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ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 099 DE 01 DE MARÇO DE 1991 MODIFICA A COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL DA SUPERINTENDÊNCIA DO SISTEMA PENAL DO ESTADO

, PREVISTA NO ANEXO I DO DECRETO N° 2.816, DE 13.06.86. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 135, inciso VII, da Constituição Estadual e o disposto no art. 72 da Lei n° 4.780, de 19 de julho de 1978. DECRETA: Art. 1° - Fica alterado, na forma do Anexo I deste decreto, o Regulamento da Superintendência do Sistema Penal do Estado. Art. 2° - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ, DE DE 1991. HÉLIO MOTA GUEIROS GOVERNADOR DO ESTADO JOSÉ NOGUEIRA DE SOUZA SOBRINHO SECRETÁRIO DE ESTADO DE ADMINISTRAÇÃO, EM EXERCÍCIO ARTHUR CLÁUDIO MELLO SECRETÁRIO DE ESTADO DE JUSTIÇA REGULAMENTO DA SUPERINTENDÊNCIA DO SISTEMA PENAL DO ESTADO - SUSIPE TÍTULO I DA FINALIDADE E FUNÇÕES BÁSICAS CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1° - A Superintendência do Sistema Penal do Estado do Pará - SUSIPE, criada pela Lei n° 4.713, de 26 de Maio de 1977, é um órgão de

XIII . TÍTULO II DA COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL . classificação e orientação quanto ao tratamento penitenciário e internação em estabelecimento adequado.Realizar outras atividades legais pertinentes.Realizar estudos com vistas ao estabelecimento da política penitenciária e sobre criminalidade em seus vários aspectos. 2° .Providenciar assistência à saúde do interno e à sua família.Planejar.Diagnosticar personalidade do interno. através da Divisão de Planejamento. XI .370. penas restritivas de direito e das medidas de segurança detentiva. V .SUSIPE: I . II . para fins de seleção. IX .São funções básicas da Superintendência do Sistema Penal do Estado .Propor formação. VIII . VI . especialização e o aperfeiçoamento do pessoal para desempenho de encargos da Superintendência.Prestar assistência social nos limites das possibilidades do estado. coordenar.Propiciar a reintegração social do egresso.Proporcionar assistência judiciária ao interno. III . VII .Promover a capacitação profissional do interno.Executar programas reeducacionais e laborterápicos dos internos.Encaminhar. XII . IV . executar e controlar as atividades de reeducação do delinqüente com vistas à sua ressocialização através de execução administrativa das penas privativas de liberdade. diretamente subordinada à Secretaria de Estado de Justiça SEJU. nos termos da Lei n° 4. à Coordenadoria de Planejamento do SEJU. tendo por finalidade o planejamento e a execução da política penitenciária do Estado. de 15 de Dezembro de 1971 CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES BÁSICAS Art. extensivamente às suas famílias. X .Propiciar o ensino e a aprendizagem.atuação especial. propostas quanto aos planos de aplicação dos recursos Econômicos Financeiros e efetuar sua execução. aos integrantes da população carcerária. inclusive profissionalizante ao interno.

TÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES ADMINISTRATIVAS CAPÍTULO I NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR SEÇÃO ÚNICA DA SECRETARIA DE GABINETE .Art.NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL a) Penitenciária Agrícola de Santarém b) Penitenciária Agrícola de Marabá PARÁGRAFO ÚNICO .NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR a) Secretaria de Gabinete III . 3° .NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR a) Superintendente b) Superintendente Adjunto II .Para cumprimento de sua finalidade a Superintendência do Sistema Penal do Estado do Pará contará com a seguinte composição organizacional básica: I .NÍVEL DE ATUAÇÃO OPERACIONAL a) Divisão de Administração b) Divisão de Finanças c) Divisão de Planejamento d) Divisão de produção e) Divisão de Comercialização f) Divisão de Informática g) Divisão de Obras e Manutenção h) Divisão de Assistência e Controle Legal i) Divisão de Saúde j) Divisão de Desenvolvimento Social V .NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA a) Presídio "São José" b) Penitenciária "Governador Fernando Guilhon" c) Colônia Agrícola Penal "Heleno Fragoso" d) Casa do Albergado e) Estabelecimento Carcerário Feminino IV .A representação gráfica desta estrutura organizacional básica está demonstrada no organograma anexo.

