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ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990 DISPÕE SOBRE ALTERAÇÃO DECRETO N° 2.456, DE 24.09.1982.

DO ANEXO III DO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 135, inciso VII, da Constituição Estadual e o disposto no artigo 27, da Lei n° 4.780, de 19 de junho de 1978; D E C R E T A: Art. 1° - Fica alterado na forma do Anexo I deste Decreto o Regulamento da Secretaria de estado de Administração - SEAD. Art. 2° - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ, 05 de março de 1990. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE n° 26.672, de 06/03/1990. ANEXO REGULAMENTO DA SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO - SEAD TÍTULO I DA FINALIDADE E FUNÇÕES BÁSICAS CAPÍTULO I DA FINALIDADE

Art. 1° - A Secretaria de Estado de Administração, criada pela Lei n° 4.582, de 24 de setembro de 1975, tem por finalidade o estudo, o planejamento, a orientação, a coordenação, a normatização, a execução, o controle e avaliação dos assuntos relativos à Política Administrativa do Estado. CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES BÁSICAS Art. 2° - São funções básicas da Secretaria de Estado de Administração: I - propor e executar as políticas e diretrizes necessárias ao funcionamento da Administração do Estado; II - promover a integração intersistêmica na execução da Política Administrativa do Estado; III - propor, coordenar e executar as ações relativas as políticas de recrutamento, seleção, alocação, acompanhamento, manutenção, treinamento, desenvolvimento e avaliação de desempenho de recursos humanos; classificação de cargos; salário e benefícios aos servidores do Estado; IV - gerenciar as informações funcionais-financeiras dos servidores do Estado; V - propor, coordenar e executar as ações relativas à política de desenvolvimento organizacional da Administração Pública Estadual; e VI - propor, coordenar e executar as ações relativas à política de recursos materiais, patrimônio e transportes oficiais da Administração Pública Estadual. TÍTULO II DA COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL BÁSICA Art. 3° - Para cumprimento de sua finalidade a Secretaria de Estado de Administração, contará com a seguinte composição organizacional básica: I - NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA a) Secretário de Estado de Administração b) Secretário Adjunto c) Conselho de Política Salarial II - NÍVEL DE ATUAÇÃO VINCULADA

PRODEPA III .NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR a) Diretoria de Recursos Materiais b) Diretoria de Desenvolvimento Organizacional c) Diretoria de Recursos Humanos VI . está demonstrada no organograma anexo.Centro de Treinamento do Estado .Departamento de Administração VII .NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL .Coordenadoria de Seleção.Núcleos Regionais Parágrafo Único .Coordenadoria de Cargos e Salários .IPASEP b) Imprensa Oficial do Estado .Coordenadoria de Estruturas Organizacionais .IOE c) Processamento de Dados do Estado do Pará .Coordenadoria de Cadastro de Recursos Humanos . Alocação e Avaliação de Recursos Humanos .NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR a) Gabinete IV .Coordenadoria de Desenvolvimento da Cultura Organizacional .NÍVEL DE ATUAÇÃO SETORIAL a) Núcleo de Desenvolvimento Organizacional .A representação gráfica desta estrutura organizacional básica.NSP V .Departamento Jurídico .a) Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado do Pará .Coordenadoria de Patrimônio .Coordenadoria de Sistemas e Métodos .NDO b) Núcleo Setorial de Planejamento . TÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES ADMINISTRATIVAS .NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA .Coordenadoria de Transportes Oficiais .Coordenadoria de Material .

7° . pela participação em reuniões de órgãos colegiados. direta e indireta. salários e gratificações dos servidores dos Órgãos da Administração Pública Estadual.Pronunciar-se a respeito da fixação e alteração dos vencimentos. diretamente subordinada ao Secretário de Estado. CAPÍTULO III NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR E ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA SEÇÃO I DA DIRETORIA DE RECURSOS MATERIAIS Art. III . patrimônio e Transportes Oficiais do Estado. Art.Ao Conselho de Política Salarial. II .Propor a fixação ou alteração das gratificações. 6° . normatizar. bem como. planejar. supervisionar.CAPÍTULO I NÍVEL DE ATUAÇÃO COLEGIADA SEÇÃO ÚNICA DO CONSELHO DE POLÍTICA SALARIAL Art. 4° . coordenar.A Diretoria de Recursos Materiais. compete: I . executar. 5° . compete propor políticas e diretrizes. inclusive as Fundações.Ao Gabinete compete assessorar ao Secretário no desempenho de suas atribuições e compromissos oficiais. CAPÍTULO II NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR SEÇÃO ÚNICA DO GABINETE Art.Definir medidas necessárias ao aperfeiçoamento da Política Salarial do Estado. controlar e avaliar as ações relativas à Política de Recursos Materiais. executar serviços de relações públicas da Secretaria.A Diretoria de Recursos Materiais será constituída pelas seguintes unidades: .

