Uso de Titularidade de Doutor sem curso de Doutorado

Ordem dos Advogados do Brasil Conselho Federal SAS Quadra 5 - Lote 1 - Bloco M Brasília – DF CEP 70070-939

Ao Excelentíssimo Presidente do Conselho Federal OAB, Sr. Marcus Vinicius Furtado Coêlho
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Com Base na LEI Nº 8.906, DE 4 DE JULHO DE 1994. que Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), TÍTULO II - Da Ordem dos Advogados do Brasil, CAPÍTULO I - Dos Fins e da Organização, Art. 44. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), serviço público, dotada de personalidade jurídica e forma federativa, tem por finalidade: I - defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas; II - promover, com exclusividade, a representação, a defesa, a seleção e a disciplina dos advogados em toda a República Federativa do Brasil. Venho, mui respeitosamente, formalmente, REITERAR, a Esta Presidência, SOLICITAÇÃO, de que envida todos os esforços, utilizando de todos os meios jurídicos que dispõe, para que o Plenário do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, avalie, em profundidade, sob e com base no Direito Constituído, TODOS os documentos, incluso a Ementa 003 2013 SCA do CF OAB, produzidos a partir da Representação de nº 13.265/2011 da OAB/RJ , que efetuada anteriormente, foi objeto do Ofício nº 2274/2011-GPR, emitido em 27 de setembro de 2011, pelo Excelentíssimo seu Antecessor. Quando então, ressalto, a humildade, a sabedoria, a elegância, a sagacidade holística, do Excelentíssimo Ex-Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Sr. Ophir Cavalcante junior, que em meu entendimento, Lhe permitiu perceber, no mínimo, a admissiblidade, da demanda proposta, razão pela qual, imediatamente a encaminhou ao Responsável primeiro pela necessária, e presumível, “adequada”, avaliação do Mérito implícito, sem no entanto, deixar de me informar através de Ofício sua acertada decisão.

Afinal, não é qualquer um, que presumivelmente, tem a capacidade de reconhcer que o 5º Art. de Nossa Constituição além dos preceitos fundamentais, por mim, citados, garante: XXII - é garantido o direito de propriedade; XXVII - aos autores pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas obras, transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar; XXVIII - são assegurados, nos termos da lei: b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas; XXIX - a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização, bem como proteção às criações industriais, à propriedade das marcas, aos nomes de empresas e a outros signos distintivos , tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País; XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito; XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada; LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes; § 2º - Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. Algo que, me impõe o grato dever de reafirmar Votos de Estima, Consideração e Respeito, muito embora, reconheça que os meus esforços, e os esforços do ExPresidente, efetivamente, se verificaram infrutíferos, pelo teor, superficial, prepotente, sem qualquer preocupação com qualquer possibilidade de uma mínima ampla defesa, onde devem ser destacadas a Pífia e Imoral avaliação feita pela Segunda Turma do Conselho Federal da Ordem dos Advogados, bem como, pela TOTAL OMISSÃO da Corregedora-Geral da OAB, frente as demandas suscitadas, ressaltando que a OAB, por não ser Tribunal, deve avaliar COMO FISCALIZADOR do Exercício, no mínimo Ético, todas as demandas que lhe forem apresentadas. Afinal, uma representação, calcada em fatos contundentes, em legislação vigente, e pertinente, bem como, no Código de Ética elaborado pela Própria Ordem dos Advogados do Brasil, apenas e tão somente, tem uma pueril, ímpia, e pequena avaliação, pela Segunda Câmara do Conselho Federal da OAB, onde consta “Primeiramente, se risível não fosse referida reclamação, trágica seria. Andou bem a douta Corregedoria ao indeferir a presente reclamação, uma vez que não há qualquer vinculação fático-jurídica a qualquer artigo de nosso EAOAB (Lei nº 8.906/94) ou do Código de Ética e Disciplina. O simples fato de preceder ao nome do causídico a ALCUNHA de “doutor” não vislumbra qualquer infração, até porque o costume da praxe processual é o tratamento dado aos causídicos e demais operadores de Direito de referida ALCUNHA ” Afinal, uma representação, calcada em fatos contundentes, em legislação vigente, e pertinente, bem como, no Código de Ética elaborado pela Própria Ordem dos Advogados do Brasil, apenas e tão somente, tem um pueril, ímpio, e pequeno despacho, onde esta colocado pela Corregedora-Geral da OAB “Trata-se de resposta ao Ofício de nº 027/2012-CGD encaminhada pelo CorregedorGeral da OAB Rio de Janeiro, Dr. Rui Teles Calandrini Filho, por meio de correspondência eletrônica (e-mail) em 14.03.2012, e protocolado neste Conselho Federal sob o nº 49.000.2012.002284-2 em 14.03.2012, informando que o Processo de Representação de nº 13.265/2011 foi arquivado conforme determinação da Assessoria Processual em 31.01.2012”.

Mantenho-me na expectativa de que o Plenário do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, imbuído(a) de Respeito ao Direito Constituído, à Constituição da República Federativa do Brasil, ao Estatuto da Advocacia, à Ordem dos Advogados do Brasil, ao Código de Ética da OAB, e a um pobre mortal, um Cidadão Brasileiro COMUM, como Eu, se digne a Avaliar, com a necessária profundidade, TODAS as demandas suscitadas, utilizando TODOS os documentos produzidos até aqui. Cabe chamar a atenção para o protocolo 003492/2013, onde em 16 de maio de 2013, a Sra. Laura Ynndara Neves Lins, Coordenadora da Segunda Câmara do Conselho Federal da OAB, em cumprimento ao que determina a Constituição da República Federativa do Brasil, me disponibilizou o documento “digitalizado” Ementa.003.2013.SCA.pdf , mesmo tendo o meu requerimento sido assinado por alguém devidamente qualificado, com endereço conhecido , sem no entanto, afirmar que qualquer resposta minha, também digitalizada, somente seria conhecida se encaminhada através do e-mail sca@oab.org.br, ou por meio do fax:(061)2193-9793, sem no entanto, deixar claro que, o original deveria ser encaminhado, no prazo de 10 dias , para SAUS, Qd. 05, lote 1, bloco M, Ed. Sede-OAB, CEP: 70070-939, Brasília/DF, nos termos do § 1º do art. 139, do Regulamento Geral do EAOAB. Algo que o Excelentíssimo Ex-Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, em pura sensibilidade jurídica, reflexo, de seu notório saber, não se permitiu grosseiramente fazer, quando preocupado encaminhou Ofício próprio sobre sua decisão. A situação do protocolo 003492/2013, que foi fechado em 11/06/2013, presumivelmente pela Coordenação da 2ª Câmara , acima mencionado, nos apresenta, o concreto, de “dois pesos e duas medidas”, bem como, que no dia 18 de maio de 2013, no mesmo protocolo apresentei o que seria o meu recurso natural, igualmente, no dia 28 de maio de 2013, apresentei no protocolo 004337/2013 , que foi fechado em 13/06/2013, presumivelmente pela Coordenação da 2ª Câmara, o que seriam complementos ao meu recurso natural. Em Respeito a sua Autoridade Institucional de Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados, conquistado pelo Respeito a Mim prestado por seu Antecessor, solicito que os documentos abaixo listados, e anexados, que foram formalmente encaminhados ao Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação, façam parte da avaliação, ora proposta, calcada reiteradamente nos termos XXXIII e XXXIV do 5º Art. Da Constituição da República Federativa do Brasil, principalmente “ a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder.”, uma vez que, a avaliação feita pela Segunda Câmara do Conselho Federal da OAB é, em essência, NULA, tendo em vista que, tipifica “prevaricação” por sentimento, uma vez que, todas as decisões até aqui estão paltadas no “ sentimento pequeno da vaidade humana”, negando, e afrontando, o Direito Constituído. 1. A Luz do que aí esta sou Doutor http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-Publicada

Estamos acintosamente provocando o Ministro de Estado da Educação, o Ilustríssimo Sr. Aloízio Mercadante, a envidar esforços, no sentido de que a Autoridade Institucional de seu Ministério seja, em plenitude, Reconhecida e Respeitada. Tal, parte da premissa, de que fatos incontestáveis, colocam a Ordem dos Advogados do Brasil, em superioridade Institucional, algo, que subverte, em essência, o Direito Constituído, onde a SOBERANIA do Estado Democrático não pode, não deve, se quer, ser arranhada, por um Órgão Institucional não vinculado hierarquicamente, nem administrativamente, ao Estado Brasileiro.

2. Porque Sou Doutor em Direito de Merda http://pt.scribd.com/doc/142382500/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-de-Merda

Estamos avaliando a Ementa 003 2013 SCA do CF OAB, quanto ao uso banalizado da Titularidade de Doutor, onde presumíveis referenciais corporativistas, indecorosos, imorais, ilegítimos e ilegais, A "pseudo-fundamentam".

3. Porque Sou Doutor em Direito de Merda II http://pt.scribd.com/doc/143603634/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-de-Merda-II
Estamos apresentando a importância, e relevância, dada à questão de Falsa Titularidade, pelo Conselho Nacional de Justiça, que de forma clara, coloca todos os esforços feitos como infrutíferos, sem no entanto, deixar de cobrar do Ministro de Estado da Educação uma postura compatível à sua Autoridade Institucional, que deve ser Preservada, e Respeitada.

4. Porque Sou Doutor em Direito de Merda III http://pt.scribd.com/doc/144681062/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-de-Merda-III

Estamos apresentando a importância, e relevância, dada à questão de Falsa Titularidade, pelo Poder Executivo do Estado do Rio de Janeiro, mormente, as Autoridades Institucionais de Poder de Polícia Civil, que de forma clara, coloca todos os esforços feitos como infrutíferos, sem no entanto, deixar de cobrar do Ministro de Estado da Educação uma postura compatível à sua Autoridade Institucional, que deve ser Preservada, e Respeitada.

5. Porque Sou Doutor em Direito de Merda IV http://pt.scribd.com/doc/145142900/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-de-Merda-IV

Estamos, mais uma vez, provocando o Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação, a AGIR pela Respeitabilidade às Decisões, às Responsabilidades, e às Atribuições de seu Ministério, que tem o condão de Representar o Estado Brasileiro internamente, e externamente, a tudo que for relacionada à Educação de Nível Superior.

6. Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade http://pt.scribd.com/doc/145276286/Sugestoes-de-Acao-no-RESGATE-daCredibilidade

Estamos sugerindo ao Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação, ações que venham a resgatar a Credibilidade e Respeitabilidade do Estado da República Federativa do Brasil, através de seu Ministério.

7.

Sugestões COMPLEMENTARES de Ação no RESGATE da Credibilidade http://pt.scribd.com/doc/148097408/Sugestoes-COMPLEMENTARES-de-Acao-noRESGATE-da-Credibilidade
Estamos sugerindo, de forma complementar, que o Ministério de Estado da Educação, acompanhe, de perto, os desdobramentos das avaliações feitas pelo Conselho Nacional do Ministério Público, e pela Ordem dos Advogados Seccional Goiás, relacionadas ao fato de que demóstenes lázaro xavier torres, é um Ex-Advogado, teve seu registro na OAB-GO Cancelado em 1987, e esta Procurador de Estado, em caráter vitalício, algo, que em meu empírico entendimento é crime, por se tratar de exercício ilegal da profissão.

8. Reprodução dos Protocolos 003492/2013 e 004337/2013

Estamos apresentando as dificuldades que um Cidadão Brasileiro COMUM encontra quando recorre a um Órgão Público como a Ordem dos Advogados do Brasil, onde, Preceitos Constitucionais são reinvindicados, quando apenas e tão somente, deveriam ser reconhecidos e cumpridos.

Afinal, entre TODAS as questões levantadas, uma simples, DEVE, OBRIGATORIAMENTE, ser respondida pelo Plenário do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil: Pode um Bacharel em Direito, sem curso de Doutorado concluído, se apresentar profissionalmente como “Dr.”, principalmente, em Petição Inicial que de forma protocolar, obrigatoriamente deve atender a todos os ritos e os preceitos legais, ao iniciar demanda jurídica ?

