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ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 5.

945 DE 19 DE JANEIRO DE 1989 Regulamenta o Prêmio de Produção instituído pelo artigo 2° da Lei n° 5.461, de 26 de maio de 1988, com a nova redação dada pela Lei n° 5.531, de 17 de janeiro de 1989 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 91, inciso IV, da Constituição do Estado e, considerando o disposto no artigo 2° da Lei n° 5.461 de 26 de maio de 1988, com a nova redação dada pela Lei n° 5.531, de 17 de janeiro de 1989. D E C R E T A: CAPÍTULO I Do Prêmio de Produção aos Servidores do Grupo Tributação, Arrecadação e Fiscalização Art. 1° - O Prêmio de Produção será atribuído a todos os servidores integrantes do Grupo Tributação, Arrecadação e Fiscalização, que no desempenho de suas atribuições contribuírem para maior eficácia ou incremento das atividades da tributação, arrecadação e fiscalização de tributos estaduais, como estímulo à eficiência fiscal individual e coletiva, objetivando o crescimento real da receita própria, a nível estadual e regional. Art. 2° - O Prêmio de Produção será efetivado por meio de quotas cujo valor unitário corresponderá a 0,2 (dois décimos) da Unidade de Valor Fiscal do Estado do Pará - UFEPA. Parágrafo Único - O valor unitário da quota a que se refere o "caput" deste artigo, poderá ser alterado em função do desempenho da receita própria estadual e/ou regional, conforme o estabelecido no Anexo IV, deste Decreto. Art. 3° - O Prêmio de Produção será atribuído aos servidores a que se refere o artigo 1°, na forma seguinte: I - para os servidores ocupantes dos cargos de Procurador Fiscal e Fiscal de Tributos Estaduais, o máximo de 600 (seiscentas) quotas mensais, divididas em uma etapa básica de 350 (trezentas e cincoenta) quotas e duas etapas complementares de 125 (cento e vinte e cinco) quotas.

II - para os servidores ocupantes dos cargos de Agente Auxiliar de Fiscalização e Agente Tributário, o máximo de 450 (quatrocentas e cincoenta) quotas mensais, divididas em uma etapa básica de 300 (trezentas) quotas e duas etapas complementares de 75 (setenta e cinco) quotas. Parágrafo Único - Aos ocupantes do cargo de Fiscal de Tributos Estaduais será concedida uma etapa especial de no máximo 1200 (mil e duzentas) quotas anuais, atribuídas ao desempenho de trabalhos de fiscalização em caráter especial. SEÇÃO I Da Etapa Básica Art. 4° - A Etapa Básica do Prêmio de Produção será concedida aos servidores ocupantes dos cargos de Procurador Fiscal, Fiscal de Tributos Estaduais, agente Auxiliar de Fiscalização e Agente Tributário até o limite máximo previsto no artigo anterior, aferida de acordo com as tabelas constantes do Anexo I. § 1° - Para efeito de concessão da etapa a que se refere o "caput" deste artigo, deverão ser encaminhadas mensalmente, até o dia 05 (cinco) do mês subsequente, à Diretoria Geral de Administração Tributária da Secretaria de Estado da Fazenda, a relação dos servidores contemplados com esta Etapa, bem como o número de quotas individuais, na forma seguinte: I - pelas Delegacias Regionais, a relação dos servidores ocupantes dos cargos de Fiscal de Tributos Estaduais, Agente Auxiliar de Fiscalização e Agente Tributário; II - pela Procuradoria Geral da Fazenda, a relação dos servidores ocupantes do cargo de Procurador Fiscal. § 2° - O Delegado Regional deverá fornecer os elementos necessários para que os servidores, mediante efetivo desempenho de suas atribuições, possam atingir o limite máximo das quotas estabelecidas para esta etapa. § 3° - O número de empresas constantes da Programação de Fiscalização da Delegacia Regional, será dividido de maneira aleatória pelo número de Fiscais de Tributos Estaduais, lotados na respectiva Região Fiscal. § 4° - A Coordenadoria de Fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda, em caráter excepcional, designará outros Fiscais para os trabalhos desta etapa, quando a Região Fiscal não dispor de lotação suficiente para atender a sua Programação de Fiscalização. § 5° - A aferição da etapa a que se refere esta Seção, será efetuada, no âmbito das Regiões Fiscais, por uma comissão composta pelo

Delegado Regional e um representante de cada categoria, indicados pelas respectivas Associações de classe. SEÇÃO II Das Etapas Complementares Art. 5° - As etapas complementares do Prêmio de Produção serão concedidas aos servidores contemplados com a etapa básica, até os limites máximos previstos neste artigo, atribuídas ao desempenho da receita Estadual e Regional, aferidas pelo Órgão Central da Secretaria de Estado da Fazenda de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo II. I - aos ocupantes dos cargos de Procurador Fiscal e Fiscal de Tributos Estaduais, até o limite máximo de 250 (duzentas e cincoenta) quotas mensais, em duas etapas: 125 (cento e vinte e cinco) quotas, atribuídas ao desempenho da receita própria a nível Estadual; 125 (cento e vinte e cinco) quotas, atribuídas ao desempenho da receita própria a nível Regional. II - aos ocupantes dos cargos de Agente Auxiliar de Fiscalização e Agente Tributário, até o limite máximo de 150 (cento e cincoenta) quotas mensais, em duas etapas: 75 (setenta e cinco) quotas, atribuídas ao desempenho da receita própria a nível Estadual; 75 (setenta e cinco) quotas, atribuídas ao desempenho da receita própria a nível Regional. § 1° - Para efeito de atribuição da etapa a que se refere o inciso I, alínea "b" deste artigo, aos ocupantes do cargo de Procurador Fiscal, considerar-se-á a Região Fiscal que apresentar maior desempenho. § 2° - O número de quotas aferidas no final do trimestre para cada servidor, será efetivada de forma fixa no trimestre subsequente e assim sucessivamente. SEÇÃO III Dos servidores no exercício de função interna Art. 6° - Os servidores integrantes do Grupo Tributação, Arrecadação e Fiscalização, em serviços internos ou quando nomeados ou designados para o exercício de função de direção, coordenação, chefia e assessoria, terão direito ao Prêmio de Produção, aferido na forma deste artigo, sem prejuízo da gratificação a que fizer jús:

para os trabalhos relativos a etapa especial. em caráter excepcional. terá esta etapa aferida da seguinte forma: . conforme os critérios estabelecidos no Anexo III deste Decreto. listagem computadorizada das empresas indicando o nome dos fiscais lotados na respectiva Região Fiscal. designará outros fiscais para os trabalhos relativos a etapa especial.A etapa especial somente será concedida aos ocupantes do cargo de Fiscal de Tributos Estaduais que. b) se lotado no Órgão Central.ICMS de empresas situadas na região de rejeição da curva normal de arrecadação deste imposto. III . deste Decreto. § 3° . e terá como limite máximo 1200 (mil e duzentas) quotas anuais.O Delegado Regional responsável pela execução dos trabalhos de fiscalização especial informará ao Órgão Central da Secretaria de Estado da Fazenda.Para os efeitos deste artigo deverão ser observadas as seguintes providências: I . o momento da sua conclusão. com base na UFEPA vigente. 7° . para a Região Fiscal e Atividade Econômica.a etapa básica do prêmio de Produção.o Órgão Central da Secretaria de Estado da Fazenda. 5°. II .I . de acordo com o previsto no art. de acordo com a Região Fiscal que apresentar maior desempenho.o Órgão Central da Secretaria de Estado da Fazenda encaminhará às Delegacias Regionais.O servidor no exercício de qualquer das funções previstas no artigo 6° deste Decreto.A etapa a que se refere o "caput" deste artigo. SEÇÃO IV Da Etapa Especial Art. § 2° . no mês de dezembro e o pagamento efetuado no mês de fevereiro do ano seguinte. visando proporcionar ao fiscal designado a possibilidade de fazer jús a etapa especial. quando a Região Fiscal não dispor de lotação suficiente para abranger o número de empresas a serem trabalhadas. será aferida anualmente. § 1° .as etapas complementares serão aferidas da seguinte forma: a) se lotados em Região Fiscal. mudar o perfil de recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . II . através de fiscalização em caráter especial. será concedida no seu limite máximo.

§ 1° . 10 .O Prêmio de Produção para os servidores integrantes do Grupo Tributação. o máximo alcançado para a etapa básica na respectiva Região. II . Art.se lotado no Órgão Central perceberá o número de quotas igual ao máximo alcançado por um Fiscal no Estado. domingos e feriados.para os servidores ocupantes de cargos do Grupo Atividades de Nível Superior.para os servidores ocupantes de cargos do Grupo de Nível Médio.A aferição do percentual de quotas acima será efetuada da seguinte forma: I .se lotado no Órgão Central o máximo alcançado para a etapa básica no Estado. até 50% (cincoenta por cento) do máximo de quotas mensais. 8° .Deixará de fazer jús ao Prêmio de Produção o servidor que não permanecer no efetivo exercício do seu cargo. II.se lotado em Região Fiscal. além do comparecimento obrigatório aos sábados. Art. até 30% (trinta por cento) do máximo de quotas mensais. II . CAPÍTULO II Do Prêmio de Produção aos Servidores de Apoio da Secretaria de Estado da Fazenda Art.Os Anexos I.I . até o limite máximo de quotas da etapa básica prevista no inciso I do artigo 3° deste Decreto. salvo nos casos previstos neste Decreto. II . III e IV. 9° . 11 . Arrecadação e Fiscalização. até 100% (cem por cento) do máximo de quotas mensais.para os servidores ocupantes de cargos do Grupo Transporte e Portaria. CAPÍTULO III Das Disposições Gerais Art.se lotado em Região Fiscal. fazem parte integrante deste Decreto. obriga o servidor a ele vinculado ao cumprimento da jornada regulamentar de trabalho. .O Prêmio de Produção será estendido aos servidores de apoio operacional e administrativo do Quadro Permanente da Secretaria de Estado da Fazenda. perceberá o número de quotas igual ao máximo alcançado por um Fiscal na respectiva Região. III . quando estabelecido em escala de serviço. na forma seguinte: I .

V . § 2° .085. estendendo-se esse direito aos pensionistas de que tratam as Leis n°s. II . 13 .09.78 e 5. Art. toda a arrecadação própria do Estado e da Região Fiscal . observado os limites legais.Contribuição para o IPASEP.83.Aposentadoria.Júri e serviços obrigatórios por lei. § 1° .No caso previsto no inciso I deste artigo. II . § 4° . considerar-se-á a média de quotas dos meses correspondentes.No caso dos incisos IV e VII a licença deverá ser comprovada de acordo com a legislação vigente.Férias.809.Licença para tratamento de saúde.Se o afastamento ocorrer antes de decorridos os doze (12) meses de efetiva percepção do prêmio. considerar-se-á para efeito de cálculo o equivalente a 1/12 (um doze) avos do número total de quotas alcançadas durante o ano anterior.Freqüência a cursos de interesse da Secretaria. III . e VII .Para efeito de aferição das etapas complementares do Prêmio de Produção.Fará jús ao Prêmio de Produção o servidor que se encontrar afastado de suas atividades em virtude de: I . 4. VI . § 3° .Art.Convocação para o serviço militar.Licença a servidora gestante.Em todos os casos previstos neste artigo. § 3° .Se o pedido de aposentadoria ocorrer antes de decorridos os doze (12) meses de efetiva percepção do prêmio considerar-se-á a média dos meses correspondentes. § 1° . § 2° . III .Para efeito de concessão da etapa especial nos casos previstos no artigo 12 e inciso I do artigo 13. IV . Art. de 11. o valor do prêmio corresponderá a média de quotas alcançadas pelo servidor nos doze (12) meses anteriores ao afastamento.O valor percebido pelo servidor a título de Prêmio de Produção integrará os vencimentos para os efeitos de: I . no valor correspondente ao limite máximo de quotas da etapa básica prevista no artigo 3° deste Decreto.Farão jús ao Prêmio de Produção os servidores já inativos do Grupo Tributação. respeitado o limite fixado para o cargo correspondente ao que se deu a aposentadoria. 12 . de 02. Arrecadação e Fiscalização. integrará os proventos o valor correspondente a média de quotas alcançadas pelo servidor nos doze (12) meses anteriores ao pedido de aposentadoria.Outros efeitos legais.11.Licença Especial. 14 .

461.395. . revogando as disposições em contrário.Este Decreto entrará em vigor a partir da data de sua publicação. no período considerado. Art. 16 . DOE Nº 26. viúva do ExServidor ABÍLIO COUTINHO DA SILVA. 15 .952 DE 26 DE JANEIRO DE 1989. bem como os atos complementares necessários.955 DE 01 DE FEVEREIRO DE 1989. DOE n° 26. se necessário. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. Art.Fica autorizado o Secretário de Estado da Fazenda a alterar. 18 . ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N º 5. de 20/01/1989. 17 .OTN ou em qualquer outro título oficial que venha substituí-la. 19 de janeiro de 1989. os Anexos deste Decreto.Ficam ratificados os critérios adotados e os atos praticados para efetivação do Prêmio de Produção no período de 01 de agosto a 31 de dezembro de 1988. serão objeto de ato do Secretário de Estado da Fazenda.será transformada em Obrigações do Tesouro Nacional . Concede PENSÃO à CARMEN MELO DA SILVA. Art.Os casos omissos. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANIBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda. a fim de eliminar distorções e/ou omissões verificadas em situações concretas de sua aplicação. DE 28/04/1989. Art.

2º . SITUAÇÃO PROPOST A Denominaçã Símbolo o .Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. DECRETA: Art. 3º . as Funções Gratificadas constantes no anexo deste Decreto.DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE FUNÇÃO GRATIFICADA EM CARREIRA DE PROIVIMENTO EM COMISSÃO NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto correrão à conta das dotações orçamentárias própria do Estado. O GOVENADOR DO ESTAD DO PARÁ. de 25 de janeiro de 1989. Art. 1º . HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretaria de Estado de Administração JOAQUIM LIRA MAIA Secretário de Estado de Agricultura _____________________ ANEXO ÓRGÃO: SAGRI SITUAÇÃO ATUAL Quant. Denominação Símbolo Quant. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. de 24 de junho de 1976. 9º da Lei n º 4.Ficam transformados em cargos de provimento em comissão no Quadro de Cargos da Secretaria de estado da Agricultura. 01 de fevereiro de 1989. revogadas as disposições em contrário. item IV da Constituição do Estado. Art. e tendo em vista as disposições contidas no ofício nº 005/89-GAB. 91.639. CONSIDERANDO o art. Palácio do Governo do Estado do Pará.

2º . Art.3 DAS 012. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. Art. CONSIDERANDO o art. 3º . Palácio do Governo do Estado do Pará. de 25 de janeiro de 1989. DECRETA: Art.01 Chefe de Unidade de Planejamento e Pesquisa Chefe de Unidade Orçamentária Chefe de Unidade de Estatística e Processamento de Dados FG-4 01 Assessor DAS 012. 9º da Lei n º 4. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. as Funções Gratificadas constantes no anexo deste Decreto. DE 01 DE FEVEREIRO DE 1989. . revogadas as disposições em contrário.639. e tendo em vista as disposições contidas no ofício nº 005/89-GAB. 01 de fevereiro de 1989.4 01 FG-4 01 Assessor 01 FG-4 01 Assessor DOE Nº 26.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. item IV da Constituição do Estado.Ficam transformados em cargos de provimento em comissão no Quadro de Cargos da Secretaria de estado da Agricultura. de 24 de junho de 1976. 91. O GOVENADOR DO ESTAD DO PARÁ. DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE FUNÇÃO GRATIFICADA EM CARREIRA DE PROIVIMENTO EM COMISSÃO NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE AGRICULTURA.955. 1º .404 DE 02 DE FEVEREIRO DE 1989.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto correrão à conta das dotações orçamentárias própria do Estado.2 DAS 012.

HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretaria de Estado de Administração JOAQUIM LIRA MAIA Secretário de Estado de Agricultura _____________________ ANEXO ÓRGÃO: SAGRI SITUAÇÃO ATUAL Quant. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. Dispões sobre a substituição tributária nas operações realizadas com produtos derivados de petróleo e àlcool carburante. DE 02 DE MARÇO DE 1989. DE 02 DE FEVEREIRO DE 1989.969. 01 SITUAÇÃO PROPOST A Denominaçã Símbolo o Assessor DAS 012.3 DAS 012. 01 Denominação Chefe de Unidade de Planejamento e Pesquisa Chefe de Unidade Orçamentária Chefe de Unidade de Estatística e Processamento de Dados Símbolo FG-4 Quant. .404.2 DAS 012.4 01 FG-4 01 Assessor 01 FG-4 01 Assessor DOE Nº 26.

Art. a ser retido.O recolhimento do Imposto pelo contribuinte substituto será efetuado através de Documento de Arrecadação Estadual – DAE em separado. Art. usando das atribuições que lhe confere o art. 2º . 4º . 5º . às empresas distribuidoras de derivados de petróleo e álcool carburante estabelecidas neste Estado que promovem a saída dessas mercadorias a revendedores locais.O valor do Imposto Sobre Operações Relativas às Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações – ICMS. 1º . será apurado mediante a aplicação da alíquota estabelecida para as operações internas sobre a base de cálculo prevista no artigo anterior. Art. na prazo de 30 (trinta) dias. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. a contar do mês subsequente à ocorrência da retenção. 91. deduzido o imposto devido pela operação do próprio contribuinte substituto.Fica atribuída a condição de responsável. item IV.A base de cálculo do imposto a ser retido pelo contribuinte Substituto será o preço da venda no varejo fixado pela autoridade competente. da Constituição Estadual. para efeito do pagamento do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações – ICMS devido nas operações subsequentes. 3º . Art. em 02 de MARÇO DE 1989. retroagindo seus efeitos a partir de 01 de março de 1989. DECRETA: Art.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretaria de Estado de Administração FREDERICO DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº _____ DE 03 DE MARÇO DE 1989. _______________________________________________________________ .O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.

retroagindo seus efeitos a partir de 1º de março de 1989. usando das atribuições que lhe confere o art 91. DECRETA: Art. . DE 02 DE MARÇO DE 1989. celebrado em 27 de fevereiro de 1989. item IV. quando se tratar de energia gerada por fonte termoelétrica ou sistema isolado. II – Até 100 (cem) quilowatts/hora mensais. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. 2º. 1º. o fornecimento de energia elétrica para consumidores residenciais nos seguintes casos: I – Até 30 (trinta) quilowatts/hora mensais. da Constituição Estadual e na conformidade do Convênio ICM 14/89. DE 02 DE MARÇO DE 1989. em 02 DE MARÇO DE 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº . – Fica isento do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações – ICMS.970. Art. Concede isenção do ICMS no fornecimento de energia elétrica para consumidores residenciais. de 03/03/1989.ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. quando se tratar de energia gerada por fonte hidrelétrica. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5.972.

– Fica homologada a anexa Resolução nº 003/89-CEBES. 2º. REFERENTE FEVREIRO/89.G e C.02. 1º. DECRETA: Art. de 16 de fevereiro de 1989. referente a fevereiro/89. e. II – Os efeitos desta Resolução retroagirão a 01 de fevereiro de 1989. F. revogadas as disposições em contrário. Art. no uso de suas atribuições. que concede o reajuste dos salários. O Presidente do Conselho Estadual do Bem Estar Social do Pará. 4º homologada pelo Excelentíssimo Senhor Governador através do Decreto nº 359. 02 de março de 1989. DE 16 DE FEVEREIRO DE 1989. que aprova reajuste salarial dos empregados da FBESP. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração RESOLUÇÃO Nº 003/89 CEBES DE 16 DE FEVEREIRO DE 1989 APROVA REAJUSTE SALARIAL DOS EMPREGADOS DA FBESP. de 09 de julho de 1986. Palácio do Governo do Estado do Pará.89. retroagirão à data de 01. DO CONSELHO ESTADUAL DO BEM ESTAR SOCIAL DO PARÁ. – Os efeitos da Resolução homologada por este Ato. 16 de fevereiro de 1989. de acordo com o quadro em anexo. CONSIDERANDO a Resolução nº 009/87-CEBES. sempre que ocorrer o reajuste do Salário Mínimo e na mesma proporção.74 (trinta e seis cruzados novos e setenta e quatro centavos).C. O Governador do Estado do Pará. RESOLVE: I – APROVAR o reajuste salarial dos empregados da Fundação do Bem Estar Social do Pará. CARLOS JEHÁ KAYATH . do Conselho Estadual do Bem Estar Social do Pará. usando de suas atribuições legais. CONSIDERANDO que o Salário Mínimo foi reajustado em fevereiro de 1989 para NCZ$36. Art.HOMOLOGA RESOLUÇÃO Nº 003/89-CEBES.A. Conselho Estadual do Bem Estar Social do Pará. dos empregados da FBESP.

58 159. Públicas a Imprensa Código CCA-6 CCA-5 CCA-4 CCA-3 Ref.30 CCA CCA-1 J G 325.Presidente QUADRO DE REPRESENTAÇÕES E SALÁRIOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E ASSESSORAMENTO DA FBESP FEVEREIRO /89 Cargo Presidente Diretor Assessor Especial Chefe de Departamento Assessor Coordenador Chefe de Gabinete Gerente Assessor de Rel.74 Piso Nacional – NCz$ 63.87 359.96 12..28 18.31% Salário Mínimo de Referência = NCz$ .94 105. P P N L Salário Valor Representação 395.01 28.69 295.08 Reajuste Salarial: 15.41 129.93 25.90 QUADRO DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS FUNÇÃO Chefe de Serviço Supervisor Chefe de Setor Secretária/Presidente Secretária/Diretor Secretária: Departamento Coordenadoria Chefia Gabinete Chefe de Monitoria Motorista da Presidência CÓDIGO FG/5 FG/4 FG/3 FG/2 FG/1 Inclusões: VALOR NCz$ 105.36.07 203.64 ATIVIDADE DE NÍVEL SUPERIOR – ANS – 100 CATEGORIA PROFISSIONAL 30 Horas Semanais Assistente Social Pedagogo Técnico em Educação REFERÊNCIAS A B C D E F G H .

66 436. como variação percentual entre as referências de 5% (cinco por cento).41 310.13 178.97 359.69 341.37 263.95 206.18 I J L M N O P – 325.18 267.00 239.46 243.14 291. ATIVIDADE DE NÍVEL SUPERIOR – ANS – 100 CATEGORIA PROFISSIONAL 20 Horas Semanais Técnicos de 20 hs.. como variação percentual entre as referências de 5% (cinco por cento).03 255.34 295..80 I J L M N O P – 217.40 251.00 OBS: 01) 3º Grau Completo Inicial de 04 (quatro) S. ATIVIDADE DE NÍVEL SUPERIOR INCOMPLETO – ASI – 200 CATEGORIA PROFISSIONAL 30 HORAS SEMANAIS Auxiliar Técnico REFERÊNCIAS A B C D .64 187.07 377. Semanais Incluindo Médicos e Odontólogos REFERÊNCIAS A B C D E F G H 146..96 154.94 281.. 220.03 170.87 415.14 228.Sociólogo Contador Administrador Psicólogo Engenheiro Agrônomo Nutricionista Biblioteconomista Economista Comunicação Social.57 196.M.44 01) 3º Grau Completo Inicial de 06 (seis) S.02 395. etc.44 231.M.31 162.94 277.

47 103.02 56.M.. referência C = 4 S.48 77.99 119.20 S. ATIVIDADE DE NÍVEL MÉDIO – ANM – 300 CATEGORIA PROFISSIONAL 30 HORAS SEMANAIS Agente Administrativo Técnico em Contabilidade Auxiliar Social Professor Auxiliar de Enfermagem Monitor Instrutor de Artes Padeiro Marceneiro Pedreiro Eletricista Pintor Técnico Agrícola Motorista e Assemelhados REFERÊNCIAS A B C D E F G H 73.78 98.39 I J L M N O P 108.72 59..01 85.31 93.95 .15 81.67 131.95 138.56 62.10 S. e referência D = 5 S.80.00 51.M.54 65.M. com variação percentual entre as referências de 5% (cinco por cento).45 54.56 113.67 68.. sendo a referência B =3..96 183.48 – OBS: 01) 2º Grau Completo ou experiência equivalente 02) Inicial de 02 (dois) S.06 89.83 113.55 145.M.69 125. ATIVIDADE DE NÍVEL MÉDIO – ANM – 300 CATEGORIA PROFISSIONAL 30 HORAS SEMANAIS Agente Administrativo Professor Técnico em Contabilidade Instrutor de Artes Marceneiro Pedreiro Carpinteiro REFERÊNCIAS A B C D E F G H 49.M.89 146.70 OBS: 01) Estudante de 3º Grau 02) Inicial de 2.