coordenar. normatizar. supervisionar.Coordenadoria de Sistemas e Métodos. competindo-lhe: Planejar. 8° . executar. executar. controlar e avaliar as ações relativas à racionalização de métodos e processos de trabalho. controlar e avaliar as ações relativas à definição ou redefinição de estruturas. normatizar. competindo-lhe: planejar. controlar e avaliar as ações relativas à utilização. coordenar. procedimentos e lay-out. executar. à simplificação e à racionalização de rotinas. a modernização e a melhoria de cultura organizacional da Administração Pública Estadual. bem como ações que favoreçam a melhoria da cultura organizacional.A Diretoria de Desenvolvimento Organizacional será constituída pelas seguintes unidades: I . normatizar. coordenar. subsidiar a composição do quadro de pessoal dos Órgãos. executar. normatizar. lay-out. II . coordenar. normatizar. estoque e distribuição de materiais e contratação de obras e serviços dos órgãos da Administração Pública Estadual. coordenar.Coordenadoria de Transportes Oficiais. coordenar e/ou executar. coordenar. executar. supervisionar. elaboração e/ou informatização dos sistemas. supervisionar.I . compete propor políticas e diretrizes. supervisionar. competindo-lhe: planejar. Art. controlar e avaliar as ações relativas à utilização. SEÇÃO II DA DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Art. 9° . bem como. abastecimento e manutenção dos veículos oficiais. .Coordenadoria de Estruturas Organizacionais. supervisionar. de forma ampla e abrangente. III . II .Coordenadoria de Material. normatizar. à definição. controlar e avaliar as ações relativas ao Diagnóstico Organizacional. competindo-lhe: planejar. controlar e avaliar as ações relativas ao processo de aquisição.Coordenadoria de Desenvolvimento da Cultura Organizacional. redefinição e implantação de Estruturas.À Diretoria de Desenvolvimento Organizacional diretamente subordinada ao Secretário de Estado. bem como desenvolver mecanismos que visem. normatizar. movimentação e alienação dos bens patrimoniais do Estado. e a desburocratização. executar. supervisionar. competindo-lhe: planejar. conservação. planejar. métodos. supervisionar. competindo-lhe: planejar. controlar e avaliar as ações relativas à desburocratização e a participação na implantação de projetos sistêmicos da SEAD nos Órgãos da Administração Pública Estadual.Coordenadoria de Patrimônio. III .

supervisionar.Coordenadoria de Cadastro de Recursos Humanos.Centro de Treinamento do Estado. compete: prestar assessoramento à Direção Superior e unidades administrativas da SEAD. executar. alocação. coordenar. SEÇÃO IV DO DEPARTAMENTO JURÍDICO Art. Art. salários e benefícios e a gerência do pagamento de pessoal e das informações funcionais-financeiras dos servidores estaduais. seleção. competindo-lhe: planejar.A Diretoria de Recursos humanos será constituída pelas seguintes unidades: I . acompanhamento. controlar e avaliar as ações relativas ao gerenciamento de informações funcionais-financeiras e de pagamento. III .Coordenadoria de Cargos e Salários. defender ou providenciar a defesa dos interesses da . executar. coordenar. diretamente subordinada ao Secretário de Estado. alocação.SEÇÃO III DA DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS Art. IV . executar. bem como as políticas de cargos. 12 . planejar. normatizar. 11 . Alocação e Avaliação de Recursos Humanos. normatizar. controlar e avaliar a política de treinamento e desenvolvimento dos recursos humanos da Administração Pública Estadual. aos Órgãos do Estado em assuntos de natureza jurídica. 10 . normatizar. II . normatizar. controlar e avaliar a política de cargos. supervisionar. elaboração dos atos e a preservação de documentos funcionais-financeiras dos servidores do Estado. competindo-lhe: planejar. executar.Ao Departamento Jurídico. manutenção e avaliação de desempenho dos recursos humanos da Administração Pública Estadual. manutenção. diretamente subordinado ao Secretário de Estado. treinamento. coordenar. normatizar. seleção. competindo-lhe: planejar. supervisionar. desenvolvimento e avaliação de desempenho dos recursos humanos. salários e benefícios dos servidores do Estado. competindo-lhe: planejar. coordenar. compete: propor política e diretrizes. coordenar e/ou executar. supervisionar.À Diretoria de Recursos Humanos. controlar e avaliar a política de recrutamento. controlar e avaliar as ações relativas ao recrutamento.Coordenadoria de Seleção. supervisionar.

patrimônio. compete. transportes.Ao Núcleo Setorial de Planejamento. b) promover e coordenar a elaboração dos programas da Secretaria e seu detalhamento em projetos específicos.Programar. diretamente subordinado ao Secretário de Estado. diretamente subordinado ao Secretário de Estado. simplificação e racionalização de rotinas. materiais. SEÇÃO V DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Art. coordenar. executar e controlar as atividades relativas a recursos humanos. compete: I . orçamentação e estatísticas. controlar diagnóstico organizacional. quando necessário. executar.Ao Departamento de Administração. comunicação e administração de imóveis.Realizar a execução e o controle orçamentário e financeiro da aplicação dos recursos do Órgão. SEÇÃO II DO NÚCLEO SETORIAL DE PLANEJAMENTO Art. planejar.Ao Núcleo de Desenvolvimento Organizacional. 13 . redefinição e implantação de estruturas. supervisionar. reformulação e atualização de planejamento global. lay-out. emitir parecer em processos administrativos às áreas de competência da Secretaria. colaborando na formulação. cabendo-lhe especialmente: a) zelar pelo cumprimento das diretrizes de planos de governo.Secretaria em litígios. procedimentos. 14 . coordenar. . no âmbito da Secretaria. a prestação de contas em articulação com a Secretaria de Estado da Fazenda e. no âmbito da Secretaria. compatibilização. compete: I . informatização de sistemas e desburocratização. CAPÍTULO IV NÍVEL DE ATUAÇÃO SETORIAL SEÇÃO I DO NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Art.Executar as atividades de planejamento. II . diretamente subordinado ao Secretário de Estado. 15 . com outros órgãos.

programas e projetos do Órgão. h) promover a articulação do Órgão Central do Sistema de Planejamento com os órgãos seccionais das entidades vinculadas à Secretaria. em assuntos pertinentes à Pasta.c) cooperar na elaboração de esquema de captação de recursos para o financiamento de planos. estabelecendo um fluxo constante de informação. coordenar.Aos Núcleos Regionais. . orientar. de 19 de junho de 1978: I . g) coletar informações necessárias à composição de estatísticas estaduais. bem como aos Secretários de Estado.Assessorar ao Governador. TÍTULO IV DAS RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES FUNDAMENTAIS DOS DIRIGENTES CAPÍTULO I NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR SEÇÃO I DO SECRETÁRIO DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO Art. d) coordenar a elaboração do orçamento do Órgão e promover o acompanhamento e controle de sua execução e reformulação. executar. além do estabelecido na Constituição Estadual e no artigo 24 da Lei n° 4. de acordo com as normas do Órgão Central.780. programas e projetos setoriais.São atribuições do Secretário de Estado de Administração. f) definir. CAPÍTULO V NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL SEÇÃO ÚNICA DOS NÚCLEOS REGIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO Art. no âmbito de seu setor. controlar e avaliar as atividades relativas à Política Administrativa Estadual em sua área de circunscrição. diretamente subordinados ao Secretário de Estado. e) implantar o controle orçamentário na execução dos planos. 17 . 16 . compete: programar. a necessidade de capacitação de recursos humanos.