Na esperança, de receber do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, uma concreta, e detalhada avaliação jurisdicional, onde presumíveis punições sejam seus naturais desdobramentos, subscrevo-me. Atenciosamente, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha Colando grau de “Doutor”, em Doutorado em “Merda”, num curso de “Merda”, em Estabelecimento de “Merda”, reconhecido pelo Ministério da Educação de “ Merda”, do Estado Democrático de Direito de “Merda”, conforme o documento “A Luz do que aí esta sou Doutor ”. http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-Publicada Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II, http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II

A Luz do que aí esta sou Doutor
Ministro de Estado da Educação: Aloizio Mercadante Esplanada dos Ministérios, Bl. “L” - 8º Andar - Gabinete 70047-900 - Brasília - DF Fone: 61-2022-7828 / 7822
E-mail: gabinetedoministro@mec.gov.br

Ao Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação,
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Venho, mui respeitosamente, formalmente, SOLICITAR, que V.Sª, avalie, em profundidade, sob e com base no Direito Constituído, TODOS os documentos produzidos a partir da Representação de nº 13.265/2011 da OAB/RJ, uma vez que, a Outorga da Titularidade Acadêmica de “DOUTOR” é atribuição, exclusiva, Deste Ministério, através dos Estabelecimentos de Ensino Superior reconhecidos pelo MEC. Algo que, me impõe o grato dever de reafirmar Votos de Estima, Consideração e Respeito, muito embora, reconheça que os meus esforços, se verificaram infrutíferos, e presumivelmente os esforços de V.Sa., também, venham a se verificar infrutíferos , pelo teor, superficial, prepotente, sem qualquer preocupação com a Segurança Jurídica, que a questão merece, demonstrado, por TODAS as Autoridades Institucionais, em suas respectivas avaliações, quando então, chamo a atenção para a decisão da Segunda Turma do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, constante do Diário Oficial da União – Seção 1 – Edição nr 92 de 15/05/2013 pag 78 , que de certa forma, INCENTIVA esta prática. Afinal a banalização da Titularidade de “Doutor”, quando da apresentação profissional, de qualquer Bacharél sem um curso de doutorado completo em um Estabelecimento de Ensino Superior reconhecido pelo MEC, poderia, e deveria, tipificar “ Crime de Falsidade Ideológica”, uma vez que, esta banalização, prejudica de forma tangível, e intangível, Aqueles que, concretamente, A fizeram por Merecer. Venho, também, mui respeitosamente, formalmente, SOLICITAR, que V.Sª, avalie, em profundidade, sob e com base no Direito Constituído, o documento “ STF decreta a Falência do Estado Brasileiro” relacionado a decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal, quanto a Constitucionalidade do chamado “ Provão da OAB', uma vez que, o Plenário do STF ao reconher sua Constitucionalidade, de forma irrefutável, inquestionável, RATIFICOU seu caractér de pré-requisito para que um Bacharél em Direito, possa ser registrado como Advogado na Ordem dos Advogados do Brasil.

Algo, que é atribuição EXCLUSIVA do Estado Brasileiro. Afinal, o Estado Brasileiro, ora representado pelo MEC – Ministério da Educação, em Respeito ao que Determina a Constituição da República Federativa do Brasil, em Respeito à Lei nº 9.649 de 27 de Maio de 1998, em Respeito à Lei Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996, em Respeito à Lei Nº 8.906, DE 4 DE JULHO DE 1994, deveria usar de TODOS os meios Jurídicos disponíveis, para Garantir, a Segurança Jurídica, uma vez que, o Estado Brasileiro é SOBERANO, principalmente dentro do seu território, e por isto, não pode, e nem deve, ter suas avaliações, e/ou, decisões, subordinadas a qualquer Órgão, principalmente, Aqueles que não tenha nenhum vínculo hierárquico ou administrativo. Se assim não for, como entender, e aceitar, que o Estado Brasileiro, através do Ministério da Educação, possa decidir quais cursos podem funcionar, quais cursos precisam melhorar, e quais cursos devem ser fechados, nos diversos Estabelecimentos de Ensino Superior registrados. Logo, o Ministério da Educação exerce em plenitude sua função de organizador do Sistema de Ensino de Nível Superior, mas, não consegue fazer cumprir, e ser Respeitado, em TODAS as suas atribuições e determinações, de tal forma, concretamente, estar refém, e subordinado, a um Órgão como a Ordem dos Advogados do Brasil, que não só da a última palavra sobre quem pode Advogar, mas também, confirma, sem avaliação de mérito, que “A utilização da precedência de doutor antes da aposição do nome do advogado não se configura infração ético-disciplinar ”, mesmo que isto ocorra, em petição inicial de cobrança judicial de dívida, de tal forma, ser possível entender que neste ato, intrinsecamente, a OAB outorga a Titularidade Acadêmica de Doutor a todos os Bacharéis em Direito, por ela reconhecidos como Advogados, em função de aprovação no chamado “ Provão da OAB”. Devo ressaltar, que a questão, utilização da Titularidade Acadêmica de “Doutor” sem o devido respaldo de Curso de Doutorado completo em estabelecimento de ensino superior reconhecido pelo MEC, esta colocada a partir de petição inicial formalizada na 15ª Vara Cível, constante do processo nº 0398132-02-2009.8.19.001, quando então, chamo a atenção para a LEI No 5.869, DE 11 DE JANEIRO DE 1973, Institui o Código de Processo Civil, que especifica: Art. 14. São deveresdas partes e de todos aqueles quede qualquer forma participam do processo: V - cumprir com exatidão os provimentos mandamentais e não criar embaraços à efetivação de provimentos judiciais, de natureza antecipatória ou final. Parágrafo único. Ressalvados os advogadosque se sujeitam exclusivamente aos estatutos da OAB , a violação do disposto no inciso V deste artigo constitui ato atentatório ao exercício da jurisdição, podendo o juiz, sem prejuízo das sançõescriminais, civis e processuais cabíveis, aplicar ao responsável multa em montante a ser fixado de acordo com a gravidade da conduta e não superior a vinte por cento do valor da causa; não sendo paga no prazo estabelecido, contado do trânsito em julgado da decisão final da causa, a multa será inscrita sempre como dívida ativa da União ou do Estado.

Documentos relacionados à questão
• Petição SUGESTÃO - Questão de Ordem – Esclarecimentos Documento enviado e entregue ao MM Juiz de Direito da 15ª Vara Cívil, que em audiência pública, me recebeu, tomou ciência da Petição, declarando que não a reconheceria por não ter sido emitida por Advogado, muito embora, nesta mesma audiência, tenha afirmado que em seu Tribunal qualquer Advogado, Defensor Público, Procurador, Promotor ou Juiz é Doutor, algo que vai além de um simples tratamento. Portanto, o Mestre investido da Autoridade Institucional de Juiz de Direito, não reconhece uma Petição apresentada por um Cidadão Brasileiro Comum, com base no 5º Artigo da Constituição Federal, contudo, reconhece como Doutor qualquer Bacharél, ou Mestre, em Direito, investido ou não, de Autoridade Institucional. Como este documento não foi publicado, estará anexado a esta Petição. Pgr Adpf Provao Oab Crc http://www.scribd.com/doc/12948028/Pgr-Adpf-Provao-Oab-Crc Onde estamos provocando o Poder Constituído em Zelar, Preservar e Fazer CUMPRIR Preceitos Fundamentais de Nossa Constituição, relativo à Prova como pré-requisito para inscrição de Profissional Habilitado e r e l a t i v o à PRIVILÉGIOS d e s t i n a d o s a o s i n t e g r a n t e s d a P r o f i s s ã o R e g u l a m e n t a d a d e Advogado. Email Resposta Rusio Exame OAB http://pt.scribd.com/doc/13237992/Email-Resposta-Rusio-Exame-OAB Onde estamos propondo que o Sr. Rúsio Lima de Melo, reflita sobre as sandices proferidas, bem como, que HAJA COMO UM ADVOGADO. Recurso CFOAB representação de Falsa Titularidade de Doutor http://pt.scribd.com/doc/65254808/Recurso-CFOAB-representacao-de-Falsa-Titularidadede-Doutor Estamos, em função de “arquivamento liminar” de representação contra advogados que se apresentaram como “Dr.” em Petição Inicial, sem o necessário respaldo de curso de doutorado concluído, questionando: 1. Conselho Nacional de Justiça que tome as medidas cabíveis sobre a hipócrita e medíocre obrigação de tratar qualquer advogado, reconhecido pela OAB, como “Doutor”. 2. Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro que tome as medidas cabíveis sobre a apresentação, em juízo, de falsa titularidade. 3. Delegado da 12ª Delegacia de Polícia que tome as medidas cabíveis sobre a apresentação, em juízo, de falsa titularidade 4. Conselho Federal da OAB que tome as medidas cabíveis, de tal forma, ser refirmulada a decisão do “esseLentíssimo” Presidente da OAB/RJ que decidiu pelo “arquivamento liminar”, em concordância, com o “esseLentíssimo” Presidente do TED da OAB/RJ.

STF Decretou a Falência do Estado Brasileiro http://pt.scribd.com/doc/70866677/STF-Decretou-a-Falencia-do-Estado-Brasileiro Onde estamos esclarecendo nosso empírico entendimento, sobre a decisão corporativista, preconceituosa, extremamente vaidosa, que reconhece a, de forma inconstitucional, imoral, indecorosa, a constitucionalidade do exame da OAB. Gmail – Ouvidoria-Geral da UFRJ – Resposta Manifestação http://pt.scribd.com/doc/77188029/Gmail-Ouvidoria-Geral-da-UFRJ-RespostaManifestacao Por entender que a Ouvidoria, em princípio, não identificou qualquer substância significativa nas colocações encaminhadas, acreditamos, pela falta de elementos, que Universidade Federal do Rio de Janeiro, representada pela sua Ouvidoria Geral, não identifica qualquer problema na possibilidade de qualquer de seus Bacharelandos de Direito ter impedido o seu registro como Advogado, de tal forma, usufruir o seu Direito Legítimo de EXERCER a Advocacia no Territorial Brasileiro. Reiteração Recurso ao CF da OAB http://pt.scribd.com/doc/92460955/Reiteracao-Recurso-ao-CF-da-OAB Onde estamos Reiterando Recurso feito ao Conselho Federal da OAB frente a pífia avaliação feita pela Corregedora Geral da OAB. Considerações Ofício 161 2012 CGD OAB Publicada http://pt.scribd.com/doc/99875291/Consideracoes-Oficio-161-2012-CGD-OAB-Publicada Onde estamos efetuando considerações sobre a manifestação da CorregedoraGeral da OAB quando do envio à Segunda Câmara do Conselho Federal da OAB do recurso efetuado Solicitação de Informações ao CF OAB http://pt.scribd.com/doc/138400893/Solicitacao-de-Informacoes-ao-CF-OAB Onde estamos solicitando do CF da OAB, informações sobre minhas considerações, encaminhadas VIA SEDEX 10, em 07/12/2012, relacionadas ao Ofício 161/2012-CGD, uma vez que, até a presente data não recebi qualquer informação.

Para respaldar nosso inconformismo, apresentamos o entendimento do Supremo Tribunal Federal, constante no documento " A Constituição e o Supremo", http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/ : "Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-seà ordem ilegal; caso contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, DJde 7-6-96)

Tal, parte da premissa de que “ merdas” Doutores, em Direito, por não possuirem curso completo de Doutorado em estabelecimento de ensino superior reconhecido pelo MEC, tem sua “falsa titularidade” reconhecida, a despeito do determina o Direito Constituído.