destina-se ao cumprimento de penas privativas da liberdade. 7° .Ao Presídio "São José".À Secretaria de Gabinete compete elaborar expediente geral. destina-se à custódia dos presos em caráter provisório.A Casa do Albergado. órgão diretamente subordinado ao Superintendente. órgão diretamente subordinado ao Superintendente. SEÇÃO V DO ESTABELECIMENTO CARCERÁRIO FEMININO . 8° . encarregar-se da agenda diária e apoiar o Superintendente em seus contatos internos e externos bem como controlar entrada e saída de documentos de interesse da Superintendência. 5° .A Penitenciária "Governador Fernando Guilhon". destina-se ao cumprimento de penas privativas de liberdade. em regime semi-aberto.Art. SEÇÃO II DA PENITENCIÁRIA "GOVERNADOR FERNANDO GUILHON" Art. órgão diretamente subordinado ao Superintendente. 6° . SEÇÃO IV DA CASA DO ALBERGADO Art. 4° . em regime fechado.A Colônia Agrícola "Heleno Fragoso". em regime aberto e de limitação de fins de semana. SEÇÃO III DA COLÔNIA AGRÍCOLA PENAL "HELENO FRAGOSO" Art. órgão diretamente subordinado ao Superintendente. CAPÍTULO II NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA SEÇÃO I DO PRESÍDIO "SÃO JOSÉ" Art. em regime fechado. destina-se aos condenados às penas privativas da liberdade.

O Estabelecimento Carcerário Feminino. material. 9° . destina-se ao recolhimento de mulheres infratoras. orçamento e modernização administrativa. diretamente subordinada ao Superintendente. objetivando o aproveitamento e o aperfeiçoamento da mão-de-obra carcerária. compete a execução das atividades da administração financeira. 10 . SEÇÃO II DA DIVISÃO DE FINANÇAS Art.À Divisão de Administração. SEÇÃO V DA DIVISÃO DE COMERCIALIZAÇÃO . diretamente subordinada ao Superintendente. relativas a pessoal. patrimônio e serviços gerais.À Divisão de Produção. CAPÍTULO III NÍVEL DE ATUAÇÃO OPERACIONAL SEÇÃO I DA DIVISÃO DE ADMINISTRAÇÃO Art. compete executar as atividades da administração geral da Superintendência. diretamente subordinada ao Superintendente. coordenar. diretamente subordinada ao Superintendente. contabilidade e auditoria. 13 . planejar e supervisionar as atividades relativas a planejamento.À Divisão de Planejamento. 12 .À Divisão de Finanças. 11 . SEÇÃO IV DA DIVISÃO DE PRODUÇÃO Art. junto aos estabelecimentos prisionais atividades economicamente produtivas. compete promover.Art. órgão diretamente subordinado ao Superintendente. compete coordenar. na condição de presas provisórias ou condenadas nos diversos regimes penais. planejar e controlar os planos concernentes a laborterapia e promover também. SEÇÃO III DA DIVISÃO DE PLANEJAMENTO Art.

