de anúncio do Evangelho, de encontro com o Cristo e de ir também ao encontro das pessoas. Seja nas orientações, seja nos roteiros das celebrações, indicam-se as possíveis mudanças referentes à presença de peregrinos estrangeiros. Recordamos que os roteiros das celebrações são apenas sugestivos e não estão completos. Eles, portanto, não dispensam o dedicado e generoso trabalho das diversas equipes paroquiais, que certamente saberão empregar sua experiência e sua energia na preparação da Liturgia da Semana Missionária em suas realidades. Desejamos a todas as Paróquias de nossa Diocese sucesso na organização da Semana Missionária, e que todos nós busquemos fazer das celebrações litúrgicas desses dias verdadeiros lugares de encontro com o Senhor – como deve ser toda celebração litúrgica.

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ORIENTAÇÕES LITÚRGICAS

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PARA PREPARAR BEM A LITURGIA...
Além das orientações que a Comissão de Juventude da Diocese de Imperatriz já apresentou para as Paróquias no que se refere à organização da Semana Missionária, às visitas às famílias, à acolhida dos peregrinos, dentre outros assuntos, consideramos necessário oferecer algumas “orientações litúrgicas”, de modo a nortear o trabalho das diversas comunidades. Como base destas orientações, utilizamos o subsídio proposto pela Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, “SEMANA MISSIONÁRIA – MANUAL DE INSTRUÇÕES” (Anexos, “Celebrações Eucarísticas – orientações gerais”, p. 100), ampliando e comentando os direcionamentos dados pela organização nacional, adaptando-os à Programação da SM-JMJ na nossa Diocese.

1. Evitar a improvisação
“Cabe à equipe litúrgica local a leitura e preparação de cada um dos roteiros aqui propostos, favorecendo a melhor escolha dos momentos, cantos e ministérios, para não improvisar.” A Liturgia é, sem sombra de dúvidas, o melhor “cartão postal” de uma comunidade: é um retrato da organização, da vivência de Fé de cada comunidade, de cada paróquia. Entretanto, não é só para “passar uma boa imagem” que devemos preparar bem nossas celebrações litúrgicas. Essa é uma dimensão secundária, na verdade uma consequência de um trabalho bem realizado. Nós devemos preparar bem nossas celebrações por dois motivos: Deus merece um culto dignamente preparado (é nosso dever!); a comunidade merece uma liturgia digna, bela e fiel ao que ensina a Igreja (é um direito!). A Semana Missionária deve ser uma grande oportunidade para que os jovens e todas as outras pessoas de nossas paróquias façam a experiência do encontro pessoal com o Senhor Jesus Cristo. Essa experiência de encontro passa, obrigatoriamente, pela Liturgia: Jesus está presente, vivo e atuante na Liturgia. Entretanto, se não nos prepararmos adequadamente para que, por nosso intermédio, essa presença do Senhor seja percebida, nossas celebrações litúrgicas correm o grande risco de não comunicarem às pessoas a ação de Jesus Cristo. Não basta utilizarmos os roteiros aqui propostos tal como foram enviados. Eles não estão prontos! Eles servem apenas de orientação. Por isso devem ser lidos, refletidos e aproveitados como base referencial para preparação do roteiro a ser utilizado em cada paróquia.

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A qualidade das músicas litúrgicas, o bom desempenho dos leitores, o ambiente orante, a preparação espiritual de todos os que desempenharão um ministério litúrgico nas celebrações são imprescindíveis para que o mistério que celebramos possa envolver toda a assembleia.

2. Criar um ambiente orante antes das celebrações
“A proposta do refrão meditativo é para criar um ambiente orante antes da celebração.” O subsídio nacional para a SM-JMJ propõe sempre um refrão meditativo antes de cada Celebração Eucarística. Este refrão tem um objetivo muito claro: fazer silenciar os corações da assembleia, introduzir no espírito da celebração, conduzir para o silêncio orante antes do início da celebração. Pela experiência que cada um de nós possui, sabemos que muitas vezes os minutos que antecedem as nossas celebrações – particularmente as celebrações mais solenes ou mais elaboradas – são marcados pela agitação: é uma verdadeira “corrida contra o tempo” para ajustar os últimos detalhes, verificar se está tudo pronto, oferecer as últimas indicações ao comentarista e aos leitores, repassar ao grupo de canto as orientações dadas pelo presidente da celebração, rever o roteiro da Missa com o padre, tentar corrigir algo que escapou à nossa organização... Apesar de algumas vezes a necessidade de fazer tudo isso surgir de alguma surpresa, outras tantas vezes isso é sinal de que a celebração não foi preparada antecipadamente como deveria. Por isso, lembrando a orientação n. 1, de fugir da improvisação, devemos verificar tudo isso com antecedência. Ainda assim, para que possamos mergulhar neste ambiente de oração logo antes da Santa Missa, é bom seguir a orientação de utilizar um refrão meditativo. Entretanto, é preciso compreender o seu “espírito”: não se trata simplesmente de uma música cantada antes do comentário inicial. O refrão meditativo deve ser entoado de uma determinada forma para cumprir bem o seu papel. O refrão é entoado pelo grupo de cantores uma primeira vez. Todos acompanham na segunda e terceira vez. Depois, o refrão é cantado umas três ou quatro vezes de modo decrescente – ou seja, cada vez mais suave, incluindo o acompanhamento dos instrumentos, que também deve tornar-se mais suave –, de modo que na última vez o refrão seja apenas “sussurrado”, seguindo -se um tempo de silêncio. Depois de alguns instantes de silêncio, faz-se o comentário inicial. A Comissão Pastoral para Animação Litúrgica da Diocese de Imperatriz disponibilizará no seu blog (www.liturgiaimperatriz.blogspot.com) e por e-mail (enviar pedido para liturgia.imperatriz@hotmail.com) o áudio ou o link para vídeos dos refrãos meditativos para aprendizado. Além dos que são sugeridos e disponibilizados, as equipes paroquiais podem buscar outros que estejam em sintonia com o contexto da celebração.

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3. Respeitar o texto do Ordinário da Missa (partes fixas)
“Nos cantos das partes fixas da Missa (sinal da cruz, ato penitencial, glória, santo, aclamações das orações eucarísticas, Pai nosso e Cordeiro de Deus), priorizar melodias que utilizem o texto do Missal.” As partes da liturgia da Missa que compõem o chamado “Ordinário” constituem um rito em si mesmas e, por conta disso, tanto a sua forma como o seu conteúdo (textos) devem ser rigorosamente respeitados. A normativa litúrgica da Igreja afirma que o canto dessas partes da Missa ocupa um lugar preferencial em relação aos demais. É, portanto, não apenas uma orientação da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (em comunhão com o Setor de Música Litúrgica) da CNBB, mas uma exigência da própria liturgia da Igreja que sejam respeitados esses textos na celebração eucarística. É, portanto, ressaltado o pedido de que na escolha do repertório litúrgicomusical para as celebrações da Semana Missionária sejam utilizadas melodias que utilizem o texto do Missal, sem alterações ou acréscimos, para as partes que são ritos da Missa: sinal-da-cruz, ato penitencial, glória, santo, aclamações das orações eucarísticas, Pai Nosso e Cordeiro de Deus. No caso do Hino de Louvor (“Glória”), a música deve seguir o texto do Missal (“Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus... Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito... Só vós sois o Santo... com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém”) ou o texto aprovado pela CNBB (“Glória a Deus nos altos céus, paz na terra a seus amados. A vós louvam, Rei Celeste, os que foram libertados...”). Existem várias melodias para estas partes da Santa Missa que respeitam o texto litúrgico oficial. Cabe à paróquia buscar conhecê-las e escolher aquela que melhor se adeque à realidade local. Este ponto deve ser reforçado – com caridade, mas também com firmeza – com os grupos de canto. Se a equipe paroquial tiver dificuldades de encontrar as melodias, entre em contato (antecipadamente) com a Equipe de Liturgia Diocesana da Semana Missionária, para que sejam disponibilizadas opções.

4. Envolver os missionários-peregrinos
“No exercício do ministério do leitor, caso haja na comunidade missionários de outros países, convidá-los para proclamarem em sua língua natal.” A Liturgia da Igreja é uma manifestação de Pentecostes: a Igreja, em todo o mundo, na diversidade de culturas, fala uma mesma “língua” – ou seja, na

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pluralidade dos idiomas, nós celebramos a mesma Liturgia, o mesmo rito. Nessa unidade, obviamente, estão presentes também as riquezas de cada cultura. Com o objetivo de, em primeiro lugar, manifestar a riqueza de nossa Igreja, que fala todas as línguas e vive em todas as culturas, e de, em segundo lugar, envolver os peregrinos estrangeiros que participam da Semana Missionária, a Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB propõe que eles sejam convidados para fazer alguma das leituras da Santa Missa. Sugerimos para as equipes paroquiais que isso seja feito principalmente na Missa de Abertura Paroquial, em que os peregrinos estrangeiros podem ser convidados para fazer a segunda leitura e uma prece, e na missa de encerramento, em que eles podem fazer a leitura, ou rezar o salmo (uma das possibilidades é que o leitor faça o salmo de forma “direta”, ou seja, sem resposta – cf. Introdução ao Elenco das Leituras da Missa, n. 20 – ou então que as estrofes sejam proclamadas no idioma do peregrino e a resposta seja feita pela assembleia em português) e fazer uma prece. Nas missas ao longo da semana eles poderiam fazer uma prece (que pode ser elaborada por eles mesmos ou, se a equipe preferir, pode ser elaborada pela própria equipe – neste caso, preparar com bastante antecedência e enviar à Equipe Diocesana para que seja feita a tradução). Em anexo a estas orientações, apresentamos algumas preces constantes do subsídio “Bible et Missel de Tous les Jours” (Paris, Desclée de Brouwer, 1990) para a Oração dos Fiéis, com a devida tradução em português, dentre as quais a equipe pode escolher algumas para as diversas celebrações (cf. ANEXO A). Para favorecer tal participação dos peregrinos estrangeiros na celebração eucarística nas paróquias, tanto eles quanto as equipes paroquiais (apenas dos locais que receberão peregrinos estrangeiros) receberão um subsídio litúrgico bilíngue, com todos os textos do Ordinário e do Próprio da Missa. As equipes não precisam ficar preocupadas de que a assembleia não compreenderá as leituras. Em primeiro lugar: devem ser utilizadas as leituras do dia, previstas no Diretório Litúrgico, de modo que todos aqueles que possuem algum material como a “Liturgia Diária” possam acompanh á-las; em segundo: os peregrinos estrangeiros também passarão toda a semana “sem entender” a s outras leituras (apesar de que poderão acompanhá-las no subsídio que lhes será entregue); por fim: o sacerdote celebrante, consciente desta dificuldade para a assembleia, poderá explicar o sentido da leitura a todos os fiéis na homilia. Não se devem esquecer outros dois pontos: antes de tudo, os peregrinos estrangeiros devem ser convidados, não “forçados” a fazerem as leituras. Eles serão previamente informados dessa possibilidade e do grande testemunho da riqueza da Igreja que esse gesto comporta, mas não devem ser “obrigados” a fazer as leituras. Segundo: a comunidade paroquial deve ser informada antecipadamente de que algumas partes da celebração serão feitas pelos peregrinos estrangeiros em sua língua materna, mas que a comunidade poderá compreendê-las a partir da

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explicação do celebrante (isso pode ser feito antes do refrão meditativo e do comentário inicial ou no próprio comentário inicial). Uma sugestão para as paróquias que não receberão os peregrinos estrangeiros: poderiam ser convidados para exercer o ministério de leitor os paroquianos que farão parte da Caravana da Diocese (ou de outra, ou mesmo que irão sozinhos) para a JMJ Rio 2013.

5. Cantar o Salmo Responsorial
“O Salmo responsorial, preferencialmente, seja cantado. Que as melodias sejam simples e sóbrias, em sintonia com o gênero literário do texto.” Quanto ao Salmo responsorial é preciso ter sempre presente duas coisas: o Salmo é Palavra de Deus; o Salmo é uma oração cantada. Por ser Palavra de Deus, o texto do salmo tem primazia sobre todo e qualquer tipo de texto. Nenhum texto não-bíblico pode ser proclamado na Liturgia da Palavra (conferir, por exemplo, a Exortação Apostólica Verbum Domini do Papa Bento XVI, no n. 69) e, portanto, o Salmo Responsorial não pode ser substituído por “cantos de meditação” ou qualquer outro tipo de canto, mesmo se religioso. De outra forma, os Salmos são um patrimônio anterior ao próprio cristianismo, uma herança riquíssima do povo judeu. A natureza própria dos salmos é o de serem orações cantadas. A estrutura poética e essa natureza originária dos salmos como que “exigem” que, em nossas liturgias, eles sejam cantados. Mas não basta apenas decidir cantá-los e escolher (ou “criar”) qualquer melodia para qualquer salmo. Como oração em forma de poema o Salmo possui uma “alma”, uma identidade: uma coisa é cantar o Sl 50[51], penitencial, outra é cantar o Sl 118[119], um elogio da Lei de Deus, e outra bem distinta é cantar o Sl 150, de louvor. Para cada tipo de salmo há um tipo de melodia. A orientação do Manual da CNBB leva em conta duas coisas: a natureza e o estilo de cada salmo, que devem ser respeitados, e a participação da assembleia. De pouco adiantará escolher uma melodia que apenas o cantor consiga executar (quando se utiliza a forma responsorial). Portanto, as equipes busquem com empenho cantar os salmos de todas as celebrações da Semana Missionária, mas com melodias simples, fáceis e adequadas a cada salmo.

6. Evitar comentários desnecessários
“Evitar comentários durante a celebração, fazendo com que falem os ritos.” Muitas vezes nossas Liturgias são invadidas por “palavras”: desejamos, a todo custo, explicar tudo o que é feito. Mas aqui devemos fazer uma reflexão: se um

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determinado rito exige uma explicação prévia, sob pena de tornar-se ineficaz e incompreensível, devemos nos perguntar que sentido tal rito possui. Cada rito deve ser claro, de fácil compreensão e não necessitar de muitas explicações, resplandecendo por sua nobre simplicidade (cf. Concílio Vaticano II, Sacrosanctum Concilium, n. 34). Por isso, é melhor realizar os ritos com simplicidade – a simplicidade apresentada pela Igreja nos seus livros litúrgicos – do que “criar” ritos que complicarão inutilmente a celebração. Devem ser feitas, portanto, apenas aquelas intervenções que são necessárias – via de regra, o Comentário Inicial e uma introdução à Liturgia da Palavra. Também esses comentários devem ser claros e breves, evitando tornaremse “homilias” (ou seja, já apresentar “interpretações”). Se outro comentário for necessário, que também seja claro e breve.