Portanto, Doutores de “merda” (sem curso), Cursos de Doutorados de “merda” (inexistentes) , Estabelecimentos de Ensino Superior de “ merda” (inexistentes), Ministério da Educação de “merda” (que tudo assiste), e Estado Democrático de Direito de “merda” (que tudo aceita), me permite “colar” (no sentido de copiar) gráu de Doutor de “Merda”. Logo, enquanto esta situação esdrúxula for uma, concreta, realidade, informo a V.Sª, que utilizarei a titularidade de Doutor, em todos os meus documentos, que forem publicados na internet. Na expectativa de que V.Sª se sensibilize com a fragilidade do Estado Brasileiro pela situação vexatória de seu Ministério, quanto a submissão à Ordem dos Advogados do Brasil, e a própria, banalização da Titularidade Acadêmica de “Doutor”. Subscrevo-me, Atenciosamente, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha Colando gráu de Doutor, em Doutorado em “Merda”, num curso de “Merda”, em Estabelecimento de “Merda”, reconhecido pelo Ministério da Educação de “ Merda”, do Estado Democrático de Direito de “Merda”. Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-NoMeio-Juridico-II

28/05/13

Gmail - Complemento à Petição "A Luz do que aí esta sou Doutor" que foi encaminhada VIA ECT

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Complemento à Petição "A Luz do que aí esta sou Doutor" que foi encaminhada VIA ECT
"Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br> Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com Para: gabinetedoministro@mec.gov.br Cc: "\"pliniomarcosmr\"" <pliniomarcosmr@gmail.com> Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação, 19 de maio de 2013 13:59

Venho por meio deste email complementar o anteriormente enviado, cuja formalização, foi encaminhada VIA Empresa de Correios e Telégrafos. Para tal, encaminha em anexo cópia digitalizada do documento “Porque Sou Doutor Em

Direito de Merda”, http://pt.scribd.com/doc/142382500/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-de-Merda , onde
estamos avaliando a Ementa 003 2013 SCA do CF OAB, quanto ao uso banalizado da Titularidade de Doutor, onde presumíveis referenciais corporativistas, indecorosos, imorais, ilegítimos e ilegais, A "pseudofundamentam". Razão pela qual, solicito a gentileza de que o mesmo seja impresso e anexado, à petição formalmente encaminhada, com o intuito de maiores esclarecimentos, uma vez que, é expectativa minha, que o Mnistério de Estado da Educação, venha, efetivamente, a agir em prol de sua Atribuições e Respeitabilidade, tendo em vista, em matéria de Educação, representa o Estado da República Federativa do Brasil. Com reiterados VOTOS de Estima, Consideração e Respeito, Subscrevo-me, Atenciosamente, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente “Colando” gráu de Doutor, com Doutorado em Direito de “Merda” , conforme o documento “A Luz do que aí esta sou Doutor – Publicada”, http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-Publicada . Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM , que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas , e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&cat=Doutor&search=cat&msg=13ebdbb58c5fa83b

1/3

28/05/13

Gmail - Complemento à Petição "A Luz do que aí esta sou Doutor" que foi encaminhada VIA ECT

Em Sex 17/05/13 02:12, "Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br> escreveu:

A Luz do que aí esta sou Doutor
Ministro de Estado da Educação: Aloizio Mercadante Esplanada dos Ministérios, Bl. “L” - 8º Andar - Gabinete 70047-900 - Brasília - DF Fone: 61-2022-7828 / 7822
E-mail: gabinetedoministro@mec.gov.br

Ao Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação,

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder.

Venho, mui respeitosamente, formalmente, SOLICITAR, que V.Sª, avalie, em profundidade, sob e com base no Direito Constituído, TODOS os documentos produzidos a partir da Representação de nº 13.265/2011 da OAB/RJ, uma vez que, a Outorga da Titularidade Acadêmica de “DOUTOR” é atribuição, exclusiva, Deste Ministério, através dos Estabelecimentos de Ensino Superior reconhecidos pelo MEC. ... Venho, também, mui respeitosamente, formalmente, SOLICITAR, que V.Sª, avalie, em profundidade, sob e com base no Direito Constituído, o documento “STF decreta a

Falência do Estado Brasileiro” relacionado a decisão proferida pelo Supremo Tribunal
Federal, quanto a Constitucionalidade do chamado “Provão da OAB', uma vez que, o Plenário do STF ao reconher sua Constitucionalidade, de forma irrefutável, inquestionável, RATIFICOU seu caractér de pré-requisito para que um Bacharél em Direito, possa ser registrado como Advogado na Ordem dos Advogados do Brasil.

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&cat=Doutor&search=cat&msg=13ebdbb58c5fa83b

2/3

28/05/13

Gmail - Complemento à Petição "A Luz do que aí esta sou Doutor" que foi encaminhada VIA ECT

...

Porque Sou Doutor em Direito de Merda.pdf 972K

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&cat=Doutor&search=cat&msg=13ebdbb58c5fa83b

3/3

Gmail - OAB/RJ

Page 1 of 1

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

OAB/RJ
Ouvidoria <ouvidoria1@oab-rj.org.br> Responder a: Ouvidoria <ouvidoria1@oab-rj.org.br> Para: pliniomarcosmr@gmail.com Prezado Senhor Plínio Marcos, O assunto colocado por V.Sa. é dos mais controvertidos envolvendo esta bela carreira. Em primeiro, faço uma remição à Lei número 11 de agosto de 1827, sancionada por D. Pedero, o qual conferiu o título de Doutor ao advogado. Apesar disso, virou uma tradição milenar o uso do referido título, tornando uma praxe tal procedimento. Ressalto que o costume também é fonte de Direito. Por outro lado, afirmo que o direito ao uso do título em nada tem a ver com o poder de obrigar alguém a tratar os advogados por "Doutor". Neste ponto basta buscar razoabilidade e educação. Aliás, a educação é requisito essencial em situações como esta, sendo inclusive abordado pelo legislador na Lei 8906/94 em seu artigo 29, parágrafo 1º, que diz: "Títulos ou qualificações profissionais são os relativos à profissão de advogado, conferidos por universidades ou instituições de ensino superior, reconhecidos." Logo não basta ao causídico exigir um tratamento formal de "Doutor", tem que efetivamente preencher os requisitos da Lei. Assim, se um advogado alega algum título ou qualificação que não possui certamente estará colidindo com as normas estatutárias da OAB. Atenciosamente, 4 de julho de 2007 13:58

Igor S.Gadaleta Ouvidor

https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&q=oab&qs=true&search=query&msg=11391f1ac7132ebc

30/8/2011

Minhas considerações à Ementa 003 2013 SCA do CF OAB
Quando na Ementa, reprodução com grifos meus, consta : “... Primeiramente, se risível não fosse referida reclamação, trágica seria. Andou bem a douta Corregedoria ao indeferir a presente reclamação, uma vez que NÃO HÁ QUALQUER VINCULAÇÃO FÁTICO-JURÍDICA a qualquer artifo de nosso EAOAB (Lei n. 8.906/94) ou do CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA. ”... Considerações Minhas: A reclamação não é risível por estar calcada no Direito Constituído, contudo é extremamente trágica, quando o referencial é a formação jurídica. e jurisdicional, dos Responsáveis Últimos, integrantes da Segunda Turma do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, de avaliar demanda relacionada a tendenciosa, a vergonhosa, a imoral, a ilegítima, e a ilegal, postura de alguns Advogados, em “arvorar-se” Doutores, sem qualquer curso de Doutorado em Direito concluído em Estabelecimento de Ensino Superior reconhecidos pelo Estado Brasileiro, através do Ministério de Estado da Educação. Portano, se há algum “palhaço” a tentar fazer “rir”, não sou Eu, contudo, reconheço “palhaços” outros, que “acham” que podem “brincar” com o Direito Constituído, e com isto, provocar “risos”. Para alguns como Eu, é “brincadeira de péssimo gosto”, uma vez que, Instituições Democráticas de Dirito, como o Estado Brasileiro, o Ministério de Estado da Educação, Todos os Estabelecimentos de Ensino Superior Reconhecidos, Todos os Cursos Legítimos de Doutorado em Direito, e principalmente, Todos os Doutorandos em Direito, pelo menos, deveriam ter suas DIGNIDADES, e seus DIREITOS, PRESERVADOS, GARANTIDOS e RESPEITADOS. Quando o “Andou bem” esta especificado, uma, triste e lamentável, expressão popular me vem a mente “Caguei e Andei para aquilo”, como o meu português, certamente, é pífio, frente ao necessário português, do Advogado, e Relator, Sr. Welton Roberto, corroborado pelo Advogado, e Presidente em Exercício, Sr. Délio Lins e Silva , me custa a crer, que o “Andou bem” tenha sua conotação relacionada a tão prosaico dito popular. Por esta razão, para aprender mais alguma coisa, fui ao Dicionário, on line, KINGHOST, procurar as possíveis conotações semânticas da Palavra ANDAR, quando então, me surpreendo, de forma aliviada, com o sentido, por mim desconhecido, de Proceder, Agir, sem no entanto, manifestar minha decepção pela escolha de “Andou”, em substituição a “Proceder”, face à possível associação ao lastimável, e prosaico, dito popular: Definição de ANDAR Significado de ANDAR O Que é ANDAR v.i. Dar passos, caminhar. / Mover-se. / Decorrer, passar (o tempo). / Passar, estar, achar-se (em relação à saúde): Fulano não anda nada bem. / Proceder, agir. / Funcionar. / Ser transportado (por um veículo): andar de ônibus. / — V.t. Percorrer: andar cinco quilômetros. / — V.aux. Expressa a idéia de continuidade da ação do verbo a que se junta: anda chorando, anda a falar mal de você .

Contudo, devo ressaltar, o equívoco, que é, a PRESUMÍVEL CERTEZA, de que “NÃO HÁ QUALQUER VINCULAÇÃO FÁTICO-JURÍDICA a qualquer artifo de nosso EAOAB (Lei n. 8.906/94) ou do CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA.”, uma vez que:

Portanto a Lei 8.906, de 04 de Julho de 1994, principalmente, o Art. 33, e o Código de Ética da OAB, principalmente, o Art. 29º e § 1º, de forma IRREFUTÁVEL, INQUESTINÁVEL, QUIÇÁ VISCERAL, nos apresentam o DELÍRIO JURISDICIONAL que é a presumível certeza proferida pelo Advogado, e Relator, Sr. Welton Roberto, corroborado pelo Advogado, e Presidente em Exercício, Sr. Délio Lins e Silva.

Quando na Ementa, reprodução com grifos meus, consta : “... O simples fato de preceder ao nome do CAUSÍDICO a ALCUNHA de “doutor” não vislumbra qualquer infração, até porque o costume da praxe processual é o tratamento dado aos causídicos e demais operadores de Direito de referida ALCUNHA. ”... Quando o “Alcunha” esta especificada, uma, triste e lamentável, ideia associativa, “meliante”, “criminoso”, me veio a mente, reafirmando, que o meu português, certamente, é pífio, frente ao necessário português, do Advogado, e Relator, Sr. Welton Roberto, corroborado pelo Advogado, e Presidente em Exercício, Sr. Délio Lins e Silva, me custa a crer, que o “Alcunha” tenha sua conotação relacionada a tão abjeto proceder. Por esta razão, para aprender mais alguma coisa, fui ao Dicionário, on line, KINGHOST, procurar as possíveis conotações semânticas das Palavras ALCUNHA, e CAUSÍDICO, quando então, me surpreendo, de forma estarrecido, com o sentido, ja mim conhecido, de Epíteto depreciativo, Apelido, sem no entanto, manifestar minha decepção pela escolha de “Alcunha”, em substituição a “Apelido”, face à possível associação ao lastimável, com marginal de tablóides policiais: Definição de ALCUNHA Significado de ALCUNHA O Que é ALCUNHA s.f. Epíteto depreciativo dado a um indivíduo, geralmente derivado de alguma particularidade física ou moral; apelido. Definição de CAUSÍDICO Significado de CAUSÍDICO O Que é CAUSÍDICO s.m. Defensor de causas; advogado; rábula. Meu estarrecimento esta relacionado as seguintes fatos: 1. Como entender que Rito Processual possa ser atendido por “praxe processual”, afinal, a mesma Lei que define Rito Processual, determina que somente Bacharéis em Direito reconhecidos pela OAB, podem atuar como Advogados, e por isso, eliminando qualquer possibilidade de um “rábula” assim proceder, mesmo que tenha o apelido de “Doutor em Direito de Merda”, em conformidade com o documento “A Luz do que aí esta sou Doutor – Publicada” Alguns, como Eu, nunca entenderão tal situação, contudo.... 2. Como entender que “tratamento dado” possa ter o mesmo referencial de “apresentação profissional” em Rito Processual. Alguns, como Eu, nunca entenderão tal situação, contudo.... 3. Como entender que a Titularidade de Doutor seja, apenas e tão somente, um apelido, principalmente, quando a mesma esta grafada com “Dr.” em uma petição inicial de cobrança de dívida, onde, é necessário o cumprimento de Ritos e Procedimentos Legais, onde os Advogados de um Escritório de Advocacia, estão sendo formalmente apresentados, em que dos Advogados apresentados, e presumivelmente um dos Sócios, assina. Alguns, como Eu, nunca entenderão tal situação, contudo....