Motorista. com variação percentual entre as referências de 5% (cinco por cento).55 – N O P 98.90 M 94.81 N 88.M.93 OBS: 01) Sem exigência de escolaridade.34 73.82 M 83.90 63. etc.02 L 79.90 63.25 74.90 L 89..00 O 92.93 109.90 I 81.M.27 66. ATIVIDADE AUXILIARES – AA – 400 CATEGORIA PROFISSIONAL 30 HORAS SEMANAIS Auxiliar Administrativo Agente de Serv. com variação percentual entre as referências de 5% (cinco por cento).90 63.60 90.86 77. – .40 P 97.13 OBS: 01) 1º Grau Completo ou experiência comprovada 01)Inicial de 1.90 64.78 63.48 86.02 – OBS: 01) 2º Grau Completo ou experiência equivalente 02) Proporcional ao ANM –300 de 30 horas semanais (2 S..40 J 76.90 63.90 63. I 72.. + 6 x 4 hs).63 I J L M N O P 67. as outras categorias devem saber ler e escrever.5 S.81 78. ATIVIDADE GERAIS – AG – 500 CATEGORIA PROFISSIONAL 30 HORAS SEMANAIS Servente Cozinheira Agente de Portaria Vigia (com 48 horas semanais) Lavadeira Costureira e Assemelhados REFERÊNCIAS A B C D E F G H 63.43 63.90 J 85.98 103.90 63. sendo que com exceção do servente.55 82. Complementares Artífice de Manutenção Atendente de Enfermagem REFERÊNCIAS A B C D E F G H 63.99 70.86 71.50 63.

975.M. DECRETA: .25 S.02) Inicial de 1. DE 03 DE MARÇO DE 1989. Delega competência ao Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN para cassar licença. legais. de 07/03/1989.26 56.55 VALOR 28. e. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. no uso das suas atribuições. para licenciamento de veículo de aluguel. com variação percentual entre as referências de 5% (cinco por cento). e CONSIDERANDO ainda. CONSIDERANDO a atual competência do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN). TABELA DE BOLSISTAS A PARTIR DE NÍVEL SUPERIOR 04 HORAS DIÁRIAS 06 HORAS DIÁRIAS 08 HORAS DIÁRIAS NÍVEL MÉDIO 04 HORAS DIÁRIAS 06 HORAS DIÁRIAS 08 HORAS DIÁRIAS VALOR 35.. destinado ao transporte individual de passageiros. O Governador do Estado do Pará.32 42.49 DOE Nº .92 70. CONSIDERANDO a utilização crescente de tais veículos na prática de crimes. a necessidade de se obstar legalmente a continuidade de tais procedimentos.27 52.

DE 08 DE MARÇO DE 1989 Dispõe sobre os prazos de recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas a Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação no Estado do Pará. 3º – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. DECRETA: Art.978. Art. item IV da Constituição Estadual e tendo em vista o disposto no art. – Os prazos para recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação no Regime de apuração normal são os seguintes: .530.Fica delegada competência ao Departamento Estadual de Trânsito para tornar sem efeito o licenciamento de veículos de aluguel. Palácio do Governo do Estado do Pará. 62 da Lei nº 5. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretaria de Estado de Administração ARTHUR CLAUDIO MELLO Secretário de Estado de Justiça DOE Nº _____ DE 09 DE MARÇO DE 1989. a cassação da licença determinará o cancelamento do registro do veículo e a revogação da concessão ou doação das placas destinadas à prestação do serviço. 1º . _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. 1º. destinado ao transporte individual de passageiros. usando das atribuições que lhe confere o art 91.Art. 03 de março de 1989.Na forma do artigo anterior. Art. de 05 de janeiro de 1989. 2º . utilizado na prática de crimes. O Governador do Estado do Pará.

– Fica homologada a anexa Resolução nº 014 de 08 de março de 1989. DE 14 DE MARÇO DE 1989. retroagindo seus efeitos a 1º de março de 1989. II – para os comerciantes e prestadores de serviços de comunicação. até o vigésimo dia do mês subseqüente aquele em que tenha ocorrido o fato gerador. do Conselho Previdenciário do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Pará. em 08 de março de 1989. que dispõe sobre a criação de cargos de provimento em comissão do quadro de pessoal do IPASEP. Art. – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. de 09/03/1989. DO CONSELHO PREVIDENCIÁRIO DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ. DOE Nº _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. .I – para os industriais até o décimo dia do segundo mês subseqüente aquele em que tenha ocorrido o fato gerador. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado JOSÉ NOGUEIRA DE SOUZA SOBRINHO Secretário de Estado de Administração. até o décimo dia do mês subseqüente aquele em que tenha ocorrido o fato gerador. em exercício FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda . 2º.989. HOMOLOGA A RESOLUÇÃO Nº 014 DE 08 DE MARÇO DE 1989. usando de suas atribuições legais. 1º. III – para os prestadores de serviços de transportes. DECRETA: Art. O GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. Palácio do Governo do Estado do Pará.

de 24 de junho de 1976. em 14 de março de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretário de Estado de Administração THEREZINHA MORAES GUEIROS Secretário de Estado de Educação . no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. revogadas as disposições em contrário.639. – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. item IV da Constituição do Estado. as Funções Gratificadas constantes no anexo deste Decreto. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA *DECRETO Nº 5. 3º. 91. Art. de 21 de fevereiro de 1989. 2º. DE 14 DE MARÇO DE 1989. 1º. 2º. Palácio do Governo do Estado do Pará. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. 14 de março de 1989. 9º da Lei nº 4. Art. de 15/03/1989.Art. – Ficam criadas no Quadro de Funções Gratificadas da Secretaria de Estado de Educação.990. DOE Nº 26. – As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto. e tendo em vista as disposições contidas no ofício nº 0102/GS/SEDUC.431. correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado. CONSIDERANDO o art. D E C R E T A: Art. revogadas as disposições em contrário. O GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE FUNÇÕES GRAFICADAS NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO.

7$. 01 Ž Ž Ž Ž Ž .52 05 Ž Ž Ž Ž Ž %5$*$1d$ 02 Ž Ž Ž Ž Ž %$5&$5(1$ 01 Ž Ž Ž Ž Ž %$*5( 01 Ž Ž Ž Ž Ž %$. 01 Ž Ž Ž Ž Ž .*$5$3e0.5$6 '2 3$5È 01 Ž Ž Ž Ž Ž 285e0 SÍMBOLO FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 SÍMBOLO FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 .5.78.5$ 01 Ž Ž Ž Ž Ž $1$-È6 01 Ž Ž Ž Ž Ž $)8È 01 Ž Ž Ž Ž Ž $&$5È 02 Ž Ž Ž Ž Ž $8*8672 &255ÊA 05 Ž Ž Ž Ž Ž $%$(7(78%$ 02 Ž Ž Ž Ž Ž $9(.78%$ 02 Ž Ž Ž Ž Ž .0 02 02 Ž Ž Ž Ž Ž $/(148(5 05 Ž Ž Ž Ž Ž $/7$0.1+2 01 Ž Ž Ž Ž Ž *8583È 05 Ž Ž Ž Ž Ž .ANEXO ÓRGÃO: SEDUC QUANTIDADE DENOMINAÇÃO 03 SECRETÁRIO DE UNIDADE ESCOLAR DE ANANINDEUA Ž Ž Ž Ž Ž $/0(5.*$5$3e$d8 01 Ž Ž Ž Ž Ž -$&81'È 01 Ž Ž Ž Ž Ž -8587.5$1*$ 01 Ž Ž Ž Ž Ž .72 04 Ž Ž Ž Ž Ž %5(9(6 02 Ž Ž Ž Ž Ž &$3.783. QUANTIDADE DENOMINAÇÃO 01 SECRETÁRIO DE UNIDADE ESCOLAR DE LIMOEIRO DO AJURU 01 Ž Ž Ž Ž Ž 0(/*$d2 01 Ž Ž Ž Ž Ž 0$*$/+ÃES BARATA 03 Ž Ž Ž Ž Ž 02-8 02 Ž Ž Ž Ž Ž 0$5$&$1à 03 Ž Ž Ž Ž Ž 0217( $/(*5( 01 Ž Ž Ž Ž Ž 0$5$3$1.ÃO 02 Ž Ž Ž Ž Ž %8-$5Ò 01 Ž Ž Ž Ž Ž %21.5.1+$1*$3.0%27(8$ 01 Ž Ž Ž Ž Ž 2(.dÃO DO ARAGUAIA 03 Ž Ž Ž Ž Ž &$67$1+$/ 02 Ž Ž Ž Ž Ž &$0(7È 01 Ž Ž Ž Ž Ž &+$9(6 02 Ž Ž Ž Ž Ž &$3$1(0$ 02 Ž Ž Ž Ž Ž &858d$ 01 Ž Ž Ž Ž Ž &2/$5(6 01 Ž Ž Ž Ž Ž &$&+2(. 01 Ž Ž Ž Ž Ž &855$/.5$ '2 $5$5.7ÃO POÇO 04 Ž Ž Ž Ž Ž &21&(.0 01 Ž Ž Ž Ž Ž 08$1È 02 Ž Ž Ž Ž Ž 02&$-8%$ 01 Ž Ž Ž Ž Ž 129$ 7.$ 02 Ž Ž Ž Ž Ž .

.991.$ 04 Ž Ž Ž Ž Ž .2 '2 7$8È 6 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 SÍMBOLO FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 QUANTIDADE DENOMINAÇÃO 02 SECRETÁRIO DE UNIDADE ESCOLAR DE STª MARIA DO PARÁ 03 Ž Ž Ž Ž Ž 6ÃO CAETANO DE ODIVELAS 06 Ž Ž Ž Ž Ž 67ª IZABEL DO PARÁ 03 Ž Ž Ž Ž Ž 6ÃO GERALDO DO ARAGUAIA 03 Ž Ž Ž Ž Ž 6(1$'25 -26e 352)Ë5.1+$ 5('(1d 521'20 '2 3$5È 6 6$17$1$ '2 $5$*8$. usando de suas atribuições legais e.( %2. do dia 15/03/89 DOE Nº .O.0$9(5$ 3$5$*20. O Governo do Estado do Pará. de 20/03/1989. 6$/9$7(55$ 6 6$172 $1721.*.$ 6$17$5e0 1292 6$17$5e0 6 6$/.6 6 6 6$17$ &58= '2 $5$5.1È Ï%.'26 3257(/ 35. 32572 '( 02= 35$. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5.2 01 Ž Ž Ž Ž Ž 78&858Ë 02 Ž Ž Ž Ž Ž 720e $d8 03 Ž Ž Ž Ž Ž 9. DA BOA VISTA Ž Ž ÃO FRANCISCO DO PARÁ 25.1*8$5$ * Republicado por ter saído com incorreções no D.02 03 03 01 02 01 02 01 01 02 02 02 01 02 01 05 01 03 02 04 01 02 02 01 01 02 Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž Ž RIO MARIA Ž ÃO Ž Ž ÃO FELIX DO XINGU Ž Ž Ž Ž ÃO JOÃO DO ARAGUAIA Ž Ž ÃO DOMINGOS DO CAPIM Ž ÃO MIGUEL DO GUAMÁ Ž Ž Ž SOURE Ž ÃO S.. . DE 17 DE MARÇO DE 1989.1Ï32/. nº 26.0...1$6 3217$ '( 3('5$6 3(.431.

de 26. da Constituição Federal em vigor. no art.CONSIDERANDO que a Lei Delegada nº 4. competência comum à das demais entidades da Federação. no âmbito de sua jurisdição territorial. respeitados os interesses de outras Unidades de Federação. sem prejuízo de idênticas atribuições fiscalizadoras reconhecidas à União. compete aos Estado legislar concorrentemente com a União no tocante à produção e consumo. para organizar o abastecimento alimentar. dispôs. CONSIDERANDO que. em decorrência da comercialização deles para fora do . poderão os estados fixar diretrizes para aplicação das normas gerais sem seus territórios. cabe aos Estados. 10 daquela Lei. CONSIDERANDO terem os Estados. quando já existe legislação federal dispondo sobre o assunto. nos termos do art. da Constituição Federal em vigor. 6º. consubstanciadas no Plano Verão. conforme dispõem os incisos I e II. 4º do Decreto nº 51. 23. mas plena na inexistência de normas gerais baixadas pela União.62. a execução das normas baixadas relativamente à produção e abastecimento de gêneros e à fiscalização de seu cumprimento. como um dos pressupostos para redução dos índices de inflação. sendo-lhes facultado. sendo essa competência exercida em caráter suplementar. VIII. CONSIDERANDO que as recentes medidas econômicas adotadas pelo Governo Federal. podem.11. os órgãos incumbidos de sua aplicação regular e disciplinar a circulação e distribuição de bens”. na forma do art. VIII. como forma de garantia do abastecimento interno. inclusive proibir a sua movimentação. ao instituir normas de proteção à economia popular. tiveram por objetivo a estabilização dos preços e sua gradual flexibilização de acordo com as leis de mercado. inclusive promover medidas complementares visando assegurar o respectivo abastecimento. CONSIDERANDO que. do art. de 26 de setembro de 1962. para execução das normas previstas naquela Lei. de acordo com art. CONSIDERANDO que. 24.644-A. CONSIDERANDO que a sazonal escassez de alguns gêneros produzidos no mercado. que “para controle do abastecimento de mercadorias ou serviços e fixação de preços.

– Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação. em 17 de março de 1989. sem dúvida alguma. 2º. revogadas as disposições em contrário. em decorrência da Medida Provisória . 3º. a Secretaria de Estado da Fazenda. ainda. de 20/03/1989. 1º. baixará os atos necessários à determinação dos produtos e ao efetivo impedimento de sua comercialização. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. DE 17 DE MARÇO DE 1989 Estabelece os procedimentos orçamentários a serem adotados pelos órgãos da Administração Estadual. definido o prazo de restrição. que acabe. Palácio do Governo do Estado do Pará. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE Nº . em prejuízo do consumidor local e em desacordo com princípios constantes daquelas medidas adotadas pelo Governo Federal. para a elevação de seus preços. – Para cumprimento do que dispõe o artigo anterior. concorre. para a execução compulsória dos atos. cujo abastecimento do mercado interno precise antes ficar devidamente assegurado. por isso mesmo. DECRETA: Art. informada pelos órgãos técnicos competentes.992.Estado. – Fica proibida a comercialização para fora do Estado de gêneros alimentícios aqui produzidos. auxiliada. pela Secretaria de Estado de Segurança Pública. fiscalizar e controlar a comercialização e movimentação para fora do estado desses produtos cujo abastecimento precisa ser regulado como forma de garantir o suprimento do mercado interno. Art. CONSIDERANDO. Art. ao Estado.

1º. da Constituição Estadual e o disposto na Medida Provisória nº 032. 17 de março de 1989. Art. deverão adotar idêntico procedimento ao mencionado no art. de 20/03/1989. – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. de 31 de janeiro de 1989. DECRETA: Art. – Ficam as Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Coordenação Geral. no uso das atribuições que lhe confere o artigo 91. Art. Art.01. 1º para conversão de seus Orçamentos Próprios. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA .89. 4º. com validade pela Lei nº 7. de 15 de janeiro de 1989. a partir de 16. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº .730. autorizadas a baixar as normas complementares com vistas ao cumprimento do disposto neste Decreto. – Os órgãos da Administração Indireta. com validade pela Lei nº 7. serão convertidos para cruzados novos depois de efetuados os cálculos necessários sobre o saldo das despesas e permanecentes receitas. item IV. Palácio do Governo do Estado do Pará.730. expressos em cruzados. de 31 de janeiro de 1989 e dá outras providências. revogadas as disposições em contrário. de forma a adaptá-los aos preceitos da Medida Provisória nº 032. 3º. – Os valores consignados na Lei Orçamentária nº 5. em cada caso.496. de 06 de dezembro de 1988. de 15 de janeiro de 1989. inclusive Fundações.nº 032. de 31 de janeiro de 1989. 2º.330. O Governo do Estado do Pará. com validade pela Lei nº 7. de 15 de janeiro de 1989.

perdeu a sua qualificação natalina. sujeito a regulamentação daquelas entidades. passando a ser. DE 30 DE MARÇO DE 1989. 7º. a partir da vigência da Lei nº 4.DECRETO Nº 6. CONSIDERANDO. e CONSIDERANDO que a Constituição Federal. embora a Constituição Estadual ainda não haja definido o décimo terceiro salário como direito dos servidores . do Distrito Federal e dos Territórios. um instituto de direito administrativo. 39. atribuiu-lhes o direito à percepção do décimo terceiro salário. 91. art. que não se aplica aos servidores sob regime estatutário. por fim. dos Estado e dos Municípios. estendido aos servidores civis e militares da administração direta dos Estado. usando da atribuição que lhe confere o art. da Constituição Estadual. CONSIDERANDO que o décimo terceiro salário. inciso I. neste Estado. de 12 de agosto de 1965. que.000. o primeiro por ser o preferido para férias. e art. CONSIDERANDO que. também. CONSIDERANDO que. o décimo terceiro salário deixou de ser apenas um instituto de direito do trabalhado. § 6º). CONSIDERANDO que de igual modo dispôs relativamente aos servidores militares dos Estados. assim como aos inativos (art. ao determinar o pagamento aos empregados de uma parcela correspondente a metade do salário recebido no mês anterior. assim como o seu eventual adiantamento ao ensejo das férias. os meses de julho e outubro têm um relevante significado festivo. 201. inciso VIII.749. § 2º. dispondo sobre os servidores da administração pública direta. entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano. das autarquias e das fundações públicas da União. do Distrito Federal e dos Municípios. o segundo por nele ocorrer maior e mais popular festa religiosa do povo paraense. DISPÕE SOBRE O PAGAMENTO DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO AOS SERVIDORES CIVIS E MILITARES DO ESTADO. assim considerados os integrantes das suas políticas militares e de seus corpos de bombeiros militares. O GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.

como adiantamentos da gratificação. por mês de serviço do ano correspondente. é importante para aqueles servidores incorporar. quarenta por cento (40%) e vinte por cento (20%). a gratificação será devida à razão de 1/12 avos por mês de exercício. – As faltas legais e justificadas ao serviço não serão descontadas para os fins previstos no artigo anterior. Parágrafo Único – Poderá o servidor optar pelo recebimento do adiantamento de 60% (sessenta por cento) da gratificação. 1º. essa vantagem. calculando-se o percentual sobre a remuneração do mês correspondente. DECRETA: Art.estatutários. Art. Art. Art. 3º. 2º. 5º. respectivamente. também em regime que não o da Consolidação das Leis do Trabalho. eis que já reconhecida pelo Governo ao pagá-la. no exercício de 1988. inclusive aos temporários. da remuneração devida ao servidor. sujeitos ao regime estatutário. no período correspondente ao de gozo de férias. 1º. integrantes da Polícia Militar do Estado e de seu Corpo de Bombeiros. se o requerer no mês de janeiro. segundo critério proporcional. Art. Art. independente da remuneração a que fizerem jus. – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação e revoga as disposições em contrário. aos das autarquias e fundações instituídas e/ou mantidas pelo poder público. até porque não concluímos foram os trabalhos da Constituinte. ativos e inativos. – Nos meses de junho e setembro serão pagos. 6º. – Em caso de dispensa do servidor antes do pagamento de que trata o art. será paga uma gratificação salarial. considerando-se mês integral a fração igual ou superior a15 dias. – Não incide sobre a gratificação instituída por este Decreto o desconto para o Instituto de Previdência a Assistência dos Servidores Públicos do Estado do Pará – IPASEP. reduzindo-se esses adiantamentos do pagamento que vier a ser efetuado em dezembro. desde logo. – Aos servidores civis da administração direta. assim como aos servidores militares. . correspondente a 1/12 avos da remuneração devida em dezembro. ao seu patrimônio funcional. 4º.

revogadas as disposições em contrário. de 31/03/1989.530. Palácio do Govêrno do Estado do Pará. . usando das atribuições que lhe confere o artigo 91. O Governador do Estado do Pará. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda . DECRETA: Art. 1º . 2º . em 30 de março de 1989.37 (dez cruzados novos e trinta sete centavos). HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE Nº . da Constituição Política do Estado.004. 04 de abril de 1989. o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará.UFEPA. inciso IV.PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.Fica fixado em NCr$ 10. DE 04 DE ABRIL DE 1989 Fixa o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará – UFEPA. de 13 de janeiro de 1989. da Lei nº 5.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. para vigorar no 2º Trimestre do exercício de 1989. para vigorar no 2º Trimestre do exercício de 1989. e na conformidade do § 2º do artigo 77. Art.

O Governador do Estado do Pará. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 91. 4º .010. conforme Decreto nº 5. 5º . 1º .DOE Nº . complementares e especial do prêmio de produção de forma integral. visando fornecer subsídios e/ou propostas de interesse do Estado do Pará nas reuniões do Conselho de Política Fazendária – CONFAZ.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 11 de abril de 1989. 3º Os servidores indicados de acordo com alínea “c” do artigo anterior. Art. Presidente: Secretário de Estado da Fazenda ou o Diretor Geral de Administração Tributária nas ausências e impedimentos....A Comissão Técnica Permanente a que se refere o artigo anterior terá a seguinte composição: a. DECRETA: Art. Secretário Executivo. Art.. revogadas as disposições em contrário.Fica autorizado o Secretário de Estado da Fazenda a expedir os atos necessários a implantação e ao efetivo funcionamento da Comissão. Art. no tempo devido.. Art.. farão jús as etapas básica.. com a finalidade de estudar e analisar assuntos relativos a este imposto. . de 19 de janeiro de 1989.. Palácio do Govêrno do Estado do Pará... 2º . a nível Estadual. da Constituição do Estado. c. DE 05 /04/1989 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. d. Fiscais de Tributos Estaduais. b... DE 11 DE ABRIL DE 1989 Dispõe sobre criação da Comissão Técnica Permanente de Estudos do ICMS e dá outras providências.945.Fica criada a Comissão Técnica Permanente de Estudos do Imposto sobre Operações Relativas a Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de ?Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS... Secretaria Operacional. inciso IV..

011 DE 11 DE ABRIL DE 1989 Atualiza a jurisdição das Regiões Fiscais do Estado e da outras providências. São Francisco do Pará e Vigia. Santa Isabel do Pará. Sede: BELÉM 2º REGIÃO FISCAL Municípios de Castanhal. 1º . Colares. usando das atribuições que lhe são conferidas pelo art. de 18 de outubro de 1984 passam a consituirse em 12 (doze) Regiões Fiscais.. Tucurui. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. DE 12/04/1989 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. Sede: MARABÁ . São João do Araguaia. Maracanã.. Bujarú. Inhangapi. Bom Jesus do Tocantins.. Igarapé-Açu...HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº .. inciso IV. Santo Antônio do Tauá.. excluídos os Distritos de Icoaraci e Mosqueiro. Jacundá.... Itupiranga. Sede: MARABÁ 3ª REGIÃO FISCAL Municípios de Marabá. Pacajás. a que se refere o Decreto nº 3479.. Curionópolis. marapanim. Paruapebas.Os Órgãos Regionais e respectivas áreas de jurisdição.... Santa Maria do Pará. com a seguinte composição Municipal: 1ª REGIÃO FISCAL Município Belém. Curuçá. 91. São Caetano de Odivelas. Magalhães Barata. Brajo Grande do Araguaia.. DECRETA: Art. da Constituição do Estado.