7. Respeitar os critérios litúrgicos para os cantos
“Os cantos são sugestões, procurando seguir critérios litúrgicos.” Os cantos apresentados seja no Manual de Instruções da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, seja nestas Orientações Litúrgicas para Semana Missionária na Diocese de Imperatriz, são apenas sugestões. Na escolha do repertório musical para as celebrações a prioridade é a adequação da música aos critérios da Liturgia. Na celebração da Missa, principalmente, a música está a serviço da Liturgia, e não o contrário. É o mistério celebrado – o Mistério da Paixão-Morte-Ressurreição de Jesus – que ocupa o lugar central e que determina tudo o mais, e não a “beleza” deste ou daquele canto em relação a outro. Recordamos, portanto, que os cantos litúrgicos devem adequar-se ao Tempo Litúrgico, ao rito a que pertencem (uma coisa é o Canto de Entrada, outra o Canto de Apresentação das Oferendas...) e possuírem inspiração bíblica, procurando o máximo possível estar de acordo com as antífonas propostas no Missal Romano. Além dos cantos propostos pelo Hinário Litúrgico da CNBB e outros cantos litúrgicos de vários compositores, há a possibilidade de utilizar o CD “No Coração da Jornada – Músicas das Celebrações da JMJ Rio 2013”. Seria uma oportunidade de aprender antecipadamente os cantos que serão utilizados no Rio de Janeiro nas missas com o Papa e, também, de estar em sintonia com todo o Brasil. Deve-se ter cuidado, porém, na hora da escolha, uma vez que nem todos os cantos do CD servem para todos os dias.

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ROTEIROS DAS CELEBRAÇÕES

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OBSERVAÇÕES INICIAIS
1. Reafirmamos que os roteiros seguintes são sugestões; cabe às equipes paroquiais preparar cada celebração litúrgica; 2. Buscamos oferecer o maior número possível de opções de cantos litúrgicos; 3. No rito de Bênção dos Missionários a bênção é tanto para os missionários locais quanto para os peregrinos estrangeiros (este texto constará do subsídio litúrgico bilíngue que lhes será entregue no dia da chegada); 4. As sugestões de Orações, Prefácios e Preces Eucarísticas levam em conta o subsídio litúrgico bilíngue, com o objetivo de facilitar o acompanhamento das missas pelos peregrinos estrangeiros. Por conta disso, pedimos que os senhores párocos – principalmente das paróquias que receberão peregrinos estrangeiros – estejam atentos a isso na hora de escolher as diversas partes da Santa Missa; 5. Para a Missa de Abertura da Semana e de Envio dos Missionários adotamos a sugestão do Ritual de Bênçãos (p. 123) de celebrar a “Missa pela Evangelização dos Povos” (sugerimos utilizar o formulário A). 6. Para o dia 16 de julho, festa de Nossa Senhora do Carmo, também propomos um roteiro para a Missa, para o caso de alguma paróquia preferir organizar a oração do Terço Missionário para depois da Celebração Eucarística ou em outro dia. Para o terço foram indicados os mistérios dolorosos; caso a paróquia decida realizar o Terço Missionário em outro dia, deve-se ter atenção para modificar os mistérios e os textos bíblicos correspondentes.

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14 de julho de 2013
XV DOMINGO DO TEMPO COMUM – C Missa de Abertura Paroquial da Semana Missionária e Envio dos Missionários
PREPARAÇÃO DO ESPAÇO  Preparar no presbitério um lugar de destaque para a Cruz.  Aos pés da Cruz pode ser colocado um quadro que represente a cena do Bom Samaritano, com tecidos/fitas nas cores que representam os cinco Continentes (África = verde; América = vermelho; Ásia = amarelo; Europa = branco; Oceania = azul). REFRÃO MEDITATIVO - “Deus é amor, arrisquemos viver por amor”; ou - “Onde reina o amor, fraterno amor”. RITOS INICIAIS  Procissão de Entrada: com incenso, conduzindo a Cruz que será colocada no presbitério, acompanhada por cinco jovens, vestidos em camisetas nas cores que representam os continentes, que levam velas acesas para colocar ao lado do quadro da cena do Bom Samaritano ou diretamente aos pés da Cruz.  Canto de Entrada: - Hino da JMJ 2013 “Esperança do Amanhecer”; - Vimos aqui, ó Senhor (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 7); - O Senhor necessitou de braços (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 9); - Assim que a tua glória (CD Liturgia VI; fx. 19); - Ou algum canto litúrgico relacionado ao evangelho do Bom Samaritano ou um canto para celebrações missionárias.  Saudação Inicial  Ato Penitencial  Hino de Louvor  Oração do Dia: Missa “pela evangelização dos povos” (de preferência o formulário A – Missal Romano, p. 902-903) LITURGIA DA PALAVRA  Primeira Leitura: Dt 30, 10-14  Salmo Responsorial: Sl 68 ou Sl 18  Segunda Leitura: Col 1,15-20  Evangelho: Lc 10,25-37

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APRESENTAÇÃO E ENVIO DOS MISSIONÁRIOS O roteiro aqui apresentado segue o rito para a “Bênção de Missionários” do Ritual Romano de Bênçãos (Cap. III, p. 123-128). O roteiro foi adaptado para a circunstância da Semana Missionária. Todavia, caso desejem utilizar o rito tal como se encontra no Ritual de Bênçãos, a Comissão Pastoral para Animação Litúrgica pode enviar uma cópia integral do mesmo por e-mail (solicitar no endereço liturgia.imperatriz@hotmail.com, identificando a paróquia que está pedindo o material). Apresentação Após o Evangelho, são chamados pelo nome (pelo comentarista) todos os missionários que atuarão na Semana Missionária da Paróquia; ao serem chamados, ficam de pé e, enquanto os demais continuam a ser apresentados, colocam-se diante do Altar. Se forem muitos e a chamada nominal demorar demais, que sejam apresentados todos de uma só vez.

Estes são os batizados que a nossa Igreja N. (nome da paróquia), conforme o mandamento do Senhor, envia para anunciarem o Evangelho, e acompanha com as suas orações.
Se vão ser apresentados pelo nome, eles são mencionados agora. Se houver algum missionário de outro lugar, diz-se o seu nome e a diocese de proveniência. Depois da apresentação, o celebrante, tomando nas mãos o Lecionário (ou Evangeliário), diz a todos os missionários juntos:

Anunciai a todos, com a palavra e a vida, o Evangelho proclamado nesta casa de Deus, para que lhes seja revelado o mistério de Cristo e da Igreja.
Toda a comunidade CANTA:

Amém! Amém! Amém!
Um dos missionários pode receber o Livro das mãos do celebrante e, acompanhado pelos demais (ou alguns deles, se forem muito numerosos) coloca-o num lugar adequado (de preferência junto à cruz e o quadro do Bom Samaritano). Faz-se, então, a HOMILIA. Na homilia explica-se o sentido do Rito de Bênção dos Missionários que está sendo celebrado.

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Oração da Bênção Terminada a homilia, toda a comunidade fica de pé. Os missionários aproximam-se do celebrante, colocando-se diante dele de tal modo que os fiéis também possam acompanhar o rito. O celebrante, impondo as mãos sobre eles em conjunto, diz:

Nós vos louvamos e bendizemos, ó Deus, Porque por inefável desígnio da vossa misericórdia, enviastes ao mundo o vosso Filho para libertar os homens da escravidão do pecado, derramando o seu sangue, e enriquecê-los com os dons do Espírito Santo. Tendo vencido a morte, e antes de subir a vós, ó Pai, ele enviou os apóstolos, representantes do seu amor e do seu poder, para anunciarem o Evangelho da vida a todos os povos e batizarem os crentes na água da salvação. Olhai, portanto, nós vo-lo pedimos, Senhor, para estes vossos servos e servas que, fortalecidos com o sinal da cruz, enviamos como arautos da salvação e da paz. Guiai, Senhor, com vossa mão os seus passos e fortalecei-lhes o ânimo com a força de vossa graça, para que não se deixem abater pelo trabalho e pela fadiga. Fazei que suas palavras sejam o eco da voz de Cristo, capazes de atrair para a obediência do Evangelho aqueles que as escutarem. Infundi o Espírito Santo em seus corações, para que, dando-se inteiramente a todos, eles possam conduzir para vós, ó Pai, muitos filhos que vos dêem louvor sem fim na Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.
Toda a comunidade CANTA:

Amém! Amém! Amém!

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Entrega da Cruz A bênção das cruzes pode ser feita de dois modos. Na primeira forma, todas as cruzes estão juntas em um recipiente adequado (bandejas, p. ex.) e são abençoadas, aspergidas com água benta e depois entregues aos missionários. Na segunda forma, cada missionário tem nas mãos a sua cruz, e todos juntos as apresentam ao celebrante para a bênção e aspersão; depois de abençoadas as cruzes, cada missionário se aproxima do sacerdote, que lhes impõe as cruzes. O celebrante benze as cruzes, dizendo:

Senhor, Pai santo, que quisestes fazer da cruz do vosso Filho fonte de todas as bênçãos e causa de todas as graças, dignai-vos abençoar estas cruzes, e concedei aos que a trouxeram consigo que procurem transformar-se na imagem do vosso Filho. Que vive e reina para sempre.
Todos respondem:

Amém.
O celebrante, de uma só vez para todos, diz a fórmula de entrega da cruz, em voz alta:

Recebei esta cruz, símbolo do amor de Cristo e da missão para a qual a Igreja vos escolheu.
Todos os missionários, juntos, respondem:

Amém.
Enquanto o celebrante impõe a Cruz a todos os missionários, canta-se Nova Geração (“Eu venho do sul e do norte... No peito eu levo uma Cruz...”). Em seguida, os missionários voltam aos seus lugares. A Celebração Eucarística prossegue com a PROFISSÃO DE FÉ e a ORAÇÃO DOS FIÉIS. LITURGIA EUCARÍSTICA      Canto de Apresentação das Oferendas: à escolha Oração sobre as Oferendas: como foi dito para a Oração do Dia Prefácio: próprio da Oração V Santo: à escolha Oração Eucarística: V (do Congresso de Manaus)

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 Ritos de Comunhão  Cordeiro de Deus: à escolha  Canto de Comunhão: - Eu vim para que todos tenham vida; - Cantar a beleza da vida; - Na mesa sagrada (“Importa viver, Senhor, unidos no amor”); - Eu sou o Pão (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 22); - Samaritano, que importa (Hinário Litúrgico III, p. 282; CD Liturgia XI, melodia da fx. 18).  Oração depois da Comunhão: como foi dito para a Oração do Dia RITOS FINAIS  Bênção Final: Bênção solene (Ritual de bênçãos, p. 128) Celebrante:

O Senhor esteja convosco.
Todos: Ele está no meio de nós. Celebrante:

O Deus, que em Cristo manifestou a verdade e a caridade, vos faça mensageiros do Evangelho e testemunhas do seu amor no mundo.
Todos: Amém. Celebrante:

O Senhor Jesus, que prometeu à sua Igreja estar a seu lado até a consumação dos séculos, dirija os vossos passos e confirme vossas palavras.
Todos: Amém. Celebrante:

O Espírito do Senhor esteja sobre vós, para que, percorrendo os caminhos do mundo, possais evangelizar os pobres e curar os corações contritos.

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Todos: Amém. Celebrante:

E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo.
Todos: Amém. Celebrante:

A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Todos: Graças a Deus.  Canto Final: - Hino da CF 2013 (“Eis-me aqui, envia-me Senhor!”); - Ide por todo o universo (“Ide anunciar minha paz”); - Alma Missionária (“Senhor, toma minha vida nova”); - Nossa Missão (“Desde o ventre da minha mãe... Aonde mandar eu irei...”); - É missão de todos nós; - Quero ouvir teu apelo, Senhor; - Outros cantos missionários; - Caminhando com Maria (“Santa Mãe Maria, nesta travessia”).

*** “O anúncio de Cristo não passa somente através das palavras, mas deve envolver toda a vida e traduzir-se em gestos de amor. A ação de evangelizar nasce do amor que Cristo infundiu em nós; por isso, o nosso amor deve conformar-se sempre mais ao d‟Ele. Como o bom Samaritano, devemos manter-nos solidários com quem encontramos, sabendo escutar, compreender e ajudar, para conduzir, quem procura a verdade e o sentido da vida, à casa de Deus que é a Igreja, onde há esperança e salvação (cf. Lc 10,29-37).” Papa Bento XVI

(Mensagem para a XXVIII Jornada Mundial da Juventude, Rio de Janeiro – 2013, n. 5)

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15 de julho de 2013
MEMÓRIA DE SÃO BOAVENTURA, B.Dr. – Segunda-feira (Memória obrigatória – Cor litúrgica: BRANCO) “Quem vos recebe, a mim recebe”
PARA CONHECER SÃO BOAVENTURA  São Boaventura de Bagnoregio (NB: leia-se
foi um grande pensador da Idade Média, pertencente à Ordem Franciscana. Ele é considerado o segundo “Pai” da Ordem de São Francisco, por ter organizado a vida religiosa dos franciscanos numa época de crises e divisões. Ele se chamava Giovanni da Fidanza: João e nasceu provavelmente em 1218 em Bagnoregio, na Itália. Certa vez, quando criança, contraiu uma grave doença e até mesmo seu pai, que era médico, tinha poucas esperanças. Sua mãe pediu a intercessão de São Francisco de Assis, que fora declarado santo pela Igreja fazia pouco tempo; o menino ficou curado. Quando estudava na Universidade em Paris, o jovem Giovanni – como tantos jovens de ontem e de hoje – se perguntava sobre o que iria fazer de sua vida... Decidiu então entrar num convento franciscano, tornar-se frade de São Francisco – essa vida que tanto o encantava. Por volta de 1243, quando tinha 25 anos de idade, Giovanni vestiu o hábito franciscano e passou a chamar-se Boaventura. Estudando a Teologia, tornou-se um dos maiores pensadores católicos de todos os tempos. Dentre suas obras fundamentais estão o “Itinerário da mente para Deus”, as “Questões sobre o conhecimento de Cristo” e a “Legenda Maior da vida de São Francisco de Assis”. Aos 39 anos o Papa Alexandre IV o nomeou Doutor em Teologia; neste mesmo ano foi eleito o Ministro Geral da Ordem Franciscana, cargo de ocupou por 17 anos. Por fim, em 1273, o Papa Gregório X, que era franciscano também, resolveu nomeá-lo como arcebispo de York, mas Boaventura pediu que isso não acontecesse. O Papa então decidiu dar-lhe outra função: Boaventura, em 23 de julho de 1273, foi nomeado bispo de Albano, uma das dioceses próximas de Roma, e nomeado também Cardeal. Conta-se que os mensageiros, que levavam o chapéu cardinalício, o encontraram lavando as louças no convento e Boaventura pediu que pendurassem o símbolo na árvore, do lado de fora, enquanto ele terminava suas tarefas. O Papa Gregório X deu-lhe também a missão de organizar o II Concílio de Lyon, que teria como objetivo a união com a Igreja do Oriente. Durante o Concílio, em 15 de julho de 1274, Boaventura veio a falecer, tendo já se espalhado sua fama de santidade. Conta-se a seu respeito: “Homem bom, afável, piedoso e misericordioso, repleto de virtudes, amado por Deus e pelos homens (…). Deus, de fato, havia lhe dado tal graça, que todos aqueles que o viam eram invadidos por um amor que o coração não podia ocultar”. Foi declarado Santo em 1482 e Doutor da Igreja em 1588. Para aprofundar o conhecimento, ver a Catequese do Papa Bento XVI sobre são Boaventura – de onde foram retiradas algumas informações.
“Banhorégio”)