4. Pelo colocado, posso deduzir, que qualquer Causídico, que tenha um de seus “apelidos” conhecido, poderá assim ser formalmente tratado , o que deverá espelhar um tratamento adequado à sua Dignidade como Operador do Direito, incluso os Advogados reconhecidos pela OAB. Alguns, como Eu, nunca entenderão tal situação, contudo.... 5. Tendo em vista o Art. 29º e § 1º, podemos afirmar, de forma IRREFUTÁVEL, INQUESTINÁVEL, QUIÇÁ VISCERAL, ser certeza que NENHUM BACHAREL em Direito, sem curso superior completo em estabelecimento de ensino superior reconhecido pelo Ministério da Educação, pode se apresentar como Doutor (Dr.), como aceitar, e entender, que através de um subterfúgio imoral como “apelido” esta DETERMINAÇÃO esta, em plenitude, sendo Respeitada. Alguns, como Eu, nunca entenderão tal situação, contudo.... 6. Pelo colocado, mesmo não tendo nenhum curso de nível superior completo, mas tendo práticas inscritas, e deferidas, nas 6ª e 7ª edições do Prêmio Innovare, e desta forma, tendo referencial para ser reconhecido como “rábula”, posso, em conformidade com o documento “A Luz do que aí esta sou Doutor – Publicada”, utilizar o apelido “Doutor em Direito de Merda”, onde a Dignidade, e o Respeito, estão preservados, e garantidos. Alguns, como Eu, nunca entenderão tal situação, contudo....

Quando na Ementa, reprodução com grifos meus, consta : “... Diferentemente se o causídico estivesse se passado por “doutor” em um título acadêmico para lograr qualquer vantagem ou se passando por tanto para alguma situação acadêmica, o que não é o caso dos autos. ”... Este parágrafo tem o condão de mexer com minhas entranhas, de tal forma, me ser difícil contar o “vômito”, uma vez que, a apresentação profissional com titularidade de Doutor, é nos dias de hoje, um enorme diferencial, que pode, e deve, ser espelhado nos valores pecuniários, apresentados pelo Advogado, de tal forma, que o Ministério de Estado da Educação determinou que somente “Doutores” podem ser Professores de Estabelecimentos de Ensino Superior Federais. Igualmente, a apresentação profissional com titularidade de Doutor, induz, ao Cliente a um sentimento de estar sendo representado pelo Melhor que o dinheiro pode pagar, e por isto, também induz, a uma postura “cega” frente as decisões e orientações emanadas pelo “Doutor”. Talvez o referencial mais apropriado não seja o de VANTAGEM, mas o de DESVANTAGEM, uma vez que, os Advogados que fizeram por merecer serem TRATADOS, RECONHECIDOS, e RESPEITADOS, pela Titularidade Acadêmica, de Doutor, estão pela pueril banalização, através de inominável subterfúgio, ora apresentado pelo Advogado, e Relator, Sr. Welton Roberto, corroborado pelo Advogado, e Presidente em Exercício, Sr. Délio Lins e Silva , de “apelido”, sendo de forma concreta, PREJUDICADOS em seus Direitos oriundo da LEGÍTIMA POSSE de um bem de difícil conquista como o “Doutorado” em Direito. Se assim não fôsse, o Art. 29º e § 1º, do Código de Ética da OAB, seria uma pura ilusão jurídica, uma vez que, a apresentação profissional, pode, segundo do Advogado, e Relator, Sr. Welton Roberto, corroborado pelo Advogado, e Presidente em Exercício, Sr. Délio Lins e Silva , ter em seu contexto o “apelido” de Doutor. Alguns, como Eu, nunca entenderão tal situação, contudo.... Atenciosamente, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente “Colando” gráu de Doutor, com Doutorado em Direito de “Merda”, conforme o documento “A Luz do que aí esta sou Doutor – Publicada”, http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-Publicada . Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II

25/05/13

Gmail - Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutor

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutor
"Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br> 25 de maio de 2013 12:24 Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com Para: gabinetedoministro@mec.gov.br Cc: cidhdenuncias@oas.org, cidhoea@oas.org, "\"pliniomarcosmr\"" <pliniomarcosmr@gmail.com> Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação,

Venho por meio deste email complementar, mais uma vez, os anteriormente enviados, cuja formalização, foi encaminhada VIA Empresa de Correios e Telégrafos, e por outro email anterior. Para tal, encaminho em anexo cópia digitalizada do todo o Processo e-CNJ 0004900-70 2011 2 00 0000, onde, através de provocação própria, solicitamos que o Conselho Nacional de Justiça determinasse que nenhum Bacharel em Direito fosse, OBRIGATORIAMENTE, tratado como Doutor, em qualquer dependência do Poder Judiciário Brasileiro. Devo assinalar, que, apenas e tão somente, no Docto 26 - VOTO26-Voto do Plenário do CNJ, ocorre a única, clara, e lastimável, avaliação do Mérito do pretendido, quando então, reproduzo abaixo, com grifos também meus, o trecho de relevante importância: "... 2. Mérito. Não bastasse, a questão de mérito é totalmente estranha às atividades deste CNJ. O requerimento inicial é extremamente confuso, Mas, em apurada leitura, vê-se que se trata de insurgência dirigida ao Presidente do Conselho Federal da OAB, com cópia para este CNJ, pretendendo que a OAB se manifeste sobre o uso, pelos advogados, do título de doutor, alegando que os advogados estariam se valendo de falsa titularização, pois não detêm título de doutorado. Tal pedido, evidentemente, foge à competência deste CNJ, que tem sua atuação limitada ao âmbito do Poder Judiciário. Ao final, quando envia a cópia ao CNJ, diz que o faz "a fim de que seja erradicada, de TODOS os Tribunais, a "praxe" da obrigatoriedade de tratamento diferenciado, de "Doutor" aos Advogados (SIC)". Neste ponto, já que se referiu ao Poder Judiciário, ainda que de passagem, convém dizer que não há obrigatoriedade de tal tratamento a advogados. Como ele mesmo diz, é praxe jurídica, adotada não só para a classe de advogados, como para diversas outras classes profissionais, sem que se possa identificar como surgiu ou quem efetivamente utiliza o termo. Trata-se, pois, de mera insurgência, sem nenhuma repercussão administrativa, financeira ou correcional no âmbito da Justiça brasileira, de modo que não se justifica a atuação deste CNJ no caso. ..." Pelo entendimento, do Plenário do Conselho Nacional de Justiça, a "praxe jurídica" mesmo que sem identificação de sua origem, apesar da identificação de advogados que a utilizam em Petição Inicial de Cobrança de Dívida, na 15ª Vara Civil do Estado do Rio de Janeiro, não merece ser erradicada , principalmente, porque é adotada por outras classes profissionais, bem como,que não há obrigatoriedade de tal tratamento por ser, apenas e tão somente, "praxe jurídica". Razão pela qual, solicito a gentileza de que, este email, bem como, pelo menos, o docto 26 em anexo, sejam impressos e anexado, à petição formalmente encaminhada, com o intuito de maiores esclarecimentos, uma vez que, é expectativa minha, que o Mnistério de Estado da Educação, venha,
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13edc4a6e012aab1 1/3

25/05/13

Gmail - Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutor

efetivamente, a agir em prol de sua Atribuições e Respeitabilidade, tendo em vista que, em matéria de Educação, representa o Estado da República Federativa do Brasil. Talvez, pela postura omissão, histórica, deste Ministério de Estado da Educação, nos encontremos em um debate caloroso na mídia, onde o Conselho Federal de Medicina, questiona, a possibilidade do Estado Brasileiro, reconhecer os diplomas de Médicos Cubanos, através de acordo entre os Estados Cubano e Brasileiro, quando então, ressalto que o CFM esquece que acordos entre Universidades promovem o automático reconhecimento. Portanto, QUEM na República Federativa do Brasil, deve, concretamente, ZELAR pela posse, e seus naturais BENEFÍCIOS PROFISSIONAIS, das Títularidades Acadêmicas, se não o Ministro de Estado da Educação, utilizando de TODOS os meios Jurídicos que dispõe. Talvez, não caiba ao Conselho Nacional de Justiça, o que não creio, mas, com certeza CABE, ao Ministro de Estado da Educação, através de seu Ministério, especificar, de forma clara, inquestionável e irrefutável, QUEM , na República Federtiva do Brasil, pode utilizar Titularidades Acadêmicas, de tal forma, SER INACEITÁVEL, entre outras coisas, a continuidade de chamada "praxe jurídica" de qualquer Bacharelando em Direito, se apresentar, se tratar, ser obrigatoriamente tratado por alguns, como Doutor, uma vez que, Leis Vigentes impõe ao Estado Brasileiro a garantia do USUFRUTO, da RESPEITABILIDADE, da PROPRIEDADE, de qualquer BEM , material ou não, inclusa a Titularidade Acadêmica de "Doutor". Ousaria, propor ao Ministério de Estado da Educação, que determinasse aos Conselhos Federais que FISCALIZAM O EXERCÍCIO das Profissões Regulamentadas, que fizesse parte das informações profissionais disponibilizadas ao Público, TODAS as Titularidades Acadêmicas de CADA Profissional, uma vez que, é quase impossível, para qualquer Cidadão Comum, como Eu, identificar quais graduações acadêmicas um profissional, concretamente, possui. Ousaria, também, propor ao Ministério de Estado da Educação, que determinasse aos Conselhos Federais que FISCALIZAM O EXERCÍCIO das Profissões Regulamentadas, a utilização de Especializações, em mesmo molde, do utilizado, e praticado, pelo Conselho Federal de Medicina, uma vez que, a Especialização, quando bem orientada, propcia uma evolução técnica de enorme importância para o EXERCÍCIO, e RESPEITABILIDADE, de seus Profissionais. Com reiterados VOTOS de Estima, Consideração e Respeito, Subscrevo-me, Atenciosamente, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente “ Colando" gráu de Doutor, com Doutorado em Direito de “Merda” , conforme o documento “A Luz do que aí esta sou Doutor - Publicada”, http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-Publicada . Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM , que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977, portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas , e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,
http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II

Íntegra do Processo e-CNJ 0004900-70 2011 2 00 0000.zip 13573K
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13edc4a6e012aab1 2/3

25/05/13

Gmail - Apreciação pelo CNJ da questão da banalização da titularidade de Doutor

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13edc4a6e012aab1

3/3

PEDIDO DE PROVIDêNCIAS - CONSELHEIRO 0004900-70.2011.2.00.0000 Requerente: Plinio Marcos Moreira da Rocha Requerido: Conselho Nacional de Justiça

EMENTA RECURSO ADMINISTRATIVO. PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS. AUSÊNCIA DE IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE. PORTARIA N. 30/CNJ. ARQUIVAMENTO. QUESTÃO DE MÉRITO ESTRANHA À COMPETÊNCIA DO CNJ. 1. A Portaria n. 30/2010, da Presidência deste CNJ, delega aos servidores da Secretaria Processual a verificação da existência dos documentos necessários para apresentação de requerimento perante este Conselho e os autoriza, caso o interessado não sane a falha, após a cientificação, arquivar o feito. 2. Refoge à competência deste CNJ apreciar requerimento dirigido ao Presidente do Conselho Federal da OAB, com cópia ao CNJ, com insurgência contra o tratamento de “doutor” atribuído a advogados. 3. Recurso administrativo não-provido.

ACÓRDÃO Decide o Conselho Nacional de Justiça, por unanimidade, negar provimento ao recurso administrativo. Brasília, 06 de dezembro de 2011.