Moju. Ourém. Sede: ABAETETUBA 7ª REGIÃO FISCAL Municípios de Redenção. Sede: ANANINDEUA 10ª REGIÃO FISCAL Municípios de Altamira. São Geraldo do Araguaia. Igarapé-Miri. São Domingos do Capim e São Miguel do Guamá. Sede: DOM ELIZEU 12ª REGIÃO FISCAL Municípios de capanema. Aveiro. Oriminá. Faro. Bragança. Irituia. Capitão Poço. São João de . Sede: PARAGOMINAS 9ª REGIÃO FISCAL Municípios de Ananindeua. Santana do Araguaia. Barcarena. Baião. Oeiras do Pará. Rondon do pará e o Posto Fiscal de Fronteira Pará Maranhão no Gurupi. Sede: ALTAMIRA 11ª REGIÃO FISCAL Municípios de Dom Elizeu. Porto de Moz. Salinópolis. Monte Alegre. Ourilândia do Norte. Muaná. Primavera. Tucumã e Xinguara. Concórdia do Pará. Santa Cruz do Arari. Sede: SANTARÉM 5ª REGIÃO FISCAL Municípios de Breves.4ª REGIÃO FISCAL Municípios de Santarém. Santa Maria das Barreiras. Afuá. Almerim. Soure e os Distritos de icoaraci e Mosqueiro do Município de Belém. Sede: BREVES 6ª REGIÃO FISCAL Municípios de Abaetetuba. Acará. Conceição do Araguaia. Óbidos. Portel e São Sebastião da Boa Vista. tailândia e ToméAçu. Ponta de Pedras. Mãe do Rio. Sede: REDENÇÃO 8º REGIÃO FISCAL Municípios de Paragominas. Melgaço. benevides. Salvaterra. Garrafão do Norte. Gurupá. Prainha e Rurópolis. Peixe-Boi. Cachoeira do Arari. Alenquer. Bagre. Bonito. Juruti. Limoeiro do Ajuru. Itaituba. Rio Maria. Augusto Corrêa. Nova Timboteua. Anajás. Medicilândia. Cametá. São Felix do Xingu. Chaves. Santarém Novo. Curralinho. Senador José Porfirio e Uruará.

de 07 de janeiro de 1975.012 DE 11 DE ABRIL DE 1989 Ratifica os Convênios ICMS celebrados nos termos da Lei Complementar nº 24. Sede: CAPANEMA Art. de 29 de dezembro de 1987 e demais disposições em contrário. ítem IV da Constiutição Estadual e tendo em vista o disposto no art. Palácio do Governo do Estado do Pará. atribuições e funcionamento da Secretária do Estado da Fazenda. 91. continuarão a ser definidas nos diplomas legais que estabelecem a estrutura. usando das atribuições que lhe confere o art.A organização e a competência dos òrgãos Fazendários que integram as Regiões Fiscais a que alude o artigo anterior. 3º . 07 de janeiro de 1975. 4º da Lei Complementar nº 24. (Exceto o Posto Fiscal de Fronteira Pará-Maranhão no Gurupi). 11 de Abril de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº . D E C R E T A: .Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. O Governador do Estado do Pará. 2º .174/89 REVOGOU ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. revogado o Decreto nº 5265. Art. de 12/04/1989 VERIFICAR SE REALMENTE ESTE DECRETO FOI REVOGADO PELO DECRETO Nº 6.Pirabas e Vizeu.

03/89. 16/89. 2º . 24/89 e 25/89. 12/89.” CONVÊNIO ICMS Nº 02/89 – “ Autoriza os Estados e o Distrito Federal a reduzir base de cálculo do ICMS incidente sobre a gasolina automotiva. celebrados em 28 de março de 1989. 13/89. que dispõe sobre a concessão de benefício fiscal ao alcool carburante.10.21/89. 06/89.” .” CONVÊNIO ICMS Nº 05/89 – “ Revoga o ítem I da cláusula Quinta do Convênio ICM 10/81. 1º .81.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. 07/89. em reunião em anexo a este Decreto: 01/89.” CONVÊNIO ICMS Nº 06/89 – “Incluí ítem na cláusula terceira do Convênio ICM 37/89. 02/89. Art.02. 23/89. de 23. os Convênios a seguir relacionados. 09/89. a nível Estadual. 08/89. Palácio do Governo do Estado do Pará. 15/89. de 27.89.Ficam ratificados. de 12/04/1989 ANEXO CONVÊNIO ICMS Nº 01/89 – “ Altera o Convênio ICM 38/89.89. para estender benefícios aos combustíveis utilizados no transporte lacustre e fluvial.Art.02. 18/89. 10/89. 11 de abril de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº . pelos Secretários de Fazenda e Finanças dos Estados e do Distrito Federal. 05/89.” CONVÊNIO ICMS Nº 03/89 – “ Concede isenção do ICMS às entradas de mercadorias estrangeiras isentas do Imposto de Importação amparados por programa BEFIEX com guia de importação emitida pela CACEX até 29. 20/89.

de 30.” .89.02.” CONVÊNIO ICMS Nº 18/89 – “ Exclui das disposições do Convênio ICM 33/87. que autoriza a concessão de crédito presumido no ICMS aos distribuidores e varejistas de produtos derivados do petróleo. os valores dos direitos autorais.” CONVÊNIO ICMS Nº 09/89 – “ Acrescenta parágrafo à cláusula primeira do Convênio ICM 39. DE 27.CONVÊNIO ICMS Nº 07/89 – “ Dá nova redação a disposição do CONVÊNIO ICM 17/89.89.89.” CONVÊNIO ICMS Nº 15/89 – “ Autoriza os estados e o Distrito Federal a permitirem às empresas produtoras de discos fonográficos e de outros materiais de gravação de som. as embarcações que especifica. a condição de responsável para efeito do pagamento do ICMS.77.” CONVÊNIO ICMS Nº 20/89 – “ Ficam os Estados que menciona autorizados a isentar do ICMS o fornecimento de energia elétrica nos casos que específica.02.89. situados em outras unidades da Federação.” CONVÊNIO ICMS Nº 13/89 – “ Dá nova redação ao § 2º da cláusula primaria do Convênio ICM 07/89. deduzir do ICMS devido.06.02.” CONVÊNIO ICMS Nº 08/89 – “ Autoriza os Estados e o Distrito federal a concederem isenção so ICMS relativamente aos serviços locais de difusão sonora. de 27.” CONVÊNIO ICMS Nº 10/89 – “ Autoriza os Estados e o Distrito Federal a atribuirem às empresas distribuidoras de derivados de petróleo e dos demais combustíveis e lubrificantes.” CONVÊNIO ICMS Nº 12/89 – “ Altera disposição do Convênio ICM 07/89 na forma que especifica. de 27.” CONVÊNIO ICMS Nº 16/89 – “ Autoriza os Estados e o distrito Federal a concederem isenção do ICMS.

de 16 de dezembro de 1988. Art.” DOE Nº . de 31 de março de 1989. que declaram em “Situação de Emergência” as áreas atingidas pelas enchentes do rio Tapajós e seus afluentes. revogadas as disposições em contrário. O Governador do Estado do Pará. 12/04/89 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6.” CONVÊNIO ICMS Nº 24/89 – “ Isenta do ICMS as operações de entrada de mercadoria importada para a industrialização de componentes e derivados de sangue. 2º . IV. no uso de suas atribuições legais. 10 do Decreto Federal nº 97. 1º .Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.024 DE 20 DE ABRIL DE 1989. 20 de abril de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ KÓS MIRANDA MARQUES . conferidas no art. da Comissão Estadual de Defesa Civil.” CONVÊNIO ICMS Nº 23/89 – “ Autoriza os Estados a reduzir a base de cálculo do ICMS na exportação dos produtos semi-elaborados que menciona. nos casos que especifica.274. da Constituição Estadual e art. da Prefeitura Municipal de Itaituba e a Resolução nº 01/89. adia efeitos dos Convênios que menciona e dá outras providências.CONVÊNIO ICMS Nº 21/89 – “ Autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS nas prestações de serviços que especifica. 91. DECRETA: Art. Palácio do Governo do Estado do Pará.” CONVÊNIO ICMS Nº 25/89 – “ Prorroga vigência de benefícios fiscais e autorização para sua concessão. no município de Itaituba.Ficam homologados o Decreto nº 18. de 14 de abril de 1989.

da Comissão Estadual de Defesa Civil.Secretária de Estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSÚ Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral DOE Nº . de 16 de dezembro de 1988. 91. que declara em “Situação de Emergência” as áreas atingidas pelas enchentes do Rio Amazônas e seus afluentes. da Constituição Estadual e Art. Palácio do Governo do Estado do Pará. de 21/04/1989 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. no uso de suas atribuições legais. atingido pelas cheias do Rio Amazônas e seus afluentes.Ficam homologados o Decreto nº 002/89. 10 do Decreto Federal nº 97. 25 de abril de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral RESOLUÇÃO Nº 03/89. de 18 de abril de 1989. 2º . DECRETA: Art. . DE 18 DE ABRIL DE 1989 Reconhece a Situação de Emergência no Município de Prainha.274.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. IV. da Prefeitura Municipal de Prainha e a Resolução nº 02/89. no município de Prainha. de 13 de abril de 1898. conferidas no art. Art.032 DE 25 DE ABRIL DE 1989 O Governador do Estado do Pará. revogadas as disposições em contrário. 1º .

O Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. nas áreas atingidas pelas enchentes no Rio Amazonas e seus afluentes. DE 26/04/89 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. 2º . Considerando a decretação de emergência pela Prefeitura Municipal de Prainha. se necessário. como a federal.Fica reconhecido. além de outros. a saúde de seus habitantes. Belém. Considerando que deve a Defesa Civil do Estado colaborar no momento de dificuldade que atravessa o Município. de 13 de abril de 1989. através do Decreto nº 002/89. face a situação de emergência já decretada pela Prefeitura. fornecendo elementos indispensáveis a sua recuperação e mobilizando-os em outras esferas. ad referendum da Comissão Estadual de Defesa Civil. 18 de abril de 1989 AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral e Coordenador da Comissão Estadual de Defesa Civil DOE Nº . 1º . de 18 de julho de 1978 e. consoante dispõem o art. letra “a” do Decreto Estadual nº 10. podendo ser prorrogada por igual período. causando sérios transtornos à econômia da região. no uso de suas atribuições. R E S O L V E: Art. como mortes. Art.714. por 30 dias a contar de 13 de abril de 1989.037 DE 25 DE ABRIL DE 1989 . 3º. Considerando que a verificação “in loco” realizada pela Comissão de Defesa Civil confirmou que as inundações do Rio Amazonas e seus afluentes atingiram partes do Município de Prainha.A presente Resolução entrará em vigor após homologação pelo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado. a situação de emergência declarada pelo Prefeito Municipal de Prainha.

de 18 de julho de 1978 e. letra “a” do Decreto Estadual nº 10714. causando sérios . no uso de suas atribuições legais. através do Decreto nº 18/89. revogadas as disposições em contrário. DECRETA: Art. O Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. 2º . no município de Monte Alegre. de 26/04/1989 RESOLUÇÃO Nº 02/89 DE 18 DE ABRIL DE 1989 Reconhece a Situação de Emergência no Município de Monte Alegre. que declaram em “Situação de Emergência” as áreas atingidas pelas enchentes do Rio Amazonas e seus afluentes. no uso de suas atribuições. 10 do Decreto Federal nº 97. Art. Considerando a decretação de emergência pela Prefeitura Municpal de Monte Alegre. 91. de 11 de abril de 1989. conferidas no art.Ficam homologados os Decretos nº 018/89. de 11 de abril de 1989. Palácio do Governo do Estado do Pará. Considerando que verificação “in loco” realizada pela Comissão de Defesa Civil confirmou que as inundações do Rio Amazonas e seus afluentes atingiram parte do Município de Monte Alegre. da Prefeitura Municipal de Monte Alegre e a Resolução nº 02/89.O Governador do Estado do Pará. de 18 de abril de 1989. atingindo pelas cheias do Rio Amazonas e seus afluente. 3º. da Comissão Estadual de Defesa Civil. IV. 1º . 25 de abril de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral DOE nº .Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. de 16 de dezembro de 1988. da Constituição Estadual e Art. consoante dispôem o art.274.

como mortes. 2º . RESOLVE: Art. Monte Alegre e Prainha. CONSIDERANDO que os Prefeitos de diversos outros Municípios já notificaram a Coordenadoria Estadual de Defesa (CEDEC). IV.Fica reconhecido.043 DE 28 DE ABRIL DE 1989 O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. diante das enchentes que vêm ocorrendo nas regiões do Médio e do Baixo Amazonas Paraense. o Governo Estadual já homologou os Decretos dos Prefeitos de Itaituba. por 30 dias a contar de 11 de abril de 1989. conferidas no art. como a Federal. se necessário. declarando Situação de Emergência nos respectivos Municípios. a situação de emergência declarada pelo Prefeito Municipal de Monte Alegre. Art. 18 de abril de 1989. no uso de suas atribuições legais.A presente Resolução entrará em vigor após homologação pelo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado. face à situação de emergência já decretada pela Prefeitura. . de 16 de dezembro de 1988. AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. 1º . na Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral – SEPLAN?PA. Belém. além de outros. nas áreas atingidas pelas enchentes do Rio Amazonas. da Constituição Estadual e art. Considerando que deve a Defesa Civil colaborar no momento de dificuldade que atravessa o Município. 9º. fornecendo elementos indispensáveis a sua recuperação e mobilizando-se em outras esferas. que estão preparando decretos semelhantes. 10 do Decreto federal nº 97. ad referendum da Comissão Estadual de Defesa Civil. podendo ser prorrogada por igual período. a saúde de seus habitantes. CONSIDERANDO que.274.transtornos à economia da região.

nos termos da legislação Federal e Estadual mencionada nos considerandos acima.714. RESOLVE: Art. 28 de abrilde 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral DOE nº . da qual resultaram previsões pessimistas às enchentes até. Palácio do Governo do Estado do Pará. o Estado de Calamidade Pública nos seguinte Municípios: Itaituba. de 02/05/1989 . revogadas as disposições em contrário. 2º . Aveiro.CONSIDERANDO que a CEDEC/PA. CONSIDERANDO que as legislações Federal e Estadual (Decreto Federal) nº 97. provavelmente. como providenciar a promoção de campanhas. Juruti. Art. a propositura de créditos extraordinários e outras. 1º . faro. Prainha.Além de comunicar ao Governo Federal. Oriximiná. para os devidos efeitos legais. a oficialização de créditos suplementares. juntamente com o Instituto Nacional de Meteorologia – INEMET e outras instituições uma viagem de observação. Almerim e Porto de Moz. Santarém. a medida ora adotada. Alenquer. o final de junho (Ver Anexo I). permitem e até recomendam. de 16 de dezembro de 1988 e Decreto Estadual nº 10.Fica declarado. juntamente com a Coordenadoria Regional de Defesa Civil da Amazônia – CORDECAM empreenderam. que o Governo do Estado oficialize o Estado de Calamidade Pública. o Governador do Estado poderá adotar outras que legalmente se impuserem.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicalção. Monte Alegre. Art. de 18 de julho de 1978). 3º . Óbidos. para casos como o presente.274.

fumo.044 DE 02 DE MAIO DE 1989 Estabelece prazos para recolhimento do ICMS no Estado do Pará e dá outras providências. cimento. § 2º. II – até o quinto (5º) dia do mês subsequente à data da entrada em território paraense de bens e serviços sujeitos ao recolhinmento do imposto referente à diferença de alíquota prevista no inciso VII. da Constituição do Estado. D E C R E T A: Art. III – até o décimo (10º) dia do mês subsequente à ocorrência do fato gerador: a) pelos comerciantes em regime normal de pagamento. ítem IV. VI – até o décimo (10º) dia do mês subsequente ao mês da ocorrência do fato gerador pelos prestadores de serviço de transporte. 1º .O recolhimento do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. do artigo 155 da Constituição Federal. usando das atribuições que lhe confere o artigo 91. IV . b) pelos industriais fabricantees de bebidas. VII – até o vigésimo (20º) dia do mês subsequente ao mês da ocorrência do fato gerador pelos prestadores de serviço de transporte: VIII – até o décimo (10º) dia do segundo mês subsequente ao mês de leitura do consumo pelos estabelecimentos distribuidores de energia elétrica: .ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. produtos cerâmicos de qualquer natureza e industriais beneficiadores de madeira. café torrado e moído. obedecerá os seguintes prazos: I – no ato da saída do produto primário. V – até o décimo (10º) dia do mês subsequente à retenção do imposto pelo contribuinte substituto. pelo produtor ou extrator. O GOVERANDOR DO ESTADO DO PARÁ.até o décimo (10º) dia do mês subsequente ao mês da emissão de nota fiscal pelos prestadores de serviço de comunicação.

O imposto será pago até o último dia útil dos prazos fixados neste artigo. § 2º . 4º .89. O disposto neste artigo aplica-se também. Parágrafo Único. com a redação dada pelo artigo 1º do Decreto nº 3124.03.89 e demais disposições em contrário. em separado. o Documento de Arrecadação Estadual – DAE. deste Decreto.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. de 08. § 3º . conforme modelo aprovado pela Secretaria do Estado da fazenda.12.83. Art. Parágrafo Único.O recolhimento do imposto será feito mediante Documento de Arrecadação Estadual – DAE. Decreto nº 5978. para os industriais.Os contribuintes deverão apresentar ao órgão arrecadador de sua jurisdição. com saldo credor ou “sem movimento”. artigo 4º do Decreto nº 5969. Art. o recolhimento do imposto.Nas saídas de mercadorias promovidas por contribuintes submetidos a regime especial de fiscalização.A Secretaria de Estado da Fazenda poderá modificar o calendário fixado para o recolhimento do imposto. 3º . PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. O recolhimento de que trata o artigo 1º.82. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda . 2º .08. de 02. revogados os artigos 72 a 75 do Regulamento do ICM anexo ao Decreto nº 2393 de 12. incisos II e V será efetuado através de Documentação de Arrecadação Estadual – DAE. de 29. Art. quando a medida for conveniente aos interesses do Estado.IX – até o décimo (10º) dia do segundo mês subsequente à ocorrência do fato gerador. nos prazos previstos para pagamento do imposto. ressalvado o disposto na alínea “b” do inciso III do artigo 1º. poderá ser exigido antes da entrega da mercadoria e/ou prestação de serviço.03. § 1º . aos contribuintes que só efetuem operações durante determinados em caráter eventual e transitório. 02 de maio de 1989.

* Republicado por Ter saído com incorreções no DO. Nº 26.464, edição do dia 04/05/89. * Revogado pelo Decreto nº 6.469, de 07.12.89 de 21/12.89 DOE nº , 08/05/89

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 4.046 DE 03 DE MAIO DE 1989. HOMOLOGA RESOLUÇÃO Nº 022, DE 03 DE MAIO DE 1989, DO CONSELHO PREVIDENCIÁRIO DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ. OGOVERNADOR DO ESTEADO DO PARÁ, usando de suas atribuições legais, D E C R E T A: Art. 1º - Fica homologada a anexa Resolução nº 022, de 03.05.89, do Conselho Previdenciário do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Pará, que autoriza a concessão de reajuste das pensões pagas pelo IPASEP. Art. 2º - Os efeitos da presente Resolução retroagirá à data de 01 de maio de 1989, revogadas as disposições em contrário. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ, 03 de maio de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração RESOLUÇÃO Nº 022 DE 03 DE MAIO DE 1989 * Esta Resolução foi alterada pelo Decreto n.4.406/89.

AUTORIZA A CONCESSÃO DE REAUJUESTE DAS PENSÕES PAGAS PELO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ – IPASEP. O Presidente do Conselho Previdenciário do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Pará-IPASEP. CONSIDERANDO a decisão do Conselho Previdênciario em reunião do dia 03 de maio de 1989. RESOLVE: Art. 1º - Ficam reajustadas as Pensões concedida aos pensionistas deste Instituto, para os níveis estabelecidos nas tabelas a esta Resolução. Art. 2º - Fica a Presidência do IPASEP autorizada a proceder, através de estudos elaborados pelo Departamento de Previdência e Assessoria de Planejamento e Organização, o reajuste das pensões nos diversos níveis, as quais não se encontram previstas no Art. 1º desta Resolução. Art. 3º - As despesas decorrentes do presente reajuste correrão à conta dos recursos financeiros e orçamentários do IPASEP, para o exercício corrente. Art. 4º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de 1º de maio de 1989, após devidamente homologada pelo Governador do Estado,revogando-se as disposições em contrário. MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração IPASEP – INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSITÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ DEPARTAMENTO DE PREVIDÊNCIA REAJUSTE DE PENSÕES 1º DE MAIO/89 GRUPO I ENQUADRADAS GRUPO II ENQUADRADAS

NÍVEL VALOR PROPOSTO PROPOSTO I 95,85 II 103,66 III 129,18 IV 277,06 V 381,90 VI 679,62

NÍVEL I II III IV V VI

VALOR

102,24 199,35 299,71 376,73 477,37 679,62

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5.961, DE 17 DE FEVEREIRO DE 1989. INSTITUI O SISTEMA ESTADUAL DO PARÁ – SEAP. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, usando de suas atribuições legais e, CONSIDERANDO que todos os documentos de arquivos são elementos de prova e instrumento de pesquisa e apoio à administração, à cultura e ao desenvolvimento científico e tecnológico, CONSIDERANDO que o patrimônio arquivístico – documental é um bem público, cuja integridade cabe ao Estado assegurar; CONSIDERANDO que as atividades de administração dos documentais de modo harmônico e integrado, respeitando-se as especificidades de cada gestor de documentos; CONSIDERANDO que a perda ou destruição dos referidos documentos podem acarretar danos inestimáveis a memória administrativa, histórica e cultural do Estado; CONSIDERANDO, os objetivos limitados à área administrativa do SINAD através do Decreto nº 10.685 de 03 de julho de 1978, e CONSIDERANDO as função básicas da Secretaria de Estado de Cultura, atribuídas pelo art. 2º do Decreto nº 2.546, de 24 de setembro de 1982.

constituídos pelos conjuntos procedentes de arquivos correntes e que aguardem destinação final em área de armazenagem temporária. na Secretaria de Estado da Cultura. II – Arquivos intermediários. 4º . Art. 3º .O Sistema Estadual de Arquivos do Pará – SEAP. . que devam ser preservados permanentemente. gerados e acumulados no decurso das atividades de cada órgão da administração do Estado do Pará como produto do exercício de função executivas.Para fins de constituição do referido Sistema de Arquivos. cujo acesso à consulta é realizado sob autorização do órgão a que estejam vinculados.Fica instituído. Art. constituídos pelos conjuntos de documentos de valor probatório e cultural. tendo em vista o seu valor administrativo e histórico e os interesses da comunidade. que se distribuem em: I – arquivos correntes.Integram o Sistema Estadual de Arquivos do Pará – SEAP. O SISTEMA ESTDUAL DE ARQUIVOS DO PARÁ – SEAP. incumbidos das atividades de arquivos. respeitada a sua destinação final e assegurado o acesso público. legislativas e judiciárias. II – Órgãos Setorias – unidades técnico—administrativas incumbidas da atividades de arquivo corrente e intermediários dos órgãos da administração direta e indireta do Estado. Art. III – arquivos permanentes. sejam objeto de consulta freqüentes. constituídos pelos conjuntos de documentos em tramitação ou que mesmo sem movimentação. de qualquer tipo e natureza. intermediária e permanente) atendendo às peculiaridades dos órgãos geradores da documentação. 1º . 2º . II – integrar as diversas fases da administração dos documentos arquivísticos (corrente. III – estimular o acesso ao patrimônio arquivístico público de acordo com as necessidades da comunidade.DECRETA: Art. compreendendo a seguinte organização: I – Órgão Central – Arquivo Público do Estado do Pará. cabendo sua administração ao órgão que o integram. consideram-se integrantes do patrimônio arquivístico público todos os documentos. tem como objetivos: I – apoiar o Arquivo Público do Pará nas suas funções de assegurar a proteção e preservação dos documentos arquivísticos do poder Público Estadual. os órgãos e entidades da Administração Estadual direta e indireta.

1 (um) representante do Departamento de História da Universidade Federal do Pará. receber orientação técnica e normativa do Órgão Central do Sistema.Ao Arquivo Público do Estado do Pará. as Fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público e demais Entidades de Direito Privado poderão. após a sua apreciação pela Comissão Estadual de Arquivo – CEA. § 1º . será firmado pelo titular da Secretaria de Estado de Cultura.Os membros da Comissão Estadual de Arquivos serão designados pelo Governador do Estado para um mandato de 2 (dois) anos. e explicitar os recursos financeiros à sua adequação execução e manutenção. que a presidirá. IV . III – 1 (um) representante do Conselho Estadual de Cultura.2 (dois) representantes do Arquivo Público do Pará. § 2º . VII . § 3º .1 (um) representante da Associação dos Arquivistas Brasileiros – Núcleo do Estado do Pará. sendo. § 2º .1 (um) representante da Secretaria de Estado de Administração. Art. VIII . Art.O Convênio a que se refere este artigo. V .Os Órgãos dos Poderes Legislativos e Judiciários Estaduais das Administrações Municipais.Excepecionalmente poderá a Presidência da Comissão convidar para participar da reunião. permitida a recondução. terá o voto de desempate. compete: I – exercer funções normativas de coordenação e interação do serviço estadual de arquivos. .O convênio deverá prever a forma de interação de arquivos com o Órgão Central do Sistema. 7º . além do voto de membro da comissão. § 1º . VI . no caso dos representantes. representantes de instituições interessadas nos assuntos pertinentes ao Sistema. II – o Diretor do Arquivo Público com o membro nato.O presidente. Art.A Comissão Estadual de Arquivo – CEA tem a seguinte composição: I – o Secretário Estadual de Cultura. 5º . II – articular com órgãos integrantes do SEAP.III – Comissão Estadual de Arquivos – CEA. mediante indicação dos respectivos órgãos de origem. sem direito a voto. como Órgão Central do sistema Estadual de Arquivos do Pará. 6º .1 (um) representante do Gabinete Civil. mediante convênio.

