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ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO PARÁ PREÂMBULO O POVO DO PARÁ, por seus representantes, reunidos em Assembléia

Estadual Constituinte, inspirado nos princípios constitucionais da REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, rejeitando todas as formas de colonialismo e opressão; almejando edificar uma sociedade justa e pluralista; buscando a igualdade econômica, política, cultural, jurídica e social entre todos; reafirmando os direitos e garantias fundamentais e as liberdades inalienáveis de homens e mulheres, sem distinção de qualquer espécie; pugnando por um regime democrático avançado, social e abominando, portanto, os radicalismos de toda origem; consciente de que não pode haver convivência fraternal e solidária dentro de uma ordem econômica injusta e egoísta; confiante em que o valor supremo é a liberdade do ser humano e que devem ser reconhecidos e respeitados os seus direitos elementares e naturais, especialmente, o direito ao trabalho, à livre iniciativa, à saúde, à educação, à alimentação, à segurança, à dignidade; invoca a proteção de DEUS e promulga a seguinte CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO PARÁ, esperando que ela seja o instrumento eficiente da paz e do progresso, perpetuando as tradições, a cultura, a história, os recursos naturais, os valores materiais e morais dos paraenses.

Promulgada em 5 de outubro de 1989. Publicada em encarte do "Diário Oficial" de 6 de outubro de 1989 Publicada no "Diário Oficial"de 27 de outubro de 1989. TÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS Art. 1º. O Estado do Pará é parte integrante da República Federativa do Brasil, exercendo, em seu território, os poderes decorrentes de sua autonomia, regendo-se por esta Constituição e leis que adotar, observados os princípios da Constituição Federal. Parágrafo Único - Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Art. 2º. O Pará proclama o seu compromisso e o de seu povo de manter e preservar a República Federativa do Brasil como Estado de Direito Democrático, fundado na soberania nacional, na cidadania, na dignidade do ser humano, nos valores sociais do trabalho e da livre iniciativa e no pluralismo político. Art. 3º. O Estado do Pará atuará, com determinação, em todos os seus atos e pelos seus órgãos e agentes, no sentido de realizar os objetivos fundamentais do País: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; II - garantir o desenvolvimento nacional; III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais, raciais e regionais. * Inciso III alterado pela Emenda Constitucional nº 24, de 05/05/2004, publicada no DOE Nº 30.190, de 12/05/2004.

* A redação anterior continha o seguinte teor: “III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, orientação sexual, cor, idade, deficiência e quaisquer outras formas de discriminação. * Este inciso IV, anteriormente alterado, sofreu nova alteração através da Emenda Constitucional nº 36, de 24 de janeiro de 2007, publicada no DOE Nº 30.864, de 13/02/2007. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. 3º .................................................. IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, orientação sexual, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; xxxxxxxxxxxxxxxxx * Este Inciso IV teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 20, de 17/06/2003, publicada no DOE Nº 29.969, de 20/06/2003. * A redação anterior continha o seguinte teor: “IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, deficiência e quaisquer outras formas de discriminação.” xxxxxxxxxxxxxxxxxx * Inciso IV novamente alterado, desta vez pela Emenda Constitucional nº 24, de 05/05/2004, publicada no DOE Nº 30.190, de 12/05/2004. * A redação anterior continha o seguinte teor: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação;” V - dar prioridade absoluta aos assuntos de interesse dos cidadãos. TÍTULO II DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS CAPÍTULO I DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 4º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no Estado a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos da Constituição Federal e desta Constituição. Art. 5º. O Estado do Pará acolhe, expressamente, insere em seu ordenamento constitucional e usará de todos os meios e recursos para tornar, imediata e plenamente efetivos, em seu território, os direitos e deveres individuais e coletivos, os direitos sociais, de nacionalidade e políticos, abrigados no Título II da Constituição Federal.

§ 1°. Será punido, na forma da lei, o agente público, independentemente da função que exerça, que violar os direitos constitucionais. § 2º. Incide na penalidade de destituição de mandato administrativo ou de cargo ou função de direção, em órgão da administração direta ou indireta, o agente público que, dentro de noventa dias do requerimento do interessado, deixar, injustificadamente, de sanar omissão inviabilizadora do exercício de direito constitucional. § 3°. Nenhuma pessoa será discriminada ou de qualquer forma prejudicada pelo fato de litigar com órgão estadual, no âmbito administrativo ou judicial. § 4°. Ninguém poderá ser penalizado, especialmente com a perda do cargo, função ou emprego, quando se recusar a trabalhar em ambiente que ofereça iminente risco de vida, caracterizado pela respectiva representação sindical, não se aplicando o aqui disposto aos casos em que esse risco seja inerente à atividade exercida, salvo se não for dada a devida proteção. § 5°. É assegurado aos ministros de cultos religiosos, pertencentes a denominações religiosas legalmente existentes no País, o livre acesso para visitas a hospitais, estabelecimentos penitenciários, delegacias de polícia e outros congêneres, para prestar assistência religiosa e espiritual a doentes, reclusos ou detentos. § 6º. Nenhuma pessoa poderá ser submetida as condições degradantes de trabalho ou a práticas análogas ao trabalho escravo, seja em ambiente doméstico ou rural, nem a qualquer outro constrangimento que não os provenientes do ordenamento constitucional da União e do Estado do Pará. * Parágrafo acrescido pela Emenda Constitucional nº 25, de 11/05/2004, publicada no DOE Nº 30.190, de 12/05/2004. CAPÍTULO II DA SOBERANIA POPULAR Art. 6°. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e mediante: I - plebiscito; II - referendo; III - iniciativa popular. Art. 7°. Através de plebiscito, o eleitorado se manifestará, especificamente, sobre fato, medida, decisão política, programa ou obra pública, e, pelo referendo, sobre emenda à Constituição, lei, projetos de emenda à Constituição e de lei, no todo ou em parte. § 1°. Pode requerer plebiscito ou referendo: I - um por cento do eleitorado estadual; II - o Governador do Estado; III - um quinto, pelo menos, dos membros da Assembléia Legislativa. § 2°. A realização do plebiscito ou referendo depende de autorização da Assembléia Legislativa. § 3°. A decisão do eleitorado, através de plebiscito ou referendo, considerar-se-á tomada, quando obtiver a maioria dos votos, desde que tenham votado, pelo menos, mais da metade dos eleitores, e, tratando-se de emenda à Constituição, é exigida a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos. § 4°. É permitido circunscrever plebiscito à área ou população diretamente interessada na decisão a ser tomada, o que deve constar do ato de convocação, cabendo recurso à instância judiciária competente, se algum cidadão, Município ou o Estado considerar-se excluído da decisão

bem como os terrenos marginais. o Hino e o Brasão d`Armas. ressalvadas. da cidade ou de bairros. Parágrafo Único . 9° . § 5°. na forma de lei. o Legislativo. pelo menos. 10 . excluídas aquelas sob domínio da União.as águas superficiais ou subterrâneas. a matéria tratada neste capítulo. IV . independentes e harmônicos entre si. Art. nas ilhas oceânicas e costeiras. de 31/12/1997.716. de 22/01/1990.São símbolos do Estado a Bandeira. 11 . com autorização da Assembléia Legislativa.as áreas. Parágrafo Único . no caso de projeto de lei. publicada no DOE Nº 20. por cinco Municípios. lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos. A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Assembléia Legislativa de projetos subscritos por. através de manifestação de. as decorrentes de obras da União. por dez Municípios e.Incluem-se entre os bens do Estado do Pará: I . (Art. bem como os demais aspectos de sua realização. em qualquer hipótese. pelo menos. TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. para outra cidade do território estadual. o Executivo e o Judiciário. II . Parágrafo Único .A lei municipal regulará. Tratando-se de projeto de emenda à Constituição. no mínimo. Art. estabelecendo a iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município. atualmente.Os Municípios poderão ter símbolos próprios. o mínimo de três décimos por cento dos eleitores de cada Município.Alterada pelas Leis Complementares nºs 28. de 27/11/1995 e 34. poderá decretar a transferência da capital. . 19) . adotados à data da promulgação desta Constituição. e outros estabelecidos em lei. * Ver Lei Complementar nº 01/90. Art.São Poderes do Estado. 13 . 8°. que estiverem no seu domínio. Parágrafo Único.A alienação gratuita ou onerosa de bens imóveis do Estado dependerá de autorização prévia da Assembléia Legislativa .as terras devolutas não compreendidas entre as da União.A cidade de Belém é a Capital do Estado do Pará. no mínimo. neste caso. sendo necessário. no que couber. VI . de 18/01/1990. V . fluentes.os que. temporariamente. III . meio por cento do eleitorado do Estado. devendo ser estabelecida pela lei a competência para requerer e convocar o plebiscito.O Governador. Art.Salvo as exceções previstas nesta Constituição. emergentes e em depósito. § 1º.os lagos e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio e os rios que têm nascente e foz em seu território. manguezais e as praias respectivas.as ilhas fluviais ou lacustres não pertencentes à União. os subscritores devem estar distribuídos. Municípios ou terceiros. é vedado a qualquer dos poderes delegar atribuições. cinco por cento do eleitorado. Independem de requerimento os plebiscitos já previstos ou convocados na Constituição Federal e nesta Constituição. 12 . neste caso.que possa lhe trazer conseqüências. Art. e quem for investido nas funções de um deles não poderá exercer a de outro.

só poderá ocorrer mediante aprovação da população.zelar pela guarda da Constituição. da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. a colaboração de interesse público.É vedado ao Estado e aos Municípios: I . as obras e outros bens de valor histórico.O Estado exerce. a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico. com a União: I . subvencioná-los.977/96 . concorrentemente com a União. em seu território. artístico e cultural. a fauna e a flora. legislar sobre: I . penitenciário.A incorporação. para anexação a outros. ou formação de novos Estados ou Territórios Federais. as competências que não lhe sejam vedadas pela Constituição Federal. através de plebiscito.§ 2º.combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização.fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar. III . na forma da lei. VII .proporcionar os meios de acesso à cultura. II .registrar. artístico ou cultural.recusar fé aos documentos públicos. II . a subdivisão ou o desmembramento do Estado. ressalvada.custas dos serviços forenses. 15 . inclusive na orla marítima. por lei complementar.preservar as florestas. os monumentos. à educação e à ciência. 18.proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas. IV . 16 .proteger os documentos. CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA DO ESTADO Art.impedir a evasão. XI . relações de dependência ou aliança.orçamento. IV . as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos. V . Art. * Ver Lei n° 5. . econômico e urbanístico. fluvial e lacustre. IX . acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios. embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes. Art.criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. das leis e das instituições democráticas. O arquipélago do Marajó é considerado área de proteção ambiental do Pará.É competência comum do Estado e dos Municípios. Compete ao Estado. devendo o Estado levar em consideração a vocação econômica da região. promovendo a integração social dos setores desfavorecidos.direito tributário. a ser definida em lei.cuidar da saúde e assistência pública. XII . III .promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. Art.estabelecer cultos religiosos ou igrejas. II . ao tomar decisões com vista ao seu desenvolvimento e melhoria das condições de vida da gente marajoara. 17 .estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito. financeiro. X . Art. VIII.que dispõe sobre proteção à fauna silvestre do Estado. e do Congresso Nacional. VI . e conservar o patrimônio público. III .juntas comerciais. 14 .

a bens e direitos de valor artístico. dando conhecimento e remetendo à Assembléia Legislativa cópias de seu conteúdo. XVI . artístico. VIII .previdência social. No exercício de sua competência suplementar.) * Ver Lei n° 5.florestas. § 3°. § 4°. Art. para atender a suas peculiaridades. direitos e deveres das polícias civis. (Dispõe sobre a criação dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais. cultura. * Ver Lei n° 5.proteção à infância. XV . no prazo de quinze dias. pesca. o Estado exercerá a competência legislativa plena. defesa do solo e dos recursos naturais.967/96. conservação da natureza. artístico e cultural. O Estado poderá celebrar convênios com a União. o Estado observará as normas gerais.produção e consumo. A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual. VI . estético. garantias.629/90 . com outros Estados e com os Municípios. (Dispõe sobre a criação do Sistema dos Juizados Especiais das Pequenas Causas do Estado do Pará.) XI . contado de sua celebração.procedimentos em matéria processual. estabelecidas pela União. CAPÍTULO III DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA SEÇÃO I Diposições Gerais . histórico. ensino e desporto. § 2°. XII .proteção ao patrimônio histórico. 19. turístico e paisagístico. o Estado poderá legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas como da competência legislativa privativa da União.responsabilidade por dano ao meio ambiente. proteção do meio ambiente e controle da poluição. X . garantias. * Ver Lei n° 5. ao consumidor. caça.educação. IX . fauna. * Ver Lei Complementar n° 22/94.proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência. Desde que autorizado por lei complementar. VII .organização.assistência jurídica e defensoria pública. direitos e deveres da Polícia Civil do Estado. proteção e defesa da saúde: XIII . que estabelece normas de organização.criação. no que lhe for contrário.que dispõe sobre a preservação e proteção do patrimônio histórico. cultural.V . § 1°. XIV . à juventude e ao idoso. funcionamento e processo do juizado de pequenas causas. Inexistindo lei federal sobre normas gerais.766/93. turístico e paisagístico. competências.

impessoalidade. que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. programas. de qualquer dos Poderes do Estado e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. sendo vedada a criação de órgãos que caracterizem a superposição de funções. Depende de autorização legislativa. em cada caso. de qualquer natureza. a ser firmado entre seus administradores e o poder público. dos Poderes do Estado. cabendo à lei dispor sobre: I . informativo ou de orientação social. a criação de subsidiárias de empresa pública. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. serviços e campanhas dos Órgãos públicos deverá ter caráter educativo. a criação de subsidiárias de empresa pública. orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato.Somente lei específica poderá criar e extinguir órgãos públicos da administração direta e indireta. sociedade de economia mista. Somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública. obras. autarquia ou fundação pública.025. assim como a participação de qualquer uma delas em empresa privada. indireta ou fundacional. Todo serviço de publicidade. em cada caso. impessoalidade. de10/08/1999. de10/08/1999.A administração pública direta. de 03 de agosto de 1999.. § 2° . 21 . neste último caso. 20." Art. deverá ser precedido de licitação. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. quando não realizado diretamente pelo Poder Público e for confiado a agências de publicidade ou propaganda. 22. de qualquer dos Poderes do Estado e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade.o prazo de duração do contrato. assim como a participação de qualquer uma delas em empresa privada." Art. eficiência. tanto da administração direta quanto da indireta. II . moralidade. sociedade de economia mista. III . de 03 de agosto de 1999. não se . publicada no DOE N° 29. § 1°. autarquia ou fundação pública. § 1° . cabendo à lei complementar.os controles e critérios de avaliação de desempenho. obrigações e responsabilidade dos dirigentes. definir as áreas de atuação .Depende de autorização legislativa. publicidade e participação popular. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. direitos. * Ver Lei 5. Parágrafo Único. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. de sociedade de economia mista e de fundação. 21. A administração pública direta e indireta.Art.a remuneração do pessoal. 20 . dela não podendo constar nomes.A autonomia gerencial. publicada no DOE N° 29. sob pena de responsabilidade. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. moralidade.957. publicidade e participação popular. A publicidade dos atos..025. de 26/03/96.

nos casos de dolo e culpa. REVOGADO * Este parágrafo 2° foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. de 20/05/94. . causarem a terceiros. A administração pública deve realizar o controle interno. nos termos da lei. A despesa com publicidade de cada Poder não excederá a um por cento da respectiva dotação orçamentária.. * Ver Lei n° 6. adequando-os às necessidades do serviço e às exigências técnicas.949. econômicas e sociais. § 2°. sem prejuízo da ação penal cabível.... 24 . A administração pública tornará nulos seus atos. no Diário Oficial do Estado. bem como deverá revogá-los por motivo de conveniência ou oportunidade. assegurado o direito de regresso contra o responsável. visando a mantê-los dentro dos princípios fundamentais previstos nesta Constituição. 24.. Ressalvados os casos previstos na lei. as obras. § 1°..." Art. 26.O edital de licitação especificará que. o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. § 2°.. de editais.. se aplica aos órgãos e entidades da administração indireta. na indisponibilidade dos bens e no ressarcimento ao erário. * Ver Lei 5.844... na forma e gradação previstas em lei. 27. no âmbito do Poder Executivo... 25. nessa qualidade. * A redação existente neste § 2° continha o seguinte teor: "Art.. de 03 de agosto de 1999. serviços.que estabelece punições para atos de improbidade administrativa.. finalístico e hierárquico de seus atos. concessões e alienações serão contratadas mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. dar-se-á preferência ao licitante sediado no Estado. de10/08/1999. Art. também. com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento.aplicando o aqui disposto às publicações. § 2° . Art. O disposto neste artigo. observado. 23. quando eivados de vícios que os tornem ilegais. 25/03/96. publicada no DOE N° 29. As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. SEÇÃO II Do controle dos atos da administração pública Art. * Ver Lei 5. o devido procedimento legal.176/98 que institui o sistema de controle interno e cria a auditoria-geral do Estado. compras... que estabelece prazo para se promover ação regressiva.. havendo empate de propostas... em qualquer caso.025. Os atos de improbidade administrativa importarão na perda da função pública. atos oficiais e demais instrumentos legais de publicação obrigatória. Art. mantidas as condições efetivas da proposta.

satisfatoriamente. da administração pública direta e indireta. firmados mediante licitação ou com a dispensa desta. incorrendo em crime de responsabilidade o agente ou autoridade pública que não tomar essa providência. pela administração direta ou por autarquias. § 3°. a impossibilidade ou a inconveniência da prestação centralizada desses serviços. regulando especialmente: . § 5°. apenas se dará mediante prévia lei autorizadora. § 4°. de 04 de junho de 2008. integralmente ou em forma de extrato. não poderá contratar com o Poder Público. notadamente os que protegem a maternidade. 28 . serão publicados. *A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. que cria a Agência Estadual de Regulação e controle de serviços públicos. quando não atendam. possuir em seu quadro de empregados um percentual mínimo de 5% ( cinco por cento) de pessoas com deficiência . de10/08/1999. * O caput deste artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. os de obras e aquisição de bens e serviços. regulamentada pelo Decreto n° 2. quando restar demonstrada. na forma da lei. com o sistema de seguridade social. no Diário Oficial do Estado. na forma da lei. § 6º A pessoa jurídica que firmar contrato com a Administração Pública Estadual. que descumpra a legislação trabalhista ou normas e padrões de proteção ao meio ambiente.955/98.. os de obras e aquisição de bens e serviços. 28 desta Constituição Estadual através da Emenda Constitucional nº 42.Os serviços públicos serão prestados. de 11/06/2008. 28. em comissão ou de chefia. A descentralização da prestação de serviços públicos através de outorga a autarquias e entidades paraestatais. de 03 de agosto de 1999. empresas públicas. obrigatoriamente. publicada no DOE Nº 31. Art. uma vez constatada a infração. especialmente. sociedades de economia mista ou fundações públicas. a prestação de serviços públicos. no prazo de dez dias de sua assinatura. A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta e indireta. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. publicada no DOE N° 29. nem dele receber benefícios ou incentivos fiscais. § 2°. administrativos ou de qualquer natureza. sem direito a indenização." § 1°. sempre através de licitação. deverá. podendo ser retomados. por motivos técnicos ou econômicos. Incumbe ao Poder Público. A pessoa física ou jurídica em débito com o fisco. ou que desrespeite os direitos da mulher.187. preferencialmente. Nenhum servidor que exerça cargo de confiança. ficando rescindido o contrato já celebrado. ou que realize qualquer modalidade de contrato com o Estado. * Ver Lei n° 6. às suas finalidades ou às condições do contrato. poderá ser diretor ou integrar conselho de empresa fornecedora. creditícios. 29. Os contratos realizados com a administração pública estadual. firmados mediante licitação ou dispensada esta. especialmente. Os serviços concedidos ou permitidos ficarão sempre sujeitos à fiscalização do Poder Público.SEÇÃO III Dos serviços públicos Art.025. * Este § 6º foi acrescido ao art.099/97.

" SEÇÃO IV Dos servidores públicos * Esta Seção teve sua denominação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.a política tarifária.A lei assegurará e disciplinará o controle popular na prestação dos serviços públicos. II . o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira. emprego ou função na administração pública.as peculiaridades dos cargos.I ... de 03 de agosto de 1999. * Ver Lei n° 6.. 5°. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica. II .. III .. no âmbito de sua competência..a obrigação de manter a qualidade dos serviços. Caítulo III .o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo.o regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos... o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação. da qualidade dos serviços.. integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art..025. de10/08/1999.a natureza. O Estado e os Municípios instituirão. 30. 29 ... IV . II .. conselho de política de administração e remuneração de pessoal.. externa e interna. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. publicada no DOE N° 29.168/98.a política tarifária.as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral. III .. § 1° . observado disposto no art.. IV .. publicada no DOE N° 29. bem como as condições de caducidade. X e XXXIII da Constituição Federal.A redação anterior continha a seguintedenominação: Título III.A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: I .os requisitos para a investidura. fiscalização e rescisão da concessão ou permissão. de10/08/1999. . que institui o Código Estadual de Qualidade dos Serviços Públicos. de 03 de agosto de 1999. Seção IV "DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS" Art. III .025... dispondo sobre: I .a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo.os direitos dos usuários.

vencimento nunca inferior ao salário-mínimo. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. ver Lei n° 5. constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira. § 4°. técnico e gerencial. V . * Referente a este § 2º..... da Constituição Federal. facultada.. 39 desta Constituição..025. ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV do art.. de10/08/1999.irredutibilidade do salário. publicada no DOE N° 29. O Estado e os Municípios asseguram aos servidores públicos civis.ESPA. autárquica e fundacional isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhados do mesmo Poder ou entre servidores dos Poderes Executivo... de10/08/1999. ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas à natureza ou ao local do trabalho. VI .. 39. 37 e nos arts. de 03 de agosto de 1999. § 1°. cargos e salários para os servidores da administração pública direta. os seguintes direitos: * Ver Lei n° 5..". I.. ." Art.. É assegurada aos servidores da administração direta.025. III.décimo terceiro salário com base na remuneração variável. * Este inciso II teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. que dispÕe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis. § 2°. 150. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. II ..adicional de interiorização. 31 . e a remuneração observará o disposto nos §§ 2°.garantia de salário. 153. a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados.O Estado manterá escola de governo para a formação e o aperfeiçoamento dos servidores públicos. além de outros que visem à melhoria de sua condição social. salários e sistema de carreira. 150. das autarquias e das fundações públicas. de 03 de agosto de 1999. Legislativo e Judiciário. II. vinculando essas ações aos planos de cargos. III.854/94... na forma da lei.... para os que percebem remuneração variável. que cria a Escola de Serviço Público do Estado do Pará .. A administração pública estabelecerá uma política geral de treinamento e desenvolvimento de recursos humanos.. publicada no DOE N° 29. regime jurídico único e planos de carreira. e 3°. fixado em lei. II.. 30 .O Estado e os Municípios instituirão.. I . § 2°...o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis.. 153. II . no âmbito de sua competência. que assegure aos servidores públicos oportunidade de integração... e 153.remuneração do trabalho noturno superior à do diurno.§ 2° . nunca inferior ao mínimo. nos arts... IV . nacionalmente unificado. I. .. para isso. III ...810/94.. da Constituição Federal.. do art.. 31.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. e 153. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. formação e aperfeiçoamento operacional.. § 2°....

de exercícios de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. * Ver Lei 5.025. nos termos da lei. ou à mãe adotiva de criança de até oito meses de idade.. por meio de normas de saúde..652. de 16/04/91.. higiene e segurança. que estabelece o adicional de remuneração para atividades penosas..657. * Ver Lei n° 5. . responsável por excepcional em tratamento..668.. XIII . nos termos da lei.gozo de férias anuais remuneradas com.* Ver Lei n° 5. de10/08/1999. convicção política ou religiosa. VII . idade.. de 29 de janeiro de 1991. de 24/01/91 ..repouso semanal remunerado.. que dispõe sobre o adicional de interiorização dos servidores militares estaduais.. nos termos fixado em lei... publicada no DOE N° 29.adicional de remuneração para as atividades penosas. que concede licença em caráter extraordinário a servidor público.proteção do mercado de trabalho da mulher. XIV ... 31 .. XVI ...salário-família para os seus dependentes.. estado civil.." VIII . sem prejuízo da remuneração e vantagens. X . em cinqüenta por cento à do normal. cor.licença-paternidade. com duração de cento e vinte dias. * Ver Lei 5.duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais.. XVII . VII . XI ... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. para pai ou mãe. facultada a compensação de horários e a redução da jornada. de 21 de janeiro de 1991... * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99... que se refere o inciso IV do artigo 48 da Constituição Estadual. insalubres ou perigosas. na forma da lei. mediante incentivos específicos.. inclusive adotivos. que fixa o adicional de interiorização devido ao servidor público.salário família.... XIX ... um terço a mais do que o salário normal.gratificação de cinqüenta por cento do vencimento para os servidores em atividade na área da educação especial. pelo menos. ou responsáveis de excepcional em tratamento. XII .... mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.remuneração do serviço extraordinário superior. no mínimo.redução dos riscos inerentes ao trabalho. na forma da lei.... XV .proibição de diferença de salários..650. IX .. insalubres ou perigosas. preferencialmente aos domingos. de 03 de agosto de 1999. . XVIII .licença à gestante.licença... em caráter extraordinário.

§ 9° . observadas as seguintes condições: a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. a. III . serão calculados com base na remuneração do servidor no cargo efetivo em que se der a aposentadoria e. b) sessenta e cinco anos de idade. ressalvados os casos de atividades exercidas exclusivamente sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. se homem. sendo também estendidos aos aposentados e aos pensionistas quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividade. especificadas em lei.Lei disporá sobre a concessão do benefício da pensão por morte. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição.Observado o disposto no art. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e disposto neste artigo. aos setenta anos de idade. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. § 6° .O tempo de contribuição federal. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor. estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. na forma da lei. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma do § 3°: I . por ocasião de sua concessão.Os proventos de aposentadoria e as pensões. Art. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo. É assegurada.por invalidez permanente.voluntariamente. § 7° . os proventos de aposentadoria e as pensões serão revistos na mesma proporção e na mesma data. observado o disposto no § 3°. 37. XI da Constituição Federal. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdências previsto neste artigo. e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. se mulher. a participação de servidores públicos na gerência de fundos e entidades para as quais contribuem. se mulher. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. na forma da lei. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão.Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição. 32.Os proventos de aposentadoria. na forma da lei. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição.compulsoriamente. definidos em lei complementar federal. § 4° . III. § 1° .Art. e sessenta anos de idade. corresponderão à totalidade da remuneração. II . § 8° . contagiosa ou incurável.Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. em relação ao disposto no § 1°. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. por ocasião da sua concessão. moléstia profissional ou doença grave. incluídas suas autarquias e fundações.Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão.É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. § 2° . que será igual ao valor dos proventos do servidor falecido ou ao valor dos proventos a que teria direito o servidor em atividade na data de seu falecimento. se homem. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. 33. . § 5° . § 3° . exceto se decorrente de acidente em serviço. Aos servidores titulares de cargos efetivos do Estado e dos Municípios.

. na mesma proporção e na mesma data. "a" e "c". * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. e aos trinta. da Constituição Federal. integralmente. se mulher. 33 . o disposto no § 14 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público.025.por invalidez permanente. quando decorrentes de acidente em serviço. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. sendo os proventos integrais. inclusive quando decorrente da acumulação de cargos ou empregos públicos. com acréscimo dos parágrafos 8° a 15.Ao servidor ocupante.§ 10 . para os efeitos de aposentadoria e de disponibilidade. com proventos integrais. se professor. estadual ou municipal será computado.O servidor será aposentado: I . o regime de previdência dos servidores públicos titulares do cargo efetivo observará. e aos vinte e cinco. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração.Além do disposto neste artigo. se homem. poderão fixar. se mulher. os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. se professora. para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. § 15 . § 12 . b) aos trinta anos de efetivo exercício em funções de magistério. à soma total dos proventos de inatividade. contagiosa ou incurável especificadas em lei. estendidos aos . § 14 .Aplica-se o limite fixado no art. com proventos proporcionais a esse tempo. e proporcionais nos demais casos. § 13 . d) aos sessenta e cinco anos de idade. no caso de exercício de atividades consideradas penosas. Os proventos da aposentadoria serão revistos. com proventos integrais.compulsoriamente. § 3º. no que couber. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. § 11 . bem como de outras atividades sujeitas à contribuição para o regime geral de previdência social. aos setenta anos de idade. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma da Constituição Federal. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus servidores titulares de cargo efetivo. também. e aos vinte e cinco. o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. de 03 de agosto de 1999. e aos sessenta. se homem. § 1º. e de cargo eletivo. § 4º. com proventos proporcionais ao tempo de serviço. 201. publicada no DOE N° 29. sendo. de10/08/1999. III .A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. da Constituição Federal. Lei complementar poderá estabelecer exceções ao disposto no inciso III. 37.Somente mediante sua prévia e expressa opção. moléstia profissional ou doença grave. sempre que se modificar a remuneração dos servidores em atividade. exclusivamente. XI. aplica-se o regime geral de previdência social. se mulher.voluntariamente : a) aos trinta e cinco anos de serviço.O estado e os Municípios. c) aos trinta anos de serviço. A lei disporá sobre a aposentadoria em cargos ou empregos temporários. II . se homem. § 2º. O tempo de serviço público federal. insalubres ou perigosas.

se o funcionário for homem. na carreira." § 2º. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei.025. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 34 .. na forma prevista em lei. O benefício da pensão por morte corresponderá à totalidade dos vencimentos ou proventos do servidor falecido. publicada no DOE N° 29. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. de10/08/1999.. deixará a pensão para a mulher ou companheira e seus dependentes.." § 1º. respeitada. * O caput deste artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. § 5º . § 3º .O prazo de validade do concurso público será de até dois anos. na forma da lei. assim como aos estrangeiros. § 1° .. * Este § 1° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. § 5º. . respeitada.. A lei disporá sobre a promoção post-mortem dos servidores públicos falecidos em ato de serviço ou em decorrência de moléstia adquirida em razão do desempenho da função. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. *A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.Os cargos. § 7º. não se aplicando o aqui disposto às nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 34. em caso de morte. 34 .. a ordem de classificação. rigorosamente.. § 4º .. preferencialmente. prorrogável uma vez. publicada no DOE N° 29. Os cargos. na sede do Município ou na região onde o cargo será provido. A mulher funcionária pública. com vistas ao escoamento do prazo de validade do mesmo.inativos quaisquer benefícios ou vantagens posteriormente concedidos aos servidores em atividades. para a realização de novo concurso. a ordem de classificação. observado o disposto no parágrafo anterior.. e.A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. inclusive quando decorrentes da transformação ou reclassificação do cargo ou função em que se deu a aposentadoria. de 03 de agosto de 1999..Viola direito constitucional o agente público que delonga a nomeação do classificado em concurso público. no mesmo caso. deixará a pensão para o marido ou companheiro e seus dependentes. o candidato aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. na forma da lei. a investidura em cargo ou emprego público depende da aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego." Art.. O concurso público será realizado. até o limite estabelecido em lei. de 03 de agosto de 1999. § 6º..025. de10/08/1999... sob pena de nulidade do ato...Durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. rigorosamente. por igual período.

§ 6º - É vedada a estipulação de limites máximos de idade para o ingresso no serviço público, respeitando-se apenas o limite constitucional da idade para a aposentadoria compulsória. § 7º Na realização dos concursos públicos serão exigidos nos conteúdos programáticos temas sobre os direitos humanos. * Este parágrafo foi acrescentado ao art. 34 desta CE pela Emenda Constitucional nº 41, de 03/06/2008, publicada no DOE Nº 31.184, de 06/06/2008. Art. 35. As funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. 35 - Os cargos em comissão e as funções de confiança serão exercidos, preferencialmente, por servidores ocupantes de cargo de carreira técnica ou profissional, nos casos e condições previstos em lei." Parágrafo Único. REVOGADO * Este Parágrafo Único foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999. * A redação revogada continha o seguinte teor: "Art. 35 - .................. Parágrafo Único - Nas entidades e órgãos da administração indireta, pelo menos um cargo de direção superior será provido por técnico de carreira da respectiva instituição, indicado mediante lista tríplice, por meio de eleição, na forma da lei, não se aplicando o disposto neste artigo a órgão ou entidade que tiver apenas um dirigente." Art. 36. A lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público. * Ver Leis Complementares nº 07, de 25/09/91; nº 11, de 04/02/93; nº 19, de 01/02/94; nº 30, de 29/12/95 * Ver Lei Complementar n° 036, de 04/12/1998. Art. 37. É garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. Parágrafo Único. O sindicato ou a associação poderá promover a defesa dos direitos e interesses coletivos e individuais da categoria, judicial e extrajudicialmente. Art. 38. É assegurado ao servidor público civil o direito de greve, que será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica.

* Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. 38 - É assegurado ao servidor público civil o direito de greve, que será exercido nos termos e nos limites definidos em lei complementar." Art. 39. Os cargos, empregos e funções públicas serão condignamente remunerados, vedado o exercício gratuito dos mesmos. Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999, com o acréscimo dos §§ 7° a 11. A redação anterior continha o seguinte teor: § 1° - A remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4° do art. 39 da Constituição Federal somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica, observada a iniciativa privativa em cada caso, assegurada revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices; § 2° - A remuneração e o subsídios dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos da administração direta, autárquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes do estado e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não poderão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal; § 3° - Lei do Estado e dos Municípios poderá estabelecer a relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, XI da Constituição Federal. § 4° - O membro de Poder, o detentor de mandato eletivo, os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória, obedecido, em qualquer caso, o disposto no art. 37, X e XI da Constituição Federal. § 5° - Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário publicarão anualmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos. § 6° - Lei do Estado e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão, autarquia e fundação, para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade, treinamento e desenvolvimento, modernização, reaparelhamento e racionalização do serviço público, inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade. § 7° - A remuneração dos servidores públicos organizados em carreira poderá ser fixada nos termos do § 4°. § 8° - É vedada a vinculação ou equiparação de vencimentos para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. § 9° - Os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados, para fins de concessão de acréscimos ulteriores, sob qualquer fundamento; § 10 - É vedada a percepção simultânea de proventos da aposentadoria decorrentes do art. 40 ou dos arts. 42 e 142, todos da Constituição Federal, com a remuneração do cargo, emprego ou função pública, ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição, ou cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração.

§ 11 - Salvo nos casos previstos em lei, é vedada a participação de servidores públicos no produto de arrecadação de tributos e multas, inclusive de dívida ativa. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 15, de 03 de agosto de 1999. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. 39 - Os cargos, empregos e funções públicas serão condignamente remunerados, vedado o exercício gratuito dos mesmos. § 1°. A revisão geral da remuneração dos servidores públicos, sem distinção de índices entre servidores públicos civis e militares, far-se-á sempre na mesma data. § 2°. A lei fixará o limite máximo e a relação de valores entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos estaduais, observados, como limites máximos e no âmbito dos respectivos poderes, os valores percebidos como remuneração, em espécie, a qualquer título, por Deputados Estaduais, Secretários de Estado e Desembargadores e, nos Municípios, os valores percebidos como remuneração, em espécie, pelo Prefeito. No Ministério Público o limite máximo é o valor percebido como remuneração, em espécie, a qualquer título, pelo Procurador de Justiça. (vER LEI N° 5.646, DE 11/01/1991.) § 3°. Os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. § 4°. É vedada a vinculação ou equiparação de vencimentos para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público, ressalvado o disposto no inciso anterior e no art. 30, § 1°. § 5°. Os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados, para fins de concessão de acréscimos ulteriores, sob o mesmo título ou idêntico fundamento. § 6°. Salvo nos casos previstos em lei, é vedada a participação de servidores públicos no produto da arrecadação de tributos e multas, inclusive da dívida ativa. Art. 40. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. § 1° - O servidor público estável só perderá o cargo: I - em virtude de sentença judicial transitada em julgado; II - mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defes III mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho, na forma de lei complementar, assegurada ampla defesa. § 2° - Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável, será ele reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se estável, reconduzido ao cargo de origem, sem direito à indenização, aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. § 3° - Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade, o servidor estável ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço, até seu adequado aproveitamento em outro cargo. § 4° - Como condição para a aquisição da estabilidade, é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. § 5° - A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999, com o acréscimo do § 5°.

após dois anos de efetivo exercício. Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável. * Este artigo teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99." . § 3°. até seu adequado aproveitamento em outro cargo. 40 .O Município que ainda não dispuser de sistema previdenciário próprio poderá aderir." Art. O servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. sociedades de economia mista e fundações mantidas pelo Poder Público. sem direito a indenização. o servidor estável ficará em disponibilidade remunerada. publicada no DOE N° 29. § 1°. Parágrafo único . será ele reintegrado. 42 . ao órgão de seguridade do Estado para garantir aos seus servidores a seguridade social.É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. b) a de cargo de professor com outro técnico ou científico. REVOGADO * Este artigo fica revogado através da Emenda Constitucional n° 15/99.. b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. sociedades de economia mista. e o eventual ocupante da vaga reconduzido ao cargo de origem.* A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. nos seguintes casos: a) a de dois cargos de professor. 41 .São estáveis. É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. empresas públicas. § 4°. de10/08/1999.025. aprovado em outro concurso público. exceto. quando houver compatibilidade de horários. sendo considerado automaticamente efetivado no segundo cargo. publicada no DOE N° 29. aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade. os servidores nomeados em virtude de concurso público. de 03 de agosto de 1999." Art. * A Redação existente neste artigo continha o seguinte teor: "Art. empresas públicas. 42. Fica desobrigado do cumprimento do estágio probatório o concursado público estadual ou municipal. c) a de dois cargos privativos de médico. 41. Parágrafo único .025. direta ou indiretamente pelo poder público. e sociedades controladas. 37 da Constituição Federal: a) a de dois cargos de professor. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI do art. estável. c) a de dois cargos privativos de médico. de 03 de agosto de 1999. § 2°. Extinto o cargo ou declarada sua desnecessidade. exceto. na forma da lei. de10/08/1999. fundações.A proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias.. * A Redação existente neste artigo continha o seguinte teor: "Art. suas subsidiárias. quando houver compatibilidade de horários. mediante convênio.A proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias.

DOS SERVIDORES PÚBLICOS MILITARES" Art. . estadual ou distrital.para efeito de benefício previdenciário. As patentes dos oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar são conferidas pelo Governador do Estado. § 3°. Os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. Art. de10/08/1999. emprego ou função. de 03 de agosto de 1999. de10/08/1999. os valores serão determinados como se no exercício estivesse. III . na forma da lei. emprego ou função. direitos e deveres a elas inerentes. * Este parágrafo teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99. desta Constituição teve sua denominação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99. sendo-lhes privativos os títulos. precedência sobre os demais setores administrativos. A administração fazendária e seus servidores fiscais terão.025. 44 . da reserva ou reformados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. do Título II. nos termos da lei.Art.investido no mandato de Prefeito . sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.. no caso de afastamento. de10/08/1999. com prerrogativas.em qualquer caso que exija o afastamento para o exercício de mandato eletivo. de 03 de agosto de 1999. ficará afastado de seu cargo.investido no mandato de Vereador. O militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente será transferido para a reserva. são asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa. 45. II . publicada no DOE N° 29. não havendo compatibilidade. 43. perceberá as vantagens de seu cargo. publicada no DOE N° 29. SEÇÃO V Dos militares do Estado * Esta Seção V. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. são militares do Estado. 44.. As patentes. publicada no DOE N° 29. * A denominação anterior era: "Título II Capítulo III Seção V . V. será afastado do cargo. § 2°. emprego ou função. exceto para promoção por merecimento.025.025.tratando-se de mandato eletivo federal. do Capítulo III. IV . havendo compatibilidade de horários. de 03 de agosto de 1999. dentro de suas áreas de competência e jurisdição. seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. Ao servidor público em exercício de mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições: * O caput deste artigo teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99.Ao servidor público em exercício de mandato eletivo aplicam-se as seguintes disposições:" I . § 1°. e. será aplicada a norma do inciso anterior. postos e uniformes militares.

.. ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá... 40. de 03 de agosto de 1999.... contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva.. § 3° . tomar posse em cargo..... emprego ou função pública temporária..... ser promovido por antigüidade. § 1° . § 7°.025. Aplica-se aos militares referidos neste artigo..que dispõe sobre a transferência do servidor militar para a inatividade remunerada. de10/08/1999." § 4°.. § 6°.. ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá. transferido para a inatividade.. §§ 7° e 8° da Constituição Federal. ou de Tribunal especial.. O oficial da Polícia Militar ou do Corpo de Bombeiros Militar só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível.... publicada no DOE N° 29.. não pode estar filiado a partido político..O militar da ativa que aceitar cargo.. A transferência voluntária do servidor militar estadual para a inatividade remunerada será concedida aos trinta anos de serviço. * Este parágrafo teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99. o disposto no art... transferido para a reserva... será submetido ao julgamento previsto no parágrafo anterior.. contínuos ou não. Ao militar são proibidas a sindicalização e a greve. contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva.. de 21 de novembro de 1991.681... com os proventos definidos em lei.. contínuos ou não.. e aos vinte e cinco anos de serviço se mulher. nos termos da lei.. não eletiva... por decisão do Tribunal competente. enquanto em efetivo serviço. sendo depois de dois anos de afastamento. * Ver Lei n° 5. emprego ou função pública civil temporária. ainda que da administração indireta.. § 8°. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. § 4° ...O militar em atividade que aceitar cargo público civil permanente será transferido para a reserva......025. O militar da ativa que.......... § 10... publicada no DOE N° 29... * A redação anterior continha o seguinte teor: . por sentença transitada em julgado.. de acordo com a lei. § 1° . se homem. §§ 7° e 8° desta Constituição. e a seus pensionistas. em tempo de paz.... de10/08/1999.... não eletiva.... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.. ainda que da administração indireta..... § 9°... O oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos. 33.. 45 . em tempo de guerra.... enquanto permanecer nessa situação. * Este parágrafo teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99.. ser promovido por antigüidade. enquanto permanecer nessa situação." § 5°. e no art.... de 03 de agosto de 1999. 45 ... O militar. sendo depois de dois anos de afastamento.

XVII..gratificação de risco de vida.. aos servidores públicos militares as seguintes disposições:" .. e nos arts.. de10/08/1999. 33. 14.. §§ 4° e 5°.que dispõe sobre o adicional de interiorização dos serviços militares estaduais. * Inciso regulamentado pela Lei n° 6.Aplica-se aos servidores a que se refere este artigo. que visem à melhoria de sua condição social e os seguintes:" I . 153. além de outros direitos previstos em lei. na forma da lei. 48 ... §§ 4° e 5°.Aplica-se aos servidores militares o disposto no art. XIII. incisos XI..652/91 publicada no DOE n° 26.108.. III ."Art.irredutibilidade de vencimentos.. 46. § 8°. respeitadas as condições previstas no art.. de 03 de agosto de 1999. XIV e XV. 40. 150. mais. na forma da lei. de 19 de janeiro de 1998. 49 . e a remuneração observará o disposto nos § § 2° e 3° do art. da Constituição Federal. II ... XII. IV . VIII.. Aplica-se aos militares o disposto no art. XVIII e XIX. da Constituição Federal. de 03 de agosto de 1999. * Ver Lei n° 5.adicional de interiorização... 48. Aplicam-se. aos militares as seguintes disposições: * O caput deste artigo teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99... § 1° .. será condição básica a posse de curso de formação de oficial realizado na Corporação ou em outra Polícia Militar ou Corpo de Bombeiros Militar... da Constituição Federal. O militar alistável é elegível. a cargo do Estado... § 2°.. desta Constituição. * O caput deste artigo teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional n° 15/99.. conforme o disposto em legislação específica. publicada no DOE N° 29.251/85. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. 45 . que dispõe sobre o estatuto dos policiais militares.652. Para acesso à carreira do oficialato. de10/08/1999. da Constituição Federal.. Art.que dispõe sobre a cobertura por acidente de trabalho. e a seus pensionistas.. pelo menos... mais. publicada no DOE N° 29. XVII. de 21 de janeiro de 1991.... a 50% do vencimento base. de 21/01/1991. 49. o disposto no art.891. 47. e no art.. * Ver Lei n° 5. que visem à melhoria de sua condição social e os seguintes: * Ver Lei n° 5. VIII. 37. XII.. XIX e XXV e no art... da Constituição Federal. I..Aplicam-se. 7°. III e 153.. Art.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art." Art..025... correspondente.seguro contra acidentes de trabalho. Art. 7°... 39 desta Constituição. § 10 .025.. além de outros direitos previstos em lei.. II. XVIII.