Conselheiro Tourinho Neto Relator

RELATÓRIO

O EXMO SR. CONSELHEIRO TOURINHO NETO (RELATOR):
1. Trata-se de Recurso Administrativo, em Pedido de Providência, instaurado a partir de requerimento formulado por Plínio Marcos Moreira da Rocha, que se insurge contra o tratamento de “doutor” dado aos advogados. Na petição inicial, alega que o tratamento de “doutor” somente pode ser dirigido a quem detém diploma de doutorado, reconhecido pelo MEC, e que, em procedimento instaurado perante a OAB/RJ, esta se manifestou sobre a questão dizendo que, para “exigir um tratamento formal de Doutor, tem que efetivamente preencher os requisitos da Lei”. Afirma, ainda, que o Conselho Nacional de Medicina entende que médico é médico, e não doutor. Aduz que o objetivo maior de sua representação é que a OAB se manifeste, formalmente, sobre o uso da falsa titularidade. 2. A Secretaria Processual deste CNJ certificou nos autos que o requerente não apresentou cópia do RG, CPF e comprovante de residência, intimando-o para que providenciasse a juntada de tais documentos no prazo de 15 (quinze) dias, conforme a Portaria/CNJ n. 30 (CERT 9, 12, 13 e PORT14, e-CNJ). 3. Inconformado, o requerente interpôs recurso administrativo contra o teor das certidões. 4. Proferi decisão não conhecendo do pedido de providência nem do recurso, e determinei o arquivamento do feito (DEC15, e-CNJ). 5. O requerente interpôs, então, recurso administrativo, alegando que, de acordo com os arts. 4º e 115º do RICNJ, tem direito de ver seu pleito analisado pelo Plenário. No mérito, pede que seja isento de apresentar seus documentos pessoais, já que é cadastrado no sistema e-CNJ, que entende certificar sua identificação. 6. Em informações complementares, o requerente reitera o pedido para que seu recurso seja julgado pelo Plenário deste Conselho (evento 16). 7. É o relatório. VOTO

O EXMO SR. CONSELHEIRO TOURINHO NETO (RELATOR):
1. Ausência de juntada dos documentos de identificação. Como se vê da CERT9 e da CERT13 c/c a CERT12 do e-CNJ, e da DEC15, por mim proferida, o pedido do requerente não foi conhecido, porque, intimado para juntar documentos de identificação, CPF e comprovante de residência, recusou-se a fazê-lo, sem nenhuma justificativa plausível. A Portaria n. 30, de 9 de março de 2010, da Presidência deste CNJ, delega aos servidores da Secretaria Processual a verificação da existência dos documentos necessários para apresentação de requerimento perante este Conselho e autoriza os servidores, caso o interessado, após cientificação, não sane a falha, arquivar o feito. No caso, houve a intimação e o requerente, ao invés de cumprir o disposto no despacho, ingressou com recurso administrativo. Por não ser cabível o pedido inicial, tampouco o recurso, não conheci dos pedidos. Interpôs, agora, recurso administrativo, pedindo sua apreciação pelo Pleno. Todavia, pelos motivos acima o recurso não merece provimento.

Note-se que o ora requerente tem se dirigido constantemente a este CNJ, sempre da mesma forma, ou seja, recusando-se a se identificar devidamente, razão pela qual não estão sendo conhecidos os seus requerimentos, como se pode constatar de decisões proferidas no Pedido de Providências n. 0003261-17.2001.2.00.0000 – Cons. Min. Ives Gandra; na Petição Avulsa – Corregedoria n. 0000556-46-2011.2.00.0000 – Juíza Auxiliar Agamenildes Dantas; e na Petição Avulsa – Corregedoria n. 200920000004201 - Cons. Min. Gilson Dipp. 2. Mérito. Não bastasse, a questão de mérito é totalmente estranha às atividades deste CNJ. O requerimento inicial é extremamente confuso. Mas, em apurada leitura, vê-se que se trata de insurgência dirigida ao Presidente do Conselho Federal da OAB, com cópia para este CNJ, pretendendo que a OAB se manifeste sobre o uso, pelos advogados, do título de doutor, alegando que os advogados estariam se valendo de falsa titularização, pois não detêm título de doutorado. Tal pedido, evidentemente, refoge à competência deste CNJ, que tem sua atuação limitada ao âmbito no Poder Judiciário. Ao final, quando envia a cópia ao CNJ, diz que o faz “a fim de que seja erradicada. de TODOS os tribunais. a “praxe” da obrigatoriedade de tratamento diferenciado, de “Doutor” aos Advogados (sic)”. Nesse ponto, já que se referiu ao Poder Judiciário, ainda que de passagem, convém dizer que não há obrigatoriedade de tal tratamento a advogados. Como ele mesmo diz, é praxe jurídica, adotada não só para a classe de advogados, como para diversas outras classes profissionais, sem que se possa identificar como surgiu ou quem efetivamente utiliza o termo. Trata-se, pois, de mera insurgência, sem nenhuma repercussão administrativa, financeira ou correicional no âmbito da Justiça brasileira, de modo que não se justifica a atuação deste CNJ no caso. 2. Ante o exposto, nego provimento ao recurso. 3. Intimem-se. Após, arquivem-se os autos independentemente de nova conclusão. 4. É o voto.

CERTIDÃO DE JULGAMENTO 140ª SESSÃO ORDINÁRIA
RECURSO ADMINISTRATIVO NO PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS 000490070.2011.2.00.0000 Relator: Conselheiro TOURINHO NETO Requerente: Plinio Marcos Moreira da Rocha Requerido: Conselho Nacional de Justiça

CERTIFICO que o PLENÁRIO, ao apreciar o processo em epígrafe, em sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão: “O Conselho, por unanimidade, negou provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. Ausente, justificadamente, o Conselheiro Ministro Carlos Alberto. Presidiu o julgamento o Ministro Cezar Peluso. Plenário, 6 de dezembro de 2011.” Presentes à sessão os Excelentíssimos Senhores Conselheiros Ministro Cezar Peluso, Ministra Eliana Calmon, Neves Amorim, Tourinho Neto, Ney Freitas, Vasi Werner, Silvio Rocha, José Lucio Munhoz, Wellington Cabral Saraiva, Gilberto Martins, Jefferson Kravchychyn, Jorge Hélio Chaves de Oliveira, Marcelo Nobre e Bruno Dantas. Presente, representando o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, o Dr. Miguel Ângelo Cançado, Diretor-Tesoureiro. Ausente, justificadamente, o Procurador-Geral da República Brasília, 6 de dezembro de 2011

Mariana Silva Campos Dutra Secretária Processual

PEDIDO DE PROVIDêNCIAS - CONSELHEIRO 0004900-70.2011.2.00.0000 Requerente: Plinio Marcos Moreira da Rocha Requerido: Conselho Nacional de Justiça

1. Trata-se de manifestação do interessado no sentido de se mostrar irresignado com a decisão do Plenário deste Conselho, bem como de ofício da OAB comunicando o resultado do julgamento no âmbito daquela entidade. 2. Contudo, nada há a prover. Determino o retorno ao arquivo.

Esse Documento foi Assinado Eletronicamente por GUILHERME CALMON NOGUEIRA DA GAMA em 22 de Maio de 2013 às 08:20:12

Consulta ao processo oriundo da reiteração de denúncia por crime de “Falsidade Ideológica” (Falsa Titularidade) encaminhada à Chefe de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, que pela ausência formal de resposta, bem como, que pelo destino dado “ARQ/SPG – PASTA 108/12 DOC 01”, apenas tão somente, ratificou o decidido pelo Delegado Alexandre Guedes Magalhães.

Reiteração Denúncia Falsa Titularidade de “Doutor” à Polícia Civil RJ
Chefia da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro Rua da Relação nº 42 Janeiro a Relação, 42 - Centro - Rio de Janeiro Centro - Rio de Janeiro – RJ Excelentíssima Chefe de Polícia Civil Dra. Martha Rocha Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalmente, SOLICITAR, que V.Sa. Intervenha, envidando todos os seus esforços, utilizando de todos os meios, e instrumentos jurídicos, disponíveis, para que seja dado o devido encaminhamento, através do reconhecimento, pelo Estado do Rio de Janeiro, da tipificação de Crime de Falsa Titularidade , conforme denúncia crime, formalmente, apresentada na 12ª Delegacia de Polícia., ora indeferida por uma sua Autoridade Policial. Esta solicitação tem como Base o Preâmbulo, e os Art. 1, Art. 3, Art. 4, Art. 5, Art. 37 e Art. 93 da Constituição da República Federativa do Brasil, abaixo reproduzidos, com “grifos” e comentários meus, bem como, o processo OAB/RJ nº13.265/2011, cuja cópia completa segue em anexo. Tal, tem como premissa, o fato de que o Delegado Assistente de Polícia Civil, Sr. Alexandre Guedes Magalhães, Matrícula 860.900-0, lotado na 12ª Delegacia de Polícia Civil, não conheceu da DENÚNCIA, protocolada com o nº 12ªD.P. D.P.C. – S.E.S.E.G. E09/074713/1012/11, em 11 de Setembro de 2011, reiterada através do protocolo com o nº 12ªD.P. D.P.C. – S.E.S.E.G. E-09/008000/1012/2012, em 23 de Janeiro de 2012 por não tipificar Crime de Falsa Titularidade , uma vez que, em seu Despacho consta “ Considerando o teor dos documentos juntados, não entendo que existe crime e nem dolo de praticar algum crime por parte das pessoas em questão”. Aproveitamos para reafirmar que esta denúncia tem como objetivo, preservar, a Titularidade de “Doutor”, do, histórico, e imoral, uso, uma vez que, em essência, é uma meritosa conquista, que exige muito esforço, e por isso, necessariamente, agrega à Ciência, no caso, do Direito, Valores, e Conceitos, razão pela qual, deve estar pautada em análise revolucionária pelo “NOVO” ou pela “NEGAÇÃO do Velho”, permitindo, e ajudando, no aperfeiçoamento da Ciência. Quando então, ressaltamos, que o Direito Constituído permite que tratemos qualquer Advogado como “Doutor”, contudo, não admite que qualquer Advogado, mesmo que reconhecido pela OAB, se apresente profissionalmente como “Doutor” sem o respaldo de

curso completo de Doutorado em estabelecimento de ensino superior reconhecido pelo Estado Brasileiro, através do MEC. Algo, que nos permite afirmar, que a Lei que impede qualquer Cidadão Brasileiro de se representar em Juízo, é a mesma Lei, que especifica Titularidade, logo, os procedimentos, e ritos, processuais, em hipótese alguma, podem estar pautado em “praxe”, principalmente, quando, em essência, esta é Hipócrita e Medíocre. Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II
Anexos : I – Cópia do DESPACHO emitido em 23 de Janeiro de 2012 II – Reprodução parcial da Constituição da República Federativa do Brasil III – Cópia da denúncia protocolada, e devolvida, na 12ª D.P.

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL (Promulgada em 1988) PREÂMBULO Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. A Segurança Jurídica é o pilar base de um Estado Democrático, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Artigo 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I - a soberania; II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana, A Segurança Jurídica é o pilar base de um Estado Democrático, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a SOBERANIA em determinar critérios, normas e regras, que permite o pleno usufruto da CIDADANIA, com o necessário respaldo da DIGNIDADE da pessoa humana, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos) Artigo 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

A Segurança Jurídica é o pilar base de uma Sociedade formalmente organizada, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a Construção de uma Sociedade Livre, Justa e Solidária, promovendo o bem de todos, sem qualquer preconceito, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebida, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos) Artigo 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I - independência nacional; II - prevalência dos direitos humanos; III - autodeterminação dos povos; IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; A Segurança Jurídica é o pilar base da República Federativa do Brasil, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a Independência Nacional, com prevalência dos direitos humanos, respaldada na autodeterminação dos povos, com a cooperação entre os povos para o progresso da humanidade, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebida, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos) Artigo 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: A Segurança Jurídica é o pilar base da República Federativa do Brasil, uma vez que, sem ela, instala-se o “CAOS JURÍDICO”, refletido no “puro fazer de contas”, onde, por exemplo, floresce a abjeta, a inominável, a indesejável, a ilegítima, a ilegal, IMPUNIDADE, que é capaz de corroer, e destruir, os Valores Morais e Éticos, e com isso, eliminar qualquer referencial Digno em uma Sociedade formalmente organizada. (Plinio Marcos) Afinal a inviolabilidade do direito à igualdade, e à propriedade (de titularidade ou não), com o tratamento sem distinção, e por isso, igualitário perante a lei, somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica. (Plinio Marcos)