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PREPARAÇÃO DO ESPAÇO  A sugestão da Comissão de Juventude da Diocese é que a Missa deste dia seja celebrada na rua.  Combinar com antecedência com os donos da residência sobre a celebração e convidar toda a vizinhança.  Providenciar antecipadamente a iluminação adequada; pedir que os vizinhos ofereçam cadeiras e bancos para os mais idosos e quem precisar; uma mesa que sirva de altar, com toalha; dispor uma cruz e uma imagem ou quadro de Nossa Senhora (não colocar sobre a mesa do altar); se possível, providenciar um quadro com a imagem de São Boaventura; sistema de sonorização adequado. REFRÃO MEDITATIVO - “Fala Senhor, fala da vida: só Tu tens Palavra eterna, queremos ouvir”; ou - “Deus é amor, arrisquemos viver por amor”. RITOS INICIAIS  Canto de Entrada: - Eis-me aqui, Senhor; - O Profeta (“Antes que te formasse”); - Venham trabalhar na minha vinha; - Senhor, se tu me chamas; - O Senhor necessitou de braços (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 9).  Saudação Inicial  Ato Penitencial  Oração do Dia: Memória de São Boaventura (Missal Romano, p. 616) LITURGIA DA PALAVRA  Primeira Leitura: Ex 1,8-14.22  Salmo Responsorial: Sl 123  Evangelho: Mt 10,34—11,1  Homilia  Preces LITURGIA EUCARÍSTICA  Canto de Apresentação das Oferendas: à escolha  Oração sobre as Oferendas: Comum dos Doutores da Igreja, 1 (Missal Romano, p. 765)  Prefácio: Prefácio dos Santos Pastores (Missal Romano, p. 454)  Santo: à escolha  Oração Eucarística: II

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 Ritos de Comunhão  Cordeiro de Deus: à escolha  Canto de Comunhão: - Cantar a beleza da vida; - Na mesa sagrada (“Importa viver, Senhor, unidos no amor”); - Eu sou o Pão (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 22); - É comunhão, é comunhão (D. Pedro Brito Guimarães).  Oração depois da Comunhão: Comum dos Doutores da Igreja, 1 (Missal Romano, p. 765) RITOS FINAIS  Bênção Final  Canto Final: - Hino da CF 2013 (“Eis-me aqui, envia-me Senhor!”); - Alma Missionária (“Senhor, toma minha vida nova”); - Nossa Missão (“Desde o ventre da minha mãe... Aonde mandar eu irei...”); - É missão de todos nós; - Outros cantos missionários; - Caminhando com Maria (“Santa Mãe Maria, nesta travessia”); - Oração da Família (Pe. Zezinho). OBS.: Se a casa onde foi celebrada a Santa Missa não tiver recebido ainda a bênção, esta poderá ser realizada logo em seguida. Ou então, caso já tenha sido abençoada, os missionários podem manifestar algum gesto de gratidão à família que os acolhe e às famílias presentes.

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16 de julho de 2013
FESTA DE NOSSA SENHORA DO CARMO – Terça-feira TERÇO MISSIONÁRIO
PREPARAÇÃO  O Terço Missionário tem por objetivo ajudar os fiéis a rezar pelo anúncio do Evangelho de Cristo em todo o mundo, nos Cinco Continentes; trata-se do Terço Mariano tradicional rezado de modo que cada mistério tenha como intenção um dos cinco continentes.  As paróquias podem utilizar a criatividade na forma de realizar este Terço; oferecemos algumas sugestões: o Procissão luminosa (todos com velas nas mãos), conduzindo a imagem de Nossa Senhora (de preferência Nossa Senhora do Carmo, cuja festa é celebrada neste dia, ou, se Nossa Senhora for a titular da paróquia ou comunidade, do título com que ela é invocada no local); em cinco locais fazem-se “estações”, nas quais se iniciam cada uma das dezenas do Terço, na intenção de um continente específico; em cada estação pode estar uma representação do mapa desse continente ou algo que relembre a cultura do mesmo; entre as dezenas, cantam-se cantos em honra de Nossa Senhora; o Terço luminoso, em que a cada mistério é acesa uma grande vela que representa cada um dos continentes, e a cada Ave Maria uma vela menor é colocada também, de modo a formar um terço no final; ou então apenas as velas maiores são colocadas, a cada mistério, aos pés da imagem/quadro de Nossa Senhora; o Terço de flores, semelhante ao anterior, em que a cada oração é colocado um pequeno arranjo de flores, de modo a formar um Terço; o Terço com dramatização, feita pelos jovens, dos textos bíblicos que acompanham cada mistério (quem representa Jesus poderia estar com um manto da cor correspondente ao continente pelo qual se reza a dezena, mudando de ator ou de manto no mistério seguinte); o Outas formas...  Nos lugares onde há o costume de rezar-se o terço cantando as orações, isso poderia ser feito. Há também um CD com os mistérios do Terço Missionário cantados (buscaremos disponibilizar no blog da Comissão Pastoral para Animação Litúrgica). Igualmente, nos lugares onde ainda se conserva o costume de cantar a Ladainha de Nossa Senhora em latim, também seria uma oportunidade de manifestar essa tradicional forma de devoção do nosso povo.

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ROTEIRO PARA O TERÇO MISSIONÁRIO  Oferecimento Ó Jesus, que morreste pela salvação de todos os seres humanos e fundaste a Igreja para dar continuidade na terra à tua obra de redenção, multiplica, Te pedimos, o número dos missionários do evangelho. Aumenta o seu zelo, santifica suas fadigas, a fim de que quantos ainda não alcançaram a graça inestimável da tua Fé, logo cheguem a conhecer-te e amar-te na terra, para depois se regozijar de tua presença no céu. Amém.  Início o o o o o Pelo sinal da Santa Cruz Credo Pai Nosso e três Ave-Marias Glória ao Pai Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente aquelas que mais precisarem.

 Mistérios Dolorosos I. Agonia de Jesus no Horto das Oliveiras – África (verde) - No primeiro mistério doloroso contemplamos a agonia de nosso Senhor Jesus Cristo no Horto das Oliveiras, quando suou sangue. - Lucas 22,39-46: “Jesus saiu e, como de costume, foi para o monte das Oliveiras. Os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar, Jesus lhes disse: „Orai para não cairdes em tentação‟. Então se afastou dali, à distância de um arremesso de pedra, e, de joelhos, começou a orar. „Pai, se quiseres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua!‟ Apareceulhe um anjo do céu, que o fortalecia. Entrando em agonia, Jesus orava com mais insistência. Seu suor tornou-se como gotas de sangue que caíam no chão. Levantando-se da oração, Jesus foi para junto dos discípulos e encontrou-os dormindo, de tanta tristeza. E perguntou-lhes: „Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para não cairdes em tentação‟.” - Rezemos pela ÁFRICA, continente provado pelo sofrimento com as guerras, a exploração, a pobreza e a perseguição aos cristãos, mas que continua sempre disponível para o anúncio do Evangelho.

o Pai Nosso e dez Ave-Marias o Glória ao Pai o Ó meu Jesus...

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II.

Flagelação de Jesus Cristo preso à coluna – América (vermelho) - No segundo mistério doloroso contemplamos a flagelação de nosso Senhor Jesus Cristo, amarrado à coluna. - Mateus 27,24-26: “Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: „Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. A responsabilidade é vossa!‟ O povo todo respondeu: „Que o sangue dele recaia sobre nós e sobre nossos filhos‟. Então Pilatos soltou Barrabás, mandou açoitar Jesus e entregou-o para ser crucificado.” - Rezemos pela AMÉRICA, continente marcado pelo sangue de tantos irmãos e irmãs que, açoitados pelo chicote das injustiças, da tirania e do desrespeito à vida humana, gritam de dor, mas tomam a cada dia novas forças para a Missão de Cristo e da Igreja.

o Pai Nosso e dez Ave-Marias o Glória ao Pai o Ó meu Jesus... III. Coroação de Jesus com espinhos – Europa (branco) - No terceiro mistério doloroso contemplamos a coroação de nosso Senhor Jesus Cristo com agudos espinhos. - Mateus 27,27-31: “Em seguida, os soldados do governador levaram Jesus ao pretório e reuniram todo o batalhão em volta dele. Tiraram-lhe a roupa e o vestiram com um manto vermelho; depois trançaram uma coroa de espinhos, puseram-na em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombavam, dizendo: „Salve, rei dos judeus!‟ Cuspiram nele e, pegando a vara, bateram-lhe na cabeça. Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar.” - Rezemos pela EUROPA, continente de onde partiram inúmeros missionários, para que seja capaz de recobrar sua força evangelizadora que gerou tantas Igrejas.

o Pai Nosso e dez Ave-Marias o Glória ao Pai o Ó meu Jesus... IV. Subida de Jesus para o Calvário – Oceania (azul) - No quarto mistério doloroso contemplamos a dolorosa subida de Nosso Senhor Jesus Cristo para o Calvário levando o lenho da Cruz. - João 19,14-17: “Era o dia da preparação da páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus: „Eis o vosso rei‟. Eles, porém, gritavam: „Fora! Fora! Crucifica-o!‟ Pilatos disse: „Vou crucificar o vosso rei?‟ Os sumos sacerdotes

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responderam: „Não temos rei senão César‟. Pilatos, então, lhes entregou Jesus para ser crucificado. Eles tomaram conta de Jesus. Carregando a sua cruz, ele saiu para o lugar chamado Calvário (em hebraico: Gólgota).” - Rezemos pela OCEANIA, continente que espera ansiosamente por missionários de todo o mundo para uma evangelização mais profunda. o Pai Nosso e dez Ave-Marias o Glória ao Pai o Ó meu Jesus... V. Crucificação e morte de Jesus – Ásia (amarelo) - No quinto mistério doloroso contemplamos a crucificação e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. - Lucas 23,33-38.44-48: “Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali crucificaram Jesus e os malfeitores: um à sua direita e outro à sua esquerda. Jesus dizia: „Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!‟ Repartiram então suas vestes tirando a sorte. O povo permanecia lá, olhando. E até os chefes zombavam, dizendo: „A outros ele salvou. Salve-se a si mesmo, se, de fato, é o Cristo de Deus, o Eleito!‟ Os soldados também zombavam dele; aproximavamse, ofereciam-lhe vinagre e diziam: „Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!‟ Acima dele havia um letreiro: „Este é o Rei dos Judeus‟. Já era mais ou menos meio-dia, e uma escuridão cobriu toda a terra até às três da tarde, pois o sol parou de brilhar. O véu do Santuário rasgou-se pelo meio, e Jesus deu um forte grito: „Pai, em tuas mãos entrego o meu espìrito‟. Dizendo isto, expirou. O centurião, vendo o que acontecera, glorificou a Deus dizendo: „Realmente! Este homem era justo!‟ E as multidões que tinham acorrido para assistir à cena, viram o que havia acontecido e foram embora, batendo no peito.” - Rezemos pela ÁSIA, continente que abriga grande parte da humanidade, cheio de vida e juventude, à espera de missionários ardorosos que anunciem como é bonito acreditar em Jesus. o Pai Nosso e dez Ave-Marias o Glória ao Pai o Ó meu Jesus...  Salve Rainha  Ladainha de Nossa Senhora Leitor: Senhor, tende piedade de nós, Jesus Cristo, tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós, Jesus Cristo ouvi-nos. TODOS: Senhor, tende piedade de nós, Jesus Cristo, tende piedade de nós, Senhor, tende piedade de nós, Jesus Cristo ouvi-nos.

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Jesus Cristo atendei-nos. Deus Pai do Céu, Deus Filho, Redentor do mundo, Deus Espírito Santo, Santíssima Trindade, que sois um só Deus, Santa Maria, Santa Mãe de Deus, Santa Virgem das virgens, Mãe de Jesus Cristo, Mãe da divina graça, Mãe puríssima, Mãe castíssima, Mãe Imaculada, Mãe intacta, Mãe amável, Mãe admirável, Mãe do bom conselho, Mãe do Criador, Mãe do Salvador, Mãe da Igreja, Virgem prudentíssima, Virgem venerável, Virgem louvável, Virgem poderosa, Virgem benigna, Virgem fiel, Espelho de justiça, Sede da sabedoria, Causa de nossa alegria, Vaso espiritual, Vaso honorífico, Vaso insigne de devoção, Rosa mística, Torre de Davi, Torre de marfim, Casa de ouro, Arca da aliança, Porta do céu, Estrela da manhã, Saúde dos enfermos, Refúgio dos pecadores, Consoladora dos aflitos, Auxílio dos cristãos,

Jesus Cristo atendei-nos. tende piedade de nós. tende piedade de nós. tende piedade de nós. tende piedade de nós. Rogai por nós. “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “

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Rainha dos anjos, Rainha dos patriarcas, Rainha dos profetas, Rainha dos apóstolos, Rainha dos mártires, Rainha dos confessores, Rainha das virgens, Rainha de todos os santos, Rainha concebida sem pecado original, Rainha assunta ao céu, Rainha do santo rosário, Rainha da paz, Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo,

“ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ “ perdoai-nos, Senhor. ouvi-nos, Senhor. tende piedade de nós.

V.: Rogai por nós, Santa Mãe de Deus. R.: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Oremos: Ó Deus, cujo Filho Unigênito, com sua vida, morte e ressurreição, nos alcançou os prêmios da vida eterna, concedei-nos, nós vos pedimos, que recordando estes mistérios no Santíssimo Rosário da Bem-Aventurada Virgem Maria, imitemos o que eles contêm e alcancemos o que nos prometem. Pelo mesmo Cristo, Senhor Nosso. Amém.  Conclusão

CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA (Festa de Nossa Senhora do Carmo – Cor Litúrgica: BRANCO) “O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome!”
PARA CONHECER A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DO CARMO
 A história da devoção a Nossa Senhora do Carmo está ligada à de um grupo de monges eremitas que habitavam o Monte Carmelo, no século XIII. As Sagradas Escrituras celebram a beleza do Carmelo, onde o profeta Elias defendeu a pureza da fé de Israel no Deus vivo. O nome “Carmelo” significa “vinha do Senhor”, um dos títulos utilizados pela Bíblia para referir-se ao Povo de Deus e especialmente ao povo de Israel. Esses monges foram expulsos do Carmelo para a Europa pelos sarracenos (muçulmanos que conquistaram a Terra Santa na Idade Média). O superior da Ordem era São Simão Stock, que possuía grande devoção a Nossa

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Senhora. Este pediu a ela que os protegesse e recebeu dela um escapulário (espécie de capinha marrom que cobria os ombros, as escápulas, cuja palavra significa escudo, proteção) com a frase: "Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo". A Ordem Carmelita é primordialmente orante. Rezam sem cessar por todo o mundo e pelas almas dos mortos. Este é seu principal carisma. Veneram santo Elias (o profeta) e Nossa Senhora. São monges e monjas enclausurados, extraordinários em sua missão. Grandes santos de nossa Igreja provêm do Carmelo, como Santa Tereza D'Ávila, Santa Terezinha do Menino Jesus, São João da Cruz e inúmeros outros. Existe grande literatura oriunda dos escritos destes santos do Carmelo. Vale a pena procurar e ler. É fonte inesgotável de pura espiritualidade Cristã. Quanto ao escapulário, com o tempo passou a ser usado por leigos ligados ao Carmelo. Mais tarde por todos os leigos católicos que o desejem. Tornou-se menor, com dois fios ou fitas ligando a imagem de Nossa Senhora do Carmo e de Nosso Senhor Jesus Cristo. O escapulário deve ser imposto pela primeira vez a alguém por um Padre, seguido das orações recomendadas e significa nossa devoção a Nossa Senhora e nossa fé Cristã. Não é uma mágica e jamais deve ser usado como adorno "da moda" apenas. O simbolismo dele é o de um hábito religioso. Garante a salvação eterna apenas a quem o usa com fé, seguindo Jesus Cristo.