O Estado poderá. instituirá a regionalização administrativa e estabelecerá seus limites. nos termos assegurados pela Constituição Federal e por esta Constituição.I .investidura. 50. III . * Ver Lei n° 5. que dispõe sobre as promoções de praças da Polícia Militar.e Lei 5.prazo de validade do concurso público de dois anos. § 3°. desconcentração e descentralização dos diferentes níveis de governo e das entidades da administração pública direta e indireta com atuação na região. III . não perderão nem terão limitada sua autonomia política. IV . votada em dois turnos.249/85.a articulação. A organização regional tem por objetivo: I . § 1°. dotados de autonomia política. o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. instituir regiões metropolitanas. dentre outras disposições. TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO MUNICIPAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. aglomerações urbanas e microrregiões. 51.o planejamento regionalizado para o desenvolvimento econômico e social. * Ver Lei n° 5. prorrogável uma vez. constituídas por grupamentos de Municípios limítrofes. administrativa e financeira. financeira e administrativa. integração. através de concurso público.250/85. mediante lei complementar. respeitados a ordem de classificação e o aproveitamento em curso ou estágio de formação e adaptação. que dispõe sobre as promoções de oficiais da polícia Militar. e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal.que instituiu a Região Metropolitana de Belém .promoção. com o interstício mínimo de dez dias. CAPÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO REGIONAL Art. de acordo com a proporcionalidade estabelecida na legislação própria.a gestão adequada dos recursos naturais e a proteção ao meio ambiente. por igual período. VI . de 19/10/95. § 2°. por merecimento e antigüidade.a redução das desigualdades regionais e sociais. * Lei Complementar nº 27/95 .a integração do planejamento e da execução de funções públicas de interesse comum. A organização regional será regulamentada mediante lei complementar que. Os Municípios que integrarem grupamentos previstos neste artigo. V .a participação da sociedade civil organizada no planejamento regional. II . competências e sedes. O Município reger-se-á por lei orgânica. que a . II . Art. O Estado do Pará é dividido em Municípios. 52. para integrar a organização. bem como na fiscalização dos serviços e funções públicas de interesse comum. na forma da lei.907.

Para execução de suas leis. prevista na Constituição Federal. bem como aplicar suas rendas. independentemente de suas outras atribuições.Os Municípios poderão modificar os seus limites territoriais. Art. Satisfeitas as condições do parágrafo anterior. 55. se houver acordo entre os Prefeitos dos Municípios interessados. os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens. a Assembléia Legislativa funcionará como árbitro. II . organizar e suprimir distritos. decidindo sobre o plebiscito. 53. o processo poderá iniciar-se por solicitação de 15% (quinze por cento) do eleitorado da área territorial interessada. respeitados os princípios e preceitos estabelecidos na Constituição Federal e nesta Constituição. de 05/11/1997. 54.instituir e arrecadar os tributos de sua competência. sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei. que estabelece normas para criação e incorporaçào de Municípios.organizar e prestar. § 3°. serviços e instalações. os serviços públicos de interesse local. * Este artigo teve sua redação alterada no seu caput e os parágrafos 2° e 3° introduzidos pela Emenda Constitucional n° 12. compete aos Municípios: I . e as despesas decorrentes da sua realização serão custeadas pelo Poder Executivo Estadual. § 2°. III . IV . V . Além do exercício da competência comum com a União e o Estado e de sua competência tributária. que ainda renumerou o § 2° para § 4°. conforme dispuser a lei federal. o Município pode celebrar convênios e acordos com a União. 55 . ratificado pelas respectivas Câmaras Municipais e referendado pelos eleitores domiciliados na área territorial a ser desmembrada e anexada a outro Município através de plebiscito. * Ver Lei Complementar n° 01/90.” CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA DOS MUNICÍPIOS Art. 56. se houver acordo entre os Prefeitos dos Municípios interessados. O plebiscito de que trata este artigo será realizado dentro de noventa dias.suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. até cento e vinte dias após o protocolo da proposta. o Estado ou outros Municípios.promulgará. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. Não havendo o acordo previsto no caput deste artigo. ratificado pelas respectivas Câmaras Municipais e referendado pelos eleitores domiciliados na área de plebiscito.legislar sobre assuntos de interesse local.que trata da criação de distrito municipal. serviços ou decisões. * A redação anterior do caput do artigo em foco era a seguinte: "Art. contados da data da publicação do ato que o aprovou. incluído e de transporte coletivo que tem caráter essencial. § 1°. Art. a modificação dos limites territoriais dos Municípios depende de lei estadual. Através de lei municipal. § 4°..584/90. Além dos requisitos mencionados neste artigo. Os Municípios poderão modificar os seus limites territoriais.criar. exigido parecer técnico sobre a viabilidade econômica do Município do qual faz parte a área em questão. * Ver Lei n° 5. observada a legislação estadual. . Art.

VI - manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programas de educação pré-escolar e de ensino fundamental; VII - prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de atendimento à saúde da população; VIII - promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano; IX - promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local, observada a legislação e ação fiscalizadora federal e estadual. * Ver Lei n° 5.629/90, que dispõe sobre a preservação e proteção do patrimônio histórico, artístico, natural e cultural do Estado. Art. 57. Os Municípios poderão instituir fundos municipais de desenvolvimento para executar as funções públicas de interesse comum. CAPÍTULO III DA CÂMARA MUNICIPAL Art. 58 - O Poder Legislativo do Município é exercido pela Câmara Municipal, constituída de Vereadores, eleitos pelo povo. Art. 59. A Câmara Municipal reunir-se-á, anualmente, na sede do Município, de quinze de fevereiro a trinta de junho e de primeiro de agosto a quinze de dezembro. § 1°. As reuniões marcadas para essas datas serão transferidas para o primeiro dia útil subseqüente, quando recaírem em sábado, domingo ou feriado. § 2°. A convocação extraordinária da Câmara Municipal far-se-á pelo Prefeito, por seu Presidente ou a requerimento da maioria dos Vereadores, em caso de urgência ou interesse público relevante. Art. 60. REVOGADO * Dispositivo declarado inconstitucional pelo STF, em sessão do dia 02/02/95, em votação unânime. ADIN n° 687-8. Acórdão, DJ 13.02.95. * Este artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999. * A redação deste artigo continha o seguinte teor: "Art. 60 - A Câmara poderá convocar o Prefeito ou seus auxiliares para prestar, pessoalmente, informações sobre assunto previamente determinado, importando crime de responsabilidade a ausência sem justificação adequada." § 1°. O Prefeito ou seus auxiliares poderão comparecer à Câmara ou a qualquer de suas comissões, por sua iniciativa, mediante entendimento com a Mesa, para expor assunto de relevância da administração municipal. § 2°. A Mesa poderá encaminhar pedidos escritos de informação ao Prefeito ou seus auxiliares, importando crime de responsabilidade a recusa ou o não atendimento, no prazo de trinta dias, bem como a prestação de informações falsas. Art. 61. A administração financeira da Câmara Municipal é independente do Poder Executivo e será exercida pela Mesa Diretora, conforme dispuser a Lei Orgânica do Município.

Art. 62. Até o dia vinte de cada mês, as Câmaras receberão o duodécimo a que têm direito pela Lei Orçamentária do Município. Art. 63. Os Vereadores se sujeitam às proibições e incompatibilidades similares, no que couber, previstas nesta Constituição para os membros da Assembléia Legislativa, observado o disposto no art. 38, III, da Constituição Federal, e no art. 44, III, desta Constituição. Art. 64. Os Vereadores, na circunscrição do Município em que forem eleitos, são invioláveis por suas opiniões, palavras e votos, aplicando-se-lhes as regras desta Constituição sobre inviolabilidade dos Deputados Estaduais, exercendo a Câmara Municipal, neste ato, as competências atribuídas à Assembléia Legislativa. * Dispositivo com eficácia suspensa pelo STF, em sessão realizada em 11/03/92, em votação unânime. ADIN n° 685-1. Acórdão DJ 08/05/92. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999. * A redação deste artigo continha o seguinte teor: "Art. 64 - Os Vereadores, na circunscrição do Estado, são invioláveis por suas opiniões, palavras e votos, aplicando-se-lhes as regras desta Constituição sobre inviolabilidade e imunidades dos Deputados Estaduais, exercendo a Câmara Municipal, neste caso, as competências atribuídas à Assembléia Legislativa." Art. 65. REVOGADO. * Este dispositivo teve confirmada sua constitucionalidade pelo STF, em julgamento da ADIN n° 687-8, conforme decisão da maioria de seus membros, em sessão realizada em 02/02/95. Acórdão DJ 13/02/95. * Artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999. *A redação deste artigo continha o seguinte teor: "Art. 65 - Nos crimes de responsabilidade, o Prefeito será processado e julgado pela Câmara Municipal." Art. 66. A alienação de bens imóveis do Município dependerá de autorização prévia da Câmara Municipal. Art. 67. Mediante requerimento de um quinto de seus membros, a Câmara criará Comissão Parlamentar de Inquérito, independentemente de aprovação plenária, para apuração de fato determinado e por prazo certo, com poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, além de outros previstos no respectivo regimento, sendo suas conclusões, se for o caso, encaminhadas ao Ministério Público, para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. Art. 68. O Município não poderá contrair empréstimos sem a prévia autorização da Câmara Municipal, além da autorização do Senado Federal e da Assembléia Legislativa, quando for o caso. Art. 69. Os subsídios do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais serão fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal, observado o que dispõem os arts. 37, XI; 39, § 4°; 150, II; 153, III, e 153, § 2°, I da Constituição Federal; Parágrafo único. Os subsídios dos Vereadores serão fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal, na razão de, no máximo, setenta e cinco por cento daquele estabelecido, em espécie, para

os Deputados Estaduais, observado o que dispõem os arts. 39, § 4°; 57, § 7°; 150, II; 153, § 2°, I da Constituição Federal. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999, tendo sido ainda, acrescentado o Parágrafo único. * A redação deste artigo continha o seguinte teor: "Art. 69 - A remuneração do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Vereadores, será fixada pela Câmara Municipal, em cada legislatura, para a subseqüente, até trinta dias antes das eleições municipais, observado o que dispõe o art. 29, V, da Constituição Federal. Parágrafo único. Não tendo sido fixada a remuneração na legislatura anterior, ficam mantidos os valores vigentes em dezembro do último exercício, apenas admitida a atualização de valores." Art. 70. REVOGADO. * Artigo revogado pela Emenda Constitucional nº 21, de 02 de outubro de 2003, publicada no DOE Nº 30.046, de 08 de outubro de 2003. * A redação do artigo revogado continha o seguinte teor: "Art. 70. O número de Vereadores é proporcional à população do Município, observados os seguintes limites: a) nove, nos Municípios de até vinte mil habitantes; b) onze, nos Municípios de vinte mil e um até quarenta mil habitantes; c) treze, nos Municípios de quarenta mil e um até oitenta mil habitantes; d) quinze, nos Municípios de oitenta mil e um até cento e sessenta mil habitantes; e) dezessete, no Municípios de cento e sessenta mil e um até trezentos e vinte mil habitantes; f) dezenove, nos Municípios de trezentos e vinte mil e um até seiscentos e quarenta mil habitantes; g) vinte e um, nos Municípios de seiscentos e quarenta mil e um até um milhão de habitantes: h) trinta e três, no Municípios de mais de um milhão até um milhão e oitocentos mil habitantes; i) trinta e cinco, nos Municípios de um milhão e oitocentos mil e um até dois milhões e seiscentos mil habitantes; j) trinta e sete, nos Municípios de dois milhões e seiscentos mil e um até três milhões e quatrocentos mil habitantes; l) trinta e nove, nos Municípios de três milhões e quatrocentos mil e um até quatro milhões e duzentos mil habitantes; m) quarenta e um, nos Municípios de quatro milhões duzentos mil e um até quatro milhões, novecentos e noventa e nove mil e novecentos e noventa e nove habitantes; n) mínimo de quarenta e dois e máximo de cinqüenta e cinco, nos Municípios de mais de cinco milhões de habitantes." Art. 71. A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial do Município será exercida pela Câmara Municipal, mediante controle externo, e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal, na forma da lei.

76. O Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse perante a Câmara Municipal e prestarão o compromisso de defender. Se o Prefeito não enviar sua prestação de contas. o Tribunal de Contas dos Municípios fará constar. O parecer prévio. 74. ficando tais balancetes e respectiva documentação no prédio da Câmara Municipal. neste procedimento. Conselhos ou órgãos de Contas Municipais. funcionando como Presidente. discriminando receitas e despesas. O parecer prévio sobre as contas deve ser emitido. nos termos da lei. Art. contado da data do recebimento do respectivo processo. sobre ele.645. bem como a admissão de pessoal. O controle externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas dos Municípios. é o Chefe do Poder Executivo Municipal. dentro do prazo improrrogável de um ano. o Tribunal de Contas dos Municípios. nos prazos legais. É vedada a criação de Tribunais.. esta Constituição e as leis. Os Prefeitos e Presidentes das Câmaras Municipais ficam obrigados a apresentar balancetes trimestrais. 73. cumprir e fazer cumprir a Constituição Federal.§ 1°. para exame e apreciação. Art. § 2°. CAPÍTULO IV DO PREFEITO E DO VICE-PREFEITO Art. § 4°. só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal que. perante o Juiz de Direito da Comarca ou seu substituto legal. pelo Tribunal de Contas dos Municípios. onde as contas ficarão durante sessenta dias. após julgadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios. no mínimo. § 3°. 72. No caso de haver irregularidades nas contas apreciadas. no seu parecer prévio. Art. serão apreciadas pelo Plenário da Câmara Municipal. eleito pelo povo. § 1°. o qual poderá questionar-lhes a legitimidade. por trinta dias. emitido pelo Tribunal de Contas dos Municípios sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar. § 2°. * Ver Lei 5. deverá pronunciar-se no prazo de noventa dias após o seu recebimento. até trinta dias após encerrado o trimestre. § 5°.que dispõe sobre o disciplinamento do exame e apreciação do processo de prestação de contas anual do Município. 3°. O Prefeito. 77. de 21/01/91. o Vereador mais idoso. o Prefeito e o Vice-Prefeito tomarão posse. bem como os balancetes. encaminhando cópia ao Ministério Público do Estado. dentro de quinze dias da data fixada para esta. . Se a Câmara não estiver instalada ou se deixar de reunir para dar posse. o Prefeito enviará cópia de todo o processo para a Câmara Municipal. a qualquer título. As contas da Mesa Diretora da Câmara Municipal. como sugestão. para conhecimento do povo. sem participação dos membros da Mesa. "b") Art. Ao remeter anualmente sua prestação de contas. à disposição de qualquer contribuinte. em local de fácil acesso. 75. de 11/01/91 (Art. as providências e medidas que devem ser tomadas. além de tomar as providências de sua alçada. * Ver Lei 5.653. Art. comunicará o fato à Câmara Municipal respectiva e ao Ministério Público.

* Este § 1º teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 01/93.. Em qualquer dos casos. 80. ao Prefeito e Vice-Prefeito. Art. 78. Art. implicando o descumprimento do disposto neste artigo na perda do mandato.... Para os casos de ausência ou impedimento do prefeito e do vice-prefeito. § 2°. em sessão do dia 02/02/95. V . VI .. dando nova redação ao § 1° do art. § 2°.a lei orçamentária.§ 2°. III . com a seguinte redação: “Art. para o exterior. obedecida a respectiva ordem. 78. 82.a probidade na administração.o livre exercício do Poder Legislativo. IV .a segurança interna do Município. ou vacância dos respectivos cargos. Em caso de ausência ou de impedimento do Prefeito e do Vice-Prefeito. 79. apenados com perda do mandato. Art. São crimes de responsabilidade. 81.. normatizar estas substituições em Lei Orgânica Municipal". * Quando apreciada no STF a ADIN 687-8.. Art. II . Se.. ou vacância dos respectivos cargos. serão sucessivamente chamados ao exercício da Prefeitura os membros da Mesa Diretora da Câmara Municipal. ADIN n° 687-8.o exercício dos direitos políticos. As proibições e incompatibilidades dos Vereadores aplicam-se. os atos do Prefeito que atentem contra a Constituição Federal. no que couber.a existência do Município. a eleição para ambos os cargos será feita até trinta dias depois da última vaga.. a Estadual. * Dispositivo declarado inconstitucional pelo STF. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores. § 1°. lavrando-se o ato de transmissão em livro próprio. Ocorrendo a vacância no último ano do mandato. § 1º. pelo Vice-Prefeito. VII . a Assembléia Legislativa editou a Emenda Constitucional n° 01/93. salvo motivo de força maior. e sucedido. na forma da lei.o cumprimento das leis e das decisões judiciais. O Prefeito e o Vice-Prefeito devem residir no Município e dele não poderão ausentar-se. Implica responsabilidade a não transmissão de cargo nos casos de ausência ou impedimento. a Lei Orgânica do Município e. Acórdão DJ 13/02/95.. não tiver assumido o cargo. por tempo superior a quinze dias consecutivos. Vagando os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito.. do Poder Judiciário e do Ministério Público. CAPÍTULO V . à unanimidade. Art. sem prévia licença da Câmara Municipal. competirá à Câmara de Vereadores de cada município. e o Juiz de Direito da Comarca. 78 . pela Câmara Municipal. O Prefeito será substituído. § 1°. decorridos quinze dias da data fixada para a posse. far-se-a eleição noventa dias depois de aberta a última vaga. no caso de ausência do Município ou de impedimento. no de vaga.. individuais e sociais. o Prefeito ou o Vice-Prefeito. e. este será declarado vago pela Câmara Municipal.. por qualquer tempo. contra: I . de 06/12/1993. especialmente.

DA CRIAÇÃO DE MUNICÍPIOS Art. 83. A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por Lei Complementar Federal, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei. * Ver Lei Complementar n° 001/90, modificada pelas Lei Complementar n° 28/95 e Lei Complementar n° 34/97. * O caput deste artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99, de 03 de agosto de 1999., publicada no DOE N° 29.025, de10/08/1999. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. 83 - A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de Municípios preservarão a continuidade e a unidade histórico-cultural do ambiente urbano, far-se-ão por lei estadual, obedecidos os requisitos previstos em lei complementar estadual, e dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações diretamente interessadas." § 1°. É vedada a criação de Município inviabilizando economicamente o Município de origem. § 2°. Nenhum Município será criado com denominação igual a de outro já existente no País. CAPÍTULO VI DA INTERVENÇÃO NO MUNICÍPIO Art. 84. o Estado não intervirá nos Municípios, exceto quando: I - deixar de ser paga, sem motivo de força maior, por dois anos consecutivos, a dívida fundada; II - não forem prestadas contas devidas, na forma da lei; III - não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino; IV - O Tribunal de Justiça do Estado der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados nesta Constituição, ou para prover a execução de lei, de ordem ou de decisão judicial. Parágrafo único. Durante o período da intervenção, a lei orgânica não poderá ser alterada, salvo se a intervenção foi decretada em decorrência de fatos gerados pela ilegalidade ou inconstitucionalidade da mesma. Art. 85. A decretação da intervenção dependerá: I - nos casos dos incisos I, II e III, do artigo anterior, de representação fundamentada da Câmara Municipal ou do Tribunal de Contas dos Municípios; II - no caso do inciso IV, do artigo anterior, de solicitação do Tribunal de Justiça do Estado. § 1°. O decreto de intervenção, que especificará a amplitude, o prazo e as condições de execução e que, se couber, nomeará o interventor, será submetido à apreciação da Assembléia Legislativa, no prazo de vinte e quatro horas. § 2°. Se não estiver funcionando a Assembléia Legislativa, far-se-á convocação extraordinária, no mesmo prazo de vinte e quatro horas.

§ 3°. No caso do art. 84, IV, dispensada a apreciação pela Assembléia Legislativa, o decreto limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado, se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade. § 4°. Cessados os motivos da intervenção, as autoridades afastadas de seus cargos a estes voltarão, salvo impedimento legal. § 5°. O interventor, no prazo de trinta dias após a cessação da intervenção, encaminhará à Assembléia Legislativa, por intermédio do Governador, relatório circunstanciado sobre seus atos, devendo sobre a matéria o Tribunal de Contas dos Municípios emitir parecer. * Este § 5º, do art. 85 teve sua redação alterada através da Emenda Constitucional nº 18, de 29 de março de 2001, publicada no DOE Nº 29.434, de 11/04/2001. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. 85 - .................... § 5º - O interventor, no prazo de trinta dias após a cessação da intervenção, prestará contas à Assembléia Legislativa, por intermédio do Governador, devendo sobre a matéria o Tribunal de Contas dos Municípios emitir parecer prévio." TÍTULO V DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES CAPÍTULO I DO PODER LEGISLATIVO SEÇÃO I Da Assembléia Legislativa Art. 86. O Poder Legislativo é exercido pela Assembléia Legislativa, gozando de autonomia administrativa e financeira. § 1°. A Assembléia Legislativa elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias, sendo a mesma encaminhada pelo seu Presidente, após aprovação do Plenário. § 2°. Cada legislatura terá a duração de quatro anos. Art. 87. A Assembléia Legislativa compõem-se de Deputados, representantes do povo paraense, eleitos pelo sistema proporcional, por sufrágio universal e voto direto e secreto, na forma da legislação federal. Parágrafo único. O número de Deputados à Assembléia Legislativa, estabelecido no ano anterior ao das eleições, corresponderá ao triplo da representação do Estado do Pará na Câmara dos Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze. Art. 88. Salvo disposição constitucional em contrário, as deliberações da Assembléia Legislativa e de suas comissões serão tomadas por maioria de votos, presente a maioria absoluta de seus membros. Parágrafo único. O voto do Deputado será público, ressalvados os casos previstos nesta Constituição e no regimento interno da Assembléia Legislativa. Art. 89. Não será de qualquer modo subvencionada viagem de Deputado ao exterior, salvo no desempenho de missão temporária, de caráter diplomático, político ou cultural, mediante prévia licença do plenário da Assembléia Legislativa.

Art. 90. A Procuradoria da Assembléia Legislativa representará judicialmente o Poder Legislativo nas ações em que este for parte, ativa ou passivamente, sem prejuízo das atribuições da Procuradoria Geral do Estado. Parágrafo único. O assessoramento da Assembléia Legislativa será prestado pela Procuradoria, Consultoria Técnica e Assessoria Técnica, na forma do regimento, e o ingresso nas carreiras acima referidas far-se-á mediante concurso público de provas e títulos, aplicando-se-lhes o princípio do art. 30, § 1°. SEÇÃO II Das atribuições da Assembléia Legislativa Art. 91. Cabe à Assembléia Legislativa, com a sanção do Governador, não exigida esta para o especificado no art. 92, dispor sobre todas as matérias de competência do Estado, especialmente sobre: I - sistema tributário estadual, arrecadação e distribuição de rendas, concessão de anistia e incentivos fiscais, instituição de impostos, taxas, contribuição de melhoria e contribuição social; II - plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamento anual, operações de crédito, dívida pública e meio de solvê-las e emissão de letras do tesouro estadual; III - organização da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, bem como a fixação e modificação dos respectivos quadros e efetivos; IV - planos e programas de desenvolvimento e investimento estaduais, regionais e setoriais, em conformidade com os nacionais; V - criação, incorporação, fusão e desmembramento de Municípios; VI - instituição de regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões; VII - transferência temporária da sede do Governo do Estado; VIII - organização administrativa, judiciária, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Procuradoria-Geral do Estado, do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios; IX - criação, estruturação e atribuições de Secretarias, empresas públicas, sociedades de economia mista, autarquias e fundações públicas; X - criação, transformação e extinção de cargos, empregos e funções públicas e fixação dos respectivos vencimentos; XI - servidores públicos e seu regime jurídico único; XII - bens do domínio do Estado e normas gerais sobre alienação, concessão, cessão, permuta, arrendamento e aquisição dos mesmos; XIII - normas gerais para a exploração ou concessão, bem como para a fixação de tarifas ou preços dos serviços públicos; XIV - organização do sistema de ensino, adaptando-o às características regionais; XV - questões específicas das matérias relacionadas no art. 22 da Constituição Federal, de que o Estado tenha sido autorizado a legislar, por lei complementar; XVI - matérias abrangidas na competência comum, na competência concorrente e na competência reservada do Estado Federado, conforme os arts. 23, 24 e 25, § 1°., da Constituição Federal. Art. 92. É da competência exclusiva da Assembléia Legislativa: I - elaborar o seu Regimento Interno, constituir as Comissões e eleger a Mesa Diretora que poderá ser reeleita, vedada a recondução, para qualquer cargo, de uma legislatura para outra.

..* Este inciso I. I ... de 08/10/1999. para a subseqüente. por votação secreta e maioria absoluta.. funcionamento..elaborar seu Regimento Interno.. publicada no DOE N° 29. publicada no DOE N° 29. de 20 de abril de 2005. anteriormente alterado pela EC nº 16. 1° do Regimento Interno da Assembléia Legislativa do Estado do Pará. III ..025... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art..... 27.fixar a remuneração dos Deputados.066....... bem como o local de suas reuniões. § 4°." VI . ..... V ...declarar perda ou suspensão temporária de mandato de Deputado.. da Constituição Federal. 153 III. 153.......... I da Constituição Federal. XI . proibida a reeleição para qualquer cargo na mesma e constituir as comissões...zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros poderes. § 2°. II... § 2°.fixar os subsídios dos Deputados... 92 . I ..... II. criação. xxxxxxxxxxxxxxxxxx * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 16/99. observado o que dispõem os arts......." II . foi novamente alterado pela Emenda Constitucional nº 29. de 30 de setembro de 1999. observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias.conceder licença e receber renúncia de Deputados... 92 ..... empregos e funções de seus serviços e fixação da respectiva remuneração. de 03 de agosto de 1999...... 39. VII ..dispor sobre sua organização. IV .. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. eleger a Mesa Diretora que poderá ser reeleita na mesma legislatura e constituir as Comissões.. de10/08/1999. e 153.. V . 92 ..solicitar intervenção federal. IX . * Este inciso V do artigo 92 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99... X . III.. em cada legislatura..... 57.... I .. observado o que dispõem os arts. § 7°..... transformação ou extinção de cargos. § 2°.... polícia.apreciar o decreto de intervenção no Município ou suspender essa medida. 150.. e 153.424.... desde que presentes dois terços de seus membros. salvo quando decorrente de decisão do Poder Judiciário. * Ver § 2°.. VIII ...mudar temporariamente sua sede.. do art....elaborar seu Regimento Interno... quando necessária para garantir o livre exercício de suas funções e prerrogativas. eleger a Mesa. I..... em 1999.....sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa. 150. publicada no DOE Nº 30...conceder prévia licença para processamento criminal de Deputados. de 27/04/2005..

.. XVIII .. acordos. * Em julgamento da ADIN n° 1281-9.aprovar previamente... operações ou contratos de que resultem para o Estado quaisquer ônus. no todo ou em parte.. XXIII . e outros que a lei vier a determinar.. I . observados os princípios da Constituição Federal. XXV .. por voto secreto.apreciar. salvo os casos previstos nesta Constituição. compromissos ou encargos não estabelecidos na lei orçamentária. previamente.. trimestralmente. Vice-Governador e dos Secretários de Estado. anualmente.fixar os subsídios do Governador.... .. após argüição pública. XIII . nos termos do art... 92 .fixar para cada exercício financeiro a remuneração do Governador e do ViceGovernador e dos Secretários de Estado. XVII .. XXVII . XIX . porém.. VII.dar posse ao Governador e ao Vice-Governador e receber os respectivos compromissos e renúncias... dívidas. 146. os respectivos cargos. na forma do art.suspender a execução. os relatórios das atividades do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios. bem como dos titulares de cargos referidos no art. provisoriamente. Sessão do dia 25/05/95.. de 03 de agosto de 1999.. quando a ausência exceder a quinze dias consecutivos.autorizar o Governador e Vice-Governador a se ausentarem da Capital do Estado. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. publicada no DOE N° 29..eleger três de seus membros para o Conselho Estadual de Justiça. Acórdão DJ 23/06/95.aprovar....eleger membros do Conselho de Estado. a alienação ou concessão de terras públicas e dos bens imóveis do Estado. a escolha feita pelo Governador de Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios. 135 da Constituição Estadual: "empresas públicas" e "sociedades de economia mista de que o Estado detenha o controle acionário".. operações financeiras externas de interesse do Estado... 135. VIII.autorizar ou aprovar convênios. 176... XXII . de10/08/1999.conceder licença ao Governador e ao Vice-Governador para que deixem de exercer... suspendeu liminarmente a eficácia das seguintes expressos do inciso XII do art. as contas prestadas pelo Governador e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de Governo. o STF não acatou pedido de liminar para suspender a eficácia deste dispositivo.fiscalizar e controlar os atos do Poder Executivo..... bem como autorizar.. XV .XII . XX . previamente. XII.autorizar referendo e convocar plebiscito.autorizar o Governador e o Vice-Governador a se ausentarem do País. * Este inciso XXV do artigo 92 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.julgar. XXIV . XIV .. incluídos os da administração indireta. observados os princípios da Constituição Federal. XXI . XXV .025. XVI ." XXVI .escolher dois terços dos Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios. de lei ou ato normativo estadual declarado inconstitucional por decisão definitiva do Tribunal de Justiça do Estado..

.. de10/08/1999. importando em crime de responsabilidade a ausência sem justificação adequada... por dois terços de seus membros. quando não apresentadas à Assembléia Legislativa dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. pessoalmente.julgar. Nos casos previstos nos incisos XXXIII e XXXIV. 131. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. XXXIV ...* Por unanimidade. de 13/02/96..emendar esta Constituição. enviá-los à sanção e promulgação. as contas do Tribunal de Contas do Estado.... XXXV . nos crimes de responsabilidade.eleger o Governador e o Vice-Governador.. XXXVIII .. na forma da lei e no caso do art. com inabilitação.ordenar a sustação de contrato impugnado pelo Tribunal de Contas do Estado..apreciar.. o STF julgou improcedente a ação declarando constitucional o inciso.proceder à tomada de contas do Governador. Acordão DJ de l3/02/96. neste procedimento... o Procurador-Geral de Justiça.julgar. de 03 de agosto de 1999..processar e julgar o Procurador-Geral de Justiça e o Procurador-Geral do Estado.. em sessão de 02/02/95.. § 1°.apreciar o veto e sobre ele deliberar. * Este inciso XXX do artigo 92 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. 92 . publicada no DOE N° 29.. XXX . XXX . XXVIII . promulgar leis no caso de silêncio do Governador. XXXVII . a instauração de processo contra o Governador. poderá convocar Secretário de Estado ou dirigentes de entidades da administração indireta. as contas do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios. bem como qualquer de suas Comissões.... XXXVI .... Art.. as contas de sua Mesa Diretora." XXXI .ADIN nº687-8.. ADIN n° 687-8. sem participação dos membros da Mesa.. funcionando como Presidente. para o exercício de função pública. I .. XXIX . * Por unanimidade. A Assembléia Legislativa. expedir decretos legislativos e resoluções. por oito anos.. Parágrafo único. e na forma da lei complementar.. anualmente. Acórdão DJ..processar e julgar o Governador e o Vice-Governador nos crimes de responsabilidade e os Secretários de Estado nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles.. o Deputado mais idoso... à perda do cargo. o STF declarou inconstitucional a expressão "e do Tribunal de Contas dos Minicípios".destituir.. 93. discutir e votar projetos de lei. após julgadas pelo Tribunal de Contas do Estado. . que somente será proferida por dois terços dos votos dos membros da Assembléia Legislativa.autorizar. anualmente. limitando-se a condenação. em sessão de 02/02/95. sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis. anualmente. XXXII . funcionará como Presidente o do Tribunal de Justiça do Estado... por deliberação da maioria absoluta. XXXIII . informação sobre assunto previamente determinado..025. para prestar.

§ 8º. salvo em flagrante de crime inafiançável. Os Deputados não serão obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. § 10. * Este Art. partido político. que sejam incompatíveis com a execução da medida. 94. a imunidade formal. para expor assunto de relevância de sua Secretaria. os membros da Assembléia Legislativa não poderão ser presos. A Mesa da Assembléia Legislativa poderá encaminhar pedidos escritos de informação aos Secretários de Estado ou dirigentes de entidades da administração indireta. Os Deputados Estaduais são invioláveis. A incorporação às Forças Armadas de Deputados embora militares e ainda que em tempo de guerra. Observados os fundamentos e princípios que norteiam esta Constituição. por crime ocorrido após a diplomação. serão submetidos a julgamento perante o Tribunal de Justiça do Estado. § 1º. § 3°. Os Deputados Estaduais. publicada no DOE Nº 29. só podendo ser suspensas mediante os votos de dois terços dos membros da Assembléia Legislativa. imunidade. para que. na forma da lei. desde a expedição do diploma. licença. As imunidades de Deputados subsistirão durante o estado de sítio. § 3º. § 5º. conferida aos Deputados. Os Secretários de Estado poderão comparecer à Assembléia Legislativa ou a qualquer de suas comissões. § 6º. pela Mesa Diretora. enquanto durar o mandato. Desde a expedição do diploma. 95 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 19. até a decisão final. resolva sobre a prisão. pelo voto da maioria de seus membros. . § 4º. § 7º. SEÇÃO III Dos Deputados Art. poderá. § 2º. remuneração. importando crime de responsabilidade a recusa. civil e penalmente. Recebida a denúncia contra o Deputado.931. nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações. palavras e votos. O pedido de sustação será apreciado pela Assembléia Legislativa no prazo improrrogável de quarenta e cinco dias do seu recebimento pela Mesa Diretora. nos casos de atos praticados fora do recinto da Assembléia Legislativa. Neste caso. por sua iniciativa e mediante entendimento com a Mesa. impedimentos e incorporação às Forças Armadas. bem como a prestação de informações falsas. inviolabilidade. por quaisquer de suas opiniões. que por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros. 95. denunciar crimes de responsabilidade de quaisquer autoridades e irregularidades ou ilegalidades perante a Assembléia Legislativa. Art.§ 1°. os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Assembléia Legislativa. Aplicam-se aos Deputados as regras da Constituição Federal sobre sistema eleitoral. § 9º. jamais deverá servir de apanágio à impunidade. A sustação do processo suspende a prescrição. Qualquer cidadão. dependerá da prévia licença da Assembléia Legislativa. de 22 de abril de 2003. sustar o andamento da ação. de 25/04/2003. o Tribunal de Justiça do Estado dará ciência à Assembléia Legislativa. § 2°. por escrito. ou o não-atendimento no prazo de trinta dias. A convocação de que trata este artigo será encaminhada. associação ou sindicato é parte legítima para. perda de mandato.

remuneração. nas entidades constantes da alínea anterior. 96.que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. à Assembléia Legislativa.que perder ou tiver suspensos os direitos políticos. ou não. função ou emprego remunerado inclusive os de que sejam demissíveis "ad nutum". sem prévia licença da Assembléia Legislativa. perda de mandato. a formação de culpa. nem sobre as pessoas que lhe confiaram ou dele receberam informações.que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior: II . § 4°. dependerá de prévia licença da Assembléia Legislativa. que sejam incompatíveis com a execução da medida. Observados os fundamentos e os princípios que norteiam esta Constituição. conferida aos Deputados. nos casos previstos na Constituição Federal. . "a". No caso de flagrante de crime inafiançável. b) ocupar cargo ou função de que seja demissível "ad nutum". a imunidade formal. em cada sessão legislativa. "a". inviolabilidade. controlador ou diretor de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público. à terça parte das reuniões ordinárias. salvo licença ou missão autorizada pela Assembléia Legislativa: IV .desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. Aplicam-se aos Deputados as regras da Constituição Federal sobre sistema eleitoral. os autos serão remetidos. V . § 2°. O Deputado é inviolável por suas opiniões.cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar: III . empresa pública.” Art. só podendo ser suspensas mediante o voto de dois terços dos membros da Assembléia Legislativa. § 7°. ou nela exercer função remunerada. praticados fora do recinto da Casa. resolva sobre a prisão e autorize. § 5°. nos casos de atos. § 1°. § 3°. Art. d) ser titular de mais de um cargo ou mandato público eletivo. O Deputado não será obrigado a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. Desde a expedição do diploma. de Deputados.desde a posse: a) ser proprietário. A incorporação às Forças Armadas. salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes. autarquia. nem processado criminalmente. 97. § 8°. o Deputado não poderá ser preso. ou às auxiliares. para que. jamais deverá servir de apanágio à impunidade. imunidades. pelo voto secreto da maioria de seus membros. § 6°. VI . b) aceitar ou exercer cargo.que deixar de comparecer. salvo em flagrante de crime inafiançável. 95. § 9°. c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público. Perderá o mandato o Deputado: I . O Deputado não poderá: I . dentro de vinte e quatro horas. O indeferimento do pedido de licença ou a ausência de deliberação suspende a prescrição enquanto durar o mandato. As imunidades dos Deputados subsistirão durante o estado de sítio.quando o decretar a Justiça Eleitoral. impedimentos e incorporação às Forças Armadas . O Deputado será submetido a julgamento perante o Tribunal de Justiça do Estado. II . licença. palavras e votos. nas entidades referidas no inciso I.* A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. embora militares e ainda que em tempo de guerra.

assegurada ampla defesa. na Capital do Estado. de 26/11/2007. de 22 de novembro de 2007. Secretário de Estado. II e VI. II . Nos casos dos incisos I. ou para tratar.§ 1°. * O caput deste artigo 99. o Deputado poderá optar pela remuneração do mandato. a perda do mandato será decidida pela Assembléia Legislativa. por voto secreto e maioria absoluta mediante provocação da Mesa ou de partido político representado na Assembléia Legislativa. 99 A Assembléia Legislativa reunir-se-á. de 08/06/2006. de interesse particular. de agosto a 15 de dezembro. de Território. publicada no DOE Nº 31. independentemente de convocação. incluindo a advertência por escrito e a suspensão do exercício do mandato. SEÇÃO IV Das reuniões Art. na Capital do Estado. A Assembléia Legislativa reunir-se-á.investido no cargo de Ministro de Estado.” xxxxxxxxxxxxxxxxx * O Caput deste artigo 99 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 32. anteriormente alterado pela EC Nº 32/2006. de 06 de junho de 2006.054.” . § 3°. É incompatível com o decoro parlamentar. publicada no DOE Nº 30. far-se-á eleição para preenchê-la se faltarem mais de quinze meses para o término do mandato. na Capital do Estado. teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 39. Ocorrendo vaga e não havendo suplente. desde que. Art. assegurada ampla defesa. de 15 de janeiro a 1º de julho e de 1º de agosto a 20 de dezembro. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária. § 1°. Na hipótese do inciso I.699. ou de partido político com representação na Assembléia Legislativa. Não perderá o mandato o Deputado: I . superior a cento e vinte dias. 98. Governador de Território. 99. de investidura em funções previstas neste artigo ou de licença por motivo de doença. anualmente. Nos casos previstos nos incisos III a V. o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. § 4°. neste caso. a perda será declarada pela Mesa. de 02 de fevereiro a 30 de junho e de 1º de agosto a 20 de dezembro. A Assembléia Legislativa reunir-se-á. O suplente será convocado nos casos de vaga. além dos casos definidos no regimento interno. de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros. anualmente. 99. independente de convocação.licenciado pela Assembléia por motivo de doença. independente de convocação. § 2°. O regimento interno da Assembléia Legislativa estabelecerá uma gradação de penas. do Distrito Federal. observando-se o procedimento previsto no § 2°. o abuso das prerrogativas asseguradas ao Deputado ou a percepção de vantagens indevidas. § 3°. anualmente. de 15 de fevereiro a 30 de junho e de 1°. § 2°. sem remuneração. para as faltas cometidas por Deputado.

...Na sessão legislativa extraordinária. *A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.. vedado o pagamento de parcela extra.. publicada no DOE N° 29. de 03 de agosto de 1999. para a posse de seus membros e eleição da Mesa Diretora...... A Assembléia Legislativa reunir-se-á... anteriormente já alterado. no primeiro ano da legislatura. foi convocada. pelo menos. para mandato de dois anos. § 1° . Por motivo especial e deliberação da maioria absoluta de seus membros... a Assembléia Legislativa poderá reunir-se. § 6°.... de um quarto de seus membros. § 5°. vedado o pagamento de parcela indenizatória em valor superior ao do subsídio mensal.. domingos ou feriados... a Assembléia Legislativa somente deliberará sobre a matéria para a qual foi convocada. publicada no DOE Nº 30.... A Assembléia Legislativa receberá em sessão especial previamente designada....... § 3°.. de 06 de junho de 2006. havendo matéria urgente para deliberar...§ 1°.. Na sessão legislativa extraordinária.... em sessões preparatórias. só podendo ser . temporariamente...... de intervenção federal ou de intervenção no Município..... quando recaírem em sábados..... A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias. estado de sítio.." § 10. Exceto nos casos previstos no Regimento Interno.... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. § 9º Na Sessão Legislativa Extraordinária.pelo Governador. de 08/06/2006. O regimento interno da Assembléia Legislativa disporá sobre o funcionamento desta nos sessenta dias anteriores às eleições gerais...... a Assembléia Legislativa somente deliberará sobre a matéria para a qual foi convocada. .. para que essas autoridades possam expor assunto relevante e de interesse público. 99....” xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx * Este § 9° do artigo 99 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. * O § 9º.. em caso de urgência ou de interesse público relevante. § 8°.a requerimento da maioria de seus membros.025. de10/08/1999... bem como para o compromisso e a posse do Governador e do Vice-Governador. a partir de 1° de fevereiro. em qualquer localidade do Estado. estaduais ou municipais.. A convocação extraordinária da Assembléia Legislativa far-se-á: I .. § 4°... § 9°. com a presença... as sessões da Assembléia Legislativa serão públicas. o Governador ou o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. III .. A sessão legislativa anual poderá ser prorrogada pelo voto da maioria absoluta dos Deputados. 99 ... a Assembléia Legislativa somente deliberará sobre a matéria para a qual.... teve sua redação novamente alterada pela Emenda Constitucional nº 32....por seu Presidente.. havendo assunto urgente para ser apreciado e em caso de estado de defesa...699.. § 2°.. As reuniões marcadas para essas datas serão transferidas para o primeiro dia útil subseqüente. § 7°.. § 9° .. II ..

realizada uma sessão ordinária por dia e tantas sessões extraordinárias quantas forem necessárias para discussão e aprovação da matéria em pauta. e serão criadas a requerimento de 1/3 (um terço) dos membros da Assembléia Legislativa. com a presença. § 2°. 99. * Este § 4º teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 34. III .. haverá pelo menos um Deputado integrante da oposição.. § 1°.. regionais e setoriais de desenvolvimento e sobre ele emitir parecer.realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. além de outros previstos no regimento interno. IV . encaminhadas ao Ministério Público.solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. A Assembléia Legislativa terá comissões permanentes e temporárias constituídas na forma e com as atribuições previstas no regime interno ou no ato de que resultar sua criação. Às comissões. Na constituição da Mesa e de cada Comissão. Parágrafo único. . V . * Este § 10. Art. .. sendo suas conclusões. de 26 de junho de 1996. bem como das comissões..700. para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas.. Em qualquer caso. O Plenário terá poderes para avocar..receber petições.apreciar programas de obras. quantas forem necessárias para discussão e aprovação da matéria em pauta". 100..convocar Secretários de Estado ou dirigentes de entidades da administração indireta para prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições. se for o caso.. SEÇÃO V Das Comissões Art. II . planos estaduais. próprios das autoridades judiciais. de um quarto de seus membros. estas não remuneradas. reclamações. publicada no DOE Nº 30. estão sujeitos ao seu império. teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº06. de 07 de junho de 2006. de 09/06/2006. toda e qualquer matéria ou ato submetido à Mesa. independentemente de aprovação plenária. * A redação original tinha o seguinte teor: “Art. para apuração de fato determinado e por prazo certo.. para sobre ele deliberar.. tanto na Mesa quanto nas comissões.. § 4º As Comissões Parlamentares de Inquérito terão amplos poderes de investigação..... § 10 -Exceto nos casos previstos no Regimento Interno as sessões da Assembléia Legislativa serão públicas.... à Presidência ou comissões. tanto quanto possível.... pelo menos. O Plenário da Assembléia é soberano e todos os atos de Mesa da Assembléia. do art. 101. é assegurada. pelo voto da maioria de seus membros. em razão da matéria de sua competência.. de sua Presidência. § 3°. cabe: I . 99. a representação proporcional dos partidos ou dos blocos parlamentares que participam da Assembléia Legislativa. só podendo ser realizada uma sessão ordinária por dia e tantas sessões extraordinárias.