VI .Aprovar o Orçamento-Programa e o Plano Anual de Trabalho da Secretaria. 19. III . considerando sua área de atuação. da Federal. além do previsto nos termos do art. IV . SEÇÃO II DO SECRETÁRIO ADJUNTO Art. V . 18 . representantes para solenidades e outros eventos.231. quando aplicada.231. VII . concernentes à Pasta e os de caráter geral. complementar. 19 . VIII . ou suplementar no desenvolvimento do Sistema Administrativo Estadual.Adotar medidas que visem assegurar o funcionamento sistêmico dos diferentes níveis da estrutura organizacional com os demais órgãos que compõem o Poder Executivo. e.II .Promover a administração geral da Secretaria em estreita observância às disposições legais e normativas da Administração Pública Estadual.São atribuições do Secretário Adjunto. quando designado.Designar. V .Executar as atividades político constitucionais da Secretaria. entre assessores e dirigentes de unidades da Secretaria.Estabelecer convênios. CAPÍTULO II DOS DEMAIS OCUPANTES DE CHEFIA Art.Representar o Secretário de Estado.Formular a Política Administrativa do Estado e assegurar o seu cumprimento.Referendar os atos do Poder Executivo.Manter informado o Secretário de Estado das atividades realizadas pela Secretaria.Assessorar ao Secretário de Estado nas suas atribuições legais. II . em solenidades oficiais. III . IV .Realizar as atividades delegadas pelo Secretário de Estado. de 12 de maio de 1982: I . IX . contratos ou ajustes que visem a ação conjunta. do Decreto n° 2.Substituir o Secretário de Estado nas ausências e impedimentos. de .Aos demais ocupantes de Chefia atribuem-se as responsabilidades fundamentais contidas no artigo 19 do Decreto n° 2.

unidades administrativas de porte menor.231. integrante da estrutura desta Secretaria.O processo de regionalização e interiorização das ações administrativas será efetivada através da implantação de Unidades-Pólo. 26 . conforme artigo 1°. a que se refere o item VII.A aprovação da estrutura organizacional a Nível de Atuação Operacional será objeto de ato do titular do Órgão observado o disposto no artigo 27. serão executadas pelo Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado e Unidades de Pessoal dos Órgãos. CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. Art.O Núcleo Setorial de Planejamento. Art. as dúvidas suscitadas na execução deste regulamento serão dirimidas pelo Secretário. pelo Secretário de Estado. 27 .Os Núcleos Regionais. definidas por estudos especializados. Art. 22 . que. item D. 23 . terão nível hierárquico definido. de 12 de maio de 1982. Art. Art.O Nível de Atuação Programática. de 12 de maio de 1982.231.Este Regulamento entrará em vigor na data de sua publicação.As atividades relativas a Benefícios aos Servidores do Estado. 28 . observada a legislação vigente. 21 . integrante da Estrutura desta Secretaria. 24 . é tecnicamente vinculado à Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. deste regulamento. baixará os atos administrativos necessários. para tal fim. do Artigo 3°. é tecnicamente vinculado à Diretoria de Desenvolvimento Organizacional. do Decreto n° 3. Art. referido no item VI. revogadas as disposições em contrário. do Decreto n° 2.O Núcleo de Desenvolvimento Organizacional. e outras a serem definidas no Regimento Interno do Órgão. estruturadas de acordo com o estabelecido no artigo 28. do artigo 3°.12 de maio de 1982. de 24 de outubro de 1984. observados os artigos 13 a 16.Os casos omissos. Art. 20 . 25 . nas diferentes regiões do Estado. projetos e atividades a serem cumpridas pelo Órgão. do Decreto n° 2.231 de 12 de maio de 1982. constitui a base estrutural para as principais áreas de atuação da Secretaria. Art.480. bem como. em consonância às diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Estado de Administração. podendo dela resultar em conseqüências dos programas. do Decreto n° 2. . deste Regulamento.

668 DE 07 DE MARÇO DE 1990 DISPÕE SOBRE A TRANSFORMAÇÃO DE CARGOS EM COMISSÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. Art. da Secretaria de Estado de Administração.OBS: Possui organograma que não foi digitado _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.DENOMINAÇÃOCÓDIGO/NÍVELQTD. Art. e considerando as disposições contidas na Lei n° 4. Art.DENOMINAÇÃOCÓDIGO/ NÍVEL _______________________________________________________________ 01 DIRETOR GERAL GEP-DAS-011. correrão à conta das dotações orçamentárias próprias do Estado.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto.621. 1° . 91. de 18 de maio de 1976.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6.6 01 SECRETÁRIO .Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. em 07 de março de 1989. item IV da Constituição do Estado . 3° . constantes no anexo deste Decreto. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE n° 26. 2° . no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. de 08/03/1990 ANEXO _______________________________________________________________ SITUAÇÃO ATUAL SITUAÇÃO PROPOSTA _______________________________________________________________ QTD.674.Ficam transformados os Cargos em Comissão. revogadas as disposições em contrário.