PREPARAÇÃO DO ESPAÇO  Preparar um local para a imagem de Nossa Senhora (preferencialmente a imagem de N. Sra. do Carmo). A imagem poderá ser levada em procissão. REFRÃO MEDITATIVO - “Eu sei em quem acreditei” (Frei Luís Turra); ou - “Até que Cristo se forme em nós” (Frei Luís Turra) ou outro. RITOS INICIAIS  Procissão de Entrada: Para realçar o tom festivo da celebração desse dia, iniciar a celebração com uma procissão, com incenso e (se possível) a imagem de Nossa Senhora.  Canto de Entrada: - Maria, mãe dos caminhantes; - Salve, Maria (Pe. Jocy Rodrigues); - De alegria vibrei no Senhor (CD Festas Litúrgicas III, fx. 01); - Maria da América Latina (Zé Vicente); - Ladainha dos empobrecidos (“Ave, cheia de Graça”); - Nossa Senhora da Luz (“Quem é essa mulher...”); - Outro canto mariano.  Saudação Inicial  Ato Penitencial  Hino de Louvor  Oração do Dia: Festa de Nossa Senhora do Carmo (Missal Romano, p. 616)

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LITURGIA DA PALAVRA  Primeira Leitura: Zc 2, 14-17 (Lecionário Santoral, p. 257, n. 11)  Salmo Responsorial: Lc 1 (Lecionário Santoral, p. 261, n. 5)  Canto de aclamação: - Aleluia, Alguém do povo exclama  Evangelho: Mt 12,46-50 (Lecionário Santoral, p. 268, n. 3)  Homilia  Preces o Preces sugeridas pelo “Manual de Instruções da CNBB” (tiradas do Ofício de Laudes do Comum de Nossa Senhora):  Pres.: Celebremos nosso Salvador, que se dignou nascer da Virgem Maria, e peçamos:  R. Jesus, filho de Maria, escutai a nossa prece!  Sol de Justiça, a quem a Virgem Imaculada precedeu como aurora resplandecente, concedei que caminhemos sempre à luz da vossa presença. R.  Palavra eterna do Pai, que escolhestes Maria como arca incorruptível para vossa morada, livrai-nos da corrupção do pecado. R.  Salvador do mundo, que tivestes vossa Mãe junto à cruz, concedei-nos, por sua intercessão, a graça de participar generosamente nos vossos sofrimentos. R.  Jesus de bondade, que, pregado na cruz, destes Maria por Mãe a João, fazei que vivamos também como seus filhos. R.  (INTENÇÕES LIVRES)  (Conclusão do presidente da celebração) LITURGIA EUCARÍSTICA  Canto de Apresentação das Oferendas (fazer a procissão com as oferendas): - Sobe a Jerusalém, Virgem oferente; ou - Outro canto à escolha.  Oração sobre as Oferendas: Comum de Nossa Senhora n. 1 (Missal Romano, p. 733)  Prefácio: Prefácio de Nossa Senhora II (Missal Romano, p. 446)  Santo: à escolha  Oração Eucarística: II  Ritos de Comunhão  Cordeiro de Deus: à escolha  Canto de Comunhão: - Povo de Deus foi assim; - “Minh‟alma dá glórias ao Senhor” (Canto de Maria do Povo – Pe. Zezinho); - Quando teu Pai revelou o segredo a Maria.

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 Oração depois da Comunhão: Comum de Nossa Senhora 1 (Missal Romano, p. 734) RITOS FINAIS  Oração a Nossa Senhora do Carmo: o Ó Santíssima Imaculada Virgem Maria, ornamento e glória do Monte Carmelo, Vós que velais tão particularmente sobre os que trazem vosso sagrado Hábito, velai também, bondosa, sobre mim, e cobri-me com o manto de Vossa maternal proteção. Fortalecei minha fraqueza com o Vosso poder, e dissipai, com a Vossa luz, as trevas do meu coração. Aumentai em mim a fé, a esperança e a caridade. Ornai minh‟alma com todas as virtudes, a fim de que ela se torne sempre mais amada de Vosso Divino Filho. Assisti-me durante a vida, consolai-me com a Vossa Amável presença na hora da morte, e apresentai-me à Santíssima Trindade, como Vosso filho e fiel servo Vosso, para que eu possa louvar-Vos eternamente no Céu. Assim seja.  Bênção Final  Canto Final: - Pelas estradas da vida; - Caminhando com Maria (“Santa Mãe Maria, nesta travessia”); - “Vem, Maria, vem, vem nos ajudar”; - Outros cantos de Nossa Senhora; - Hino da JMJ Rio 2013.

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17 de julho de 2013
MEMÓRIA DO BEM-AVENTURADO INÁCIO DE AZEVEDO, Presbítero, e Companheiros, Mártires – Quarta-feira (Memória obrigatória – Cor Litúrgica: VERMELHO) Eu te louvo, ó Pai: revelaste estas coisas aos pequeninos
PARA CONHECER OS BEATOS MÁRTIRES
 A Igreja celebra hoje quarenta mártires da Evangelização do Brasil. Todos pertenciam à Companhia de Jesus – os Jesuítas –, sendo 2 padres, 24 estudantes e 14 irmãos auxiliares. Eram 32 portugueses e 8 espanhóis. Inácio de Azevedo nasceu no Porto, de uma família importante, em 1526. Aos 23 anos, já tinha entrado na Companhia de Jesus, e foi ordenado sacerdote em 1553, com 27 anos, passando a desempenhar vários serviços. Era ardoroso pelas missões além-fronteiras. Foi quando o Superior Geral o enviou para o Brasil e, ao retornar, Inácio deu testemunho da necessidade de mais missionários. Saíram por isso, 3 naus missionárias. Em uma delas estavam Inácio de Azevedo e os 39 companheiros. A nau foi interceptada, próximo das ilhas Canárias, por 5 navios de inimigos da fé católica que queriam a morte de todos. Por amor à Igreja ele aceitou o martírio. Exortou e consolou seus filhos espirituais. No dia 15 de julho de 1570 foi morto e lançado ao mar. E todos os demais companheiros foram martirizados no mesmo dia ou no dia seguinte, alcançando a Coroa da Glória na eternidade. Inácio e seus companheiros mártires foram beatificados pelo Papa Pio IX em 1854.

PREPARAÇÃO DO ESPAÇO  A proposta da Comissão Pastoral para a Juventude da Diocese é que a Celebração Eucarística seja realizada pela manhã.  Caso a paróquia decida celebrar a Santa Missa deste dia à noite, podem ser utilizadas as sugestões do Manual de Instruções da CNBB, que são apresentadas a seguir: o “O dia de hoje sugere um aspecto bem orante, portanto, evitem-se comentários. Distribuir velas em todo o espaço celebrativo a serem colocadas em diversos locais, não sozinhas, mas em vários arranjos com velas de diversos tamanhos. As dioceses que receberem peregrinos de outros países poderão, junto às velas, depositar elementos referentes aos continentes, países ou até mesmo paróquias presentes ou não. As luzes do espaço litúrgico devem estar apagadas até o término da procissão de entrada.” (CNBB, Manual de Instruções, p. 49)  Se a celebração é realizada pela manhã, como se sugere na Programação Diocesana, as sugestões podem ser adaptadas. Embora na maioria dos casos não seja possível criar o ambiente de penumbra, o símbolo das velas acesas

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também pode ser valorizado, talvez enriquecido com o simbolismo das flores. Assim, ao invés de criar arranjos formados apenas por velas de vários tamanhos, poderiam ser feitos arranjos com flores e folhagens em vários pontos da igreja, com uma ou mais velas em cada arranjo. No momento da entrada do Círio Pascal, as velas desses arranjos são também acesas, como propõe o subsídio nacional. REFRÃO MEDITATIVO - “Ó luz do Senhor que vem sobre a terra”; - Se a celebração é à noite: “Sentinela, em que ponto está a noite”; - ou outro refrão que faça referência à Luz de Cristo. RITOS INICIAIS  Entrada do Círio Pascal: “Enquanto se entoa um refrão meditativo (sugestão: „Ó luz do Senhor‟ ou „Sentinela, em que ponto está a noite‟ ou outro apropriado para o momento ritual), quem está com o Círio o conduz até o presbitério, colocando-o ao lado da mesa eucarística (se possível, próximo da pia batismal) onde já deve estar devidamente preparado o seu lugar de destaque. Alguns jovens previamente preparados acenderão suas velas no Círio e depois acenderão as velas dos arranjos espalhados por toda a igreja. Faz-se um breve silêncio.” (CNBB, Manual de Instruções, p. 49)  Procissão de Entrada: A procissão entra na Igreja, enquanto se canta; se a celebração é à noite, acendem-se as luzes do presbitério e algumas das naves da igreja, de modo que o ambiente continue a meia-luz, reforçando o clima orante (cf. CNBB, Manual de Instruções, p. 50).  Canto de Entrada: - Emanuel (Hino da JMJ 2000 Roma); - Firmes na Fé (Hino da JMJ 2011 Madrid); - Hino da JMJ Rio 2013; - O Profeta (“Antes que te formasse”); - Senhor se tu me chamas; - O Senhor é minha luz.  Saudação Inicial  Ato Penitencial: “Sugere-se cantar por inteiro ou proclamar as invocações, cantando o „Senhor, tende piedade de nós‟: o 5º formulário alternativo da 3ª fórmula para o tempo comum (Cf. Missal Romano pg. 394) ou o 2º formulário alternativo da 3ª fórmula para o tempo do advento (Cf. Missal Romano pg. 395).” (CNBB, Manual de Instruções, p. 50)  Oração do Dia: Memória do Bem-aventurado Inácio Azevedo e companheiros (Missal Romano, p. 617)  Após a Oração do Dia, fazer um momento de silêncio antes da Liturgia da Palavra (evitar os comentários).  Depois do momento de silêncio, pode-se cantar um outro refrão meditativo:

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- “A Palavra está perto de ti, em tua boca, em teu coração”; - “Que arda como brasa, tua Palavra nos renove, essa chama que a boca proclama”; - “Tua Palavra é lâmpada para os meus pés, Senhor. Lâmpada para os meus pés, Senhor, e luz para o meu caminho” (cantado de modo suave). LITURGIA DA PALAVRA  Primeira Leitura: Ex 3,1-6.9-12  Salmo Responsorial: Sl 102  Evangelho: Mt 11,25-27  Homilia  Preces (Sugestão do Manual de Instruções – preces das Vésperas do Comum dos Mártires): o Pres.: Nesta hora em que o Rei dos mártires ofereceu sua vida na última Ceia e a entregou na cruz, demos-lhe graças, dizendo: o R. Nós vos louvamos e bendizemos, Senhor! o Nós vos agradecemos, ó Salvador, fonte e exemplo de todo martírio, porque nos amastes até o fim: R. o Porque viestes chamar os pecadores arrependidos para o prêmio da vida eterna: R. o Porque destes à vossa Igreja, como sacrifício para a remissão dos pecados, o Sangue da nova e eterna Aliança: R. o Porque a vossa graça nos mantém até hoje perseverantes na fé: R. o Porque associastes à vossa morte, neste dia, muitos de nossos irmãos e irmãs: R. o (intenções livres) LITURGIA EUCARÍSTICA  Procissão das Oferendas: “Recordar jovens, como o representante do movimento estudantil Edson Luiz de Lima Souto (assassinato durante a ditadura) ou outras pessoas, levando objetos ou citando seus nomes; jovens de sua realidade local ou mundial que entregaram suas vidas pelo Evangelho ou causas sociais. Logo após, segue a procissão das oferendas.” (CNBB. Manual de Instruções, p. 52)  Canto de Apresentação das Oferendas: - “Os grãos que formam a espiga... Diante do altar, Senhor”; - A verdade vos libertará (Pe. Zezinho); - Outro à escolha.  Oração sobre as Oferendas: Memória do Bem-aventurado Inácio Azevedo e companheiros (Missal Romano, p. 617)  Prefácio: Prefácio dos Mártires (Missal Romano, p. 453)  Santo: à escolha

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Oração Eucarística: II Ritos de Comunhão Cordeiro de Deus: à escolha Canto de Comunhão: - Na mesa da Eucaristia (“Comigo irá cear, o Pão da Vida ter...”); - Prova de amor maior não há; - Bom é louvar o Senhor, nosso Deus (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 23); - Desamarrem as sandálias e descansem; - Quem nos separará.  Oração depois da Comunhão: Memória do Bem-aventurado Inácio Azevedo e companheiros (Missal Romano, p. 617)

RITOS FINAIS  Bênção Final  Canto Final: - Hino da JMJ 2013 (se não foi cantado no início); - Hino da CF 2013 (“Eis-me aqui, envia-me Senhor!”); - Caminhando com Maria (“Santa Mãe Maria, nesta travessia”); - Coração Livre (“Eu vejo que a juventude tem muito amor”).

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18 de julho de 2013
XV SEMANA DO TEMPO COMUM – Quinta-feira ORAÇÃO DA MANHÃ
PROPOSTAS DE ORAÇÃO  A programação sugerida pela Diocese de Imperatriz prevê que a manhã desse dia seja marcada por um momento de oração. Apresentamos aqui algumas propostas para este momento. Para maior comodidade, o texto dos roteiros não vem apresentado aqui, mas sim nos Anexos. o Ofício de Laudes (Liturgia das Horas) – ANEXO B:  A Liturgia das Horas é a Oração oficial da Igreja, rezada ao longo de todo o dia em todo o mundo por bispos, padres, diáconos, religiosos/as e leigos/as. Compõe-se de Hinos, salmos e preces, aproveitando a grande riqueza da Palavra de Deus e dos antigos livros litúrgicos. O ofício de Laudes é um dos dois principais, e marca o início do dia com o louvor a Deus Criador e ao Cristo Ressuscitado.  Para sua celebração é necessário que todos tenham os textos; pode ser presidida por sacerdote, diácono, religioso/a ou leigo/a.  O roteiro do Anexo B apresenta os textos da Quinta-feira da III Semana do Saltério, que são os próprios para esse dia.  Os hinos e salmos podem ser rezados ou cantados (com melodias simples). o Oração da Manhã (Ofício Divino das Comunidades) – ANEXO C:  O roteiro C aproveita a proposta do “Manual de Instruções” para a Semana Missionária da CNBB (p. 34-39).  É uma celebração do Ofício Divino das Comunidades, uma adaptação brasileira da Liturgia das Horas. Nesse roteiro é privilegiado o canto, já desde a abertura. Serão disponibilizados no blog da Comissão de Liturgia da Diocese (www.liturgiaimperatriz.blogspot.com) diversas opções de melodias para a abertura e para outras partes do Ofício Divino;  Também pode ser conduzido por sacerdote, diácono, religioso/a ou leigo/a. o Leitura Orante da Palavra de Deus (Lectio Divina) – ANEXO D:  Utilizamos o roteiro proposto pelo Comitê Organizador Local da JMJ Rio 2013, que vem reproduzido no anexo D; também pode ser utilizado o roteiro que se encontra no “Manual de Instruções” da CNBB (p. 7276) – mas lembrar que este roteiro não estará disponível no subsídio bilíngue, e, portanto, os peregrinos estrangeiros não terão acesso ao texto.