... II . independentemente de aprovação plenária. III . Durante o recesso.... após aprovação pela maioria dos Desembargadores.. dos membros da Assembléia Legislativa.do Tribunal de Justiça. A proposta será discutida e votada em dois turnos. e serão criadas a requerimento de um quinto dos membros da Assembléia Legislativa. cada uma delas.. SEÇÃO VI Do processo legislativo SUBSEÇÃO I Disposição geral Art..... As Comissões Parlamentares de Inquérito terão amplos poderes de investigação. cuja composição reproduzirá.. A emenda à Constituição será promulgada pela Mesa da Assembléia Legislativa. em cada um deles.. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta: I . IV . Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: . 103..leis complementares. haverá uma Comissão representativa da Assembléia Legislativa..do Governador.. redação.leis ordinárias. V .. com o respectivo número de ordem.... além de outros previstos no regimento interno... na forma do art.* A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. encaminhadas ao Ministério Público.. pela maioria relativa de seus membros.. Lei complementar disporá sobre a elaboração.. a proporcionalidade da representação partidária... O processo legislativo compreende a elaboração de: I .. IV ...de um terço. não podendo deliberar sobre emendas à Constituição e projetos de lei.. sendo suas conclusões. 8°.. § 4°. II . tanto quanto possível.. Parágrafo único... VI . três quintos dos votos dos membros da Assembléia Legislativa.. SUBSEÇÃO II Da emenda à Constituição Art...emendas à Constituição... alteração e consolidação das leis....de mais da metade das Câmaras de Vereadores dos Municípios do Estado. A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal no Estado.. § 2°. V .. III .. próprios das autoridades judiciais.resoluções. . manifestando-se.. exceto no período de convocação extraordinária. 102. § 1°..” § 5°. para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores.... § 4°. de estado de defesa ou de sítio.. 101. para a apuração de fato determinado e por prazo certo.leis delegadas. § 3°. com atribuições definidas no regimento interno. no mínimo. considerando-se aprovada se obtiver. eleita na última sessão ordinária do período legislativo.popular.. se for o caso.decretos legislativos.

o sancionará. c) organização da Procuradoria-Geral do Estado e da Defensoria Pública.a separação dos Poderes. as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais. da Constituição Federal. em até quarenta e cinco dias sobre a proposição. A solicitação de urgência poderá ser feita após a remessa do projeto à Assembléia e em qualquer fase de sua tramitação. II . Em qualquer dos casos deste artigo. estruturação e atribuições das Secretarias de Estado e órgãos da administração pública. ao Governador. Se.nos projetos de iniciativa exclusiva do Governador. § 2°. Tribunal de Contas dos Municípios. e 4°. será esta incluída na ordem do dia. nem se aplica aos projetos de códigos e de leis orgânicas. Procuradoria-Geral do Estado e Defensoria Pública. aquiescendo. secreto. salvo se se tratar de emenda ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem. provimento de cargos. reforma e transferência de militares para a inatividade. §§ 3°. b) servidores públicos do Estado. universal e periódico. seu regime jurídico. Art. a órgãos e pessoas referidos nesta Constituição. na forma do art. A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Assembléia Legislativa de projeto de lei subscrito por. III . 166. IV .os direitos e garantias individuais.. o prazo para deliberação começa a ser contado da data do recebimento da solicitação. órgãos e instituições referidos nesta Constituição. sobrestando-se a deliberação quanto aos demais assuntos. § 4°. no mínimo. funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração. O projeto de lei aprovado pela Assembléia Legislativa será enviado ao Governador. § 1°. Ministério Público. ressalvada a competência dos demais Poderes. a Assembléia Legislativa não se manifestar. Tribunal de Justiça do Estado. 108. São de iniciativa privativa do Governador as leis que: I . Art. Art. d) criação. ao Tribunal de Justiça do Estado. meio por cento do eleitorado estadual. observado o disposto no art. e) o plano plurianual. que.I . Art. o Presidente da Assembléia Legislativa ou o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado poderá solicitar urgência para a apreciação de projetos de sua iniciativa.a forma federativa do Estado. Tribunal de Contas do Estado. 106. II . de emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias. 104.disponham sobre: a) criação de cargos. no caso deste artigo. SUBSEÇÃO III Das leis Art.o voto direto. 8°. II .nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Assembléia Legislativa. Parágrafo único. § 5°. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da Assembléia Legislativa. 105. § 3°. 107. Não será admitido aumento da despesa prevista: I .fixem ou modifiquem os efetivos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. para que se ultime a votação. estabilidade e aposentadoria de civis. O prazo do parágrafo anterior não corre no período de recesso da Assembléia Legislativa. . O Governador.

" Art. Se o Governador considerar o projeto.organização do Poder Judiciário. § 9°. do Ministério Público. II . mandará incluí-lo na ordem do dia. mandará incluí-lo na ordem do dia. § 6°. Se a Assembléia estiver em recesso. o Presidente da Assembléia. publicada no DOE n° 28. na mesma sessão legislativa. 111 . e 5°. a carreira e a garantia de seus membros.. mediante proposta da maioria absoluta dos membros da Assembléia Legislativa. o veto será publicado e o prazo referido no § 4°. que deverá solicitar a delegação à Assembléia Legislativa. § 5°.planos plurianuais. § 2°. No caso do parágrafo anterior. 110.. que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. começará a correr do dia do reinício das reuniões. Decorrido o prazo de quinze dias úteis. § 5°. poderá convocar extraordinariamente a Assembléia Legislativa. de parágrafo. § 4°. Não serão objeto de delegação os atos de competência exclusiva na Assembléia Legislativa a matéria reservada à lei complementar. 112. nem a legislação sobre: I . o Presidente da Assembléia. . contados da data do recebimento e comunicará. para discussão e votação. § 7°. do Tribunal de Contas dos Municípios. da Defensoria Pública. Art. § 1°. de inciso ou de alínea. § 2°. no todo ou em parte. para promulgação. Se a lei não for promulgada dentro de quarenta e oito horas pelo Governador. ao Governador. 111. A matéria constante de projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. a contar de seu recebimento. Esgotado sem deliberação o prazo estabelecido no § 4°. nos casos dos §§ 3°. se considerar urgente a deliberação sobre o veto. veta-lo-á total ou parcialmente. e. de 16/04/1998. Decorridos sessenta dias do recebimento de um projeto. A delegação ao Governador terá a forma de decreto legislativo da Assembléia. do Tribunal de Contas do Estado. o Presidente da Assembléia Legislativa a promulgará. diretrizes orçamentárias e orçamentos. dentro de quarenta e oito horas.§ 1°. na ordem de sua numeração. § 8°. em escrutínio secreto. o veto será colocado na ordem do dia da sessão imediata. até sua votação final. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 13. o silêncio do Governador importará sanção. a requerimento de qualquer Deputado. se este não o fizer em igual prazo. de 06/04/1998. com ou sem parecer. sobrestadas as demais proposições. ao Presidente da Assembléia Legislativa os motivos do veto. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. Art. 109. no prazo de quinze dias úteis. Respeitada a ordem da respectiva promulgação. será o projeto enviado. com ou sem parecer. para discussão e votação. Se o veto não for mantido. inconstitucional ou contrário ao interesse público. deverão fazê-los os Vice-Presidentes da Assembléia. só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados. § 3°. O veto será apreciado dentro de trinta dias.Decorridos quarenta e cinco dias do recebimento de um projeto. a requerimento de qualquer Deputado. sucessivamente. o Presidente da Mesa ou a Comissão Representativa referida no art. O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. 101. As leis delegadas serão elaboradas pelo Governador. o Governador mandará publicar imediatamente a lei.696. Art.

de10/08/1999. na forma da lei. regula matéria de seu interesse interno.. II . pública ou privada. político ou administrativo.. SEÇÃO VII Da fiscalização contábil. esta a fará em votação única. 115.025. e. § 1° . economicidade..a Lei de Organização Judiciária do Estado. nos assuntos em que sejam partes interessadas.. 114. O controle externo. arrecade. publicada no DOE N° 29. em nome deste. financeira e orçamantária Art. mediante controle externo. a cargo da Assembléia Legislativa. do Tribunal de Contas do Estado. de 03 de agosto de 1999. vedada qualquer emenda. 116.. seja sob forma de doação. Art. Art. gerencie ou administre dinheiros.. ou que. As leis complementares terão numeração distinta da numeração das leis ordinárias. *A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. Os decretos legislativos e as resoluções serão promulgados pela Mesa Diretora. As leis complementares e suas alterações serão aprovadas por maioria absoluta. bens e valores públicos ou pelos quais o Estado responda. Parágrafo único. SUBSEÇÃO IV Dos decretos legislativos e resoluções Art. quanto à legalidade. repasses.. consideram-se leis complementares: I . a Assembléia Legislativa se manifesta sobre as matérias de sua competência exclusiva. será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas do Estado. seja sob forma de investimentos para realização de obras específicas. * Este § 1° do artigo 115 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. Através de decreto legislativo..os Códigos de Finanças Públicas e Tributário do Estado. guarde... antecipação de receitas. em decorrência de convênio e disposições legais que admitem a cessão de recursos um ao outro. Se o decreto legislativo determinar a apreciação do projeto pela Assembléia. do Magistério Público. será exercida pela Assembléia Legislativa. guarde. gerencie ou administre dinheiros. orçamentária. através de resolução. § 1°. da Procuradoria-Geral do Estado. que utilize... Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica. financeira. § 1°. do Tribunal de Contas dos Municípios. § 2°. A fiscalização contábil. assuma obrigações de natureza pecuniária.§ 3°. manterão sistema de fiscalização mútua. jurídica ou entidade pública que utilize. ao qual compete: . III . da Defensoria Pública. arrecade.. ajustes. operacional e patrimonial do Estado e das entidades da administração direta e indireta. assuma obrigações de natureza pecuniária.Prestará contas qualquer pessoa física.. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. ou que. legitimidade. 113." § 2°.as Leis Orgânicas do Ministério Público.. da Polícia Civil e da Polícia Militar.. mediante gestões administrativas entre os seus órgãos internos. em nome deste. 115 . Estado e Municípios.. Dentre outras previstas nesta Constituição. bens e valores públicos ou pelos quais o Estado responda. e pelo sistema de controle interno de cada Poder.

dos Poderes Legislativo. II . incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. que estabelecerá. 159 da Constituição Federal. no Tribunal de Contas do Estado. acesso a processos de diligências. a qualquer título.julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros. entre outras cominações. da Assembléia Legislativa. § 1°. reformas e pensões.apreciar. a execução do ato impugnado.representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados. bem como a das concessões de aposentadorias.648.apreciar as contas prestadas anualmente pelo Governador. preste os esclarecimentos necessários. I . inspeções. Art. incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público estadual e as contas daqueles que derem causa à perda. que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento. orçamentária. orçamentária. se não atendido. de Comissão técnica ou de inquérito. a legalidade dos atos de admissão de pessoal. IV . multa proporcional ao dano causado ao erário.* Ver Lei 5. extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público. e demais entidades referidas no inciso II. ou por qualquer de suas Comissões. ainda que sob a forma de investimentos não programados ou de subsídios não aprovados. As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo. § 4°. sobre a fiscalização contábil. operacional e patrimonial.realizar. Executivo e Judiciário. financeira. bens e valores públicos da administração direta e indireta. no prazo de noventa dias. V . mediante parecer prévio. § 5°. Se a Assembléia Legislativa ou o Poder Executivo. 117. No caso de contrato. A Comissão permanente de fiscalização financeira e orçamentária. por iniciativa própria. na administração direta e indireta. de l6/01/91. . trimestral e anualmente. nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo. operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas. referentes ao Fundo de Participação estabelecido no art. da Assembléia Legislativa. Executivo e Judiciário. o Tribunal decidirá a respeito.prestar as informações solicitadas pela Assembléia Legislativa. ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório. III . que solicitará. ao Poder Executivo as medidas cabíveis. em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas. auditorias e de contas. não efetivar as medidas previstas no parágrafo anterior. X . excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão.aplicar aos responsáveis. O Tribunal encaminhará à Assembléia Legislativa. VI . comunicando a decisão à Assembléia Legislativa. IX . inspeções e auditorias de natureza contábil.assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. diante de indícios de despesas não autorizadas. as sanções previstas em lei. o ato de sustação será adotado diretamente pela Assembléia Legislativa. relatório de suas atividades. ajuste ou outros instrumentos congêneres. de imediato. VII . § 2°. financeira. se verificada ilegalidade.fiscalizar a aplicação das quotas entregues pela União ao Estado. mediante convênio. independentemente de já terem sido julgados pelo Tribunal. VIII .fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pelo Estado. acordo.sustar. para fins de registro. XI . poderá solicitar à autoridade governamental responsável que. no prazo de cinco dias. § 3°. É assegurado ao Deputado Estadual.

119.. publicada no DOE n° 28.. I .. Os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos: I . ou de provas e títulos.1997. e fixação dos respectivos vencimentos. II .. 118. integrados por sete Conselheiros." .. IV .. as atribuições previstas no art. a Comissão. A lei disporá sobre a organização do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios podendo dividi-los em câmaras e criar delegações ou órgãos destinados a auxiliá-los no exercício de suas funções.três pelo Governador. de 03/07/1997. (Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Pará).idoneidade moral e reputação ilibada. exercendo. contábeis. têm sede na Capital. Os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios serão escolhidos: I . com aprovação da Assembléia Legislativa.. II . de 09/02/93. * A redação anterior tinha o seguinte teor: “Art. nº 20. dentre Auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal. Entendendo o Tribunal irregular a despesa. III . alternadamente. proporá à Assembléia Legislativa sua sustação.07. Não prestados os esclarecimentos ou considerados estes insuficientes. segundo os critérios de antigüidade e merecimento. pela Assembléia Legislativa.. 160.§ 1°. cada um.. 119. O Tribunal de Contas do Estado e o Tribunal de Contas dos Municípios.. * Estes Incisos I e II tiveram a redação alterada pela Emenda Constitucional n° 10.. sendo um alternadamente dentre Auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal.. visando à descentralização e interiorização de seus trabalhos. indicados em lista tríplice pelo Tribunal.. no que couber. no prazo de trinta dias.. § 1°. econômicos e financeiros ou de administração pública.cinco. se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão à economia pública. II . sendo um de livre escolha. Art.. Art. exceto os de confiança assim definidos em lei. * Ver Leis Complementares: nº l2. de 05/08/94 ( Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Municípios). quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território estadual.. pelo Governador. Parágrafo único.dois.500 de 08.Quatro pela Assembléia Legislativa. cabendo-lhes a iniciativa de leis que disponham sobre a criação e extinção dos cargos de suas secretarias e serviços auxiliares. provendo por concurso público de provas.. indicados em lista tríplice pelo Tribunal. de l8/02/94 (altera dispositivos da Lei Complementar nº l2/93) e nº 25.. com aprovação da Assembléia Legislativa.mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior. a Comissão solicitará ao Tribunal pronunciamento conclusivo sobre a matéria. e dois. os cargos necessários à realização de suas atividades.notórios conhecimentos jurídicos.mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. segundo os critérios de antigüidade e merecimento. .... § 2°.

devendo o candidato preencher os seguintes requisitos: I . III . as de Juiz de Direito. 120. 119. sistema de controle interno com a finalidade de: I . de forma integrada. IV . serão processados e julgados. de 03 de agosto de 1999. bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado. § 2°. II . § 4°.. terá as mesmas garantias.... de efetiva atividade profissional.avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual. vencimentos e vantagens do titular. 119 . prerrogativas e impedimentos...idoneidade moral e reputação ilibada. associação ou sindicato é parte legítima para.. Qualquer cidadão . ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade. de10/08/1999. Art..§ 2°. O auditor. impedimentos. Os Poderes Legislativo. quando em substituição a Conselheiro. dela darão ciência ao Tribunal de Contas do Estado.exercer o controle das operações de crédito.. sob pena de responsabilidade solidária. as normas constantes do art. Seção do Pará. e. partido político... no prazo de sessenta dias da abertura da sessão legislativa... denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas do Estado.Os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios terão as mesmas garantias. II . 40 da Constituição Federal. aplicando-se-lhes quanto à aposentadoria e pensão. § 1° . publicada no DOE N° 29. quanto à eficácia e eficiência.comprovar a legalidade e avaliar os resultados. seus vencimentos e vantagens serão fixados com diferença não superior a dez por cento dos percebidos pelo Conselheiro. III . anualmente... nos casos de crimes comuns e nos de responsabilidade. serão nomeados pelo Governador. Os Conselheiros do Tribunal de Contas do estado e do Tribunal de Contas dos Municípios terão as mesmas garantias.. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil.. originariamente.025. a execução dos programas de governo e dos orçamentos do Estado. Art... Os auditores do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios... bem como dos direitos e haveres do Estado.diploma em curso superior referente aos conhecimentos mencionados no art... em número de sete. vencimentos e vantagens dos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado e somente poderão aposentar-se com as vantagens do cargo quando o tiverem exercido efetivamente por mais de cinco anos. vencimentos e vantagens dos Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado. quando no exercício das demais atribuições da judicatura. § 2° . com auxílio dos respectivos órgãos de auditoria.. O Tribunal de Contas do Estado prestará suas contas. IV .cinco anos... avais e garantias. 121. e. 122.. financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração estadual. prerrogativas e impedimentos. * Este § 2° do artigo 119 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. *A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional. pelo menos.. Executivo e Judiciário manterão. Os Conselheiros. pelo Superior Tribunal de Justiça. da gestão orçamentária. obedecida a ordem de classificação em concurso público de provas e títulos . Os responsáveis pelo controle interno.. na data da inscrição no concurso. ... Art. à Assembléia Legislativa. § 1°. III...mais de trinta anos de idade. na forma da lei.." § 3°.. neste caso.

.O Tribunal de Contas do Estado e o Tribunal de Contas dos Municípios prestarão suas contas. em primeiro turno... registrado por partido político. obtiver a maioria absoluta de votos.. de 03 de agosto de 1999. de10/08/1999..... no que couber.025. 125 . no prazo de sessenta dias da abertura da sessão legislativa. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.025. em sessão realizada no dia 02/02/95. do ano anterior ao do término do mandato de seus antecessores. noventa dias antes do término do mandato de seus antecessores. 124. concorrendo os dois candidatos mais votados e considerando-se eleito aquele que obtiver a maioria dos votos válidos. Se nenhum candidato alcançar a maioria absoluta na primeira votação. e no último Domingo de outubro. por sufrágio universal direto e secreto.. As normas estabelecidas nesta seção aplicam-se. composição e fiscalização do Tribunal de Contas dos Municípios.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. de 03 de agosto de 1999.. simultaneamente. o STF declarou inconstitucional a expressão "e do Tribunal de Contas dos Municípios". realizar-se-á.* Por votação unânime.025. não computados os em branco e os nulos. realizar-se-á.. 125. publicada no DOE N° 29. * O caput deste artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. se houver. publicada no DOE N° 29." Art..A eleição do Governador do Vice-Governador.” § 1°.. far-se-á nova eleição.. Art.. de10/08/1999. CAPÍTULO II DO PODER EXECUTIVO SEÇÃO I Do Governador e do Vice-Governador Art. à organização. Será considerado eleito Governador o candidato que. § 3°. de 03 de agosto de 1999.. à Assembléia Legislativa. . § 2°. publicada no DOE N° 29. em segundo turno...Acordão DJ de l3/02/95. anualmente. por sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. A eleição do Governador e do Vice-Governador do Estado. ADIN nº687-8.. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. A eleição do Governador importará a do Vice-Governador com ele registrado.. O Poder Executivo é exercido pelo Governador.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. 122 ... de10/08/1999. 125 . 123. * Este § 3° do artigo 125 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. auxiliado pelos Secretários de Estado. simultaneamente. no primeiro Domingo de outubro..

São inelegíveis para o cargo de Governador.. OBSERVAR E FAZER OBSERVAR AS LEIS. ocorrer morte.. até o segundo grau ou por adoção. DEFENDER.. não tiver assumido o cargo. convocar-se-á.. V . Se.. dentre os remanescentes.. desistência ou impedimento legal de candidato. 126. JUSTA E SOLIDÁRIA. quem o houver sucedido ou substituído. por qualquer tempo. § 1°. O Governador prestará o seguinte compromisso: PROMETO MANTER. far-se-á nova eleição. no território de jurisdição do titular. 127. perante o Tribunal de Justiça do Estado. decorridos dez dias da data fixada para a posse." Art. Se. de janeiro do ano subseqüente ao da eleição. em sessão solene da Assembléia Legislativa e. IV . * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. no período seguinte.§ 1° . Art. este será declarado vago pela Assembléia Legislativa. nos seis meses anteriores do pleito. * Este artigo e seus §§ tiveram suas redações alteradas pela Emenda Constitucional n° 15/99. remanescer. § 1°. § 2°. COM O OBJETIVO DE CONSTRUIR UMA SOCIEDADE LIVRE. permitida a reeleição para um único período subseqüente. O Governador e o Vice-Governador tomam posse no dia 1°.. qualificar-se-á o mais idoso.. publicada no DOE N° 29. Para concorrer a outro cargo. o Governador ou o ViceGovernador.. do Governador de estado.a filiação partidária. São condições de elegibilidade do Governador e do Vice-Governador... O mandato do Governador e do Vice-Governador é de quatro anos. III .. em segundo lugar.. § 2°. 126 ... o de maior votação.. São inelegíveis. na hipótese dos parágrafos anteriores. Se. vedada a reeleição do Governador para o período subseqüente. o Governador deve renunciar o respectivo mandato até seis meses antes do pleito. salvo motivo de força maior." § 4°.a idade mínima de trinta anos. PROMOVER O BEM GERAL DO POVO PARAENSE. II . CUMPRIR E FAZER CUMPRIR AS CONSTITUIÇÕES DO BRASIL E DO ESTADO DO PARÁ. . 128. em até vinte dias após a proclamação do resultado.. § 5°.. Art. mais de um candidato com a mesma votação.o domicílio eleitoral na circunscrição do Estado. § 1°. DESEMPENHAR LEAL E HONESTAMENTE O MANDATO QUE ME FOI CONFIADO. Para concorrer a outro cargo.. § 2°. de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito..a nacionalidade brasileira. na forma da lei: I . concorrendo os dois candidatos mais votados e considerando-se eleito aquele que obtiver a maioria dos votos válidos. § 3° .. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.o pleno exercício dos direitos políticos.. o Governador deve renunciar ao respectivo mandato até seis meses antes do pleito. se esta não estiver reunida.. de10/08/1999.Se nenhum candidato alcançar a maioria absoluta na primeira votação. de 03 de agosto de 1999. o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins. antes de realizado o segundo turno.O mandato do Governador e do Vice-Governador é de quatro anos.025.

far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga. o 1°. Vice-Presidente da Assembléia Legislativa e o Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado.102. o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. prescinde de autorização legislativa e de transmissão do cargo ao seu substituto legal. 132. em caráter permanente. convênios. § 3°. Art. e suceder-lhe-á. participará das reuniões do Secretariado e auxiliará o Governador. desde que causem direta ou indiretamente. Vagando os cargos de Governador e Vice-Governador. Art. de 03 de agosto de 1999. Sem prejuízo de seu mandato. sob pena de perda do cargo. serão sucessivamente chamados ao exercício temporário da chefia do Poder Executivo o Presidente da Assembléia Legislativa. nem do Território Nacional. nem do Território Nacional. assumirá o cargo de Governador do Estado. A renúncia do Governador ou do Vice-Governador do Estado torna-se efetiva com o conhecimento da respectiva mensagem pela Assembléia Legislativa. os substitutos deverão completar o período de seus antecessores. mas tendo de optar pela remuneração. Art. *A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei complementar. * Artigo Regulamentado pela Lei n° 6.§ 3°. O Governador e o Vice-Governador deverão residir na região metropolitana de Belém e dela não podem ausentar-se por mais de quinze dias consecutivos. por qualquer tempo. o Presidente da Assembléia Legislativa ou o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. Substituirá o Governador no caso de impedimento. o ViceGovernador poderá ser nomeado Secretário de Estado. § 1° . § 1°.102. o Vice-Governador. Ocorrendo a vacância no penúltimo ano do período governamental. Art. 129.025. de 12 de janeiro de 1998. Em qualquer dos casos. com informações detalhadas dos assuntos tratados. no de vaga. 132 . ou vacância dos respectivos cargos. sempre que por ele for convocado para missões especiais. na forma da lei. de10/08/1999. protocolos ou acordos celebrados com entidades públicas ou privadas. Em caso de impedimento do Governador e do Vice-Governador. § 2°. . ônus ao Estado. 130.Tratando-se de autorização para viagem oficial ao exterior. O Vice-Governador. a eleição para ambos os cargos será feita até trinta dias depois da última vaga. até quinze dias. nesta ordem. pela Assembléia Legislativa.O afastamento do Governador do Estado . por qualquer tempo. § 2° . de 12 de janeiro de 1998. § 2°.. § 1°. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. o Governador ou o ViceGovernador. remeterá relatório circunstanciado à Assembléia Legislativa. 131.O Governador e o Vice-Governador deverão residir na Capital do Estado e dela não podem ausentar-se por mais de quinze dias consecutivos. no retorno. sem prévia autorização da Assembléia Legislativa. sob pena de perda do cargo. sem prévia autorização da Assembléia Legislativa. Ocorrendo a vacância do último ano do período governamental. publicada no DOE N° 29. fazendo a remessa de contrato. * Artigo regulamentado pela Lei n° 6.

de 11/02/2004.vetar projetos de leis. 134 . ressalvada a posse em virtude de concurso público e observado o disposto no art. 153. II..Parágrafo Único. 133. o Governador ou o ViceGovernador. da Constituição Federal. II." Parágrafo Único . I. no que couber." Art. * A redação anterior continha o seguinte teor: .025. bem como em suas relações jurídicas. observado o que dispõem os arts. quando a lei não atribuir esta representação a outras autoridades. de 03 de agosto de 1999. XI. III. V . no retorno. 38.representar o Estado perante a União e as demais unidades da Federação. 134. de10/08/1999. 39. quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos.iniciar o processo legislativo. * Este artigo e seu parágrafo único tiveram sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. mediante decreto. VII . 135. II . publicada no DOE Nº 30. § 2°. I da Constituição Federal. *A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. do Vice-Governador e dos Secretários de Estado serão fixados por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa.sancionar.130. VI . expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução e elaborar leis delegadas. 153.O subsídio dos Secretários Especiais não poderá exceder a 20%. IV . a direção superior da administração estadual.nomear e exonerar os Secretários de Estado. e 153.O subsídio e a verba de representação do Governador e do Vice-Governador serão fixados pela Assembléia Legislativa. remeterá relatório circunstanciado à Assembléia Legislativa. políticas e administrativas. promulgar e fazer publicar as leis. Perderá o mandato o Governador que assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta. III e 153. b) extinção de funções ou cargos públicos. com o auxílio dos Secretários de Estado. Parágrafo Único. IV e V. * inciso alterado pela Emenda Constitucional nº 23. total ou parcialmente. I. quando vagos. as proibições e impedimentos estabelecidos para os Deputados Estaduais. III . do percebido pelos Secretários Executivos. Compete privativamente ao Governador: I . § 4°. Os subsídios do Governador. observado o que dispõem os arts. Art. 37. Aplicam-se ao Governador e ao Vice-Governador. § 2°. de 20/12/2003. SEÇÃO II Das atribuições do Governador Art. da Constituição Federal. 150. Tratando-se de autorização para viagem oficial. publicada no DOE N° 29. 150. sobre: a) organização e funcionamento da administração estadual. para cada exercício financeiro. na forma e nos casos previstos nesta Constituição.dispor.exercer.

nomear... IX .. dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. de10/08/1999. nos casos previstos em lei e nesta Constituição.propor ação de inconstitucionalidade. os dirigentes das autarquias... por ocasião da abertura da sessão legislativa. XXIII .025. na forma da lei. XX ..solicitar intervenção da União. XVI . XV . observado o disposto no art. XI . 135 . XVII . promover seus oficiais e nomear e exonerar o Comandante-Geral dessas corporações.... após aprovação pela Assembléia Legislativa. o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento. XXI . até decisão final da ação. e exonerar livremente essas autoridades. em sessão realizada no dia 25/05/95.nomear.. 119.. de 03 de agosto de 1999. XXII .decretar situação de calamidade pública..conferir condecorações e distinções honoríficas estaduais..... empresas públicas.nomear membros do Conselho do Estado. as contas referentes ao exercício anterior. ADIN nºl28l-9..prestar anualmente à Assembléia Legislativa. no caso estabelecido na Constituição Federal. X .nomear o Procurador-Geral de Justiça. e exonerar livremente essas autoridades. 156. I .. . à unanimidade. expondo a situação do Estado e solicitando as providências que julgar necessárias.decretar e executar a intervenção do Estado nos Municípios.. no caso previsto no art.. * Este inciso XII do artigo 135 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. os dirigentes das autarquias e fundações públicas.." XIII .exercer o comando supremo da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar...enviar à Assembléia Legislativa o plano plurianual... fundações públicas. nos termos do art. Acordão DJ de 23/06/95... previstos nesta Constituição.dispor sobre a organização e o funcionamento da administração estadual... parágrafo único.. XII . os Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios. publicada no DOE N° 29. e usar do poder disciplinar sobre todos os servidores do Poder Executivo. sociedades de economia mista de que o Estado detenha o controle acionário. * A eficácia das expressões "empresas públicas"e "sociedade de economia mista de que o Estado detenha o controle acionário" foi suspensa pelo STF.” VIII ..remeter mensagem e plano de governo à Assembléia Legislativa.. XVIII ... com as restrições desta Constituição...escolher um dos integrantes da lista tríplice para nomeação de Desembargador..prover e extinguir os cargos públicos estaduais. mediante escolha feita em lista tríplice.. na forma desta Constituição.nomear e destituir o Procurador-Geral do Estado. ressalvadas as dos demais Poderes. após aprovação pela Assembléia Legislativa.... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art..nomear.. na forma de lei. XII .. 146..... nos termos desta Constituição. XIV .“VII . VII e convocar e presidir o Conselho... XIX ..

por maioria de votos. Admitida a acusação contra o Governador. nas infrações penais comuns. e. com entidades públicas e particulares. O Governador ficará suspenso de suas funções: I . extraordinariamente. do Estado e dos Municípios. nos crimes de responsabilidade.a lei orçamentária.Acordão DJ 24/ll/95. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo. "ad referendum" da Assembléia Legislativa. individuais e sociais.o exercício dos direitos políticos. § 3°.a probidade na administração.O Governador poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VII e XX. 137. São crimes de responsabilidade os atos do Governador que atendem contra a Constituição Federal. IV . convênios e outros instrumentos congêneres. será ele submetido a julgamento perante o Superior Tribunal de justiça. ajustes. no prazo de trinta dias. salvo se outro for determinado por lei federal. XXVI .exercer outras atribuições previstas nesta Constituição. acordos.convocar. especialmente. suspendeu a eficácia deste dispositivo. 136. este último no que se refere ao provimento de cargos públicos. o julgamento não estiver concluído.a segurança interna do País ou do Estado. . § 1°. Parágrafo Único . esta Constituição.realizar operações de crédito autorizadas pela Assembléia Legislativa. VII . VI . XXVII . o que também dispõe a Constituição Federal. nos casos previstos nesta Constituição. a Assembléia Legislativa. bem como do Ministério Público.prestar.009-3. as informações solicitadas pelos Poderes Legislativo e Judiciário. que observarão os limites traçados nas respectivas delegações. REVOGADO * Por maioria de votos.nas infrações penais comuns. por escrito. II . até decisão final. II . Acordão DJ de 02/09/94.o livre exercício dos Poderes da União. se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Superior Tribunal de Justiça. Se. Art. V .XXIV . ADIN nº l. contra: I . III . mediante votação secreta. Em sessão do dia 09/l0/95.a existência da União. A definição desses crimes e as normas de processo e julgamento serão estabelecidas em lei especial. XXV . quando externas. ou com a prévia autorização desta. dos Estados. § 2°.nos crimes de responsabilidade. o STF. SEÇÃO III Da responsabilidade do Governador Art. cessará o afastamento do Governador. observando. por dois terços da Assembléia Legislativa. XXVIII .celebrar ou autorizar contratos. nos casos previstos nesta Constituição. Parágrafo Único. em sessão realizada em l5/06/94. ou perante a própria Assembléia Legislativa. decorrido o prazo de cento e oitenta dias. após a instauração do processo pela Assembléia Legislativa.o cumprimento das leis e das decisões judiciais. aos Secretários de Estado ou outras autoridades. do Distrito Federal e dos Municípios. foi declarada a inconstitucionalidade. por si ou por seus auxiliares.

... decretos e regulamentos. III . publicada no DOE N° 29..... Os Secretários de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos.. de 03 de agosto de 1999. por ato expresso..exercer a orientação..995.025.. 92. * O caput deste artigo anteriormente alterado pela EC nº 15/99... observando-se o disposto no art. serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos... coordenação e supervisão dos órgãos e entidades da administração estadual na área de sua competência. Os Secretários de Estado. 138. Art.. publicada no DOE N° 30.* Este § 3° foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. o Governador não estará sujeito a prisão. de 28/06/2007. § 3° . IV .. nas infrações comuns. 140.. Os Secretários de Estado são obrigados: ... publicada no DOE N° 29.delegar atribuições. inclusive por ordem deste.expedir instruções para a execução das leis.Enquanto não sobrevier sentença condenatória." § 4°.... a Assembléia Legislativa será presidida pelo Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. * A redação existente continha o seguinte teor: "Art. Especiais e Executivos.. 139. II ..... Compete ao Secretário de Estado..” xxxxxxxxxxxxxxxxx * O caput deste artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art..... de10/08/1999. SEÇÃO IV Dos Secretários de Estado Art..praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas ou delegadas pelo Governador.. parágrafo único. ainda que juntamente com o Governador.. e referendar os atos e decretos assinados pelo governador. aos seus subordinados.. Os Secretários de Estado são responsáveis pelos atos que assinarem. de10/08/1999. 137 . Art. além de outras atribuições estabelecidas nesta Constituição e na lei: I .Os Secretários de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos. de 03 de agosto de 1999. Tratando-se de julgamento por crime de responsabilidade. de 26 de junho de 2007." Parágrafo único..apresentar ao Governador relatório anual de sua gestão na Secretaria....025.. 138 .. § 1° . V . 138. teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 38/2007... e pelos atos que praticarem.

146 . fundações. no prazo de trinta dias... III .... .......... empresas públicas e sociedades de economia mista de que o Estado detenha o controle acionário. pessoalmente. para debater matérias em tramitação ou expor assunto relevante de sua pasta.os Deputados líderes das bancadas partidárias com assento na Assembléia Legislativa. de 26 de junho de 2007... IV .. de10/08/1999....o Presidente da Assembléia Legislativa... nos de responsabilidade conexos com os do Governador.. IV – Secretário de Estado de Governo. anteriormente alterado pela EC nº 15/99. importará crime de responsabilidade.. § 2°... Art. A lei disporá sobre a criação. pela Assembléia Legislativa.... ou de resposta ao pedido de informações...025........ 144..995..o Secretário Especial de Estado de Governo. Art..... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art.... prestar informações acerca de assunto previamente determinado. Art. do artigo 146 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. de 28/06/2007.. atribuições e extinção de Secretarias de Estado.... 145.. nos crimes comuns e nos de responsabilidade. I . 141.. teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 38/2007. Além dos casos referidos no artigo anterior.. 146... II .. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. Os Secretários de Estado.... Art. quando convocados para." ...o Procurador-Geral do Estado.. Sujeitam-se os Secretários de Estado aos mesmos impedimentos relativos aos Deputados Estaduais. de 03 de agosto de 1999.. estruturação. 142..” xxxxxxxxxxxxxxxxxxx * Este inciso IV... são crimes de responsabilidade do Secretário de Estado os mesmos atribuídos ao Governador e os que forem definidos em lei federal. § 1°. O disposto neste artigo se aplica aos dirigentes de autarquias. Art... sob sua presidência.. II ..I ... * O inciso IV deste artigo 146. 143. serão processados e julgados pelo Tribunal de Justiça do Estado e. Os Secretários de Estado.. independentemente de convocação. mediante entendimento prévio com a presidência respectiva...... O Conselho do Estado é órgão superior de consulta do Governador.... A falta de comparecimento. publicada no DOE N° 29. pedidos de informação encaminhados por escrito pela Assembléia Legislativa.... podendo. poderão comparecer à Assembléia Legislativa ou a qualquer de suas Comissões.o Vice-Governador. e dele participam: I . IV ...a responder.a comparecer perante a Assembléia Legislativa ou a qualquer de suas Comissões.... publicada no DOE N° 30. no entanto. bem como a prestação de informações falsas. 146.. SEÇÃO V Do Conselho do Estado Art. exercer um cargo de professor..

. vedada a recondução..questões relevantes relacionadas com a preservação da autonomia estadual.... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art.....decretação da situação de calamidade pública. teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 38/2007.. * O inciso V deste artigo 146.... Compete ao Conselho do Estado.. § 1°....." VI .solicitação de intervenção federal no Estado.025.o Procurador Geral de Justiça... . todos com mandato de dois anos..." VII ........medidas urgentes a serem tomadas para a manutenção da ordem pública.. 146... publicada no DOE N° 29. se o Governador achar conveniente convocá-lo. no caso de sua formulação pelo Poder Executivo coacto ou impedido....995. publicada no DOE N° 30.... garantia do pleno exercício dos direitos individuais e coletivos e estabilidade das instituições democráticas.... V .... de 03 de agosto de 1999. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... 146 .o Secretário Especial de Estado de Defesa Social..... do artigo 146 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. de 28/06/2007. com mais de vinte e um anos de idade.. do artigo 146 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99..025....intervenção do Estado nos Municípios. O Governador poderá convocar Secretários de Estado e convidar qualquer pessoa para participar da reunião do Conselho do Estado...o Secretário de Estado de Justiça.o Procurador-Geral de Justiça.. publicada no DOE N° 29.... pertencentes a entidades representativas da comunidade paraense.. de10/08/1999. * Este inciso VI.. da paz social.......... I ..... pronunciar-se sobre: I .. 146 . de10/08/1999. de 26 de junho de 2007..... ..... V ........... de 03 de agosto de 1999.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art........V – Secretário de Estado de Segurança Pública.. sendo dois nomeados pelo Governador e dois eleitos pela Assembléia Legislativa.....quatro cidadãos brasileiros. xxxxxxxxxxxxxxxxxx * Este inciso V.. § 2°...... I ..... anteriormente alterado pela EC nº 15/99.. II . V . IV . III .... se entender que o assunto constante da pauta merece um parecer especializado...... VI .....

Art. limitar a presença. As funções do Conselho do Estado não são remuneradas e as despesas com o deslocamento de seus membros. São órgãos do Poder Judiciário: I .previsão de cursos oficiais de preparação e aperfeiçoamento de magistrados como requisitos para o ingresso e promoção na carreira. conforme procedimento próprio. em determinados atos. que só poderá ocorrer dentro do território do Estado.promoção de entrância para entrância. respeitadas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure. cujo cargo inicial será o de juiz substituto.os Tribunais do Júri: III . II . 147. VI . Art. Todos os Julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos. o Tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto de dois terços de seus membros. IV . Art. obedecendo-se. salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago. e fundamentadas todas as decisões. serão estritamente indenizatórias e correrão à conta do Poder Executivo. b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. alternadamente. podendo a lei. 148. A magistratura estadual terá seu regime jurídico estabelecido com observância dos seguintes princípios: I . que se submete às normas. II .a Justiça de Paz.ingresso na carreira. d) na apuração da antigüidade.§ 3°. em todas as suas fases. às próprias partes e a seus advogados.os Juízes de Direito. prerrogativas e vedações enunciadas na Constituição Federal. à ordem de classificação. no Estatuto da Magistratura Nacional. alternadamente. através de concurso público de provas e títulos. . por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação. se o interesse público o exigir. ou somente a estes.o acesso ao Tribunal de Justiça far-se-á por antigüidade e merecimento. 151. A magistratura é estruturada em carreira.os Conselhos de Justiça Militar. V . 150. Seção do Pará. nas nomeações. de iniciativa do Tribunal de Justiça. por antigüidade e merecimento. III .o Tribunal de Justiça. CAPÍTULO III DO PODER JUDICIÁRIO SEÇÃO I Disposições gerais Art. 149. IV . apurados na última entrância. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil. nesta Constituição e na Lei de Organização Judiciária do Estado. Art. A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho do Estado. § 4°.os Juizados Especiais. c) aferição do merecimento pelos critérios da presteza e segurança no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos reconhecidos de aperfeiçoamento. sob pena de nulidade.