À Divisão de Obras e Manutenção. médicos.À Divisão de Saúde. SEÇÃO IX DA DIVISÃO DE SAÚDE Art. diretamente subordinada ao Superintendente. 16 .Art. SEÇÃO VI DA DIVISÃO DE INFORMÁTICA Art. 14 . SEÇÃO VII DA DIVISÃO DE OBRAS E MANUTENÇÃO Art. 17 . diretamente subordinada ao Superintendente. bem como cadastrar a população carcerária do estado em prontuários e registros que expressam a situação e ocorrências relativas a cada interno. supervisionar e executar a política de vendas. para atos de direito. diretamente subordinada ao Superintendente. físico e mental do .À Divisão de Comercialização. bem assim os concernentes a assuntos administrativos e financeiros do órgão. inclusive estabelecimentos prisionais componentes do organograma do Sistema Penal. submetendo os respectivos planos à aprovação do Superintendente. sociais. compete promover o atendimento médico. controlar. psicólogos.À Divisão de Informática. diretamente subordinada ao Superintendente. SEÇÃO VIII DA DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA E CONTROLE LEGAL Art. diretamente subordinada ao Superintendente. compete fazer análise de programas referentes a dados sobre os aspectos jurídicos. planejar. compete elaborar e acompanhar projetos de construção ou manutenção de obras civis em todas as unidades administrativas. compete efetuar o controle da situação legal dos internos e providenciar a assistência judiciária aos mesmos. coordenar.À Divisão de Assistência e Controle Legal. 15 . compete promover. 18 . encetando a comercialização do excedente da produção. comportamentais e outros que caracterizam a população carcerária.

SEÇÃO II DA PENITENCIÁRIA AGRÍCOLA DE MARABÁ Art. incube proporcionar ao interno meios de formação humana. SEÇÃO X DA DIVISÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Art. CAPÍTULO IV NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL SEÇÃO I DA PENITENCIÁRIA AGRÍCOLA DE SANTARÉM Art.À Divisão de Desenvolvimento Social. bem como prestar assistência odontológica aos internos e diagnosticar a personalidade dos mesmos. e aos condenados às penas privativas de liberdade. bem como prestar assistência social à sua família e ao egresso. para fins de seleção e terapêutica. destina-se aos presos em caráter provisório. TÍTULO IV DAS RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES FUNDAMENTAIS DOS DIRIGENTES CAPÍTULO I NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR SEÇÃO ÚNICA DO SUPERINTENDENTE DO SISTEMA PENAL . cultura e profissional. 21 . 19 . em estabelecimento peculiar ou em setores das unidades da rede penitenciária. destina-se aos presos em caráter provisório.A Penitenciária Agrícola de Marabá. em regime fechado e semiaberto. 20 .A Penitenciária Agrícola de Santarém órgão diretamente subordinado ao Superintendente. órgão diretamente subordinado ao Superintendente. diretamente subordinada ao Superintendente. e aos condenados às penas privativas de liberdade.interno. em regime fechado e semiaberto.

24 . V . 23 . até a implementação da estrutura preconizada neste Decreto. 26 . bem como planos de aplicação do Fundo Penitenciário. no exercício de suas atribuições.aprovar critérios e medidas de avaliação do processo de recuperação dos Internos pela verificação do grau de responsabilização dos mesmos.Art.Compete ao Superintendente da SUSIPE. programas e projetos da área de ação da Superintendência. Art.A Superintendência do Sistema Penal será dirigida por um Superintendente que contará. . de um para outro estabelecimento. II .fixar níveis de gratificação aos Internos. e outras a serem definidas no Regimento Interno do órgão. em segunda instância administrativa. que definirá o detalhamento das competências dos órgãos que a integram ou venham a integrá-la. IV . podendo delegar esses poderes ao Superintendente do Sistema Penal. sobre a transferência de Internos.decidir. Art. VI .A estrutura estabelecida neste Decreto poderá ser desdobrada em sessões e setores.Aos demais ocupantes de Chefia atribuem-se as responsabilidades fundamentais contidas no artigo 19 do Decreto n° 2231 de 12 de maio de 1982. com um corpo de assessoramento nas áreas jurídicas e de segurança penitenciária. bem assim as atribuições dos seus titulares ou ocupantes.Continuarão a ser observadas as vigentes normas jurídico administrativas concernentes ao funcionamento da Superintendência.superintender as atividades dos órgãos. 22 .autorizar despesas e pagamentos de montagens.submeter ao Secretário de Estado de Justiça planos. 25 . além de outras atribuições que lhe sejam conferidas por Lei ou que forem inerentes ao seu cargo: I . III .defender e representar a Superintendência. por ato do Secretário de Estado de Justiça. VII . CAPÍTULO II DOS DEMAIS OCUPANTES DE CHEFIA Art. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art.

Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 104 DE 07 DE MARÇO DE 1991 CRIA A UNIDADE ADMINISTRATIVA ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. 27 . pelo Governador do Estado.PARÁGRAFO ÚNICO . DA SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA. ser autorizada abertura de créditos suplementares. de 26 de abril de 1901. 28 . DESMEMBRANDO-O DO DEPARTAMENTO DE CULTURA. Art. que deu QUE DEVERÁ SER FEITO .O quadro de pessoal necessário ao provimento dos cargos e funções decorrentes da estrutura estabelecida neste diploma legal será o que for fixado em lei. Considerando que o Arquivo Público foi organizado em anexo à Biblioteca Pública. a ser expedido pelo Secretário de estado de Justiça.O funcionamento e o inter-relacionamento dos órgãos da Superintendência do Sistema Penal será objeto de regimento Interno. OBS: POSSUI ORGANOGRAMA DIRETAMENTE NO FÓLIO.921. DEFININDO COMPETÊNCIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.Ato do Superintendente fará a redistribuição do pessoal e do material necessário ao funcionamento da nova estrutura. de 17 de junho de 1983. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 135. por força dos artigos 10 e 14 do Decreto n° 996. de 31 de maio de 1894. para esse fim. então integrante da Secretaria de Estado de Justiça. Art. Considerando que os arquivos da Secretaria do Governo foram anexados à Biblioteca Pública do Estado em cumprimento ao artigo 1° da Lei Estadual n° 164. PARÁGRAFO ÚNICO . de 05/03/1991. podendo.Até a expedição do referido Regimento será obedecido o estabelecido pela Portaria n° 0007. usando das atribuições que lhe confere o art. inciso VII da Constituição do Estado e. DOE N° 26. 29 .As despesas decorrentes da implantação da nova estrutura serão custeada pelos recursos orçamentários próprios da Superintendência do Sistema Penal.

dar competência orgânica e hierárquica. 1° . seminários.nova organização aos serviços administrativos através da criação de três Secretarias de Estado. transformar ou transferir Órgãos e unidades administrativas. Direta e Indireta. intercâmbio com entidades congêneres nacionais. estrangeiras e internacionais.Fornecer subsídios à administração pública. Considerando a competência delegada ao Poder Executivo. Art. tem autonomia administrativa e financeira. bem como reestruturar órgãos da área cultural e artística. V . 3° . para. Desportos e Turismo. dentro de critérios técnicos e culturais previamente estabelecidos. indireta e funcional do Estado do Pará. IV .Promover. como unidade administrativa. Art. regulamentar.Compete ao Arquivo Público do Estado do Pará: I .397. no tocante a assuntos relativos à guarda e conservação de papéis e documentos integrantes do arquivo dos Órgãos da administração pública direta. que criou a Secretaria de Estado da Cultura. conservação e restauro dos papéis e documentos considerados de interesse do Arquivo Público.Propor ao Secretário de Estado a política do Estado. como instituição científica. que integram o Orçamento Geral da Secretaria de Estado de Cultura. defesa. fica subordinado a Secretaria de Estado da Cultura. Considerando que a Biblioteca e o Arquivo Público passaram a integrar o Departamento de Cultura.O Arquivo Público do Estado do Pará. 2° . gerindo suas receitas. de 13 de outubro de 1987. em tudo que se relacionar com sua área de atuação. observadas as determinações legais. encaminhando-a às unidades técnicas competentes. inclusive publicações de artigos e revistas.O Arquivo Público do Estado do Pará. II . VI . classificação. III .Recolher toda a documentação que lhe foi destinada por legislação vigente.589. consoante no disposto no § 1° do artigo 10. .Conceder e executar os planos e programas de sua competência. estudos. da Secretaria de Estado de Cultura. congressos e eventos culturais de qualquer natureza. objetivando o aprimoramento e desenvolvimento de suas atividades. da Lei Estadual n° 4. de 18 de novembro de 1975. através da Lei Estadual n° 5. por via do Decreto.Coordenar e supervisionar o inventário. DECRETA: Art.