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 Para os textos dos roteiros, conferir nos anexos deste material. Os três roteiros serão preparados também em formato bilíngue (português-francês), mas não serão inseridos no livreto que será entregue aos peregrinos. Eles ficarão disponíveis no blog da Comissão de Liturgia e cada equipe paroquial poderá fazer o download do roteiro escolhido, imprimir e entregar no momento da celebração para os peregrinos estrangeiros.

CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA (noite) “Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração”
PREPARANDO O AMBIENTE  Preparar uma única Cruz (de tamanho semelhante à da JMJ), erguida num local visível no presbitério e ornamentada com flores na base (todas as flores podem ser levadas na procissão inicial por alguns jovens, ou então pode haver algumas flores/folhagens na base da Cruz e os jovens completam o arranjo com as outras que conduzem).  Avisar com antecedência para a comunidade que neste dia, na apresentação das oferendas, se fará a coleta de alimentos não perecíveis para os mais necessitados.  Preparar o necessário para a Adoração Eucarística, que se seguirá à Santa Missa.  Como esta noite tem um tom “eucarístico”, sugere-se celebrar a Missa votiva da Santíssima Eucaristia – A (Missal Romano, p. 941-942), com paramentos brancos. Caso a Adoração Eucarística seja realizada em outro dia, lembrar que nas Festas e Memórias obrigatórias pode ser feita a Adoração Eucarística, mas não pode ser utilizado o formulário da Missa votiva da Santíssima Eucaristia (utiliza-se o formulário da Missa próprio para essa data). REFRÃO MEDITATIVO - “Cantarei ao Senhor enquanto viver”; ou - “Deus não está longe de cada um de nós” (Frei Luís Turra). RITOS INICIAIS  Procissão de Entrada: com incenso e os leitores levando flores para colocar diante da Cruz.  Canto de Entrada: - O que direi quando for ao meu povo; - Eis-me aqui, Senhor; - Senhor, se tu me chamas;

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- Ó Senhor nós estamos aqui; - Todos convidados cheguem ao banquete do Senhor; - Venham todos para a Ceia do Senhor (Hino do Congresso Eucarístico Nacional de Campinas); - Ou algum canto litúrgico que fale do “jugo suave” do Senhor, ou que o Senhor é manso e humilde de coração, ou um cântico eucarístico.  Saudação Inicial  Ato Penitencial: sugere-se a 3ª invocação alternativa do Tempo Comum (Missal Romano, p. 394 – “Senhor, que viestes, não para condenar, mas para perdoar... Cristo, que vos alegrais pelo pecador... Senhor, que muito perdoais a quem muito ama...”; há uma versão cantada desta fórmula de ato penitencial)  Oração do Dia: Missa Votiva da Santíssima Eucaristia (Missal Romano, p. 941) LITURGIA DA PALAVRA  Primeira Leitura: Ex 3,13-20  Salmo Responsorial: Sl 104(105)  Evangelho: Mt 11,28-30  Homilia  Preces: preparar preces que supliquem ao Senhor pelo povo, sobretudo pelos jovens que carregam pesados fardos e jugos em nossa realidade. LITURGIA EUCARÍSTICA  Procissão das Oferendas: durante a procissão dos dons (pão e vinho para a missa), a assembleia levará objetos e/ou alimentos não perecíveis para serem depositados junto à Cruz.  Canto de Apresentação das Oferendas: à escolha  Oração sobre as Oferendas: Missa Votiva da Santíssima Eucaristia (Missal Romano, p. 941)  Prefácio: Prefácio próprio da Oração Eucarística V  Santo: à escolha  Oração Eucarística: V (do Congresso de Manaus)  Ritos de Comunhão  Cordeiro de Deus: à escolha  Canto de Comunhão: - A força da Eucaristia (“Quando te domina o cansaço, e já não puderes dar um passo... Levanta-te e come! Levanta-te e come! Que o caminho é longo...”); - Na mesa sagrada (“Importa viver, Senhor, unidos no amor”); - Eu sou o Pão (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 22); - Desamarrem as sandálias e descansem;

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- A ti meu Deus elevo meu coração.  Concluída a comunhão, prepara-se o Altar para a Adoração Eucarística. Devem ser utilizadas para a adoração o mesmo número de velas que foram utilizadas na missa, como prescreve o Ritual da Sagrada Comunhão e o culto do mistério eucarístico fora da Missa – portanto duas, ou quatro, ou seis, de modo que haja simetria; o ostensório é colocado próximo ao corporal e as âmbulas com as Partículas Consagradas são repostas no Tabernáculo, ficando apenas a Hóstia Magna consagrada para a adoração; se a adoração é feita com ostensório, deve-se utilizar também o incenso;

ADORAÇÃO EUCARÍSTICA (em seguida à Santa Missa)
INTRODUÇÃO Para este roteiro de Adoração Eucarística utilizamos alguns elementos previstos no “Manual de Instruções” da CNBB para a adoração e também para a Vigília Ecumênica em Defesa da Vida, fazendo algumas adaptações e ampliações. Os dois pontos principais evidenciados por esta celebração serão, portanto, o encontro pessoal com o Senhor Ressuscitado e a súplica em favor da vida de nossa juventude. É preciso preparar velas para todos.

EXPOSIÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO  O Santíssimo Sacramento é exposto no ostensório, enquanto se canta algumas vezes o refrão: o “O Pão da vida és tu Jesus, o Pão do céu. O caminho, a verdade, via de amor, dom de Deus, nosso Redentor”  Oração depois da Comunhão: Missa Votiva da Santíssima Eucaristia (Missal Romano, p. 942);  Inicia-se a Adoração Eucarística, com um CANTO EUCARÍSTICO, colocando-se todos de joelhos; durante o canto o Santíssimo Sacramento é incensado.  Faz-se um momento de profundo silêncio (sem ler comentários, intenções, orações ou executar cantos ou fundos musicais). MISTÉRIO DA MORTE E RESSURREIÇÃO - Realidade  Proclamação da Palavra: Lucas 24,13-24

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o “Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos iam para um povoado, chamado Emaús, a uns dez quilômetros de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os seus olhos, porém, estavam como vendados, incapazes de reconhecê-lo. Então Jesus perguntou: „O que andais conversando pelo caminho?‟ Eles pararam, com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: „És tu o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes dias?‟ Ele perguntou: „Que foi?‟ Eles responderam: „O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e diante de todo o povo. Os sumos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem libertaria Israel; mas, com tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos assustaram. Elas foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém viu‟.”  Silêncio: [faz-se um grande momento de silêncio, contemplando o mistério da Páscoa]  Leitor 1: Crucificaram Jesus. Tentaram matar a esperança do povo. Ele, que passava pelas vilas e povoados fazendo o bem, anunciando a Vida, teve sua vida tirada.  Leitor 2: Quantos jovens de nossas paróquias, de nossas cidades, continuam hoje a história de Jesus: também eles são crucificados. Crucificados pelas drogas, pela violência, pelo desemprego, pela falta de oportunidades, por não terem uma educação de qualidade, por terem sido abandonados pela família, por terem perdido tragicamente os seus amados, por terem sido enganados por falsos amigos e entrado em caminhos tortuosos em suas vidas.  Leitor 1: São multidões incontáveis de jovens que, além de carregarem cruzes tão pesadas, tem suas vidas roubadas ainda tão cedo. Projetos interrompidos, sonhos que ficam inacabados, histórias abreviadas. A violência e as drogas estão dizimando nossos jovens: armas de fogo, acidentes de trânsito, excesso de álcool, overdose...  Presidente: Contemplando tua presença amorosa na Eucaristia, Senhor, e mergulhando no mistério da tua Páscoa, nós te pedimos: ajuda-nos a ver a esperança que brilha além da Cruz, ajuda-nos a enxergar o que os discípulos

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de Emaús não puderam ver, ajuda-nos a acreditar que a vida vencerá, que tu és a Vida e que nos ajudarás a vencermos também.  CANTO: o Antes da morte e ressurreição de Jesus, Ele, na Ceia, quis se entregar: deu-se em comida e bebida para nos salvar. o E quando amanhecer o dia eterno, a plena visão, ressurgiremos por crer nesta vida escondida no Pão. o Eis o Pão vivo mandado a nós por Deus Pai! Quem o recebe não morrerá: no último dia vai ressurgir, viverá. o Cristo está vivo, ressuscitou para nós! Esta verdade vai anunciar a toda terra, com alegria a cantar.

MISTÉRIO DO VERBO - Escrituras  Proclamação da Palavra: Lucas 24,25-27 o “Então ele lhes disse: „Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! Não era necessário que o Cristo sofresse tudo isso para entrar na sua glória?‟ E, começando por Moisés e passando por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as escrituras, as passagens que se referiam a ele.”  Momento de silêncio  Leitor 1: Senhor, como somos “sem inteligência e lentos para crer” em tua Palavra. Teu mistério é maior que nossa compreensão. Quantas vezes também nós lemos as Sagradas Escrituras e, como os discípulos de Emaús, cegos e vagarosos, não conseguimos descobrir que essas páginas falam de ti.  Leitor 2: Senhor Jesus, explica-nos tua Palavra também! Também precisamos aprender que as Escrituras falam-nos de ti! Precisamos te reconhecer na grande história de amor entre Deus e seu povo... Precisamos te encontrar!  Leitor 1: Ajuda-nos a ir em busca de ti, mesmo se somos fracos e lentos...  Leitor 2: Ajuda-nos a ter os ouvidos bem abertos para te ouvir, a ter os olhos atentos para te ver, o coração aberto e inclinado em adoração para te acolher.  Leitor 1: Ajuda nossa pouca inteligência a descobrir que as Escrituras falam sempre de ti, pois tu és a Palavra de Deus, o Verbo Eterno do Pai!  Leitor 2: Ajuda nossa fé vagarosa a apressar-se, indo em busca do encontro contigo na Palavra e na Eucaristia. Abre nossos olhos, faz-nos enxergar! Queremos te ver, Senhor! Ver-te com os olhos da Fé.  Leitor 1: Faz nosso coração arder com tuas palavras! Vem morar em nosso coração, ó Palavra Eterna do Pai, e transforma o nosso ser em uma fornalha ardente de amor e de fé.

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 Leitor 2: Ajuda-nos a crer, ó Verbo de Deus, que assumistes nossa fraqueza, assumistes nossa carne e te fizestes homem. Ajuda-nos a crer, ó Filho de Deus, que entregastes tua vida para nos salvar, deixando-se crucificar cruelmente... Ensina-nos cada dia a acreditar, ó nosso Salvador, que ressuscitastes glorioso, triunfando sobre a morte, sobre o pecado, sobre o mal.  Presidente da celebração: Senhor Jesus, diante de tua presença nós te pedimos: socorre nossa fraqueza, vem em nosso auxílio. Apressa a nossa lentidão. Ilumina nossa inteligência que é tão pequena. Que nós acreditemos, Senhor Jesus, que és a Palavra do Pai dirigida a todos nós, que és a Palavra que se fez carne, a Palavra que se fez homem como nós... a Palavra que se fez Pão para nós, para nos alimentar, para fazer o nosso coração arder.  CANTO (refrão meditativo): o “Que arda como brasa, tua Palavra nos renove, esta chama que a boca proclama” (cf. Is 6).  Momento de silêncio

MISTÉRIO DA EUCARISTIA - Ceia  Proclamação da Palavra: Lucas 24,28-35 o “Quando chegaram perto do povoado para onde iam, ele fez de conta que ia adiante. Eles, porém, insistiram: „Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!‟ Ele entrou para ficar com eles. Depois que se sentou à mesa com eles, tomou o pão, pronunciou a bênção, partiu-o e deu-o a eles. Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram. Ele, porém, desapareceu da vista deles. Então um disse ao outro: „Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?‟ Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram para Jerusalém, onde encontraram reunidos os Onze e os outros discípulos. E confirmaram: „Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!‟ Então os dois contaram o que tinha acontecido pelo caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão.”  Momento de silêncio  Leitor 1: Senhor, já é tarde. A noite chegou e já nos envolve... a noite do mundo, do erro, da violência, da mesquinhez, do egoísmo, da exploração do próximo, da competição desmedida, da falta de ética, da corrupção, do abandono de cada um à própria sorte, a noite onde mais vale o “ter” do que o

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“ser”, onde a pessoa humana (obra de tuas mãos, que lavastes no teu próprio sangue) é transformada em objeto descartável, a noite da morte da nossa juventude. É tarde, Senhor... Não nos deixes sozinhos... Fica conosco! o Refrão (cantado): Fica conosco, Senhor, é tarde e a noite já vem. Fica conosco, Senhor, somos teus seguidores também. Leitor 2: É tarde, Senhor. Permanece conosco! Precisamos de ti! Tu és nosso alimento, a nossa força, o nosso ânimo para prosseguir. Quando estamos fraquejando, lembramos tua força e coragem no caminho da Cruz, lembramos a esperança que nos destes com a Ressurreição. Sabemos que estais sempre perto de nós... Sabemos que permaneces ao nosso lado. Mas queremos sempre te dizer: fica conosco! o Refrão (cantado): Fica conosco, Senhor, é tarde e a noite já vem. Fica conosco, Senhor, somos teus seguidores também. Leitor 1: É noite escura, Senhor. Noite que nos apavora, que nos deixa como ficaram os discípulos aquela noite no mar da Galiléia, dentro do barco, agitado pelas ondas e os ventos... e quando te viram, pensaram ser um fantasma. Senhor, nós também ficamos confusos, nós temos te deixado de lado por causa de fantasmas. Fantasmas que nos perseguem, que nos enganam e nos arrastam para seu mundo falso: o prazer a todo custo, o individualismo, o consumismo, a vontade de sempre sair “ganhando”, o sucesso à custa dos irmãos (transformados em “concorrentes”), a cobiça pelas riquezas e o que elas trazem... Somos assombrados por estes fantasmas, que nos prendem no meio da noite... Não conseguimos te ver ao nosso lado: pensamos estar abandonados. Mas agora sabemos que tu estás perto de nós! Por isso te pedimos: fica conosco! o Refrão: Fica conosco, Senhor, é tarde e a noite já vem. Fica conosco, Senhor, somos teus seguidores também. Leitor 2: Senhor, ajuda-nos a olhar para nossa história e ver, lá no meio da escuridão desta noite que nos envolve, brilhar a luz de tua presença. Faz-nos perceber que sempre estivestes conosco! Faz-nos ver que eras tu que caminhavas conosco naquelas estradas mais difíceis! Faz-nos enxergar que a mão que nos foi estendida quando caímos tinha as mesmas marcas das tuas mãos, pois eras tu! Faz-nos recordar que as palavras doces que ouvimos nos momentos de tristeza, que as palavras duras que ouvimos nos momentos de fraqueza, eram tuas palavras! Faz-nos lembrar de que sempre atendes aos nossos clamores... Fica conosco! o Refrão: Fica conosco, Senhor, é tarde e a noite já vem. Fica conosco, Senhor, somos teus seguidores também. Presidente da celebração: Senhor, fica conosco! Fica conosco para nos recordar que estás sempre próximo de nós e que continuas a partir o Pão para nos alimentar na caminhada para o Céu. Jesus, és nosso companheiro: vais conosco, bem ao nosso lado, em todos os momentos – nas estradas certas, mas nas tortuosas também! Por isso te pedimos, Senhor, ajuda-nos a