5 COORDENADOR DE SELEÇÃO.4 01 01 COORDENADOR DE APOIO E CONTROLE DE OPERAÇÕES DE PESSOAL COORDENADOR DO CENTRO DE TREINAMENTO DO ESTADO COORDENADOR DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL COORDENADOR DE ADMINISTRAÇÃO PATRIMONIAL COORDENADOR DE TRANSPORTES OFICIAIS ASSESSOR GEP-DAS-011.5 DIRETORDE RECURSOS MATERIAIS GEP-DAS-011.5 01 01 ASSESSOR GEP-DAS-012.3 01 01 01 01 ASSESSOR GEP-DAS-012.4 01 01 COORDENADOR DE ALOCAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS 01 GEP-DAS-011. ALOCAÇÃO AVALIAÇÃO DE REC.4 COORDENADOR DE ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS GEP-DAS-011.4 01 GEP-DAS-011.4 COORDENADOR DE TRANSPORTES OFICIAIS GEP-DAS-011.011.4 01 01 01 01 01 GEP-DAS-011.4 01 GEP-DAS-011.4 COORDENADOR DE 01 COORDENADOR DE CADASTRO DE RECURSOS HUMANOS GEP-DAS-011. HUMANOS GEP-DAS-011.6 DIRETOR DERECURSOS HUMANOS GEP-DAS-011.4 E ADJUNTO GEP-DAS-011.4 COORDENADOR DE CARGOS E SALÁRIOS GEP-DAS-011.3 01 .01 DIRETOR DE RECURSOS HUMANOS GEP-DAS-011.5 DIRETORDE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL GEP-DAS.4 COORDENADOR DE PATRIMÔNIO GEP-DAS-011.4 COORDENADOR DE CADASTRO DE RECURSOS HUMANOS GEP-DAS-011.4 COORDENADOR DO CENTRO DE TREINAMENTO DO ESTADO GEP-DAS-011.4 COORDENADOR DE MATERIAL GEP-DAS-011.4 01 GEP-DAS-011.5 01 01 DIRETOR DE RECURSOS MATERIAIS GEP-DAS-011.4 GEP-DAS-012.

4 COORDENADOR DO NÚCLEO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO I (SANTARÉM) GEP-DAS-011.4 01 GEP-DAS-011. no uso da competência que lhe é conferida por lei.4 GEP-DAS-012. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. presumido ou arbitrado. da Constituição Federal. 2°.500. que dispõe sobre a instituição do Adicional Sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (AIR). .A base de cálculo do AIR é o imposto de renda pago a União pelas empresas.3 01 01 01 01 01 01 01 COORDENADOR DO 01 NÚCLEO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO I (SANTARÉM) GEP-DAS-011.01 COORDENADOR DE MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DIRETOR DO DEPARTAMENTO JURÍDICO COORDENADOR DO NÚCLEO SETORIAL DE PLANEJAMENTO ASSESSOR 01 GEP-DAS-011. de 28. 155.O valor a ser pago a título de AIR incidente sobre o lucro dos estabelecimentos domiciliados no Estado do Pará deverá ser apurado por ocasião da declaração anual de rendimentos.12. inciso II.4 COORDENADOR DE DESENVOLVIMENTO DA CULTURA ORGANIZACIONAL GEP-DAS-011.3 CHEFE DE GABINETE GEP-DAS-011. apurados com base no lucro real.2 01 SISTEMAS E MÉTODOS GEP-DAS-011. D E C R E T A: Art. 1°.4 01 GEP-DAS-011.4 DIRETOR DE DEPARTAMENTO JURÍDICO GEP-DAS-011. no que se refere ao lucro das pessoas jurídicas.3 CHEFE DE GABINETE _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Art.88.4 DIRETOR DE DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO GEP-DAS-011.4 COORDENADOR DO NÚCLEO DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL GEP-DAS-011.680 DE 15 DE MARÇO DE 1990 Estabelece normas para execução da lei n° 5.4 COORDENADOR DO NÚCLEO SETORIAL DE PLANEJAMENTO GEP-DAS-011.4 01 GEP-DAS-011. previsto no art.

com base no lucro presumido ou arbitrado.A empresa optante pelo lucro Real que possua estabelecimento em outra unidade da Federação. cuja escrita contábil. Parágrafo Único .O disposto neste artigo aplica-se às empresas com estabelecimento neste Estado.Nos casos previstos no parágrafo 1° do art.Art. 3°. 7° .03. no que couber. seja centralizada neste Estado recolherá o AIR. 1°. em quaisquer bancos Oficiais estaduais signatários do convênio patrocinado pela Associação Brasileira de Bancos Comerciais Estaduais-ASBACE. devida ao Estado o estabelecimento centralizador.As disposições do art. a empresa efetuará o recolhimento do AIR devido ao Estado do Pará. aplicam-se. cuja escrituração contábil seja centralizada em outra unidade da Federação.O recolhimento do AIR se fará em formulários próprios nos mesmos prazos e formas previstos para pagamento do IR de competência da União.1990. 4°. aplicando-se. Art. nestes casos. devendo este índice ser aplicado do valor do IR a ser pago a União. às empresas que optarem pelo pagamento do IR. § 1°. estabelecerá a relação percentual entre o lucro líquido do(s) estabelecimento(s) aqui localizado(s) e o lucro líquido total. através da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais.As empresas que pela Legislação Federal estejam obrigados a recolher a IR a título de antecipação ou duodécimo ficam dispensadas do recolhimento do AIR por ocasião desses pagamentos. Art. o disposto no art. Art. 6°. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração FREDERICO ANIBAL DA COSTA MONTEIRO Secretário de Estado da Fazenda DOE n° 26. de 21. § 2°. proporcionalmente ao lucro líquido auferido pelo(s) estabelecimento (s) aqui situado(s).Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.Para determinação da Parcela do AIR. 5° . . 15 de março de 1990. Art. 3° e art.683. 3°. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. 4° deste Decreto.

revogadas as disposições em contrário. DE O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. 91.SETEPS TÍTULO I DA FINALIDADE E FUNÇÕES BÁSICAS . 1° . 20 de março de 1990. deste Decreto. 2° .683 DE 20 DE MARÇO DE 1990 APROVA O REGULAMENTO DA SECRETARIA ESTADO DE TRABALHO E PROMOÇÃO SOCIAL .SETEPS.Fica aprovado na forma do anexo I. de 21/03/1990 REGULAMENTO DA SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO E PROMOÇÃO SOCIAL . Art. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. inciso IV da Constituição Estadual.683. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração CARLOS JEHÁ KAYATH Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social DOE n° 26. o Regulamento da Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social. D E C R E T A: Art._______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. usando das atribuições que lhe confere o art.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.