D E C R ET A: . PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. usando das atribuições que lhes são conferidas por lei e.O Arquivo Público do Estado do Pará será dirigido por pessoa indicada pelo Governador do Estado.91. 5°...651. de 21 de janeiro de 1991. publicada no Diário Oficial n° .. O GOVERNADOR do Estado do Pará. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração JOÃO DE JESUS PAES LOUREIRO Secretário de Estado da Cultura DOE n° 26. 07 de Março de 1991... Art. e a escolha recairá necessariamente em profissionais de nível superior com habilitação na área de arquivologia.O organograma e o quadro de pessoal do Arquivo Público do Estado do Pará. 6°. CONSIDERANDO que dispõe a lei n° 5. serão fixados no seu Regimento Interno que deverá ser aprovado por Decreto. de 21. de 08/03/1991 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 4° .Compete ao Diretor do Arquivo Público do Estado do Pará assessorar o Secretário de Estado da Cultura em sua área de competência e dirigir a unidade administrativa.. pelo Secretário de Estado da Cultura. Parágrafo Único .Art.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 115 DE 11 DE MARÇO DE 1991 FIXA O SOLDO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO PARÁ E CORPO DE BOMBEIROS MILITAR.01. revogadas as disposições em contrário.924. Art.

Fica criada a Comissão Especial de Implantação da Universidade do Estado do Pará (UEP).Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. será equiparado ao do mesmo posto das Forças Armadas. observando-se para os demais postos e graduações a aplicação da Tabela de Escalonamento Vertical. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. Manuel Viegas Campbell Moutinho. . da Constituição do Estado do Pará. 2° . inciso V. sob a presidência do Secretário de Estado de Educação. 1° . Romero Ximenes Pontes e Nagib Coelho Matni.218. HÉLIO MOTA GUEIROS Governador do Estado MARIA DE NAZARÉ DE KÓS MIRANDA MARQUES Secretária de Estado de Administração DOE n° 26.Compete à Comissão Especial de Implantação elaborar todos os atos e procedimentos indispensáveis ao funcionamento da Universidade do Estado do Pará (UEP). Art. 2° . de 12/03/1991 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 149 DE 18 DE MARÇO DE 1991 O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 135.440. constituída dos senhores Nelson de Figueiredo Ribeiro. constante do anexo do Decreto Estadual n° 4. 70 (Cento e cinco mil. 11 de março de 1991.ART. revogadas as disposições em contrário. ART.O SOLDO do Coronel da Polícia Militar do Estado e do Corpo de Bombeiros Militar. 1° . de 25de agosto de 1986. D E C R E T A: Art. correspondendo nesta data ao valor de CR$ 105. nos termos das diretrizes constitucionais e legais. duzentos e dezoito cruzeiros e setenta centavos).296.

DE 11 DE DEZEMBRO DE 1987. transcrito pelo artigo 77. 4° .753.931. de 19/03/1991 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .A Comissão Especial de Implantação. de 02 de abril de 1985 e na forma do presente Decreto. da Lei Estadual n° 5. em 18 de março de 1991.416. 135.Compete ao Chefe da Casa Civil da Governadoria do Estado. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Decreto n° 3. de 11 de dezembro de 1987 D E C R E T A: Art. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. § 2° . 1° . Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 286 DE 07 DE AGOSTO DE 1991 REGULAMENTA O ARTIGO 77 DA LEI ESTADUAL N° 5. e CONSIDERANDO o disposto no artigo 80 do Decreto-Lei Federal n° 2. de 21 de novembro de 1986.300. proceder à pré- . inciso V.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.Os serviços da Comissão Especial de Implantação serão gratuitos e considerados relevantes.§ 1° . PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.416. solicitará a contribuição de todos os segmentos interessados. da Constituição do Estado do Pará. no uso de suas atribuições legais e nos termos do que dispõe o art. JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado GILENO MULLER CHAVES Secretário de Estado de Administração DOE N° 26.A Comissão Especial de Implantação terá o prazo de 90 (noventa) dias para apresentar a conclusão de seus trabalhos a fim de que sejam submetidos à apreciação dos órgãos competentes. no desempenho de suas atribuições. Art. 3° . revogadas as disposições em contrário.

Poderá participar da pré-qualificação regulamentada neste Decreto. Art. Art. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. produção. em 07 de agosto de 1991. 5° . 6° . na íntegra.A habilitação decorrente do processo de pré-qualificação não constitui nenhuma promessa de contrato.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 353 DE 01 DE OUTUBRO DE 1991 . mas tão somente uma expectativa de Direito para prestação dos serviços objeto da mesma. não podendo. Art. Art. criação. JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado GILENO MULLER CHAVES Secretário de Estado de Administração DOE n° 27. de 08/08/1991.qualificação de agências de propaganda e publicidade para a prestação de serviço aos órgãos da Administração Pública Estadual. revogadas as disposições em contrário. durante três dias consecutivos. 2° . a critério da Administração. do ponto de vista jurídico e técnico.O edital de pré-qualificação será publicado. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. à prestação dos serviços previstos no artigo anterior compreendendo o planejamento. 4° . no Diário Oficial do Estado. veículação e controle das campanhas promocionais e publicitárias de interesse dos órgãos da Administração do Estado em geral. 7° . Art. após a publicação dos resultados. prestarem os referidos serviços as agências que tenham sido julgadas inabilitadas ou não tenham participação da pré-qualificação. qualquer agência de propaganda legalmente estabelecida desde que obedecidas as normas prescritas no respectivo edital.416. Art. 3° .O edital fixará os critérios específicos da préqualificação e as demais exigências previstas no artigo 23 da Lei n° 5.029.A pré-qualificação visa selecionar as empresas consideradas aptas. com prazo de quinze dias para a entrega da documentação a contar da primeira publicação. de 11 de dezembro de 1987.

revogadas as disposições em contrário. de 1°/10/1991.Fixa o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará . de 13. usando das atribuições que lhe confere o art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 77 da Lei n° 5. . 3° .Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 135.00 (TRÊS MIL E VINTE E QUATRO CRUZEIROS). DE 25 DE OUTUBRO DE 1991. DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 410.066. XXV. 2° . D E C R E T A: Art. em de outubro de 1991. JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado GILENO MULLER CHAVES Secretário de Estado de Administração ROBERTO DA COSTA FERREIRA Secretário de Estado da Fazenda DOE n° 27.Para fins de cobrança dos Serviços Públicos explicitados em Unidade Fiscal do Estado do Pará . Art.01. para vigorar no 4° Trimestre de 1991. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. para vigorar no 4° Trimestre de 1991.Fica fixado em CR$ 5. no valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará UFEPA.530.UFEPA.024. 1° . da Constituição do Estado do Pará e na conformidade do § 2° do art.040.UFEPA.91. PARA FINS DE DESAPROPRIAÇÃO O IMÓVEL QUE MENCIONA NA CIDADE DE BELÉM.00 (CINCO MIL E QUARENTA CRUZEIROS). o valor será de CR$ 3. MUNICÍPIO DO MESMO NOME E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Art.