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descobrirmos a força deste Alimento Divino, a força da Santa Eucaristia. Não somos dignos que adentres nosso coração, Senhor, mas ainda assim queres habitar em nós, pois é teu desejo, Jesus, atender nosso pedido: Fica conosco, Senhor.  CANTO: Eu não sou digno (Pe. Zezinho, scj) o Eu não sou digno, ó meu Senhor, eu não sou digno. De que tu entres, ó meu Senhor, na minha casa: porque és tão santo, e eu pecador, eu nem me atrevo a te pedir esse favor. o Eu não sou digna, ó meu Senhor, eu não sou digna. De que tu entres, ó meu Senhor, na minha casa: meu coração é tão pecador, que eu nem me atrevo a te pedir esse favor. o Mas se disseres uma palavra a minha casa se transformará. Uma palavra é suficiente: suavemente ela nos salvará. (bis)  Momento de silêncio

MISTÉRIO DO AMOR – Compromisso com a Vida  Proclamação da Palavra: João 3,16 o “De fato, Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.”  Momento de silêncio  Presidente: Senhor Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida, neste momento em que estamos em tua presença, para te adorar e louvar, nós queremos também elevar nossa súplica pela vida da juventude: queremos renovar diante de ti o nosso compromisso em defesa da vida dos jovens mais excluídos e que mais sofrem com os diversos tipos de violência. Por isso, proclamamos: o Leitor: Bem-aventurados os pobres no espírito, o Todos: porque deles é o Reino dos Céus. o Leitor: Bem-aventurados os que choram, o Todos: porque serão consolados. o Leitor: Bem-aventurados os mansos, o Todos: porque receberão a terra em herança. o Leitor: Bem-aventurados os que têm fome e sede da justiça, o Todos: porque serão saciados. o Leitor: Bem-aventurados os misericordiosos, o Todos: porque alcançarão misericórdia. o Leitor: Bem-aventurados os puros de coração,

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o o o o o

Todos: porque verão a Deus. Leitor: Bem-aventurados os que promovem a paz, Todos: porque serão chamados filhos de Deus. Leitor: Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, Todos: porque deles é o Reino dos Céus. [Mt 5,3-10]

 CANTO: Oração de São Francisco  Momento de silêncio BÊNÇÃO EUCARÍSTICA  “Tão sublime” 1. Tão sublime sacramento adoremos neste altar, pois o Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar. Venha a fé por suplemento os sentidos completar. 2. Ao Eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador. Ao Espírito exaltemos, na Trindade, eterno amor. Ao Deus Uno e Trino demos a alegria do louvor. Amém. V: Do céu lhes destes o Pão. R: Que contém todo sabor. Oremos. Senhor Jesus Cristo, neste admirável Sacramento, nos deixastes o memorial da vossa paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção. Vós que viveis e reinais para sempre. Amém.  Bênção  Louvores Bendito seja Deus. Bendito seja seu santo nome.

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Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Bendito seja o nome de Jesus. Bendito seja seu sacratíssimo Coração. Bendito seja o seu preciosíssimo Sangue. Bendito seja Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento do Altar. Bendito seja o Espírito Santo Paráclito. Bendita seja a grande Mãe de Deus, Maria Santíssima. Bendita seja sua Santa e Imaculada Conceição. Bendita seja sua Gloriosa Assunção. Bendito seja o nome de Maria, Virgem e Mãe. Bendito seja São José, seu castíssimo esposo. Bendito seja Deus nos seus anjos e nos seus santos.  Oração pela Igreja e pela Pátria Oremos. Deus e Senhor nosso, protegei a vossa Igreja. Dai-lhe santos Pastores e dignos Ministros. Derramai as vossas bênçãos sobre o nosso Santo Padre o Papa, sobre o nosso Bispo, sobre o nosso Pároco e sobre todo o Clero; sobre o Chefe da Nação e do Estado, e sobre todas as pessoas constituídas em dignidade, para que governem com justiça. Dai ao povo brasileiro paz constante e prosperidade completa. Favorecei com os efeitos contínuos de vossa bondade o Brasil, esta Diocese, a Paróquia em que habitamos, a cada um de nós em particular, e a todas as pessoas por quem somos obrigados a orar, ou que se recomendaram às nossas orações. Tende misericórdia das almas dos fiéis que padecem no purgatório. Dai-lhes, Senhor, o descanso e a luz eterna. Amém. Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.  Reposição do Santíssimo Sacramento RITOS FINAIS  Canto Final: - “Emanuel” – Hino da JMJ 2000 (Roma); - “Firmes na Fé” – Hino da JMJ 2011 (Madrid); - “Esperança do Amanhecer” – Hino da JMJ 2013 (Rio de Janeiro).

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19 de julho de 2013
XV SEMANA DO TEMPO COMUM – Sexta-feira Encerramento Paroquial da Semana Missionária “Aqui está quem é maior que o templo”
PREPARAÇÃO DO ESPAÇO  Esta Celebração Eucarística marca o encerramento da Semana Missionária Paroquial. Organize-se uma celebração festiva, que marque este momento da caminhada da comunidade paroquial.  Pode ser realizada uma procissão (de tamanho não muito grande, haja visto a intensidade da programação ao longo da semana) até a Igreja (ou o local escolhido) onde será celebrada a Santa Missa.  “Preparar no presbitério um lugar de destaque onde já estará a cruz. À entrada da Igreja criar ambientes com elementos das diversas culturas dos grupos presentes na celebração.” (Manual de Instruções, p. 78) REFRÃO MEDITATIVO - “Tudo contribui para o bem daqueles que amam” (Frei Luís Turra); ou - “Onde reina o amor, fraterno amor”. RITOS INICIAIS  Canto de Entrada: - Hino da JMJ Rio 2013; - Eis-me aqui, Senhor; - O Profeta (“Antes que te formasse”); - O Senhor necessitou de braços.  Saudação Inicial  Ato Penitencial  Oração do Dia: XV Domingo do Tempo Comum (Missal Romano, p. 359) LITURGIA DA PALAVRA  Primeira Leitura: Ex 11,10—12,14  Salmo Responsorial: Sl 115  Evangelho: Mt 12,1-8  Homilia  Preces  Pres.: Invoquemos o Senhor Jesus, a quem o Pai entregou à morte pelos nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação; e cantemos humildemente: o R. Kyrie eleison!

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 Ouvi, Senhor, as nossas súplicas e perdoai os pecados dos que se reconhecem culpados perante vós, e, em vossa bondade, dai-nos a reconciliação e a paz. R.  Vós, que dissestes por meio do apóstolo Paulo: 'Onde o pecado foi grande, muito maior foi a graça', perdoai generosamente os nossos numerosos pecados. R.  Vós que sois misericórdia, preservai a juventude de toda cultura de morte e ensinainos a buscar em vós a verdadeira vida. R.  (outras intenções) LITURGIA EUCARÍSTICA  Canto de Apresentação das Oferendas: à escolha  Oração sobre as Oferendas: XV Domingo do Tempo Comum (Missal Romano, p. 359)  Prefácio: Prefácio da Oração Eucarística II  Santo: à escolha  Oração Eucarística: II  Ritos de Comunhão  Cordeiro de Deus: à escolha  Canto de Comunhão: - O Senhor preparou um banquete; - A força da Eucaristia; - Cantar a beleza da vida; - Na mesa sagrada (“Importa viver, Senhor, unidos no amor”); - Eu sou o Pão (CD Cantos de Abertura e Comunhão – Tempo Comum, Anos A, B, C; fx. 22); - É comunhão, é comunhão (D. Pedro Brito Guimarães).  Oração depois da Comunhão: XV Domingo do Tempo Comum (Missal Romano, p. 359) RITOS FINAIS  Bênção Final  Canto Final: - Hino da CF 2013 (“Eis-me aqui, envia-me Senhor!”); - Alma Missionária (“Senhor, toma minha vida nova”); - Nossa Missão (“Desde o ventre da minha mãe... Aonde mandar eu irei...”); - Juventude Missionária (Zé Vicente); - Outros cantos missionários; - Caminhando com Maria (“Santa Mãe Maria, nesta travessia”).

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ANEXOS

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Anexo A – Preces em Francês
Apresentamos aqui algumas intenções para a Oração dos fiéis em francês, com a respectiva tradução em português. Elas foram retiradas do livro “Bible et missel de tous les jours” – “Bìblia e missal de todos os dias” (Noël Bompois. Paris: Desclée de Brouwer, 1990, pp. 1106-1111), às vezes com pequenas adaptações. Para seu bom uso é necessário que antes de escolher uma prece se faça a leitura de todas (estão agrupadas por intenção). De acordo com a prece em língua francesa escolhida, devem ser elaboradas as demais, de modo que haja certa uniformidade no estilo das diversas intenções. Propomos várias preces para cada intenção, de modo a facilitar o uso ao longo da semana e possibilitar maior campo de escolha para as equipes paroquiais. ATENÇÃO: ao transcrever as intenções em francês, verificar várias vezes se as palavras foram digitadas corretamente (letra por letra, acento por acento), para evitar erros ortográficos na língua francesa (o que poderia ser interpretado mal por alguns). Em francês o ditongo “oe” é escrito como em latim “œ” (p. ex.: „coeur‟ = „cœur‟); esse sinal pode ser encontrado na função “inserir Símbolos” do programa Word (nas fontes normais de texto, geralmente depois de todo o alfabeto comum, antes do alfabeto grego). INTENÇÕES - Pela Igreja:  Pour la sainte Eglise de Dieu, afin que Dieu notre Seigneur lui accorde la paix et l‟unité, et la garde dans le monde entier, prions le Seigneur. o Pela santa Igreja de Deus, afim de que Deus nosso Senhor conceda-lhe a paz e a
unidade, e a guarde no mundo inteiro, rezemos ao Senhor.

 Nous te prions, Seigneur, qui habites dans l‟Eglise catholique : fais que cette Eglise soit vivante et pure, qu‟elle puisse te louer avec les anges du ciel. o Nós te pedimos, Senhor, que vives na Igreja católica: faz que esta Igreja seja plena de

vida e pura, que ela possa te louvar com os anjos do céu. (NB: da Eucologia de Serapião)

- Por nossos Pastores:  Pour le pape François, pour nos évêques, et pour tous nos pasteurs, afin que Dieu les assiste de son Esprit de sagesse, prions le Seigneur.
o Pelo papa Francisco, por nossos bispos, e por todos os nossos pastores, afim de que Deus lhes assista com seu Espírito de sabedoria, rezemos ao Senhor.

 Pour les pasteurs de l‟Eglise, afin qu‟ils gardent un esprit missionnaire, supplions le Seigneur. o Pelos pastores da Igreja, afim de que eles tenham um espírito missionário,
supliquemos ao Senhor.

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- Pelos governantes:  Pour tous les pays de la terre et pour ceux qui les gouvernent, afin que Dieu notre Seigneur dirige les esprits et les cœurs aus service de la paix, prions le Seigneur. o Por todos os países da terra e por aqueles que lhes governam, afim de que Deus nosso
Senhor dirija seus espíritos e seus corações ao serviço da paz, rezemos ao Senhor.

 Nous te prions pour ceux qui détiennent l‟autorité : que leur gouvernement soit pacifique, pour la tranquillité de tous. o Nós te pedimos por aqueles que detêm a autoridade: que seu governo seja pacífico,
para a tranquilidade de todos. (NB: da Eucologia de Serapião)

- Pelos que sofrem:  Pour ceux qui souffrent dans leur corps, afin que Dieu leur donne la patience dans l‟épreuve, supplions le Seigneur. o Por aqueles que sofrem em seus corpos, afim de que Deus lhes conceda a paciência
durante a provação, supliquemos ao Senhor.

 Pour ceux qui souffrent dans leur cœur, afin qu‟ils gardent l‟ass urance que Dieu les aime, supplions le Seigneur. o Por todos aqueles que sofrem em seu coração, afim de que eles tenham a segurança de
que Deus lhes ama, supliquemos ao Senhor.

 Nous te prions pour les malades, pour tous ceux qui souffrent : selon ta grâce, donne-leur santé et plénitude de force, que ton saint Nom soit pour eux un remède de vie. o Nós te pedimos pelos doentes, por todos aqueles que sofrem: segundo tua graça,
concede-lhes saúde e plenitude de força, que teu santo Nome seja para eles um remédio de vida. (NB: da Eucologia de Serapião)

- Pelos jovens:  Pour les jeunes de nos paroisses, afin que leur foi trouve dans l‟exemple des adultes et des autres jeunes encouragement et soutien, supplions le Seigneur. o Pelos jovens de nossas paróquias, afim de que sua fé encontre no exemplo dos adultos
e dos outros jovens encorajamento e sustento, supliquemos ao Senhor.

 Pour tous les jeunes qui cherchent à bâtir un monde plus fraternel, afin que leurs efforts soient couronnés de succès, prions le Seigneur. o Por todos os jovens que buscam construir um mundo mais fraterno, afim de que seus
esforços sejam coroados de sucesso, rezemos ao Senhor.

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 Pour tous les jeunes qui portent le nom de chrétiens, afin qu‟ils travaillent à leur unité dans le Christ et restent fidèles à l‟Evangile, prions le Seigneur. o Por todos os jovens que levam o nome de cristãos, afim de que eles trabalhem para
sua unidade em Cristo e permaneçam fiéis ao Evangelho, rezemos ao Senhor.

 Pour tous les jeunes qui se dévouent au service de leurs frères, pour ceux qui se souviennent des pauvres, des vieillards, des malades et des étrangers, prions le Seigneur. o Por todos os jovens que se dedicam ao serviço de seus irmãos, por aqueles que se
lembram dos pobres, dos idosos, dos enfermos e dos estrangeiros, rezemos ao Senhor.

- Pelas famílias, por todos os homens, pelos que buscam a Fé:  Pour les pères et mères de famille, afin qu‟ils soient toujours encouragés et aidés dans leurs tâches et leurs soucis, supplions le Seigneur. o Pelos pais e mães de família, afim de que eles sejam sempre encorajados e ajudados
em seus trabalhos e preocupações, supliquemos ao Senhor.

 Nous te prions pour tous les hommes : à tous étends ta bienveillance, révèle ta bonté, mène leur route vers toi. o Nós te pedimos por todos os homens: a todos estende tua benevolência, revela tua
bondade, conduz seus caminhos para ti. (NB: da Eucologia de Serapião)

 Pour ceux qui cherchent la lumière, pour ceux qui sont sur le chemin de la foi, afin qu‟ils naissent à la vie nouvelle dans le Christ, prions le Seigneur. o Por aqueles que buscam a luz, por aqueles que estão no caminho da Fé, afim de que
nasçam para a vida nova em Cristo, rezemos ao Senhor.

