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Universidade de Bras´ ılia

Instituto de Psicologia
´ ˜ em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizac ˜ Curso de Pos-Graduac ¸ ao ¸ oes

˜ de Programa de Inclusao ˜ Digital e Social Um Modelo de Avaliac ¸ ao

´ ˜ Maria de Fatima Ramos Brandao

Bras´ ılia – DF 2009

Universidade de Bras´ ılia Instituto de Psicologia ˜ o em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizac ˜ es Curso de P´ os-Graduac ¸a ¸o

˜ o de Programa de Inclus˜ Um Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social

Maria de F´ atima Ramos Brand˜ ao

Bras´ ılia – DF 2009

Universidade de Bras´ ılia Instituto de Psicologia ˜ o em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizac ˜ es Curso de P´ os-Graduac ¸a ¸o

˜ o de Programa de Inclus˜ Um Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social

Maria de F´ atima Ramos Brand˜ ao

Tese apresentada ao Programa de P´ os˜ o em Psicologia Social, do Trabalho graduac ¸a ˜ es, como requisito parcial a ` e das Organizac ¸o ˜ o do grau de Doutora em Psicologia obtenc ¸a ˜ es. Social, do Trabalho e das Organizac ¸o

Orientador: Bartholomeu Tˆ orres Tr´ occoli

Bras´ ılia, DF Janeiro de 2009

Ana Val´ eria Mendonc ¸a Membro – UnB Dr. Wagner Andriola Membro – UFC Dr. Perci Coelho de Souza Membro Suplente – UnB Bras´ ılia. 21 de janeiro de 2009. Bartholomeu Tˆ orres Tr´ occoli Presidente – UnB Dra. Rossana Travassos Benck Membro – UnB Dr. Mauro Luiz Rabelo Membro – UnB Dra. .˜ o de Programa de Inclus˜ Um Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social Tese defendida e aprovada pela banca examinadora constitu´ ıda por: Dr.

companheiros de todas as obras ˜ o de nossas vidas. da eterna construc ¸a .` minha m˜ A ae. aos meus filhos Ma´ ıra. e ao Luciano. Pedro e Milla. ao meu pai (in memorian).

que foram decisivos para a superac ¸a oria. pelas contribuic ¸o soras Jaqueline Marques. pelos ensinamentos e orientac ¸a enia Abadd. Laros e aos colegas do Laborat´ orio de Pes˜ o e Medidas. pelas reflex˜ quisa em Avaliac ¸a oes sobre os estudos da Psicologia. agradec ¸ o o apoio e ˜ o das dificuldades dessa trajet´ a confianc ¸ a depositada.MCT/SECIS. Bartholomeu ˜ o. extens˜ ao para realizac ¸a – aos professores e colegas do Instituto de Psicologia. ao Prof. Dr. ˜ o final desta tese e revis˜ ao e editorac ¸a – ao Luciano. ao Prof. meu parceiro de vida. pela oportunidade e incentivo institucional. a ıra. pela paciˆ encia e sabedoria na arte de me fortalecer para continuar neste caminho. ˜ o pelo apoio – aos professores. ao Prof. Dr. – ao Prof. A todos que participaram direta e indiretamente desse esforc instituic ¸o ¸ o. ao Departamento de Ciˆ encia da Computac ¸a cologia. Dr. pela amizade. pela presenc ¸ a acolhedora. Dra. a ` s profespermanente. Pasquali. e ao Edgard. em es– aos colegas do Projeto Casa Brasil. – ao Conselho Nacional de Pesquisa Cient´ ıfica . Dr. Gardˆ Tˆ orres Tr´ occoli. Perci Coelho de Souza e Profa. pela concess˜ ao de bolsa de pesquisa e ˜ o desta tese. Dra. registro meus agradecimentos a ¸o ` Secretaria de Ciˆ – ao Minist´ erio de Ciˆ encia e Tecnologia e a encia e Tecnologia para a Inclus˜ ao ` realizac ˜ o desta pesquisa. Marco Aur´ elio de Carvalho. Social . pelas pertinentes observac ¸o ıticas. ao Prof. pelas importantes reflex˜ oes pol´ ıticas. pela compreens˜ ao e apoio incondicional. ao Leyberson. revelando ensinamentos de vida. Daniella Anjos.Agradecimentos ˜ o de v´ O desenvolvimento desta tese n˜ ao seria poss´ ıvel sem a colaborac ¸a arias pessoas e ˜ es. ao Prof. valiosas contribuic ¸o ` minha m˜ –a ae. em especial. funcion´ arios e alunos do Departamento de Ciˆ encia da Computac ¸a ˜ es e amizade. pela colaborac ¸a ˜ o cient´ ˜ o. a ¸o ¸a ˜ es e cr´ amiga Telma. Dr. aos meus filhos. ` s seguintes instituic ˜ es e pessoas: Em especial. e nos estudos de iniciac ¸a ıfica em avaliac ¸a ˜ es. aos alunos. Heloisa M. Cl´ audio Tˆ orres. a ` Profa.CNPq. Moreira Lima-Salles pelas ˜ es durante o desenvolvimento desta pesquisa. Lina Barreto e Tatiana Motta pelo apoio nas ativida˜ o no desenvolvimento das ferramentas des de docˆ encia e pesquisa. muito obrigada! . pela colaborac ˜ o e amizade. pelo ambiente de desafios e experimentac ¸o ` s contribuic ˜ es da amiga Rita Souza. Dr. pelo fomento ao Projeto Casa Brasil e a ¸a ` Universidade de Bras´ ˜ o e ao Instituto de Psi–a ılia. ` minha filha Ma´ Pedro e Milla. a ` pecial.

e uso inovador sustent´ avel. Tal modelo pressup˜ ˜ o por gestores e agende Informac ¸a ¸a oe a avaliac ¸a ˜ o em avaliac ˜ o. com quatro das TICs e ¸a dimens˜ oes: uso pessoal e lazer. rede. uso social colaborativo. resultados e impactos) e das an´ alises descritivas. Inclus˜ ao digital. utilidade do MAPIDS como uma abordagem pr´ atica de avaliac ¸a ˜ o de programas sociais. Resultados preliminares sugerem a viabilidade e ˜ o em rede. A avaliac ˜ o das habilidades de uso portal na internet para integrar as redes sociais de avaliac ¸a ¸a ´ sugerida por um Indicador de Alfabetizac ˜ o Digital e Social (IADS). A pesquisa aplicada ao Projeto Casa Brasil utilizou m´ etodos emp´ ıricos e qualitativos para analisar as potencialidades do modelo. com suporte das Tecnologias ˜ o e Comunicac ˜ o (TICs). denominado MAPIDS. normativas e explicativas. com um ˜ o. uso autˆ onomo. Alfabetizac ¸a .Resumo ˜ o de Programa de Inclus˜ Esta tese prop˜ oe um Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social. Avaliac ˜ o em Palavras-chave: Avaliac ¸a ¸a ¸a ˜ o digital e social. Avaliac ˜ o participante. processos. a definic ˜ o colaborativa das vari´ tes. segundo abordagem educacional e participante. a formac ¸a ¸a ¸a aveis e indicadores (de insumos.

networked evaluation. collaborative definition of variables and indicators (of inputs. training in evaluation. based on an educational and participant approach.Abstract This thesis proposes an evaluation model for social and digital inclusion programs. processes. social digital literacy. called MAPIDS. The model proposes the evaluation by managers and agents. Keywords: social programs evaluation. and for innovative and sustainable use of ICTs. for autonomous and professional use. digital inclusion. participant evaluation. for social and collaborative use. . Preliminary results suggest the feasibility and usefulness of MAPIDS as a practical approach for networked evaluation. with support of Information and Communication Technologies (ICTs). results and impacts) and descriptive. with four dimensions: for entertainment and personal use. normative and explicative analyses. The research used empiric and qualitative methods applied in the Project Casa Brasil to analyse the potential of the model. and the creation of an internet portal in order to integrate the evaluation social networks. The ICTs usage evaluation is suggested by a Social and Digital Literacy Indicator (IADS).

26 p. . . . . . . . . . Fluxos de comunicac ¸a p. . . . 38 p. 39 p. . . . . . Avaliac ¸a Exclus˜ ao Digital. . . 32 p. . . . . . . . . . . . . . . . Formac ¸a ¸a ˜ o em Gest˜ ˜ o de Projetos Sociais . . . . . . . . . . . . . . . . . .6 3. . . . . . . . . . . Indicador de Alfabetic ¸a ˜ o geral dos indicadores do modelo . . . . 36 p.MAPIDS p. . .2 3. . . . .2 2. . . .Sum´ ario Lista de Siglas Lista de Figuras Lista de Tabelas ˜o 1 Introduc ¸a p. 35 p. . . . . . . . 28 ˜ o de Programa de Inclus˜ 3 Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social . . 38 p. . . . . . .8 ˜ o de programas sociais . . . . . . 21 2. Cidadania Digital e Inclus˜ ao Digital e Social . . . . Formac ¸a ao e Elaborac ¸a ˜o . . 39 . . . . . . p. .5 3. . . . . . . . Procedimentos gerais de avaliac ¸a Modelo de indicadores do MAPIDS . . . . . . . . . . . . 14 ˜ o de programas de inclus˜ 2 A quest˜ ao social da avaliac ¸a ao digital p. . .4 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 2. . . . . . . 31 3. ˜ o digital e social . . . . . . .7 3. . 31 p. . 27 p. . Avaliac ¸a ˜ o Interna e Externa . .1 3. . . . . . . . . . . .3 2. . . . . . . . . . Portal da Rede de Avaliac ¸a ˜ o do MAPIDS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Avaliac ¸a ˜ o orientada ao participante . . . .3 3.4 ˜ o de Programas Sociais . . . . . . 23 p. . . Definic ¸a ˜ o em Avaliac ˜ o de Programas Sociais . . . . . . .

.2 4. 3. . . . .8 Gest˜ ao de Conhecimento Tecnol´ ogico. 42 p. . . . 41 p. . 44 p. . . . . . .10. . . . .10. .10 Resultados de Habilidades para Inclus˜ ao Digital e Social (RH) . . . . . . .10. . . . .14 Desenvolvimento Social da Unidade (DU) . . . 47 p.10. . 52 p. . . . . . . . . ˜ o Nacional .5 Estrutura Organizacional . . . . . .1. cultural e social (GC) p. 3. . . . . . .10. . . . . . . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 p. .4 4. . . . 3. . . Coordenac ¸a ˜ o Local . . . . . . . . . . . . p. .13 Desenvolvimento Social de Contexto (DC) . . . .15 Desenvolvimento Social do Indiv´ ıduo (DI) . . . . . . . 56 p. . . . . . .10. . .10. . . . . . . . . . . . . . . . . .12 Resultados de Participac ¸a atica e Cidad˜ a (RP) . . 3. 49 p. . . . . . . . .10.11 Resultados de Oportunidades Econˆ omicas e Sociais (RO) . . . . . . . . . . . . . .10. 54 p. . cient´ ıfico. .9 Fluxo de procedimentos do MAPIDS . . . . . . . . . 3. 56 p. .4 Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria (IO) . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . 52 p.1. . . . . . . .1 4. . . . . . . .1.3 Infra-estrutura Humana e Social(IH) . . p. . . 3. . . . . .5 Gest˜ ao Administrativa (GA) . . 45 ˜ o dos Indicadores do MAPIDS . . . . . . . . . . . . . . . 49 p. . . . . . . . . . . . .10. . . . 3. .3 4. . . . . . 50 ˜ o do MAPIDS no Projeto Casa Brasil 4 Aplicac ¸a 4. . . . . . . . . . . . 3. . . . . p.11 Considerac ¸o ¸a sociais . . . . . . . . . . . . . 3. ˜ es para aplicac ˜ o do MAPIDS em outros contextos de programas 3.6 Gest˜ ao Financeira e de Sustentabilidade (GF) . . . . . . 50 p. . 3. . 3. Participativa e de Cidadania (GS) . . .10 Descric ¸a 3. 57 p. . .1 ˜ o Geral do Projeto Casa Brasil . . . . . .2 Infra-estrutura Tecnol´ ogica (IT) . . . . . . . .1. . .10. . . . . . . . . . 43 p. . Coordenac ¸a Estrutura de Gest˜ ao . . . . . . . . . . . 46 p. . . . . . .7 Gest˜ ao Social. . . . . . . . . . . Gerenciamento de Projetos Sociais . . . .10. . . 40 p. . . . . . . .9 Resultados de Acessibilidade (RA) . . . 41 p. . . . . . . . . . . . . . . . . . ˜ o Democr´ 3. . . . . 48 p.10. . . Descric ¸a 4. . . . . . . . . . . . .1. . . . 41 p. . .1 Infra-estrutura F´ ısica (IF) . . . . . . 58 . . 45 3. . . . . 3. . . . . . . . . . 43 p. .10. . . . . . 3. .

. . . . . . . . . . . Infra-estrutura Humana (IH) . . . . . . . . . . . . .1. .10 An´ alises descritivas. . . . . . Abordagem participante da avaliac ¸a 4. . . . . . p. . . . . . . . . . . An´ alise de Adequac ¸a 5. . . . . 5 Resultados Parciais ou de feedback 5. . . . 58 p. 71 p. . . . .1 5. . . . . . . . . . . . . . 65 p. . Delineamentos da amostra . . . . normativas e explicativas . . . .1 ˜ o de Recursos ou Insumos . . p. .1. . . . . . . . . . . . . . Portal de Avaliac ¸a 4.1. . . . . . . . . 63 p. . . .5 4. . . . . . . . . . . . . . ˜ o do Casa Brasil . . . . . .1 4. . . 78 p.2. . . . .3 Plano de Coleta de dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79 p. . . . . . . . . . . . . Question´ arios estruturados . . . . . . . . . . . . An´ alise Operacional . . .3. . . . . .6 4. .4 Infra-estrutura F´ ısica (IF) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66 p. . . . . 61 p. 73 4. .3. . . . . . . . . . . . .3 ˜ o colaborativa dos objetivos do projeto . . . . . Definic ¸a aveis do modelo de avaliac ¸a ˜ o no contexto: Elaborac ˜ o de Abordagem participante de intervenc ¸a ¸a Projetos Sociais . Definic ¸a ˜ o de vari´ ˜ o Casa Brasil . 78 p. . . . . . . An´ alise Executiva .7 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 ˜ o do Casa Brasil . . . . .3. . . . . .3 4. . . . . . . .2 5. . .1. . . . . . . . 4. . . . .3 5. . . . .2. . .3. . . .2 4. . . . . . . . . . . . .1 4. . . . . . . . . . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . . . .2. . . . . . . . 79 p. . . . . . . 73 p. . . . . . .4 4. . .8 4. . . . . 66 p. . . . . 72 p.3. .4 4. . . . . . . . . . . . . . . . . . . Procedimentos de coleta de dados . . . . . . . . .3. . . . . . . . . . . . .2 4. . . . . . . . . . An´ alise Pol´ ıtica e Estrat´ egica . 62 p. 60 p. 70 p.7 Fontes de coleta de dados . . . . . 63 p. . . . . . . .9 Plano de coleta de dados . . Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria (IO) . 4. . M´ etodos de coleta de dados . . . . . . . . . . . . . . . . 65 p. 62 p. . . . . . . . . . . 67 p. . . 60 p. . . . . . 79 . . 68 p. . . . . An´ alise Documental . . . . . .6 4. . . 78 p. . . . . . . . . . . . . . . . Quest˜ oes gerais orientadoras para as an´ alises . Entrevistas Individuais e em Grupo .5 4. . . . . Infra-estrutura Tecnol´ ogica (IT) . .4. .

. . . . .2. . . . . . . . . . . . ˜ es sobre o Projeto Casa Brasil 6 Recomendac ¸o ˜ es finais 7 Considerac ¸o Referˆ encias Bibliogr´ aficas ˜ o do Casa Brasil Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao Apˆ endice 3 – Question´ ario para o Coordenador da Unidade Apˆ endice 4 – Indicadores e Vari´ aveis: Escalas e Crit´ erios ˜ o de projeto social Apˆ endice 5 – Roteiro para elaborac ¸a p. . . . . . . 79 p. . . . 5. . .3 Desenvolvimento dos indiv´ ıduos (DI) . . . . . 88 5. . . .2 5. 116 p. . . . . . 80 p. . . . . . . . . . . . . . .2 5. 132 p.2 An´ alise da Eficiˆ encia da Gest˜ ao . Desenvolvimento da Unidade (DU) . . Resultado de Habilidades (RH) . . . . p. . . 87 p. 109 p. . . .2. .3 An´ alise da Efic´ acia dos Resultados . . . . . . . . . . 87 p. . . . . . . . . . . . . . Gest˜ ao Social (GS) . . . . 87 p. . . . .4 An´ alise da Efetividade Social . . . .4.3 5. . .3 5. . 80 p. . . . . . Resultado de Oportunidades Econˆ omicas e Sociais (RO) . . . .2. 80 p. . . . . . . . . . .2. . . . . . . 87 p. . . .1 5. . .4 Resultado de Acessibilidade (RA) . . .2 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 5.3. . . . . . . .3. . . 82 p. . . .4. . Gest˜ ao Financeira e de sustentabilidade (GF) . . . 83 p. . . 101 p. . . ˜ o Democr´ Resultado de Participac ¸a atica ou Cidad˜ a (RP) . . 81 p. . . . .4. . . . . 88 p. . . . . 5. 5. . . . 5. 97 p. . 89 p. . . .4 Gest˜ ao Administrativa (GA) . . . . . . . . . . . . . . . . 82 p. . . . 136 . . . . 93 p. . . . . . . . . . Gest˜ ao de Conhecimentos (GC) . . . . . .5. . . .1 5. . .3. . . . . . Desenvolvimento social no contexto (DC) . . . . . .3. . . . . . .

Lista de Siglas DC DI DU GA GC Desenvolvimento do Contexto Desenvolvimento do Indiv´ ıduo Desenvolvimento da Unidade Gest˜ ao Administrativa Gest˜ ao de Conhecimentos GESAC Governo Eletrˆ onico Servic ¸ o de Atendimento ao Cidad˜ ao GF GS Gest˜ ao Financeira e de Sustentabilidade Gest˜ ao Social ˜ o Digital e Social IADS Indicador de Alfabetizac ¸a IF IO IT IT Infra-estrutura F´ ısica Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria Infra-estrutura Humana Infra-estrutura Tecnol´ ogica ˜ o de Programa de Inclus˜ MAPIDS Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social PID RA RH RO RP TI .Pontos de Inclus˜ ao Digital Resultados de Acessibilidade Resultados de Habilidades Resultados de Oportundades econˆ omicas e sociais ˜ o democr´ Resultados de Participac ¸a atica e cidad˜ a ˜o Tecnologia da Informac ¸a ˜ o e Comunicac ˜o TICs Tecnologias de Informac ¸a ¸a .

. ˜ o do MAPIDS (Brand˜ Indicadores de Avaliac ¸a ao & Tr´ occoli. . . . . . Indicador de Habilidades de apropriac ¸a ˜ o e uso das TICS – Uso inovador e Indicador de Habilidades de apropriac ¸a sustent´ avel . .Selec ˜ o de a ´ rea de interesse . . . . . .8 N´ ıveis de an´ alise versus Tipos de an´ alise (Brand˜ ao & Tr´ occoli. . .Itens selecionados . . . ˜ o . . . . ˜ o e uso das TICS – Uso social . . . 75 p. . . . . . . Estrutura Organizacional do Casa Brasil (Brand˜ ao. . .2 4. . . . ˜ o do Casa Brasil . . . . . . . . . . . . 2005) Estrutura de Gest˜ ao Casa Brasil(Brand˜ ao et al. . . 34 p. . p.2 5. . . . . 2006). 75 p. . .4 ˜ o e uso das TICS – Uso pessoal e lazer p.. . . p. . . . . . . . .Selec ˜ o do valor da escala . . . . . . . . . . .2 4. . . . . . 2005) .7 4. . . .3 4. . Portal de Avaliac ¸a ˜ o . .5 4. . . . O Portal de Avaliac ¸a ˜ o . . . . . . . . 74 p. . 55 p. . . 86 p. . . 84 Indicador de Habilidades de apropriac ¸a ˜ o e uso das TICS – Uso autˆ Indicador de Habilidades de apropriac ¸a onomo . .Lista de Figuras 3. . . . .1 4. Carvalho. . . . . . . .1 3.1 5.3 5. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 p. . . . . Portal de Avaliac ¸a ¸a ˜ o . . . . 85 p. . . . . . . . 86 . . . . . . Portal de Avaliac ¸a ¸a Apresentacao gr´ afica da pesquisa de opini˜ ao para 40 coordenadores das Casas – junho 2007 . . . . 33 p. . .Lista de itens dispon´ Portal de Avaliac ¸a ıveis para gerar o gr´ afico . 77 5. . . . . 76 p. .4 4. . 2006).6 4. 57 p. . . . . . & Souza. .

. Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria (IO) . . . 48 p. . . . . . . . 49 p. . . . . . . . . 48 p. 44 p.9 ˜ o geral dos indicadores do modelo (Brand˜ Descric ¸a ao & Tr´ occoli. . . 42 p. . . 3. . . . .2 ˜o . . . 3. . . . . . 45 p. . . . . . . . . Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao Financeira e de Sustentabilidade (GF) . . . . . 46 p. . . . . . . . Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura Tecnol´ ogica (IT) . . .13 Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Participac ¸a atica e Cidad˜ a (RP) . . . . . . . .7 3. . . . . . . Cultural e Social (GC) . . . .8 3. . . . . . . . 4. . . . . . . . . 49 p. 50 p. . . . . . 3. . . . . . .15 Dimens˜ oes do indicador de Desenvolvimento Social da Unidade (DU) . . . . . .14 Dimens˜ oes do indicador de Desenvolvimento Social de Contexto (DC) . 46 3. . . .1 3. .2 3. . 44 p. . .10 Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Acessibilidade (RA) . . . . . . . . Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao Social. . . . . . . . Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao Administrativa (GA) . . . . Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao de Conhecimento Tecnol´ ogico. . . . . . . .1 4. . . . . . .5 3. 2006) . . .11 Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Habilidades para Inclus˜ ao Digital e Social (RH) . . 47 p. . . . .6 3.Lista de Tabelas 3. . . . . . 42 p. . . p. . . Participativa e de Cidadania (GS) . . . . . 43 p. . . . . . . . . . . . . . . . . ˜ o Democr´ 3. .4 3. . . . . . 69 3. . . . . . Fontes de dados de avaliac ¸a Plano de coleta: Fonte x M´ etodo x Amostra . 43 p. . . . . 37 p. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12 Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Oportunidades Econˆ omicas e Sociais(RO) . . Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura Humana e Social (IH) . 3. .3 3. . . . . . . . . . . . . . . . . 64 p. . . . .16 Dimens˜ oes do indicador de Desenvolvimento Social do Indiv´ ıduo (DI) . . . . . . . Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura F´ ısica (IF) . . . p. Cient´ ıfico.

Esses processos de transformac ˜ o ultrapassam as logias de Informac ¸a ¸a ¸a ˜ es sociais e das t´ ˜ o. Com a marca de 40 milh˜ mento do acesso a oes em 2007. Existem 152 iniciativas de . o Brasil se tornou o sexto maior usu´ ario mundial de internet. ` s TICs no Brasil pode ser observado pelas estat´ O crescimento do acesso a ısticas de cresci` internet. representa o ˜ o e estruturac ˜ o social (Castells. 15% est˜ ao localizados na escola e 6% est˜ ao localizados em centros p´ ublicos de acesso gratuito (CGI. Em marc ¸ o de 2008. formac ¸a ¸a ´ ltimos anos. no desenvolvimento humano e social e nos instrumentos de planeja˜ o. afetando a cultura. Nos u ` s TICs e o desenvolviprojetos nacionais de inclus˜ ao digital e social para promover o acesso a mento educacional. A ampliac ˜ o do principal ingrediente dessa organizac ¸a ¸a ¸a ˜ o e Comunicac ˜o e ´ fundamental para promover o acesso e do uso das Tecnologias de Informac ¸a ¸a desenvolvimento dos indiv´ ıduos e da economia (Porcaro. ˜ o soAs experiˆ encias de diversos pa´ ıses demonstram que contexto. o poder e as bases de esferas das relac ¸o ecnicas de produc ¸a ˜ o.br. cultural e social. 2003). segundo dados da Pesquisa sobre o uso Quanto a ¸a das TICs no Brasil 2007. econˆ omico. promover o desenvolvimento e reduzir as desigualdades sociais depende da disponibilidade de acesso e do valor do uso dos recursos e servic ¸ os existentes. A extens˜ ao na qual as pol´ ıticas e programas em TICs podem melhorar a vida das pessoas. A informac ¸a amica de fluxo em redes. finalidade e organizac ¸a ` s TICs. em sua dinˆ espac ¸ o e tempo da sociedade. eram 23 milh˜ oes de internautas resi˜ o ao ano anterior (Dias.14 1 ˜o Introduc ¸a ˜ es pol´ As transformac ¸o ıticas. 2008). monitoramento e avaliac ˜ o dos resultados obtidos e desejados para a sociemento. 2006). 2007). As nac ¸o segmento computacional. seja em pa´ cial s˜ ao decisivos para promover o acesso e uso significativo a ıses desenvol˜ es priorizam os investimentos no vidos ou em desenvolvimento (Warschauer. denciais o que representou um crescimento de 40% em relac ¸a ` distribuic ˜ o do local de acesso a ` internet. 1999). 49% dos usu´ arios de internet est˜ ao localizados em centros p´ ublicos de acesso pago. 2008). o governo brasileiro tem financiado programas e dade (Mendonc ¸ a. 40% est˜ ao localizados em casas. culturais e econˆ omicas da sociedade dependem do conheci˜ es geradas e aperfeic mento e das informac ¸o ¸ oadas pelas redes sociais com o suporte das Tecno˜ o e Comunicac ˜ o (TICs).

seja por raz˜ oes de alto ˜ o de programas. 2009). estadual e municipal e do terceiro setor. Em consequˆ encia da extens˜ ao territorial e das carˆ encias sociais e educacionais do nosso ´ inevit´ pa´ ıs. ˜ o e de capital humano. trata-se ˜ o dos custos de grandes investimentos em longo prazo. no campo ou nas cidades. 2006). 2007). A avaliac ¸a ´ poss´ onal. Esses dados evidenciam a ne` internet e os programas ou cessidade de se ampliar os servic ¸ os p´ ublicos de acesso gratuito a projetos de inclus˜ ao digital.680 PIDs. 2003). segundo o Mapa de Inclus˜ ao Digital do Brasil (IBICT. de maneira efetiva. E avel. necessitam de modelos descentralizados de gest˜ ao (Fleury. os programas sociais s˜ ao complexos e necessitam de grandes financiamentos. Dessa forma. de gest˜ ` infra-estrutura. t´ ecnicas e ferramentas que permitam acompanhar. como certificarigualmente. ´ rea social. ˜ o. realizada por especialistas externos. Em contextos de desen˜o volvimento sustent´ avel. ´ de que os resultados e impactos de um programa nem Outra quest˜ ao a ser considerada e sempre podem ser mensurados a curto prazo.1 Introduc ¸a ˜o 15 inclus˜ ao digital nas esferas de governo federal.872 projetos de inclus˜ ao digital no pa´ ıs. os processos de planejamento e de ac ¸a participativa das comunidades locais s˜ ao necess´ arios e devem conciliar a efic´ acia dos proce˜ o das ac ˜ es e gerac ˜ o de conhecimento para dimentos. Isso implica a necessidade de reduc ¸a ˜ o por conta dos orc da avaliac ¸a ¸ amentos reduzidos ou por conta das disputas pol´ ıticas sobre os recursos existentes. observamos a necessidade do desenvolvimento e uso de ˜o m´ etodos. Nessa nova estruturac ¸a ¸a ˜ o dos diferentes atores deve ser organizada para que se promovam e estabelec e colaborac ¸a ¸ am . No setor p´ custo ou pela falta de cultura em avaliac ¸a ublico brasileiro.278 pontos de inclus˜ ao digital (PIDs) e o Governo Eletrˆ onico Servic ¸ o de Atendimento ao Cidad˜ ao – GESAC tem 3. 2005). transformac ¸a ¸o ¸a ˜ o. especialmente em espac As pol´ ıticas p´ ublicas na a ¸ os de vulnerabilidade social. envolvimento dos atores. O Projeto Casa Brasil tem 76 PIDs em funcionamento. aos recursos informacionais. da gest˜ tais como de formac ¸a ao do acesso a ao ˜ o tradicida rede social e de outros recursos complementares (Warschauer. Dos programas e projetos do governo federal. O impacto do uso das TICs para promover o desenvolvimento social somente poder´ a ser compreendido. a implantac ¸a ˜ o de metas e indicadores das pol´ ıticas p´ ublicas e planos de governo e a necessidade de definic ¸a ˜ o (Scarpa & Melgac de monitoramento e avaliac ¸a ¸ o. a participac ˜o promover as mudanc ¸ as pretendidas (Dionne. e 17. o ProInfo tem 4. acompanhado e mensurado com ˜ es sociais decorrentes modelos que levem especialmente em conta as mudanc ¸ as e transformac ¸o ` s tecnologias. aos conte´ do acesso a udos e processos de gest˜ ao. muitas vezes n˜ ao e ıvel. que sejam de dif´ ıcil acompanhamento e avaliac ¸a se de que os investimentos realizados em programas sociais cumprem os seus objetivos? Nos desafios da gest˜ ao p´ ublica brasileira.

acuidade e parcimˆ onia na avaliac ¸a a ˜ o de efeitos n˜ sendo avaliado – al´ em do aprimoramento de pr´ aticas para a detecc ¸a ao esperados (Posavac & Carey. no caso brasileiro. principalmente nas situac ¸o ˜ es de Um modelo descentralizado de gest˜ ao pode ser estruturado com base nas informac ¸o ˜ o que s˜ ` tomada de decis˜ avaliac ¸a ao consideradas como um sistema de suporte a oes pol´ ıticas. . 2006). 2007). O ˜ o da capacidade real de participac ˜o resgate de cidadania pode ser promovido pela ampliac ¸a ¸a ˜ es e no acompanhamento das pol´ comunit´ aria nas discuss˜ oes. As competˆ encias potenciais. deliberac ¸o ıticas sociais p´ ublicas – ˜ es focadas ou dirigidas ao combate a pobreza (Carneiro. No MAPIDS. organizac ¸o aos. denominado MAPIDS . um Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social. com o uso das TICS. ˜ o ampla dos resultados da estrat´ egicas e operacionais. 2003). Nesse sistema. bem como ˜ o e o fortalecimento das redes sociais. O potencial das a criac ¸a redes de equipamentos e servic ¸ os reside no valor de uso coletivo e dirigido a uma necessidade social que somente pode ser satisfeito coletivamente (Lojkine. valores e identidades culturais. ˜ o positiva de um modelo de avaliac ˜ o para o bem-estar da coletividade poder´ A contribuic ¸a ¸a a ocorrer se ele for capaz de focar em necessidades relevantes. Sanders. 2004)). Trata-se intervenc ¸a ogicos de sua avaliac ¸a ˜ o do programa para construir uma vers˜ de envolver os gestores e participantes na avaliac ¸a ao mo˜ o responsiva apresentada de forma resumida dificada da abordagem participante e da avaliac ¸a por Fitzpatrick. Sanders e Worthen (Fitzpatrick. ˜ o de Programa de Inclus˜ Esta tese prop˜ oe. como objetivo geral. os dados e a divulgac ¸a ˜ o para os agentes gestores e a comunidade podem contribuir para promover o controle avaliac ¸a ˜ o e manutenc ˜ o dos programas.1 Introduc ¸a ˜o 16 ˜ es sociais e os cidad˜ di´ alogos respons´ aveis entre o poder p´ ublico. 1999). O modelo de avaliac ˜ o dever´ social na implementac ¸a ¸a ¸a a tamb´ em ˜ o dos diferentes atores do cen´ incluir a participac ¸a ario social. segundo uma abordagem educacional e participante. & Worthen. riquezas locais. monitora˜ o da qualidade e valor do programa que est´ mento cuidadoso. planejamento efetivo. a apreens˜ ao da realidade e o desenvolvimento da capacidade de an´ alise cr´ ıtica para a tomada de decis˜ oes poder˜ ao ocorrer se os gestores e participantes do programa de ˜ o social se apropriarem dos procedimentos metodol´ ˜ o. ˜ o depende do conhecimento do problema e da definic ˜ o de indicaO sucesso da avaliac ¸a ¸a dores que sejam capazes de representar. gestores. A an´ alise do contexto deve ser realizada para identificar necessidades relevantes e o valor dos resultados e efeitos do programa. necessitam ser considerados. a diversidade cultural e os est´ agios variados de desenvolvimento do programa com suas particularidades locais (Aun & Angelo.

suporte e uso intensivo das TICs. crit´ cipantes para a definic ¸a erios e padr˜ oes de julgamento de valor. por um lado. Por outro lado. com o suporte das TICs. Dessa forma. uma vis˜ ao cr´ ıtica do mesmo. direcioUm dos aspectos importantes do MAPIDS e nados para os indiv´ ıduos. a melhoria dos seus resultados durante e ap´ os a sua implementac ¸a Os princ´ ıpios pol´ ıticos e metodol´ ogicos da abordagem participante s˜ ao ampliados no MA˜o PIDS pelo acesso. a experiˆ encia e vivˆ encia dos gestores e participantes no ˜ o dos crit´ desenvolvimento e na definic ¸a erios e padr˜ oes de julgamento de programas de inclus˜ ao digital e social. ´ evidenciado nos processos de formac ˜ o previstos O aspecto educacional do MAPIDS e ¸a ˜ o poder˜ para os participantes.1 Introduc ¸a ˜o 17 ´ promover processos meta-cognitivos. A avaliac ˜o e ´ orientada reflex˜ ao cr´ ıtica sobre o programa alvo da avaliac ¸a ¸a ˜ o de investigac ˜ o e conhecimento da realidade. Assim. da definic ˜ o de crit´ lhamento da concepc ¸a ¸a erios e julgamentos de valor com todos os gestores e ˜ o dos indiv´ participantes visa promover o desenvolvimento da autonomia e da colaborac ¸a ıduos. O com˜ es de avaliac ˜o e ´ fomentado para todos os agentes partilhamento de conhecimentos e informac ¸o ¸a ˜ o envolvida. com m´ etodos e t´ ecnicas de mensurac ¸a quantitativa. a elaborac ˜ o de novos conhecimentos com a participac ˜o e populac ¸a ¸a ¸a ´ uma postura que coloca a aprendizagem e transferˆ e a vivˆ encia dos grupos estudados e encia da ˜ o como uma das bases para o sucesso da implementac ˜ o e manutenc ˜o tecnologia de avaliac ¸a ¸a ¸a de um programa de inclus˜ ao digital e social. ˜ es A abordagem proposta tem por pressuposto o envolvimento dos participantes nas definic ¸o dos crit´ erios e padr˜ oes que servir˜ ao de base para o julgamento de valor do programa. 1984). a inclus˜ ao digital j´ a comec ¸ a a ocorrer para a equipe de gestores e participantes a partir de um ˜ o que s˜ conjunto de metodologias de avaliac ¸a ao introduzidas com o uso das TICs. instrumentos e modelos de avaliac ¸a ao ˜ o de ser esclarecidos ou at´ e mesmo constru´ ıdos coletivamente durante os processos de formac ¸a ˜o maneira a considerar os conhecimentos e experiˆ encias acumulados pela equipe. Os objetivos. As TICs podem apoiar a formac ¸a ancia de maneira que o de- . s˜ ao proporcionados o treinamento e o instrumental das metodologias emp´ ıricas resultando no levantamento permanente de dados descritivos do programa sejam qualitativos ou quantitativos. O comparti˜ o. A apropriac ¸a ˜ o do programa. poder´ dos procedimentos metodol´ ogicos de avaliac ¸a a ˜o contribuir para uma maior racionalidade na an´ alise cr´ ıtica e tomada de decis˜ oes. considerando as vivˆ encias dos parti˜ o dos objetivos. m´ etodos. e ˜ o (Tiana. A colaborac ¸a ´ adotada para que os gestores possam contribuir e se sentirem co-respons´ e aveis pelos processos ˜ o na modalidade a ` distˆ avaliativos. ´ iniciada com a pr´ A inclus˜ ao digital e opria equipe. Enfatiza-se. quanto para promover um tanto para a func ¸a ¸a maior conhecimento e compreens˜ ao do programa a ser avaliado. 2002). os grupos e os contextos sociais e culturais de maneira a promover a ˜ o (Hoftstede.

A an´ alise do m´ erito considerou crit´ erios de aplicabilidade pr´ atica. para representar o • um indicador de Alfabetizac ¸a ˜ o digital e social das pessoas envolvidas com o programa. como objetivos espec´ ıficos. A tese relata uma pesquisa aplicada na a ¸a ˜ o de programas de inclus˜ 2006) para analisar o m´ erito do MAPIDS na avaliac ¸a ao digital e social. ˜ o Digital e Social. grau de alfabetizac ¸a ˜ o em Avaliac ˜ o de Projetos Sociais. modelos. a tese prop˜ oe: ˜ o para representar insumos. ˜ o de um portal na internet para sistematizar as informac ˜ es e o fluxo de comunicac ˜ o.1 Introduc ¸a ˜o 18 ˜ o possa ocorrer durante o processo de implantac ˜o senvolvimento de competˆ encias em avaliac ¸a ¸a ˜o do programa. • curso de formac ¸a ¸a ˜ o de Projetos Sociais. resultados e • um modelo de indicadores de avaliac ¸a impactos para programas de inclus˜ ao digital e social. no a Considerando o exposto. • curso de Gest˜ ao e Elaborac ¸a ˜ o das an´ • pactuac ¸a alises descritivas. processos. an´ alise e divulgac ¸a ¸a ˜ o de programas de inclus˜ Trata-se de um modelo de avaliac ¸a ao digital e social onde os ˜ o s˜ m´ etodos e procedimentos de avaliac ¸a ao apropriados para que se desenvolva uma tomada de ˜ o social idealizados para o programa. chamado de IADS. normativas e explicativas para subsidiar os julgamentos de valor e as decis˜ oes pol´ ıticas sobre o programa. sistematizados pelos processos de avaliac ¸a ˜ o digital e social. a coleta e a divulgac ¸a ¸a ˜ o de um instrumento de avaliac ˜ o de habilidades de uso TICS para apoiar as ac ˜ es • definic ¸a ¸a ¸o ˜ o e de alfabetizac ˜ o digital e social. os objetivos. procedimentos e instrumentos de avaliac ¸a ´ ticos que subsidiar˜ poder˜ ao ser pactuados a partir de princ´ ıpios e valores e ao os processos de co˜ o dos resultados da avaliac ˜ o. Os ˜o e processos dial´ ogicos. de formac ¸a ¸a ´ rea de avaliac ˜ o de programas sociais (Cozby. participativos e reflexivos. As TICs consciˆ encia sobre os processos de transformac ¸a ˜ o. assumem um papel estrat´ egico para melhorar a eficiˆ encia e efic´ acia dos processos de avaliac ¸a assim como para promover o envolvimento. leta. poder˜ de alfabetizac ¸a ao contribuir para apoiar a tomada de decis˜ oes balizadas ˆ mbito do programa. de descoberta de conhe˜ o social. de valor. Dessa maneira. criticidade e autonomia dos agentes e gestores. Julgar o m´ ˜o cimento. de utilidade e de aplicac ¸a erito dos modelos de avaliac ¸a ˜ es espec´ requer descric ¸o ıficas das quest˜ oes que tais modelos devem enfrentar e as quest˜ oes que . • criac ¸a ¸o ¸a ˜ o dos dados de avaliac ˜ o.

a unidade de estudo e o contexto social e cultural. um laborat´ orio multim´ ıdia. A pesquisa utilizou m´ etodos e t´ ecnicas da an´ alise documental e descritiva. social e das tecnologias de informac ¸a ¸a Cap´ ıtulo 3 – Discute-se a proposta educacional e orientada ao participante do MAPIDS. ˜ o de computadores uma oficina de r´ adio comunit´ aria. As an´ alises ˜ es sobre as potencialidades e limitac ˜ es do dos resultados parciais subsidiaram as considerac ¸o ¸o ˜ o para a a ´ rea de avaliac ˜ o de programas sociais de inclus˜ MAPIDS e sobre sua contribuic ¸a ¸a ao digital. a criac ¸a ¸a ˜ o. com seus procedimentos metodol´ ogicos voltados para os indiv´ ıduos. do survey. O projeto foi concebido como um projeto piloto nacional em a para avaliar o potencial desse tipo de equipamento p´ ublico para promover desenvolvimento ´ configurada por m´ social. . do MAPIDS para a avaliac ¸a ´ um projeto piloto de inclus˜ O Projeto Casa Brasil e ao digital e social do governo federal ˜ o de 90 Unidades Casa Brasil distribu´ que foi iniciado em 2005 para instalac ¸a ıdas no territ´ orio ´ reas de vulnerabilidade social. da observac ¸a atica e da an´ alise estat´ ıstica e quantitativa na aplicac ¸a ˜ o do Projeto Casa Brasil. da pesquisa qua˜ o sistem´ ˜o litativa. a realizac ¸a ao para a elaborac ¸a ˜ o de um portal na internet para coleta e divulgac ˜ o ampla dos dados ais comunit´ arios. Este documento apresenta os fundamentos e m´ etodos do MAPIDS e relata o estudo de sua ˜ o no Projeto Casa Brasil. um laborat´ orio de montagem e configurac ¸a ˜ o da ciˆ e/ou um laborat´ orio de divulgac ¸a encia.1 Introduc ¸a ˜o 19 ´ especificar pr´ realizam de maneira competente. O ponto central e aticas vi´ aveis para que possam ser aplicadas para construir conhecimentos sobre o valor dos programas sociais e que possam ajudar nas quest˜ oes sociais para os quais foram propostos (Shadish & Leviton. o desenvolvimento e a aplicac ˜ o de um instrumento de avaliac ˜ o de habilidades da avaliac ¸a ¸a ¸a de inclus˜ ao digital e social para os gestores e cidad˜ aos atendidos pelo programa. Uma Unidade Casa Brasil e odulos de atendimento comunit´ ario os quais incluem: um telecentro. 2006). ˜ o modular e a complexidade do Projeto Casa Brasil justificou a sua escoA configurac ¸a ˜ o na avaliac ˜ o de programas sociais de inclus˜ lha para um estudo de aplicac ¸a ¸a ao digital. uma sala de leitura. Essa ˜ o fundamentou e orientou a realizac ˜ o de um curso de formac ˜o a ` distˆ aplicac ¸a ¸a ¸a ancia sobre ˜ o de Programas Sociais para os gestores e os T´ ˜ o Continuada do Avaliac ¸a ecnicos em Instruc ¸a ˜ o de uma oficina de gest˜ ˜ o de projetos sociProjeto Casa Brasil. um audit´ orio. Os cap´ aplicac ¸a ıtulos foram organizados como segue: ˜ o de proCaptulo 2 – Apresenta-se o referencial te´ orico com os fundamentos da avaliac ¸a ˜ o com as dimens˜ ´ rea gramas sociais bem como sua relac ¸a oes te´ oricas das pol´ ıticas p´ ublicas na a ˜ o e comunicac ˜ o.