........... 153. exceder os dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. § 4° da Constituição Federal. I . de10/08/1999. disponibilidade e aposentadoria do magistrado..a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art." VII . § 4°. a título nenhum... XI e 39. obedecido. de deliberação do Tribunal de Justiça. só será adquirida após dois anos de exercício. * Este inciso III...025. dela não podendo ausentar-se sem prévia e expressa licença do Tribunal de Justiça do Estado.o ato de remoção.V .. 150.. 37. I.. 37." VI . 151 . * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. salvo por motivo de interesse público na forma do art. * Este inciso V. X e XI... por interesse público.... dependendo a perda do cargo. V . 40 da Constituição Federal. do artigo 151 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99... 151... 152. do artigo 152 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. do artigo 151 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. de 03 de agosto de 1999.. nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores..a aposentadoria com proventos integrais é compulsória por invalidez ou aos setenta anos de idade e. nos demais casos....inamovibilidade. * Este inciso VI.. 39.. o disposto no art. . de 03 de agosto de 1999... não podendo a diferença entre um e outro ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento. facultativa... notificando o Tribunal. de10/08/1999......... não podendo. ou nos casos de necessidade urgente.vitaliciedade... II ... II. em qualquer caso. ressalvado o disposto nos arts..025... de sentença judicial transitada em julgado. publicada no DOE N° 29...os vencimentos dos magistrados serão fixados com diferença não superior a dez por cento de uma para outra das categorias da carreira.. no primeiro grau. salvo em férias..... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.. de 03 de agosto de 1999.... III.... publicada no DOE N° 29.o subsídio dos magistrados será fixado em lei e escalonado conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária estadual.. VI ...o juiz titular residirá na respectiva comarca.. III . após cinco anos de exercício efetivo na judicatura.. que. Os juízes gozam das seguintes garantias: I .irredutibilidade de subsídio. VIII. fundar-se-á em decisão por voto de dois terços do Tribunal de Justiça..025. aos trinta anos de serviço.... e 153.... Art. publicada no DOE N° 29. e. assegurada ampla defesa. 152 . § 2°........ I . da Constituição Federal.. nesse período. VIII . 151 . de10/08/1999....

cabendo-lhe. 155.. salvo uma de magistério. 153.658. I. escolherá um de seus integrantes para nomeação. O Tribunal de Justiça. a qualquer título ou pretexto. nos vinte dias subsequentes. observado.. de 07/06/95.. 150. No exercício da autonomia financeira do Poder Judiciário. § 2°. XI.763/93) SEÇÃO II Do Tribunal de Justiça Art. Cada Município é sede de Comarca. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional.. o Tribunal de Justiça elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes. a guarda da Constituição do Estado do Pará. Parágrafo Único. 155 .. a guarda da Constituição do Estado do Pará. com jurisdição em todo o Estado e sede na Capital. - .dedicar-se à atividade político-partidária.. ainda que em disponibilidade.. o que dispõem os arts. na lei de diretrizes orçamentárias. 37. com mais de dez anos de carreira. e 153. outro cargo ou função. custas ou participação em processo. de 23/06/2000. Nos crimes comuns e nos de responsabilidade. * Este Art. * Este artigo 155 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 03. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. II . 155 . o Tribunal formará lista tríplice... com jurisdição em todo o Estado e sede na Capital. 158. de 20 de junho de 2000. II..I .. compete ao Presidente do Tribunal de Justiça..O Tribunal de Justiça.240. teve novamente sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 17. que...O Tribunal de Justiça. 156. da Constituição Federal.. 154. de 18/02/9l. a guarda da Constituição do Estado do Pará". III . 155. Recebidas as indicações... precipuamente. publicada no DOE Nº 29.... Parágrafo Único. * Ver Lei 5. compõe-se de vinte e um Desembargadores. cabendo-lhe.receber. cabendo-lhe. III . enviando-a ao Poder Executivo. Art. 157. * A redação original era o seguinte: “Art. precipuamente.." Art. precipuamente. com jurisdição em todo o Estado e sede na Capital.. compõe-se de vinte e sete Desembargadores. quanto à remuneração.irredutibilidade de vencimentos.que traça o cronograma de instalação de Comarcas Judiciárias (alterada pela Lei n° 5.exercer. originariamente." Art. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. Art. O encaminhamento da proposta orçamentária.. compõese de trinta Desembargadores. 153. pelo Superior Tribunal de Justiça.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. Um quinto dos lugares do Tribunal de Justiça será composto de membros do Ministério Público. com a aprovação do plenário. os Desembargadores serão processados e julgados. Art. Aos juízes é vedado: I . III.

de 03 de agosto de 1999. § 3° . observado o disposto no art. em virtude de sentença judiciária.. IV . proibida a reeleição. na forma prevista na Constituição Federal e nesta Constituição. § 2°. VII .conceder licença. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. 169. III . À exceção dos créditos de natureza alimentícia.prover.025. os pagamentos devidos pela Fazenda Estadual ou Municipal. VI . publicada no DOE N° 29. XV da Constituição Federal.Art. II.088/97). parágrafo único. com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes.elaborar seu regimento interno. exceto os de confiança assim definidos em lei. data em que terão atualizados seus valores. respeitado o disposto no art.propor à Assembléia Legislativa.prover. b) a criação e extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhe forem vinculados. os cargos de juiz de carreira de sua jurisdição. os cargos necessários à administração da Justiça. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. no orçamento das entidades de direito público. o seqüestro da quantia necessária à satisfação do débito. . que dispõe sobre o Código de Organização Judiciária (alterada pelas Lei n° 5. 160. V . É obrigatória a inclusão. * Ver a Lei n° 5. de10/08/1999. e autorizar. por concurso público de provas. ou de provas e títulos.008/81.propor a criação de novas varas judiciárias. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva.organizar sua secretaria e serviços auxiliares e os dos juízos que lhe forem vinculados. As dotações orçamentárias e os créditos abertos serão consignados ao Poder Judiciário. segundo as possibilidades do depósito. fazendo-se o pagamento até o final do exercício seguinte. cabendo ao Presidente do Tribunal de Justiça determinar o pagamento.285/85 e Lei n° 6. ao Tribunal de Justiça: I. apresentados até 1º de julho. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juizes ressalvados o disposto no art. 48. VIII . * Este § 3° foi acrescentado ao artigo 159 através da Emenda Constitucional n° 15/99.eleger seus órgãos diretivos. de verba necessária ao pagamento de seus débitos constantes de precatórios judiciários. relativamente à expedição de precatórios. recolhendo-se as importâncias respectivas à repartição competente. férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhe forem imediatamente vinculados. 169 da Constituição Federal: a) a alteração do número de seus membros. 159. da Constituição Federal.O disposto no caput deste artigo. Art. Compete privativamente. a requerimento do credor e exclusivamente para o caso de preterimento de seu direito de precedência. não se aplica aos pagamentos de obrigações definidas em lei como de pequeno valor que a Fazenda Estadual ou Municipal deva fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado. dispondo sobre a competência e o funcionamento de seus órgãos jurisdicionais e administrativos. § 1°.

e o pedido de medida cautelar nessa ação.. em matéria de sua competência recursal l) a ação direta de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face desta Constituição.... 142. dos juízes. ressalvados o disposto no art. Minerário e Ambiental).. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. do Procurador-Geral de Justiça. VIII ... nos crimes comuns e de responsabilidade. 160 .a representação para garantia do livre exercício do Poder Judiciário Estadual.julgar.. II . de10/08/1999.. os Secretários de Estado. j) os conflitos de competência entre juízes de Direito do Estado. compete ao Tribunal de Justiça: I .... de 03 de agosto de 1999.... ou se trate de crime cuja ação penal seja de sua competência originária ou recursal... dos Secretários de Estado... os Prefeitos. quando o coator ou paciente for autoridade ou funcionário cujos atos estejam sujeitos diretamente à sua jurisdição.. de l7/l l/93 (Modifica o Código de Organização Judiciária do Estado... quando este se achar coacto ou impedido e para assegurar a observância de princípios indicados nesta .. b) a criação e a extinção de cargos e a fixação de vencimentos de seus membros.. no âmbito de sua competência. e) o "habeas-data"contra atos de autoridades diretamente sujeitas à sua jurisdição....... em grau de recurso as causas decididas em primeira instância.." c) a alteração da organização e da divisão judiciárias. do ProcuradorGeral do Estado. i) a execução de sentenças nas causas de sua competência originária. 161.Governador.. do próprio Tribunal ou de seus órgãos diretivos e colegiados. facultada a delegação de atribuições para a prática de atos processuais. g) as ações rescisórias de seus julgados e as revisões criminais nos processos de sua competência. inclusive de seus Presidentes.* Este alínea.. III . da Assembléia Legislativa. da Mesa e do Presidente da Assembléia Legislativa.. os Juízes Estaduais e os membros do Ministério Público. do artigo 160 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. b) os Deputados Estaduais.. do Tribunal de Contas dos Municípios ou do próprio Tribunal de Justiça. do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios.. Criando Varas Privativas na área do Direito Agrário. conforme dispuserem as leis. c) os mandados de segurança contra atos do Governador do Estado. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Governador..... publicada no DOE N° 29. 92 XXXIV.025. f) o mandado de injunção..... do inciso VIII. * Ver Lei Complementar nº l4. originariamente: a) o Vice... dos serviços auxiliares e os dos juízos que lhe forem vinculados. d) o "habeas-corpus"....processar e julgar . Além das outras atribuições previstas nesta Constituição. nos crimes comuns. dos Juízes de Direito..... I .. h) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. observado o art.... Art. do Tribunal de Contas do Estado.

que. § 5°. previamente. nas Comarcas e Juízos. o Prefeito Municipal. Na comarca da capital. VI . em tese. V . IX . c. conforme o caso. todos os meses e.o Conselho Secional da Ordem dos Advogados do Brasil. A nomeação dos Juízes de Direito será feita pelo Presidente do Tribunal de Justiça. ordinariamente.o Governador do Estado. II .a Mesa da Assembléia Legislativa. 165. § 1°.a Mesa da Câmara de Vereadores. SEÇÃO III Dos Tribunais do Júri Art. de norma legal ou ato normativo estadual. IV . SUBSEÇÃO I Do controle de constitucionalidade Art. VIII . Art. com a composição e organização que a lei federal determinar. o Procurador-Geral de Justiça deverá ser previamente ouvido na ação de inconstitucionalidade tratada neste artigo. § 3°. 163. Declarada a inconstitucionalidade. de ordem ou de decisão judicial. ou para prover a execução de lei. a decisão será comunicada à Assembléia Legislativa ou à Câmara Municipal para suspensão da execução da lei ou do ato impugnado. . Em cada comarca funcionará um Tribunal do Júri. § 4°. para a mesma finalidade. num prazo comum. nas demais comarcas.o Procurador-Geral da Defensoria Pública.Constituição.o Prefeito Municipal. o Procurador-Geral do Estado e o Procurador-Geral da Assembléia Legislativa. respeitada a ordem de classificação no concurso. Sendo reconhecida a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional. sendo que o cumprimento do aqui disposto é fator essencial para aferição do merecimento nos termos do art. para fazê-lo em trinta dias. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade de que trata o art. e competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. solicitando a intervenção no Estado e nos Municípios. Parágrafo único. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros poderá o Tribunal de Justiça declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. Quando o Tribunal de Justiça apreciar a inconstitucionalidade. citará. III . assegurados a plenitude de defesa.o Procurador-Geral de Justiça. ou. 162. o sigilo das votações e a soberania dos veredictos. § 2°.confederação sindical. I. federação sindical ou entidade de classe de âmbito estadual. defenderão o ato ou texto impugnado. 164. será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e. SEÇÃO IV Dos Juízes de Direito Art. em se tratando de órgão administrativo. 151. II. o Tribunal do Júri reunir-se-á. Os Juízes de Direito integram a magistratura de carreira e exercem a jurisdição comum estadual de primeiro grau. VII . pelo menos. em se tratando de norma legal ou ato normativo Municipal.partido político com representação na Assembléia Legislativa. 161. 1: I . Exceto quando for o autor. de três em três meses.

..... * Esta alínea “a” teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n º 30... § 1°....... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art.............. republicada no DOE Nº 30.. 167 ................. pesca e legislações complementares...” b) à política agrícola.. agrária e fundiária. 167... de 28 de abril de 2005.. de mineração... Art......... nos termos previstos pelas Constituições Federal e Estadual.... de 20 de abril de 2005. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. de 28 de abril de 2005...... com competência exclusiva para questões agrárias.. 166. O Tribunal de Justiça designará juízes de entrância especial com exclusiva competência para questões agrárias e minerárias......... sendo a da capital de terceira entrância e as demais... * O caput deste artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n º 30.... republicada no DOE Nº 30..........425..... 167 .......... Minerário e Ambiental.... .... republicada no DOE Nº 30... caça. de 28 de abril de 2005... que cria Varas privativas nas áreas do Direito Agrário.......... * A redação revogada continha o seguinte teor: “Art.... d) REVOGADA... de 20 de abril de 2005. fundiária e minerária.... nos termos previstos pelas Constituições Federal e Estadual:” c) aos registros públicos no que se referirem às áreas rurais..... republicada no DOE Nº 30....... de 28 de abril de 2005.......... b) ao meio ambiente e à política agrícola......425........ águas......... * Esta alínea “b” teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n º 30.... ...... agrária..... .... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art......... ressalvada a competência privativa da Justiça Federal....... A lei de organização judiciária definirá a competência dos juízes referidos neste artigo que. conforme dispuser a lei..” * Ver a Lei Complementar n° 14/93.. o Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas... Código Florestal e legislações complementares..425....... segunda e primeira entrâncias. As Comarcas se classificam em entrâncias..Art.. * Esta alínea “d” teve sua redação revogada pela Emenda Constitucional n º 30.. 167 .. poderá abranger os processos relativos: a) ao Estatuto da Terra. de 20 de abril de 2005. § 1º....... 167...... de terceira.............. de 20 de abril de 2005.... Para dirimir conflitos fundiários. § 1º. a) ao Estatuto da Terra e Códigos florestal............425.............

.......” SEÇÃO V Dos Conselhos de Justiça Militar Art.. É pressuposto para designação que o Juiz tenha sido aprovado em curso de especialização de Direito Agrário e demais matérias relacionadas com os processos de sua competência... republicada no DOE Nº 30.... § 2°. ......... § 5º.... Os Juízes de que trata este artigo deverão residir em regiões judiciárias ou comarcas onde sejam mais graves e sensíveis os conflitos e questões de sua competência...425.................. Art..... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art.. pelo Tribunal de Justiça do Estado...... .....§ 1º.......... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art.... Os vencimentos dos Juízes de entrância especial. 168....... . Compete à Justiça Militar Estadual processar e julgar os policiais militares e bombeiros militares nos crimes militares definidos em lei.. conforme o artigo 109........ cabendo ao Tribunal de Justiça decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.... § 5°.. 167 . pelos Conselhos de Justiça Militar e....... de 28 de abril de 2005.... far-se-ão presentes no local do litígio..... e havendo lei permissiva.. d) aos delitos cuja motivação for predominantemente agrária...... Também competirão aos juízes a que se refere este artigo as matérias ora enumeradas.......” e) ao crédito.... que sejam de competência da Justiça Federal..... § 3°. de 20 de abril de 2005. de 28 de abril de 2005.. A Justiça Militar Estadual é constituída. da Constituição Federal. * Este § 3º teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n º 30...... As Varas Agrárias são providas por Juízes de Direito de 2ª Entrância. desde que aprovados em curso de aperfeiçoamento... § 3º.......Seção do Pará.. à tributação e à previdência rurais..........” § 4°...... serão equivalentes aos dos Juízes de terceira entrância ..... tratados neste artigo........ organizado pela Escola Superior da Magistratura do Tribunal de Justiça do Estado...................... .... É pressuposto para designação que o Juiz tenha sido aprovado em curso de aperfeiçoamento de Direito Agrário............... 167 ...... de 20 de abril de 2005............. § 1º. § 3°. em primeiro grau. * Este § 3º teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n º 30..Seção Pará........... preferencialmente com a colaboração das Universidades e da Ordem dos Advogados do Brasil ... organizado pelo Tribunal de Justiça do Estado............425.. § 1º...... preferencialmente com a colaboração das Universidades e da Ordem dos Advogados do Brasil ................... na forma prevista pelo Código de Organização e Divisão Judiciária do Estado. republicada no DOE Nº 30... em segundo... 169..... não estando a mesma instalada nas respectivas comarcas.. e sempre que necessário à eficiente prestação jurisdicional...

mas. 172. mediante os procedimentos oral e sumaríssimo. Os Juízes Militares gozam das mesmas garantias e submetem-se às mesmas vedações dos Juízes de Direito. 175. universal e secreto.o candidato a juiz de paz deverá ter sido aprovado em curso de noções de Direito de Família. ou togados e leigos. 173. a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau. observados os seguintes princípios: I . estrutura e funcionamento dos Conselhos de Justiça Militar serão determinados pela Lei de Organização Judiciária. II . Ficam criados juizados especiais. quando o efetivo da Polícia Militar for superior a vinte mil integrantes. 176. pelo menos. Art. Lei de iniciativa do Tribunal de Justiça fixará a estrutura. A composição. Fica autorizada a criação do Tribunal de Justiça Militar. Art. competentes para a conciliação. com mandato de quatro anos e competência para. SEÇÃO VI Dos Juizados Especiais Art. composta de cidadãos eleitos pelo voto direto. .967/96. exceto para promoção por merecimento.haverá. verificar. competência. Art. Lei de iniciativa do Tribunal de Justiça regulará a justiça de paz. 174. SEÇÃO VII Da Justiça de Paz Art. permitidos. providos por juízes togados. SEÇÃO VIII Do Conselho Estadual de Justiça Art. que dispõe sobre a criação dos Juizados Especiais. além de outras previstas na legislação. Parágrafo Único. o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias. para efeito de benefício previdenciário. Fica criada a justiça de paz. estabelecerá a tabela de custas. REVOGADO. apontará os requisitos que deverão preencher os candidatos. remunerada. que reverterão para os cofres públicos. um juiz de paz em cada sede municipal e distrital. competência. o julgamento. celebrar casamentos. III . observando a necessidade de descentralização e interiorização da prestação jurisdicional. nas hipóteses previstas em lei. sem caráter jurisdicional. funcionamento e localização desses juizados especiais.o servidor público em exercício de mandato de juiz de paz será afastado do cargo. organizado pelo juiz da comarca. de ofício ou em face de impugnação apresentada. IV . designará o dia para a eleição dos juízes.o juiz de paz só poderá ser reeleito uma vez. 171. na forma da lei.Art. 170. através de lei complementar de iniciativa do Tribunal de Justiça. os valores serão determinados como se no exercício estivesse. e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo. * Ver a Lei n° 5. emprego ou função e seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais.

176 .ADIN nº l37-0.um representante dos cartórios de notas e de registro e um representante dos serventuários do foro judicial.025. 177 . contra aqueles que exercem funções essenciais à administração da justiça. suspendeu liminarmente a eficácia deste artigo. § 2°. suspendeu liminarmente a eficácia deste artigo. VII.o Desembargador Corregedor-Geral de Justiça. III. III . em sessão realizada em l3/l1/89." CAPÍTULO IV .o Procurador-Geral do Estado. * Por maioria de votos.três advogados.o Presidente e o Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. Os Conselheiros eleitos terão mandato de dois anos. sem prejuízo de idênticas atribuições que forem conferidas a outros órgãos. IX. IV. II. eleitos por seus pares. representando as respectivas entrâncias. IV . de10/08/1999.* Por maioria de votos. VI . 177. na forma estabelecida em lei. * Este artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. publicada no DOE N° 29.Ao Conselho Estadual de Justiça.apresentar ao Tribunal de Justiça do Estado indicação de medidas que objetivem o aperfeiçoamento dos serviços da justiça. aos respectivos órgãos disciplinares. recomendando ao Tribunal de Justiça do Estado as medidas que julgar cabíveis. respeitada a independência intelectual e técnico-jurídica dos magistrados.O Conselho Estadual de Justiça exerce a fiscalização e acompanhamento do desempenho dos órgãos do Poder Judiciário e dele participam: I . de10/08/1999.apurar denúncias contra agentes das serventias judiciais e extrajudiciais. o STF.três Deputados eleitos pela Assembléia Legislativa.. * A redação existente antes da revogação continha o seguinte teor: "Art. VI. V . indicados pelas respectivas associações de classe. V.025.Geral da Defensoria Pública. vedada a reeleição. sendo um o Presidente da Secional da Ordem dos Advogados do Brasil e dois eleitos por seu Conselho.ADIN nºl37-0. em sessão realizada em l3/l1/89. de 03 de agosto de 1999.exercer a fiscalização dos órgãos do Poder Judiciário. de 03 de agosto de 1999. II . * A redação existente antes da revogação continha o seguinte teor: "Art.o Procurador. REVOGADO. o STF.recomendar ao Tribunal de Justiça do Estado a instauração das medidas disciplinares contra magistrados. § 1°.três magistrados.exercer outras competências que lhe forem cometidas em lei. compete: I.o Procurador-Geral de Justiça.representar. O Conselho Estadual de Justiça será presidido pelo Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. VIII. * Este artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99." Art. publicada no DOE N° 29.

.São princípios institucionais do Ministério Público a unidade. será nomeado e empossado o mais votado dentre os integrantes da lista. 181. o mais idoso. 153. a qualquer título e sob qualquer pretexto. O mandato do Procurador-Geral de Justiça é de dois anos. O Ministério Público do Estado formará lista tríplice dentre integrantes da carreira.. Parágrafo Único . do inciso I. todos da Constituição Federal. e ressalvado o disposto nos arts. do artigo 181 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. O Ministério Público é instituição permanente. I... Art. nos casos e na forma da lei complementar estadual. salvo por motivo de interesse público. II..... 178. Aos membros do Ministério Público são estabelecidas: I .025. do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. na forma da lei. ainda que em disponibilidade.. 153. c) irredutibilidade de vencimentos..as seguintes garantias: a) vitaliciedade.. Art.promover. § 2°. Art. c) participar de sociedade comercial. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.. salvo uma de magistério. fixado na forma do art. que será nomeado pelo Governador. § 2°. para escolha de seu Procurador-Geral. * Este alínea. após dois anos de exercício... privativamente. 37. Se. 150.. 181 . b) inamovibilidade. II...as seguintes vedações: a) receber. e) exercer atividade político-partidária. b) exercer a advocacia. publicada no DOE N° 29. havendo empate. § 4°. observado. § 1°. 39. da Constituição Federal. . X e XI.. percentagens ou custas processuais.. XI. nos termos da lei complementar estadual.. permitida uma recondução. decorridos quinze dias do recebimento da lista tríplice. 179. 150.... São funções institucionais do Ministério Público: I .. o que dispõem os arts.. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica. I. 182. de 03 de agosto de 1999." II ... a) .. 37.. a ação penal pública. III e 153. salvo exceções previstas na lei. não tiver o Governador feito a escolha. honorários. essencial à função jurisdicional do Estado. c) irredutibilidade de subsídios. Art.... d) exercer..DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA SEÇÃO I Do Ministério Público Art.. § 2°. qualquer outra função pública. na forma da lei.. e. quanto à remuneração. 180.. O Procurador-Geral de Justiça poderá ser destituído por deliberação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa. de10/08/1999.. a indivisibilidade e a independência funcional. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado... III e 153.

observarão o que dispõe o art. III . podendo. no que couber. aos trinta anos de serviço.. desta Constituição.promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção do Estado nos Municípios.. cuja iniciativa é facultada ao Procurador-Geral de Justiça. na forma da lei complementar respectiva.. administrativa e financeira. III .. nesta Constituição e na lei. assegurada participação da Ordem dos Advogados do Brasil-Seção do Pará em sua realização. o disposto no art.. para a proteção do patrimônio público e social. desta Constituição.. alternadamente. 93.. IV . III . VII . V . bem como a fixação dos respectivos vencimentos. desde que compatíveis com sua finalidade. nas nomeações..promoção de entrância para entrância. 151. da Constituição Federal... aplicando-se.025.. nos casos previstos nesta Constituição. 169 da Constituição Federal.zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados na Constituição Federal e nesta Constituição.requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial. 183..defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas.. sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas... facultativa. no que couber. nas mesmas hipóteses. de 03 de agosto de 1999.. Art. II. * Este inciso III.. da Constituição Federal. Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional....A aposentadoria dos membros do Ministério Público do estado e a pensão de seus dependentes. sendo compulsória por invalidez ou aos setenta anos de idade. 40 da Constituição Federal.. aplicando-se.. na forma da lei complementar mencionada no artigo 128 da Constituição Federal. que deverão residir na comarca da respectiva lotação. publicada no DOE N° 29.. VIII .. 93. II.. segundo o disposto na Constituição Federal.aposentadoria com proventos integrais.exercer outras funções que lhe forem conferidas. sendo os cargos e serviços auxiliares providos por concurso público de provas ou de provas e títulos. disporá sobre a organização.. IX .. 184 .. observado o disposto no art. Art... requisitando informações e documentos para instruí-los. A legitimação do Ministério Público para as ações civis previstas neste artigo não impede a de terceiros. propor à Assembléia Legislativa a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. após cinco anos de exercício efetivo na instituição. VI.. e art. As funções de Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira. o disposto no art. e art. VI . 184.promover o inquérito civil e a ação civil pública... e observada..II . § 2°. VI.. funcionamento. § 1°. promovendo as medidas necessárias à sua garantia. II .exercer o controle externo da atividade policial. a ordem de classificação. I . de10/08/1999. atribuições e o estatuto do Ministério Público Estadual observados os seguintes princípios: I ." . 151.. por antigüidade e merecimento.expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência. e.ingresso na carreira mediante concurso público de provas e títulos.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais. do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. do artigo 184 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. Lei complementar estadual.

À Procuradoria-Geral do Estado compete a representação judicial e extrajudicial do Estado. de 03 de agosto de 1999. 184. de 23 de dezembro de 1996. Aos membros do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado e Tribunal de Contas dos Municípios aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos. com sua organização e funcionamento sendo disposto em lei complementar.025. mediante controle externo. de l5/0l/9l.vencimentos fixados com diferença não superior a dez por cento de uma para outra das categorias da carreira. 187. mediante controle interno. de 07/07/94. de10/08/1999. 187. À Procuradoria Geral do estado compete a representação judicial e a consultoria jurídica do Estado. que alterou dispositivo da Lei Complementar 02/85 (Lei Orgânica da Procuradoria Geral do Estado). de iniciativa do Governador. 187 . orçamentária. com sua organização e funcionamento sendo disposto em lei complementar. inclusive em processos judiciais e administrativos que envolvam matéria de natureza tributária e fundiária. financeira. * O “caput” desta artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 07.647. já vigia a Lei Complementar nº 24. * Ver Lei 5.À Procuradoria Geral do Estado compete a representação judicial e a consultoria jurídica do Estado.IV . 186. * A redação anterior continha o seguinte teor “Art. pela Assembléia Legislativa com auxílio do Tribunal de Contas do Estado e.. vedações e forma de investidura. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. * Quando promulgada a Emenda Constitucional 07/96 de 23/12/96. de iniciativa do Governador do Estado. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. A fiscalização contábil. SEÇÃO II Da Procuradoria-Geral do Estado Art. de iniciativa do Governo. O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. . Art. operacional e patrimonial do Ministério Público será exercida. Art. e lei complementar. * Ver Lei Complementar nº09. de 27/0l/92 (Lei Orgânica do Minitério Público Junto ao Tribunal de Contas do Estado do Pará). pelo sistema estabelecido na lei complementar referida no art. inclusive em processos judiciais e administrativos que envolvam matéria tributária e fundiária. Parágrafo único. publicada no DOE N° 29. 185. disporá sobre a sua organização e funcionamento".

§ 1°. após relatório circunstanciado das corregedorias. na forma da lei federal." § 1° .. nas causas decorrentes de sua atividade institucional. na forma da lei. publicada no DOE Nº 30. a qualquer título e sob qualquer pretexto.. organizado pela Procuradoria-Geral do Estado.Os Procuradores do estado se sujeitam às restrições ao exercício da advocacia.. § 4° ... § 2°. um cargo de magistério. sendo-lhes vedado: I ... mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios. III .. de10/08/1999.. honorários... III . * A redação revogada continha o seguinte teor: . de 03 de agosto de 1999.... com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil . * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art... que integra o secretariado estadual.. de 23/12/1996. na forma da lei federal. de 06 de junho de 2006.. honorários. quando houver compatibilidade de horários. sendo-lhes vedado: I – receber..acumular qualquer cargo público.699.... quando houver compatibilidade de horários. nomeado pelo Governador do Estado.. nas causas decorrentes de sua atividade institucional.. A Procuradoria-Geral do Estado tem por chefe e Procurador-Geral do Estado.. publicada no DOE N° 29....A Procuradoria-Geral do Estado tem por chefe o Procurador-Geral do Estado.Seção do Pará. Art. exceto. na forma da lei.. que integra o secretariado executivo do Estado... .....Aos procuradores referidos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício....O ingresso na carreira de procurado do estado far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. nomeado pelo Governador do Estado... de 08/06/2006. § 3°.acumular qualquer cargo público exceto. REVOGADO * Este Artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 07/96. a qualquer título e sob qualquer pretexto....025. * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 33.... Os Procuradores do Estado se sujeitam às restrições ao exercício da advocacia. * Parágrafo introduzido com a Emenda Constitucional n° 15/99...” II . custas processuais nas causas decorrentes de sua atividade institucional.. um cargo de magistério.receber......participar de sociedade comercial.receber..... com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil ... organizado pela Procuradoria-Geral do Estado..participar de sociedade comercial. dentre integrantes da carreira de Procurador do Estado. percentagens ou custas processuais. § 2° . percentagens ou custas processuais.. I .. § 3° .. dentre integrantes da carreira de procurador do Estado. 187. a qualquer título e sob qualquer pretexto. II .. O ingresso na carreira de Procurador do Estado far-se-á mediante concurso público de provas e títulos.Seção do Pará... 188...

observadas as normas gerais da legislação federal. aplica-se o princípio dos arts. subordinados ao Governador do Estado: * Ver Lei 5.Às carreiras disciplinadas neste Título. direito e responsabilidade de todos. bem como a carreira de seus membros. Art. pelo menos um Defensor Público. organizará a Defensoria Pública do Estado. SEÇÃO III Da Advocacia e da Defensoria Pública Art. 192 . * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. na forma da lei. Lei complementar estadual. 188 . 190. Art. A segurança pública. * Ver Lei Complementar nº l3. 39. que dispõe sobre a organização do sistema de segurança pública (alterada pela Lei n° 6. 192. Haverá. em cada comarca e residindo na mesma. Art. de 03 de agosto de 1999. bem como aos procuradores das autarquias estaduais. inclusive plantão permanente. na classe inicial. Os servidores integrantes das carreiras disciplinadas nas Seções II e III deste Capítulo. sendo essencial à função jurisdicional do Estado. é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio." TÍTULO VI DA SEGURANÇA PÚBLICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. de 02/02/96. O advogado é indispensável à administração da justiça. de l8/06/93 (Dispõe sobre a Organização da Defensoria Pública do Estado do Pará). e 39. A lei a que se refere o caput deste artigo instituirá obrigatoriamente. dever do Estado. visando a garantir o atendimento. em todos os graus. de10/08/1999. dos necessitados. 30.025. 193. publicada no DOE N° 29. assegurada a seus integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado o exercício da advocacia fora das atribuições institucionais. § 3°. 189. Parágrafo único."Art. mediante concurso público de provas e títulos. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. cujo cargos serão providos.. dispondo sobre a sua estrutura e funcionamento. § 1°. serão remunerados na forma do art.Os processos judiciais e administrativos que envolvam matéria de natureza tributária serão de competência da Procuradoria Geral da Fazenda Estadual. § 4° da Constituição Federal. instrumentos e mecanismos adequados. Parágrafo único. proteção e defesa das crianças e adolescentes.944. 191. através dos seguintes órgãos. A Defensoria Pública é a instituição através da qual o Estado presta assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão.. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa.107/98) .

Parágrafo único. sob a responsabilidade ou comando de delegado de carreira ou oficial militar. para apreciação em audiência pública. garantias. na atuação preventiva ou cumprimento de ordem judicial. garantias. capacitação e treinamento especializados para o trato de questões relativas a crianças e adolescentes. Os delegados de polícia de carreira. flagrante delito ou ordem judicial. § 2°. e. aprovados em concurso público de provas ou de provas e títulos. É dever dos órgãos responsáveis pela segurança pública dar aos policiais civis e militares formação. 181. § 3°. dentre os delegados do último nível da carreira. CAPÍTULO II DA POLÍCIA CIVIL Art. exceto as militares.* Ver Lei Complementar n° 22/94. definindo suas competências. no prazo que dispuser a lei. inquéritos judiciais e extrajudiciais. preferencialmente . bacharéis em Direito. conforme o caso.Polícia Civil. direitos e deveres da Polícia Civil do Estado do Pará). A política de segurança pública do Estado deverá. estruturando suas carreiras e fixando direitos.. de 03 de agosto de 1999. I . ficando. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. 195. publicada no DOE N° 29. de10/08/1999. § 1°. aplicando-se-lhes as vedações referidas no art. que estabelece normas de organização. salvo necessidade de atuação preventiva. solidariamente. vantagens e regime de trabalho de seus integrantes. instituição permanente. ser submetida à Assembléia Legislativa. § 4°. 144 da Constituição Federal. e com aproveitamento em curso oficial de formação técnico-profissional. Art. As polícias civil e militar não intervirão em questão possessória e despejo. deveres. § 5°. Os órgãos públicos garantirão a qualquer entidade ou pessoa ligada à defesa dos direitos humanos o acesso a dados. direitos e deveres da Polícia Civil. A Polícia Civil. A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública. O titular de Polícia Civil será nomeado pelo Governador do Estado. inclusive militares. auxiliar da Justiça Criminal e necessária à defesa do Estado e do povo. inciso II desta Constituição. * A redação anterior continha o seguinte teor: . é dirigida por delegados de polícia de carreira. 194. II . competências.025. responsáveis essas autoridades por eventuais excessos e desrespeitos aos direitos humanos.Corpo de Bombeiros Militar. III .Polícia Militar. sobre violência e constrangimento ao ser humano. com a participação da sociedade civil. tendo como incumbência principal as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais. * Ver Lei Complementar nº 22/94 (Estabelece normas de organização. informações. de maneira a garantir a eficiência de suas atividades. serão remunerados na forma do § 9° do art. competências.

socorro de emergência. organizada com base na hierarquia e disciplina militares. 199.proteção e prevenção contra incêndio florestal. V. III . O Comandante-Geral da Polícia Militar será nomeado pelo Governador do Estado. II.proteção balneária por guarda-vidas.774/93 que DEFINE A COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL E CRIA CARGOS NA COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR. subordinando-se ao Governador do Estado e competindo-lhe.perícia em local de incêndio. que DISPÕE SOBRE A ORGANIZAÇÃO BÁSICA DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO PARÁ. a cargo do Estado.atividades de defesa civil. do último posto do quadro de combatentes. CAPÍTULO IV DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Art. . Art.a preservação da ordem pública. além do disposto no art. executar: * Ver Lei 5. II .prevenção de acidentes e incêndios na orla marítima e fluvial. força auxiliar e reserva do Exército.Aos delegados de polícia de carreira. VII . Art. estuários e em tudo que for relacionado com a preservação do meio ambiente. dentre outras atribuições previstas em lei. IV.731/92. inclusive planejamento e coordenação das mesmas. V . 197. bacharéis em Direito. observado o disposto na legislação federal. O Corpo de Bombeiros Militar é instituição permanente. III.serviço de prevenção e extinção de incêndios. força auxiliar e reserva do Exército. 31. As funções de delegados de polícia são privativas dos integrantes da carreira. dentre outras atribuições prevista em lei: I. IV . de proteção.o policiamento ostensivo fardado. turístico e cultural. escolhido dentre oficiais da ativa da corporação.a proteção do patrimônio histórico. aplicando-selhes as vedações referidas no art. II. 195 . 200. são assegurados vencimentos em níveis isonômicos aos das carreiras disciplinadas no art. artístico. I . CAPÍTULO III DA POLÍCIA MILITAR Art." Art. na forma da lei. aprovados em concurso público de provas ou de provas de títulos. * Ver Lei 5. e com aproveitamento em curso de formação técnico-profissional na Academia de Polícia Civil do Estado. 196.a colaboração na fiscalização das florestas. são assegurados gratificação de risco de vida e seguro contra acidentes de trabalho. busca e salvamento. 181. subordinando-se ao Governador do Estado e competindo-lhe. 198. A Polícia Militar é instituição permanente. Aos policiais civis. organizado com base na hierarquia e disciplina militares. de 15/12/1992. VI . rios. 135 da Constituição Federal."Art.a segurança interna do Estado.

atividades técnico-científicas inerentes ao seu campo de atuação. III . § 2°. O Estado implantará. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I . Os sistemas de planejamento-orçamento do Estado e dos Municípios atenderão aos princípios desta Constituição. II . TÍTULO VII DA ORDEM FINANCEIRA DA TRIBUTAÇÃO E DOS ORÇAMENTOS CAPÍTULO I DAS FINANÇAS PÚBLICAS SEÇÃO I Normas gerais Art. § 2°. empresas privadas.compatibilização das funções das instituições oficiais de crédito do Estado.concessão de garantias pelas entidades públicas. cuja elaboração contará com a participação de entidades representativas da sociedade civil e dos Municípios. O Corpo de Bombeiros Militar. O plano plurianual. A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá. IV . 201. VIII . aos da Constituição Federal.o plano plurianual. promoverá a formação de grupos de voluntários de combate a incêndios. sob a sua orientação pedagógica e operacional. Lei complementar. escolhido dentre oficiais da ativa da corporação. inclusive para as relativas aos programas de duração continuada.774/93. disporá.* Ver Lei 5. 204. . 203.as diretrizes orçamentárias. dando preferência aos mais populosos. do último posto do quadro de combatentes. progressivamente. Art. fundações e demais entidades controladas pelo Poder Público. e às normas de direito financeiro. as diretrizes. O Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar será nomeado pelo Governador do Estado. V . 202. sobre: I . § 1°.dívida pública externa e interna. incluída a das autarquias. observado o disposto na legislação federal. submetido à apreciação da Assembléia Legislativa até o dia trinta e um de agosto e terá vigência de quatro anos.emissão e resgate de títulos da dívida pública. III . no que couber. Art. edifícios e em locais dos diversos bairros das cidades. II . § 1°. SEÇÃO II Dos orçamentos Art. organizando-os em repartições públicas.os orçamentos anuais.finanças públicas. que DEFINE A COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL E CRIA CARGOS NA COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR. objetivos e metas da administração pública estadual para as despesas de capital. unidades equipadas do Corpo de Bombeiros Militar nos Municípios. será aprovado no primeiro ano de cada período de governo. respeitados os princípios estabelecidos na Constituição Federal e na legislação federal deles decorrentes. de forma setorizada e regionalizada.

deste artigo. seus relatórios. também. A lei orçamentária anual compreenderá: I . órgãos e entidades da administração direta e indireta. até trinta dias após o encerramento de cada trimestre. § 9°.§ 3°. remissões. Os orçamentos previstos no § 10. fica instituído o Programa Especial de Investimento. II .o orçamento de investimento das empresas em que o Estado. não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito. § 12.caberão. também. previstos nesta Constituição. detenha a maioria do capital social com direito a voto. § 14. § 4°. tributária e creditícia. A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. o Tribunal de Contas dos Municípios e o Ministério Público. à lei complementar estadual. . abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados. § 10°. direta ou indiretamente. terão. § 8°. entre suas funções. com observância à legislação federal. publicarão. relatório resumindo a execução orçamentária da administração direta e indireta. A lei de diretrizes orçamentárias será apresentada até o dia trinta de abril e apreciada pela Assembléia Legislativa até o dia trinta de junho. I . Cabe à lei complementar estadual. § 6°. O Poder Executivo publicará e enviará ao Poder Legislativo. * Ver Lei Complementar nº l0. Os Poderes Judiciário e Legislativo. Os orçamentos anuais serão submetidos à apreciação da Assembléia Legislativa até o dia trinta de setembro e aprovados até o final da sessão legislativa. a definição dos critérios de aplicação e as normas de repasse dos recursos do programa. constituído de parcelas de recursos de diversas fontes a serem definidas na lei orçamentária anual. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado dos percentuais de incidência sobre as receitas e despesas. nos termos desta Constituição. ainda que por antecipação da receita. seus fundos. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública estadual. a de reduzir desigualdades inter-regionais. § 13. sendo que o respectivo projeto de lei será acompanhado de demonstrativo regionalizado e setorizado das receitas e despesas. I e II. regionais e setoriais. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. sendo vedada a sua destinação em despesas correntes.o orçamento da seguridade social. orientará a elaboração da lei orçamentária anual. e apreciados pela Assembléia Legislativa. setenta e cinco por cento serão aplicados em programas de apoio às Prefeituras Municipais. subsídios e benefícios de natureza financeira. nos termos da lei. bem como o Tribunal de Contas do Estado.dos recursos destinados ao programa de que trata este parágrafo. Para efeito de redução de desequilíbrios inter-regionais. § 7°. § 11. Os planos e programas estaduais. decorrentes de isenções. anistias.o orçamento fiscal referente aos Poderes do Estado. II . § 5°. de acordo com critérios de rateio a serem definidos em lei complementar estadual. compatibilizados com o plano plurianual. que criará mecanismos de fiscalização adequada para sua fiel observância. III . da administração direta ou indireta bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente. de l9/02/92 (Dispõe sobre a aplicação. o repasse e os critérios de rateio do Programa Especial de Investimento). disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. serão elaborados em consonância com o plano plurianual.

nos termos da lei complementar a que se refere o art. As emendas ao projeto de lei de orçamento anual e aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovados caso: I . sobre elas.examinar e emitir parecer sobre os projetos relativos ao plano plurianual.sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou comissões. Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo. de 23/03/94. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual. III . no que não contrariar o disposto nesta seção. c) transferências tributárias constitucionais para Municípios.estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta. de cada órgão. às diretrizes orçamentárias. admitidos apenas os provenientes de anulação de despesa. pelo plenário da Assembléia Legislativa. ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei. § 2°. O Governador do Estado poderá enviar mensagem à Assembléia Legislativa para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação . excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus encargos. §15. bem como condições para a instituição e funcionamentos de fundos. As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual. fundo. § 14. III . em decorrência de veto.dispor sobre a elaboração e a organização do plano plurianual. II . b) serviço da dívida. Os projetos de lei do plano plurianual. ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados. § 5°.sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. § 3°. * Ver Leis Complementares nº 21. na forma regimental.examinar e emitir parecer sobre os planos e programas estaduais. As emendas serão apresentadas nesta Comissão que. na Comissão. conforme o caso. aos créditos adicionais e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Governador do Estado. § 4°. Compete à Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Assembléia Legislativa: I . regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento e fiscalização orçamentária. 204. Os recursos que. Art. 205.indiquem os recursos necessários.(Cria o Fundo e o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Difusos). ao orçamento anual. (Cria o Fundo de Reaparelhamento do Judiciário) e nº 23. não podendo ser complementadas ou suplementadas senão através de lei específica. deverão ser objeto de dotações orçamentárias específicas com denominação "publicidade". diretrizes orçamentárias e do orçamento anual serão enviados pelo Governador do Estado à Assembléia Legislativa.estabelecer normas para elaboração e apresentação de relatórios de acompanhamento de execução dos planos e orçamentos. § 1°. § 7°. As despesas com publicidade de quaisquer órgãos ou entidades da administração direta e indireta ou fundações instituídas pelo Poder Público. emitirá parecer e serão apreciadas. de 28/02/94. II . empresa ou subdivisão administrativa dos Poderes constituídos.I . as demais normas relativas ao processo legislativo. § 6°. . II .

destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público. fundações e fundos. A despesa com pessoal ativo e inativo do estado e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar federal. com prévia e específica autorização da Assembléia Legislativa do Estado. São vedados: I .a vinculação de receita de impostos a órgão.mediante créditos especiais ou suplementares.025.a instituição de fundos de qualquer natureza. 204. para pagamento de despesas com pessoal ativo. Art. VII .a utilização.a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa. § 1° . III . ou sem lei que autorize a inclusão.a transposição.a concessão ou utilização de créditos ilimitados. bem como a admissão ou contratação de . § 9°. Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados. como determinado pelo art. caso em que. desta Constituição. II . 224 e 225 desta Constituição.o início de programas ou projetos não incluídos na lei orçamentária anual. por maioria absoluta. * Este inciso X. pela Emenda Constitucional n° 15/99. ser-lhes-ão entregues até o dia vinte de cada mês. § 3°. fundo ou despesa.a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital. aprovados pela Assembléia Legislativa. sob pena de responsabilidade. 206. 165. da mesma. como as decorrentes de calamidade pública. de10/08/1999.a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias. compreendidos os créditos suplementares e especiais. X . A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. inativo e pensionista dos Municípios. inclusive por antecipação de receita. sem autorização legislativa específica. sem prévia autorização legislativa. na forma da lei complementar a que se refere o art. IV . inclusive os mencionados no art.A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. foi introduzido neste artigo. § 10.a transferência voluntária de recursos e a concessão de empréstimos. publicada no DOE N° 29. pelo Governo Estadual e suas instituições financeiras. VIII . § 8°. VI . 2l2 da Constituição Federal e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. Art. Art. IX . a criação de cargos. da Constituição Federal. reaberto nos limites de seus saldos. § 2°. o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro. 208. 158 e 159 da Constituição Federal e os arts. para suprir necessidades ou cobrir déficit de empresas. ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. sob pena de crime de responsabilidade. § 1°. serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente. V . de recursos dos orçamentos fiscais e da seguridade social. de 03 de agosto de 1999. 207. Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual. empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras. previstas no artigo 165. sem prévia autorização legislativa. a destinação de recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino.