- Pela comunidade:  Pour nous tous, qui sommes son peuple, afin qu‟il augmente notre foi et purifie nos cœurs, prions le Seigneur. o Por todos nós, que somos seu povo, afim de que Ele aumente nossa fé e purifique
nossos corações, rezemos ao Senhor.

 Pour nous tous qui allons partager le repas du Seigneur, afin qu‟il nous rassemble un jour à la table de son Royaume, supplions le Seigneur. o Por nós todos que vamos partilhar o Banquete do Senhor, afim de que Ele nos reúna
um dia à mesa do seu Reino, supliquemos ao Senhor.

 Pour nous tous ici rassemblés, afin que la charité régnant entre nous hâte la rencontre et l‟unité de tous ceux qui croient au Christ, prions le Seigneur. o Por todos nós aqui reunidos, afim de que a caridade reinante entre nós apresse o
encontro e a unidade de todos aqueles que creem em Cristo, rezemos ao Senhor.

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Anexo B – Ofício de Laudes |Liturgia das Horas
Apresentamos como uma das opções para a Oração da Manhã na Quinta-feira o Ofício de Laudes, que faz parte da Liturgia das Horas – a oração oficial da Igreja. É uma oração de louvor e de consagração do dia a Deus. Inserimos ao longo do texto, antes de cada momento, pequenas instruções para facilitar a celebração. É preciso ler com bastante atenção todo o roteiro antes de preparar o momento de oração, de modo que já se saiba o que deve ser feito. Pode-se pedir auxílio a um padre, um religioso ou uma religiosa para compreender e organizar o Ofício de Laudes na Paróquia. Lembramos que todos os que vão participar das Laudes devem ter o texto, para facilitar o momento de oração.

Quinta-feira III Semana do Saltério LAUDES
RITOS INICIAIS Introdução
Estando todos de pé, às palavras “Vinde, ó Deus...” fazem o sinal da cruz sobre si (como no inìcio da missa) e respondem “Socorrei-me...”.

Dir.: Vinde, ó Deus em meu auxílio. Todos: Socorrei-me sem demora. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Aleluia. Hino
O hino é rezado ou cantado por todos – seja por dois grupos, alternando-se por estrofes, seja conjuntamente.

Já surge a luz dourada, a treva dissipando, que as almas do abismo aos poucos vai levando. Dissipa-se a cegueira que a todos envolvia; alegres caminhemos na luz de um novo dia.

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Que a luz nos traga paz, pureza ao coração: longe a palavra falsa, o pensamento vão. Decorra calmo o dia: a mão, a língua, o olhar. Não deixe nosso corpo na culpa se manchar. Do alto, nossos atos Deus vê, constantemente; solícito nos segue da aurora ao sol poente. A glória seja ao Pai, ao Filho seu também; ao Espírito igualmente, agora e sempre. Amém. SALMODIA
Todos podem sentar-se para a oração dos salmos. Há vários modos de fazer-se a salmodia: 1) Um leitor lê/canta a antífona, depois todos cantam ou rezam o salmo (juntos ou em grupos por estrofe), ao final todos dizem/cantam “Glória ao Pai” e, por fim, todos repetem a antìfona; 2) Um leitor lê/canta a antífona, que é repetida por todos, e, em seguida, lê/canta sozinho as estrofes do salmo, de modo que entre cada estrofe a assembleia repita a antífona (como se faz no salmo responsorial da missa), ao final todos dizem/cantam “Glória ao Pai” e repetem a antìfona; 3) Principalmente nos salmos históricos (que contam um pouco da história do povo de Israel), um leitor lê/canta a antífona, depois o leitor lê/canta sozinho todo o salmo (sem intervenções da assembleia), ao final todos dizem/cantam “Glória ao Pai” e repetem a antìfona. Para cada salmo pode ser previsto um leitor/cantor diferente. A numeração e o título do salmo, bem como a frase que vem logo abaixo do título, não precisam ser lidos.

Ant. 1 Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor. Salmo 86(87) Jerusalém: mãe de todos os povos A Jerusalém celeste é livre, e é a nossa mãe (Gl 4,26). –1 O Senhor ama a cidade * que fundou no Monte santo; –2 ama as portas de Sião * mais que as casas de Jacó.

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–3 Dizem coisas gloriosas * da Cidade do Senhor: –4 'Lembro o Egito e Babilônia * entre os meus veneradores. = Na Filistéia ou em Tiro † ou no país da Etiópia, * este ou aquele ali nasceu'. =5 De Sião, porém, se diz: † 'Nasceu nela todo homem; * Deus é sua segurança'. =6 Deus anota no seu livro, † onde inscreve os povos todos: * 'Foi ali que estes nasceram'. –7 E por isso todos juntos * a cantar se alegrarão; – e, dançando, exclamarão: * 'Estão em ti as nossas fontes!' – Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. * Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Ant. Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.
No cântico de Isaìas que se segue, entre cada estrofe pode ser dita a resposta “Bendito seja aquele que há de vir”, principalmente quando for cantado.

Ant. 2 O Senhor, o nosso Deus, vem com poder, e o preço da vitória vem com ele.

Cântico Is 40,10-17 O Bom Pastor é o Deus Altíssimo e Sapientíssimo Eis que venho em breve, para retribuir a cada um segundo as suas obras (Ap 22,12). –10 Olhai e vede: o nosso Deus vem com poder, * dominará todas as coisas com seu braço. – Eis que o preço da vitória vem com ele, * e o precedem os troféus que conquistou. (R. Bendito seja Aquele que há de vir!)

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–11 Como o pastor, ele apascenta o seu rebanho.* Ele toma os cordeirinhos em seus braços, – leva ao colo as ovelhas que amamentam, * e reúne as dispersas com sua mão. (R.) –12 Quem, no côncavo da mão, mediu o mar? * Quem mediu o firmamento com seu palmo? = Quem mediu com o alqueire o pó da terra? † Quem pesou, pondo ao gancho, as montanhas, * e as colinas, colocando-as na balança? (R.) –13 Quem instruíra o espírito do Senhor? * Que conselheiro o teria orientado? –14 Com quem aprendeu ele a bem julgar, * e os caminhos da justiça a discernir? – Quem as veredas da prudência lhe ensinou * ou os caminhos da ciência lhe mostrou? (R.) –15 Eis as nações: qual gota d'água na vasilha, * um grão de areia na balança diante dele; – e as ilhas pesam menos do que o pó * perante ele, o Senhor onipotente. (R.) –16 Não bastaria toda a lenha que há no Líbano * para queimar seus animais em holocausto. –17 As nações todas são um nada diante dele, * a seus olhos elas são quais se não fossem. (R.) – Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. * Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Ant. O Senhor, o nosso Deus, vem com poder, e o preço da vitória vem com ele.

Ant. 3 Aclamai o Senhor nosso Deus, e adorai-o com todo o respeito! Salmo 98(99) Santo é o Senhor nosso Deus Vós, Senhor, que estais acima dos Querubins, quando vos fizestes semelhante a nós, restaurastes o mundo decaído (Sto. Atanásio).

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=1 Deus é Rei: diante dele estremeçam os povos! † Ele reina entre os anjos: que a terra se abale! * 2 Porque grande é o Senhor em Sião! = Muito acima de todos os povos se eleva; † 3 glorifiquem seu nome terrível e grande, * porque ele é santo e é forte! =4 Deus é Rei poderoso. Ele ama o que é justo † e garante o direito, a justiça e a ordem; * tudo isso ele exerce em Jacó. =5 Exaltai o Senhor nosso Deus, † e prostrai-vos perante seus pés, * pois é santo o Senhor nosso Deus! =6 Eis Moisés e Aarão entre os seus sacerdotes. † E também Samuel invocava seu nome, * e ele mesmo, o Senhor, os ouvia. =7 Da coluna de nuvem falava com eles. † E guardavam a lei e os preceitos divinos, * que o Senhor nosso Deus tinha dado. =8 Respondíeis a eles, Senhor nosso Deus, † porque éreis um Deus paciente com eles, * mas sabíeis punir seu pecado. =9 Exaltai o Senhor nosso Deus, † e prostrai-vos perante seu monte, * pois é santo o Senhor nosso Deus! – Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. * Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Ant. Aclamai o Senhor nosso Deus, e adorai-o com todo o respeito! LITURGIA DA PALAVRA
Um leitor dirige-se ao ambão e proclama a leitura breve a seguir. No início não se faz o anúncio do livro (“Leitura da Primeira carta de Pedro”) e nem ao final se diz “Palavra do Senhor”, mas o texto é lido diretamente, sem introdução ou conclusão. Antes e depois da leitura é bom fazer um momento de silêncio.

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Leitura breve

1Pd 4,10-11

Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu. Se alguém tem o dom de falar, proceda como com palavras de Deus. Se alguém tem o dom do serviço, exerça-o como capacidade proporcionada por Deus, a fim de que, em todas as coisas, Deus seja glorificado, em virtude de Jesus Cristo.
Após um momento de silêncio, diz-se o responsório breve a seguir. Para maior comodidade, identificamos melhor a parte que deve ser dita/cantada pelo leitor e pela assembleia. O “Glória ao Pai” não é dito inteiramente neste responsório, mas apenas a primeira parte.

Responsório breve Leitor: Clamo de todo o coração: * Atendei-me, ó Senhor! Todos: Clamo de todo o coração: * Atendei-me, ó Senhor! Leitor: Quero cumprir vossa vontade. Todos: Atendei-me, ó Senhor! Leitor: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Todos: Clamo de todo o coração: * Atendei-me, ó Senhor!

CÂNTICO EVANGÉLICO (BENEDICTUS)

Lc 1,68-79

Para o cântico evangélico, todos ficam de pé (como para a proclamação do Evangelho na Missa). Na oração de laudes é recitado o Cântico de Zacarias (Lc 1,68-79), que bendiz a Deus pela visita do Sol da Justiça, Jesus Cristo, e fala do seu precursor, o pequeno João Batista. Ao iniciarem as palavras “Bendito seja o Senhor Deus de Israel” todos fazem o sinal da cruz sobre si (como no início da missa). O cântico evangélico pode ser cantado/rezado da mesma forma que os salmos (todos juntos ou por grupos). O tìtulo “O Messias e seu Precursor” não precisa ser lido.

Ant. Sirvamos ao Senhor na justiça e santidade, e de nossos inimigos haverá de nos salvar. O Messias e seu Precursor –68 Bendito seja o Senhor Deus de Israel, * porque a seu povo visitou e libertou; –69 e fez surgir um poderoso Salvador * na casa de Davi, seu servidor, –70 como falara pela boca de seus santos, * os profetas desde os tempos mais antigos,

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–71 para salvar-nos do poder dos inimigos * e da mão de todos quantos nos odeiam. –72 Assim mostrou misericórdia a nossos pais, * recordando a sua santa Aliança –73 e o juramento a Abraão, o nosso pai, * de conceder-nos 74 que, libertos do inimigo, = a ele nós sirvamos sem temor † 75 em santidade e em justiça diante dele, * enquanto perdurarem nossos dias. =76 Serás profeta do Altíssimo, ó menino, † pois irás andando à frente do Senhor * para aplainar e preparar os seus caminhos, –77 anunciando ao seu povo a salvação, * que está na remissão de seus pecados; –78 pela bondade e compaixão de nosso Deus, * que sobre nós fará brilhar o Sol nascente, –79 para iluminar a quantos jazem entre as trevas * = e na sombra da morte estão sentados e para dirigir os nossos passos, * guiando-os no caminho da paz. – Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. * Como era no princípio, agora e sempre. Amém. Ant. Sirvamos ao Senhor na justiça e santidade, e de nossos inimigos haverá de nos salvar. Preces
Concluído o Cântico Evangélico e permanecendo todos de pé, fazem-se as preces. Quem dirige a oração faz a introdução e depois alguns leitores propõem as preces, às quais todos respondem. Na oração da manhã não se fazem súplicas, mas apresentam-se intenções de louvor e consagração. Ao final, todos rezam o Pai Nosso.

Demos graças a Deus Pai, que no seu amor conduz e alimenta o seu povo; e digamos com alegria: R. Glória a vós, Senhor, para sempre! – Pai clementíssimo, nós vos louvamos por vosso amor para conosco, porque nos criastes de modo admirável, e de modo ainda mais admirável nos renovastes. R.

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– No começo deste dia, infundi em nossos corações o desejo de vos servir, para que sempre vos glorifiquemos em todos os nossos pensamentos e ações. R. – Purificai os nossos corações de todo mau desejo, e fazei que estejamos sempre atentos à vossa vontade. R. – Dai-nos um coração aberto às dificuldades de nossos irmãos e irmãs, para que jamais lhes falte o nosso amor fraterno. R. (intenções livres) Pai nosso que estais nos céus...
Concluìdo o Pai Nosso, quem dirige o ofìcio de Laudes reza a Oração do dia (não é necessário dizer “Oremos” antes da oração).

Oração Deus eterno e todo-poderoso, sobre os povos que vivem na sombra da morte fazei brilhar o Sol da justiça, que nos visitou nascendo das alturas, Jesus Cristo nosso Senhor. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Todos: Amém. Conclusão da Hora
Se quem preside a oração é diácono ou sacerdote, ele dá a bênção como se faz na Missa (“O Senhor esteja convosco... Abençoe-vos Deus todo-poderoso...”). Caso contrário, utiliza-se a fórmula seguinte, durante a qual todos (inclusive quem dirige a oração) fazem sobre si mesmos o sinal da cruz.

O Senhor nos abençoe, nos livre de todo o mal e nos conduza à vida eterna. Todos: Amém.

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Anexo C – Oração da Manhã | ODC
Este roteiro está disponível no Manual de Instruções da CNBB para a Semana Missionária (p. 34-39). Algumas orientações: 1. Para a Abertura todos ficam de pé; às palavras “Estes lábios meus” faz -se o sinal da cruz sobre os lábios (da primeira vez apenas o dirigente; na segunda vez, quando todos cantam, todos fazem o gesto); 2. A recordação da vida é um momento breve, em clima de oração, em que são apenas recordados fatos (não é hora de contar histórias); 3. Para o salmo todos podem ficar sentados; 4. Sempre que se diz o “Glória ao Pai” todos inclinam profundamente o corpo (na Abertura, primeiro o dirigente e depois todos os outros participantes; no salmo, todos juntos); 5. Para o Cântico de Zacarias todos ficam de pé; ao iniciar o canto todos fazem o sinal da cruz sobre si (como no início da Missa). OFÍCIO DIVINO DAS COMUNIDADES

Oração da Manhã
 Esta oração do Ofício pode ser presidida por um clérigo ou um leigo jovem.  Preparação do espaço: preparar a mesa da Palavra com o texto já marcado na Bíblia; flores para a mesa da Palavra; velas e outros objetos próprios da região.  Chegada: refrão meditativo (ou outro refrão de invocação do Espírito Santo): “Tu és fonte de vida, tu és fogo, tu és amor, vem Espírito Santo, vem Espírito Santo”.

