Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008

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A FORMAÇÃO DO HOMEM IDEAL: O HERÓI GREGO E O CRISTÃO AMARAL DA SILVA, Roseli G. PEREIRA MELO, José Joaquim

A busca pela perfeição sempre esteve presente na sociedade grega. Buscou-se a sociedade ideal, o homem ideal e o processo de formação educacional ideal que levasse este homem a uma perfeição e, ao exercício político também perfeito. Neste sentido, o cristianismo também apontou para uma formação humana, que buscava perfeição e para a construção de um modelo social com vistas à perfeição. Palavra de ordem na sociedade grega clássica, o sentido de uma formação humana perfeita, personificou-se no termo Arete1.
Originalmente, o sentido de areté nos é dado pela poesia heróica, de que Ilíada e Odisseia são dois grandes paradígmas. Se analisamos esses dois grandes poemas, vemos que o sentido básico de areté, como ensina W. Jaeger, é o de constituir uma força, uma capacidade, por vezes diretamente definida, como ocorre quando se diz que vigor e saúde são a arete do corpo; sagacidade e penetração a areté do espírito. A conotação ética não é a principal. Os gregos perceberam que o homem é educável porque é modificável. E entenderam essa modificabilidade como um projeto rumo à perfeição. A essa perfeição chamaram areté, à qual deram, a cada tempo, uma forma humana, que consideraram ideal porque excelente. (BARROS,2006).

Uma educação consciente pode até mudar a natureza física do homem e suas qualidades, elevando-lhe a capacidade a um nível superior, mas, o espírito humano conduz progressivamente a descoberta de si próprio e cria, pelo conhecimento de mundo exterior e interior, as mais diversas formas de existência humana.

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A palavra areté designa o mérito ou qualidade pelo qual algo ou alguém se mostra excelente. Esta qualidade pode referir-se ao corpo e aplicar-se a coisas, como terra, vasos, móveis; pode referir-se à alma. Pode ter o sentido particular de coragem ou atos de coragem ou o sentido moral de virtude. A ela se prende aristós, superlativo de agathós (o homem de valor). Ambas as palavras podem ser usadas no mesmo contexto e para a mesma finalidade. Segundo W. Jaeger, é a palavra areté que dá o fio condutor para o estudo da educação grega antiga, com ele lembramos que, na Grécia antiga, areté (excelência) está ligada a um modo de pensar a educação pelo qual se aspira a realizar a verdadeira forma do Homem, o seu autêntico ser.

A arte tem um poder ilimitado de conversão espiritual. Aquiles. de nobres guerreiros. ligada à sua origem nos antigos cantos heróicos. cantou uma sociedade aristocrática. Quíron. Os valores mais elevados ganham por meio das expressões artísticas significado permanente e força emocional capaz de mover os homens. Homero nos oferece múltiplas descrições da sociedade grega mais antiga. Dentre as variantes do mito acerca desse herói. um nobre amigo da corte de seu pai. na obra A Paidéia. Aquiles teve como preceptor dois mestres. Seus valores integram uma ética individualista. faz-se necessário observar como ele concebe a educação de seus heróis. seja em tempo de guerra ou de paz. é exemplar. A tendência idealizante da épica. e de uma deusa marinha. Considerado um dos primeiros educadores da Grécia. o prudente centauro. assume um lugar de proeminência na história da formação grega. para que o educa-se. e Fênix. para compreender qual foi à influência educadora de Homero. na Ilíada. Filho de um mortal. Desenvolve suas habilidades junto a um preceptor mais velho e de comprovado renome. através das personagens que assumem papel de conselheiros. grandes exemplos tirados das gestas lendárias. é o maior herói grego. a ninfa Tetis. Ilíada e Odisséia. Tetis. Alcançar a excelência (areté) é sua máxima aspiração. O herói homérico é o homem hábil no falar e capaz de agir. Marrou. Deve superar seus paradigmas e honrar sua genealogia. nas assembléias e nos conselhos. só ela possui ao mesmo tempo a validade universal e a plenitude imediata e viva. Peleu. o sábio. e esse o entregou a Quíron. na obra “História da Educação na Antigüidade” (1990). que são as condições mais importantes da ação educativa. exemplos que . Apto para todos os atos da vida cortês. de amor à honra (timé) e à glória. 1989). (JAEGER. Homero em seus poemas. ama o risco e daria a vida pela glória. o deixou aos cuidados de seu pai em tenra idade. Depende da opinião de seus iguais e do favor dos deuses para afirmar o seu valor.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 2 Nesse sentido. a mãe de Aquiles. Segundo Werner Jaeger. De acordo com uma tradição. Segundo Henri I. a poesia heróica dos mais antigos tempos da Hélade exprimiu de modo completo o seu sentido universal do destino e verdade permanente da vida.