Art.se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias. ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista. desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional. só poderão ser feitas: I . emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo de quatro anos. respeitadas a lei de orçamento anual e a programação financeira do governo.se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes. o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal. A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. 208 . § 3° . pelos órgãos e entidade da administração direta ou indireta. no primeiro mês de cada trimestre. pelos órgãos ou entidades da administração direta ou indireta.exoneração dos servidores não estáveis. bem como a admissão de pessoal. a criação de cargos ou alteração de estrutura de carreiras. publicada no DOE N° 29. § 4° .O cargo objeto da redução prevista nos parágrafos anteriores será considerado extinto. Parágrafo único. § 6° .. patrimonial e industrial." Art.025.se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes. levando em conta os recursos orçamentários e extraordinários.Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. elaborará a programação da despesa. § 2° . ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.A despesa com pessoal ativo e inativo do Estado não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar. II .O servidor que perder o cargo na forma do parágrafo anterior fará jus à indenização correspondente a um mês de remuneração por ano de serviço. o servidor estável poderá perder o cargo. O Estado organizará sua contabilidade de modo a evidenciar os fatos ligados à sua administração financeira. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. . de 03 de agosto de 1999.redução em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comissão e funções de confiança. durante o prazo fixado na lei complementar federal referida no caput. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público. a qualquer título.Decorrido o prazo estabelecido na lei complementar referida neste artigo para a adaptação aos parâmetros ali previstos. para utilização dos respectivos créditos pelas unidades administrativas. serão imediatamente suspensos todos os repasses de verbas estaduais aos Municípios que não observarem referidos limites. 209. só poderão ser feitas: I . a qualquer título.se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias. 211. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. de10/08/1999. O Poder Executivo. vedada a criação de cargo. o Estado adotará as seguintes providências: I . II . Os órgãos e entidades da administração descentralizada deverão planejar as suas atividades e programar a sua despesa anual. 210.pessoal. II . § 5° . com prévia audiência dos demais Poderes. Art.Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo. orçamentária.

216.taxas. A receita pública será constituída por tributos. efetiva ou potencial. de 07/12/2004. retificando o orçamento público elaborado pela administração em exercício. que dispõe sobre a taxa de fiscalização de serviços diversos. nesta Constituição e em leis ordinárias. Os demais ingressos ficarão sujeitos às disposições especiais para a sua efetiva arrecadação ou recolhimento. Parágrafo único. A lei poderá isentar. 214. Parágrafo único. 216. observadas as normas gerais de direito financeiro e as leis atinentes à espécie. em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. § 2°. II . 217. publicada no DOE Nº 30. prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição. propostas essas que deverão ser votadas pelo Legislativo até o dia trinta e um de dezembro.Lei Complementar. em leis complementares. A renúncia a receitas e concessões de isenções e anistias fiscais não poderão ser feitas sem interesse justificado. nesta Constituição e às normas gerais do direito tributário. O sistema tributário será exercido pelo disposto na Constituição Federal. foi acrescentado ao texto constitucional através da Emenda Constitucional nº 28. de serviços públicos de sua atribuição. remir. Art. A realização de despesas que não estejam incluídas em programação financeira importará em responsabilidade pessoal de seus ordenadores. Na documentação da despesa consignar-se-à o nome do ordenador. O Governador e os Prefeitos eleitos poderão enviar propostas. * Ver a Lei n° 5. Art. * O Parágrafo único deste Art. CAPÍTULO III DA TRIBUTAÇÃO SEÇÃO I Dos princípios gerais Art. CAPÍTULO II DA RECEITA PÚBLICA Seção Única Art. O Estado e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: I . Parágrafo único . 155. específicos e divisíveis.331. estabelecerá o Código de Defesa do Contribuinte.Art. preços e outros ingressos. . no âmbito do Estado do Pará. 212. § 1°. § 3°.055/82. com a finalidade extrafiscal de favorecer atividades úteis ou de conter atividades inconvenientes ao interesse público observada a alínea "g". inciso XII do art. reduzir. respeitados os princípios da Constituição Federal e suas leis pertinentes. da Constituição da República e a legislação federal. 215. até o dia quinze de dezembro. e alterações posteriores. A decretação e arrecadação dos tributos atenderão aos princípios estabelecidos na Constituição Federal. anistiar ou agravar tributos. Os preços públicos serão fixados pelo Executivo. 213. Art. de 01 de dezembro de 2004.impostos de sua competência.

* Ver a Lei n° 6. segundo a capacidade econômica do contribuinte.patrimônio. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. ou deles receber encargos de administração tributária. § 2°. II . decorrente de obras públicas. para o custeio. Parágrafo único.utilizar tributo com efeito de confisco. b) templos de qualquer culto. das entidades sindicais dos trabalhadores. de outros Estados e Distrito Federal. uns dos outros. c) patrimônio. A contribuição dos servidores descontada em folha de pagamento. As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. III . § 1°. III . renda ou serviços.010. contribuição cobrada de seus servidores. em benefício destes. 218. das instituições de educação e de assistência social. dos Municípios. inclusive suas fundações. de 27/12/96. que disciplina as taxas pelo exercício regular do poder de polícia. VI.exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. da União. respeitados os direitos individuais e nos termos da lei. bem como delegar à União. de sistemas de previdência e assistência social. Art. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. O Estado e os Municípios poderão instituir. 219. os impostos terão caráter pessoal e serão graduados. ou diferença tributária entre bens e serviços. atendidos os requisitos da lei.* Ver Lei 6. Sempre que possível. identificar. por si ou por suas administrações direta ou indireta. bem como a parcela devida pelo Estado ao seu órgão de seguridade. em razão de sua procedência ou destino.cobrar tributos: a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado: b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. facultado à administração tributária. especialmente para conferir efetividade a esses objetivos. periódicos e o papel destinado à sua impressão.estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. IV . SEÇÃO II Das limitações do poder de tributar Art.contribuição de melhoria. jornais. que institui a taxa de segurança pela prestação de serviços públicos. sem fins lucrativos. é vedado ao Estado e aos Municípios: I .013/96. intermunicipais ou quaisquer outros. . por meio de tributos interestaduais. o patrimônio. renda ou serviços dos partidos políticos. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. a outros Estados e Municípios.instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. a). O Estado pode coordenar e unificar serviços de fiscalização de tributos. deverão ser repassadas ao mesmo até o dia 10 do mês seguinte ao da competência. § 3°.instituir imposto sobre. d) livros. títulos ou direitos. V .

É vedado ao Estado: I. a administração tributária divulgará esclarecimentos periódicos aos consumidores sobre medidas que.. g da Constituição Federal. * Este § 5°. na forma da lei..instituir tributo que não sejam uniforme em todo território estadual ou que implique distinção ou preferência em relação a Municípios em detrimento de outro. de10/08/1999. anistia ou remissão. vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. a renda das obrigações da dívida pública dos Municípios. Compete ao Estado instituir: I .... de quaisquer bens ou direitos. federal. SEÇÃO III Dos Impostos do Estado Art. Nos termos da lei.. não se aplicam ao patrimônio. disciplinando exigência tributária.. à renda e aos serviços relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. de 03 de agosto de 1999.tributar. A vedação de que trata o inciso VI. estadual ou municipal. III .. concessão de crédito presumido. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. § 3°. 221." Art. e no parágrafo anterior. nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel. Qualquer subsídio ou isenção. taxas ou contribuições. admitida a instituição de Fundos Compensatórios. compreendem somente o patrimônio.. redução de base de cálculo. só poderá ser concedido mediante lei específica. com o adicional de sua competência. publicada no DOE N° 29. teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. estadual ou municipal... Programas Especiais e a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento sócio-econômico entre as diferentes regiões.impostos sobre: a) transmissão causa mortis e doação. pelo usuário. Art. § 5° . é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.Qualquer anistia ou remissão tributária ou previdenciária só poderão ser concedidas mediante lei específica.. relativas a impostos. § 2°. sem prejuízo do disposto no artigo 155. 222. O disposto no inciso VI. 219 § 1° . As vedações expressas no inciso VI. "a". ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas... 220.. que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição. § 5°. "a". que será progressivo.. § 2°. do artigo 219.025.instituir isenções de tributos da competência dos Municípios. à renda e aos serviços.. II . alíneas "b" e "c".§ 1°.. § 4°. São isentas de impostos estaduais as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária. no que se refere ao patrimônio. a renda e os serviços relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. venham incidir sobre mercadorias e serviços.. XII. .

§ 3°.529/89. deste artigo. 153. deste artigo.. "a". em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços. títulos e créditos.* Ver a Lei n° 5. Relativamente ao imposto de que trata o inciso I.. § 4°. admitida sua seletividade em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. II .182/98) b) operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. da Constituição Federal. "a". não excederão os limites estabelecidos pelo Senado Federal.530/89. quando neste Estado se processar o inventário ou arrolamento. serão as fixadas em resolução do Senado Federal. As alíquotas aplicáveis às operações e prestações interestaduais e de exportação do imposto de que trata o inciso I.. era residente ou domiciliado ou teve o seu inventário processado.REVOGADO. III. dinheiro. e alterações posteriores.. ou se aí o de cujus possuía bens.. que disciplina a cobrança do ICMS... de 03 de agosto de 1999. deste artigo.. "a". e alterações posteriores. de10/08/1999. publicada no DOE N° 29.... será não-cumulativo... § 2°. deste artigo. obedecerão ao que possa vir a ser determinado pelo Senado Federal. a competência para instituir o tributo de que trata o inciso I. da Constituição Federal. * Ver a Lei n° 6... Se o doador tiver domicílio ou residência no exterior.... ou no Distrito Federal. é competente o Estado para exigir o tributo sobre os bens imóveis e respectivos direitos.. deste artigo... § 2°. que dispõe sobre o imposto sobre a propriedade de veículos automotores. II .. observará o disposto em lei complementar federal.. § 5°.025. das operações internas do imposto de que trata o inciso I. a título do imposto previsto no art.... ou tiver o doador o seu domicílio. que estabelece normas para a cobrança do imposto sobre a transmissão causa mortis e doações de quaisquer bens ou direitos (alterada pela Lei n° 6. deste artigo. . § 6°. não implicará crédito de imposto para compensação daquele devido nas operações ou prestações seguintes e acarretará a anulação do crédito do imposto relativo às operações anteriores. 222 ." § 1°.. * A redação existente antes da revogação continha o seguinte teor: "Art.. na forma do disposto na Constituição Federal. As alíquotas mínimas e máximas. "b". com o montante cobrado nas operações anteriores realizadas neste Estado. * Este inciso II foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99.adicional de até cinco por cento do que for pago à União por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no território do Estado.. O imposto de que trata o inciso I. I .. 155. c) propriedade de veículos automotores. "b"... noutro.. quando situados em seu território e sobre bens móveis. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior: * Ver a Lei n° 5.. A isenção ou não incidência... compensando-se o que for devido.. na forma do art. salvo determinação em contrário da legislação..017/96... incidente sobre lucros. ganhos e rendimentos de capital. IV. As alíquotas do imposto de que trata o inciso I. "b".

. Quanto ao imposto de que trata o inciso I. no tocante a: I .definição de seus contribuintes. II . À exceção do imposto de que trata a alínea b do inciso I. o montante do imposto sobre produtos industrializados. assim como sobre serviço prestado no exterior. 153.. § 1° . configure fato gerador dos dois impostos.À exceção do imposto de que trata o inciso I. não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. IV . "b". de 03 de agosto de 1999. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. publicada no DOE N° 29. lubrificantes e minerais do país. § 9°. combustíveis líquidos e gasosos.. da Constituição Federal: III ." § 11.. O imposto de que trata o inciso I.... da Constituição Federal. localizado em outro Estado. III . § 5°.. Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final. serviços de telecomunicações. quando o destinatário não for contribuinte dele.. bem como dos referidos no artigo 153. § 10 . "b"..compensação do imposto. c) sobre o ouro. cabendo o imposto ao Estado do Pará... § 10.não compreenderá.não incidirá: a) sobre operações que destinem ao exterior produtos industrializados. combustíveis e minerais do País.incidirá também: a) sobre a entrada de mercadoria importada do exterior. deste artigo... * Este § 10 teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. b) sobre o valor total da operação. . quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios... se neste estiver situado o estabelecimento destinatário da mercadoria ou do serviço... II .. observar-se-á a lei complementar federal. nenhum outro incidirá sobre operações relativas à energia elétrica. excluídos os semielaborados definidos em lei complementar.. b) a alíquota interna. inclusive lubrificantes. do local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. de10/08/1999. quando a operação.. b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo. e energia elétrica. nos termos do disposto na Constituição Federal.. e o inciso III do artigo 223. as alíquotas internas.. para efeito de cobrança e definição do estabelecimento responsável. nas hipóteses definidas no art. nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços. deste artigo: I . nenhum outro tributo poderá incidir sobre operações relativas à energia elétrica.. I e II. ainda quando se tratar de bem destinado a consumo ou ativo fixo do estabelecimento. "b".025. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... adotar-se-á: a) a alíquota interestadual. derivados de petróleo.. quando o destinatário for contribuinte do imposto..substituição tributária.. 222 .. § 8°. Salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal. deste artigo..fixação......§ 7°. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização.. deste artigo.. em sua base de cálculo.

... exceto óleo diesel. III .Em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final. a qualquer título.... II. por natureza ou acessão física. definidos em lei complementar federal... de serviços e de mercadorias. § 2°. "a".....REVOGADO.vendas a varejo de combustíveis líquidos e gasosos..propriedade predial e territorial urbana. * Este inciso III foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99.. de 03 de agosto de 1999.... publicada no DOE N° 29... de10/08/1999. VI . a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos.... O imposto de que trata o inciso II compete ao Município da situação do bem. O imposto de que trata o inciso II não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica em realização de capital.025. incentivos e benefícios fiscais. § 1°.. quando o destinatário não for contribuinte do imposto... de 03 de agosto de 1999... salvo se. incorporação. * A redação anterior a revogação continha o seguinte teor: "Art. exceto os de garantia.V .... caberá ao Estado do Pará o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual.. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil.. SEÇÃO IV Dos impostos dos Municípios Art. da Constituição Federal. de serviços e outros produtos além dos mencionados no § 9°.. REVOGADO.. . nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão.. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior.. não correspondidos no art. publicada no DOE N° 29. e de direitos reais sobre imóveis. bem como cessão de direitos à sua aquisição. nos termos de lei municipal.. 223 .. de10/08/1999.. II .025.casos de manutenção de crédito..transmissão inter-vivos." IV . § 12 . de10/08/1999. II. de 03 de agosto de 1999... * Este § 12 foi acrescentado ao artigo 222 pela Emenda Constitucional n° 15/99.. em que será adotada a alíquota interestadual. localizado neste Estado.. O imposto de que trata o inciso I poderá ser progressivo. III . cisão ou extinção de pessoa jurídica. * Este § 4° foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99... 155.exclusão da incidência do imposto. § 4°. I . publicada no DOE N° 29.serviços de qualquer natureza.. nesses casos.. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: I ... nas exportações para o exterior. 223 . de bens imóveis.. 223..concessão e revogação de isenções. por ato oneroso.025... de forma a assegurar o cumprimento da função social da propriedade.... VII ... § 3°.. * A redação anterior a revogação continha o seguinte teor: "Art..

e não incidirá sobre o trabalho prestado. (Dispõe sobre critérios e prazos de créditos e repasse da cotaparte das parcelas do ICMS e outros Tributos da arrecadação do Estado e por este recebidas. A fixação das alíquotas máximas do imposto previsto no inciso IV.. da Constituição Federal.. por eles. I.. excluídos os serviços prestados por interposta pessoa... da Constituição Federal. 223 . na mesma operação. * Ver Lei n° 5.. serão estabelecidas em lei complementar federal. por ele. publicada no DOE N° 29.. Pertencem ao Estado: I ... e bem assim a exclusão da incidência do mesmo imposto.... mediante salário.. e bem assim a exclusão da incidência do imposto previsto no inciso IV.. * Este § 5° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.025.. 225. § 5° . Pertencem aos Municípios: I .o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza.. de 03 de agosto de 1999. I.....) .. bem como a que lhe couber no produto da arrecadação do imposto sobre produtos industrializados....A competência municipal para instituir e cobrar o imposto mencionado no inciso III não exclui a do Estado para instituir e cobrar.. Art. serão estabelecidos em lei complementar federal. nos termos do art.trinta por cento do montante da arrecadação do imposto incidente sobre o ouro extraído no Estado do Pará quando definido em lei federal como ativo financeiro ou instrumento cambial... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art..§ 1° .sua cota do Fundo de Participação dos Estados..vinte por cento do produto da arrecadação do imposto que a União instituir no exercício da competência que lhe é atribuída pelo art.645.. "b". nos termos do art.. 154. individualmente ou em caráter de empresa individual.... 159. III ...... da Constituição Federal.. O imposto referido no inciso IV adotará alíquotas referenciadas de acordo com a natureza do serviço.. nas exportações de serviços para o exterior.. "a". pertencentes aos Municípios. e II da Constituição Federal. relativamente aos imóveis situados em cada um deles. incidente na fonte.. o imposto de que trata o artigo 155.... a qualquer título." § 5°.o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza.cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. II . de 11/01/1991.. § 1° . II ... 224. 153... IV .. § 5°. a qualquer título. de10/08/1999. I.. incidente da na fonte sobre rendimentos pagos.. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. SEÇÃO V Da repartição das receitas tributárias Art..A fixação das alíquotas máximas dos impostos previstos nos incisos III e IV. § 4° . suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. sobre rendimentos pagos. nas exportações de serviços para o exterior....." § 6°. I..

nos termos do art.. inclusive de suas autarquias. da Constituição Federal. de 11/01/1991.. conforme a origem do imposto a que se refere o art. aos Municípios.que Dispõe sobre critérios e prazos de créditos e repasse da cotaparte das parcelas do ICMS e outros Tributos da arrecadação do Estado e por este recebidas. pertencentes aos Municípios. publicada no DOE N° 29. 226 .. VI .Essa vedação não impede ao Estado de condicionar a entrega de recursos ao pagamento de seus créditos efetiva e definitivamente exigíveis. da Constituição Federal.645.. § 2°.três quartos. sob pena de responsabilidade. 226... da Constituição Federal. na forma da lei.. As parcelas de receita pertencentes aos Municípios. realizadas em seus territórios.. de 03 de agosto de 1999. no mínimo. IV . nesta seção. mencionadas no inciso IV deste artigo. VII . de10/08/1999. incidente sobre o ouro. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art." .vinte e cinco por cento dos recursos recebidos pelo Estado. I . V. Art. É assegurado aos Municípios que tenham parte de seus territórios integrando unidades de conservação ambiental. efetiva e definitivamente exigíveis.. * Este Parágrafo Único teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. 159.setenta por cento da arrecadação. É vedada.III . Parágrafo Único . V .cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto estadual sobre a propriedade de veículos automotores licenciados no território de cada um deles. II .. § 3°. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. 159.. quanto ao crédito das parcelas da receita referenciada no artigo 158. "b".. serão creditadas conforme os seguintes critérios: I ... * Ver Lei n° 5. bem como qualquer dedução a título de custos administrativos ou de outra natureza.. sem prejuízo de outras receitas. da Constituição Federal. de acordo com o que dispuser lei estadual. pertencentes aos Municípios. § 1°. tratamento especial.. IV e parágrafo único. na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.. II.. 153. neles compreendidos adicionais e acréscimos relativos a impostos.a respectiva quota do Fundo de Participação dos Municípios referida no art. de 11/01/1991 que Dispõe sobre critérios e prazos de créditos e repasse da cotaparte das parcelas do ICMS e outros Tributos da arrecadação do Estado e por este recebidas.Essa vedação não impede o Estado de condicionar a entrega de recursos ao pagamento de seus créditos. Parágrafo único ..até um quarto.vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto estadual sobre as operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de comunicação. a retenção ou qualquer restrição à entrega e ao emprego dos recursos atribuídos.645..025. * Ver Lei n° 5.

Art.a fiscalização complementar das operações tributáveis realizadas em seu território.o acompanhamento e a fiscalização do cálculo das quotas e da liberação das participações. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação. ainda. adotarão os princípios estabelecidos pela Constituição Federal e mais os seguintes: I . os valores. ficando o estabelecimento oficial de crédito que não entregar. II . monetariamente. pelo Estado. até o vigésimo dia do mês seguinte ao do recebimento do imposto ou da receita transferida. independentemente da responsabilização pessoal de seus dirigentes. os valores de origem tributária entregues e a entregar e a expressão numérica dos critérios de rateio. devam acompanhar as mercadorias em operações de que participem produtores. desde já. nos termos da lei federal ou estadual. quando solicitada. 228.Art. respeitando as características e necessidades de cada Município. a parcela que a este pertencer. III . 227. fica assegurado aos Municípios quanto a todos os recursos previstos nesta seção: I . Art.a efetiva entrega das participações. incorrendo. VI .o planejamento do desenvolvimento estadual compatibilizará o crescimento da produção e da renda com a sua distribuição entre os vários segmentos da população e as diversas regiões do Estado. desde logo. . V . a pessoa física ou jurídica responsável.No caso de retenção ou atraso na entrega das participações mencionadas no inciso II. integralmente. 229. na promoção da justiça social. e assegurando: a) a internalização no território paraense dos benefícios da produção. especificando a quota pertencente a cada um. aos contribuintes. b) a preservação das reservas indígenas. aberta em estabelecimento oficial de crédito. na forma da lei. até o último dia do mês subseqüente ao da arrecadação. os montantes de cada um dos tributos arrecadados.o acesso aos documentos que tiverem servido de base à fixação do valor adicionado ocorrido em seu território. sob pena de responsabilidade. os montantes de cada um dos tributos arrecadados. bem como os recursos recolhidos. intervindo contra o abuso do poder econômico. Os Municípios divulgarão.a informação. bem como os recursos recolhidos. deverá o Estado atualizar. Parágrafo único . de acordo com a lei. Parágrafo único. sujeito às sanções aplicáveis aos estabelecimentos bancários que deixam de cumprir saques de depositantes. mediante depósito em conta especial de que sejam titulares os Municípios do Estado. IV . a qualquer Município. O Estado divulgará.o Poder Público garantirá que a livre iniciativa não contrarie o interesse público.a verificação de documentos fiscais que. Os dados serão divulgados por Município. acerca do valor e destino das mercadorias que tiverem produzido. O Estado e os Municípios. industriais e comerciantes estabelecidos em seu território. Respeitada a disciplina da Constituição Federal e da legislação complementar federal e estadual pertinente.os atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular serão objeto de sanção que atingirá . III. 230. neste último caso. na promoção do desenvolvimento e da justiça social. devendo os recursos depositados ser colocados imediatamente à disposição dos beneficiários. em juros e multas. II . TÍTULO VIII DA ORDEM ECONÔMICA E DO MEIO AMBIENTE CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Art.

prever infra-estrutura para armazenagem. respeitando os princípios constitucionais.943/96. nas áreas rural e urbana. políticas e programas que apoiem a organização de atividades produtivas. na elaboração. em cooperativas e outras formas de associativismo. assegurando respeito ao meio ambiente e à cultura das localidades onde vier a ser explorado. da Constituição Federal. a elevação dos níveis de renda e da qualidade de vida. que deverá buscar a integração com o planejamento municipal e com o nacional.definir e implementar.participação dos Municípios e das entidades representativas de trabalhadores. de 26/03/96. assegurando às cooperativas desses produtores participação direta na gestão dos referidos empreendimentos. energético e social. de produtos dos pequenos produtores rurais e urbanos. priorizem a desconcentração espacial das atividades econômicas e o melhor aproveitamento de suas potencialidades locais e regionais. adotarão política buscando proporcionar condições necessárias para o incremento do setor. e possibilitem o acesso da população ao conjunto de bens socialmente prioritários. II . devendo a lei instituir mecanismos institucionais e operacionais. artesãos. principalmente dos pequenos agentes econômicos.elaboração e implantação de políticas setoriais que. cooperativas e empresários. o Estado e os Municípios promoverão e incentivarão o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico . estabelecido de acordo com o potencial das diferentes microrregiões e com a participação dos Municípios interessados sendo as ações realizadas de forma integrada com a iniciativa privada. cabendo ao Poder Público o controle de qualidade dos serviços oferecidos pelas empresas de turismo. na forma da lei. dando tratamento preferencial ao setor industrial. assim como regulamentará o Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará. agropecuário e de serviços. considerando a valorização da cultura local e a promoção econômico-social dos agentes econômicos e suas famílias. utilizando como instrumento básico de intervenção o plano diretor de turismo. V. no desenvolvimento dos setores mineral. transporte e pontos de venda direta ao consumidor.c) o respeito ao equilíbrio ambiental. dos agentes econômicos e dos trabalhadores na elaboração das políticas e planos estaduais. 231.aplicação preferencial dos recursos oriundos da participação prevista no art. O Estado e os Municípios dispensarão tratamento diferenciado para o cooperativismo e outras formas de associativismo econômico. inclusive de microempresários. mineral. VII. que contará com a participação majoritária da sociedade civil e terá dentre outras as seguintes atribuições: a) definir a política e os instrumentos para o desenvolvimento econômico do Estado.participação das entidades representativas. A lei estabelecerá as diretrizes e bases do planejamento do desenvolvimento econômico. VI. b) garantir a busca do desenvolvimento econômico integrado setorialmente e que diminua as desigualdades regionais e pessoais. 20. à qual caberá: * Ver a Lei n° 5. IV. Além do tratamento preferencial mencionado no inciso IV deste artigo. execução e acompanhamento de planos anuais e plurianuais de desenvolvimento econômico. § 1°.957. I . energético. Art. . que dispõe sobre a política de incentivos às atividades produtivas do Estado do Pará. * Ver Lei 5. na forma da lei. § 2°. assegurando recursos financeiros para o atendimento do aqui disposto: § 1°. turístico. comercial.

participação de suas entidades representativas na elaboração de políticas governamentais voltadas para o setor e em colegiados de natureza pública que tratem especialmente da ordem econômica. Art. 231. II . integradas por pequenos agentes econômicos.. 40. para apoiar financeiramente as cooperativas e demais formas de organizações associativas. 232. inclusive as bases de cálculos específicos para as quotas dos tributos estaduais.. estejam vinculadas ou associadas a outras empresas. pescadores artesanais e artesãos. administrativas e creditícias.assegurar ampla liberdade e autonomia para a organização de cooperativas e para o ato cooperativista. III . a exploração direta de atividade econômica pelo Estado e pelos Municípios só será permitida.exclusão dos benefícios deste artigo das microempresas e empresas de pequeno porte que. observando o seguinte: I . * Este Parágrafo Único teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 02. as cooperativas integradas por pequenos agentes econômicos". quando necessária aos imperativos da Segurança Nacional ou a relevante interesse coletivo. 234. de conformidade com o art..A lei fixará o percentual do fundo criado no art. 233.. inclusive no ato de sua criação. VI . financeiramente. 40. por meio da lei.fixar a participação das entidades representativas das cooperativas na elaboração de políticas governamentais voltadas para esse segmento e em colegiados de natureza pública. visando incentivá-los pela simplificação de suas obrigações administrativas. às cooperativas e outras formas de associativismo de pequenos agentes econômicos bem como de produtores rurais. conforme definido em lei. incluindo habilitação sumária e procedimentos simplificados para participação em licitações. assim definidos em lei.. redução ou simplificação de obrigações burocráticas. 179 da Constituição Federal.. junto a órgãos públicos. diretamente ou através de seus titulares....tratamento preferencial na aquisição de bens e serviços pelo Poder Público. tratamento jurídico diferenciado. IV .estabelecer o ensino do cooperativismo nas escolas públicas de primeiro e segundo graus.eliminação. A lei fixará o percentual do fundo criado no art. dispensarão às microempresas.. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias para apoiar..definição de critérios a serem adotados para a classificação dessas empresas. tributárias e creditícias... * A redação original tinha o seguinte teor: “Art.. visando à preservação e ao desenvolvimento das mesmas. Art.. de ll/04/95. às empresas de pequeno porte.. que tratem especialmente da ordem econômica.III . V . As microempresas e empresas de pequeno porte receberão do Estado e Municípios proteção especial. V .. . consórcios ou grupos de empresas que explorem quaisquer atividades econômicas.. que será regulamentada em lei.. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Art. Parágrafo Único . . ou pela eliminação ou redução destas. sócios ou integrantes. Ressalvados os casos previstos na Constituição Federal...... IV .. Parágrafo Único. O Estado e os Municípios.criação de mecanismos descentralizados a nível territorial para oferecimento de pedidos e requerimentos de qualquer espécie.

. publicada no DOE N° 29.os mandatos.A empresa pública.. e de outras fontes. V .a constituição e o funcionamento dos conselhos de administração e fiscal. e pelos Municípios.integração e complementaridade das atividades urbanas e rurais: . § 1°... serviços. com a participação de acionistas minoritários. § 2°.. o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e a garantia do bem-estar de sua população. comerciais. Os recursos financeiros referidos no caput deste artigo serão oriundos. de10/08/1999... II . II . As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado. com vistas à estruturação de sistema estadual de cidades.. no todo ou em parte. de 03 de agosto de 1999. Parágrafo único. 235.licitação e contratação de obras. a fim de garantir o desenvolvimento econômico e social. da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços. * Este artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99.025. REVOGADO." CAPÍTULO II DA POLÍTICA URBANA Art.... publicada no DOE N° 29. A política urbana. trabalhistas e tributários. * A redação antes da revogação continha o seguinte teor: "Art. 20. respeitados os princípios constitucionais e mais os seguintes: I . * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. compras e alienações.. III . a sociedade de economia mista e outras entidades que explorem atividade econômica se sujeitam ao regime jurídico próprio das empresas privadas. prevista no art... visando ao atendimento de novas áreas. e o acréscimo dos incisos abaixo.. observados os princípios da administração pública...O Estado deverá prover recursos financeiros continuados para o seu programa de eletrificação.na função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade. a avaliação de desempenho e a responsabilidade dos administradores. Art. no processo de definição de estratégias e diretrizes gerais. 234 . ampliação e melhoria dos sistemas existentes. inclusive quanto aos direitos e obrigações civis. da Constituição Federal. dispondo sobre: * Este § 1° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.§ 1°. no que couber. A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública. de10/08/1999. terá como objetivo.025. de 03 de agosto de 1999. inclusive quanto às obrigações trabalhistas e tributárias..a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas. § 1° .adequada distribuição espacial das atividades econômicas e sociais e dos equipamentos urbanos públicos e privados." I .. da participação do Estado no resultado de exploração de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica.. 235 . 236.. a ser formulada e executada pelo Estado. IV .

energia elétrica. os Municípios que. abastecimento. transporte coletivo. na forma do disposto nos incisos X e XI do artigo 29 da Constituição Federal. § 5°. o Município deverá considerar a totalidade do território municipal. c) participação das associações representativas no planejamento e controle da execução dos programas de interesse local. os Municípios deverão estabelecer. iluminação pública. V . lazer e segurança. Os orçamentos dos Municípios dos quais seja exigido plano diretor devem destinar recursos para sua elaboração. em seus aspectos físicos. expressas no plano diretor. prioritariamente. regularização e titulação das áreas degradadas. das atividades e serviços de competência ou a cargo do Estado. § 7°. através de lei. § 6°. . mediante concessão de uso. estratégias e diretrizes gerais de ocupação que garantam as funções sociais desses núcleos e da propriedade. em níveis compatíveis com a dignidade da pessoa humana. o Município poderá determinar o parcelamento. A política urbana deve garantir às gestantes e pessoas portadoras de deficiência facilidade de acesso aos bens e serviços coletivos. Com base nas exigências do plano diretor.harmonização. As terras públicas não utilizadas ou subutilizadas serão. o território municipal deverá ser dividido em solo urbano e solo rural. Na elaboração de plano diretor. pelos próprios interessados.promoção e execução de programas de construção de moradias populares. dentre outras. serão atendidos prioritariamente. condições e prazos para sua execução. Para fins administrativos. quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade. econômicos e sociais. § 8°. inclusive nos meios de transportes e locais públicos e privados. a assentamentos de população de baixa renda e à instalação de equipamentos coletivos. § 10. acompanhamento e atualização. por cooperativas habitacionais e pelas demais modalidades alternativas de construção. VI . § 3°. possuindo planos diretores. uso. § 2°. no âmbito urbano. nos termos da lei. desapropriar áreas incluídas no plano diretor. nesta Constituição e na lei orgânica municipal: d) reserva de área para implantação de projetos de interesse social. bem como sua utilização respeitará a legislação urbanística e não provocará danos ao patrimônio ambiental e cultural. fiscais e de uso e ocupação do solo. com a eliminação de preconceitos e obstáculos arquitetônicos. saúde. saneamento básico. assim como à preservação do patrimônio cultural e ambiental. Quando da liberação de recursos e concessão de benefícios para fins de desenvolvimento urbano e social. destinadas.promoção do direito de todos os cidadãos à moradia. fixando as áreas. § 9°. parcelamento e zoneamento do solo urbano. O Poder Público Municipal poderá. preferencialmente sem remoção dos moradores. sem a remoção dos moradores. VII . IV .quando o Poder Público desapropriar áreas de terras em conseqüência de processos de urbanização.III . Para núcleos urbanos com população inferior a vinte mil habitantes e superior a três mil habitantes. a regularização fundiária e a titulação em favor da população de baixa renda serão realizadas preferencialmente. § 1°. as seguintes diretrizes: a) ordenamento territorial sob requisitos de ocupação. A propriedade cumpre sua função social.assistência na elaboração de planos diretores aos Municípios que a solicitarem. com o Município interessado. a edificação ou a utilização compulsória de terreno que não tenha atingido índice mínimo de aproveitamento ou ocupação previstos na legislação de uso e ocupação do solo. comunicação. sempre que os proprietários não as utilizarem adequadamente. adotem. racionalização e articulação dos investimentos. na forma da lei. educação. § 4°. b) urbanificação.

propiciando-lhe melhores condições de vida. d) direito real de concessão de uso.institutos jurídicos: a) desapropriação. d) taxas e tarifas diferenciadas por zonas urbanas. em outro local.tributários e financeiros: a) imposto predial e territorial progressivo e diferenciado por zonas urbanas. principalmente da produção de alimentos. II . c) tombamento. O proprietário de imóvel declarado de interesse ao cumprimento das exigências do plano diretor. doar ou alienar.) . f) transferência do direito de construir. o Poder Público usará. b) contribuição de melhoria. AGRÁRIA E FUNDIÁRIA Art. o direito de construir ainda não exercido e previsto na legislação de uso e ocupação do solo municipal. agrária e fundiária será formulada e executada com a efetiva participação dos diversos setores de produção. d) lei de obras e edificações. A autorização para exercer em outro local o direito de construir pode ser dada a proprietário de imóvel tombado. nos termos da lei e levando em conta. 238. e) cadastro técnico. c) fundos destinados ao desenvolvimento urbano. Nas cidades balneárias. através do implemento de tecnologias adequadas às condições regionais.94 (Dispõe sobre a lei agrícola. c) parcelamento do solo. 239.de planejamento urbano: a) plano de desenvolvimento urbano. segundo os serviços públicos oferecidos. na forma da lei municipal que regulamentará a matéria e preverá os casos especiais em que se aplicará o aqui disposto. comercialização e consumo. h) discriminação de terras públicas. Art.06.* Ver a Lei n° 6. principalmente. b) zoneamento. g) parcelamento. 237. A política agrícola. Art. III . justiça social e o aumento de produção agropecuária. os seguintes instrumentos: I . Parágrafo único. especialmente empresários e trabalhadores rurais representados por suas entidades sindicais. visando a fixação do homem nas zonas rurais.849. de 24. que dispõe sobre normas de adaptação de prédios de uso público. Para assegurar as funções sociais da cidade e da propriedade. b) servidão administrativa. agrária e fundiária do Pará. CAPÍTULO III DA POLÍTICA AGRÍCOLA. não será permitida a construção de prédios com mais de seis pavimentos. edificação ou utilização compulsória. a fim de assegurar o acesso adequado aos portadores de deficiência.020/97. mediante escritura pública. poderá ser autorizado a exercer. e) usucapião urbano e especial. na forma da lei. turísticas e estâncias hidrominerais. preferencialmente: * Ver Lei 5. § 11.

cooperativas e outras formas associativas de trabalhadores rurais. que estabelecerá as hipóteses em que a demarcação será gratuita e regulará a remessa dos respectivos laudos para o órgão colegiado competente. c) a adequação da atividade agrícola à preservação e recuperação dos recursos naturais renováveis e do meio ambiente. através de sistemas de comercialização direta entre produtores e consumidores. IV . objetivando manter o fluxo contínuo de benefícios à população.a adoção de política de desenvolvimento agrícola que tenha por objetivo: a) o desenvolvimento econômico.as terras públicas e devolutas discriminadas. X . g) a criação e estímulo de mecanismos de comercialização cooperativa.a compatibilização das ações e a operacionalização das diretrizes e metas do Plano Nacional de Reforma Agrária. ou projeto de proteção ambiental. (Dipõe sobre a preservação do solo agrícola. . III .a elaboração de projetos de assentamento de trabalhadores rurais.I . ou concessão de uso. ampla divulgação e definição de dotação orçamentária e dos recursos necessários à execução e conclusão de todo o processo da ação aqui referido. II .a regionalização da política. precedida de demarcação oficial. organizados em unidades cooperativas ou associativas. programas e outros meios de fomento da política de desenvolvimento agrícola para unidades familiares. à conservação do solo. no fornecimento de insumos básicos e de serviços de mecanização agrícola. através de alienação gratuita ou onerosa. nos termos da lei. prioritariamente.) d) a prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural. em áreas de até 100 hectares. V . com os valores assim arrecadados. f) a fiscalização e controle do sistema de armazenamento.879/94. e) o incentivo e a manutenção da pesquisa agropecuária que garanta o desenvolvimento do setor de produção de alimentos com progresso tecnológico. VIII . direcionado preferencialmente para o atendimento ao pequeno produtor rural. VII .a instituição de contribuição de melhoria para os casos em que a execução de obras públicas pelo Estado traga benefícios diretos ou indiretos ou valorizem as terras de propriedade privada acima dos padrões médios vigentes na região. destinados a assentamentos rurais de pessoas de baixa renda que não tenham a posse ou a propriedade de terras. cultural e social dos trabalhadores rurais. b) a ocupação estável da terra. bem como assentamentos agrários voltados para o abastecimento urbano. na área rural.a transferência das terras públicas do Estado a pessoas físicas ou jurídicas. na execução de obras de infra-estrutura física e social. considerando.a priorização à pequena produção e ao abastecimento alimentar. preferencialmente de trabalhadores rurais que utilizam a força de trabalho da própria família. IX .a promoção de ação discriminatória das terras públicas. nos termos da lei. incentivando a criação de formas associativas conveniadas com as entidades sindicais de trabalhadores rurais. * Ver a Lei n° 5.o direcionamento obrigatório e prioritário dos recursos. serão destinadas para assentamento agrícola. com atualização periódica. ou qualquer forma associativa de trabalhadores rurais. como instrumento prioritário da política. com garantia de prioridade no atendimento à assistência técnica e creditícia. sua família e organização. o abastecimento de produtos agropecuários e a comercialização de insumos agrícolas. as microrregiões. inclusive de caráter comunitário. VI .