Evidencia-se a contribuic ¸a aperfeic ¸ oamento. MAPIDS na avaliac ¸a ˜ es para o Projeto Casa Brasil s˜ Cap´ ıtulo 6 – As recomendac ¸o ao apresentadas neste cap´ ıtulo segundo um roteiro de an´ alise definido.1 Introduc ¸a ˜o 20 ˜ o do MAPIDS ao Projeto Casa Brasil e ´ descrita seguindo as etapas Cap´ ıtulo 4 – A aplicac ¸a sugeridas pelo modelo apresentado conceitualmente no cap´ ıtulo anterior. Cap´ ıtulo 5 – Os resultados parciais e de feedback s˜ ao apresentados neste cap´ ıtulo com ˜ o do uma s´ ıntese dos aspectos considerados relevantes nas an´ alises realizadas com a aplicac ¸a ˜ o do Projeto Casa Brasil. . de Considerac ¸o ao analisados os aspectos ˜ o ao Propositivos e negativos do MAPIDS tomando por base a experiˆ encia de sua aplicac ¸a ˜ o da proposta formulada e as perspectivas de seu jeto Casa Brasil. ´ ltimo cap´ ˜ es Finais. s˜ Cap´ ıtulo 7 – Neste u ıtulo.

participac ¸a aria e controle social segundo ˜ o pol´ os novos modelos de descentralizac ¸a ıtica e administrativa com o suporte das TICs e das redes sociais e informacionais. assumem os territ´ acesso a orios material e imaterial como seus elementos constituti˜ o das dinˆ vos. ´ complexa e necessita de modelos estruturados de tomada de decis˜ A tarefa e oes de maneira negociada e coletiva: . A territorialidade material. As dinˆ amicas das redes sociais informacionais. de planejamento participativo em ˜ es pr´ ˜ es de desenvolvimento (Scarpa & Melgac ac ¸o o-ativas para a convergˆ encia de ac ¸o ¸ o. Os modelos de inclus˜ ao digital tˆ em um papel central nas quest˜ oes sociais para promover ˜ o de renda e o desenvolvimento sustent´ o bem estar. C. Santos M. A avaliac ¸a ´ ac ˜ o estrat´ mentos e servic ¸ os p´ ublicos disponibilizados aos cidad˜ aos e ¸a egica e pol´ ıtica que po˜ o comunit´ der´ a contribuir para o di´ alogo qualificado. podem ser representadas a partir de an´ alises categ´ oricas dessas interac ¸o 2005). ˜ o de servic ˜ o. As redes desenvolvidas para ativac ¸a amicas imateriais nesses territ´ orios permitem ˜ o social para a cooperac ˜ o pol´ ˜ es fluxos e processos de interac ¸a ¸a ıtica e produtiva. Essas relac ¸o ˜ es em rede (P. criac ¸a alogos permanentes entre organizac ¸o estadual e municipal) e f´ oruns nacionais. cooperac ˜ o pol´ ˜o A possibilidade de integrac ¸a ¸ os de interac ¸a ¸a ıtica e construc ¸a ˜ es em redes sociais informacionais e ´ sugerida nas an´ de relac ¸o alises acadˆ emicas e das pol´ ıticas ˜ o dos equipap´ ublicas identificadas pelos programas e projetos de inclus˜ ao digital.21 2 ˜ o de A quest˜ ao social da avaliac ¸a programas de inclus˜ ao digital ˜ es sociais e t´ As transformac ¸o ecnicas proporcionadas pelas TICs criam novas bases de ˜ o f´ ˜ es sociais ocorrem por meio de fluxos de inconfigurac ¸a ısica e de tempo onde as relac ¸o ˜ o e de comunicac ˜ o. 2008). conselhos gestores. 2006). proporcionadas pelos equipamentos e servic ¸ os p´ ublicos de ` s TICs. Souza. a gerac ¸a avel a partir da possibilidade de ˜ o de di´ ˜ es sociais e o governo em suas esferas (federal. e ´ o meio formac ¸a ¸a t´ ecnico-cient´ ıfico informacional disponibilizado (M. segundo Milton Santos. e Silveria.

Essa abordagem deve utilizar os ˜ o orientada ao participante.2 A quest˜ ao social da avaliac ¸a ao digital ˜ o de programas de inclus˜ 22 . com a possibilidade de representar ao mesmo tempo a dimens˜ ao do sujeito individual e do sujeito coletivo.. p. 2006. que s´ o podem ter e ´ . ˜ o da opini˜ Souza. ao mesmo tempo. est´ avel nos aspectos que se ˜ es quer ou se pretende preservar e dinˆ amico.descentralizar a estrutura administrativa do Estado e redistribuir competˆ enˆ xito se cias e poder decis´ orio constituem tarefas complexas. circuitos e fluxos informacionais que podem revelar potencialidades para o surgimento de um novo sujeito cole˜ es dial´ tivo caracterizado pelo uso intensivo das TICs e pelas relac ¸o ogicas e dinˆ amicas dos fluxos ˜ o e comunicac ˜ o em redes de cooperac ˜ o social. 2005). ˜ es e sistemas enquanto permite a formulac ˜ o de ju´ ˜ es programas.44). alfabetizac ¸a . 2003). grupos. o conceito de inclus˜ ao digital e so´ definido por quatro dimens˜ cial e oes de construtos de uso das TICs: Uso pessoal e lazer. tendo como fundamento ˜ o social e do discurso do sujeito coletivo (Lefreve. 2006). Uso ˜ o e de autˆ onomo. que geram ac ¸o ıticas. no sentido de permitir adequac ¸o e aperfeic ¸ oamentos posteriores nos arranjos organizacionais e administrativos estabelecidos (Carneiro. O argumento em defesa dessa id´ eia postula que os indiv´ ıduos organizados coletivamente ˜ es dial´ ` s TICs desencadeiam a crise dos padr˜ por relac ¸o ogicas em rede e com acesso a oes de ˜ o unidirecional e tamb´ ˜ o do espac comunicac ¸a em a crise da ocupac ¸a ¸ o territorial urbano. conhecimento e transformac ¸o ´ necess´ ˜ o de programas sociais seja tratada segundo E ario que a complexidade da avaliac ¸a ˜ es metodol´ uma abordagem educacional e formativa seguindo orientac ¸o ogicas multidimensionais e adaptativas aos diversos contextos sociais e culturais. apoiar nesse modelo e ¸o ˜ es necess´ ac ¸o arias e ampliar o comprometimento e aperfeic ¸ oamento dos indiv´ ıduos. pol´ ˜ es (Firme.. a teoria da representac ¸a ˜ o das TICs nos processos de avaliac ˜o e ´ analisada a ` luz das mudanc A introduc ¸a ¸a ¸ as sociais ˜o almejadas pelos programas p´ ublicos e pelas redes sociais informacionais. cultural. se orientadas no conduzidas com racionalidade e de forma negociada. As cate˜ o das redes sociais s˜ gorias de an´ alise e conceituac ¸a ao compostas de enlaces. O desafio da avaliac ¸a ´ de reconhecer o valor dessas informac ˜ es para consolidar entendimentos. Al´ em disso. com o suporte e uso das TICs. instituic ¸o ¸a ızos e recomendac ¸o ˜ es. pol´ de informac ¸a ¸a ¸a ıtica e produtiva (P. da avaliac ˜ o interna e da avaliac ˜ o diagn´ princ´ ıpios da avaliac ¸a ¸a ¸a ostica e de contexto. Uso social e Uso inovador e sustent´ avel para apoiar os processos de formac ¸a ˜ o digital e social dos agentes. Prop˜ oe-se que a representac ¸a ao coletiva dos agentes seja feita como uma vari´ avel emp´ ırica de natureza qualitativa e quantitativa. isto e sentido de um modelo que seja.

Como resultado. de maneira estrurelac ¸o ¸o ˜ o oferece ferramentas essenciais desde a simples mensurac ˜o turada e qualificada. A transferˆ encia horizontal ocorre entre diferentes contextos de mesmo n´ ıvel como foco dos pro˜ o.1 Avaliac ¸a ˜ o de programas sociais pode ser entendida como uma a ´ rea de conhecimento e A avaliac ¸a de pr´ atica a servic ¸ o dos especialistas e gestores de programas sociais como tamb´ em dos in˜ o pode ser concebida como parte do processo de aprendizagem div´ ıduos em geral. crit´ erios. A avaliac ¸a social e do desenvolvimento da autonomia pol´ ıtica dos cidad˜ aos. 2002).2. 2000). 1980). de recursos e financiamentos (Mour˜ ao. carˆ encia de literatura. relac ¸o ˜o e ´ concebida na perspectiva dos gestores e participantes. constru´ ıda por uma rede de ˜ es compartilhadas de informac ˜ es e conhecimentos sobre o programa. por sua vez. Essas dificuldades restringem pr´ aticas avaliativas confi´ aveis e que possam contribuir para a melhoria dos programas. A avaliac ¸a ¸a ` negociac ˜ o de ju´ ˜ o de a ¸a ızos de valor. Cannon-Bowers. Brown.1 Avaliac ¸a ˜ o de Programas Sociais 23 ˜ o de Programas Sociais 2. planejamento e aplicac ¸a Aspectos Educacionais Os programas de inclus˜ ao digital e social guardam certa similaridade com modelos de ˜ o de capacitac ˜ o na medida em que as mudanc avaliac ¸a ¸a ¸ as almejadas necessitam de estrat´ egias ˜ o da capacitac ˜ o seria o de abrangentes. O apoio organizacional (Abbad & Sallorenzo. procedimentos e resultados para a construc ¸a ˜ es transformadoras em favor dos objetivos dos programas (Firme. a autonomia social pode ser desenvolvida favorecendo o con´ considerado um trole social e a gest˜ ao participativa dos programas p´ ublicos. interesses para decidirem sobre as alternativas e caminhos de ac ¸o ˜ o pode ser conduzida para minimizar os problemas da avaliac ˜o Essa abordagem de avaliac ¸a ¸a ˜ o de objetivos claros e mende programas p´ ublicos que s˜ ao reforc ¸ ados pela falta de definic ¸a sur´ aveis. & Salas. metodol´ ogicos e de contexto quando no seu ˜ o. ela promove o Quando a avaliac ¸a envolvimento coletivo dos indiv´ ıduos no acompanhamento dos objetivos e resultados alcanc ¸ ados pelo programa. O papel da avaliac ¸a ¸a coletar dados relativos aos diferentes n´ ıveis e compar´ a-los com aqueles que seriam esperados (Borges-Andrade. 2003). com diferentes n´ ıveis de an´ alise. Weissbein. ˜ o de programas sociais e ´ portanto uma atividade complexa que e ´ aqui abordada A avaliac ¸a considerando os aspectos educacionais. A transferˆ gramas tradicionais de capacitac ¸a encia vertical. dificuldade metodol´ ogica e de delineamentos adequados. atravessa diferentes . 2001) com a an´ alise ´ necess´ da transferˆ encia horizontal e vertical de conhecimentos e pr´ aticas organizacionais e ario para ocorrer a aprendizagem (Kozlowski. culturais. O avaliador e educador que ajuda os indiv´ ıduos de uma comunidade a reconhecerem suas necessidades e ˜ es (Cronbach. 2004).

A transferˆ encia vertical. Aspectos culturais ´ transmitida por padr˜ A cultura e oes educacionais. 1994). como processo emergente aditivo. as pessoas necessitam compartilhar uma linexperiˆ encias comuns. Os programas nacionais de inclus˜ ao digital devem ser . Sup˜ oe-se que os resultados de aprendizagem do n´ ıvel individual agreguem e emerjam para ˜ o n˜ ´ bem articulada nos moo n´ ıvel superior. Por´ em. por´ em a natureza espec´ ıfica dessa associac ¸a ao e ˜ o e de an´ delos te´ oricos de avaliac ¸a alise de impacto e efetividade organizacional (Abbad & Sallorenzo. O que funciona em uma cultura n˜ ao necessariamente funciona em outro contexto cultural sendo quase todo fenˆ omeno constitu´ ıdo de aspectos espec´ ıficos da cultura como aspectos ` s peculiaridades de cada cultura separando-se universais. nem inerte. preocupando-se com a associac ¸a ıvel individual e os de maior n´ ıvel no sistema (Singelis..1 Avaliac ¸a ˜ o de Programas Sociais 24 ˜ o entre os resultados de n´ n´ ıveis. 2003). 1995). ´ definida como a parte humana do ambiente que tem elementos objetivos (ferraCultura e ˜ es) e subjetivos (categorias. de acordo com as an´ alises de valores. nos procedimentos ou comportamentos espec´ ıficos. especialmente com as facilidades proporcionadas pelas TICs. A abordagem da sua efetividade deve ser sens´ ıvel a m´ ultiplos n´ ıveis e associac ¸o multin´ ıvel busca tratar dessas carˆ encias de transferˆ encia entre n´ ıveis (Kozlowski et al. Triandis. Habilidades e Atitudes). normas. transmitidas atrav´ massa ou de comunicac ¸a ¸o es do tempo ˜ es. as influˆ encias contextuais s˜ ao consideradas na aprendizagem de CHAs (Conhecimento. portanto. Bhawuk. regras.2. N˜ ao se exclui aqui a possibilidade de pessoas de diferentes per´ ıodos hist´ oricos e continentes compartilharem elementos importantes da cultura subjetiva. as diferenc ¸ as culturais em qualquer pr´ atica gerencial. em sistemas mais ˜ o de contribuic ˜ es entre os complexos. 2001). atitudes. & Gelfand. pressup˜ oe que a ˜ es individuais produz impactos de maior n´ soma de contribuic ¸o ıvel. na associac ¸a ıticas organizacionais. crenc mentas e aplicac ¸o ¸o ¸ as. e ´ aberta a outras culturas e se enriquece. valores). As similaridades ecol´ ogicas podem ser criadas em espac ¸ os e tempos distintos. ou por difus˜ ao cultural. Os m´ etodos devem ser adaptados a processos de conte´ udos: processos s˜ ao similares entre grupos culturais enquanto os conte´ udos s˜ ao freq¨ uentemente diferentes (Triandis. A cultura requer interac ¸a guagem e residir no mesmo per´ ıodo de tempo. de lideranc ¸a ou modelo educacional devem ser consideradas (Torres & Dessen. associac ˜ es. Nesse modelo complexo. 2000). a avaliac ¸a ˜ es de contexto. partilhando e das gerac ¸o ao e ˜ o. No contexto brasileiro. Os modelos ˜ o n˜ ˜o de capacitac ¸a ao s˜ ao isolados de seu contexto organizacional e social e. O estudo transcul˜ o de pol´ tural contribui no desenvolvimento de construtos te´ oricos. n˜ ´ fechada. a qualidade pode ser entendida como uma combinac ¸a ¸o indiv´ ıduos e entre n´ ıveis diferentes. de m´ ıdia de ˜ o que emerge em interac ˜ es adaptativas. normas e comportamentos.

Os aspectos metodol´ ogicos devem considerar uma abordagem multidimensional de processos que podem ser apropriados pelos agentes gestores do programa e adaptados para os diversos contextos sociais e culturais. Aspectos metodol´ ogicos ˜ es podem ser classificadas como sendo dos tipos descritiva.1 Avaliac ¸a ˜ o de Programas Sociais 25 ` identificac ˜ o de padr˜ ˜ o com fatores de sens´ ıveis a ¸a oes e normas de comportamentos e sua relac ¸a contingˆ encia. at´ e mesmo. As an´ alises de causa e efeito preocupam-se em constatar em que medida os resultados observados podem ser atribu´ ıdos ao programa e. ˜ o de programas deve considerar as diversidades de m´ ˜ es. pass´ perados. ˜ o desde o moA abordagem de contexto deve ser considerada nos processos de avaliac ¸a mento do levantamento e diagn´ ostico das necessidades e demandas locais. subsidiam as investigac ¸o ˜ es espec´ ˜ o do programa. desempenho alcanc ¸ ado. O Platˆ o Informacional de Souza (P. modificado ou aprimorado. identificar os resultados n˜ ao es˜ es de causa e efeito. As an´ alises descritivas detalham as condic ¸o ıficas de implementac ¸a ˜ o. no que diz respeito a encia ˜ es. estabelecendo relac ¸o ıveis de serem comprovadas com uma determinada margem de seguranc ¸ a (Mour˜ ao. Souza. Essas an´ alises s˜ ao consideradas ˜ es de efic´ ` s metas graduais estabelecidas. objetivos estabelecidos. As redes sociais informacionais devem ser consideradas e representadas nesses modelos. causa e efeito. A avaliac ¸a etodos. 2004). e de efetividade social das ac ¸o ¸ as identificadas nos contextos sociais e comunit´ arios (Januzzi. de rais e pol´ ıticos. pol´ ıticos e de cultura. 2002). 2005) . em modelos participativos e colaborativos com os agentes. de eficiˆ nas interpretac ¸o acia. usos e concepc ¸o numa perspectiva pluralista e qualitativa (Tiana. As an´ alises de contexto subsidiam as an´ alises de adequac ¸a desempenho de gest˜ ao e de resultados e impactos do programa. ` verificac ˜ o dos resultados observados em comparac ˜o As an´ alises normativas referem-se a ¸a ¸a com o desempenho esperado. conforme descrito em lei espec´ ıfica ou instrumento pr´ oprio de planejamento que estabelec ¸ a os objetivos e metas a serem alcanc ¸ ados. recursos examinando: sua origem e hist´ oria. normativa e de As avaliac ¸o ˜ es descritivas subsidiam as avaliac ˜ es normativas que. As avaliac ¸o ¸o ˜ es de causa e efeito. por sua vez. 2001).2. contexto de operac ¸a ˜ o de problemas potenciais e as a ´ reas onde o proalocados. Aspectos de contexto ˜ o dos resultados e impactos dos programas sociais depende dos contextos cultuA avaliac ¸a ˜ o dos insumos. a partir das mudanc dos processos e de uso dos recursos. identificac ¸a grama pode ser ampliado.

C. n˜ representac ¸o ao seguem um plano padr˜ ao ` medida que os participantes ganham experiˆ e se desenvolve a encia na atividade. simultaneamente. 2008). avaliac ¸a oria. e Brand˜ ao. tanto as redes de equipamentos coletivos e servic ¸ os que operam a territorialidade material de Milton Santos (M.2 Avaliac ¸a ˜ o orientada ao participante enfatiza a experiˆ A avaliac ¸a encia e o envolvimento dos partici˜ o. 2004). As perspectivas s˜ ao aceitas como corretas e a tarefa central do avaliador e turar essas realidades e represent´ a-las sem sacrificar a complexidade do programa. que podem reprepermite representar processos de interac ¸a sentar a abrangˆ encia. A avaliac ˜ o considera os diferentes valores e necessidades dos pantes no processo de avaliac ¸a ¸a indiv´ ıduos e grupos para procurar equilibrar a diversidade de julgamentos e crit´ erios. utilizam uma multiplicidade de dados para ˜ es subjetivas e objetivas. ˜ o nessa abordagem cumpre uma func ˜ o educativa importante pois colabora para A avaliac ¸a ¸a que os envolvidos no programa estejam bem informados e utilizem relatos descritivos do con˜ o participante depende de texto para melhor compreens˜ ao de sua realidade. ˜ o orientada ao participante 2.2 Avaliac ¸a ˜ o orientada ao participante 26 ˜ o em rede a partir de indicadores. quanto as redes desenvolvidas para manutenc ¸a amicas imateriais desse territ´ orio.2. . Souza P. Um Platˆ o Informacional pode ser configurado a partir de um conjunto de indicadores que agregam. a dinamicidade e a diretividade pol´ ıtica do sujeito coletivo. qualitativas e quantitativas. ˜ o orientada ao participante e ´ um entendimento rico O resultado mais importante da avaliac ¸a ˜ es de processos e hist´ sobre as influˆ encias contextuais. Em geral.. ˜ o das dinˆ 2008). avaliac ˜ o natum´ etodos da abordagem orientada ao participante s˜ ao: avaliac ¸a ¸a ˜ o participat´ ˜ o focada no uso e avaliac ˜ o focada no empoderamento ral´ ıstica. Santos M. em redes de ˜ o produtiva e pol´ cooperac ¸a ıtica. avaliac ¸a ¸a (Stake. Alguns ˜ o responsiva. e Silveria. ˜ es de efetividade das ac ˜ es e programas Essas an´ alises s˜ ao aplic´ aveis para as interpretac ¸o ¸o de inclus˜ ao digital e social. variac ¸o orias de vida que relatam realidades m´ ultiplas na medida em que as pessoas vˆ eem as coisas e as interpretam de maneiras ´ de capdiferentes. 1975) (Fitzpatrick et al. O julgamento de valor depende das perspectivas dos grupos ou indiv´ ıduos que est˜ ao sendo avaliados. As an´ alises e diagn´ osticos de vulnerabilidades sociais em mape˜ es de amentos de contexto territorial podem servir de base informacional para as interpretac ¸o efetividade social dos programas (M. As mudanc ¸ as observadas nas dinˆ amicas de uso dos equipamentos t´ ecnico-cient´ ıfico informacionais disponibilizados ˜ es de programas de inconfigura-se como possibilidade de tratamento de contexto nas avaliac ¸o clus˜ ao digital e social. a avaliac ¸a racioc´ ınio indutivo sobre o que esta sendo avaliado.

de professores.3 Avaliac ¸a ˜ o Interna e Externa 27 Os avaliadores consideram as necessidades. Podemos considerar quatro tipos de arranjos de avaliadores (internos ou externos) e de audiˆ encias (internas ou externas): a) avaliador interno para audiˆ encias internas. 1975).. c) avaliador externo para audiˆ encias internas e d) avaliador ˜ o interna e ´ normalmente configurada para a meexterno para audiˆ encias externas. O framework de Stake (Stake’s Countenance Framework) tenta descrever e julgar o valor do que est´ a sendo avaliado a partir do n´ ıvel de congruˆ encia entre os resulta˜ es entre os antecedentes (entradas. O programa e ˜ es responsivas incorporam as preocupac ˜ es dos stakeholders nos planos de As avaliac ¸o ¸o ˜ o. contexto. por meio da interac ˜ o cont´ ˜ o com os stakeholders. A avaliac ˜o para melhorar o entendimento sobre o objeto da avaliac ¸a ¸a responsiva sacrifica a precis˜ ao da medida com a expectativa de aumentar a utilidade dos resulta˜ es de comunicac ˜ o menos dos para as pessoas envolvidas com o programa. avaliac ¸a ¸a ınua e dos planos de comunicac ¸a ˜ o (Fitzpatrick et al. observac ¸a ¸a ˜ o Interna e Externa 2. ˜ o iluminativo foca mais na descric ˜ o e interpretac ˜ o do programa O modelo de avaliac ¸a ¸a ¸a ˜ o e controle de fatores que pocomo um todo do que nos julgamentos de valor e na manipulac ¸a dem levar a um impacto bem sucedido do programa. conhecimento do programa. O avaliador natural´ ıstico avalia o programa durante o seu curso assumindo o papel de aprendiz enquanto os stakeholders assumem o papel ´ descrito segundo as diferentes perspectivas dos stakeholders. b) avaliador interno para audiˆ encias externas. naturalmente a partir de sua experiˆ encia. recursos dos pretendidos e os obtidos analisando as relac ¸o ˜ es existentes). 2004). lhoria de processos organizacionais e os avaliadores s˜ ao geralmente gestores da organizac ¸a ˜ es para audiˆ Por outro lado. Estabelece-se relac ¸o ¸a ˜ o natural e de confianc formal para uma comunicac ¸a ¸ a. coleta de . 2005). as transac ˜ es (atividades e processos) e os resultados pretendidos e e condic ¸o ¸o obtidos. as avaliac ¸o encias externas s˜ ao realizadas em geral por avaliadores externos (Tyler. A escolha sobre essa quest˜ ao tem impactos positivos e negativos em um conjunto de fatores tais como de custo.2.3 Avaliac ¸a ˜ o de programas sociais pode ser classificada em func ˜ o do tipo de A atividade de avaliac ¸a ¸a ´ prevista. Os avaliadores podem ser internos ou agente que a realiza e para qual audiˆ encia e ` organizac ˜ o e essa decis˜ ˜ es que nem sempre s˜ externos a ¸a ao tem implicac ¸o ao consideradas nessa escolha. a partir de fontes de dados variadas e de m´ ultiplas realidades. A avaliac ¸a ˜ o. onde os julgamentos das pessoas ocorrem ˜ o e reac ˜ o (Stake. valores e perspectivas das pessoas interessadas no programa para fazer os julgamentos de valor. disponibilidade.

As avaliac ¸o ao mais aceitas por sua objetividade e ˜ o para financiamento p´ aceitac ¸a ublico e pela comunidade (Tyler. Cidadania Digital e Inclus˜ ao Digital e Social A express˜ ao exclus˜ ao digital1 tem sido usada para descrever as diferenc ¸ as socioeconˆ omicas ˜o a ` s tecnologias de informac ˜ o e comunicac ˜ o (TIC).. como atividades complementares. etnia. objetividade. Como aspecto positivo. a avaliac ¸a a dificultada ou mesmo invibilizada. rac ¸ a. idade. de maior conhecimento do programa e contexto com facilidade de uso e baixo ˜ es externas s˜ investimento organizacional. a avaliac ¸a ˜ es pr´ ˜ o externa. 2004). 2005). disseminac ˜ o dos resultados.2. etc. 85% ` Internet. Segundo dados da Uni˜ ao Europ´ eia. para que juntas possam minimizar as ˜ o de programas sociais. as avaliac ¸o ao recomendadas por serem de menor custo. ˜ o. Cidadania Digital e Inclus˜ ao Digital e Social 28 ˜ es. Trata-se de quest˜ ao que afeta n˜ ao somente os pa´ ıses pobres ou em desenvolvimento. Existe uma possibilidade a ser ˜ o de programas sociais o que implica a necessidade explorada com o uso das TICs na avaliac ¸a de melhor compreens˜ ao de suas potencialidades. gˆ enero. muitas vezes inviabilizadas por seus instrumentos complexos e orc ¸ amentos limitados. com de determinados grupos em relac ¸a ¸a ¸a base em parˆ ametros tais como faixa salarial.4 Exclus˜ ao Digital. ˜ es internas apresentam maior probabilidade de influˆ As avaliac ¸o encia e vi´ eses por estarem pr´ oximas ou envolvidas no programa. financiamento p´ informac ¸o ublico. em pesquisa com 25 pa´ ıses (EU. De aceitac ¸a ¸a oes e ˜ es internas s˜ maneira geral. com cronograma e orc ¸ amento de avaliac ¸o aticas em ambas as abordagens. ˜ o de avaliac ˜ es internas e externas devem ser consideradas a ` As decis˜ oes sobre a realizac ¸a ¸o ˜ es sistem´ luz de um planejamento criterioso. 1993). localidade geogr´ afica. Se o avaliador interno n˜ ao tiver suficiente poder de de˜ o para realizar sua miss˜ ˜ o ser´ cis˜ ao. enquanto esse ´ ´ de dos estudantes entre 16 e 24 anos tˆ em acesso freq¨ uente a ındice e ` Internet e ´ em m´ apenas 13% para pessoas com mais de 55 anos. autonomia e protec ¸a ao. colocando as pessoas numa posic ˜o interna elimina as fricc ¸o oprias da avaliac ¸a ¸a menos defensiva e potencialmente mais colaborativas do que quando s˜ ao avaliados por estranhos (Cohen & Franco.4 Exclus˜ ao Digital. s˜ ao hoje facilitadas pelos recursos das TICs. flexibilidade.Os avaliadores externos s˜ ao menos suscet´ ıveis a essas influˆ encias por terem maior auto˜o nomia administrativa e financeira (Fitzpatrick et al. 2. O acesso a edia de 47% para 1 “Digital Divide”. dificuldades e complexidade da avaliac ¸a Essas atividades. 2005). quest˜ ´ ticas e investimento organizacional. na literatura internacional . escolaridade. conhecimento especializado. uso. de maior disponibilidade. limites e desafios.

2.4 Exclus˜ ao Digital. Warschauer. seguido da regi˜ tual de moradias com computador e ao sul com 21%. A quest˜ ao da infra-estrutura de acesso tem sido focada. o qual est´ a relacionado ` quest˜ ˜ o das TICs na educac ˜o e a ` preparac ˜ o de pessoas competentes para a ao da incorporac ¸a ¸a ¸a promover o uso e o aperfeic ¸ oamento permanente.br. tendo como pressuposto que o ´ de financiamento. a express˜ ao inclus˜ ao digital tem sido adotada para representar as ˜ es de infra-estrutura de conectividade com a an´ ac ¸o alise limitada do perfil de acesso dos usu´ arios . dos servic ¸ os auxiliares de outros fatores que afetam o uso efetivo das TICs (Compaine. 24% dos do` Internet. Tolbert. 2003). as habilidades em Tecnologia ˜ o (TI) e a infra-estrutura de acesso s˜ da Informac ¸a ao como ”bens p´ ublicos”. de criac ¸a omicas. de trabalho e de participac ¸a atica. onde o percen´ de 30%. Por´ problema e em. & Stansbury. seguida por 76% na Dinamarca e 70% na Finlˆ andia. As TICs oferecem um conjunto de ferramentas ˜ o de custo/benef´ sem precedentes para promover cidadania em uma relac ¸a ıcio nunca antes ob` Internet no que diz respeito a ` oportunidade. e (5) inserc ¸a ˜ o TIC e pobreza na pol´ relac ¸a ıtica de desenvolvimento nacional (Proenza. (4) desenvolvimento social em rede. O acesso depende tamb´ n˜ ao e em das habilidades de uso das TICs. de acesso a ` Internet e ´ um aspecto fundamental da exclus˜ A disponibilidade de acesso a ao digital. FGV/CPS. Cidadania Digital e Inclus˜ ao Digital e Social 29 os europeus. na medida em que s˜ ao capazes de promover o crescimento econˆ omico e a governanc ¸ a democr´ atica. ou de cidadania digital (Mossberger. esses ´ dores. por´ em ´ou ´ nico. tida. Os dados evidenciam as disparidades regionais das pol´ ıticas ` s TICs e a Internet no Brasil. Al´ em disso. da conex˜ ao. (2) aprendizado democr´ atico e em rede. No contexto brasileiro. gerac ¸a ˜ es de desenvolvimento para comunidades carentes e exclu´ ˜ o da que inclui ac ¸o ıdas. a express˜ ao tamb´ em ` s redes sociais e a ` teoria cr´ est´ a associada a ıtica da tecnologia para a inclus˜ ao social (Warschauer. segundo dados da Pesquisa sobre o uso das TICs no Brasil 2007. 2002). 2003. 2001. A menor taxa de acesso ocorre na Gr´ ecia. 2003). (3) desenvolvimento competitivo e inclusivo ˜ o de renda e mercado. em uma outra perspectiva. 11% das moradias possuem computade moradia com computador e ` internet. as quest˜ oes da aquisic ¸a ˜ o de oportunidades econˆ ˜ o democr´ TICs. respectivamente (CGI. No Nordeste. da qualidade do conte´ udo digital. No Brasil. mic´ ılios possuem computadores e somente 17% desses domic´ ılios est˜ ao conectados a ` internet ocorre na regi˜ O maior ´ ındice de acesso domiciliar a ao Sudeste (22%). 2003). sendo a m´ edia de 82% a maior taxa. Seus elementos incluem: (1) acesso amplo a seguranc ¸ a e empoderamento. na Su´ ecia. de oportunidades de trabalho. 2008). No Norte. e apenas 7% delas tˆ em acesso a ındices s˜ ao de 13% e 5%. O conceito tem sido ampliado ˜ o de habilidades de uso das para incorporar. A cidadania digital considera o conceito de inclus˜ ao digital ampliado para promover tamb´ em ˜ o social e a participac ˜ o democr´ a inserc ¸a ¸a atica. com 20%. al´ em do aspecto do acesso. onde o percentual ´ de 23%.

Pelo crit´ erio adotado.2. A construc ˜ o de indicadores que possam representar e avaliar o fenˆ a ¸a omeno da inclus˜ ao digital ainda tem como limite a ausˆ encia de modelos de medidas vinculadas ao acesso e aos ele´ necess´ mentos indicadores da competˆ encia de uso informacional (Aun & Angelo. Os ´ ındices de analfabetismo funcional foram divulgados pelo IBGE a partir de 1990 com base no n´ umero de s´ eries escolares conclu´ ıdas. E ario ˜ o desses indicadores com a aplicac ˜ o dos modelos em programas legitimar o esforc ¸ o de definic ¸a ¸a de inclus˜ ao digital de maneira a revelar sua aplicabilidade e validade no monitoramento e na ˜ o das pol´ avaliac ¸a ıticas p´ ublicas de inclus˜ ao digital. E ario saber o uso efetivo da leitura e escrita. mas o que elas s˜ ao capazes ´ necess´ ou n˜ ao de fazer com essas habilidades. ´ apenas Essa quest˜ ao nos remete aos conceitos de alfabetismo e alfabetismo funcional. 2001). A ´ capaz de utilizar a leitura e escrita para realizar demandas de pessoa alfabetizada funcional e seu contexto e aplicar essas habilidades para a aprendizagem ao longo da vida. profissional e social. Cidadania Digital e Inclus˜ ao Digital e Social 30 ` s TICs.4 Exclus˜ ao Digital. 2007). ˜o O uso das TICs requer tamb´ em o desenvolvimento de habilidades cognitivas para aplicac ¸a ˜ o de problemas e no desenvolvimento pessoal. s˜ ao analfabetas funcionais as pessoas com menos de quatro anos de escolaridade (Montenegro. . A express˜ na resoluc ¸a ao ´ usada para representar n˜ inclus˜ ao digital e social e ao somente a infra-estrutura de conectividade ` s TICs como tamb´ e acesso a em o seu uso competente e autˆ onomo proporcionados em alguns programas p´ ublicos de inclus˜ ao digital e social. N˜ ao e uma quest˜ ao de saber se as pessoas sabem ou n˜ ao ler e escrever.

instrumentos e medi• Coleta de dados – determina os m´ etodos de coleta de informac ¸o ˜ o da equipe de coleta de dados. das com o planejamento e prepac ¸a . com as respectivas normas e padr˜ oes de referˆ encia de crit´ erios para serem considerados na an´ alise dos processos e resultados do programa ou projeto. ´ proposto segundo uma abordagem ampliada da avaliac ˜ o orientada ao participante. Nesse e ¸a modelo. com o uso e suporte das TICs. indicadores e instrumentos do MAPIDS s˜ ao apresentados neste cap´ ıtulo. em geral n˜ ao especialistas. Procurou-se ˜ o para contextos e situac ˜ es de intervenc ˜ o comuadequar os m´ etodos cient´ ıficos da avaliac ¸a ¸o ¸a nit´ aria em redes sociais informacionais. Os gestores e agentes do ˜ o do programa como agentes avaliprograma.1 Procedimentos gerais de avaliac ¸a ˜ o de um projeto ou programa social incluem as etapas de: A avaliac ¸a ˜ o do objeto da avaliac ˜ o – para explicitac ˜ o clara dos objetivos do projeto ou • Definic ¸a ¸a ¸a programa a ser investigado e avaliado. ˜ es. ˜ o de programas sociais 3. formando uma rede de avaliac ¸a Os procedimentos.31 3 ˜ o de Programa de Modelo de Avaliac ¸a Inclus˜ ao Digital e Social . os princ´ ıpios pol´ ıticos e metodol´ ogicos s˜ ao adaptados aos m´ etodos tradicionais de ˜ o quantitativa aplicados a ` s an´ mensurac ¸a alises multidimensionais e qualitativas. adores n˜ ao especialistas.MAPIDS ˜ o de Programa de Inclus˜ Um Modelo de Avaliac ¸a ao Digital e Social. denominado MAPIDS. definic ¸a ¸a ˜ o dos crit´ ˜ o – descric ˜ o objetiva e operacional das dimens˜ • Definic ¸a erios de avaliac ¸a ¸a oes de cada indicador do modelo. participam da avaliac ¸a ˜ o com o suporte das TICs e da internet. ˜ o do modelo de avaliac ˜ o – para determinar o escopo da avaliac ˜ o a partir da • Definic ¸a ¸a ¸a ˜ o dos indicadores a serem considerados na avaliac ˜ o.

segundo o modelo de avaliac ¸a ˜ o de resultados da avaliac ˜ o – define procedimentos de comunicac ˜ o dos • Comunicac ¸a ¸a ¸a ˜ o para as diversas audiˆ resultados da avaliac ¸a encias internas e externas para fomentar ˜ o em rede das pessoas e agentes de avaliac ˜ o. articulac ¸a ¸a ˜ o em avaliac ˜ o de prograNo MAPIDS. A participac ¸a ˜ o e do programa e para promover di´ as bases conceituais da avaliac ¸a alogos qualificados e de ˜ o e sobre as ac ˜ es de gest˜ tomada de decis˜ oes sobre a avaliac ¸a ¸o ao.2 Modelo de indicadores do MAPIDS Os indicadores do MAPIDS s˜ ao propostos para representar recursos. produc ¸a orios t´ ecnicos de avaliac ¸a ˜ o dos • Julgamento de valor – realiza an´ alise e julgamento de valor a partir da comparac ¸a crit´ erios ou normas de referˆ encia pr´ e-estabelecidas com os dados quantitativos e qualita˜ o definido e tivos obtidos. m´ etodos e instrumentos que s˜ ao apresentados a seguir. A avaliac ¸a ˜ es para descoberta de conhecimentos deve permitir conhecer a realidade e estabelecer relac ¸o e inferˆ encias sobre o futuro. ˜o e ´ poss´ Durante a formac ¸a ıvel desenvolver. processos. os fundamentos e ¸a ¸a ˜ o e an´ programa. as caracter´ ısticas de contexto.2 Modelo de indicadores do MAPIDS 32 • An´ alise de dados – determina m´ etodos. procuram identificar e compreender as particularidades da implantac ¸a Nas an´ alises descritivas identificam-se as caracter´ ısticas pr´ oprias de cada unidade de estudo. os objetivos de avaliac ˜ o do os gestores e interessados. eficiˆ encia e efetividade social. As an´ alises classificadas em descritiva. de maneira colaborativa e participativa com ´ ticos da avaliac ˜ o. ferramentas e t´ ecnicas de an´ alise dos dados e a ˜ o de relat´ ˜ o. Nas an´ alises normativas identificam-se caracter´ ısticas comuns e ˜ o. normativas e . Essas atividades s˜ ao conduzidas a partir de um framework de indicadores. observando-se os levantamentos e diagn´ osticos locais. os indicadores e vari´ aveis do modelo e as quest˜ oes de investigac ¸a alise. resulta˜o dos e impactos e apoiar as an´ alises de efic´ acia. As relac ¸o alises descritivas. Nas an´ padr˜ oes de desempenho e similaridades nos processos de implantac ¸a alises explicati˜ es que favorec vas investigam-se relac ¸o ¸ am a compreens˜ ao dos fatores cr´ ıticos e de sucesso na ˜ o das unidads de estudo. da rede social e de parceiros. 3. normativa e explicativa ˜ o de um programa. essas etapas devem ser iniciadas por uma formac ¸a ¸a ˜ o dos agentes e gestores e ´ incentivada para que sejam estabelecidas mas sociais.3. implantac ¸a Os m´ etodos estat´ ısticos diferem para cada tipo de an´ alise e por essa raz˜ ao podem ser consi˜ es entre as an´ derados como etapas de an´ alise distintas. em contextos diversificados do programa.