portanto para ensinar-te todas essas coisas: a ser um bom orador de palavras e um bom executante de ações. E. Ele me mandou. Desta forma. (HOMERO. . A ética de Homero centra-se num ideal moral de natureza bastante complexa. levava-os com firmeza e decisão ao sacrifício da própria vida em favor de algo mais elevado que a vida: a honra. IX. 1990. convertese na arte de saber desvencilhar-se em qualquer circunstância.p. distinguiu-se em dois aspectos: técnico e ético. Tornando-se o cerne fundamental desta ética aristocrática: O amor da glória. 2001). do reconhecimento objetivo do valor. jogos cavalheirescos. (PEREIRA MELO. p. humanizava o homem. o processo educativo oportunizava o engrandecimento da alma. o orgulho por pertencer à determinada classe. (MARROU. A Paidéia homérica não se compunha de um processo de modelamento externo. a paixão e a perseguição da glória. No canto IX da Ilíada Fênix. Técnico no que diz respeito ao preparo progressivo a fim de atender as demandas práticas exigidas em determinado modo de vida. instrumentalizava-o para se fazer melhor. um tipo ideal de homem a formar. a sua base se assentava no modo de ser. Cabia a educação potenciar a tendência natural do homem ao aperfeiçoamento. Ainda criança. o sentido do dever. Mas. na natureza do aluno. para Agamenon. no dia em que te enviou. tem na figura de Aquiles o ideal moral do perfeito cavaleiro homérico: Uma moral heróica da honra. O conteúdo da educação homérica. no sentido de trazer em seu bojo algo mais que uma simples moral de preceitos: certo ideal da existência. quando nada ainda conhecias da guerra. que envolve a todos igualmente. revela o conteúdo pedagógico e o fim do processo educativo grego: O velho cavaleiro Peleu mandou-me contigo. que o leva a empenhar a honra. traquejo mundano.158/9). observado na epopéia. ao advertir Aquiles. O elemento técnico compreendia o manejo das armas.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 3 devem incitar e despertar o instinto agonístico. artes musicais e oratória: arte de bem viver.28). esportes. Este amor à glória. nem dos conselhos onde os homens adquirem fama. sabedoria. pelo contrário. da ilha de Fitia. e ético.

por exemplo: ao ideal de perfeição humana numa mescla entre homens e deuses. certa qualidade na existência que a palavra Arete simboliza. Como representante da base fundamental da tradição pedagógica clássica. O Herói homérico. assim como o homem grego não é verdadeiramente feliz. . Homero.32). ou seja. como guia de ação. aceitar o orgulho não como algo ruim. certo ideal. E seu segredo pedagógico residia na instituição do exemplo. p. e de partir de pontos totalmente antagônicos. lança bases do ideal moral da consciência helênica. porque é da maior importância para a compreensão da estrutura espiritual do ideal pedagógico da nobreza. Sem a intenção de estabelecer um paralelismo paradoxal. senão quando se sente distinto e superior. ou. esse valor ideal. (JAEGER. O herói homérico vive e morre por encarnar em sua conduta.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 4 Para Jaeger. Apesar da distância que separa a epopéia das cartas paulinas. mas. no herói a tomada de consciência de sua superioridade real. como o desejo elevado de quem aspira a ser grande. pode ser traduzido na Arete. Trata-se do significado pedagógico do exemplo. A ética homérica pode parecer estranha quando comparada ao novo conceito que o cristianismo propôs. modelos de conduta a serem seguidos. Nos tempos primitivos. pelo qual a vida é sacrificada. pode-se encontrar algumas aproximações entre a formação educacional observada nas obras homéricas. aquilo que faz do homem um bravo. aos valores éticos como superiores à própria vida e a o valor do exemplo: o estabelecimento de modelo de perfeição a ser imitado. eficácia igual à do exemplo. Assemelhando-se como. Há um ponto em que é preciso insistir. quando ainda não existia uma compilação de leis nem um pensamento ético sistematizado (exceto alguns preceitos religiosos e a sabedoria dos provérbios transmitida por via oral de geração em geração.nada tinha. um herói. 1989. que bem direcionados apontam para a conquista de alvos e metas. pode-se observar algumas semelhanças entre o modelo formativo de herói grego e a nova proposta de homem cristão teorizada por Paulo de Tarso. no que diz respeito à formação do herói e a formação do ideal de homem cristão apontado por Paulo de Tarso em suas epístolas. a aceitação da rivalidade e dos sentimentos por ela despertados como elemento formativo.