Sendo este Artigo Constitucional a implementação do princípio básico de qualquer Sociedade Organizada, isto é, garante a ISONOMIA de tratamento entre TODOS os Brasileiros e Estrangeiros Residentes no País, bem como, ao ter apensos Tratados Internacionais, busca na medida do possível e necessários transpor as barreiras Étnicas, Culturais, Sociais e Políticas, portanto, seu princípio uma vez especificado É IMUTÁVEL, isto é, qualquer esforço para alterá-lo deverá ser encarado como INCONTITUCIONAL, o que de fato, GARANTE a existência e a permanência em Nossa Constituição (Plinio Marcos) I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; A distinção de gênero, forma mais banal de discriminação, é concretamente abolida na NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser contundentemente NEGADA, ao DETERMINAR que Homens e Mulheres tem direitos e obrigações iguais. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; A Liberdade de escolha, em todos os sentidos, em todas as formas, é contundentemente determinada pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser admissível a existência de “obrigação” de fazer, ou deixar de fazer, em virtude de lei. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; O Respeito à Pessoa Humana, em todos os sentidos, em todas as formas, é contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser impossível a submissão de alguém por tratamento de tortura, desumano, ou degradante, quando então, ressaltamos ser a obrigação de tratar, ou reverenciar, um igual como “superior”. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer; A liberdade no exercício profissional, implica, necessariamente, na Responsabilidade, e no Respeito, em todos os sentidos, em todas as formas, ao que é contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, de tal forma, ser impossível aceitar que alguém, se apresente profissionalmente, sem o respaldo legal. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXII - é garantido o direito de propriedade; O Respeito à propriedade, em todos os sentidos, em todas as formas, contundentemente determinado pela NOVA Ordem Jurídica, implica, necessariamente, garantir os benefícios, tangíveis e intangíveis, por exemplo, da Titularidade, aos que legitimamente a conquistaram, uma vez que, é inadmissível aceitar a banalização, de qualquer titularidade, por alguém que, se arvore, e se apresente profissionalmente como “Doutor”, sem o respaldo legal. Algo que somente poderá ser, em essência, no

mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito; A “praxe” de se tratar qualquer Bacharel em Direito, desde que reconhecido pela OAB, como “Doutor”, é Hipócrita, e Medíocre, mas também, esta historicamente enraizada no Poder Judiciário, e por isso, deve ser extirpada, pelo Órgão Institucional, criado para FISCALIZÁ-LO financeiramente, e administrativamente, que é o Conselho Nacional de Justiça. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada; O reconhecimento pelo Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria Estadual de Segurança, através da Chefia da Polícia Civil do Estado, do fato concreto, de “praxe” não outorga “titularidade”, intrinsecamente, implica na percepção de um “ ato jurídico perfeito”, que por isso, deve ser Respeitado, e Considerado. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção; A Fundamentação SUFICIENTE, que deverá ser Inquestionável, Irrefutável, Justa, e Respaldada no Direito Constituído, é o concreto, que diferencia um juízo ou tribunal de exceção, daquele Juízo e Tribunal Legítimo. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) Artigo 37º A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998) A erradicação de qualquer “praxe”, que não esteja respaldada no Direito Constituído, permite o perfeito respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, uma vez que, a mesma lei que, por exemplo, impede a representação, por quem não seja advogado, também especifica o que é Titularidade. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos) Artigo 93º Lei complementar, de iniciativa do Supremo Tribunal Federal, disporá sobre o Estatuto da Magistratura, observados os seguintes princípios:

IX todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos, e fundamentadas todas as decisões, sob pena de nulidade, podendo a lei limitar a presença, em determinados atos, às próprias partes e a seus advogados, ou somente a estes, em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) Por analogia, entendemos que a manifestação efetuada pela Autoridade Policial, da 12ª Delegacia de Polícia, carece da necessária fundamentação, uma vez que, cabe a qualquer Autoridade Policial, coibir, ou reprimir, através do devido processo investigatório, toda conduta que contrarie o Direito Constituído, seja ela criminosa, ou não. A fundamentação, que não esteja respaldada no Direito Constituído, impede o concreto respeito aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, uma vez que, sem a mesma é impossível garantir o “ato jurídico perfeito”. Algo que somente poderá ser, em essência, no mínimo, percebido, se houver Estado Democrático de Direito, caracterizado pela Segurança Jurídica (Plinio Marcos)

III – Cópia da denúncia protocolada, e devolvida, na 12ª D.P. Documento original anteriormente enviado “ Recurso CFOAB representação de FalsaTitularidade de Doutor”,http://pt.scribd.com/doc/65254808/Recurso-CFOABrepresentacao-de-Falsa-Titularidade-de-Doutor , onde estamos, em função de “arquivamento liminar” de representação contra advogados que se apresentaram como“Dr.” em Petição Inicial, sem o necessário respaldo de curso de doutorado concluído,questionando: Conselho Federal da OAB que tome as medidas cabíveis, de tal forma, ser refirmulada adecisão do “esseLentíssimo” Presidente da OAB/RJ que decidiu pelo “arquivamento liminar”, em concordância, com o “esseLentíssimo” Presidente do TED da OAB/RJ

01/06/13

Gmail - Como ficam os Acordos Internacionais frente à FALÊNCIA do Estado Brasileiro decretada pelo STF

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Como ficam os Acordos Internacionais frente à FALÊNCIA do Estado Brasileiro decretada pelo STF
pliniomarcosmr@terra.com.br <pliniomarcosmr@terra.com.br> 1 de junho de 2013 18:48 Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com Para: gabinetedoministro@mec.gov.br Cc: cidhdenuncias@oas.org, cidhoea@oas.org, "\"pliniomarcosmr\"" <pliniomarcosmr@gmail.com>

Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação, Venho por meio deste email complementar, mais uma vez, os anteriormente enviados, cuja formalização, foi encaminhada VIA Empresa de Correios e Telégrafos, e por outro email anterior, razão pela qual, solicito que este email, e seu anexo, sejam impressos e apensados aos documentos ja recebidos. Tal, tem a pretenção, de trazer à questão, acintosamente provocada, dos acordos internacionais, efetuados pelo Governo Brasileiro, através da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, que é uma Fundação do MEC - Ministério da Educação de Estado.

Razão pela qual reproduzo informações constantes de seu site oficial:

http://www.capes.gov.br/sobre-a-capes/historia-e-missao

Missão
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), fundação do Ministério da Educação (MEC), desempenha papel fundamental na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados da Federação.

Em 2007, passou também a atuar na formação de professores da educação básica ampliando o alcance de suas ações na formação de pessoal qualificado no Brasil e no exterior.

As atividades da Capes podem ser agrupadas nas seguintes linhas de ação, cada qual desenvolvida por um conjunto estruturado de programas:
avaliação da pós-graduação stricto sensu; acesso e divulgação da produção científica; investimentos na formação de recursos de alto nível no país e exterior; promoção da cooperação científica internacional.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f01b6d875c2604 1/3

01/06/13

Gmail - Como ficam os Acordos Internacionais frente à FALÊNCIA do Estado Brasileiro decretada pelo STF

indução e fomento da formação inicial e continuada de professores para a educação básica nos formatos presencial e a distância

A Capes tem sido decisiva para os êxitos alcançados pelo sistema nacional de pós-graduação, tanto no que diz respeito à consolidação do quadro atual, como na construção das mudanças que o avanço do conhecimento e as demandas da sociedade exigem.

O sistema de avaliação, continuamente aperfeiçoado, serve de instrumento para a comunidade universitária na busca de um padrão de excelência acadêmica para os mestrados e doutorados nacionais. Os resultados da avaliação servem de base para a formulação de políticas para a área de pós-graduação, bem como para o dimensionamento das ações de fomento (bolsas de estudo, auxílios, apoios).

Tendo em mente, a importância e relevância, dos acordos Internacionais efetuados pelo Governo Brasileiro, que também resulta em “reconhecimento mútuo” de graduações conquistadas em Instituições de Ensino de Superior Brasileiras, algumas considerações se fazem necessárias:

Será que nos Acordos da CAPES, esta claro que somente são Contadores e Advogados, aqueles Bacharelandos, detentores dos respectivos Certificados de Bacharelados emitidos por Instituições de Ensino Superior reconhecidos pelo MEC, que efetivamente, passarem nas provas promovidas pelos respectivos Conselhos Federais ?

Afinal, qual deve ser a situação de um Brasileiro que possua certificação com reconhecimento mútuo entre uma universidade brasileira e uma estrangeira (Alemã) , sem o devido registro na OAB ?

Será Advogado, por exemplo, na Alemanha, mesmo não o sendo no Brasil ?

Tal, parte da certeza de que o Supremo Tribunal Federal, de forma contundente, reconheceu o “provão da OAB”, como necessário, imprescindível, e benéfico ao Exercício da Profissão de Advogado, que por isso, não tem seu registro imediato na Instituição.

Em meu entendimento, uma situação SURREAL, Inadmissível, Abnominável, Inominável, Ilegal e Ilegítima, pode ocorrer, que é o reconhecimento de um Bacharelando Brasileiro sem registro na OAB, ser, e atuar, como Advogado, por exemplo, na Alemanha, em função de reconhecimento mútuo de Graduação
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f01b6d875c2604 2/3

01/06/13

Gmail - Como ficam os Acordos Internacionais frente à FALÊNCIA do Estado Brasileiro decretada pelo STF

Universitária.

Para tanto, apresento, dois aspectos, dos Acordos Internacionais, retirados do site oficial do CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, que é uma Fundação do seu Ministério.

Na expectativa de que V.Sª se sensibilize com a fragilidade do Estado Brasileiro pela situação vexatória de seu Ministério, quanto a submissão à Ordem dos Advogados do Brasil, e a própria, banalização da Titularidade Acadêmica de “Doutor”.

Subscrevo-me,

Atenciosamente,

Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha Colando grau de Doutor, em Doutorado de “Merda”, num Curso de “Merda”, em Estabelecimento de “Merda”, reconhecido pelo Ministério da Educação de “Merda”, do Estado Democrático de Direito de “Merda”. Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM , que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-NoMeio-Juridico-II

Consultas ao SITE do CAPES.odt 547K

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f01b6d875c2604

3/3

Objetivo:
Desenvolver as atividades da pós-graduação brasileira no contexto mundial. A Cooperação Internacional da CAPES busca apoiar os grupos de pesquisa brasileiros por meio do intercâmbio internacional, buscando a excelência da nossa pós-graduação.

Como funciona?
Acordos bilaterais A principal atividade da Cooperação Internacional da CAPES se dá por meio de acordos bilaterais, programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros. A CAPES financia missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os grupos de pesquisa brasileiros estejam ligados a programas de pós-graduação reconhecidos pelo MEC, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7 na última avaliação da CAPES. Parcerias universitárias binacionais A CAPES possui, também, programas de parcerias universitárias binacionais. Estes programas foram iniciados em 2001 e objetivam, principalmente, o aumento do intercâmbio de estudantes de graduação, além de fomentar o intercâmbio de alunos de pós-graduação e professores. As parcerias são implementadas entre universidades brasileiras e estrangeiras, sendo fundamental a garantia do reconhecimento mútuo dos créditos aos alunos na área escolhida pelo projeto. O programa busca ainda a aproximação das estruturas curriculares dentre as instituições e cursos participantes.

Acordos internacionais:

Alemanha, Argentina, Chile, China, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Italia, Portugal, Timor-Leste, Uruguai, Multinacional

Alemanha

UNIBRAL I Visa fomentar o intercâmbio de estudantes de graduação brasileiros e alemães e estimular a aproximação das estruturas curriculares nas áreas dos projetos, incentivando a equivalência e o reconhecimento mútuo de créditos. A participação no programa depende da existência de um convênio entre a instituição brasileira e a alemã. O UNIBRAL I prevê a concessão de recursos para financiamento de missões de trabalho, bolsas de estudos e aquisição de material de consumo para os projetos. Para realização das missões de trabalho, a Capes custeará passagens aéreas, seguro saúde e diárias dos docentes brasileiros na Alemanha. Estudantes de graduação receberão passagens aéreas, seguro saúde, auxílio instalação e bolsa no exterior por períodos de até 2 semestres letivos.

UNIBRAL II No UNIBRAL II, o intercâmbio dos estudantes deve garantir o duplo diploma de graduação, de maneira que, ao final do curso, o aluno seja titulado tanto pela universidade brasileira quanto pela alemã. Para participar do UNIBRAL II, além do convênio entre as instituições parceiras, é preciso comprovar que o regimento da universidade permite o duplo-diploma de graduação. Além das concessões já previstas no UNIBRAL I, nesta modalidade, as bolsas de graduação sanduíche podem ter duração de até 3 semestres letivos.