1. metas e aspirac ˜ es.1: N´ ıveis de an´ alise versus Tipos de an´ alise (Brand˜ ao & Tr´ occoli. t´ ecnicos e benefici´ arios dos programas. os conte´ udos e ˜ o. No n´ ıvel de contexto social s˜ ao observados os fatores pol´ ıticos ou de cultura e as mudanc ¸ as ˜ o. oportunidades de emprego e renda. de violˆ encia e seguranc ¸ a.3. pobreza. Observa-se ainda as redes sociais. unidade e contexto.2 Modelo de indicadores do MAPIDS 33 ˜ o dos trˆ explicativas s˜ ao representadas a partir de indicadores de avaliac ¸a es n´ ıveis do modelo: indiv´ ıduo. renda. percepc ˜ es. fatores amobservadas no ambiente externo tais como n´ ıvel de escolarizac ¸a bientais. ˜ o. e de qualidade de vida em seu sentido amplo. bem-estar e mudanc tarefas. O modelo de an´ alise abrange ˜ o dos resultados das ac ˜ es do programa nos trˆ a interpretac ¸a ¸o es n´ ıveis do modelo. de comunicac ˜ o e de monitoramento e avaliac ˜ o. indicadores de resultados e indicadores de impactos na inclus˜ ao so- . conforme representado na Figura 3. O modelo MAPIDS agrupa os indicadores em quatro conjuntos: indicadores de insumos. 2006). ˜ o dos processos inNo n´ ıvel da unidade s˜ ao observados os insumos e resultados em func ¸a ternos e de gest˜ ao nas unidades do estudo. representados por indicadores de contexto e de vulnerabilidades sociais. satisfac ¸a ¸ as atitudinais dos gestores. Figura 3. processos de formac ¸a ¸a ¸a No n´ ıvel do indiv´ ıduo s˜ ao observadas as capacidades individuais e dom´ ınios de interesse. indicadores de processos. comportamentos e desempenhos observados nas motivac ¸a ¸o ¸o ˜ o.

A capilaridade da rede formada ˜ es de acompanhamento e avaliac ˜ o dos programas nesse processo amplia a abrangˆ encia das ac ¸o ¸a . ˜ o do MAPIDS (Brand˜ Figura 3. Uma rede de avaliac ˜o e ´ criada e estimulada para o debate e discuss˜ formac ¸a ¸a ao cr´ ıtica sobre o programa.3. Os indicadores s˜ ˜o durante e ap´ os a implementac ¸a ao tamb´ em utilizados para subsidiar a elaborac ¸a ˜ o das audiˆ ˜ o dos dos instrumentos e a definic ¸a encias para coleta de dados e para a comunicac ¸a ˜ o. que. os quais representam os fluxos de operac ¸a ˜ es e processos de gest˜ Os insumos subsidiam as ac ¸o ao. Os indicadores de insumos. cial. por sua vez. localizadas em espac locais e populac ¸a ¸ os territoriais de vulnerabilidade social(Figura 3. ˜o Os indicadores subsidiam as an´ alises de relacionamento.2: Indicadores de Avaliac ¸a ao & Tr´ occoli. ˜ o formada pode apoiar as ac ˜ es locais de acompanhamento e avaliac ˜o A rede de avaliac ¸a ¸o ¸a quando se tratarem de espac ¸ os territoriais de maior abrangˆ encia. sobre a sua avaliac ¸a ˜ o. em seus respectivos n´ ıveis de an´ alise. Os particie social e ˜ o e sobre o uso das TICs durante a pantes aprendem sobre o programa. de dependˆ encia e de explicac ¸a ˜ o. as ac ¸o ¸a ao apoiadas pelas TICs onde os participantes necessitam usar os recursos informacionais disponibilizados em rede para dinamizar e compartilhar ˜ es de avaliac ˜ o entre os agentes. 2006). Um processo educacional de alfabetizac ˜ o digital as informac ¸o ¸a ¸a ´ iniciado para os participantes via os recursos disponibilizados na rede. resultados da avalicac ¸a ˜ es de avaliac ˜ o s˜ Nessa proposta.2) (Brand˜ ao & Tr´ occoli. de processos e de resultados. de eficiˆ crit´ erios de adequac ¸a encia e de efetividade social definidos com as equipes. geram resultados para as pessoas diretamente beneficiadas pelo programa e que geram impactos nas comunidades ˜ o alvo.2 Modelo de indicadores do MAPIDS 34 ˜ o de um programa social. 2006). podem ser correlacionados para apoiar a tomada de decis˜ oes a partir de medidas e ˜ o.

3 Indicador de Alfabetic ¸a ˜ o digital e social 35 ´ proposto com o suporte das TICs. aplicac ¸a 2. 2007). Esses padr˜ oes s˜ ao importantes para . Essas descric ¸o ao listadas a seguir: 1. 2007. comunidades virtuais. 3.3 Indicador de Alfabetic ¸a ˜ o Digital As habilidades de uso das TICs s˜ ao definidas por um Indicador de Alfabetizac ¸a e Social . uso social e aprendizagem colaborativa. alfabetismo informacional e competˆ encia informacional (Aun & Moura. ˜ o de habilidades de inclus˜ ´ proposto para subUm instrumento de avaliac ¸a ao digital e social e ˜ o digital e social dos indiv´ sidiar os processos de medida do grau de alfabetizac ¸a ıduos. 4. para a resoluc ¸a ¸a ¸a ¸o mentos. alfabetismo digital. Aun & Angelo. ˜o Essas quatro dimens˜ oes de comportamentos representam graus diversificados de apropriac ¸a e uso das TICs pelas pessoas. uso autˆ onomo e em contextos do trabalho. participac ¸a ˜ o em processos de construc ˜ o e produc ˜ o colaborativa para o benef´ colaborac ¸a ¸a ¸a ıcio social e institucional.1. Um instrumento para avaliar as habilidades de uso das TICs e ˜ o digital e social dos participantes conforme apresentado para identificar o n´ ıvel de alfabetizac ¸a ˜ o do significado de cada indicador e ´ apresentada na Tabela 3. Uso autˆ onomo: para representar as habilidades de uso das TICs no trabalho. a seguir. gestores e participantes do programa.3. gerac ˜ o e produc ˜ o de informac ˜ es e conheciautˆ onoma. alfabetismo funcional. A explicitac ¸a ˜ o digital e social 3. Uso social colaborativo: para representar as competˆ encias de uso das TICs para o rela˜o e cionamento em redes sociais. identidades. e para uso inovador em ˜ es s˜ contextos comunit´ arios. Uso pessoal e lazer: para representar as habilidades de uso pessoal das TICs em sua ˜ o cotidiana e para o lazer. aprendizagem social. cultura e recursos ambientais.IADS. definido por quatro dimens˜ oes de construtos comportamentais que represen˜ o inspirada nos conceitos de tam padr˜ oes de uso das TICS na vida cotidiana e tem sua definic ¸a inclus˜ ao digital. Representam padr˜ oes de comportamento das pessoas quando manipulam as TICs nos diversos contextos do cotidiano. de maneira ˜ o de problemas. Uso inovador sustent´ avel: para representar as competˆ encias de uso criativo e inovador ˜ o de problemas comunit´ das TICs na soluc ¸a arios preservando-se os valores. As quatro dimens˜ oes do indicador s˜ ao definidas operacionalmente como comportamentos de uso das TICs para finalidades de uso pessoal e lazer.

3.4 Definic ¸a ˜ o geral dos indicadores do modelo

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˜ o da infra-estrutura t´ analisar a adequac ¸a ecnico-informacional disponibilizada para os gestores e participantes do programa. ˜ es operacionais s˜ As definic ¸o ao descritas no MAPIDS pelo indicador de Resultados de Habi˜o lidades (RH) apresentado na Tabela 3.1 e descrito na Tabela 3.11. Um instrumento de avaliac ¸a ´ apresentado no Apˆ das habilidades de uso das TICs, segundo o indicador IADS, e endice 2.

˜ o geral dos indicadores do modelo 3.4 Definic ¸a
´ definido por um conjunto de quinze indicadores representados na Figura 3.2 O MAPIDS e ˜ es gerais s˜ cujas descric ¸o ao apresentadas na Tabela 3.1. Na primeira coluna est˜ ao os grupos de indicadores constitutivos do modelo. Na segunda coluna encontram-se as siglas dos indicadores ´ ltima coluna est˜ ˜ es gerais de cada indilistados na terceira coluna. Na quarta e u ao as definic ¸o ˜ o.Essas definic ˜ es s˜ ˜ es das vari´ cador de avaliac ¸a ¸o ao as bases conceituais para as definic ¸o aveis componentes dos indicadores. O grupo de recursos ou insumos s˜ ao definidos pelos indicadores de Infra-estrutura F´ ısica (IF), Infra-estrutura Tecnol´ ogica (IT), Infra-estrutura Humana e social (IH) e Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria (IO). Os processos de gest˜ ao s˜ ao definidos pelos indicadores de Gest˜ ao Administrativa (GA), Gest˜ ao Financeira e de sustentabilidade (GF), Gest˜ ao Social (GS) e Gest˜ ao de Conhecimentos (GC). Os resultados s˜ ao definidos pelos indicadores de Acessibilidade (RA), ˜ o democr´ Habilidades (RH), Oportunidades econˆ omicas e sociais (RO) e de Participac ¸a atica ˜ es e mudanc (RP). Os impactos de inclus˜ ao social representam as realizac ¸o ¸ as observadas no indiv´ ıduo (DI), na unidade (DU) e no contexto social e entorno (DC). ˜ o dos insumos, de Esses indicadores agrupados s˜ ao utilizados para as an´ alises de adequac ¸a ˜ es entre os eficiˆ encia e efic´ acia dos processos e de efetividade social do programa. As relac ¸o indicadores nas an´ alises descritivas, normativas e explicativas exploram a descoberta de conhecimentos sobre fatores cr´ ıticos e de sucesso do programa e para a an´ alise de impactos no contexto territorial de abrangˆ encia do programa. Esses indicadores s˜ ao definidos com suas dimens˜ oes e respectivas vari´ aveis no final deste cap´ ıtulo.

3.4 Definic ¸a ˜ o geral dos indicadores do modelo

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˜ o geral dos indicadores do modelo (Brand˜ Tabela 3.1: Descric ¸a ao & Tr´ occoli, 2006)
Grupo ID IF IT IH IO Indicador Infra-estrutura f´ ısica Infra-estrutura tecnol´ ogica Infra-estrutura humana e social Infra-estrutura orc ¸ ament´ aria Gest˜ ao Administrativa Gest˜ ao Financeira e de sustentabilidade Gest˜ ao social, participativa e de cidadania Gest˜ ao de conhecimento tecnol´ ogico, cient´ ıfico, cultural e social Acessibilidade Habilidades para inclus˜ ao digital e social Oportunidades econˆ omicas e sociais ˜ o demoParticipac ¸a cr´ atica e cidad˜ a ˜ o Geral Descric ¸a ˜ es f´ Instalac ¸o ısicas adequadas segundo padr˜ oes aprovados e adequados para as atividades previstas Infra-estrutura tecnol´ ogica instalada segundo padr˜ oes definidos pelo projeto Pessoal necess´ ario para o funcionamento pleno da unidade e parceiros institucionais envolvidos Orc ¸ amento e cronograma financeiro de desembolso aprovado e destinado para o projeto Gest˜ ao da infra-estrutura f´ ısica, tecnol´ ogica e de gest˜ ao de projetos sociais, atendimento comunit´ ario, acompanhamento e ˜o avaliac ¸a ˜ o de contas e articulac ˜ o de parceiros Gest˜ ao cont´ abil, prestac ¸a ¸a para sustentabilidade dos projetos Gest˜ ao de relacionamentos, Conselho Gestor, atendimento ao ci˜ o de necessidades e problemas comunit´ dad˜ ao e identificac ¸a arios; ˜ o, representatividade e gest˜ institucionalizac ¸a ao participativa ˜ o de agentes e da comunidade para o uso, Gest˜ ao da capacitac ¸a ˜ o, produc ˜ o, difus˜ ˜ o e sistematizac ˜ o dos criac ¸a ¸a ao, organizac ¸a ¸a ˜ o de informac ˜ es no portal conte´ udos gerados.Disponibilizac ¸a ¸o para controle social ˜ o e acessibilidade diInfra-estrutura de inclus˜ ao, universalizac ¸a gital garantida. Habilidades de inclus˜ ao digital desenvolvidas para uso cr´ ıtico e ˜ o de problemas locais e comunit´ criativo das TICs na soluc ¸a arios ˜ o e produc ˜ o de bens sociais e culturais e para a criac ¸a ¸a ˜ o de emMelhoria de qualidade de vida,oportunidade e gerac ¸a prego e renda ˜ o, representatividade social e cidadania promovidas, Participac ¸a rede social consolidada e autogest˜ ao de empreendimentos sociais ˜ o, de seguranc Inclus˜ ao digital, de renda, de sa´ ude, de educac ¸a ¸ a, de qualidade de vida e de sustentabilidade ambiental e social promovidas Conte´ udos produzidos, comunidade atendida, projetos e eventos realizados ˜ o, qualidade de vida, oportunidades e expectativas eviSatisfac ¸a denciadas

Recursos ou Insumos

Gest˜ ao ou processos GA

GF GS

GC

Resultados RA RH

RO RP

Inclus˜ ao Social DC Desenvolvimento social de contexto Desenvolvimento social da Unidade Desenvolvimento do Indiv´ ıduo

DU DI

3.5 Formac ¸a ¸a ˜ o em Avaliac ˜ o de Programas Sociais

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˜ o em Avaliac ˜ o de Programas Sociais 3.5 Formac ¸a ¸a
˜ o de formac ˜ o em avaliac ˜ o para os agentes gestores e ´ proposta para sensibilizac ˜o Uma ac ¸a ¸a ¸a ¸a ˜ o dos interessados no programa. Os objetivos do programa a ser avaliado podem ser e articulac ¸a ´ ticos da avaliac ˜ o de programas sociais definidos e esclarecidos. Os fundamentos e princ´ ıpios e ¸a ˜ o do programa pode ser constru´ podem ser pactuados e o modelo de avaliac ¸a ıdo. ˜ o do programa entretanto Os avaliadores assumem diversos pap´ eis no processo de avaliac ¸a ` formulac ˜ o e desenvolvimento de uma das atividades importantes consiste no encorajamento a ¸a ˜ o, nesta proposta orientada ao participante, est´ julgamentos cr´ ıticos. A avaliac ¸a a interessada em promover mudanc ¸ as decorrentes de processos de aprendizagem social; n˜ ao se limita ao relato ´ constru´ ˜ o dos resultados da avaliac ˜ o. E ou comunicac ¸a ¸a ıda para incentivar o di´ alogo qualificado entre os diversos agentes do programa e instaurar processos democr´ aticos e dial´ ogicos de ˜ o. tomada de decis˜ ao com base nos planos e relat´ orios de avaliac ¸a ˜ o em avaliac ˜ o deve abranger a aquisic ˜ o de conhecimentos e haO programa de formac ¸a ¸a ¸a ˜ o dirigidas a ` toda a equipe de gestores e agenbilidades espec´ ıficas para as tarefas de avaliac ¸a ˜ es de formac ˜ o devem contemplar a aprendizagem dos fundamentos tes do programa. As ac ¸o ¸a ˜ o. As atividades de construc ˜ o e uso dos conceituais, filos´ oficos e metodol´ ogicos da avaliac ¸a ¸a planos e instrumentos de coleta de dados para as diversas audiˆ encias s˜ ao tamb´ em definidas ˜ es do projeto. Essas atividades s˜ como subs´ ıdios para as avaliac ¸o ao desenvolvidas tendo como ˜ es gerais de seus indicadores apresentadas no final deste referˆ encia o MAPIDS e as definic ¸o cap´ ıtulo.

˜ o em Gest˜ ˜ o de Projetos Sociais 3.6 Formac ¸a ao e Elaborac ¸a
´ orientado a projetos (PMI, 2005) (Kisil, n.d.). Os projetos O modelo de gest˜ ao sugerido e ˜ o. Os recursociais subsidiam e alimentam bases de dados integradas ao sistema de avaliac ¸a sos e as demandas locais s˜ ao articulados em projetos sociais que s˜ ao constru´ ıdos de maneira ˜ o de projetos sociais colaborativa e participativa com a comunidade. Um roteiro de elaborac ¸a ´ definido e utilizado para sistematizar o planejamento e a elaborac ˜ o de projetos sociais coe ¸a ˜ o de resultados e impactos das ac ˜ es munit´ arios (Apˆ endice 5). O acompanhamento e a avaliac ¸a ¸o ˜ o social para o desenvolvimento local s˜ de intervenc ¸a ao realizadas e mapeadas por projetos. ˜ o de oficinas ou cursos para a elaborac ˜ o e gest˜ Sugere-se a realizac ¸a ¸a ao participativa de projetos sociais comunit´ arios.

favorecendo o exerc´ ıcio da gest˜ ao participativa e do controle social. e pela formac ¸a ¸a comunit´ arios. a partir dos fluxos informacionais de coleta e sistematizac ¸a ˜ o. oportuniza para os agentes ˜ o da relevˆ ˜o e o a percepc ¸a ancia do papel do avaliador.7 Portal da Rede de Avaliac ¸a ˜o 39 ˜o 3. acesso em rede a ¸o ¸a ˜ o podem ser constru´ Os planos de avaliac ¸a ıdos coletivamente com o apoio das tecnologias colaborativas tais como f´ oruns e Wiki do ambiente Moodle. ´ proposto para coleta e divulgac ˜ o de dados de avaliac ˜ o. favorecendo a discuss˜ ao. Al´ cr´ ıtica e e em disso. para construir o julgares. agentes e avaliadores. estabelece-se um ` aprendizagem e alfabetizac ˜ o digital de maneira transversal a ` avaliac ˜o ambiente favor´ avel a ¸a ¸a ˜ o dos atores nas linguagens e ferramentas do mundo digital do programa. ˜ o de diversas audiˆ ˜ es A definic ¸a encias nos delineamentos das amostras visam ampliar as representac ¸o ˜ es p´ ˜ o dos dos sujeitos e promover maior transparˆ encia das ac ¸o ublicas pelo di´ alogo.7 Portal da Rede de Avaliac ¸a ˜ o utiliza mecanismos de coleta das opini˜ A metodologia de avaliac ¸a oes dos diferentes ato˜ o de dados qualitativos. a cultura de avaliac ˜ o. promovendo a inserc ¸a ˜ o digital e social. e do processo de alfabetizac ¸a ˜ o do MAPIDS 3.8 Fluxos de comunicac ¸a ˜ o podem ser sistematizados pelos fluxos qualificados de Os di´ alogos da rede de avaliac ¸a ˜ o sobre o projeto ou programa. representado pelo conjunto dos diversos atores e audiˆ encias ˜ es a partir dos resultados das pesquisas. divulgac ¸a ˜ o de uma rede de avaliac ˜ o com os agentes e gestores resultados e impactos. O portal facilita a comunicac ˜ o entre as audiˆ informac ¸a ¸a encias ˜ o dos dados internas e externas. Essa Um portal na internet e ¸a ¸a ˜ o fomentar a rede de avaliac ˜ o. Dessa forma. Os relat´ orios podem ser disponibilizados para as audiˆ encias de maneira dinˆ amica e interativa. ˆ mbito das ac ˜ es de comunicac ˜ o para que sejam adotados O desafio reside tamb´ em no a ¸o ¸a ˜ es e de coleta de dados e divulgac ˜ o dos mecanismos efetivos de compartilhaneto de informac ¸o ¸a ˜ o para subsidiar as interpretac ˜ es e as an´ resultados da avaliac ¸a ¸o alises pelos diversos agentes.3. para direcionar o e das suas respectivas representac ¸o ˜ es e de tomada de decis˜ aperfeic ¸ oamento das ac ¸o oes. a formac ˜o estrat´ egia tem por motivac ¸a ¸a ¸a ¸a ´ tica entre os gestores. As informac ˜ es podem ser coletadas via portal reduzindo os custos e o tempo de avaliac ¸a ¸o de coleta. segundo abordagens de an´ alise e tabulac ¸a mento de valor do sujeito coletivo. a colaborac ¸a ` s informac ˜ es e instrumentos de avaliac ˜ o. Os resultados podem ser amplamente compartilhados e disponibilizados de maneira .

exerc´ ıcio participativo e controle social.3. A criticidade sobre a efetividade do programa ´ promovida por est´ ˜ o bem como a partir da e ımulos aos processos meta-cognitivos de avaliac ¸a ˜ o da comunicac ˜ o das informac ˜ es de avaliac ˜ o. Esse processo pode ser realizado sistematizac ¸a ¸a ¸o ¸a com os recursos dos ambientes virtuais de aprendizagem tais como o ambiente Moodle. sensibilizac ˜o e s˜ ao integrados no portal. As ac ˜ es podem ser direcionadas para agentes da rede e da comunidade via portal de avaliac ¸a ¸o o aperfeic ¸ oamento permanente.9 Fluxo de procedimentos do MAPIDS ˜ o do MAPIDS seguem as etapas de: Os procedimentos de avaliac ¸a ˜ o em avaliac ˜ o de programas sociais para os gestores e agentes de maneira a • Formac ¸a ¸a ˜ o dos objetivos do programa e de sua avaliac ˜ o. 3. Ao mesmo tempo em ˜ es. promover a pactuac ¸a ¸a ˜ o colaborativa das vari´ ˜ o durante a • Definic ¸a aveis e indicadores do modelo de avaliac ¸a ˜ o. • Planejamento. . tomada de decis˜ ao em fluxos de informac ¸a ¸a Os f´ oruns virtuais sobre os resultados alcanc ¸ ados podem ser sistematizados para os diversos ˜ o. A coleta de dados e publicac ˜ o dos resultados para sensibilizac ¸a ¸a ¸a ˜ o. por meio de estrat´ egias e campanhas de orientac ¸a ¸a ˜ o dos resultados obtidos. • Julgamento de valor. experiˆ que se valorizam as vozes dos diversos atores. segundo os indicadores definidos previamente.9 Fluxo de procedimentos do MAPIDS 40 a contribuir para a transparˆ encia e o controle social do programa. a partir dos crit´ erios pactuados. • Realizac ¸a osticos de contexto e elaborac ¸a ˜ o dos crit´ ˜ o de relat´ • Pactuac ¸a erios de an´ alise e produc ¸a orios de an´ alise descritiva. ampliam-se as representac ¸o encias e express˜ oes de cultura do universo investigado. • Elaborac ¸a ˜ o da equipe e coleta de dados. Essa dinˆ divulgac ¸a amica fomenta os espac ¸ os dial´ ogicos que ap´ oiam a ˜ o de avaliac ˜ o de maneira permanente. ˜o e ´ fomentada e dinamizada por meio das estrat´ ˜o A rede de avaliac ¸a egias de comunicac ¸a ˜ o e formac ˜ o dos agentes. formac ¸a ˜ o dos crit´ ˜ o operacional de cada indicador do modelo. • Pactuac ¸a erios e descric ¸a ˜ o dos instrumentos e de um portal para coleta de dados. dados quantitativos e qualitativos. preparac ¸a ˜ o de levantamentos diagn´ ˜ o de projetos sociais. normas pr´ e-estabelecidas.

` s necessidades das audiˆ ˜o e Os procedimentos podem ser adaptados a encias. as condic ¸o ¸ a.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 41 ˜ o dos resultados descritivos da avaliac ˜ o para as diversas audiˆ • Comunicac ¸a ¸a encias.1 Infra-estrutura F´ ısica (IF) ´ considerado segundo as condic ˜ es de localizac ˜ o da O indicador de Infra-estrutura F´ ısica e ¸o ¸a ˜ es de seguranc ˜ o do unidade de pesquisa. software instalado e 1qmecanismos de seguranc equipamentos e do acesso a ¸ a e pri˜ es armazenadas para os cidad˜ ˜ o. via portal para fomentar a rede de avaliac ¸a ˜ o fomentada por f´ • Rede de avaliac ¸a oruns e listas de discuss˜ ao sobre os resultados da ˜ o.10 Descric ¸a Os indicadores do MAPIDS apresentados na Tabela 3.3.10. internas ˜ o. A transparˆ encia do programa e ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 3.10. da ambiˆ encia interna e da universalizac ¸a ˜ o tem como fundamento acesso inclusive para portador de necessidades especiais.2 Infra-estrutura Tecnol´ ogica (IT) ˜ es de uso dos O indicador de Infra-estrutura Tecnol´ ogica tem como dimens˜ oes as condic ¸o ` internet.2). violˆ encia e pobreza (Tabela 3. 3. e externas. Deve ser fomentada a utilizac ˜ o do portal como ve´ ˜o ve´ ıculo de comunicac ¸a ¸a ıculo de comunicac ¸a para possibilitar an´ alises e cruzamentos dos dados do programa de maneira interativa e dinˆ amica. Os programas de inclus˜ referencial de definic ¸a ao digital ˜ es do modelo de e social podem utilizar esse referencial para promover as an´ alises e adaptac ¸o ` s caracter´ indicadores a ısticas espec´ ıficas dos programas. ´ fomentada pelo acesso irrestrito aos resultados de avaliac ˜ o. identificac ˜ o de quest˜ ˜ o e inferˆ avaliac ¸a ¸a oes para investigac ¸a encias e ˜ es como resultado das ana´ • Recomendac ¸o lises. Abrange aspectos de configurac ¸a .1 s˜ ao descritos a seguir como um ˜ o de cada componente dos indicadores. vacidade das informac ¸o aos. 3. moradores de regi˜ oes urbanas e rurais com altos ´ ındices de vulnerabilidade social. usu´ arios de transporte coletivo. A localizac ¸a o princ´ ıpio da acessibilidade para Portadores de Necessidades Especiais (PNEs). com o apoio de avaliadores especialistas e colaboradores da rede. tipos de avaliac ¸a ˜ o.

espac ¸ o f´ ısico destinado para o projeto. espac ¸ o f´ ısico adaptado para portador de ˜ o instaladas seguindo necessidade especial (PNE). ocorrˆ encia policial.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 42 Tabela 3. ferramentas e software adaptados para uso por portador de necessidades especiais (PNEs) ˜ o digital para garanequipamentos e sistemas de identidade e certificac ¸a tir a autenticidade. bem como o ˜ o pol´ n´ ıvel de institucionalizac ¸a ıtica do programa definido pelos instrumentos formais e conselhos institu´ ıdos (Tabela 3. dispositivos espec´ ıficos para ampliar o acesso por pessoas portadoras de necessidades especiais.3. seguranc ¸ a e privacidade ˜ o.3 Infra-estrutura Humana e Social(IH) O indicador de Infra-estrutura Humana e Social abrange as dimens˜ oes de perfil socioeconˆ omico e de habilidades das pessoas envolvidas. instalados. Tabela 3. ferramentas de software. e de atendimento comunit´ ario (Tabela 3. ambiˆ encia interna. ` internet com qualidade compat´ infra-estrutura de rede e acesso a ıvel com a necessidade e a demanda ferramentas de software instaladas e dispon´ ıveis para o uso autˆ onomo ˜ o e criac ˜ o de informac ˜ o. m´ odulos ˜ o espacial. rampas e circulac ¸a padr˜ oes t´ ecnicos e acesso por PNE. instalac ¸o aulicas. . bancos de dados. a ´ rea de vulnerabilidade social.3: Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura Tecnol´ ogica (IT) Dimens˜ oes Hardware Conectividade Software ˜ o geral Descric ¸a ˜ o compat´ equipamentos com configurac ¸a ıvel para o tipo de uso. mobili´ ario adequado para o projeto. ˜ o de f´ localizac ¸a acil acesso.4). conhecimentos e de bens e para a produc ¸a ¸a ¸a culturais e sociais equipamentos.10. registros e portais Acessibilidade Seguranc ¸a ˜o Bases de informac ¸a 3. distribuic ¸a ˜ es el´ ˜ es hidr´ instalac ¸o etricas. Acessibilidade f´ ısica universal Identidade visual largura e velocidade da conex˜ ao.2: Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura F´ ısica (IF) Dimens˜ oes ˜o Localizac ¸a Seguranc ¸a ˜ es F´ Instalac ¸o ısicas ˜ o geral Descric ¸a ˜ o de pessoas. alta concentrac ¸a n´ ıvel de seguranc ¸ a do local: policiamento. m´ bases de informac ¸a ıdias.3). padr˜ oes de identidade visual segundo normas definidas. dos parceiros e da rede social.

5 Gest˜ ao Administrativa (GA) As dimens˜ oes de abrangˆ encia da Gest˜ ao Administrativa representam a gest˜ ao da infraestrutura f´ ısica e material. perfil institucional da rede de parceiros Rede social e de parceiros ˜o Institucionalizac ¸a 3. redes sociais. dos servic sociais. de relacionamentos. experiˆ encia com projetos sociais. de prestac ¸a ¸ os de apoio e de atendimento comunit´ ario.10. fluxos de informac ¸a Documentos formais e regulat´ orios. ´ reas de atuac ˜ o. interesse e ˜o motivac ¸a Escolaridade. lideranc ¸ a e articulac ¸a aria. abrangˆ Tipos de parceiros.5: Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria (IO) Dimens˜ oes Convˆ enios e contratos Orc ¸ ament´ ario ˜ o geral Descric ¸a Instrumentos.6). representatividade institucional. recurso financeiro alocado 3.4 Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria (IO) ` s condic ˜ es em que cada unidade O indicador de Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria diz respeito a ¸o ˜ o e de parceiros (Tabela 3.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 43 Tabela 3. convˆ enios e parcerias de fomento Orc ¸ amento elaborado e aprovado. de acom˜ o (Tabela 3. bolsistas e usu´ arios. de projetos ˜ o de contas. a ¸a encia das parcerias e das ˜ o da rede.4: Dimens˜ oes do indicador de Infra-estrutura Humana e Social (IH) Dimens˜ oes Perfil social Habilidades ˜ o geral Descric ¸a Perfil socioeconˆ omico dos gestores. tecnol´ ogica. financeira. ˜ o comunit´ habilidades de gest˜ ao. conhecimentos e habilidades de inclus˜ ao digital e social. panhamento e avaliac ¸a .5).3. gestores e executivos.10. humana. elabora o plano orc ¸ ament´ ario com as respectivas fontes de captac ¸a Tabela 3. conselhos deliberativos.

(5) Mobili´ ario em boas condic ¸o Controle patrimonial e do almoxarifado. (3) Fluxo financeiro e de desembolso.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 44 Tabela 3. (4) Material de consumo fornecido. (3) registro de contratos e servic ¸ os firmados. Tabela 3. (2) Instalac ˜ es limpas. (4) mem´ oria de fluxos. (3) Prestac ¸a tas (1) Rede de parceiros. (4) Recursos humanos para atendimento a PNEs. (2) documentos normativos. (6) Servic ¸ os de vigilˆ ancia ˜ o t´ (1) Assistˆ encia e manutenc ¸a ecnica regular e satisfat´ oria. (3) Projetos realizados. (2) Metas definidas. (3) (1) Instalac ¸o ¸o ˜ es.6: Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao Administrativa (GA) Dimens˜ oes Recursos f´ ısicos e materiais Recursos tecnol´ ogicos ˜ o geral Descric ¸a ˜ es em funcionamento normal.10. (5) Avaliac ¸o mento. (2) Infraestrutura de cabeamento e conex˜ ao de boa qualidade. (3) Orc ¸ amento aprovado e executado Sustentabilidade financeira . (3) Recursos humanos para atendimento comunit´ ario. (1) Manuais de servic ¸ os elaborados. (6) relat´ orios (4) modelos de contratos e documentos (1) Planos definidos. (4) Ferramentas de software e ˜ es (6) ambientes disponibilizados (5) Bases de dados e de informac ¸o ˜ o da rede e de equipamentos (8) Per´ Suporte t´ ecnico (7) Manutenc ¸a ıodo de disponibilidade para uso ˜ es voltadas para a qualidade e motivac ˜ o.7: Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao Financeira e de Sustentabilidade (GF) Dimens˜ oes Contabilidade ˜ o geral Descric ¸a (1) Contabilidade organizada.7). (2) Planos financeiros e de orc ¸ amento ˜ o de conelaborados. Tipos de parceiros. (4) ˜ es dos projetos. (2) Cadeias produtivas para desenvolvimento econˆ omico local e sustent´ avel.6 Gest˜ ao Financeira e de Sustentabilidade (GF) As dimens˜ oes de abrangˆ encia da Gest˜ ao Financeira e de Sustentabilidade representam a ˜ o das redes de parceiros e de cadeias producontabilidade e fluxo financeiro com a identificac ¸a tivas para o desenvolvimento local (Tabela 3. (3) Equipamentos atualizados e em quantidade suficiente. (6) Projetos em andaProjetos conclu´ ıdos. (2) Avaliac ˜ o perma(1) Ac ¸o ¸a ¸a nente dos gestores e bolsistas.3. (7) Projetos novos Pessoas ˜ o e registro Informac ¸a Projetos sociais 3.

debates e diagn´ osticos propositivos (1)Planos e projetos participativos. opini˜ (1) Espac ¸ os p´ ublicos de manifestac ¸a oes. Participativa e de Cidadania representam as ˜ o e comunicac ˜ o. (3) Planos e instru(1)Avaliac ¸a ¸a mentos definidos. executivas e conselhos comunit´ arios. as redes de informac ¸a ¸a ¸a ˜ o da comunidade nos conselhos deliberativos e o planejamento controle social pela participac ¸a e gest˜ ao participativa de projetos sociais.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 45 3. (2) Rede social e co(1) Redes de informac ¸a ¸a ˜ es publicadas no portal munidades virtuais.10. cultural e social (GC) As dimens˜ oes de abrangˆ encia da Gest˜ ao de Conhecimento Tecnol´ ogico.9). (6) Relat´ orios publicados 3. (3) Abrangˆ encia tem´ atica dos projetos sociais ˜ o e comunicac ˜ o criadas. Cient´ ıfico. comunicac ˜o c ¸a ¸a ˜ o. de ac ˜ es de capacitac ˜ o e de gest˜ e Social representam as ac ¸o ¸a ¸o ¸a ao de ˜ es e conhecimentos conte´ udos. (3) Informac ¸o ˜ o e levantamento de demandas locais. Participativa e de Cidadania (GS) Dimens˜ oes Audiˆ encias Projetos sociais Redes de informa˜ o. dos projetos sociais tem´ aticos e da gest˜ ao das bases de informac ¸o ` s ac ˜ es do programa (Tabela 3. redes sociais em comunidades reais e virtuais. (2) Instalac ˜ o de (1) Articulac ¸a ¸a instˆ ancias deliberativas. Tabela 3. ˜ o continuada (2)Avaliac ˜ o participativa. Cultural ˜ es de produc ˜ o de materiais. avaliac ˜ o.10. para apoio a ¸o . (5) Dados coletados.7 Gest˜ ao Social. Participativa e de Cidadania (GS) As dimens˜ oes de abrangˆ encia da Gest˜ ao Social. (4) Indicadores levantados.3. cient´ ıfico.8: Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao Social.8 Gest˜ ao de Conhecimento Tecnol´ ogico. repreParticipac ¸a sentatividade ˜o Avaliac ¸a ˜ o geral Descric ¸a ˜ o. (2) Abrangˆ encia social.

(2) Abrangˆ encia tem´ atica das ˜ es. (4) Servic ¸ os de atendimento/tutoria ˜ o. universalizac ¸a ¸o Tabela 3. de maneira segura e com privacidade disponibilizados identidade u para o cidad˜ ao ˜ o social das minorias. (3) Acesso a ponibilizado. (1) Atividades realizadas para a integrac ¸a segmentos exclu´ ıdos e protadores de necessidades especiais. usabilidade e seguranc ¸ a. (2) ˜ o do conhecimento e saberes locais. (2) Acesso livre e ` Internet disgratuito ao computador garantidos ao cidad˜ ao.3. de seguranc ¸ a dos servic ¸ os e da ˜ o do acesso a informac ˜ es (Tabela 3. Cultural e Social (GC) Dimens˜ oes ˜o Capacitac ¸a ˜ o geral Descric ¸a (1) Materiais disponibilizados. das ciˆ Universalizac ¸a encias e artes ˜ o das identidades culturais e da diversidade com a valorizac ¸a Acessibilidade tecnol´ ogica Acessibilidade e seguranc ¸a servic ¸ os ˜o Universalizac ¸a conhecimento do .9 Resultados de Acessibilidade (RA) As dimens˜ oes de abrangˆ encia do indicador de Resultados de Acessibilidade (RA) cor` s condic ˜ es de acessibilidade f´ responde a ¸o ısica.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 46 Tabela 3. ˜ es e acervos de bibliote(2) Servic ¸ os de acesso universal a informac ¸o ˜ es e cas digitais. (3) Servic ¸ o gratuito para armazenamento de informac ¸o ´ nica. (3) bolsistas e multiplicadores. Cient´ ıfico. (5) Ferramentas e software instalados de acordo com padr˜ oes e normas de acessibilidade e de usabilidade de ˜ es para o cidad˜ (1) Servic ¸ os. produc ¸a ¸a ¸a culturais e sociais. conhecimento e de bens para o uso. servic ¸ os de e-gov segundo padr˜ oes e normas de acessibilidade. ˜ o e troca de conhecimentos (3) Privacidade e seguranc ¸ a.10). (2) ˜ es f´ ˜ es e normas de acesInstalac ¸o ısicas e sanit´ arias segundo especificac ¸o sibilidade.10. (3) Transporte coletivo e p´ ublico de f´ acil acesso (1) Infra-estrutura tecnol´ ogica adequada e dispon´ ıvel. informac ¸o ao. portais. (2) Servic (1) Facilidade de acesso a informac ¸a ¸ os disponibilizados.9: Dimens˜ oes do indicador de Gest˜ ao de Conhecimento Tecnol´ ogico. (4) Ferramentas e software livre instalados e dispon´ ıveis ˜ o e criac ˜ o de informac ˜ o. (4) Interac ¸a ˜ o e conhecimentos sistematizados e dispon´ (1) Informac ¸a ıveis para os participantes da rede (2) Relat´ orios produzidos e organizados (3) Abrangˆ encia tem´ atica do conhecimento produzido e sistematizado Portal ˜o Bases de informac ¸a e conhecimentos 3.10: Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Acessibilidade (RA) Dimens˜ oes Acessibilidade f´ ısica ˜ o geral Descric ¸a (1) Acessibilidade f´ ısica para portador de necessidades especiais. tecnol´ ogica. (4) Capacitac ˜ o para a capacitac ¸o ¸a comunidade.