Até que alcancemos todos nós a medida da fé e do pleno conhecimento do filho de Deus. (JAEGER. e avançando para as que estão diante de mim. Irmãos. (EFÉSIOS 4:13). A que se perceber. o estado do homem perfeito.51). Centrados na imitação de Cristo que padroniza o comportamento humano por suas diretrizes. especialmente. Desempenham na estrutura social do mundo arcaico um papel quase idêntico ao que entre nós cabe à história. um semideus. para uma negação da natureza humana e a transformação de uma sociedade que considerava corrompida. Não é difícil de compreender que a originalidade incontestavelmente superior da epopéia grega na composição de um todo unitário brota da mesma raiz que a sua ação educadora: da mais alta consciência espiritual dos problemas da vida. a medida da estatura da plenitude de Cristo. designando um novo homem em rompimento com o sistema estabelecido. Apresentando uma dualidade entre a carne e o espírito. pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. p. não julgo que já tenha alcançado. ponto determinante que se estabelece numa luta interna entre a velha natureza (os prazeres que corrompem) e a nova natureza (o espírito que conduz a . da casa paterna. ( JAEGER.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 5 Ao lado da influencia imediata do ambiente e. como modelo de homem perfeito. Assim como Homero exalta Aquiles. 1989.40). p. mas. 3:13-4). revelando a busca por soluções. Paulo de Tarso exalta Cristo como modelo educacional e de homem perfeito. mas. Ao contrário do herói grego. que a proposta paleo-cristã difere da grega na medida em que o herói grego demonstra seu pleno envolvimento com as questões sociais de seu tempo. e é que esquecendo-me das coisas que para trás ficam. A interpretação espiritual e criação são. prossigo para o alvo. 1989. modelos de conduta. o próprio Deus que se fez homem. Apontava para a negação da natureza humana que chamou de “carne” (materialidade do homem). ele corporifica os acontecimentos com seus problemas e crises. encontra-se a enorme riqueza de exemplos famosos transmitidos pela tradição das sagas. (FILIPENSES. no fundo a mesma coisa. o modelo de perfeição cristão aponta não para uma superação das limitações humanas. A Pedagogia Paleo-Cristã fundamenta-se neste mesmo princípio básico: o estabelecimento de referenciais. sem excluir a história bíblica. uma coisa faço.

prefere uma vida curta com honra do que longa existência sem a glória pessoal. que no caso do herói é a honra e do cristão é a santificação. . no poema a Ilíada. a busca pela redenção espiritual. A partir desta perspectiva. a pedagogia cristã imprime o mesmo sentimento de sacrifício e domínio da vontade. Os atletas se abstêm de tudo. mas um só ganha o prêmio? Correi. p. Ainda ressaltando as semelhanças. de maneira a consegui-lo. não ao incerto. 51-2). Pode-se observar neste trecho de sua epistola. Para Werner Jaeger. tanto o herói grego. porém. cercada de prazeres e tranqüilidade. ou seja fazer-se semelhante a Cristo que sacrificou-se por todos. 2006. eles. mas não como quem fere o ar. é assim que pratico o pugilato. como o perfeito homem cristão. pela virtude (pela arete. venha eu mesmo a ser reprovado. mas essa luta é travada internamente e o prêmio (a glorificação) promessa pós-morte. (I CORÍNTIOS. p. o cristão também é concebido como um guerreiro. A organização social terrena era encarada como uma realidade transitória. a fim de não ser reprovado. suporte para uma realidade verdadeira. este sacrifício pela honra manifesta-se. a fim de que não aconteça que. tendo proclamado a mensagem aos outros. Na epístola aos coríntios. 29). portanto. 1989. é assim que corro. assim como a ética homérica da honra era o elemento propulsor do ideal pelo qual a vida mesma é sacrificada.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 6 uma nova vida). devem estar dispostos a sacrificar-se pelo ideal. correm todos. para atingirem os alvos estabelecidos. 9: 24-27). (PEREIRA MELO. que se sacrifica em busca da glória. uma pedagogia firmada em valores. Paulo de Tarso utilizando o exemplo grego do atleta busca dar vida a esse sentido de sacrifício pessoal: Não sabeis que aqueles que correm no estádio. (JAEGER. nós. que faz do homem um bravo). Fala de moderação e ao mesmo tempo de um sentimento moral que é a mola fundamental que leva o herói a lutar pela glória com o mesmo entusiasmo que o cristão luta pela sua santificação. Quanto a mim. quando Aquiles. para ganhar uma coroa imperecível. para ganhar uma coroa perecível. e o reduzo à servidão. Trato duramente o meu corpo.