Assistência Social e Habitação. 2° . V .propor. TÍTULO II DA COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL BÁSICA Art. de Assistência Social e Habitação. tem a seguinte composição organizacional básica: I .São funções básicas da Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social .Promover estudos e pesquisas. supervisionar e avaliar a política global de assistência social. articulando-se com as diversas esferas do poder e a sociedade civil. nas áreas do Trabalho.CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1° . III . VI .NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA a) Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social b) Secretário Adjunto . CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES BÁSICAS Art. a supervisão e a normatização de assuntos relativos à Política Social no Estado.A Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social criada pela Lei n° 4. de 26 de dezembro de 1979. controlar e avaliar os assuntos relativos à área de emprego e renda. 3° .planejar. IV .SETEPS: I . coordenar.planejar.Para cumprimento de sua finalidade a Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social. tem por finalidade o planejamento.acompanhar.893. a coordenação.Prestar assessoramento às prefeituras municipais visando a formulação de planos ou projetos de construção da habitação popular. coordenar e executar a política de emprego e pequena produção. relações do trabalho e ação social do trabalho. coordenar e supervisionar as ações desenvolvidas pelo Estado nas áreas do Trabalho. II . com o objetivo de definir a política de atuação na área do trabalho. bem como executar ações que visem a capacitação profissional do trabalhador.

está demonstrada no organograma anexo.COHAB III .FBESP b) Companhia de Habitação do Estado do Pará . TÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES ADMINISTRATIVAS CAPÍTULO I DO NÍVEL DE ATUAÇÃO COLEGIADA SEÇÃO I DO CONSELHO CONSULTIVO TÉCNICO-CIENTÍFICO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO TRABALHADOR .A representação gráfica da estrutura organizacional básica.NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR a) Universidade do Trabalho b) Diretoria do Trabalho c) Diretoria de Administração e Finanças V .NÍVEL DE ATUAÇÃO VINCULADA a) Fundação do Bem-Estar Social do Pará .NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA a) Departamento de Pesquisa e Documentação b) Departamento de Ensino e Capacitação c) Departamento de Emprego e Pequena Produção d) Departamento de Ação Social do Trabalho e) Departamento de Relações do Trabalho f) Departamento de Administração g) Departamento de Finanças Parágrafo Único .NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR a) Assessoria de Planejamento e Orçamento b) Gabinete do Secretário IV .c) Conselho Consultivo Técnico-Científico de Formação Profissional do Trabalhador d) Conselho Estadual de Apoio às Pessoas Deficientes II .

§ 1°.Os membros do Conselho Consultivo Técnico-Científico de Formação Profissional do Trabalhador.emitir sugestões que objetivem o fortalecimento do desempenho da Secretaria no trato dos assuntos relativos à formação profissional do trabalhador. compete: I . 5° . e) 01 (um) Representante de Sindicato Rural de Patrões. c) 01 (um) Representante de Sindicato de Empregados Urbanos. II .4° . VI .Art . objetivando sua maior eficiência. j) 01 (um) Representante da Secretaria de Estado de Educação.O Conselho Consultivo Técnico-Científico de Formação Profissional do Trabalhador será constituído dos seguintes membros.orientar o grupo de trabalho técnico-pedagógico no planejamento da programação anual das atividades da UNITRA.superviosionar e orientar técnico-cientificamente a UNITRA.opinar sobre firmação de convênio com entidades afins para a consecução dos respectivos objetivos. m) 01 (um) Representante do SENAR (Serviço de Ensino Agrícola e Rural). i) 01 (um) Representante da EMATER. tendo como Presidente o Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social: a) 01 (um) Presidente. III . g) 01 (um) Representante do Conselho Estadual de Educação. V .Universitária do Estado do Pará. a execeção do Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social que será membro nato. f) 01 (um) Representante de Sindicato Rural de Empregados. IV . serão nomeados pelo . l) 01 (um) Representante do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial).Ao Conselho Consultivo Técnico-Científico de Formação Profissional do Trabalhador. após avaliação com o grupo de trabalho técnico-pedagógico e demais associações e instituições articuladas. Art. b) 01 (um) Representante de Sindicato Patronal Urbano.apresentar relatório anual das ações educativas realizadas.assessorar o Secretário do Trabalho e Promoção Social na execução da Política de Educação Profissional do Trabalhador e na harmonização das atividades dos órgãos nela envolvidos. d) 01 (um) Representante da Comunid. h)01 (um) Representante da Secretaria de Estado de Indústria e Comércio.