§ 2°. mediante aprovação do órgão fundiário competente. 241.§ 1°. agropecuárias. III .área de 100 até o limite de 500 hectares. II . quando for o caso. ou não. além do disposto no inciso anterior. I. (Dispõe sobre a lei agrícola. § 5°. mediante aprovação prévia de um plano de exploração econômica pelo Conselho Estadual de Política Agrícola.94.obrigação de residência permanente dos beneficiários na localidade em que se situar a área de objeto do contrato. competindo-lhe: * Ver o § 4° da Lei 5. abaixo dos quais tais propriedades serão consideradas improdutivas. nos casos que julgar conveniente. 240. nos termos da lei. cláusulas que disponham sobre: I . III . 242. e sem prejuízo de outras estabelecidas pelas partes. de acordo com a legislação federal. II . agrária e fundiária. majoritariamente. através de ações e dotações orçamentárias. para concessão de assistência técnica. Art. ainda que por interposta pessoa. O Estado garantirá. Agrária e Fundiária. programas específicos de crédito.500 até o limite de 2. Fica criado o Conselho Estadual de Política Agrícola.comprovação por parte do concessionário de não ser proprietário ou possuidor. paritariamente. inclusive. Agrária e Fundiária. ouvido o Conselho Estadual de Política Agrícola. A concessão de terras públicas far-se-á mediante contrato. respeitadas as seguintes normas. § 3°. fixando índices para a pecuária e para a agricultura. sem qualquer ônus para eles.500 hectares. com a indicação do uso do solo e da produção agrícola. 255. observado o disposto no art.) I . dependerá de prévia aprovação da Assembléia Legislativa. planos e programas de política agrícola. contendo. nos termos da lei. além de outras previstas em lei: I .área de até 100 hectares. Art. V . Incluem-se no planejamento agrícola as atividades agroindustriais. possam regularizar ou legalizar a posse das terras que habitem. O Estado somente concederá suas terras. II . agrária e fundiária.06. O Estado dará a devida assistência. de outro imóvel rural. pesquisa. IV .área de 500 até o limite de 1. profissionais e econômicas.exploração da terra diretamente pelo concessionário para cultivo ou qualquer outro tipo de exploração.opinar acerca da proposta orçamentária da política agrícola.julgar a relevância. assistência técnica e extensão florestal.criar comissões para acompanhamento e fiscalização de projetos de assentamento no território estadual. Lei complementar definirá o que é propriedade produtiva no Estado. para o Estado. necessariamente. dos projetos agroindustriais apresentados com vistas à alienação de terras nos termos do art. O Estado promoverá o cadastramento geral das propriedades rurais. Agrária e Fundiária. até o limite máximo de dois mil e quinhentos hectares. agrária e fundiária.849. agrária e fundiária do Pará. sindicais. em conformidade com a política agrícola e agrária e seus respectivos planos e programas.500 hectares.manutenção das reservas florestais obrigatórias e observância das restrições do uso do imóvel. especialmente através de seu órgão fundiário e da Defensoria Pública. por representantes da sociedade civil através de entidades ligadas à questão agrícola. constituído por representantes do Poder Público e.área de 1. para que os ribeirinhos. § 1°. IV . IV . pesqueiras e florestais. III .opinar sobre os pedidos de alienação ou concessão das terras públicas do Estado. de 24. § 4°. .propor diretrizes.

respeitados os princípios constitucionais. ampliação e operacionalização das indústrias de pesca pelo sistema de arrasto). até o limite máximo de 2. Compete ao Estado a elaboração de uma política específica para o setor pesqueiro industrial e artesanal. É proibida a pesca de arrasto ou qualquer outra modalidade predatória nos rios. nos lagos. empresas e trabalhadores na indústria da pesca na definição desses períodos e áreas. Art. e não apenas nas intervenções dela resultantes ou decorrentes. * Ver Lei Complementar nº l7. 244. A alienação referida no caput deste artigo somente será permitida. ouvido o Conselho Estadual de Política Agrícola Agrária e Fundiária sempre que.forem descumpridas as leis fiscais e trabalhistas. III . o disposto no artigo anterior. § 1°. de 24/0l/94 ( dispõe sobre a instalação. prioritariamente. dado seu caráter social. objetivando preservar a fauna aquática.§ 2°. § 3°. quando se tratar de trabalhadores rurais que residam na terra e a cultivem com a força de trabalho da própria família. mediante a aprovação da maioria absoluta da Assembléia Legislativa aplicando-se. programas específicos de crédito.for descomprida qualquer claúsula contratual. Nos casos em que a Assembléia Legislativa tiver que dar prévia autorização para alienação ou concessão de terras públicas. § 3°. inclusive da fauna acompanhante da pesca industrial. verificada a necessidade de destinação de terras públicas e devolutas compatibilizada com a política agrícola e com o plano nacional de reforma agrária e atendido o requisito de conciliar a propriedade privada com a sua função social.500 hectares. caracterizados. Art. CAPÍTULO IV . a regularização fundiária das terras públicas. neste caso até o limite mínimo de dez milhas náuticas da costa. em sua elaboração. assistência técnica e extensão pesqueira. propiciando os mecanismos necessários à sua viabilização. implementação e avaliação. A lei disporá sobre os períodos e área de pesca. § 3°.não forem observadas as prescrições constitucionais relativas aos direitos e garantias fundamentais. § 5°. Art. priorizando este último e a aqüicultura. pesquisa. assegurada a participação do órgãos de representação dos pescadores artesanais. São indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelo Poder Público estadual por ações discriminatórias necessárias à proteção dos ecossistemas naturais. § 4°. § 2°. 243. sem direito à indenização e retornando o direito do uso da terra ao Poder Público. A pesca artesanal. deverá se manifestar no prazo de quarenta e cinco dias. II . A concessão será automática e sumariamente rescindida. comprovadamente: I . e em caráter excepcional. sem qualquer ônus aos concessionários. no que couber. O limite máximo acima referido não se aplica aos casos de alienação para solucionar questões de limites ou definição de linhas divisórias com outros Estados ou Territórios. § 4°. Caberá ao Estado criar mecanismos que garantam a comercialização direta entre pescadores e consumidores. O Estado executará. preservação e integral aproveitamento de seus recursos. 242. é considerada atividade prioritária. na forma da lei. devendo o Estado proporcionar condições de desenvolvimento desse setor através de regulamentação própria. § 2°. A lei estabelecerá os casos e formas de alienação das terras do Estado. § 1°. estuários e no litoral do Estado. O Estado participará da administração da política fundiária. O Estado garantirá. através de ações e dotações orçamentárias. como de baixa renda.

. inclusive interrompendo atividades predatórias. * Esta alínea "a". VIII.. defendendo seus interesses. promover melhores condições de exploração e transformação dos bens minerais... .. implantação e operação da atividade garimpeira..105/98. resguardando a soberania nacional sobre a pesquisa.internalização dos efeitos positivos gerados pela exploração dos recursos minerais e hídricos do Estado. 245 .apoio e assistência técnica permanente. disciplinando a conservação e o aproveitamento racional dos bens minerais e das águas observando os seguintes princípios: * Ver Lei 5. considerados para tanto recursos hídricos utilitários. V .. IX. * Ver a Lei n° 6. VII . a política minerária e hídrica. 245...definição de estratégias de exploração mineral que contemplem os vários segmentos produtivos. de empregos diretos e indiretos e de efeitos que importem na ampliação da atividade econômica para atender ao mercado local: b) criar programas e projetos integrados que formem uma mesma cadeia produtiva ou complexo de setores economicamente articulados. II .. III . lavra e uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis.. exploração. do artigo 245.. I . I . buscando.. através de lei. inclusive atividades garimpeiras. de 03 de agosto de 1999. VI ... de10/08/1999. através de um processo de desenvolvimento integrado setorialmente e harmonioso territorialmente.. (Dispõe sobre a conservação e proteção dos depósitos de águas subterrâneas no Estado. na organização.apoio e promoção ao aproveitamento do potencial de energia hidráulica de capacidade reduzida.. publicada no DOE N° 29.respeito às aptidões do meio físico e a preservação e otimização do aproveitamento dos recursos naturais. O Estado definirá.DA POLÍTICA MINERÁRIA E HÍDRICA Art... cooperativa e associativa...harmonia e equilíbrio com os demais setores e entre regiões do Estado.. IV . respeitados os regimes naturais como parte integrante do ciclo hidrológico....fomento a atividades de pesquisa e de desenvolvimento e difusão tecnológica dos setores minerais e hídrico... de 04/0l/94.796. garantida a preservação do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros. com acesso a novas tecnologias do setor.. de forma a: a) estimular a geração de oportunidades de investimento. foi revogada pela Emenda Constitucional n° 15/99.defesa ao direito de sua população alcançar um padrão adequado de bem-estar social e econômico...gestão conjunta e coordenada das águas de superfície e subterrâneas.. (Define a política minerária e hídrica do Estado.025. prioritariamente.. do inciso IX.. * A redação antes da revogação continha o seguinte teor: "Art. objetivando a qualidade de vida da população. buscando assegurar que: a) REVOGADO.

.. e de monitoramento das atividades direta e indiretamente vinculadas à mineração.. § 3°.." b) REVOGADO. § 2°. acompanhamento e fiscalização das concessões de direitos de pesquisa e exploração dos recursos minerais e hídricos em seu território.025.. a ser considerada como custo social consectário. para atender o consumo de pessoas físicas e jurídicas residentes ou estabelecidas no seu território. publicada no DOE N° 29.. e de outras fontes.. do inciso IX.. 245 ... hidrologia.. estatística e cartografia. preferencialmente... b) em qualquer projeto de produção de energia hidráulica de grande escala seja obrigatória a extensão de suas linhas de transmissão para abastecer consumidores dos Municípios contíguos ao projeto ou através dos quais passem suas linhas principais de transmissão.. § 1°. urbana e educacional decorrentes de sua implantação...... * A redação antes da revogação continha o seguinte teor: "Art...... previstos no art.. no todo ou em parte....... a) .... No aproveitamento das águas superficiais e subterrâneas será considerado prioritário o abastecimento às populações. * Ver Lei Complementar nº l8.... e) seja garantido o emprego de mão-de-obra local nos grandes projetos localizados no território paraense.. na forma da lei.. do artigo 245. sanitária...IX .... da participação no resultado da exploração dos recursos minerais. O Estado organizará e manterá serviço de geologia. Art.. de modo a permitir o registro. I .... Os recursos financeiros referidos no parágrafo anterior constituirão programa específico.. foi revogada pela Emenda Constitucional n° 15/99...... * Esta alínea "b".." c) os grandes projetos localizados em território paraense sejam responsáveis pelo financiamento de ações e serviços que visem compensar e atender aumento significativo da demanda de infra-estrutura social. .. assim como sejam eles responsáveis por ações voltadas para evitar a solução de continuidade de auto-sustentação econômica dos núcleos populacionais criados ou ampliados no interesse desses projetos. estabelece normas para a utilização da participação do resultado da exploração dos minerais do Estado).... que serão oriundos. em consonância com a legislação federal. 246... d) seja regularizada a navegação nos rios localizados em território paraense e utilizados para projetos de geração de energia que os possam obstruir. IX .. a) a energia hidráulica produzida no Estado seja ofertada.... 20... de10/08/1999. de 03 de agosto de 1999. § 1°.de 24/0l/94 ( Institui Programa Especial de Mineração do Estado do Pará...... O Estado do Pará deverá prover recursos financeiros continuados para a execução da política minerária..... da Constituição Federal... meteorologia. assegurando-se a transposição regular das barragens pela navegação...

sobre a proposta orçamentária para o respectivo setor. em lei complementar. majoritariamente. sendo a redação inserida na Lei com a publicação no Diário Oficial do 26/04/96. as necessidades de deslocamento da pessoa humana no exercício do direito de ir e vir. obrigatoriamente. de 28/l2/95. * Ver Lei Complementar n° 18/94. O conselho será mantido pelo Estado e contará com a participação de representantes do Poder Público e. previamente.desenvolvimento econômico. a ele competindo além de outras atribuições previstas em lei: a) opinar. sobre a política minerária e hídrica. prioritariamente. que tem caráter essencial. um conselho consultivo específico.responsabilidade do Poder Público pelo transporte coletivo. Parágrafo único. (Cria o Conselho consultivo da Política Minerária e Hídrica do Pará) (alterada pela Lei n° 5. mar territorial ou zona econômica exclusiva. IV .estabelecimento. respeitadas as diretrizes de uso do solo. controle e fiscalização de todas as atividades. 249. relacionadas à mineração ou a recursos hídricos. através de lei. estabelecendo. assegurado mediante tarifa condizente com o poder aquisitivo da população e com garantia de serviço adequado ao usuário.segurança. particularmente entidades ligadas à questão de mineração e recursos hídricos. de representantes da sociedade civil. II .922. avaliação.919/95). nos termos da lei. III . V . de 24/01/1994 (Institui o Programa Especial de Mineração do Estado do Pará. de critérios de fixação de tarifas.preservação do meio ambiente. A Assembléia Legislativa rejeitou o veto. Será criado. do patrimônio arquitetônico e paisagístico e da topologia da região. normas para a utilização dos recursos assim auferidos. . c) assessorar o Poder Público em matéria de mineração e recursos hídricos. rodoviário e aquaviário). voltado para o acompanhamento. CAPÍTULO V DOS TRANSPORTES Art. implantação e operação serão observados os seguintes princípios: I . Os sistemas viários e os meios de transporte atenderão. * Ver Lei 5. O Estado participará do resultado da exploração dos recursos naturais em seu território e respectiva plataforma continental.807/94.) * Ver Lei Complementar n° 035. no seu planejamento. higiene e conforto do usuário.Art.Esta Lei teve o seu art. (Dispõe sobre os critérios para fixação de tarifas para o transporte coletivo intermunicipal. resguardando o princípio da compensação social. OBS . 247. e a obrigatoriedade de publicação das planilhas de cálculo no órgão oficial a cada fixação ou reajuste. através de lei. b) opinar. e. 248. e fiscalizará a compensação financeira decorrente dessa exploração.8º vetado. de 24/06/1998(Disciplina a destinação dos recursos de que trata o citado artigo) Art. * Ver a Lei n° 5. estabelece normas para a utilização da participação do resultado da Exploração dos Minerais do Estado.

. o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação. § 1° . poderá entregar a execução do serviço de transporte de sua competência a empresas... c) policiais civis e militares e carteiros... poderá entregar a execução do serviço de transporte de sua competência a empresas.. a) pessoas portadoras de deficiência........ bem como as condições de fiscalização...... intervenção.. de10/08/1999...... * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art.. em regime de cooperação.. publicada no DOE N° 29..... bem como as condições de fiscalização.. nos termos da lei. 249. § 2° . intervenção..... as penalidades a elas aplicáveis. para: a) pessoas portadoras de deficiência mental. . 249 . de10/08/1999.. de 09/08/2005..... com reconhecida dificuldade de locomoção........ de 17/08/2005. após regular processo licitatório e aprovação da Assembléia Legislativa..... na forma da lei.. através de associações representativas da sociedade civil. inclusive. § 2° ........ 249........" ..o regime das empresas autorizadas..025... VI ... concessionárias ou permissionárias.o regime das empresas concessionárias ou permissionárias.... mediante concessão ou permissão......... O Estado e os Municípios. sensorial e motora. nos termos da lei.VI ..... municipais e intermunicipais.. na forma da lei. rodoviários e aquaviários. § 2°...025.. § 1°. quando em serviço.. criarão câmaras de compensação tarifária relativas ao transporte rodoviário de passageiros... teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 31.. garantido o direito à informação sobre ele.. através de laudo comprobatório proveniente de junta médica. caducidade e rescisão..... o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação.502. mediante autorização.. de 03 de agosto de 1999.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... O Estado... I ... * Esta alínea “a” do inciso VI..........participação da população....isenção tarifária nos transportes coletivos.O Estado..... 249 . publicada no DOE Nº 30. concessão ou permissão... suspensão.. no planejamento e fiscalização do sistema estadual de transportes.... caducidade e rescisão.. todas de caráter permanente...... suspensão...... as penalidades a elas aplicáveis.... inclusive entidades sindicais profissionais e econômicas.... após regular processo licitatório e aprovação da Assembléia Legislativa... publicada no DOE N° 29.... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. VII ....... que disporá sobre:" I . * Este inciso I teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99......... de 03 de agosto de 1999.” b) crianças de até seis anos.......... deste Art. que disporá sobre: * Este § 2° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.

CAPÍTULO VI DO MEIO AMBIENTE * Ver Lei 5. majoritariamente.padrões de segurança e manutenção.. VIII . * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. É assegurada a participação popular em todas as decisões relacionadas ao meio ambiente e o direito à informação sobre essa matéria.. Art. publicada no DOE N° 29..os direitos do usuário.. pela sociedade civil. competência e atribuições do conselho. que estabelecerá a composição. de10/08/1999. Art. O órgão planejador..obrigação de manter serviço adequado. § 4° . 249 .O órgão planejador... * Ver Lei 5..normas de proteção ambiental relativas à poluição sonora e atmosférica.... programa ou projeto.) Art.. público ou privado. Parágrafo único. composto paritariamente por representantes do Poder Executivo e representantes da sociedade civil.609. concedente ou fiscalizador do transporte terá um conselho. V .obrigatoriedade de adaptação nos transportes coletivos para pessoas portadoras de deficiência.. O Estado e os Municípios terão como prioritária a instalação de infra-estrutura adequada para embarque e desembarque de passageiros e de produtos de primeira necessidade transportados por vias terrestres ou aquáticas... 251. Os autos de infração. A proteção e a melhoria do meio ambiente serão prioritariamente. composto por representantes do Poder Público e. VI .. concedente ou fiscalizador do transporte terá um conselho... na forma da lei. 253.normas atinentes ao conforto e saúde dos passageiros e operadores de veículos. IV .II .. Os Municípios integrantes de região metropolitana ou aglomeração urbana adotarão normas sobre transportes coletivos de passageiros..887. de conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo órgão estadual competente. no prazo estabelecido em lei. de l4/11/90.. 252. (Estabelece o prazo de defesa do infrator de trânsito).política tarifária.. que estabelecerá a composição. nos termos da lei... VII .. cabendo-lhes a arrecadação das multas decorrentes desse exercício." Art... inclusive trabalhadores e empresários do setor. III . facultando-se ao infrator exercer ampla defesa. nas áreas do Estado. quando não assinados pelo motorista. no prazo de trinta dias.. de 03 de agosto de 1999. indicados por suas entidades sindicais.. (Dispõe sobre a Política Estadual do Meio Ambiente..... § 3°. * Este § 4° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.025. usuários e operadores. por via postal. § 1° . Os Municípios exercerão poder de polícia sobre o tráfego em suas vias urbanas e rodovias. consideradas na definição de qualquer política.. nos termos da lei. competência e atribuições do conselho.. .. 250. serão objeto de notificação. de 09/05/95. § 4°.

principalmente. de acordo com a solução técnica aprovada pelos órgãos públicos competentes. as nascentes.600. 254. (Dispõe sobre a participação popular nas decisões relacionadas com o meio ambiente. III. Art. pertencentes aos Municípios. conservação. de modo a compatibilizar o desenvolvimento com a preservação e a conservação do meio ambiente. renováveis ou não. de modo que o zoneamento ecológico-econômico esteja sempre atualizado. procederem à recuperação do meio ambiente alterado. para.* Ver a Lei n° 5. inclusive os "olhos d'água". (Estabelece normas para a preservação de áreas dos corpos aquáticos. de acordo com as tendências e desenvolvimento científico e tecnológico. O Poder Público Estadual realizará o zoneamento ecológico-econômico do Estado.) * Ver Lei 5. de 21 de novembro de 1994. de modo a preservar o patrimônio genético. * Ver Lei n° 5.) V . principalmente as nascentes.864/94. as entidades ligadas à questão ambiental ou representativas da sociedade civil.) Art. * Ver Lei 5. biológico. cabendo-lhe: * Ver Lei 5.estabelecer obrigatoriedades aos que explorem os recursos naturais. (Dispõe sobre a promoção da educação ambiental em todos os níveis. na forma da lei. de acordo com as técnicas adequadas. Compete ao Estado a defesa. de 15/06/90. bem como elaborar política específica para o setor. na forma da lei.) I .) . 255. garantindo a conservação das amostras representativas dos ecossistemas.zelar pelas áreas de preservação dos corpos aquáticos. IV .criar unidades de conservação da natureza. cuja ocupação só se fará na forma da lei.Ver também a Lei n° 5. fomentando a restauração das áreas já degradadas ou exauridas. informação ambiental. na fiscalização. * Inciso Regulamentado pela Lei n° 5.645.877.assegurar a diversidade das espécies e dos ecossistemas. .630/90.zelar pela conservação das florestas e reservas extrativistas. bem como promoverá o levantamento e o monitoramente periódico da área geográfica estadual. mediante estudos de impactos ambientais. implantando-as e mantendo-as com os serviços indispensáveis às suas finalidades. de acordo com as diversas categorias de manejo. (Dispõe sobre a participação popular nas decisões relacionadas com o meio ambiente. de 21/12/94. de 11/01/91 (Dispõe sobre critérios e prazos de créditos e repasse da cota-parte das parcelas do ICMS e outros Tributos da arrecadação do Estado e por este recebidas. ecológico e paisagístico e definir espaços territoriais a serem especialmente protegidos. de acordo com o artigo 255. inciso IV da Constituição Estadual. por seus próprios meios. II .864. preservação e controle do meio ambiente.promover a educação ambiental em todos os níveis e proporcionar. VI .877/94. envolvendo.

nos casos de continuidade da infração ou reincidência. como suporte do desenvolvimento sócio-econômico. a comercialização. do ar e do solo. ficando suspenso os contratos celebrados. que terá. que contará com a participação de representantes do Poder Público e. . na forma da legislação aplicável. projeto. o uso. a importação.887/95. estudo prévio de impacto ambiental e só será autorizada sua implantação. da sociedade civil organizada. exigirá. dentre outras. programa. Os órgãos da administração direta ou indireta do Estado não poderão contratar. só será autorizada após consulta à população interessada. 115 da Lei n° 5. majoritariamente. com aplicação de multas diárias e progressivas. enquanto perdurar o descumprimento. As condutas e atividades lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores a sanções administrativas. independentemente da obrigação de restaurar os danos causados. a produção. bem como o controle da qualidade da água. (Dispõe sobre a política estadual do meio ambiente. b) opinar. ouvido o órgão de atuação colegiada de que trata o inciso VIII. o transporte. * Ver Lei Complementar n° 17/94. pública ou privada. sobre a política estadual do meio ambiente. (Dispõe sobre a criação e o funcionamento do Conselho Estadual do Meio Ambiente na forma do artigo 255 inciso VIII. c) assessorar o Poder Público em matérias e questões relativas ao meio ambiente. atividade ou obra potencialmente causadora de desequilíbrio ecológico ou de significativa degradação do meio ambiente. inclusive a redução do nível da atividade e a interdição. a experimentação. obrigatoriamente. na forma da lei. A pesquisa. § 4°.) a) acompanhar.610. oferecendo subsídios à definição de mecanismos e medidas que permitam a utilização atual e futura dos recursos hídricos. § 2°. o controle.criar um conselho específico. * Ver o art. VIII .) § 5°. na forma da lei. financiamento ou aplicação de recursos públicos. d) emitir parecer prévio sobre projetos públicos ou privados. florestais e faunísticos. minerais.de 09/0l/9l (Estabelece normas para as sanções e multas de que trata o § 4° do artigo 255 da Constituição Estadual. pedológicos. § 3°. as seguintes competências: * Ver Lei 5. Todo e qualquer plano. avaliar. que possa colocar em risco o equilíbrio ecológico ou provocar significativa degradação do meio ambiente. o armazenamento. na forma da lei.638. controlar e fiscalizar o meio ambiente. especialmente através de entidades voltadas para a questão ambiental. de atuação colegiada.VII . pelo órgão técnico de controle ambiental do Estado.). bem como liberado incentivo. que apresentem aspectos potencialmente poluidores ou causadores de significativa degradação do meio ambiente como tal caracterizados na lei. a exportação. a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos. na forma da lei e. § 1°. após aprovação.realizar a integração das ações de defesa do meio ambiente com as ações dos demais setores da atividade pública. de 20/11/90. * Ver Lei 5. A implantação de projeto ou atividade. conceder incentivos ou destinar recursos públicos a pessoas físicas ou jurídicas que descumprirem a legislação ambiental.

A ordem social tem como base o primado do trabalho e objetiva o bem-estar e a justiça sociais. públicas ou privadas. quando tal for devidamente autorizado pelo órgão de controle ambiental competente. o valor da indenização será pago pelas empresas interessadas nas obras. As pessoas físicas ou jurídicas. respeitada a política de meio ambiente. na forma da lei. O Poder Público fiscalizará a circulação e o transporte de produtos perecíveis. previamente delimitadas pelo Poder Público. sendo obrigatória a estipulação de seguro contra danos ambientais pelo transportador ou produtor de cargas ou produtos que possam causar danos ao homem ou ao meio ambiente. seus componentes e afins. ou outras quaisquer que determinem a submersão. É vedada a construção. agricultura. imediatamente. tratamento e disposição final dos resíduos por elas produzidos. estão condicionados a prévio cadastramento dos mesmos nos órgãos estaduais responsáveis pelos setores da ciência e tecnologia. 256. pela coleta. 260. A lei preverá os casos e locais em que poderá ser depositado o lixo ou rejeito atômico produzido em território paraense e resultante de atividades não bélicas. Parágrafo único.) § 6°. Art. Parágrafo único. na forma que a lei definir. técnicas eficazes que evitem a contaminação ambiental. indústria e comércio. (Dispõe sobre a produção. saúde e meio ambiente. transporte. consumo ou extinção de recursos naturais localizados em terras públicas ou devolutas. bem como a utilização de seu território para o depósito de lixo ou rejeito atômico ou para experimentação nuclear com finalidade bélica. no caso das obras referidas neste artigo. exigindo tratamento e acondicionamento adequados. 259. no território paraense. ainda que aforadas ou concedidas. obrigatoriamente. de formação de barragens.domotóxicos.119/98. CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL SEÇÃO I Disposição geral . o armazenamento e o transporte de armas nucleares no Estado do Pará. * Ver a Lei n° 6. As empresas públicas ou privadas que realizarem obras de usinas hidrelétricas. Art. As indústrias poluentes só serão implantadas em áreas. TÍTULO IX DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÃO GERAL Art. ficarão obrigadas a indenizar o Estado. Art. a destes. que exercem atividades consideradas poluidoras ou potencialmente poluidoras serão obrigadas a promover a conservação ambiental. comercialização e uso de agrotóxicos. 258. Ocorrendo necessidades de desapropriação. e adotarão. no Estado. a responsabilidade daquelas e iniciando-se. Art. exploração. cessando com a entrega dos resíduos a eventuais adquirentes. seus componentes e afins. perigosos ou nocivos. ecotóxicos. 257.

Art. 265. § 1°. considerando-as em seu contexto sócio-geográfico-cultural. 264. será vitalícia. preferencialmente. * Este artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. e desta Constituição. nos termos da lei. § 1°. assegurada mediante políticas sociais. 10 e 194. publicada no DOE N° 29. na forma da lei. de 03 de agosto de 1999. à previdência e à assistência social. de servidores públicos de Municípios que a ela aderirem. Os planos estaduais de previdência social serão estabelecidos e executados. enquanto menores.O Estado contará com a instituição de seguridade social própria para atendimento a seus servidores públicos e. cabendo ao Poder Público dispor. aprovada através de lei e elaborada com a participação do Poder Público e dos servidores públicos. Fica assegurado a todos o atendimento médico emergencial. SEÇÃO II Da previdência social Art. complementarmente. observado o disposto nos arts. É garantida ao cônjuge sobrevivente ou pessoa com quem vivia em união estável. nos estabelecimentos de saúde públicos ou privados. § 2°. É dever dos Poderes Públicos Estadual e Municipais garantir o bem-estar biopsicossocial de suas populações. 261. 262 . através de pessoa física ou jurídica de direito privado.025. respeitados os preceitos da Constituição Federal. VII. * A redação antes da revogação continha o seguinte teor: "Art. de servidor do Estado que morra no cumprimento do dever. A saúde é dever do Estado e direito fundamental de todos. regulamentação. de10/08/1999.Art. sem condições para o próprio sustento. Art. REVOGADO. da Constituição Federal. § 3°. § 2°. 262. econômicas. ou em decorrência dele. estes representados por sua entidade de classe. fiscalização e controle. ou filhos. nos termos da lei. sobre a gestão. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade. uma pensão equivalente aos proventos a que faria jus o de cujus.." SEÇÃO III Da saúde e do saneamento Art. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem o sistema único de saúde a nível do Estado. destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde. nos termos da Constituição Federal e desta Constituição. de conformidade com a política estadual de previdência social. As ações e serviços de saúde são de relevância pública. a que se refere o artigo 198 . Os limites de idade que determinam a perda de benefícios da previdência estadual não se aplicam aos casos de deficientes físicos que estejam inabilitados para o trabalho e deficientes mentais e múltiplos. educacionais e ambientais. 263. especialmente seus artigos 20l e 202. através de serviços públicos e. se na ativa estivesse. planejamento. § 4°. sendo que a pensão do filho deficiente. devendo sua execução ser feita. Nenhum benefício a ser pago pelo órgão de previdência do Estado poderá ser inferior ao valor da menor pensão.

constituindo-se em órgão competente para controle e avaliação das políticas e ações de saúde a nível do Estado e dos Municípios..As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem o sistema estadual de saúde..751/93.. de 03 de agosto de 1999.integração das ações assistenciais de saúde e de saneamento básico com as ações de educação em saúde. de10/08/1999.. nos termos da lei.025.. inclusive na constituição de sistema de referência.prioridade para serviços e ações municipais de saúde na elaboração dos planos e orçamentos anuais e plurianuais de saúde do Estado.. subsidiando novos planos e programas. sendo organizado de acordo com as diretrizes federais e mais as seguintes: * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. previamente. e) opinar..constituição paritária de conselho estadual e municipal. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. do sistema único a que se refere o artigo 198 da Constituição Federal. de10/08/1999. trabalhadores de saúde e usuários.da Constituição Federal. opinando. além de outras que a lei dispuser: a) propor políticas.. com descentralização e regionalização administrativa e orçamentária. adequados às necessidades da população. fiscalizar e exercer o controle interno do uso e aplicação adequada dos recursos destinados às ações do sistema estadual de saúde. sobre a proposta orçamentária anaula o setor.) * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.municipalização dos recursos. 265 ..025.... 265 .... II .. nos termos da lei. 265. serviços e ações. integrando a área de proteção social.. analisar.atendimento integral. d) realizar conferência bienal de saúde. com prioridade para as atividades preventivas... b) acompanhar. c) analisar. V .. avaliar. previamente. * Ver Lei 5.. I . publicada no DOE N° 29.. fiscalizar e controlar a formulação e realização de políticas. programas e projetos integrados de saúde e saneamento.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. VI ... composto pelo Poder Executivo com representantes de prestadores de serviço de saúde.integração do Estado e Municípios no funcionamento do sistema.. de 03 de agosto de 1999.. (DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE NA FORMA DO ART.... III . IV ... sobre qualquer projeto público ou privado que implique política de saúde.. com o objetivo de analisar e avaliar as ações do sistema estadual de saúde... publicada no DOE N° 29.. sem prejuízo dos serviços assistenciais. programas e projetos integrados de saúde e saneamento. competindo-lhes as seguintes atribuições... INCISO VI DA CONSTITUIÇÃO ESTADUAL. sendo organizado de acordo com as diretrizes federais e mais as seguintes:" I . .

inclusive com a destinação de recursos humanos e materiais a entidades privadas devidamente credenciadas. de substâncias. de planos anuais e plurianuais de saúde. fiscalizar e controlar a formulação e realização de políticas. majoritariamente. VIII . execução e gerenciamento do sistema. competindo-lhe as seguintes atribuições.promoção e incentivo: a) à pesquisa de tecnologias em saneamento.fiscalização obrigatória da produção. paritariamente. e) opinar.prioridade para obras de saneamento básico.VI .constituição de conselho composto pelo Poder Público. por representantes do setor médico-hospitalar e trabalhadores de saúde. adequados às necessidades da população. programas e projetos integrados de saúde e saneamento. nos termos da lei . drogas ou meios contraceptivos que atentem contra a saúde e não sejam de pleno conhecimento dos usuários. § 1°. em seres humanos. c) analisar. constituindo-se em órgão competente para controle e avaliação das políticas e ações de saúde a nível do Estado e dos Municípios. além de outras que a lei dispuser: a) propor políticas. através de atividades educacionais. permitida a constituição de fundo estadual de saúde nos termos da lei. visando o aproveitamento racional destes recursos na produção de medicamentos. do Estado e dos Municípios.integração dos serviços e ações de saúde e saneamento desenvolvidos pelo sistema. constituindo-se em dever para o Estado e Municípios a alocação e aplicação adequada de recursos para tal fim. opinando previamente sobre a proposta orçamentária anual do setor. analisar. inclusive dos Municípios. proibida a comercialização de drogas em fase de experimentação. através de suas entidades representativas. em todos os níveis de planejamento. distribuição e comercialização de produtos químicos e farmacológicos.proibição de toda e qualquer experimentação. programas e projetos integrados de saúde e saneamento. venda. XIV . c) à pesquisa químico-farmacológica da flora e fauna medicinais da Amazônia. nem fiscalizados pelo Poder Público. e) à atividade pública e privada que se destinem à prevenção e fiscalização do uso de drogas e entorpecentes e recuperação de viciados ou dependentes. avaliar. b) à pesquisa na área de saúde voltada para a realidade epidemiológica regional. b) acompanhar.instituição de política integrada de saúde e saneamento através de lei. d) ao plantio racional de espécies vegetais de ação farmacológica comprovada. além de outras fontes. XIII . e de usuários. O sistema estadual de saúde será financiado com recursos do orçamento da seguridade social da União. IX . sobre qualquer projeto público ou privado que implique política de saúde. sem perda da qualidade dos serviços. de acordo com o plano estadual de saúde . X . adequadas e compatíveis com a realidade local. XI .elaboração. nos termos da lei. fiscalizar e exercer o controle interno do uso e aplicação adequada dos recursos destinados às ações do sistema estadual de saúde. d) realizar conferência bienal de saúde. pelo Estado e Municípios. XII .participação da comunidade e dos profissionais de saúde e saneamento. com o objetivo de analisar e avaliar as ações do sistema estadual de saúde." VII . e. na forma da lei. orientação técnica e assistência creditícia especial e favorecida. . subsidiando novos planos e programas. de maneira a maximizar o aproveitamento dos recursos disponíveis para o setor. previamente.

bem como no uso integrado de recursos hídricos. o custeio do funeral será atendido pelo Estado. considerado como de relevância pública. § 1°.a ordenação e a disciplina das atividades públicas e privadas para a utilização racional da água. 267. É vedado todo tipo de comercialização de órgãos. o programa de capacitação dos profissionais envolvidos na atividade. É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no Estado. Na priorização de obras de saneamento básico. 266. tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. do solo e do ar. § 3° . cabendo-lhes adotar mecanismos institucionais e financeiros para tal fim. observados os critérios estabelecidos pelo Órgão competente. § 5°. também. Os recursos transferidos do Governo Federal pelo sistema unificado de saúde serão aplicados. que decidirá. deste artigo. as ações e serviços de remoção. § 4°. (Cria o Fundo Estadual de Saúde). A assistência à saúde é livre à iniciativa privada e as instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema estadual de saúde. esgotamento sanitário.1997. salvo nos casos previstos em lei. publicada no DOE de 02. nos termos da lei. A remoção de órgãos e tecidos de cadáveres somente se dará após constatação da morte.* Ver Lei 5.06. § 2°. mediante contrato de direito público ou convênio. deste artigo. segundo diretrizes deste. e. no custeio das unidades de saúde para a prestação de serviços diretos à população. industrialização e produção farmacêutica. A lei estabelecerá a organização e o funcionamento de entidades de pesquisa. de 17. se o transplante for realizado por órgão público. As medidas de saneamentos adotadas pelos Estados e Municípios serão estabelecidas de forma integrada com as atividades dos diferentes setores da administração pública. de modo compatível com os objetivos de melhorias da saúde e do meio ambiente. com vista a assegurar: I . É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. e mediante aprovação prévia do colegiado estadual de que trata o inciso VI. § 2°. coleta e tratamento de resíduos sólidos e de drenagem urbana e rural. Art.Serão destinados até 25% (vinte e cinco por cento) do fundo previsto no § 1° do Art. Os Poderes Públicos Estaduais e Municipais devem garantir aos seus cidadãos saneamento básico. definitivamente. para apoiar financeiramente. . Art. na sua concretização mínima. substâncias e tecidos humanos. * Este parágrafo foi introduzido no Art. devem ser utilizados critérios baseados em indicadores epidemiológicos e sócioeconômicos e respeitado o princípio de participação da comunidade alvo dos serviços. a partir da flora e fauna medicinais da Amazônia. § 7°. 266 desta CE com redação dada pela Emenda Constitucional n° 09.740/93.captação de recursos financeiros e reservas orçamentárias suficientes e adequadas às prioridades de investimentos previstos no plano estadual de saúde.1997 . como os sistemas de abastecimento de água. transporte e transplante de órgãos e tecidos humanos e. sujeito a prévio exame pelo colegiado de que trata o inciso VI. preferencialmente. podendo haver recursos para a Assembléia Legislativa. II . conservação. É permitida a remoção de órgãos e tecidos de cadáveres humanos para fins de transplante. a respeito. 265.07. na forma da lei. § 6°. § 3°. compreendido. § 1º.

.... Art. § 1° .607/90. II . nos termos da lei: I . III . IV . * Ver a Lei n° 5. com a participação das comissões internas de prevenção de acidentes. sementes. bem como controlar.§ 2°.025. transporte... § 3°... de 03 de agosto de 1999. pelos Municípios..garantir que instituições públicas ou privadas que mantenham serviços de dispensação de medicamentos respeitem os padrões técnicos e científicos. * Este § 3° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99... publicada no DOE N° 29.. 269... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art..Fica sujeita à aprovação prévia pelos órgãos estaduais de controle ambiental e de administração de recursos hídricos a outorga a terceiros. II . 268...orientar e fiscalizar a utilização de práticas alternativas por profissionais habilitados.. previamente aprovados pelo conselho a que se refere o inciso VI do art... além de outras atribuições. Compete aos órgãos estaduais de controle ambiental e de administração de recursos hídricos a outorga de direito que possa influir na qualidade ou quantidade das águas estaduais.. .controle e fiscalização.estabelecer condições e requisitos que facilitem a coleta..) III .. de acordo com os riscos de saúde. Art. produtos e substâncias que compõem os perfumes. 270.. bem como para melhor utilização do potencial dos serviços de saneamento básico. garantido o acompanhamento pelas entidades sindicais..a veiculação de programas de educação em saúde.. tóxicos e radioativos.a fiscalização do cumprimento das medidas que visem a eliminação de riscos de acidentes e doenças profissionais e do trabalho. Ao sistema estadual de saúde compete. processamento e transfusão de sangue e derivados.. produção.. É dever do Estado exercer o controle e fiscalização de todas as operações. bebidas e outros de interesse para saúde. Serão estabelecidos em lei critérios de tarifação diferenciada para atender a demanda dos segmentos menos favorecidos da população..informação aos trabalhadores a respeito de atividades que comportam riscos à saúde e dos métodos para o seu controle.. fiscalizar e inspecionar procedimentos. de10/08/1999. 265.. de acordo com as prioridades e estratégias regionais. através dos meios de comunicação de massa..gerir o plano estadual de alimentação e nutrição...participação das entidades sindicais e associações classistas na gestão dos órgãos estaduais de saúde do trabalhador e de proteção ao ambiente de trabalho. em consonância com o plano nacional de alimentação e nutrição. IV . V ... (Dispõe sobre a constituição de grupos internos de prevenção de acidentes. visando assegurar assistência farmacêutica de boa qualidade.. 267 . Compete ao Estado garantir: I . armazenamento e utilização de medicamentos e de substâncias e produtos psicoativos." Art. § 3° .. . através de órgãos de vigilância sanitária. dos ambientes e processos de trabalhos. de direito que possa influir na qualidade ou quantidade das águas estaduais.

cabendo ao Estado: * Ver Lei 5. X . IV . nele compreendido o do trabalho.estabelecer normas. a coresponsabilidade da qualidade dos serviços prestados. inclusive ao portador do vírus da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida . na forma da lei. XI . XII . controlar e avaliar a política estadual de saúde. vedada qualquer forma de discriminação por parte de instituições públicas ou privadas. produtos. VII . procedimentos.SIDA.gratuidade em todos os processos e procedimentos. 271. de 20/08/2004. 270.garantir prioridade no atendimento e verificação da situação de crianças e adolescentes carentes. II .assistir as pessoas portadoras de deficiência através de programas de prevenção e atendimento especializado e de integração social. atividades.garantir o acesso da população à utilização de medicamentos essenciais. XIV . substâncias e equipamentos que interfiram na saúde individual ou coletiva. de qualidade dos alimentos e controle de infecção hospitalar.V . quando de interesse de criança ou adolescente carente. instalações. fiscalizar e controlar edificações. inclusive na saúde do trabalho.defender e promover as condições cientificamente necessárias ao pleno exercício do aleitamento materno. IX . (Dispõe sobre a Política Estadual de Assistência Social no Estado do Pará.940. SEÇÃO IV Da assistência social Art. publicada no DOE Nº 30. assistidas pelo Poder Público. gerir. respeitado o disposto na Constituição Federal. A rede pública de saúde prestará atendimento médico para a prática do aborto.planejar. em colaboração com a União e os Municípios.) I . VIII . de 17 de agosto de 2004. quando for o caso.colaborar na proteção do meio ambiente. através da rede pública. Parágrafo único. VI . . na forma da lei. coordenar. A assistência social será prestada a quem dela necessitar. baseado no perfil nosológico regional.garantir assistência integral ao portador de qualquer doença infecto-contagiosa. assegurada a internação dos doentes nos serviços mantidos direta ou indiretamente pelo Sistema Único de Saúde.executar as ações de vigilância epidemiológica. especialmente os que se encontram em situação de risco social ou pessoal. inclusive expedição de documentos. judiciais e extrajudiciais. III .261. condições adequadas de trabalho para execução de suas atividades em todos os níveis.garantir.transferir regularmente os recursos financeiros devido aos Municípios. inclusive treinamento para o trabalho e convivência. * Este inciso XV foi acrescentado ao Art.assegurar aos profissionais de saúde capacitação técnica e reciclagem permanente. nos casos previstos na lei federal.promover e apoiar a formação e aperfeiçoamento de recursos humanos nas áreas de saúde e saneamento básico em todos os níveis. desta Constituição Estadual através da Emenda Constitucional nº 27. no que diz respeito à rede complementar privada que integrar o sistema. estabelecimentos. de l5/0l/96. XIII . incentivo à interiorização e à dedicação exclusiva e tempo integral. XV .garantir que o processo de adoção de criança ou adolescente órfão ou abandonado seja acompanhado por instituições credenciadas.

... c) participação da população com a adoção de colegiado específico..estabelecer.. VI ... * Esta alínea teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99...... respeitadas as diretrizes gerais estabelecidas pelo Estado. cabendo a coordenação e as normas gerais ao Poder Público federal e a coordenação e execução dos respectivos programas ao Estados e Municípios. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.. por seu custo........ uma política integrada de assistência social.793/93........ I ....... c) participação da população com a adoção de colegiado específico..V . garantindo-se sua participação na formulação das política e no controle das ações do setor...... coordenar e executar... VI .. competência e composição... majoritariamente.... especialização ou grau de complexidade. ser executados pelos Municípios... b) descentralização político-administrativa.. que definirá suas atribuições... além de outros estabelecidos em lei.. respeitado. de10/08/1999.025." d) participação complementar das instituições não governamentais de assistência social na política integrada de assistência social..... coordenar e executar. I . publicada no DOE N° 29.. na forma da lei. 271 . uma política integrada de assistência social... * Ver a Lei n° 5. composto por representantes do Poder Público e.. de 03 de agosto de 1999.. considerando-se estes e a comunidade como instâncias básicas de atendimento e execução de programas. .estabelecer percentuais mínimos de admissão de deficientes físicos ou sensoriais no serviço público. em colaboração com os Municípios......025.... composto paritariamente por representantes do Poder Executivo e da sociedade civil...... mediante livre adesão.estabelecer...... vedada qualquer interferência político-partidário.... a) . por representantes da sociedade civil. os seguintes princípios:" a) responsabilidade do Poder Público estadual pelos serviços de abrangência regional e os programas......) VI .... respeitados.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... competência e composição.... na forma da lei.. de10/08/1999..... projetos ou atividades que não possam.. os seguintes princípios: * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99... (Dispõe sobre o percentual mínimo de admissão de deficientes físicos e/ou sensoriais no serviço público. em parceria com os Municípios.. além de outros estabelecidos em lei. de 03 de agosto de 1999. garantindo-se sua participação na formulação das políticas e no controle das ações do setor. publicada no DOE N° 29. 271 .. que definirá suas atribuições.....

g) proibição de distribuição de recursos públicos do setor. impedidos de sustentar-se por si.. I ... através de programas especiais destinados a adultos...definir os recursos e procedimentos necessários para garantir as condições mínimas de sobrevivência nutricional aos desempregados e seus dependentes ou deficientes de qualquer natureza. publicada no DOE N° 29.... por ocupantes de cargos eletivos. compatibilizando programas e recursos. objetivando o desenvolvimento integral da pessoa. crianças e adolescentes carentes e trabalhadores.025. de 03 de agosto de 1999.. CAPÍTULO III DA EDUCAÇÃO.DA EDUCAÇÃO..... ou por conta dos que dependam..... bem como à capacitação e habilitação de recursos humanos para a educação pré-escolar e de adultos.. garantida a participação dessas entidades na formulação da política estadual de assistência social.. publicada no DOE N° 29... respeitadas as diretrizes gerais estabelecidas pelo Estado... * A denominação anterior continha o seguinte teor: "Título IX Capítulo III ..... VI ......... VII . * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. abastecimento... facultada a adoção de fundos específicos. d) participação complementar das instituições privadas de assistência social na política integrada de assistência social." e) integração das ações dos órgãos e entidades assistenciais públicas.. DA CULTURA... de10/08/1999. em face da natureza compensatória e emergencial desta. O Poder Público estimulará e apoiará o desenvolvimento de propostas educativas diferenciadas com base em novas experiências pedagógicas. da liberdade de expressão.. na forma da lei..* Esta alínea teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. direito de todos e dever do Estado e da família..... f) gerenciamento articulado e integrado dos recursos destinados à assistência social. DO DESPORTO E DO LAZER * Este Capítulo teve a sua denominação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. vedada qualquer interferência político-partidária.. do respeito aos direitos humanos. A educação. Parágrafo único... h) prevalência das políticas básicas nas áreas de saúde. mediante livre adesão. a) . . 272.. 271 ...... diretamente......025.. educação...... habitação. é baseada nos princípios da democracia.. de 03 de agosto de 1999.. ou por indicação ou por sugestão ao órgão competente. seu preparo para o exercício consciente da sua cidadania e sua qualificação para o trabalho... transporte e alimentação para as ações governamentais e programas de assistência social... DA CULTURA E DO DESPORTO" SEÇÃO I Da educação Art.. de10/08/1999.. trabalho..