Estados Unidos

O Programa de Consórcios em Educação Superior Brasil - Estados Unidos é fruto do acordo entre a CAPES e o Fund for the Improvement of Post Secondary Education (Fipse) do Departamento de Educação dos Estados Unidos. Seu objetivo é apoiar a inserção dos cursos de graduação das Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras no cenário internacional, mediante a modernização curricular, o reconhecimento mútuo de créditos e o intercâmbio docente/discente. As concessões previstas incluem missões de estudos, missões de trabalho e recursos para custeio do projeto. Do lado brasileiro, cada parceria deve ser composta, necessariamente, por uma instituição principal, que atuará como gestora do projeto, e outra(s) na condição de associada(s). É condição de elegibilidade que as candidatas sejam Instituições de Ensino Superior (IES) reconhecidas, públicas ou privadas sem fins lucrativos. As instituições brasileiras devem ser de regiões geográficas diferentes, possibilitando que os impactos do Programa possam ser disseminados de forma mais ampla ao longo do território nacional. Dessa forma, o Programa CAPES/FIPSE objetiva também reduzir as assimetrias regionais existentes no processo de internacionalização da educação brasileira, colocando novos núcleos acadêmicos em contato com universidades norte-americanas altamente reconhecidas. As instituições brasileiras devem seguir as diretrizes da CAPES, quando da apresentação do projeto. As instituições americanas devem atender as diretrizes do FIPSE.

02/06/13

Gmail - Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade
"Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br> 2 de junho de 2013 14:28 Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com Para: gabinetedoministro@mec.gov.br Cc: cidhdenuncias@oas.org, cidhoea@oas.org, "\"pliniomarcosmr\"" <pliniomarcosmr@gmail.com>

Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade
Ministro de Estado da Educação: Aloizio Mercadante Esplanada dos Ministérios, Bl. “L” - 8º Andar - Gabinete 70047-900 - Brasília - DF Fone: 61-2022-7828 / 7822 E-mail:
gabinetedoministro@mec.gov.br

Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação, Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II -Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dosórgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Venho, mui respeitosamente, formalmente, SUGERIR, que V.Sª, após profunda avaliação, sob e com base no Direito Constituído, de TODOS os documentos enviados, que de forma clara, colocam Seu Ministério em situação vexatória, utilizando de TODOS os recursos jurídicos que dispõe, utilizando de TODOS os meus Jurídicos, RESGATE a Credibilidade, a Respeitabilidade, do Estado Democrático da República Federativa do Brasil, através de concretas, e efetivas, atuações neste sentido. Algo que, me impõe o grato dever de reafirmar Votos de Estima, Consideração e Respeito, muito embora, reconheça que os meus esforços, se verificaram infrutíferos, e presumivelmente os esforços de V.Sa., também, venham a se verificar infrutíferos, pelo teor, superficial, prepotente, sem qualquer preocupação com a Segurança Jurídica, que a questão merece, demonstrado, por TODAS as Autoridades Institucionais, em suas
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f05eeccbbb620e 1/4

02/06/13

Gmail - Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade

respectivas avaliações. Afinal, é inadmissível que o Seu Ministério, seja omisso quando:
1.

Somente são Advogados os Bacharelandos reconhecidos pela Ordem dos Advogados do Brasil, por terem sido “aprovados” em prova ministrada pela OAB. Todos os Bacharelandos Advogados são reconhecidos como “Doutores” pelo Poder Judiciário, incluso a própria Ordem dos Advogados do Brasil, por terem sido !aprovados” em prova ministrada pela OAB.

2.

Portanto, em nosso entendimento, este resgate somente será totalmente feito, se:
1.

O Ministério de Estado da Educação, provocar pelo Supremo Tribunal Federal, reavaliação, da decisão de que o chamado “Provão da OAB” é Constitucional, como pré-requisito para o registro de Profissional Liberal da Advocacia, isto é, para o registro de um Bacharelando em Direito como Advogado. Algo, que definitivamente colocará o Seu Ministério como Único Órgão a Responder pela Formação de TODOS os Profissionais Liberais com Profissão Regulamentada.

2.

O Ministério de Estado da Educação, provocar pelo Meritíssimo Juiz da 15ª Vara Civil do Estado do Rio de Janeiro (Capital), reavaliação, da decisão de não extinguir o Processo nº 0398132-02-2009.8.19.001, por não reconhecer crime de “Falsidade Ideológica” a apresentação como “Doutores” praticada pelos Advogados quando das respectivas apresentações na Petição Inicial. Algo, que definitivamente eliminará o atendimento a rito processual pela praxe processual de se “reconhecer” TODO Advogado como Doutor, que ultrapassa em muito, o mero “tratamento”.

3.

O Ministério de Estado da Educação, provocar pelo Conselho Nacional de Justiça,reavaliação, da decisão de que o tratamento de “Doutor” dispensado a TODO Advogado não precisa ser erradicado por ser “praxe processual” aceita, conforme o decidido no Processo e-CNJ 0004900-70 2011 2 00 000. Algo, que definitivamente eliminará o “obrigatório”, para alguns, tratamento de “Doutor” reverenciado a qualquer Bacharelando em Direito reconhecido como Advogado pela OAB, onde a Dignidade da Pessoa Humana é concretamente FERIDA de Morte, uma vez que, obriga a “Igual” tratar com distinção de “Superior”.

4.

O Ministério de Estado da Educação, provocar pelo Delegado Titular da 12ª Delegacia de Polícia do Estado do Rio de Janeiro (Copacabana – Capital), reavaliação, da decisão de não reconhecer crime de “Falsidade Ideológica” a apresentação como “Doutores” praticada pelos Advogados quando das respectivas apresentações na Petição Inicial. Algo, que definitivamente garantirá o Respeito a Preceitos Fundamentais e direitos deles decorrentes, relacionado a Propriedade, intelectual ou não, uma vez que,

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f05eeccbbb620e

2/4

02/06/13

Gmail - Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade

o Certificado de Conclusão de Curso de Doutorado em Direito, efetuado em Instituição de Ensino Superor reconhecido pelo MEC, permite o USUFRUTO de Benefícios Profissionais, Tangíveis e Intagíveis, que devem ser Respeitados e Garantidos aos que, efetivamente, fizeram porMERECER, quando então ressalto, que a inexistência de DOLO, apenas e tão somente, poderá ser um ATENUANTE, pois, a banalização do uso da Titularidade Acadêmica de Doutor prejudica os interesses daqueles que a CONQUISTARAM.
5.

O Ministério de Estado da Educação, provocar pela Segunda Câmara do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, reavaliação, da decisão de não existe infração ético/disciplinar a utilização da “alcunha” de “Doutor”. Algo, que definitivamente eliminará do inconsciênte coletivo dos Advogados reconhecidos pela OAB, de que são, efetivamente detentores de tão importante e significante Titularidade Acadêmica, da mesma forma, obriganto a Ordem dos Advogados do Brasil, a se manifestar com a devida avaliação do Mérito da demanda formulada.

Para respaldar nosso inconformismo, voltamos a apresentar o entendimento do Supremo Tribunal Federal, constante no documento "A Constituição e o Supremo", http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/ : "Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-seà ordem ilegal; caso contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em 22-4-96, 2ª Turma, DJde 7-6-96).

Na expectativa de que V.Sª se sensibilize com a fragilidade do Estado Brasileiro pela situaçãovexatória de seu Ministério, quanto a submissão à Ordem dos Advogados do Brasil, e a própria,banalização da Titularidade Acadêmica de “Doutor”.

Subscrevo-me, Atenciosamente, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha Colando gráu de Doutor, em Doutorado em “Merda”, num curso de “Merda”, em Estabelecimento de “Merda”, reconhecido pelo Ministério da Educação de “Merda”, do Estado Democrático de Direito de “Merda”. Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM , que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f05eeccbbb620e 3/4

02/06/13

Gmail - Sugestões de Ação no RESGATE da Credibilidade

completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f05eeccbbb620e

4/4

16/06/13

Gmail - Sugestões COMPLEMENTARES de Ação no RESGATE da Credibilidade

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Sugestões COMPLEMENTARES de Ação no RESGATE da Credibilidade
"Plinio Marcos Moreira da Rocha" <pliniomarcosmr@terra.com.br> 16 de junho de 2013 01:29 Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com Para: gabinetedoministro@mec.gov.br Cc: cidhdenuncias@oas.org, cidhoea@oas.org, "\"pliniomarcosmr\"" <pliniomarcosmr@gmail.com>

Será o Exercício Ilegal de Profissão também um Responsabilidade do MEC ?

Ministro de Estado da Educação: Aloizio Mercadante Esplanada dos Ministérios, Bl. “L” - 8º Andar - Gabinete 70047-900 - Brasília - DF Fone: 61-2022-7828 / 7822

E-mail:

gabinetedoministro@mec.gov.br

Excelentíssimo Ministro de Estado da Educação,

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II -Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dosórgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Venho, mui respeitosamente, formalmente, SUGERIR, que V.Sª, após profunda avaliação, sob e com base no Direito Constituído, de TODOS os documentos enviados, que de forma clara, colocam Seu Ministério em situação vexatória, utilizando de TODOS os recursos jurídicos que dispõe, utilizando de TODOS os meus Jurídicos, RESGATE a Credibilidade, a Respeitabilidade, do Estado Democrático da República Federativa do Brasil, através de concretas, e efetivas, atuações neste sentido.
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f4b3f2ed8b5e66 1/3

16/06/13

Gmail - Sugestões COMPLEMENTARES de Ação no RESGATE da Credibilidade

Algo que, me impõe o grato dever de reafirmar Votos de Estima, Consideração e Respeito, muito embora, reconheça que os meus esforços, se verificaram infrutíferos, e presumivelmente os esforços de V.Sa., também, venham a se verificar infrutíferos, pelo teor, superficial, prepotente, sem qualquer preocupação com a Segurança Jurídica, que a questão merece, demonstrado, por TODAS as Autoridades Institucionais, em suas respectivas avaliações. Afinal, às considerações já efetuadas, estamos agregando, a questão do exercício ILEGAL da Profissão de Advogado, para Aqueles, que mesmo sem Inscrição ATIVA na OAB, atuam como Advogados, com o requinte, de estarem investidos de Autoridade Institucional, conforme o "objeto" dos documentos Relacionados e Descritos abaixo. O documento “Democracia permite MPF mediar MANIFESTAÇÃO pelo MPEGO”, http://pt.scribd.com/doc/148051147/Democracia-permite-MPF-mediar-MANIFESTACAO-pelo-MPEGO , onde estamos Agradecendo ao Corregedor-Geral do Ministério Público Federal de mediar manifestação do Corregedor-Geral do Ministério Público do Estado de Goiás, a qual também é objeto de agradecimento, ambos, com a expectativa de que o Conselho Nacional do Ministério Público reconheça que um Ex-Advogado não pode, e nem deve, estar Procurador de Estado, principalmente, em caráter vitalício. O documento “Solicitação de Informações ao OAB GO”, http://pt.scribd.com/doc/ 138404379/Solicitacao-de-Informacoes-ao-OAB-GO , onde estamos solicitando informações à OAB de Goiás relacionadas à Petição "Bacharel Duplamente Cassado Ainda Atuando...", enviada VIA SEDEX 10, em 08/10/2012, uma vez que, até a presente data nenhuma informação me foi enviada. Para respaldar a questão, ora proposta, apresentamos o fato de que o ExAdvogado demóstenes lázaro xavier torres, com registro na OAB-GO Cancelado em 1987, temsua conduta em avaliação pelo Conselho Nacional do Ministério Público, que pelo menos por enquanto, o reconhece como Procurador, em caráter vitalício, bem como, temos uma representação feita à OAB-GO contra o citado Ex-Advogado por exercício ilegal da profissão, da qual ainda não nos foi dada qualquer informação. Por entendermos, que qualquer situação de exercício ilegal da profissão, tenha de alguma forma, relação direta com as Atribuições e Responsabilidades Deste Ministério de Estado, estamos formalmente, SUGERINDO, que o seu Ministério, utilizando de todos os meios jurídicos disponíveis, bem como, de todos os recursos disponíveis, acompanhe de perto, os desdobramentos, dos processos supramencionados, de tal forma, nos ser possível imaginar que os efeitos da responsabilização, criminal e pecuniária, pelo crime de Exercício Ilegal da Profissão, sejam uma realidade. Volto a apresentar o entendimento do Supremo Tribunal Federal, constante no documento "A Constituição e o Supremo", http://www.stf.jus.br/portal/constituicao/ : "Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que emanada de autoridade judicial. Mais: é dever de cidadania opor-se à ordem ilegal; caso contrário, nega-se o Estado de Direito." (HC 73.454, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em 224-96, 2ª Turma, DJde 7-6-96). Na expectativa de que V.Sª se sensibilize com a fragilidade do Estado Brasileiro pela situação vexatória de seu Ministério, quanto a submissão à Ordem dos Advogados do Brasil, a própria, banalização da Titularidade Acadêmica de “Doutor”, e ao absurdo
https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f4b3f2ed8b5e66 2/3