10 . correrão à conta das dotações orçamentárias da Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social. 11 . coordenar as atividades relacionadas às pessoas deficientes.01 (um) Representante da Secretaria de Estado da Viação e Obras Públicas.01 (um) Representante da Prefeitura Municipal de Belém. 6°.As credenciais dos membros do Conselho serão expedidas pelo Secretário de Estado de Trabalho e Promoção Social.01 (um) Representante da Secretaria de Estado de Justiça. VI . compete: promover. IV . identificado o seu cargo como DAS-011-3. enquadra-se como categoria "B". 9°. II .O Presidente do Conselho terá voto de qualidade e de desempate nas questões colocadas em julgamento.O Conselho terá uma Secretaria Executiva que contará com apoio técnico e administrativo da Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social.741. dentre os quais o Governador designará seu Presidente: I .Para os efeitos do Decreto n° 2. Art. V . § 4°. Art. orientar. § 2° .O Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social. de 11 de março de 1983. criado pelo Decreto n° 2. sendo a titular da Secretaria Executiva indicada pelo Conselho e nomeada pelo Governador do Estado. § 3° . Art. Art.O Conselho Consultivo Técnico-Científico de Formação Profissional do Trabalhador adotará um regimento que regulará suas atividades. mediante indicação dos órgãos e entidades para o mandato não inferior a 01 (um) ano. de 12 de maio de 1982.As despesas decorrentes do funcionamento do Conselho. 7° .Os componentes do Conselho discriminados disporão de suplentes aptos a serem convocados no caso de vaga.Governador do Estado. o Conselho Consultivo Técnico-Científico de Formação Profissional do Trabalhador. III .O Conselho Estadual de Apoio às Pessoas Deficientes é constituído dos seguintes membros.233.Ao Conselho Estadual de Apoio às Pessoas Deficientes. SEÇÃO II DO CONSELHO ESTADUAL DE APOIO ÀS PESSOAS DEFICIENTES Art.01 (um) Representante da Casa Civil. Art.01 (um) Representante da Secretaria de Estado de Educação. . 8°.

programação orçamentária.Ao Gabinete.01 (um) Representante da Secretaria de Estado de Segurança Pública. Art.Contará o Secretário. X . Parágrafo Único . controlar e avaliar as atividades de planejamento. bem como executar serviços de relações públicas da Secretaria. física e financeira a serem desenvolvidas pelas áreas de trabalho social e habitação. 12 . compete assessorar ao Secretário de Estado no desempenho de suas atribuições e compromissos oficiais.01 (um) Representante da Fundação do Bem-Estar Social do Pará. com aprovação do Governador do Estado. SEÇÃO II DA ASSESSORIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO Art. jurídicos e de imprensa.01 (um) Representante da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.O Conselho deverá elaborar seu Regimento. que disporá sobre sua sistemática de funcionamento.01 (um) Representante da Associação Paraense das Pessoas Deficientes. IX .A Assessoria de Planejamento e Orçamento. 14 . subordinado diretamente ao Secretário de Estado.VII . XI . compete coordenar. CAPÍTULO II DO NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR SEÇÃO I DO GABINETE DO SECRETÁRIO Art.01 (um) Representante da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral. em seu Gabinete. com assessores para assuntos técnicos. XII . CAPÍTULO III DO NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR . VIII . subordinada diretamente ao Secretário de Estado. 13 .01 (um) Representante da Secretaria de Estado de Saúde Pública.

medicina e higiene do trabalho. subordinada diretamente ao Secretário de Estado. coordenar. compete programar.A Universidade do Trabalho.Ao Departamento de Emprego e Pequena Produção. relações de trabalho. salários. bem como. criada pela Lei n° 5. 18 . 17 . as ações referentes à geração de ocupação e renda no mercado. avaliar e executar as atividades relativas à articulação de mão-deobra formal e informal da economia com o mercado. em articulação com as Secretarias de Estado da Fazenda e Administração. visando o exercício pleno dos seus direitos de cidadania.SEÇÃO I DA DIRETORIA DO TRABALHO Art. 16 . subordinado diretamente à Diretoria do Trabalho. coordenar. bem como os serviços de suporte administrativo. materiais e financeiros. subordinada diretamente ao Secretário de Estado. CAPÍTULO IV DO NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA SEÇÃO I DO DEPARTAMENTO DE EMPREGO E PEQUENA PRODUÇÃO Art. executar e controlar ações que propiciem condições de organização e desenvolvimento da classe trabalhadora. SEÇÃO II DA UNIVERSIDADE DO TRABALHO Art. segurança. subordinada diretamente ao Secretário de Estado. promoção de ocupação e renda. coordenar. executar. SEÇÃO III DA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Art. . compete planejar. compete planejar.400. compete planejar. controlar e avaliar as atividades relacionadas à política de emprego. controlar e avaliar as atividades relativas a recursos humanos. 15.À Diretoria de Administração e Finanças.À Diretoria do Trabalho. coordenar. de 16 de outubro de 1987.

SEÇÃO V DO DEPARTAMENTO DE ENSINO E CAPACITAÇÃO Art. subordinado diretamente à Universidade do Trabalho. subordinado diretamente à Diretoria de Administração e Finanças. compete programar. subordinado diretamente à Diretoria do Trabalho. compete programar.Ao Departamento de Ensino e Capacitação. 21. viabilizar a participação de entidades representativas da classe trabalhadora e das organizações comunitárias nos estudos e pesquisas. SEÇÃO VI DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO Art. SEÇÃO IV DO DEPARTAMENTO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO Art. implantação e execução do programa seguro-desemprego no Estado. 22 . compete evidenciar as necessidades de preparação de mão-de-obra face as opções e alternativas de empregos. coordenar. coordenar.Ao Departamento de Relações do Trabalho. executar e controlar as ações relativas à organização sindical. bem como. compete programar. . executar e controlar as ações referentes à fiscalização de segurança. que propicie a formação profissional e política do trabalhador. bem como. 20 .Ao Departamento de Pesquisa e Documentação. que facilitem a negociação coletiva e as reivindicações do trabalhador.Ao Departamento de Ação Social do Trabalho. executar e controlar as atividades relativas às ações educativas à classe trabalhadora. cumprimento das leis trabalhistas e fornecimento de subsídios às entidades sindicais. SEÇÃO III DO DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES DO TRABALHO Art. 19 . compete programar. subordinado diretamente à Universidade do Trabalho.SEÇÃO II DO DEPARTAMENTO DE AÇÃO SOCIAL DO TRABALHO Art.Ao Departamento de Administração. higiene e medicina do trabalho. subordinado diretamente à Diretoria do Trabalho. coordenar. 23.