§ 3° . garantido.liberdade de pensar. vedada a cobrança de taxa ou contribuição.livre acesso... V .direito de acesso e permanência na escola para qualquer pessoa... de10/08/1999. promover anualmente o levantamento da população que alcança a idade escolar. raça. preferência política ou classe social..025. pela freqüência à escola.. * Ver a Lei n° 5. a qualquer título ou com qualquer finalidade... As instituições educacionais de qualquer natureza ministrarão o ensino com base nos princípios estabelecidos na Constituição Federal e mais os seguintes: I .. ensinar..valorização dos profissionais do ensino. assegurado regime jurídico único para todas as instituições mantidas pelo Estado. na hipótese de fechamento.O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo.gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais...É garantida a progressiva universalização do ensino médio gratuito. inclusive. sexo.. VIII . o saber e o conhecimento.. dos resultados de pesquisas.direito de organização autônoma dos diversos segmentos da comunidade escolar. junto aos pais ou responsáveis. ainda que facultativa. I . revertendo em favor do Estado o material acumulado.. § 5° . aprender. de 03 de agosto de 1999. * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos..Compete ao Poder Público recensear os educandos no ensino fundamental. extinção ou transferência da instituição de ensino aqui estabelecida. § 2° . por parte dos membros da comunidade escolar.reinvestimento em educação.. garantidos.862/94. no âmbito do Estado. III . na forma da lei. fazer-lhes a chamada e zelar. bases de dados e acervos científicos.Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil e o Estado atuará prioritariamente no ensino fundamental e médio. (Dispõe sobre a organização autônoma dos estudantes nos estabelecimentos da rede estadual de ensino.. planos de carreiras para o magistério público. no âmbito do Estado.valorização dos profissionais do ensino.. importa responsabilidade da autoridade competente. II . religião... em originais ou duplicatas arquivadas.. por qualquer meio. 273.. publicada no DOE N° 29. § 1° . sua oferta gratuita para todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria. a arte...... ou sua oferta irregular.. . respeitado o disposto no artigo 39 da Constituição Federal. planos de carreira para o magistério público.. 274. idade. assegurada. bibliográficos e tecnológicos colecionados no exercício de atividade educacional. § 4° . Art.Art.. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... às informações sobre eles existentes nas instituições a que estiverem vinculados. do percentual que for estabelecido em lei dos lucros auferidos pelas instituições privadas de ensino estabelecidas no Pará..) VII .O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público.." IV .. VI . em seus órgãos de consulta. vedadas distinções baseadas na origem. com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos. O ensino fundamental é obrigatório e gratuito. III . 273 . na forma da lei. pesquisar e divulgar o pensamento.manutenção.

fazer-lhes a chamada e zelar.O ensino fundamental é obrigatório e gratuito. II . em caráter suplementar. na rede regular de ensino. inclusive para aqueles que a ele não tiverem acesso na idade própria. definidas em lei e reconhecidas como de utilidade pública. Os recursos de que trata este artigo poderão ser destinados a bolsas de estudo para o ensino fundamental e médio. ou sua oferta irregular. o Estado e os Municípios definirão formas de colaboração. junto aos pais ou responsáveis. III . promover anualmente o levantamento da população que alcança a idade escolar. resguardadas as necessidades de acompanhamentos e adaptação e garantidos materiais e equipamentos de adequados. concorrentemente. . fica o Poder Público obrigado a investir na expansão da rede pública da localidade. § 4°. O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público. pelo Estado e Municípios e pelos estabelecimentos particulares de ensino. § 3°." Art.Na organização de seus sistemas de ensino. até a universalização do atendimento. voltada para o ensino de que trata este artigo. publicada no DOE N° 29.. quando se tratar de ensino fundamental ou médio. nos diferentes níveis. ou ao Poder Público estadual ou municipal. conforme planos e programas aprovados pelo Poder Legislativo competente. para estudantes de uma mesma localidade. de maneira a assegurar. § 1°. 276. ministrado. o seguinte: I . * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. § 2°. Art.respeito aos valores artísticos.iniciação científica. para os que demostrarem insuficiência de recursos. em número superior a cinqüenta. particularmente voltada para o ecossistema amazônico. * Este artigo e seus §§ teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.§ 6° . As instituições privadas. IV . de10/08/1999. serão apoiadas e acompanhadas pelo Poder Público. preferencialmente. na forma da lei. Art. podendo ser dirigidos. quando houver falta de vagas e cursos regulares na rede pública na localidade da residência do educando. a escolas comunitárias. filantrópica ou confessional estabelecida no Estado. 277. § 2°. de 03 de agosto de 1999. confessionais ou filantrópicas. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental. sensorial ou mental. pela freqüência à escola. 274 . O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo. II .comprovem finalidade não lucrativa e apliquem integralmente seus excedentes financeiros em educação. históricos e culturais.025. § 1°. sendo obrigatória a prioridade municipal na organização de novas escolas. de modo a assegurar a universalização do ensino obrigatório. dentro dos limites do Estado. Verificada a necessidade de concessão de bolsas de estudo. além do exigido no artigo 210 da Constituição Federal. Compete ao Poder Público recensear os educandos no ensino fundamental. Os recursos públicos serão destinados às escolas públicas. Parágrafo único.assegurem a destinação do seu patrimônio a outra escola comunitária. 275. inclusive com educação para o trabalho. importa responsabilidade da autoridade competente. nacionais e regionais. desde que: I . O atendimento educacional será especializado para os superdotados e para os portadores de deficiência física. O ensino fundamental será oferecido.consciência ecológica nacional. em caso de encerramento de suas atividades.conhecimento do contexto sócio-político-econômico da Amazônia.

O ensino será organizado em sistema estadual. entidades sindicais profissionais e econômicas da educação.noções de Direitos Humanos. a normatização específica da área federal. de matrícula facultativa. deverão se adequar às necessidades do aluno trabalhador. prioritariamente. § 2°. c) analisar e aprovar em primeira instância. respeitados os conteúdos e a carga horária mínimos dispostos em lei. § 1°. cujos currículos.) § 1°. que prestem serviços continuados de instituição para a população.170/98. respeitados os conteúdos e a carga horária mínimos dispostos em lei. VII . (Dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino de história dos Municípios. estrangeiras ou indígenas. o plano estadual de educação. podendo versar sobre quaisquer religiões.V . de 18 de novembro de 2003. elaborado pelo Poder Executivo. técnicos fiscalizadores e pelos órgãos do Poder Executivo encarregados de executar as políticas educacionais. Constitui base do sistema estadual hierarquizado e descentralizado de educação a rede pública regular de ensino custeada pelo Estado do Pará e seus Municípios. por membros eleitos da sociedade civil. O ensino de história levará em conta. § 3°. as contribuições das diversas culturas e etnias para a formação do povo paraense.) Art. . obedecendo. qualquer que seja a escola. 277 desta CE pela Emenda Constitucional nº 22. as seguintes atribuições: a) elaborar propostas de política educacional. § 4°. constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas. majoritariamente. foi acrescido ao Art. O ensino religioso. As escolas públicas federais localizadas no Estado integram o sistema como associadas. e estudantes secundaristas e universitários competindo-lhe. (Regulamenta o sistema estadual de ensino. * Ver a Lei n° 6. diurnos ou noturnos. e) aprovar diretrizes e normas relativas ao estabelecimento de convênios celebrados com escolas comunitárias. e o de geografia as peculiaridades locais e regionais. inclusive. VI . publicada no DOE Nº 30. por representante da Assembléia Legislativa e. nas escolas da rede estadual. confessionais ou filantrópicas. O Poder Público oferecerá ensino regular noturno adequado às condições do educando. entretanto. * Ver a Lei n° 5. constituído pelas instituições públicas ou privadas existentes no Estado. São órgãos normativos e fiscalizadores do sistema estadual de educação. * Este Inciso VII. pelos órgãos colegiados. b) estabelecer interpretação legislativa. para a qual reverterão todas as prioridades de ação em âmbito municipal e estadual. d) fiscalizar e licenciar as escolas integrantes do sistema estadual de educação. normativos. como órgão normatizador. inclusive afro-brasileiras. nos termos da lei: I . Os alunos que se encontrarem em atraso quanto à idade regular de matrícula merecerão tratamento especial em cursos regulares.educação para o trânsito.075. dentre outras. como membro nato. § 3°.771/93. de 20 de novembro de 2003.noções de estudos constitucionais.o Conselho Estadual de Educação. 278. § 2°. constituído pelo Secretário de Estado de Educação. ou em cursos especiais.

... professores. em qualquer caso.... doze anos.os conselhos escolares que são órgãos de aconselhamento. 279. alunos que tenham... em regime de colaboração...." II ... O Estado prestará assistência técnica e financeira aos Municípios na organização de seus respectivos sistemas.. de10/08/1999.. pela representação eqüitativa eleita dos especialistas em educação. publicada no DOE N° 29. II ..... Os Municípios instituirão seus sistemas próprios de ensino... a nível de cada estabelecimento escolar público ou naqueles que do poder Público recebam auxílios financeiros ou bolsas.. controle. baseado nos princípios desta Constituição. alimentação e assistência à saúde. à medida que os Municípios assumam as escolas fundamentais. transporte.. 278 . obedecendo aos princípios desta Constituição e visando: I ..ao desenvolvimento de programas suplementares de material didático-escolar... e serão constituídos pelo diretor da escola. concomitantemente. § 3° . no mínimo.a responsabilização progressiva do Município no atendimento em creches.. que integrarão o sistema estadual...... e) aprovar convênios celebrados com escolas comunitárias.os conselhos municipais de educação. Parágrafo único.... de 27/02/91...025. através da criação de escolas técnicas..... § 1° .) a) os conselhos terão seu funcionamento regulado em lei. de 27/02/91 (Dispõe sobre o funcionamento do Conselho Escolar nos Estabelecimentos de ensino de 1° e 2° Graus da Rede Pública do Estado do Pará..... III ...ao atendimento prioritário à escolaridade obrigatória. far-se-á a partir da educação infantil e do primeiro ciclo do ensino fundamental e. (Dispõe sobre o funcionamento do Conselho Escolar nos Estabelecimentos de Ensino de 1° e 2° Graus da Rede Pública do Estado do Pará.. de 03 de agosto de 1999... financiados com recursos provenientes de contribuições sociais e outros previstos nos orçamentos. § 1°. constituindo-se crime de responsabilidade os atos que importem em embaraço ou impedimento de organização ou regular funcionamento desses colegiados.. A responsabilidade progressiva referida no inciso II. * Ver Lei Complementar n° 06. confessionais ou filantrópicas. a) . regulados em lei municipais.. Art..... o interior do Estado. priorizando. o Estado será obrigado a.) b) fica o Poder Executivo obrigado a nomear o diretor da escola dentre os integrantes de lista tríplice encaminhada pelo conselho escolar. agrícolas ou industriais e de escolas de formação de professores para o primeiro grau.. pré-escolas e ensino fundamental: III . Art. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. expandir o ensino médio..... fiscalização e avaliação do sistema de ensino.. pais de alunos.. .* Esta alínea teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. observado o seguinte: * Ver Lei Complementar n° 06.. funcionários não docentes e comunidades onde se insere a escola. O ensino público será organizado em redes estadual e municipais.. 280...

devendo conter.. o Estado será obrigado a..cooperativa com outras instituições de ensino superior.medidas destinadas ao estabelecimento de modelos de ensino rural. através da criação de escolas técnicas. § 1°. A Universidade do Estado do Pará. 282.. O Estado publicará.. O Estados e os Municípios facilitarão o estágios para estudantes nas várias repartições públicas. . relatório da execução financeira da despesa em educação.. I ..... que considerem a realidade estadual específica. publicada no DOE N° 29. Art. administrativa e de gestão financeira e patrimonial e com obediência ao princípio de indissociabilidade entre o ensino. ou a não-deliberação. tecnologia. II .526. educação e cultura....organizada com autonomia didática-científica. obrigatoriamente: I .. visando a gradual extinção de quadro de professores leigos. IV . discriminados os gastos mensais e. bem como as respectivas fontes. A lei estabelecerá o plano estadual de educação.gratuita.... importa em responsabilidade da autoridade competente...comprometida com o desenvolvimento da ciência. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. de10/08/1999... pela Assembléia Legislativa. Art. III ..) I .. 281. sem vínculo empregatício. de 03 de agosto de 1999. III . e de acordo com a política estadual de educação. o interior do Estado.. III . considerando o interior do Estado como prioritário e obrigatório. 280 . (Cria a Universidade do Estado do Pará. visando à integração entre o alunado e os órgãos públicos.... VI . agrícolas ou industriais e de escolas de formação de professores para o primeiro grau.. será: * Ver a Lei 5. manutenção e conservação das escolas.. criada pela lei n° 4... expandir o ensino médio. A não-apresentação do plano estadual de educação.voltada para a preparação de seus integrantes objetivando o exercício consciente da cidadania e qualificação dos seus recursos humanos..A responsabilidade progressiva referida no inciso II.. até trinta dias após o encerramento de cada semestre. como situação transitória. em especial..o programa de expansão da rede pública de ensino..* Este § 1° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99... far-se-á a partir das primeiras séries do ensino fundamental e.747/93.025.. priorizando.." § 2°.. O Estado e os Municípios desenvolverão esforços para a atualização. visando atender as demandas do Estado.. capacitação e qualificação docente.medidas concernentes à valorização e capacitação técnica e profissional dos trabalhadores em educação. de duração plurianual e ajustamentos anuais. por fonte de recursos. concomitantemente.. anualmente.expandida. IV . pesquisa e extensão. de forma integrada..... § 2°. V . em qualquer caso. articulada e harmônica com o plano nacional de educação e com os planos municipais de educação.. e o remeterá à Assembléia Legislativa e ao Conselho Estadual de Educação. à medida que os Municípios assumam as escolas fundamentais... de 09 de julho de 1974. § 3°. II .o programa de responsabilização progressiva do Município do ensino fundamental previsto para o período e a correspondente expansão do ensino médio. § 1° . os de reforma.. garantindo contrapartida de serviços à comunidade.

os modos de criar. nos transportes urbanos. com base na criatividade da população e no saber do povo. 284 É assegurado aos estudantes de qualquer nível. Natural e Cultural do Estado do Pará. tomados individualmente ou em conjunto. na forma da lei. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. museus e espaços culturais de múltiplos usos. arquivos. O Estado do Pará aplicará. 283. terrestres ou aquaviários. alterada pela Lei Complementar n° 08. O Estado. artísticas e tecnológicas. de 18/01/90.as formas de expressão. fazer e viver. em colaboração com os Municípios.) I . na manutenção e desenvolvimento do ensino. Art. implantará bibliotecas. (DISPÕE SOBRE O INCENTIVO FISCAL PARA A REALIZAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS NO ÂMBITO DO ESTADO DO PARÁ E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Haverá livre e plena circulação dos bens culturais no Estado. incluindo transferências. § 3°. terão prioridade pelo seu caráter social e pelo que representam de base à formação da identidade do Estado. de 09/02/95. Artístico. terrestres ou aquaviários.” xxxxxxxxxxxxxxxx * Ver Lei complementar n° 002. na forma da lei. objetivando a difusão da cultura geral e. de 24 de janeiro de 2007. III . no mínimo vinte e cinco por cento da receita resultante de impostos. II . nos transportes urbanos e nos transportes intermunicipais. terrestres ou aquaviários).Art. a paraense. 286. de 13/02/2007. 285. a fim de que se assegure a unidade na diversidade. 284. à ação. § 2°. à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade paraense. . O Estado promoverá e garantirá o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso livre à cultura.) Art.629/90 (Dispõe sobre a Preservação e Proteção do Patrimônio Histórico.as criações científicas. § 4°. instituindo-se sistemas próprios para cada segmento. Constituem patrimônio cultural paraense os bens de natureza material ou imaterial. portadores de referência à identidade. a partir de suas áreas de produção. (Que estabelece normas e requisitos para a aquisição de tarifa reduzida à metade nos transportes urbanos. Art. § 1°. É assegurado aos estudantes de qualquer nível o benefício de tarifa reduzida à metade. de 23/09/91.885. A valorização da cultura paraense ocorrerá através de suas bases municipais. nos quais se incluem: * Ver Lei n° 5. publicada no DOE Nº 30. SEÇÃO II Da cultura * Ver Lei 5.864. A cultura e a tradição paraense. preservando sua autenticidade e originalidade. * Este artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 35. especialmente. o benefício da tarifa reduzida à metade. considerada bem social e direito de todos.

. através do apoio técnico-financeiro para incentivo à produção local sem fim lucrativo. e os objetos e documentos históricos e artísticos ao museu do Estado.que regulamenta o § 8° da Constituição Estadual. tombamento. Ficam tombados os sítios dos antigos quilombos paraense.a cultura indígena.. que estabelecerá sua competência e atribuições. observados os preceitos do artigo 217 da Constituição Federal e mais os seguintes: I . V . por representantes da sociedade civil. artístico. dos sambaquis. VI . . § 8°. arqueológico.as obras. cabendo aos órgãos competentes a delimitação das áreas preservadas. plástico. que após triados serão tombados. 287. majoritariamente. restaurar. normas disciplinadoras para sua organização e funcionamento. bem como prédios e conjuntos. O Poder Público. audiovisual. O Estado. § 2°. SEÇÃO III Do Desporto Art. § 5°. vigilância. obrigatoriamente. * Ver Lei 5. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais. documentos. eleitos pelas entidades ligadas à cultura. O Poder Público efetuará o tombamento dos centros históricos de ocupação portuguesa no Estado. com a colaboração da comunidade. na forma da lei. por meio de inventários. § 3°. § 6°. recolhendo-os ao arquivo público do Estado. os edifícios. promoverá e protegerá: a) o patrimônio cultural paraense. através do seu órgão competente. pesquisar.811. manter. especialmente para este fim. fonográfico.incentivo ao desporto escolar. sem fins lucrativos e de utilidade pública. expor e divulgar. § 7°. objetos. de 24/01/94. Art. É dever do Estado resgatar. na preservação dos bens culturais móveis. paisagístico. artístico e arquivístico das instituições culturais. fará a coleta e proteção da documentação gerada pela administração pública direta e indireta. ecológico. § 4°. desapropriação e outras formas de acautelamento e preservação.IV . § 1°. tomada isoladamente e em seu conjunto. de utilidade pública. ao lazer e às atividades desportivas comunitárias. O conselho Estadual de Cultura será composto com a participação de representantes do Poder Público e. histórico. conservar. científicos e inerentes a relevantes narrativas da nossa história cultural. museológico. indígenas e afro-brasileiras e de outros grupos participantes do processo civilizatório. os conjuntos urbanos e sítios de valor arquitetônico. bibliográfico. definindo. registros. cabendo ao órgão competente a definição dessas áreas.as cidades. Será garantido o livre acesso de qualquer pessoa a todas as informações que subsidiem a história da comunidade. bem como garantir os meios de ampliação do patrimônio documental. edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais. paleontológico. como direito de cada um. 288. histórico. das áreas delimitadas pela arquitetura de habitação indígena e áreas inerentes a relevante narrativas de nossa história cultural. Os bens culturais e imóveis tombados terão área de entorno ou ambiência para proteção da unidade arquitetônica e paisagística. preservar. b) as manifestações culturais e populares. Cabe à administração pública o fortalecimento das entidades culturais privadas.

e os servidores e empregados públicos. na forma da lei. 290. a preservação. para o desenvolvimento do sistema produtivo do Estado e para a solução de seus problemas sociais. contribuindo. IV .permitam o registros das atividades científicas no Estado. na formação do educando. integrado por representantes do Poder Executivo. e a conservação e a recuperação do meio ambiente. 289. A pesquisa tecnológica e aplicada será voltada preponderantemente. terão abonadas suas faltas. de modo a racionalizar a distribuição e à aplicação de recursos. em harmonia com os direitos e garantias fundamentais. a pesquisa básica. § 2°. tendo em vista a qualidade de vida da população. de modo que as pesquisas desenvolvidas com recursos ou administração do Estado. especialmente. para o exercício da cidadania. a solução dos problemas sociais e o progresso das ciências. o desenvolvimento do sistema produtivo.garantem a qualidade e evitem solução de continuidade de programas e projetos de pesquisas. CAPÍTULO IV DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Art . em todos os estabelecimentos de ensino do Estado.incentivem empresas a investir em pesquisas.estabeleçam limites para instalação de complexos tecnológicos ou atividades potencialmente causadoras de degradação ambiental ou social. II .o esporte terá seu planejamento. seja federal ou estadual. nestas condições. § 1°. formação e aperfeiçoamento de recursos humanos. VI . que levará em conta o número de atletas assim organizados. considerando as especificidades regionais. e a ampla difusão dos conhecimento. bem como o respeito aos valores culturais da população do Estado e definirá critérios e mecanismo que: I . tenham seus resultados divulgados.promovam a integração das pesquisas desenvolvidas no Estado.o desporto escolar se desenvolverá a partir da educação física curricular. normatização e fiscalização. adotará como princípios o respeito à vida e à saúde humana. V . O Estado manterá um conselho estadual específico para ciência e tecnologia. o desenvolvimento científico e tecnológico. O Estado promoverá e incentivará.a distribuição e repasse dos recursos públicos estaduais às entidades e associações desportivas far-se-ão com base em critério estabelecido em lei.o exercício de funções em órgão colegiado oficial com atuação em matéria desportiva. o aproveitamento racional e não predatório dos recursos naturais. A política estadual de ciência e tecnologia. através de uma política específica. inclusive Justiça Desportiva. assim como a convocação para integrar representação desportiva estadual não-profissional. será considerado de relevante interesse. viabilizando o acompanhamento e a difusão da sistemática. promovendo e incentivando tecnologia adequada que superem esses danos: III .garantir às pessoas portadoras de deficiência as condições à prática de educação física. de esporte e lazer. da iniciativa privada . a autonomia e a capacitação tecnológica. à população que constitui objeto da investigação científica. IV . do Poder Legislativo. computando-se como de efetivo serviço o período de permanência e de duração da convocação. o qual terá sob sua responsabilidade a construção e conservações de instalações desportiva comunitárias para a prática do desporto. coordenados por um único órgão estadual. com concentração de recursos. III . Art. criação de tecnologia adequada ao Estado. V . com matrícula obrigatória.II .

opinar. * Dispositivo introduzido pela Emenda Constitucional n° 04. III . * Este § 5º foi acrescido ao Art. científicas e sociais. "d". sobre a política estadual de ciência e tecnologia.divulgação e debate das ações dos poderes constituídos do Estado. sem prescindir da participação de entidades culturais. majoritariamente. artística e jornalística. conforme dispuser a lei. por representantes de instituições de pesquisas e de associações científicas. II . Art. inclusive de fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público. não sofrerão qualquer restrição. 218 da Constituição Federal. o disposto no art. O Estado adotará política que incentive a criação independente na comunicação social.opinar. VI. observado o disposto na Constituição Federal. visando a regionalizar a produção cultural. estão obrigadas a manter uma programação baseada na regionalização da produção cultural. obrigatoriamente. de 12 de junho de 1996. de 21/12/95 (Institui o Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia do Pará). § 1°. processo ou veículo.avaliar a execução das atividades de pesquisas financiadas com recursos estaduais. ao seu controle econômico. 219. do art. Aos serviços e operações das empresas e emissoras de radiodifusão sonora e de sons e imagens. CAPÍTULO V DA COMUNICAÇÃO SOCIAL Art. A manifestação de pensamento. À instituição a que se refere o parágrafo anterior incumbe gerir. direta ou indiretamente. § 4°. e. este indicado através das associações de Municípios. aplica-se neste Estado e quanto ao ICMS. 292. Aplicação dos recursos a que se refere este artigo far-se-á através de instituição específica de amparo ao desenvolvimento da pesquisa. * Ver Lei Complementar n° 29. nos termos da lei. a expressão e a informação. com as seguintes atribuições. de 12/06/96. sob qualquer forma. Lei complementar fixará a forma pela qual o Estado do Pará exercerá a faculdade prevista no § 5°. 292 pela Emenda Constitucional nº 04. As emissoras de rádio e televisão. ou de quaisquer entidades sujeitas. . É obrigação do Estado. § 3°. além de outras estabelecidas em lei: I .divulgação e debate dos aspectos e problemas característicos das diversas microrregiões do Estado. § 2°. mantidas pelo Poder Público Estadual. respeitado o limite mínimo de três décimos por cento da receita orçamentária. III . com exclusividade. § 2°. a criação. 291. os recursos que lhe foram destinados.nacional que financie e desenvolva programas de pesquisa científica ou tecnológica e dos Municípios. na elaboração da política de comunicação social.erradicação do analfabetismo. ciência e tecnologia. II . Os órgãos de comunicação social pertencentes ao Estado. artística e jornalística. desta Constituição. § 5°. estabelecer programas que visem a: I . sobre a proposta orçamentária para o setor. serão utilizados de modo a assegurar a possibilidade de expressão e confronto das diversas correntes de opinião. previamente. § 1°.

mediante a simples apresentação de carteira de identidade ou documento similar. O Estado promoverá a defesa do consumidor. Parágrafo único. os de baixa renda. inclusive dos trabalhadores em comunicação e publicidade. § 1°.) III .672. punível o descumprimento com sanções administrativas. através de órgãos especializados. metropolitanos. tem especial proteção do Estado. dentre outros. DO ADOLESCENTE E DO IDOSO Art. CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA. garantindolhes o direito à vida. especialmente. criando mecanismos para impedir a violência no âmbito de suas relações.) . * Ver Lei Complementar n° 15. adotando. À família será garantida a livre opção quanto ao tamanho da prole. 295. assegurando sua participação na comunidade. sobre a política estadual de comunicação social e a proposta orçamentária para o setor.atendimento. reconhecida a maternidade e a paternidade como relevantes funções sociais. rurais ou intermunicipais. da Constituição Estadual. do ato das disposições constitucional transitórias do mesmo diploma legal e na consonância da Lei Federal n° 8. A família. de 11 de novembro de 1990. IV . é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher. previamente. de 08/01/91.assistência judiciária para o consumidor carente. § 4°. concorrente ou específica sobre a meteria. majoritariamente. II . O Estado contará com um conselho específico para a comunicação social. § 3°. alínea "e" do artigo 16. combinado com o inciso VI. os seguintes instrumento: I . urbanos.legislação suplementar. com a participação de representantes do Poder Público e. 293. (Dispõe sobre a defesa do consumidor na forma do inciso II. O conselho opinará. do artigo 294. como entidade familiar. sem prejuízo de outras cominações legais. conciliação e encaminhamento do consumidor. DA CRIANÇA.078. cujas atribuições serão definidas em lei. de 24/01/94. 294. base da sociedade. aconselhamento. notadamente. a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas. § 2°. § 5°.Art. CAPÍTULO VI DA DEFESA DO CONSUMIDOR Art. Para efeito de proteção do Estado. * Ver Lei 5. da sociedade civil. através da Defensoria Pública. 295 da Constituição Federal. defendendo sua dignidade e bem-estar. competindo ao Estado apoiar a população na operacionalização do planejamento familiar. Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a gratuidade dos transporte coletivo de qualquer natureza. O Poder Público assegurará a assistência à família e a cada um de seus integrantes. A família.(complementa o § 5° do art.política governamental de defesa dos interesses e direitos dos destinatários e usuários finais de bens e serviços.

O Estado contará com o conselho específico para assuntos da criança e do adolescente. a seus pais. * O caput deste artigo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. o livre acesso às instituições ou locais para onde os mesmos forem encaminhados pelos órgãos judiciários. supervisor de política de atendimento à infância e à adolescência. d) instituir sistema de creches e pré-escolas. Cabe ao Poder Público: a) apoiar e estimular a criação de associações civis de defesa dos direitos da criança e do adolescente para que funcionem como centro de estudo na busca permanente da garantia dos direitos dos mesmos. A criança e o adolescente gozam de proteção especial. ao respeito. de10/08/1999. ao lazer. à liberdade e a convivência familiar e comunitária. § 5°. b) priorizar o financiamento de programas institucionais destinados ao atendimento de crianças e adolescentes em meio aberto. a efetivação dos direitos referentes à vida. 296 pela Emenda Constitucional nº 05. fiscalizando as ações programática a eles relativos. estabelecidas por lei ou por outros meios. A prevenção da dependência de drogas e afins é dever do Estado. 297. moral. inquéritos e processos a eles relativos. à educação. por representantes do Poder Executivo e da sociedade civil. além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência. 298. em condições de liberdade e dignidade. . estes indicados através das entidades ligadas à defesa da criança e do adolescente. à alimentação. de 26 de junho de 1996. pessoas ou entidades responsáveis.819. * Este § 7º foi acrescido ao Art. À criança e ao adolescente é garantida a prioridade de receber proteção e socorro. desenvolvendo ações que auxiliem sua integração na comunidade. de segurança pública. que prestará o atendimento especializado à criança e ao adolescente dependentes. na forma da lei. oportunidades e facilidades. da Constituição Federal. espiritual e social. discriminação. 227. dentre outras estabelecidas em lei. informações. em condições dignas de sobrevivência. paritariamente. É dever da família. É garantida a toda e qualquer entidade ligada à defesa da criança e do adolescente.Art. Em caso de detenção de criança ou adolescente. à cultura. e preferência no atendimento por órgão público de qualquer poder. composto. da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente. à dignidade. com absoluta prioridade. § 3°. (Dispõe sobre a Política Estadual de Atendimento dos Direitos da Criança e do Adolescente no Estado do Pará). que terá. legalmente constituída. crueldade e opressão. A proteção à vida é feita mediante a efetivação de política social pública que resguarde o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso da pessoa humana. na forma da lei. à saúde. Art. exploração. Art. § 4° Os setores e áreas diretamente relacionados com a proteção à criança e o adolescentes serão aquinhoados de forma privilegiada na alocação de recursos públicos. mental. à profissionalização. de 11/02/94. IV. c) priorizar e desenvolver programas especiais de atendimento à criança e ao adolescente em situação de risco pessoal e social.025. § 1°. de forma sadia. as seguintes atribuições: * Ver Lei 5.. de assistência social. § 6°. § 3°. § 2°. imediata e urgentemente. a autoridade competente comunicará. em qualquer circunstância. § 7°. violência. garantido igualmente o livre acesso a dados. V e VII. de 03 de agosto de 1999. inclusive para atender ao disposto no art. publicada no DOE N° 29. a fim de lhes facultar desenvolvimento físico. 296.

V . * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99.. * Este inciso teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. de acordo com o Art. supervisor da política de atendimento à infância e à adolescência. de10/08/1999.671. É dever do Estado: I . 298 . 299 . de 03 de agosto de 1999. obrigatoriamente.025..opinar sobre proposta orçamentária destinada a programas de atendimento assistencial.. 299.acompanhar o rendimento dos programas de capacitação. sem discriminação de qualquer natureza. serviços de apoio integral às mulheres e crianças por elas vitimadas em repartições policiais especializadas.." II .. Alterada pela Lei nº 6. de 03 de agosto de 1999. em plena igualdade de direito e obrigações com o homem. nos órgãos de proteção à mulher.).. publicada no DOE N° 29. II ..025.681..opinar sobre concessão de auxílio.. de10/08/1999.criar mecanismos para coibir a violência doméstica. IV .. com participação ampla e democrática. mãe e cidadã... * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. III .instituir e manter um conselho específico para assuntos da mulher. serviços de apoio integral às mulheres e crianças por ela vitimadas..opinar. na forma da lei... perante a sociedade. sobre política estadual de promoção e defesa da criança e do adolescente... estes indicados através das entidades ligadas à defesa da criança e do adolescente... majoritariamente. esses indicados pelas entidades de defesa da mulher.... treinamento e reciclagem dos órgãos públicos de atendimento à criança e ao adolescente.O Estado contará com um conselho específico para assunto da criança e do adolescente. que terá.. dentre outras estabelecidas em lei.... I . 299. em todos os níveis.. e subvenções a entidades particulares. 299 . * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... (Institui o Conselho Estadual da Mulher. a imagem social da mulher como trabalhadora.fiscalizar e acompanhar ações de assistência à criança e ao adolescente... de 23/08/2004. compostos por representantes dos Poderes Públicos e. por representantes da sociedade civil. . com participação paritária de representantes do Poder Executivo e da sociedade civil... auxílios e subvenções.criar mecanismos para coibir a violência doméstica. inciso III da Constituição Estadual. III . * Ver Lei 5. publicada no DOE N° 29... as seguintes atribuições:" I . de 12/07/91....* A redação anterior continha o seguinte teor: "Art.garantir. CAPÍTULO VIII DA MULHER Art.

. § 3°. contra-indicações. Acórdão DU. até decisão final. suas comunidades e organizações existentes no território paraense. indicações. V . (Institui o Conselho Indigenista do Estado do Pará). ocupam e o usufruto exclusivo deles sobre as riquezas do solo.. línguas. § 4°. em particular a mulher. línguas e organização social. possa ter condições de escolher com maior segurança o que lhe for mais adequado.(ADIN n° 1499-4/600. criar um centro de atendimento para assistência. apoio e orientação jurídica à mulher.instituir e manter um conselho específico para assunto da mulher. sem discriminação de qualquer natureza.02. na forma da lei. assim como reconhecerão seus direitos originários sobre as terras que. majoritariamente. § 2°. CAPÍTULO IX DOS ÍNDIOS Art... O Estado e os Municípios promoverão e incentivarão a proteção aos índios e sua cultura. 300. bem como o disposto na Lei Complementar n° 31. no que tange às suas questões específicas.I . § 5°. O Estado e os Municípios devem garantir a posse dos índios sobre as terras que. ocupam. as ações e serviços públicos. 301. crenças. devendo priorizar a manutenção de colônias penais agrícolas ou industriais com o objetivo de promover a escolarização e profissionalização dos presos. costumes. de 14/02/96. programas e projetos da União.96. tradicionalmente. de qualquer natureza. orientando quanto ao uso.. que terá sua implantação em funcionamento regulados em lei. . com a participação de representantes do Poder Público e. o STF deferiu o pedido de medida liminar suspendendo.499-4. de 14. dos rios e dos lagos nelas existentes.09. * Ver Lei Complementar n° 31. sendo instrumento básico desta participação o conselho indigenista. políticas e na tomada de decisões sobre assuntos que lhe digam respeito.. do STF. devem integrar-se e adaptar-se às suas tradições.. composto majoritariamente por representantes originários da população indígena.. de 13/09/96) § 1°. O Ministério Público do Estado manterá Promotor de Justiça ou promotores de Justiça especializados para a defesa dos direitos e interesses dos índios.. CAPÍTULO X DO SISTEMA PENITENCIÁRIO Art. DOU de 13. tradições.garantir o acesso gratuito aos métodos contraceptivos naturais ou artificiais. nos serviços públicos de saúde. vantagens e desvantagens. estes indicados pelas entidades de defesa da mulher. com participação ampla e democrática.. para que o casal. * Por decisão unânime..96. suspensa pela ADIn n° 1." IV . No atendimento às populações indígenas. organização social.no cumprimento das funções essenciais à justiça.. da sociedade civil. O Poder Público participará da definição e implementação dos planos. III .. no território paraense. voltados para a população indígena. A participação da população indígena é essencial à formulação de conceitos. tradicionalmente.. A política penitenciária do Estado tem como objetivo a reeducação e reintegração moral e social dos presos.. a vigência deste dispositivo.

REVOGADO........ de acordo com a natureza do delito... publicada no DOE N° 29.....Aos servidores do sistema penal do Estado são assegurados. É assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral.. § 7° ......." § 7°... abrangendo o aproveitamento em curso de formação específica. * A redação anterior a revogação continha o seguinte teor: "Art. o direito de receber visitas. visando a definir a situação processual de cada preso......." § 6°. * Este § 5° foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. publicada no DOE N° 29.." TÍTULO X Das Disposições Constitucionais Gerais ....... § 2°... ao Tribunal de Justiça do Estado e ao Ministério Público o censo carcerário de Estado... composto por categorias diversas...... § 6° ... de10/08/1999.. * A redação anterior a revogação continha o seguinte teor: "Art. § 1° .....§ 1°. no que couber.....A Superintendência do Sistema Penal.. § 3°. REVOGADO. diretamente subordinada à Secretaria de Estado de Justiça. publicada no DOE N° 29..025..025... conferidos nesta Constituição aos policiais civis. de 03 de agosto de 1999. § 5° .. a idade e o sexo do apenado. para menores até seis anos.. 301 .A Superintendência do Sistema Penal remeterá.... 301 .. § 5°.. à Assembléia Legislativa. * Este § 6° foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. de 03 de agosto de 1999. O preso terá acesso às informações prestadas pelos meios de comunicação social e.025. 301 ..... de10/08/1999.. devendo o estabelecimento prisional ter uma creche contígua... de10/08/1999...... atendida por pessoal especializado......... de 03 de agosto de 1999. terá quadro especial de servidores.. na forma da lei. § 4°... conforme dispuser a lei.. Às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação.. garantido o acompanhamento da mãe. § 1° . A pena será cumprida em estabelecimentos distintos. * Este § 7° foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. * A redação anterior a revogação continha o seguinte teor: "Art. semestralmente....... § 1° ... REVOGADO. direitos e vantagens...

exceto aos domingos. 302. porém suspendeu liminarmente a eficácia das seguintes expressões do inciso XII do art. dos Poderes Legislativo. a um subsídio mensal e vitalício igual à remuneração do cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado. Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Pará. Em duas oportunidades questionou-se a constitucionalidade do dispositivo: na primeira. 303. Art. Executivo e Judiciário. 305. o Governador e os exGovernadores do Estado. exercício ou investidura. Acórdão DJ 12/11/93. Quaisquer autoridades ou agentes públicos. o STF não acatou o pedido de liminar para suspender a eficácia deste dispositivo. o STF não conheceu da ação por falta de legitimidade ativa do requerente (Associação do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas) ADIN 832-3. 307. ficando as declarações arquivadas no Tribunal de Contas do Estado ou no Tribunal de Contas dos Municípios. Sessão do dia 25/05/95. Acórdão DJ 23/06/95. em sessão de 27/05/93. conforme o caso. requeiram. O sistema público de comunicação do Estado destinará trinta minutos de sua programação diária. em caso de vaga ocorrida após a promulgação desta Constituição. em caso de acidente ou doença. * Ver Lei 5. inclusive a dos respectivos cônjuges ou das respectivas pessoas com quem mantenham união estável como entidade familiar. . Executivo e Judiciário. O processo de escolha de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios.957. § 1° O pagamento do subsídio estabelecido neste artigo será suspenso durante o período em que o beneficiário estiver no exercício de mandato eletivo ou cargo em comissão. para divulgação dos atos e matérias de interesse dos Poderes Legislativo. o Presidente e os ex-Presidentes do Tribunal de Justiça. 135: "empresas públicas" e "sociedades de economia mista de que o Estado detenha o controle acionário". até o final do mandato.648. em seu conjunto de atividades. ADIN 897-8. Art. Para o provimento de quaisquer cargos e funções que. terão custeadas pelo Estado as despesas com o tratamento médico e hospitalar. de 26/03/96. à unanimidade. Acórdão DJ 03/12/93. devidamente acompanhado do recibo de entrega atestado pelo órgão competente. atualizando essas declarações a cada ano. Art. o STF indeferiu medida cautelar de suspensão do dispositivo. salvo direito de opção. Para os cargos e funções que dependem da aprovação da Assembléia Legislativa para nomeação de seus ocupantes. Cessada a investidura no cargo de Governador. quem o tiver exercido em caráter permanente fará jus. a título de representação. na segunda. observado o disposto no art. qualquer que seja a forma de provimento. 304. como requisito para suas posses. O Presidente e os ex. Ver Lei n° 5. deverão apresentar cópias da última declaração do imposto de renda. será exigida a habilitação em órgão oficial da respectiva categoria. * Em julgamento da ADIN n° 1281-9. * 2. para o seu desempenho. ou que venha a ocorrer. quando houver.Art. Art. obedecerá o seguinte critério: * 1.Presidentes do Poder Legislativo. é vedada a interinidade por período superior a sessenta dias. proporcionalmente a cada Poder. em sessão de 08/10/93. 119. § 2°. formação superior ou técnica específica. 306. de 16/01/1991. Art.

307 . * Este art. o escolhido para suceder deve integrar a respectiva origem ou classe do sucedido. A quarta e a quinta pela Assembléia Legislativa. 307 .As vagas de Conselheiro do Tribunal de Constas dos Municípios aplica-se no disposto neste artigo. * A Redação anterior continha o seguinte teor: “Art. 307. abrindo-se vaga de Conselheiro. A sexta pelo Governador e a sétima pela Assembléia Legislativa. publicada no DOE Nº 30.1997. a segunda. A terceira vaga será provida pelo Governador do Estado. por escolha da Assembléia Legislativa.As duas primeiras vagas de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. obedecerá ao seguinte critério: . O processo de escolha de Conselheiro do Tribunal de Constas do Estado e do Tribunal de Constas dos Municípios. A sexta e sétima vagas do Tribunal de Contas dos Municípios serão preenchidas na forma do inciso II.a primeira. 119. de 18/06/2004. 119.307." §1º Depois da nomeação de sete (7) Conselheiros." I . observado o disposto no art. de 16 de junho de 2004.07. a terceira e a quarta vagas. que se abrirem após a promulgação desta Constituição. consideradas a partir da promulgação desta Constituição. * Este artigo e seus incisos.500 de 08.216. observado o disposto no Art. serão providas pela Assembléia Legislativa. publicada no DOE n° 28. II . de 03/07/1997. que se abrirem após a promulgação desta Constituição.As vagas de Conselheiro do Tribunal de Constas dos Municípios aplica-se no disposto neste artigo.As duas primeiras vagas de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. tiveram a redação alterada pela Emenda Constitucional n° 10. A sexta pelo Governador e a sétima pela Assembléia Legislativa. em caso de vaga ocorrida após a promulgação desta Constituição. respectivamente.a sétima vaga por escolha do Governador. Este artigo e seus incisos. A quarta e a quinta pela Assembléia Legislativa.a quinta e a sexta vagas por escolha do Governador do Estado. publicada no DOE n° 28. e seus incisos tiveram sua redação alterada pela Emenda Constitucional nº 26.1997.500 de 08. ou que venha a ocorrer.07. segundo os critérios de antigüidade e merecimento. Parágrafo Único . 119. serão preenchidas por escolha da Assembléia Legislativa. tiveram a redação introduzida pela Emenda Constitucional n° 10. de 03/07/1997. haja vista que a terceira vaga foi preenchida por livre escolha do Governador. consoante norma constitucional vigente à época. * A redação anterior tinha o seguinte teor: "Art. §2º A quarta e quinta vagas do Tribunal de Contas dos Municípios. III . * A redação anterior tinha o seguinte teor: "Art. observado o disposto no Art. dentre Auditores e Membros do Ministério Público junto ao Tribunal. serão providas pela Assembléia Legislativa. após o início da vigência desta Constituição. Parágrafo Único . A terceira vaga será provida pelo Governador do Estado.* 3.