16/06/13

Gmail - Sugestões COMPLEMENTARES de Ação no RESGATE da Credibilidade

que é o exercício ilegal da profissão de Advogado com o requinte de ocorrer com Investidura de Autoridade Institucional. Subscrevo-me, Atenciosamente, Dr. Plinio Marcos Moreira da Rocha “Colei” grau de Doutor, em Doutorado em “Merda”, num curso de “Merda”, em Estabelecimento de “Merda”, reconhecido pelo Ministério da Educação de “Merda”, do Estado Democrático de Direito de “Merda”. Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM , que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-NoMeio-Juridico-II

https://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=3a6f17a4aa&view=pt&search=inbox&msg=13f4b3f2ed8b5e66

3/3

Enviamos em 07 de Dezembro de 2012, via SEDEX 10, a correspondência "Considerações Ofício 161/2012CGD", http://pt.scribd.com/doc/99875291/Consideracoes-Oficio-161-2012-CGD-OAB-Publicada . Venho, por meio deste, solicitar alguma informação sobre o andamento da avaliação das minhas considerações e do processo encaminhado pelo ofício supramencionado. Agradeço antecipadamente a atenção dispensada, Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha

Senhor Plínio Marcos Moreira da Rocha. Agradecendo inicialmente seu contato, informamos que a manifestação de Vossa Senhoria relativo ao Ofício de n. 161/2012-CGD, foi protocolada neste Conselho Federal da OAB sob o n. 49.0000.2012.006671-0 recebida nesta Corregedoria-Geral em 12/07/2012 e juntada na mesma data ao Processo de n. 49.0000.2011.003390-6/CGD. Em 20.07.2012, os autos foram remetidos à Segunda Câmara do Conselho Federal, em obediência ao art. 30 da Resolução n. 03/2010 (Regimento Interno da Corregedoria-Geral do Processo Disciplinar da OAB), in verbis: Art. 30. Os interessados e requerentes que se considerarem prejudicados por decisão do Corregedor-Geral da OAB ou de seus delegados, e da qual, manifestamente, resultar restrição de direito ou de prerrogativa, ou anulação de ato, poderão, no prazo de 15 (quinze) dias, contados da sua notificação, interpor recurso administrativo, que não terá efeito suspensivo, dirigido à Segunda Câmara do Conselho Federal da OAB, contendo as razões de legalidade e de mérito e a comprovação de suas alegações. Sendo estes os esclarecimentos que tínhamos para o momento nos colocamos a disposição. Atenciosamente, Corregedoria-Geral Conselho Federal da OAB Tel: (61) 2193-9729 / Tel: (61) 2193-9789 / Fax: (61) 2193-9647 corregedoriageral@oab.org.br

Tendo em vista que "Em 20.07.2012, os autos foram remetidos à Segunda Câmara do Conselho Federal", é possível termos, pelo menos, uma vaga idéia, sobre quando a demanda será avaliada ? Atenciosamente, Plinio Marcos Prezado Senhor Plínio Marcos Moreira da Rocha. A Coordenação da Segunda Câmara informa, em resposta à sua solicitação, que o Recurso n. 49.0000.2011.003390-6/SCA foi julgado na sessão ordinária do dia 23.10.2012 e encontra-se aguardando assinatura do Relator para publicação da decisão. Colocamo-nos à disposição para demais esclarecimentos. Atenciosamente, Laura Ynndara Neves Lins Coordenadora da Segunda Câmara Conselho Federal da OAB Tel: (61) 2193-9618 Fax: (61) 2193-9793 sca@oab.org.br

Prezada Laura Ynndara Neves Lins, Em 1997 quando protocolei recurso na Conselho Federal da OAB, recebi em minha casa, cópia da Decisão do colegiado, e cópia da Decisão do Relator. Devo me manter em expectativa de mesmo tratamento relacionado à demanda em questão ? Afinal, a mesma é reflexo direto de uma formalização feita por alguém conhecido, e com localização também conhecida. Atenciosamente, Plinio Marcos

Prezado Senhor Plínio Marcos Moreira da Rocha. A Coordenação da Segunda Câmara esclarece que as decisões no âmbito deste Conselho Federal são publicadas na Imprensa Oficial (Diário Oficial da União), nos termos do art. 97 do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. Atenciosamente, Laura Ynndara Neves Lins Coordenadora da Segunda Câmara Conselho Federal da OAB Tel: (61) 2193-9618 Fax: (61) 2193-9793 sca@oab.org.br

Prezada Laura Ynndara Neves Lins, Quando o colocado é “encontra-se aguardando assinatura do Relator para publicação da decisão.”, não uma pulga, mais uma infestação de pulgas, esta a incomodar-me na orelha... Como entender que a decisão de um Colegiado, após apreciação da demanda, incluso o relatório do Relator, possa estar, a tanto tempo, na dependência da assinatura do Relator ? Afinal, qualquer documento sem assinatura é, apenas e tão somente, um NADA Jurídico, pois, não possui qualquer validade. Estamos em 12 de maio de 2013 e a decisão foi proferida em 23 de outubro de 2012, se por ventura, o Relator vier a falecer, quem poderá em seu lugar assinar ? Pode uma formalidade protocolar de rito processual ficar “ao léu” por tempo indeterminado ? Qual o documento que esta pendente da assinatura do Relator ? Será o próprio Relatório, que reescrito ainda não foi assinado ? Como explicar que a Segunda Câmara do Conselho Federal da OAB possa permitir que uma situação tão esdrúxula ocorra ? Afinal, quem tem a Responsabilidade de Zelar, em última instância, pelo exercício Ético da Advocacia, tem a obrigação de cumprir, em essência, TODOS os Ritos Processuais, sem que possa existir qualquer margem para dúvidas. Talvez, para alguns, que não EU, a questão demandada seja insignificante, contudo, para Outros, como Eu, o uso banalizado da Titularidade Acadêmica de Doutorado por alguns Bacharéis em Direito, reconhecidos como Advogados pela OAB, sem o respaldo de um Curso de Doutorado Completo em um Estabelecimento de Ensino Superior reconhecido pelo Estado Brasileiro, através do Ministério da Educação, é questão importantíssima, pois, garante a segurança jurídica, de ver respeitada: O Art. 22, Xvi e XXIV da Constituição da República Federativa do Brasil A Lei 9.649 de 27 de maio de 1998 A Lei 9.394 de 20 de dezembro de 1996 As Lei que regulam as Profissões Regulamentadas A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994 Por isso, apresento o documento “Pgr Adpf Provao Oab Crc”, http://pt.scribd.com/doc/12948028/PgrAdpf-Provao-Oab-Crc , onde estamos provocando o Poder Constituído em Zelar, Preservar e Fazer CUMPRIR Preceitos Fundamentais de Nossa Constituição, relativos à: - Prova como pré-requisito para inscrição de Profissional Habilitado - PRIVILÉGIOS destinados aos integrantes da Profissão Regulamentada de Advogado. Afinal, esta demanda provoca o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, a se manifestar, oficialmente, e forma protocolar, sobre o uso banalizado da titularidade de Doutor por Bacharéis em Direito sem Curso completo de Doutorado. Atenciosamente, Plinio Marcos

Prezado Senhor Plínio Marcos Moreira da Rocha. A Coordenação da Segunda Câmara informa que foi publicado, nesta data, a decisão referente ao Recurso n. 49.0000.2011.003390-6/SCA no Diário Oficial da União, seção 1, p. 145. Atenciosamente, Laura Ynndara Neves Lins Coordenadora da Segunda Câmara Conselho Federal da OAB Tel: (61) 2193-9618 Fax: (61) 2193-9793 sca@oab.org.br

Prezada Senhora Laura Ynndara Neves Lins, Quando o colocado é : “A Coordenação da Segunda Câmara esclarece que as decisões no âmbito deste Conselho Federal são publicadas na Imprensa Oficial (Diário Oficial da União), nos termos do art. 97 do Regulamento Geral do Estatuto da Advocacia e da OAB. ” Quando no Recurso consta: Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º –Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informaçõesde seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a)o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitosou contra ilegalidadeou abuso de poder . Com Base na LEI Nº 8.906, DE 4 DE JULHO DE 1994.que Dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), TÍTULO II - Da Ordem dos Advogados do Brasil, CAPÍTULO I - Dos Fins e da Organização, Art. 44.A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), serviço público, dotada de personalidade jurídica e forma federativa, tem por finalidade: I -defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida

administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas; II - promover, com exclusividade, a representação, a defesa, a seleção e a disciplina dos advogadosem toda a República Federativa do Brasil. Pergunta não quer calar: Será que o Art. 97 do Regulamento Geral do Estatuto da OAB tem o Condão de Restringir o que DETERMINA a Constituição da República Federativa do Brasil ? Afinal, como posso empreender qualquer recurso, se não disponho da íntegra do decidido pelo Colegiado e da íntehra do Relatório do Relator ? Atenciosamente, Plinio Marcos

Prezado Senhor Plínio Marcos Moreira da Rocha. A Coordenação da Segunda Câmara encaminha, em resposta a sua solicitação, cópia da decisão proferida nos autos do Recurso n. 49.0000.2011.003390-6/SCA. Na oportunidade, esclareço que eventual recurso pode ser encaminhado digitalizado, com assinatura da parte ou de seu patrono regularmente constituído, ao e-mail: sca@oab.org.br ou por meio do fax: (061) 2193-9793, devendo, no prazo de 10 (dez) dias, enviar o original ao endereço: SAUS, Qd. 05, lote 1, bloco M, Ed. SedeOAB, CEP: 70070-939, Brasília/DF, nos termos do § 1º do art. 139, do Regulamento Geral do EAOAB. Colocamo-nos mais uma vez à disposição para esclarecimentos. Atenciosamente, Laura Ynndara Neves Lins Coordenadora da Segunda Câmara Conselho Federal da OAB Tel: (61) 2193-9618 Fax: (61) 2193-9793 sca@oab.org.br Ementa.003.2013.SCA.pdf

Prezados, Apresento o documento “A Luz do que aí esta sou Doutor – Publicada”,

http://pt.scribd.com/doc/142004947/A-Luz-do-que-ai-esta-sou-Doutor-... , onde estamos
acintosamente provocando o Ministro de Estado da Educação, o Ilustríssimo Sr. Aloízio Mercadante, a envidar esforços, no sentido de que a Autoridade Institucional de seu Ministério seja, em plenitude, Reconhecida e Respeitada. Tal, parte da premissa, de que fatos incontestáveis, colocam a Ordem dos Advogados do Brasil, em superioridade Institucional, algo, que subverte, em essência, o Direito Constituído, onde a SOBERANIA do Estado Democrático não pode, não deve, se quer, ser arranhada, por um Órgão Institucional não vinculado hierarquicamente, nem administrativamente, ao Estado Brasileiro. Abraços, Plinio Marcos

Prezados, Em complemento ao Nº PROTOCOLO "003492/2013", cabe-me informar que foram emitidos os seguintes documentos:
“Porque Sou Doutor Em Direito de Merda”, http://pt.scribd.com/doc/142382500/Porque-Sou-Doutor-Em-Direito-

de-... , onde estamos avaliando a Ementa 003 2013 SCA do CF OAB, quanto ao uso banalizado da Titularidade de Doutor, onde presumíveis referenciais corporativistas, indecorosos, imorais, ilegítimos e ilegais, A "pseudo-fundamentam".
“Porque Sou Doutor Em Direito de Merda II”, http://pt.scribd.com/doc/143603634/Porque-Sou-Doutor-Em-

Direito-de-... , onde estamos apresentando a importância, e relevância, dada à questão de Falsa Titularidade, pelo Conselho Nacional de Justiça, que de forma clara, coloca todos os esforços feitos como infrutíferos, sem no entanto, deixar de cobrar do Ministro de Estado da Educação uma postura compatível à sua Autoridade Institucional, que deve ser Preservada, e Respeitada. Atenciosamente, Dr.Plinio Marcos Moreira da Rocha "Colei" grau de Doutor em Direito de "MERDA"

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful