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_______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA – ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 2.245, DE 07 DE JANEIRO DE 1994.

Concede isenção do ICMS incidente nas prestações de serviços de transporte coletivo de passageiros na Região Metropolitana de Belém. O Governador do Estado do Pará, usando das atribuições que lhe confere o inciso V do art. 135, da Constituição do Estado do Pará, e Considerando o disposto no Convênio ICMS 38/89, de 24 de abril de 1989, Considerando que Ananindeua, Benevides e Santa Bárbara são municípios que, dada a sua proximidade em relação à capital paraense, integram, de fato a Região Metropolitana de Belém, e Considerando a necessidade de se adotar medida capaz de equacionar as diferenças de preços das passagens de ônibus entre Belém e os municípios antes nominados, com o objetivo de desonerar o grande contingente populacional que faz uso das respectivas linhas de transporte coletivo de passageiros, DECRETA: Art. 1º Ficam isentas do ICMS as prestações de serviços de transporte coletivo de passageiros realizados entre os municípios de Belém, Ananindeua, Benevides e Santa Bárbara. Art. 2º O preço das passagens serão imediatamente reduzidos no mesmo valor correspondente ao imposto dispensado, sendo também considerado quando da fixação dos novos preços das passagens. Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Palácio do Governo do Estado do Pará, em 07 de janeiro de 1994. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda

Publicado no D.O.E. PA de 11/01/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 2.258, DE 19 DE JANIRO DE 1994. Dispõe sobre a transformação e criação da Agência e Postos Fiscais da Fazenda Estadual nos Municípios de Marabá e Breu Branco. O Governador do Estado do Pará, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 135, V e VII da Constituição Estadual, DECRETA: Art. 1º Fica transformado o Posto Fiscal da Fazenda Estadual de Morada Nova em Agência da Fazenda Estadual de Morada Nova, sob jurisdição da 3ª Região Fiscal com sede no município de Marabá, delimitada pela PA-150 desde a Ponte sobre o Rio Tocantins (São Felix) até o limite do município de Jacundá e de Morada Nova (km 12) até o limite de Bom Jesus do Tocantins. Art. 2º Ficam criados os Postos Fiscais da Fazenda Estadual do km 6 da Rodovia PA-150, de Breu Branco e de Carne de Sol do km 80 da Rodovia PA 222, sob jurisdição da 3ª Região Fiscal com sede em Marabá-PA. Art. 3º Fica autorizado o Secretário de Estado da Fazenda a praticar todos os atos necessários à implantação das unidades ora criadas. Art. 4º O presente Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio do Governo do Estado do Pará, em 19 de janeiro de 1994. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado do Pará Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.O.E. PA de 20/01/94. _______________________________________________________________

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 2.259, DE 19 DE JANEIRO DE 1994. Dispõe sobre a criação da Agência da Fazenda Estadual do Município de Belém. O Governador do Estado do Pará, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 135, V e VII da Constituição Estadual, DECRETA: Art. 1º Fica criada a Agência da Fazenda Estadual Metropolitana, sob jurisdição da 1ª Região Fiscal com sede no município de Belém, localizada na área metropolitana de Belém - PA. Art. 2º Fica autorizado o Secretário de Estado da Fazenda a praticar todos os atos necessários à implantação das unidades ora criadas. Art. 3º O presente Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio do Governo do Estado do Pará, em 19 de janeiro de 1994. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado do Pará Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.O.E. PA de 19/01/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2.277, DE 28 DE JANEIRO DE 1994. Prorroga o prazo estabelecido no art. 5º do Decreto n.º 320, de 24 de setembro de 1991. O Governador do Estado do Pará, usando das atribuições que lhe confere o item V, do art. 135, da Constituição do Estado do Pará, DECRETA:

Art. 1º O prazo de vigência estabelecido no art. 5º, do Decreto n.º 320, de 24 de setembro de 1991, fica prorrogado para 31 de dezembro de 1994. Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado, produzindo efeitos a partir de 1º de março de 1994. Palácio do Governo do Estado do Pará, em 28 de janeiro de 1994. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.O.E. PA de 01/02/94 . _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 2.278, DE 28 DE JANEIRO DE 1994. Isenta do ICMS as operações de saídas internas, interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos classificados no código 0709.60.0000 e na posição 0904, da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias Sistema Harmonizado, na forma que especifica. O Governador do Estado do Pará, usando das atribuições que lhe confere o item V, do art. 135, da Constituição do Estado do Pará, Considerando o art. 12 da Lei n.º 5.780, de 15 de dezembro de 1993, e Considerando a debilidade do segmento da pipericultura no Estado do Pará e a necessidade do soerguimento do setor, pela representatividade já alcançada na economia paraense, no que tange aos volumes exportados e ao emprego de mão-de-obra, DECRETA: Art. 1º Ficam isentas do ICMS até 31/12/94, as operações de saídas internas, interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos a

Pimenta do gênero Piper. DECRETA: Art.º 5.780. e Considerando a necessidade de estimular o setor agro-industrial do Estado. 1º Ficam isentas do ICMS até 31/12/94. PA de 01/02/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . classificados na posição 2009. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.º 2.1. objetivando a geração de empregos e de divisas. da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . Palácio do Governo do Estado do Pará. O Governador do Estado do Pará.seguir indicados. II . pimentes e pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta".Pimentões e Pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta". 135. frescos ou refrigerados.279.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.O. do art.posição 0904 .Sistema Harmonizado.60. na forma que especifica. usando das atribuições que lhe confere o item V. secos ou triturados ou em pó. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Isenta do ICMS as operações de saídas internas. Considerando o art. classificados de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . em 28 de janeiro de 1994.Sistema Harmonizado: I .0000 . as operações de saídas internas.E. Art. DE 28 DE JANEIRO DE 1994.código 0709. da Constituição do Estado do Pará. de 15 de dezembro de 1993. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos sucos de laranja. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos . 12 da Lei n.

DE 25 DE FEVEREIRO DE 1994. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. O Governador do Estado do Pará.150% (cento e cinqüenta por cento). do art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. 2º do Decreto n.º 1.º 1. classificados na posição 2009. em 25 de fevereiro de 1994.E. Palácio do Governo do Estado do Pará. com a seguinte redação: "XI . usando das atribuições que lhe confere o item V. Art. quando se tratar de farinha de trigo em qualquer embalagem.1. Altera dispositivos do Decreto n. da Constituição do Estado do Pará. em 28 de janeiro de 1994.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2. . 2 ou 6 kg. 1º Fica acrescentado o inciso XI ao art. 2º Passa a vigorar com a seguinte redação a alínea "n" do item 1 do parágrafo único do art. Palácio do Governo do Estado do Pará. de 10 de novembro de 1992. da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . 1º do Decreto n. e farinha aditivada ou pré-mescla. quer em embalagem doméstica de 1.194/92: "n . PA de 01/02/94. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.farinha aditivada ou pré-mescla".194. Art.194.O. em qualquer embalagem".sucos de laranja. quer em embalagem industrial de 50 kg. de 10 de novembro de 1992.Sistema Harmonizado. DECRETA: Art.341. 135. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .º 1. Art.

DECRETA: Art.E.O. torrado.0000.código 1801.código 1802. PA de 28/02/94.780. até 31/12/94.0100 .Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.00.00.0200 . películas e outros desperdícios de cacau. Considerando o disposto no art.342.00. em bruto. da Constituição do Estado do Pará.00. 12 da Lei n. do art. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos a seguir indicados.Cacau inteiro ou partido. . O Governador do Estado do Pará. as operações de saídas internas.0000 . Isenta do ICMS as operações de saídas internas. da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias Sistema Harmonizado.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. DE 25 DE FEVEREIRO DE 1994. II . 135.º 5.ICMS.código 1801.Cascas. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos classificados nos códigos 1801. na forma que especifica. classificados de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .Cacau inteiro ou partido. III . dada a sua relevância na economia paraense. usando das atribuições que lhe confere o item V. de 15 de dezembro de 1993.0100 a 1806.Sistema Harmonizado: I . 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . Republicado em 17/03/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . e Considerando a necessidade de fomentar o setor cacaueiro.00.º 2.

º 2.0000 .00. V .365.Pasta de cacau.0000 . em flocos ou em blocos.20.Qualquer outro.Total ou parcialmente desengordurada.código 1803. em pasta. XIV . em 25 de fevereiro de 1994. XII .Outras preparações em blocos com peso superior a 2 kg.20. XV . . Palácio do Governo do Estado do Pará.20. XIII . sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes.código 1803. X .20. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. em flocos ou em blocos.código 1806.Chocolate e outras preparações alimentícias que contenham cacau.código 1805.0000 .0100 .IV .10.código 1803.código 1803.código 1803.Cacau em pó. IX .0000 .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.10.código 1806.20.não desengordurada.9900 .20.10.Outra.0103 .Em pasta e XVI .Pasta de cacau refinada ("liquor de cacau").Pasta de cacau refinada ("liquor de cacau").00.código 1804.0000 .código 1803. mesmo desengordurada. VII .E.0000 . Art.Outra. em pó. XI . PA de 01/03/94.código 1803.9900 .0000 . _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg.código 1806. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. VIII .O.código 1806. gordura e óleo de cacau. grânulos ou formas semelhantes. VI .00.Manteiga. DE 11 DE MARÇO DE 1994.0199 .00.0100 . ou no estado líquido.

O contribuinte que optar pela sistemática prevista no art.0300 da Nomenclatura Brasileira de Mercadoria . II .780. segmento de grande representatividade na economia paraense. dia 31 de outubro de 1994. III .da 2ª parcela. nas exportações para o exterior.da 3ª parcela. poderão ser pagos. 12 da Lei n. o qual é responsável pelo ganho de divisas para este Estado. do art. Considerando o disposto no art. da Constituição do Estado do Pará. Os créditos tributários decorrentes das operações de que trata o caput deste artigo.20. sem juros e sem multas. . Art. 1º A base de cálculo do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . de 15 de dezembro de 1993. fica reduzidas de forma que a carga tributária resulte no percentual de 0.Sistema Harmonizado . 135. usando das atribuições que lhe confere o item V. e dá outras providências. sobre o preço FOB constante da Guia de Exportação. O Governador do Estado do Pará. e Considerando a necessidade de estimular o setor extrativista de castanha-do-pará. Parágrafo único. constituídos ou não. 3º A opção referida no artigo anterior importa em desistência. 2º A sistemática de tributação prevista no artigo anterior será praticada exclusivamente por opção do contribuinte. mediante requerimento dirigido à Secretaria de Estado da Fazenda até 15 (quinze) dias após a publicação deste Decreto. dia 30 de novembro de 1994.ICMS. cujos vencimentos serão: I . não poderá utilizar quaisquer créditos. DECRETA: Art. em 3 (três) parcelas mensais e sucessivas. Art. cancelamento e arquivamento de quaisquer processos administrativos ou judiciais relativos ao assunto.º 5.Dispõe sobre a cobrança de ICMS nas operações com castanhado-pará que especifica.0200 e 0801. cujos fatos geradores tenham ocorrido no período de 15 (quinze) de abril de 1991 a 31 de dezembro de 1993.5% (cinco décimos por cento). dia 29 de dezembro de 1994.NBM/SH. 1º deste Decreto. dos produtos classificados nas posições 0801. cada qual por sua conta. Parágrafo único. corrigidos monetariamente.20. praticando o Estado e o contribuinte.da 1ª parcela. os atos respectivamente necessários.

com os produtos mencionados no art. 7º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. câmaras-de-ar e protetores de borracha. classificados nas posições 4011. Palácio do Governo do Estado do Pará. Art. da Constituição do Estado do Pará.0000 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . de 18 de junho de 2001. Art. Dispõe sobre a substituição tributária nas operações internas com pneumáticos. 4º Ficam isentas do ICMS.676.366. * Decreto REVOGADO pelo Decreto nº 4. fica atribuída ao estabelecimento importador e ao estabelecimento industrial fabricante a responsabilidade pela retenção do . usando das atribuições que lhe confere o item V. 4013 e no código 4012. 4º. em 11 de março de 1994. 1º. 135.480.E.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. a partir de 1º de janeiro de 1994. a 1º de janeiro de 1994. PA de 14/03/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Art. do art.Sistema Harmonizado . 6º A Secretaria de Estado da Fazenda baixará as demais normas e instruções necessárias à aplicação do disposto neste Decreto.de 20/06/2001.º 2. DECRETA: Art.90. as operações de saídas internas e de exportação para o exterior. em relação ao art. 1º Nas operações internas com pneumáticos. câmaras de ar e protetores. 5º O disposto neste Decreto não autoriza a restituição de importâncias já recolhidas.NBM/SH. O Governador do Estado do Pará.O. retroagindo seus efeitos.Art. publicado no DOE Nº 29. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. DE 11 DE MARÇO DE 1994.

2º será a vigente para as operações internas. a pneus e câmaras-de-ar de bicicletas. § 1º Inexistindo o valor de que trata o caput. o estoque dos produtos abrangidos por este Decreto.º 6. Art. às remessas em que as mercadorias devam retornar ao estabelecimento remetente. fica dispensado qualquer outro pagamento do imposto. Art. § 1º O regime de que trata este Decreto não se aplica: 1.ICMS. Art. Art. 7º Os estabelecimentos não indicados no art. 2º A base de cálculo do imposto para fins de substituição tributária será o valor correspondente ao preço de venda a consumidor constante da tabela estabelecida por órgão competente para venda a consumidor. Art. bem como da parcela resultante da aplicação sobre esse total do percentual de 50% (cinqüenta por cento). 5º O recolhimento do imposto retido será efetuado nos termos do inciso III do art. 4º O valor do imposto retido será a diferença entre o calculado de acordo com o estabelecido no art. § 2º Na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo. existente em 31 de outubro de 1993. o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário. 3º A alíquota a ser aplicada sobre a base de cálculo prevista no art. Art. hipótese em que a responsabilidade pelo pagamento do imposto retido recairá sobre o estabelecimento que realizar a subseqüente operação interna. a base de cálculo será obtida tomando-se por base o preço praticado pelo substituto. frete e as demais despesas debitadas ao estabelecimento destinatário. à transferência entre estabelecimentos da empresa fabricante ou importadora.recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . valorizados ao custo da aquisição mais recente e adotarão as seguintes providências: . de 07 de dezembro de 1989. incluídos o IPI. 2. relacionarão. acrescentado do percentual de que trata o parágrafo anterior. exceto varejista. 3. 2º e o devido pela operação normal do estabelecimento.469. devido nas subseqüentes saídas. discriminadamente. 1º do Decreto n. 1º como responsáveis pela retenção do imposto. 6º Nas subseqüentes saídas internas das mercadorias tributadas de conformidade com este Decreto.

º 1.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.efetuar o pagamento do imposto apurado na forma do inciso I em até 4 (quatro) parcelas mensais.UFIR. 9º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.4ª parcela. de 10 de novembro de 1992. Art. 2 . Serão também relacionadas. Palácio do Governo do Estado do Pará. as mercadorias adquiridas antes de 1º de novembro de 1993 e ingressada no estabelecimento em data posterior à prevista para o levantamento do estoque. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido.194. DE 16 DE MARÇO DE 1994. Art. em até 29 de abril de 1994. iguais e sucessivas. Reduz a base de cálculo do ICMS nas saídas internas com farinha de trigo. além das indicações exigidas pela legislação. Parágrafo único. .370.1ª parcela.O.3ª parcela. 3 .remeter à repartição fazendária a que estiver vinculado. aplicando a alíquota vigente para as operações internas e deduzindo o valor do crédito fiscal disponível. em até 31 de março de 1994.E. PA de 14/03/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. em até 30 de junho de 1994. do dia do pagamento nos seguintes prazos: 1 .2ª parcela. 4 .º 2.adicionar ao valor total da relação o percentual de 35% (trinta e cindo por cento). III . cópia da relação de que trata o caput deste artigo. para efeito do disposto no art. 6º do Decreto n. em até 31 de maio de 1994. 8º A nota fiscal emitida pelo sujeito passivo por substituição conterá. em 11 de março de 1994. 9º. do art. revogado o disposto no inciso VI. até o dia 20 de março do corrente. corrigidas monetariamente pela Unidade Fiscal de Referência . II .I .

12 da Lei Estadual n. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 1º Fica. DECRETA: Art.780.O Governador do Estado do Pará.E. em 16 de março de 1994. da Constituição do Estado do Pará. DECRETA: Art. usando das atribuições que lhe confere o item V.371. PA de 17/03/94. 48. 1º Fica criado o Posto Fiscal da Fazenda Estadual de Brasil Novo. Palácio do Governo do Estado do Pará.º 5. da Lei n. sob jurisdição da 10ª Região Fiscal com sede no Município de . V e VII da Constituição Estadual. O Governador do Estado do Pará. até 31 de dezembro de 1994.º 5. 135.º 2. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . de 13 de janeiro de 1989.530. Art. de tal forma que a carga tributária resulte no percentual de 7% (sete por cento). DE 16 DE MARÇO DE 1994. e Considerando o disposto no art. reduzida a base de cálculo do ICMS nas saídas internas com farinha de trigo.O. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado do Pará Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 2º O contribuinte deverá observar o disposto no art. 135. retroagindo seus efeitos a 1º de janeiro de 1994. do art. de 15 de dezembro de 1993. Dispõe sobre a criação de Posto Fiscal da Fazenda Estadual de Brasil Novo. III.

E. DECRETA: Art. PA de 17/03/94.75% (setenta e cinco centésimos por cento). 1º A base de cálculo do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . localizado na Rodovia Transamazônica. distante 46 km de Altamira . da Constituição do Estado do Pará. dos produtos classificados nas posições 0302 a 0307 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .780.Altamira. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . DE 16 DE MARÇO DE 1994. 135.ICMS. Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. Art. cujos fatos geradores tenham ocorrido no período de 15 de abril de 1991 a 28 de fevereiro de 1994. Dispõe sobre a cobrança do ICMS nas operações com pescado que especifica. Palácio do Governo do Estado do Pará.º 5. 3º O presente Decreto entra em vigor na data de sua publicação. 2º Fica autorizado o Secretário de Estado da Fazenda a praticar todos os atos necessários à implantação da unidade ora criada. nas exportações para o exterior. .372. e Considerando o disposto no art. O Governador do Estado do Pará. em 16 de março de 1994. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. usando das atribuições que lhe confere o item V. do art. sobre o preço FOB constante da Guia de Exportação. 12 da Lei n.PA.Sistema Harmonizado . fica reduzida de forma que a carga tributária resulte no percentual de 0.O. de 15 de dezembro de 1993.NBM/SH.º 2.

dia 10 de setembro de 1994 . 5º A opção prevista no artigo anterior importa em desistência.30% (trinta por cento) do débito. Os créditos tributários decorrentes das operações de que trata o caput deste artigo. de forma que a carga tributária resulte no percentual de 0. Art. exclusivamente. dia 10 de outubro de 1994 . 4º A sistemática de tributação prevista neste Decreto será praticada. não poderá utilizar quaisquer créditos do imposto.14% (quatorze por cento) do débito. Art. Art. II . . poderão ser pagos. Parágrafo único. III . dia 10 de julho de 1994 . de 22 de agosto de 1989. cujos vencimentos serão: I . praticando o Estado e o contribuinte. Art. mediante requerimento dirigido ao Secretário de Estado da Fazenda até 10 dias após a publicação deste Diploma Legal. VI .5% (cinco décimos por cento). nas exportações para o exterior dos produtos a que se refere o art. corrigidos monetariamente.3ª parcela.2ª parcela. 2º Fica reduzida a base de cálculo do ICMS.14% (quatorze por cento) do débito. os atos respectivamente necessários. 6º O disposto neste Decreto não autoriza a restituição de importâncias já recolhidas.6ª parcela.1ª parcela.14% (quatorze por cento) do débito. 1º deste Decreto. cada qual por sua conta. que antecedem as exportações com os produtos mencionados no art.14% (quatorze por cento) do débito.Parágrafo único. dia 10 de junho de 1994 . O contribuinte que optar pelo benefício previsto neste Decreto. IV . dia 10 de agosto de 1994 . Art. dia 10 de novembro de 1994 . por opção do contribuinte.4ª parcela. aplicar-se-ão as disposições do Convênio ICMS 91/89. sem juros e sem multas. 3º Nas operações internas. em 06 (seis) prestações mensais e sucessivas. V . 1º deste Decreto.14% (quatorze por cento) do débito. Art.5ª parcela. constituídos ou não. no período de 1º de março a 31 de dezembro de 1994. sobre o preço FOB constante da Guia de Exportação. 7º A Secretaria de Estado da Fazenda baixará as demais normas e instruções necessárias à aplicação do disposto neste Decreto. cancelamento e arquivamento de quaisquer processos administrativos ou judiciais relativos ao assunto.

com flagrante prejuízo do consumidor local e em desacordo com os princípios adotados pelo Governo Federal. informada pelos órgãos técnicos . O Governador do Estado do Pará. especialmente o pescado. que cabe ao Estado fiscalizar e controlar a comercialização e movimentação interestadual do pescado. DECRETA: Art. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .º 2. concorre para a elevação de seus preços. a Secretaria de Estado da Fazenda. visando garantir o suprimento do mercado interno. Considerando que. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. 2º Para cumprimento do que dispõe o artigo anterior.373. PA de 17/03/94. durante o período da Semana Santa. em razão da sua exportação. DE 17 DE MARÇO DE 1994. retroagindo seus efeitos em relação aos arts. durante o período da Semana Santa.O. 2º e 3º a primeiro de março de 1994.Art. finalmente. a escassez de alguns dos gêneros produzidos no mercado. Considerando que aos Estados é facultada a promoção de medidas que visem assegurar o abastecimento de mercadorias ou serviços necessários à população. Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. Palácio do Governo do Estado do Pará. Considerando. em 16 de março de 1994. 1º Fica proibida a comercialização interestadual de pescado aqui produzido.E. usando de suas atribuições legais.

Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. O Governador do Estado do Pará.º 427. Considerando o que preceitua o parágrafo único do art. Considerando a necessidade de providências eficazes por parte da administração estadual que ensejem ao poder público a obtenção de recursos indispensáveis à prestação dos serviços exigidos por toda a comunidade. 3º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. 3º da Medida Provisória n. DE 17 DE MARÇO DE 1994. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 188 da Constituição Estadual estabelece que "os processos judiciais e administrativos que envolvem matéria de natureza tributária serão de competência da Procuradoria Geral da Fazenda Estadual" e. baixará atos necessários ao fiel cumprimento da medida.O. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .competentes. de 16 do mesmo mês). é de atribuição dos Procuradores Fiscais o resguardo dos interesses tributários do Estado. definindo o prazo de restrição. que "dispõe sobre o depositário infiel de valor pertencente à Fazenda Pública".374. Estabelece normas de procedimento na constatação de situação de depositário infiel da Fazenda Pública e de prova de sonegação fiscal e dá outras providências. para execução compulsória dos atos. auxiliada. Art. Palácio do Governo do Estado do Pará. PA de 18/03/94. pela Secretaria de Estado de Segurança Pública.º 2. Considerando que o art.O.E. inciso V da Constituição Estadual e.U.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 135. . em 17 de março de 1994. de 11 de fevereiro de 1994 (publicada no D. portanto. revogadas as disposições em contrário.

º 8. caberá aos Delegados Regionais da Fazenda Estadual comunicar o fato à Procuradoria Geral da Fazenda Estadual para que ajuíze ação civil a fim de exigir o recolhimento do valor do tributo descontado. Art. remeter ao Ministério Público Estadual os elementos comprobatórios da prática do ilícito. de 27 de dezembro de 1990) discrimina as condutas que constituem crimes contra a ordem tributária.Considerando que a legislação Federal (em especial. quer praticadas por contribuintes ou responsáveis. na forma do que dispõe o art. já iniciada com a edição pela SEFA da Instrução Normativa n. ser dever do Estado.º 003/93. ficam obrigadas a promovê-las no prazo máximo de 10 (dez) dias. 16 da Lei n. Palácio do Governo do Estado do Pará. 5º O presente Decreto entra em vigor na data de sua publicação. em 17 de março de 1994. a iniciativa de ações que coíbam a prática nefasta e anti-social da sonegação referente ao pagamento dos tributos estaduais. DECRETA: Art. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado . em todos os seus níveis. de 27 de dezembro de 1990.º 427. Art. sob pena de responsabilidade funcional e encaminhadas cópias das providências efetivas ao Secretário de Estado da Fazenda. administrativo ou judicial. 4º As autoridades responsáveis pelas medidas a serem adotadas na forma estabelecida no presente Decreto. finalmente. Art. 2º Compete ainda aos Procuradores Fiscais do Estado que constatarem em qualquer procedimento fiscal. Art. quer cometidas por funcionário público. 3º A documentação de que trata o artigo anterior será encaminhada diretamente pelo Procurador Geral da Fazenda Pública ao Procurador Geral de Justiça. o que implica em uma atuação conjunta e permanente com o Ministério Público Estadual. revogadas as disposições em contrário. o cometimento de infração discriminada na legislação aplicável. com os correspondentes acréscimos legais.º 8. de 11 de fevereiro de 1994. 1º Caracterizada a situação de depositário infiel na forma do que dispõe a Medida Provisória n.137. a Lei n.137. Considerando. de 03 de fevereiro de 1993.

Art. não poderá utilizar créditos fiscais relativos a entradas tributadas. usando das atribuições que lhe confere o item V. 3º Quando o preço declarado pelo contribuinte for inferior ao estabelecido pela autoridade administrativa. chifre e osso. exceto: casco. 5º O imposto será pago nos seguintes prazos: I . DECRETA: Art. da Lei n. nas operações internas com produtos resultantes da matança do gado. Art.O. Considerando o disposto no art. de 15 de dezembro de 1993.º 2. sebo. 135. Art. 12. da Constituição do Estado do Pará e. PA de 18/03/94. Parágrafo único. e dá outras providências. DE 18/03/94 Concede redução da base de cálculo do ICMS nas operações com produtos resultantes do abate de gado. do art. 2º A redução de base de cálculo será aplicada opcionalmente pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação previsto na legislação estadual. a base de cálculo do ICMS de forma que a carga tributária resulte no percentual de 7% (sete por cento).Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.780. couro. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .E. quando se tratar de abate de .393.até o dia 10 do mês subseqüente a ocorrência do fato gerador. este deverá prevalecer para efeito da determinação da base de cálculo reduzida.º 5. 1º Fica reduzida.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. em boletim de preços. Art. O Governador do Estado do Pará. até 31 de dezembro de 1994. 4º Fica atribuída ao estabelecimento abatedor a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS incidente no abate de gado pertencente a terceiros. O contribuinte que optar pelo benefício previsto no artigo anterior.

em 18 de março de 1994. mapa demonstrativo contendo o resultado quantitativo diário do abate. 8º Fica criado um Posto Fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda em cada estabelecimento abatedouro. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Art. DAS AUTARQUIAS E DAS FUNDAÇÕES PÚBLICAS DO ESTADO DO PARÁ. 9º A Secretaria de Estado da Fazenda. 6º O estabelecimento abatedouro deverá remeter.no dia da ocorrência do fato gerador. Art. II . Parágrafo único. Palácio do Governo do Estado do Pará. mensalmente. até o último dia de cada mês. 7º O estabelecimento abatedouro deverá adotar roleta lacrada com a finalidade de registrar a quantidade de reses abatidas. Art.810. Na hipótese do inciso II deste artigo.gado pertencente ao próprio abatedouro. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. o recolhimento do imposto será efetuado no primeiro dia útil subseqüente. 11. Art.397 DE 18 DE MARÇO DE 1994 ESTENDE AOS SERVIDORES PÚBLICOS MILITARES ESTADUAL. à Delegacia Regional que o jurisdiciona.E. . retroagindo seus efeitos a 1º de janeiro de 1994.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 2. avaliará os efeitos econômicos e sociais decorrentes do tratamento tributário implantado. quando se tratar de abate de gado pertencente a terceiros. AS PERTINÊNCIAS DA LEI ESTADUAL N° 5. domingo ou feriado. 10. QUE DISPÕE SOBRE O REGIME JURÍDICO ÚNICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA. acompanhado de cópia de atestado de inspeção sanitária fornecido pelo órgão competente. As instruções complementares a este Decreto serão baixadas em ato do Secretário de Estado da Fazenda. quando o abate for realizado no sábado. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Art.O. Art. PA de 21/03/94.

139. 123. Art. 89.680. d. 88. 68. 129. 137. 158. 98. N° 67. da Constituição do Estado do Pará e. 72. 156.º 2. 99. 70. 117. 146. exceto incisos IX. inciso II. 151. 171. 143. D E C R E T A: Art. de 05 OUT 88. 42 da Constituição Federal. 130.810. CONSIDERANDO que os integrantes da POLÍCIA MILITAR DO PARÁ. 121. 170. 159. 132. 144. g. revogadas as disposições em contrário. letras c. 160. 116. o previsto nos dispositivos dos arts. . 135. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. 141. 155. 90. 150. 131. de 24 de janeiro de 1994. 157. inciso I.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 2° . X no que se refere a participação em eventos sindicais e XVIII. 136.O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. 96. no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo art. 145. Isenta do ICMS as operações de saídas de produtos produzidos por indústria moveleira. 119. 122. 162.412. em 18 de março de 1994. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado GILENO MULLER CHAVES Secretário de Estado de Administração DOE n° 27. 133. 1° . 154. 118. observando-se as similitudes das situações pertinentes. 97.Este Decreto entrará em vigor a contar de 24 de janeiro de 1994. 172. 71. e. são servidores militares estaduais conforme preceitua o art. inciso V. 127. 128. 173 e 174 da Lei Estadual n° 5. 91.Fica concedido aos Servidores Públicos Militares do Estado do Pará. de 21/03/1994. letras a e b. DE 24 DE MARÇO DE 1994. 120. 134.

da Constituição do Estado do Pará. PA de 25/03/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . do art. DE 29 DE MARÇO DE 1994. de 15 de dezembro de 1993.O Governador do Estado do Pará. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.E. DECRETA: Art.º 2. DECRETA: . e Considerando a necessidade de promover a verticalização da indústria madereira que hoje ainda exporta quantidades significativas de matérias-primas não só para o exterior como para outras unidades da Federação. Difere o pagamento do ICMS nas operações internas com os produtos que especifica e dá outras providências. do art. Art. Palácio do Governo do Estado do Pará. O Governador do Estado do Pará. usando das atribuições que lhe confere o item V. em 24 de março de 1994. da Constituição do Estado do Pará. 12 da Lei 5. usando das atribuições que lhe confere o item V.780. Considerando o art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.421.O. 135. 1º Ficam isentas do ICMS até 31/12/94 as saídas promovidas pela indústria moveleira dos produtos por ela produzidos. 135.

Art.827/93. destinados a estabelecimento industrial localizado neste Estado. PA de 30/03/94 . Art. Parágrafo único. Para fins de determinação do valor tributável do imposto diferido. Interrompe-se o diferimento nas subseqüentes saídas promovidas pelo estabelecimento adquirente. Art. 2º É responsável pelo pagamento do imposto o estabelecimento industrial que promover quaisquer saída tributadas ou não. Art. Art. 4º O imposto diferido será pago até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente à saída dos produtos do estabelecimento industrial. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Em se tratando de produto cuja saída seja tributada. ficando revogadas as disposições em contrário. Art. no que couber. será observada. o imposto diferido será pago englobadamente no valor da saída. 5º A operação sujeita ao diferimento de que trata este Decreto será acobertada no trânsito em território paraense pela Guia de Trânsito de Produtos Primários. será acompanhado em sua circulação pela respectiva Nota Fiscal de origem. desde que não inferior ao preço de mercado praticado à época da saída do estabelecimento industrial. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. 3º A base de cálculo do imposto diferido será o valor de aquisição mais recente. em 29 de março de 1994. realizadas pelo produtor. Art. Art. Parágrafo único. a redução da base de cálculo prevista no Decreto n. baixará os atos necessários à execução do presente Decreto.º 1. 7º A Secretaria de Estado da Fazenda.Sistema Harmonizado .O.91. ou cooperativa de que faça parte.0000 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . 6º O produto primário. nas operações internas com palmito in natura e com palmitos classificados no código 2008.NBM/SH.E. Parágrafo único. 1º Fica diferido até 31/12/94 o pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação ICMS. quando procedente de outra unidade da Federação. Palácio do Governo do Estado do Pará.

780.20. DECRETA: Art. Art. Dispõe sobre a cobrança do ICMS nas operações internas com castanha-do-pará in natura. Considerando o disposto no art. DE 29 DE MARÇO DE 1994. 135.0100 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . O Governador do Estado do Pará. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Considerando as disposições contidas no Decreto 2. 1º Ficam isentas do ICMS as operações internas com castanha-do-pará in natura classificada no código 0801. retroagindo seus efeitos a 1º de janeiro de 1994. e Considerando a necessidade de desoneração do setor extrativista de castanha-do-pará. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. da Constituição do Estado do Pará. PA de 30/03/94. Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. em 29 de março de 1994. o qual faz parte do todo desse segmento econômico do Estado. de 15 de dezembro de 1993.E.422. _______________________________________________________________ . Palácio do Governo do Estado do Pará. usando das atribuições que lhe confere o item V.365. de 11 de março de 1994. 2º O disposto neste Decreto não autoriza a restituição de importâncias já recolhidas.Sistema Harmonizado.O._______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . do art.º 2. 12 da Lei 5. responsável pelo emprego de inúmeros trabalhadores.

III . coordenação. a definição das respectivas atribuições. 2° . CONSIDERANDO que.planejar. 11 da Lei n° 5. considerando os efeitos produzidos por fatos adversos de qualquer natureza e nas situações de emergência ou de calamidade pública.estabelecer a política de Defesa Civil.A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil tem por finalidade executar as atividades de integração. e. planejamento. da Constituição Estadual e o disposto no art. DECRETA: TÍTULO I Da Finalidade e das Competências Básicas Art. no que concerne as medidas de prevenção.ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . no uso das atribuições que lhe confere o art. II . face ao volume de atividades sob responsabilidade da referida Coordenadoria.orientar e assessorar às atividades de Defesa Civil desenvolvidas no Estado. 135. .774.428 DE 29 DE MARÇO DE 1994 APROVA O REGIMENTO INTERNO COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL.À Coordenadoria Estadual de Defesa Civil compete: I . 1° . Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 2. de 30 de novembro de 1993. inciso VII. organização. bem como as destinadas a preservar o moral da população e restabelecer a normalidade da vida comunitária em todo território político e geográfico do Estado do Pará. por conseqüência. em consonância com as Diretrizes do Sistema. assistência e recuperação. coordenar e executar a nível estadual as atividades inerentes a Defesa Civil. DA O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. se faz necessária a criação de unidades administrativas de nível hierárquico inferior ao das divisões. CONSIDERANDO a necessidade de discriminar as atribuições específicas das Unidades Administrativas que compõem a estrutura organizacional da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. operação e supervisão.

subordinada diretamente ao Coordenador. TÍTULO II Da Estrutura Organizacional Art.incentivar a criação e estruturação de comissões e núcleos Municipais de Defesa Civil.À Divisão de Coordenação e Operações.Para o cumprimento de suas atividades. articular-se com a União e os Municípios.À Divisão de Coordenação e Operações compete: .2) Seção de Execução Orçamentária Financeira TÍTULO III Da Competência das Unidades Administrativas CAPÍTULO I NÍVEL DE EXECUÇÃO SEÇÃO I Da Divisão de Coordenação e Operações Art. não governamentais e da comunidade em geral. 5° .À Coordenadoria Estadual de Defesa Civil cabe. quanto a execução de atividades de Defesa Civil. ainda.Nível de Execução a) Divisão de Coordenação e Operações b) Divisão de Apoio Comunitário c) Divisão de Administração e Finanças c.coordenar a atuação dos órgãos governamentais. a nível dos respectivos órgãos centrais de Defesa Civil. 4° .1) Seção de Equipamentos Operacionais c. Art.promover a capacitação de recursos humanos no âmbito da Defesa Civil. Parágrafo Único . 3° . a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil contará com a seguinte estrutura organizacional: I . VI .IV . e a unidade administrativa que tem por finalidade executar as ações concernentes a Defesa Civil. visando a troca de informações e experiências para o cumprimento de seus objetivos. V .Nível de Direção Geral a) Coordenadoria Estadual de Defesa Civil II . de forma integrada com a Divisão de Apoio Comunitário.

operacionalizar as atividades de defesa civil necessárias a realização da ocorrência.planejar e coordenar a execução das atividades de prevenção e assistência em áreas de riscos.promover estudos e propor recomendações sobre as conseqüências desastrosas causadas pela ação do homem.orientar e coordenar as atividades de defesa civil relativas a realização de eventos.executar as atividades de prevenção e assistências relativas a defesa civil. integrar.estruturar as Comissões Municipais de Defesa Civil. risco ou perda. as ações de defesa civil a serem executadas pelos demais órgãos envolvidos e pela comunidade geral.divulgar as ações de Defesa Civil. II . II . as ações executadas pelas Comissões Municipais de Defesa Civil. que visem atender a comunidade na ocorrência de fatores adversos.coordenar "in loco". visando canalizar a motivação e mobilização da comunidade para as ações de Defesa Civil.planejar e coordenar a execução das atividades de apoio e assistência à população. V . V .auxiliar e acompanhar.executar as atividades de apoio à população atingida por fatores adversos que lhe possa acarretar prejuízos de qualquer ordem. 7° . X .participar e colaborar com programas federais de Defesa Civil.estimular e promover atividades. IV . subordinada diretamente ao Coordenador. que possa provocar estado de emergência que reclame a ação da Defesa Civil. é a unidade administrativa que tem por finalidade planejar. VIII .À Divisão de Apoio Comunitário. quando atingidas por fatores adversos que lhe possa causar insegurança.À Divisão de Apoio Comunitário compete: I . III . inclusive "in loco". VII .promover e colaborar em campanhas educacionais. IX . . III . SEÇÃO II Da Divisão de Apoio Comunitário Art. IV . Art.I . 6° . VI . orientar e coordenar a execução das ações da Coordenadoria. quer na fase preventiva ou assistencial.implementar as ações de defesa civil em áreas de risco.

VI . SEÇÃO III Da Divisão de Administração e Finanças Art. efetivar o acompanhamento e fiscalização.controlar a utilização.dar fiel cumprimento as cláusulas dos contratos de manutenção de equipamentos. 8° . mantendo atualizado o cadastro físicofinanceiro dos mesmos.fazer o inventário do acervo patrimonial da Coordenadoria.XI . XII . VII . IX .manter o controle físico-financeiro dos bens patrimoniais da Coordenadoria para fins de inventário.efetuar o registro.À Seção de Equipamentos Operacionais compete: I .emitir os termos de responsabilidades dos materiais permanentes. . II . guarda e conservação dos veículos e equipamentos operacionais da Coordenadoria. assim como. é a unidade administrativa que tem por finalidade a execução das atividades concernentes a recursos materiais. VIII . Art.controlar e acompanhar a execução dos serviços de manutenção do prédio e de equipamentos.propor a contratação de seguros dos bens patrimoniais. exceto julgamento das propostas. subordinadas diretamente ao Coordenador. extra-orçamentária e financeira. V . a data da renovação. XI . equipamentos e instalações de cada unidade. III . especialmente através da fiscalização.manter-se permanentemente atualizado quanto a legislação que norteia o processo. o tombamento e a avaliação dos bens patrimoniais da Coordenadoria.programar e coordenar as ações da comunidade e das entidades envolvidas nas atividades de Defesa Civil. permuta e baixa dos bens patrimoniais. movimentação orçamentária.manter atualizada a relação de contratos de equipamentos sujeitos a manutenção preventiva e corretiva. elaboração de prestação de contas e efetivação dos pagamentos inerentes a Coordenadoria. controlando sua movimentação. X . IV .propor a alienação. mesmo quando realizados por terceiros.executar todos os atos referentes ao processo licitatório. comunicando com antecedência à chefia imediata.A Divisão de Administração e Finanças. 9° . patrimônio.

registrar e controlar receitas e despesas orçamentárias e/ou extra-orçamentárias.efetuar previsões de despesa de qualquer natureza.À Seção de Execução Orçamentária-Financeira compete: I .providenciar o cadastramento e a publicação junto ao órgão competente. estabelecidos conforme legislação vigente.fiscalizar e controlar o fluxo de entrada e saída dos veículos. II . a situação orçamentária-financeira da Coordenadoria.controlar e executar os serviços de manutenção dos mesmos. Art. 10 . V .elaborar balancetes financeiros mensais e trimestrais relativos à situação financeira da Coordenadoria. X . XI . IX . XIX . XIV . quando necessário.elaborar e analisar relatórios periódicos do consumo de combustíveis e quilometragem dos veículos. mensalmente. III . VIII . XII .preparar demonstrativos mensais de despesas e receitas de acordo com a natureza da verba.manter atualizadas as contribuições de tributos devidos aos órgãos competentes.manter organizado o cadastro de veículos da Coordenadoria. seja qual for a procedência da verba. assim como alienação dos mesmos quando for o caso.propor planos de renovação de frota e dos equipamentos.providenciar a regularização dos documentos das viaturas. VII .comunicar de imediato a chefia superior qualquer ocorrência de natureza grave com veículos e motoristas e/ou passageiros. conforme especificidade da verba.emitir documentos pertinentes ao controle da execução orçamentária-financeira.contabilizar as contribuições devidas aos órgãos previdenciários. sob forma de relatório e/ou demonstrativo. XVI . através de ficha e/ou relatório específicos. IV . XVIII . .registrar e controlar concessões de suprimentos de fundos a agentes pagadores designados pelo ordenador de despesas.elaborar processos de alterações orçamentárias. bem como os pagamentos aos consignatários. XV .manter atualizado o controle orçamentário dos recursos consignados no orçamento. VI . XVII . de convênios e contratos administrativos que envolvem a Coordenadoria.apresentar. para a elaboração de programação financeira e orçamentária.XIII .

XIV .apresentar.elaborar conciliação bancária e emitir boletins diários do movimento financeiro do órgão. XVIII . o balancete financeiro relativo à execução realizada no exercício de acordo com a natureza da verba.adotar medidas que visem assegurar o funcionamento sistêmico dos diferentes níveis da estrutura organizacional com os demais órgãos que compõem o Poder Executivo. XV . 11 . II . da federal. no desenvolvimento do Sistema. XX .analisar a prestação de contas dos agentes pagadores de suprimento de fundos. quando aplicável. movimentadas pela Coordenadoria. VI .encaminhar documentos contábeis-financeiros a Diretoria de Finanças do Corpo de Bombeiros Militar. VII .Compete ao Coordenador de Defesa Civil: I .XIII .referendar os atos do Poder Executivo.manter regularmente organizado o arquivo dos documentos contábeis pertinentes à unidade. XVII .providenciar junto a Diretoria de Finanças do Corpo de Bombeiros Militar a emissão de cheques.firmar convênio. III . concernentes à defesa civil. V . XIX . cadastro ou ajuste que visem a ação conjunta. XVI . anualmente. . TÍTULO IV Das Competências dos Ocupantes dos Cargos CAPÍTULO I Do Coordenador de Defesa Civil Art.assessorar os dirigentes dos órgãos estaduais em assuntos pertinentes a defesa civil.promover a administração geral da Coordenadoria em estreita observância às disposições legais e normativas da administração pública e.preparar as prestações de contas de recursos aplicados conforme legislação vigente.formular e assegurar a política das ações de defesa civil. IV . complementar ou suplementar. ordens bancárias e/ou qualquer outro documento destinado a liquidar despesas da Coordenadoria.aprovar a proposta orçamentária e o Plano Anual de trabalho da Coordenadoria.manter atualizados o controle de saldos financeiros das contas bancárias.

Compete aos assessores prestar assistência técnica ao Coordenador e as Divisões no desenvolvimento de estudos. CAPÍTULO IV Dos Chefes de Setor Art.Compete aos Chefes de Setores assegurar a execução das atividades inerentes as suas respectivas áreas. TÍTULO V Das Disposições Finais Art. CAPÍTULO III Das Assessorias Art. conforme estabelecido em lei. VI .formular ao Governador do Estado indicações ou designações de pessoas para ocupação dos cargos em comissão da Coordenadoria. 15 . 12 . CAPÍTULO II Dos Chefes de Divisão Art. II . 14 .manter informado o Coordenador sobre as atividades realizadas pela Divisão. sugerindo medidas e opinando sobre assuntos específicos relativos às finalidades da Coordenadoria.Compete aos Chefes de Divisão.realizar as atividades delegadas pelo Coordenador.VIII .programar.Os servidores que desempenharem função de chefia de setor perceberão a gratificação em valor correspondente a FG . IV . metodologia e prazos definidos. com objetivos. 13 . nas respectivas áreas de atuação: I .submeter à consideração do Coordenador os assuntos que excedam a sua competência. V . proposições de ações.zelar pelas máquinas e equipamentos a serviço da unidade. III . .delegar competência específica do seu cargo com o conhecimento prévio do Coordenador.4. dirigir e controlar as atividades da Divisão.

393.Os casos omissos. Art. 135. 18 . ao artigo 386 do Regulamento do ICM aprovado pelo Decreto n. os atos necessários. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 386. 1º Fica acrescentado o § 5º.443.º 2. de 12 de agosto de 1982. Art. V. de 30/03/1994. aos pedidos de parcelamento de débitos fiscais iguais ou superiores a cinco milhões de UFEPAS. insalubres e perigosas. O Governador do Estado do Pará. DECRETA: Art.º 2. 16 . DE 30 DE MARÇO DE 1994.393.As atividades inerentes à defesa civil serão consideradas penosas. na forma da lei." Art. serão dirimidas pelo Coordenador que baixará. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.687. da Constituição do Estado do Pará. em 29 de MARÇO de 1994.Este Regimento entrará em vigor na data de sua publicação. Palácio do Governo do Estado do Pará.º 2. Acrescenta parágrafo ao art. JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado DOE n° 27. de 12 de agosto de 1982.Art. com a seguinte redação: "§ 5º Não será exigido o recolhimento antecipado de que trata a alínea "b" do § 3º deste artigo. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. bem como as dúvidas suscitadas na execução deste Regimento. para tal fim. 17 . do Regulamento do ICM aprovado pelo Decreto n. no uso da competência que lhe é conferida pelo art. revogadas as disposições em contrário. em 30 de março de 1994.

V. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.E. no uso da competência que lhe é conferida pelo Art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Considerando a importância do transporte fluvial para a população paraense. Art.Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.780.444 DE 30 DE MARÇO DE 1994 Concede isenção do ICMS nas prestações de serviços que especifica. da Lei 5. 135.Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.O. quando realizadas no território paraense. PA de 31/03/94. D E C R E T A: Art. especialmente de baixa renda. 1° . e Considerando o disposto no art. em 30 de março de 1994.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 2. de 15 de dezembro de 1993. 12. da Constituição do Estado do Pará.Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação-ICMS. JADER FONTENELLE BARBALHO Governador do Estado GILENO MULLER CHAVES Secretário de Estado de Administração ROBERTO DA COSTA FERREIRA . 2° . as prestações de serviços de transporte aquaviário de passageiros.

688. Jader Fontenelle Barbalho Governador do Estado Roberto da Costa Ferreira Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. para vigorar no 2º trimestre de 1994. Fixa o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará . Palácio do Governo do Estado do Pará.530. PA de 31/03/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .O. para vigorar no 2º trimestre de 1994. O Governador do Estado do Pará.º 2. de 13 de janeiro de 1989. cento e treze cruzeiros reais e trinta centavos) o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará UFEPA.460 DE 08 DE ABRIL DE 1994 Aprova o Regimento Interno do Conselho Superior da Polícia Civil. V.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. usando das atribuições que lhe confere o art. da Constituição do Estado do Pará e na conformidade do § 2º do art. Art. revogando as disposições em contrário. DECRETA: Art. 1º Fica fixado em CR$ 8. 135. DE 30 DE MARÇO DE 1994.113.º 5. em 30 de março de 1994.UFEPA.E. 77 da Lei n. de 31/03/1994. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 2.Secretário de Estado da Fazenda DOE n° 27.30 (oito mil. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.445. .

de 15 de março de 1994. compete especialmente ao Conselho: . da Lei n° 022. Art. ART. 08 de abril de 1994.CSPC.Fica aprovado o Regimento Interno do Conselho Superior da Polícia Civil . 2° .695. além do previsto no artigo 13.O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. é o órgão máximo normativo. D E C R E T A: Art. usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei. ART.Para efetivação de suas finalidades. 2° . revogadas as disposições em contrário. CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado RYMUNDO NONNATO MORAES ALBUQUERQUE Secretário de Estado de Administração DOE n° 27. Belém. reger-se-á por este Regimento Interno. o Conselho Superior da Polícia Civil. 1° . em que estão consignados os dispositivos que estabelecem a ordem e a organização de seus trabalhos e promoverá os assuntos de sua economia interna e ao exercício de suas atribuições. 1° . vinculado a Polícia Civil do Estado. de 12/04/1994.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.O Conselho Superior da Polícia Civil. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO SUPERIOR DA POLÍCIA CIVIL CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DO CONSELHO SEÇÃO I DA COMPETÊNCIA E ATRIBUIÇÕES ART. 3° .Na esfera administrativa.

a) Delegado Geral de Polícia Civil .O Conselho Superior de Polícia Civil. tem sua sede no prédio onde está instalada a Polícia Civil do Estado do Pará.Aprovar o nome do representante do SINDPOL. IV . SEÇÃO II DA CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO ART.O Conselho Superior de Polícia Civil compõe-se dos seguintes membros natos. na área da Polícia Civil.As decisões do Conselho Superior de Polícia Civil são aprovadas por maioria absoluta de votos. compor-se-á de nove (9) membros.Sugerir a utilização de novas técnicas de atuação policial civil. ART. § 1° .I . 4° . diretrizes e normas relativas à manutenção da ordem e segurança pública do Estado.Vice-Presidente c) Diretor da Coordenadoria Jurídica e de Legislação Policial Secretário d) Diretor da Academia de Polícia Civil e) Diretor de Polícia Operacional f) Diretor de Polícia Técnica-Científico g) Diretor do Departamento de Polícia da Capital h) Diretor do Departamento de Polícia do Interior . 7° . VI .Assessoramento ao Delegado Geral de Polícia Civil na formulação da política. III . II . voto de qualidade. VII . 5° .Propor medidas de aperfeiçoamento e programas pertinentes às reuniões. junto ao Conselho Superior de Polícia Civil. 6° . resoluções e pareceres. na área da Polícia Civil. funções e atividades da Polícia Civil. para recebimento do respectivo adicional.Presidente b) Corregedor Geral de Polícia Civil . após parecer da Academia de Polícia Civil. deliberará mediante decisões. o curso de especialização. ART.O Conselho Superior de Polícia Civil. ART.Reconhecer.Traçar diretrizes e programas de prevenção e controle da criminalidade.Organizar os serviços de sua Secretaria e estabelecer o respectivo horário de serviço. V . dos policiais civis. tendo este. inclusive o Presidente. ainda.O Conselho Superior de Polícia Civil.

organizada pelo Secretário.PRESIDENTE ART.i) Representante do SINDPOL.Ata da assembléia geral. consignar a sua aprovação e assiná-las após o Secretário. IV . compete: I . em Assembléia Geral do SINDPOL.No primeiro dia útil do ano. V . ART.Comprovação de que o representante está legalmente quites com suas obrigações. comprovando que o Sindicato está legalmente constituído.O Conselho Superior de Polícia Civil. II . de aprovação de contas da Diretoria que indicar o representante. manter o bom andamento dos trabalhos. realizada em dezembro do ano anterior a apresentação do nome.Convocar e presidir as sessões. que também será o das sessões. o SINDPOL deverá apresentar ao Conselho Superior de Polícia Civil o nome do seu representante.Ata da eleição por maioria absoluta do representante.A Secretaria terá a seguinte constituição: a) Um Secretário b) Um datilógrafo. resolver as questões de ordem e intervir nos julgamentos com o voto de qualidade nos casos de empate na votação. IV . II . ao iniciar-se a sessão imediata. cabendo sua imediata direção ao Secretário. PARÁGRAFO ÚNICO . quaisquer restrições ou impugnações apresentadas durante sua votação. 9° . junto ao SINDPOL.Ao Presidente do Conselho Superior de Polícia Civil. protocolista e arquivista.Apurar e proclamar o resultado das votações. fazer mencionar as normas.Comprovação de que o representante do SINDPOL não possui penalidade administrativa ou penal nos cinco anos anteriores a indicação. obedecido os seguintes requisitos: I . § 2° . III . .Submeter à discussão e votação as atas de cada sessão. terá uma Secretaria para executar o seu expediente. SEÇÃO III DO CONSELHEIRO . 8° .Aprovar a pauta.Documento. III .

IX .Propor às autoridades competentes.Movimentar a dotação do Conselho consignada no orçamento da Polícia Civil. levando-o ao conhecimento do Conselho até a última sessão ordinária do mês de janeiro. XV . Resoluções ou Pareceres proferidos. X . inclusive mandando retirar os assitentes que a pertubam. assinar cheques e ordenar pagamentos. convenientemente. XIII . VI . VIII . os quais devam versar. XVII . VII . antes do seu encaminhamento ao Governador. XI . quaisquer medidas úteis ao bom desempenho das atribuições do Conselho. Suspender a sessão ou levantá-la na impossibilidade de manter a ordem. substituirá o Presidente nos seus impedimentos.Elaborar relatório circunstanciado dos trabalhos realizados no ano civil decorrido. as Resoluções do Conselho que na forma da Lei.Assinar com o relator ou relatores. 10 .Conceder ou cassar a palavra Regimentalmente.Autorizar a aquisição de material necessário aos serviços do Conselho. assinar a correpondência quando não for da alçada do Secretário e convocar sessões extraordinárias por iniciativa própria ou por indicação do Plenário. com todas as prerrogativas do cargo. podendo.Como representante do Conselho. as Decisões.V .Dar cumprimento e fazer cumprir todos os dispositivos do presente Regimento. SEÇÃO IV DO CONSELHEIRO VICE-PRESIDENTE ART. bem como promover e assinar todo e qualquer expediente decorrente de deliberação que não seja da privativa competência dos Conselheiros-Relatores. corresponder-se com as demais autoridades públicas. XII .Requisitar à Polícia Civil. XVI . dividir as proposições. . por iniciativa própria ou do Plenário.Conhecer das suspeições levantadas.Submeter a votação as questões propostas e as que propuser. orientar as discussões e fixar os pontos. o pessoal necessário à Secretaria do Conselho.Superintender todos os trabalhos do Conselho provendo ao que necessário for para a sua boa ordem e regularidade. XIV . dependam de homologação.Encaminhar ao Governador do Estado.O Conselheiro Vice-Presidente.

Propor ou submeter a estudo e deliberação qualquer assunto que seja da competência do Conselho julgar e decidir.Comparecer às sessões ordinárias e extraordinárias do Conselho. colaborando para o bom andamento dos trabalhos e deliberar em conjunto de acordo com estabelecido neste Regimento.PARÁGRAFO ÚNICO . .Compete ainda ao Vice-Presidente.Fundamentar seu voto em todos os processos que figure como relator e nos demais. 11 .Compete especialmente aos Conselheiros: I .Receber e relatar minuciosamente os processos que lhes forem distribuídos e devolvê-los com seu "visto"ou com solicitação de diligências necessárias. pelo presente Regimento ou pela presidência a interesse do Conselho.Exercer qualquer outra atribuição que lhe seja conferida por Lei. intervirão em todas as decisões do Conselho. V . II .Pedir a palavra regimentalmente. SEÇÃO V DOS CONSELHEIROS ART. III . auxiliar o presidente na ordenação dos trabalhos. IV . as comissões e ou representações para as quais for designado. VI . sempre que tiver de interferir nos debates ou justificar seu voto. dentro do prazo fixado neste Regimento e prestar quaisquer esclarecimento solicitados. ressalvado o previsto no parágrafo único do artigo 6°. quando julgar necessário.Pedir vista dos autos de processos. 12 . terá uma Secretaria para executar o seu expediente.O Conselho Superior de Segurança Pública.Desempenhar. VIII . VII . nos prazos fixados.Propor como colaboração para estudo medidas de política de segurança e ordem pública. mediante voto.Os Conselheiros. ART. IX . sempre que julgar necessário melhor estudo para apreciação de matéria em debate. 13 . SEÇÃO VI DA SECRETARIA ART. bem como as providências necessárias à sua execução. devolvendo-o no prazo regimental com respectivo parecer. deste Regimento.

. realizados no ano anterior. de ordem do Presidente. caberá à Secretaria do Conselho.Assinar ofício. II . VI .Apresentar ao Presidente. registrar e expedir a correspondência do Conselho. IV .Encaminhar aos Conselheiros os processos que lhes forem distribuídos pelo Presidente. após despacho do Presidente.Executar os trabalhos gerais de datilografia. assinando-as com o Presidente. V . ser substituídos por outro Conselheiro.Lavrar as atas das sessões. como também o arquivo para Registro Geral e manter atualizado o assentamento individual dos Conselheiros e dos funcionários da Secretaria.Organizar o arquivo das Resoluções do Conselho. X . receber.Secretariar as reuniões.Minutar as Resoluções. SEÇÃO VII DO CONSELHEIRO SECRETÁRIO DO CONSELHO ART.Lavrar as atas das reuniões.Fornecer. VI . Pareceres e Decisões a serem baixadas.Registrar. III . as certidões requeridas nas formas da Lei.Encerrar o livro de presença das reuniões. IX .Além da competência e das atribuições previstas no Regulamento e no ato que a estruturar. VIII . III . ART. até o dia 31 de janeiro de cada ano. em razão de decisão do Conselho. diligenciar e opinar sobre todos e quaisquer assuntos de natureza administrativa que digam respeito ao referido Colegiado. V . II .Expedir aos Conselheiros.Encaminhar aos Conselheiros os processos que lhes forem distribuídos pelo Presidente. IV . VIII . 15 .Em suas faltas ou impedimentos. quando autorizados pelo Presidente. designado pelo Presidente.PARÁGRAFO ÚNICO .Ao Conselheiro Secretário do Conselho compete: I . autuar e encaminhar os documentos recebidos. VII .Compete à Secretaria: I . o aviso de convocação para as sessões extraordinárias. guarda e distribuição do material necessário aos serviços.Providenciar a aquisição. a síntese dos trabalhos da Secretaria.Encaminhar ao órgão oficial os atos que dependam de publicação. 14 .Preparar. VII .

III . quando julgar necessárias ou quando 7 dos Conselheiros. § 1° .Apresentar. 16 . para homologação e posterior publicação no Diário Oficial do Estado. qualquer petição ou processo relativo aos Conselheiros. em ambos os casos. sempre que convocados pelo seu Presidente. para que possam surtir os seus efeitos jurídicos. pelo menos.Leitura e votação da ata da sessão anterior. com antecedência e. ordinariamente.IX . a presença de pelo menos metade mais um de seus membros. soberanamente. será tratado somente o assunto especial para o qual sejam as mesmas convocadas. § 3° . 18 . X .Ordem do dia. V .Proposição ou comunicações. CAPÍTULO II SEÇÃO I DAS REUNIÕES ART. . a solicitarem por escrito. ciente os Conselheiros.Nas reuniões extraordinárias. serão levadas à superior consideração Governamental.Será a seguinte a ordem dos trabalhos das reuniões do Conselho: I . na época própria.No expediente poderão ser tratados assuntos que não se relacionem diretamente com a matéria da ordem do dia.Ao Presidente compete dirigir os trabalhos da reunião. sempre com antecedência mínima de 24 horas. quando transformadas em Resoluções. uma vez por mês e mais três outras vezes se necessário. fazendo cumprir as normas deste Regimento Interno.Abertura dos trabalhos. ao Plenário em nível de decisão. em hora previamente designada. ART. discussão e votação de cada um dos processos ou assuntos constantes da pauta. 17 .O Presidente convocará reuniões extraordinárias. no que lhe couber. II .Instruir. VI . à Divisão competente a lista de frequência e demais documentos necessários a elaboração da folha de representação e jetons. § 1° . IV .As decisões do Conselho. e nos casos omissos submetendo-os.O Conselho reunir-se-á. extraordinariamente.Encerramento dos trabalhos. § 2° . sendo indispensável. relatório. ART. verificação do comparecimento dos Conselheiros.Leitura do expediente.

Por motivo relevante.§ 2° . passando imediatamente à votação. que fará interromper a leitura do Relatório. ART. poderá pedir vista do processo para seu perfeito esclarecimento.O Presidente não tomará conhecimento de nova questão de ordem sem ter solucionado a anterior. devidamente justificada e aprovada pelo Conselho. quando se tratar de matéria urgente. 22 . para esse fim. os processos e assuntos da ordem do dia de uma reunião poderão ser transferidos. 20 . devolvendo-o. terão preferência sobre quaisquer outras. poderão os Conselheiros falar pela ordem. 23 . SEÇÃO II DA DISTRIBUIÇÃO E ESTUDO DOS PROCESSOS E PROPOSIÇÕES ART.A solução das questões de ordem será consignada em Ata. desde que não haja prejuízo ao julgamento. 21 . § 1° . serão distribuídos pelo Presidente aos Conselheiros. devendo considerá-la imediatamente. se a ausência for de poucos momentos e fará prosseguir o julgamento se a mesma for definitiva e restar número legal.Os Conselheiros não poderão retirar-se da sessão. na qual terão preferência. sem permissão do Presidente. após devidamente instruídos pela Secretaria. mas esta será mantida se a maioria dos presentes não se manifestar em contrário. remetendo-se cópia aos Conselheiros. . Art. não podendo o Presidente negar a palavra ao Conselheiro que a solicitar.Durante a discussão e antes da votação. § 3° . § 4° . porém na sessão seguinte.Os processos remetidos a exame do Conselho. e deverá resolver pessoalmente ou submeter a apreciação do Conselho.Em qualquer fase da sessão.Serão lavradas atas das reuniões do Conselho. ART. para a reunião ordinária seguinte. podendo o Conselheiro recorrer da decisão do Presidente. § 5° .Encerrada a discussão de um assunto.A ordem dos trabalhos poderá ser alterada em casos especiais. discussão ou a oração em curso. ART. 19 . mediante proposta do Presidente ou de qualquer Conselheiro. mediante proposta de qualquer Conselheiro. § 2° . fundamentado com parecer. exceto no momento da apuração dos votos ou quando houver orador com a palavra.As questões de ordem. não poderá ser ela reaberta. relacionadas sempre com qualquer dúvida sobre interpretação ou aplicação deste Regimento. qualquer Conselheiro.

Se o processo não puder ser apresentado pelo Conselheiro nessa reunião. requerimentos e comunicações. .§ 1° . b) Sobre a matéria em debate. o Presidente poderá conceder-lhe uma prorrogação até oito (08) dias. qualquer esclarecimento a ser obtido fora do âmbito do Conselho. ART. o processo será incluído em pauta. indicações.Nos casos em que houver urgência ou se tratar de assunto rotineiro. 25 .Não serão permitidos a parte: a) Sem o consentimento do Orador b) Nos encaminhamentos da votação c) Em questão da ordem ART. 30 .O Conselheiro aporá sua rubrica nos processos que examinar. ART. c) Pela ordem. e) Para explicação pessoal. ART. § 2° .Sempre que o Conselho ou a Presidência julgar necessário ou conveniente.Se o relator considerar necessário à elaboração de seu parecer. proporá a conversão do julgamento em diligência. o despacho correspondente à deliberação tomada pelo Conselho. por escrito entregando-o à Secretaria. terá novo prazo de cinco (5) dias para estudo e apresentação do relatório. que poderá ser transformada em resolução. o Conselho. 31 . d) Para encaminhar votação. 28 . terá o prazo de dez (10) dias. o relator depois de cumprida esta. 27 . os quais serão prestados pelo Conselheiro-Presidente no caso ou pelo titular da Secretaria. poderão ser solicitados esclarecimentos à Secretaria.É vedado ao Conselho.Na primeira reunião que se realizar após o término dos prazos referidos no artigo anterior.O Presidente prolatará no processo. 26 . discutir ou se pronunciar sobre assunto não atinente a matéria de sua competência. § 3° .O relator designado. ART.O Conselheiro usará da palavra: a) Para apresentar proposições. por proposta do Presidente. poderá tomar deliberações independente da designação de relator. 24 . ficando as demais prorrogações a critério do Conselho. PARÁGRAFO ÚNICO . ART. ART. ART. 29 . para estudo do processo e elaboração do seu parecer.Quando o processo for baixado em diligência.

poderá definir matéria de alta relevância e julgá-la em regime de urgência.É permitido ao Conselho indicar relator ou Comissão Especial de três (03) membros. 33 .As deliberações do Conselho. soberanamente. .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 2. ART.A votação será nominal. DA LEI COMPLEMENTAR N° 022. 35 . cabendo ao Presidente. poderá este Regimento ser alterado. 50. 38 . ART.O Conselho.ART. mediante proposta escrita apresentada em Plenário. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .Este Regimento entrará em vigor na data de sua homologação pelo Governador do Estado. 34 . DE 15 DE MARÇO DE 1994. o voto de qualidade. ART.O Conselho Superior de Polícia Civil classifica-se. 32 . para emitir parecer sobre assuntos submetidos à sua apreciação. CAPÍTULO III SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES FINAIS ART. do Decreto n° 2233. obedecido o princípio da hierarquia policial civil. 37 . letra B.503 DE 02 DE MAIO DE 1994 REGULAMENTA A APURAÇÃO E JULGAMENTO DOS REQUISITOS DO ESTÁGIO PROBATÓRIO PREVISTOS NO ART. SEÇÃO III DA VOTAÇÃO ART. conforme o artigo 1°. serão anotadas e catalogados e firmarão jurisprudência sobre a matéria. pelo voto de dois terços (2/3) de seus membros presentes. 39 . ART. desde que aprovado por maioria absoluta. ART. também. de 12 de maio de 1982.Por iniciativa de qualquer Conselheiro. 36 .Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho por decisão de sua maioria.

usando da atribuição que lhe confere o art. 49 da Lei Complementar n° 022. fará retornar àquela Unidade de apoio. b) AVALIAÇÃO: medeia entre a análise e conseqüente parecer sobre as informações do desempenho do servidor pela Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Estágio Probatório e a homologação do parecer por parte do Delegado Geral da Polícia Civil. 2° . c) DEFESA: etapa em que.Para o cumprimento do disposto no art.A informação consistirá na atribuição de conceitos e breve comentário acerca do desempenho do estagiário. à chefia imediata. a Comissão de Disciplina do Conselho Superior de Polícia Civil emitirá seu parecer com vistas a defesa apresentada por cada estagiário objetivando instruir o julgamento do referido órgão colegiado. será acompanhado pela chefia imediata. . sujeitando o estagiário ao julgamento do Conselho Superior da Polícia Civil. DISCIPLINA. d) JULGAMENTO: ato em que o Conselho Superior da Polícia Civil emite sua decisão sobre o processo de Estágio Probatório e eventuais recursos interpostos. alínea b da Constituição Política do Estado do Pará e. Art. observados os fatores de ASSIDUIDADE. a). obedecendo as seguintes fases: a) INFORMAÇÃO: período durante o qual a aptidão e capacidade do servidor nomeado para o cargo de provimento efetivo do Grupo Polícia Civil. na forma do anexo I. 105. CONSIDERANDO o que estabelece o art. de 15 de março de 1994. após data vista do processo de estágio probatório ao servidor pela Comissão de Acompanhamento e Avaliação com ou sem a homologação de que trata a alínea anterior. com informações remetidas reservadamente e semestralmente. à Divisão de Recursos Humanos do Departamento de Administração da Delegacia Geral de Polícia Civil. 1°.O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. 1° . que após cumpridas as formalidades necessárias. CAPACIDADE DE INICIATIVA. D E C R E T A: Art. 3° . a Divisão de Recursos Humanos distribuirá as fichas de informação de Estágio Probatório.O Estágio Probatório será realizado em um período de 24 (vinte e quatro) meses. desenvolvendo-se durante dezoito meses consecutivos. Art. contados da data de entrada de efetivo exercício. ou ao final do tempo de lotação do servidor. encaminhando-as.

III . incisos I. VI e XXVIII da Lei n° 022/94. no desempenho de alguma tarefa. 74. mais de uma Repreensão. injustificadamente. Parágrafo Único . d) INSUFICIENTE: ao estagiário que tenha sido apenado com mais de uma REPREENSÃO. e mais de uma Suspensão.ASSIDUIDADE: considerada como sendo a freqüência regular e pontual do estagiário ao serviço para o cumprimento de seus deveres e tarefas. b) BOM: ao estagiário que. sem justificativas. ou uma SUSPENSÃO de até cinco dias proveniente de transgressões relativas ao art.CAPACIDADE DE INICIATIVA: considerada como a qualidade do servidor que sabe agir e demonstrar disposição para empreender e ousar nos padrões de serviço. obedecendo os critérios seguintes: I . d) INSUFICIENTE: conferido ao estagiário que registre mais de três faltas até a informação. uma SUSPENSÃO superior a cinco dias. 74 da Lei n° 022/94 não referidas nos demais fatores. tenha sido impontual. mais de uma SUSPENSÃO. b) BOM: ao estagiário que embora não atenda satisfatoriamente os requisitos ideais. uma Repreensão associada a qualquer Suspensão independentemente dos dias. II . como sendo a ação daquele . ao menos uma Suspensão superior a cinco dias. atribuindo-se os conceitos: a) EXCELENTE: ao estagiário que reunir as qualidades acima.DISCIPLINA: explicada como o pleno acatamento e observância dos preceitos funcionais e dever de obediência a superiores hierárquicos e ordens legais emitidas. uma REPREENSÃO e uma SUSPENSÃO. consultar a qualquer tempo. c) REGULAR: atribuído ao estagiário que tenha registrado até três faltas ao serviço. computadas até o momento da informação. atribuindo-se os conceitos: a) EXCELENTE: ao estagiário que não tenha cometido nenhuma falta e/ou atrasos ao serviço ou missões para as quais tenha sido designado. aferido de acordo com o seu registro de freqüência apontado na Divisão de Recursos Humanos. embora não registrando nenhuma falta ao serviço. dignificando a função que exerce. recairão no requisito DISCIPLINA para todos os efeitos. ou uma REPREENSÃO. não tenha sido punido até o ato de informação e apresentar perspectivas de aproveitamento. c) REGULAR: ao servidor punido com uma REPREENSÃO ou SUSPENSÃO de até cinco dias. a Divisão de Recursos Humanos sobre anotações em prontuário funcional do servidor.as transgressões previstas no art. podendo o chefe para esse fim. Definida. também.PRODUTIVIDADE e RESPONSABILIDADE.

impontualidade. V . mostre possibilidade de alcançá-lo e não registre em seus assentamentos nenhuma punição que possa ser entendida como originária de negligência. 74 da Lei n° 022/94. d) INSUFICIENTE: conferido ao servidor que tenha sido punido na forma da alínea anterior. ou tenha sido punido com uma REPREENSÃO ou uma SUSPENSÃO de até cinco dias por transgressões ao art. REPREENSÃO e SUSPENSÃO pelas transgressões citadas na alínea anterior. atribuindo-se os conceitos: a) EXCELENTE: atribuível ao estagiário que tenha se destacado no cumprimento dos deveres de seu cargo na forma ideal exigível. b) BOM: ao estagiário que. 74 da Lei n° 022/94. por qualquer modo.PRODUTIVIDADE: é a aferição do rendimento do servidor. tanto em sua vida profissional como na sua vida privada.RESPONSABILIDADE: descrita como a faculdade do servidor em perceber a dimensão de seus atos e decorrentes conseqüências. IV . pautando-a pelo equilíbrio. c) REGULAR: ao estagiário que desempenhe suas tarefas com pouco rendimento e expressão e tenha registro de punição por transgressão a dispositivos legais que tratem das restrições referidas na observação anterior. especialmente a descrita pelo inciso XVII do art. b) BOM: ao estagiário que embora não se possa classificar no padrão anterior. com uma (01) REPREENSÃO ou SUSPENSÃO de até cinco dias. distinguindo-o pelo volume de trabalho desenvolvido com boa solução e excelente performance. REPREENSÃO e SUSPENSÃO ou ainda uma SUSPENSÃO que seja de mais de cinco dias. demonstrado constante dependência de orientação no cumprimento de sua atividades. ofereça perspectivas de alcance às virtudes exigidas no item definido. ponderação e seriedade a) EXCELENTE: será conferido ao servidor que reunir as qualidades acima. merecendo os conceitos: a) EXCELENTE: ao servidor que reuna as qualidades acima na realização dos deveres do seu cargo e atividades e si atribuídas. com mais de uma REPREENSÃO. inassiduidade e omissão. mais de uma SUSPENSÃO. dignificando as funções que exerce. d) INSUFICIENTE: ao servidor que tenha sido punido com mais de uma REPREENSÃO.que é o primeiro a propor e/ou empreender melhorias no desempenho das atividades inerentes ao seu cargo. mais de uma SUSPENSÃO. c) REGULAR: atribuível ao estagiário que tenha. nos incisos VII e XXIII. embora não se enquadre totalmente nos padrões acima. ociosidade. . uma SUSPENSÃO superior a cinco dias.

não comprometa o padrão de moralidade que a função requer. precisamente atualizados. para efeito de instrução do processo. Classe "C". cento e vinte dias antes de findo o período de Estágio Probatório. preferencialmente entre as autoridades a quem não incumba informação dos estagiários sob avaliação. REPREENSÀO e SUSPENSÃO ou ao menos uma SUSPENSÃO de mais de cinco dias. S. que serão prestadas pelas chefias imediatas nos dois meses subsequentes à homologação. C. por deslize comportamental previsto no art. d) INSUFICIENTE: conferido ao estagiário que tenha sido punido com mais de uma REPREENSÃO. incluindo-se os que. e de dois Delegados de Polícia Civil. § 3° . P. S. procederá a nova avaliação. após devida instrução. dirigida ao Presidente do C. fará encaminhar a esta todas as fichas de informação acompanhadas dos dados relativos à disciplina e assiduidade do funcionário. sem prejuízo da continuidade de apuração dos requisitos enumerados no art. C. a partir dos quais o estagiário deverá apresentar defesa escrita no prazo improrrogável de dez (10) dias. embora não se enquadre na excelência exigida. XXIII. XV. S. 4° . atuando a Comissão diretamente vinculada a Divisão de Recursos Humanos até a remessa dos processos com decisão final ao julgamento do C.A comissão referida. XII. C. 74 da Lei n° 022/94. mais de uma SUSPENSÃO. XVIII. segundo parecer emitido. XVII.A Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Estágio Probatório será designada pelo Corregedor de Polícia Civil. tão logo designada a Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Estágio Probatório.A Divisão de Recursos Humanos. na forma dos artigos 2° e 3°. bem como a cópia dos assentamentos funcionais de cada servidor. que será feita no espaço de dez dias. como membros. 3° do presente Decreto relativamente a todos os estagiários. c) REGULAR: atribuível ao servidor que tenha sido punido disciplinarmente até a informação com uma REPREENSÃO ou uma SUSPENSÃO de até cinco dias. III. todos escolhidos.Complementará seus trabalhos com a notificação dos servidores sujeitos ao julgamento do C. XXVII e XXXI. . P. P. § 1° . submeterá todos os processos à homologação do Delegado Geral de Polícia Civil. 5° . ficarão sujeitos ao julgamento do Conselho Superior de Polícia Civil.Com base nas informações complementares. Art. a cada período de Estágio Probatório e se constituirá de um Delegado de Polícia de Classe "Especial". cuja apreciação poderá concluir pelo julgamento de estagiários que até a homologação não . II. Art.b) BOM: ao estagiário que. como Presidente. XI. § 2° .

oito dias antes de findo o prazo de conclusão do Estágio Probatório.Incumbirá a esta comissão. a análise de todos os processos remetidos pela Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Estágio Probatório. C. a lista dos reprovados para formalização dos atos exoneratórios. obtiver: I . Diretor da Academia de Polícia Civil. II . . P. sujeito ao julgamento do C. em que a aprovação dos estagiários tenham recebido parecer desfavorável. no prazo de dez (10) dias. Diretor de Polícia Operacional e Diretor de Polícia Técnico-Científica. . quando atinentes à transgressões disciplinares. obedecerão os modelos constantes dos anexos I e II do presente Decreto. P.Na avaliação das informações não será confirmado no cargo. notificados no prazo do parágrafo anterior. Art. que. respectivamente. Art. § 4° .A ficha de informação de Estágio Probatório e a Ficha de Avaliação.A aprovação no Estágio Probatório implica. 7° . Parágrafo Único . terão o mesmo prazo para a apresentação da defesa. S. § 1° .mais de um conceito REGULAR nos demais fatores.um conceito INSUFICIENTE em DISCIPLINA. C. sobre os processos recebidos e que poderão.estavam sujeitos a decisão final do Conselho Superior de Polícia Civil. S. . 6° . 8° . sujeita a primeira. § 2° . Art. serão submetidos à votação do Conselho Superior de Polícia Civil. reconhecimento da estabilidade do servidor. de utilização das chefias imediatas e da Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Estágio Probatório. inclusive. quanto ao preenchimento incorreto por parte dos responsáveis pelos conceitos. contrariar opiniões emitidas pela Comissão de Acompanhamento e Avaliação de Estágio Probatório. como Presidente. de ofício. distribuídos tais processos eqüitativamente entre seus componentes. Diretor da Coordenadoria Jurídica e de Legislação Policial.Os pareceres da Comissão de Disciplina do C. neste caso. será composta pelo Corregedor Geral de Polícia Civil. em reunião marcada especificamente para esse fim. as retificações necessárias por parte da Comissão referida. que os relatarão ao Conselho Superior de Polícia Civil. dentre as conceituações constante de sua ficha de informação do Estágio Probatório. fará encaminhar através de seu respectivo Presidente ao Governador do Estado.A Comissão de Disciplina do Conselho Superior de Polícia. prevalecendo a decisão da maioria absoluta de seus membros.Decidindo o Conselho Superior de Polícia Civil pela reprovação de estagiários. como demais membros. o servidor que.

DISCIPLINA. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. a Divisão de Recursos Humanos sobre anotações em prontuário funcional do servidor. _______________________________________________________________ REQUISITOS CONCEITOS EXC.709. DOE n° 27. INS. em 02 de maio de 1994. a qualquer tempo. podendo consultar. observados os fatores de ASSIDUIDADE. PRODUTIVIDADE e RESPONSABILIDADE. disposto no verso. 9° . revogadas as disposições em contrário. CAPACIDADE DE INICIATIVA. de 03/05/1994 GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA FICHA DE INFORMAÇÃO DE ESTÁGIO PROBATÓRIO ESTAGIÁRIO:________________________________CARGO:___________ ___ LOTAÇÃO:_____________________________________________________ ___ TEMPO DE SERVIÇO NA UNIDADE:_________________________________ PERÍODO:_____________________________________________________ ____ OBS: A informação consistirá na atribuição de conceitos e breves comentários acerca do desempenho do estagiário.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.Art. _______________________________________________________________ ASSIDUIDADE: considerada como a freqüência regular e pontual do estagiário ao serviço para o . BOM REG. CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado RAYMUNDO NONNATO MORAES DE ALBUQUERQUE Secretário de Estado de Administração ALFREDO LIMA HENRIQUES SANTALICES Secretário de Estado de Segurança Pública.

como a ação daquele que é o primeiro a propor e/ou empreender melhorias no desempenho das atividades inerentes ao seu cargo. distinguindo-o pelo volume de trabalho desenvolvido com boa solução e excelente performance. _______________________________________________________________ DISCIPLINA: conceituada como o pleno acatamento e observância dos preceitos funcionais e dever de obediência a superiores hierárquicos e ordens legais emitidas. colegas e subordinados. DO E NA CRITÉRIOS PARA ATRIBUIÇÃO DE CONCEITOS . _______de________________de 199__.cumprimento de seus deveres e tarefas. Reputada também. _______________________________________________________________ PRODUTIVIDADE: é a aferição do rendimento do servidor. pautando-a pelo equilíbrio. tanto em sua vida profissional como na sua vida privada. ponderação e seriedade e distinguindo-se pelo merecimento da confiança de seus superiores. _______________________________________________________________ CAPACIDADE DE INICIATIVA: É a qualidade do servidor que sabe agir e demonstra disposição para empreender e ousar nos padrões do serviço. _______________________________________________________________ NOME INFORMANTE:__________________________________________ CARGO FUNÇÃO:________________________________________________ TEMPO DE SERVIÇO FUNÇÃO:__________________________________ ASSINATURA:____________________________________ Belém/PA. aferido de acordo com o seu registro de freqüência apontada no DRH. _______________________________________________________________ RESPONSABILIDADE: Descrita como a faculdade do servidor em perceber a dimensão de seus atos e decorrentes conseqüências.

INSUFICIENTE: Ao estagiário que registra mais de três faltas até a informação. uma SUSPENSÃO superior a 05 dias. não tenha sido punido até o ato de informação e apresentar perspectivas de aproveitamento. computadas até o momento da informação. II . mais de uma REPREENSÃO. incisos I. _______________________________________________________________ D I S C I P L I N A: I .REGULAR: Ao servidor punido com uma REPREENSÃO ou SUSPENSÃO de até 05 dias. IV .EXCELENTE: Ao estagiário que reunir as qualidades enumeradas neste requisito. injustificadamente. sem justificativas. VI e XXVIII da Lei n° 022/94. tenha sido impontual.A S S I D U I D A D E: I . uma REPREENSÃO e uma SUSPENSÃO e mais de uma SUSPENSÃO.BOM: Ao estagiário que. _______________________________________________________________ C A P A C I D A D E D E I N I C I A T I V A: .EXCELENTE: Ao estagiário que não tenha cometido nenhuma falta e/ou atrasos ao serviço ou missões para os quais tenha sido designado. IV . ao menos uma SUSPENSÃO superior a 05 dias. II . ou uma REPREENSÃO.REGULAR: Atribuído ao estagiário que tenha registrado até três faltas ao serviço. dignificando a função que exerce. ou uma SUSPENSÃO de até cinco dias proveniente de transgressões relativas ao art.BOM: Ao estagiário que embora não atenda satisfatoriamente os requisitos ideais. e mais de uma SUSPENSÃO.INSUFICIENTE: Ao estagiário apenado com mais de uma REPREENSÃO. 74. III . embora não registrando nenhuma falta ao serviço. III . no desencargo de alguma tarefa. uma REPREENSÃO associada a qualquer SUSPENSÃO independentemente dos dias.

REGULAR: Ao estagiário que desempenhe suas tarefas com pouco rendimento e expressão e tenha registro de punição por transgressão a dispositivos legais que tratem das restrições referidas na observação anterior.EXCELENTE: Ao servidor com as qualidades enumeradas neste requisito na realização dos deveres do seu cargo e desencargo das atividades a si atribuídas. REPREENSÃO e SUSPENSÃO pelas transgressões citadas na alínea anterior.INSUFICIENTE: Ao servidor punido com mais de uma REPREENSÃO.74 da Lei n° 022/94. mais de uma SUSPENSÃO. com uma (01) REPREENSÃO ou SUSPENSÃO de até cinco dias. especialmente a descrita pelo inciso XVII do art. demonstre perspectiva de alcance as características do fato. não registrando nenhuma punição que comprometa o item eficiência. IV . III . III . SUSPENSÃO superior a 05 dias. com mais de uma REPREENSÃO. embora não se enquadre totalmente nos padrões acima. mais de uma SUSPENSÃO. dignificando as funções que exerce.EXCELENTE: Ao servidor que reunir as qualidades exigidas no presente requisito. II . REPREENSÃO e SUSPENSÃO ou uma SUSPENSÃO superior a 05 dias.I .INSUFICIENTE: Ao servidor punido na forma da alínea anterior.EXCELENTE: Ao estagiário que se distinguir no cumprimento dos seus deveres na forma exigida no padrão anterior. 74 da Lei n° 022/94. por qualquer modo. demonstrado constante dependência de orientação no cumprimento de sua atividades.BOM: Ao estagiário que embora não satisfaça integralmente a definição do critério. ofereça perspectivas de alcance as virtudes exigidas no item definido. . nos incisos VII e XXIII. IV .REGULAR: Ao estagiário que tenha. II . _______________________________________________________________ R E S P O N S A B I L I D A D E: I .BOM: Ao servidor que. punido com uma REPREENSÃO ou SUSPENSÃO de até 05 dias por transgressões ao art. _______________________________________________________________ P R O D U T I V I D A D E: I .

530. e da Constituição do Estado do Pará. mais de uma SUSPENSÃO. _______________________________________________________________ OBS: As transgressões disciplinadas pelo art.para efeito do disposto neste artigo.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2. 1º .ICMS. embora não se enquadre na excelência exigida. XII. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . não referidas nos demais fatores. D E C R E T A: Art.514. I. do art.UFIR do primeiro dia subsequente ao período. III. DE 05 DE MAIO DE 1994 Dispõe sobre a atualização monetária do ICMS e dá outras providências. XXVII e XXXI. III . 135.BOM: Ao estagiário que. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. não comprometa o padrão de moralidade que a função requer. usando das atribuições que lhe confere o item V. será recolhido nos prazos regulamentares. 74 da Lei 022/94. Parágrafo Único . multiplicando o . REPREENSÀO e SUSPENSÃO ou uma SUSPENSÃO de mais de 05 dias.REGULAR: Atribuível ao servidor que tenha sido punido disciplinarmente até a informação com uma REPREENSÃO ou SUSPENSÃO de até cinco dias.INSUFICIENTE: Ao estagiário punido com mais de uma REPREENSÃO. o contribuinte deverá dividir o imposto devido pela Unidade Fiscal de Referência . 74 da Lei n° 022/94. da Lei nº 5. XV. XXIII.II .O Imposto sobre Operações relativas a Circulação da Mercadoria e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . IV . II. de 13 de janeiro de 1989. XI. XVIII. por deslize comportamental previsto no art. a partir do primeiro dia subsequente ao período de apuração normal de que trata o art. atualizado monetariamente. recairão no requisito DISCIPLINA para todos os efeitos. 54. XVII.

IV e VII da Constituição Estadual.568.resultado obtido pela Unidade Fiscal de Referência . 3º . no Município de Conceição do Araguaia.O prazo para recolhimento do ICMS antecipado nas operações com medicamento de que trata o Decreto nº 7. 135. de 29 de agosto de 1990.UFIR do dia do pagamento. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. em 05 de maio de 1994.até o 10º (décimo) dia do mês subsequente para as operações com entrada em território paraense na segunda quinzena do mês de referência. Dispõe sobre a transformação do Posto Fiscal da Fazenda Estadual do Araguaia em Posto Fiscal da Fazenda Estadual de Fronteira do Araguaia.O disposto no artigo anterior aplica-se também aos regimes especiais e de substituição tributária. Art. 4º . Art. de 29 de agosto de 1990.155.155.até o 25º (vigésimo quinto) dia para as operações com a entrada em território paraense na primeira quinzena do mês de referência. de 09/05/1994. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 2º . alcançando inclusive os Convênios e Protocolos que disponham de forma diversa. II . DE 03 DE JUNHO DE 1994. O Governador do Estado do Pará. ficando revogado o prazo constante do Parágrafo Único do art. DOE nº 27.1º do Decreto nº 7.713. DECRETA: .Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado RAYMUNDO NONNATO MORAES DE ALBUQUERQUE Secretário de Estado de Administração JOÃO BAPTISTA FERREIRA RAMOS Secretário de Estado da Fazenda. passa a ser o seguinte: I .º 2.

fronteira do Pará com o Tocantins. 135.Art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . de 18 de março de 1994. e Considerando a necessidade de adequar os procedimentos tributários do Estado à norma contida na cláusula segunda do Convênio ICMS 01.588. . sob jurisdição da Delegacia Regional da Fazenda Estadual da 7ª Região Fiscal. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado do Pará João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. Considerando que desde 1º de março de 1994 as despesas públicas. 3º O presente Decreto entra em vigor na data de sua publicação.E.º 2.O. especialmente com o pessoal. Art. 1º Fica transformado o Posto Fiscal da Fazenda Estadual do Araguaia em Posto Fiscal da Fazenda Estadual de Fronteira do Araguaia. em 03 de maio de 1994. Art. Dispõe sobre a aplicação da cláusula segunda do Convênio ICMS 01. localizado na BR-447 km 15. da Constituição do Estado do Pará. Palácio do Governo do Estado do Pará. DE 13 DE JUNHO DE 1994. no Município de Conceição do Araguaia. PA de 07/06/94. com sede em Redenção. de 18 de março de 1994. o que vem gerando acentuado desequilíbrio nas finanças estaduais. 2º Fica autorizado o Secretário de Estado da Fazenda a praticar todos os atos necessários à implantação da unidade ora transformada. inciso V. e dá outras providências. do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ). O Governador do Estado do Pará. usando das atribuições que lhe confere o art. estão sendo realizadas em Unidades Reais de Valor (URV).ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ). e que as receitas tributárias ingressam em Cruzeiros Reais.

no primeiro dia subseqüente à quinzena de referência. Art. como abaixo discriminado: I . para sua efetivação. o recolhimento. Excetuam-se do estabelecido neste artigo os contribuintes enquadrados nos regimes de estimativa. deverá ser pago até o segundo dia útil subseqüente à quinzena de referência. se houver. a conversão do respectivo valor em UFIR. II . os responsáveis e os substitutos tributários proceder à referida apuração quinzenal nos livros fiscais próprios. ser pago até o segundo dia útil subseqüente à apuração. 3º Em substituição ao regime de apuração quinzenal estabelecido no art. no Estado do Pará. Parágrafo único. da antecipação mediante Documento de . como disposto no inciso I deste artigo. 1º. 1º É adotado. apurado na forma do caput do artigo anterior. § 3º O pagamento do imposto referente à primeira quinzena será realizado através de Documento de Arrecadação Estadual . a 40% (quarenta por cento) do valor em UFIR do ICMS devido no dia do pagamento do imposto relativo ao mês anterior. e corresponderá. poderá o contribuinte optar pelo regime de antecipação do pagamento do ICMS. com antecipação do pagamento do imposto.o valor da antecipação do imposto de que trata este artigo será compensado em UFIR. e sua reconversão ao padrão monetário em vigor no dia de seu efetivo pagamento. no mínimo. § 2º Se o imposto não for pago até o 5º (quinto) dia útil posterior à quinzena de referência. bastando. 2º O saldo devedor do imposto. sem correção monetária.DECRETA: Art.o adiantamento do imposto será feito até o 2º (segundo) dia útil das respectivas segundas quinzenas dos meses de junho e julho de 1994. e as sujeitas ao recolhimento do imposto decorrente de diferença de alíquota. devendo os contribuintes. ou outro índice adotado para esse fim pelo governo federal. III . o valor respectivo será acrescido de multa e demais cominações legais e regulamentares. Art. nos meses de junho e julho.DAE.a opção do contribuinte pelo regime de antecipação do imposto previsto neste artigo independe de autorização da Secretaria da Fazenda do Estado. devendo o saldo devedor. assim como as operações de entradas de mercadorias no Território do Estado. o regime de apuração quinzenal do ICMS nos meses de junho e julho de 1994. § 1º A falta de pagamento do imposto no prazo fixado neste artigo determinará. Unidade Fiscal de Referência quando procedida a apuração mensal de cada mês de competência.

§ 1º A falta de pagamento do imposto no prazo fixado no inciso II deste artigo.Arrecadação Estadual .até o 5º (quinto) dia útil do mês subseqüente à retenção do imposto pelo contribuinte substituto. determinará a conversão do respectivo valor em UFIR no segundo dia útil subseqüente à apuração. passa a ser o seguinte: I . Art. sendo admitido ao contribuinte adotá-lo num só ou nos dois meses de junho e julho. 9º A partir do mês de referência de agosto de 1994. IV . 6º Os incisos III e IV do artigo 1º do Decreto n. inclusive. alcançando. 5º O prazo para recolhimento do ICMS antecipado e decorrente do diferencial de alíquota.DAE. os Convênios e Protocolos que disponham de forma diversa.até o quinto dia do mês subseqüente. Art. Art.nos demais casos até o 5º (quinto) dia útil após o mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o fato gerador". 1º III . será acrescido de multa e demais cominações legais e regulamentares. § 2º Se o imposto não for pago até o 5º (quinto) dia útil posterior à apuração. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. e sua reconversão ao padrão monetário em vigor no dia do seu efetivo pagamento.até o vigésimo dia do mês para as prestações e operações com entrada em território paraense na primeira quinzena do mês de referência.469/89 passam a vigorar com as seguintes redações: "Art. Art. quanto ao tributo apurado na segunda quinzena de julho. 7º O Secretário de Estado da Fazenda poderá baixar normas complementares necessárias à execução deste Decreto. Art. para as prestações e operações com entrada em território paraense na segunda quinzena do mês de referência. inclusive. Palácio do Governo do Estado do Pará. 4º O disposto neste Decreto aplica-se aos regimes especiais e de substituição tributária. Art. produzindo efeitos nos meses de referência de junho e julho de 1994. II . se ainda houver. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado do Pará João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda . o valor respectivo corrigido pelo índice aplicável. voltará a ser mensal o regime de apuração do ICMS.º 6. em 13 de junho de 1994. restauradas as aplicações e eficácia das normas e disposições ora vigentes sobre a matéria.

do art. 135. que no desempenho de suas atribuições contribuírem para eficácia ou incremento das atividades de tributação. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. a diferença resultante entre o valor pago e o valor devido será convertida em UFIR pelo valor desta.E.810. de 24 de janeiro de 1994.Publicado no D.Quando. 2º .595 DE 20 DE JUNHO DE 1994 Regulamenta o art. de 24 de janeiro de 1994. arrecadação e fiscalização. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso V. D E C R E T A: CAPÍTULO I Da Gratificação de Produtividade Art. operacional e administrativo. 142.A gratificação de produtividade será atribuída a todos os servidores da Secretaria de Estado da Fazenda. como estímulo à eficiência individual e coletiva. arrecadação e fiscalização de tributos estaduais. objetivando o crescimento real da receita tributária estadual.O. na data do pagamento. Parágrafo Único . bem como aos servidores de apoio técnico. CONSIDERANDO o disposto no art.UFIR diária da data de pagamento ou outro índice que venha substituir. . da Constituição do Estado do Pará e.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2. por razões operacionais.A gratificação de produtividade será efetivada por meio de quotas cujo valor unitário corresponderá a 3. sendo paga na folha salarial subsequente. Art. da Lei nº 5. não for possível efetuar o pagamento pela Unidade Fiscal de Referência .810.09 (três inteiros e nove centésimos) da Unidade Fiscal de Referência .UFIR diária da data do pagamento. e dá outras providências. ocupantes dos cargos nas áreas de tributação. 142 da Lei nº 5. PA de 14/06/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 1º .

a relação dos servidores ocupantes dos cargos de Fiscal de Tributos Estaduais. divididas em uma etapa básica de 450 (quatrocentos e cinquenta) quotas e uma etapa complementar de 450 (quatrocentos e cinquenta) quotas. deverão ser encaminhadas. até o dia 05 (cinco) do mês subsequente.200 (um mil e duzentas) quotas mensais.Caberá aos Delegados Regionais da Fazenda Estadual. na forma seguinte: I .pela Procuradoria-Geral da Fazenda Estadual.pelas Delegacias Regionais da Fazenda Estadual. até 900 (novecentas) quotas mensais. divididas em uma etapa básica de 600 (seiscentas) quotas e uma etapa complementar de 600 (seiscentas) quotas. até 1. § 2º . a relação dos servidores ocupantes do cargo de Procurador Fiscal do Estado. II . 4º . Arrecadação e Fiscalização Art. ao Procurador-Geral da Fazenda Estadual e aos Diretores de cada área a avaliação e definição de quotas a serem concedidas. na forma seguinte: I . à Diretoria de Administração da Secretaria de Estado da Fazenda. mensalmente. § 1º . II . Arrecadação e Fiscalização.CAPÍTULO II Da Gratificação de Produtividade dos Servidores do Grupo Tributação. Agente Auxiliar de Fiscalização e Agente Tributário até o limite previsto no artigo anterior.A etapa básica da gratificação de produtividade será concedida aos servidores ocupantes dos cargos de Procurador Fiscal do Estado. Fiscal de Tributos Estaduais. a relação dos servidores contemplados com esta etapa.Para efeito de concessão da etapa que se refere o "caput" deste artigo. . 3º . SEÇÃO I Da Etapa Básica Art.A gratificação de produtividade será atribuída aos servidores ocupantes de cargos do Grupo Tributação.aos servidores ocupantes dos cargos de Agente Auxiliar de Fiscalização e Agente Tributário. na execução das atividades inerentes ao cargo conforme o disposto em legislação específica. considerando o desempenho mensal do servidor. Agente Auxiliar de Fiscalização e Agente Tributário.aos servidores ocupantes dos cargos de Procurador Fiscal do Estado e Fiscal de Tributos Estaduais.

§ 3º . na forma do Anexo II. SEÇÃO II Da Etapa Complementar Art. Art. atribuídas em função do desempenho individual do servidor.TAF. devidamente avaliado por comissão constituída através de Portaria. e 225 (duzentas e vinte e cinco) quotas para os ocupantes dos cargos de Agente Tributário e Agente Auxiliar de Fiscalização. e de cobrança amigável ou Certidão de Liquidação da Dívida Ativa para os Procuradores Fiscais do Estado. § 2º . 5º . 5º.DAE recolhido junto à rede bancária. as quotas correspondentes serão divididas igualmente entre os participantes.No caso de primeira investidura em cargos do Grupo Tributação. em razão do crescimento real da receita tributária das Delegacias Regionais. a participação como julgador de primeira instância e como membro do Conselho de Recursos Fiscais do Estado do Pará.no limite de 300 (trezentas) quotas para os ocupantes dos cargos de Fiscal de Tributos Estaduais e Procurador Fiscal do Estado. da seguinte forma: I . 6º . inciso II.no limite de 300 (trezentas) quotas para os ocupantes dos cargos de Fiscal de Tributos Estaduais e Procurador Fiscal do Estado.Se no decorrer da ação fiscal. regularmente emitidos por servidor competente. o servidor somente perceberá esta etapa a partir do segundo mês de exercício do cargo. serão considerados apenas os créditos tributários decorrentes de Auto de Infração e Notificação Fiscal. .A etapa complementar da gratificação de produtividade será concedida mensalmente aos servidores contemplados com a etapa básica. aferidas com base no montante do crédito tributário resultante de ação fiscal. Termo de Apreensão e Depósito acompanhado do Documento de Arrecadação Estadual .pelas Diretorias de cada área em relação aos servidores que lhes são subordinados. até a avaliação do crédito.III . aferidas pelo Órgão Central da Secretaria de Estado da Fazenda. II . houver participação de dois ou mais servidores. Arrecadação e Fiscalização . para esse fim. na forma do Anexo I.Exclui-se para efeito do disposto no parágrafo anterior.Para efeito da aferição da etapa complementar prevista no art. Agentes Tributários e Agentes Auxiliares de Fiscalização. decorrente de ação fiscal para os Fiscais de Tributos Estaduais. § 1º . e 225 ( duzentas e vinte e cinco) quotas para os ocupantes dos cargos de Agente Tributário e Agente Auxiliar de Fiscalização.

5º.O Procurador-Geral da Fazenda Estadual somente remeterá à comissão mapa de que trata o "caput" deste artigo. 10. 10 . 9º . relativamente aos Procuradores Fiscais do Estado lotados no Órgão Central. perceberão: I . até o dia 05 (cinco do mês subsequente mapa demonstrativo do desempenho individual dos servidores que fazem jus a etapa complementar prevista no art. Art. os .O Delegado Regional encaminhará à comissão. a cada mês. § 2º . § 1º .Para efeito de concessão das etapas que tratam o presente artigo são consideradas Regiões Fiscais de Fronteira aquelas designadas por Decreto. 7º . auferidas pelo desempenho individual do servidor.As etapas que tratam os incisos I e II serão concedidas proporcionalmente ao período trabalhado nas Regiões Fiscais de Fronteira. Art. quando estiverem executando trabalhos nas Regiões Fiscais de Fronteira. e efetuado o pagamento pelo valor vigente da quota. serão pagas nos meses subsequentes até sua completa liquidação. e 300 (trezentas) quotas para os ocupantes dos cargos de Agente Tributário e Agente Auxiliar de Fiscalização. e 150 (cento e cinquenta) quotas para os ocupantes dos cargos de Agente Tributário e Agente Auxiliar de Fiscalização.Os créditos tributários devidamente avaliados e julgados procedentes pela comissão serão transformados em quotas. II e etapas fixa e especial previstas no art. aferidas na forma do Anexo III. no mês de sua aferição para efeito de enquadramento na tabela constante dos Anexos I e II. a qual será efetuada através de comissão designada pelo Secretário de Estado da Fazenda.§ 3º . para fins de aferição e concessão das quotas. I e II deste decreto. Arrecadação e Fiscalização e cujos procedimentos serão determinados por Portaria. Art.Os servidores do Grupo Tributação.A Diretoria de Fiscalização fica responsável pela coordenação da aferição das etapas complementar e especial.uma etapa especial de até 400 (quatrocentas) quotas para os ocupantes dos cargos de Fiscal de Tributos Estaduais e Procurador Fiscal do Estado. 8º . Parágrafo Único . II . com a participação de servidores integrantes do Grupo Tributação.as quotas excedentes de um mês. em função do crescimento real do movimento de entrada e saída de mercadorias nas Regiões Fiscais de Fronteira. sem prejuízo das escalas de serviço adotadas.uma etapa fixa mensal de 200 (duzentas) quotas para os ocupantes dos cargos de Fiscal de Tributos Estaduais e Procurador Fiscal do Estado. Arrecadação e Fiscalização. Art.

lotados no Órgão Central. sem prejuízo de outras vantagens a que fizerem jus: I . 11 . Agências e Postos Fiscais da Fazenda Estadual. 5º. Art.Os servidores integrantes do Grupo Tributação. terão direito à gratificação de produtividade. das Delegacias Regionais.a etapa básica da gratificação de produtividade.a etapa complementar de gratificação de produtividade prevista no art. 12 . Arrecadação e Fiscalização. III . lotados nas unidades regionais. ocupantes de igual cargo. em serviços internos ou quando designados para o exercício de função de chefia. lotados em sua Região Fiscal.Os servidores integrantes do Grupo Tributação. I. § 1º . II . comissões e grupos especiais terão direito à gratificação de produtividade. quando nomeados para cargos de provimento em comissão. sem prejuízo de outras vantagens a que fizerem jus: I . I. 5º. pela média aritmética do desempenho das Regiões Fiscais. II . pelo desempenho da 1ª Região Fiscal. quando nomeados para cargos de provimento em comissão das unidades regionais.Os servidores que trata o "caput" deste artigo. 5º.Os servidores que trata o "caput" deste artigo. Arrecadação e Fiscalização. CAPÍTULO III Da Gratificação de Produtividade aos Servidores de Apoio da Secretaria de Estado da Fazenda . II. pela média aritmética do total de quotas auferidas pelos servidores.a etapa complementar da gratificação de produtividade prevista do art.a etapa básica de gratificação de produtividade. § 2º . na forma do Anexo I do presente Decreto. quando designados para o exercício de função de chefia. SEÇÃO III Dos Servidores no Exercício de Função Interna Art. 5º.Para efeitos desta seção será considerado em serviços internos o servidor lotado em unidade de execução de atividades internas do Órgão Central. perceberão somente a etapa básica da gratificação de produtividade. aferida na forma deste artigo. I. aferida na forma deste artigo. § 1º .quais perceberão a etapa complementar que trata o art. perceberão somente as etapas previstas nos incisos I e II.a etapa complementar de gratificação de produtividade prevista no art.

15 . 17 .aos servidores ocupantes de cargos do grupo de Atividade Nível Médio.A gratificação de produtividade para os servidores integrantes do Grupo Tributação.aos servidores ocupantes de cargos do Grupo de Atividade de Nível Superior. quando estabelecidos em escala de serviço. 16 .aos servidores ocupantes dos cargos do Grupo de Transporte e Portaria. obriga o servidor a ele vinculado ao cumprimento da jornada regulamentar de trabalho estabelecida em legislação própria. na forma seguinte: I .A gratificação de produtividade será concedida aos servidores de apoio técnico. . pelo apoio ao desempenho da Administração Fazendária. domingos e feriados. III . CAPÍTULO IV Das Disposições Gerais Art. operacional e administrativo da Secretaria de Estado da Fazenda. em etapa única. considerando os fatores assiduidade.Os servidores de apoio técnico.aos servidores ocupantes dos cargos do Grupo Atividade de Nível Médio. Arrecadação e Fiscalização. 80 (oitenta) quotas. 150 (cento e cinquenta) quotas mensais. III . perceberão quotas adicionais da seguinte forma: I . 400 (quatrocentas) quotas mensais.aos servidores ocupantes de cargos do Grupo atividades de Nível Superior. Art. II . II .Caberá ao titular da unidade de lotação do servidor a avaliação e definição do número de quotas a serem concedidas. Parágrafo Único . além do comparecimento obrigatório aos sábados.Os Anexos I.Art. 14 .aos servidores ocupantes de cargos do Grupo Transporte e Portaria. 100 (cem) quotas. 13 . 120 (cento e vinte) quotas. Art. Art.Deixará de fazer jus a gratificação de produtividade o servidor que não permanecer no efetivo exercício do cargo. 200 (duzentas) quotas mensais. operacional e administrativo da Secretaria de Estado da Fazenda. Consultor Jurídico e cargos de provimento em comissão. disciplina e responsabilidade. II e III fazem parte integrante deste Decreto. que estiverem executando trabalhos nas Regiões Fiscais de Fronteira.

companheira ou companheiro. na forma da lei. IX . XIII .licença maternidade com a duração de 120 (cento e vinte dias. II . pais. III . Art. em área do interesse do serviço público. XII . filhos e irmãos. esportivos. VI . 5º.desempenho de mandato classista. quando perceberá a etapa básica e a etapa complementar no art. § 2º . 5º.férias.missão oficial de qualquer natureza. durante o tempo da autorização ou designação.faltas abonadas. XIV . durante o período de autorização. VII .licença por motivo de doença em pessoa da família. § 3º .Nos casos do parágrafo anterior o valor da gratificação de produtividade corresponderá às quotas referentes a etapa básica e etapa complementar constante dos incisos I e II. 18 .licença-prêmio.Não serão considerados para fins de percepção da gratificação de produtividade os afastamentos decorrentes de: I . Distrito Federal e União.participação em congressos ou outros eventos culturais.Constituem hipóteses de efetivo exercício do cargo para fins de percepção da gratificação de produtividade. se declarado inocente. do art.aposentadoria. até 8 (oito) dias.licença para tratamento de saúde.§ 1º . III . técnicos. quando colocado regularmente a disposição.casamento. XV . um dia.desempenho de cargo ou função em órgão da administração direta ou indireta de Municípios. que o servidor faria jus se estivesse no desempenho de suas atribuições. científicos ou sindicais. os afastamentos decorrentes de: I .O valor percebido pelo servidor a título de gratificação de produtividade integrará os vencimentos para efeito de: I .outros efeitos legais.processo administrativo. II . IV . III . V .desempenho de mandato eletivo. até 8 (oito) dias.licença paternidade.doação de sangue.falecimento do cônjuge.serviços obrigatórios por lei. X . II .estudo. durante o período autorizado.contribuição para o IPASEP. XI . ainda que sem vencimento. . VIII . II até o limite de quotas regularmente apuradas. exceto na ocorrência das hipóteses previstas nos incisos V e VI. Estados.

Os casos omissos. Art.A falta injustificada do servidor implicará em desconto proporcional do número de quotas a que tem direito.809. no seu máximo. 21 . limitadas ao número de quotas previstas no art.A gratificação de produtividade dos servidores já inativos e pensionistas que tratam as Leis nº 4. adicionada das quotas já percebidas a título de desempenho individual. nos termos deste Decreto. 5º. referentes a etapa complementar prevista no art. retroagindo seus efeitos a 1º de maio de 1994.No caso previsto no inciso I deste artigo. de 22/06/1994 * Republicada por ter saído com incorreção no Diário Oficial nº 27. I. a etapa complementar prevista no art. o valor da etapa básica. e nº 5. deste Decreto. I e II. II. de 02 de setembro de 1983.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. 5º. considerar-se-á a média dos meses correspondentes.§ 1º .Para efeito de aferição da etapa complementar da gratificação de produtividade. toda a receita tributária das Regiões Fiscais será transformada em Unidade Fiscal de Referência . ou se fundamenta a pensão. de 11 de dezembro de 1978.743. 20 . . § 2º . 3º.UFIR ou seu substituto legal. Art. serão de competência do Secretário de Estado da Fazenda. 5º.744. CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governo do Estado do Pará RAYMUNDO NONNATO MORAES DE ALBUQUERQUE Secretário de Estado de Administração JOÃO BAPTISTA FERREIRA RAMOS Secretário de Estado da Fazenda DOE nº 27. do dia 21/06/94. § 3º . da etapa complementar prevista no art. e da média aritmética das quotas percebidas nos últimos 12 (doze) meses anteriores ao pedido de aposentadoria. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. bem como os atos complementares necessários. no seu máximo. Art. auferidas pelo servidor. para o respectivo cargo. será paga no valor correspondente a etapa básica fixada para o cargo ao que se deu a aposentadoria. em 20 de junho de 1994. 19 . I. correspondentes a etapa especial prevista no Decreto nº 5. integrará os proventos.945/89.085. § 4º .Se o pedido de aposentadoria ocorrer antes de decorridos os 12 (doze) meses de efetiva percepção da gratificação de produtividade.

ANEXO I DA ETAPA COMPLEMENTAR PREVISTA NO ART. 5º, INCISO I 1 - As quotas correspondentes ao desempenho da receita tributária das Regiões Fiscais serão aferidas pelo Órgão Central da Secretaria de Estado da Fazenda obedecendo a seguinte metodologia: 1.1 - Para efeito de cálculo e análise, toda a arrecadação tributária da regional será transformada em Unidade Fiscal de Referência - UFIR, ou outro índice que a venha substituir. 1.2 - A taxa de crescimento real da receita tributária das Regiões Fiscais será denominada "r" e será calculada através da seguinte expressão: r = M1 / M2, onde M1 - > será o valor da Receita Tributária de cada Região Fiscal, transformada em número de UFIR calculada pela UFIR média, aferida no mês de referência. M2 -> será o valor da receita Tributária de cada Região Fiscal, transformada em número de UFIR calculada pela UFIR média, aferida no mês correspondente ao igual mês do ano imediatamente anterior. 1.2.1 - Se 1,30 < r, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 100% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.2 - Se 1,24 < r 1,30, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 90% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.3 - Se 1,15 < r < 1,24, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 80% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.4 - Se 1,09 < r < 1,15, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 70% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.5 - Se 1,03 < r < 1,09, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 50% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.6 - Se 1,00 < r < 1,03, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 30% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.7 - Se r < 1, não existirão quotas adicionais a serem acrescidas à etapa básica. 2 - Para efeito de cálculo da etapa complementar prevista no art. 5º, I, será considerada a receita referente ao penúltimo mês àquele do efetivo pagamento. ANEXO II ETAPA COMPLEMENTAR PREVISTA NO ART. 5º, INCISO II

CRÉDITO TRIBUTÁRIO EM UFIR 1 - até 4758 2 - (4758 a 9516) 3 - (9516 a 14274) 4 - (14274 a 19032) 5 - (19032 a 23790) 6 - (23790 a 28548) 7 - (28548 a 33306) 8 - (33306 a 38064) 9 - (38064 a 42882) 10 - acima de 42882 ANEXO III

Nº DE QUOTAS 30 60 90 120 150 180 210 240 270 300

DA ETAPA ESPECIAL PREVISTA NO ART. 8º, INCISO II 1 - As quotas correspondentes ao crescimento real da movimentação de entrada e saída de mercadorias registradas pelas Regiões Fiscais de Fronteira serão aferidas pelo Órgão Central da Secretaria de Estado da Fazenda obedecendo a seguinte metodologia: 1.1 - Para efeito de cálculo e análise, todo os valores correspondentes aos registros de entrada e saída de mercadorias pelas Regiões Fiscais de Fronteira serão transformados em Unidade Fiscal de Referência UFIR, ou outro índice que a venha substituir. 1.2- A taxa de crescimento real da movimentação de entrada e saída de mercadoria registradas pelas Regiões Fiscais de Fronteira será denominada "f" e será calculada através da seguinte expressão: f = M1 / M2, onde M1 - > será o valor da movimentação de registros de entrada e saída de mercadorias de cada Região Fiscal de Fronteira, transformada em número de UFIR calculada pela UFIR média, aferida no mês de referência. M2 -> será o valor da movimentação de registro de entrada e saída de mercadoria de cada Região Fiscal de Fronteira, transformada em número de UFIR calculada pela UFIR média, aferida no mês correspondente ao igual mês do ano imediatamente anterior. 1.2.1 - Se 1,30 < r, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 100% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.2 - Se 1,24 < r < 1,30, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 90% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º.

1.2.3 - Se 1,15 < r < 1,24, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 80% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.4 - Se 1,09 < r < 1,15, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 70% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.5 - Se 1,03 < r < 1,09, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 50% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.6 - Se 1,00 < r < 1,03, cada servidor contemplado com a etapa básica, terá direito a 30% do limite de quotas previstas no inciso I, do art. 5º. 1.2.7 - Se r <, não existirão quotas adicionais a serem acrescidas à etapa básica. 2 - Para efeito de cálculo da etapa especial prevista no art. 8º, II, será considerado o crescimento real da movimentação de registros de entrada e saída referentes ao penúltimo mês àquele do efetivo pagamento. 3 - Para as Regiões Fiscais de Fronteira criadas após a vigência do presente Decreto, será considerado o crescimento da movimentação de registros de entrada e saída do mês de referência em relação ao mês anterior até o período de 12 (doze) meses após sua instituição como Região Fiscal de Fronteira. 4 - A 14º Região Fiscal terá o mesmo tratamento do item acima até sua informatização. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2.596 DE 20 DE JUNHO DE 1994 Isenta do pagamento do ICMS o fornecimento de energia elétrica nos casos que especifica. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, usando das atribuições que lhe confere o item V, do art. 135, da Constituição do Estado do Pará, e CONSIDERANDO o disposto no Convênio ICMS 23/92, de 03 de abril de 1992, D E C R E T A:

Art. 1º - Ficam isentas do pagamento do ICMS, nas operações internas, o fornecimento de energia elétrica destinada ao consumo pelos órgãos da Administração Pública Estadual Direta e Fundações mantidas pelo Poder Público Estadual. Art. 2º - O benefício previsto no artigo anterior deverá ser transferido aos beneficiários, mediante a redução do valor da operação no montante correspondente ao imposto. Art. 3º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado, produzindo efeito em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de maio de 1994. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ, CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado RAYMUNDO NONNATO MORAES DE ALBUQUERQUE Secretário de Estado de Administração JOÃO BAPTISTA FERREIRA RAMOS Secretário de Estado da Fazenda DOE nº 27.743, de 21/06/1994. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 2.597, DE 21 DE JUNHO DE 1994. Altera percentuais de agregação aplicável às operações internas com cerveja e refrigerantes, previstos no Decreto 1.194/92. O Governador do Estado do Pará, usando das atribuições que lhe confere o item V, do art. 135, da Constituição do Estado do Pará, DECRETA: Art. 1º Nas operações internas com cerveja, chopp e refrigerante o percentual de agregação para cálculo do imposto retido pelo substituto tributário de que trata o art. 5º do Decreto n.º 1.194, de 10 de novembro de 1992, passa a ser de: I - 40% (quarenta por cento) quando se tratar de refrigerante em garrafa com capacidade igual ou superior a 600 ml;

1º Fica reduzida a base de cálculo do ICMS na prestação de serviços públicos de telecomunicações internacionais.598. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. III . 2º O percentual indicado no artigo anterior será aplicado sobre o montante formado pelo preço praticado pelo distribuidor. frete e/ou carreto e demais despesas debitadas ao estabelecimento destinatário.O. IV .100% (cem por cento) quando se tratar de extrato concentrado pré-mix ou post-mix. e Considerando o disposto no Convênio ICMS 27/94. DE 21 DE JUNHO DE 1994. Art. Palácio do Governo do Estado do Pará. Art. de 29 de março de 1994.º 2.E. 135. do art. DECRETA: Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. de forma que corresponda a uma carga tributária efetiva de 13% (treze por cento). usando das atribuições que lhe confere o item V. . Reduz a base de cálculo do ICMS na prestação de serviços públicos de internacionais. incluídos o IPI.II . O Governador do Estado do Pará. em 21 de junho de 1994. da Constituição do Estado do Pará.115% (cento e quinze por cento) quando se tratar de chopp.70% (setenta por cento) em se tratando de cerveja e nos demais casos não mencionados nos incisos anteriores. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. PA de 22/06/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .

até 31/12/94. DE 21 DE JUNHO DE 1994. até 31/12/94. de 18 de junho de 2001.480. camarão. adoque. publicado no DOE Nº 29. de 9 de dezembro de 1993 e 26/94. Parágrafo único. PA de 22/06/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . da Constituição do Estado do Pará.O. DECRETA: Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Palácio do Governo do Estado do Pará. de 29 de março de 1994. do art.676. bacalhau. 138/93.ao pescado enlatado ou cozido. de 26 de setembro de 1991. O Governador do Estado do Pará. nas saídas internas e interestaduais promovidas por fabricantes de: . molusco.599. salmão e a rã.de 20/06/2001. * Decreto REVOGADO pelo Decreto nº 4. e Considerando as disposições dos Convênios ICMS 60/91. merluza. II . usando das atribuições que lhe confere o item V. exceto lagosta. de 15 de dezembro de 1992. Dispõe sobre o tratamento tributário aplicável às saídas dos produtos que especifica. 148/92. 135. Art.º 2. 1º Ficam isentas do ICMS.E. produzindo efeitos a partir de 1º de junho de 1994. 2º Fica concedido crédito presumido. as saídas internas de pescado. O disposto neste artigo não se aplica: I . Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de estado da Fazenda Publicado no D.Art.à operação que destine o pescado à industrialização. em 21 de junho de 1994.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. pirarucu.

Art. de 30 de abril de 1993. crédito presumido do ICMS de 20% (vinte por cento) do valor do imposto devido. 7º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. II . § 1º As operações sujeitas ao diferimento do pagamento do ICMS serão tributadas englobadamente no valor das saídas. vedada a utilização de quaisquer créditos. § 1º O crédito de que trata o caput será utilizado. de 29 de outubro de 1993.DAE. no valor de 55% (cinqüenta e cinco por cento) do imposto devido. § 2º O imposto diferido será exigido do estabelecimento destinatário ainda que não ocorra saída subseqüente do produto ou. 6º. Art. O crédito presumido será utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição a sistemática normal de tributação. sem similar nacional. Art. o ICMS devido será recolhido no momento da ocorrência do fato gerador. 3º O pagamento do ICMS incidente nas operações internas com cana-de-açúcar. à hipótese prevista na parte final do § 2º do artigo anterior. não-incidência ou isenção do imposto. calculado sobre o imposto incidente na respectiva saída. 5º Fica concedido aos fabricantes de açúcar e álcool. § 2º O disposto neste artigo aplica-se. a mercadoria deverá estar acompanhada obrigatoriamente de cópia do respectivo Documento de Arrecadação Estadual . . opcionalmente. fica diferido para a subseqüente saída do produto resultante de sua industrialização. destinadas a estabelecimento industrial. a base de cálculo do imposto diferido será o valor de aquisição mais recente do produto mencionado no caput. produzindo efeitos a partir de 04 de janeiro de 1994 em relação ao inciso I do art. que isenta do ICMS as importações do exterior de máquinas e equipamentos. esteja amparada por imunidade. no valor de 20% (vinte por cento).telhas. vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos. 6º O prazo de vigência previsto no art.987. 4º Nas operações com álcool e açúcar promovidas por estabelecimento industrial. § 2º É vedado a cumulação do benefício constante no inciso II com o previsto no Convênio 50/93. 2º. lajotas e manilhas. e 1º de abril de 1994 em relação ao art.I . Art. na podendo ser inferior ao preço de mercado.º 1. em território paraense. pelo contribuinte em substituição à sistemática normal de tributação. tijolos. § 1º No trânsito. fica prorrogado para 31 de dezembro de 1994. § 3º Na hipótese do parágrafo anterior.sacaria de juta e malva. também. Art. Parágrafo único. caso ocorra. 2º do Decreto n.

PA de 22/06/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . V. 1º Fica fixado em R$ 8. da Constituição do Estado do Pará. de 13 de janeiro de 1989.665.ASSESSORIA TÉCNICA . revogando-se as disposições em contrário. O Governador do Estado do Pará. para vigorar a partir de 1º de julho de 1994.O.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. Maria Lúcia Gomes Marcos dos Santos Governadora do Estado. em 30 de junho de 1994. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. em 21 de junho de 1994.UFEPA. e na conformidade do § 2º do art. usando das atribuições que lhe confere o art. Palácio do Governo do Estado do Pará. em exercício João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.E. DE 30 DE JUNHO DE 1994.º 5. 135.85 (oito reais e oitenta e cinco centavos) o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará . Art.º 2. Fixa o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará . 77 da Lei n.530.O. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.E.Palácio do Governo do Estado do Pará.UFEPA para vigorar a partir de 1º de julho de 1994. DECRETA: Art. PA de 30/06/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .

em 12 de julho de 1994.Sistema Harmonizado. O Governador do Estado do Pará.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 1º do Decreto n. Acrescenta produto ao art. nas saídas internas de embalagem metálica classificada no código 7310. e DECRETA: Art.701.º 5.E. de 10/11/92. 135. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . PA de 22/07/94.º 1. O Governador do Estado do Pará. 1º Fica reduzida a base de cálculo do ICMS.698. do art. usando das atribuições que lhe confere o item V. que tenha carga tributária líquida. da Constituição do Estado do Pará. . 135.0100 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .194. III. O benefício alcança apenas as saídas destinadas ao acondicionamento de produto a ser exportado. DE 20 DE JULHO DE 1994. da Constituição do Estado do Pará. Parágrafo único. Palácio do Governo do Estado do Pará. de tal forma que a carga tributária resulte no percentual de 7% (sete por cento). 2º O contribuinte deverá observar o disposto no art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. DE 12 DE JULHO DE 1994. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. e dá outras providências. da Lei n.DECRETO N. do art. usando das atribuições que lhe confere o item V. de 13 de janeiro de 1989. 48.530.º 2.º 2.O. Reduz a base de cálculo do ICMS nas saídas internas de embalagem metálica nas condições que especifica. Art.21. Art.

do Decreto n.702. 1º Fica acrescentado ao art. Art. e as sujeitas ao recolhimento do imposto decorrente de diferença de alíquota. Excetuam-se do estabelecido neste artigo os contribuintes enquadrados nos regimes de estimativa. Palácio do Governo do Estado do Pará. 1º do Decreto n. da Constituição do Estado do Pará. do art. usando das atribuições que lhe confere o inciso V. os responsáveis e os substitutos tributários proceder à referida apuração quinzenal nos livros fiscais próprios. parágrafo único.O.194/92.E. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 1º É adotado no Estado do Pará o regime de apuração quinzenal do ICMS nos meses de agosto e setembro de 1994 devendo os contribuintes.º 1. O Governador do Estado do Pará. em 20 de julho de 1994. de 10 de novembro de 1992. o inciso XII.º 1. DECRETA: Art. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Parágrafo único. 135. PA de 22/07/94.194. do art. DE 20 DE JULHO DE 1994. é o estabelecido na alínea "i". com a seguinte redação: "XII . número 1. para efeito de antecipação do recolhimento do ICMS.DECRETA: Art. 2º. . assim como as operações de entradas de mercadorias no território do Estado com a antecipação do pagamento do imposto.º 2.café moído ou torrado" Art. 2º O percentual de agregação do produto mencionado no artigo anterior.

para sua efetivação. 2º O saldo devedor do imposto. 6º Na saída de mercadorias ou prestação de serviços promovidas por contribuintes submetidos a regime especial de fiscalização. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o fato gerador. no mínimo. 1º. sendo admitida a alternância desse regime com o estabelecido no art.º 6. excetuado o disposto no Convênio ICMS 72/89. passa a ser o seguinte: I . apurado na forma do caput do artigo anterior.Art. Parágrafo único. IV . 5º Os incisos III e IV do art. II . Art. será compensado quando procedida a apuração mensal de cada mês de competência. 7º O disposto neste Decreto aplica-se aos regimes especiais e de substituição tributária. em caráter eventual ou transitório. ser pago até o 5º (quinto) dia subseqüente à apuração. . alcançando os Convênios e Protocolos que disponham de forma diversa.nos demais casos.469/89. Art. bastando. se houver. 1º do Decreto n.o adiantamento do imposto será feito até o 5º (quinto) dia subseqüente à primeira quinzena de cada mês.até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente à retenção do imposto pelo contribuinte substituto. O disposto neste artigo aplica-se também aos contribuintes que só efetuem operações durante períodos determinados. 4º O prazo para recolhimento do ICMS antecipado e decorrente do diferencial de alíquota. Art. Art. mínimo esse que somente poderá ser elevado pelo próprio contribuinte.até o 20º (vigésimo) dia do mês para prestações e operações com entrada em território paraense na primeira quinzena do mês de referência. o recolhimento como disposto no inciso I deste artigo. devendo o saldo devedor. III . II . e corresponderá." Art. 1º. o recolhimento do imposto poderá ser exigido antes da entrega ou remessa e/ou prestação de serviço. 1º III . como abaixo discriminado: I . deverá ser pago até o 5º (quinto) dia subseqüente à quinzena de referência. a 40% (quarenta por cento) do valor total do ICMS devido no mês anterior.até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente para as prestações e operações com entrada em território paraense na segunda quinzena do mês de referência. 3º Em substituição ao regime de apuração quinzenal estabelecido no art.a opção do contribuinte pelo regime de antecipação do imposto independe de autorização da Secretaria de Estado da Fazenda. poderá o contribuinte optar pelo regime da antecipação do pagamento do ICMS. passam a vigorar com as seguintes redações: "Art.o valor da antecipação do imposto.

domingo ou feriado. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.514. A partir do mês de referência de outubro de 1994. a apresentação da Ficha de Identificação Cadastral . Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. o imposto será recolhido no primeiro dia útil subseqüente. produzindo seus efeitos em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de agosto de 1994. 1º e 2º do Decreto n. Art. DE 07 DE JULHO DE 1994. Art.E.O. independente de qualquer verificação prévia dos livros e documentos fiscais. de 05 de maio de 1994 e Decreto n. 11. acrescido das demais cominações legais. 8º O imposto não recolhido nos respectivos prazos ficam sujeitos a correção monetária com base na Unidade Fiscal de Referência UFIR. . ou não funcionar a rede bancária. Art.º 2.711 DE 25 DE JULHO DE 1994 REGULAMENTA A LEI COMPLEMENTAR Nº 24. Palácio do Governo do Estado do Pará.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2. 12. voltará a ser mensal o regime de apuração do ICMS. restauradas a aplicação e a eficácia das normas e disposições ora vigentes sobre a matéria. QUE ALTEROU DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR Nº 02. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .Art. em 20 de julho de 1994. A Secretaria de Estado da Fazenda poderá baixar normas complementares necessárias à execução deste Decreto. 9º Quando o prazo de vencimento recair em sábado. 13. bastando para isso.FIC. DE 26 DE DEZEMBRO DE 1985 (LEI ORGÂNICA DA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO) E ESTABELECEU OUTRAS PROVIDÊNCIAS. PA de 22/07/94.º 2. ficando revogados os arts. Art. ao titular do estabelecimento ou preposto. O Documento de Arrecadação Estadual . 10.588.DAE será entregue pela repartição fiscal de jurisdição do contribuinte. Art. de 13 de junho de 1994.

II .representar o Estado nos atos jurídicos em que deva intervir como parte extrajudicialmente. Arquivo e Protocolo. V . . ou em cumprimento de determinação deste. na forma da lei.NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA a) Procuradoria Judicial: a.3) Subprocuradoria do Interior Centro de Estudos Departamento Geral de Administração: c. e . sempre que provocado pelo Governador ou por qualquer dos Secretários de Estado.representar sobre inconstitucionalidade de leis.2) Divisão de Material. b) Subprocurador-Geral do Estado II .Seção de Execução Financeira e Orçamentária . a. especialmente: I .Seção de Material. é o órgão que representa judicial e extrajudicialmente o Estado.1) Divisão de Recursos Humanos c.2) Subprocuradoria Administrativa e Patrimonial a.exercer outras atribuições previstas em lei ou regulamento.Seção de Comunicação. Art.A Procuradoria-Geral do Estado.3) Divisão Financeira e Contábil .exarar pareceres acerca de questões jurídicas relevantes para o Estado. . III . seja propondo a medida ao Governador.patrocinar os interesses do Estado . em Juízo ou fora dele.NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR a) Procurado-Geral do Estado.CAPÍTULO I DA COMPETÊNCIA E DA ORGANIZAÇÃO DA PROCURADORIAGERAL DO ESTADO Art.A Procuradoria-Geral do Estado possui a seguinte composição organizacional básica: I . Transportes e Comunicação. 2º . 1º .Seção de Zeladoria e Vigilância c.NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR a) Gabinete III . .1) Subprocuradoria Cível. competindo-lhe. IV .Seção de Transportes.

pessoalmente. VIII .receber. III . na forma da lei. interveniente ou opoente. na conformidade dos dispositivos legais.coordenar.A Procuradoria-Geral do Estado tem por chefe o Procurador-Geral do Estado. e a não interposição de recursos nos feitos cíveis em que o Estado for parte. instruções e ordens de serviço. nomeado pelo Governador do Estado. nas Assembléias Gerais das sociedades de economia mista.conceder licença. diretamente.Ao Procuradoria-Geral do Estado incumbe: I .remeter à Procuradoria Judicial processos.autorizar. em que este for parte. referentes a quaisquer ações ou procedimentos judiciais contra o Estado.fixar e conceder vantagens e indenizações. quando convocado pelo Governador. assim como os expedientes para a propositura de ações ou a defesa judicial do Estado.antecipar ou prorrogar o período normal de trabalho. litisconsorte. XI .exarar despacho conclusivo sobre pareceres e informações dos Procuradores. que integra o Secretariado Estadual.designar ou dispensar os ocupantes de funções gratificadas e redistribuir o pessoal em exercício.corresponder-se.aprovar a proposta orçamentária da Procuradoria-Geral e movimentar as verbas destinadas ao Órgão.. para elaboração de pareceres. concernentes a processos que lhe são aferidos. VII . estaduais ou municipais.Seção Contábil CAPÍTULO II DO PROCURADOR-GERAL DO ESTADO Art. . as citações iniciais e notificações. V . VI . XII . IX . Art. X .representar o Governo do Estado. a desistência de ações. por delegação do Governador do Estado. férias e outros direitos e vantagens aos servidores do Órgão.dar posse aos nomeados. II . 3º . observadas as normas legais em vigor. XIV . a transação judicial.baixar portarias. com quaisquer autoridades federais. IV . dentre integrantes da carreira de Procurador do Estado. 4º . XIII . para solicitar-lhes informações ou esclarecimentos. assistente. orientar e supervisionar a execução das atividades da Procuradoria-Geral.

desde logo. a este. ressalvadas as vantagens de cunho pessoal. dos Subprocuradores. os Assessores e o Chefe de Gabinete. XVI . em suas faltas e impedimentos. ainda.Fica. para nomeação por parte deste. lotados na Capital. XVII . 5º . competindo.XV . Parágrafo Único . dos membros da Comissão Corregedora. outras atividades que lhe forem delegadas por aquele.indicar ao Governador do Estado. CAPÍTULO III DO SUBPROCURADOR-GERAL DO ESTADO Art. XXII . para atuarem nas Subprocuradorias Cível ou Administrativa e Patrimonial. bem como designar Procurador para atuar em Subprocuradoria diversa daquela na qual está vinculado. o Diretor do Centro de Estudos e os Chefes de Divisão e Seções.vincular os Procuradores do Estado. Art.desempenhar outras atribuições que lhe forem cometidas por lei ou ato do Governador do Estado. nos casos de ausências ou impedimentos.designar. XIX . XX . o Coordenador da Procuradoria Judicial. XXIII . o Diretor do Departamento Geral de Administração. os substitutos do Coordenador da Procuradoria Judicial. do Diretor do Centro de Estudos. o Procurador Regional do Estado a ser removido pelo critério de antiguidade.designar os membros da Comissão de Concurso e respectivos substitutos em suas ausências e impedimentos.A remuneração do Procurador-Geral do Estado será a percebida pelos Secretários de Estados. os Subprocuradores.O Procurador-Geral do Estado.elaborar o relatório anual da Procuradoria-Geral do Estado.aprovar a escala de férias dos servidores da ProcuradoriaGeral do Estado ou revê-la a qualquer tempo. . XXI .consentir na utilização provisória das dependências do Órgão. o Subprocurador Geral do Estado. será substituído pelo Subprocurador-Geral do Estado. do Chefe de Gabinete e dos Chefes de Divisões e Seções. do Diretor do Departamento Geral de Administração. para eventos externos de natureza sócio-cultural. XVIII .indicar ao Governador do Estado. 6º . delegada ao Procurador-Geral a competência a que alude o inciso III desde artigo.

por indicação do Procurador-Geral.fica assegurado ao Procurador interessado o direito de se manifestar sobre o acórdão lavrado. um CorregedorRelator. será efetuada uma correição ordinária e tantas extraordinárias quantas forem necessárias. desde logo. a requerimento do Presidente da Comissão. sugerindo medidas necessárias à racionalização e eficiência dos serviços. que terá. em comissão. somente serão tidas como aprovadas as posições que contarem com o referendo da maioria absoluta de seus membros. § 2º . conferida ao Subprocurador-Geral do Estado a função de Presidente da Comissão Corregedora da ProcuradoriaGeral do Estado. da manifestação referida no inciso anterior.Fica.compete à Comissão Corregedora fiscalizar as atividades dos Procuradores do Estado. sugerirá ao Procurador-Geral as medidas a serem tomadas em cada caso. em sua conclusão. VIII . sob forma de acórdão. cabendo ao Presidente apenas o voto de desempate.anualmente. realizar correição sobre as atividades do Procurador do Estado. ao final de seus trabalhos. pelo Presidente.as posições aprovadas pela Comissão serão reduzidas a termo. IV . a ser submetido à Comissão. e realizar sindicância e processo administrativo disciplinar contra integrantes da carreira de Procurador do Estado. de 2 (dois) de seus membros. cujo modo de atuação e funcionamento será disposto no Regimento Interno do Órgão. II . ordinária ou extraordinária. fiscalizadora das atividades funcionais e da conduta dos Procuradores. acompanhado. ainda. ou. será designado. sobre a atuação de cada Procurador do Estado. III . o qual. lavrado pelo Corregedor-Relator. com atuação permanente. relativamente à atuação dos Procuradores do Estado. apreciar as representações que lhe forem encaminhadas. VII . VI .§ 1º . ou do Procurador-Geral.o acórdão. V . como membros o Coordenador da Procuradoria Judicial e os Subprocuradores. pelo autor do primeiro voto vencedor. dentre os integrantes da carreira de Procurador do Estado. pelo Governador do Estado. elaborará parecer conclusivo.sobre o parecer do Corregedor-Relator. observadas as regras seguintes: I .submetido o parecer conclusivo à Comissão. fica assegurado ao Procurador interessado o direito de se manifestar.O Subprocurador-Geral (GEP-DAS-6) será nomeado. . caso este tenha sido voto preponderantemente vencido. dentre os membros da Comissão.para cada correição.

ou as sugerirá ao Governador do Estado. por 6 (seis) servidores do Órgão. será o mesmo substituído.1994. nos assuntos de interesse da Procuradoria-Geral do Estado. assessorado. em seu Gabinete. na Comissão. no percentual de 20% (vinte por cento) sobre a respectiva remuneração (art.1994). os quais serão.Ao Gabinete. nomeados em comissão. detentor de estabilidade.810. 7º . de 24. de 24.o acórdão da Comissão Corregedora e a respectiva manifestação do Procurador serão encaminhados ao Procurador-Geral. e outras atividades correlatas. compete apoiar o ProcuradorGeral no desempenho de suas atribuições e compromissos oficiais. XIII . ainda. 32 a 34. compete à Comissão Corregedora avaliar o desempenho do Procurador do Estado. para tanto. órgão de assessoramento e de supervisão administrativa da Procuradoria-Geral do Estado.observado. 139 da Lei nº 5. Procurador do Estado estável.01.01. X . . por outro Procurador que preencha tal requisito.IX . bem como o disposto nos arts. XI . bem como executar os serviços de relações públicas da Procuradoria-Geral do Estado e outras atividades correlatas. preferencialmente. conforme o caso. o procedimento supra. § 2º .somente poderá fazer parte da Comissão Corregedora.810. no período de estágio probatório. sendo que. ainda.aos membros da Comissão Corregedora fica assegurada a percepção de gratificação pela participação em comissão ou grupo especial de trabalho. designado pelo Procurador-Geral. submetendo-se referida avaliação à homologação do Procurador-Geral do Estado. o qual tomará as providências que entender convenientes. da Lei nº 5. por designação do Procurador-Geral. § 1º . ordenará o arquivamento do processo ou sindicância. ao Procurador-Geral. onde couber. XII . processo ou sindicância. CAPÍTULO IV DO GABINETE Art.Aos Assessores do Procurador-Geral (GEP-DAS-3) compete as atividades de assistência e de assessoramento técnico. na hipótese de qualquer dos titulares dos cargos referidos no § 2º não ser. Procuradores ou não.O Procurador-Geral do Estado será. será substituído por outro Procurador.quando qualquer dos membros da Comissão Corregedora estiver ausente ou for parte interessada ou se declarar impedido para atuar em correição.

réu.A critério do Procurador-Geral. III . em todo e qualquer processo judicial ou administrativo.preparar a correspondência. nomeado em comissão para o cargo de Chefe de Gabinete (GEP-DAS-2) ao qual caberá: I . VIII .prestar apoio técnico ao Procurador-Geral e assisti-lo no exame. CAPÍTULO V DA PROCURADORIA JUDICIAL Art. Procurador ou não.representar o Estado nos feitos da Justiça Comum ou Especial.regular as audiências do Procurador-Geral e orientar as partes que o procurem. cabendolhe.desempenhar quaisquer outras tarefas ou atribuições que. interveniente ou opoente. emanadas do ProcuradorGeral. VII . concorram para a regularidade e eficiência dos serviços a seu cargo. bem como a emissão de pareceres acerca de questões jurídicas relevantes para o Estado.O Gabinete do Procurador-Geral será dirigido. qualquer das atribuições referidas no parágrafo anterior poderá ser conferida a assessor ou servidor do Órgão. direta ou indiretamente. § 4º .supervisionar os serviços administrativos afetos ao Procurador-Geral.redigir e preparar o expediente pessoal do Procurador-Geral e organizar sua agenda de despachos e compromissos. preferencialmente.transmitir ordens e mensagens. . litisconsorte. especialmente: I . V . II . subordinada ao ProcuradoGeral.§ 3º .defender o Estado nas ações de acidentes do trabalho que lhe sejam movidas pelos seus empregados. sujeitos à assinatura ou aprovação do Procurador-Geral.receber o expediente dirigido ao Procurador-Geral e inteirarse de seu conteúdo. IX . 8º . IV . II . atos. assistente. avisos e outros expedientes. instrução e documentação dos assuntos submetidos a seu despacho ou decisão. seja como autor. VI .A Procuradoria Judicial. por servidor do Órgão. tem por finalidade a defesa do Estado. perante o Judiciário ou fora dele.sistematizar o fornecimento de informações técnicas-jurídicas e administrativas aos setores da Procuradoria-Geral do Estado e aos diversos órgãos da Administração Estadual.

III . III . na qualidade de membros. quando convocado. que lhe forem encaminhados pelo Procurador-Geral. VIII . VII .executar outras tarefas correlatas que lhe sejam atribuídas pelo Procurador-Geral.providenciar. emitindo-os quando julgar necessário. V .apreciar os pareceres emitidos pelos Subprocuradores.propor ações regressivas contra funcionários de qualquer categoria.remeter os processos administrativos. ordinariamente.remeter os processos. indicado pelo Procurador-Geral. o patrocínio daqueles que entender convenientes.participar. pessoalmente. relatório anual ao ProcuradorGeral e. judicialmente. IX .representar ao Procurador-Geral sobre qualquer assunto de interesse do serviço ou irregularidades ocorridas.exarar pareceres acerca de questões jurídicas de interesse do Estado. assumindo. por qualquer motivo. II . pedindo arquivamento ou a desistência daqueles em que se verifique a impossibilidade ou inconveniência de se iniciar o procedimento judicial ou de prosseguir nos já iniciados. VI . extraordinariamente. salvo se não-estável ou impedido. através de seu titular. nos respectivos processos. 9º . V . para a elaboração de pareceres. material. à Subprocuradoria competente. pessoal. .cientificar o Procurador-Geral sobre a solução dos processos e ações pendentes. nos atos em que este deva intervir. sempre que solicitado por este. a reparar.orientar e coordenar a atuação dos servidores lotados na Procuradoria Judicial.A Procuradoria Judicial será dirigida por Coordenador (GEP-DAS-5). submetendo-os à aprovação do Procurador-Geral e com este despachar.encaminhar. equipamento e transporte indispensáveis à manutenção e ao desenvolvimento das atividades da Procuradoria Judicial e das Subprocuradorias.minutar informações em mandados de segurança e promover a defesa do Estado.representar extrajudicialmente o Estado. junto à Diretoria Geral de Administração. IV . VII . IV . VI . que lhe forem encaminhados pelo Procurador-Geral. da Comissão Corregedora da Procuradoria-Geral do Estado. à Subprocuradoria competente. declarados culpados por haverem causado a terceiros lesões de direito que o Estado tenha sido condenado. ao qual competirá: I . Art. dentre os Procuradores do Estado.

o Procurador-Geral poderá designar Procurador para atuar em Subprocuradoria diversa da qual está vinculado.executar outras tarefas correlatas que lhe sejam atribuídas pelo Procurador-Geral. judiciais ou administrativos. atuarão os Procuradores Regionais do Estado. os demais processos não incluídos no § 1º. dentre os integrantes da carreira de Procurador do Estado. excepcionalmente. 11 . oriundos do Interior do Estado. Cível. Administrativa e Patrimonial e do Interior. dentre os Procuradores do Estado.desapropriação direta. por exclusão. a partir do encaminhamento de recurso à instância ad quem.distribuir. aos Procuradores lotados na Subprocuradoria.Por ato do Procurador-Geral. serão os Procuradores do Estado. com lotação na Capital.Os processos judiciais. que lhe forem encaminhados pelo Coordenador. vinculados a cada uma das Subprocuradorias Cível ou Administrativa e Patrimonial. Art. . judiciais ou administrativos. § 6º .As Subprocuradorias terão sede na Capital do Estado. denominadas. deveres. judiciais ou administrativos. II . amigável ou judicial. ou verificados nele. cada qual coordenada por Subprocurador (GEP-DAS-3). § 4º .processos. que tenham curso no Interior do Estado. submetendo-os à apreciação do Coordenador. os processos. nomeado em comissão . e II . § 2º . III .A Procuradoria Judicial compor-se-á de 3 (três) Subprocuradoria.orientar e fiscalizar a atuação dos servidores lotados na respectiva Subprocuradoria. independentemente de sua natureza. § 1º . que versem sobre matéria atinente a direitos.Aos Subprocuradores compete: I .A Subprocuradoria Cível caberão.apreciar os pareceres emitidos pelos Procuradores lotados na Subprocuradoria. vantagens e obrigações funcionais de servidores públicos. conforme a matéria sobre que versar. 10 . § 7º . § 3º . lotados na Capital. por indicação do Procurador-Geral. exceção feita ao Subprocurador.À Subprocuradoria Administrativa e Patrimonial competirá atuar nas seguintes questões: I . § 5º . Art. sendo que.X .À Subprocuradoria do Interior competirá o acompanhamento de processos. ressalvados os afetos à Subprocuradoria do Interior. que será nomeado em comissão.Na Subprocuradoria do Interior. passarão à responsabilidade das Subprocuradorias Cível ou Administrativa e Patrimonial.

II . inciso VIII deste Decreto. a serem preparadas ao Judiciário.representar o Estado nas sociedades de economia mista. de Comissões e Grupos de Trabalho.cientificar o Coordenador sobre a solução dos processos e ações pendentes. X .defender. extraordinariamente. propor ou solicitar a requisição de processos e autos. por qualquer motivo.apreciar e/ou elaborar minutas de contratos.preparar minutas de informações.executar outras tarefas que lhes sejam cometidas por lei. VIII . I . VII . IV . VI . ordinariamente. . VIII . pedindo arquivamento ou desistência daqueles em que se verifique a impossibilidade ou inconveniência de se iniciar o procedimento judicial ou de prosseguir nos já iniciados.participar. V . na qualidade de membros.emitir parecer em processos administrativos e responder à consulta sobre matéria de sua competência. relatório anual ao Coordenador e. quando por este convocado ou quando necessário. IX .representar ao Coordenador sobre qualquer assunto de interesse do serviço ou irregularidades ocorridas. VII . quando se fizer necessário. VI . em que a autoridade estadual for apontada como coatora. quando designados pelo Procurador-Geral do Estado.encaminhar. quanto ao Coordenador.participar.Aos Procuradores do Estado incumbe.solicitar das repartições esclarecimentos indispensáveis ao desempenho de suas atribuições e. por determinação do Procurador-Geral do Estado.IV .despachar com o Coordenador. 12 .emitir. observado. da Comissão Corregedora da Procuradoria-Geral do Estado. em juízo ou fora dele. salvo se não-estáveis ou impedidos. pessoalmente. termos ou quaisquer outros instrumentos. os interesses do Estado. III . sempre que solicitado por este.executar outras tarefas correlatas que lhe sejam atribuídas pelo Coordenador. o disposto no art. nas ações de mandado de segurança. os pareceres solicitados à Subprocuradoria. CAPÍTULO VI DOS PROCURADORES DO ESTADO Art. sempre que julgar necessário. 9º. V .

extensiva ao Procurador do Estado deslocado Belém ao Interior do Estado. V . de 07. com caráter incorporativo (art. na forma da lei federal. confessar. sendo-lhes vedado: I . § 1º .1994. o Procurador do Estado deverá justificá-lo. percentagens ou custas processuais.receber. de 26. quando cedido a órgão da Administração centralizada ou à entidade da administração descentralizada. no percentual de 50%. exceto. na forma da lei. § 2º . terá suspensa de sua remuneração a gratificação referida no inciso II deste artigo.1985 ). desde que verificada a hipótese legal para sua percepção.adicional por tempo de serviço (art. excetuando os casos de natureza trabalhista. Art. quando houver compatibilidade de honorários.Os Procuradores do Estado se sujeitam às restrições ao exercício da advocacia.810. IV .gratificação de representação judicial. a qualquer título e sob qualquer pretexto.acumular qualquer cargo público. por intermédio do Subprocurador de Área e do Coordenador da Procuradoria Judicial. II . 140 da Lei nº 5. II . em caráter permanente (art.01.810. de modo que seja preservado o poder aquisitivo da moeda.01. 13 .gratificação de interiorização. de qualquer esfera da administração pública.1994). nas causas decorrentes de sua atividade institucional.07.participar de sociedade comercial. salvo quando expressamente autorizados pelo Procurador-Geral . III .Os Procuradores do Estado não poderão transigir. 7º da Lei Complementar nº 24.07. 131 da Lei nº 5. de 24. 127 a 161 da Lei nº 5. um cargo de magistério. fixado por ato governamental e periodicamente revisto.10.Nos casos em que entender incabível recurso judicial. de 24. respeitada a sua irredutibilidade. no percentual de 200% sobre o vencimento-base. III . enquanto durar essa situação VI .1994). ou fora dele. por escrito.1994 e 26 da Lei Complementar nº 02. Art. honorários.12.gratificação de escolaridade. de 24. desistir ou acordar em juízo.demais vantagens especificadas nos arts. perante o ProcuradorGeral. .810.§ 1º . no percentual de 80% do vencimento-base (art. 6º da Lei Complementar nº 24 de 07.A remuneração do Procurador do Estado será composta pelas seguintes parcelas: I .vencimento-base.1994).O Procurador do Estado. 14 .

Este artigo se aplica igualmente aos Procuradores lotados no Interior do Estado. com reconhecimento obrigatório no âmbito do Estado. 19 .Os Procuradores do Estado. classificadas. fora de sua sede. de 26 de dezembro de 1985). em sedes regionais.O início da carreira de Procurador do Estado far-se-á com lotação nas Comarcas do Interior do Estado. ou no estrangeiro. os Procuradores terão direito à diária. será contado como efetivo serviço e sem prejuízo de vencimentos e vantagens e que tiver direito o interessado. participar de congressos. sem prejuízo da percepção de eventual gratificação ao acréscimo salarial. estadual ou municipal. na conformidade das leis e regulamentos próprios. § 2º .Quando afastados a serviço. quando aí lotados.nos crimes comuns e nos de responsabilidade.O Procurador do Estado. 17 . que lhe seja estabelecido pela entidade requisitante. Art. Art. II . originariamente. seminários de aperfeiçoamento. poderá optar pelos vencimentos e vantagens de seu cargo efetivo. III .A remoção de Procurador Regional do Estado para outra Procuradoria Regional ou para a Capital dependerá da existência de vaga e far-se-á mediante critério de antiguidade. que iniciarem a carreira no Interior. 16 .O Procurador do Estado. 18 . pelo Tribunal Pleno. colocado à disposição para o exercício de cargo ou função de direção. § 1º . .§ 2º . em razão do exercício de suas funções. Art. valendo como documento de autorização a cédula de identidade funcional. 15 .portar arma. quando autorizada pelo Governador do Estado.livre acesso aos órgãos da administração direta ou indireta. será processado e julgado.A concessão de vantagens aos Procuradores do Estado é de competência do Procurador-Geral e. serão designados de Procuradores Regionais do Estado. Parágrafo Único . expedida pela Procuradoria-Geral do Estado. estágios ou bolsas de estudos fora do Estado. para esse efeito. em relação a esta a do Governador do Estado. Art. quando houver necessidade de colher informações necessárias ao desempenho de suas atribuições. ainda que o deslocamento se faça dentro da área de atuação da respectiva Procuradoria Regional. em órgão da administração pública direta ou indireta. gozará das seguintes prerrogativas (art.O tempo de licença para freqüentar ou ministrar cursos. Art. sem caráter permanente. chefia ou assessoramento técnico especializado. I . federal. 31 da Lei Complementar nº 02.

em ordem decrescente de antiguidade. ou. os demais Procuradores Regionais. conserva a inamovibilidade que possuia. somente podendo ser novamente removido para outra Procuradoria Regional. desde que tal seja por ele requerido. sendo. ser permitido ao Procurador Regional que permaneça na sede em que estiver lotado. ou. se proceder à lotação de novos concursados.Deferido o requerimento aludido no parágrafo 3º. § 5º . no exercício de suas atribuições institucionais. .O Procurador do Estado. o mais antigo na carreira de Procurador do Estado. a pedido. 20 . § 4º . mas. contados da publicação do edital que declarou a existência de vaga. primeiro se abrirá processo de remoção. para. já lotados na Capital. § 7º . novo edital declarando a existência de vaga será publicado. Nível II. a pedido ou ao nuto do Procurador-Geral .Os Procuradores lotados na Capital são denominados Procuradores do Estado.Para a apuração da antiguidade. de volta à Capital. ou em Procuradoria Regional. deduzidas a interrupções. b) não sendo o caso de aplicação da alínea a) deste parágrafo. salvo as permitidas em lei e as causas em razão de processo criminal ou administrativo de que não resulte condenação. depois.§ 3º . sendo que ocorrendo empate entre Procuradores com o mesmo tempo de exercício. se não houver comprometimento ao interesse público. declarando a existência da mesma. será removido. sempre condicionada a remoção à existência de vaga disponível. § 2º . a juízo do Procurado-Geral. o desempate far-se-á: a) se os Procuradores empatados ingressaram na carreira pelo mesmo concurso público. em cada processo de remoção. removidos. pela ordem de classificação obtida neste. § 6º . § 1º . relativamente à Capital. lotado na Capital.A remoção de Procurador Regional do Estado independe de sua aquiescência. fica assegurado o direito de nela permanecer. no prazo de 10 (dez) dias. que tiver deferido pedido de remoção para o Interior. poderá. então.Sempre que aberta vaga na Capital ou em Procuradoria Regional.Os Procuradores do Estado. Art. o Procurador com maior tempo de serviço público estadual e o Procurador mais idoso. sucessivamente. será publicado edital no Diário Oficial do Estado.Aberta vaga na Capital. a vaga será oferecida a eventuais novos concursados. caso todos estes também tenham pedido de permanência em suas sedes deferidos. considerar-se-á o tempo de efetivo exercício na Procuradoria Regional.

§ 3º . § 1º . 3 (três) Procuradores do Estado. organizado e procedido pela Procuradoria-Geral do Estado. incumbida da seleção de candidatos ao ingresso na carreira. indicado pelo Presidente desta. Nível II. por igual período. a juízo do Procurador-Geral do Estado. dos quais. dentre pessoas de notório saber jurídico e reputação ilibada. Procuradores do Estado. e 2 (dois) de livre escolha do Procurador-Geral. prorrogável. impeditiva do exercício de cargo público.A Presidência da Comissão de Concurso caberá. § 1º . colegiado de duração transitória. estes últimos serem.O Procurador removido na forma do § 2º deste artigo conservará a denominação de Procurador do Estado. contados da data de sua homologação. o qual se regerá pelas regras que forem estabelecidas no Edital de Concurso. em época por ele designada. constantes deste Decreto. b) ter concluído o curso de Bacharel em Direito em escola oficial ou oficializada. 22 . também. a critério do Procurador-Geral do Estado. 1 (um) representante da Ordem dos Advogados do Brasil .Seção do Pará. Art.O ingresso na carreira de Procurador do Estado far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. designados pelo Procurador-Geral. e) gozar de saúde física e mental.A Comissão de Concurso. 21 .Seção do Pará. obrigatoriamente. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil . a um Procurador do Estado. observadas as normas básicas.§ 3º . d) estar em pleno exercício dos direitos políticos.São requisitos para a inscrição no concurso: a) ser brasileiro. f) não haver sido criminalmente condenado. podendo. por sentença judicial transitada em julgado haver sofrido sanção administrativa. será constituída por 6 (seis) membros.A realização do concurso será. no mínimo. sempre precedido de expressa autorização governamental. c) quitação com as obrigações eleitorais e militares. inclusive.O concurso terá validade de 2 (dois) anos. uma vez. . CAPÍTULO VII DO CONCURSO PÚBLICO DE INGRESSO NA CARREIRA DE PROCURADOR DO ESTADO Art. § 2º .

entre os candidatos. será designada uma Comissão. 139 da Lei nº 5. somente se habilitando para a segunda prova. § 8º . § 7º . salvo na atribuição das notas ao candidatos. da correção de todas as provas.Os Procuradores do Estado membros da Comissão. designado pelo Procurador-Geral ou pelo Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil . indistintamente. observado o critério expresso no § 3º do art.3ª Etapa . . será o mesmo substituído por outro. por cada membro da Comissão. com questões de natureza dissertativa e discursiva. III . conforme o caso. 23 .Não poderá fazer parte da Comissão de Concurso quem tiver. apurando-se a média das notas atribuídas.§ 2º . de caráter meramente classificatório. de natureza prática. poderá dispensar de suas atribuições normais os Procuradores do Estado integrantes da Comissão. conforme o enunciado.810. a nota que julgar justa e adequada. § 4º . de títulos. cabendo ao Presidente da Comissão apenas o voto de desempate. uma nota para cada das provas. enquanto perdurarem os trabalhos desta.Os membros designados para a Comissão de Concurso participarão. o candidato que obtiver aprovação na primeira.Para cada concurso.prova escrita. a qual se dissolverá. Art. § 6º . até o terceiro grau.Em caso de ausência ou impedimento de qualquer dos membros da Comissão de Concurso. com a homologação do respectivo resultado pelo Procurador-Geral do Estado.Seção do Pará. a qual constará da elaboração de uma peça forense.2ª Etapa . quando cada membro atribuirá. automaticamente.1994). com (cinco) alternativas cada questão.prova escrita. as (4) quatro primeiras de provas de caráter eliminatório e a última.O concurso de ingresso na carreira de Procurador do Estado será realizado em 5 (cinco) etapas sucessivas.O Procurador-Geral do Estado. onde somente 1 (uma) deverá ser assinalada. § 5º . perceberão gratificação pela participação comissão ou grupo especial de trabalho (Art. 24.1ª Etapa .A organização do concurso caberá ao Departamento Geral da Administração da Procuradoria-Geral do Estado. no interesse do serviço. II .01. § 9º . sendo atribuída.As decisões da Comissão de Concurso serão tomadas por maioria absoluta de votos.2 (duas) provas escritas. cônjuge ou parente. § 3º . individualmente. constando de 60 (sessenta) questões de múltipla escolha. consistindo em: I . de 24. por consangüinidade ou afinidade. podendo ser esta estendida aos demais membros do colegiado.

inclusive o Presidente. o candidato que obtiver. § 1º .prova oral. atinentes aos ramos do Direito que forem fixados no Edital de Concurso. .prova escrita. ficando. exceto na prova da 1ª etapa.provas escritas.prova oral .peso 2. sob pena de exclusão do certame. de cunho dissertativo e discursivo .títulos . de múltipla escolha . no Diário Oficial do Estado. será permitida a consulta à legislação não comentada ou anotada. § 8º . 24 . com os respectivos programas. em seguida. § 7º . de natureza prática . § 5º .IV . § 4º . IV . poderá se submeter à prova seguinte.Após a correção de cada uma das provas. permitindo-se a consulta à legislação não comentada ou anotada.peso 2. Art. com suas respectivas médias.A cada prova. relação dos candidatos aprovados. a identificação de qualquer das provas pelo candidato. V . os membros da Comissão. média igual ou superior a 5 (cinco). atribuirão uma nota. além dos conhecimentos técnicos demonstrados pelo candidato.5ª Etapa . bem como à organização. em cada prova. § 2º . idênticas publicações se fazendo.É vedada. de 0 (zero) a 10 (dez).4ª Etapa . a Comissão de Concurso levará em conta.Na prova oral. onde couber.peso 1.peso 1. a média obtida pelo candidato. obtida. II . portanto.julgamento dos títulos. desde logo. obrigatória a inclusão. estruturação e funcionamento da Procuradoria-Geral do Estado do Pará.Será tido como aprovado no concurso o candidato que obtiver média global igual ou superior a 5 (cinco). III . cada prova. § 6º . a correção da linguagem empregada e a clareza da exposição. § 3º .peso 2. de item alusivo aos princípios e normas orientadoras da ProcuradoriaGeral do Estado. quanto ao julgamento dos títulos e para a divulgação do resultado final do concurso. idêntico procedimento será adotado quanto ao julgamento dos títulos. via média aritmética das médias atribuídas ao candidato. em cada uma. a respeito de ponto constante do programa e sorteado 24 (vinte e quatro) horas antes do exame.prova escrita. com observância dos seguintes pesos: I .cada prova versará sobre matérias jurídicas. apurando-se.Será considerado aprovado em cada prova e.A duração das provas escritas será de 4 (quatro) horas cada. em que nenhuma consulta será permitida. V . será publicada.Na atribuição das notas das provas.

por qualquer motivo. transporte. perderá o direito de escolha. material. de 23 de outubro de 1986.O Centro de Estudos da Procuradoria-Geral do Estado permanece regido pelas disposições do Decreto 4. 26 .540. 27 . Parágrafo Único .realizar a programação. dentre os integrantes da carreira de Procurador do Estado".O candidato aprovado que. quando necessário. II . daquele em que pretendem ser lotados. dentre os cargos que se acharem vagos. órgão de apoio administrativo. 4º .fiscalizar para que seja mantida em dia a contabilidade da Procuradoria-Geral do Estado.exercer o controle hierárquico sobre as divisões os órgãos seccionais que lhe são subordinados. este marcará reunião conjunta com os candidatos aprovados. execução e controle orçamentário e financeiro da aplicação dos recursos do órgão. cabendo ao Procurador-Geral do Estado indicar o cargo para o qual deva ser nomeado.Ao Departamento Geral de Administração. com outros Órgãos. em articulação com a Secretaria da Fazenda e. comunicação e administração de edifícios em articulação com a Secretaria de Estado de Administração. façam a escolha. a prestação de contas.Homologado o resultado do concurso pelo ProcuradorGeral. CAPÍTULO VIII DO CENTRO DE ESTUDOS Art. IV . a fim de que os mesmos.programar e executar as atividades relativas a recursos humanos.Art. 4º passa a ter a seguinte redação: "Art. V .O Diretor do Centro de Estudos será nomeado em comissão. não manifestar sua preferência nessa ocasião. compete: I . III .preparar a proposta orçamentária com elementos fornecidos pelos órgãos integrantes da Procuradoria-Geral do Estado. . obedecida a ordem de classificação no certame. patrimonial. pelo Governador do Estado. diretamente subordinado ao Procurador-Geral. 25 . CAPÍTULO IX DO DEPARTAMENTO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO Art.desempenhar outros encargos que lhe forem confiados pelo Procurador-Geral. sendo que o seu art. e VI .

VIII . a ser aplicada no ano seguinte.A Divisão de Recursos Humanos compete: I .elaborar as folhas de pagamento. VI . V . revista por este. podendo ser. diretamente subordinadas ao Diretor Geral de Administração. o Diretor Geral de Administração. por um Chefe (GEP-DAS-3). Art.fornecer certidões. cada qual. material e comunicação. quando necessário.lavrar os atos relativos ao pessoal e promover a sua divulgação. ouvidos.Art.organizar e manter atualizado o cadastro geral dos cargos e funções da Procuradoria-Geral do Estado. em comissão.preparar as carteiras de identidade funcional. a escala de férias e de licença dos servidores. serão dirigidas. III . pelo Governador do Estado.divisão financeira e contábil. que será aprovada pelo Procurador-Geral. IX . a qualquer tempo.elaborar e propor instruções que facilitem a uniforme aplicação das normas relativas ao pessoal. IV . por indicação do Procurador-Geral. guardar.O Departamento Geral de Administração compõe-se das seguintes Divisões: I . o Coordenador da Procuradoria Judicial ou o Chefe de Gabinete do Procurador-Geral. X . encaminhando-as aos órgãos competentes e apurar a frequência. vantagens e deveres dos servidores da Procuradoria-Geral do Estado. Parágrafo Único . preferencialmente dentre os servidores do Órgão.preparar e promover anotações de expedientes relativos aos direitos. II .exercer as atividades relativas à distribuição do pessoal. atestados e outros documentos atinentes ao pessoal da Procuradoria-Geral do Estado. nomeado em comissão. pelo Governador do Estado. II . 30 . o Diretor do Centro de Estudos. até o dia 15 (quinze) de cada ano. . XI . fichas e demais assentamentos relativos à vida funcional dos servidores da Procuradoria-Geral do Estado.preparar.O Departamento Geral de Administração da Procuradoria Geral do Estado será dirigido por um Diretor (GEP-DAS-5). Art.As divisões.informar processos relativos ao pessoal da Procuradoria-Geral do Estado. conforme o caso. 29 . III . anotar e manter atualizados os prontuários.divisão de transportes.divisão de recursos humanos. nomeado. 28 .preparar. VII . mediante entendimentos com os chefes dos diversos órgãos da Procuradoria-Geral do Estado.

nos casos de deslocamentos para o Interior do Estado.informar os processos e papéis que lhe forem encaminhados.desempenhar outras atribuições que concorram para a eficiência do serviço. 31 . V . VII . III .extrair certidões dos processos e documentos arquivados. distribuir e guardar correspondência oficial e papéis relativos à Procuradoria-Geral do Estado. quando autorizado pelo Procurador-Geral. Art.XII . III .requisitar.manter em ordem. quais sejam.manter em bom estado de funcionamento os veículos destinados à utilização da Procuradoria-Geral do Estado. eventuais ou não. Transportes e Comunicação compor-se-á de 4 (quatro) Seções. V . Art. numerar e distribuir os papéis afetos à Procuradoria-Geral do Estado. b) de Transportes.fazer notificações. a) de Comunicação. nomeado em comissão dentre servidores do Órgão. necessários às atividades normais da Procuradoria-Geral do Estado. relativos a processos em que seja diretamente interessada a Secretaria cedente do veículo.requisitar. se necessário. lubrificantes e equipamentos necessários ao uso regular dos veículos. intimações e outras diligências que lhe forem determinadas. c) de Material e d) de Zeladoria e Vigilância. IV . 32 . receber e manter sob sua guarda os veículos destinados à utilização da Procuradoria-Geral do Estado.desempenhar outras funções.receber.receber. VIII . arquivados após a devida catalogação e classificação. que concorram para a eficiência de suas atividades específicas. 33 . Art. IV .registrar e controlar a entrada e saída de quaisquer papéis e expedientes.Cada uma das Seções aludidas no caput deste artigo será dirigida por um Chefe (FG-4). os documentos. todas submetidas ao controle hierárquico do Chefe da Divisão. II . processos e plantas. Arquivo e Protocolo.A Divisão de Material. veículos de qualquer das Secretarias de Estado. II . para utilização eventual pela Procuradoria-Geral do Estado. registrar. manter e operacionalizar os serviços de transporte .À Seção de Transportes compete: I .À Seção de Comunicação. disciplinar. Parágrafo Único . VI . Arquivo e Protocolo compete: I . registrar. .providenciar combustível.organizar.

antes do início do expediente e. máquinas e equipamentos pertencentes à Procuradoria-Geral do Estado. a execução e o controle financeiro. III . máquinas e utensílios da ProcuradoriaGeral do Estado.zelar pelos móveis. IV . e VI .À Seção de Material compete: I . a repartição. II . receber. consumo de combustível.elaborar quadros estatísticos do movimento de entrada e saída do material.providenciar os consertos e recuperações que estiverem ao seu alcance. Art.desempenhar outras atribuições.À Seção de Zeladoria e Vigilância compete: I . guardar. fechando-a quando terminados os trabalhos. anualmente. VII . distribuir e zelar pela conservação do material da Procuradoria-Geral do Estado. IV . eventuais ou não.requisitar. que concorram para a eficiência de suas atividades específicas. extraordinariamente. V .controlar e fiscalizar o uso dos veículos. fazendo observar as normas adotadas pelo Serviço Público Estadual.organizar a escrituração necessária ao controle do material. VII . que concorram para a eficiência de suas atividades específicas. Art. 35 .VI . VI . que concorram para a eficiência de suas atividades específicas. contábil e orçamentário da aplicação dos recursos da Procuradoria-Geral do Estado. ficarão a cargo da . quando em serviço. VIII .manter ordem e respeito na portaria.A programação. 34 .desempenhar outras atribuições. com registro das características. eventuais ou não.providenciar a compra de material. e IX .abrir. observadas as limitações e as disposições reguladoras do assunto.manter o cadastro dos veículos sob sua responsabilidade. V . uso.desempenhar outras atribuições. Art. sempre que necessário. quilometragem e ocorrências de cada viatura. III . ordinariamente.fiscalizar e controlar o acesso de pessoas às dependências da Procuradoria-Geral do Estado.providenciar que se mantenha em perfeito funcionamento e em rigorosas condições de higiene as instalações e dependências da Procuradoria-Geral do Estado.providenciar a requisição de passagens para o pessoal da Procuradoria-Geral do Estado. o inventário de todo o material. bem como as suas respectivas prestações de contas. eventuais ou não.promover. 36 . II .

Cada uma das Seções referida no caput deste artigo será dirigida por um Chefe (FG-4). que concorram para a eficiência de suas atividades específicas. a qual se comporá 2 (duas) Seções.elaborar. Art. eventuais ou não.desempenhar outras atribuições. uma de Execução Financeira e Orçamentária. balancetes contábeis do movimento financeiro da Procuradoria-Geral do Estado. eventuais ou não. IV . com respectivas áreas de atuação (Mesorregiões e Microrregiões do Estado do Pará.emitir notas de empenho. ambas submetidas ao controle hierárquico do Chefe da Divisão. na época oportuna. Parágrafo Único . VI .Ficam criadas as Procuradorias Regionais abaixo especificadas. a obtenção de verbas suplementares ou especiais.coligir os elementos necessários e elaborar a proposta orçamentária da Procuradoria-Geral do Estado. suprimentos ou pagamentos.informar os estados das verbas orçamentárias e emitir pareceres ou prestar informações de ordem orçamentária e financeira. e III . III .desempenhar outras atribuições. V . CAPÍTULO X DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 38 . II . que concorram para a eficiência de suas atividades específicas. sub-empenho e anulação de despesas orçamentárias da Procuradoria-Geral do Estado e praticar os demais atos inerentes a sua realização. 37 .À Seção Financeira e Orçamentária compete: I .Divisão Financeira e Contábil. nomeado em comissão dentre servidores do Órgão.sugerir.organizar e manter registro completo e atualizado de contabilidade de todo o movimento orçamentário e financeiro da Procuradoria-Geral do Estado. sede e lotações de Procuradores: _______________________________________________________________ .À Seleção Contábil compete: I . e VII . 39 . com antecedência devida.manter o controle financeiro referente a adiantamentos.propor. a outra Contábil. de acordo com a divisão política oficial do Estado). mensalmente. o reajustamento das verbas orçamentárias. Art. II .

Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. ter suas respectivas áreas de atuação e lotações ampliadas ou reduzidas. excetuada a Microregião de Tucuruí Marabá Procuradoria Regional IV 02 Mesorregião do Baixo Amazonas e Microregião de Itaituba Santarém _______________________________________________________________ Parágrafo Único . Microregião de Altamira e Microregião deCametá. excetuada a Capital do Estado e Mesorregião do Nordeste Paraense. Art.PROCURADORIA ATUAÇÃO Procuradoria Regional I 02 ÁREA DE LOTAÇÃOREGIONAL SEDE Mesorregião de Belém. poderão. criadas neste artigo. DAS DISPOSIÇÕES TANSITÓRIAS . a qualquer tempo. Abaetetuba Procuradoria Regional III 02 Mesorregião do Sudeste Paraense. Microregião de Tucuruí. com respectivas sedes e lotações. por Decreto Governamental. excetuada a Microregião de Cametá Castanhal Procuradoria Regional II 02 Mesorregião do Marajó. ser extintas. bem como poderão ser criadas outras Procuradorias Regionais. mediante o desmembramento da área de atuação de Procuradorias Regionais já existentes.As Procuradorias Regionais. 40 . suas sedes transferidas.

PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.Art. ficarão. criados pela lei ora regulamentada. este assumirá. criados pela Lei ora regulamentada. Parágrafo Único .Nomeado e empossado cada Procurador Regional do Estado. 39 deste Decreto. 1º .O.No prazo máximo de 30 (trinta) dias. autorizada a abertura de concurso público para o provimento dos 10 (dez) cargos passíveis de preenchimento no primeiro ano de vigência da lei ora regulamentada. observando os princípios e normas constitucionais. Parágrafo Único . atinentes à área de sua atuação. cujas sedes e áreas de atuação são definidas no art. somente 10 (dez). 2º . de 01/09/1994 * Republicado por ter saído com incorreções no D. existentes na Procuradoria Judicial.Enquanto não nomeados e empossados os Procuradores Regionais do Estado. sendo 6 (seis) na Capital e 4 (quatro) no Interior do Estado.07. 3º . estes distribuídos 1 (um) em cada das Procuradorias Regionais criadas no art.Fica. sob sua responsabilidade. a responsabilidade dos processos. Art. processos que tenham curso ou verificados no Interior. 4º . no máximo. do dia 27. em exercício DOE nº 27.Fica delegada. 5º . de imediato. . 39 deste Decreto. em 25 DE JULHO DE 1994 CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado EDGAR PINTO DE SOUZA PORTO Secretário de Estado de Administração. nos termos do parágrafo único do art. ainda em trâmite perante a instância a quo. 135 da Constituição do Estado do Pará. o qual deverá ser homologado pelo Procurador-Geral.94.771. contados da publicação deste Decreto. que ainda não estejam ingressado na instância ad quem. os Procuradores do Estado que tenham. poderão ser providos no primeiro ano de vigência da mesma. quanto a estes processos. a atribuição de efetuar o provimento inicial dos cargos de Chefes de Seções (FG-4). provisoriamente vinculados à Subprocuradoria do Interior.Dos 20 (vinte) cargos de Procurador do Estado. Art.A Procuradoria-Geral do Estado dentro do prazo de 120 (cento e vinte) dias. desde logo. contados da publicação deste Decreto no Diário Oficial do Estado. deverá ser efetuada a vinculação prevista no § 6º do art. Art. 10 deste Decreto. colocará em vigor seu Regimento Interno. Art. legais e regulamentares.

em 28 de julho de 1994. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. usando das atribuições que lhe confere o inciso V. de 25 de setembro de 1992. 135. DE 28 DE JULHO DE 1994. PA de 29/07/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .CELPA. Parágrafo único. desde que o valor correspondente ao imposto seja abatido no preço do produto. e Considerando as disposições dos Convênios ICMS 120/92. Palácio do Governo do Estado do Pará.715._______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . e 54/94.E. . Concede isenção do ICMS às saídas de óleo diesel para Centrais Elétricas do Pará . Art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. da Constituição do Estado do Pará. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .ICMS as saídas de óleo diesel destinado às Centrais Elétricas do Pará S/A . de 30 de junho de 1994.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. O Governador do Estado do Pará. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.O. do art. DECRETA: Art.º 2.CELPA. DE 28 DE JULHO DE 1994.º 2. quando o óleo diesel for destinado a insumo para geração de energia elétrica.714. O disposto neste artigo somente se aplica.

º 2. Art. com sede em Abaetetuba.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 135. instituídas pelo Convênio ICMS 81/93. Art. do art.735. de 10 de setembro de 1993. O Governador do Estado do Pará. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. PA de 29/07/94 _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Estabelece normas complementares às normas gerais aplicadas a regimes de substituição tributária. Palácio do Governo do Estado do Pará.O. * Decreto REVOGADO pelo Decreto nº 4. sob jurisdição da Delegacia Regional da Fazenda Estadual . 135.480.676. IV e VII da Constituição Estadual. 1º Ficam criados a Agência da Fazenda Estadual Metropolitana no Município de Abaetetuba e Posto Fiscal da Fazenda Estadual de Vila dos Cabanos no Município de Barcarena.E. publicado no DOE Nº 29. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. .Dispõe sobre a criação de Agência e Posto da Fazenda Estadual nos Municípios de Abaetetuba e Barcarena.6ª Região Fiscal. de 18 de junho de 2001. da Constituição do Estado do Pará.de 20/06/2001. 2º Fica autorizado o Secretário de Estado da Fazenda a praticar todos os atos necessários à implantação das unidades ora criadas. DECRETA: Art. O Governador do Estado do Pará. usando das atribuições que lhe confere o inciso V. 3º O presente Decreto entra em vigor na data de sua publicação. DE 12 DE AGOSTO DE 1994. em 28 de julho de 1994.

GNR. . agência 0015. mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . bem como as normas gerais previstas no Convênio ICMS 81/93.DECRETA: Art.CONFAZ. Art.ASBACE. do Banco do Estado do Pará S/A. sita. de 10 de setembro de 1993. neste caso se emitida pelo sistema eletrônico de processamento de dados. à Avenida Visconde de Souza Franco n. ou específica. Art. II .cópia do documento de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda (CGC/MF). ou na sua falta em agência de qualquer banco oficial signatário do Convênio patrocinado pela Associação Brasileira dos Bancos Comerciais Estaduais . localizado na praça do estabelecimento remetente. Art. 1º Às operações interestaduais sujeitas ao regime de substituição tributária. § 1º As operações sujeitas ao regime de substituição tributária serão objeto de emissão de nota fiscal de subsérie distinta. e enquanto perdurar essa situação.requerimento solicitando sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS. IV . 3º O sujeito passivo por substituição inscrever-se-á no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado do Pará. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e valor do imposto retido. em relação ao contribuinte inadimplente.cópia do documento constitutivo da empresa. Art. devendo remeter na ocasião os seguintes documentos: I . e alterações. 4º Constatado o não recolhimento do ICMS por parte do sujeito passivo por substituição ou o descumprimento de obrigação acessória. além das indicações exigidas pela legislação. 5º A nota fiscal emitida pelo sujeito passivo da substituição conterá.Certidão Negativa de Débito na Secretaria de Estado da Fazenda de origem.º 180001-9. aplicar-se-ão os procedimentos consignados neste Decreto.º 110. firmado através de Protocolos e Convênios celebrados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . a cobrança do ICMS far-se-á na primeira Unidade Fiscal de Fronteira do Estado do Pará. a crédito da Secretaria de Estado da Fazenda. § 1º A inscrição será solicitada à Diretoria de Arrecadação e Informações Fazendárias/SEFA. III . fica automaticamente suspenso a aplicação do respectivo Convênio ou Protocolo. Belém/PA. na conta n. código 037. 2º O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição deverá ser recolhido na agência do Banco do Estado do Pará.

Art. Na hipótese de não haver o preço de que trata o caput.E. do valor obtido. DE 16 DE AGOSTO DE 1994. também. PA de 15/08/94. Parágrafo único. sem que o ICMS tenha sido retido no Estado de origem. em 12 de agosto de 1994. o imposto a ser antecipado pelo contribuinte será calculado na forma prevista em Convênios. não inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS deste Estado e a mercadoria estiver desacompanhada da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais GNR.º 2. o imposto destacado no documento fiscal do remetente. pelo remetente.530.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. Protocolos ou na legislação tributária específica. . _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . Art.§ 2º A inobservância do disposto neste artigo sujeita o contribuinte à penalidade pecuniária. 7º O imposto de que trata o artigo anterior será calculado mediante aplicação da alíquota vigente para as operações internas. 6º O estabelecimento que adquirir mercadorias em operações interestaduais. O previsto neste artigo aplica-se. recolherá o imposto no momento da entrada das mercadorias em território paraense.º 5. às operações realizadas pelo sujeito passivo por substituição. na condição de sujeito passivo por substituição.CONFAZ. de 13 de janeiro de 1989. assim definido em Protocolos ou também Convênios celebrados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária .O. sobre o preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente. 79 da Lei n. Parágrafo único. estabelecida no art. Art. deduzindo-se. na primeira Unidade Fiscal de Fronteira. Palácio do Governo do Estado do Pará.736.

DE 02 DE SETEMBRO DE 1994. aprovado pelo Decreto n. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso V.676.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. PA de 17/08/94.º 4. usando das atribuições que lhe confere o item V. de 29 de dezembro de 1987. aprovado pelo Decreto n.808.187-A.Altera o inciso I do art. de 30 de dezembro de 1985. alterado pelo Decreto n. 135. Dispõe sobre o tratamento tributário aplicável às operações interestaduais que especifica. 2º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. de 30 de dezembro de 1985.º 2. do art. do art. * Decreto REVOGADO pelo Decreto nº 4. 1º O inciso I do art. até o 10º dia após a data de emissão da nota fiscal.267.IPVA.º 4.no caso de aquisição de veículo novo. O Governador do Estado do Pará. O Governador do Estado do Pará." Art. da Constituição do Estado do Pará.E. DECRETA: Art.º 5. em 16 de agosto de 1994. de 18 de junho de 2001. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. e dá outras providências. passa a vigorar com a seguinte redação: "I . 14 do Regulamento do IPVA.187-A. 135. publicado no DOE Nº 29. DECRETA: . Palácio do Governo do Estado do Pará. da Constituição do Estado do Pará.O. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .480.de 20/06/2001. 14 do Regulamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores .

vinagre. 1º O estabelecimento que adquirir em operações interestaduais as mercadorias a seguir relacionadas. IX . 2º O imposto a ser recolhido será calculado mediante aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o preço máximo de venda a varejo.º 2. conforme Decreto n. VI .arroz. XIV . fixado pela autoridade competente.sardinha em conserva. a seguinte expressão "ICMS pago antecipado. sem destaque do imposto.cebola. a base de cálculo será o montante correspondente ao preço de aquisição da mercadoria.sal de cozinha. na entrada do território paraense.charque. frete e/ou carreto e demais despesas debitadas ao destinatário. XV . acrescido do percentual de agregação de 20% (vinte por cento). nele incluídos o IPI. V . 4º Em relação ao cumprimento das obrigações acessórias.farinha de milho (fubá). batata.café torrado e moído. Art. IV .açúcar de cana de qualquer espécie ou embalagem. XIII . .CONFAZ: I . deverá recolher.sabão em barra. Art. se for o caso.leite em pó. VII . deduzindo-se. VIII . o imposto destacado no documento fiscal do remetente. XII . 3º O recolhimento do imposto far-se-á quando da passagem da mercadoria na primeira Unidade Fiscal deste Estado.farinha de mandioca.808 de 02 de setembro de 1994".margarina vegetal.por ocasião das saídas das mercadorias. XI . ressalvados os produtos cuja operação esteja sujeita ao regime de substituição tributária interestadual. o contribuinte que promover o pagamento antecipado do imposto deverá: I .óleo comestível de soja e algodão. II . X . contendo além dos requisitos previstos na legislação pertinente.Art. Art. Parágrafo único. o ICMS correspondente às operações internas subseqüentes. III .chocolate em pó. alho. prevista em Protocolos e Convênios celebrados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . emitir Nota Fiscal. Na hipótese de não haver preço máximo fixado pela autoridade competente. do valor obtido.

5º As subseqüentes saídas internas com as mercadorias mencionadas neste Decreto ficam dispensadas de nova tributação.escriturar os valores arrolados.relacionar.sabão em barra. cópia da relação de que trata o caput deste artigo. deverão tomar as seguintes providências: I . Art. XV . 7º Ficam incluídos os incisos abaixo. se for o caso. II .remeter à repartição fazendária a que estiver vinculado.808. corrigidas monetariamente. Serão também relacionadas as mercadorias adquiridas antes de 15/09/94 e ingressadas no estabelecimento em data posterior à prevista para o levantamento do estoque. o percentual de 20%. com a seguinte redação: "XIV . 1ª parcela.farinha de mandioca.º 2. aplicando sobre o montante assim formado.margarina vegetal. em 15/09/94. ao art. XVII . XVIII .óleo comestível de soja e algodão.II . no livro fiscal "Registro de Inventário". que não tiveram o imposto retido na fonte ou recolhido antecipadamente.farinha de milho (fubá). 6º do Decreto n. Art.chocolate em pó. de 02/09/94". XXI . Parágrafo único. em até 15/12/94 V . IV .º 1." . Art. em até 15/10/94 b.sardinha enlatada.cebola. valorizando ao custo da aquisição mais recente. XXIV . 2ª parcela. XVI .efetuar o pagamento do imposto apurado na forma do inciso II. XXII . em até 15/11/94 c. o estoque das mercadorias. nos seguintes prazos: a. deduzindo o valor do eventual crédito fiscal disponível. até o dia 30/09/94. com a observação "Levantamento de estoque para efeitos do Decreto n. nos livros fiscais "Registro de Entradas de Mercadorias" e "Registro de Saídas de Mercadorias".escriturar as entradas e saídas nas colunas "Valor Contábil" e "Outras" . a alíquota vigente para as operações internas. ao valor total da relação. XIX .vinagre.operações sem crédito e sem débito do imposto.194. 3ª parcela. discriminadamente. de 10 de novembro de 1992. XXIII . respectivamente.adicionar. XX . batata e alho. III .açúcar de cana de qualquer espécie ou embalagem.sal de cozinha. em até 3 (três) parcelas mensais iguais e sucessivas. 6º Os contribuintes que possuírem estoque das mercadorias nominadas neste Decreto.

Considerando o disposto no art. Reduz a base de cálculo do ICMS no fornecimento de refeição promovido por bares. DE 02 DE SETEMBRO DE 1994. sempre que outro Estado conceder benefícios fiscais do qual resulte redução ou eliminação do ônus tributário. restaurantes e similares. de 10 de novembro de 1992. PA de 06/09/94.4% (oito inteiros e quatro décimos por cento).ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. em 02 de setembro de 1994.E. que outros Estados reduziram a carga tributária no fornecimento de refeição.809. DECRETA: Art. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. 1º do Decreto n. 12 da Lei 5. O Governador do Estado do Pará. e demais disposições em contrário. no fornecimento de refeição promovido por bares.º 1.º 2.194. revogado o inciso VIII do art. 135. produzindo efeitos a partir do dia 16 de setembro de 1994. 1º Fica reduzida a base de cálculo do ICMS de tal forma que a carga tributária resulte em 8.O. nos níveis ora estabelecidos. e Considerando. de 15 de dezembro de 1993. ainda. Palácio do Governo do Estado do Pará. da Constituição do Estado do Pará. assim como na saída promovida por empresas .780. 8º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. do art. usando das atribuições que lhe confere o item V. restaurantes e estabelecimentos similares.Art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . que autoriza o Governador do Estado a conceder benefícios fiscais do qual resulte em redução do ICMS.

Parágrafo único. DE 02 DE SETEMBRO DE 1994. inclusive os relativos ao fornecimento ou saída de bebidas. 6º Os casos omissos serão regulados por ato do Secretário da Fazenda. em qualquer das hipóteses. .O. Art. Parágrafo único. em 02 de setembro de 1994. Art. cancelamento e arquivamento de quaisquer processos administrativos-fiscais ou judiciais relativos à matéria. de 13 de janeiro de 1989. Art. PA de 06/09/94.810. excetuando-se.º 2. Palácio do Governo do Estado do Pará. da Lei n. Art. ocorridos a partir da suspensão da exigência do ICMS.preparadoras de refeições coletivas.º 5. desde que o pagamento do imposto. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. 5º O disposto neste Decreto não autoriza a restituição de importâncias já recolhidas. 48. Art. 3º A adoção da sistemática prevista neste Decreto importa em desistência. 4º O recolhimento do ICMS relativo aos fatos geradores ocorridos no mês de agosto de 1994 deverá ser efetuado até o 10º (décimo) dia subseqüente a publicação deste ato. O contribuinte deverá observar o disposto no art.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. até 31 de julho de 1994. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . sendo admitido o parcelamento. observado o disposto no caput deste artigo. III. Art. 2º A redução alcança os fatos geradores. o fornecimento ou saída de bebidas. determinada em ação cautelar ou mandado de segurança e. Poderão também adotar a redução os contribuintes que denunciarem espontaneamente seus débitos fiscais. corrigido monetariamente. seja efetuado até 15 (quinze) dias após a publicação deste ato.E. 7º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.530.

da Constituição do Estado do Pará.º 5. vinagre e alho. O contribuinte deverá observar o disposto no inciso III do art. Considerando que a redução da base de cálculo do ICMS contribuirá para a redução dos preços da cesta básica.480. cebola. chocolate em pó. Parágrafo único. Palácio do Governo do Estado do Pará. de 18 de junho de 2001.780. charque. Reduz a base de cálculo do ICMS nas operações internas com produtos que compõem a cesta básica. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado . leite em pó. sardinha em conserva. de 13 de janeiro de 1989. batata. do art. DECRETA: Art. nas saídas internas com açúcar.676.530. sal de cozinha. em 02 de setembro de 1994. arroz.º 5. e Considerando o disposto no art. sabão em barra. de 15 de dezembro de 1993. O Governador do Estado do Pará. café torrado e moído. publicado no DOE Nº 29.de 20/06/2001. fubá. especialmente os assalariados. Art.* Decreto REVOGADO pelo Decreto nº 4. 135. de forma que a carga tributária resulte no percentual de 7% (sete por cento). óleo comestível de soja e de algodão. Considerando que o Estado deve viabilizar instrumentos legais para participar do esforço que toda a sociedade nacional vem fazendo para minimizar os efeitos negativos da crise econômica para a população paraense. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. 12 da Lei n. margarina vegetal. usando das atribuições que lhe confere o item V.. Considerando que o Estado deve contribuir com o Governo Federal para baixar a inflação. 1º Fica reduzida a base de cálculo do ICMS. 48 da Lei n. feijão. farinha de mandioca.

PA de 06/09/94.O. revogadas as disposições em contrário. REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES .797. usando das atribuições que lhe confere o art. CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado RAYMUNDO NNATO MORAES DE ALBUQUERQUE Secretário de Estado de Administração DOE n° 27. de 08/09/1994. Art.834 de 15/03/94. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.SETRAN O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .816 DE 06 DE SETEMBRO DE 1994 APROVA O REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE ESTADO DE TRANSPORTES .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N° 2. o Regimento Interno da Secretaria de Estado de Transportes. D E C R E T A: Art. REGIMENTO INTERNO ANEXO I DO QUE TRATA A LEI N° 5. 06 de setembro de 1994. incisos V e VII da Constituição Estadual.Fica aprovado na forma do anexo I. deste Decreto. 1° .E. 2° . 135.João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.

normalizar. VII . criada pela Lei n° 5. a normatização. III .promover estudos e pesquisas visando a elaboração e implantação de uma política integrada dos transportes em consonância com as diretrizes da Política Estadual de Desenvolvimento Sócio-Econômico.articular as atividades dos órgãos modais dos transportes estaduais e municipais.TÍTULO I Da Finalidade e Funções Básicas CAPÍTULO I Da Finalidade Art. controle e a avaliação a nível estadual de política de concessão de serviços públicos de transportes de passageiros e cargas. bem como orientar e aprovar a elaboração de programas e projetos para o setor.SETRAN: I . V .promover estudos e pesquisas. coordenar e executar a política estadual dos transportes no Estado do Pará. IV .509. o planejamento. II . 1° . visando adequar a oferta de transportes às necessidades atuais e futuras do Estado do Pará. com as diretrizes nacionais e internacionais. VIII . urbanas e rurais. a corrdenação. acompanhamento.coordenar e incentivar os programas de assistência técnica e financeira nacional.promover a identificação de ações que devam ser efetuadas na infra-estrutura detransportes. CAPÍTULO II Das Funções Básicas Art. de 28de dezembro de 1988. estrangeira e/ou internacional e instituições estaduais e/ou municipais.articular as ações do setor de transportes do Estado. VI . a execução.compatibilizar os planos e projetos de transportes com as diretrizes estaduais e nacionais de preservação do meio ambiente. o controle e a avaliação das ações relativas a política dos transportes no Estado do Pará. tem por finalidade.São funções básicas da Secretaria de Estado de Transportes . para áreas metropolitanas. TÍTULO II . programações. 2° . a orientação.A Secretaria deEstado de Transportes.

2) Seção de Máquinas e Equipamentos c) Divisão Técnica d) Divisão de Operações e) Divisão de Infra-Estrutura Portuária f) Divisão de Vias Navegáveis g) Divisão de Navegação e Travessias h) Divisão de Equipamentos Navais i) Divisão de Concessão e Fiscalização j) Divisão de Infra-Estrutura Aeroviária l) Divisão Operacional .A Secretaria de Estado de Transportes possui a seguinte composição organizacional.NÍVEL DEATUAÇÃO PROGRAMÁTICA a) Departamento de Infra-Estrutura Rodoviária b) Departamento de Operações Rodoviárias c) Departamento de Infra-Estrutura Hidroviária d) Departamento de Operações Hidroviárias e) Departamento de Finanças f) Departamento de Administração V. I .1) Seção de Conservação Rodoviária b.Da Composição Organizacional Art.NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA a) Secretário de Transportes b) Secretário-Adjunto c) Conselho Estadual de Transportes II .NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR a) Diretoria de Transportes Terrestres b) Diretoria deTransportes Hidroviário c) Diretoria deTransportes Aeroviário d) Diretoria Administrativa e Financeira IV . 3° .NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR a) Gabinete do secretário b) Auditoria e Acompanhamento Interno III .NÍVEL DE ATUAÇÃO OPERACIONAL a) Divisão de Obras a.1) Seção de Obras Contratadas a.2) Seção de Obras Especiais b) Divisão de Conservação b.

2) Seção de Desenvolvimento de Rec.2) Seção de Almoxarifado p.Residências Regionais de Conservação a. municípios e outras entidades que tenham por objetivo a execução de serviços nos setores de competência da pasta.Seção Regional de Conservação Rodoviária a.2 .Seção Regional de Administração a. . TÍTULO III Das Competências CAPÍTULO I Do Nível de Direção Superior e Atuação Colegiada SEÇÃO I Do Secretário de Estado de Transportes Art. como presidente.A composição organizacional da Secretaria de Estado de Transportes.Ao Secretário de Estado de Transportes. Humano p) Divisão de Material e Patrimônio p.NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL a) Divisões Regionais a. demais estados.5 .1) Seção de Protocolo e Arquivo r. no Conselho Estadual deTransportes. 4° .1) Seção deTransportes q.atuar.3 .promover a coordenação e a análise de conveniência da celebração de acordos e convênios com a União. II .m) Divisão de Contabilidade n) Divisão de Execução Orçamentária e Financeira o) Divisão de Recursos Humanos o.1 .1) Seção de Cadastro e Movimentação Funcional o.3) Seção de Patrimônio q) Divisão de Serviços Gerais q. compete: I .2) Seção de Acervo Técnico e Informação VI .Seção Regional de Apoio Hidroviário e Aeroviário a.2) Seção de Administração de Edifícios r) Divisão de Documentação e Informação r. está representada no organograma anexo.Serviço Regional de Máquinas e Equipamentos Parágrafo Único .1) Seção de Compras p.4 .

V . VII . XIII .exercer outras atividades correlatas. VIII . compete: I . econômica. visando ao atendimento da demanda global pelo menor custo social.III . IV .promover a compatibilização dos planos.promover o atendimento tempestivo e eficaz de solicitações de outros setores de Governo do Estado à Secretaria. II .administrar a execução dos programas governamentais concernentes a transportes em todas as suas modalidades. para tais fins os atos necessários. as prorrogações de prazos dos contratos e convênios.baixar resoluções pertinentes à Pasta.promover a elaboração de planos globais e a integração dos planos setoriais de natureza técnica. expedido. portuárias. estudos e projetos de transporte com as diretrizes estaduais e nacionais de preservação do meioambiente. hidroviárias e outras de características especiais.representar o Estado junto a instituições oficiais e privadas. aeroportuárias. mediante o levantamento das suas necessidades. em assuntos referentes a transportes. quando couber. XI .promover. celebrados por órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta. X . executando neste caso. rodoviárias.promover a implantação. no que se refere aos investimentos e inversões ferroviárias.Ao Secretário-Adjunto. VI . IX . subordinado diretamente ao Secretário de Estado de Transportes. bem como esclarecer as dúvidas suscitadas na fase de execução deste regulamento. XII .executar as atividades delegadas diretamente pelo Secretário de Estado deTransportes. 5° . financeira e administrativa correspondentes aos diversos sistemas de transportes. . SECÃO II Do Secretário-Adjunto Art.autorizar. bem como fazer respeitar os dispositivos legais atinentes à matéria.resolver os casos omissos. as atribuições que são próprias ao Secretário de Estado de Transportes. o aperfeiçoamento e a manutenção de um sistema integrado de transporte.substituir o titulardaPasta quando do seu impedimento. nacionais e internacionais em assuntos atinentes à Pasta. a perfeita articulação com o Governo Federal.

SEÇÃO III Do Conselho Estadual de Transporte Art. 6° - Ao Conselho Estadual de Transportes, compete: I - apreciar o planejamento global das atividades detransportes da Secretaria; II - aprovar planos e programas para execução de serviços de transporte comercial afetos ao Estado e autorizar a sua concessão; III - propor medidas necessárias ao aperfeiçoamento da Política deTransportes do Estado; IV - participarda formulação e coordenação da Política deTransporte do Estado; V- deliberar "ad referedum"do titular da pasta sobre planos, programas e projetos relativos a serviços, linhas e terminais; regulamentação e normas básicas relativos à concessão de linhas e à localização de terminais; instrumentos contratuais de exploração de linhas e terminais, composição de tarifas; VI - deliberar, a nível derecursos sobre autorização, alteração, renovação, transferência, suspensão, proposta de outorga e cassação e outros atos relativos a linhas e terminais. Art. 7° - São membros do Conselho Estadual de Transporte: I - O Secretário de Estado de Transportes; II - um (01) representante da Secretaria de Estado da Fazenda; III - um (01) representante do Governo do Estado; IV - um representante da Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral - SEPLAN; V - um (01) representante do Departamento Nacional de Estradas e Rodagem - DNER; VI - um (01) representante da Secretaria Nacional dos Transportes; VII - um (01) representante da Empresa de Transporte do Estado do Pará - ETERPA; VIII - um (01) representante das Prefeituras Municipais, escolhido pelo chefe do Poder Executivo; IX - um (01) representante do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das agências de Navegação do Estado do Pará - SINDARPA; X - um (01) representante do Sindicato das Empresas de Cargas do Estado do Pará - SINDICARPA;

XI - um (01) representante de Empresas de Transportes Rodoviárias Intermunicipal do Pará; XII - um (01) representante do Sindicato dos Engenheiros do Estado do Pará; XIII - um (01) representante da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM; XIV - um (01) representante do Departamento de Aviação Civil DAC; XV - um (01) representante da Assembléia Legislativa; XVI - um (01) representante da Federação da Indústria ou da Associação Comercial mediante rodízio semestral; XVII - um (01) representante da Capitania dos Portos; XVIII - um (01) representante da federação de Agricultura do Estado do Pará; XIX - um (01) representante do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Pará. Parágrafo Único - O Secretário de Estado de Transportes será o Presidente do Conselho Estadual deTransportes, e o Vice-Presidente será eleito dentre seus membros para um período de dois (02) anos. Art. 8° - Os membros do Conselho Estadual de Transportes e seus suplentes, a exceção do Secretário de Estado de Transportes, que será membro nato, serão nomeados pelo Governador do Estado, mediante indicação dos órgãos e entidades, na forma definida no regimento do órgão colegiado, para um mandato não inferior a dois (02) anos. Art. 9° - O Conselho Estadual de Transportes reunir-se-á, ordinariamente, uma vez ao mês e, extraordinariamente, quantas vezes forem necessárias, convocados por seu Presidente ou por maioria de seus membros. Art. 10 - Os membros do Conselho farão jus a "JETONS" pagos por reuniões a que comparecerem, não excedentes a quatro por mês. Art. 11 - O Conselho Estadual deTransportes terá regimento próprio aprovado por ato do Governador do Estado, o qual definirá sua sistemática de funcionamento. SEÇÃO III Do Secretário Adjunto Art. 12 - Ao Secretário Adjunto, subordinado diretamente ao Secretário de Estado, compete: I - as responsabilidades estabelecidas no art. 19 do Decreto n° 2.231, de 12 de maio de 1982;

II - coordenar, supervisionar, controlar e avaliar os planos, programas, projetos e atividades da Secretaria; III - promover a administração geral da Secretaria, em estreita observância às disposições legais; IV - adotar medidas que visem assegurar o fornecimento sistemático da Secretaria; V - delegar competências quando necessário. CAPÍTULO II Do Nível de Assessoramento Superior SEÇÃO I Do Gabinete do Secretário Art. 13 - Ao Gabinete, compete: I - apoiar o Secretário de Estado no desempenho de suas atribuições e compromissos oficiais; II - executar os serviços relacionados com as audiências e representações do Secretário; III - realizar a triagem de pessoas, documentos e processos encaminhando às unidades competentes; IV - receber, examinar, preparar e encaminhar o expediente sujeito à apreciação do Secretário; V - organizar a agenda dos compromissos assumidos pelo Secretário; VI - providenciar a articulação do Secretário de Estado com as unidades da Secretaria, bem como com outros órgãos; VII - coordenar e executar a divulgação interna e externa dos assuntos de interesse do Secretário. SEÇÃO II Da Auditoria e Acompanhamento Interno Art. 14 - A Auditoria e Acompanhamento Interno, subordinada diretamente ao Secretário de Estado de Transportes, compete: I - programar, executar, orientar e coordenar as atividades de auditoria, no âmbito da Secretaria; II - proceder as inspeções, análises e verificações dos fatos administrativos, financeiros e técnicos dos diversos setores da Secretaria;

III - verificar a fiel observância das normas relativa às operações de caixa e movimentação de contas bancárias; IV - comprovar sistematicamente a exatidão e veracidade de balanços, balancetes e outros demonstrativos contábeis; V - verificar a correspondência entre os valores e as quantidades constantes dos registros de controle deestoque e os valores e as quantidades existentes nos documentos de aquisição; VI - verificar a exatidão dos registros relativos a pessoal, cadastro funcional e financiamento; VII - verificar a fiel elaboração das folhas depagamento dos descontos efetuados e do recolhimento ou crédito às contas próprias; VIII - verificar a precisa correlação entre as despesas realizadas na execução dos projetos, obras e atividades dos diversos setores do órgão; IX - verificar a observância dos dispositivos sobre a realização de licitações seja para fornecimento de material ou para a prestação de serviços, seja para alienação de bens da Secretaria. CAPÍTULO III Do Nível de Gerência Superior, Prog. e Operacional SEÇÃO I Da Diretoria deTransportes Terrestre Art. 15 - À Diretoria de Transportes Terrestre, subordinada diretamente ao Secretário de Estado de Transportes, compete: - Planejar, coordenar, executar, controlar e avaliar a Política de Transporte Terrestre do Estado, nos aspectos de construção, restauração, melhoramentos e conservação dos sub-modais rodoviários, ferroviários e metroviários, bem como o que concerne à concessão dos serviços públicos dos transportes terrestres, e a fiscalização das normas relativas à servidões e limitações do uso e dos acessos à prioridades limítrofes às rodovias estaduais e ao direito de vizinhança. Art. 16 - Ao Departamento de Infra-Estrutura compete: I - promover a elaboração de projetos, cálculos e especificações de obras nas rodovias estaduais; II - realizar estudos que objetivem o fornecimento de subsídios à avaliação da viabilidadedos projetos rodoviários; III - colaborar no fornecimento de dados e informações para a organização e manutenção de cadastro técnico da rede rodoviária estadual;

realizar estudos e propor providências para a formulação de política de conservação rodoviária na rede estadual. avaliação ou classificação de materiais a serem utilizadas em obras. 17 . V . IV .econômica e de projetos de engenharia para construção.supervisionar as obras e fiscalizar o cumprimento do cronograma de construção das obras de arte. III . 20 . II . II . Art. preservação ambiental e paisagismo na rede rodoviária estadual.controlar e conferir avaliações e medidas das obras e serviços. compete: I . III . II .À Divisão de Conservação. IV . compete: I . bem como o seu padrão de qualidade.realizar estudos. .À Seção de Obras Contratadas. controlar e supervisionar a construção de pontes de madeira. no Estado. intercessões e passagens. melhoramentos e restauração de rodovias.executar e/ou fiscalizar a execução de estudos de viabilidade técnico.propor medidas que assegurem o cumprimento do cronograma deexecução e dos padrões de qualidadedas obras de engenharia na rede rodoviária. executadas por terceiros. bem como a adoção dos instrumentos físicos e institucionais para efetivá-la. Art. 18 . 19 . Art. II .IV . fiscalizar e controlar a execução de obras rodoviárias. avaliação e classificação de materiais para obras.orientar.realizar. compete: I . III .realizar estudos e promover a elaboração de projetos de obras de arte a serem construídas. Art.propor critérios a serem adotados.programar. que facilitam o trânsito na rede rodoviária estadual. coordenar. compete: I . pesquisas e projetos referentes a custos e produção de serviços e obras.identificar e propor vias de acesso rodoviário.realizar e/ou verificar os cálculos estruturais das obras de arte a serem construídas. bem como realizar a medição.À Divisão de Obras. supervisionar e controlar as atividades relativas à conservação.À Seção de Obras Especiais. nas medições.propor normas necessárias ao desenvolvimento de atividades de construção rodoviária.promover medidas que assegurem o cumprimento do cronograma de execução de obras contratadas.

VII .elaborar especificações.comunicar em tempo hábil à Divisão de Conservação. normas e tabelas de custos de serviços e obras de conservação.III .promover os serviços de reparação do equipamento mecânico.manter sistematicamente atualizados. por contratos com terceiros e em pistas experimentais. pavimento estradal. VI .organizar e manter atualizado cadatro geral dos equipamentos rodoviários da SETRAN. de realizações por administração direta. IV . no que concerne à manutenção de equipamentos.À Seção de Máq. compete: I . sistema de drenagem e obras d'arte correntes e especiais.executar os trabalhos de conservação e melhoramento da faixa de domínio. V . V . através de apropriações. IV . e Equipamentos.supervisionar a qualidade técnica dos serviços de manutenção de sinalização. assim como dados históricos e técnicos e sua localização.executar as medidas necessárias ao perfeito fluxo de veículos nas rodovias estaduais. III .elaborar e propor planos de conservação da sinalização rodoviária. compete: I .manter sistema de informação sobre condições de trafegabilidade da rede rodoviária estadual. através da coleta permanente de informações atualizadas. VI . .manter permanente articulação com os distritos regionais para identificação das necessidades de conservação da sinalização horizontal e vertical rodoviárias.prestar assistência técnica às oficinas das Divisões Regionais.estabelecer padrões para controle da vida útil do equipamento rodoviário. IV . 21 . II . Art. acerca da necessidade de manutenção de equipamentos rodoviários. das máquinas e veículos das Divisões Regionais quando encaminhado para seu atendimento. III . inspecionando-os periódicamente. bancos de dados sobre as condições do sistema de sinalização rodoviária do Estado.organizar e manter o cadastro técnico da rede rodoviária estadual.colaborar com subsídios para a elaboração da programação de restauração e melhoramentos de rodovias estaduais. 22 .À Seção de Conservação Rodoviária. II . revestimento primário. Art.

III . II . elaborar e propor um regulamento estadual de transporte rodoviário de bens.estudar horários e itinerários. dos veículos de passageiros. transferência. compete: I . III . sobre o sistema de transporte coletivo intermunicipal de passageiros. VIII .apreciar processo de concessão e/ou autorização de linhas intermunicipais. IV . Art.efetuar estudos sobre regime de funcionamento de linhas.revisar permanentemente.V .cumprir e fazer cumprir a legislação relativa a transporte rodoviário intermunicipal de passageiros e cargas. V .Ao Departamento de Operações Rodoviárias. IV . VI . .instruir processos de concessão e autorizações. VII .supervisionar o transporte coletivo intra e intermunicipal de passageiros e cargas. compete: I . bem como propor a sua alienação.opinar sobre a necessidade e o emprego de equipamentos nos diversos setores da SETRAN. VI .promover a fiscalização do tráfego de veículos coletivos intra e intermunicipal nas estradas estaduais e nos terminais rodoviários.promover pesquisas técnico-econômica.propor normas de concessão e fiscalização do transporte coletivo intermunicipal.promover o levantamento estatístico de passageiros e coeficientes de aproveitamento. X . IX . 24 . VII . ampliação.fiscalizar a lotação dos coletivos das linhas intermunicipais. XI . V .realizar estudos que propicie a melhoria do serviço de transporte de cargas e passageiros no âmbito do Estado. o Regulamento de Transporte Coletivo Intermunicipal de Passageiros.efetuar estudos para criação de linhas.fiscalizar o cumprimento de horário de saída e chegada nos terminais rodoviários.realizar estudos que objetivem a criação. 23 . II . prorrogação e concessão de linhas e itinerários rodoviários.lavrar termos relativos à conclusões e autorizações.À Divisão Técnica. VI .promover o levantamento dos equipamentos e materiais inservíveis. a fim de regulamentar o transporte de carga na rede rodoviária estadual. Art.estudar. compatibilizando-o com o regulamento federal para o setor. mantendo-o atualizado.

dirigir e controlar as atividades dos fiscais de tráfego. VIII . XIV .manter atualizado cadastro de empresas e linhas de transporte rodoviário. na fiscalização do transporte de carga nas rodovias estaduais e travessias. 25 . Art. periodicamente.controlar as datas de vencimento das licenças e concessões. compatibilizando-o com a Regulamentação federal para o setor.efetuar estudos sobre transferência.organizar estatísticas de movimentação de passageiros no transporte rodoviário intermunicipal. a fim de mantê-las atualizadas: V . X .controlar e fiscalizar o tráfego de veículos de transporte coletivo intermunicipal nas estradas estaduais e nos terminais rodoviários.providenciar junto à direção do Departamento de Operações Rodoviárias. XI . compete: I . XII .estudar e propor regulamentação para o transporte de carga na rede estadual. XVI .colaborar com os órgãos de policiamento rodoviário. interestadual que interessam ao Estado do Pará.promover estudos que visam fomentar e melhorar a intermodalidade entre o transporte rodoviário e o hidroviário. XV .revisar. III .VIII . a serem efetuadas nos veículos registrados pelas empresas intermunicipais de passageiros através da Comissão de Vistoria. VI . II . IX . XVII .colaborar nos estudos de normas de fiscalização do transporte coletivo intermunicipal.manter cadastro atualizado dos veículos em tráfego nos serviços intermunicipais de passageiros. VII .registrar todas as linhas intermunicipais de passageiros com seus itinerários e horários. . a nomeação da Comissão Permanente de Vistoria.manter atualizado o cadastro das linhas concedidas.acompanhar a execução dos contratos de concessão de linhas.coordenar as vistorias. e manter atualizado o Regulamento de Transporte Coletivo Intermunicipal de Passageiros. das empresas e prontuários dos concessionários. bem como de cargas.controlar o registro de motoristas e cobradores. X . renovação e rescisão de concessão de linhas. XIII .À Divisão de Operações.fornecer licenças especiais e de fretamento. IV .controlar as datas de vencimento das vistorias. IX .

27 . III . inclusive aquelas concernentes às outras utilizações de curso d'água. II .planejar.planejar. bem como acompanhar as ações visando outras utilizações das vias navegáveis que interfiram com a função transporte.promover o balizamento e a sinalização dos trechos navegáveis.promover obras de engenharia a fim de tornar navegáveis vias fluviais e lacustres. coordenar. cais de aportagem. compete: I . bem como. terminais hidroviários. programar e planejar estudos. controlar e avaliar a política de transportes hidroviários do Estado. com base nos dados colhidos pelos órgãos de pesquisa. atracadouros. cais do acostamento. II .articular-se com demais órgãos públicos e privados na resolução dos problemas concernentes a portos do Estado. compete: I . SEÇÃO II Da Diretoria de Transportes Hidroviários Art. projetos. compete: I . programar e coordenar o desenvolvimento do sistema de portos do Estado. estações de passageiros e armazéns portuários. desobstrução e sinalização para melhoramento de vias navegáveis. que não de navegação. obras de engenharia. execução direta ou indireta de portos.À Divisão de Infra-Estrutura Portuária.estabelecer as normas de acompanhamento e controle da construção e manutenção do sistema de portuário estadual. executar. acompanhar as ações pertinentes de iniciativa dos governos federal e municipal. objetivando viablizar o deslocamento de pessoas e cargas. IV . armazéns portuários. III . Art. 28 . 30 . IV . Art. compete: .XI .elaborar. 26 . rampas. a implantação e a fiscalização dos portos.À Divisão de Vias Navegáveis. trapiches. XII .calcular e registrar as atualizações periódicas das tarifas de transporte rodoviário de passageiros e de cargas.calcular taxas incidentes sobre os erviços de fretamento e sobre os serviços executados pelo Departamento de Operações Rodoviárias.viabilizar o projeto.Ao Departamento de Infra-Estrutura Hidrovária. subordinada diretamente ao Secretário de Transporte.promover o cadastramento do sistema portuário do Estado. Art.À Diretoria de Transportes Hidroviário.

VII . IV . inclusive a das travessias.promover o cadastramento do sistema de vias navegáveis do Estado. 31 . VIII .I .balizar e sinalizar os trechos navegáveis. II . a situação dos cascos e dos demais equipamentos das embarcações da SETRAN.elaborar e manter atualizado o cadastro de embarcações. IV .colaborar com estudos e observações sobre o desempenho de embarcações para melhoria dos projetos. controlar e executar as ações concernentes à operação das embarcações sob responsabilidade da SETRAN.executar e/ou supervisionar os serviços de engenharia destinados a melhorar as condições das vias navegáveis. III .programar.executar as atividades relativas ao estudo. programar e coordenar o desenvolvimento do sistema de vias navegáveis do Estado.manter regularizadas. compete: I . . V .planejar. quando executadas diretamente pela SETRAN. junto aos órgãos competentes.elaborar e controlar a escala de serviços das guarnições que desempenham atividades nas embarcações da SETRAN.articular-se com demais órgãos públicos e privados na resolução dos problemas concernentes às vias navegáveis do Estado. II . III .organizar e manter atualizadas informações e dados estatísticos sobre embarcações.À Divisão de Navegação e Travessias. as embarcações da SETRAN.Ao Departamento de Operações Hidroviárias. III . pesquisa e ao desenvolvimento das vias navegáveis de interesse do Estado. VI .elaborar e controlar o horário de serviço das embarcações da SETRAN.promover os estudos para concessão de serviços de transportes hidroviários. V . VI . e a respectiva tripulação. Art. IV . V .controlar e fiscalizar os concedidos. controlar e executar as atividades relativas à navegação e as travessias.controlar os prazos de vigência das vistorias a seco e flutuantes das embarcações sob responsabilidade da Secretaria. II .coordenar. armadores e linhas de navegação que operam no Estado.informar. periodicamente. compete: I . à Divisão de Equipamentos Navais.elaborar tabelas de tarifas. 32 .organizar e atualizar as cartas náuticas das vias navegáveis. exceto as das travessias. VII . Art. a terceiros.

controlar e executar direta e/ou indiretamente as ações pertinentes à operação dos serviços de travessia. 34 . periodicamente. vistorias e legalização das embarcações recém construídas. Art. Art.informar à Diretoria.elaborar e manter atualizado o cadastro de empresas e embarcações que operam as travessias localizadas no Estado do Pará. a situação dos cascos e demais equipamentos das embarcações que operam nas travessias.elaborar e controlar o horário de serviço das embarcações de travessias da SETRAN.prover as embarcações da SETRAN. 33 -À Divisão de Equipamentos Navais. II .coordenar.supervisionar e/ou executar os serviços de manutenção periódica das embracações e equipamentos marítimos. VII . VIII . antes de entregá-las as atividades operacionais.promover os testes.providenciar o abastecimento de embarcações operadas diretamente pela SETRAN. atendendo as normas técnicas da Capitania dos Portos e da Diretoria de Portos e Costas (DPC). III .supervisionar o estado de conservação e a manutenção das embarcações de terceiros.analisar processo de solicitação de concessão de linhas e travessias. XIV . XII .À Divisão de Concessão e Fiscalização.acompanhar o processo de aprovação dos projetos junto aos setores competentes.elaborar projetos de engenharia de construção e de reparos navais das embarcaçõesda SETRAN. utilizadas nos serviços concedidos pela SETRAN.programar. . V .controlar o prazo de vigência de vistoria a seco e flutuante das embarcações de terceiros utilizadas na travessias. IV . III . nas travessias.IX . controlar e fiscalizar os serviços de construção. promover. compete: I . XIII .promover as vistorias periódicas nas embarcações da SETRAN. quando solicitada pelas unidades responsáveis da Diretoria de Transportes Hidroviários. de equipamentos de proteção e segurança aos passageiros. VI . reparos e conservação das embarcações e equipamentos navais da Secretaria. compete: I . mesmo aquelas não jurisdicionadas à SETRAN. XI . X .fiscalizar o cumprimento das normas e regulamentos referentes a travessias fluviais lacustres e marítimas jurisdicionadas à SETRAN.

assistir aos órgãos municipais em assuntos referentes à aeronáutica civil.estudar.realizar estudos e propor a criação e ampliação de linhas e travessias fluviais. ampliação e melhoria dos aeródromos e aeroportos civis. VI . jurisdicionados à SETRAN. estaduais e federais. V . cais de arrimo.organizar e manter organizado o quadro estatístico da movimentação de passageiros e de cargas. II . execução. com informações coletadas nas unidades do DTH. fiscalização e supervisão. inclusive mediante prévio convênio com órgãos federais competentes. SEÇÃO III Da Diretoria de Transportes Aeroviários Art. visando a um permanente controle da situação aeronáutica estadual. supervisionar e executar o plano aeroviário estadual. das Empresas Públicas e Privadas e entidades arrecadoras de impostos municipais.IV . o levantamento de dados estatísticos referentes à aviação civil e comercial do Estado. a cargo do Estado. 35 . X . propor. subordinada diretamente ao Secretário de Estado de Transportes. rever ou detalhar programas e projetos relacionados com a atividade aeronáutica do Estado.realizar cálculos e propor tarifas para as linhas fluviais. marítimas e lacustres.efetuar. IX . trapiches.elaborar. rampas e terminais hidroviários. V . compete: I .fiscalizar o cumprimento de tabela de tarifas das diversas linhas e travessias. de todas as atividades de aviação civil e comercial que lhe forem delegadas pela União. inclusive veículos transportados pelo sistema hidroviário. com os respectivos comprovantes. periodicamente.controlar o horário de saída e chegada de embarcações que operam nas travessias fluviais operadas por terceiros. VII . VIII . III .promover a coordenação. estimulando e apoiando o desenvolvimento do transporte aéreo regional no Pará. IV .À Diretoria de Transportes Aeroviários.realizar a arrecadação das tarifas das travessias por administração direta e remeter ao Departamento de Finanças os valores arrecadados. a construção. marítimas e lacustres. VI . programar e executar direta ou contratualmente. no Estado.elaborar.fiscalizar o uso de portos. .

IX . . 36 . compete: I .organizar e manter o cadastro da rede aeroviária do Estado. IX . II . compete: I . XI .Implantar o Plano Aeroviário do Estado do Pará.VII .coordenar.manter permanente intercâmbio com órgãos ligados direta ou indiretamente aos transportes aéreos.administrar a operação dos equipamentos de transporte aéreo de propriedade da SETRAN.analisar a ocupação do solo em torno dos aeroportos e aeródromos e adotar as medidas necessárias a garantia do bom relacionamento entre as atividades aeronáuticas e a comunidade urbana. ampliação. IV . regional e estadual. V .elaborar uma política de desenvolvimento de transportes aeroviário. Art. ampliação e melhoramentos que venham a ser programados pela Diretoria de Transportes Aeroviários. melhoramentos e construção de aeroportos e aeródromos. VII . no plano estadual. 37 . de modo a apoiar regiões remotas e carentes de outros modos de transporte.À Divisão de Infra-Estrutura Aeroviária. administração.efetuar levantamento e projetos técnicos para as obras de construção.compatibilizar os projetos de obras aeroportuários com as normas e padrões estabelecidos pelo Ministério da Aeronáutica e as legislações federal e estadual. de matéria referentes à manutenção.dirigir. controlar e suprir as administrações dos aeroportos para a sua operação eficiente e contínua. XII . VIII . a execução da política federal de aeronáutica civil. e também.manter os aeródromos sob sua responsabilidade em perfeito estado de funcionamento.À Divisão Operacional.participar da elaboração de planos gerais de trabalho e orçamento referentes às atividades de sua área de atuação. controlar e executar a conservação de campos de pouso.propor a construção e o melhoramento de aeródromos da rede aeroportuária estadual. a nível nacional. restauração. VI . VIII .manter um processo de verificação sistemática das condições de operacionalidade dos campos de pouso. X . III . Art.promover e celebrar convênios com órgãos federais visando a transferência para o âmbito da competência estadual.manter um sistema de cooperação técnica com os Governos Federal e Municipais.

transporte. controlar e avaliar as atividades orçamentárias e financeiras relacionadas com a aplicação dos recursos da Secretaria. compete: I . o pagamento das despesas orçamentárias e extra .autorizar.manter cadastro das empresas e aeronaves que atuam no serviço de taxi-aéreo do Estado. compete: I .proceder. coordenar. controlar e avaliar as atividades relativas a recursos humanos. III . por delegação do Diretor do Departamento Administrativo e Financeiro. VI . serviços gerais. IV .planejar. comunicação e administração de imóveis no âmbito da Secretaria.articular-se com a Secretaria de Estado de Administração nas atividades correlatas e quando necessário com os outros órgãos. patrimônio. VII . diretamente ao Secretário de Estado de Transportes.coordenar a operação de aeronaves da SETRAN ou sob sua responsabilidade. SEÇÃO IV Da Diretoria Administrativa Art. II . Art. III . executar. com outros órgãos.coletar dados relacionados com o movimento de passageiros e cargas nos aeroportos e campos de pouso da rede estadual para subsidiar o planejamento aeroportuário estadual. e quando necessário. subordinada.II . 38 .programar. e outros.promover a coordenação das diversas entidades e setores que operam nos aeroportos.promover as articulações com o Ministério da Aeronáutica e com os órgãos responsáveis pelo controle e fiscalização das operações e arrecadação das tarifas aeroportuárias. medidas necessárias à prestação de contas da Secretaria em articulação com a secretaria da Fazenda. IV . materiais. V . as companhias regionais de transporte aéreo.Ao Departamento de Finanças.acompanhar o incremento de passageiros e aeronaves nos aeroportos compilando estatísticas de sua evolução. destacando os órgãos encarregados dos serviços de proteção ao vôo.estabelecer e otimizar métodos e rotinas operacionais visando facilitar e tornar mais eficientes as operações dos aeroportos e o atendimento aos usuários.À Diretoria Administrativa e Financeira. as empresas de abastecimento de combustível. VIII . 39 .

registrar os atos e fatos relativos à execução das receitas e despesas orçamentárias e extra-orçamentárias.manter o registro e o controle das receitas da Secretaria. VII . V . a remessa dos documentos de entrada do sistema contábil ao Centro de Processamento de Dados do Pará PRODEPA.sustar o provisionamento às Divisões Regionais. II . IV . II . anexado à documentação comprobatória dos recebimentos e pagamentos. 40 .À Divisão de Contabilidade. em tempo oportuno a identificação e classificação de receitas transferidas ou creditadas à secretaria sem as especificações necessárias. Art. com regularidade.autorizar a abertura de contas correntes bancárias.orientar os órgãos da Secretaria sobre assuntos de natureza contábil e de prestação de contas. quando necessário. quando for cientificada de irregularidades ou atraso nas prestações de contas das provisões de crédito.revisar os comprovantes alusivos e recebimentos e pagamentos. de acordo com o cronograma de encaixe e desembolso que for estabelecido. VIII . III . geralmente aceitos e exigidos pela Administração Financeira do Estado.coordenar e supervisionar as atividades contábeis da Secretaria. fazendo exigências. V . compete: I . quando for o caso. propondo normas e procedimentos sobre os assuntos a serem expedidos através de instruções de serviços da Diretoria Administrativa e Financeira. VII . IV . VI . III . .processar.manter sob controle e supervisão os convênios celebrados. IX .orçamentárias. VI .zelar pelo cumprimento dos princípios gerais de contabilidade.acompanhar a execução orçamentária e a movimentação financeira da Secretaria.receber e conferir as Prestações de Contas de responsáveis por suprimentos individuais e de ordenadores de despesas nos casos de processamento normal de despesa.encaminhar à Divisão de Contabilidade o Boletim Financeiro Diário.examinar e opinar sobre os processos de pagamento da Secretaria. bem como as variações patrimoniais decorrentes.manter.

XI .À Divisão de Execução Orçamentária e Financeira. financeiro. VIII . III . a remessa de suprimento de fundo para as Divisões Regionais. em ordem sequencial única. em ordem mensal. através de processamento eletrônico de dados. V . quando devidamente autorizada pelo Chefe de Departamento de Finanças. patrimonial emitidos pelo Centro de Processamento de Dados do Pará PRODEPA. Art. os seguintes documentos: lançamento de receita. VI . X .conferir e manter arquivados.analisar os demonstrativos financeiros. bem como os balancetes mensais e eventuais dos sistemas orçamentários. de conformidade com as instruções emanadas pelo Departamento Financeiro. os relatórios produzidos pelo computador.elaborar na forma e prazos fixados o balanço do exercício e respectivo anexos. nota de empenho.emitir.organizar os processos de empenho global e por estimativa. para fins de processamento de dados. procedendo as correções que se fizerem necessárias.efetuar e manter sob sua guarda.solicitar ao Departamento Financeiro.remeter. IX .VIII . os documentos destacados do inciso III. 41 . em conjunto com a Divisão de Contabilidade nos prazos estabelecidos pelo Departamento de Finanças.fornecer ao Departamento Financeiro os elementos necessários a elaboração das Propostas Orçamentárias.registrar e controlar a execução orçamentária da Secretaria e os créditos adicionais.manter-se atualizada com a legislação concernente a orçamento e respectiva execução. empenhos de adiantamento.providenciar a abertura de contas correntes bancárias. IX . . II . VII . os pedidos de abertura de crédito suplementar do orçamento do exercício prestando informações a respeito da disponibilidade das diversas dotações. para a emissão de sub-empenhos. X .proceder. durante o prazo estabelecido pela Administração Financeira do Estado. observando as normas e procedimentos próprios. o arquivo sistemático da documentação comprobatória dos lançamentos contábeis. liquidação total/parcial de empenho.elaborar. nos prazos estabelecidos. com a autorização da chefia do Departamento Financeiro. IV . o cronograma de encaixe e desembolso da Secretaria. compete: I .

diariamente. XXV . 42 . de acordo com as normas e procedimentos internos da Secretaria.conferir diariamente. XXII .organizar e manter atualizado o fichário de assinaturas autorizadas. após verificar se a despesa foi devidamente liquidada. das Ordens de Saque e das Ordens Bancárias destinadas ao pagamento de sua compet6encia. para pagamento oportuno. efetivamente realizadas. XVII . em fichas próprias os recebimentos e pagamentos feitos por Contas Bancárias. revisando as guias alusivas a recebimentos e os comprovantes de pagamento. arquivo em ordem alfabética e por credor.manter. diariamente os recebimentos e pagamentos.preencher.registrar. restos a pagar. XVI . as ordens de pagamento e documentação comprobatória legalmente exigida. por parte do Chefe do Departamento de Finanças e do Diretor Administrativo Financeiro.efetuar inventários mensais das Contas a Pagar. o controle gráfico por credor. compete: . sinteticamente. em consonância com a Divisão de Contabilidade. das despesas empenhadas e liquidadas no exercício. para efetivo de liquidação.efetuar. XXIII . XXIV .Ao Departamento de Administração. XX . para remessa à Divisão de Contabilidade.elaborar. o cheque. confrontando com os registros da contabilidade. XVIII . guardar e controlar títulos e valores que pertençam a secretaria ou que estejam a seus cuidados. XIII . corrigindo eventuais diferenças encontradas.XII . a Ordem de Saque ou a Ordem Bancária correspondente.providenciar as assinaturas de cheques. de acordo com a documentação relativa às receitas e despesas. aos ordenadores de despesas. os saldos constantes do Boletim Financeiro com os de iguais contas do item anterior. XXI .realizar. XV . demonstrando os saldos existentes nas diversas contas bancárias. Art. Ordens de Saque ou Ordens Bancárias. o Boletim Financeiro no Diário.revisar o preenchimento dos cheques bancários.remeter. XIX . a transferência dos recursos financeiros destinados ao atendimento das despesas correntes das Divisões Regionais. das Ordens de Pagamento das despesas orçamentárias e extraorçamentária. XIV . de acordo com a programação financeira.registrar.manter atualizado os registros das procurações.

elaborar. compete: I . visando elaborar a programação anual de treinamento em articulação com a Secretaria de estado de Administração. Art.programar. dispensa e afastamento do pessoal da Secretaria. 44 .coordenar o processo de avaliação de desempenho dos servidores da Secretaria. VIII .À Seção de Desenvolvimento de Rec. serviços gerais. controlar e avaliar as atividades relativas a identificação de necessidade. quando solicitado. movimentação e avaliação de desempenho.articular-se com a Secretaria de Administração do desenvolvimento de atividades correlatas e quando necessário com outros órgãos.elaborar a escala de férias dos servidores. . II . V .realizar o cadastramento dos servidores no PIS?PASEP. compete: I . alocação. X . II . controlar e avaliar as atividades relativas a recursos humanos. IV . III .planejar. patrimônio. Art. extinção de cargos. Art.À Divisão de Recursos Humanos. quando solicitado.controlar o afastamento funcional dos servidores. materiais. alteração.À Seção de Cadastro e Mov.proceder a análise e propor a criação. comunicação e administração de imóveis da Secretaria.manter o controle do quadro de cargos da Secretaria.participar do processo de admissão. atos administrativos. XI .prestar informações dos servidores a respeito de seus interesses.formular. emitir certidões. Humanos. com base em sugestão das unidades. proposta de treinamento e desenvolvimento de recursos humanos. 45 . VI . compete: I . registro. declarações e atestados sobre a vida financeira dos servidores. IX . 43 . empregos e funções. nos aspectos quantitativos. apurar a frequência. transportes. II . Funcional.organizar e manter atualizado os registros funcionais e financeiros dos serviços da Secretaria. bem como as atividades relativas. dos recursos humanos da Secretaria.identificar necessidades de treinamento de servidores da Secretaria. VII .identificar necessidade de recursos humanos da Secretaria. bem como instruir processos referentes a vida funcional do servidor.I .

guarda e conservação dos veículos oficiais da Secretaria. VII .programar.controlar a circulação de visitantes e servidores no prédio da Secretaria. lavagem. manutenção. executar.À Seção de Administração de Edifícios. V . em articulação com a Secretaria de Estado de Administração.controlar e fiscalizar o cumprimento dos contratos da prestação de serviços de limpeza.À Seção de Transportes. supervisionar a sala de controle de ponto. compete: I .efetuar e/ou promover a execução dos serviços de manutenção e reparos de imóveis. VI . Art. IV .providenciar. V . o acompanhamento de servidores pós-treinamento.controlar o consumo de combustível e a quilometragem dos veículos pertencentes à Secretaria. IV . vigilância e de manutenção.propor planos de renovação de frota. compete: . bem como sua regularização nos órgãos oficiais competentes.atestar faturas de contratos de prestação de serviços. lubrificação e abastecimento dos veículos oficiais da Secretaria. VI . V .promover o intercâmbio interinstitucional que visem identificar oportunidades de treinamento e desenvolvimento dos recursos humanos da Secretaria. controlar e/ou executar os serviços de manutenção. controlar e avaliar as atividades de transportes. limpeza e segurança da Secretaria. reparo. III .efetuar. IV . executar. 47 . compete: I .controlar a utilização. Art.organizar e manter organizado o cadastro dos veículos da Secretaria. em conjunto com as chefias.III . compete: I . II .coordenar. conservação e vigilância dos prédios da Secretaria.executar. Art.À Divisão de Serviços Gerais.coordenar. bem como a alienação dos veículos. 48 . treinamento introdutório para novos servidores. móveis e utensílios da Secretaria. II . 46 . controlar e/ou supervisionar a execução do serviço copa. Art. controlar. III . bem como treinamento específico nas áreas de atuação da Secretaria.À Divisão de Material e Patrimônio.providenciar o registro e o levantamento dos veículos.executar e/ou supervisionar as atividades de limpeza. 49 .

V . compete: I . permuta e baixa dos bens patrimoniais. conferir e atestar o recebimento dos materiais adquiridos.À Seção de Patrimônio. a constituição de comissão de licitação e a aquisição de material. através de fichas e formulários próprios. controlar e avaliar as atividades pertinentes a aquisição. VIII . Art. V . compete: I .emitir termos de responsabilidade dos bens patrimoniais. Art. Art. executar. VI .realizar a aquisição de materiais. IV . IV . VI .zelar pela conservação e segurança do material sob sua guarda. VII . II . II . .manter organizado o cadastro de fornecedores.acompanhar o processo licitatório. 50 . IV .À Seção de Almoxarifado. mantendo atualizado o cadastro físico-financeiro dos mesmos.propor a alienação.efetuar o registro. controle e distribuição de materiais.fazer o inventário do acervo patrimonial da Secretaria.programar.realizar o inventário físico e financeiro dos materiais. observando as especificações. VI . por unidade administrativa. II . III . tombamento dos bens patrimoniais da Secretaria.realizar o levantamento de necessidades de bens patrimoniais e de material da Secretaria. V .manter o controle físico-financeiro dos materiais para fins de inventário.propor. quando necessário. 51 .controlar o desempenho dos fornecedores.efetuar a previsão do material e bens patrimoniais a serem adquiridos.I .efetuar o controle de estoque dos materiais.efetuar a pesquisa de preços de materiais e bens patrimoniais identificando melhores fontes de fornecimento.controlar a movimentação dos bens patrimoniais.receber. compete: I . quanto à entrega de material. III .elaborar a programação de distribuição de material.executar as atividades de armazenagem. III . preços e quantidades.assegurar o cumprimento das normas sobre conservação e utilização dos bens patrimoniais da Secretaria.À Seção de Compras. VII . 52 . guarda e distribuição de materiais e bens patrimoniais.

executar.relacionar matérias de interesse da Secretaria.À Seção de Acervo Técnico e Informação.desenvolver e gerenciar sistemas informatizados de classificação. VIII .manter intercâmbio com entidades congêneres. compete: I .propor normas para uso da Seção de Acervo Técnico e Informação. controlar e avaliar as atividades relativas a recepção. III . visando sua centralização. X . II .manter a administração superior informada sobre os processos e documentos em trânsito na Secretaria. . guarda e conservação de atos administrativos da Secretaria. 54 . IV . registro. revistas e informativos. distribuição e expedição de atos administrativos de interesse da Secretaria. Art.acompanhar e controlar a tramitação de processos e documentos.prestar informações.manter o arquivo de custódia da Secretaria.solicitar a avaliação necessário.executar.realizar o arquivamento. quando solicitado.À Divisão de Documentos e Informação. revistas e periódicos de interesse da Secretaria.À Seção de Protocolo e arquivo.registrar e controlar os empréstimos de obras pertencentes ao acervo bibliográfico da Secretaria.desenvolver e gerenciar sistemas de microfilmagem. V . IV .VII . 53 . promover a divulgação interna. compete: I . manuais.executar as atividades da coleta. arquivo e disseminação de acervo. sobre o andamento de processo e documentos de interesse público. tratamento. Art. VI . II . quando VIII . as atividades de recebimento.elaborar inventário do acervo documental e bibligráfico existente na Secretaria. dos bens patrimoniais. distribuição.programar. seleção. VII .efetuar a classificação e arquivamento de livros. Art. divulgação. objetivando facilitar a recuperação de informações. revistas e periódicos. guarda e divulgação de livros. análise. editadas em publicação em geral. V .propor e controlar a cosntrução e renovação de seguros dos bens patrimoniais da Secretaria. III . 55 .propor a aquisição de livros. VI . expedição e arquivo de documentos. IX . compete: I . controlando a sua utilização. registro e controle.

o levantamento sistemático de dados inerentes à Conservação de Rodovias e encaminhá-los periodicamente Divisão de Conservação da Diretoria de Transportes Terrestres. VII . melhoramento e conservação de obras hidroviárias e campos de pouso e obras rodoviárias.supervisionar os serviços de travessia executados por terceiros em sua área de atuação.zelar pela manutenção e conservação dos veículos e equipamentos à disposição da Divisão Regional.executar. IX .propor a construção. VIII . mantendo em arquivo a documentação respectiva. IV . campos de pouso e obras hidroviárias na sua área de atuação.supervisionar e/ou fiscalizar e controlar os serviços de construção.Às Divisões Regionais subordinadas diretamente ao Secretário de estado de Transporte. XII .propor a manutenção da SETRAN. na área de atuação da Divisão. os equipamentos e a operação das modalidade de transportes rodoviário. II . melhoramento e conservação de rodovias.Seção Regional de Conservação Rodoviária. III . conta com as seguintes unidades: I .manter atualizado o cadastro das rodovias de jurisdição da Divisão Regional. V . XI . 56 .Serviço Regional de Máquinas e Equipamentos.CAPÍTULO IV Do Nível de Atuação Regional Divisões Regionais Art. na sua área de jurisdição.colaborar na orientação técnica e/ou fiscalização de obras e serviços de infra-estrutura viária executadas por outras entidades sob cooperação com a SETRAN. . especialmente as obras de artes especiais.colaborar na coleta de dados sobre a infra-estrutura. VI . hidroviário e aeroviário.promover coleta de elementos indicativos dos processos e operações de cosntrução de obras de arte correntes e especiais.promover. controlar e fiscalizar serviços de travessias fluviais por administração direta.apoiar as atividades operacionais de embarcações e aeronaves. X . 57 . restauração. da SETRAN. Art. dentro da área de atuação de unidade regional. restauração.Cada Divisão Regional. compete: I . II .

III . equipamentos e veículos e serviços no Núcleo Regional. bem como coordenar a redistribuição de equipamentos nas Residências Regionais de Conservação.Residências Regionais de Conservação. 58 . compete: I . com todos os dados históricos. veículos. orientar e fiscalizar serviços de manutenção preventiva e correlativa das máquinas. . modificado em consequência de ações de transporte.À Seção Regional de Conservação Rodoviária.Às Residências Regionais de Conservação. IV .Ao Serviço Regional de Máquinas e Equipamentos.Seção Regional de Apoio Hidroviário e Aeroviário. V . equipamentos e embarcações lotadas e à disposição no Núcleo Regional.III .organizar e manter atualizado o fichário de máquinas. bem como confeccionar peças de reposição e ferramentas e utensílios.coletar dados necessários ao cálculo de custo de utilização de máquinas. II . III .promover.coletar. Art.solicitar e manter materiais necessários aos serviços de recuperação e manutenção de máquinas. controlar e fiscalizar a manutenção preventiva e corretiva de máquinas. 59 . dados relativos à conservação de rodovias.realizar. bem como de implantar plano de paisagismo e outros de restauração e preservação do meio ambiente. bem como dados operacionais das modalidades de transportes correntes na sua área de atuação. IV -Seção Regional de Administração. II .executar as atividades de conservação de trechos rodoviários. equipamentos e veículos. melhoramento e conservação das rodovias estaduais. bem como manter atualizado o quadro de seu posicionamento operacional. compete: I . obras hidroviárias e campos de pouso. veículos e equipamentos alocados nos serviços subordinados à Divisão. II .coletar dados necessários à atualização periódica do cadastro de infra-estrutura viária. sempre que necessário e possível. compete: I . encaminhando-os ao Núcleo regional. equipamentos e embarcações. equipamentos e veículos destinados aos trabalhos de restauração e melhoramento da infra-estrutura. III . dados estatísticos sobre movimentação de passageiros e bens. 60 . Art. Art.executar e/ou fiscalizar atividades de restauração. cursos d'água navegáveis.propor a aquisição de máquinas. de sua área de atuação. de acordo com as orientações do Núcleo Regional. sistematicamente. propor a efetivação.

III . VI . Art. compete: I . VIII .apurar.controlar o uso e movimentação dos bens patrimoniais. compete: I . além do estabelecido na Constituição Estadual.À Seção Regional de Apoio Hidroviário e Aeroviário. bem como propor a alienação dos mesmos. a frequência e elaborar a escala de férias dos servidores na Divisão Regional. 62 . . 61 .solicitar e controlar materiais necessários ao desempenho do Núcleo Regional.propor.executar e controlar os serviços de comunicação.Art. II . IV .providenciar os serviços de segurança e limpeza dos prédios do Núcleo Regional. V .solicitar pagamentos a fornecedores e prestadores de serviços. VII . remanejamento e treinamento de pessoal.fiscalizar e supervisionar serviços de travessias fluviais. campos de pouso e atividades operacionais de embarcações e aeronaves.providenciar o encaminhamento de servidores aos órgãos de assistência médica. quando considerados inservíveis. IV . III . II .efetuar a coleta de dados necessários a elaboração de projetos de sinalização e balizamento de vias navegáveis e de sinalização de campo de pouso.São atribuições do Secretário de Estado de Tranportes.executar e/ou supervisionar serviços e obras hidroviárias. 63 . hospitalar e social. TÍTULO IV Das Responsabilidades e Atribuições CAPÍTULO I Dos Dirigentes SEÇÃO I Do Secretário de Estado de Transportes Art. IX . por administração direta ou indireta.solicitar e prestar contas de suprimento de fundos.À Seção Regional de Administração. odontológica.executar o Plano de Manutenção das embarcações da SETRAN.

V .referendar os atos do Poder Executivo.aprovar o Orçamento-Programa e Plano Anual de Trabalho da Secretaria. II .promover reuniões com as unidades subordinadas.I . complementar ou suplementar o desenvolvimento da Política Estadual de Transporte. 65 . III . IX . coordenar e controlar as atividades desenvolvidas pela sua unidade. 64 .delegar competências. IV . de 12 de maio de 1982. 19 do Decreto n° 2231. de 12 de maio de 1982. em estreita observância às disposições legais. contatos ou ajustes que visem a ação conjunta. atribui-se: I . IV .as responsabilidades previstas no art. controlar e avaliar os planos. V .programar. 24 Lei n° 4. Seção II Do Secretário Adjunto Art. Seção III Dos Diretores das Diretorias Art.adotar medidas que visem assegurar o funcionamento sistêmico da Secretaria.Ao Secretário Adjunto. supervisionar.executar as atividades político-institucionais da Secretaria. do Decreto n° 2231. de 19.780.formular e assegurar o cumprimento da Política de Transportes do Estado. projetos e atividades da Secretaria. VI .assessorar ao Governador do Estado. III . programas. VIII . II .as responsabilidades estabelecidas no ART. .Aos Diretores das Diretorias subordinadas ao Secretário de Estado. quando necessário. quando necessário.coordenar.promover a administração geral da Secretaria. concernentes à Pasta e os de caráter geral.estabelecer convênios. em assuntos pertinentes à Pasta. VII . II . atribui-se: I .delegar competências. bem como aos Secretários de Estado.designar representantes para solenidades.

III . V .representar o Secretário.submeterà consideração do Secretário de Estado os assuntos que merecem sua imediata aprovação.realizar tarefas de caráter confidencial determinadas pelo Secretário de Estado. sistematicamente. III .expedir atos administrativos necessários ao funcionamento da unidade. VII .Ao Chefe de Gabinete do Secretário. de 12 de maio de 1982. VIII .promover a Administração do gabinete e o apoio e assistência ao Secretário no desempenho de suas atribuições. IV . subordinado ao Secretário de Estado. recepcionar e encaminhar pessoas que desejam audiência com o Secretário de Estado de Transportes. quando designado. acerca do andamento dos Programas e Projetos do Plano de Ação da Secretaria. Seção IV Das Atribuições Comuns dos Dirigentes Art.propor a abertura de inquérito administrativo. executados sob sua responsabilidade.preparar a agenda de compromissos. pelo caráter de vigência e importância. VI . Seção IV Do Chefe de Gabinete do Secretário Art. . VII .manter organizado o cadastro de autoridades e personalidades. além do previsto no artigo 19 do Decreto n° 2231. IV .substituir o Secretário Adjunto nas suas ausências e impedimentos. VI . à Assessoria de Planejamento. 67 .Constituem atribuições comuns a todos os dirigentes de unidades da Secretaria. V . II . atribui-se: I .manter o Secretário informado de processos e documentos em trâmite na Secretaria.elaborar o expediente e correspondência oficiais e particulares do Secretário. 66 .cumprir e fazer cumprir as determinações da Secretaria na unidade sob sua responsabilidade.informar.

IX .controlar o acesso de pessoas ao gabinete. guarda. III .coordenar. distribuir e arquivar documentos. CAPÍTULO II SEÇÃO I Da Secretaria do Gabinete do Secretário Art. 68 . III . VIII .receber.propor medidas de aperfeiçoamento para as atividades desenvolvidas pela unidade.recepcionar as pessoas.providenciar a requisição. observando níveis de qualidade. II .supervisionar o serviço de copa e limpeza das dependências do gabinete. atribui-se: I . registrar. fornecendo informações e orientações. distribuição e controle do material de expediente do gabinete.responsabilizar-se pelos bens patrimoniais alocados na unidade sob sua coordenação.manter atualizada a agenda de endereços e telefones de órgãos e autoridades.zelar pelo relacionamento harmônico de sua unidade. prazo e custos. IV . VII . VI .A Secretária do Gabinete. V . revisar e providenciar a reprodução de expediente do gabinete. VI .providenciar os contatos do Secretário de Estado de Transportes com as unidades da Secretaria e com dirigentes de outros órgãos. II .I . V .propor ao superior hierárquico o provimento e as substituições de chefes no âmbito de sua competência.organizar e manter organizado o arquivo do gabinete. VII . IV . controlar e avaliar atividades desenvolvidas pelas unidades subordinadas.assessorar a chefia imediata nos assuntos pertinentes a unidade.datilografar. SEÇÃO II Das Secretarias do Secretário-Adjunto e das Diretorias .propor escala de férias dos servidores sob sua coordenação. com as demais unidades da Secretaria.

providenciar os contatos e reuniões dos titulares da unidade com as demais unidades da Secretaria. 69 . 73 . TÍTULO V Das Disposições Gerais Art.agendar os compromissos assumidos pelo titular de unidade.datilografar e revisar os trabalhos da unidade. II . cumprir solicitações e instruções superiores.Os Distritos Regionais integrantes das divisões regionais terão o nível de setor.Art. definidos por estudos especializados. V . .manter atualizado a agenda de endereços e telefones dos órgãos e autoridades. guardar e controlar o material de expediente e consumo necessário ao funcionamento da unidade. bem como providenciar a reprodução. CAPÍTULO III Das responsabilidades dos demais servidores Art. Parágrafo Único .supervisionar os serviços de limpeza e copa da unidade.organizar e manter organizado o arquivo da unidade. Art. 74 .A implantação de Distritos Regionais será através de ato do titular da Secretaria de estado de Transportes.efetuar e receber ligações telefônicas. cumpre executar com zelo e presteza as tarefas que lhe forem atribuídas. VI . sem prejuízo de sua participação construtiva e responsabilidade na formulação de sugestões que visem o aperfeiçoamento das ações da Secretaria. VIII . além do dispositivo em determinações legais. X . III . 72 . prestando as informações e orientando quanto aos procedimentos a serem adotados. IV . atribui-se: I .O processo de Regionalização das ações da Secretaria será efetivado através da implantação de Divisões Regionais em diferentes regiões do Estado. observados os dispostos no Decreto n° 2231 de 12 de maio de 1982 e Decreto n° 3480 de 24 de outubro de 1984.atender e recepcionar o público em geral.Aos demais servidores da Secretaria.Às Secretarias do Secretário-Adjunto e das Diretorias. VII .solicitar. IX .providenciar a execução da programação de transportes.

Art.Os casos omissos.Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado RAYMUNDO NONNATO MORAES DE ALBUQUERQUE Secretário de Estado de Administração DOE n° 27.Este Regimento Interno entrará em vigor na data de sua publicação.SETEPS. revogadas as disposições em contrário.SETEPS . PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 75 . D E C R E T A: Art. usando das atribuições que lhe são conferidas no artigo 135. revogadas as disposições em contrário. 06 de setembro de 1994. Art.797.Fica aprovado na forma do anexo I. Art. 1º . bem como as dívidas suscitadas na execução deste regimento Interno serão dirimidos pelo Secretário de estado de Transportes. em articulação com o Secretário de estado de Administração. 76 . deste Decreto.817 DE 06 DE SETEMBRO DE 1994 APROVA O REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO E PROMOÇÃO SOCIAL . o Regimento Interno da Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social. que para tal fim baixarão atos necessários. 2º . de 08/09/1994 ANEXO I REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE ESTADO DO TRABALHO E PROMOÇÃO SOCIAL . O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2. inciso V e VII da Constituição Estadual.

a mediação. coordenar. 2º . estimular e promover ações direcionadas à organização dos trabalhadores em sindicatos. coordenar. ao fornecimento de informações e subsídios que facilitem a negociação coletiva.planejar. a arbitragem e ao cumprimento das leis trabalhistas. tem por finalidade o planejamento. visando o exercício pleno dos seus direitos de cidadania. controlar e supervisionar ações desenvolvidas pelo Estado na área do Trabalho.planejar.839 de 23 de março de 1994. criada pela Lei nº 4. VII . coordenar.estimular e apoiar a pequena produção.orientar. executar e avaliar as ações relativas a política de emprego e renda do trabalhador.A Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social. coordenar. de 26 de dezembro de 1979 e alterada pela Lei nº 5. cooperativas e similares. V . CAPÍTULO II DAS FUNÇÕES BÁSICAS Art. orientar.definir. Assistência Social e Habitação. apoiar. associações. executar. . 1º .São funções básicas da Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social: I . executar e avaliar a Política do Trabalho no âmbito Estadual. em articulação com outras entidades públicas e privadas no que se refere à segurança e saúde do trabalhador. através de ações que propiciem oportunidade de geração de renda. desenvolvimento e formação profissional e política dos trabalhadores.TÍTULO I DA FINALIDADE E FUNÇÕES BÁSICAS CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. executar e controlar as ações relativas à concessão de Vale-Transporte aos trabalhadores dos órgãos da administração pública estadual.planejar. III . a coordenação. a supervisão e a normatização de assuntos relativos à Política Social no Estado nas áreas do Trabalho.893. II . em consonância com a legislação vigente. IV . controlar e acompanhar. VI . a execução.planejar. ações educativas que propiciem condições de organização.

supervisionar as ações relativas à Assistência Social à criança e adolescentes que necessitem de proteção especial. a Secretaria de Estado do Trabalho e Promoção Social tem a seguinte composição organizacional: I . 3º .planejar. TÍTULO II DA COMPOSIÇÃO ORGANIZACIONAL Art.DAB e) Diretoria de Administração e Finanças .NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA a) Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social b) Secretário-Adjunto c) Conselho Estadual de Apoio às pessoas Portadoras de Deficiência d) Conselho Estadual da Mulher e) Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente II .CRT b) Coordenadoria de Apoio à Pequena Produção .NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR a)Diretoria do Trabalho . coordenar.CAP c) Coordenadoria de Segurança e Saúde do Trabalhador .CST .COHAB III . X . executar e avaliar a Política de Assistência Social no Estado.VIII .NÍVEL DE ATUAÇÃO VINCULADA a) Fundação da Criança e do Adolescente do Pará .NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR a) Gabinete do Secretário IV .DAF V . coordenar. executar e controlar as atividades relativas a Assistência Social Básica aos segmentos menos favorecidos da sociedade. IX .supervisionar as ações relativas à execução da política habitacional voltada para a população carente do Estado.Para cumprimento de sua finalidade e funções básicas.FUNCAP b) Companhia de Habitação do Pará . XI . supervisionar.NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA a) Coordenadoria de Relações do Trabalho .propor.UNITRA d) Diretoria de Assistência Básica .DITRA b) Diretoria do Programa de Emprego do Estado do Pará SINE/PA c) Universidade do Trabalho .

UOMA p) Unidade Operacional de Internamento .CEPI f) Coordenadoria de Capacitação e Desenvolvimento do Trabalhador .DRH s) Divisão de Material Patrimônio .DOLEN e) Divisão de Apoio ao Artesanato .d) Coordenadoria de Intermediação de Mão-de-Obra e Seguro Desemprego .DO y) Divisão Financeira -DF z) Divisão de Convênios e Contratos .CCDT g) Coordenadoria de Atendimento à Criança .DIAT g) Divisão de Prevenção e Ações Integradas .UOPI q) Unidade Operacional Emergencial .DIMOF i) Divisão de Intermediação de Mão-de-Obra para o Setor Informal -DIMIF j)Divisão de Atendimento ao Seguro Desemprego .DIB m) Divisão de Formação Sócio-Política do Trabalhador .DASIT c) Divisão de Vale-Transporte .DOMO o) Unidade Operacional Meio-Aberto .DIPAI h) Divisão de Intermediação de Mão-de-Obra para o Setor Formal .UOPE r) Divisão de Recursos Humanos .CET i) Coordenadoria de Atendimento à Terceira Idade .DEI x) Divisão Orçamentária . Projetos e Informação .DEPAD l) Departamento de Finanças .DINECO b) Divisão de Apoio Sindical e Informação Trabalhista .DIART f) Divisão de Avaliação em Ambiente de Trabalho .DEPE l) Divisão de Biblioteca .DC .CAT j) Coordenadoria de Projetos Especiais .DMP t) Divisão de Serviços Gerais -DSG u) Divisão de Protocolo e Arquivo .CISD e) Coordenadoria de Estudos.CAC h) Coordenadoria de Educação Pelo Trabalho .DPA v) Divisão de Editoração e Informática .DFSP n) Divisão de Qualificação de Mão-de-Obra .DIVAT d) Divisão de Organização e Legislação de Entidades Associativas .DEFIN VI .NÍVEL DE ATUAÇÃO OPERACIONAL a) Divisão de Negociação Coletiva .DASED k) Divisão de Estudos e Projetos Educacionais .CPE k) Departamento de Administração .

de 08 de outubro de 1987 e modificado no seu art.819 de 11 de fevereiro de 1994.O Conselho Estadual da Mulher. através da presente Lei. 6º .671 de 12 de julho de 1991. SEÇÃO II DO CONSELHO ESTADUAL DA MULHER Art. 5º .VII . instituído pelo Decreto nº 2.A Representação gráfica da estrutura organizacional está demonstrada no organograma em anexo. fica vinculado à SETEPS. instituído pela Lei nº 5. 2º pelo Decreto nº 6. tem suas atribuições e composição definidas na Lei de criação. criado pela Lei nº 5. está vinculado à SETEPS através da LEI nº 5.O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. 4º . alterado pelas disposições do Decreto nº 5.054. SEÇÃO III DO CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Art.O Conselho Estadual de Apoio às Pessoas Portadoras de Deficiência.NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL Núcleos Regionais Parágrafo Único . permanece vinculado à SETEPS através da presente LEI. de 11 de março de 1983.683 de 20 de março de 1990. de que trata este artigo. Parágrafo Único .839 de 23 de março de 1994 e tem suas funções e composição definidas na Lei de criação. TÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS DAS UNIDADES ORGANIZACIONAIS CAPÍTULO I DO NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR E ATUAÇÃO COLEGIADA SEÇÃO I DO CONSELHO ESTADUAL DE APOIO AS PESSOAS PORTDORAS DE DEFICIÊNCIA Art.O Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente.741. .

bem como o de autoridades de interesse da Secretaria. digitação.realizar atividades de redação. III . VII . 8º .CAPÍTULO II DO NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR SEÇÃO I DO GABINETE DO SECRETÁRIO Art. IV . manutenção e desenvolvimento de suas atividades político-institucionais. V . em nível federal.assessorar e assistir ao Secretário. garantir e intensificar ações que priorizem o trabalhador. em suas atribuições. no estabelecimento. assim como. datilografia.dinamizar. encaminhando-o ao Secretário.receber o público externo e interno. . unidade de assessoramento e apoio direto ao Secretário e Secretário Adjunto. II . 7º .A Diretoria do Trabalho. promover. compete: I . executar e avaliar as atividades relacionadas à organização e relações de trabalho.DITRA Art.organizar e manter atualizado cadastro dos órgãos públicos e entidades privadas. visando subsidiá-lo na tomada de decisões. Secretário Adjunto ou demais unidades da Secretaria.selecionar e preparar o expediente para despacho pelo Secretário. VI .planejar. compete: I . fornecendo subsídios teórico-práticos que possibilitem o processo de transformação da realidade no campo do trabalho. CAPÍTULO III DO NÍVEL DE GERÊNCIA SUPERIOR SEÇÃO I DA DIRETORIA DO TRABALHO . estadual e municipal. efetuando o resumo dos documentos. bem como a elaboração da agenda e roteiro de viagens oficiais. diretamente subordinada ao Secretário de Estado do Trabalho.organizar a agenda diária do Secretário e Secretário Adjunto.prover e controlar a utilização dos meios necessários ao funcionamento do Gabinete.Ao Gabinete. expedição. coordenar. arquivo de documentação e controle de correspondências do Gabinete. II . ao Secretário Adjunto.

consubstanciada no Plano Plurianual de Trabalho e na Lei de Diretrizes Orçamentárias. V . de maneira a assegurar o direito à informação sobre os riscos à saúde no ambiente de trabalho. compete: I . IV . SEÇÃO II DA DIRETORIA DO PROGRAMA DE EMPREGO DO ESTADO DO PARÁ-SINE/PA Art. nacionais e internacionais. VI . relacionadas com as áreas de organização e relações do trabalho. no âmbito do Estado. VI . coordenar e controlar o funcionamento do Programa Sistema Nacional de Emprego .estimular projetos e ações que resultem na geração ou promoção de oportunidade de emprego. V . consubstanciada no Plano Plurianual de Trabalho e na Lei de Diretrizes Orçamentárias. atendimento do seguro-desemprego.planejar e elaborar a programação de trabalho da Diretoria. no sentido de intensificar a implantação de ações que viabilizem a geração de emprego e renda. SEÇÃO III . inclusive os impactos da política econômica do governo federal sobre a economia local. nacionais e internacionais. VII . opinar e participar da celebração de acordos e convênios entre a SETEPS e outras entidades locais. opinar e participar da celebração de acordos e convênios entre a SETEPS e outras entidades locais. 9º .administrar o Sistema de Vale-Transporte junto aos órgãos da administração pública estadual. II .articular a implementação de ações educativas na área de segurança.acompanhar e avaliar projetos de emprego e renda.analisar e avaliar o desempenho do mercado de trabalho e suas perspectivas.planejar. para subsidiar a proposta orçamentária da SETEPS. diretamente subordinada ao Secretário de Estado de Trabalho.SINE. III .propor.III .fomentar a organização e o desenvolvimento do associativismo.A Diretoria do Programa de Emprego do Estado do Pará. higiene e medicina do trabalho.planejar e elaborar a programação de trabalho da Diretoria para subsidiar a proposta orçamentária da SETEPS. IV . reciclagem profissional e geração de informações sobre mercado de trabalho.propor. relacionados com as atividades de intermediação de mão-deobra.

IV .realizar e apoiar estudos e pesquisas operacionais. opinar e participar da celebração de acordos e convênios entre a SETEPS e outras entidades locais.coordenar e supervisionar as atividades relacionadas à divulgação sistemática de informações.desenvolver e promover atividades artísticas-educativas. II . adquirindo e controlando o acervo de livros e periódicos. estudos e pesquisas efetuadas pela Secretaria. visando o desenvolvimento. no processo produtivo.promover articulação com fontes de financiamento em organismos públicos e/ou privados. V . visando a captação de recursos para a realização das ações educativas. e na Lei de Diretrizes Orçamentárias.DA UNIVERSIDADE DO TRABALHO . empregados e desempregados. IX . organizados e não organizados. em articulação com as diversas Diretorias e outras Instituições. mobilizando recursos e esforços integrados com organizações governamentais e não governamentais. através de convênios e outros mecanismos formais e informais em benefício do trabalhador.possibilitar ao trabalhador informações e qualificação profissional que o prepare para a transformação da matéria prima. assim como sua integração ao processo de desenvolvimento das forças produtivas. que visem ampliar a compreensão do mundo do trabalho pelo trabalhador. diretamente subordinada ao Secretário de Estado.planejar. consubstanciada no Plano Plurianual de Trabalho. III . compete: I . nacionais e .manter Biblioteca especializada nas áreas de interesse da Secretaria. culturalmente aceitas e que preservem a vida e o meio ambiente. capacitação e organização do trabalhador.A Universidade do Trabalho. VII . XI . inclusive o trabalhador indígena.propor.planejar e elaborar a programação de trabalho da Diretoria para subsidiar a proposta orçamentária da SETEPS. que envolvam o mundo do trabalho. urbanos e rurais.resgatar e fomentar tecnologias alternativas viáveis. em sintonia com a realidade sócio-econômica do Estado. 10 .UNITRA Art.contribuir na busca do pleno exercício da cidadania dos trabalhadores: formais e informais. de baixo custo. X . VIII . VI . coordenar e avaliar ações-político-educativas de caráter profissional e cultural.

garantir a integração dos serviços desenvolvidos pela Assistência Básica. diretamente subordinada ao Secretário de Estado compete: I . relacionados com a formação profissional e política dos trabalhadores. o adolescente. consubstanciada no Plano Plurianual de Trabalho. X . e na Lei de Diretrizes Orçamentárias. coordenar. priorizando a criança.desenvolver estudos e pesquisas sobre as realidades municipais.planejar. VII .promover.DAB Art. .promover a descentralização política administrativa.internacionais. VIII . visando fomentar articulações e convênios de cooperação técnicafinanceira na área da Assistência Básica. 11 . o deficiente e outros segmentos sociais minoritários no sentido de garantir seus direitos de cidadania. VI . V . SEÇÃO IV DA DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA BÁSICA . o migrante.planejar e elaborar a programação de trabalho da Diretoria para subsidiar a proposta orçamentária da SETEPS. incentivar e articular ações de parcerias com órgãos governamentais e não governamentais visando assegurar atendimento qualitativo à população atendida pela Assistência Básica. a fim de garantir a integração das atividades da Secretaria.proporcionar a capacitação e reciclagem do pessoal envolvido nas atividades da Assistência Básica. acompanhar e avaliar as atividades relacionadas a Assistência Básica no Estado direcionadas à família. IX . a mulher.articular com as demais Diretorias. XI . visando contribuir para a melhoria da qualidade do atendimento. IV .promover a ampla participação da família nos serviços desenvolvidos pelas unidades operacionais. III .promover e garantir a participação de órgãos e entidades assistenciais na formulação de Políticas de Assistência Básica. a 3ª idade.A Diretoria de Assistência Básica. considerando os municípios como instâncias básicas de atendimento e execução de programas e projetos que visem a fixação do homem em seu município.incentivar a troca de experiência na área de Assistência Básica entre os municípios através do intercâmbio e divulgação de relatórios técnico-administrativos sobre os dados levantados. II .

dos diversos setores da Secretaria.A Diretoria de Administração e Finanças. propiciando as ações de desenvolvimento organizacional.contribuir para a elaboração de planos. elaborar e acompanhar a execução das atividades relacionadas a área de editoração e informática. a fim de acompanhar o sistema estadual vigente. IX . XI . em consonância com a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o Plano Plurianual de Trabalho. no que se refere as atividades administrativas e financeiras da Secretaria.apoiar o Secretário e demais unidades. X . CAPÍTULO IV DO NÍVEL DE ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA E OPERACIONAL . controlar.DAF Art. promover e avaliar as atividades administrativas e financeiras da Secretaria. opinar e participar da celebração de acordos e convênios entre a SETEPS e outras entidades locais. a elaboração do relatório anual de atividades. coordenar.coordenar. junto aos órgãos conveniados.programar. do processo de modernização administrativa. quando autorizada pelo Secretário.participar. VIII . em articulação com a SEAD. em conjunto com os Departamentos de Administração e Finanças. articular.promover o interrelacionamento sistêmico dos setores da unidade. II .elaborar a proposta orçamentária da SETEPS.propor. programas e projetos a serem desenvolvidos pela Secretaria. aperfeiçoando o sistema organizacional. que impliquem direta ou indiretamente em obrigações administrativo-financeiras para a SETEPS. nacionais e internacionais. acompanhar e avaliar as normas e procedimentos administrativos adotados nas diversas áreas de atuação da Diretoria. em termos de projeto e atividades específicos. registrar as obrigações e os direitos deles decorrentes. VII . ainda. VI . compatibilizando os programas de trabalho das Diretorias. III .participar dos estudos e das elaborações de convênios e contratos e.articular. V . IV . diretamente subordinada ao Secretário de Estado compete: I . 12 .elaborar. relacionadas com a área de assistência social da Secretaria. negociação de recursos financeiros para a Secretaria. SEÇÃO V DA DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS .XII .planejar.

compete: I .programar.A Divisão de Apoio Sindical e Informação Trabalhista diretamente subordinada à Coordenadoria de Relações do Trabalho.CRT Art. III . II .mediar os conflitos de trabalho. IV . de acordo com a legislação vigente.fornecer informações e subsídios às atividades sindicais.apoiar.A Coordenadoria de Relações do Trabalho. SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO DE NEGOCIAÇÃO COLETIVA . 15 . IV .analisar acordos coletivos e indicadores salariais. quando solicitado pelas partes. executar. 14 . II . assim como as negociações no setor privado.A Divisão de Negociação Coletiva. controlar e avaliar as ações relativas ao Sistema Vale-Transporte direcionado aos funcionários públicos estaduais. 13 . assim como as reinvidicações dos trabalhadores. promove e estimular a formação política do trabalhador.elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. II .SEÇÃO I DA COORDENADORIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO . SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO DE APOIO SINDICAL E INFORMAÇÃO TRABALHISTA DASIT Art. no setor público.levantar perdas salariais. a mediação e a arbitragem. coordenar. compete: I .apoiar. . através da organização sindical. diretamente subordinada à Coordenadoria de Relações do Trabalho. orientar e acompanhar os sindicatos no desenvolvimento de ações que envolvam a organização jurídica e administrativa das entidades. que facilitem a negociação coletiva.cadastrar e manter atualizados os registros das atividades trabalhistas em todo o Estado. compete: I . diretamente subordinada à Diretoria do Trabalho.DINECO Art.analisar e formular propostas de acordos. III . quando solicitados.promover e estabelecer ações direcionadas a organização sindical e o cumprimento das leis trabalhistas. III .

diretamente subordinada à Coordenadoria de Relações do Trabalho.DIVAT Art. III . através do associativismo. compete: I . quanto ao direito de aquisição dos Vale-Transporte. .agregar informações que subsidiem as entidades sindicais. II . diretamente subordinado à Diretoria do Trabalho. IV . servidores públicos. SUBSEÇÃO III DA DIVISÃO DE VALE TRANPORTE . VI .manter organizados e atualizados todos os dados referentes aos estudos e informações pertinentes a área de atuação.A Divisão de Vale-Transporte. V .conferir os relatórios de concessão e subsídios de ValeTransporte e preparar a prestação de contas ao órgão fiscalizador.subsidiar trabalhadores e entidades.IV . no sentido de viabilizar a geração de emprego e renda.cadastrar os órgãos e instituições estaduais no Sistema de Vale-Transporte e manter atualizados os respectivos registros.registrar as inclusões e exclusões e demais alterações de dados enviados pelos órgãos. promover e estabelecer ações que viabilizem o desenvolvimento das atividades artesanais em consonância com os princípios e diretrizes do Programa do Artesanato Brasileiro . V . apoiar e instrumentalizar a organização política do pequeno produtor. através de informações e orientações sobre as formas e procedimentos necessários a formalização do processo de legalização jurídica das organizações. tendo em vista a alimentação de dados do sistema. compete: I .estimular.PAB.fiscalizar o desempenho dos órgãos cadastrados. II . 16 .À Coordenadoria de Apoio à Pequena Produção. para utilização imediata da demanda interna e externa. empregados. III .apoiar.reavaliar periodicamente o sistema vale-transporte e sua operacionalização SEÇÃO II DA COORDENADORIA DE APOIO A PEQUENA PRODUÇÃO . estudantes e pesquisadores sobre as questões de natureza trabalhista.CAP Art. 17 .orientar os usuários quanto à obtenção de Vale-Transporte e controlar a concessão e distribuição dos mesmos.

SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO DE APOIO AO ARTESANATO .fomentar e executar ações de estímulo a formas associativas tendo em vista o fortalecimento da categoria como força grupal. visando a melhoria da qualidade de vida. e sindicatos. desenvolver e executar atividades ligadas ao setor artesanal do Estado em consonância com as diretrizes nacionais emanadas pela Coordenação Nacional do Artesanato. 18 . diretamente subordinado à Coordenadoria de Apoio à Pequena Produção.incentivar o associativismo e a busca de alternativas locais. promover e estimular a organização e o desenvolvimento de grupos de trabalho. diretamente subordinada à Coordenadoria de Apoio a Pequena Produção. II . II . propiciem a produção de bens e serviços. compete: I . visando estimular a consciência coletiva.À Divisão de Organização e Legalização de Entidades Associativas. compete: I . cooperativas.prestar assessoramento técnico a trabalhadores e entidades. no sentido de garantir o necessário fortalecimento da classe trabalhadora.DIART Art.DOLEN Art. . associações.IV . VI . IV .levantar e manter atualizados os registros das formas de organização de trabalhadores em todo o Estado.elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. apoiar. tendo em vista a criação. 19 . V .À Divisão de Apoio ao Artesanato.apoiar. III . onde a integração e a participação dos diferentes segmentos sociais.atuar no âmbito das organizações comunitárias. estimular. através da geração de emprego e renda.promover. SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO DE ORGANIZAÇÃO E LEGALIZAÇÃO DE ENTIDADES ASSOCIATIVAS .orientar e acompanhar o processo jurídico normativo de legalização das entidades associativas. reativação ou transformação das formas de organização do trabalho associativo. contribuindo para a valorização e reconhecimento do trabalho artesanal e do artesão como trabalhador sujeito do conhecimento e da ação.

III . unificar. 20 .colaborar com o fornecimento de dados para elaboração de programas em nível estadual. bem como. especialização e aperfeiçoamento de técnicos na sua respectiva área. visando a redução de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. exposições. reunir. compete: I . diretamente subordinada à Coordenadoria de segurança e Saúde do Trabalhador. para a formação. tendo em vista sua inserção ao sistema econômico e social. amostras como forma de contribuir à comercialização da produção artesanal do Estado.viabilizar um sistema de informações sobre a área artesanal do Estado. organizar e difundir essas informações como forma de criação do acervo sobre a produção artesanal do Pará tendo em vista sua divulgação.promover e fomentar ações que contribuam para a qualificação e aprimoramento do artesão profissional. II . métodos de trabalho adequado. SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO DE AVALIAÇÃO EM AMBIENTE DE TRABALHO -DIAT Art. 21 .promover.assegurar ao trabalhador o direito às informações sobre os riscos à saúde no ambiente de trabalho.articular com órgãos de atuação similar a implantação de ações educativas na área de segurança. III . IV . promoção e comercialização. V . higiene e medicina do trabalho.À Divisão de Avaliações em Ambiente de Trabalho. compete: I .apoiar medidas de participação de artesões e entidades representativas da categoria em eventos como feiras. . medidas preventivas.elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. II .adotar medidas de assistência e cooperação capazes de contribuir para o aprimoramento do trabalhador artesão do nível qualitativo de sua produção final. higiene e medicina do trabalho. cidadão consciente de seus direitos e deveres. SEÇÃO III DA COORDENADORIA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR -CST Art.À Coordenadoria de Segurança e Saúde do Trabalhador. orientar e realizar ações na área de segurança. bem como ao seu crescimento econômico e social. capaz de resgatar. VI . diretamente subordinado à Diretoria do Trabalho.

VI . III . 22 . V .utilizar elementos e estratégias pedagógicas que levem o trabalhador e o empregador a adotarem procedimentos que colaborem para a redução de acidentes nos diversos setores de trabalho. II .CISD Art.promover e elaborar estudos e normas para a realização de seminários.orientar os candidatos que procuram o SINE. compete: I .articular com os órgãos de atuação na área. III . para desenvolvimento de ações integradas. compete: I . sem vínculo empregatício.prestar informações ao mercado consumidor de mão-de-obra sobre a disponibilidade de recursos humanos. sobre a possibilidade de exercerem no mercado uma atividade eventual ou especializada.estabelecer condições para adequação entre a oferta e a demanda de emprego.À Divisão de Prevenção e Ações Integradas. IV .SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO DE PREVENÇÃO E AÇÕES INTEGRADAS . diretamente subordinada à Coordenadoria de Segurança e Saúde do Trabalhador. sobre a prevenção de acidente de trabalho. em articulação com a UNITRA. SEÇÃO IV DA COORDENADORIA DE INTERMEDIAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA E SEGURO DESEMPREGO . encontros. palestras e campanhas no âmbito estadual. .À Coordenadoria de Intermediação de Mão-de-Obra e Seguro Desemprego.DIPAI Art. 23 .realizar a intermediação do trabalhador desempregado ou candidato a primeiro emprego.manter articulação com as entidades de formação de mão-deobra. como alternativa para diminuir seu tempo de desocupação ou para construir uma atividade por conta própria. para efeito de colocação no mercado de trabalho e/ou encaminhamento para treinamento e qualificação profissional. diretamente subordinado à Diretoria do Programa de Emprego do Estado do Pará. fornecendo-lhes subsídios para que seu planejamento e programação de atividades ocorra de acordo com as reais necessidades do mercado. II .disseminar experiências de projetos de geração de emprego e renda.

através do serviço TELEMPREGO. segundo as características dos postos de trabalho oferecidos pelas empresas e/ou orientá-los para treinamento. avaliar os resultados da intermediação e registrar as carências de mão-de-obra e necessidades de treinamento.divulgar as vagas captadas especificando as exigências do empregador. divulgar a oferta de mãode-obra disponível no cadastro do SINE. II . IV . diretamente subordinada à Coordenadoria de Intermediação de Mão-de-Obra e Seguro-Desemprego. a relação de vagas ofertadas ao SINE/PA. IX .acompanhar o desenvolvimento das ações de intermediação e seguro-desemprego executadas em cooperação com as Prefeituras Municipais e/ou demais entidades.fornecer a todas as entidades treinadoras de mão-de-obra. VII . VIII . 24 .visitar empresas para captar vagas.À Divisão de Intermediação de Mão-de-Obra para o Setor Formal do mercado de trabalho. V . consequentemente. SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO DE INTERMEDIAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PARA O SETOR FORMAL -DIMOT Art.colocar trabalhadores nos postos de trabalho oferecidos pelas empresas e/ou obter vagas para treinamento. VI .atender e orientar o trabalhador nas ações do Sistema Seguro-Desemprego de acordo com a legislação em vigor. de acordo com o Programa de interiorização do SINE/PA.fornecer. compete: I . orientações trabalhistas e informações sobre o processo de intermediação de mão-de-obra. remuneração. XI . .acompanhar e avaliar projetos que estimulem o emprego e.elaborar projetos que gerem e promovam oportunidades de emprego.realizar o Cadastramento dos candidatos a procura de emprego e encaminhá-los ao mercado.VII . jornada de trabalho etc. criem renda entre os envolvidos.elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria.manter atualizados os cadastros dos candidatos a emprego e das empresas que atuam com o SINE. X . III .

compete.DIMIF Art. IV .À Divisão de Atendimento ao Seguro-Desemprego diretamente subordinada à Coordenadoria de Intermediação de Mão-de-Obra e Seguro-Desemprego.VIII .promover a Intemediação de trabalhadores autônomos para a realização de serviços em unidades domiciliares e. I . com o objetivo de criar condições de aprimoramento no desenvolvimento dos mesmos. 25 . eventualmente. em empresas. compete: I . VI .implantar Postos de Atendimento para promover a Intermediação de mão-de-obra. III .promover a realização de cursos de qualificação e/ou aperfeiçoamento de profissionais autônomos. SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO DE INTERMEDIAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA PARA O SETOR INFORMAL .À Divisão de Intermediação de Mão-de-Obra para o Setor Informal do mercado de trabalho. II .promover o atendimento do trabalhador desempregado de modo a facilitar o acesso aos benefícios do Seguro-Desemprego no âmbito do Estado do Pará. V . 26 . . em conjunto com a Divisão de Atendimento ao Seguro-Desemprego.divulgar as atividades desenvolvidas pelo setor junto a comunidade com o objetivo de aumentar as solicitações por profissionais autônomos.realizar análises sobre os procedimentos dos trabalhos executados. através da Unitra e/ou outras entidades atuantes na área.divulgar experiências de projetos de geração de emprego e renda.cadastrar os trabalhadores que procuram o SINE em busca da realização de trabalhos eventuais e encaminha-los de acordo com as solicitações da clientela. SUBSEÇÃO III DA DIVISÃO DE ATENDIMENTO AO SEGURO-DESEMPREGO DASED Art. subordinado à Coordenadoria de Intermediação de Mão-de-Obra e Seguro-Desemprego.