VI – prestar informações sobre atividades técnico-arquivísticas ao Órgão Central do Sistema. 8º . 9º . quando for o caso. compete: . VII .III – elaborar e divulgar princípios. X – promover a realização de programas de treinamento para o desenvolvimento dos recursos humanos do sistema. III – colaborar com o Órgão Central do Sistema na elaboração de normas disciplinares de recepção. os programas. estaduais. tramitação. arquivamento e transferência dos documentos gerados em seus respectivos âmbitos de atuação. nacionais ou internacionais.aprovar os planos de destinação elaborados pelos integrantes do Sistema. II – planejar e acompanhar a execução. Art. IV – manter cadastro geral dos órgãos componentes do Sistema. municipais. órgão colegiado de caráter consultivo do Sistema. VI . visando a Implementação do Sistema. visando os objetivos do Sistema. IV – prestar orientação técnica.orientar o controlar a elaboração dos planos de destinação de documentos. no âmbito das Secretarias de Estado ou Autarquias a que pertencem. em seus respectivos âmbitos de atuação. nos assuntos relacionados com o Sistema. Art. sem prejuízo de sua subordinação administrativa ao órgão a que estiverem subordinados. antes de sua aplicação. V – manter cadastro das unidades pertencentes às suas estruturas organizacionais responsáveis por atividades de arquivo. diretrizes. diretrizes e normas emanadas do Órgão Central do Sistema. V – prestar orientação técnica dos órgãos integrantes do Sistema e as unidades responsáveis pela guarda de documentos arquivísticos. controlar e. normas e métodos sobre organização e funcionamento da atividades de arquivo.A Comissão Estadual do Arquivos – CEA.Aos Órgãos Setoriais do SEAP compete: I – assegurar as autoridades das Secretarias de Estado ou das Autarquias a que pertencem. executar as atividades arquivísticas. VIII – providenciar a aceleração de convênios entre o Governo por sua Secretaria de Estado da Cultura e entidades públicas e privadas. produção. IX – compatibilizar a ação do SEAP com as normas e diretrizes emanadas do Arquivo Nacional. bem como das relações de séries documentais que essas unidades mantêm sob sua guarda. Órgão Central do Sistema Nacional de Arquivos.

será feita gradativamente. IV – propor medidas para o inter-relacionamento das atividades dos arquivos correntes. assessoramento de ordem técnica. Art. Palácio do governo do Estado do Pará. conforme prioridades estabelecidas pelo Órgão Central com o assessoramento da CEA. VII – elaborar o seu regimento interno. indicando os respectivos prazos de guarda e estabelecendo critérios para a microfilmagem. revogadas as disposições em contrário. deverão adequar suas unidades pertinentes ao Sistema de forma a permitir o correto funcionamento do SEAP. 14 – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 11 – Fica vedada eliminação de documentos integrantes do patrimônio arquivístico público. Art. eliminação ou recolhimento ao Arquivo Público do Pará. sem prévia consulta ao Órgão Central do Sistema Estadual de Arquivos do Pará – SEAP. Art.I – prestar. 12 – Os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual. Art. HÉLIO MOTA GUEIROSbb Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretaria de Estado de Administração JOÃO DE JESUS PAES LOUREIRO Secretário de Estado de Cultura . 10 – Os documentos a serem conservados ou eliminados serão definidos de conformidade com Tabela de Temporalidade a ser elaborada por cada órgão ou entidade integrante do Sistema. judiciária e histórico-cultural. 13 – A implantação do Sistema instruído por este Decreto. 17 de fevereiro de 1989. Parágrafo único – Tabela de Temporalidade é o instrumento que determina o prazo em que os documentos devem ser mantidos nos arquivos correntes e/ou intermediários. com orientação técnica do Órgão Central do SEAP. ao Órgão Central. Art. V – Propor a constituição de comissão ou grupos de trabalho para tratar de assuntos específicos. II – manifestar-se sobre instruções normativas emanadas do Órgão Central ou dos Órgãos Setoriais do Sistema. III – propor modificações de aprimoramento do Sistema. VI – dar parecer prévio sobre os convênios a serem formados entre o Órgão Central e os órgãos de que trata o artigo 4º deste Decreto. intermediário e permanentes.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. a nível Estadual. de 07 de janeiro de 1975. 06/89. 50/89. 08/89. os Convênio a seguir relacionados. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretaria de Estado de Administração FREDERICO DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretário de Estado da Fazenda ANEXO . 35/89. 07/89. retroagindo seus efeitos a partir de 01de março de 1989. 17/89. 37/89. 16/89. DECRETA: Art. 23/89. 10/89. 41/89. 52/89. 24/89. 38/89. 54/89. celebrados em 21 de 27 de fevereiro de 1989. item IV. Art. DE 20 DE MARÇO DE 1989. 32/89. 45/89. 46/89. 43/89. de 07 de janeiro de 1975. 21/89.968. da Constituição Estadual e tendo em vista o disposto no art 4º da Lei Complementar nº 24. usando das atribuições que lhe confere o artigo 91.DOE Nº ____ 20 DE FEVEREIRO DE 1989. 40/89. 44/89. 17 de maio de 1989.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. 36/89. Retifica os Convênios ICM celebrados nos termos da Lei Complementar n º 24. 29/89. 25/89. em reunião do Conselho de Polícia Fazendária – CONFAZ. 14/89. 53/89. 09/89. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 5. 2º . 47/89. 11/89. 33/89. 20/89.Fica retificados. pelos Secretários da Fazenda e Finanças dos Estados e do Distrito Federal. 18/89. 1º . e 55/89. 39/89. 42/89. 15/89. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. 48/89. cujas emendas são publicadas em anexo a este Decreto: 04/89.

” CONVÊNIO ICM 09/89 – “Dispõe sobre a manutenção de créditos do ICMS nas exportações.” CONVÊNIO ICM 18/89 – “Dispõe sobre concessão de isenção de ICMS nas saídas de ração para animais. concentrados e suplementos.” CONVÊNIO SINIEF 06/89 – “Institui os documentos fiscais que especifica e dá outras providências.CONVÊNIO ICM 04/89 – “Dispõe sobre concessão de regime especial.” CONVÊNIO ICM 11/89 – “Autoriza os Estados que menciona e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS nas prestações de serviços que especifica.” CONVÊNIO ICM 20/89 – “Ficam os Estados e o Distrito Federal autorizados a manter o crédito de até 100% do valor do ICMS destacado na nota fiscal de entrada de milho proveniente de outras Unidades da Federação.” CONVÊNIO ICM 14/89 – “Ficam os Estados e o Distrito Federal autorizados a isentar do ICMS o fornecimento de energia elétrica nos casos que especifica.” CONVÊNIO ICM 17/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS nos casos que especifica.” CONVÊNIO ICM 08/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a manter o atual tratamento tributário nas exportações de mercadorias para o exterior.” CONVÊNIO ICM 21/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS nos casos que menciona.” CONVÊNIO ICM 07/89 – “Dispõe sobre redução de base de cálculo do ICMS nas exportações.” CONVÊNIO ICM 10/89 – “Dá nova redação ao art 34 do Anexo Único do Convênio ICM 66/88. na área do ICMS.” CONVÊNIO ICM 16/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS nos casos que menciona.” . nas operações de serviços públicos de telecomunicações e dá outras providências.” CONVÊNIO ICM 15/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS nos casos que menciona.

” CONVÊNIO ICM 24/89 – “Autoriza os Estados a concederem isenção do ICMS incidente sobre os serviços de transporte intermunicipal de passageiros com características urbanas. de 23 de outubro de 1981.” CONVÊNIO ICM 40/89 – “Dispõe sobre a concessão de isenção do ICMS às microempresas.” . seus motores.” CONVÊNIO ICM 33/89 – “Dispõe sobre a concessão de isenção do ICMS nas saídas de veículos para uso de paraplégicos. peçam e componentes.” CONVÊNIO ICM 41/89 – “Permite às empresas produtoras de disco deduzir do ICMS devido.” CONVÊNIO ICM 37/89 – “Dispõe sobre incidência do ICMS nas operações com petróleo e seus derivados.” CONVÊNIO ICM 29/89 – “Autoriza a concessão de crédito presumido nas operações com suínos.CONVÊNIO ICM 23/89 – “Concede isenção do ICM a insumos para ração animal.” CONVÊNIO ICM 43/89 – “Dispõe sobre a concessão de isenção do ICMS mercadorias empregadas com prestações de serviços na reparação de aeronaves.” CONVÊNIO ICM 42/89 – “Dispõe sobre a concessão de isenção do ICMS na saída decorrente de alienação fiduciária em garantia.” CONVÊNIO ICM 36/89 – “Dispões sobre isenção do ICMS nas operações que especifica.” CONVÊNIO ICM 32/89 – “Autorizaçã concessão de crédito presumido na prestação de serviço de transporte aéreo. os valores dos direitos autorais.” CONVÊNIO ICM 25/89 – “Revoga a cláusula segunda do Convênio ICM.” CONVÊNIO ICM 38/89 – “Dispõe sobre a concessão de isenção e da redução de base de cálculo do ICMS nas operações da saída de álcool carburante.” CONVÊNIO ICM 44/89 – “Dispõe sobre a concessão de benefício a indústria naval.” CONVÊNIO ICM 39/89 – “Autoriza os Estados que menciona e o DF a concederem crédito presumido do ICMS aos distribuidores e varejistas de produtos derivados de petróleo.” CONVÊNIO ICM 35/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS no caso que menciona.

Roraima e Rondônia. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. da Lei nº 5.” CONVÊNIO ICM 47/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS nas saídas promovidas por instituições de assistência social e educação. que dispõe sobre o controle da circulação de café e institui os formulários Controle de Saídas Interestaduais de Café (CSIC) e o termo de Deslacre de Café (TDC).07.02. que disciplina o recolhimento do ICMS nas operações interestaduais com couro. Acre.” CONVÊNIO ICM 53/89 – “Adia a eficácia do Convênio 15/88.89.” DOE Nº _____ DE 03 DE MARÇO DE 1989.” CONVÊNIO ICM 50/89 – “Dispõe sobre a cobrança de ICMS sobre prestações de serviços de transporte. de 12. de 21.025. sem finalidade lucrativa.” CONVÊNIO ICM 55/89 – “Fixa alíquota do ICMS nas operações com ouro. DE 20 DE ABRIL DE 1989. usando das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 75.” CONVÊNIO ICM 48/89 – “Dá nova redação ao “caput” do art 86 do convênio SINIEF 06/89. DISPÕE SOBRE ATUALIZAÇÃO DOS VENCIMENTOS DO PESSOAL DO MAGISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL. de 21 de novembro de 1986. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.CONVÊNIO ICM 45/89 – “Estende as regras e benefícios do Convênio ICM 65/88 aos Estados do Amazonas.” CONVÊNIO ICM 54/89 – “Dispõe sobre o adiamento da eficácia do Convênio ICM 22/88.351.” CONVÊNIO ICM 46/89 – “Dispõe sobre a incidência do ICMS sobre prestações de serviços de transporte.” CONVÊNIO ICM 52/89 – “Autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS no caso que especifica.88. . sebo e outros produtos que especifica.

378. para cargos correspondentes. no exercício de suas atribuições constitucionais.026. 2º – Os benefícios decorrentes da aplicação deste Decreto são extensivos ao pessoal inativo. Art. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.378. de 15 de julho de 1987. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ..D E C R E T A: Art. SERVIDORES E EMPREGADOS PÚBLICOS CIVIS DO ESTADO.. 4º – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.. de 5 de abril de 1982. da Lei nº 5. DE 20 DE ABRIL DE 1989.. § 2º. nas mesmas proporções do pessoal em atividade. Art. CONSIDERANDO que a data apontada no § 2º do artigo 12 da Lei nº 5. em 20 de abril de 1989. considerando a autorização dada ao Poder Executivo pelo artigo 18 da Lei nº 5. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. Art.. REAJUSTA OS VENCIMENTOS E SALÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS.. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretário de Estado de Administração THEREZINHA MORAES GUEIROS Secretário de Estado de Educação DOE Nº . retroagindo seus efeitos financeiros em 1º de abril de 1989.. 3º – As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado.. na forma dos anexos I e II deste Decreto. para o reajustamento da remuneração do . com a alteração redacional decorrente do artigo 12.020.. 1º – Ficam atualizados os vencimentos do pessoal integrante do Magistério Público Estadual. de 21/04/1989. de 15 de julho de 1987.

conforme tabelas anexas a este Decreto. 5o – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. outras à perda do poder aquisitivo da remuneração. GEP–DAS– 012.98 77. Art.67 . 1o – Os vencimentos e salários dos funcionários. Parágrafo Único – Os proventos de Pessoal inativo Civil do Estado ficam reajustados na mesma proporção do Pessoal em atividade.4 e GEP–DAS–012. observada a legislação própria pertinente ao assunto. 2o – Aos ocupantes dos Cargos em Comissão de Assessor Especial. assim. e revoga as disposições em contrário. 3o – Os efeitos financeiros deste Decreto serão devidos desde o dia primeiro de abril de 1989. CONSIDERANDO. Art. servidores e empregados civis do Estado ficam reajustados. – 1º de maio de cada exercício. 4o – As despesas decorrentes deste Decreto correrão à conta dos recursos disponíveis do Estado. dado que tal providência está sempre subordinada à existência de disponibilidade financeira. em função de circunstâncias emergentes. Art. Art.Pessoal Civil do Estado. em 20 de abril de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretário de Estado de Administração PODER EXECUTIVO CARGOS DESCRIÇÃO AGENTE DE ELETRICIDADE AGENTE DE CARPINTARIA AGENTE DE MECÂNICA VENCIMENTOS I II 73. – é meramente indicativa. umas ligadas aos recursos da arrecadação.3 respectivamente. Assessor de Gabinete II e Assessor de Gabinete I será devido vencimento correspondente ao dos Cargos em Comissão GEP–DAS–011–6. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. DECRETA: Art. que o reajustamento da remuneração dos mesmos servidores tanto pode ser protelado quanto antecipado.

38 85.11 86.38 85.48 VENCIMENTOS II III 99.67 CARGOS DESCRIÇÃO AUXILIAR DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO INSPETOR DE ALUNOS AGENTE DE ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS AUXILIAR DE ENGENHARIA AUXILIAR DE REABILITAÇÃO (EDUCAÇÃO) TÉCNICO DE CONTABILIDADE AUXILIAR DE INFORMÁTICA /M.44 81.67 CARGOS DESCRIÇÃO MOTORISTA POLICIAL I 90.98 77.98 77.44 81.98 77.21 CARGOS DESCRIÇÃO AUXILIAR TÉCNICO AGENTE ADMINISTRATIVO TOPÓGRAFO AGENTE PRISIONAL MOTORISTA VENCIMENTOS I II 89. AGRÍCOLA) VENCIMENTOS I 73.44 CARGOS DESCRIÇÃO I II VENCIMENTOS III IV .67 82.14 IV 120.67 73.98 73.67 77.AGENTE DE TRANSPORTE FLUVIAL AGENTE DE SOLDAGEM AGENTE DE FOTOGRAFIA AGENTE DE OPERAÇÕES GRÁFICAS AGENTE DE ASSUNTOS CULTURAIS AGENTE DE ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS AGENTE DE TERAPIA OCUPACIONAL AGENTE DE ARTES PRÁTICAS DATILÓGRAFO AGENTE DE PORTARIA VIGIA AUXILIAR DE SAÚDE AUXILIAR DE REABILITAÇÃO (SAÚDE) AGENTE DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA TÉCNICO EM RADIOTERAPIA AUXILIAR DE INFORMÁTICA AGENTE DE SAÚDE TÉCNICO DE LABORATÓRIO TÉCNICO DE SANEAMENTO 73.38 85.98 81.51 93.98 77.44 73.98 II 77.67 73.67 73.53 102.98 77.

37 VENCIMENTOS I II 516.30 396.01 CARGOS DE DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES DAS–1 DAS–2 DAS–3 DAS–4 DAS–5 DAS–6 VENCIMENTOS 301.29 77.40 .000.25 353.00 700.500.64 428.99 500.27 330.94 VENCIMENTOS I II 256.500.00 1.64 VENCIMENTOS I 1. PENAL ASSISTENTE JURÍDICO ASSISTENTE SOCIAL BIBLIOTECONOMISTA BIOLOGO CONTADOR ECONOMISTA ENFERMEIRO ENGENHEIRO ENGENHEIRO AGRÔNOMO ESTATÍSTICO FARMACÊUTICO GEÓLOGO MÉDICO MÉDICO VETERINÁRIO NUTRICIONISTA ODONTÓLOGO VALOR I 44.01 58.DELEGADO DE POLÍCIA 300.00 FUNÇÕES GRATIFICADAS DESCRIÇÃO DAS–1 DAS–2 DAS–3 DAS–4 CARGO DESCRIÇÃO PROCURADOR DE ESTADO CARGO DESCRIÇÃO DEFENSOR PÚBLICO CARGO DE DIREÇÃO DESCRIÇÃO PROCURADOR CHEFE CARGOS DESCRIÇÃO ADMINISTRADOR ARQUITETO ASSISTENTE JUDICIÁRIO DO SIST.33 96.58 376.00 VENCIMENTOS II I III 256.34 436.25 353.00 1.01 577.

I 121. TÉC.25 353.64 428.36 124.82 369.03 VENCIMENTOS II III 353.72 VENCIMENTOS II III 80.44 I 72.97 I 256.39 IV 130.24 CARGOS DESCRIÇÃO ESCRIVÃO DE POLÍCIA CARGOS DESCRIÇÃO INVESTIGADOR DE POLÍCIA CARGOS DESCRIÇÃO TÉCNICO DE PLANEJAMENTO CARGOS DESCRIÇÃO I 121.67 VENCIMENTOS II III 112.39 CARGOS DESCRIÇÃO PERITO POLICIAL CARGOS DESCRIÇÃO PAPILOSCOPISTA CARGOS DESCRIÇÃO AUX.68 I 98.39 IV 166.55 IV 99. DE POL.06 VENCIMENTOS I 96.36 IV 410.96 VENCIMENTOS II III 108.48 VENCIMENTOS II III 133.40 CARGOS DESCRIÇÃO ASSISTENTE TÉCNICO CARGOS DESCRIÇÃO MÉDICO LEGISTA PERITO CRIMINAL CARGOS DESCRIÇÃO DELEGADO DO INTERIOR (SEDE) S/S COMISSÁRIO DO INTERIOR (SEDE) COMISSÁRIO ESPECIAL S/S DELEGADO DISTRITAL S/S ESCRIVÃO DO INTERIOR S/S SSP–4 DELEGADO AUXILIAR I 226.66 VENCIMENTOS II 311.24 119.86 149.19 I 297.19 VENCIMENTOS II III 332.00 VENCIMENTOS II III 134.17 74.25 IV 138.53 89.15 I 101.25 I III .43 III 376.60 146. CIENT.PSICÓLOGO SOCIÓLOGO TÉCNICO EM ASSUNTOS CULTURAIS TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS TÉCNICO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL TÉCNICO EM REABILITAÇÃO 256.40 VENCIMENTOS II IV 161.64 428.71 98.

98 ANEXO I QUADRO PERMANENTE ATIVIDADES DOCENTES VENCIMENTO/REFERÊNCIA CARGO NÍVEL CÓDIGO REF.65 108.85 120.60 126. IX 118.02 73.47 REF.26 REF. VII 111.07 VENCIMENTOS I 212.48 676.52 REF.30 REF.82 119.08 123.65 I 523.74 235.95 REF.70 103.42 AD–1 PROFESSOR AD–2 AD–3 AD–4 GEP–M–AD1–401 GEP–M–AD2–401 GEP–M–AD3–401 GEP–M–AD4–401 QUADRO PERMANENTE DO MAGISTÉRIO ATIVIDADES ESPECIALIZADAS CLASSE ESPECIALISTA DE EDUCAÇÃO EE–2 GEP–M–EE–402 178.94 121.49 220.87 101.38 133. VII 184.26 REF. IX 195.88 651.39 113.47 203.26 110.43 115.62 REF. VI 168.04 112.50 125.71 106.82 114.18 136.99 130. VI 108.74 REF. III 98.58 REF. I 152. X 121. X 200. VIII 189. II 95.71 184. V 173. VI 179.26 105.21 REF.60 REF.62 132.30 127.04 VENCIMENTOS I II 237.92 REF.16 110.38 118.21 197.69 REF.96 191.64 ANEXO II QUADRO SUPLEMENTAR CARGO PROFESSOR NÍVEL PA-A VENCIMENTO 81.47 100.00 NÍVEL EE–1 CÓDIGO GEP–M–EE–4021 REF. II 157. I 92.74 140.79 REF. VI 101.26 .72 209. III 163.61 VENCIMENTOS II III 586.06 129.00 REF.94 REF. VIII 114.62 117.FISCAL DE TRIBUTOS ESTADUAIS CARGOS DESCRIÇÃO PROCURADOR FISCAL CARGOS DESCRIÇÃO AGENTE AUXILIAR DE FISCALIZAÇÃO AGENTE TRIBUTÁRIO CARGOS DESCRIÇÃO ASSESSOR JURÍDICO DIRETOR PESSOAL/FINANÇAS CC–3 ASSESSOR ARTÍSTICO CC–9 DIRETOR DE DIVISÃO REGIONAL CC–11 TESOUREIRO CC–13 493.25 96.98 216.28 REF.97 553. V 105.21 123.93 107.23 222.96 REF.

de 21/04/1989. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração .. DE 03 DE MAIO DE 1989 HOMOLOGA RESOLUÇÃO Nº 023 DE 03 DE MAIO DE 1989. que dispõe sobre o reajuste de contribuição do pecúlio concedido aos beneficiários de segurados do IPASEP. Art.05.. DECRETA: Art.047. O Governador do Estado do Pará. 1º ..89.32 39.PROFESSOR PROFESSOR PROFESSOR PA-B PA-C PA-D CARGO EM EXTINÇÃO 85...58 34. revogadas as disposições em contrário.43 152. do Conselho Previdenciário do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Pará.. DO CONSELHO PREVIDENCIÁRIO DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ..Fica homologada a anexa Resolução nº 023 de 03. Palácio do Govêrno do Estado do Pará...08 CARGO PROFESSOR TÍTULAR/ADJUNTO INSPETOR ESCOLAR/DIRETOR EP–4 NÍVEL NÍVEL AD–4/10 EE–1/1 CÓDIGO GEP–M–AD–401 GEP–M–EE–402 VENCIMENTO 140. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. retroagirão à data de 1º de maio de 1989.Os efeitos da presente Resolução. 2º . 03 de maio de 1989.58 DOE Nº . usando de suas atribuições legais.

usando de suas atribuições legais e .. MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Presidente do Conselho Previdenciário do IPASEP ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6.048 DE 03 DE MAIO DE 1989 DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS DO QUADRO DA SECRETARIA DE SESTADO DE JUSTIÇA.Ficam reajustados o valor do prêmio do Pecúlio devido aos beneficiários dos segurados falecidos para NCz$-1.200.... de 18 maio de 1976..DOE Nº . aprovada em reunião do dia 26/04/89.621... item IV da Constituição do Estado.. CONSIDERANDO as disposições contidas na Lei nº 4. DECRETA: .95 (noventa e cinco centavos) Art 2º. CONSIDERANDO a proposta da Autarquia constante no Ofício nº 052/89. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. O Governador do Estado do Pará....1º.. DE 04/05/1989 RESOLUÇÃO Nº 023...00 (hum mil e duzentos cruzados novos) e o valor da contribuição destinado a formação do mesmo. e a exposição de motivos da SEJU.. para NCz$-0. DE 03 DE MAIO DE 1989 DISPÕE SOBRE O REAJUSTE DA CONTRIBUIÇÃO DE PECÚLIO CONCEDIDO AOS BENEFICIÁRIOS DE SEGURADOS DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO PARÁ. 91. revogadas as disposições em contrário.Esta Resolução entrará em vigor a partir de 1º de maio de 1989.. RESOLVE: Art..

os Cargos de provimento em Comissão e Funções Gratificadas do Quadro de Cargos da Secretaria de Estado de Justiça. correrão à conta das dotações orçamentária próprias do Estado. de Legislação e Jurisprudência FG-2 01 Chefe de Divisão de Serviços Gerais FG-4 01 Chefe de Divisão de Pessoal FG-4 01 Chefe de Divisão de Material e Patrimônio FG-4 01 Chefe de Divisão de Finanças FG-4 01 Chefe de Divisão de Divulgação e Documentação FG-4 01 Chefe de Divisão de Saúde (SUSIPE) FG-4 01 Chefe de Divisão de Assistência e controle letal (SUSIPE)FG-4 SITUAÇÃO PROPOSTA QUANT. DENOMINAÇÃO SÍMBOLO 01 Secretária FG-2 01 Secretária de Depto. 2º . 3º . Art. revogadas as disposições em contrário.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto. 03 de maio de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração ARTHUR CLAUDIO MELLO Secretário de Estado de Justiça DOE Nº . Palácio do Governo do Estado do pará. DENOMINAÇÃO SÍMBOLO 01 Secretária FG-3 01 Secretária de Depto.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.Art.Ficam transformados na forma do anexo do presente Decreto.3 01 Chefe de Divisão de Pessoal DAS-011.3 . Art. de 04/05/1989 ANEXO ÓRGÃO: S E J U SITUAÇÃO ATUAL QUANT. 1º . de Legislação e Jurisprudência FG-3 01 Chefe de Divisão de Serviços Gerais DAS-011.

originariamente municipal. aprovados pelo Decreto Estadual nº 2. da Constituição Estadual e. foi delgada àquele órgão da administração Estadual.3 Chefe de Divisão de Saúde (SUSIPE) DAS-011. CONSIDERANDO que a edição do Plano Verão gerou dúvida quanto à possibilidade de realinhamento tarifário. usando das atribuições que lhe são conferidas pelo art. de acordo com o art. enquanto o telex emitido pela Comissão de Controle do Programa de Estabilização Econômica do Ministério da Fazenda a todos que solicitarem uma solução para o problema esclarece que. artigo 30. CONSIDERANDO que compete ao Conselho de Administração da Empresa Metropolitana de Transporte Urbanos – EMTU/BEL a revisão das tarifas de passageiros da região Metropolitana de Belém. inciso IV. CONSIDERANDO que.687. por força de convênios celebrados entre a EMTU e as Prefeituras Municipais de Belém e de Ananindeua a competência de fixação de tarifa. inciso XV.01 01 01 01 01 Chefe de Divisão de Material e Patrimônio DAS-011. de 22 de fevereiro de 1987.3 Chefe de Divisão de Divulgação e Documentação DAS-011. CONSIDERANDO que o último concedido ao setor tomou como base planilha de dezembro de 1988. 91.3 Chefe de Divisão de Finanças DAS-011. trata-se de assunto da esfera de competência do município. com pareceres locais conflitantes.3 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. o primeiro de . ao qual sobrevieram dois aumentos de óleo díesel. dos Estatutos da empresa. 27.051 DE 04 DE MAIO DE 1989 O Governador do Estado do Pará. CONSIDERANDO a solicitação feita pelo Sindicato das Empresas de Transportes de passageiros de Belém à EMTU/BEL. de acordo com a Constituição Federal. e passou a vigorar a 03 de janeiro de 1989. inciso V.3 Chefe de Divisão de Assistência e controle letal (SUSIPE) DAS-011.

em 14. empregados a domícilio. por outro lado. ainda. CONSIDERANDO. por fim. CONSIDERANDO que.24.89.000. em consonância com essa política de minoração dos efeitos perversos da inflação sobre a classe trabalhadora. a todos os empregados.30%. inclusive empregados domésticos.85% em 30. evitando. foi instituído o vale transporte. em um só tempo.12.000 (um milhão) de vales. CONSIDERANDO. diminuindo o seu valor. bem assim majorações salariais de 26. NCz$ 120.00 (cento e vinte mil. 2. CONSIDERANDO que. 3º da Constituição das Lei Trabalho. assim o fez. com o exercício de suas funções e.01.4% em março de 2. assim definidos no art. minorando para o usuário os custos dos serviços. concedida na data-base pelas empresas que operam linhas na área metropolitana. CONSIDERANDO que este benefício é garantido por força de lei.18 (dezoito centavos) levando em conta não apenas os custos já realizados mas também a majoração efetiva de salários dos motoristas. cruzados novos) correspondente a 1.06% em janeiro referente à URP. garantir a continuação da prestação dos serviços públicos desse setor da economia remuneração compatível.000. tornando mais suportável para os assalariados a despesa de seu transporte.62% em fevereiro. no mês de março o Governo Estadual despendeu.88. CONSIDERANDO. . CONSIDERANDO que é dever do poder público compor os interesses em conflito. em percentual de 50%. que muito embora não estivesse o Governo Estadual obrigado a estender esse benefício aos servidores da administração direta. atletas profissionais e servidores da União. cobradores e demais trabalhadores em transportes rodoviários.4% em abril e 50% em maio. e o segundo de 15. notadamente os mais carentes. de sortt a. a aprovação pelo Conselho da EMTU da tarifa de NCz$0. 9. em razão da extensão desse benefício. que esse dispêndio onere os seus servidores. trabalhadores de empresas de trabalho temporário. que é facultadade do Chefe do Executivo reduzir o impacto da majoração da tarifa técnica.

publicado no Diário Oficial da União. .Fica fixado em NCz$0.687 de 22 de fevereiro de 1983. Art. em exercício RESOLUÇÃO Nº 001/89 – EMTU-CONSAD O Conselho de Administração da Empresa Metropolitana de Transporte Urbanos – EMTU/BEL. de 23 de outubro de 1987. item XIV dos Estatutos Sociais da Empresa.D E C R E T A: Art. em função dos aumentos dos insumos ocorridos no período de 26/12/88 a 28/02/89. para adequar o preço das referidas tarifas face à defasagem da mesma. também ao preço de NCz$0.17 (dezessete centavos). Palácio do Governo do Estado do Pará. de Segunda a sexta-feira exceto nos feriados.A tarifa de Belém-Outeiro será cobrada. do Governo do Estado do Pará. CONSIDERANDO que é competência deste Conselho a revisão das tarifas de Transporte Público de Passageiros da região Metropolitana de Belém. 1º . 3º Este Decreto entrará em vigor à zero hora de 07 de maio de 1989. do Ministério da Fazenda. no uso de suas atribuições legais e regulamentares.17 (dezessete centavos) a tarifa de transporte público de passageiros na Região Metropolitana de Belém a partir da zero hora de 07 de maio de 1989. em 04 de maio de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado JOSÉ NOGUEIRA DE SOUZA SOBRINHO Secretário de Estado de Administração. de acordo com o disposto no Artigo 27. de 21 de outubro de 1987. aprovados pelo Decreto nº 2. e CONSIDERANDO o disposto na Portaria nº 360. 2º . Art. CONSIDERANDO a solicitação feita pelo Sindicato das Empresas de Transporte Público de Belém.

1º .18. após homologada pelo Excelentíssimo Senhor Governador do Estado do Pará.052/89.Fixar as novas tarifas de Transporte Público de Passageiros da Região metropolitana de Belém no valor de NCz$ 0.18 (DEZOITO CENTAVOS). R E S O L V E: Art.CONSIDERANDO que a EMTU/BEL apresentou estudos técnicos da 1ª quinzena de janeiro e de fevereiro. 04 de maio de 1989 HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado DOE Nº . DE 05/05/1989. entrará em vigor a partir de 00:00 hora do dia 07 de maio de 1989. . respectivamente. Sala de Sessões do Conselho de Administração da Empresa Metropolitana de Transporte Urbanos – EMTU/Bel aos 04 dias do mês de abril do ano de mil novencentos e oitenta e nove: PAULO SÉRGIO FONTES DO NASCIMENTO Diretor-Presidente da EMTU/BEL AMÍLCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral e Presidente do Conselho de Administração da EMTU/BEL HOMOLOGO Belém. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. com os valores de NCz$ 0. Art.052 DE 04 DE MAIO DE 1989 * Esta Resolução foi homologada pelo Decreto n. 3º .Esta Resolução. Art.16 e NCz$ 0.Revogam-se as disposições em contrário. 2º . 6.

HÉLIO MORA GUEIROS Governador do Estado JOSÉ NORONHA SOBRINHO Secretário de Administração. retroagirão à data de 06. CONSIDERANDO o disposto no Art. revogadas as disposições em contrário.04. que regulamentou a Lei nº 4. e.04. de marca JANGADA. de 21 de janeiro de 1976.89. 1º . O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. em sua 2ª Reunião Ordinária/89.89. que autoriza a Direção Geral do IDESP a celebrar o Contrato de Comodata com a Fundação Agrária do Tocantins/Araguaia. objetivando a cessão por empréstimo de 01 (um) fogão industrial.Fica homologada a anexa Resolução nº 004.03. homologada por este ato.HOMOLOGA RESOLUÇÃO Nº 004/89. do Conselho de Administração do Instituto do Desenvolvimento econômicoSocial do Pará. em exercício CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO – CA RESOLUÇÃO Nº 004/89 – CA O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social do Pará – IDESP. D E C R E T A: Art. usando de suas atribuições legais. Registro Patrimonial nº 4730. no uso de suas atribuições legais. DE 26.89. de propriedade do Instituto. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. Art. de 24 de setembro de 1975. DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO INSTITUTO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO-SOCIAL DO PARÁ. 44 letra “f” do Decreto nº 9. 2º .475. realizada aos 26 dias do mês de abril do ano de 1989.583.Os efeitos da presente Resolução. R E S O L V E: . 04 de maio de 1989. de 26.

053 DE 04 DE MAIO DE 1989 HOMOLOGA RESOLUÇÃO Nº 003/89. DE 05/04/1989 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. 1º . usando de suas atribuições legais. de um (01) fogão industrial. SALA DE SESSÕES DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO.465. que autoriza a Direção Geral do IDESP a proceder a baixa e . O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. Art. ODINEA LEITE CAMINHA Presidente. é por prazo indeterminado. D E C R E T A: Art.04. em exercício VIOLETA REFKALEFSKY LOUREIRO Membro MARIA STELLA FACCIOLA PESSOA GUIMARÃES Membro ANTONIO CARLOS PORTO DE OLIVEIRA FOLHA Membro DOE Nº 26. Art. de 26.O Contrato de Comodato. 3º .Fica homologada a anexa Resolução nº 003. de marca JANGADA.Autorizar a Direção Geral do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social do Pará – IDESP. DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO INSTITUTO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO-SOCIAL DO PARÁ. 1º . 2º . revogadas as disposições em contrário. após homologado pelo Governador do Estado. tendo com início a data de 06 de março de 1989.Art. Registro Patrimonial nº 4730.89. a celebrar o Contrato de Comodato com a Fundação Agrária do Tocantis/Araguaia. objetivando a cessão por empréstimo.89.A presente Resolução. retroagirá em seus efeitos aos 06 dias do mês de março do ano de 1989. DE 26. acima referido.04. aos 26 dias do mês de abril do ano de hum mil novecentos e oitenta e nove. do Conselho de Administração do Instituto do Desenvolvimento EconômicoSocial do Pará. de propriedade do IDESP.

Art. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. R E S O L V E: Art. revogadas as disposições em contrário. em sua 2ª Reunião Ordinária/89. CONSIDERANDO o disposto no Art. revogadas as disposições em contrário. séries nºs 3816922 e 301161. 1º . modelo M-8 e Lexkon 80 séries nºs 2816922 e 301161. marca OLIVETTI. após homologado pelo Governador do Estado. entrará em vigor na data de sua assinatura.583. 02 (duas) máquinas de escrever manual. Art.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. marca Olivette. de 24 de setembro de 1975. acima. realizada aos 26 dias do mês de abril do ano de 1989. modelo M-8 e LEXKON 80. 04 de maio de 1989. de 21 de janeiro de 1976. consideradas inservíveis a utilização do Instituto. 3º .475.A presente Resolução. para a Prefeitura Municipal de Salinópolis. 44 letra “f” do Decreto nº 9.Autoriza a Direção Geral do IDESP. e. tombamentos nºs 3111 e 1358. tombamentos nºs 3111 e 1358. 2º . Art. HÉLIO MORA GUEIROS Governador do Estado JOSÉ NORONHA SOBRINHO Secretário de Administração. proceder a doação das máquinas de escrever. proceder a baixa do patrimônio do IDESP. que regulamentou a Lei nº 4.doação das máquinas de escrever manual. consideradas inservíveis para a utilização pelo Órgão. no uso de suas atribuições legais. 2º .Autorizar a Direção Geral do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social do Pará – IDESP. . em exercício CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO – CA RESOLUÇÃO Nº 003/89 – CA O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social do Pará – IDESP. referidas.

Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. em exercício VIOLETA REFKALEFSKY LOUREIRO Membro MARIA STELLA FACCIOLA PESSOA GUIMARÃES Membro ANTONIO CARLOS PORTO DE OLIVEIRA FOLHA Membro DOE Nº 26.SALA DE SESSÕES DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Chassis FSY-855786. 1º . usando de suas atribuições legais.89. DE 26. no patrimônio do Instituto.054 DE 04 DE MAIO DE 1989 HOMOLOGA RESOLUÇÃO Nº 002/89. ano de fabricação de 1977. 2º . 04 de maio de 1989. aos 26 dias do mês de abril do ano de 1989. DE 05/04/1989 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. do Conselho de Administração do Instituto do Desenvolvimento EconômicoSocial do Pará. que autoriza a Direção Geral do IDESP a proceder a baixa e doação do veículo Ford 400.Fica homologada a anexa Resolução nº 002/89. DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO INSTITUTO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO-SOCIAL DO PARÁ. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. Art.04. HÉLIO MORA GUEIROS Goverandor do Estado JOSÉ NORONHA SOBRINHO . D E C R E T A: Art. sob o nº 4127. ODINEA LEITE CAMINHA Presidente.465. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. revogadas as disposições em contrário.

3º . proceder a baixa do patrimônio do IDESP.Secretário de Administração.583. CONSIDERANDO o disposto no Art. de 24 de setembro de 1975. tombado no patrimônio do IDESP sob o nº 4127.A presente Resolução. em exercício CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO – CA RESOLUÇÃO Nº 002/89 – CA O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social do Pará – IDESP.Autorizar a Direção Geral do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social do Pará – IDESP. Chassis FSY-85786. em exercício VIOLETA REFKALEFSKY LOUREIRO Membro MARIA STELLA FACCIOLA PESSOA GUIMARÃES Membro ANTONIO CARLOS PORTO DE OLIVEIRA FOLHA Membro . 1º . aos 26 dias do mês de abril do ano de 1989. ODINEA LEITE CAMINHA Presidente. revogadas as disposições em contrário. entrará em vigor na data de sua assinatura. que regulamentou a Lei nº 4.475. R E S O L V E: Art. 2º . SALA DE SESSÕES DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. ano de fabricação de 1977. de propriedade do Órgão e inservível para a sua utilização. no uso de suas atribuições legais. Art. 44 letra “f” do Decreto nº 9. o veículo Ford 400.IDESP. proceder a doação do veículo acima referido a Fundação do Bem Estar Social do Pará .Autoriza a Direção Geral do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social .FBESP Art. em sua 2ª Reunião Ordinária/89. realizada aos 26 dias do mês de abril do ano de 1989. de 21 de janeiro de 1976. após homologado pelo Governador do Estado. e.

465. ainda.DOE Nº 26.278. DE 05/04/1989. proibidas essas transferências. O Governador do Estado do Pará. situação que sem dúvida alguma vem prejudicando enormemente muitos motoristas que exploram esse tipo de serviço como meio de vida.00. para o Estado e para os que prestam este tipo de serviço à coletividade. CONSIDERANDO a necessidade de melhor disciplinação das transferências de placas de veículos de aluguel a taxímetro. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. até o momento. D E C R E T A: .060 DE 05 DE MAIO DE 1989. CONSIDERANDO que estavam. a adequada regulamentação do assunto. a importância que tem. até para definição mais clara no tratamento que lhe foi dado entre muitas leis e decretos. AUTORIZA A TRANSFERÊNCIA DE PLACAS OUTORGADAS PARA EXPLORAÇÃO DE VEÍCULOS DE ALUGUEL A TAXÍMETROS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. para reforço de dotação consignada no orçamento vigente. usando de suas atribuições legais e. no momento.059 DE 04 DE MAIO DE 1989 Abre ao Ministério Público junto ao Conselho de Contas dos Municípios. o Crédito Suplmentar no valor de Ncz$ 6.465. CONSIDERANDO. DE 05/04/1989 ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. DOE Nº 26.

Palácio do Governo do Estado do Pará. ficando o alienante impedido de outras obter em igual prazo. 1º . em 05 de maio de 1989. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. inciso IV da Constituição Federal.Poderão os permissionários de placas outorgadas pelo Governo do Estado para exploração de veículos de aluguel a taxímetro.O presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 3º . d) ocorre-lhes invalidez permanente. transferí-las a qualquer título. Art. de acordo com decisão da Justiça. D E C R E T A: . HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado JOSÉ NOGUEIRA DE SOUZA SOBRINHO Secretário de Estado de Administração. em exercício DOE Nº . 2º .Fica autorizado o Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN a promover as transferências que estejam em conformidade com o estabelecido neste Decreto. o disposto no artigo 72 da Lei n° 4. no uso de suas atribuições que lhe confere o artigo 91. mediante Alvará Judicial. quando: a) já decorridos três (3) anos da permissão outorgada.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. de 28 de dezembro de 1988. os herdeiros do permissionário a transmitirem a terceiros a permissão concedida. b) configurada a hipótese de transmissão mortis causa do permissionário para seus herdeiros ou cessionários. c) forem autorizados. revogadas as disposições em contrário. E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.780.509. de 19 de junho de 1978 e o artigo 2° da Lei n° 5. Art.Art.08/05/1989 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . que os inabilite ao exercício da profissão.064 DE 08 DE MAIO DE 1989 APROVA REGULAMENTO DA SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES-SETRAN.

08 de maio de 1989. o planejamento. criada pela Lei n° 5.SETRAN. 1° .A Secretaria de Estado de Transportes. em exercício DOE n° 26. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MANOEL NAZARETH SANT'ANNA RIBEIRO Secretário de Estado dos Transportes JOSÉ NOGUEIRA SOBRINHO Secretário de Estado de Administração. 2° . 1° . de 28 de dezembro de 1988.467. o controle e a avaliação das ações relativas à Política de Transportes no Estado do Pará.São funções básicas da Secretaria de Estado de Transportes . a normatização. coordenar e executar a Política Estadual dos Transportes. a coordenação.Art. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. o Regulamento da Secretaria de Estado de Transportes . CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES BÁSICAS Art.509. a orientação. revogadas as disposições em contrário. deste Decreto.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.SETRAN: I .Fica aprovado na forma do anexo I. 2° .Formular. normatizar. . Art. tem por finalidade o estudo. de 09/05/1989 REGULAMENTO DA SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES SETRAN TÍTULO I DA FINALIDADE E FUNÇÕES BÁSICAS CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. a execução.

NÍVEL DE ATUAÇÃO VINCULADA Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos . com as diretrizes nacionais e as iniciativas municipais. VIII . acompanhamento.EMTU-PA. estrangeira e/ou internacional a instituições estaduais e/ou municipais. para áreas urbanas e rurais. Conselho Estadual de Transportes. III . controle e avaliação a nível estadual da política de concessão de serviços públicos de transportes de passageiro e cargas.Promover estudos e pesquisas visando a elaboração e implantação de uma política integrada dos transportes em consonância com as diretrizes da Política de desenvolvimento sócio-econômico.SETRAN contará com a seguinte composição organizacional básica: I . bem como.Articular as ações do setor de transportes do Estado. V Promover estudos.NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA Secretário de Estado de Transportes.Coordenar e incentivar os programas de assistência técnica e financeira nacional. Fundação dos Terminais Rodoviários do Estado do Pará FTERPA. 3° .Promover a identificação de ações que devem ser efetivadas na infra-estrutura de transportes visando adequar a oferta de transportes às necessidades atuais e futuras do Estado do Pará. VI . IV . TÍTULO II DA COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL BÁSICA Art. II . programações. VII . III . orientar e apoiar a elaboração de programas e projetos para o setor.II .A Secretaria de Estado de Transportes .NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR . visando a promoção e coordenação do desenvolvimento dos transportes no Estado do Pará. pesquisas.Articular as atividades dos Órgãos modais dos transportes estaduais e municipais.Praticar ações que objetivem atender aos Órgãos multimodais de transportes.

.NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL Divisões Regionais.NÍVEL DE ATUAÇÃO SETORIAL Núcleo Setorial de Planejamento.Propor medidas necessárias ao aperfeiçoamento da Política de Transporte do Estado. Departamento de Transporte Hidroviário.NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA Departamento de Transporte Terrestre. V .Apreciar o planejamento global das atividades de transportes da Secretaria.Gabinete do Secretário. II .NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR Diretor Geral. Departamento de Transporte Aeroviário. IV . TÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES ADMINISTRATIVAS CAPÍTULO I NÍVEL DE ATUAÇÃO COLEGIADA SEÇÃO ÚNICA DO CONSELHO ESTADUAL DE TRANSPORTES Art. Núcleo de Desenvolvimento Organizacional.A representante gráfica da composição organizacional básica está demonstrada no Organograma anexo. Assessoria de Cooperação e Acompanhamento.Ao Conselho Estadual de Transportes compete: I . Parágrafo único . Departamento Administrativo. VII . VI . 4° . Departamento Econômico-Financeiro. Assessoria Jurídica.

IX . VIII . a exceção do Secretário de Estado dos Transportes que será membro nato. serão nomeados pelo Governador do Estado.DNER. para um mandato não inferior a 02 (dois) anos. Art.Um (01) representante de Empresas de Transporte Rodoviário Intermunicipal no Pará. 7° . V . VI . .Um (01) representante do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação do Estado do Pará .São membros do Conselho Estadual de Transportes: I . II . escolhido pelo Chefe do Poder Executivo.O Conselho Estadual de Transportes reunir-se-á ordinariamente 01 (uma) vez ao mês e extraordinariamente quantas vezes forem necessárias. Parágrafo Único . 6° . na forma definida no Regimento do Órgão colegiado.Pronunciar-se sobre as tarifas e concessões de transportes no âmbito estadual. XI . X . IV . Art. 5° .O Secretário de Estado de Transportes.Um (01) representante da Secretaria de Estado da Fazenda SEFA.III .Um (01) representante do Sindicato das Empresas de Cargas do Estado do Pará .Um (01) representante da PM do interior. IV .Um (01) representante da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral-SEPLAN.Os membros do Conselho farão jús a "jetons" pagos por reuniões a que comparecerem.Um (01) representante do Governo do Estado do Pará.Um (01) representante do Ministério dos Transportes. convocadas por seu Presidente ou por maioria dos seus membros.O Secretário de Estado de Transportes será o Presidente do Conselho Estadual de Transportes. e o vice-presidente será eleito dentre seus membros.SINDARPA.Um (01) representante do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem .Um (01) representante do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Pará. III .SINDICARPA. para um período de 02 (dois) anos. Art. não excedentes a 04 (quatro) por mês. 8° . mediante indicação dos Órgãos e entidades.Participar da formulação e coordenação da Política de Transportes Estadual.Os membros do Conselho Estadual de Transportes e seus suplentes. Art. VII .

subordinada diretamente ao Secretário de Estado. SEÇÃO III DA ASSESSORIA JURÍDICA Art. CAPÍTULO III DO NÍVEL DE ATUAÇÃO SETORIAL SEÇÃO I DO NÍVEL SETORIAL DE PLANEJAMENTO . III . compete: I . 11 -À Assessoria Jurídica. de acordo com as diretrizes fixadas pela SEPLAN. compete prestar assistência de natureza jurídica à SETRAN.À Assessoria de Cooperação e Acompanhamento. II . estrangeiro e/ou internacional para o setor de transportes a nível estadual e municipal.Ao Gabinete compete apoiar o Secretário no desempenho de suas atribuições e compromissos oficiais. subordinada diretamente ao Secretário de Estado.Articular programas de assistência técnica e financeira a nível nacional. 10 . bem como executar serviços de relações públicas da Secretaria. 9° . SEÇÃO II DA ASSESSORIA DE COOPERAÇÃO E ACOMPANHAMENTO Art.CAPÍTULO II DO NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR SEÇÃO I DO GABINETE DO SECRETÁRIO Art. bem como providenciar a defesa dos interesses da Secretaria em litígios. atendendo a consultas e/ou elaborando parcelas conclusivas sobre questões administrativas que lhe forem submetidas.Articular a estruturação de um sistema de informação com os municípios sobre a infra-estrutura de transportes no Estado do Pará.Orientar e acompanhar a elaboração e a aplicação de programas de assistência técnica e financeira aos municípios para o desenvolvimento do setor de transporte.

subordinado administrativamente ao Diretor Geral. simplificação de rotinas. redefinição. compatibilização. supervisionar. cabendo-lhe: a) zelar pelo cumprimento das diretrizes de planos do governo. c) cooperar na elaboração de esquemas de captação de recursos para o financiamento de planos. 13 . SEÇÃO II DO NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Art. f) coletar informações necessárias à composição das estatísticas estaduais. informatização de sistemas e desburocratização.Ao Núcleo Setorial de Planejamento. no âmbito da Secretaria. implantação e avaliação de estruturas. programas e projetos setoriais. coordenar a elaboração dos programas da Secretaria e seu detalhamento em projetos específicos. 12 . orçamento e estatística. subordinado administrativamente ao Diretor Geral.Ao Núcleo de Desenvolvimento Organizacional. colaborando na formulação. prestar assistência técnica especializada sob a forma de estudos e pareceres que sirvam de subsídios ao processo de tomada de decisão em assuntos de natureza econômica e financeira. g) promover a articulação com os órgãos seccionais dos órgãos vinculados à Secretaria. estabelecendo um fluxo constante de informações.Art. visando o planejamento integrado do setor. CAPÍTULO IV DO NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA SEÇÃO I DO DEPARTAMENTO DE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO . d) coordenar a elaboração do orçamento do órgão e promover o acompanhamento e controle de sua execução e reformulação. e) implantar o controle de execução dos planos. executar e controlar o diagnóstico organizacional. programas e projetos dos órgãos. formulários e lay-out. coordenar. b) promover.Executar as atividades de planejamento. compete: I . reformulação e atualização do planejamento global. com base nas diretrizes do Sistema Estadual de Planejamento. compete: planejar. procedimentos.

armazéns portuários. SEÇÃO IV DO DEPARTAMENTO ECONÔMICO FINANCEIRO Art. bem como o que concerne à concessão dos serviços públicos dos transportes terrestres. coordenar. coordenar. ferroviários e metroviários. controlar e avaliar as ações relativas à administração de campos de pouso e aeroportos. SEÇÃO V DO DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO . SEÇÃO II DO DEPARTAMENTO DE TRANSPORTE TERRESTRE Art. melhoramento e conservação dos sub-modais rodoviários. bem como tornar navegável vias fluviais e lacustres. terminais hidroviários. nos aspectos de construção. coordenar. compete planejar. executar.Proceder medidas necessárias à prestação de contas da Secretaria em articulação com a Secretaria de Estado da Fazenda e. controlar e avaliar a Política de Transportes Hidroviários do Estado. a projeção e fiscalização dos portos.Ao Departamento de Transporte Aeroviário.Ao Departamento de Transporte Hidroviário. rampas e embarcações em geral. diretamente subordinado ao Diretor Geral compete planejar. trapiches. diretamente subordinado ao Diretor Geral.Ao Departamento Econômico Financeiro. controle e avaliação orçamentária e financeira da aplicação dos recursos da Secretaria. cais de arrimo. diretamente subordinado ao Diretor Geral. compete planejar. com outros Órgãos.Art. quando necessário. controlar e avaliar a Política de Transportes Terrestres do Estado. 14 .Executar a programação. restauração. o balizamento e a sinalização de trechos navegáveis. compete: I . II . executar. objetivando viabilizar o deslocamento de pessoas e cargas. 17 . SEÇÃO III DO DEPARTAMENTO DE TRANSPORTE AEROVIÁRIO Art. executar.Ao Departamento de Transporte Terrestre. diretamente subordinado ao Diretor Geral. 16 . 15 .

estabelecer convênios. II .formular e assegurar o cumprimento da Política de Transporte do Estado.Ao Departamento Administrativo. III . materiais. diretamente subordinado ao Diretor Geral. com outros órgãos. quando necessário. além do estabelecido na Constituição Estadual e no artigo 24. executar. coordenar. controlar e avaliar as atividades relativas a recursos humanos. . da Lei n° 4.Art. de 19 de junho de 1978: I . executar.executar as atividades político-institucionais da Secretaria.São atribuições do Secretário de Estado de Transportes. em sua área de atuação. patrimônio. de acordo com as normas do Órgão Central de Transportes. CAPÍTULO V DO NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL DA SEÇÃO ÚNICA DAS DIVISÕES REGIONAIS Art. compete: I . IV . serviços gerais.Planejar. 20 .Articular-se com a Secretaria de Administração nas atividades correlatas e. contratos ou ajustes que visem a ação conjunta. diretamente subordinadas ao Diretor Geral.Às Divisões Regionais. TÍTULO IV DAS RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES FUNDAMENTAIS DOS DIRIGENTES CAPÍTULO I DO NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR SEÇÃO ÚNICA DO SECRETÁRIO DE ESTADO DE TRANSPORTES Art. compete programar. transportes. 19 . controlar e avaliar as atividades relativas à Política Estadual de Transportes. complementar ou suplementar. 18 .aprovar o Orçamento-Programa e o Plano Anual de Trabalho da Secretaria.780. comunicação e administração de imóveis no âmbito da Secretaria. coordenar. II . no desenvolvimento da Política Estadual de Transportes.

atribui-se: I .assessorar o Secretário de Estado. supervisionar. de 21 de maio de 1982.substituir o Secretário nas suas ausências e impedimentos. 22 . observados os artigos 15 e 18 do Decreto n° 2. IV .designar representantes para solenidades. e outras a serem definidas no Regimento Interno da Secretaria.promover a administração geral da Secretaria em estreita observância às disposições legais. III . bem como aos Secretários de Estado em assuntos pertinentes à Pasta. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. projetos e atividades da Secretaria. de 12 de maio de 1982. V . 19 do Decreto n° 2.O processo de regionalização e interiorização das ações da Secretaria será efetivado através de implantação de Divisões Regionais em diferentes regiões do Estado. CAPÍTULO III DOS DEMAIS OCUPANTES DE CARGOS DE CHEFIA Art. subordinado diretamente ao Secretário de Estado. de 12 de maio de 1982.Ao Diretor Geral.231.adotar medidas que visem assegurar o funcionamento sistêmico da Secretaria.assessorar ao Governador do Estado. II .Aos demais ocupantes de cargos de chefia atribui-se as responsabilidades fundamentais contidas no artigo 19 do Decreto n° 2. 21 . 23 . VII .231. definidas por estudos especializados.coordenar. por ato da . VI .231. além do estabelecido no art. programas. controlar e avaliar os planos. concernentes à Pasta e os de caráter geral.referendar os atos do Poder Executivo. CAPÍTULO II DO NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR SEÇÃO ÚNICA DO DIRETOR GERAL Art.V .

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. constitui a base estrutural para as principais áreas de atuação da Secretaria podendo dela resultar. Aprova o Quadro de detalhamento de Quotas Trimestrais – QDQT de Despesas das Unidades Orçamentárias. Art. 29 .480. 25 . em articulação com o Secretário de Estado de Administração. unidades administrativas de porte menor. 28 . 26 . de caráter transitório ou permanente. no uso de suas atribuições legais. projetos e atividades a serem cumpridas pelo órgão.O Núcleo de Desenvolvimento Organizacional. referente ao ítem V do artigo 3° desse Regulamento. será objeto de ato do titular da Secretaria. Art. é tecnicamente vinculado à Diretoria de Desenvolvimento Organizacional da Secretaria de Estado de Administração. revogadas as disposições em contrário.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. Art. Art. . Art. Art. de 12 de maio de 1982. em conseqüência dos programas.065 DE 09 DE MAIO DE 1989.231.O Núcleo Setorial de Planejamento integrante da estrutura da Secretaria é tecnicamente vinculado à Coordenadoria de Programação e Orçamento da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. 24 . que para tal fim baixarão os atos administrativos necessários. referentes ao Segundo Trimestre de exercício financeiro de 1989 e dá outras providências. 27 .Os casos omissos.Este Regulamento entrará em vigor na data de sua publicação.O Nível de Atuação Programática. de 24 de outubro de 1984. integrante da estrutura da Secretaria. observando o disposto no artigo 27 do Decreto n° 2. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .A aprovação da estrutura organizacional a Nível Operacional.231.Secretaria de Estado de Administração conforme Decreto n° 3. estruturadas de acordo com o artigo 28 do Decreto n° 2. OBS: Este Decreto possui organograma que não foi digitado. serão dirimidos pelo Secretário de Estado dos Transportes. bem como as dúvidas suscitadas na execução deste Regulamento. de 12 de maio de 1982.

em conformidade com a Lei nº 5. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação Geral FREDERICO ANIBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE N° 26.000. Art. usando das atribuições que lhe confere o item IV. revogadas as disposições em contrário.066. e artigo 47 da Lei Federal nº 4. Palácio do Governo do Estado do Pará. de 06 de dezembro de 1988. 09 de maio de 1989. para reforço de dotação consignada no orçamento vigente. DE 09 DE MAIO DE 1989.Os efeitos deste Decreto retroagirão a 03 de abril de 1989. 2º .DECRETA: Art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.496. DECRETA: .00.Fica aprovado o anexo Quadro de detalhamento de Quotas Trimestrais – QDQT de Despesas das Unidades Orçamentárias.468. de 06 de dezembro de 1988.496. 1º .320. referentes ao Segundo Trimestre de exercício financeiro de 1989. de 10/05/1989 OBS: Os anexos constantes deste Decreto não foram transcritos para este programa. de 17 de março de 1964. do artigo 91 da Constituição Política do Estado e com fundamento no artigo 7º da Lei nº 5. o Crédito Suplementar no valor de NCZ$ 3. Abre à Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral – Entidades Supervisionadas.

correrão à conta do Excesso de Arrecadação estabelecido no item II. de 17 de março de 1964.00 Art.: Entidades Supervisionadas Função: Administração e Planejamento Programa: Planejamento Governamental Subprograma: Administração Geral Atividade: Atividades e Cargo do Instituto do Desenvolvimento Econômico-Social do Pará 3211. 2º. destinado a reforço da dotação orçamentária.468. revogadas as disposições em contrário. DE 09 DE MAIO DE 1989. 3º.810 NCZ$ 3. – Os recursos necessários à execução do presente Decreto. da Lei Federal nº 4. – Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 09 de maio de 1989.000. terá a seguinte classificação orçamentária: Órgão: Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral Unid. Palácio do Governo do Estado do Pará. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6. – Fica aberto em favor da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral – Entidades Supervisionadas. . de 10/04/1989. o Crédito Suplementar no valor de NCZ$ 3. Parágrafo Único – O Crédito Suplementar de que trata o “Caput” deste artigo. 1º. Orç.000.00 (Três mil cruzados novos).067. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSU Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação geral FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº 26.02 – Outras Despesas Correntes 19000 19200 03 09 021 2.Art.320. Art. do § 1º do artigo 43.

00 NCZ$ 1. para reforço de dotação consignada no orçamento vigente.320. correrão à conta do Excesso de Arrecadação estabelecida no item II. 3º. Parágrafo Único – O Crédito Suplementar de que trata o “caput” deste artigo.Abre a Procuradoria Geral do Estado.880.460. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. da Lei Federal nº 4. – Os efeitos deste Decreto retroagirão a 03 de abril de 1989. do artigo 91 da Constituição Política do Estado e com fundamento no artigo 7º da Lei nº 5. destinado a reforço da dotação orçamentária. quatrocentos e sessenta cruzados novos e setenta e seis centavos).76.152 NCZ$ 20. – Os recursos necessários à execução do presente Decreto. Orç.496. reogadas as disposições em contrário.513.00 Art. usando das atribuições que lhe confere o item IV. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração AMILCAR ALVES TUPIASSU . Art. de 06 de dezembro de 1988.02 – Despesas variáveis 3192. de 17 de março de 1964.76 (Vinte e dois mil.00 – Salário Família 25000 25101 02 04 014 2.460.00 – Despesas de exercícios Anteriores 3253. 2º.76 NCZ$ 67. 1º – Fica aberto em favor da Procuradoria Geral do Estado.: Procuradoria Geral do Estado Função: Judiciária Programa: Processo Judiciário Subprograma: Defesa do Interesse Público no Processo Judiciário Atividade: Funcionamento da Procuradoria Geral do Estado 3111. 09 de maio de 1989. Palácio do Governo do Estado do Pará. do § 1º do artigo 43. DECRETA: Art. o Crédito Suplementar no valor de NCZ$ 22. o Crédito Suplementar no valor de 22. terá a seguinte classificação orçamentária: Órgão: Procuradoria Geral do Estado Unid.

revogadas as disposições em contrário. D E C R E T A: Art. 3° .468. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração . Símbolo FG-3 para 01 (UMA) Função de Secretário de Coordenadoria. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto.Secretário de Estado de Planejamento e Coordenação geral FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº 26. em 09 de maio de 1989. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 91.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. ítem IV da Constituição do Estado. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado. e o mem° n° 056/89-CCRC/SEAD. de 10/04/1989.068 DE 09 DE MAIO DE 1989 DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE FUNÇÃO GRATIFICADA NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO. de 18 de maio de 1976. 1° .Fica transformada no Quadro de Função Gratificada da Secretaria de Estado da Administração.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 2° . Considerando as disposições contidas na Lei n° 4. Art. Símbolo FG-4. de 13 de abril de 1989. 01 (UMA) Função de Secretário de Coordenadoria.621.

468. revogadas as disposições em contrário. na forma do anexo a este Decreto. 1° .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.SEDUC O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração THEREZINHA MORAES GUEIROS Secretária de Estado de Educação DOE N° 26. de 10/05/1989 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .Fica alterada a Estrutura Organizacional da Secretaria de Estado de Educação.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. usando das atribuições que lhe são conferidas por lei. de 10/05/1989 ANEXO I REGULAMENTO DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL BÁSICA DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO . 09 de maio de 1989. 2° . aprovada pelo Decreto n° 4.DOE N° 26.468.069 DE 09 DE MAIO DE 1989 ALTERA A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL BÁSICA DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO . Art.373. de 23 de junho de 1986.SEDUC TÍTULO I DA FINALIDADE E FUNÇÕES BÁSICAS . D E C R E T A: Art.

Compatibilizar ações educacionais na zona rural de modo a implantar progressivamente a infra-estrutura para municipalização do ensino.A Estrutura Organizacional Básica da Secretaria de Estado de Educação é constituída pelos seguintes órgãos e Unidades Administrativas: I . III . zelando pelo cumprimento das decisões dos Conselhos Federal e Estadual de Educação e Conselho Regional de Desportos. 3° . IV . TÍTULO II DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL BÁSICA Art. Estaduais e/ou Municipais e outras entidades educacionais de caráter público e/ou privado.A Secretaria de Estado de Educação. tem por finalidade o estudo. 1° . de 30 de agosto de 1951.Exercer o controle e a fiscalização do funcionamento de estabelecimentos públicos e privados de diferentes graus de ensino. assegurando que a população escolarizável tenha acesso aos mesmos. criada através da Lei n° 400. a execução.CAPÍTULO I FINALIDADE Art.São funções básicas da Secretaria de Estado de Educação: I . o controle e avaliação dos assuntos relativos à Política Educacional do Estado. o planejamento.Promover a integração intersistêmica na execução da Política Educacional do Estado.Promover a efetivação dos diferentes graus de ensino.Propor e executar a Política Educacional do Estado: II . CAPÍTULO II FUNÇÕES BÁSICAS Art. atendendo as necessidades sócio-econômicas regionais.À NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA: Conselho Estadual de Educação . V . 2° .Manter permanente intercâmbio com organismos Federais. e VI .

Conselho Regional de Desporto Secretário de Estado de Educação Subsecretário de Estado de Educação II .À NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA Núcleo de Contratos e Convênios Departamento de Administração Patrimonial Departamento de Administração de Material Departamento de Apoio Operacional Departamento de Execução Orçamentária e Financeira Departamento de Administração de Pessoal Departamento de Suprimento de Pessoal Centro de Treinamento de Recursos Humanos Departamento de Educação e Assistência ao Estudante Departamento de Aquisição e Distribuição l) Departamento de Ensino de Primeiro Grau Departamento de Ensino de Segundo Grau Departamento de Inspeção e Documentação Escolar Departamento de Ensino Supletivo Departamento Educacional de Atividades Físicas .À NÍVEL DE ATUAÇÃO VINCULADA Fundação Educacional do Estado do Pará Fundação Carlos Gomes Fundação Desportiva Paraense III .À NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR Gabinete do Secretário Assessoria de Planejamento Assessoria de Rêde Física IV .À NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR Diretoria de Suporte Administrativo Diretoria de Recursos Humanos Diretoria de Assistência ao Educando Diretoria de Ensino V .

199/41 e Legislação subsequente. de 18 de junho de 1963.231.Ao Secretário de Estado de Educação. 19 do Decreto n° 2. de 19 de julho de 1978. 5° . e outras estabelecidas em Legislação própria. DO CONSELHO REGIONAL DE DESPORTO Art. em consonância com a Constituição Estadual.Ao Conselho Estadual de Educação. compete o disposto na legislação que rege o Sistema Educacional do Estado. 7° . e Artigo 24.Departamento de Educação Especial VI .À NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL Unidades Regionais de Educação TÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS ORGÂNICAS CAPÍTULO I À NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA SEÇÃO I DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Art. 6° . compete as responsabilidades fundamentais nos termos do Art.231. SEÇÃO III DO SUBSECRETÁRIO DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Art. 4° . da Lei n° 4.Ao Subsecretário diretamente subordinado ao Secretário de Estado de Educação. CAPÍTULO II A NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR . zelar pelo cumprimento das decisões dos Conselhos Federal e Estadual de Educação. criado pela Lei n° 2.780. compete a coordenação da Política Educacional do Estado. SEÇÃO II DO SECRETÁRIO DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Art.Ao Conselho Regional de Desportos compete o disposto no Decreto-Lei Federal n° 3. de 12 de maio de 1982 e zelar pelo cumprimento das normas vigentes na Secretaria de Estado de Educação.

À Assessoria de Rede Física. programação. estatística. bem como apoiar no desempenho de compromissos oficiais. reforma e conservação dos estabelecimentos de ensino. particulares e de ação comunitária. SEÇÃO II DA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO Art. 8° . bem como as atividades de manutenção de prédios. e/ou ampliação. de bens patrimoniais e de execução orçamentária e financeira. coordenar e controlar a administração de material. em articulação com a Secretaria de Viação e Obras Públicas. DA ASSESSORIA DE REDE FÍSICA Art.SEÇÃO I DO GABINETE DO SECRETÁRIO Art.Ao Gabinete do Secretário. em articulação com as Secretarias de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. administrativo.À Diretoria de Suporte Administrativo. orçamentação. CAPÍTULO III A NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR SEÇÃO I DA DIRETORIA DE SUPORTE ADMINISTRATIVO Art. compete assessorar o Secretário de Estado no desenvolvimento e coordenação dos programas de construção. 10 . em articulação com as Secretarias de Administração e da Fazenda. compete prestar assessoramento técnico. diretamente subordinada ao Secretário de Estado de Educação. compete assessorar o Secretário de Estado no desenvolvimento e coordenação das atividades de planejamento. organização. de Administração e a Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará. jurídico. compete planejar. 9° . SEÇÃO II . serviços gerais e elaboração de contratos e convênios.À Assessoria de Planejamento. 11 . métodos e sistemas de âmbito de toda a Secretaria. de comunicação social e relações públicas. pesquisa. organizar.

DA DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS Art. organizar. bem como elaborar os instrumentos legais necessários a sua formalização. compete planejar. complementando o processo didático-pedagógico. diretamente subordinado à Diretoria de Suporte Administrativo. compete planejar. 14 . 12 . diretamente subordinada ao Secretário de Estado. coordenar e controlar as atividades de Educação a nível de pré-escolar. SEÇÃO III DA DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA AO ESTUDANTE Art.À Diretoria de Assistência ao Estudante.À Diretoria de Recursos Humanos. através da distribuição de material escolar e livro didático. SEÇÃO II . coordenar. compete planejar. aquisição de vagas e concessão de bolsas de estudo. controlar e avaliar os contratos. controlar e desenvolver os programas de Assistências ao Estudante. organizar. 13 . CAPÍTULO IV A NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA SEÇÃO I DO NÚCLEO DE CONTRATOS E CONVÊNIOS Art. convênios. 15 . bem como inspecionar estabelecimentos de ensino vinculados ao Sistema Estadual. SEÇÃO IV DA DIRETORIA DE ENSINO Art. em articulação com a Secretaria de Administração. primeiro e segundo grausregular e supletivo e especial. diretamente subordinada ao Secretário de Estado. diretamente subordinada ao Secretário de Estado.Ao Núcleo de Contratos e Convênios. alimentação. acordos e ajustes da Secretaria com terceiros. organizar. coordenar. compete coordenar.À Diretoria de Ensino. controlar e avaliar a administração e desenvolvimento de Recursos Humanos no âmbito de toda a Secretaria.

coordenar. coordenar. SEÇÃO IV DO DEPARTAMENTO DE APOIO OPERACIONAL Art. 19 . documentação. diretamente subordinado à Diretoria de Suporte Administrativo. coordenar.Ao Departamento de Execução Orçamentária e Financeira. SEÇÃO VI DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL Art. 17 .Ao Departamento de Apoio Operacional. executar e controlar as atividades referentes ao ingresso.DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIAL Art. coordenar. compete planejar. diretamente subordinado à Diretoria de Suporte Administrativo. . executar e controlar a aplicação dos recursos orçamentários e financeiros. cadastro. manutenção e transporte.Ao Departamento de Administração de Material. compete planejar. coordenar. diretamente subordinado à Diretoria de Recursos humanos. incentivos e benefícios do Servidor. serviços gerais. 16 . executar e controlar as atividades envolvendo os bens patrimoniais mobiliários e imobiliários.Ao Departamento de Administração de Pessoal.Ao Departamento de Administração Patrimonial. compete planejar. executar e controlar as atividades relativas à administração de material. 20 . diretamente subordinado à Diretoria de Suporte Administrativo. diretamente subordinado à Diretoria de Suporte Administrativo. SEÇÃO V DO DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Art. 18 . SEÇÃO III DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL Art. compete planejar. executar e controlar as atividades relativas a comunicação. compete planejar.

compete planejar.Ao Centro de Treinamento de Recursos Humanos. executar e controlar as atividades referentes à identificação de necessidades. compete planejar. diretamente subordinado à Diretoria de Assistência ao Estudante. SEÇÃO IX DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA AO ESTUDANTE Art.Ao Departamento de Educação e Assistência ao Estudante. executar e controlar a execução dos Programas Assistenciais. compete planejar. executar e controlar as atividades e projetos de treinamento. aperfeiçoamento e desenvolvimento de Recursos Humanos. material de cantina. 22 . compete planejar. 21 . diretamente subordinado à Diretoria de Recursos humanos. a nível estadual. compete planejar. 24 . possibilitando à população em idade pré-escolar e escolar um ensino qualitativo. coordenar. guarda e distribuição de gêneros alimentícios. módulo escolar e livro didático. diretamente subordinado à Diretoria de Ensino.SEÇÃO VII DO DEPARTAMENTO DE SUPRIMENTO DE PESSOAL Art. 25 . 23 . SEÇÃO X DO DEPARTAMENTO DE AQUISIÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Art. SEÇÃO XI DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DE 1° GRAU Art. coordenar.Ao Departamento de Aquisição e Distribuição. coordenar. executar e controlar a Educação Pré-Escolar e o Ensino de 1° Grau.Ao Departamento de Suprimento de Pessoal.Ao Departamento de Ensino de 1° Grau. diretamente subordinado à Diretoria de Recursos humanos. coordenar. diretamente subordinado à Diretoria de Assistência ao Estudante. movimentação e pagamento de pessoal. executar e controlar a aquisição. . SEÇÃO VIII DO CENTRO DE TREINAMENTO DE RECURSOS HUMANOS Art. alocação.

diretamente subordinado à Diretoria de Ensino.Ao Departamento de Ensino Supletivo. diretamente subordinado à Diretoria de Ensino. SEÇÃO XIII DO DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO E DOCUMENTAÇÃO ESCOLAR Art. coordenar. 28 . . SEÇÃO XVI DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Art. promover. objetivando o cumprimento dos dispositivos legais.Ao Departamento de Inspeção e Documentação Escolar. diretamente subordinado à Diretoria de Ensino. compete planejar. promover e controlar a oferta de programas e projetos que se adaptem às características e necessidades da clientela adolescente e adulta. controlar e oferecer Assistência Técnica às Unidades Escolares. avaliar.Ao Departamento de Educação Especial. oferecendo um ensino qualitativa a nível estadual. SEÇÃO XIV DO DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPLETIVO Art. 29 .Ao Departamento de Ensino de 2° Grau. diretamente subordinado à Diretoria de Ensino. compete planejar. 27 . diretamente subordinado à Diretoria de Ensino compete planejar. Desporto Escolar e Comunitário a nível estadual.Ao Departamento Educacional de Atividades Físicas.SEÇÃO XII DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DE 2° GRAU Art. SEÇÃO XV DO DEPARTAMENTO EDUCACIONAL DE ATIVIDADES FÍSICAS Art. autorizar docentes e pessoal técnico administrativo para o exercício de suas funções na rede oficial e particular de ensino. oferecendo um ensino qualitativo a nível estadual. promover. orientar e disciplinar as atividades de Educação Física. bem como efetuar registros de diploma. compete planejar. compete atender a população oriunda do ensino de 1° Grau. incentivar. 30 . 26 .