. e definirá a fiscalização de seus atos pelo Poder Judiciário.. alternadamente. segundo os critérios de antiguidade e merecimento”. publicada no DOE Nº 30... de 19 de dezembro de 2007. respectivamente.. . respectivamente. 307 foi acrescentado pela Emenda Constitucional nº 40. a lei estadual fixará nova tabela de custas e emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro.... o provimento das vagas de Conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios e do Tribunal de Contas do Estado.094/97 (que Dispõe sobre os emolumentos devidos pelos atos praticados no exercício dos serviços notariais e de registro.A terceira vaga por escolha do Governador do Estado.. contendo as normas gerais. dentre Auditores e membros do Ministério Público ujnto ao Tribunal.073... de 21/12/2007. de 26 de junho de 2007. § 2°. segundo os critérios de antigüidade e merecimento..A quinta e a sexta vagas por escolha do Governador do Estado...A quarta vaga por escolha da Assembléia Legislativa. lavrado a partir da instalação da Assembléia Nacional Constituinte. Após a edição da lei federal.... IV .995. Art...... Lei regulará as atividades.I ...... Fica assegurado aos substitutos dos serviços notariais e de registro. serão de livre escolha do Governador. Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado. admitido sem concurso público. cinco anos.. previstas. * O § 3º deste art.. há. da administração direta e indireta. observando-se a respectiva ordem de nomeação.. 309. disciplinará a responsabilidade civil e criminal dos notários. dos oficiais de registro e de seus propostos.... por delegação do Poder Público. 308.... * A redação suprimida continha o seguinte teor: “Art. de 28/06/2007... Art.. reiniciar-se-á o processo previsto nos incisos anteriores. * O § 3º deste art. 309 foi suprimido pela Emenda Constitucional nº 37. por delegação do Poder Público. no § 2º e inciso II deste artigo.) § 3º...” § 3º Na falta de auditor ou de membros do Ministério Público Especial junto ao Tribunal de Contas que preencham os requisitos dos artigos 119 e 120 da Constituição Estadual.. recair necessariamente em auditor ou membro do Ministério Público Especial junto ao Tribunal de Contas.....” .A partir da oitava vaga. que estejam na função na data da promulgação da Constituição Federal. VI . que tenha por objeto a concessão de estabilidade a servidor.. 309....... V . inclusive das fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público estadual. § 3°. pelo menos. exercidos em caráter privado.A primeira e a segunda vagas por escolha da Assembléia Legislativa.. devendo os posteriores provimentos... II ... publicada no DOE Nº 31. SUPRIMIDO. III . § 1°. Ficam extintos os efeitos jurídicos de qualquer ato legislativo ou administrativo.A sétima por escolha da Assembléia Legislativa. efetivação na titularidade da respectiva serventia no caso de vaga.. * Ver a Lei n° 6.

. Fica mantida a Consultoria-Geral do Estado. (que Estatiza as serventias do foro judicial.. nos referidos cargos ou empregos. de 23/12/1996.A Consultoria-Geral do Estado tem por chefe o Consultor-Geral do Estado. cujos ocupantes tenham ingressado.. . § 2º Os cargos efetivos e empregos permanentes de assistente jurídico. § 1°.. * A redação anterior continha o seguinte teor: “Art. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art... REVOGADO. que integra o secretariado executivo do Estado. § 1° . lotados nos diversos órgãos da administração direta.) Art..... * Este § 2º teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 07/96. não se permitindo que qualquer serventia fique vaga. assim definidas em lei. de livre nomeação pelo Governador dentre cidadãos maiores de 35 anos.025.. ficam vinculados tecnicamente à Procuradoria Geral do Estado..... Os escrivães que prestam serviços judiciais nas comarcas e juízos serão remunerados no equivalente ao que percebem aos escrivães concursados.. de 23/12/1996. * Estes §§ 3º e 4º... de livre nomeação pelo Governador dentre cidadãos maiores de 35 anos. de10/08/1999. § 6°. Serão estabilizadas as serventias do foro judicial. REVOGADO. que integra o secretariado estadual.. § 3°. do Art. de notável saber jurídico e reputação ilibada.... de notável saber jurídico e reputação ilibada. 310.656.." § 2°. 310. até a data da instalação de Assembléia Estadual Constituinte.. sem abertura de concurso. passam a ser denominados Consultor Jurídico... * As redações revogadas continham o seguinte teor: "Art.. publicada no DOE N° 29. nos termos da lei.. * Ver Lei 5...§ 4°. O ingresso na atividade notarial e de registro depende de concurso público de provas e títulos.Os integrantes da carreira de Consultor Jurídico do Estado.. .... vinculados à Consultoria-Geral do Estado.. de 03 de agosto de 1999. assessor jurídico. por mais de seis meses.. 310.. 310 foram revogados pela Emenda Constitucional n° 07/96. 310 . § 5°.. * Este § 1° teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99... de provimento ou de remoção. procurador jurídico e assistente-judiciário-chefe. lotados nos diversos órgãos da administração direta... . respeitados os direitos dos atuais titulares.. aplicando-se-lhes todos os direitos e deveres dos Procuradores do Estado. § 4°. A Consultoria-Geral do Estado tem por chefe o Consultor-Geral do Estado. exceto a representação judicial do Estado"... de 29/01/91.....

de 26. 314. no mínimo.12. em juízo. exceto a representação judicial do Estado". terão suspenso o pagamento de pensão. 002. através de seu órgão de previdência. após a competente comprovação de que o mesmo não é possuidor de casa própria. e o número de capelães das diversas religiões professadas equivalerá ao número dos respectivos adeptos. Art. Parágrafo único. observadas as demais disposições deste artigo. com os mesmos direitos e vedações dos Procuradores do Estado. e que tenham sido admitidos. * Ver a Lei n° 5. (Dispõe sobre o serviço de assistência religiosa do Corpo de Bombeiros Militar.) * Ver a Lei n° 6.411/87. será respeitado o princípio da proporcionalidade entre o número de alunos que declarem professá-lo. o profissional deverá ter habilitação por curso específico. Nos atos de recrutamento e seleção de capelães civis e militares. parágrafo único. nos termos da lei. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. Art. Art. um décimo de adeptos do alunado da escola. § 2°. da Constituição Federal. o candidato a professor de religião deverá ser apresentado pela autoridade religiosa de seu credo e. antes do início da vigência da Lei Complementar n°. É assegurada. para representar o Estado. com a observância das garantias e vedações previstas no art. Se uma determinada denominação religiosa contar. apurado em censo religioso anual. em caráter permanente. ministrado em instituição de ensino superior ou entidade religiosa competente. 134.85. 311. Além de preencher os requisitos legais.§ 3º Aplica-se o disposto no parágrafo anterior aos servidores públicos que na data da instalação da Assembléia Estadual Constituinte exerciam. da Consultoria-Geral do Estado. ativa ou passivamente. § 4º Os servidores que sejam estáveis. § 2°. O concurso público para professor de religião será específico para cada credo que tenha alcançado o quociente religioso. Art. na administração pública direta. O sorteio para aquisição de casa própria em conjunto habitacional cuja construção seja de responsabilidade do Estado será público e amplamente divulgado pelos veículos de comunicação social. na forma desta Constituição. isolada ou cumulativamente com denominações afins na sua doutrina. passam a integrar o quadro em extinção de Consultor Jurídico. quando estiverem no exercício de mandato eletivo. Os Deputados Estaduais que sejam pensionados. de acordo com a legislação da educação nacional. É assegurado aos Defensores Públicos investidos na função até a data de instalação da Assembléia Nacional Constituinte o direito de opção pela carreira. (Cria o serviço de assistência religiosa da Polícia Militar. O concurso público de capelão será específico para cada credo que tenha alcançado o quociente religioso. o qual é obtido dividindo-se o efetivo geral da instituição pelo número de cargos fixados em lei. só será entregue ao mutuário. nos atos de admissão. . 312. terá direito a um professor da respectiva religião. § 1°. § 3°. o qual é obtido dividindo-se o efetivo geral pelo número das vagas fixadas em lei. Para o desempenho da atividade docente no ensino religioso. Art.) § 1°. na forma da lei. A unidade habitacional sorteada. sendo a opção religiosa dos menores de dezesseis anos firmada pelos respectivos responsáveis. 315. funções de assessoramento jurídico. 313.099/97. será mantido o princípio da proporcionalidade.

§ 4°. sem contestação. cinemas." § 3°..§ 3°. o interessado deverá comprovar que reside no Estado do Pará a 01 (um) ano. § 1°. para seus filhos ou dependentes.. todos os direitos referidos no art. Nos atos de recrutamento e seleção de capelães civis e militares. e mais os seguintes: a) isenção tarifária nos meios de transportes. . teatros e estabelecimentos de lazer ou cultura licenciados ou fiscalizados pelo Estado. 317. Ao ex-combatente que tenha. c) prioridade na matrícula em escolas públicas ou oficializadas de ensino fundamental ou médio. O disposto neste artigo não prejudica outras vantagens ou direitos de que o possuidor seja titular.. por mais de quarenta anos ininterruptos. Todo aquele que possuir terras estaduais. adquirirá automaticamente o seu domínio. 53 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.. do domínio público ou privado. § 2° . efetivamente. Art. com os respectivos impostos pagos ao Estado. devendo para este fim.. serão assegurados. que for estabelecido em lei..315 de 12 de setembro de 1967. como os que derivam de contratos. * Ver Lei Complementar n° 05. será assegurada a participação da denominação religiosa que. através de títulos legítimos.. terrestres e aquaviários.. tendo a mesma direito a um capelão. de 16/03/1999.) § 1°. sem ter alcançado o quociente religioso. de 24/01/91.Para habilitar-se ao recebimento do auxílio. e submeter-se a exame médico-social. * Este parágrafo teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 14. da Constituição Federal. Art. Os candidatos a capelão devem ser apresentados pela autoridade religiosa do credo selecionado.. § 2° . b) livre acesso aos estádios. são aptos para transferir o domínio. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. da Constituição do Estado do Pará. sob a responsabilidade do Estado. 318 . O Estado concederá o auxílio mensal.. Art. com a participação de entidade representativa dos hansenianos. nos termos da Lei n° 5. no mínimo. participado de operações bélicas durante a Segunda Guerra Mundial. no mínimo. com a participação de entidade representativa dos hansenianos. 316. sob a responsabilidade do Estado. de decisões judiciais e da lei. o interessado deverá submeter-se a exame médico-social. conte com. um décimo de adeptos na entidade. isolada ou cumulativamente com denominações afins na sua doutrina.. de atos da última vontade. Consideram-se títulos legítimos todos aqueles que.. aos hansenianos reconhecidamente pobres e incapacitados para o trabalho. Ficam excluídos deste auxílio os hansenianos que recebam ajuda financeira de qualquer instituição. 318. contados anteriormente a 1° de janeiro de 1917. tão-somente apresentar ao órgão fundiário competente documentação que comprove essa posse. 318. a nível estadual. § 2°.Para habilitar-se ao recebimento do auxílio. urbanos e intermunicipais. O cadastramento dos beneficiários deverá começar a partir da promulgação desta Constituição. segundo o direito. com atualização permanente do cadastro. (Dispõe sobre a regulamentação do Art.

324.856. inclusive sindicais.. publicada no DOE N° 29.. mantida a proporcionalidade do inciso I. através do banco oficial do Estado.eletividade dos representantes da sociedade civil.) Art. * A redação anterior continha o seguinte teor: "Art. emitido por órgão oficial de saúde. Parágrafo único... III .. * Ver princípios estabelecidos pela Lei n° 6.165.. 321 . físicas ou jurídicas. Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras. 319. na forma da lei. por motivo de aposentadoria. na forma da lei.. de10/08/1999. de 03 de agosto de 1999.. São gratuitos para os reconhecidamente pobres. majoritariamente.. Art. após promulgada esta Constituição. 320. § 5°. da sociedade civil. 321. o beneficiário deverá apresentar comprovante. bem como nos conselhos já existentes. de 20/11/90. atribuições e regulamentação serão previstas em lei." II . Art. A participação nos conselhos criados por esta Constituição. preferencialmente. que trata do desligamento do trabalho. salvo a hipótese de mandatário do beneficiado. Aos servidores civis e militares fica assegurado o direito de não comparecer ao trabalho a partir do nonagésimo primeiro dia subseqüente ao do protocolo do requerimento de aposentadoria ou de transferência para a reserva.. I . sem prejuízo da percepção de sua remuneração.participação do Poder Público e.composição paritária entre Poder Público e sociedade civil. por parte do servidor público. caso não sejam antes cientificados do indeferimento. obedecerão ao seguinte: I . (Dispõe sobre a Legitimação de Terras dos Remanescentes das Comunidades dos Quilombos) Art. de 02/12/98. Art. * Ver Lei Complementar n° 04..§ 4°. Fica criado o conselho Estadual Fazendeiro. na forma da lei. e para continuar a receber o auxílio. é reconhecida a propriedade definitiva. nos termos da lei. publicada no DOE N° 28... * Este inciso I teve sua redação alterada pela Emenda Constitucional n° 15/99. acima.. devendo o Estado emitir-lhes títulos respectivos no prazo de um ano. na forma da lei: ..renovação bienal. O pagamento do auxílio será efetuado. Art. 323. a razão de um terço e dois terços de cada vez. (Regulamenta o Art. É vedada a participação em mais de dois dos conselhos criados nesta Constituição..025.. constituirá serviço relevante. 322. 323 da Constituição do Estado do Pará. através de suas entidades. criados nos Títulos VIII e IX.. por decreto ou qualquer outro provimento administrativo.. por lei. cuja composição. de 07/12/98. Todos os conselhos e órgãos colegiados afins. com base ou em decorrência deles. de que está cumprindo suas obrigações no tratamento da doença. na forma da lei. Anualmente. sem interferência ou intermediação de quaisquer pessoas.

óbito e da expedição da carteira de identidade individual. * O teor anterior deste artigo era: .) * Este artigo sofreu alterações através da Emenda Constitucional n° 11. no âmbito da segurança pública. 330. especializadas no trato de assuntos referentes à integridade física e moral da mulher. estabelecida no art. Reverterão imediatamente ao patrimônio fundiário do Estado as terras adquiridas através de processos de licitação e que seus beneficiários não hajam implantado o projeto econômico a que estavam obrigados. 328. Art. (Regulamenta o art. conforme a legislação atualmente em vigor. c) o registro e a certidão de casamento. delegacias de polícia nos Municípios. que concede pensão especial à viúva. ressalvando-se tão-somente o direito às benfeitorias existentes.641. operacional e patrimonial dos Municípios.1997. (Dispõe sobre a divulgação da gratuidade de celebração de casamento civil. de 15/09/1997. 331.) a) o registro civil de nascimento e a respectiva certidão. orçamentária. órgão estadual de auxílio do controle externo na fiscalização financeira. 325. Parágrafo único.901. de 10/01/91. respeitada a legislação federal. 326. acrescido o § 2°.) Parágrafo único.em razão de crime. de 09/12/1996. b) o registro e a certidão de óbitos.004. morto no exercício da profissão. Passa a denominar-se Tribunal de Contas dos Municípios o atual Conselho de Contas dos Municípios. 327. do registro de nascimento. 324 da Constituição do Estado do Pará. progressivamente. por esta Constituição. Art. remanescentes de outras categorias funcionais estendem-se os direitos do art.* Ver Lei 5. O Estado destinará recursos para manutenção e ampliação de casas de estudantes consideradas autônomas. ou ao próprio. (ESTABELECE NORMAS PARA QUE O PODER PÚBLICO CONCEDA RECURSOS PARA A MANUTENÇÃO E AMPLIAÇÃO DE CASAS DE ESTUDANTES CARENTES. Art. de 24. d) a emissão da carteira de identidade Art. aos ascendentes ou dependentes de motorista profissional de transportes coletivos de passageiros. * Ver Lei 5. É dever do Estado conceder pensão especial à viúva e dependentes de motorista profissional que venha a falecer no exercício da profissão. sob a forma de índice econômico que assegure a devida atualização monetária. de 21/03/96.) * Ver Lei 5. Aos delegados de polícia de carreira. de 16/10/95. através de órgão competente e programas específicos. 331 da Constituição do Estado do Pará. * Ver Lei n° 6. Art. São autônomas aquelas que não possuem vínculo orgânico com nenhuma instituição e sejam destinadas a estudantes carentes. publicada no DOE n° 28. As penalidades de natureza pecuniária. que visem a garantir seu regular funcionamento. vitimado por crime.09. se contrair invalidez permanente. (Dispõe sobre a destinação de recursos estaduais para a manutenção e ampliação de Casas de Estudantes consideradas autônomas. devem ser expressas. O Estado do Pará instalará.965. Art. ficam mantidos. Os direitos e garantias dos policiais civis técnico-científicos de carreira. Art. na forma da lei. 195. onde o seu parágrafo único foi transformado em § 1° e teve ainda. no que couber.555. 329.

336. 44 do ato das Disposições Constitucionais Transitórias. da Constituição Federal só poderão receber aprovação e licenciamento dos órgãos estaduais competentes... incluem-se as que estabelecem preferências a pessoas discriminadas a fim de lhes garantir participação igualitária no mercado de trabalho.. * Ver Lei 5. sem prejuízo de outras dependências. O Estado. Ficam revogados. (Dispõe sobre a Constituição de Grupos Internos de Prevenção de Acidentes (GIPAs) em órgãos Públicos da Administração Estadual. a organização e funcionamento de grupos internos de prevenção de acidentes nos órgãos da administração direta e indireta do Estado. 333. a partir da promulgação desta Constituição todos os dispositivos legais que atribuam ou deleguem a órgão do Poder Executivo competência assinalada pela Constituição à Assembléia Legislativa.555.. a pensão será paga aos seus ascendentes. na saúde e nos demais direitos sociais. Dentre outras medidas compensatórias. Parágrafo único . II . por qualquer dos Poderes...1997. as empresas a que refere o art. publicada no DOE n° 28. autárquica e fundacional. especialmente no que tange a : I ."Art. indireta. anexo ou próximo aos fóruns.. O Estado estimulará. Parágrafo único .... ) Parágrafo único." § 1° .. 334. Art. levando em conta a necessidade de tratar. salvo prévia autorização da Assembléia Legislativa. na medida em que foram ou sejam injustamente desigualados.. acrescido o § 2°.. * Este artigo sofreu alterações através da Emenda Constitucional n° 11. 335.. onde o seu parágrafo único foi transformado em § 1° e teve ainda.ação normativa.. mas em decorrência do atentado contrair invalidez total permanente. 337..607. de 24.. visando a compensar pessoas vítimas de discriminação.Se o motorista vitimado não falecer. Os grupos referidos no caput deste artigo deverão zelar pela higiene e segurança do trabalho..Se o falecido não tiver dependentes e for arrimo de família. * O teor anterior deste artigo era: "Art.. a pensão especial lhe será paga enquanto viver... O princípio da igualdade deve ser aplicado pelo Poder Público. a pensão será paga aos seus ascendentes. Art... de 15/09/1997." Art. .Se o falecido não tiver dependentes e for arrimo de família.. na forma da lei. constitucionalmente previstas. os desiguais. instalará as Promotorias de Justiça em prédios sob sua administração. de 14/11/90. Art. e industrializarem. Ressalvadas as disposições de interesse nacional. O Ministério Público. Art. tomadas para superar desigualdades de fato.09. aí compreendidas a prevenção e combate a acidentes e doenças profissionais.. § 2° . na educação. não poderá arcar com despesas de aluguel de imóveis para servidores públicos de qualquer nível.. 332. os bens minerais aqui extraídos. Parágrafo único. dentro dos limites do Estado.Se o falecido não tiver dependentes e for arrimo de família.alocação ou transferência de recursos de qualquer espécie. desigualmente. quando atenderem os princípios gerais estabelecidos nesta Constituição.. a pensão será paga a seus ascendentes. na forma da lei.. 331 . quando desobrigados de manter grupos iguais ou assemelhados por força de lei federal. inclusive dirigentes da administração direta. Art. 331 .

Consideram-se servidores não estáveis. contados da promulgação desta Constituição. nas reformas. Art. 2°.As leis previstas no inciso III do § 1° do art. observando-se. 169 da Constituição Federal estabelecerão critérios e garantias especiais para a perda do cargo pelo servidor público estável que. de 03 de agosto de 1999. enquadrados como agentes administrativos. Aos professores contratados pelo Estado e. defender e cumprir esta Constituição. 169. 1°. dentro do prazo de cento e vinte dias.438.5°. em decorrência das atribuições de seu cargo efetivo. * Este artigo foi acrescido no texto constitucional pela Emenda Constitucional n° 15/99. publicada no DOE Nº 28.Parágrafo único. Parágrafo Único . dentro do prazo de cento e oitenta dias. 3°. o Consultor Geral do Estado. fica assegurado o direito de. Art. 340 . elaborará seu Regimento Interno. 338 foi acrescentado a esta Constituição Estadual pela Emenda Constitucional n° 08.Na hipótese de insuficiência de desempenho. Os membros do Poder Legislativo. contado da promulgação desta Constituição. para os fins do art. É assegurado ao Ministério Público a ocupação das atuais dependências a ele destinadas nos fóruns. de 10/08/1999. contados da promulgação desta Constituição. O Poder Executivo. o Governador do Estado e o Presidente do Tribunal de Justiça prestarão o compromisso de manter. O Chefe da Casa Civil. * Este artigo foi acrescido no texto constitucional pela Emenda Constitucional n° 15/99.025. o Comandante Geral da Polícia Militar.. 339 . modificações ou ampliações. 41 e no § 7° do art. 338. posteriormente. autárquica e fundacional sem concurso público de provas ou de provas e títulos após o dia 5 de outubro de 1983. o Chefe da Casa Militar. fazer a opção. pela Assembléia Legislativa.. nos crimes comuns e nos de responsabilidade. de10/08/1999. publicada no DOE N° 29. para garantir a efetiva autonomia da corporação. ATOS DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS Art. * Este Art. conferida nesta Constituição. de 03 de abril de 1997. Após a promulgação desta Constituição. A Assembléia Legislativa. abrirá crédito especial em favor do Corpo de Bombeiros Militar. de 08/04/1997. publicada no DOE N° 29.025. II da Constituição Federal aqueles admitidos na administração direta. Art. no ato e na data de sua promulgação. serão processados e julgados pelo Tribunal de Justiça do Estado e. desenvolva atividades exclusivas de estado. o Poder Executivo deverá instalar delegacias distritais de polícia em áreas rurais do Estado. o preceituado neste artigo. Art. 4°. ratificando ou retificando o . em dois turnos de discussão e votação. Art. o Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar e o Delegado Geral de Polícia Civil. a perda do cargo somente ocorrerá mediante processo administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa. no prazo de noventa dias. Art. § 3° . observando os princípios da Constituição Federal e desta Constituição. de 03 de agosto de 1999. Art. nos de responsabilidade conexos com os do Governador.

8°. 7°. art. O Estado e os Municípios editarão leis que estabeleçam critérios para compatibilização de seus quadros de pessoal ao disposto no art. será formada uma comissão composta pelo Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. de10/08/1999. de 03 de agosto de 1999. 30 desta Constituição e à reforma administrativa deles decorrentes. 9° . bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição Federal e com esta Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites delas decorrentes. 10. bem como ao disposto nesta Constituição. 20 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. se não tiverem sido calculados com base nos valores vigentes na data a que se refere o art. sendo que os pagamentos. até o advento da mencionada lei.025. lei complementar Estadual regulamentando a atuação do Conselho. a fim de ajustá-los ao disposto na Constituição Federal. . Art. elaborará e enviará para a Assembléia Legislativa projeto de lei complementar regulando a matéria. a remuneração. art.. O Estado e os Municípios procederão.enquadramento realizado. em sessão realizada em 13/11/89. e art. devem ser feitos com base nos valores vigentes na data da promulgação desta Constituição. 42. desde que já tenham sido aprovados com concurso público para professor. § 1°. um representante do Poder Executivo indicado pelo Governador. Procurador-Geral da Defensoria Pública e Presidente do Conselho Secional da Ordem dos Advogados do Brasil. Os vencimentos. na rede estadual de ensino. 40 §§ 4° e 5°. 20 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. no prazo de dezoito meses. Procurador-Geral do Estado. 6°. sendo favorável o parecer. ou exercido a função durante mais de cinco anos. 9°. 39 da Constituição Federal e art. REVOGADO. É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privados de profissionais de saúde que estejam sendo exercidos na administração pública direta ou indireta. as vantagens e os adicionais. no prazo acima referido. este será convocado pelo Presidente do Tribunal de Justiça. Não havendo. * Por maioriade votos. a revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos. * A redação anterior a revogação continha o seguinte teor: "Art.) Art. Art. passando a reger-se pelo regulamento que adotar. deverá ser instalado até seis meses após a data da promulgação desta Constituição. dentro de trinta dias após. parecer sobre a necessidade de criação e instalação de Tribunal ou Tribunais de Alçada. * Este artigo foi revogado pela Emenda Constitucional n° 15/99. Art. § 10. regulado no art. publicada no DOE N° 29. o STF suspendeu liminarmente a vigência deste dispositivo. ADIN n° 137-0. Parágrafo único. § 2°. não se admitindo neste caso invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título. anterior a sua revogação. um representante da Assembléia Legislativa indicado pelos seus pares e pelo Procurador-Geral de Justiça. e. imediatamente." (Neste Parágrafo único. Art. É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de médico que estejam sendo exercidos por médico militar na administração pública direta ou indireta. Transcorridos vinte e quatro meses após a promulgação desta Constituição. o Tribunal de Justiça do Estado. contados de 5 de outubro de 1988. que apresentará no prazo de sessenta dias.O Conselho Estadual de Justiça. revistos e atualizados. da Constituição Federal. 176.

§ 3°. agrária e fundiária. no prazo marcado.Art. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. as terras reverterão ao patrimônio do Estado e serão preferencialmente destinadas a projetos de recuperação ambiental ou assentamentos. IV .criar. Art. vendas. possa receber do Poder Público um exemplar da Constituição do Estado do Pará. nos prazos abaixo. no prazo de seis meses. deverão enviar ao Poder Legislativo os projetos de lei que sejam de suas iniciativas. No prazo máximo de seis meses. por força da lei ou em virtude do art. todos os conselhos e colegiados instituídos por esta Constituição ou dela decorrentes. e que sejam de iniciativa de outros Poderes. e dois pelos Municípios. 40. deverão estar em plena vigência até o final da presente legislatura. até o final da presente legislatura: a) lei agrícola. com o acompanhamento do Conselho Estadual de Política Agrícola. autorizações e permissões de uso de terras públicas com área superior a 100 hectares. complementares ou ordinárias. dos cartórios. da Constituição Federal. Será criada. III . dos sindicatos. cinco pelo Poder Executivo. 16. Todas as leis.editar. Art. dos quartéis. Nas hipóteses previstas nos parágrafos anteriores. quando exista incerteza ou litígio. § 1°. . b) Código de Pesca.promover as ações discriminatórias das terras de seus domínio. Comissão de Estudos Territoriais. e 5°. promoverão edição popular do texto integral da Constituição. O Estado deverá. o Poder Executivo. se estes. a contar da data da promulgação desta Constituição. das entidades de classe. V . previstos nesta Constituição. 11. § 1°. no prazo de seis meses. Com a promulgação desta Constituição e até o ano de 1995. §§ 4°. com cinco membros indicados pela Assembléia Legislativa. 14. das associações. serão revistas pelo órgão fundiário competente.realizar o zoneamento ecológico-econômico. inclusive complementares. das igrejas e de outras instituições representativas da comunidade. aplica-se o disposto no art. o Tribunal de Contas dos Municípios e demais entidades e órgãos. no prazo de dois anos. 12. dentro de noventa dias da promulgação da Constituição. o Ministério Público.definir a política estadual minerária e do meio ambiente no prazo de um ano. da referida Constituição. 8°. a revisão obedecerá aos critérios de legalidade e de conveniência do interesse público. No que diz respeito às vendas. II . realizadas no período de 10 de março de 1954 até a data da promulgação desta Constituição. gratuitamente. notadamente.iniciar os trabalhos de elaboração do zoneamento agrícola. da administração direta ou indireta. Art. Aos servidores públicos estaduais que foram beneficiados pela anistia. todas as doações. através de lei.. ou havendo interesse público. Art. devendo anualmente os resultados serem encaminhados à Assembléia Legislativa. de modo que cada cidadão domiciliado do Estado. a revisão será feita com base exclusivamente no critério da legalidade da operação. Art. VI . o Tribunal de Contas do Estado. O Poder Legislativo poderá apresentar projetos de lei. com a finalidade de apresentar estudos sobre limites territoriais dos Municípios do Estado. que será colocado à disposição das escolas. para cumprimento do disposto no caput deste artigo. inclusive fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público. o Poder Judiciário. 15. § 2°. Agrária e Fundiária. 13. contados a partir da promulgação desta Constituição: I . § 2°. decorrentes da promulgação desta Constituição. comprovada a ilegalidade. órgãos ou entidades. não tomarem as providências de sua alçada. no prazo de cinco anos. O Diário Oficial e demais gráficas do Estado e dos Municípios. No caso de concessões e doações. concessões. § 2°.

com aplicação dos recursos necessários. 284. 18. com normas rígidas e moralizadoras. No prazo de noventa dias. VIII . da administração direta e indireta.) f) lei de política financeira. do ato das disposições constitucional transitórias do mesmo diploma legal e na consonância da Lei Federal n° 8.078. da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. combinado com o inciso VI. de 08. 21. todos e quaisquer outros. a contar da promulgação desta Constituição. terrestres ou aquaviários (alterada pela Lei Complementar n° 08/91). dentro do prazo de cinco anos. salvo os veículos de representação do Presidente da Assembléia Legislativa. * Ver Lei 5.editar. 20. VII . (Dispõe sobre a defesa do consumidor na forma do inciso II.10. a nível de terceiro grau. Art. ficando estabelecido desde logo que. para atender ao disposto no art. no prazo de um ano. 19. a lei a que se refere o art. no mínimo. trinta por cento. no prazo de seis meses. no prazo máximo de 180 dias. deverá ser editada lei.c) Código de Proteção à Infância. (Estabelece normas e requisitos para a aquisição de tarifa reduzida à metade nos transportes urbanos. 154 * Ver a Lei n° 5. a lei do regime jurídico único dos servidores públicos civis. e dos servidores públicos militares. o benefício ali estatuído será garantido mediante a simples apresentação da carteira de identidade escolar.91. . inclusive de autarquias. a responsabilidade dos serviços de transporte coletivo da capital. do artigo 294. 17. * Ver Lei Complementar n° 02/90. O Governo do Estado transferirá ao Município de Belém. a partir da data da promulgação desta Constituição. relativa ao uso de carros oficiais. garantida a participação dos servidores civis e militares. do Governador do Estado e do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado. no prazo de três meses. no prazo de seis meses. serão destinados ao setor de saúde. e) lei de defesa do consumidor. à Juventude e ao Idoso. O Estado instalará a Escola de Formação de Oficiais da Polícia Militar. ouvido o conselho competente. Art. X . da Constituição Estadual. empresas públicas.reavaliar. Até que seja aprovada a lei de diretrizes orçamentárias. XI .editar. do orçamento da seguridade social. e. fundações e sociedades de economia mista terão escrito nas portas dianteiras o nome do órgão ou entidade a que pertencem. desrespeitado este prazo. alínea "e" do artigo 16.672.) Art. todas as declarações de utilidade pública estadual conferidas a instituições filantrópicas de assistência social e de ensino.658/91. por suas respectivas entidades representativas.implantar a Universidade do Estado. no prazo de um ano. e as leis orgânicas da Polícia Civil. Os cargos de auditor do Tribunal de Contas do Estado e do Tribunal de Contas dos Municípios que excederem ao número previsto nesta Constituição serão extintos com a vacância. d) lei de proteção e integração social da pessoa portadora de deficiência.763/93. contado da promulgação desta Constituição. na elaboração dos projetos de lei. de 11 de novembro de 1990. Art. lei aprovando o cronograma de instalação de comarcas. (que traça o organograma de instalação de comarcas judiciárias (alterada pela Lei n° 5. IX . expedida pela entidade que representa os estudantes. Art. por iniciativa do Tribunal de Justiça.editar. de qualquer Poder estadual ou municipal.

26. providenciará a criação e manutenção de uma fundação pública que incorporará o patrimônio e realizará os objetivos da Santa Casa de Misericórdia do Pará. ficam os mesmos regidos pela legislação vigente. da Constituição Federal. e que não tenham sido admitidos na forma regulada no art. a partir da promulgação desta Constituição.alterada pela Lei Complementar n° 26. projeto de lei do Fisco Estadual a que se refere o art. observado o estágio probatório. nos termos da lei. vencimentos. funções e empregos de confiança ou em comissão. deverão retornar àquele limite. 25. 173. como juízes togados. § 2°. respeitado o disposto na Constituição Federal e nesta Constituição. de 06/10/94. que estavam no exercício na data da promulgação desta Constituição Federal. Os pretores. em exercício na data da promulgação da Constituição Federal. reduzindo o percentual excedente a razão de um quinto por ano. O Poder Executivo. 43. O Poder Executivo encaminhará ao Poder Legislativo. 22. 23. inclusive direitos. aplicando-se-lhes as garantias e vedações da magistratura e passam a compor quadro em extinção. junto ao Governo Federal. O Estado. naquilo que não conflitar com a Constituição. 30. de 26/04/90 (Autoriza o Poder Executivo a Constituir a Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará) . 28. Art. os juizados especiais referidos no art. Art. § 3°. da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. permitindo a integração hidroviária do Pará ao Centro-Oeste. adquirem estabilidade. caberá à Câmara Municipal. 208 desta Constituição. até cento e oitenta dias contados da promulgação desta Constituição. O Estado apoiará e incentivará. da administração direta. votar a Lei Orgânica respectiva em dois turnos de discussão e votação. § 1°. no prazo de 120 dias. quando a respectiva despesa de pessoal exceder o limite previsto neste artigo. O disposto neste artigo não se aplica aos professores de nível superior. no prazo de cento e oitenta dias. procederá às substituições necessárias de delegados de polícia nomeados ou comissionados nas delegacias do interior e da capital por delegados de polícia de carreira. há pelo menos cinco anos continuados. O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação. Parágrafo único. Até a promulgação da lei complementar referido no art. Art. (Redefine a composição organizacional da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará). Art. * Ver Lei Complementar n° 03. na forma da lei. Art. 169 da Constituição Federal e art. Art. a conclusão da eclusa de Tucuruí e a construção da eclusa de Santa Izabel do Araguaia. o Estado e os Municípios não poderão despender com pessoal mais do que sessenta e cinco por cento do valor das respectivas receitas correntes. 24. cujo tempo de serviço não será computado para os fins de caput deste artigo. nem aos que a lei declare de livre exoneração. são considerados estáveis no serviço público. Art. Art. contados da promulgação desta Constituição. Uma comissão mista composta de três Deputados e três Vereadores supervisionará a transferência de que trata este artigo. integrando. 29.Parágrafo único. Os Estados e os Municípios. . vantagens e deveres de seus integrantes. O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos. 27. autárquica e das fundações públicas. 37. Art. no prazo de seis meses. Os servidores públicos civis do Estado e dos Municípios. exceto se se tratar de servidor. Até a promulgação das leis que disporão sobre organização básica da Polícia Civil. Promulgada a Constituição do Estado.

sob a coordenação deste último. Nos nove primeiros anos da promulgação desta Constituição. em todas as sedes municipais que não dispõem dos mesmos. I. para regularizar. (Dispõe sobre o Fundo de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará. em relação a incentivos concedidos sob condição e com prazo certo. § 3°. da Constituição Federal de 1967. àquela data. até a eleição e posse dos novos titulares. Parágrafo único. demarcação e legalização das terras. cinqüenta por cento dos recursos a que se refere o art.Art. de que trata o caput deste artigo será de cento e oitenta dias. Os Municípios tomarão. e da lei que regular o assunto. 39. Ministério Público. ou juízes de entrância especial para dirimir conflitos agrários e os juizados de paz devem ser instalados e entrar em funcionamento dentro de seis meses. podendo candidatar-se ao cargo. Os atuais juízes de paz ficam mantidos. bem como serão instalados os cartórios já criados por lei. Ordem dos Advogados do Brasil-Seção Pará. 31. Art. extinguir-se-ão. celebrado nos temos do art. § 6°. O Poder Executivo do Estado e dos Municípios reavaliarão todos os incentivos fiscais de natureza setorial ora em vigor. Art. 212 da Constituição Federal.674. de 21/10/91. 35. O prazo para conclusão dos trabalhos de levantamento. Fica criado o Fundo de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará. 32. 1. A revogação não prejudicará os direitos que já tiverem sido adquiridos. excetuados os resultantes de isenções fiscais que passem a integrar patrimônio privado. no prazo de cento e oitenta dias. 175. Os juizados de pequenas causas. com a redação da emenda n°. e administradas por entidades de hansenianos juridicamente constituídas. uma comissão especial de cinco membros será formada por representantes do Poder Judiciário. propondo aos Poderes Legislativos respectivos as medidas cabíveis. A partir da data da promulgação desta Constituição. com a mobilização de todos os setores organizados da sociedade e com a aplicação de. com seus direitos. também deverão ser reavaliados e reconfirmados no prazo deste artigo. serão instalados os cartórios de registro civil e de notas. o Estado fará levantamento das áreas de terras das antigas colônias do Prata e Marituba e das benfeitorias nelas existentes. No prazo de cento e vinte dias. Os incentivos concedidos por convênio entre Estados. pelo menos. as providências necessárias junto aos órgãos fundiários competentes. o Poder Público desenvolverá esforços. os juizados especiais. contados da promulgação desta Constituição. Art. Art. Considerar-se-ão revogados após um ano. contados da data da promulgação desta Constituição. Art 37. com o mesmo termo inicial. Art. Sistema Penal e Poder Legislativo. § 2°. a partir da data da promulgação desta Constituição.) .alterada pela Lei n° 6. estaduais e federais.007/96. 38. Os fundos existentes na data da promulgação desta Constituição. com o objetivo de proceder ao levantamento da população carcerária do Estado. para as providências que se fizerem necessárias. visando a definir a situação processual de cada interno.. 36. se não forem ratificados pela Assembléia Legislativa no prazo de um ano. no prazo de seis meses. para fins de delimitação e legalização dessas áreas. A partir da promulgação desta Constituição e no prazo de sessenta dias. 40. deveres e atribuições. legalizar e identificar suas áreas patrimoniais que deverão estar demarcadas ao prazo de cinco anos. Art. * Ver Lei 5. 23. Art. bem como sua transferência ao controle da comunidade hanseniana e seus dependentes. a contar da promulgação desta Constituição. para eliminar o analfabetismo e universalizar o ensino fundamental. . 34. Art. a ser regulamentado em lei. se preencherem os requisitos do art. com títulos definitivos. os incentivos que não forem confirmados por lei. § 1°. de 17 de outubro de 1969. 33. pelo menos.

§ 1º . Secretário. * Este Art. Art. realizados pelos Poderes Legislativo. 42. a eles se aplicando o disposto no § 3º do art. Vice-Presidente e Relator Geral. devendo serem providos na forma do art. 47 foi acrescentado ao Ato das Disposições Transitórias pela Emenda Constitucional n° 07/96. com os respectivos suplentes. É criada uma comissão de transição com finalidade de propor à Assembléia Legislativa e ao Poder Executivo as medidas legislativas e administrativas necessárias a implementar a Constituição Estadual. Suplente. Guaracy Silveira. 44. serão concluídos nos termos da legislação anterior. § 2º da Constituição Estadual. Presidente. Suplente. Secretário. os mesmos serão transformados em cargos de Procurador do Estado. 1°. desta Constituição. A comissão de transição compor-se-á de nove membros. tendo no ápice o banco oficial do Estado do Pará. Vice-Presidente e Relator Adjunto. Suplente. Haroldo Bezerra. técnica e administrativamente a Procuradoria Geral do Estado. 43. 4° Secretário. observada a lei federal. As áreas de terras sobre as quais existam decisões judiciais de partilha ou de adjudicação e as respectivas cadeias dominiais comprovem a existência de título legítimo são consideradas propriedades. Zeno Veloso. Palácio da Cabanagem. 234.. . e do art. Os processos de regularização fundiária. Célio Sampaio. Secretário e Relator Adjunto. pela Assembléia Legislativa e três pelo Tribunal de Justiça. 47 . de 23/12/1996. devendo a sua regularização. § 2º .Os valores recebidos em decorrência de vantagens pecuniárias pelos atuais ocupantes do cargo de Procurador Fiscal do Estado. Carlos Cavalcante. 41. 187. Costa Filho. fica prorrogado por dois anos o prazo de validade de quaisquer concursos públicos. Francisco Ramos. 5 de outubro de 1989 Mário Chermont. A comissão de transição será instalada no prazo de trinta dias. 2°. § 2°. da Constituição Federal. que excedam àqueles recebidos pelos Procuradores do Estado. a ser regulado em lei complementar. Vilson Schuber. protocolados no órgão estadual competente. de 23/12/1996. até a data da instalação da Assembléia Estadual Constituinte. Para cumprimento do art. Art. Art. passarão a constituir vantagem pessoal. no órgão fundiário do Estado. 1°. Agostinho Linhares.Na medida em que vagarem os atuais cargos de Procurador Fiscal.Os atuais ocupantes do cargo de Procurador Fiscal do Estado do Pará ficam subordinados hierárquica. 45. não se aplicando o aqui disposto. a atividade econômica que ainda estiver sendo explorada diretamente pelo Poder Público deverá ser suspensa no prazo que for estabelecido em lei complementar estadual. Executivo e Judiciário e demais órgãos e entidades públicos. Nos termos do art. Belém. Art. sendo três indicados pelo Governador do Estado. a contar da promulgação desta Constituição. ocorrer sem nenhum pagamento por parte do interessado. 37. constituindo cargos isolados de quadro em extinção. Art. 187 da Constituição Estadual. * Artigo e seus parágrafos introduzidos através da Emenda Constitucional n° 07/96.Art. 2°. 34. se não houver candidatos aprovados para serem chamados. 46. 3°. § 3°. Fica criado o sistema financeiro estadual. três. sem prejuízo das iniciativas dos três Poderes na esfera de sua competência. III. Art. 3º do art. § 1°. respeitados os limites estabelecidos na Constituição Federal.

Aldebaro Klautau. Nilçon Pinheiro.Wandenkolk Gonçalves. IN MEMORIAM: João Batista. Mariuadir Santos. Nicias Ribeiro. Relator Adjunto. Agenor Moreira. Paulo Dutra. Manoel Franco. Valdir Ganzer. Edimilson Rodrigues. Edson Matoso. Nuno Miranda. Óti Santos. Emílio Ramos. Raimundo Marques. Themístocles Nascimento. Bira Barbosa. Carlos Kayath. Ronaldo Passarinho. Maria de Nazaré. Kzan Lourenço. José Francisco. Itamar Francez. Giovanni Queirós. José Diogo. Hamilton Guedes. Carlos Xavier. Paulo Fontelles . Raimundo Santos. Nonato Vasconcelos. Fernando Ribeiro. Alcides Corrêa. Luiz Maria.