3. comunidades de pr´ (1) Participac ¸a aticas e de aprendi˜ o ativa em redes de produc ˜ o colaborativa. uso autˆ onomo na resoluc ¸a inovador e sustent´ avel (Tabela 3.11). identidades culturais e recursos ambientais 2. (2) Uso autˆ onomo das TICs e do software livre. Uso inovador e sustent´ avel 3. (5) Uso de correio ˜ o e interac ˜o eletrˆ onico para comunicac ¸a ¸a ˜ es e dos servic ˜ o de (1) Uso autˆ onomo das informac ¸o ¸ os na resoluc ¸a problemas. preservando valores.10. Uso social 4. Tabela 3. uso social e colaborativo. renda ou benef´ Sociais (RO) correspondem a ¸o ıcio pessoal gerado pelo programa (Tabela 3. (3) Uso ˜ o e publicac ˜ o de informac ˜ es e coautˆ onomo das TICs para a produc ¸a ¸a ¸o nhecimentos ˜ o em redes sociais. (2) Uso ˜ es e servic de informac ¸o ¸ os de e-gov. uso mental.12).(3) Acesso e pesquisa na internet e ˜ o das TICs na resoluc ˜o em acervos de bibliotecas digitais. Uso aplicado ˜ o geral Descric ¸a (1) Uso das TICs e do software livre para uso pessoal e lazer.10.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 47 3. Uso autˆ onomo 3.11 Resultados de Oportunidades Econˆ omicas e Sociais (RO) As dimens˜ oes de abrangˆ encia do indicador de Resultados de Oportunidades Econˆ omicas e ` s condic ˜ es de trabalho. (2) Uso das TICs na soluc ¸a nho social e comunit´ ario. (4) Aplicac ¸a ¸a de problemas do cotidiano para benef´ ıcio pessoal. zagem virtual (2) Participac ¸a ¸a ˜ o de rotinas e servic (3) Institucionalizac ¸a ¸ os com o uso das TICs para melhorias de processos e benef´ ıcios da rede social ˜ o de novos problemas e de soluc ˜ es colaborativas com (1) Identificac ¸a ¸o ˜ o de problemas para o gao uso das TICs.11: Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Habilidades para Inclus˜ ao Digital e Social (RH) Dimens˜ oes 1. .10 Resultados de Habilidades para Inclus˜ ao Digital e Social (RH) As dimens˜ oes de abrangˆ encia do indicador de Resultados de Habilidades para Inclus˜ ao ` s habilidades de uso das TICs para uso aplicado ou instruDigital e Social (RH) corresponde a ˜ o de problemas e no trabalho.

congressos. empresas recuperadas ou geradas pelos trabalhadores) associac ¸o ˜ es em rede de cooperac ˜ o e de parcerias na soluc ˜ o de proble(1) Ac ¸o ¸a ¸a ˜ o de cadeias de relacionamentos mas e ganhos sociais. Constituic ¸a e de servic ¸ os de atendimento ao cidad˜ ao ˜ es representativas pelos conselhos comunit´ (1) Ac ¸o arios. de acesso a ¸o ¸a ˜ o e representatividade em conselhos. f´ oruns. cooperativas. de ao cidad˜ ao. (2) Oferta/demanda ampliadas. de comportamento. (2) ˜ o em conselhos comunit´ Participac ¸a arios. C´ odigo de Defesa do Consumidor.12: Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Oportunidades Econˆ omicas e Sociais(RO) Dimens˜ oes Trabalho. (2) Mudanc ¸ as sociais. (3) Mudanc ¸ a e/ou benef´ ıcio pessoal identificado qualitativamente ´ rea de abrangˆ (1) Mudanc ¸ as ocorridas na a encia da unidade.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 48 Tabela 3. melhoria da qualidade de vida ˜ o de renda por meio da produc ˜o e e de recursos ambientais. organizac ˜ es sociais participac ¸a ¸o ¸o comunit´ arias e empreendimentos sociais solid´ arios e autogestion´ arios (Tabela 3.13: Dimens˜ oes do indicador de Resultados de Participac ¸a atica e Cidad˜ a (RP) Dimens˜ oes Cidadania ˜ o geral Descric ¸a ` legislac ˜ o vi(1) Uso dos servic ¸ os e sistemas de e-gov (2) Acesso a ¸a gente: estatudo do Idoso. (3)Convˆ enios e parcerias estabelecidas Relacionamentos ˜ o Democr´ 3. ˜ es. de servic ¸ os de atendimento ` s informac ˜ es e a ` legislac ˜ o vigente sobre direitos e cidadania.12 Resultados de Participac ¸a atica e Cidad˜ a (RP) ˜ o Democr´ As dimens˜ oes de abrangˆ encia do indicador de Resultados de Participac ¸a atica e Cidad˜ a (RP) corresponde ao acesso e uso aos servic ¸ os de e-gov. (3) Gerac ¸a ¸a ˜ o de bens ou servic ˜ o e recuperac ˜ o de emcomercializac ¸a ¸ os.13). Estatuto ˜ o Federal. instituic ¸o ¸o sociais. ONGs e outras ˜ es em rede de cooperac ˜ o e de parcerias em empreendimentos (1) Ac ¸o ¸a econˆ omicos autogestion´ arios e solid´ arios ˜ o e repreParticipac ¸a sentatividade social Autogest˜ ao de empreendimentos econˆ omicos e sociais . (2) Identificac ¸a produtivos de bens ou servic ¸ os. Garantia de direitos da Crianc ¸ a e do Adolescente. associac ˜ es.10. atividades ˜ es e representac ˜ es volunt´ arias em parceria com o governo. (4) Gerac ¸a ¸a preendimentos econˆ omicos solid´ arios e autogestion´ arios (cooperativas.3. ˜ o Democr´ Tabela 3. renda ou benef´ ıcio pessoal Desenvolvimento local ˜ o geral Descric ¸a (1) Trabalho/renda oportunizados ou gerado.

(2) (1) Indices de analfabetismo. (4) saneamento b´ asico (1) Acesso p´ ublico e seguranc ¸ a.10. associac ˜ es de moradores (1) sindicatos. (2) Redes de cadeias produtivas.15). reciclagem. salas de teatro.15: Dimens˜ oes do indicador de Desenvolvimento Social da Unidade (DU) Dimens˜ oes Conte´ udos Rede social Projetos sociais ˜ o geral Descric ¸a (1) Portal e conte´ udos gerados e sistematizados (1) Comunidade atendidade (2) Parceiros (1) Projetos realizados (2) Abrangˆ encia tem´ atica . (4) Acessibilidade para estrutura de comunicac ¸a PNEs (1) Empreendimentos econˆ omicos solid´ arios. da qualidade de vida e sustentabilidade ambiental e social na regi˜ ao de entorno das unidades instaladas (Tabela 3. espac ¸ os de arte.14). (3) bibliotecas.14: Dimens˜ oes do indicador de Desenvolvimento Social de Contexto (DC) Dimens˜ oes ˜o Educac ¸a Sa´ ude ˜ o geral Descric ¸a ´ ˜ o. (3) agricultura familiar. com´ ercio local) ˜ o do meio ambiente (1) coleta seletiva. ponibilizados.10. parques. associac ¸o ¸o Infra-estrutura urbana/rural Emprego e Renda Cultura e Lazer Qualidade de vida e meio ambiente Representatividade pol´ ıtica 3. da educac ¸a da seguranc ¸ a. zool´ ogico. evas˜ ao e reprovac ¸a m´ ıdias comunit´ arias. escolaridade. audit´ orios. corresponde a ¸ as observadas nas dimens˜ oes da gerac ¸a ude.3. preservac ¸a ˜ es. rede social articulada no a Tabela 3. (2) posto de sa´ ude. (4) correios. projetos. da sa´ ˜ o. (3) infra˜ o e acesso a internet. ONGs. prac ¸ as. comunidade atendida. (5) escolas ˜ o prim´ ˜ o com o Pro(1) ´ Indices de efetividade na atenc ¸a aria e integrac ¸a grama Sa´ ude na Fam´ ılia.10 Descric ¸a ˜ o dos Indicadores do MAPIDS 49 3. clubes. atividades e servic ¸ os disˆ mbito da unidade (Tabela 3. (2) infra-estrutura vi´ aria. (1) Prrogramas e atividades culturais e desportivas (2) Co-presenc ¸ a (salas de cinema.14 Desenvolvimento Social da Unidade (DU) As dimens˜ oes de abrangˆ encia do indicador de Desenvolvimento Social da Unidade (DU) corresponde aos conte´ udos gerados. Tabela 3. (3) agentes de sa´ ude e assitentes sociais.13 Desenvolvimento Social de Contexto (DC) As dimens˜ oes de abrangˆ encia do indicador de Desenvolvimento Social de Contexto (DC) ` s mudanc ˜ o de renda.

3. mudanc ¸ as observadas (1) Oportunidades e expectativas evidenciadas ˜ es para aplicac ˜ o do MAPIDS em outros 3. Os processos de implantac ˜o mudanc ¸ as atitudinais no cotidiano das pessoas e das organizac ¸o ¸a ˜ o e o suporte das TICs e das redes sociais dos programas podem ser elaborados com a integrac ¸a ´ focada no desenvolvimento das pessoas.16.11 Considerac ¸o ¸a ˜ es para aplicac ˜ o do MAPIDS em outros contextos de programas sociais 50 3. As rotinas e tarefas informacionais. satisfac ˜ o e bem-estar conforme descrito na programa no que diz respeito a ¸a Tabela 3.16: Dimens˜ oes do indicador de Desenvolvimento Social do Indiv´ ıduo (DI) Dimens˜ oes ˜o Satisfac ¸a Qualidade de vida ou bem-estar Mudanc ¸ as econˆ omicas s´ ocio˜ o geral Descric ¸a (1) Direitos e servic ¸ os b´ asicos de atendimento ao cidad˜ ao. desenvolvimento sustent´ avel e de preservac ¸a ˜ o. Tabela 3. Os problemas identificados envolvem mudanc de uma organizac ¸a ¸ as atitudinais e culturais o que significa que seus resultados nem sempre podem ser observados ou quantificados no prazo ˜ o de grandes invesdesejado. Nesses programas. O MAPIDS apresenta em seu processo metodol´ ogico a possibilidade de alinhar os pro˜ o digital e do uso dos recursos informacionais para gerar cessos educacionais de alfabetizac ¸a ˜ es.15 Desenvolvimento Social do Indiv´ ıduo (DI) As dimens˜ oes de abrangˆ encia do indicador de Desenvolvimento Social do indiv´ ıduo (DI) ` s mudanc ˜ es observadas nos individuos diretamente atendidos pelo corresponde a ¸ as e contribuic ¸o ` qualidade de vida. A aprendizagem e . os modelos tradicionais exigiriam a mobilizac ¸a ´ reas de abrangˆ timentos e de pessoas especialistas que nem sempre est˜ ao dispon´ ıveis nas a encia dos programas.10.11 Considerac ¸o ¸a contextos de programas sociais A possibilidade de ampliar o alcance dos benef´ ıcios proporcionados pelas TICs para o enfrentamento das desigualdades sociais torna a abordagem educacional e orientada ao partici˜ o do MAPIDS em outros contextos de programas sociais. (2) ˜ o com os resultados e mudanc Satisfac ¸a ¸ as observadas (1) Expectativas atendidas. esses progrados recursos ambientais s˜ ao exemplos de possibilidade de aplicac ¸a ˜ o e participac ˜ o da comunidade ou das pessoas mas s˜ ao caracterizados pela sua forte interac ¸a ¸a ˜ o. Em geral. pante recomend´ avel para a aplicac ¸a ˜ o de programas na a ´ rea de sa´ ˜o A implantac ¸a ude.

O conte´ udo conceitual e metodol´ ogico da avaliac ¸a tado para qualificar os processos e as pessoas e promover a capacidade de julgamento cr´ ıtico ˜ es e resultados obtidos. Potencializam-se as redes sociais no contexto do programa sobre as ac ¸o ˜ es para articular o enfrentamento dos problemas encontrados e para o redirecionamento das ac ¸o ˜ o.11 Considerac ¸o ¸a ˜ es para aplicac ˜ o do MAPIDS em outros contextos de programas sociais 51 do processo organizacional ou do cotidiano das pessoas s˜ ao otimizadas e potencializadas pelo ˜o e ´ trauso das ferramentas informacionais. durante a sua execuc ¸a .3.

1 Descric ¸a ´ uma ac ˜ o do Governo Federal que tem por objetivo o desenvolO Projeto Casa Brasil e ¸a ˜ o e uso autˆ vimento social a partir da apropriac ¸a onomo das TICs e da inclus˜ ao digital. a jeto tem como objetivo promover a gerac ¸a ¸a ˜ o da ciˆ ˜ o de informac ˜ o e conhecimentos. O Projeto Casa Brasil n˜ ao leva somente computadores e conectividade para uma localidade. ˜ o Geral do Projeto Casa Brasil 4. a ampliac ˜ o da cidadania. O objetivo e ˜ o pr´ ˜ o do modelo e dos aplicac ¸a atica em um caso real e analisar a possibilidade de replicac ¸a ´ rea de avaliac ˜ o de programas sociais de procedimentos em outros contextos e estudos na a ¸a inclus˜ ao social e digital. em a encia nacional e ˜ o iniciada h´ teve sua execuc ¸a a cerca de trˆ es anos estando atualmente com 76 unidades instaladas. O Pro˜ o de trabalho e renda. Cada Unidade do Projeto Casa Brasil. ´ dedicado ao relato e an´ O cap´ ıtulo e alise dessa experiˆ encia. Inicialmente previsto para instalac ¸a orio ´ reas de baixo desenvolvimento humano. onde os cidad˜ aos tˆ em a liberdade de se organizar e decidir. O Projeto permite que a comunidade transforme a unidade em um espac ¸ o p´ ublico. via conselho gestor. Depopularizac ¸a encia e da arte. vocac ¸o na perspectiva do desenvolvimento sustent´ avel. ˜ o governamental de a ˆ mbito federal. o acesso e a produc ¸a ¸a ver´ a criar e consolidar as redes sociais e parcerias para o desenvolvimento sustent´ avel local nas regi˜ oes de abrangˆ encia das unidades instaladas (Brand˜ ao et al. o Projeto e ´ de abrangˆ nacional..52 4 ˜ o do MAPIDS no Projeto Aplicac ¸a Casa Brasil ˜ o da aplicac ˜ o dos princ´ Neste cap´ ıtulo apresentamos uma descric ¸a ¸a ıpios e procedimentos ´ evidenciar a sua metodol´ ogicos propostos pelo MAPIDS ao Projeto Casa Brasil. com O Projeto Casa Brasil foi escolhido por ser uma ac ¸a ˜ o complexa de equipamento p´ uma configurac ¸a ublico para projetos de inclus˜ ao digital em con˜ o de 90 unidades em todo o territ´ textos comunit´ arios. os rumos das atividades ˜ es e valores locais. como . 2005). que s˜ ao programadas e desenvolvidas segundo suas necessidades.

Os objetivos declarados do Projeto s˜ ao: ˜ o competente e e ´ tica das tecnologias e do • formar e qualificar o cidad˜ ao para a apropriac ¸a conhecimento. ˜ es para os problemas do cotidiano das pessoas e da comunidade com o uso • criar soluc ¸o ˜ o e Comunicac ˜ o. direitos humanos. sala de leitura. da cultura e da arte. ´ composta de seis ou sete m´ Cada unidade Casa Brasil e odulos. capacitac ˜ o para todo o territ´ em a ¸a orio nacional. e ˜ o tecnol´ ˜ o da ciˆ ˜ o de inserc ¸a ogica. das Tecnologias de Informac ¸a ¸a ˜ o e mobilizac ˜ o autˆ • estimular a organizac ¸a ¸a onoma da comunidade local. audit´ orio. 2005b. estimulando o lazer. integrando-a com ˜ es locais. laborat´ orio de ˜ o de computadores e/ou laborat´ ˜ o da ciˆ montagem e configurac ¸a orio de divulgac ¸a encia. entre outros. por meio da articulac ¸a ˜ es que incluem comunicac ˜ o comunit´ v´ arias tem´ aticas e ac ¸o ¸a aria. a diversidade. a divulgac ¸a encia. governo eletrˆ onico. com grande um recorte s´ ocio-econˆ omico da populac ¸a ˜ o de pobreza e exclus˜ concentrac ¸a ao social. cultura local. ˜ o e express˜ • proporcionar um espac ¸ o para manifestac ¸a ao art´ ıstica e cultural. conectividade O sucesso do Projeto Casa Brasil depende da criac ¸a ´ reas remotas. O Projeto foi concebido para a instalac ¸a ˜ o das unidades foi realiBrasil em todo territ´ orio nacional (CNPq.1 Descric ¸a ˜ o Geral do Projeto Casa Brasil 53 ´ proposto para promover a cidadania. alfabetizac ¸a leitura. num espac ¸ o m´ ınimo de 300 m² a saber: . 2005a). conhecimento livre. a cultura e o conv´ ıvio social. suporte t´ ecnico e gest˜ ao efica˜ o comunit´ ˜ es sistem´ zes. software livre.4. As Unidades Casa Brasil s˜ ao caracterizadas por possu´ ırem estrutura modular com telecentro. a espac ¸ o comunit´ ario de uso gratuito e acesso irrestrito. comunidades e parceiros institucionais para promover o deoutras organizac ¸o senvolvimento social sustent´ avel. os potenciais locais e regionais. economia ˜o e solid´ aria. oficina de r´ adio comunit´ aria. ˜ o de infra-estrutura. o meio ambiente e as redes sociais. est´ udio multim´ ıdia. de maneira a promover oportunidades de trabalho e renda para o desenvolvimento social sustent´ avel. A selec ¸a zada por chamada p´ ublica para compor uma amostra estratificada nacional representativa de ˜ o em a ´ reas de vulnerabilidade social. articulac ¸a aria para o desenvolvimento sustent´ avel local e avaliac ¸o aticas ˜ o de 90 Unidades Casa (Brand˜ ao & Tr´ occoli. de maneira a valorizar as identidades. 2006).

˜o e ´ proposta fundamentada e justificada para apoiar a reflex˜ Portanto. • uma sala de leitura aberta a ˜ o de conte´ ˜ o e difus˜ ˜o • um laborat´ orio multim´ ıdia para a criac ¸a udos. ˜ o abrangente que considere a Um projeto dessa natureza demanda um modelo de avaliac ¸a diversidade de contextos e indicadores estrat´ egicos para o conhecimento plural da realidade nacional e para a tomada de decis˜ oes sobre os rumos do projeto e sobre as pol´ ıticas p´ ublicas de ˜ o devem promover a aprendizagem cominclus˜ ao digital. • um laborat´ orio de montagem. cada uma.1 Descric ¸a ˜ o Geral do Projeto Casa Brasil 54 ˜o e • um telecentro com 20 microcomputadores para uso livre pela comunidade. alternativamente. A participac ¸a ao pela ´ garantida por um Conselho Gestor composto por cidad˜ comunidade e aos da comunidade. capacitac ¸a ao da produc ¸a e bens culturais.1. as estrat´ egias de avaliac ¸a ˜ o comunit´ partilhada e o empoderamento local. capacitac ¸a oficinas especializadas. a partir ˜ o. ˜ o da ciˆ • um laborat´ orio de divulgac ¸a encia e. ˜ o e difus˜ ˜ o comunit´ • uma oficina de r´ adio comunit´ aria para a produc ¸a ao de comunicac ¸a aria. com um parceiro estrat´ egico que deve abrigar e garantir ˜ o e gest˜ o funcionamento da Casa por um per´ ıodo m´ ınimo de trˆ es anos. 4. ˜ o de computadores. 2007). O Comitˆ acompanhamento da implementac ¸a e Gestor inclui em sua ˜ o representantes dos o ´ rg˜ composic ¸a aos da Casa Civil da Presidˆ encia da Rep´ ublica. reciclagem e configurac ¸a As Unidades contam. do Comitˆ e Gestor e do Comitˆ e Executivo do Projeto Casa Brasil. • um audit´ orio para atender um p´ ublico m´ ınimo de 50 pessoas. da Secretaria . ´ respons´ O Comitˆ e Gestor e avel pelo estabelecimento das diretrizes gerais de gest˜ ao e do ˜ o e desempenho do Projeto. por meio da apropriac ¸a aria do espac ¸ o p´ ublico e ˜ es de gest˜ das ac ¸o ao comunit´ aria.1 Estrutura Organizacional A gest˜ ao estrat´ egica do Projeto foi institu´ ıda por Decreto Presidencial em 10/03/05. no a ˆ mbito da Casa Civil da Presidˆ da criac ¸a encia da Rep´ ublica. a avaliac ¸a ao cr´ ıtica ˜ es estrat´ ˆ mbito nacional e para promover o desenvolvimento e permanente das ac ¸o egicas de a ˜ o comunit´ local por meio da articulac ¸a aria e de autogest˜ ao como preconizadas pelo Projeto Casa Brasil (Brand˜ ao & Rˆ ego. ` comunidade. Al´ em disso.4.

da Secretaria de Comunicac ¸a ˜ o. do Minist´ erio ˜ o. O Comitˆ e Executivo inclui em sua ˜ o um representante do Minist´ composic ¸a erio de Ciˆ encia e Tecnologia que o coordena. da Empresa Brasileira de Correios e Tel´ egrafos. Ambos contam com uma Secretaria-Executiva.A. A estrutura ´ apresentada na Figura 4. 2005) . exercida no ˆ mbito do Instituto Nacional de Tecnologia da Informac ˜ o. da Caixa Econˆ omica Federal. do Minist´ ˜ es. represen˜ o de Governo e tantes da Casa Civil da Presidˆ encia da Rep´ ublica.. do Servic ¸ o Federal de Processamento de Dados. do Minist´ erio das Comunicac ¸o nist´ erio da Cultura e do Minist´ erio do Planejamento.A. do Minist´ Comunicac ¸o erio da Cultura. do Banco do Brasil S. ˜ o das deliberac ˜ es e diretriO Comitˆ e Executivo coordena e monitora a implementac ¸a ¸o zes fixadas pelo Comitˆ e Gestor.. do Minist´ erio do Planejamento. Orc ¸ amento e Gest˜ ao. organizacional do Projeto Casa Brasil e Figura 4. para fornecer o apoio t´ a ¸a ecnico e ` s atribuic ˜ es desses Comitˆ administrativo necess´ ario a ¸o es. Orc ¸ amento e Gest˜ ao.. do Minist´ erio da Educac ¸a erio das ˜ es.A. da Centrais El´ etricas S. do Minist´ Gest˜ ao Estrat´ egica da Presidˆ encia da Rep´ ublica. do Instituto ˜ o e da Petrobr´ Nacional de Tecnologia da Informac ¸a as .1 Descric ¸a ˜ o Geral do Projeto Casa Brasil 55 ˜ o de Governo e Gest˜ de Comunicac ¸a ao Estrat´ egica da Presidˆ encia da Rep´ ublica.Petr´ oleo Brasileiro S.1. do Mida Educac ¸a erio de Ciˆ encia e Tecnologia.4.1: Estrutura Organizacional do Casa Brasil (Brand˜ ao et al.

vocacionais e de sustentabilidade. dos resultados e impactos do projeto segundo as diretrizes e deliberac ˜ es determinadas ac ¸o ¸o pelos Comitˆ e Gestor e Executivo do Projeto Casa Brasil. comunicac ¸a ¸a ¸a ˜ es.3 Coordenac ¸a ˜ o Local foca no planejamento. elaborac ˜ o e na gest˜ A Coordenac ¸a ¸a ao participativa dos pro˜ o local e ´ resjetos sociais comunit´ arios articulados com o Conselho Gestor local. uso intensivo de ˜ o e comunicac ˜ o e do software livre. que ap´ oiam as ac ¸o ¸a ¸a das 90 Unidades Casa Brasil. ˜ o Local 4. art´ ısticas. capacitac ¸a ecnicos. articulac ¸a ¸a ˜ o participativa das ac ˜ es. . redes de disseminac ¸a aticas avaliativas participativas e de controle social. ˜ o de conhecimento e cultura. participac ¸a ao comunit´ aria. ˜ o comunit´ ˜ o com parceiros. trˆ es Coordenadores de Capacitac ¸a ¸o ˜ o das a ´ reas de gest˜ ˜ o e de avaliac ˜ o. distribu´ ıdos geograficamente ˜ es de acompanhamento e avaliac ˜ o da implantac ˜o em escrit´ orios regionais. articulac ˜ o com Conselho atendimento e articulac ¸a aria. prestac ¸a ¸ oamento para o desenvolvimento ´ considerada para promoc ˜ o e resgate de valores e identilocal sustent´ avel. A Coordenac ¸a em com 20 ˜ o Continuada e 20 T´ T´ ecnicos de Instruc ¸a ecnicos de Inform´ atica. cinco T´ ˜o coordenac ¸a ao.1. redes de produc ˜ o de conte´ tecnologias de informac ¸a ¸a ¸a udos. proGestor e com lideranc ¸ as locais para promover a gest˜ ao e avaliac ¸a ¸o ˜ o de contas e aperfeic cessos. gest˜ ˜ o de gestoac ¸o ¸a ao da infra-estrutura tecnol´ ogica e de pessoas. ˜ es de tecnologia seguem a filosofia de software livre que d˜ As soluc ¸o ao suporte aos servic ¸ os ˜ es de capacitac ˜ o.1 Descric ¸a ˜ o Geral do Projeto Casa Brasil 56 ˜ o Nacional 4. de capacitac ¸a ¸a ecnicos de Capacitac ¸a ˜ o Nacional conta tamb´ e dois T´ ecnicos Especialistas em Software. ˜ o e articulac ˜ o para desenvolviAs estrat´ egias de gest˜ ao estabelecem redes de mobilizac ¸a ¸a ˜ o e gest˜ mento da autonomia individual e coletiva. capacitac ¸a ˜ o e divulgac ˜ o interna e externa.4. A Coordenac ¸a ˜ o dos m´ ˜ o dos bolsistas e dos t´ pons´ avel pela instalac ¸a odulos e laborat´ orios. ˜ o conta com uma equipe central de 11 pessoas com as seguintes func ˜ es: Essa coordenac ¸a ¸o ˜ o os quais exercem as func ˜ es de um Coordenador Geral. acompanhamento e avaliac ˜ o das res e t´ ecnicos. A realidade local e ¸a dades culturais. com pr´ comunidades de pr´ atica. resultados e impactos.2 Coordenac ¸a ˜ o Nacional do Projeto Casa Brasil e ´ respons´ ˜ o das A Coordenac ¸a avel pela operacionalizac ¸a ˜ es de implantac ˜ o.1. avaliac ˜ o e divulgac ˜ o de resultados de de atendimento comunit´ ario e ac ¸o ¸a ¸a ¸a forma p´ ublica e transparente via portal na internet.

˜ o de gestores e t´ ˜ o e articulac ˜ o da rede social para a gest˜ capacitac ¸a ecnicos. Moodle. Figura 4. como tamb´ em de ferramentas livres e gratuitas. compartilhamento e divulgac ˜ o de informac ˜ es e nidade.1.. segundo os princ´ ıpios do atendimento inclusivo da populac ¸a ˜ es de gest˜ a gest˜ ao participativa e o controle social. 2005) ˜ o f´ ˜ o dos equiA gest˜ ao da infra-estrutura trata das quest˜ oes de adequac ¸a ısica. comunicac ¸a ¸a ao ˜ o do Conselho Gestor.4 Estrutura de Gest˜ ao ˜ o s˜ ˜ es de instalac ˜ o e funcionamento A gest˜ ao e a avaliac ¸a ao integradas para apoiar as ac ¸o ¸a ˜ o com das Unidades Casa Brasil. Portal Casa Brasil. As ac ¸o ao compreendem aspectos relativos ` instalac ˜ o f´ a ¸a ısica das Unidades Casa Brasil.1 Descric ¸a ˜ o Geral do Projeto Casa Brasil 57 4. de instalac ¸a ˜ o e materiais necess´ pamentos. gerenciamento do atendimento da comunidade. parceiros e comunidade promovendo a valorizac ¸a ˜ o dos bolsistas. acompanhamento e avaliac ˜ o continuada dos participativa e constituic ¸a ¸a ˜ o de resultados e impactos. bem como da articulac ¸a ˜ o dos projetos sociais. para a produc ¸a .4. Esses processos s˜ processos para fins de feedback e da avaliac ¸a ao organizados segundo uma estrutura de gest˜ ao apresentada na Figura 4. A gest˜ ˜ o e comparpara a gest˜ ao compartilhada e a realizac ¸a ao da produc ¸a ´ realizada com o suporte de sistemas informacionais tais como tilhamento de conhecimentos e Sistema de Gest˜ ao. como o ˜ o colaborativa. A comunicac ¸a ¸a ¸o ˜ o das identidades experiˆ encias pelos agentes. infra-estrutura tecnol´ ogica. A capacitac ¸a ¸a ˜ o dos agentes gestores e comumateriais pedag´ ogicos e desenvolvimento de projetos de formac ¸a ˜ o sistematiza o registro.2. colaboradores e Conselho Gestor e das redes sociais.2: Estrutura de Gest˜ ao Casa Brasil(Brand˜ ao et al. de redes de comunicac ¸a arios para ˜ o trata da produc ˜ o de o funcionamento das unidades e atendimento comunit´ ario.

˜ o da reO curso teve por objetivo geral oportunizar para os gestores do projeto a percepc ¸a . ˜o Os processos de gest˜ ao envolvem atividades e produtos espec´ ıficos e inclui a identificac ¸a ´ veis. executar. Brasil (SGCB). gest˜ ˜ o dos projetos. locais. na modalidade a ancia. ferramentas e t´ sociais e ¸a ecnicas ` s atividades dos projetos sociais a fim de atender os seus requisitos. adaptac ¸a ¸o ¸o ˜ o pr´ e expectativas dos diversos atores interessados. O modelo define as informac ˜ es b´ ramento e avaliac ¸a ¸o asicas para iniciar.2 Abordagem participante da avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil 58 4. tempo ˜ o das especificac ˜ es. Casa Brasil (SGCB) e o Sistema de Avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil 4. bem como as funcionalidades e servic ¸ os b´ asicos de atendimento a ˜ o de Projetos As potencialidades e demandas locais subsidiam o planejamento e a elaborac ¸a Sociais nas Casas que s˜ ao concebidos de forma articulada com agentes da comunidade local e ´ considerada a partir das demandas e potenciais com outras Casas Brasil. Um modelo para gerenciamento de projetos ´ definido e consiste da aplicac ˜ o de conhecimentos. segundo pr´ aticas ´ definido como um esforc amplamente aplicadas e inovadoras. a definic ¸a evia dos indicadores de monito˜ o dos resultados e impactos. Uma outra caracter´ ıstica de ´ da elaborac ˜ o progressiva que significa o desenvolvimento em etapas.4. ˜ o foi iniciada com a formac ˜ o da equipe da A abordagem educacional e participante da avaliac ¸a ¸a ˜ o Nacional em junho de 2006 e a realizac ˜ o de um Curso de Avaliac ˜ o de Projetos Coordenac ¸a ¸a ¸a ` distˆ Sociais . escopo.5 Gerenciamento de Projetos Sociais A gest˜ ao Casa Brasil adota normas e padr˜ oes de gerenciamento de projetos. 2005). o estabelecimento de objetivos claros e alcanc ¸a balanceamento das demandas conflitantes quanto aos requisitos de qualidade. planejar. monitoramento/controle e encerramento dos processos de: iniciac ¸a ¸a de projetos (PMI.1. A realidade local e ˜ es de planejamento.2 Abordagem participante da avaliac ¸a O Modelo MAPIDS foi aplicado ao Projeto Casa Brasil para analisar os resultados parciais. Um projeto e ¸ o tempor´ ario empreendido para criar produtos. dos planos e da abordagem a ` s diferentes preocupac ˜ es e custo. por meio da integrac ˜o a ¸a ˜ o. servic ¸ os ou resultados exclusivos. n˜ projetos e ¸a ao devendo ser confundido com aumento do escopo do projeto. execuc ˜ o. o das necessidades e demandas locais. Os projetos sociais subsidiam as bases de dados de sistemas informacionais tais como o Sistema de Gest˜ ao ˜ o. planejamento.M´ odulo de Planejamento. A estrutura de gest˜ ao ap´ oia as ac ¸o ao e avaliac ¸a articulados com os Conselhos Gestores e integrando diversos recursos e m´ odulos. habilidades. monitorar e encerrar projetos sociais no Sistema de Gest˜ ao Casa ` comunidade.

2 Abordagem participante da avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil 59 ˜o levˆ ancia do seu papel como avaliador para o sucesso do projeto criando um espac ¸ o de colaborac ¸a ˜ o dos indicadores e planos de avaliac ˜ o para o Projeto Casa Brasil. bem como constru´ ˜ o das didamentos da avaliac ¸a ıram coletivamente a definic ¸a mens˜ oes e vari´ aveis componentes dos indicadores do modelo. ˜ o do A abordagem pedag´ ogica mostrou-se satisfat´ oria a partir dos resultados de avaliac ¸a curso documentados em relat´ orio. com o uso da ferramenta Wiki (Brand˜ ao et al. nos n´ ıveis do contexto social. 25 (43. ˜ o foi desenvolvida com o uso da ferramenta Moodle. O processo envolveu discuss˜ oes em f´ orum ˜ o colaborativa das vari´ e a construc ¸a aveis componentes dos indicadores do modelo. Essa excoletiva dos objetivos e vari´ aveis do modelo de avaliac ¸a ˜ o dos alunos nos f´ periˆ encia evidenciou tamb´ em uma baixa participac ¸a oruns. os conte´ udos utilizados no curso foram bem avaliados pela maioria dos ˜ o positiva pode indicar que e ´ poss´ alunos. os 20 T´ ˜ o Continuada e 20 T´ membros da Coordenac ¸a ecnicos de Instruc ¸a ecnicos de Inform´ atica. especialmente porque os elementos conceituais do modelo de ˜ o e dos aspectos e ´ ticos puderam ser desenvolvidos junto com uma reflex˜ ˜o avaliac ¸a ao e construc ¸a ˜ o do Projeto Casa Brasil.8%) conclu´ ıram o curso ˜ o. promovido como curso de extens˜ ao pela UnB. especialmente ˜ o Continuada. observou-se que havia percepc ¸o ˜ o e compreens˜ que puderam ser evidenciadas e pactuadas por uma construc ¸a ao comum nos ˜ o final. como tamb´ em dos indicadores de cada um dos m´ odulos componentes da Casa Brasil. O ingresso no curso foi livre e n˜ ao obrigat´ orio. desde que se utilize estrat´ egias de ensino/aprendizagem adequadas ao perfil do sujeito da aprendizagem.. A evas˜ e alcanc ¸ aram m´ edia para aprovac ¸a ao foi maior para os os T´ ecnicos de Inform´ atica que ingressaram no curso uma semana ap´ os o ingresso no Projeto Casa Brasil o que gerou certa dificuldade para acompanhar o curso. O curso foi elaborado para atender aos agentes gestores do Projeto Casa Brasil e aos re˜ es Parceiras para acompanhar e avaliar as ac ˜ es realipresentantes indicados pelas Instituic ¸o ¸o zadas nas Unidades de sua abrangˆ encia e responsabilidade. A equipe capacitada envolveu os ˜ o Nacional. dos indiv´ ıduos e da Unidade. ˜ es distintas sobre os objetivos do projeto Durante o curso. Do total de 57 alunos efetivamente matriculados. conforme pode ser observado no Apˆ f´ oruns do curso e na consolidac ¸a endice 1. Esse padr˜ dos T´ ecnicos de Instruc ¸a ao de comportamento para os T´ ecnicos de ˜ o Continuada pode comprometer a mobilizac ˜ o e o compartilhamento de conhecimenInstruc ¸a ¸a . 2005). De forma geral.4. Essa avaliac ¸a ıvel apresentar conte´ udos complexos ˜ o para p´ e densos em cursos de curta durac ¸a ublicos n˜ ao-especialista. num curso de extens˜ ` A formac ¸a ao a distˆ ancia em Avaliac ¸a odulo de Planejamento. de 36 ˜ o de Programas Sociais Casa Brasil – M´ horas. Durante a para a definic ¸a ¸a ˜ o os participantes realizaram atividades relacionadas a ` aprendizagem formal dos funcapacitac ¸a ˜ o de programas.

efic´ acia e efetividade social almejadas (Januzzi. Portanto. devem ser pass´ ıveis de observac ¸a expl´ ıcitos. coerentes com o projeto. resultados e mudanc tivos de resultados. Essas definic ¸o ıdas a partir da compreens˜ ao do grupo sobre os conceitos de eficiˆ encia. definidos em func ¸a ¸ as desejadas a partir ˜ o do projeto ou m´ ` s mudanc da intervenc ¸a odulo. Esse debate . Os objetivos operacionais. denominados de objetivos conceituais. Os objetivos conceituais s˜ ao. objetivos intermedi´ arios. A avaliac ¸a ˜ o colaborativa (MCT/SECIS – ITI. obje˜ o dos produtos. ˜ es consOs objetivos operacionais.2 Definic ¸a aveis do modelo de avaliac ¸a ˜ o das O modelo MAPIDS foi consolidado para o Projeto Casa Brasil a partir da definic ¸a ˜o vari´ aveis componentes dos indicadores do modelo e de suas escalas e crit´ erios de avaliac ¸a ˜ es foram constru´ (Apˆ endice 4). 2001). referentes a ¸ as esperadas para o desenvolvimento sustent´ avel local e regional. ˜ o de vari´ ˜ o Casa Brasil 4.1 Definic ¸a Os objetivos declarados nos documentos oficiais do Projeto Casa Brasil (CNPq.2 Abordagem participante da avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil 60 ˜ o e produc ˜ o coletiva pelo projeto. e objetivos de inclus˜ ao social. Os obtitutivos e sua intenc ¸a ¸a ˜ o. s˜ ao descritos por seus elementos e informac ¸o ˜o e ´ refletir uma traduc ˜ o operacional dos objetivos conceituais. em geral. referentes jetivos conceituais e operacionais s˜ ao divididos em: objetivos de implementac ¸a ` infra-estrutura necess´ a aria para in´ ıcio e funcionamento do projeto. que podem ser traduzidos em julgamentos de valor consistentes e v´ alidos. foram as bases da avaliac ¸a redefinidos e traduzidos em objetivos operacionais. Esses objetivos. por´ em n˜ ao necessariamente ˜ o. 2005b) (CNPq. ˜ o colaborativa dos objetivos do projeto 4. 2005a) e pelos stakeholders. O Apˆ endice 1 apresenta a consolidac ¸a ¸o operacionais do Projeto Casa Brasil.2. resultados ou dados.2. os m´ tos para a construc ¸a ¸a etodos devem incentivar e promover essa pr´ atica colaborativa. os quais foram levantados e definidos para se estabelecer ˜ o do Projeto. por meio de comportamentos por outro lado. atendem aos requisitos necess´ arios para os prop´ ositos da avaliac ¸a ˜ o e medida. curso confirmou a efetividade da estrat´ egia de construc ¸a ˜ o dessas definic ˜ es de objetivos conceituais e 2006b).4. ˜ o do Projeto Casa Brasil foram levanOs objetivos conceituais e operacionais de avaliac ¸a ˜o a ` distˆ tados e definidos de maneira colaborativa durante o programa de capacitac ¸a ancia em ˜ o de Projetos Sociais Casa Brasil – M´ ˜ o final do Avaliac ¸a odulo de Planejamento. portanto. ˜ o dos processos necess´ definidos em func ¸a arios para alcanc ¸ ar mudanc ¸ as e inclus˜ ao social.

Os participantes foram convidados a elaborar projetos visando promover ac ¸o para modificar a realidade local. .2 Abordagem participante da avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil 61 ` equipe de avaliac ˜ o. Essas vari´ aveis foram utilizadas na elaborac ¸a arios e instrumentos ˜ o do plano de coleta de levantamento de dados.3 Abordagem participante de intervenc ¸a ¸a de Projetos Sociais ˜ o de Projetos Sociais Casa Brasil foi proposta com o uso da plaUma oficina de Elaborac ¸a taforma Moodle e realizada como piloto na Unidade de Itapo˜ a. ˜ o no contexto: Elaborac ˜o 4. Esse ambiente foi utilizado para orientar a elaborac ˜o grupos durante a realizac ¸a ¸a ˜ o em rede no ambiente virtual. Um roteiro foi definido para apoiar lidae do contexto conforme previsto no modelo de avaliac ¸a ˜ o colaborativa durante a oficina semi-presencial (Apˆ as dinˆ amicas de produc ¸a endice 5). durante o Curso de Avaliac ¸a ¸o do Modelo MAPIDS foram compartilhadas e debatidas em f´ orum. avaliac ¸a ˜ o de Projetos Sociais. visando ao desenvolvimento social sustent´ avel no a munidade e do seu entorno. Distrito Federal. sobre os objetivos pactuados e sobre o modelo geral de ˜ es das vari´ indicadores MAPIDS. A partir do entendimento do grupo sobre cada m´ odulo Casa Brasil. desempenho e de efic´ junto a encias e para a definic ¸a acia do Projeto. de forma colaborativa e participativa. Essa abordagem procura estimular o desenvolvimento de projetos comunit´ arios segundo as necessidades locais e associados aos indicadores sociais de vulnerabi˜ o.2. projetos sociais comunit´ arios para a Casa Brasil. de projetos e fomentar a colaborac ¸a A oficina levou em conta a experiˆ encia dos alunos como fator motivador para o desenvolvimento das atividades e levantamento dos problemas. Um aspecto importante desse ´ que as pessoas s˜ m´ etodo e ao valorizadas e s˜ ao estimuladas a contribu´ ırem com o processo de ˜ o favorecendo o seu engajamento no projeto.4. em junho de 2008. Um am˜ o dos biente virtual Moodle foi preparado para apoiar as dinˆ amicas de trabalho e de comunicac ¸a ˜ o da oficina. as definic ˜ es de cada indicador Portanto. A oficina teve por objetivo sensibilizar e preparar as pessoas para elaborar. que considerasse ˆ mbito da coa realidade e o contexto local. deve ser amplamente debatido para que o projeto possa ser verdadeiramente apropriado pelos seus atores a partir de uma compreens˜ ao cr´ ıtica sobre os seus indicadores. A partir dos conceitos ˜ o dos grupos sobre as ac ˜ es alternativas de mudanc foram incentivados debates e a participac ¸a ¸o ¸a ˜ es da realidade. as definic ¸o aveis dos indicadores foram consolidadas em um ˜ o dos question´ banco de dados. como tamb´ em foram utilizadas para a definic ¸a ` s audiˆ ˜ o de medidas de efetividade. Os participantes foram confrontados com a reflex˜ ao sobre o seu papel e responsabilidade sobre as quest˜ oes locais. Ao contr´ n˜ ao poderia ficar restrito aos especialistas ou a ¸a ario.

As fontes de informac ˜ es incluem os indiv´ do modelo de avaliac ¸a ¸o ıduos direta e indiretamente ˆ mbito nacional seja no a ˆ mbito local. Os v´ ınculos da rede social foram fortalecidos.3 Plano de Coleta de dados 62 ˜ o participativa dos Os m´ etodos e as estrat´ egias de gest˜ ao passo-a-passo para a elaborac ¸a projetos foram apresentados e negociados com os grupos que se organizaram e distribu´ ıram ˜ o dos projetos durante a oficina. Sa´ produziram cinco projetos sociais nas tem´ aticas de Educac ¸a ude. Evidentemente que alguma ˜ o da coleta de dados j´ estruturac ¸a a tinha sido iniciada nas fases preparat´ orias j´ a descritas. Profis˜ o e Cultura. Elas ˜ o. sejam coletados e analisados nos primeiros meses ou anos de um projeto complexo como o Projeto ˜ o deste trabalho. os projetos foram avaliados pelo grupo para uma percepc ¸a ıtica sobre os trabalhos ˜ es identificadas. as fontes de informaComo primeiro passo nessa nova etapa de avaliac ¸a ˜ es. E assinalar que os procedimentos descritos a seguir foram planejados com a expectativa de serem ˜ o do projeto. apenas parte do que foi planejado foi coCasa Brasil. A decis˜ ligados ao Projeto. 4. Os projetos foram submetidos a outras fontes de fomento e dois projetos est˜ ao sendo realizados com o apoio da comunidade. Nas ´ importante ˜ es seguintes s˜ sec ¸o ao descritas as fontes de coleta de dados. A quest˜ seguidos durante a implementac ¸a ao temporal e dificuldades naturais de campo. tipos e n´ acordo com as audiˆ encias envolvidas. Minha Cidade. Essa experiˆ sionalizac ¸a encia se mostrou efetiva e ser´ a reproduzida nas demais unidades. Ao pap´ eis e tarefas entre seus integrantes para a elaborac ¸a ˜ o cr´ final.3 Plano de Coleta de dados Uma vez realizado o treinamento dos principais gestores e participantes do Projeto Casa ˜ o foi conduzida para os passos seguintes de instrumentac ˜ o e plaBrasil. no entanto.4. a amostra investigada. informac ¸o ıveis de an´ alise ˜ o. O Conselho Gestor da Unidade foi criado e constitu´ ıdo ap´ os a oficina ter sido realizada. A avaliac ¸a enquanto o Projeto existir. 4. m´ c ¸o etodos e procedimentos de coleta foram definidos para cada indicador e planejados de ˜ es a serem coletadas.1 Fontes de coleta de dados ˜ o com o MAPIDS. desenvolvidos e para estabelecer crit´ erios de prioridade nas ac ¸o Na experiˆ encia piloto de Itapo˜ a. participaram do curso 34 pessoas da comunidade. a equipe de avaliac ¸a ¸a nejamento da coleta de dados em campo e atrav´ es da internet. nem sempre permitem que todas as etapas ou mesmo tipo de dados. seja no a ao sobre as fontes . At´ e o momento da redac ¸a ˜ o guiada pelo MAPIDS continua sendo realizada e implementada letado e analisado. o que permitiu ˜ o para a realizac ˜ o das ac ˜ es de intervenc ˜ o local comunit´ melhor interac ¸a ¸a ¸o ¸a aria.3.

O plano de coleta definiu e relacionou as fontes. dependem do plano de coleta. 16-24. custos. pessoas do bairro e membros da fam´ ılia que podem subsidiar as an´ alises de efeitos e impactos do Projeto no contexto social.1 listam as fontes de coleta de dados das audiˆ encias previstas no plano ˜ o do Projeto. viabilidade dos procedimentos de coleta no ambiente. 10-15. ONGs ou associac ¸o ercio local. E de dados e ao haver ˜ o da realidade na coleta e decidir sobre o m´ ˜ o do tamanho distorc ¸a etodo mais adequado em func ¸a ˜ o e adequac ˜ o do m´ da amostra. escolas do bairro.3 Plano de Coleta de dados 63 ´ importante n˜ ´ importante para poder representar todos os indicadores. com entrevistas semi˜ es locais. 45-64.2 Delineamentos da amostra ˜o Foram definidas como amostras para o in´ ıcio da coleta de dados os bolsistas da coordenac ¸a nacional e das unidades. A amostra foi constitu´ ıda de maneira proporcional ao n´ umero de pessoas do cadastro ´ previsto tamb´ da unidade. com´ estruturas para a prefeitura local. facilidade de aplicac ¸a ¸a etodo ao indicador do MAPIDS. o m´ A informac ¸a etodo e o instrumento deveriam ser capazes de representar os construtos do modelo. de levantamento de dados que permitiria a validac ¸a . E em o estudo das unidades ˜ o definidas pela a ´ rea de abrangˆ de agregac ¸a encia da unidade Casa Brasil.2).3 M´ etodos de coleta de dados ˜ o coletada. Os dados representados na Tabela 4. A qualidade t´ ecnica. de coleta de avaliac ¸a 4. utilidade. 25-44. relevˆ ancia. num fator de proporcionalidade de 50. com estratos aleat´ orios por faixa (at´ e 10 anos. 74 anos ou mais) e com amostra de segmento de minoria de portador de necessidades especiais. validade e fi˜ o deveriam ser considerados. 4.3. a amostra. Uma amostra aleat´ oria simples foi planejada para o grupo de benefici´ arios diretos. 65-74. O plano de coleta e de dedignidade para os objetivos da avaliac ¸a ˜ o dos instrumentos deveriam ser preferencialmente discutidos com os stakeholders elaborac ¸a ˜ o n˜ para que a avaliac ¸a ao fosse comprometida.4. prazos.3. al´ em da clareza e precis˜ ao ` representac ˜ o do construto. os indicadores e os m´ etodos escolhidos para se construir a base dos procedimentos ˜ o dos construtos do modelo (Tabela 4. Aspectos e ´ ticos e legais quanto a ¸a da coleta.

4. Fam´ ılia 8. Jovens (de 10 a 15 anos. Crianc ¸ as (at´ e 10 anos) 2. Conselho Gestor da Unidade 9. T´ ecnico de Laborat´ orio de Inform´ atica ou de Ciˆ encias 4. T´ ecnicos de Capacitac ¸a 8. Parceiros Usu´ arios da Unidade 1. Com´ ercio 6. T´ ecnico Unidade e da Sala de Leitura 7. Portador de necessidades especiais Contexto local 1. T´ ecnico Est´ udio Multim´ ıdia 3. Adultos (de 15 a 44. Coordenador Executivo 2. Coordenador da Casa Brasil 2. T´ ecnicos Especialistas em Software ˜ o Continuada 9.1: Fontes de dados de avaliac ¸a ˜ o Nacional Coordenac ¸a 1. Bairro 7. Documentos e registros Sigla CE CN MCG MCE PI CO TC TS TIC TEC Sigla CC TM TL CT MT TU VE CG PA US U1 U2 U3 U4 U5 Sigla PR DP ES OG CO BA FA DO . Parceiros institucionais ˜o 6. T´ ecnico de Instruc ¸a 10. de 16 a 24 anos 3. Delegacia 3.3 Plano de Coleta de dados 64 ˜o Tabela 4. Idosos (acima de 74 anos) 5. ONGs ou associac ¸o 5. Coordenador Nacional 3. Membros do Comitˆ e Executivo 5. Prefeitura e governo local 2. Coordenador de Telecentro 5. Coordenadores de Capacitac ¸a ˜o 7. Volunt´ arios e estagi´ arios 8. de 45 a 64 anos) 4. Membros do Comitˆ e Gestor 4. T´ ecnicos de Inform´ atica ˜ o Local Coordenac ¸a 1. Monitor de Telecentro 6. Escolas ˜ es locais 4.

casabrasil. produtos de capacitac ¸a ¸ os disponibilizados. no portal do Projeto Casa Brasil.3. Um dos crit´ ´ o n´ de suas relac ¸o erios de sucesso e umero de pessoas que ˜ o (Brand˜ colaboram e que participam da avaliac ¸a ao & Rˆ ego. relat´ orios. As an´ alises envolveram os documentos oficiais e registros realizados no ambiente virtual.br). portal do projeto. • a express˜ ao e a descric ¸a ˜ es. registros de gest˜ ˜ es nos ambie de avaliac ¸a ao no ambiente DotProject. registros de interac ¸o entes Moodle Casa Brasil.gov. processos e relac ˜ es para fins de tomada de • a an´ alise cr´ ıtica de suas pr´ oprias ac ¸o ¸o consciˆ encia sobre os limites e possibilidades do grupo. 4. controre social e auto-gest˜ • a reflex˜ ao da ac ¸a ao da unidade em foco. ˜ o de dados s˜ As t´ ecnicas de coleta e apresentac ¸a ao acess´ ıveis para pessoas n˜ ao especialistas ˜ es dos sujeitos frente ao e sua atividade principal consiste do levantamento e da an´ alise de reac ¸o ˜ es Projeto.4 Procedimentos de coleta de dados Os procedimentos de coleta de dados utilizaram instrumentos de pesquisa e an´ alise documental para representar: ˜ o da realidade pelos agentes envolvidos. ˜ o coletiva e criativa de conhecimentos para propor e promover ac ˜ es de mudanc • a construc ¸a ¸o ¸ as necess´ arias na realidade. de implementac ˜o nais da Secretaria Executiva e Coordenac ¸a orios de capacitac ¸a ¸a ˜ o. 2007). pelo link Avaliac ¸a (acesso www. atas do Comitˆ e Gestor e do Comitˆ e Executivo. Os relat´ orios produzidos est˜ ao publicados no portal do Projeto Casa Brasil. Moodle Gest˜ ao. As an´ alises das opini˜ oes ˆ ncia disponibilizados para coletadas pelos sujeitos s˜ ao sistematizadas por gr´ aficos de freq¨ ue ˜o acesso p´ ublico. Buscou-se identificar informac ¸o tuais a partir de quest˜ oes de interesse e problemas que foram explorados por outros m´ etodos. Avaliac ¸a .3 Plano de Coleta de dados 65 4. relat´ ˜ o.gov.4. documentos institucio˜ o Nacional.5 An´ alise Documental ˜ es As an´ alises documentais foram propostas com a finalidade de complementar as informac ¸o ˜ es facobtidas ou de desvelar aspectos novos de um problema.3.casabrasil.br). an´ alise de m´ ıdias ˜ o e software utilizados e servic e documentos normativos. de maneira interativa. pelo link ˜ o (acesso www. e ˜ o para monitoramento. A abordagem garante o sigilo aos informantes e o controle sobre o uso das informac ¸o ˜ o com uma negociac ˜ o peri´ reconhecendo a necessidade de prudˆ encia no uso da informac ¸a ¸a odica ˜ es com os agentes. Moodle Cursos e Moodle TEC.

casabrasil. do Projeto no portal do Projeto Casa Brasil. ac ¸o ´ usada para o aprofundamento de pontos levantados pelas outras t´ A entrevista e ecnicas e demais aspectos subjetivos constantes da realidade social do projeto. valores e desejos dos atores ˜ o. a entrevista permite a contextualizac ¸a ¸a da dinˆ amica dos grupos entrevistados.6 Entrevistas Individuais e em Grupo As entrevistas individuais e em grupo de natureza semi-estruturada. As entrevistas `s s˜ ao caracterizadas por um roteiro b´ asico fundamentado nas quest˜ oes relevantes referentes a dimens˜ oes do modelo e as quest˜ oes gerais orientadoras de an´ alise. Os question´ arios foram e continuam sendo aplicados conforme delineamento amostral da Tabela 4. A ac ¸a ¸a ´ estimular a iniciativa do grupo na reformulac ˜ o e reconduc ˜ o do projeto e das participante e ¸a ¸a ˜ es em curso. ˜ o conceitual e emp´ Os instrumentos. debate.4. 4. Trata-se de uma estrat´ egia de aproximac ¸a objeto de an´ alise.3.3 Plano de Coleta de dados 66 4. pelo link Avaliac ¸a Os instrumentos planejados s˜ ao: • Roteiro de Entrevista para o Coordenador Nacional (E01) • Roteiro de Entrevista para o Coordenador Executivo (E02) • Roteiro de An´ alise documental para o Comitˆ e Gestor (D01) • Roteiro de An´ alise documental para o Comitˆ e Executivo (D02) . ap´ os validac ¸a ırica ser˜ ao tamb´ em disponibilizados no portal ˜ o (acesso www.2. Alguns dos instrumentos j´ a aplicados e que foram utilizados nas an´ alises est˜ ao apresentados nos Apˆ endices 2 e 3. promovendo situac ¸o ¸ am o di´ alogo. a discuss˜ ao. Assim.3. ˜ o seguinte a ` avaliac ˜o a busca e a an´ alise cr´ ıtica sobre o funcionamento real do projeto.gov. bem como a interpretac ˜o sociais envolvidos. abre-se espac ¸ o para se propor temas e quest˜ oes de acordo com as necessida˜ es ou tarefas que favorec des e interesses locais. Nas entrevistas.7 Question´ arios estruturados Os question´ arios estruturados foram propostos para as amostras de abrangˆ encia nacional de grande quantidade de pessoas tais como dos bolsistas e usu´ arios. buscando-se tamb´ em compreender as crenc ¸ as. para que sejam sinaliza˜ o da realidade dos e compartilhados entre os atores. esclarecendo aspectos que de certa forma permaneciam obscurecidos ou que n˜ ao foram ditos.br). an´ alise de depoimentos ˜ o das relac ˜ es dial´ e observac ¸a ¸o ogicas durante o processo de coleta de dados. livre e participante foram propostas para serem utilizadas para promover a reflex˜ ao.

Jovem ou Adulto (Q05) • Question´ ario para Membro do Conselho Gestor (Q06) • Roteiro de Entrevista para Parceiros Institucionais Locais (E03) • Roteiro de Entrevista para Prefeitura e Governo Local (E04) • Roteiro de Entrevista para Delegacia Local (E05) • Roteiro de Entrevista para Escolas Locais (E06) ˜ es Locais (E07) • Roteiro de Entrevista para ONGs ou Associac ¸o • Roteiro de Entrevista para pessoas do com´ ercio local (E08) • Roteiro de Entrevista para pessoas moradoras do bairro (E09) • Roteiro de Entrevista para pessoas da fam´ ılia de usu´ ario (E10) 4. de parceiros. do com´ ercio local. de pessoas do bairro e da fam´ ılia do usu´ ario da Casa Brasil. de escolas. Gest˜ ˜ o (R01) • Roteiro de Relat´ orio da Capacitac ¸a ao e Avaliac ¸a ˜ o (R02) • Roteiro de Relat´ orio T´ ecnico de Capacitac ¸a • Roteiro de Relat´ orio T´ ecnico Especialistas em Software (R03) ˜ o Continuada (Q01) • Question´ ario para o T´ ecnico de Instruc ¸a • Question´ ario para os T´ ecnicos de Inform´ atica (Q02) • Question´ ario para os Coordenadores da Casa (Q03) • Question´ ario para os Bolsistas da Casa (Q04) • Question´ ario para o Usu´ ario .4. de delegacias. Coordenador Executivo. Os question´ arios est˜ ao previstos para os usu´ arios e bolsistas na unidade procurando-se atender aos estratos definidos e aos crit´ erios de proporcionalidade do cadastro.4 Plano de coleta de dados As entrevistas est˜ ao planejadas para serem aplicadas ao Coordenador Nacional. representantes do governo local. de ONGs.4 Plano de coleta de dados 67 • Roteiro de An´ alise documental para o Parceiro Institucional (D03) ˜ o. Para a amostra de portador .

essas quest˜ oes podem ser abordadas pela selec ¸a etodos e t´ ecnicas ˜ es. m´ etodos. efic´ acia e efetividade social do Projeto. descobrir em que medida esses resultados expressam a ˜ o da cidadania. bem como da mediac ˜ o e das interac ˜ es dos atores envolvidos. depen˜ es dendo do tamanho do cadastro da unidade. reduc ¸a ˜ o adequada de m´ Portanto. 4. Um conjunto de quest˜ oes gerais orientadoras das an´ alises incluem perguntas que exploram a compreens˜ ao do Projeto nos seguintes aspectos: ˜ es est˜ ˆ mbito do Projeto e da Unidade Casa Brasil? • Quais ac ¸o ao sendo implementadas no a ˜ es implementadas est˜ ˜ o a que se • As ac ¸o ao gerando resultados relevantes para a populac ¸a destina? • Quais fatores cr´ ıticos e facilitadores est˜ ao influenciando o sucesso do Projeto Casa Brasil e das unidades em foco? ˜ es podem ser empreendidas para superar os problemas e quest˜ • Quais ac ¸o oes identificadas? ˜ o para saber se o MAPIDS. o acesso e a produc ¸a ¸a ˜ o das desigualdades sociais.5 Quest˜ oes gerais orientadoras para as an´ alises ˜ o e an´ A abordagem de investigac ¸a alise qualitativa busca desenvolver propostas de redireci˜ es em curso para superar os problemas identificados pelas equipes. atende a ¸a dos de desenvolvimento social e. conhecimentos e cultura para contribuir com a e da arte. tamanho da amostra e os indicadores do modelo. investiga-se relac ˜ es da Coordenac ¸a ¸o entre vari´ aveis do modelo que explorem fatores cr´ ıticos e de sucesso para diagn´ ostico sobre a ˜ o dos recursos. proEssas quest˜ oes fundamentam o problema de investigac ¸a ` s demandas de investigac ˜ o sobre os resultaposto para avaliar o Projeto Casa Brasil.4. apoiade coleta de informac ¸o ¸a ¸o dos por metodologias e instrumentos elaborados e aplicados de maneira planejada. Busca-se onamento das ac ¸o ˜ es de acordo com os valores e compromover a consciˆ encia cr´ ıtica e o direcionamento das ac ¸o ˆ mbito da Coordenac ˜ o Nacional como tamb´ ˆ mbito promissos assumidos. a promoc ˜ o da gerac ˜ o de trabalho e renda.2 sintetiza as relac ¸o de fontes.5 Quest˜ oes gerais orientadoras para as an´ alises 68 de necessidades especiais. quer seja de a ¸a em no a ˜ o Local. a popularizac ˜ o da ciˆ ampliac ¸a ¸a ¸a ¸a encia ˜ o de informac ˜ o. meios e processos para as an´ adequac ¸a alises de eficiˆ encia. A partir dos dados coletados e sistematizados. a abordagem aleat´ oria ou de conveniˆ encia pode ser adotada. sistem´ atica e . ainda. O plano de coleta da Tabela 4.

Tabela 4.2: Plano de coleta: Fonte x M´ etodo x Amostra TC 3 R 02 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X R 03 Q 01 Q 02 Q 03 Q 04 Q 04 Q 04 Q 04 Q 04 Q 04 Q 05 Q 06 E 03 E 04 E 05 E 06 2 20 20 1 1 1 1 1 1 1 50 30 1 1 1 1 2 E 07 TS TIC TEC CC TM TL CT MT TU VE US CG PA PR DE ES ONG CO 1 E 08 BA 2 E 09 FA 1 E 10 FONTE CN CE MCG MCE PI CC A 01 01 5 5 3 3 M´ etodo E 01 E 02 D 01 D 02 D 03 R 01 IF X IT X IH X IO X X X X X X 4.5 Quest˜ oes gerais orientadoras para as an´ alises GA X X X X X X GF X X X X X X GS X GC X RA X RH X RO RP DC DU DI ` fonte e ao m´ A – Amostra referente a etodo 69 .

O orc ¸ amento foi suficente para a implementac ¸a ¸a 3. Destaca-se especialmente a necessidade da contribuic ¸a ¸a ıtica dos ˆ ncia. cultura. o avaliador atua como um mediador da troca ˜ es entre grupos ou indiv´ de informac ¸o ıduos que desejam conhecimentos rec´ ıprocos. Portanto. ˜ o do projeto levanta quest˜ a avaliac ¸a oes de ordem pol´ ıtica. interesses s˜ ao reconhecidos e representados na ˜ o e investigac ˜ o do tema. 4. As deliberac ¸o ¸a ¸a realizadas de maneira satisfat´ oria e no tempo adequado para o desenvolvimento de suas ˜ es? ac ¸o ˜ es de avaliac ˜ o inicial e de avaliac ˜ es temporais visando analisar o 7. A estrutura e os mecanismos governamentais de gest˜ ao (estrat´ egica. operacional e participativa) do Projeto foram adequados? ˜ o das ac ˜ es de coordenac ˜o 5.6 An´ alise Pol´ ıtica e Estrat´ egica 70 ˜ o e participac ˜ o cr´ permamente. segundo os procedimentos e m´ etodos descritos. As parcerias institucionais foram efetivas e cumpriram os pap´ eis que lhe foram atribu´ ıdos? 4. estrat´ egica e operacional. ˜o e ´ comprendida como um servic ˜o a ` comuniNesse contexto. Os documentos normativos e regimentais definidos para orientac ¸a ¸o ¸a e gest˜ ao do Projeto foram adequados? ˜ es tomadas para a implementac ˜ o e operacionalizac ˜ o do Projeto foram 6. t´ atica. O valor b´ ˜o e ´ uma coletividade de ciformulac ¸a ¸a asico da avaliac ¸a dad˜ aos informados e cr´ ıticos. como conseq¨ ue desenvolvimento local.4. a avaliac ¸a ¸ o de informac ¸a dade onde o pluralismo de valores. do estado ou munic´ entre os parceiros institucionais e a esfera p´ ublica de a ıpio e ˆ mbito local. Os prazos foram cumpridos para implementac ¸a ˜ o e operacionalizac ˜ o do Projeto? 2. Foram realizadas ac ¸o ¸a ¸o ˜ o da comunidade local na universalizac ˜ o do acesso e uso impacto do Projeto na inserc ¸a ¸a ˜ o? da tecnologia da informac ¸a . o alcance dos resultados almejados de atores envolvidos para se promover. As quest˜ de a oes orientadoras gerais formuladas s˜ ao: ˜ o inicial do Projeto? 1. Nesse contexto.6 An´ alise Pol´ ıtica e Estrat´ egica ` s articulac ˜ es e fomento A an´ alise pol´ ıtica e estrat´ egica do Projeto trata das quest˜ oes afetas a ¸o ˆ mbito federal. Essas quest˜ oes subsidiam o levantamento de dados e as an´ alises.

da gest˜ ao participativa. de necessidades.7 An´ alise Executiva ` s ac ˜ es executivas e de articulac ˜ es A an´ alise executiva do projeto trata das quest˜ oes afetas a ¸o ¸o ˆ mbito federal. identificac ¸a sustentabilidade social e potencialidades comunit´ arias? ˜ es precisas sobre o Projeto 9. As capacitac ¸o ıpios e finalidades preconizados pelo Pro˜ o cidad˜ jeto do ponto de vista t´ ecnico. A implementac ¸a odulos ocorreu de acordo com o previsto no edital? ˜ es de fomento para articulac ˜ es sociais. social e de conhecimentos da Rede Casa Brasil? ˜ o das unidades e seus m´ 7. A selec ¸a ¸a cados no Projeto e no edital? ˜ es realizadas cumpriram os princ´ 5. gest˜ ao participativa e cidad˜ a. de cidad˜ ao. As institucionais da esfera p´ ublica de a ıpio e de a quest˜ oes orientadoras gerais formuladas s˜ ao: ˜ o e contratac ˜ o dos parceiros cumpriu os princ´ 1.4.7 An´ alise Executiva 71 ˜ es de avaliac ˜ o visando analisar o impacto do Projeto na reduc ˜ o da 8. do estado ou munic´ ˆ mbito local. atendimento inclusivo do 8. A adequac ¸a ¸o ısicas foram realizadas segundo os requisitos definidos pelo ˜ o das propostas? edital do Projeto e de selec ¸a 3. O processo de selec ¸a ¸a ıpios e objetivos esta˜ o do Projeto e no edital de selec ˜ o das propostas? belecidos no documento de definic ¸a ¸a ˜ o das instalac ˜ es f´ 2. da formac ¸a a. Foram implantados sistemas de gest˜ ao e coleta de informac ¸o ˜ o dos resultados e impactos como boa pr´ para a avaliac ¸a atica de gest˜ ao? . Foram produzidos e publicados conte´ udos para apoiar a gest˜ ao t´ ecnica. Foram realizadas ac ¸o ¸a ¸a mis´ eria e na autonomia coletiva dos segmentos exclu´ ıdos? 4. da gest˜ ao de conhecimentos e do atendimento inclusivo? 6. Foram realizadas ac ¸o ¸o ˜ o de parceiros. A entrega dos equipamentos e mobili´ ario ocorreu de forma a atender os requisitos de edital? ˜ o e contratac ˜ o dos bolsistas foi realizada de acordo com os requisitos especifi4.

As capacitac ¸o ıpios e finalidades preconizados pelo Pro˜ o cidad˜ jeto do ponto de vista t´ ecnico. social e de conhecimentos da Unidade e da rede Casa Brasil? ˜ o da unidade e de seus m´ 11. gest˜ ao participativa e cidad˜ a.4. Foram produzidos e publicados conte´ udos para apoiar a gest˜ ao t´ ecnica. A implementac ¸a odulos ocorreu de acordo com o previsto no ˜ o da Unidade e de acordo com o edital? plano de implemntac ¸a ˜ es de fomento para articulac ˜ es sociais. A adequac ¸a ¸a ısica foi realizada segundo os requisitos definidos pelo edital? 8. A estrutura e os mecanismos de gest˜ ao participativa da Unidade s˜ ao satisfat´ orios? ˜ o das ac ˜ es de coor4. de cidad˜ ao. Os documentos normativos e regimentais definidos para orientac ¸a ¸o ˜ o e gest˜ denac ¸a ao da unidade s˜ ao adequados e suficientes? ˜ es tomadas para a implementac ˜ o e operacionalizac ˜ o da unidade s˜ 5.8 An´ alise Operacional 72 4.8 An´ alise Operacional ` s ac ˜ es executivas e de articuA an´ alise operacional do Projeto trata das quest˜ oes afetas a ¸o ˜ es institucionais comunit´ ˆ mbito local. A selec ¸a ¸a especificados no Projeto e no edital? ˜ o da instalac ˜ o f´ 7. identificac ¸a sustentabilidade social e potencialidades comunit´ arias? . A entrega dos equipamentos e mobili´ arios ocorreu de forma a atender os requisitos de edital? ˜ es realizadas cumpriram os princ´ 9. da gest˜ ao participativa e da gest˜ ao de conhecimentos? 10. As quest˜ lac ¸o arias de a oes orientadoras gerais formuladas s˜ ao: ´ satisfat´ ˜ o e operaciona1. As parcerias foram efetivas e cumpriram os pap´ eis que lhe foram atribu´ ıdos? 3. A gest˜ ao orc ¸ ament´ aria e financeira e oria para a implementac ¸a ˜ o da Unidade? lizac ¸a 2. da formac ¸a a. As deliberac ¸o ¸a ¸a ao realizadas de maneira satisfat´ oria e no tempo adequado para o desenvolvimento dos projetos ˜ es sociais previstas? e ac ¸o ˜ o e a contratac ˜ o dos bolsistas foram realizadas de acordo com os requisitos 6. Foram realizadas ac ¸o ¸o ˜ o de parceiros. de necessidades. atendimento inclusivo do 12.

˜ es s˜ ˜ o do Projeto Casa Brasil (Figura Essas func ¸o ao disponibilizadas no portal da avaliac ¸a ´ criar um espac 4. com a representa˜ o gr´ ˜o .casabrasil. c ¸a afica das vari´ aveis e indicadores do modelo de avaliac ¸a .4.br. O portal de Avaliac ¸a ¸ o www.9 Portal de Avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil 73 ˜ es precisas sobre o Projeto 13. A proposta e ¸ o de di´ alogo qualificado entre os cidad˜ aos atendidos pelo ˜ es para promover o controle Projeto.gov.9 Portal de Avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil. e ˜ o democr´ • Di´ alogo estruturado para promover a participac ¸a atica e a cidadania. As an´ alises descritivas s˜ ao disponibilizadas para as audiˆ encias via portal Casa Brasil. • Comunicac ¸a ¸a ˜ o do projeto para os v´ • Coleta de dados de avaliac ¸a arios atores. 4.10 An´ alises descritivas. como relat´ link Avaliac ¸a orios anal´ ıticos para download ou documento web. link Avaliac ¸a ˜ es de: integra as func ¸o ˜ o sobre os princ´ ˜ o. Foram implantados sistemas de gest˜ ao e coleta de informac ¸o ˜ o do impacto e como boa pr´ para a avaliac ¸a atica de gest˜ ao? ˜ o do Casa Brasil 4.3). • Informac ¸a ıpios e m´ etodos de avaliac ¸a ˜ o sobre os resultados parciais de avaliac ˜ o do projeto. normativas e explicativas As an´ alises procuraram identificar a efic´ acia e efetividade social do Projeto para construir ˜ es observadas. bem como de criar mecanismos de transparˆ encia das ac ¸o social. no enderec ˜ o. bem como tecer conhecimentos e inferˆ encias sobre as mudanc ¸ as e contribuic ¸o ˜ es para revis˜ ˜ es do Projeto segundo as quest˜ recomendac ¸o oes e reformulac ¸o oes gerais orientadoras formuladas anteriormente. no ˜ o.

nas an´ alises descritivas ou para investigac ¸a . normativas e explicativas 74 ˜ o do Casa Brasil Figura 4. Dessa forma. 4. de maneira ampliada pela internet.5. 4. O objetivo pode ser de aprofundar quest˜ segmentac ¸a oes identificadas ˜ o de um subestrato da amostra.6 e 4. As an´ alises normativas podem ser utilizadas. para estabelecer crit´ erios de ˜ o da amostra por estratos. classificados em ordem ˆ ncia.4.3: O Portal de Avaliac ¸a ˜ o de vari´ ˜ o gr´ ´ feita de maneira seletiva e A selec ¸a aveis e indicadores para apresentac ¸a afica e ˜ es para consulta p´ dinˆ amica por um sistema de informac ¸o ublica via portal (Figuras 4.7). por exemplo.8. os dados s˜ decrescente de freq¨ ue ao disponibilizados para a an´ alise cr´ ıtica de todos os atores. Os resultados da pesquisa s˜ ao representados por gr´ aficos de barra.10 An´ alises descritivas. como exemplificado na Figura 4.4.

normativas e explicativas 75 ˜ o .10 An´ alises descritivas.Lista de itens dispon´ Figura 4.Selec ˜ o de a ´ rea de interesse Figura 4.4.4: Portal de Avaliac ¸a ¸a ˜ o .5: Portal de Avaliac ¸a ıveis para gerar o gr´ afico .

10 An´ alises descritivas.4. normativas e explicativas 76 ˜ o .Itens selecionados Figura 4.Selec ˜ o do valor da escala Figura 4.7: Portal de Avaliac ¸a ¸a .6: Portal de Avaliac ¸a ˜ o .

normativas e explicativas 77 Figura 4.4.10 An´ alises descritivas.8: Apresentacao gr´ afica da pesquisa de opini˜ ao para 40 coordenadores das Casas – junho 2007 .

ou de insuficiˆ encia. est˜ ao adequadas para as atividades previstas pelo Projeto. A partir dos resultados das opini˜ oes dos coordenadores.1 An´ alise de Adequac ¸a ˜ o dos recursos ou insumos do Projeto buscou investigar a opini˜ As an´ alises de adequac ¸a ao ˜ es de adequac ˜ o da infra-estrutura f´ dos coordenadores acerca das condic ¸o ¸a ısica. Observa-se baixo envolvimento da comunidade e do poder p´ a ¸o ublico local para enfrentamento dessa quest˜ ao de acessibilidade dos usu´ arios. Inicialmente. identificou-se os indicadores que apresentaram m´ edias baixas. material. existindo melhorias a serem empreendidas quanto ao aspecto de acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais. humana e orc ¸ ament´ aria destinada ao projeto.1 Infra-estrutura F´ ısica (IF) Os resultados revelaram que as Unidades.78 5 Resultados Parciais ou de feedback Neste cap´ ıtulo apresentamos uma s´ ıntese dos principais resultados obtidos at´ e o momento ˜ o desta tese. ˜ o de Recursos ou Insumos 5. an´ alise de adequac ¸a 5.1. de maneira geral. est˜ da elaborac ¸a ao descritos os resultados obtidos com as opini˜ oes dos 40 coordenadores das Unidades em funcionamento em junho de 2007. Os equipamentos est˜ ao instalados para promover e atender aos padr˜ oes de acessibilidade universal. ´ reas de vulnerabilidade. na ˜ o. segundo o modelo de indicadores belecer referˆ encias u do MAPIDS. de maneira a se esta´ teis sobre o desenvolvimento do Projeto. existindo certa ausˆ As Unidades est˜ ao instaladas em a encia ou inoperˆ ancia dos servic ¸ os de seguranc ¸ a p´ ublica para garantir o acesso com seguranc ¸ a e tranq¨ uilidade ` s imediac ˜ es das Unidades. .

. havendo dificuldades ` s pessoas trabalhadoras. Gest˜ ao Financeira e de Sustentabilidade (GF). 5.3 Infra-estrutura Humana (IH) ˜o Os recursos humanos selecionados e mobilizados nas Unidades demonstram motivac ¸a para o trabalho e foram contratados por entrevistas e an´ alise de curr´ ıculo em cerca de 90% ˜ o adequada a `s da amostra. Gest˜ ao Social (GS) e Gest˜ ao de Conhecimento (GC). A instalac ¸a ´ prec´ softwares de gest˜ ao e de apoio aos bolsistas e usu´ arios da Casa e aria. o que e ´ cr´ ˜ o adequada dos servic servic ¸ os de conex˜ ao e acesso a ıtico para a efetivac ¸a ¸ os ˜ o dos b´ asicos de atendimento comunit´ ario e de compartilhamento de conhecimentos. sendo um problema a quest˜ ao do equil´ ıbrio financeiro ou apoio por ´ fomentado em apenas parcerias locais. Praticamente n˜ ao h´ a previs˜ ao orc ¸ ament´ aria para o Projeto por parte do poder p´ ublico local. com precariedade nos ` Internet. ˜ o n˜ Os demais m´ odulos encontram-se em implementac ¸a ao conclu´ ıda.1. sistematizados pelos indicadores de Gest˜ ao Administrativa (GA). O cooperativismo como estrat´ egia de sustentabilidade e 7. com atividades permanentes durante o per´ ıodo regular.2 An´ alise da Eficiˆ encia da Gest˜ ao 79 5.5.5% da amostra. de atendimento ao p´ ublico em hor´ arios para atender a 5. havendo desO plano orc ¸ ament´ ario e ˜ o por parte do conhecimento e falta de acompanhamento do plano orc ¸ ament´ ario e de aplicac ¸a Conselho Gestor das Unidades.2 Infra-estrutura Tecnol´ ogica (IT) As Unidades Casa Brasil s˜ ao como ponto de referˆ encia na comunidade para acesso gratuito aos servic ¸ os e cursos.4 Infra-estrutura Orc ¸ ament´ aria (IO) ´ garantido pelo proponente para 62% das Unidades. 5. ˜ o dos contratos dos bolsistas junto ao CNPq foi efetivada com certa dificulA formalizac ¸a ˜ o de volunt´ dade para 48% da amostra e para 53% ocorre informalidade na vinculac ¸a arios e estagi´ arios. especialmente pela presenc ¸ a de Telecentros e das salas de leitura.1. Os bolsistas selecionados para as Casas apresentam-se com formac ¸a necessidades do Projeto.2 An´ alise da Eficiˆ encia da Gest˜ ao A eficiˆ encia considera os resultados da opini˜ ao dos coordenadores sobre o desempenho de gest˜ ao.1.

foi realizado um plano de ac ¸o ¸a ario e.2. As Unidades e bolsistas receberam orientac ¸o ¸a ˜ es s˜ mobili´ arios. Esses dados evidenciam problemas nas dimens˜ oes de controle social e na sustentabilidade financeira do projeto. ainda que o atendimento comunit´ ario seja realizado por projetos negociados com a comunidade para 50% ˜ o dos projetos (42%) e os relat´ da amostra.2 Gest˜ ao Financeira e de sustentabilidade (GF) Os recursos s˜ ao garantidos pelo proponente para 62% das unidades com planejamento de ˜ es de captac ˜ o (57%) e contabilidade organizada periodicamente em planilha (52%). Observa-se ainda dificuldades para cerca de 50% da estabelecerem ac ¸o ˜ es formais de acompanhamento e de prestac ˜ o de contas.1 Gest˜ ao Administrativa (GA) ´ mantida de maneira adequada quanto a ` s condic ˜ es de limpeza. normas de funcionamento da Casa e de atendimento comunit´ ario inclusivo. projetos (75%) e de relat´ orios de prestac ¸a ˜ o sobre contratos e parcerias e de modelos e instrumentos Observa-se a falta de orientac ¸a ˜ o dessas relac ˜ es. Os servic ¸ os de manutenc ¸a evidenciando-se esses aspectos como quest˜ oes cr´ ıticas a serem superadas pela gest˜ ao.3 Gest˜ ao Social (GS) A gest˜ ao social apresenta-se como uma dimens˜ ao estrat´ egica e potencial para o Projeto.2. 5. 5. Para 45% da amostra em executar ac ¸o ¸a ˜ es de implantac ˜ o e atendimento comunit´ amostra. O Conac ¸o ¸a selho Gestor acompanha os gastos e lanc ¸ amento cont´ abil para apenas 10% da amostra e pra˜ o de sustentabilidade por meio de parcerias. A gest˜ ao participativa com o Conselho Gestor ocorre em 20% das Unidades.2.2 An´ alise da Eficiˆ encia da Gest˜ ao 80 5. A infra-estrutura f´ ısica e ¸o ˜ o e funcionamento para o atendimento comunit´ ˜ o das atividades iluminac ¸a ario e para a realizac ¸a ˜ es para instalac ˜ o dos equipamentos e previstas.5. para a maioria (mais de 70%) evidencia-se a carˆ encia de manuais. Para a maioria das Casas (90%). o que provavelmente justifica a dificuldade das Unidades de de formalizac ¸a ¸o ˜ es de fomento e apoio. as avaliac ¸o ao sistem´ aticas e regulares para os bolsistas e para as atividades realizadas segundo 70% dos coordenadores. Existem modelos para avaliac ¸a orios das atividades e ˜ o de contas s˜ de prestac ¸a ao elaborados e apresentados para a comunidade local para apenas 25% ˜ o dos equipamentos atendem a apenas 10% das Unidades. Existem modelos de planejamento de ˜ o de contas (67%). a comunidade manifesta suas expectativas. ticamente n˜ ao h´ a evidˆ encia significativa de soluc ¸a cooperativismo ou de economia solid´ aria. da amostra. interesses e neces- . De forma geral.

as metodologias e sistem´ aticas de consulta popular e de gest˜ ao participativa precisam ser aperfeic ¸ oadas.4 Gest˜ ao de Conhecimentos (GC) ˜ o. observa-se que a rede social atinge principalmente os in˜ es de outras comunidades e bairros (82%). ˜ es de comunicac ˜ o e informac ˜ o sobre Entretanto. organizac ¸o arios (30%) e ´ rg˜ ˜ o internacional (10%). enquanto as lideranc ¸ as locais procuram contato com a coordenac ¸a ao da Casa para 80% da amostra.2 An´ alise da Eficiˆ encia da Gest˜ ao 81 ˜ o e a gest˜ sidades. ` s ac ˜ es de capacitac ˜ o. ainda que 67% ˜ es sociais s˜ da amostra afirmam que os projetos e ac ¸o ao elaborados de maneira participativa. Os servic ¸ os de e-gov est˜ ao dispon´ ıveis somente para 35% das Casas enquanto os servic ¸ os de acesso a bibliotecas virtuais est˜ ao dispon´ ıveis para 27% da amostra. o Conselho Gestor se re´ une de maneira freq¨ uente. as responsabilidades e o papel do Conselho Gestor foram esclarecidos. Os problemas de funciona(77%) e serve para a construc ¸a mento das p´ aginas do portal s˜ ao pequenos na opini˜ ao de 25% dos entrevistados. ˜ o. social do Projeto e a necessidade de melhorar a articulac ¸a Al´ em disso.2. esclarecedoras. 80% dos coordenadores manifestaram a opini˜ ao de ˜ es s˜ ´ teis e confi´ ˜ es s˜ que as informac ¸o ao u aveis e que as not´ ıcias e informac ¸o ao atuais. Al´ desenvolvem e a em disso. ONGs (65%). Para 60% dos entrevistados. como tamb´ ` s atividades que inclusivo da populac ¸a em para atender adequadamente a ` s necessidades da Casa (62%). o portal e as bases de informac ˜ o e conhecimentos definem a dimens˜ A capacitac ¸a ¸a ao conceitual deste indicador.5. Os coordenadores entendem que o portal oferece servic ¸ o para troca de experiˆ encias ˜ o coletiva do conhecimento (70%). moradores. evidencia-se a necessidade de ampliar as ac ¸o ¸a ¸a Conselho Gestor uma vez que 57% afirmaram n˜ ao terem constitu´ ıdo o Conselho Gestor e para apenas 32% da amostra. apresentac ˜ o e publicac ˜ o de da amostra como f´ aceis de utilizar. que praticamente est˜ ao abaixo de 20% da amostra. Quanto ao portal. bibliotecas (35%). associac ˜ es e clubes div´ ıduos e intituic ¸o ¸o (70%). os cursos realizados s˜ ao avalia- . a Casa promove cursos gratuitos de inform´ Quanto a ¸o ¸a atica e software livre para 90% da amostra. escolas (67%). facilmente localizadas e est˜ ao dispon´ ıveis na maior parte do tempo sem estar fora do ar (75%). Al´ em disso. 5. universidades ou centros de pesquisa (55%). com servic ¸ o para produc ¸a ¸a ¸a conte´ udos (62%) e com privacidade dos dados preservada para 57% da amostra. governo local ˜ es religiosas (35%). Os obst´ aculos s˜ ao maiores quando se trata de regimento interno e estatuto de funcionamento. Os bolsistas s˜ ao capacitados (90%) e preparados para atendimento ˜ o (85%). Esses dados confirmam o potencial de articulac ˜o o ao de cooperac ¸a ¸a ˜ o com as bibliotecas. pois atingem apenas 55% das Unidades pesquisadas. ajuda e orientac ˜ o do portal foram apontados por 65% Entretanto. empres´ ou prefeituras (10%). servic ¸ os de informac ¸a ¸a ˜ o.

3 An´ alise da Efic´ acia dos Resultados ´ considerada em relac ˜ o aos objetivos formulados e a ` s metas estabelecidas. a an´ alise considera a opini˜ ao dos 40 coordenadores de Casas em funcionamento ˜ o ao n´ ˜ o geral em relac ˜ o ao Projeto Casa Brasil. de elaborac ¸a ˜ o eletrˆ ˜ o colaborativa (27%). 5. produc ˜ o em software educac ¸a ¸a ¸a ˜ o e letramento (50%). cal e produc ¸a ˜ o popular. A efic´ acia e ¸a Al´ em disso.5% dos coordenadores. Esses dados apontam a necessidade de ampliar as ac ¸o ¸a essas tem´ aticas. As capacitac ¸o ` s informac ˜ es e servic (55%) e para acesso e pesquisa a ¸o ¸ os em bibliotecas virtuais (52%) ocorrem ` s necessidades da Casa e da comunidade para 50% dos entrevistados.5% para pessoas ˜ o positiva de 82.5% de coordenadores satisfeitos e muito insatisfeitos. protagonismo social e vo˜ o multim´ ˜ o da ciˆ ˜ o de luntariado (35%). de produc ¸a ogicos (20%). popularizac ¸a encia (25%) e produc ¸a m´ ıdias de r´ adio (15%). totalizando um ´ ındice de aceitac ¸a ˜ o com a qualidade da conex˜ ` internet e ´ verificada para uma parcela significativa A insatisfac ¸a ao a de 37. respectivamente. de gest˜ ao e avaliac ¸a ˜ o de materiais pedag´ ˜ o de projetos sociais ciais (15%).5% de ordenadores em relac ¸a ˜ o de 90%.5% e 22. ˜ o das casas s˜ As tem´ aticas de atuac ¸a ao inform´ atica e cidadania digital (85%). de Os aspectos cr´ ıticos evidenciados referem-se aos cursos de formac ¸a ˜ o de projetos soauto-gest˜ ao e sustentabilidade de projetos sociais (12%). governo eletrˆ onico e cidadania (37%). . direitos humanos (65%). satisfeitas totalizando o n´ ıvel de aceitac ¸a 5. educac ˜ o ambiental e comunidades virtuais (60%). e atendem a ˜ o de tutores (7%). alfabetizac ¸a aria (40%). coordenadores muito satisfeitos e 67.5% satisfeitos. cultura lo˜ o local (67%). produc ¸a ıdia (30%). em junho de 2007 em relac ¸a ıvel de satisfac ¸a ¸a O resultado evidenciou a taxa de 20% para pessoas muito satisfeitas e 62. sendo oferecidos cursos de acesso a informac ¸o ˜ es para os coordenadores servic ¸ os de governo eletrˆ onico para 72% da amostra.3.5.3 An´ alise da Efic´ acia dos Resultados 82 ˜ es e dos sistematicamente a cada oferta (72%). reciclagem de computadores (62%). empreendedorismo social e economia solid´ livre (52%). eq¨ uidade de gˆ enero. verifica-se o n´ ıvel de satisfac ¸a ˜o a ` quantidade de pessoas atendidas. A pesquisa identificou 22.1 Resultado de Acessibilidade (RA) ˜o a ` acessibilidade f´ ˜ o dos coEm relac ¸a ısica e tecnol´ ogica. O ambiente virtual de (22%) e de comunicac ¸a onica e produc ¸a ˜ o a distˆ ´ mais adequado para a capacitac ˜ o dos bolsistas (47%) do que para a capacitac ¸a ancia e ¸a ˜ es de formac ˜ o para comunidade (25%).

para os jovens e adultos atendidos pelo Projeto.3 e 5. nos diversos dom´ ınios.3. bem como. . O uso mais frequente para os ` s habilidades menos complexas. Santos. Um ˜ o das habilidades de apropriac ˜ o e uso autˆ question´ ario de avaliac ¸a ¸a onomo das TICs no cotidiano foi constru´ ıdo e aplicado para 61 bolsistas das Unidades em funcionamento em novembro de 2007 (Apˆ endice 2). As an´ alises psicom´ etricas de validac ¸a ao realizadas com amostras ´ reas de formac ˜ o e atuac ˜ o profssiomais representativas dos sujeitos. ˜ o conceitual dos itens ocorreu com um grupo de doze especialistas.3 An´ alise da Efic´ acia dos Resultados 83 5. 2007). 5.2. e seis coordenadores e gestores do Projeto Casa Brasil. 5. O question´ ario foi elaborado tendo por base o trabalho de Santos (D. de uso pessoal e de uso autˆ bolsistas refere-se a onomo.4. professores da A validac ¸a ´ rea de computac ˜ o. a ¸a ¸a nal.5. como podemos observar nas Figuras 5. B.2 Resultado de Habilidades (RH) Os resultados de habilidades desenvolvidas para os cidad˜ aos atendidos pelo Projeto podem ˜ o digital social dos cidad˜ ser verificados e acompanhados pela medida de alfabetizac ¸a aos.1. ˜ o de desenvolvimento de habilidades e competˆ segundo uma concepc ¸a encias no uso das TICs. a ¸a ˜ o do O question´ ario foi aplicado como pr´ e-teste para uma turma de 22 alunos de graduac ¸a ˜ o da escala ser˜ servic ¸ o social. Os resultados evidenciaram que as habilidades de inclus˜ ao digital social apresentam-se pouco desenvolvidas para os bolsistas das Casas.

3 An´ alise da Efic´ acia dos Resultados 84 ˜ o e uso das TICS – Uso pessoal e lazer Figura 5.1: Indicador de Habilidades de apropriac ¸a .5.

2: Indicador de Habilidades de apropriac ¸a onomo .3 An´ alise da Efic´ acia dos Resultados 85 ˜ o e uso das TICS – Uso autˆ Figura 5.5.

3: Indicador de Habilidades de apropriac ¸a ˜ o e uso das TICS – Uso inovador e Figura 5.4: Indicador de Habilidades de apropriac ¸a sustent´ avel .3 An´ alise da Efic´ acia dos Resultados 86 ˜ o e uso das TICS – Uso social Figura 5.5.

engajamento pol´ ıtico. ˜ o dos coordenadores em relac ˜o a ` quantidade de de maneira preliminar. Esses dados evidenciam ˜ o por parte dos coordeque a gest˜ ao participativa de projetos sociais necessita de maior aceitac ¸a nadores das Casas.4. para 65% dos entrevistados. Al´ tunidades para capacitac ¸a em disso. 2006) (Januzzi. As opor˜ o para o trabalho ocorrem para 70% da amostra. 2001) (Gadrey & Jany-Catrice. redes de relacionamentos para cooperac ˜ o e parvalorizac ¸a ¸a cerias (57%) e parcerias para gerar oportunidades de emprego ou renda (55%). com a ˜ o dos recursos ambientais (62%). na elaborac ¸a ˜ o dos projetos sociais (55%) e que os projetos e ac ˜ es (60%). ˜ es de valorizac ˜ o dos indiv´ bem como a promover ac ¸o ¸a ıduos e potenciais locais (82%). 5. no acompanhamento e avaliac ¸a ¸o sociais s˜ ao propostos pela comunidade para 50% dos coordenadores.4 An´ alise da Efetividade Social A efetividade social de um programa pode ser observada pelos indicadores de efeitos na sociedade em termos de justic ¸ a social. A comunidade ´ articulada (40%) e mobilizada com outras comunidades (47%).3.5.3 Resultado de Oportunidades Econˆ omicas e Sociais (RO) ´ incentivada a participar e a tomar decis˜ Para os 40 coordenadores.4 An´ alise da Efetividade Social 87 5.1 Desenvolvimento dos indiv´ ıduos (DI) Os resultados de bem-estar social para os indiv´ ıduos podem ser verificados nesta pesquisa. sustentabilidade e bem-estar (Bellen. unidade e contexto. Os coordenadores concordam que os parceiros colaboram na ˜ o e gest˜ ˜ o e planejamento de projetos sociais execuc ¸a ao de projetos sociais (62%). entretanto h´ local e a 42% da ˜ es de valorizac ˜ o das cadeias de produc ˜ o e comercializac ˜ o de bens amostra promovendo ac ¸o ¸a ¸a ¸a ˜ o de empreendimentos sociais locais.3. 2006). e servic ¸ os e de identificac ¸a ˜ o Democr´ 5. a Casa promove o uso das TICs para melhoria da qualidade de vida das pessoas da comunidade e incentiva a gest˜ ao de empreendimentos econˆ omicos e sociais. Os indicadores devem ser definidos ˜ o das tem´ ˜ o do Projeto e devem ser utilizados tanto para o levantaem func ¸a aticas de intervenc ¸a ˜ o dos efeitos e impactos do programa para mento de diagn´ ostico do contexto como para avaliac ¸a os indiv´ ıduos. pelo n´ ıvel de satisfac ¸a ¸a .4 Resultado de Participac ¸a atica ou Cidad˜ a (RP) ˜ es sociais s˜ Os projetos e ac ¸o ao elaborados de maneira participativa para 67% da amostra dos coordenadores entrevistados. a comunidade local e oes. 5.

Esses dados evidenciam a necessidade de diversificar as ˜ es para promover o desenvolvimento de competˆ ac ¸o encias para o desenvolvimento sustent´ avel.5% satisfeitos.4. sendo 27.4.2 Desenvolvimento da Unidade (DU) Os resultados de inclus˜ ao social da Unidade podem ser verificados preliminarmente nesta ˜ o dos coordenadores em relac ˜o a ` : qualidade dos servic pesquisa pelo n´ ıvel de satisfac ¸a ¸a ¸ os oferecidos. A diversidade do positivo sobre os resultados das ac ¸o ¸a p´ ublico atendido foi tamb´ em positiva na opini˜ ao dos coordenadores sendo 35% de coordenadores muito satisfeitos e 60% de coordenadores satisfeitos. ˜ o do acesso a ` internet apresentou uma taxa de 72. Em relac ¸a coordenadores est˜ ao muito satisfeitos e 67.5% de coordenadores muito satisfeitos e 67. 15% dos de pessoas atendidas pelo Projeto. sendo 15% de coordenadores muito satisfeitos e 52.5% de coordenadores muito satisfeitos e 40% de coordenadore satisfeitos. o que significa um julgamento ˜ es de capacitac ˜ o para a comunidade. 5. .5%) com os resultados obtidos em relac ¸a umero ˜o a ` quantidade de pessoas capacitadas. sendo 17. sendo 15% de coordenadores muito satisfeitos e 55% satisfeitos.5% de coordenadores Entretanto. e engajamento dos parceiros.3 Desenvolvimento social no contexto (DC) ˜ o de projetos O desenvolvimento social de contexto poder´ a ser investigado com a articulac ¸a sociais espec´ ıficos que visam promover mudanc ¸ as nos indicadores acordados previamente com a comunidade. quantidade de computadores disponibilizados. sendo 10% de muito satisfeitos e 57. sendo 10% muito satisfeitos e 32.5%) ou muito satisfeitos (22.5% dos coordenadores muito satisfeitos e 60% dos coordenadores satisfeitos. a avaliac ¸a insatisfeitos ou muito insatisfeitos. podemos avaliar o envolvimento da comunidade para 17.4 An´ alise da Efetividade Social 88 ´ de que eles est˜ pessoas atendidas. com 42.5% satisfeitos. A pesquisa revelou tamb´ em que 55% dos coordenadores n˜ ao est˜ ao satisfeitos com a sua fluˆ encia no uso das TICs para oportunizar o desenvolvimento sustent´ avel local. a opini˜ ao e ao sa˜ o ao n´ tisfeitos (62. quantidade de projetos realizados. Para 90% dos coordenadores da amostra. 5.5.5% de coordenadores satisfeitos e muito satisfeitos (5%) com as parcerias estabelecidas e com a diversidade das tem´ aticas tratadas para 15% de coordenadores muito satisfeitos e 65% de coordenadores satisfeitos. Nessa perspectiva. qualidade dos cursos oferecidos. rede social criada.5% est˜ ao satisfeitos.5% de satisfeitos.5% de satisfeitos.

35 (39%) s˜ ao de parcerias ˜ es. as an´ alises consolidam um retrato preliminar da realidade que se apresenta positivamente para o direcionamento de uma pol´ ıtica p´ ublica de inclus˜ ao digital ˜ o das desigualdades sociais tal como preconizado pelos seus objetivos. 2006a). At´ eo momento. ao longo de seus trˆ es anos de implantac ¸a como um modelo de relativo sucesso. Ainda que os resultados levantandos at´ e o momento representem uma vis˜ ao parcial da ˜ o do Projeto em seu aspecto temporal. cabe observar que n˜ v´ arias esferas e a ao h´ a raz˜ ao para se con- . representando um ´ ındice de 84% do total. na medida em que suas Casas tˆ em sido reconhecidas pela ˜ o em TICs. 43 (48%) s˜ com ONGs ou Associac ¸o ao de parcerias com Prefeituras do Estado ou Mu˜ o Tecnol´ nic´ ıpio e 12 (13%) s˜ ao com Universidades ou Centros de Formac ¸a ogica.89 6 ˜ es sobre o Projeto Casa Recomendac ¸o Brasil ˜ o. Esse O que se observa e ´ frequente em diversos projetos sociais. 76 unidades encontram-se inauguradas e em funcionamento. 2005b). comunidade como um equipamento p´ ublico de referˆ encia para acesso. Entretanto. principalmente no caso em que se articulam fato e ´ reas de governo. de uma demanda social de 187 propostas submetidas (MCT/SECIS – ITI. tem sido referenciado O Projeto Casa Brasil. com ac ¸o ¸a identidades e culturas. para promover o desenvolvimento social e melhorar a qualidade de vida das pessoas. que possibilite a reduc ¸a Quanto aos aspectos pol´ ıticos e estrat´ egicos. observamos que: ` selec ˜ o e implementac ˜ o das unidades: a) Quanto a ¸a ¸a O Projeto Casa Brasil selecionou 90 propostas de parceiros estrat´ egicos pelo Edital CNPq de junho de 2005 (CNPq. uso e formac ¸a ` participac ˜ o e articulac ˜ o comunit´ ˜ es de valorizac ˜ o das como um espac ¸ o aberto a ¸a ¸a aria. Dessas 90 unidades selecionadas. b) Quanto aos prazos estabelecidos inicialmente pelo projeto: ´ um distanciamento dos prazos estabelecidos daqueles executados. quantitativo e por representar somente a implantac ¸a opini˜ ao de alguns dos atores.

por meio de licitac ¸a ublica e ˜ o parcial das unidades. O Projeto Casa Brasil. pois necessita aperfeic ¸ oar o discurso e transform´ a-lo em dados objetivos que comprovem a efic´ acia e a efetividade social preconizadas pelos seus idealizadores e implementadores. As unidades iniciaram o seu funcionamento parcial com os m´ odulos ˜ o da ciˆ de telecentro. no a erio da Cultura. audit´ orio. nesse aspecto. o que viabilizou a implantac ¸a odulos telecentro e sala de leitura. com a previs˜ laridade nas ac ¸o ao de reuni˜ oes regulares e sistem´ aticas com os Comitˆ es Gestor e Executivo para fortalecimento ˜ es institucionais e cumprimento da agenda de trabalho do projeto.6 Recomendac ¸o ˜ es sobre o Projeto Casa Brasil 90 figurar como uma boa pr´ atica a inobservˆ ancia de prazos em projetos sociais dessa natureza ´ necess´ e envergadura do Casa Brasil. Entretanto. laborat´ orio de divulgac ¸a encia e/ou laborat´ orio de reciclagem de computadores. o que se ´ que as reuni˜ verifica e oes n˜ ao ocorrem de maneira regular e sistem´ atica para que as agendas de trabalho entre esses atores possam ser previamente articuladas. das relac ¸o ˜ o e operacionalizac ˜ o do projeto: c) Quanto ao orc ¸ amento para a implementac ¸a ¸a ˜ o do Projeto foi alocado normalmente no ano de 2005. Ao contr´ ario. assim como maior reguSugere-se maior empenho nas ac ¸o ¸a ˜ es de acompanhamento dessas parcerias institucionais. A execuc ¸a ˜ es de inclus˜ ˆ mbito do MCT e Minist´ de recursos de outras ac ¸o ao digital. no debate e na disputa. o orc em func ¸a ¸a ¸o ¸ amento n˜ ao foi executado ˜ o do projeto foi realizada com provimento e tamb´ em n˜ ao foi previsto para 2006. o governo evidencia d´ uvidas sobre a escolha do modelo de inclus˜ ao digital e social que se quer eleger como estrat´ egico. com os programas CVT e Pontos de Cultura. e ario maior rigor no planejamento e ˜ o efetiva entre os parceiros para se garantir a execuc ˜ o das ac ˜ es dentro dos na articulac ¸a ¸a ¸o cronogramas estabelecidos. Al´ em disso. As dificuldades orc ¸ ament´ arias tˆ em sido frequentes na medida em que o projeto ainda n˜ ao foi ˜ o. ˜ es de formalizac ˜ o de parcerias. Os recursos destinados para compra dos equi˜ o p´ pamentos e mobili´ ario do projeto foram realizados em 2006. sala de leitura. tem um estrada longa a percorrer. o que se verifica consolidado e se encontra em fase de sua institucionalizac ¸a ´ que h´ ´ estrat´ e a um entendimento do Governo de que a tem´ atica da inclus˜ ao digital e egica e. com os m´ preg˜ ao eletrˆ onico. o orc ¸ amento tem crescido nos u em. Por´ por essa raz˜ ao. por´ O orc ¸ amento de implantac ¸a em ˜ o de atrasos na realizac ˜ o das licitac ˜ es e compras. ` s parcerias institucionais e os pap´ d) Quanto a eis que lhe foram atribu´ ıdos: ˜ o de que ocorre baixa frequˆ A constatac ¸a encia e alta rotatividade dos representantes das ˜ es parceiras nas reuni˜ instituic ¸o oes do Comitˆ e Gestor e Executivo evidencia a falta de efetividade no cumprimento de pap´ eis e responsabilidades entre esses atores. . ´ ltimos anos.

` s deliberac ˜ es tomadas para a implementac ˜ o e operacionalizac ˜ o do projeto: g) Quanto a ¸o ¸a ¸a ˜ es est˜ ˆ mbito da As deliberac ¸o ao sendo tomadas por demanda. para servirem de subs´ no a ¸a ıdios para as decis˜ oes estrat´ egicas e executivas. ˜ o das ac ˜ es f) Quanto aos documentos normativos e regimentais definidos para orientac ¸a ¸o ˜ o e gest˜ de coordenac ¸a ao do projeto: Os documentos normativos e regimentais do Projeto necessitam de revis˜ ao pois est˜ ao sendo observados como insuficientes para as demandas das Casas e do Projeto. para que se promova uma ac ˜ o coordos atores. . h´ a um entendimento maior. Deve-se promover di´ alogos ˜ o permanente dos resultados alcanc qualificados e estruturados de avaliac ¸a ¸ ados pelo projeto ˆ mbito das unidades e no a ˆ mbito da Coordenac ˜ o Nacional. em programas de formac ¸a ¸a ¸a denada de coleta de dados para todos os atores e bolsistas. previsto pelo Sistema de Gest˜ ao Casa Brasil e que ainda n˜ ao se tornou operante. sem planejamento efetivo no a ˜ o Nacional. Sugere-se a consolidac ˜ o dos projetos priorit´ Coordenac ¸a ¸a arios em ambiente e ferramenta compartilhada para que todos possam registrar o seu desenvolvimento e acompanhar as etapas sendo realizadas. ˜ es de avaliac ˜ o inicial e de avaliac ˜ es temporais visando analisar h) Foram realizadas ac ¸o ¸a ¸o ˜ o da comunidade local na universalizac ˜ o do acesso e o impacto do projeto na inserc ¸a ¸a ˜ o: uso da tecnologia da informac ¸a ˜ es de avaliac ˜ o inicial e de avaliac ˜ es sistem´ As ac ¸o ¸a ¸o aticas est˜ ao sendo constru´ ıdas junto com ˜ o do projeto. Sugere-se a ampla divulgac ˜ o da metodologia e a sensibilizac ˜o a implementac ¸a ¸a ¸a ˜ o em avaliac ˜ o. Al´ em disso. ˆ mbito da Coordenac ˜o pela experiˆ encia vivida. Sugere-se a adoc ˜ o de soluc ˜ es de infrarespeito a ¸a ¸o estrutura tecnol´ ogica que facilitem o controle e a gest˜ ao das unidades e que possam integrar um banco de dados global do projeto. Um aspecto que tem sido recorrente para reforc ¸ o dos problemas de gest˜ ao diz ` s ferramentas e ambientes de suporte. sobre as quest˜ oes cr´ ıticas de gest˜ ao no a ¸a Nacional. Essa quest˜ ao tem sido tratada no a ¸a Brasil como Programa a partir do ano de 2009.6 Recomendac ¸o ˜ es sobre o Projeto Casa Brasil 91 ` estrutura e aos mecanismos governamentais de gest˜ e) Quanto a ao (estrat´ egica. t´ atica. H´ estrutura de gest˜ ao no a ¸a a necessidade de se ˜ es de eficiˆ criar uma estrutura institucional executiva para dar conta das relac ¸o encia e efic´ acia ˆ mbito da institucionalizac ˜ o do Projeto Casa do projeto. operacional e participativa): ˜ o do Projeto evidencia a precariedade de funcionamento da A experiˆ encia de implementac ¸a ˆ mbito da Coordenac ˜ o Nacional do projeto.

de maneira descentralizada. acadˆ com a colaborac ¸a emicos e agentes dispersos geograficamente. ˜ o de gestores. o mapeamento de sua evoluc ¸a ¸o ˜ o considera que a apropriac ˜ o da cultura de inclus˜ O modelo de avaliac ¸a ¸a ao digital e social ocorre de maneira gradual e. dificuldade de sistematizac ˜o comunicac ¸a ¸a ˜ es relevantes para todos os atores. para ˜ o e de suas relac ˜ es de impacto em a ˆ mbito local e nacional. Sugere-se a implementac ¸a ıficos. com o suporte das tecnologias de informac ˜ o e comunicac ˜o e avaliac ¸a ¸a ¸a de um indicador de alfabetismo digital social. Sugere-se a sistematizac ˜ o das redes sodas informac ¸o ¸a ˜ o eletrˆ ciais pelos meios de comunicac ¸a onica e portal do projeto como forma de melhorar a ˜ es de comunicac ˜ o e de di´ efetividade das relac ¸o ¸a alogos entre os atores. especialistas. ˜ es e Os modelos. indicadores e instrumentos poder˜ ao consolidar uma base digital de informac ¸o ˜ o dos programas sociais que poder˜ servic ¸ os de avaliac ¸a ao ser aperfeic ¸ oados por seus agentes e colaboradores.6 Recomendac ¸o ˜ es sobre o Projeto Casa Brasil 92 ` s ac ˜ es de avaliac ˜ o visando analisar o impacto do projeto na reduc ˜ o da i) Quanto a ¸o ¸a ¸a mis´ eria e na autonomia coletiva dos segmentos exclu´ ıdos: ˜ es de impacto somente podem ser verificadas com delineamentos pr´ As avaliac ¸o oprios em ˜ o de projetos espec´ tem´ aticas e indicadores espec´ ıficos. a partir de uma abordagem sistem´ atica e de pesquisa em ˜ o de programas sociais. em uma verificac ¸a ˜ es realizadas. problemas de articulac ¸a ˜ o. ` s ac ˜ es de publicac ˜ o dos resultados obtidos. ˜ o poder˜ Nesse sentido. pode-se considerar que o Projeto Casa Brasil poder´ a evoluir com suas metodo˜ o explorat´ logias e conte´ udos para uma agenda permanente de investigac ¸a oria e explicativa das experiˆ encias e resultados alcanc ¸ ados. com o delineamento e controle de seus indicadores. tais como de gravidez na adolescˆ encia. permite a an´ alise individualizada das unidades ˜ o do seu processo de desenvolvimento. . quer seja de fatores de sucesso e j) Quanto a ¸o ¸a cr´ ıticos. dificuldade de ceiros e com Conselho Gestor. falta de cultura de planejamento e avaliac ¸a ˜ o efetiva com os agentes gestores e comunidade. redes sociais de avaliac ¸a ao ser criadas para possibilitar o acompa˜ o dos programas de inclus˜ nhamento e a avaliac ¸a ao digital e social. identificamos que as ac ˜ es parcialmente realizadas est˜ e an´ alise das ac ¸o ¸o ao foca˜ o local com pardas em: v´ ınculos formais de contratos e parceiros. com a avaliac ¸a ˜ o Digital e Social (IADS) e ´ sugerido como estrat´ ˜ o de resultados Alfabetizac ¸a egia de avaliac ¸a ˆ mbito do indiv´ e impactos no a ıduo e de um coletivo. de maneira a ampliar a visibilidade e transparˆ encia do projeto para controle social: ˜ o e de gest˜ ˜o Considerando os objetivos de implementac ¸a ao do Apˆ endice 1. dessa forma. O Indicador de e do seu conjunto. Finalmente.

de˜ o pol´ nominado MAPIDS.Trata-se de um mo˜ o que procura. Al´ em da reduc ¸a ˜ o de programas de PIDS permite desenvolver uma vis˜ ao sistem´ atica e participativa da avaliac ¸a inclus˜ ao social e digital. Para . capaz de apoiar a descentralizac ¸a ıtica-administrativa dos programas sociais com transparˆ encia. o MAsucesso do programa que est´ a sendo avaliado. contextos e realidades. ˜ o em avaliac ˜ o para os agentes e gestores. promover a participac ˜ o dos agentes no delo de avaliac ¸a ¸a ¸a ˜ o. A avaliac ˜ o dos Programas de inclus˜ disponibilizadas para as atividades de avaliac ¸a ¸a ao digital ˜ o digital de seus pr´ e social comec ¸ a com a alfabetizac ¸a oprios gestores e avaliadores. controle social e gest˜ ao participativa. ˜ o do programa de inclus˜ Para apoiar as atividades de avaliac ¸a ao digital e social um instru˜ o das habilidades de uso das TICs pelos cidad˜ mento de medida e avaliac ¸a aos foi proposto. O uso intensivo das tecnologias de informac ˜o e das ac ¸o ¸a ˜ o ap´ ˜ es.93 7 ˜ es finais Considerac ¸o ˜ o de Programas de inclus˜ O trabalho propˆ os um modelo de avaliac ¸a ao digital e social. na sua implementac ˜ o. julgamentos e comunicac ¸a oiam os processos de compartilhamento e troca de informac ¸o conhecimentos sobre o programa. Um porconhecimento da realidade de maneira a redirecionar as ac ¸o ˜ o do programa e ´ concebido para apoiar as atividades de compartilhamento. o modelo tamb´ em ´ composto de um conjunto de instrumentos e procedimentos para a construc ˜ o e desenvole ¸a ˜ o pelos pr´ vimento da avaliac ¸a oprios gestores e participantes do programa. Para tanto. promovendo a aprendizagem social e o ˜ es para a efetividade social. os grupos e os contextos sociais e culturais. A abordagem participante proposta promove processos meta-cognitivos para a reflex˜ ao cr´ ıtica e permanente ˜ es realizadas no a ˆ mbito do programa. As A abordagem adota programas de formac ¸a ¸a ˜ o dos objetivos e indicadores do programa a ser avaliestrat´ egias colaborativas para a definic ¸a ado s˜ ao utilizadas a partir de um modelo referencial de indicadores do MAPIDS. coleta tal de avaliac ¸a ˜ o das informac ˜ es sobre o programa. incentivando e colaborando decisivamente para o processo de desenvolvimento da avaliac ¸a ˜ o significativa nos custos. segundo as perspectivas diversificadas de intencionalidades. Os agentes e avaliadores necessitam apropriar e divulgac ¸a ¸o ˜ o e comunicac ˜ o direcionadas e adequadamente as ferramentas e as tecnologias de informac ¸a ¸a ˜ o. O modelo adota as an´ alises sobre fatores cr´ ıticos e de sucesso para os indiv´ ıduos.

de maneira a ampliar o alcance das ac ¸o ˜ o. Uma rede de avaliac ˜o e ´ fomentada matizadas pelo portal de avaliac ¸a ¸a ˜ es qualificadas e assim constitu´ ıda para promover a troca e o compartilhamento de informac ¸o ˜ o poder´ sobre o programa. ˜ o de suas relac ˜ es com resultados e impactos. Indicativos concretos da validade conceitual ˜ o digital e respectivos instrumentos de medida foram tamb´ e emp´ ırica da alfabetizac ¸a em obtidos com uma amostra de 61 bolsistas das unidades em funcionamento em novembro de 2007. Do ponto de vista metodol´ ogico. foi definido essa finalidade. e criticidade. um indicador de alfabetizac ¸a ˜ o digital e social conceitualmente e um instrumento proposto para medir o n´ ıvel de alfabetizac ¸a dos gestores. ˜o e ´ constru´ ˜ es dial´ A avaliac ¸a ıda e fomentada pelas relac ¸o ogicas entre os participantes siste˜ o e com o uso das TICs. A rede de avaliac ¸a a promover maior capilaridade para o sistema ˜ o que poder´ ˜ o dos de avaliac ¸a a atender de maneira mais efetiva o acompanhamento e a avaliac ¸a programas nacionais de inclus˜ ao digital. O delineamento permitiu explorar an´ alises de universos diversificados de cultura. com seus resultados parciais O modelo proposto teve sua aplicac ¸a ˜ o dos insumos. As experiˆ com a investigac ¸a ¸o encias inovadoras ˜ o de problemas poder˜ de soluc ¸a ao ser compartilhadas e reproduzidas. participantes e cidad˜ aos atendidos pelo programa. favorecidas pelo suporte ˜ o e publicac ˜ o no portal dos diagn´ das tecnologias e redes sociais e pela sistematizac ¸a ¸a osticos realizados pelos agentes. culturais e de desenvolvimento das unidades instaladas. de acompanhamento e avaliac ¸a A complexidade e dimens˜ ao nacional do problema trazem o desafio de se considerar crit´ erios que respeitem as diversidades de contextos sociais. (c) formac ¸a ˜ o digital dos gestores e participantes da avaliac ˜ o do programa. denominado IADS. Indicadores emp´ ıricos sugeridos pelo MAPIDS foram obtidos em uma pesquisa de opini˜ ao com uma amostra de 40 coordenadores das Unidades que estavam em funcionamento em junho de 2007. de efic´ acia de resultados e de efetividade social do projeto. criando e promovendo novas soluc ˜ es e (e) incorporac ¸a ¸a ¸o ˜ o. (d) alfabetizac ¸a ¸a ˜ o das TICs nos processos de avaliac ˜ o.7 Considerac ¸o ˜ es finais 94 ˜ o digital e social. da eficiˆ verificados pelas an´ alises de adequac ¸a encia de processos. Na base do MAPIDS est´ a a proposta de que os modelos de inclus˜ ao digital e social precisam ser constru´ ıdos por uma agenda de discuss˜ oes e entendimentos comuns entre especialistas e . (b) formac ˜o e ´ tica de gestores ao mesmo tempo em que ocorreu a implementac ¸a ¸a ˜ o reflexiva e meta-cognitiva em busca de autonomia avaliadores n˜ ao-especialistas. (f) criac ˜ o de elementos facilitadores para a constituic ˜ o de uma rede tecnologias em avaliac ¸a ¸a ¸a ˜ o de projetos de inclus˜ ˜ es territoriais de avaliac ¸a ao digital. ˜ o no Projeto Casa Brasil. os desafios observados pelos procedimentos propostos ˜ o da aprendizagem da avaliac ˜ o para os agentes e com o MAPIDS consistiram (a) na promoc ¸a ¸a ˜ o do programa.

O objetivo e ´ definir e acadˆ emicos. ˜ o de Entretanto. necessita ser ampliada no seu campo de ˜ o para al´ ˜ o de m´ atuac ¸a em dos limites dos especialistas com a aquisic ¸a etodos e processos em novas linguagens proporcionadas pelas redes informacionais e tecnol´ ogicas. ˜ o ser´ Portanto. um copo meio cheio tem obviamente sua contrapartida de algo “meio vazio”. expans˜ ao dos programas sociais com o uso das tecnologias de informac ¸a ¸a ´ necess´ E ario criar modelos que se aproximem da realidade e cultura do pa´ ıs. quem avalia o avaliador? Os dados parciais obtidos no Projeto Casa Brasil e relatados sumariamente nesta tese podem ser vistos como suscet´ ıveis a ˜ es a partir de diferentes perspectivas. Nenhum grupo de gestores e participantes est´ a imune ao desejo natural que suas atividades e esforc ¸ os sejam bem sucedidos. Contrastar o in´ ıcio de cada ac ¸a com suas inevit´ aveis falhas e insuficiˆ encias finais tamb´ em faz parte da grande miss˜ ao de um . Em geral. al´ em da responsabilidade de fazer o programa funcionar. descoberta de soluc ¸o ¸a ˜ o do desenvolvimento das pessoas e garantia dos direitos dos cidad˜ promoc ¸a aos que se encon˜ o. O desafio do desenvolvimento tecnol´ ogico e informacional deve ser visto como uma oportunidade de ˜ es inovadoras para contribuir com a reduc ˜ o das desigualdades sociais. ao integrar especialistas. A avaliac ¸a ciˆ encia que pode servir aos interesses dos cidad˜ aos. mas tamb´ em tem ˜ es e seus aspectos negativos. Para contrapor essas tendˆ encias naturais das pessoas. O envolvimento excessivo dos gestores e participantes do programa tem situac ¸o seus aspectos positivos que demonstram a plausibilidade do modelo proposto. ´ poss´ A quem cabe fazer o contraste entre as duas metades? E ıvel e desej´ avel. gestores e sociedade civil no processo de avaliac ¸a um programa de inclus˜ ao digital e social. a avaliac ¸a a inevitavelmente constru´ ıda a partir de um ponto de partida com excesso de expectativas positivas e conciliat´ orias. principalmente no que diz respeito ao surgimento de manifestac ¸o vieses corporativos. tamb´ em tem interesses financeiros. pol´ ıticos e profissionais ligados ao seu sucesso. por exemplo.7 Considerac ¸o ˜ es finais 95 ˜ es sociais e a sociedade civil. organizac ¸o operacionalizar indicadores que possam apoiar a tomada de decis˜ oes pol´ ıticas balizadas para ˜ o e comunicac ˜ o. ˜ o e planejamento confrontar o que foi alcanc ¸ ado com o que foi proposto no in´ ıcio da idealizac ¸a ˜ o e etapa de um programa social como o Programa Casa Brasil. Por um lado. os resultados apresentaan´ alises e interpretac ¸o ram vis˜ oes positivas que refletem a evidente vit´ oria de se conseguir implantar e funcionar um programa da complexidade e abrangˆ encia do Programa Casa Brasil. o MAPIDS tamb´ em termina por desencadear novas ˜ es e desafios. caso n˜ ao apresente alternativas para outros julgamentos cr´ ıticos. Em outras palavras. compreendida como uma a ´ rea da tram em espac ¸ os de vulnerabilidade social. Por outro lado. recomenda-se que o MAPIDS incorpore julgamentos isentos das press˜ oes de quem. o copo tem mesmo que ser visto como “meio cheio”. gestores p´ ublicos.

´ necess´ ´ rea social com modelos de avaliac ˜ o de e ario contribuir para as pol´ ıticas p´ ublicas na a ¸a programas ou projetos que subsidiem de maneira efetiva a tomada de decis˜ oes em modelos ˜ o. bom senso e racionalidade desejados por qualquer comunidade. Cabe ao modelo de avaliac ¸a julgamento pol´ ıtico seja o mais informado. A utilidade do modelo pˆ ode tamb´ em ser observada pela ˜o a ` s realidades de outros prorepresentatividade dos indicadores e as possibilidades de adaptac ¸a gramas nacionais de inclus˜ ao digital e social. A possibilidade de tornar os resultados das pesquisas de opini˜ ao prontamente dispon´ ıveis num portal na internet. poder´ de desenvolvimento local. descentralizados e participativos para monitoramento e avaliac ¸a A an´ alise do m´ erito do MAPIDS considerou tamb´ em o crit´ erio de aplicabilidade pr´ atica. minimizando os vi´ eses dos julgamentos pessoais. O crit´ ˜ o social sempre pr´ oximos da realidade para avaliac ¸a erio de “sucesso” de uma intervenc ¸a ˜ es que fundamenpassa por um julgamento pol´ ıtico. esse espac ¸ o passa a ser dominado por quem tem ˜ o contribuir para que esse maior poder ou interesses inconfessos. ˜ o e desenvolvimento pˆ ` imquando sua concepc ¸a ode ser verificada de maneira concomitante a ˜ o e avaliac ˜ o de um projeto complexo de abrangˆ plementac ¸a ¸a encia nacional. participativas e de controle social promovidas. . equilibrado e livre poss´ ıvel. A quest˜ ao est´ a na qualidade das informac ¸o tam o espac ¸ o pol´ ıtico. As redes sociais empoderadas e fortalecidas po˜ es transformadoras der˜ ao reivindicar os seus direitos de maneira mais efetiva para gerar as ac ¸o ˜ o em rede. talvez o maior desafio enfrentado pelo MAPIDS seja a incorporac ¸a ´ teis a todo tipo evidˆ encias de perspectivas divergentes e cr´ ıticas que possam apoiar an´ alises u de questionamento sobre a validade de um programa de inclus˜ ao social e digital. com julgamentos cr´ ıticos e pactuac ¸a erios e valores. Se n˜ ao h´ a qualidade. permite avanc ¸ ar no conceito de ˜ es dial´ transparˆ encia dos programas socais e de empoderamento comunit´ ario pelas relac ¸o ogicas. ˜ es bem-sucedidas permitem que os julgamentos pol´ Avaliac ¸o ıticos sejam feitos dentro dos limites da inteligˆ encia. possibilitando a expans˜ ao das ac ¸o orios de maior vulnerabilidade social. tal como concebida pelo MAPIDS. Logo. Vale ressaltar o potencial do MAPIDS para agregac ¸a ¸a ˜ o dos crit´ de conhecimentos. sistema de avaliac ¸a ˜ o de Dessa forma.7 Considerac ¸o ˜ es finais 96 ˜ o. As perspectivas dos diversos atores segundo m´ etodos sistem´ aticos podem subsidiar julgamentos mais ˜ o. A avaliac ¸a a ˜ es de acompanhamento e avaliac ˜ o dos projetos de inclus˜ ampliar o alcance das ac ¸o ¸a ao digital ˜ es para territ´ e social. ˜ es poder˜ ˜ o do MAPIDS Essas contribuic ¸o ao ser verificadas no futuro com os estudos e aplicac ¸a em outros contextos de projetos e programas sociais. tal como o Projeto ˜ o e construc ˜ o colaborativa Casa Brasil.

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com efic´ acia e visibilidade aos programas de inclus˜ ao social do Governo Federal 8. Casa Civil da Presidˆ encia da Rep´ ublica. Estabelecer crit´ erios de escolha das entidades e localidades das unidades 4. que o coordena e respons´ avel pelo repasse ˜ o. respons´ dos recursos. Minist´ nist´ erio das Comuicac ¸o erio da Cultura e Minist´ erio do Planejamento. e demais o aos do ˜o Governo Federal para a consecuc ¸a ˜ o do dos objetivos de implementac ¸a Projeto Casa Brasil. ´ rg˜ empresas estatais.. Orc ¸ amento e Gest˜ ao. Acompanhar e monitorar a implementac ¸a Brasil ˜ o do Projeto Casa Brasil 6. 3. ˜ o. Acompanhar e monitorar o desempenho das unidades locais 16. Publicar em DOU a Composic ¸a e Executivo 2. Avaliar os resultados da implementac ¸a ˜ o do Comitˆ 7. secretarias. Minist´ ˜ es. Petr´ oleo Brasileiro S. Nomear membros do Comitˆ e Gestor com representantes dos seguintes org˜ aos do governo federal: Casa Civil da Presidˆ encia da Rep´ ublica que o coordena. Minist´ erio da Educac ¸a erio de Ciˆ encia e Tecnologia. Instalar Comitˆ e Gestor do Projeto Casa Brasil para definir as diretrizes ˜ o de gerais de gest˜ ao e de aplicac ¸a recursos destinados ao projeto 2. Servic ¸ o Federal de Processamento de Dados. Banco do Brasil S. Minist´ Rep´ ublica. Empresa Brasileira de Correios e Tel´ egrafos.A. Instalar Comitˆ e Executivo do Projeto Casa Brasil para coordenar as ˜ es de minist´ ac ¸o erios.. Coordenar a implementac ¸a Executiva 15. Analisar as propostas classificadas. Gerir o Portal Casa Brasil . Coordenar ac ¸o aos do governo para promover maior efic´ acia e visibilidade ao projeto ˜ o das unidades por meio da sua Secretaria14. 11. Constituir comiss˜ ao de selec ¸a ¸a ` admiss˜ quanto a ao e julgamento.101 ˜ o do Casa Brasil Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o da Coordenac ˜ o Nacional Objetivos de Implementac ¸a ¸a ˜ o das condic ˜ es iniciais de execuc ˜ o do projeto) (Fase de instalac ¸a ¸o ¸a Conceitual Operacional ˜ o do Comitˆ 1. Minist´ Minist´ erio da Educac ¸a erio das Comunicac ¸o erio da Cultura e Minist´ erio do Planejamento. ap´ os visita aos locais por equipe t´ ecnica 12. ˜ o das Unidades 9.A.. Instituto Nacional de Tecnologia da Informac ¸a avel pela Secretaria Executiva. Miˆ es. Julgar e selecionar as propostas segundo os crit´ erios definidos no edital e publicar as unidades e parceiros selecionados ˜ es entre os agentes institucionais e o ´ rg˜ 13. Centrais El´ etricas S. Caixa Econˆ omica Federal. Nomear membros do Comitˆ e Executivo com representantes do Minist´ erio de Minist´ erio de Ciˆ encia e Tecnologia. Publicar em DOU a Composic ¸a e Gestor 1. Secretaria de ˜ o de Governo e Gest˜ Comunicac ¸a ao Estrat´ egica da Presidˆ encia da Rep´ ublica. Elaborar e publicar o edital de selec ¸a ˜ o para realizar a avaliac ˜ o das propostas 10. Aprovar o plano de trabalho anual do Projeto ˜ o das unidades do Projeto Casa 5. ˜ o de Governo e Gest˜ Secretaria de Comunicac ¸a ao Estrat´ egica da Presidˆ encia da ˜ o.A. Orc ¸ amento e Gest˜ ao.

acompanhamento e implementac ¸a ˜ o do projeto. Acompanhar as ac ¸o ¸a 38. Definir sistem´ atica de an´ alise t´ ecnica das propostas submetidas ao Edital segundo os crit´ erios definidos ˜ o e convˆ 31. Capacitar os bolsistas da coordenac ¸a ¸a das unidades ˜ es de implementac ˜ o das unidades. Disciplinar os convˆ enios/parcerias realizados entre entidades locais gestoras e terceiros 23. Propor ac ¸o ¸a 34. Operacionalizar o Portal Casa Brasil 35. 37. Formalizar os convˆ enios com as entidades parceiras selecionadas 102 3. 22. avaliac ¸a . ˜ o. Providenciar a contratac ¸a enio com os parceiros selecionados ˜ o das unidades Casa Brasil 32. Adquirir materiais e equipamentos para as unidades e m´ odulos ˜ o dos equipamentos 24. Formalizar Projeto de Pesquisa Casa Brasil no CNPq ˜ o Nacional 27.Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil ˜ o da Coordenac ˜ o Nacional (cont. Contratar os coordenadores e bolsistas das unidades ˜ o nacional para apoiar a implementac ˜o 36. Elaborar Projeto de Pesquisa Casa Brasil 26. Implementar a log´ ıstica de patrimˆ omio e distribuic ¸a para as unidades 25. Formalizar os convˆ enios com minist´ erios e estatais nos casos em que esteja ´ rg˜ configurada a interveniˆ encia de diversos o aos. Acompanhar e avaliar bolsistas ˜ o junto ao CNPq 39. ˜ o com o Programa Brasileiro de Inclus˜ 19. Acompanhar e monitorar o desempenho das unidades na fase de ˜o implementac ¸a ˜ o Nacional do 4. Contratar bolsistas da Coordenac ¸a ˜ o do Projeto Casa Brasil 28.) Objetivos de Implementac ¸a ¸a ˜ o das condic ˜ es iniciais de execuc ˜ o do projeto) (Fase de instalac ¸a ¸o ¸a Conceitual Operacional 17. Instalar Coordenac ¸a Projeto Casa Brasil para apoiar a ˜o Secretaria-Executiva na coordenac ¸a geral e no planejamento. Estabelecer interac ¸a ao Digital ˜ es entre minist´ 20. Elaborar e aprovar o Plano de Implementac ¸a ˜ o orc 29. Coordenar as ac ¸o erios e estatais nos projetos de abrangˆ encia nacional e que estejam vinculados ao Projeto Casa Brasil ˜ o dos contratos e convˆ ˆ mbito do 21. Instalar Secretaria Executiva no ITI ˜ o do Projeto Casa para apoiar a execuc ¸a ˜ es do Brasil segundo as deliberac ¸o Comitˆ e Gestor e Comitˆ e Executivo 18. Coordenar a implementac ¸a ˜ es de capacitac ˜o 33. Realizar a formalizac ¸a enios firmados no a projeto. Encaminhar relat´ orios de avaliac ¸a 40. Elaborar e aprovar plano de execuc ¸a ¸ ament´ aria anual do Projeto 30.

Instalar e testar software livre e portal de servic ¸ os de gest˜ ao dos m´ odulos ` Internet em velocidade compat´ 55. Disponibilizar equipamentos. Instalar infra-estrutura el´ etrica e de cabeamento. Gerar conte´ udos para capacitac ¸a nos m´ odulos 52. Selecionar os bolsistas das unidades conforme diretrizes definidas pelo projeto 5. 43. ao acesso. Constituir os Conselhos Gestores 62. orc ¸ ament´ ario de implementac ¸a m´ odulos 50. Capacitar os bolsistas das unidades para gest˜ ao do espac ¸ o p´ ublico e atendimento inclusivo 54. 61. enfoques did´ aticos e cient´ ıficos de atendimento nos m´ odulos. Adequar as instalac ¸o ısicas das unidades e m´ odulos segundo padr˜ oes e ˜ o f´ normas de adequac ¸a ısica. m´ odulos: de montagem e manutenc ¸a laborat´ orio de ciˆ encias. Instalar a infra-estrutura material e tecnol´ ogica nas unidades e m´ odulos ˜ es adequadas de uso para os m´ 44. audit´ orio. Avaliar os resultados de implementac ¸a . Disponibilizar mobili´ ario em condic ¸o odulos 45. 58. Elaborar plano financeiro. Elaborar normas de funcionamento dos m´ odulos ˜ o dos bolsistas para atendimento inclusivo 51.Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil ˜ o da Coordenac ˜ o Nacional (cont. 42. laborat´ orio multim´ ıdia e telecentro. Formalizar a contratac ¸a ˜ o das unidades e 49. Instalar e disponibilizar ferramentas livres e servic ¸ os gratuitos para apoio ˜ o e criac ˜ o de informac ˜ es e conhecimentos. Disponibilizar acesso gratuito a ıvel com o uso nos diferentes m´ odulos 56. certificac ¸a 59. Disponibilizar acesso aos programas e servic ¸ os de e-gov de atendimento ao cidad˜ ao. Instalar equipamentos conforme lay-out aprovado 46. Realizar com o Conselho Gestor levantamento de demandas das comunidades por projetos e atividades comunit´ arias ˜ o das unidades 63. 47. ferramentas e materiais necess´ arios para os ˜ o de microcomputadores.) Objetivos de Implementac ¸a ¸a ˜ o das condic ˜ es iniciais de execuc ˜ o do projeto) (Fase de instalac ¸a ¸o ¸a Conceitual Operacional 103 ˜ es f´ 41. produc ¸a ¸a ¸o 57. Implementar as 90 Unidades Casa Brasil ˜ o dos bolsistas das unidades junto ao CNPq 48. conte´ udos e servic ¸ os de atendimento inclusivo ` populac ˜ o no portal Casa Brasil a ¸a 53. Implantar n´ ucleo de apoio pedag´ ogico para auxiliar no processo de ensinoaprendizagem. Elaborar e publicar manuais. 60. sala de leitura. ˜ o e identidade digital. Estabelecer diretrizes. visual e de acessibilidade do Projeto Casa Brasil. oficina de r´ adio. Disponibilizar servic ¸ os de seguranc ¸ a.

acompanhamento e avaliac ˜ o do execuc ¸a ¸a projeto e das unidades individualmente . Aprovar o plano de trabalho anual do Projeto 104 2. Coordenar ac ¸o ˜ o. Acompanhar e monitorar o desempenho das unidades e do Projeto Casa Brasil 3. Coordenar ac ¸o ¸a ¸a ¸o conhecimentos. 15. com efic´ acia e visibilidade aos programas de inclus˜ ao social do Goveno Federal 5. Avaliar processos. Acompanhar e avaliar sistematicamente a ˜ o do projeto pelo Comitˆ implantac ¸a e Gestor do Projeto estabelecendo diretrizes gerais de ˜ o dos recursos destinados ao gest˜ ao e aplicac ¸a projeto Operacional 1. secretarias e autaquias. via Portal Casa Brasil 27. Gerenciar compras de materiais e equipamentos para as unidades e m´ odulos ˜ o dos equipa18. Elaborar plano anual de ac ¸o ˜ o orc 20. controlando e prestando conta dos recursos aplicados no projeto 22. Elaborar plano anual de execuc ¸a ¸ ament´ aria ˜ o orc 21. Elaborar plano de trabalho e orc ¸ amento anual do Projeto 8. Coordenar o funcionamento das unidades pela Secretaria-Executiva ˜ es de planejamento. Coordenar ac ¸o aos do governo ˜ o e operacionallizac ˜ o do projeto para execuc ¸a ¸a ˜ es dos minist´ 2. Gerir o Portal Casa Brasil 11. minist´ erios e estatais 13. empresas estatais e ´ rg˜ demais o aos do governo federal para a gest˜ ao executiva do Projeto. Coordenar ac ¸o ¸a ˜ es de comunicac ˜ o. Coordenar as ac ¸o erios. Avaliar periodicamente os resultados obtidos 12. participativa e de cidadania 25. Avaliar periodicamente os resultados do Projeto Casa Brasil ˜ es entre agentes institucionais e o ´ rg˜ 4. Administrar a execuc ¸a ¸ ament´ aria. resultados e impactos do projeto 3. Interagir com o Programa Brasileiro de Inclus˜ ao Digital ˜ es entre minist´ 14. Implementar a log´ ıstica de patrimˆ omio e distribuic ¸a mentos e materiais para as unidades ˜ es do Projeto Casa Brasil 19. Acompanhar convˆ enios/parcerias realizados entre entidades locais gestoras e terceiros 17. divulgac ˜ o de informac ˜ es e de 26. Acompanhar a previs˜ ao e a alocac ¸a Projeto pelo governo federal 10. 4. Coordenar as ac ¸o erios e estatais nos projetos de abrangˆ encia nacional e que estejam vinculados ao Projeto Casa Brasil ˆ mbito do projeto. Coordenar e gerenciar as ac ¸o ¸a ˜ o e funcionamento das unidades vidos na implantac ¸a ˜ es de articulac ˜ o social. Formalizar contratos e convˆ enios firmados no a 16. Coordenar e gerenciar o funcionamento administrativo e de atendimento comunit´ ario nas unidades ˜ es de capacitac ˜ o dos agentes envol24. Acompanhar e monitorar o desempenho das unidades locais 7. Coordenar o funcionamento das unidades por meio da sua SecretariaExecutiva 6.Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil ˜ o Nacional Objetivos Intermedi´ arios da Coordenac ¸a ˜ o do projeto pela Coordenac ˜ o Nacional) (Fase de execuc ¸a ¸a Conceitual 1. Coordenar e gerenciar a infra-estrutura de tecnologia e de rede para a inclus˜ ao digital e para o funcionamento das unidades 23. Gerir os convˆ enios com as entidades parceiras. Elaborar cronograma de desembolso do projeto ˜ o de recursos financeiros para o 9.

13. cultural e social ˜ o de bolsitas e de atendimento comunit´ 19. para promover a acessibilidade digital para com instituic ¸o portadores de necessidades especiais. chamada de servic ¸ cos e suporte em ˜ o e colaborac ˜ o entre os bolsistas t´ ambiente de comunicac ¸a ¸a ecnicos das unidades ˜ o nacional e coordenac ¸a ˜ o do Projeto Casa 4. o funcionamento da unidade e os projetos sociais para fins 20. Instalar a infra-estrutura de hardware.Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil ˜ o Local Objetivos Intermedi´ arios da Coordenac ¸a ˜ o do projeto pela Unidade) (Fase de execuc ¸a Conceitual Operacional 105 ˜ es. comunicac ˜ o e de suporte t´ 1. tecnol´ ogico. Promover redes de capacitac ¸a ario ˜ es. Manter um banco de dados do processo de implantac ¸a Brasil e de suas unidades locais. Coordenar e gerenciar a infra-estrutura de tecnologia e de rede para a inclus˜ ao digital e o funcionamento das unidades ˜ o e acessi2. Avaliar as ac ¸o de feedback 6. participativa e a cidadania 18. Manter ferramentas de gerenciamento e suporte remoto das atividades das ˜ o continuada equipes de capacitac ¸a 6. m´ odulos e espac ¸ os multim´ ıdia. 9. em parceria ˜ es e universidades. que pode ser geo-referenciado e contribuir para o Observat´ orio de Inclus˜ ao Digital. Incentivar a pesquisa e o desenvolvimento de software livres. gestores comunit´ arios e parceiros. 11. Promover a gest˜ ao social. cidad˜ a e auto-gestion´ aria 12. Coordenar a gest˜ ao de recursos humanos para o bom funcionamento da unidade e atendimento inclusivo e comunit´ ario. Coordenar o planejamento e a gest˜ ao de projetos sociais para atendimento comunit´ ario segundo os princ´ ıpios norteadores do Projeto Casa Brasil ˜ o democr´ de participac ¸a atica. implantar e manter de Portal de servic ¸ os Casa Brasil 8. Desenvolver. 7. Coordenar a rede de informac ¸o ¸a ecnico para apoio a gest˜ ao da infra-estrutura de rede tecnol´ ogica e de servic ¸ os para a ˜ o nacional e para as unidades. Coordenar a gest˜ ao do patrimˆ onio p´ ublico de bens e equipamentos destinados ao projeto ˜ o de contas e a entrega de relat´ 14. coordenac ¸a 5. 3. Coordenar a rede de informac ¸o ¸a res . Coordenar e controlar a prestac ¸a orios 15. Promover a gest˜ ao de conhecimentos cient´ ıfico. Administrar e gerir os recursos material. Coordenar e gerenciar o funcionamento administrativo. comunicac ˜ o e de apoio aos coordenado10. 5. Desenvolver e manter o sistema operacional de gest˜ ao das unidades. de ˜ o dos projetos planejamento e execuc ¸a sociais para atendimento comunit´ ario nas unidades . software e de comunicac ¸a bilidade digital para o funcionamento dos m´ odulos e servic ¸ os das unidades. Promover a auto-gest˜ ao e a sustentabilidade das unidades 17. tecnol´ ogico e orc ¸ ament´ ario das unidades 16. Gerenciar recursos e servic ¸ os de infra-estrutura tecnol´ ogica para atendimento comunit´ ario ˜ es. Manter e gerenciar listas de discuss˜ oes.

˜ es no a ˆ mbito de cada projeto na tecnol´ ogico. Produzir relat´ orios de atividades realizadas pelos projetos. cultural e social gerados pelas ac ¸o rede e no portal Casa Brasil ˜ o do projeto e de seus resultados 39. cidad˜ a e auto-gestion´ aria 30. aprendizagem autˆ onoma e cr´ ıtica e demais tem´ aticas es˜ o e criac ˜ o de pec´ ıficas aos diferentes m´ odulos para promover a produc ¸a ¸a conte´ udos e de conhecimentos de cunho educativo. parceiros. ˜ es e o conhecimento cient´ 38. Constituir comiss˜ ao para avalic ¸a 40. Desenvolver conte´ udos para inclus˜ ao digital social cidad˜ a e em tem´ aticas ˜ es e projetos de atendimento comunit´ para apoiar as ac ¸o ario. oferta e tutoria para o ensinoaprendizagem ˜ es de capacitac ˜ o para inclus˜ 25. Gerenciar as parcerias para garantir a sustentabilidade do projeto ˜ o democr´ 32. os potenciais e riquezas da regi˜ ao 8. comunicac ˜ o e de apoio aos gestores 21. articular e realizar projetos sociais comunit´ arios 29. Articular a rede social para viabilizar a sustentabilidade econˆ omica e auto˜ es e potenciais locais geston´ aria do projeto a partir das vocac ¸o 31. Definir documento orientador pedag´ ogico para auxiliar multiplicadores e ˜ o de conte´ bolsistas nos processos de produc ¸a udos. Divulgar para a comunidade as atividades planejadas conjuntamente e os resultados obtidos. intermedi´ ario e avanc ¸ ado). Processar informac ¸o ¸o ¸a ˜ o continuada local de capacitac ¸a ˜ es de capacitac ˜o 27. Articular a rede social para viabilizar os recursos f´ ısicos. 23. Capacitar gestores. t´ ecnicos e bolsistas da unidade em tem´ aticas de software livre. Gerenciar o atendimento e servic ¸ os de acordo com o plano e o p´ ublico alvo definido 35. social e cultural 24. Fomentar a gest˜ ao de projetos sociais de atendimento comunit´ ario nas unidades de maneira democr´ atica. planeja˜o mento e oferta de cursos de capacitac ¸a 22.) Objetivos Intermedi´ arios da Coordenac ¸a ˜ o do projeto pela Unidade) (Fase de execuc ¸a Conceitual Operacional 106 ˜ es de 7. 34. Elaborar projetos que integre os diversos m´ odulos nas tem´ aticas e problemas de interesse da comunidade e que valorize as identidades culturais. Promover a integrac ¸a arios sociais. materiais e humanos para o projeto. Gerenciar. Articular e garantir a participac ¸a atica e cidad˜ a dos parceiros e comunidade benefic´ aria 33.Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil ˜ o Local (cont. Instituir conselho administrativo. Coordenar a rede de informac ¸o ¸a ˜ o de materiais pedag´ comunit´ arios e multiplicadores na produc ¸a ogicos. com os parceiros e conselho gestor para planejar. Avaliar processos e resultados das ac ¸o ¸a 28. . para os diferentes m´ odulos e em diferentes n´ ıveis (b´ asico. Realizar o projeto de maneira participativa e auto-gestion´ aria ˜ o com outros projetos comunit´ 36. organizar e divulgar as informac ¸o ıfico. Coordenar e gerenciar as ac ¸o ˜ o dos agentes envolvidos na capacitac ¸a ˜ o e funcionamento das implantac ¸a unidades ˜ es. 37. Planejar e realizar ac ¸o ¸a ao digital autˆ onoma ˜ o local/regional a partir das demandas locais e tem´ e cidad˜ a da populac ¸a aticas relevantes para os objetivos de inclus˜ ao digial e desenvolvimento social sustent´ avel ˜ es sobre as ac ˜ es de capacitac ˜ o enviadas pelas equipes 26.

47. resultados e impactos sociais das Unidades Casa Brasil. Desenvolver a auto-estima individual e coletiva pelo encorajamento a ˜ o livre na elaborac ˜ o das pol´ participac ¸a ¸a ıticas p´ ublicas e gest˜ ao comunit´ aria ˜ o democr´ ˜ o de problemas e na 7. inclusiva e segura pelo Portal Casa Brasil ` 6. social e de cidadania. disponibilizando informac ¸o para oferecer mecanismos de monitoramento e controle social 2. de maneira gratuita. de seu conjunto e de cada um dos m´ odulos componentes. capacitac ¸a ¸a ˜ o e representac ˜ o pol´ 43. com privacidade e qualidade compat´ ıveis com os servic ¸ os disponibilizados ao cidad˜ ao. Promover a participac ¸a ¸a ıtica social e comunit´ aria da ˜ o atendida por meio de ac ˜ es e servic populac ¸a ¸o ¸ os de e-gov. das redes sociais e de colaborac ˜ o. de maneira sis˜ es no portal Casa Brasil. gerenciamento de projetos sociais. Elaborar e divulgar relat´ orios de avaliac ¸a Objetivos de Resultados Conceitual ˜ o de 1. cultural. Obter apoio pol´ ıtico e organizacional para garantir a sustentabilidade e governanc ¸ a do projeto 3. resultados e impactos do projeto 48. ˜ es de empoderamento local em tecnologias sociais e redes de 44.Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil ˜ o Local (cont. Avaliar processos. 9. cadeias de produc ˜ o e servic colaborac ¸a ¸a ¸ os de economia solid´ aria e de desenvolvimento social sustent´ avel 45. 49. 46. Promover a convergˆ encia nacional de ˜ es de minist´ ac ¸o erios e estatais 3. Incentivar parcerias entre unidades Casa Brasil. 4. segura.) Objetivos Intermedi´ arios da Coordenac ¸a ˜ o do projeto pela Unidade) (Fase de execuc ¸a Conceitual Operacional 107 ˜ o participativa dos Conselhos Gestores 41. ferramentas. dos programas e servic ¸ os de e-gov. Avaliar processos. servic ¸ os de e-gov de maneira a estimular a cidadania ativa ˜ o do acesso aos meios. resultados e impactos sociais do projeto. ˜ es de articulac ˜ o. conte´ 5. Promover o desenvolvimento sustent´ avel da comunidade local/regional a ˜ o comunit´ ˜ es de partir dos seus Conselhos Gestores. Proporcionar a universalizac ¸a udos e saberes da Sociedade do Conhecimento. institucionalizar e apoiar a ac ¸a de cada Unidade Casa Brasil. da participac ¸a aria. de ac ¸o ˜ o. Promover a divulgac ¸a aos Programas do Governo Federal. Monitorar e avaliar o desempenho das unidades 10. de maneira gratuita. Disponibilizar acesso ao computador e aos servic ¸ os de Internet. Acompanhar e avaliar bolsistas ˜o 50. Reduzir os ´ ındices de exclus˜ ao digital nas comunidades ˜ o e o acesso 4. CEFETs e centros de pesquisas e outras iniciativas de inclus˜ ao digital. Coordenar ac ¸o ¸a ˜o sustentabilidade social e participac ¸a democr´ atica e cidad˜ a 42. Democratizar os servic ¸ cos de ˜o comunicac ¸a Operacional 1. produc ¸a ¸a ¸o udos tecnol´ ogico. Criar ambientes de comunidades virtuais e de pr´ aticas para a aprendizagem ˜ o e criac ˜ o de informac ˜ es e conte´ autˆ onoma. Promover a participac ¸a atica e cidad˜ a na soluc ¸a ˜ o social pelo fortalecimento das ac ˜ es das organizac ˜ es da societransformac ¸a ¸o ¸o ˜ o popular dade civil e a participac ¸a . Criar. tem´ atica e transparente. universidades. Contribuir para a formulac ¸a pol´ ıticas p´ ublicas mais eficazes e justas 2. Avaliar processos. Promover ac ¸o ˜ o.

produc ˜ o. produc ¸a ¸a ¸o ˜ o de problemas comunit´ ˜ o das nhecimentos. Diponibilizar ferramentas livres para a experimentac ¸a ¸a ˜ o e desenvolvimento de m´ distribuic ¸a ıdias livres. Estimular a organizac ¸a ¸a onoma da comunidade local. fortalecer e institucionalizar as redes sociais. a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento social sustent´ avel 12. Criar soluc ¸o com o uso das TICs ˜ o e mobilizac ˜ o autˆ 14. com a valorizac ¸a identidades. ˜ o e capacitac ˜ o para uso dos equipamentos e 11. educac ¸a ¸ a. Formar e qualificar o cidad˜ ao para o trabalho. ˜ es locais. produc ˜ o e transmiss˜ software de edic ¸a ¸a ao para r´ adio e v´ ıdeo para a Internet com ferramentas livres 7. Operacional Melhorar significativamente os indicadores para a inclus˜ ao ˜ o.) Conceitual ˜ o dos 5. Promover a aprendizagem autˆ onoma e cr´ ıtica das tecnologias e das ferra˜ o e criac ˜ o de informac ˜ es e comentas de software livre para acesso. Proporcionar um espac ¸ o para a manifestac ¸a ao art´ ıstica cultural estimulando o lazer. tratamento. sa´ ude. comunidades de pr´ aticas e de aprendizagem virtual e autˆ onoma ˜ o e edic ˜ o de 6. comunidades e parceiros instituintegrando-a com outras organizac ¸o cionais para promover o desenvolvimento social e comunit´ ario ˜ o e express˜ 15. culturas e meio ambiente 9. qualidade de vida. emprego e renda a partir da ˜ o competente e e ´ tica das tecnologias e do conhecimento valorizando apropriac ¸a as identidades e a diversidade. na soluc ¸a arios. seguranc social: renda. Realizar oficinas de instalac ¸a ¸a ˜ o. o fortalecimento das capacidades das pessoas e das redes comunit´ arias. o meio ambiente e as redes sociais ˜ es para problemas do cotidiano das pessoas e da comunidade 13. Criar.Apˆ endice 1 – Objetivos de avaliac ¸a ˜ o do Casa Brasil Objetivos de Resultados (cont. a cultura e o conv´ ıvio social Objetivos de Inclus˜ ao Social do Casa Brasil Conceitual Promover a inclus˜ ao digital. . Promover a emancipac ¸a cidad˜ aos pelo uso cr´ ıtico e inovador ˜o e das tecnologias da informac ¸a ˜o comunicac ¸a Operacional 108 8. 10. Oportunizar a criac ¸a ¸a conte´ udos multim´ ıdia ˜ o. Promover a inclus˜ ao social. sustentabilidade ambiental e social. a formulac ¸a ıticas p´ ublicas. a inclus˜ ao social. o desenvolvimento da cidadania e o desenvolvimento local e regional sustent´ avel e propiciar o atendimento das necessidades da ˜ o de pol´ ˜o comunidade. a criac ¸a de conhecimentos. a difus˜ ao da cultura local e regional. os potenciais locais/regionais.

Consulto o portal do governo para obter informac ¸ oes sobre impostos. Acompanho gastos publicos do governo pela Internet ´ (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) ESCALA ´ Poucas Varias Vezes Vezes (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) Sempre (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (1) (1) (2) (2) (3) (3) (4) (4) . com base na escala de frequ fornecida. Uso o computador para jogar 2. Considere a referencia de tempo do ultimo mes.br para obter ˜ de meu interesse (concursos publicos. ´ 1. atendimento ao consumidor e outros) 9. ´ Exemplo: Utilizo a Internet ´ (1) Nunca (2) Poucas vezes (3) Varias vezes (4) Sempre ˆ devera ´ marcar: Voce ˆ nunca tenha utilizado a internet. Diario ´ Oficial. ´ coluna que mais se aproxime a sua realidade. ´ informac ¸ oes FGTS.gov. ´ ˆ utilize a internet diariamente no ultimo ˆ 4. ˜ Instruc ¸ oes de preenchimento ˜ listadas sentenc Nos quadros a seguir sao ¸ as que representam comportamentos de uso do computador e da ˆ devera ´ julgar cada sentenc ˆ Internet. caso voce ˆ tenha utilizado a internet poucas vezes no ultimo ˆ 2. caso voce mes. marcando um X na ¨ encia ` ˆ ˆ se necessario. Agradecemos sua colaborac ¸ ao. Ouc ¸ o programas de radio no computador 5. Leio not´ ıcias na internet ˜ 7. ´ ˆ tenha utilizado a internet varias ´ ˆ 3. Consulto o portal www. multas e tributos 8. caso voce vezes no ultimo mes.PROJETO CASA BRASIL ´ QUESTIONARIO 05 ˜ DIGITAL DO CIDADAO ˜ INCLUSAO Jovem ou Adulto ´ obter informac ˜ ˜ digital dos indiv´ O objetivo desta pesquisa e ¸ oes sobre o n´ ıvel de inclusao ıduos. Ouc ¸ o musicas no computador ´ 3.109 Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao MCT / SECIS / ITI . Assisto filmes no computador ´ 4. caso voce mes. 1. Navego na Internet para me distrair 6.redegoverno. Uso aplicado Nunca 1. como parte da avaliac ¸ ao ˜ para a melhoria do projeto. Sua opiniao ˜ e ´ valiosa e contribuira ´ amostra de jovens ou adultos. Utilizo assinatura digital para garantir autenticidade dos docuˆ mentos eletronicos 10. Voce ¸ a. de uma ˜ do Projeto Casa Brasil.

Utilizo servic ¸ os de shopping virtual dos Correios ˜ de renda no computador 13. Organizo meus compromissos com ferramentas eletronicas no computador (agendas. Fac ¸ o minha declarac ¸ ao ˜ que necessito 14. Seleciono as referencias obtidas nas pesquisas via Internet ˜ da fonte da informac ˜ pela reputac ¸ ao ¸ ao 19. Uso aplicado (cont.) ˆ 22. Elaboro material de apresentac ¸ ao 24. Utilizo bases de referencias de bibliotecas e acervos virtuais ˆ para realizar trabalhos escolares e academicos 16.) Sempre (4) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) . agendamentos. aposentadoria e outros) 12. Utilizo correio eletronico para comunicac ¸ ao ˆ 31. bloco de notas. trabalhos e servic ¸ os com o computador e Internet ˜ bancarias ´ 28. Gerencio projetos. Seleciono as primeiras referencias obtidas nas pesquisas via Internet ˆ 18. Utilizo o correio eletronico para comunicac ¸ ao da escola ou do trabalho ˆ 34. Localizo enderec ¸ os ou telefones pela Internet 27. Elaboro orc ¸ amentos com planilhas eletronicas ˜ e palestras no computador 23. Utilizo ferramentas de busca seletiva por palavras chave para pesquisar na Internet ˆ 17. Encontro meus amigos em salas de bate-papo na Internet ˆ ˜ com colegas 33... contatos. Utilizo servic ¸ os on-line da Previdencia Social (calculo de ˜ ˜ contribuic ¸ oes. informac ¸ oes. Fac ¸ o ligac ¸ oes pela Internet ˆ ˜ pessoal 30. Redijo textos no computador ˆ 20. Realizo operac ¸ oes pela Internet ˜ telefonicas ˆ 29.. Organizo minhas contas com planilhas eletronicas ˆ 21. Procuro na Internet as informac ¸ oes ˆ 15. Armazeno fotos no computador 25.Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao ESCALA Nunca ˆ ´ 11. Utilizo correio eletronico para enviar documentos anexados 32. Fac ¸ o compras pela Internet 26. Utilizo programas espec´ ıficos para transferencia de grande volume de arquivos via Internet (1) ´ Poucas Varias Vezes Vezes (2) (3) 110 1.

Colaboro como usuario de ferramentas em comunidades de software livre 55. Produzo conteudos de audio para a Internet ´ 61. Fac ¸ o backup (copias de seguranc ¸ a) dos meus arquivos ˜ de programas no com47. Instalo o sistema operacional em software livre para uso ´ basico 52. Utilizo o computador no trabalho ˜ contra v´ 39. Instalo programas que necessito no computador ´ 46. Configuro o computador para acesso a internet em software livre 53. Colaboro como desenvolvedor em comunidades de software livre 56. Desenvolvo programas para computadores 51. Gravo e edito v´ ıdeos no computador ´ 63. Gravo e edito musicas no computador ´ 62. Resolvo problemas de configurac ¸ oes 50. Monto computador a partir de componentes usados ou descartados ´ 43. Monto computador a partir de componentes novos adquiridos separadamente 42. Atualizo blogs ou paginas na Internet ´ 64. Instalo programas que necessito no computador em ambiente de software livre ´ 54. Localizo facilmente o que preciso no computador 37. Elaboro modelos para textos formatados no computador 57. Recupero arquivos danificados ou corrompidos no computador ˜ de rede 49. Configuro o computador para acesso a internet 45. Organizo meus documentos e arquivos em pastas ou di´ retorios no computador 36.Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao ESCALA Nunca 35. Utilizo a Internet para divulgar produtos e servic ¸ os 58. Procuro na Internet o que preciso aprender 38. Resolvo problemas de configurac ¸ ao putador 48. Utilizo recursos de compactac ¸ ao arquivos no computador 41. Produzo conteudos de texto para a Internet ´ 59. Uso autonomo Sempre (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) . Crio blogs ou paginas para a Internet (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) ´ Poucas Varias Vezes Vezes (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) 111 ˆ 2. Instalo sistema operacional no computador para uso basico 44. Produzo conteudos de imagem para a Internet ´ ´ 60. Utilizo o computador com protec ¸ ao ırus e programas intrusos ˜ para reduzir o tamanho dos 40.

Entro em salas de bate-papo (chats). Entro em salas de bate-papo (chats). Divulgo os resultados de projetos sociais via Internet para acompanhamento e controle social (1) ESCALA ´ Poucas Varias Vezes Vezes (2) (3) Sempre (4) (1) (2) (3) (4) (1) (1) (2) (2) (3) (3) (4) (4) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (1) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (2) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (3) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) (4) 4. Consulto comunidades virtuais para resolver problemas do meu cotidiano ou do trabalho 71. Elaboro projetos e ac ¸ oes de maneira participativa e colaborativa. foruns ou listas de ˜ para saber a opiniao ˜ dos outros sobre temas de meu discussoes interesse 67. m´ ıdia impressa. Uso social Nunca ´ 65. foruns. Participo do registro e levantamento dos problemas da co´ munidade em meios digitais (documentos. Utilizo o computador e Internet para elaborar plano es´ trategico ˜ 75. com o uso das tecnologias e Internet (1) ESCALA ´ Poucas Varias Vezes Vezes (2) (3) Sempre (4) (1) (2) (3) (4) (1) (2) (3) (4) . Utilizo o computador e a Internet para promover a gestao ´ participativa dos projetos sociais comunitarios 76. Contribuo com meus conhecimentos e experiencia nas comunidades que participo na Internet 70.Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao 112 3. sites. Participo de grupos de trabalho ou listas de discussoes na Internet sobre os problemas da comunidade 74. Uso em tecnologias sociais Nunca 79. Entro em salas de bate-papo (chats). com a comunidade local. listas de dis˜ ˜ sobre temas de meu intecussoes e manifesto minha opiniao resse ˆ 69. Realizo atividades educacionais ou de aprendizagem pela Internet ´ 68. foruns ou listas de ˜ sobre temas de meu interesse para me manter infordiscussoes mado ´ 66. Realizo trabalhos em equipe pela Internet ˜ organizadas com o compu72. Minhas rotinas de trabalho estao tador ˜ 73. Divulgo os projetos sociais da comunidade na Internet ´ 77. v´ ıdeo. Participo de debates sobre o uso do computador e da Internet para melhorar a qualidade de vida das pessoas da comunidade 80. radio. blogs da comunidade) ˜ 81. Avalio de forma sistematica os projetos sociais de maneira participativa com o uso do computador e da Internet 78.

2. 4. Participo do registro sistematico em m´ ıdias digitais dos pro˜ desenvolvidas na comunidade jetos e ac ¸ oes 83. ´ quanto tempo voce ˆ utiliza computadores? Ha ( 1 ) Menos de 1 ano ( 2 ) De 1 a 3 anos ( 3 ) De 3 a 5 anos ( 4 ) Mais de 5 anos anos ˜ ( 1 ) SIM (2) NAO ˜ ( 1 ) SIM ( 2 ) NAO ˜ ( 1 ) SIM ( 2 ) NAO ˜ ( 1 ) SIM ( 2 ) NAO ˜ ( 1 ) SIM ( 2 ) NAO (1) Masculino (2) Feminino (1) Solteiro (2) Casado (3) Divorciado (4) Outros . Promovo atividades educacionais com o computador e Internet para a comunidade 87. 7. Divulgo os resultados e impactos dos projetos sociais em ´ m´ ıdia impressa. de radio. Promovo atividades culturais e de lazer com o computador e Internet com a comunidade 88. saude. 6. Elaboro com a comunidade conteudos e m´ ıdias digitais.) Sempre (4) (4) (1) (1) (1) (1) (1) (2) (2) (2) (2) (2) (3) (3) (3) (3) (3) (4) (4) (4) (4) (4) (1) (1) (2) (2) (3) (3) (4) (4) ˜ 5.Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao ESCALA Nunca ´ 82.Fundamental ´ ( 2 ) Series de 5a a 8a .Fundamental ´ ( 3 ) Ensino Medio ( 4 ) Superior ( 5 ) Nenhuma 10. Internet. Promovo a comunicac ¸ ao ¸ ao processo produtivo via Internet (1) (1) ´ Poucas Varias Vezes Vezes (2) (2) (3) (3) 113 4. 5. Compartilho os conteudos e m´ ıdias produzidas em portal na ´ Internet 85. 9. Tenho e-mail Tenho home-page ou blog pessoal Tenho amigos que conhec ¸ o apenas pela Internet Exerc ¸ o atividade remunerada? Sexo: Estado Civil: Idade: Estuda? Escolaridade ´ ( 1 ) Series de 1a a 4a . Perfil Social do Cidadao 1. meio ambiente. blogs ou sites 86.. seguranc ¸a ´ publica. Uso em tecnologias sociais (cont. 3. em ´ temas de interesse da comunidade. via Internet.. com o uso de ferramentas colaborativas 84. em projetos ´ nas areas sociais (cultura.. Promovo parcerias e fomento. Utilizo a Internet para comercializar produtos e servic ¸ os da ˜ regiao ˜ e a colaborac ˜ entre atores do 90.) ´ 89. 8.

10. 9. 3. Func ¸ ao SIM 1. 5. Identificac ¸ ao Nome da Unidade: Estado: Munic´ ıpio: . 7. Especificar: 12. Coordenador da Casa ´ Tecnico Estudio Multim´ ıdia ´ ´ ´ ´ ˆ Tecnico de Laboratorio (de Informatica ou de Ciencias) Coordenador de Telecentro Monitor de Telecentro ´ Tecnico da Unidade ou da Sala de Leitura ´ ´ Voluntarios ou Estagiarios ´ ˜ Continuada (TIC) Tecnico de Instruc ¸ ao ´ ´ Tecnico de Informatica (TEC) ´ Usuario da comunidade Outra (Especifique): ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ˜ da Casa que atua 7. 8. ˆ tem acesso a ` Internet? De quais locais voce ˆ ( 1 ) Residencia ( 2 ) Trabalho ( 3 ) Escola ( 4 ) Centro de acesso publico pago ´ ( 5 ) Centro de acesso publico gratuito ´ ( 6 ) Casa Brasil ( 7 ) Outros. ˆ tem acesso ao computador? De quais locais voce ˆ ( 1 ) Residencia ( 2 ) Trabalho ( 3 ) Escola ( 4) Centro de acesso publico pago ´ ( 5 ) Centro de acesso publico gratuito ´ ( 6 ) Casa Brasil ( 7 ) Outros. 2. 4. 6.Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao 11. 11. Especificar: 114 ˜ que exerce no Casa Brasil 6.

se necessario): .Apˆ endice 2 – Question´ ario de Inclus˜ ao Digital do Cidad˜ ao ˜ (Opcional) 8. Sua identificac ¸ ao Nome: Contatos por telefone e e-mail: Data: Assinatura: 115 ˜ ´ Observac ¸ oes que julgar pertinente (use o verso.

Leve em consideração apenas a situação vivenciada e atual e não a situação esperada e futura. A opção “Não sei/Não se aplica” poderá ser escolhida quando o item não tiver significado algum para a sua Casa ou quando você não tiver informações suficientes para julgar o item. 5. 3. Agradecemos sua colaboração! Coordenação Nacional Junho de 2007. Procure responder todos os itens.Localização da Casa Brasil O local da Casa é de fácil acesso a pé ou por transporte público As ocorrências de violência na localidade são freqüentes Há policiamento diurno no local Há policiamento noturno no local Há sistema de segurança eletrônica na Unidade Há vigilância permanente na Unidade A comunidade promove ações para suprir o problema de segurança SIM NÃO Não Sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) . Você deverá julgar se cada descrição corresponde à sua Casa Brasil.Coordenador Prezado(a) Coordenador(a) Este instrumento é um dos elementos de avaliação do Projeto Casa Brasil. Unidade: __________________________________________Local_________________ QUESTIONÁRIO 03 . Você deverá dispor de um tempo aproximado de cinquenta minutos para respondê-lo. marcando um X na coluna que mais se aproxime ao seu julgamento. Escala Orientação de preenchimento Item 1.116 APÊNDICE 3 – Questionário para o Coordenador da Unidade MCT / SECIS / ITI PROJETO CASA BRASIL Este questionário é para ser respondido pelo Coordenador da Casa Brasil I. 2. É importante que você responda o questionário de maneira franca refletindo as suas experiências objetivas e concretas na coordenação da Casa Brasil em que atua. a análise das informações não se restringirá a esse único instrumento. As informações serão consolidadas para compor um retrato de cada unidade e fornecer subsídios para o aperfeiçoamento do projeto. Trata-se de levantar informações sobre o processo vivenciado até o momento pela sua Casa e não de julgar sobre os resultados obtidos. 7. Quadro 1 . Utilize a escala definida para cada quadro. Além disso. 4. Os quadros deste questionário contem listas de descrições. 6.

15. Quadro 2 . 6. Parcialmente Escala NÃO Não Sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) Escala SIM NÃO Não Sei/ Não se aplica Item 8.Instalações Físicas O espaço físico da Casa é adequado para o projeto O espaço físico da Casa é adequado para PNEs As adaptações ou reforma das instalações foram realizadas sem problemas Existem rampas para PNEs terem acesso à Casa Existem rampas para PNEs terem acesso aos módulos da Casa Existem banheiros adaptados para PNEs A Casa é arejada e ventilada A iluminação é adequada para a finalidade do projeto A rede elétrica é adequada para a demanda do projeto O mobiliário é adequado para as atividades do projeto Não Sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) Item 1. 12. 13. 14. 10. 4.Questionário para o Coordenador da Unidade Escala SIM NÃO 117 Item 8.Apêndice 3 . 5. 10. 3. Quadro 3 . 7. 2. 11. ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) .Infra-estrutura Tecnológica e Material O cabeamento de rede foi instalado sem problemas A rede local instalada na unidade está em operação normal Os equipamentos foram entregues em condições normais A entrega dos equipamentos foi realizada sem atrasos A velocidade de conexão à Internet atende a demanda da Unidade SIM Sim. 12. 9. 16. 17. 9.Módulos instalados O Auditório está pronto para uso público O Telecentro está pronto para uso público A Sala de Leitura está pronta para uso público O Laboratório Multimídia está pronto para uso público O Laboratório de montagem e reciclagem de computadores está pronto para uso público A Oficina de Rádio está pronta para uso público O Laboratório de divulgação da ciência está pronto para uso público Quadro 4 . 11.

Apêndice 3 - Questionário para o Coordenador da Unidade

118

Item 13. 14.

Quadro 4 - Infra-estrutura Tecnológica e Material A sua Casa Brasil tem um portal de informações Uma identificação única para os usuários da Casa é oferecida para uso privativo dos serviços Uma área privativa de armazenamento digital de dados é disponibilizada para os usuários da Casa

Escala SIM NÃO Não Sei/ Não se aplica

( (

) )

( (

) )

( (

) )

15.

(

)

(

)

(

)

Item 16. 17. 18. 19.

Quadro 5 - Infra-estrutura Tecnológica e Material

Escala SIM Sim, Parcialmente NÃO Não Sei/ Não se aplica

Os softwares necessários para a gestão e ( funcionamento da Casa Brasil estão instalados Os softwares necessários para o funcionamento ( dos módulos da Casa Brasil estão instalados Os softwares estão em funcionamento normal ( As ferramentas instaladas seguem algum padrão ( ou norma de acessibilidade e usabilidade

) ) ) )

( ( ( (

) ) ) )

( ( ( (

) ) ) )

( ( ( (

) ) ) )

Escala

Item 20. 21. 22.

Quadro 6 - Seleção dos Bolsistas da Casa A seleção dos bolsistas atendeu as necessidades da Casa Os contratos dos bolsistas pelo CNPq ocorreu sem problemas Os contratos dos bolsistas junto ao CNPq foram formalizados

SIM ( ( ( ) ) )

Sim, Não Sei/ Parcial- NÃO Não se aplica mente ( ) ( ) ( ) ( ( ) ) ( ( ) ) ( ( ) )

Item 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30.

Escala

Quadro 7 - Seleção dos Bolsistas da Casa Existem voluntários na unidade Existem estágiários na unidade Existem contratos formais para voluntários e estagiários Os bolsistas demonstram motivação para o trabalho comunitário Os bolsistas foram selecionados por chamada pública Os bolsistas foram selecionados por indicação Os bolsistas foram selecionados por entrevista Os bolsistas foram selecionados por análise de currículo

SIM

NÃO

Não sei/ Não se aplica

( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) )

Apêndice 3 - Questionário para o Coordenador da Unidade

119

Item 31. 32.

Escala

Quadro 7 - Seleção dos Bolsistas da Casa Os bolsistas foram selecionados por teste de aptidão ou de conhecimentos Os bolsistas foram selecionados de outra forma (Especificar):

SIM

NÃO

Não sei/ Não se aplica

( (

) )

( (

) )

( (

) )

Escala

Item 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48.

Quadro 8 - Conselho Gestor O Conselho Gestor não foi constituído Houve capacitação para a criação do Conselho Gestor As responsabilidades e o papel do Conselho Gestor foram esclarecidas Houve divulgação pública na comunidade sobre o processo de criação do Conselho Gestor O processo de eleição do Conselho Gestor foi instalado com a participação da comunidade O processo de eleição do Conselho Gestor foi instalado pela equipe de gestão da unidade As diretrizes gerais de funcionamento do Conselho Gestor estão publicadas O Estatuto de funcionamento do Conselho Gestor da Casa foi elaborado e publicado O regimento interno do Conselho Gestor da Casa foi elaborado e publicado O Conselho Gestor foi constituído antes atendimento público e inauguração da unidade O Conselho Gestor foi constituído depois do atendimento público e inauguração da unidade O Conselho Gestor é composto por representantes de segmentos da comunidade O Conselho Gestor é composto por representantes dos parceiros e do proponente A composição do Conselho Gestor é aberta, por manifestação voluntária da comunidade O Conselho Gestor delibera sobre as ações e projetos prioritários da unidade O Conselho Gestor coordena as ações da unidade do

SIM

NÃO

Não sei/ Não se aplica

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )

Apêndice 3 - Questionário para o Coordenador da Unidade

120

Escala

Item 49. 50. 51.

Quadro 8 - Conselho Gestor O Conselho Gestor acompanha os projetos e ações desenvolvidas na unidade O Conselho Gestor se reúne de maneira eventual O Conselho Gestor se reúne de maneira freqüente

SIM

NÃO

Não sei/ Não se aplica

( ( (

) ) )

( ( (

) ) )

( ( (

) ) )

Escala

Item 52. 53. 54.

Quadro 9 - Capital Social Foram realizados diagnósticos para identificação de talentos, associações e instituições locais parceiras Foram realizados convites pessoais, além das chamadas públicas, para a participação comunitária Foram realizados encontros e debates para compartilhar visões e identificar recursos, valores, necessidades e habilidades locais As parceriais e relações envolvem indivíduos e instituições de uma mesma comunidade As parceriais e relações envolvem indivíduos e instituições de outras comunidades Ocorre apoio de órgão de cooperação internacional Moradores, clubes, associações e indivíduos bairro colaboram com a Casa Empresários colaboram com a Casa Organizações religiosas colaboram com a Casa Escolas colaboram com a Casa Bibliotecas colaboram com a Casa Universidades ou centros de pesquisa colaboram com a Casa Hospitais ou centros de saúde colaboram com a Casa ONG ou OSCIP colaboram com a Casa O governo local ou prefeitura colaboram com a Casa do

SIM

NÃO

Não sei/ Não se aplica

( ( (

) ) )

( ( (

) ) )

( ( (

) ) )

55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66.

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) )

Apêndice 3 - Questionário para o Coordenador da Unidade

121

Escala

Item 67. 68. 69. 70.

Quadro 10 - Orçamento da Unidade O plano orçamentário da Casa é previamente elaborado O plano orçamentário é submetido e aprovado pelo Conselho Gestor O plano orçamentário é submetido e aprovado pelo proponente O plano orçamentário é aprovado pelo Coordenador da Casa e a equipe de gestão

SIM

NÃO

Não Sei/ Não se aplica

( ( ( (

) ) ) )

( ( ( (

) ) ) )

( ( ( (

) ) ) )

Escala

Item 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77.

Quadro 11 - Gestão de Contratos e Documentos Os documentos formais e normativos do projeto estão acessíveis As orientações normativas do projeto estão claras As orientações normativas sobre o projeto estão completas Existem orientações parcerias sobre contratos e

SIM

Sim, Parcialmente

NÃO

Não Sei/ Não se aplica

( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) )

Existem orientações para elaborar relatórios e prestar contas ao CNPq Existem modelos e instrumentos contratos, serviços e parcerias da Casa para

Todos os bolsistas, trabalhadores, estagiários e voluntários da Casa estão com contratos regularizados

Item 78. 79. 80. 81. 82. 83. 84.

Quadro 12- Período de Atendimento Regular da comunidade na Casa no período diurno de segunda a sexta-feira no período do almoço de segunda a sexta-feira no período noturno de segunda a sexta-feira nos sábados, em pelo menos um dos períodos nos domingos, em pelo menos um dos períodos nos feriados, em pelo menos um dos períodos de maneira eventual, nos fins de semana ou feriado

Escala SIM NÃO Não sei/ Não se aplica

( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) )

( ( ( ( ( ( (

) ) ) ) ) ) )

93. 99. Quadro 14. ( ) ( ) ( ) ( ) 91.Gestão Administrativa A gestão da Casa é realizada de maneira colegiada com os parceiros e bolsistas A gestão da Casa é realizada pelo Conselho Gestor Existe previsão e provimento de recursos para material de consumo Ocorrem reuniões periódicas e sistemáticas com os bolsistas Os bolsistas são avaliados regularmente Existe serviço de limpeza regular das instalações sanitárias Existe serviço de limpeza regular das instalações e mobiliários O atendimento comunitário é realizado por oferta de serviços. 101. 89. 94.Instalação e Gestão da Casa Você recebeu orientação sobre os procedimentos para a instalação da Casa As normas de funcionamento da Casa estão elaboradas e publicadas As normas de funcionamento dos módulos estão elaboradas e publicadas Os manuais de atendimento comunitário inclusivo estão elaborados e acessíveis Foi realizado um plano das ações de implantação e atendimento comunitário na Casa Você recebeu apoio do Técnico de Instrução Continuada (TIC) para enfrentar os problemas encontrados Você recebeu apoio do Técnico Informática (TEC) para enfrentar problemas de suporte tecnológico de os SIM Sim. 100. Os bens e equipamentos públicos recebidos pelo projeto estão devidamente patrimoniados O serviço de manutenção dos equipamentos atende as necessidades da unidade As ferramentas para a gestão dos módulos e recursos estão em funcionamento normal As ferrramentas para uso pela comunidade estão em funcionamento normal As ferrramentas instaladas para uso são suficientes para as demandas comunitárias ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Escala Item 97. 88. 103. Quadro 13 . 95. 86. atividades e cursos SIM NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) . ( ) ( ) ( ) ( ) 92.Apêndice 3 .Questionário para o Coordenador da Unidade 122 Escala Item 85. 102. 104. 87. 96. Parcialmente NÃO Não Sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) 90. 98.

120. 124. 125. 106.Gestão Administrativa O atendimento comunitário é realizado por projetos negociados com a comunidade O acompanhamento e a avaliação são realizados de maneira sistemática Existem modelos de relatórios de prestação de contas Existem modelos para planejamento de projetos Existem modelos para avaliação dos projetos Relatórios de atividades e prestação de contas são elaborados e apresentados para os parceiros e órgão de fomento Relatórios das atividades e de prestação de contas são elaborados e apresentados para a comunidade local SIM NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) 111. 119. 123. 122. 113. 109. 110. 114. ( ) ( ) ( ) Escala Item 112. 118.Questionário para o Coordenador da Unidade 123 Escala Item 105. Quadro 15 .Gestão Financeira A contabilidade da unidade é organizada e periodicamente atualizada em planilha. 107. Quadro 14. 115. 108. 116. São estabelecidos valores necessários para o equilíbrio financeiro Há fluxo financeiro com fundo de reserva SIM NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) O fluxo financeiro é negativo O Conselho Gestor acompanha os lançamentos contábeis mensais Os recursos financeiros são garantidos pelo governo estadual. prefeitura ou município Os recursos proponente finaceiros são garantidos pelo Os recursos financeiros são garantidos por meio de parcerias locais O orçamento está garantido por outros programas de fomento Há planejamento de ações de captação com vistas ao equilíbrio financeiro.Apêndice 3 . 121. 117. A sustentabilidade é fomentada por meio da realização de eventos A comunidade promove ações para enfrentar o problema da falta de recursos A sustentabilidade é fomentada por redes de cadeias produtivas da economia solidária A sustentabilidade é fomentada pelo empreededorismo social .

consulta popular para identificação de necessidades locais As lideranças locais mantem e buscam contato com a coordenação e gestão da Casa Escala Item 133. SIM NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) A comunidade participou do processo de instalação da unidade Existe metodologia de pesquisa.Gestão Financeira A sustentabilidade é fomentada por cooperativismo A sustentabilidade é fomentada por outras formas (especifique): SIM NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ) ) ( ( ) ) ( ( ) ) Escala Item 128.Gestão Social e Participativa A comunidade foi consultada previamente sobre a instalação da unidade no local A comunidade manifesta interesses e necessidades suas expectativas. 129. 141. 130. 140. 127. 138. 132. 135. 137. 136.Questionário para o Coordenador da Unidade 124 Escala Item 126.Apêndice 3 . 131. 134.Capacitação Foram realizadas capacitações para os bolsistas da Casa Foram realizadas coordenadores capacitações para os às SIM ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) As capacitações para os bolsistas atendem necessidades da Casa As capacitações para os coordenadores atendem às necessidades da Casa As capacitações atendem às necessidades dos parceiros As capacitações comunidade atendem às necessidades da O ambiente virtual de capacitação a distância é adequado para a capacitação dos bolsistas O ambiente virtual de capacitação a distância é adequado para a capacitação da comunidade Cursos para formação de multiplicadores são oferecidos Cursos de produção de materiais pedagógicos são oferecidos . Quadro 17 . 139. Quadro 16 . Quadro 15 . 142.

147. 157. 153. 154. Quadro 18 .Apêndice 3 . 146. 150. 148. Quadro 19 .Capacitação Cursos de formação de tutores são oferecidos Cursos de elaboração de projetos sociais são oferecidos Cursos de gestão e avaliação de projetos sociais são oferecidos Os bolsistas são capacitados adequadamente para as atividades que desenvolvem Os bolsistas são preparados para atendimento inclusivo da população A Casa promove cursos gratuitos de informática e software livre A Casa promove cursos de acesso e pesquisa a informações e serviços de governo eletrônico A Casa promove cursos de acesso e pesquisa às informações e serviços em bibliotecas virtuais A Casa promove cursos de acesso e pesquisa a informações e serviços em museus virtuais A Casa promove cursos de comunicação eletrônica e produção colaborativa A Casa promove cursos de auto-gestão sustentabilidade de projetos sociais Os cursos realizados sistematicamente a cada oferta são e SIM ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) avaliados Escala Item 155.Questionário para o Coordenador da Unidade 125 Escala Item 143. 156. 151.Projetos Sociais Os parceiros colaboram na planejamento de projetos sociais elaboração e SIM ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Os parceiros colaboram na execução e gestão de projetos sociais Os parceiros colaboram no acompanhamento e avaliação dos projetos sociais Os projetos e ações comunidade sociais são propostos pela Os projetos e ações sociais são elaborados de maneira participativa Item 160. 152. 144. Quadro 17 . 161. 159. 145. 158.Identifique as temáticas de atuação da sua Casa Brasil ( ( ( ( ) produção em software livre ) produção cultural ) produção de mídias de rádio ) produção multimídia . 149. 163. 162.

181.Apêndice 3 . 166. ajuda e orientação individualizada estão disponíveis no portal para os usuários da Casa Serviços de acesso a bibliotecas virtuais estão disponíveis no portal para os usuários da Casa Serviços de e-gov estão disponíveis no portal para os usuários da Casa A privacidade dos dados dos usuários da Casa é preservada no acesso ao portal Ocorre problemas com o funcionamento das páginas do portal O portal pode ser acessado na maior parte do tempo. ajuda e orientação do portal são fáceis de utilizar Primeiro vou no portal e depois em outros meios para obter as informações que preciso SIM ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) NÃO ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) 183. 180. 185. 182. ) educação popular ) empreendedorismo social e economia solidária ) eqüidade de gênero ) direitos humanos ) cultura local ) governo eletrônico e cidadania ) comunidades virtuais ) Outra temática de atuação da unidade (especifique) Escala Item 178. 167. 190. Quadro 19 . 175. 176.Questionário para o Coordenador da Unidade 126 Item 164. 174.Identifique as temáticas de atuação da sua Casa Brasil ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) reciclagem de computadores ) alfabetização e letramento ) informática e cidadania digital ) educação ambiental ) popularização da ciência ) protagonismo social e voluntariado . ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) . 165. 189. Quadro 20 . 173. sem que esteja fora do ar As informações obtidas no portal são úteis Os serviços de informação. 187. 188.Portal Casa Brasil As informações podem ser localizadas facilmente no portal As informações veiculadas no portal são confiáveis As notícias e informações veiculadas no portal são atuais As informações obtidas no portal são esclarecedoras Serviços de informação. 172. 169. 184. 177. 170. 171. 186. 168. 179.

Apêndice 3 . 206. ajuda e orientação do portal Estou satisfeito com o atendimento e ajuda que recebi pelo portal O portal oferece serviço para comunicação e interação entre os usuários da Casa O portal oferece serviço para produção. apresentação e publicação de conteúdos O portal oferece serviço para troca de experiências O portal oferece serviço para construção coletiva de conhecimentos SIM ( ) NÃO ( ) Não sei/ Não se aplica ( ) 192. 195. 209. 203.Questionário para o Coordenador da Unidade 127 Escala Item 191. 200. 199.Oportunidades A Casa tem parcerias para gerar oportunidades de emprego ou renda para a comunidade A Casa cria oportunidades de capacitação para o trabalho A Casa promove o uso das TICs para melhoria da qualidade de vida das pessoas da comunidade A Casa promove ações de empreendimentos sociais locais identificação de SIM ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( outras ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) NÃO Não sei/ Não se aplica ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) A Casa promove ações de valorização dos recursos ambientais A Casa promove ações de valorização dos indivíduos e potenciais locais A Casa promove ações de valorização das cadeias de produção e comercialização de bens e serviços A Casa promove ações para geração e recuperação de empreendimentos solidários A Casa promove ações em rede de relacionamentos para cooperação e parcerias A comunidade local é articulada e mobilizada A comunidade comunidades local é articulada com A comunidade local é incentivada a participar e a tomar decisões A comunidade local é incentivada empreendimentos econômicos e sociais a gerir . 208.Portal Casa Brasil Encontrei o que precisava quando utilizei os serviços de informação. 205. Quadro 21 . 207. 201. 198. Quadro 20 . 202. ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) Escala Item 197. 194. 204. 193. 196.

. Como você se sente em relação ao Projeto Casa Brasil? Quadro 23 Satisfação com os resultados da sua Casa Brasil em relação a. 216. 218. quantidade de pessoas atendidas quantidade de computadores disponibilizados qualidade da conexão à Internet quantidade de projetos realizados qualidade dos serviços oferecidos quantidade de pessoas capacitadas qualidade dos cursos oferecidos diversidade de público atendido diversidade das temáticas tratadas rede social criada parcerias estabelecidas envolvimento da comunidade engajamento dos parceiros Quadro 24 Satisfação com as orientações e interações estabelecidas com a Coordenação Nacional o Técnico de Instrução Continuada o Técnico de Informática ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) Item Escala Muito Satisfeito Satisfeito Insatisfeito Muito Insatisfeito Não sei/ Não se aplica 211. 222. ( ( ) ) ( ( ) ) ( ( ) ) ( ( ) ) ( ( ) ) 213. 215. 220. 212. ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) . 221. 223. 217. 225. 226.Apêndice 3 .. 219.Questionário para o Coordenador da Unidade 128 Item Quadro 22 Satisfação Geral Escala Muito Satisfeito Satisfeito Insatisfeito Muito Insatisfeito Não sei/ Não se aplica 210. 214. ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) ) Item Escala Muito Satisfeito Satisfeito Insatisfeito Muito Insatisfeito Não sei/ Não se aplica 224.

Você participa ou participou de redes virtuais tais como: ( ) produção e publicação eletrônica ( ) comunidades virtuais em geral ( ) comunidade de software livre ( ) lista de discussão ( ) fóruns ( ) chat ( ) outros 235. Você participa ou já participou de projetos sociais além do Casa Brasil? ( ) Sim ( ) Não 234. Você assumiu a função de Coordenador da Casa Brasil: ( ) há menos de 6 meses ( ) entre 6 e 12 meses ( )há um ano ou mais 233. Você foi selecionado para o Projeto Casa Brasil por: ( ) análise de currículo ( ) entrevista ( ) desempenho em teste de conhecimentos ( ) indicação do proponente ou parceiro ( ) seleção pública ( ) outra forma 232. ( ( ( ( ) ) ) ) ( ( ( ( ) ) ) ) ( ( ( ( ) ) ) ) ( ( ( ( ) ) ) ) ( ( ( ( ) ) ) ) Quadro 25 .Perfil e Experiência Pessoal 231.Você fez ou faz algum tipo de trabalho voluntário? ( ) Sim ( ) Não .Questionário para o Coordenador da Unidade 129 Item Quadro 24 Satisfação com as orientações e interações estabelecidas com o parceiro estratégico os demais parceiros os bolsistas locais a comunidade Escala Muito Satisfeito Satisfeito Insatisfeito Muito Insatisfeito Não sei/ Não se aplica 227. 230.Apêndice 3 . 228. 229.

.. 243.Você está satisfeito com a sua fluência no uso das tecnologias para . 244.. ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) acesso à internet e pesquisa acesso aos serviços de governo eletrônico acesso a serviços bancários compras.. 245. 240. Você tem experiência em: ( ) mobilização social e cultural ( ) realização de eventos ( ) educação comunitária ( ) educação escolar ( ) negociação ( ) gestão 237. atendimento e serviços em geral resolver problemas pessoais realizar tarefas de maneira rápida resolver problemas do trabalho gerenciar projeto . Quadro 27 . 242.Você usa as tecnologias para . 246.Apêndice 3 .Questionário para o Coordenador da Unidade 130 Quadro 25 . 239. 247. Escala Muito Satisfeito Satisfeito Insatisfeito Muito Insatisfeito Não sei/ Não se aplica 238. Você tem habilidades no uso de tecnologias para: ( ) produção de texto ( ) produção de imagens ( ) produção de sons ( ) comunicação comunitária ( ) comunicação em rede ( ) produção de software livre ( ) publicação eletrônica Item Quadro 26 . 248. uso social e em rede solução de problemas comunitários o desenvolvimento sustentável local ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) ( ( ( ) ) ) Item 241.Perfil e Experiência Pessoal 236.

se necessário): . 252. 253. 255.Questionário para o Coordenador da Unidade 131 Item 249. 251. Quadro 27 . 250.. críticas ou sugestões que julgar pertinente (use o verso. publicação e criação eletrônica colaborar no desenvolvimento de software livre coordenar trabalhos em equipe gerenciar listas de discussão gerenciar processos de produção.. ( ( ( ( ( ( ( ( ) ) ) ) ) ) ) ) comunicação e correio eletrônico participar de listas de discussão colaborar no desenvolvimento de tarefas colaborar na produção. 256.Você usa as tecnologias para .Apêndice 3 . publicação e criação eletrônica Observações. 254.

Bom . 2 – Regular. 3 . 4 – Muito Bom 4 4 4 4 4 20 Critério ou Peso 1 1 1 1 1 01 02 03 04 05 Localização Segurança física Instalação Física Acessibilidade física e universal Identidade visual Total de pontos 2. 4 – Muito Bom 4 4 4 4 16 Critério ou Peso 1 1 1 1 01 02 03 04 Perfil social dos agentes Habiidades de alfabetização digital social Rede social de parceiros Institucionalização Total de pontos . 3 . 2 – Regular. INDICADOR DE INFRA-ESTRUTURA TECNOLÓGICA (IT) Dimensão Variáveis Escala Critério ou Peso (0 – SR. 2 – Regular. 1 – Ruim.INDICADOR DE INFRA-ESTRUTURA FÍSICA (IF) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. 3 . INDICADOR DE INFRA-ESTRUTURA HUMANA E SOCIAL (IH) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. 1 – Ruim.Bom .Apêndice 4 – Indicadores e Variáveis: Escalas e Critérios 132 APÊNDICE 4 – Indicadores e Variáveis: Escalas e Critérios AVALIAÇÃO DO CASA BRASIL INDICADORES E VARIÁVEIS – ESCALAS E CRITÉRIOS 1.Bom . identidade e assinatura digital Base de informações e mídias Total de pontos 3. 1 – Ruim. 4 – Muito Bom 4 4 4 4 4 4 24 1 1 1 1 1 1 01 02 03 04 05 06 Hardware Conectividade e rede Software Acessibilidade de software e de equipamentos Segurança.

Bom . INDICADOR DE GESTÃO FINANCEIRA (GF) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. INDICADOR DE GESTÃO SOCIAL (GS) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR.Anexo 4 . 1 – Ruim. 4 – Muito Bom 4 4 4 4 4 20 Critério ou Peso Critério ou Peso 20 Critério ou Peso 1 1 1 1 1 8 Critério ou Peso 1 1 01 02 Contratos e instrumentos formais Orçamentário 01 02 03 04 05 Recursos físicos e materiais Recursos tecnoloógicos Pessoas Informação e registro Projetos sociais 01 02 Contabilidade Sustentabilidade 1 1 01 02 03 04 05 Audiências Projetos sociais participativos Rede de informação e comunicação Participação e representatividade Avaliação participativa Total de pontos 1 1 1 1 1 . 2 – Regular. 1 – Ruim. 4 – Muito Bom 4 4 Total de pontos 5. 1 – Ruim. 2 – Regular. 1 – Ruim. 4 – Muito Bom 4 4 4 4 4 Total de pontos 6. 3 . 3 Bom .Indicadores e Variáveis: Escalas e Critérios 133 4.Bom . 3 . 4 – Muito Bom 4 4 08 Total de pontos 7. INDICADOR DE GESTÃO ADMINISTRATIVA (GA) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. INDICADOR DE INFRA-ESTRUTURA ORÇAMENTÁRIA (IO) imensão Variáveis Escala (0 – SR. 2 – Regular. 3 Bom . 2 – Regular.

INDICADOR DE RESULTADOS DE ACESSIBILIDADE (RA) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. 1 – Ruim.INDICADOR DE RESULTADOS DE OPORTUNIDADES (RO) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR.Bom . 4 – Muito Bom 4 4 4 12 Critério ou Peso 01 02 03 Capacitação dos agentes Portal de informações Bases de informações e conhecimentos Total de pontos 1 1 1 9. 2 – Regular.Bom . 3 . 1 – Ruim. INDICADOR DE GESTÃO DE CONHECIMENTOS (GC) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR.Anexo 4 . INDICADOR DE RESULTADOS DE HABILIDADES (RH) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. 3 . 4 – Muito Bom 4 4 4 4 16 11. 1 – Ruim. 3 . 4 – Muito Bom 4 4 4 12 Critério ou Peso Critério ou Peso 16 Critério ou Peso 01 02 03 04 Acessibilidade física Acessibilidade tenológica Segurança de acesso serviços Universalização 1 1 1 1 01 02 03 04 Uso pessoal e lazer Uso autônomo Uso social colaborativo Uso inovador sustentável 1 1 1 1 01 02 03 Trabalho e renda pessoal Desenvolvimento local Rede de relacionamentos Total de pontos 1 1 1 .Bom . 2 – Regular. 4 – Muito Bom 4 4 4 4 Total de pontos 10. 2 – Regular. 3 Bom . 2 – Regular. 1 – Ruim.Indicadores e Variáveis: Escalas e Critérios 134 8.

1 – Ruim. INDICADOR RESULTADOS DE PARTICIPAÇÃO DEMOCRÁTICA (RP) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. 4 – Muito Bom 4 4 4 12 Critério ou Peso 01 02 03 Cidadania e e-gov Participação e representatividade Autogestão e controle social Total de pontos 1 1 1 1 13. 2 – Regular. 1 – Ruim. 3 Bom . 1 – Ruim. 1 – Ruim.INDICADOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE CONTEXTO (DC) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. 3 Bom . 2 – Regular.Anexo 4 . INDICADOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO INDIVÍDUO (DI) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. INDICADOR DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL DA UNIDADE (DU) Dimensão Variáveis Escala (0 – SR. 4 – Muito Bom 01 02 03 Satisfação Qualidade de vida ou bemestar Oportunidades Total de pontos 4 4 4 12 Critério ou Peso 1 1 1 . 2 – Regular.Indicadores e Variáveis: Escalas e Critérios 135 12. 4 – Muito Bom 4 4 4 4 4 4 4 28 Critério ou Peso 01 02 03 04 05 06 07 Educacional Saúde Infra-estrutura urbana/rural Emprego e renda Cultura e lazer Qualidade de vida e meio ambiente Representatividade política Total de pontos 1 1 1 1 1 1 1 14. 2 – Regular. 3 Bom . 3 Bom . 4 – Muito Bom 01 02 03 Conteúdos Rede social Projetos sociais Total de pontos 4 4 4 12 Critério ou Peso 1 1 1 15.

Cronograma de atividades e ações 18. relacione um conjunto de atividades a serem desenvolvidas. o que foi realizado e as parcerias estabelecidas Relacione e descreva os serviços a serem oferecidos para os diversos públicos a serem atendidos. no segundo. Unidade Executora Título do Projeto Descrição resumida Descrição Identificação da unidade executora Procure um nome criativo e atraente Descreva a idéia geral do projeto em três parágrafos: no primeiro formule o contexto social do problema. 17. estabeleça as atividades e procedimentos (ações) envolvidas. Para cada objetivo. o público-alvo e a declaração de necessidades. 15. Explicite os resultados esperados de longo prazo ou objetivos gerais e impactos. onde. Justificativa 5.. Abrangência social e geográfica Explicite se os serviços serão oferecidos para o público da localidade de de cada serviço abrangência física da Unidade (abrangência local). 9. Explicite as parcerias e as fontes de recursos para a viabilização do projeto. liste os procedimentos e ações em detalhe suficiente para identificar todos os processos envolvidos. Serviços oferecidos 12. Explicite os resultados esperados de curto prazo ou objetivos específicos. Atividades (ações no tempo e espaço) e recursos envolvidos Para cada objetivo de resultado. Métodos (treinamentos. parcerias. 13. o público alvo. Defina um cronograma de execução com as relações de dependência entre as atividades e o tempo envolvido para cada ação proposta. produtos e responsáveis envolvidos. quem) Verifique a viabilidade das ações com o público-alvo. 14. qualificações e perfil) grupos de trabalho. vocação e potencialidades da comunidade local. reuniões. Explicite os agentes direta e indiretamente envolvidos com o projeto. interessados) Acordo de Princípios 8. Explicite também o número e a localização das pessoas que serão beneficiadas por cada serviço. bem como as (coordenador. Como e quando surgiu a idéia do projeto. formule o problema a ser resolvido e. Faça uma reunião para validação com todos os agentes envolvidos. no terceiro. considere indicadores para o desenvolvimento de inclusão social) do indivíduo. Cada grupo de pessoas poderá listar e detalhar as atividades e ações relacionadas a cada objetivo formulado. equipe/grupos de qualificações necessárias. Pessoas envolvidas Relacione nomes e funções das pessoas envolvidas. Para cada atividade... comunidade).Apêndice 5 – Roteiro para Elaboração de Projetos Sociais 136 APÊNDICE 5 – Roteiro para Elaboração de Projetos Sociais Item 1. Indicadores Relacione os serviços com os indicadores de resultados e de impactos de resultados e de impactos (ou do modelo de avaliação. Objetivos gerais Objetivos específicos Agentes envolvidos (públicoalvo. parceiros. Aborde os problemas sociais da área de atuação (cidade. da Unidade e do contexto social. Plano de Trabalho (o que. estabeleça as estratégias e métodos para envolvimento e validação das ações. Explicite um orçamento geral para o projeto e para cada item de custeio. 2. experiências anteriores.) 16. Fontes de Recursos 19. bairro. quando. 10. os beneficiários ou público-alvo Em que aspecto há concordância? Em que aspecto há discordância? O que aflorou nas discussões do grupo? 4. agentes financiadores. 6. quem estava envolvido na fase inicial. para o público de mais de uma unidade (abrangência em rede) ou se os serviços serão oferecidos para todas as unidades (abrangência nacional). como. Orçamento . Defina uma estrutura de administração e de trabalho. 3. 7. Antecedentes institucionais 11.