Tanto o herói.] e vos vIstais do novo. O adestramento como formação da personalidade humana só se torna completo mediante o conselho constante e a direção espiritual. p. Vamos.. Observamos Aquiles sendo aconselhado por Fênix canto IX da Ilíada. XIX. que é idolatria. Procura apresentar-te . sem demora para a guerra. Assim. a impureza. renuncia teu rancor contra Agamenon arma-te. A busca pela Arete é substituída pela busca da perfeição enquanto dom. abandonarei minha ira e não ficarei acalentando para sempre o meu rancor. para trás o que ficou por mais ofendidos que estejamos. 12: 31).. segundo a imagem daquele que o criou. 2006). que estas coisas não te perturbem o coração. Igualmente o atleta não é coroado se não lutar legitimamente. Ao que Aquiles. (HOMERO. convoca os guerreiros aqueus em uma assembléia. 334). e não nas que são da terra. segundo Jaeger. exorta a Timóteo. Assim falando. (HOMERO. pois. Aliás. (COLOSSENSES. Pensai nas coisas que são de cima. revestindo-te de valor. porque o Senhor te dará entendimento em tudo. a fim de agradar aquele que o alistou para à guerra.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 7 Aspirai aos dons mais altos. Agora. passo a indicar-vos um caminho que ultrapassa a todos. a vil concupiscência. dominando pela força o espírito em nossos peitos. faz o êxito do herói depender dos deuses” (BARROS. Paulo de Tarso. o discurso de Fênix é um modelo de uma alocução exortativa do educador a seu discípulo. Fazei. deixa claro a interferência dos deuses na formação do herói: Meu filho. ela incutiu-lhe valor com muita coragem. E a deusa Tétis no canto XIX. 3:2-10). p. mas. apenas mantém-se em comum a força propulsora que atribui sentido e significado a vida: uma Arete que diverge em significado. 334). também. “Esse aspecto religioso. XIX. morrer a vossa natureza terrena: a prostituição. quando a vossa vida era dominada por elas.Nelas também em outro tempo andastes. considera o que digo. que se renova para o conhecimento. porém. impulsiona o homem a moldar-se segundo um modelo preestabelecido. quanto o cristão dependem da ação divina para ter êxito. seu discípulo: Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida. e a avareza. (ICOR. manda sem demora para a batalha os ateus de longas cabeleiras. resolve dominar a cólera: Deixemos. Agora também despojai-vos de tudo[. a paixão.

BARROS. H. I. que maneja bem a palavra da verdade. P. G. 1991 _________Paideia. W.com/virtude. REFERÊNCIAS A Bíblia de Jerusalém. sem preconceitos de raça ou sexo. Tecnoprint. mas. Portugal: Edições 70.16.hottopos. As semelhanças não se equiparam a técnica empregada para sua efetivação. 03-40. Trad. bastava ao homem seguir o exemplo de Cristo. Lisboa. N. Arete e Cultura Grega. Essa formação apontava para o homem como um semideus. Brasília. no caso do herói a superação de suas limitações enquanto homem. MARROU. de Araújo Gomes. JAEGER. RJ: Ed. e no cristão na sua capacidade de libertar-se das paixões terrenas e separar-se para fazer de seu corpo um instrumento de serviço a Deus. São Paulo. M. Ambas partiam de um mesmo pressuposto: a força do exemplo. tinha um caráter universal. História da Educação na Antigüidade. Fernando C. isto é na modelação do homem integral de acordo com seu tipo físico.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 8 a Deus aprovado como obreiro que não tem do que se envergonhar. http/www. São Paulo: Martins Fontes. EPU. . nos valores que fundamentavam esta formação. A formação concebida pelos gregos do período arcaico como ideal era somente para a aristocracia. aquele que podia aspirar a formação da personalidade na sua totalidade. A formação concebida como ideal para Paulo de Tarso nos primeiros momentos do cristianismo. A Ilíada . Cristianismo Primitivo e Paidéia Grega. 3ª Ed. (II TIMÓTEO 2:2-15).Gilda. 2004.htm.62k. percorrendo um processo denominado por ele de santificação.Pontos e Contrapontos. São Paulo: Paulus. 2006 HOMERO. 1995. 1990. O herói era o nobre.

Vol. Anais do II ENPEDEncontro de Pedagogia: O Ensino Superior Face as atuais Mudanças Societárias: Desafios e Perspectivas. Universidade Estadual de Maringá. R. J. 2006. J. Revista Teoria e Prática da Educação. 1978. Da Universidade de São Paulo. nº 09. 97-109. História da Educação na Antiguidade Cristã: O Pensamento educacional dos Mestres e Escritores Cristãos no Fim do Mundo Antigo. _____________Do Helenismo ao Cristianismo Primitivo. Set/2001.Universidade Estadual de Maringá 24 a26 de setembro de 2008 9 NUNES. p. EDUEM. A.04. Org.75-82. ____________ Ensaios sobre o Cristianismo na Antigüidade.. Maringá. p. São Paulo: EPU: Ed. A Educação Paleo-Cristã. PEREIRA MELO. da C. .

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