.As Unidades Regionais de Educação. diretamente subordinadas à Diretoria de Ensino.Formular e assegurar o cumprimento da Política Estadual de Educação. concernentes à Pasta e os de caráter geral. com os demais órgãos que compõem o Poder Executivo. 31 . III . VII . compete programar.Referenciar os atos do Poder Executivo.Estabelecer convênios. TÍTULO IV DAS COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS CAPÍTULO I A NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA SEÇÃO I DO SECRETÁRIO DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Art.Assessorar ao Governador do Estado. controlar e avaliar as atividades da Secretaria.Executar as atividades político-institucionais da Secretaria. suas áreas de circunscrição. bem como prepará-los para o ingresso no mercado de trabalho. VI . bem como aos Secretários de Estado em assuntos pertinentes à Pasta.Adotar medidas que visem assegurar o funcionamento sistêmico dos diferentes níveis da estrutura organizacional. da Secretaria. II .São atribuições do Secretário de Educação: I .aperfeiçoar e supervisionar o ensino oferecido ao infra e super-dotado. atribuições e delegações estabelecidas pelo órgão Central. orientar executar. garantindo-lhe condições de integração no Sistema Educacional. IV . de acordo com as normas. CAPÍTULO V A NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL SEÇÃO I DAS UNIDADES REGIONAIS DE EDUCAÇÃO Art.Aprovar o Orçamento Programa e o Plano Anual de Trabalho. coordenar. V . contratos ou ajustes que visem a ação conjunta. 32 . complementar ou suplementar no desenvolvimento do Sistema.

VIII - Designar entre assessores e dirigentes de Unidades da Secretaria, representantes para solenidades e outros eventos; IX - Transmitir ao Governador do Estado, indicações ou designações de pessoas para posições de direção, no âmbito das entidades vinculadas à Secretaria de Estado de Educação; X - Baixar Portarias no âmbito da Secretaria de Estado de Educação; XI - Delegar competência e atribuições ao Diretor Geral e/ou outros Diretores da área; XII - Ordenar despesas e assinar documentos financeiros, em conjunto com a área de execução orçamentária e financeira da Diretoria de Suporte Administrativo. SEÇÃO II DO SUBSECRETÁRIO DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Art. 33 - São atribuições do Subsecretário de Educação: I - Substituir o Secretário de Estado nas suas ausências e impedimentos legais; II - Coordenar a execução dos Projetos Especiais a serem desenvolvidos no âmbito da Secretaria; III - Manter informado o Secretário sobre o desenvolvimento dos Projetos Especiais em execução; IV - Submeter à consideração do titular da Secretaria os assuntos que excedam a sua competência, e V - Desenvolver outras atividades que lhe sejam atribuídas. CAPÍTULO II A NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR SEÇÃO I DOS DIRETORES DA ÁREA Art. 34 - Aos Diretores da Área, diretamente subordinados ao Secretário, compete: I - Programar, organizar, dirigir e controlar as atividades desenvolvidas em sua área de jurisdição; II - Promover reuniões com os responsáveis pelas unidades à Nível de Atuação Programática, sob sua jurisdição, para coordenação das atividades operacionais;

III - Substituir o Secretário ou Subsecretário nas suas ausências e impedimentos, quando designado; IV - Submeter a consideração do Secretário os assuntos que excedam a sua competência; V - Delegar competência específica do seu cargo, com o conhecimento prévio do Secretário; VI - Propor ao Secretário a criação, fusão e extinção de Unidades administrativas a nível de atuação operacional da Secretaria; VII - Desempenhar outras atividades compatíveis com a posição e as determinadas pelo titular da Secretaria. CAPÍTULO III A NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA SEÇÃO I DOS DIRETORES DE DEPARTAMENTO Art. 35 - Aos Diretores de Departamento, diretamente subordinados ao Diretor da área respectiva, compete: I - Promover reuniões com os responsáveis pelas Unidades a Nível de Atuação Operacional, sob sua jurisdição; II - Manter informado o Diretor da área sobre o desenvolvimento dos programas, projetos e atividades executadas em sua área de competência; III - Substituir o Diretor de área nas suas ausências e impedimentos, quando designado; IV - Submeter à consideração do Diretor de área os assuntos que excedam a sua competência; V - Delegar competência específica de seu cargo; VI - Identificar as necessidades de criação, transformação, fusão e extinção de unidades administrativas à Nível de Atuação Operacional em sua área de competência. CAPÍTULO IV DOS DEMAIS OCUPANTES DE CHEFIA Art. 36 - Aos demais ocupantes de chefias compete as responsabilidades fundamentais contidas no Artigo 19, do Decreto n° 2.231, de 12 de maio de 1983 e outras a serem definidas no Regimento Interno do órgão.

TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 37 - O processo de regionalização e interiorização das ações educacionais será efetivado através da implantação de Unidades Regionais de Educação, nas diferentes regiões do Estado, definidas por estudos especializados, observados os artigos 15 a 18 do Decreto n° 2.231, de 12 de maio de 1982. Art. 38 - As Unidades Regionais de Educação, terão suas Estruturas Organizacionais baixadas e regulamentadas por atos oficiais e específicos. Parágrafo Único - A Unidade Regional de Treinamento de Recursos Humanos - URTRH ficará técnica, pedagógica e administrativamente subordinada à Unidade Regional de Educação de Santarém. Art. 39 - A aprovação da estrutura organizacional a Nível de Atuação Operacional, será objeto de ato do titular da Secretaria de Estado de Educação, observado o disposto no artigo 27, do Decreto n° 2.231, de 12 de maio de 1982. Art. 40 - Os casos omissos, bem como as dúvidas suscitadas na execução deste Regulamento, serão dirimidos pelo Secretário de Estado de Educação, em articulação com o Secretário de Administração que, para tal fim, baixarão os atos administrativos necessários. Art. 41 - Revogando as disposições em contrário, este Regulamento entra em vigor na data de sua publicação. OBSERVAÇÃO: * FALTA LOCALIZAR O DECRETO PARA DIGITAÇÃO DO CORPO DESTE. ANEXO DO DECRETO Nº 6.070, DE 09 DE MAIO DE 1989. SITUAÇÃO ATUAL QUANT. DENOMINAÇÃO 01 Diretor Geral 01 Chefe de Gabinete 01 Coord. do Núcleo Set. de Adm. 01 Coord. do Núcleo de Asses. Tec.

SÍMBOLO GEP-DAS-011.6 GEP-DAS-011.2 GEP-DAS-011.4 GEP-DAS-011.4

4 GEP-DAS-012. de Bragança GEP-DAS-012. de Anajás Sec. de Pesq. de Unidade Escolar de Belém Sec. Esc.4 FG-4 GEP-DAS-011. de Unid.4 FG-4 FG-3 GEP-DAS-011. de Vizeu Diretor do Depto de Rede Física Sec. de Ananindeua Sec. de Contr. Esc. de Ananindeua Sec. de Unid. de Orçamento Chefe de Unid.4 FG-4 GEP-DAS-011. de Unidade Escolar de Belém Sec. de Benevides Chefe da Assessoria Jurídica Sec. Esc. do Grupo de Cadastro Chefe da Unid. de Planejamento Sec. de Unidade Escolar de Belém Sec. Escolar de Belém Diretor do Dep. E Progr.de Aval. do Desp. de Orçamentação Diretor do Depto.4 FG-2 FG-4 FG-3 GEP-DAS-011.4 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011.4 FG-3 GEP-DAS-011. Chefe da Unidade de Estatística Chefe do Setor de Atendimento Sec. de Unid.4 FG-4 FG-3 FG-4 FG-3 GEP-DAS-011. de Unidade Esc. de Unidade Esc. Escolar de Belém Diretor de Planej. de Unid. de Unidade Esc. de Unid. de Unid.4 GEP-DAS-012. Chefe de Unid. e Contr.5 FG-3 FG-3 FG-3 FG-3 FG-4 FG-3 FG-3 FG-3 . de Unidade Esc. Escolar Sec. Especial Chefe da Asses. de Unid. de Unid. Escolar de Belém Diretor do Dep. Social Sec. de Comunic. de Vizeu Dir. de Ananindeua Diretor de Divisão Patrimonial Sec. de Unidade Escolar de Belém Diretor de Suporte Administrativo Sec. de Unidade Escolar de Belém Sec. de Unid. de Vizeu Sec. de Vizeu Sec. do Centro de Educ. de Unidade Esc. e Coordenação Sec. Esc. e Avaliação Sec. do Centro de Educ.01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Assessor Assessor Assessor Coord. Especial Sec. Esc. de Abaetetuba Sec.5 FG-3 GEP-DAS-011. do Depto.4 FG-3 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011. Esc.

de Unidade Esc. de Pessoal Chefe do Setor de Despesa Dir. de Unid. de Unid. do Centro de Trein. de Unidade Esc. do Depto. Timboteua Sec. Esc. Sec. Esc.5 FG-3 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011. De Serv. ao Educ. de Educ. de S. de Unidade Esc.4 FG-4 FG-3 GEP-DAS-011.R.4 FG-4 FG-3 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011.4 FG-3 FG-4 FG-3 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011. de Marabá Sec.4 FG-3 FG-4 FG-4 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011. de R. de Unidade Esc. de Assist.H. de Unidade Esc. de Chaves Sec. de Unidade Esc. Material Coord.01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Diretor do Depto de Adm. de Desenv. de Redenção Sec. Esc. Gerais Sec. Esc. de Apoio Sec. de Marabá Diretor da Div. do Depto.M. Secretário de Departamento Chefe do Setor Orçamentário Chefe do Setor Financeiro Chefe do Setor de Coordenação Diretor de Recursos Humanos Sec. Alimentar Sec. de N. E Fin. da Div. do Depto.4 FG-2 FG-4 FG-4 GEP-DAS-011. de Unidade Esc.4 FG-3 FG-4 FG-3 GEP-DAS-011. de Unidade Esc.D. de Marabá Diretor do Depto de Pessoal Sec. Hum. de Pessoal Chefe do Setor de Aut. de Bragança Diretor da Div. Sec. de S. de Unid. de Rio Maria Diretor do Depto. Esc. do C. Esc. de Unid. de Unid. do Grupo de Cadastro Diretor da Divisão de Material Sec. de Unid. de Unidade Esc.T. de Adm. Sec. do Depto de Rec. de Paragominas Sec. de Faro Sec. De Processos Chefe do Setor de Beneficíos Coord.4 FG-3 FG-4 FG-3 . de Óbidos Diretor de Alimentação escolar Sec. Orç. de Benevides Sec. do Pará Sec. do Núcleo de Informática Sec. do Capim GEP-DAS-011.5 FG-3 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011. Materiais Diretor do Depto de Adm. de Pessoal Dir. de Benevides Dir do Depto de Exec.

Dir.4 FG-3 FG-3 FG-3 GEP-DAS-011. Sec. de Orient. de Pes. de Unidade Esc. do Depto. do Nuc. Escolar GEP-DAS-011. do Depto.6 GEP-DAS-011.2 . de Apoio ao Ensino Sec.de Salvaterra Coordenador do Grupo de Cadastro Coordenador do Grupo de Cadastro Coord. Sec. Dir. de Ens. de Unid. de Vizeu Sec.4 GEP-DAS-012. Esc. e Adm.4 FG-3 FG-4 FG-4 GEP-DAS-011.4 GEP-DAS-011. Ed. do Depto. E Contr. do Nuc.01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Diretor do Depto.4 FG-3 FG-4 GEP-DAS-011. do Núcleo de Supervisão Coord. de Educ. de Unid.4 GEP-DAS-012. de 2º Grau Sec. de Ens. de 1º Grau Coord. Esc. Supletiva Sec. Esc.4 SITUAÇÃO NOVA QUANT. Esc. de Educ. do Núcleo de Currículo Coord. de Unid. E Desp. do Pará Sec. do Depto. de Santarém Sec. de Dist.4 GEP-DAS-012. de Unid.I.4 FG-3 FG-2 FG-2 FG-4 FG-4 GEP-DAS-011. do Depto. de Ens. de 1º Grau Dir. de Unid. Doc.4 FG-4 FG-3 FG-4 FG-4 FG-4 GEP-DAS-011. Cult. do Depto. Escolar de Vizeu Coord. de A. de S. de Unid.4 FG-4 FG-4 FG-4 GEP-DAS-011. de Santarém Diretor de Ensino Sec. Educac. Esc. do Núcleo de Inspeção Diretor da Divisão Cartorial Dir. Estadual do Livro Didático Sec.4 GEP-DAS-012. de Desp. da Div. do Educ. Pré-Esc. DENOMINAÇÃO 01 Subsecretário de Est.4 GEP-DAS-012. De Educação 01 Chefe de Gabinete 01 Assessor de Gabinete 01 Assessor de Gabinete 01 Assessor de Gabinete 01 Assessor de Gabinete 01 Assessor de Gabinete 01 Assessor de Gabinete 01 Secretária de Gabinete SÍMBOLO GEP-DAS-011. Supletiva Dir. Tec. do Depto.4 GEP-DAS-012.de Salinópolis Coord. do Depto. do Ens do 2º Grau Dir. Sec. do Depto.

Permanente de Licitação Assessor Jurídico Secretaria da Assessoria Jurídica Assessor de Comunicação Social Sec. do Grupo de Progr. do Grupo de Est.4 GEP-DAS-012. de Patrim. Educacionais Assessor de Rede Física Sec. de Patrim. Asses. e Orçamento Assessor de Progr. Administ. de Educação Especial Assessor do Depto.3 GEP-DAS-011. Material Assessor de Depto. de Contr. do Grupo de Orçamento Coord. do Depto.3 GEP-DAS-012. especial Chefe da Divisão de Diagnóstico Chefe da Div.3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011. Fís. Asses.3 GEP-DAS-011. de Apoio Operaciona Asses. Tecnica Pedagógica Chefe da Div.3 GEP-DAS-012. do Sub-Grupo de Estatística Coord.01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Pres.5 GEP-DAS-011. de Educ. Chefe da Div. do Nucl. do Grupo de Fiscalização Diretor de Suporte Administrativo Sec.1 GEP-DAS-011.2 GEP-DAS-011. e Orçamento Coord.4 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011.2 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-012. de Adm.1 GEP-DAS-011.2 GEP-DAS-011. de Depto. de Apoio Operacional GEP-DAS-011.1 GEP-DAS-012. de Progr.2 .5 GEP-DAS-011. da Diretoria de Sup. da Asses de Comunic Social Assessor de Planejamento Secretaria da Asses de Planejamento Coord. de Adm.3 GEP-DAS-011. Patrimonial Chefe da Div.2 GEP-DAS-011. De Contr.3 GEP-DAS-011. e Sistemas Asses.3 GEP-DAS-012. Tecnico Desportiva Dir.3 GEP-DAS-011. e Especif. Administ. de Ativ. Coord. e Sistemas Assessor de Depto.4 GEP-DAS-012.4 GEP-DAS-012. do Grupo de O e M. e Estoque Diretor do Depto. de Depto.3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011. do Grupo de Proj. Material Chefe da Divisão de Compras Chefe da Div. da Diretoria de Sup.3 GEP-DAS-011.4 GEP-DAS-012. de Adm.3 GEP-DAS-012. Administ.3 GEP-DAS-011.4 GEP-DAS-012. Imobiliário Diretor do Depto. Coord.1 GEP-DAS-012. Mobiliário Chefe da Div.4 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011. E Convênios Asses.4 GEP-DAS-012. de O e M.4 GEP-DAS-011. Educ.1 GEP-DAS-012. Da Com. e Avaliação Assessor de Estudos e Avaliação Coord. da Diretoria de Sup. da Assessoria de Rede Física Coord.

3 GEP-DAS-011. Assist. de Prog.3 GEP-DAS-011. e Distrib. Chefe da Div. Chefe da Div.2 GEP-DAS-011. e Fin. do Depto. de Inf. do Depto.5 GEP-DAS-011. de Aquis.4 GEP-DAS-012. Humanos Asses.3 GEP-DAS-011.5 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011. ao Estud. de Trein. do Depto.l Chefe da Div. Chefe da Divisão de Orçamento Chefe da Divisão de Finanças Chefe da Div.3 GEP-DAS-011.2 GEP-DAS-011. Chefe da Div.2 GEP-DAS-011. Asses.3 GEP-DAS-011. Orç. E Enquadram.01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 Chefe da Div. de Pessoal Chefe da Div. ao Estud. da Diretoria de Rec. de Pessoal Asses. Humanos Diretor do Depto. Chefe da Div. de Sup. de Adm. da Diretoria de Rec.4 GEP-DAS-012. de Depto.3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-012. de Assist. e Avaliação Chefe da Divisão de administração Diretor de Assist. de Armazenagem Diretor de Ensino Sec. ao Servidor Diretor do Depto. Humanos Chefe da Div. ao Estudante Asses.5 GEP-DAS-011. E Documentação Chefe da Divisão de Transporte Chefe da Divisão de Manutenção Dir.4 GEP-DAS-012.4 GEP-DAS-011. ao Estudante Sec.3 GEP-DAS-011. de Ed. de Serviços Gerais Chefe da Div. de Assist.3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011. da Diretoria de Ensino GEP-DAS-011. e Distrib. do Depto. e Fin.3 GEP-DAS-011. de Aquis.4 GEP-DAS-011. dos Prog. de R. de Exerc. de Pessoal Chefe da Divisão de Cadastro Chefe da Div. de Rec.1 GEP-DAS-012. de Nutrição Escolar Diretor do Depto. de Legis. da Dir. de Reg. de Assist. de Assist.3 GEP-DAS-011.1 GEP-DAS-012. de Assist. de Sup. de Exec. de Pessoal Chefe da Divisão de Lotação Chefe da Divisão de Pagamento Dir.4 GEP-DAS-012. ao Est. da Dir.3 GEP-DAS-011. de Din. de Prestação de Contas Diretor de Recursos Humanos Sec.4 GEP-DAS-012. da Diretoria de Rec. Asses.3 GEP-DAS-011. Orç. ao Estudante Dir. do Depto.3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011. da Dir. do Depto. ao Estudante Asses.2 .3 GEP-DAS-011. e Atend. Asses. Mov.3 GEP-DAS-012. Humanos Asses.2 GEP-DAS-011.1 .3 GEP-DAS-011.3 GEP-DAS-011. de Pessoal Asses. de Adm. Assist. do Centro de Trein.GEP-DAS-011.

01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01

Assessor. da Diretoria de Ensino GEP-DAS-012.3 Assessor. da Diretoria de Ensino GEP-DAS-012.3 Dir. do Depto. de Ens. de 1º Grau GEP-DAS-011.4 Asses. do Depto. de Ens. de 1º Grau GEP-DAS-012.2 Coordenador do Pré-escolar GEP-ADS-012.2 Chefe da Divisão de Apoio GEP-DAS-011.3 Chefe da Divisão de Currículo GEP-DAS-011.3 Chefe da Divisão de Avaliação GEP-DAS-011.3 Dir. do Depto. de Ens. de 2º Grau GEP-DAS-011.4 Assessor do Depto. de Ens. de 2º Grau GEP-DAS-012.2 Coordenador do Sist. de Org. Modular de Ens.GEP-ADS-011.2 Chefe da Divisão de Apoio GEP-DAS-011.3 Chefe da Divisão de Currículo GEP-DAS-011.3 Chefe da Divisão de Avaliação GEP-DAS-011.3 Dir. do Depto. de Insp. e Doc. Escolar GEP-DAS-011.4 Assessor do Depto. de Insp. e Doc. Escolar GEP-DAS-012.2 Chefe da Divisão de Inspeção GEP-DAS-011.3 Chefe da Divisão de Documentação GEP-DAS-011.3 Dir. do Depto. de Ens. Supletivo GEP-DAS-011.4 Assessor do Depto. de Ens. Supletivo GEP-DAS-012.2 Chefe da Divisão de Cursos GEP-DAS-011.3 Chefe da Divisão de Exames GEP-DAS-011.3 Dir. do Depto. de Educ. de Ativ. Físicas GEP-DAS-011.4

_______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.071 DE 09 DE MAIO DE 1989 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo art. 91, ítem IV da Constituição do Estado, Considerando o art. 9° da Lei n° 4.639, de 24 de junho de 1976. D E C R E T A:

Art. 1° - Ficam criados no Quadro de Funções Gratificadas da Secretaria de Estado de Educação, as Funções Gratificadas, constantes no anexo deste Decreto. Art. 2° - As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado. Art. 3° - Este Decreto entra em vigor na data de sua aplicação, revogadas as disposições em contrário. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ, 09 DE MAIO DE 1989. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração THEREZINHA MORAES GUEIROS Secretária de Estado de Educação OBS: Este Decreto possui Anexo, publicado no Diário Oficial do Estado do Pará, n° 26.468, de 10 de maio de 1989. DOE N° 26.468, de 10/05/1989. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6.080, DE 17 DE MAIO DE 1989. Acrescenta Parágrafo Único ao Artigo 2º do Decreto nº 5969, de 02 de março de 1989. O Governador do Estado do Pará, no uso da competência que lhe é conferida pelo art. 91, item IV, da Constituição Estadual, DECRETA: Art. 1º - Fica acrescentado Parágrafo Único ao artigo 2º do Decreto nº 5969, de 02 de março de 1989, com a seguinte redação: “Art. 2º - .......................................................................................... Parágrafo Único – Não havendo preço fixado, a base de cálculo será obtida adicionando-se ao preço de venda praticado pelo distribuidor, o frete, o IPI, se for o caso, e sobre o valor obtido, o percentual de 30% (trinta por cento)”.

Art. 2º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do estado. Palácio do governo do Estado do Pará, 17 de maio de 1989. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretaria de Estado de Administração FREDERICO DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretário de Estado da Fazenda DOE Nº ______ DE 18 DE MAIO DE 1989. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 6.081 DE 18 DE MAIO DE 1989 Regulamenta a Lei nº 5.528 de 04 de janeiro de 1989, que dispõe sobre o controle de entrada, normas de comercialização e fiscalização do produto "Cola de Sapateiro" e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: Art. 1º - A venda do produto "Cola de Sapateiro" é privativa de estabelecimento cadastrado e licenciado no Departamento de Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde Pública. PARÁGRAFO ÚNICO - A licença a que alude o caput será válida para o ano civil de sua emissão e sua renovação ocorrerá até o dia 31 de março de cada ano. Art. 2º - Até o dia 15 (quinze) dos meses de janeiro, abril, julho e outubro, os responsáveis pelos estabelecimentos de venda, enviarão à autoridade sanitária balanço da movimentação do seu estoque ocorrido em cada trimestre onde constarão as seguintes informações: a) número da Nota Fiscal b) nome do consumidor ou Razão Social c) profissão ou ocupação d) endereço residencial

Art.............INSC...... 4º ...199...... 3º .................. integram este Decreto........ os quais deverão preencher ficha de identificação de adquirente.....FISCAL.475.........G..............Nº ................A entrada do produto "Cola de Sapateiro" em território paraense..A ficha de identificação de adquirente se constitui num formulário padronizado..... 8º ........ ................. em anexo. NOME DO ADQUIRENTE... HÉLIO MOTA GUEIROS GOVERNADOR DO ESTADO ARTHUR CLAUDIO MELLO SECRETÁRIO DE ESTADO DE JUSTIÇA MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES SECRETÁRIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO DOE n° 26.............. Art..... ENDEREÇO.. 7º ............ sem prejuizo das demais cominações civis e penais cabíveis.... de 19/05/1989 FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DE ADQUIRENTE DE "COLA DE SAPATEIRO" NOME DA EMPRESA........ em 18 de maio de 1989......................... de 10 de dezembro de 1984.O presente regulamento entra em vigor na data de sua publicação............................e) endereço profissional f) quantidade vendida Art.......FONE...... Art.. ficando o infrator sujeito ao processo administrativo previsto na forma da Lei Estadual nº 5.. 6º . a Central de Fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda reterá via da Nota Fiscal correspondente encaminhando-a de imediato ao setor competente da Secretaria de Estado de Saúde Pública............ Art.............. C........ preenchido pelo vendedor no momento da emissão da Nota Fiscal e ficará arquivado à disposição da autoridade sanitária pelo prazo de dois (2) anos..Os modelos de balanços trimestrais e de ficha de identificação de adquirente..O produto somente será vendido para maiores de 18 (dezoito) anos............... 5º ..........C....... PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.......A inobservância dos preceitos deste Decreto configura infração de natureza sanitária.. Art..........................