ABERTURA
Estes lábios meus, vem abrir, Senhor. (bis) Cante esta minha boca sempre o teu louvor! (bis) Venham, adoremos a nosso Senhor! (bis) A proclamar seu Reino ele nos chamou. (bis) Toda terra aclame, cante ao Senhor. (bis) Sirva com alegria, venha com fervor. (bis)

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O Senhor é Deus, saiba o mundo todo. (bis) Somos o seu rebanho, somos o seu povo. (bis) Venham ao Senhor, tragam seu louvor. (bis) Só o Senhor é bom, eterno, o seu amor! (bis) Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus Bendito. (bis) Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Do povo que trabalha a Deus louvação! (bis) Recordação da vida Recordar ações humanitárias das juventudes em suas comunidades e após duas ou três recordações cantar um refrão. Sugestão: “Recordações, lembranças da vida sofrida e querida na festa e na dor, recebe nas mãos a recordação dos filhos e filhas. Amado Senhor”.

HINO
Refrão O Espírito do Senhor repousa sobre mim / o Espírito do Senhor me escolheu, me enviou. (bis) 1. Para dilatar o seu reino entre as nações / para anunciar a boa nova a seus pobres/ para proclamar a alegria e a paz / exulto de alegria em Deus, meu Salvador. 2. Para dilatar o seu reino entre as nações / consolar os corações esmagados pela dor/ para proclamar sua graça e salvação / e acolher quem sofre e chora sem apoio, sem consolo. 3. Para dilatar o seu reino entre as nações / para anunciar libertação e salvação/ para anunciar o seu amor e seu perdão / para celebrar sua glória entre os pobres.

SALMO 27(26)
(o salmo seja cantado na forma antifonal, ou seja, as estrofes em dois coros e a antífona cantada no início e no final) Antífona O Senhor é minha luz, / Ele é minha salvação. / Que poderei temer? / Que poderei temer? 1. O Senhor é minha luz, / Ele é minha salvação. / O que é que eu vou temer? / Deus é minha proteção. /:Ele guarda minha vida, / Eu não vou ter medo, não.:/

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2. Quando os maus vêm avançando / Procurando me acuar, / Desejando ver meu fim, / Querendo me matar. /:inimigos opressores / É que vão se liquidar.:/ 3. A Deus peço uma só coisa, / Sei que Ele vai me dar: / Habitar em sua casa / Todo o tempo que eu durar /:Pra provar sua doçura / E no templo contemplar.:/ 4. Ele vai me dar abrigo, / Em sua casa vou morar / Nestes tempos de aflição / Sei que vai me agasalhar, /:Me escondendo em sua tenda, / Pra na rocha eu me firmar.:/ 5. Sei que eu hei de ver, um dia, / A bondade do Senhor / Lá na terra dos viventes / Viverei no seu amor. /:Espera em Deus! Cria coragem! / Espera em Deus que é teu Senhor.:/ 6. Glória ao Pai que nos acolhe, / Glória a Cristo salvador. / Igualmente demos glória / Ao Espírito de amor. /:Deus é mãe que nos consola, / Cantaremos seu louvor.:/ Antífona O Senhor é minha luz, / Ele é minha salvação. / Que poderei temer? / Que poderei temer?

LEITURA BÍBLICA

Is 61,1-4 (Proclamar da Bíblia)
Meditação Silêncio. (Sugestão: Partilha da Palavra em pequenos grupos, caso o grupo seja grande ou uma partilha espontânea, caso o grupo seja pequeno).

CÂNTICO EVANGÉLICO Cântico de Zacarias
Bendito seja o Senhor Deus de Israel, bendito seja o Deus do povo eleito, bendito seja Deus, bendito seja Deus, bendito seja Deus! 1. Bendito seja o Deus de Israel, pois ele visitou seu povo e o libertou, e fez pra nós surgir da raça de Davi um forte e poderoso e grande salvador! Conforme ele mesmo anunciou por seus santos amigos, profetas tão antigos: que vai nos libertar de quem nos odiar, das mãos de todos que são nossos inimigos! Bendito seja! 2. Misericórdia fez a nossos pais, e teve assim lembranças da santa aliança, aquela promissão, jurada a Abraão, de, um dia, conceder a nós esta esperança. De, enfim,

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libertos de malvadas mãos, a gente, sem temor, viver no seu amor, servindo na justiça, toda a nossa vida, e santos na presença de nosso Senhor. Bendito seja!

PRECES
(Espontâneas / preparadas pela equipe de Liturgia)

Pai nosso

Oração
Ó Deus do universo, adorado por todas as raças e povos, tu nos dás este novo dia como sinal de que renovas o universo com o teu amor, vem fazer com que sejamos testemunhas do teu Reino no mundo. Por Cristo, nosso Senhor, Amém!

BÊNÇÃO
A paz de Deus que supera toda compreensão guarde nossos corações e nossos pensamentos no Cristo Jesus. Amém! Após a bênção cantar um refrão de envio. Sugestão (ou outro apropriado): “Caminhamos pela luz de Deus, caminhamos pela luz de Deus. Caminhamos sempre, caminhamos, oh, oh, caminhamos pela luz de Deus”.

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Anexo D – Roteiro para Lectio Divina
Este roteiro está disponível no site da JMJ Rio 2013 (www.rio3013.org) e faz parte de uma coletânea de sete encontros de preparação – aqui fizemos algumas pequenas modificações. O encontro que escolhemos é o previsto para o mês de julho de 2013. Abaixo, algumas orientações da equipe de elaboração do roteiro: 1. O tamanho do grupo favoreça a partilha: com um mínimo de 10 e um máximo de 15 componentes (para grupos maiores, fazer subdivisões); 2. Cada grupo tem de ser acompanhado por um guia. É importante que o guia possa conduzir o grupo e sua dinâmica; 3. O encontro deve ser preparado em detalhes e com muito cuidado, nada pode ser deixado ao acaso (para isso é necessário estudar o subsídio várias vezes, com antecedência e dividir atividades); 4. O subsídio prevê o texto bíblico, mas todos os participantes devem ter uma bíblia. LECTIO DIVINA RUMO À JMJ RIO2013

O Mestre que te envia
1 – Acolhida–Canto 2 – Apresentação do tema Na alegria da ressurreição desvela-se o evangelho da permanente presença de Deus em meio a nós. Ser enviados ao mundo significa levar a força da vida em cada realidade que encontramos quotidianamente. Hoje, somos os olhos, as mãos, a boca, a voz do Mestre ressuscitado e elevado ao céu. Nada devemos temer, porque até o fim dos tempos, o Espírito do Ressuscitado guia nossa história e a daqueles que a vida nos faz encontrar. 3 – Canto Euntes docete omnes gentes! Euntes docete omnes gentes! (Ide ensinai todos os povos! Ide ensinai todos os povos!)

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(Ou outro refrão/canto que fale do mandato de ir anunciar o Evangelho)

4 – Invocação do Espírito Santo para a escuta da Palavra Todos – Senhor Jesus, envia teu Espírito para que Ele nos ajude a ler a Escritura com o mesmo olhar com que Tu a leste para os discípulos na estrada de Emaús. Com a luz da Palavra, escrita na Bíblia, Tu os ajudaste a descobrir a presença de Deus nos acontecimentos desconcertantes de tua condenação e morte. Assim, a cruz que parecia ser o fim de toda esperança, surgiu-lhes como fonte de vida e de ressurreição. Cria em nós o silêncio para escutar Tua voz na Criação e na Escritura, nos acontecimentos e nas pessoas, sobretudo nos pobres e sofredores. Tua palavra nos oriente a fim de que, também nós, como os dois discípulos de Emaús, possamos experimentar a força de Tua ressurreição e testemunhar, aos outros que estás vivo em nosso meio como fonte de fraternidade, de justiça e de paz. Isto pedimos a Ti, Jesus, filho de Maria, que nos revelaste o Pai e nos enviaste Teu Espírito. Amém. 5 – Evangelho segundo Mateus (Mt 28, 1-20) Leitor 1 - 1Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo. 2E eis que houve um violento tremor de terra: um anjo do Senhor desceu do céu, rolou a pedra e sentou-se sobre ela. 3Resplandecia como relâmpago e suas vestes eram brancas como a neve. 4Vendo isto, os guardas pensaram que morreriam de pavor.5Mas o anjo disse às mulheres: Não temais! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. 6Não está aqui: ressuscitou como disse. Vinde e vede o lugar em que ele repousou. 7Ide depressa e dizei aos discípulos que ele ressuscitou dos mortos. Ele vos precede na Galiléia. Lá o haveis de rever, eu vo-lo disse. 8Elas se afastaram prontamente do túmulo

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com certo receio, mas ao mesmo tempo com alegria, e correram a dar a boa nova aos discípulos. 9Nesse momento, Jesus apresentou-se diante delas e disse-lhes: Salve! Aproximaram-se elas e, prostradas diante dele, beijaram-lhe os pés. 10Disse-lhes Jesus: Não temais! Ide dizer aos meus irmãos que se dirijam à Galiléia, pois é lá que eles me verão. 11Enquanto elas voltavam, alguns homens da guarda já estavam na cidade para anunciar o acontecimento aos príncipes dos sacerdotes. 12Reuniram-se estes em conselho com os anciãos. Deram aos soldados uma importante soma de dinheiro, ordenando-lhes: 13Vós direis que seus discípulos vieram retirá-lo à noite, enquanto dormíeis. 14Se o governador vier a sabê-lo, nós o acalmaremos e vos tiraremos de dificuldades. 15Os soldados receberam o dinheiro e seguiram suas instruções. E esta versão é ainda hoje espalhada entre os judeus. 16Os onze discípulos foram para a Galiléia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado. 17Quando o viram, adoraram-no; entretanto, alguns hesitavam ainda. 18Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. 19Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 20Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo. 6–Silêncio (3 min.) 7–Breve comentário sobre o texto Leitor 2– Com o drama da Paixão e morte de Jesus, assistimos à desagregação da comunidade dos discípulos que o Mestre havia tentado constituir e instruir durante toda a sua existência terrena. Todos os discípulos fugiram, e cabe ao Ressuscitado pôr-se à procura dos seus. O Mestre de novo vivo recomeça do zero, recolhendo em unidade os seus discípulos, recompondo a comunidade até agora dilacerada. É realmente extraordinário este gesto do Ressuscitado! Leitor 3 – Às mulheres, deseja a plenitude (shalom), e como nas manifestações de Deus no Antigo Testamento, convida-as a vencer o medo: “Não tenhais medo!”, porque este bloqueia as realizações, freia a missão, mina a confiança. E, a seguir, o Ressuscitado marca um encontro sobre o “monte”, na Galileia. Assim, a comunidade dos discìpulos reencontra-se lá onde o evangelho do Emanuel, o Deus conosco, percorreu as estradas dos homens e das mulheres, frequentemente feridos pela vida. E ali realiza o último gesto antes de sua ascensão definitiva ao Pai: não retém nada para si, e até o seu poder, recebido do Pai, transmite-o à comunidade pascal. Leitor 4 – Ora, o mandato aos discípulos é tornar-se como o Mestre, fazendo discípulos todos os povos, derrubando toda barreira cultural, social, étnica, a fim de fazer brilhar a luz imorredoura da misericórdia, do amor, da fidelidade, do dom total até o martírio. Em primeiro lugar, as mulheres, a seguir, os discípulos, todos realizam o mesmo gesto dos magos: a adoração. A dúvida permanece na vida dos discípulos (v. 16), e é parte imprescindível no caminho de fé de cada um de nós. O fim da presença física de Jesus marca o início do testemunho dos discípulos na certeza de que o Emanuel, o Deus conosco, não

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faltará no futuro que está florescendo. Disto somos testemunhas também nós, chamados a ser tanto discípulos quanto mestres. 8 – Silêncio (2 min) 9 – Canto

10 – (Re)escuta da Palavra – Leitor 1 – Evangelho segundo Mateus (Mt 28, 1-19) 11 – Partilha (com perguntas e orações de intercessão) Prepare a sala com uma vela grande e um crucifixo. Prepare uma pequena vela para cada um. Cada um partilha as graças recebidas nestes dias de missão em preparação à Jornada Mundial da Juventude Rio 2013: o que mais me impressionou? A vela é acesa no momento da partilha. Algumas perguntas para nós 1. Adoração e dúvida. Em que medida convivem em nossa vida? 2. “Batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espìrito Santo”. Como vivemos nosso batismo? 3. “Eis que estou convosco todos os dias”. Onde vemos hoje a presença do Emanuel, Deus conosco? 12 – Salmo 99(100)
1Salmo 2Servi

de ação de graças. Aclamai o Senhor, por toda a terra. o Senhor com alegria. Vinde, entrai exultantes em sua presença. 3Sabei que o Senhor é Deus: ele nos fez, e a ele pertencemos. Somos o seu povo e as ovelhas de seu rebanho.

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4Entrai

cantando sob seus pórticos, vinde aos seus átrios com cânticos; glorificai-o e bendizei o seu nome, 5porque o Senhor é bom, sua misericórdia é eterna e sua fidelidade se estende de geração em geração. 13 – Mandato (compromisso pessoal até o próximo encontro) Tirar à sorte dois ou três participantes. Perguntar-lhes que compromisso o grupo poderia assumir, de hoje em diante, para anunciar o Evangelho. 14- Canto final e abraço da paz.

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Anexo E –Proposta para a Programação da Semana Missionária
13/jul 14/jul
08h00 – Missa de Abertura Diocesana

15/jul

16/jul

17/jul
Missa e café comunitário

18/jul
Oração da Manhã (Ofício ou Lectio Divina) Partilha da experiência do dia anterior Visitas Missionárias às Famílias

19/jul

20/jul
Retorno dos Peregrinos a Imperatriz (concentração às 09h00 na Praça de Fátima)

MANHÃ

Apresentação da Diocese

Apresentação da Paróquia

Visitas Missionárias às Famílias

Momento de interação e partilha

Visitas Missionárias às Famílias

TARDE

14h00 – Chegada dos peregrinos Acolhida, Oração e Lanche – Catedral de N. Sra. de Fátima

Distribuição nas Paróquias

Visitas Missionárias às Famílias

Visitas Missionárias às Famílias

Ação Social: visita a instituições de assistência social

Visitas Missionárias às Famílias

Visitas Missionárias às Famílias Preparação do ambiente para a Noite Cultural Missa de Encerramento da SM na Paróquia

Tempo Livre

NOITE

Acolhida nas famílias em Imperatriz

Missa de Acolhida – Abertura Paroquial da SM e Envio dos missionários

Terço Missionário Missa de rua *Quem está em Imperatriz: Missa em Santa Teresa D‟Ávila (aniversário da cidade) Oficinas com crianças, adolescentes e jovens Missa e Adoração Eucarística

Noite Cultural na Paróquia

18h00 - Missa de Encerramento da SM Diocesana e Envio da Caravana para a JMJ Rio 2013

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Anexo F –Equipe de Liturgia para a Semana Missionária
Comissão Pastoral para Animação Litúrgica
    www.liturgiaimperatriz.blogspot.com www.facebook.com/liturgia.imperatriz www.youtube.com/liturgiaimperatriz liturgia.imperatriz@hotmail.com

Membros da Equipe de Liturgia SM-JMJ
– Laersio da Silva Machado • 3528-8004 (Paróquia de Coquelândia) • www.facebook.com/laersio.dasilvamachado • laersio_online@hotmail.com – Maria Francisca • 8802-4097/ 8186-7179 • ccsm_maria@hotmail.com – Ir. Elaine Regina Marcelino • 8159-2790 • elaregmap@yahoo.com.br – Anameire Araújo • 8164-2001 • anameire30@hotmail.com