São atribuições do Secretário de Estado de Trabalho e Promoção Social. bem como. TÍTULO IV DAS RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES CAPÍTULO I DO NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR SEÇÃO I DO SECRETÁRIO DE ESTADO DE TRABALHO E PROMOÇÃO SOCIAL Art.assessorar ao Governador do Estado.exercer atividades político-institucional. transportes.coordenar. de 19 de junho de 1978 e no Art. bem como. SEÇÃO II DO SECRETÁRIO ADJUNTO . limpeza e segurança. coordenar e controlar as atividades referentes à execução. 24 da Lei n° 4. subordinado diretamente à Diretoria de Administração e Finanças. 25 . bem como. aos Secretários de Estado. comunicação. em assuntos pertinentes à pasta. 19 do Decreto n° 2. em estreita observância com as disposições legais. III . SEÇÃO VII DO DEPARTAMENTO DE FINANÇAS Art. proceder as medidas necessárias à prestação de contas da Secretaria.Ao Departamento de Finanças. a coordenação geral da Secretaria. bem como. executar e controlar as atividades relativas a recursos humanos e materiais. no âmbito da Secretaria. manutenção.780.promover uma administração geral da Secretaria. atividades de Desenvolvimento Organizacional. no Art.231. Promoção Social e Habitação do Estado. 24 . II . compete programar. IV . controle e avaliação orçamentária e financeira de aplicação de recursos da Secretaria. além dos previstos na Constituição Federal. de 12 de maio de 1982: I .formular e assegurar o cumprimento da Política do Trabalho. em articulação com os órgãos competentes.

subordinado diretamente ao Secretário de Estado. atribui-se as responsabilidades previstas no art. será objeto de ato do Secretário de Estado do órgão. de 12 de maio de 1982. OBS: Este Decreto possui organograma que não foi digitado _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 28 .19 do Decreto n° 2.969 DE 27 DE JUNHO DE 1990 . revogando as disposições em contrário.231. as atividades que lhe forem atribuídas pelo titular do órgão. de 12 de maio de 1982. atribui-se o gerenciamento das ações assistencialistas do Estado.Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na execução deste Regulamento.Aos demais ocupantes de chefia. serão dirimidas pelo Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social. 31 .Art. de caráter transitório ou permanente. observando o disposto no Art. de 12 de maio de 1982. bem como. 26 .Este Regulamento entrará em vigor. constitui a base estrutural da Secretaria. e outras que serão definidas no Regimento Interno da Secretaria. de 12 de maio de 1982. 29 . que baixarão os atos necessários. 27 do Decreto n° 2. Art. 28 do Decreto n° 2. por ato de delegação. além das responsabilidades previstas no Art.O Nível de Atuação Programática. CAPÍTULO II DOS DEMAIS OCUPANTES DE CHEFIA Art. na data de sua publicação.Ao Secretário Adjunto.231. Art. 19 do Decreto n° 2.O detalhamento da estrutura organizacional básica.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 6. podendo dele resultar o detalhamento em unidades administrativas de porte menor.231. estruturados de acordo com o Art.231. 27 . em articulação com a Secretaria de Estado de Administração. 30 . Art.

ainda. da Constituição do Estado. 56 da Lei n°5.351/86 e art. 135.Os servidores aposentados do Estado que tenham manifestado o direito de opção referido no art. 5° do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias terão sua aposentadoria revista. II . na forma do art. 26 do Decreto n° 4. CONSIDERANDO. D E C R E T A: Art. CONSIDERANDO o estatuído no § 4° do art. o disposto no art. 5° do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias no que se refere aos servidores aposentados na situação prescrita. observado o seguinte procedimento: I -O cargo de magistério que servirá de base à retificação da aposentadoria será o ocupado no momento imediatamente anterior ao enquadramento do servidor como Agente Administrativo ou no equivalente se já transformado. b) A jornada de trabalho a que estava o servidor vinculado no momento da aposentadoria. 33 da Constituição Política do Estado que assegura ao servidor público aposentado todos os benefícios concedidos aos ativos. enquadrados como Agente Administrativos. usando das atribuições que lhe são conferidas pelo art.FIXA PROCEDIMENTOS PARA A REVISÃO DE APOSENTADORIA DE SERVIDORES ESTADUAIS AMPARADOS PELO ART. o direito de opção de retificação ou ratificação de enquadramento. a necessidade de fixação de critérios gerais para o fiel cumprimento do consignado no art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. CONSIDERANDO. posteriormente. 1°. 5° do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias que assegura aos professores contratados pelo Estado e. 5° DO ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS. inclusive decorrentes de transformação ou reclassificação de cargos. e.714/87. V. .A revisão dos proventos deverá considerar: a) A alocação em referência correspondente ao tempo de serviço público de magistério estadual e/ou municipal.

27 de junho de 1990. item VII da Constituição Estadual.06.751.551 de 28. CONSIDERANDO a necessidade de descentralizar e interiorizar as atividades de informática educativa.07. desde que preenchidos os requisitos necessários para tal. 2°.120 DE 20 DE AGOSTO DE 1990 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO COMO UNIDADE ADMINISTRATIVA DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA SEDUC. 3° .88. se constitui numa atividade permanente da SEDUC. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE n° 26.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 7. e . Art.Os casos omissos porventura existentes neste Decreto serão resolvidos pelo Secretário de Estado de Administração. de 28. Art.351/86 d) Fixação do adicional por tempo de serviço pelo cômputo total do tempo de efetivo exercício do servidor.1990 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . instituído pelo Decreto n° 5. CONSIDERANDO que o Programa Centro de Informática e Educação do Pará.c) Concessão de gratificações e vantagens típicas do magistério. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. fixados na Lei n° 5. revogadas as disposições em contrário.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 4° . no uso das atribuições que lhe confere o artigo 135.Os efeitos financeiros decorrentes da aplicação deste Decreto correrão à conta das dotações próprias do Estado. Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.

no âmbito da Secretaria de Estado de Educação e demais órgãos da Administração Pública Estadual.Ao Departamento de Informática e Educação.analisar programas de computadores já desenvolvidos e destinados à educação. objetivando o aprimoramento do processo de ensino-aprendizagem. econômicos e culturais. VII .desenvolver. observando e respeitando as peculiaridades culturais do Estado. o intercâmbio dos resultados de estudos. sociais.avaliar computadores. Art. analisar. VIII . políticos. V . 2° . recomendando as alternativas de aplicação com vistas à modernização e à melhoria do ensino e do processo de aprendizagem. técnicos e discentes da rede pública estadual de educação. com a finalidade de planejar.contribuir para a formação de diretrizes e estratégias para o estabelecimento de uma Política Estadual de Informática Educativa. com vistas a assegurar a integração sistêmica. desenvolver e aplicar recursos da informática no sistema educacional público do Estado do Pará. IX .CONSIDERANDO que a SEDUC precisa incorporar essas atividades à sua estrutura organizacional. dirigidas aos docentes. . VI . compete: I . III . avaliando seus possíveis impactos pedagógicos. coordenar e executar a utilização da informática no processo de ensino-aprendizagem do sistema público de educação. implementar e divulgar programas de computador.incentivar a demanda de pesquisas em informática educativa nos diferentes segmentos da sociedade. II . o Departamento de Informática e Educação. 1° . que possam servir como auxiliares no processo de ensinoaprendizagem.Fica criado na estrutura organizacional da Secretaria de Estado de Educação.promover. a nível de atuação programática. com instituições afins. D E C R E T A: Art. pesquisas e demais experiências desenvolvidas no âmbito da informática educativa.Investigar. IV . subordinado à Diretoria de Ensino. inclusive com conteúdos resultantes de orientação multidisciplinares. produtos e demais inovações no campo da informática educativa.contribuir para a formação e especificação de recursos humanos em informática educativa. equipamentos correlatos. articulando-se com as unidades afins.desenvolver programações na área de informática educativa.

escolhido pelo titular da SEDUC e nomeado por Decreto do Governador do Estado.localizado em Belém. dos NIED's e dos LIED's.Para desenvolver as atividades de ensino e pesquisa sobre informática educativa. implantar e coordenar a instalação e a manutenção de laboratórios de informática nas escolas estaduais de Belém e do interior do Estado. 7° . o Departamento de Informática e Educação conta com os: I .Processamento de Dados do Estado do Pará assessorar a SEDUC na implantação dos NIED's e LIED's e desenvolver as atividades de manutenção preventiva e corretiva das instalações elétricas.avaliar.projetar. responsável pelo atendimento de docentes e discentes da rede pública estadual nos respectivos Municípios. 3° . Art.O Departamento de Informática e Educação é dirigido por um Diretor. 6° . 4° . através de pesquisas. 5° .localizado nos Municípios do Interior do Estado. .Núcleos de Informática e Educação (NIED's) . e III . os impactos causados pelo emprego da informática educativa no processo ensino-aprendizagem da rede pública de ensino. responsável pelo atendimento global no Estado de docentes e discentes da rede pública estadual.disseminar informações quanto ao conhecimento e às possibilidades de uso da informática e dos recursos computacionais a serviço da educação. que também coordena o CIED. como dos LIED's dos Municípios que não tenham NIED's. responsáveis pelo atendimento dos docentes e discentes das respectivas escolas. elaborar programas e projetos que sirvam de base para a captação de recursos destinados a incentivar e acelerar o desenvolvimento da informática educativa.promover estudos. tanto dos NIED's. Art. II .X . e XIII .Compete aos NIED's desenvolver o acompanhamento global das atividades de todos os NIED's dos seus respectivos Municípios. Art. Art.Compete ao CIED desenvolver o acompanhamento global das atividades. XI .Compete à PRODEPA . Art. em Belém e nos Municípios do Interior do Estado. XII . dos computadores e demais equipamentos de informática utilizados no trabalho do CIED.Laboratórios de Informática e Educação (LIED's) localizados nas escolas estaduais de 1° e 2° graus.Centro de Informática e Educação (CIED) . com experiência em informática educativa.

com experiência no assunto.A coordenação das atividades dos NIED's e dos LIED's é de responsabilidade dos diretores das escolas nos quais os núcleos e laboratórios estejam instalados. Art. de 21/08/1990. revogadas as disposições em contrário. 2 (dois) Coordenadores de Projetos Especiais e 3 (três) Coordenadores de Turnos do CIED.Art.O Departamento de Informática e Educação não apresenta unidades administrativas a ele subordinadas e conta com cargos comissionados e funções gratificadas constituído exclusivamente de: 1 (um) Diretor de Departamento. 1 (uma) Secretária de Departamento. técnicos e discentes da rede pública estadual. Art. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração THEREZINHA MORAES GUEIROS Secretária de Estado de Educação DOE n° 26.As despesas decorrentes da aplicação deste Decreto. 11 . em 3 (três) turnos diários. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. indicados pelo Diretor do Departamento e designados pelo titular da SEDUC.Os cargos e funções de que trata o caput deste artigo são exercidos por servidores. 20 de agosto de 1990. 8° .Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Parágrafo Único . 9° . diretamente subordinados ao Diretor do Departamento de Informática e Educação. observadas as orientações técnicas definidas pelo CIED. 12 . Art. 10 . Art. correm à conta das dotações orçamentárias do Estado. coordenados por servidores com experiência em informática educativa.789.O CIED atende docentes. .