que é dever do Poder Público Estadual formular política urbana que vise solucionar. e legislação subsequente. e nos termos do artigo 5º do Decreto-Lei Federal nº 3. da Constituição do estado do Pará. no uso das atribuições que lhe confere o artigo 135. incios III. nos termos do que preceitua o art.Fica declarada de utilidade pública. em face a medidas que imponham a desocupação de áreas invadidas. DECRETA: Art. impõe uma política estatal voltada ao atendimento das camadas populacionais mais carentes.984. com reação dos moradores de tais áreas.41 e legislação subseqüente. na medida do possível.365. inciso V. e CONSIDERANDO que o problema social. 2º . CONSIDERANDO que se torna indispensável promover projetos de habitação e urbanização em tais áreas. de 21 de junho de 1941. 236. perímetro de 1. CONSIDERANDO a iminência de grave pertubação na ordem pública. Art. compeliu os habitantes de baixa renda a invadir áreas urbanas periféricas.06. de 21. da Constituição do Estado do Pará. resultante do fluxo migratório dos diversos Estados da Federação e dos demais Municípios do Estado. com área de 11. CONSIDERANDO.81m.O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. com reflexos na segurança pública e na integridade das pessoas. existente no País. à Leste com a estrada da Piçarreira e à Oeste com a 6ª Rua do tapanã. CONSIDERANDO que a tensão social no campo habitacional tem se exacerbado e que o desordenado crescimento da população das grandes cidades. confinando ao norte com o Conjunto Cordeiro de Farias. para fins de desapropriação a área denominada “JARDIM BELA VISTA”.365. Município de Belém.A desapropriação a que se refere o artigo anterior será feita em caráter de urgência. ao Sul com quem de direito. a questão de moradia dos economicamente menos favorecidos. finalmente. 1º .6398 Ha. 15 do Decreto-Lei Federal nº 3. nos termos do art. tudo de acordo com a Planta e memorial Descritivo previamente elaborados pela Companhia de Habitação do estado do Pará – COHAB/PA. . de profunda gravidade.

Art. mediante auxílio de outros órgãos e comissionárias de serviços públicos. se destina. a qualquer título. 8º Revogadas as disposições em contrário. 6º . compete a execução dos serviços de cadastramento. dentro do Estado ou fora dele. 1º deste Decreto.O programa de assentamento e distribuição de lotes urbanizados na área de invasão ora descrita e caracterizada. 5º .087. DE 31/10/1991. JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado GILENO MÜLLER CHAVES Secretário de Estado de Administração DOE Nº 27. serão realizadas pela Companhia de habitação do estado do Pará – COHAB/PA. a competência para promover as medidas indispensáveis ou complementares à implantação de infra-estrutura urbana. 7º . ou que não possuem moradia financiada ou não. este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. exclusivamente.UFEPA. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . controle e titulação dos lotes urbanizados. levantamento topográfico e outros serviços correlatos. . Art. Art. Art.Para os fins de que trata este Decreto à Companhia de Habitação do Estado do Pará – COHAB/PA. 4º .Fica a Procuradoria Geral do Estado encarregada de promover as medidas necessárias à consecução do ato expropriatório. previsto no art. às pessoas que não possuem. outro lote urbano ou rural. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. visando a adequada e correta utilização pelos atuais ocupantes da área expropriada. distribuição.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 574 DE 26 DE DEZEMBRO DE 1991 Fixa o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará .Art.É outorgada à Companhia de Habitação do Estado do Pará – COHAB/PA. 3º .A discriminação e avaliação da área objeto do presente Decreto. para vigorar no 4° Trimestre de 1992. em 25 de outubro de 1991. Art.

Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. em 26 de outubro de 1991. no valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará .00 (SETE MIL E QUINHENTOS CRUZEIROS). PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. 135.91.00 (DEZ MIL. Art. 3° .110. 1° . usando das atribuições que lhe confere o art. JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado GILENO MULLER CHAVES Secretário de Estado de Administração ROBERTO DA COSTA FERREIRA Secretário de Estado da Fazenda DOE n° 27. revogadas as disposições em contrário.UFEPA. . CENTO E DEZ CRUZEIROS). D E C R E T A: Art. 2° . de 13. para vigorar no 4° Trimestre de 1992.500.01.O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.126. de 27/12/1991. V.Fica fixado em CR$ 10.Para fins de cobrança dos Serviços Públicos explicitados em Unidade Fiscal do Estado do Pará . Art. 77 da Lei n° 5. da Constituição do Estado do Pará e na conformidade do § 2° do art.530. o valor será de CR$ 7.UFEPA.