......139 DE 19 DE JUNHO DE 1989 ... a ..............ENDEREÇO..../......................... PERÍODO.....................................ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6............................................. .... ENDEREÇO........................................./....... C......... _______________________________________________________________ DATA NOME DO ENDEREÇO IDENTIDADE QUANTIDADE ADQUIRENTE ADQUIRIDA _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA ........................................... DE IDENTIDADE.............................................../..... Ass............................................./........... PROFISSÃO................................................................... ESTOQUE NO INÍCIO DO PERÍODO............................................. do Vendedor RELATÓRIO TRIMESTRAL DE CONTROLE DA COMERCIALIZAÇÃO DE "COLA DE SAPATEIRO" NOME DA EMPRESA....................................... QUANTIDADE ADQUIRIDA.......INSCRIÇÃO FISCAL................. ESTOQUE NO FINAL DO PERÍODO........................................................ ............................... do Adquirente ...........................FONE.....C...... DATA......................................................./.....IDADE.CPF.........................Nº........................................ CART.....Nº.......................................................... Ass....................FONE......................./...................G.........................................................................................

pelas normas complementares baixadas à execução daquela Lei federal. DE 11. que o IPC. pela Lei Federal n° 7.ADOTA.416. é o que melhor se adequa à atualização monetária dos valores expressos para as licitações e contratos. Palácio do Governo do Estado do Pará. e que.416. revogadas as disposições em contrário. 2° .87.87.12. foi extinta a OTN. Art. daquela lei estadual. ficou previsto. adotaria o Governo do Estado o mesmo índice sucedâneo de reajustamento dos valores estabelecidos pelo Governo Federal.OTN's. CONSIDERANDO que. . 80.IPC. 1° . que poderia o IPC vir a substituí-la como índice de reajuste monetário a ser dotado. O Governador do Estado do Pará. serão mensalmente atualizados. O ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR . ainda. com a extinção da OTN.89.Os valores expressos em Obrigações do Tesouro Nacional . dentre outros índices.Na conversão das OTN's em cruzados novos será tomado como refrencial o valor quue tinha aquele indexador econômico na data em que foi extinto. que dispõe sobre licitações e contratos no âmbito da Administração Estadual Direta e Indireta e deu outras providências. NA APLICAÇÃO DA LEI N° 5. de 31. em 19 de junho de 1989. CONSIDERANDO.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.12. nessa hipótese. DECRETA: Art. de 11 de dezembro de 1987. de acordo com o art.01. após sua conversão em cruzados novos. ao contrário dos outros índices que são mais específicos para correção de títulos e obrigações referentes ao mercado financeiro. na Lei Estadual n° 5. pelas taxas de variação do Índice de Preços ao Consumidor . de 11.416. usando de suas atribuições legais e.IPC EM SUBSTITUIÇÃO À OTN E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.730. CONSIDERANDO que. Parágrafo Único . CONSIDERANDO que foram expressos em OTN's os referenciais de valores previstos na Lei n° 5.

2° do Decreto n° 5. de 20.Havendo mais de 01 (hum) Sindicato de Garimpeiros. sua representação na CEGEM far-se-á pelo critério de rodízio.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. Art.486.1989.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. mais um parágrafo. 20 de junho de 1989.Fica acrescido no Art.06. DE 05.408.04.497. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .88. D E C R E T A: Art. 1° .143 DE 20 DE JUNHO DE 1989 ALTERA O DECRETO N° 5.HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE N° 26. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. de 05. QUE TRATA DA COMISSÃO ESTADUAL DE GEOLOGIA E MINERAÇÃO DO ESTADO DO PARÁ. 2° .88. com a seguinte redação: "§ 5° . HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE N° 26. _______________________________________________________________ .408. no uso de suas atribuições legais. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. pelo período de 01 (hum) ano obedecendo a antigüidade de registro no Órgão competente".04. de 21/06/1989. revogadas as disposições em contrário.

HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração THEREZINHA MORAES GUEIROS Secretária de Estado de Educação DOE n° 26. 13 de julho de 1989. correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado. de 04 de julho de 1989. 9° da Lei n° 4. revogadas as disposições em contrário. e no Ofício n° 241/89-GS/SEDUC.193 DE 13 DE JULHO DE 1989 DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS EM CARGO DE PROVIMENTO EM COMISSÃO NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO.639.ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .193 DE 13 DE JULHO DE 1989 _______________________________________________________________ SITUAÇÃO ATUAL SITUAÇÃO PROPOSTA . 3° . O GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto.514. de 14/07/1989.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. CONSIDERANDO o art.Este Decreto entra em vigor na data de sua aplicação. de 24 de junho de 1976. 91. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. as Funções Gratificadas constantes no anexo deste Decreto. ANEXO DECRETO N° 6.Ficam transformados em Cargos de Provimento em Comissão no Quadro da Secretaria de Estado de Educação. 1° . Art. 2° . ítem IV da Constituição do Estado. D E C R E T A: Art. Art.

Art. D E C R E T A: Art. Art. 91. ítem IV da Constituição do Estado.Fica criada no Quadro de Funções Gratificadas da Secretaria de Estado de Administração. símbolo FG-3. revogadas as disposições em contrário.621. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 1° . 01 (UMA) Função de Coordenador. correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado.1 01 Secretário de Unidade Escolar da Capital FG-3 01 Assessor DAS-012.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto. e no memorando n° 069/89-CTO/SEAD. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. 3° .2 _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 13 de julho de1989.194 DE 13 DE JULHO DE 1989 DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE FUNÇÃO GRATIFICADA NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. de 18 de maio de 1976. . 2° ._______________________________________________________________ QTD DENOMINAÇÃOCÓDIGO QTD DENOMINAÇÃOCÓDIGO _______________________________________________________________ 03 Secretário de Unidade Escolar da Capital FG-3 03 Assessor DAS-012.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. CONSIDERANDO as disposições contidas na Lei n° 4. de 15 de junho de 1989.

246 DE 16 DE AGOSTO DE 1989 TRANSFERE A VINCULAÇÃO DA EMPRESA METROPOLITANA DE TRANSPORTES URBANOS-EMTU-BEL.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. DA SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO GERAL-SEPLAN. 91. 1° . de 08 de maio de 1989. o artigo 2° da Lei n° 5.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.Fica transferida a vinculação da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos-EMTU. D E C R E T A: Art. revogadas as disposições em contrário.514. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração MANOEL NAZARETH SANTANA RIBEIRO Secretário de Estado de Transportes . para a Secretaria de Estado de TransportesSETRAN. inciso IV da Constituição Federal. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . o artigo 1° do Decreto n° 6. de 28 de dezembro de 1988. no uso de suas atribuições que lhe confere o art. PARA A SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES-SETRAN. de 14/07/1989.509. da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral-SEPLAN. 16 de agosto de1989. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE N° 26.064. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO. Art. 2° .

de 18 de maio de 1976.Ficam criadas no Quadro de Funções Gratificadas da Secretaria de Estado da Fazenda. de 31 de juLho de 1989. Art. de 17/08/1989 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 3° . D E C R E T A: Art. 91. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.256 DE 21 DE AGOSTO DE 1989 DISPÕE SOBRE CRIAÇÃO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA.621. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. ítem IV da Constituição do Estado. e no ofício n° 301/89-GS/SEFA. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANÍBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE N° 26.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. CONSIDERANDO as disposições contidas na Lei n° 4. 06 (SEIS) Funções Gratificadas na 13ª e 14ª Regiões Fiscais. 1° .538. na forma do anexo deste Decreto. ANEXO DECRETO N° 6. 21 de agosto de1989.DOE N° 26. de 22/08/1989.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.256 DE 21 DE AGOSTO DE 1989 . revogadas as disposições em contrário.541.

em sua reunião do dia 14 de abril de 1989.272 DE 06 DE SETEMBRO DE 1989 DEFINE A POLÍTICA INDUSTRIAL DO ESTADO DO PARÁ. alíneas "a" e "b". Comércio e Mineração. 91. que objetiva a formulação da política de desenvolvimento industrial do Estado do Pará. da Lei n° 4. CONSIDERANDO o estudo elaborado pela Secretaria de Estado de Indústria. CONSIDERANDO a aprovação dessa política pelo Conselho Consultivo da Política Industrial.ÓRGÃO: S E F A _______________________________________________________________ QUANTIDADE DENOMINAÇÃO SÍMBOLO _______________________________________________________________ ASSISTENTE TÉCNICO FG-3 CHEFE DO SERVIÇO REGIONAL DE FISCALIZAÇÃO FG-3 01 CHEFE DO SERVIÇO REGIONAL DE ARRECADAÇÃO FG-3 01 CHEFE DO SERVIÇO REGIONAL DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAL FG-3 01 CHEFE DO SERVIÇO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO FG-3 01 CHEFE DO NÚCLEO REGIONAL DE TREINAMENTO FG-2 _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 3°. DE DESENVOLVIMENTO 01 01 O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. Comercial e de Mineração.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IV do art. na forma do que dispõe o art. da Constituição Estadual.946 de 18 de dezembro de 1980. .

de 19. para que tenham maiores possibilidades de competitividade no mercado de insumos e do produto final. c .aperfeiçoamento dos métodos de produção e das condições físicas de trabalho.88.O desenvolvimento industrial do Estado do Pará deverá ser incentivado e implementado com base nas seguintes políticas e estratégias de ação: I . 1° . II . 2°. III . 5° e 6°). d .realização de programas de treinamento.apoio para que tenham acesso a novas tecnologias. b . bem como os produtos agropecuários.Política de Incentivos à Atividade Industrial.na legislação de incentivos fiscais para a Amazônia.Política de Desconcentração Industrial. que se efetivará através da criação de condições infra-estruturais e econômicas para que sejam industrializados no Estado do Pará. 2 . a essas empresas. que define a nova política industrial do País.FINAM e das isenções tributárias para o desenvolvimento regional. maior rentabilidade empresarial. que serão definidos em legislação própria.dos incentivos fiscais estaduais. consequentemente. os recursos naturais florestais. de condições infra-estruturais mínimas para o atendimento das pequenas e microempresas. . minerais e hídricos.do apoio aos projetos e empreendimentos industriais para que maximizem a utilização dos incentivos fiscais federais. a fim de ser alcançada maior produtividade e.oferecimento de condições. sempre objetivando a maximização do valor da transformação do produto industrial.concessão às áreas geográficas que forem ser utilizadas na descontração da atividades industrial.Política de Incentivos e Apoio às Pequenas Empresas Industriais e Microempresas. preferentemente nos locais de produção. notadamente os que estão previstos: 1 .05. b . e . através do Fundo de Investimentos na Amazônia . visando melhorar a qualidade da mão-de-obra industrial. que objetivará privilegiar esse segmento empresarial.D E C R E T A: Art. 3° e 4°) e dos "Programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial" (arts. traçada pelo Governo Federal através dos "Programas Setoriais Integrados" (arts. que se concretizará através: a . através das seguintes diretrizes de ação: a .no Decreto-Lei n° 2.433.

Política de Priorização para os Setores Industriais potencialmente dinâmicos.As políticas de desenvolvimento industrial definidas no artigo anterior deverão ser instrumentalizadas através dos seguintes programas de ação: I . o incentivo ao desenvolvimento industrial. necessária ao setor industrial.Programas de apoio às pequenas e Microempresas. oferta da infra-estrutura necessária à implantação dos projetos industriais. elaboração de perfis de oportunidades de investimentos industriais. através da implementação de projetos especiais. Art. da celulose e do papel. a ser desenvolvido mediante: incentivos fiscais e institucionais.galpões industriais para abrigar as empresas de pequeno porte.Política de Formação de Recursos Humanos. de forma comunitária. pelas pequenas e microempresas. objetivando o acesso a tecnologias industriais e à abertura de novos mercados. 2° .Política de Desenvolvimento de Tecnologia Industrial. do couro e peles. V . tais como: a . II . dos incentivos que lhes são oferecidos nos três níveis da Federação. orientada para a preservação do meio ambiente. da madeira e derivados.Política de Ação Coordenada. estadual e municipal. apoio na transferência de empreendimentos para as áreas de distritos ou zonas industriais. . segundo critérios e normas preservacionistas. Essa Política será implementada de forma compatível com a política de desconcentração industrial. às indústrias do pescado.Programa de Estímulo aos Investimentos Produtivos Industriais. incentivos creditícios.Política de Utilização dos Recursos Hidrenergéticos do Estado. objetivando a formulação de métodos e técnicas de exploração dos recursos naturais renováveis e não renováveis. e maximizado o aproveitamento. VI .IV . VII . a ser implementados mediante a capacitação profissionalizante de nível médio e superior da mão-de-obra qualificada. da bebida e do fumo. a fim de ser evitada a superposição das ações dos poderes públicos federal. estímulo à realização de "joint-ventures". VIII . entre outras. a ser estabelecida através de programas especiais voltados para incentivos e apoio. e da minerometalurgia dos produtos minerais não metálicos e da agroindústria.

Programa de Formação de Recursos Humanos para a preparação de mão-de-obra qualificada.295 DE 14 DE SETEMBRO DE 1989 . V . telecomunicações.Programa "Condomínio Industrial". que atenda a demanda aos diversos setores industriais. em apoio mercadológico aos microempresários industriais.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. pela associação entre o poder público e a iniciativa privada para infra-estrutura de transportes. etc. objetivando. 6 de setembro de 1989. Comércio e Mineração DOE n° 26.caravana de negócios. 4° . HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração NELSON DE FIGUEIREDO RIBEIRO Secretário de Estado de Indústria. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. envolvendo a assistência técnica gerencial e o funcionamento dos projetos respectivos. revogadas as disposições em contrário. de 11/09/1989.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. III . VI .associativismo entre pequenos empresários para a defesa de projetos de interesse comum. 3 ° . IV .Programa de Interiorização da Atividade Industrial. c . Art. Art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . entre outras medidas a implantação em municípios previamente selecionados de fábricas-escolas. energia.554. Comércio e Mineração.Programas Setoriais de Desenvolvimento Industrial por gêneros ou ramos de atividades.Os estudos que fundamentam tecnicamente as políticas e instrumentos previstos neste Decreto serão divulgados pela Secretaria de Estado de Indústria.b .

Arrecadação e Fiscalização GEP-TAF-500. de 24 de dezembro de 1953.300 e Serviço Jurídico GEP-SJ-200. Procuradoria GEP-PR-1. revogadas as disposições em contrário. Magistério GEP-M400. salário família e a opção de que trata o artigo 8° da Lei n° 5. Polícia Civil GEP-PC-700. ainda. CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar a gratificação instituída pelo inciso VI do art. o disposto no art. 138 DA LEI N° 749. D E C R E T A: Art.A Gratificação de representação a que se refere o inciso VI do artigo 138. Art.REGULAMENTA O INCISO VI DO ART. no uso de suas atribuições legais e.A gratificação de que trata este Decreto não poderá ser percebida cumulativamente com qualquer outra vantagem.020/82 Art.O disposto no caput deste artigo não se aplica aos servidores ocupantes de cargos dos Grupos Ocupacionais Direção e Assessoramento Superior GEP-DAS-010. serviço extraordinário. da Lei n° 749. no percentual de 80% (OITENTA POR CENTO) sobre o respectivo vencimento ou salário base. de 24 de dezembro de 1953. 144 da Lei n° 749. que estejam desempenhando atividades de natureza técnica ou científica inerentes ao cargo. 2° . DE 24 DE DEZEMBRO DE 1953. Parágrafo único . função ou emprego de que sejam titulares nos órgãos da Administração Pública Civil Direta do Poder Executivo. Art. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado . 1° . em 14 de setembro de 1989.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 4° .As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. CONSIDERANDO. 138 da Lei n° 749 de 24 de dezembro de 1953. Tributação. 3° . será devida aos servidores portadores de diploma de Curso Superior ou habilitação legal equivalente. exceto com as gratificações adicionais por tempo de serviço.

4° .372 DE 27 DE OUTUBRO DE 1989 CENTRALIZA NA COMPANHIA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO PARÁ . Art. deverão os esboços das respectivas folhas ser remetidos ao PRODEPA com o mínimo de quinze (15) dias úteis de antecedência ao término de cada mês.MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE n° 26. sem exceção.PRODEPA. revogadas as disposições em contrário.PRODEPA O PROCESSAMENTO DAS FOLHAS DE PAGAMENTO DOS SERVIDORES DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA DO ESTADO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. 3° .Os órgãos que tiverem suas folhas de pagamento custeadas com recursos provenientes do Orçamento do Estado.O presente Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. usando de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto no art. 135. 1° . Art. . sociedades de economia mista e fundações integrantes da Administração Indireta Estadual serão processadas. V e VIII da Constituição Estadual. ficarão privadas das transferências necessárias à efetivação de tais pagamentos.Não serão efetuados. 5° . empresas públicas. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.As folhas de pagamento dos servidores das autarquias.560. de 19/09/1989. pela Companhia de Processamento de Dados do Pará . de acordo com o sistemas Central de Recursos Humanos -CRH.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. Art. sob pena de responsabilidade dos respectivos dirigentes.Para cumprimento do disposto no artigo anterior. 2° . Art. que não observarem o disposto neste Decreto. os pagamentos dos servidores dos órgãos cujas folhas não tenham sido processadas em conformidade com o disposto neste Decreto. a partir de 1° de novembro do corrente ano. D E C R E T A: Art.

PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. revogadas as disposições em contrário. ítem IV da Constituição do Estado. 1° .PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE n° 26. e no Ofício n° 1. D E C R E T A: Art. correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.621.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.Ficam transformados no Quadro de Cargos da Secretaria de Estado de Saúde Pública.381 DE 06 DE NOVEMBRO DE 1989 DISPÕE SOBRE TRANSFORMAÇÃO DE CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA. HÉLIO MOTA GUEIROS .578. de 18 de maio de 1976. CONSIDERANDO as disposições contidas na Lei n° 4. 2° . Art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .405/89-GAB/SESPA de 21/09/89. em 27 de outubro de 1989. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 3° . em 06 de novembro de 1989. os Cargos de Provimento em Comissão. Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. 91. de 16/10/1989.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto. constantes no anexo deste Decreto.

011. DE SAÚDE PUBL. ANEXO ÓRGÃO: SESPA _______________________________________________________________ SITUAÇÃO ANTERIOR QUANT DENOMINAÇÃO CÓDIGO 01 DIRETOR GERAL DAS. DO NUC. DO NUC.011.4 01 DIRETOR DO DEPT° DE APOIO TÉCNICO DAS.4 .1 _______________________________________________________________ SITUAÇÃO ATUAL QUANT DENOMINAÇÃO CÓDIGO _______________________________________________________________ 01 SECRETÁRIO ADJUNTO DAS.011.011. E SUPERV.011.4 01 COORD.011.011.4 01 DIRETOR DO DEPT° DE ADMINISTRAÇÃO DAS. HUMANOS DAS.011.Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração HERUNDINO MOREIRA JÚNIOR Secretário de Estado de Saúde Pública DOE n° 26.3 01 DIRETOR DE SECRETARIA DAS.011.4 12 DIR.4 01 DIRETOR DO DEPT° DE VIGIL.011.011.4 01 DIRETOR DO DEPT° DE AÇÕES BÁSICAS DAS. DAS. DAS. SANIT.4 01 DIRETOR DO DEPT° DE ORG. DAS.011.012.012. ORGANIZACIONAL DAS.2 01 ASSESSOR DAS. SETORIAL DE PLANEJ. de 19/10/1989.3 06 ASSESSOR DAS.3 01 ASSESSOR DAS.6 01 COORD. SETORIAL DE ADMINIST.011.011.581.011. DAS.4 01 DIRETOR DO DEPT° DE REC.3 01 CHEFE DE GABINETE DAS.012.6 01 COORDENADOR DO NÚCLEO DE DESENV. DAS.4 01 DIRETOR DO DEPT° DE AÇÕES ESPECIAIS DAS. DE CENTROS REG.

4 DIRETOR DO DEPT° DE EPIDEMIOLOGIA DAS. DOS SER.011.4 DIRETOR DE CENTROS REG. .4 DIRETOR DO DEPT° DE RECURSOS HUMANOS DAS.011.4 DIRETOR DE DEPT° DE MEIO AMBIENTE DAS. E AVAL.012.4 ASSESSOR ESPECIAL DAS.3 COORD.4 DIRETOR DO DEPT° DE AÇÕES ESPECIAIS DAS. DE SAÚDE PÚBLICA DAS. SOCIAL DAS.011.4 DIRETOR DO DEPT° DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DAS.4 COORD. DO NÚCLEO SETORIAL DE PLANEJAMENTO DAS.4 DIRETOR DO DEPT° DE AÇÕES BÁSICAS DAS.4 01 01 01 01 01 01 01 12 01 01 01 06 01 _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .011.011.011.4 DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇO DAS. DE SAÚDE DAS. DA ASSESSORIA DE COMUN.4 CHEFE DE GABINETE DAS. DA ASSESSORIA JURÍDICA DAS.011.011.01 COORD.382 DE 06 DE NOVEMBRO DE 1989 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE FUNÇÕES GRATIFICADAS NO QUADRO DA SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE PÚBLICA.011.011.011.011.011.4 DIRETOR DO DEPT° DE CONTR.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.

Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.Ficam transformadas no quadro de Funções Gratificadas da Secretaria de Estado de Saúde Pública. em 06 de novembro de 1989. D E C R E T A: Art. 1° . e no Ofício n° 1. de 11/12/1989. 31 (trinta e uma) Funções constantes no anexo II deste Decreto. correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado. CONSIDERANDO as disposições contidas na Lei n° 4. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração HERUNDINO MOREIRA JÚNIOR Secretário de Estado de Saúde Pública DOE n° 26. Art. Art. ítem IV da Constituição do Estado. de 18 de maio de 1976. Art.405/89-GAB/SESPA de 21/09/89. 4° . 91. revogadas as disposições em contrário. 2° . ANEXO I ÓRGÃO: SESPA _______________________________________________________________ QUANTIDADE DENOMINAÇÃO SÍMBOLO _______________________________________________________________ .621. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto.615.O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. 18 (dezoito) Funções constantes no anexo I deste Decreto. 3° .Ficam criadas no Quadro de Funções Gratificadas da Secretaria de Estado de Saúde Pública.

D E C R E T A: Art. passa a ser referência central acadêmica do . O GOVERNADOR DO ESTADO. Art. na Secretaria de Estado de Educação.470 DE 07 DE DEZEMBRO DE 1989 CRIA. NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. 1° . o Instituto Superior de Educação do Pará.03 SECRETÁRIA ADMINISTRATIVA DA DIRETORIA FG-4 03 COORDENADOR DE GRUPO DE CENTRO REGIONAL FG-4 02 SECRETÁRIA ADMINISTRATIVA DE GABINETE FG-4 02 SECRETÁRIA ADMINISTRATIVA DE DEPARTAMENTO FG-3 01 SECRETÁRIA DE NÚCLEO FG-3 07 SECRETÁRIA ADMINISTRATIVA DE CENTRO REGIONAL DE SAÚDE FG-2 _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . com a finalidade de manter cursos de ensino superior para a formação de profissionais de educação básica. 135. no uso da atribuição que lhe confere a Constituição Estadual. no espaço da pré-escola até à 4ª série do 1° grau. inciso VII. O INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DO PARÁ. CONSIDERANDO a necessidade de valorizar os profissionais dedicados ao pré-escolar e até às primeiras séries do ensino fundamental. CONSIDERANDO a importância atribuída pela Constituição à formação de profissionais do pré-escolar e do ensino fundamental.Fica criado. art.O Instituto Superior de Educação do Pará além de manter cursos de nível superior. 2° .

revogadas as disposições em contrário. independentemente.sistema estadual quanto aos Cursos de Magistério a nível de ensino médio. .Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. Art.A Secretaria de Estado de Educação regulamentará o funcionamento e a organização do Instituto Superior de Educação do Pará.O Instituto Superior de Educação do Pará terá número de vagas para seus cursos a nível superior indicados por órgão competente e fixados em ato específico.594. cursos de reciclagem. Art. aperfeiçoamento e outros aos professores do ensino fundamental. 3° . de modo sistemático. 5° . 6° . dos que forem ministrados nas diversas regiões geográficas do Estado. Art. de acordo com as necessidades sociais dos que forem realizados na Capital e também. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração THEREZINHA MORAES GUEIROS Secretaria de Estado de Educação DOE n° 26.A Secretaria de Estado de Educação adotará as providências necessárias para que o Instituto Superior de Educação do Pará esteja em funcionamento no primeiro semestre de 1990. Art. oferecendo. de 08/12/1989. em 07 de dezembro de 1989. não alterando este Decreto os direitos e deveres das escolas de formação desses professores e seus respectivos formados. 4° .