II . II .realizar treinamento sobre o Sistema Seguro-Desemprego.implantar Postos de Atendimento ao trabalhador para promover o atendimento do Seguro-Desemprego em ação conjunta com a Divisão de Intermediação de Mão-de-Obra.avaliar a necessidade de qualificação e/ou reciclagem do trabalhador para a recolocação no mercado de trabalho. pertinentes à s áreas de atuação da SETEPS. visando a educação sócio-política e cultural do trabalhador. SEÇÃO V DA COORDENADORIA DE ESTUDOS.proceder a normalização técnica e divulgação dos trabalhos. com informações gerais e específicas. desenvolver e avaliar estudos e projetos educacionais que visem subsidiar a UNITRA e as demais Unidades da SETEPS. V . V . SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO DE ESTUDOS E PROJETOS EDUCACIONAIS . adequando-as às exigências do mercado de trabalho. III . concorrendo. 27 . compete: I . IV . visando subsidiar o planejamento das ações educativas e a definição do seu conteúdo programático. nacionais ou internacionais. PROJETOS E INFORMAÇÃO CEPI Art. III . assim. abrangendo toda a área metropolitana de Belém. buscando a constante atualização de informações. para o aumento da compreensão das questões pertinentes ao campo de atuação desta Secretaria.desenvolver atividades de extensão. nos departamentos de pessoal de empresas. públicas ou privadas.manter intercâmbio técnico e cultural com entidades afins. projetos e documentos produzidos na SETEPS.programar. IV .À Coordenadoria de Estudos. VI . Projetos e Informação diretamente subordinada à Universidade do Trabalho. sindicatos e outros interessados.elaborar estudos de análise ocupacional e levantamentos de necessidades de capacitação.realizar treinamentos sobre o Sistema Seguro-Desemprego em municípios paraenses para funcionários de prefeituras municipais.DEPE . sindicatos e outros.elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. departamentos de pessoal de empresas.

30 . SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO DE BIBLIOTECA . diretamente subordinada à Universidade do Trabalho. 29 . V . . processamento técnico e empréstimo do acervo bibliográfico da SETEPS.Art. III . públicas e privadas. analisar. coordenar e avaliar as atividades de capacitação voltadas para o trabalhador.programar. a fim de propiciar condições de organização e desenvolvimento desses segmentos. acompanhar e avaliar todas as atividades relativas à aquisição. visando a doação e permuta de publicações sobre assuntos de interesse da SETEPS.CDT Art. extensiva à classe trabalhadora. compete: I . SEÇÃO VI DA COORDENADORIA DE CAPACITAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TRABALHADOR .prover a Biblioteca de recursos bibliográficos e multimeios.organizar um sistema de divulgação de informações sobre assuntos de interesse das diversas unidades da SETEPS e da classe trabalhadora. Projetos e Informação compete: I .estabelecer as diretrizes. executar. nacionais e internacionais.À Divisão de Biblioteca diretamente subordinada à Coordenadoria de Estudos e Projetos Educacionais compete: I . IV . capaz de catalogar.elaborar estudos e projetos que visem a sistematização do conhecimento sobre o mundo do trabalho.À Coordenadoria de Capacitação e Desenvolvimento do Trabalhador. visando suprir as necessidades de informação da SETEPS. armazenar e recuperar as informações geradas sobre as temáticas referente às áreas de atuação.DIB Art.desenvolver um sistema informatizado. visando a educação sócio-política e cultural do trabalhador. II .manter intercâmbio com instituições afins.À Divisão de Estudos e Projetos Educacionais. VI . diretamente subordinada à Coordenadoria de Estudos. II .implementar pesquisas operacionais nas áreas de competência desta Secretaria.desenvolver projetos de extensão da Biblioteca. em prol da classe trabalhadora. 28 .

II - identificar, apoiar e desenvolver metodologias alternativas e simplificadas de capacitação e organização profissional e política, de acordo com as características sócio-culturais das diversas categorias do mundo do trabalho; III - definir estratégias de capacitação para o trabalhador, a partir da demanda de necessidades específicas, oriunda das unidades organizacionais da Secretaria, e da sociedade civil organizada; IV - viabilizar as atividades de desenvolvimento e qualificação profissional do trabalhador; V - desenvolver, de forma articulada, métodos específicos para acompanhamento e avaliação das atividades; VI - elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO DE FORMAÇÃO SÓCIO-POLÍTICA DO TRABALHADOR DFSP Art. 31 - À Divisão de Formação Sócio-Política do Trabalhador, diretamente subordinada à Coordenadoria de Capacitação e Desenvolvimento do Trabalhador, compete: I - executar, coordenar e supervisionar visitas técnicas, seminários, congressos, encontros, palestras e outros eventos de natureza pedagógica que propiciem a formação e organização sócio-política do trabalhador, em consonância com as demais unidades organizacionais da Secretaria; II - prestar orientações na escolha dos eventos e definição de conteúdo programático das ações educativas programadas; III - realizar o acompanhamento e controle dos eventos educacionais, através de instrumentos pedagógicos específicos a cada programa elaborado; IV - aplicar instrumentos de avaliação adequados, procedendo a tabulação de dados que pontuem para uma aferição dos resultados finais alcançados; V - organizar e manter atualizados os cadastros de instrutores. SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO DE QUALIFICAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA - DQMO

Art. 32 - À Divisão de Qualificação de Mão-de-Obra, diretamente subordinada à Coordenadoria de Capacitação e Desenvolvimento do Trabalhador, compete: I - elaborar, coordenar, executar, avaliar e acompanhar a implantação de projetos de treinamento de mão-de-obra, em articulação com organismos federais, estaduais e municipais e não-governamentais; II - prestar orientação para a definição da modalidade e conteúdo programático dos treinamentos; III - desenvolver metodologias alternativas e produzir recursos instrucionais de apoio às ações de capacitação de mão-de-obra; IV - aplicar instrumentos de avaliação a cada ação que venham subsidiar a aferição dos resultados alcançados. SEÇÃO VII DA COORDENADORIA DE ATENDIMENTO A CRIANÇA - CAC Art. 33 - À Coordenadoria de Atendimento à Criança, diretamente subordinado à Diretoria de Assistência Básica, compete: I - garantir o atendimento integral à criança na faixa etária de zero a seis anos; II - assegurar o processo sócio-educativo que contribua para a formação da criança; III - proporcionar o atendimento nutricional da criança no sentido de possibilitar um crescimento adequado as etapas do desenvolvimento infantil; IV - garantir atividades recreativas, culturais e de lazer para as crianças atendidas na creche e pré-escola, visando contribuir para o processo de socialização; V - favorecer atendimento à família, a fim de promover sua participação nas atividades sócio-educativas das Unidades Operacionais; VI - administrar situações encaminhadas pelas Unidades Operacionais na Garantia do Atendimento; VII - elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. SEÇÃO VIII DA COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO PELO TRABALHO - CET Art. 34 - À Coordenadoria de Educação pelo Trabalho, diretamente subordinada à Diretoria de Assistência Básica, compete:

I - desenvolver atividades sócio-educativas, visando contribuir para o processo de formação e socialização, envolvendo, o grupo familiar nestas atividades; II - promover a inserção adequada do adolescente no mercado de trabalho garantindo o processo educativo e formação compatível com as determinações do ECA; III - garantir o desenvolvimento de atividades produtivas visando a geração de renda; IV - incentivar e promover atividades de esporte, cultura e lazer voltados ao processo educativo e o desenvolvimento físico; V - desenvolver estudos e pesquisas sobre este segmento social no sentido de subsidiar políticas de atendimento condizentes com a sua realidade; VI - administrar situações encaminhadas pelas unidades operacionais visando o seu atendimento; VII - elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. SEÇÃO IX DA COORDENADORIA DE ATENDIMENTO A TERCEIRA IDADE CAT Art. 35 - À Coordenadoria de Atendimento à 3ª idade, diretamente subordinado a Diretoria de Assistência Básica, compete: I - assegurar condições para promover a participação e integração efetiva da 3º idade à sociedade; II - incentivar a participação do idoso atendido pelas unidades operacionais em suas atividades organizacionais; III - desenvolver o atendimento da 3ª idade, fundamentado em princípios de geriatria e gerontologia social; IV - desenvolver atividades ocupacionais, de esporte, cultura e lazer visando estimular a participação social da 3ª idade; V - desenvolver atividades que visem a participação conjunta dos segmentos atendidos objetivando a integração e consequentemente a socialização de saberes entre as diversas faixas etárias; VI - garantir o atendimento a 3ª idade, evitando sempre que possível sua internação, assegurando sua convivência familiar; VII - desenvolver junto aos idosos internos, atendimento visando a garantia de suas necessidades básicas e emergenciais, além de sua participação social;

VIII - realizar estudos e pesquisas a fim de contribuir para uma política de atendimento com as modalidades de meio aberto e asilar; IX - administrar situações encaminhadas pelas unidades operacionais no sentido de garantir o atendimento; X - elaborar relatórios periódicos da atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. SEÇÃO X DA COORDENADORIA DE PROJETOS ESPECIAIS - CPE Art. 36 - À Coordenadoria de Projetos Especiais, diretamente subordinada à Diretoria de Assistência Básica, compete: I - garantir o atendimento emergencial à família e/ou pessoas em situações de risco, assegurando seus direitos de cidadania; II - garantir o atendimento emergencial ao migrante em trânsito por Belém; III - assegurar o atendimento social à mulher com os direitos sociais violados, resgatando seu papel na sociedade; IV - garantir o atendimento global ao homem de rua, visando assegurar sua integração e participação social; V - apoiar as estratégias de sobrevivência da população de baixa renda; VI - apoiar as reivindicações dos movimentos sociais das minorias visando a garantia de seus direitos de cidadania; VII - apoiar as entidades de atendimento as pessoas portadoras de deficiência, assegurando o direito de cidadania; VIII - realizar estudos e pesquisas sobre as demandas emergentes no Estado a fim de implantar políticas de atendimento; IX - administrar situações encaminhadas pelas unidades operacionais visando seu atendimento; X - elaborar relatórios periódicos das atividades desenvolvidas pela Coordenadoria. SEÇÃO XI DAS UNIDADES OPERACIONAIS DE MEIO AMBIENTE - UOMA Art. 37 - Às Unidades Operacionais de Meio Aberto correspondem aos centros de atendimento à população de suas áreas de abrangência, através dos serviços de Creche, Pré-escola, Espaço de Criação e

III . II . IX . III . VIII . Art. visando geração de renda. II . 40 . VI . SEÇÃO XII DAS UNIDADES OPERACIONAIS DE INTERNAMENTO . visando garantir os seus direitos sociais.desenvolver atividades conjuntas entre os diversos segmentos atendidos. compete: I .promover o atendimento de atividades produtivas. V . cabendo ao Estado a garantia de suas necessidades básicas e imediatas. subordinadas administrativamente à Diretoria de Assistência Básica e vinculadas tecnicamente às Coordenadorias de Atendimento à Criança. visando a sua integração. adequados a esta faixa etária.garantir o atendimento integral à criança na faixa etária de zero a seis anos.garantir atividades recreativas. 39 . Atendimento ao Adolescente e Atendimento à Terceira Idade. assim como às demais unidades a fim de estabelecer sua integração ao contexto social.Às Unidades Operacionais de Internamento.fornecer atendimento à família visando seu engajamento nos serviços prestados.articular com a comunidade local. do idoso e familiares.UOPI Art.desenvolver o atendimento ao idoso interno a partir dos princípios da geriatria e gerontologia social. IV . . do adolescente.proporcionar atendimento nutricional.Às Unidades Operacionais de Internamento correspondem aos centros de atendimento em regime de internação para as pessoas da 3ª idade em situação de abandono familiar.assegurar a participação do idoso interno em suas entidades organizativas a fim de promover sua integração. VII .desenvolver atividades ocupacionais de esporte.Educação Pelo Trabalho e atendimento à Terceira Idade.incentivar a participação do idoso em suas entidades organizacionais. compete.desenvolver atividades sócio-educativas. I . culturais e de lazer. cultura e lazer. Art. visando a socialização da criança.Às Unidades Operacionais de Meio Aberto. subordinadas administrativamente à Diretoria de Assistência Básica e vinculadas tecnicamente à Coordenadoria de Atendimento à Terceira Idade. 38 .

V . diretamente subordinado à Diretoria de Administração e Finanças.UOPE Art. visando o constante aperfeiçoamento das atividades pertinentes.orientar e controlar a aplicação de leis.DEPAD Art. III . visando sua integração ao contexto social.Ao Departamento de Administração. 43 . material.assegurar o atendimento global ao homem de rua. compete: I . 42 . SEÇÃO XIV DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO .IV . compete: I . serviços gerais. sobre sua área de atuação.garantir o atendimento ao migrante em trânsito por Belém. 41 .incentivar a participação da família do interno. SEÇÃO XIII DAS UNIDADES OPERACIONAIS DE ATENDIMENTO EMERGENCIAL .subsidiar a Diretoria com informações ágeis e precisas. patrimônio. II . II . IV .colaborar com os estudos para a elaboração da proposta do Orçamento Programa da Secretaria.Às Unidades Operacionais de Atendimento Emergencial correspondem aos Centros de Atendimento Temporário que visam atender à população em trânsito pela cidade e/ou em risco social a fim de garantir seus direitos sociais ameaçados. protocolo. IV . VI . III . executar e controlar as atividades relativas a recursos humanos. arquivo e editoração e informatização dos trabalhos da Secretaria. subordinadas administrativamente à Diretoria de Assistência Básica e vinculadas tecnicamente à Coordenadoria de Projetos Especiais. que sirvam como instrumento na tomada de decisões. visando criar condições para o seu retorno à família.assegurar o atendimento social à mulher com seus direitos sociais violados. Art.Às Unidades Operacionais Emergenciais.analisar e emitir parecer sobre matéria de natureza administrativa.programar.garantir o atendimento emergencial em situação de risco social. regulamentos e normas referentes às atividades administrativas. .propor a atualização de normas e procedimentos.

elaborar.realizar estudos.efetuar levantamento de necessidade de treinamento em articulação com as demais unidades da Secretaria. objetivando o aperfeiçoamento e desenvolvimento do pessoal. diretamente subordinada ao Departamento de Administração. 44 . a fim de fornecer subsídios para a elaboração da folha de pagamento.organizar e manter atualizada a legislação referente a assunto de pessoal.controlar. frequência. XII .instruir processos relativos a pedidos de aposentadoria. visando a aplicabilidade do treinamento no trabalho e avaliar o efeito na produtividade. V . II .promover o acompanhamento dos participantes de cursos. dando o encaminhamento devido. VIII . SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS .fornecer subsídios que visem definir a política de pessoal a ser definida pela Secretaria. visando a concessão de certidões. . a escala de férias e outros documentos determinados por lei. visando a adaptação ao serviço na Secretaria. IV .providenciar treinamento para os novos servidores. licenças e penas disciplinares. atos administrativos e avaliação de desempenho do pessoal. compete: I . férias. IX .À Divisão de Recursos Humanos. XI .propor medidas necessárias para os controles administrativos.VII .realizar o acompanhamento administrativo dos estagiários lotados nas diversas unidades. em consonância com a SEAD. emitir pareceres e prestar informações pertinentes a legislação de pessoal e demais assuntos e orientar sobre procedimentos a serem adotados. III .DRH Art. bem como a elaboração da proposta de treinamento. VIII . VI .organizar e manter atualizados os registros funcional e financeiro do pessoal lotado na Secretaria. X .elaborar relatórios periódicos das atividades administrativas. anualmente. gratificações e outros benefícios. propiciando o conhecimento completo do Quadro Geral de Pessoal da SETEPS. VII .manter atualizado o controle de cargos e funções ocupados. licenças.

VI . V .elaborar demonstrativos necessários ao acompanhamento e controle de materiais consumidos e/ou adquiridos pelas diversas unidades da SETEPS.manter organizados e atualizados os registros físicos e financeiros dos materiais existentes na SETEPS. IX . conferir. da Lei 5. de acordo com a legislação vigente. programação e provisionamento de recursos materiais para as diversas unidades da Secretaria.controlar o atendimento de materiais em função dos estoques estabelecidos e do cronograma de entrega previsto.proceder o armazenamento do material adquirido.acompanhar e controlar a movimentação dos bens patrimoniais como: transferência. compete: I . VII .DMP Art. devolução.manter cadastrados todos os bens patrimoniais da Secretaria.416.receber.DSG . classificar e registrar todo o material adquirido. IV . XIII .subsidiar o Departamento de Administração na formulação de previsão. XII .À Divisão de Material e Patrimônio. 45 .supervisionar os inventários periódicos e executar anualmente o inventário geral de matérias em estoque e dos bens patrimoniais. 36. SUBSEÇÃO III DA DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS .operacionalizar o processo de licitação para aquisição de material ou proceder aquisição direta. quando couber. de acordo com o art. X . de 11. XI .empossar servidores concursados e nomeados para o exercício de cargos e funções. empréstimo e baixa. II .manter organizados e atualizados os cadastros de fornecedores e prestadores de serviço.XIII .propor a alienação dos bens patrimoniais considerados inservíveis.participar das comissões de licitações. inciso II.87. observando as peculiaridades e a natureza de cada material. VIII . SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO . diretamente subordinada ao Departamento de Administração.12. III .

III . periodicamente. 47 . água. diretamente subordinada ao Departamento Administrativo.controlar a utilização dos veículos. II . III .fiscalizar e controlar o consumo de energia elétrica. diretamente subordinada ao Departamento de Administração. vigências e validade dos mesmos. IX . para servidores. compete: I . V .providenciar registros. quando autorizado.providenciar.fiscalizar a entrada e saída de materiais. telefone e gás. registrar e expedir documentos e correspondências externas. IV . VII .proceder a instalação de equipamentos e/ou acompanhar a execução por terceiros.acompanhar e controlar os contratos de manutenção de máquinas e equipamentos da SETEPS. se necessário. XI .gerir o Sistema de informações administrativas da Secretaria e participar do Sistema Estadual de Arquivo e de outros afins.executar e controlar o serviço de copa e providenciar o atendimento de alimentação.receber. X . SUBSEÇÃO IV DA DIVISÃO DE PROTOCOLO E ARQUIVO .À Divisão de Protocolo e Arquivo.executar e controlar ligações telefônicas interurbanas. seguros. bem como o consumo de combustível e os custos operacionais. XII . bem como o ingresso de pessoas estranhas na Secretaria.Art. . licenciamento e renovação dos veículos da Secretaria. hidráulico e de telefonia e adotar medidas de segurança necessárias.supervisionar e fiscalizar o serviço de vigilância.DPA Art. máquinas e equipamentos de um local para outro. compete: I . VIII .À Divisão de Serviços Gerais.propor diretrizes básicas para a aplicação de normas de controle e arquivamento do acervo documental dos arquivos setoriais correntes e permanentes. 46 . II .supervisionar e/ou executar a limpeza do prédio e dos bens móveis da Secretaria. vistoria nos sistemas elétrico. mantendo atualizadas as informações sobre prazos. VI .providenciar a transferência de móveis.

II .DEFIN . compete: I . composição e revisão dos trabalhos a serem editados. técnicos e documentais da Secretaria.executar e acompanhar as atividades relacionadas a área de informática nas diversa unidades da Secretaria. SUBSEÇÃO V DA DIVISÃO DE EDITORAÇÃO E INFORMÁTICA . numerar. indicando o melhor processo para sua impressão e/ou reprodução. o Plano Diretor de Informática da Secretaria.promover a normalização. de acordo com as normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).preservar os documentos de valor histórico.DEI Art. em consonância com a legislação vigente e a tabela de temporalidade.IV . selecionar e revisar matérias das diversas áreas de atuação da Secretaria. VII . VIII .normalizar a apresentação de trabalhos científicos.centralizar todo o equipamento reprográfico e controlador da rede de computadores. zelando pela conservação e manutenção dos mesmos. em articulação com as demais Unidades.coletar. desenvolvendo os sistemas e programas que se fizerem necessários ao seu cumprimento. IX . VII . para fins de pesquisa. V . V . III . 48 . no que se refere aos diversos sistemas utilizados pela Secretaria.acompanhar as atividades de impressão dos trabalhos a serem editados.executar e controlar a reprodução de impressos e outros documentos referentes à rotina de trabalho da Secretaria. administrativo e legal.tornar acessível o acervo documental aos usuários.conferir. VI .promover interfaces com o PRODEPA. para divulgação interna e externa e para elaboração de periódicos da Secretaria. a saída e a movimentação internas de documentos. IV . VI .À Divisão de Editoração e Informática.elaborar. diretamente subordinada ao Departamento de Administração. distribuir e controlar a entrada. mediante articulação com o (os) autor (es). SEÇÃO XV DO DEPARTAMENTO DE FINANÇAS .arquivar documentos e cópias de correspondências expedidas e proceder abertura e arquivamento de processo.

VI .À Divisão Orçamentária.Art.oferecer subsídios para elaboração da proposta orçamentária da Secretaria. V . registrar e controlar os valores orçamentários destinados a atender a programação da Secretaria.organizar e manter atualizada a legislação pertinente ao assunto de sua área. VIII . V . III . diretamente subordinado à Diretoria de Administração e Finanças.auxiliar a Diretoria na orientação às demais unidades integrantes da Secretaria.programar os pagamentos autorizados pela Diretoria de Administração e Finanças.DO Art.submeter a apreciação da Diretoria de Administração e Finanças.Ao Departamento de Finanças.elaborar relatórios periódicos das atividades do Departamento. 50 . que sirvam como instrumento na tomada de decisões. compete: I . X .acompanhar e controlar a execução do orçamento programa anual e a aplicação dos recursos financeiros da Secretaria.elaborar a documentação necessária para alteração orçamentária relativa ao orçamento anual. financeiro e patrimonial do exercício.verificar a legislação de toda a documentação passível de registro contábil. II . .apurar custos operacionais das atividades desenvolvidas pela Secretaria.classificar. IV . VII .analisar. diretamente subordinada ao Departamento de Finanças. compete: I . assim como os balanços orçamentário. IV . na área financeira.subsidiar a Diretoria com informações ágeis e precisas sobre sua área de atuação. III .analisar e emitir parecer sobre matéria de natureza financeira.. 49 . IX . SUBSEÇÃO I DA DIVISÃO ORÇAMENTÁRIA .manter controle atualizado de todos os saldos orçamentários e dos respectivos empenhos globais. organizar e manter atualizados os documentos relativos aos atos e fatos da questão orçamentária. as prestações de contas trimestrais de recursos oriundos do Tesouro Estadual e de convênios celebrados com outras entidades. II .

analisar as prestações de contas de suprimento de fundos. SUBSEÇÃO II DA DIVISÃO FINANCEIRA .relacionar os processos passíveis de liquidação. relativas ao orçamento do Estado.conferir os documentos referentes à consignações oriundos da Divisão de Pessoal. VII .executar a escrituração contábil as prestações de contas.notificar a cada fornecedor interessado. previamente estabelecida. V .organizar o boletim de caixa.examinar e conferir os documentos de pagamento. III . VII .classificar e registrar os contratos celebrados com outras entidades para fins de estimativa de despesa. efetuados em agências bancárias através da ordem bancária. compete: I . financeira e patrimonial. . ao Departamento Financeiro. encaminhando-os à Divisão Financeira para serem executados. II .À Divisão Financeira. os depósitos referentes a fornecimentos diversos. XI .proceder a conferência e o registro dos documentos de despesa. VIII . devidamente autorizados. XIV .VI . balancetes e relatórios contábeis. balanços. os demonstrativos de acompanhamento da execução orçamentária. encaminhando a documentação à Divisão Orçamentária para escrituração. procedendo a emissão de guias de pagamento para liquidação.cumprir com a programação de pagamento. orientando quanto as providências que se fizerem necessárias a sua regularização. XIII . mantendo atualizados os saldos de forma a fornecer informações. aos órgãos competentes.encaminhar. mensalmente. IV . 51 . IX . efetuando o pagamento das despesas empenhadas. diretamente subordinada ao Departamento de Finanças.registrar e controlar as emissões de cheque e ordem bancária.proceder a emissão de cheques ou ordens bancárias.zelar pela observância das obrigações sociais e fiscais a que a Secretaria está sujeita. X . XII .DF Art.processar e fornecer os balancetes mensais e os relatórios de acompanhamento de custos.relacionar todos os pagamentos efetuados. VI .

elaborar minuta de convênios e contratos para posterior análise do consultor jurídico.registrar e controlar os contratos e convênios efetuados entre SETEPS e terceiros. IX . Art. 53 . CAPÍTULO V DO NÍVEL DE ATUAÇÃO REGIONAL SEÇÃO I DOS NÚCLEOS REGIONAIS . conforme acordo efetuado com os órgãos financiadores e manter o controle dos prazos de vigência. atendendo as normas legais junto ao Tribunal de Contas.À Divisão de Convênios e Contratos. VIII . 52 . IV .elaborar demonstrativos de acompanhamento da execução orçamentária e financeira e prestação de contas dos convênios.providenciar a organização e a guarda da documentação necessária à Divisão. compete: I . registrar e controlar os valores oriundos de convênios destinados a atender projetos a serem realizados pela Secretaria.manter controle atualizado de todos os saldos orçamentários e financeiros dos respectivos convênios. diretamente subordinada ao Departamento de Finanças. V .orientar as diversas unidades da Secretaria na aplicação dos recursos de convênios e manter atualizadas as informações para maior operacionalização dos mesmos. III . VI .proceder a conferência e o registro dos documentos de despesa relativos à convênios.DC Art.Todas as Diretorias desenvolvem procedimentos informatizados na agilização e suporte de suas atividades. SUBSEÇÃO III DA DIVISÃO DE CONVÊNIOS E CONTRATOS . VII .VIII .manter atualizadas as informações sobre contas a pagar.classifica.providenciar a documentação necessária para o processamento de pagamentos a serem efetuados através de convênios. em consonância com o Plano Diretor de Informática da Secretaria. II .

na âmbito da Secretaria.aprovar o Orçamento-Programa e o Plano Plurianual de Trabalho da Secretaria. diretamente subordinados ao Secretário de Estado. bem como aos Secretários de Estado.assessorar ao Governador do Estado.desempenhar outras atribuições que lhe forem conferidas por atos legais. 54 . a coordenação geral da Secretaria.formular e assegurar o cumprimento da Política do Trabalho. bem como. controlar e avaliar as atividades de competência da Secretaria em sua área de circunscrição. VII . representantes para solenidades e outros eventos.Art. III . IV . complementar ou suplementar.designar entre assessores e dirigentes de unidades da Secretaria.231 de 12 de maio de 1982: I . VIII . de acordo com as normas do órgão central. 24 da Lei nº 4. contratos e ajustes que visem a ação conjunta. compete: programar.exercer atividades político-institucionais.estabelecer convênios. no desenvolvimento das áreas do Trabalho e Assistência Social no Estado. TÍTULO IV DAS RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES CAPÍTULO I NO NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR SEÇÃO I DO SECRETÁRIO DE ESTADO DO TRABALHO E PROMOÇÃO SOCIAL Art. V . . no art. além das previstas na Constituição Estadual (Art. orientar.780 de 19 de Junho de 1978 e no art. VI . coordenar. II .transmitir ao Governador do Estado. indicações ou designações de pessoas para posição de direção e assessoramento. Assistência Social e Habitação do Estado. 55 .São atribuições do Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social. em assuntos pertinentes à Secretaria.autorizar a concessão de subvenções à entidades e pessoas físicas que atuem no setor. IX .Aos Núcleos Regionais. 138 a 144). 19 do Decreto nº 2. executar.

os elementos necessários pela elaboração de defesa dos interesses judiciais do Estado. projetos. 19 do Decreto nº 2. IV .apreciar pesquisas.emitir parecer sobre todos os assuntos de natureza jurídicoinstitucional de interesse direto ou indireto da Secretaria. II .fornecer à Procuradoria Geral do Estado. em conjunto com o Secretário ou Diretor competente.subsidiar as atividades das unidades técnicas no nível de execução programática da Secretaria.231 de 12 de maio de 1982: I . quando solicitado. VI . CAPÍTULO II NO NÍVEL DE ASSESSORAMENTO SUPERIOR SEÇÃO I DO ASSESSOR JURÍDICO Art. IX .SEÇÃO II DO SECRETÁRIO-ADJUNTO Art. VIII . .assessorar ao Secretário de Estado na formação de planos e programas voltados à área de atuação da Secretaria e na tomada de decisões.coordenar as ações voltadas para a área de Trabalho e Assistência Social Básica do Estado. III . a fim de integrar a ação global da Secretaria e compatibilizar normas e procedimentos.desempenhar. II . VII . além das previstas no Art. estudos.manter intercâmbio em nível técnico. 57 . submetendo ao Secretário para aprovação.substituir o Secretário em suas ausências e impedimentos e sucedê-lo em caráter interino. III . com instituições públicas e privadas.São atribuições do Assessor Jurídico: I .articular-se com os assessores e diretores de unidades em nível de assessoramento e atuação programática.orientar técnica e administrativamente as unidades organizacionais da Secretaria.prestar assessoramento jurídico ao Secretário.São atribuições do Secretário Adjunto. envolvendo a SETEPS. as atividades de coordenador de despesa. programas e planos elaborados pelas unidades técnicas. 56 . até a nomeação do novo titular. V . Secretário Adjunto e Diretores.

V .redigir minutas de correspondência oficial para divulgação externa. VIII . mantendo atualizada a resenha de matéria de interesse da Secretaria e divulgando-a ao Secretário e demais Diretorias. V . Decretos-Lei. II . acordos. 58 .manter atualizados ementários de jurisprudência.manter-se atualizado quanto aos atos publicados nos diários Oficiais do Estado e da União. III . quando solicitado. contratos. órgãos públicos e entidades privadas. bem como programar e coordenar a execução dos mesmos. segmentos da comunidade e servidores da Secretaria nas datas e eventos pertinentes. através da leitura diária de periódicos e publicações diversas. Portaria e demais atos administrativos. VI . IV .IV . falada e televisionada). informando às Diretorias os assuntos relacionados com sua área de atuação. . que se relacionem com os interesses do Governo e da Secretaria.manter perfeito entrosamento entre a Secretaria e os órgãos de comunicações. em visitas.manter organizadas e atualizadas as listagens dos órgãos de comunicação (imprensa escrita.assessorar ao Secretário e aos demais níveis de Direção e Gerência Superiores.estabelecer e divulgar calendário de eventos cívicos. Estadual e Municipal de interesse da Secretaria. convênios. analisando as Leis. VII . solenidades ou cerimônias e se fazer presente na realização de eventos da Secretaria.acompanhar o Secretário. resumo de editais e atos análogos. doutrinas e legislação em níveis Federal.elaborar correspondência oficial destinada a cumprimentar autoridades. sociais. termos. como notas oficiais. destratos e outros documentos legais de interesse da Secretaria.encaminhar e analisar estatutos.prestar assistência jurídica às licitações e inquéritos instalados no âmbito da Secretaria SEÇÃO II DO ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Art. VII .selecionar notícias. políticos e culturais.São atribuições do Assessor de Comunicação Social: I . bem como o cadastro de autoridades e personalidades de interesse para sua área de atuação. VI . em assuntos relacionados aos órgãos de comunicação. desde a preparação e expedição de convites à recepção dos visitantes.

DEPARTAMENTOS E CHEFES DE DIVISÃO . COORDENADORIAS.realizar estudos e elaborar procedimentos sobre organização e métodos de trabalho. favorecendo a análise e avaliação dos mesmos. Secretário Adjunto e Diretorias nos assuntos específicos de sua área de atuação. VI . V .IX . programas e projetos. através de esquemas de avaliação da opinião pública. direta ou indiretamente relacionados com a área de atuação da Secretaria.providenciar e manter devidamente protegidos equipamentos que estiverem sob sua responsabilidade.São atribuições dos Assessores Técnicos: I .analisar dados.acompanhar e avaliar o desempenho interno e externo da Secretaria.realizar estudos.promover a articulação do Secretário com órgãos e entidades.manter intercâmbio social entre a Secretaria e a Comunidade. 59 . informações e decisões relativas a programação das entidades vinculadas à Secretaria. pesquisas. III . VII . avaliando seu desempenho e propondo alternativas para redução dos possíveis entraves. II . levantamento de dados e pareceres. propondo reformulação se necessário. SEÇÃO III DOS ASSESSORES TÉCNICOS Art.prestar assessoramento técnico ao Secretário.supervisionar a implantação da política do Governo Estadual nas áreas de assistência social e habitação junto às entidades vinculadas. dentro de sua área de especialização. X . ATUAÇÃO PROGRAMÁTICA E OPERACIONAL SEÇÃO I DOS DIRETORES DE ÁREA.assessorar na elaboração e acompanhamento da execução física dos planos. assessorando as Diretorias nas atividades voltadas para a participação comunitária. XI .cooperar na elaboração de instrumentos de captação de recursos para o financiamento de planos. IV . VIII . programas e projetos setoriais. CAPÍTULO III NOS NÍVEIS DE GERÊNCIA SUPERIOR. que subsidiem tomadas de decisões dos dirigentes da SETEPS.

Art. 61 .São atribuições comuns às Secretárias: I . V . VIII . II .coordenar e supervisionar a elaboração de planos. fornecendo informações e orientações quando necessário. revisar e providenciar reprodução de documentos.providenciar. despachar processos. mantendo organizado o arquivo da unidade. supervisionar e controlar as atividades da unidade que dirige. VI . Departamentos e Chefes de Divisão. atividades e relatórios da unidade. estadual e municipal.delegar atribuições específicas de seu cargo. . junto ao Gabinete. no desempenho de suas funções. órgãos públicos e instituições em nível federal. VII .agendar os compromissos e assuntos do Diretor da unidade. listagem atualizada de autoridades.realizar reuniões periódicas com o pessoal da unidade. VII . documentos.receber e encaminhar as pessoas que se dirigem à unidade.orientar seus subordinados quanto as políticas. IV . para melhor desenvolvimento das atividades. registrar e distribuir. 19 do Decreto 2. além das previstas no art. VI .coordenar.avaliar o desempenho da(s) unidade(s) subordinada(s) e implantar medidas para melhoria de funcionamento.arquivar a documentação. IV . III . II informar o Diretor da unidade das ocorrências e recados na sua ausência. V . nos assuntos de sua competência. 60 . os objetivos e metas da Secretaria. com autorização prévia do seu superior imediato. bem como pela disciplina e apresentação de seus subordinados.dar parecer.231 de 12 de maio de 1982: I . quando necessário à unidade.São atribuições comuns dos Diretores de Área.prestar assessoramento ao seu superior imediato. Coordenadorias.zelar e responsabilizar-se pelos bens da Secretaria alocados na Unidade.receber. SEÇÃO II DAS SECRETÁRIAS Art.datilografar. assinar atos e documentos relativos à unidade que dirige. IX . projetos. III .

Art. de 24 de Janeiro de 1994. com zelo e presteza. 65 . _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . SEÇÃO III DOS DEMAIS SERVIDORES Art.Os casos omissos e as dúvidas suscitadas na execução deste Regimento. vinculado à Diretoria de Administração e Finanças. compete executar o disposto em determinações legais e regimentais. 145 e seguintes da Lei nº 5.VIII . na Lei de Diretrizes Orçamentárias e terá elaboração. atenderá aos princípios contidos no Plano Plurianual de Trabalho. guarda.Aos demais servidores. 63 . .manter atualizada agenda de endereços e telefones necessários à unidade.efetuar e receber ligações telefônicas. distribuição e controle de material de expediente da unidade.Este Regimento entrará em vigor.O planejamento técnico orçamentário da SETEPS.810. revogando as disposições em contrário. TÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. na data de sua publicação. em obediência ao disposto no art. sem prejuízo de sua participação construtiva e responsável na formulação de sugestões que visem o aperfeiçoamento das ações da Secretaria de Estado de Trabalho e Promoção Social. X . que baixarão os atos necessários. controle e acompanhamento por um assessor especializado. 62 . serão dirimidas pelo Secretário de Estado do Trabalho e Promoção Social. em articulação com a Secretaria de Estado de Administração. coordenação.providenciar requisição. 64 .ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO Nº 2. IX . Art.819 DE 06 DE SETEMBRO DE 1994 Delega atribuições ao Chefe da Casa Civil da Governadoria do Estado para exercer controle na concessão de diárias em viagens a serviço.

examinando o Quadro de Detalhamento de Quota Trimestral e as . afastar-se. da sede em que seja lotado. em missão oficial ou de estudo. em missão oficial ou de estudos. pelo Secretário da área com antecedência de. Considerando a urgente necessidade de disciplinar a concessão de diárias ao servidor que. pelo menos. usando de suas atribuições legais e. Art. duração do deslocamento e respectivo período. a Secretaria de Estado de Fazenda possa.Fica o Chefe da Casa Civil da Governadoria do Estado autorizado a exercer controle na concessão de diárias ao servidor estadual que. que elaborem um Plano de viagens para cada trinta (30) dias.indicação do local.O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.número de servidores e respectivas qualificações funcionais e lotação. temporariamente. a fim de que quantificado. Considerando que essa despesa. 1º . afastar-se temporariamente da sede em que seja lotado. 3º . b .Determinar aos Secretários de Estado e/ou assemelhados em suas respectivas áreas. Art. Parágrafo Único . para ser processada. Considerando que o Governo Estadual está empenhado em cumprir o cronograma de contenção de despesas estabelecido. 1º deste Decreto fica condicionada à análise dos seguintes documentos: a . 2º . de justificativa da necessidade e oportunidade da viagem. objetivando viabilizar suas decisões administrativas. pela SEPLAN. Considerando que o § 2º do artigo 145 da Lei nº 5. RESOLVE: Art. precisa ser quantificada a fim de ser incluída no Quadro de Detalhamento de Quota Trimestral.A concessão das diárias a que se refere o art. de 24 de Janeiro de 1994 estabelece que as diárias serão pagas antecipadamente.Excetuam-se desse planejamento os Secretários de Estado cuja solicitação e respectiva autorização são pertinentes ao Chefe do Poder Executivo.apresentação. c . quinze (15) dias.810.

o lugar para onde se desloca. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .892.Quando o afastamento for em virtude de estudos. deverá mencionar o nome do servidor. efetuar os repasses necessários ao atendimento das concessões. no retorno da missão.797. em exercício DOE nº 27. .Às autorizações serão concedidas através Portaria que. se for o caso.º 2. 5º . CARLOS JOSÉ OLIVEIRA SANTOS Governador do Estado EDGAR PINTO DE SOUZA PORTO Secretário de Estado de Administração. o nome do substituto eventual do servidor em viagem. Relatório suscinto de suas atividades e devolução da capa do Bilhete de passagem. a função que exerce. Parágrafo Único . Art. Art. também. a contar de seu retorno a sede. 06 de setembro de 1994. publicada no Diário Oficial do Estado. Parágrafo Único . Art. a apresentar ao Chefe da Casa Civil.O Relatório de que trata o "Caput" deste artigo será analisado pelo Secretário da área e encaminhado ao Secretário de Estado de Administração para as providências que julgar necessárias.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. no prazo máximo de cinco (5) dias. GABINETE DO GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ.Se o afastamento for em missão oficial do Estado. fica o servidor obrigado a apresentação do respectivo Certificado de Frequência e devolução da capa do Bilhete de Passagem ao Chefe da Casa Civil. no âmbito de cada área do governo. 4º . no prazo máximo de cinco (05) dias. o período de permanência e o assunto a tratar.O Chefe da Casa Civil da Governadoria encaminhará à SEAD. 6º .disponibilidades de Caixa. 7º . Art. fica o servidor obrigado.Na mesma Portaria deverá constar. de 08/09/1994. cópia de todos os atos expedidos para controle e assentamento na fichas funcionais de cada servidor. DE 17 DE OUTUBRO DE 1994.

135.469. de 20 de julho de 1994. o imposto será recolhido no primeiro dia útil subseqüente. Art. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente. para os bens e serviços com entrada em território paraense na primeira quinzena do mês de referência. Palácio do Governo do Estado do Pará. 3º O Documento de Arrecadação Estadual . ficando acrescentado parágrafo único ao art. em 17 de outubro de 1994.nos demais casos. Art. 4º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. 2º do Decreto n. 1º II . até o 20º (vigésimo) dia do mês. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. os incisos III e IV do art. feriado ou não funcionar a rede bancária.a.Altera dispositivo do Decreto n.até o 4º (quarto) dia do mês subseqüente à retenção do imposto pelo contribuinte substituto. IV . 1º: "Art. Parágrafo único. produzindo efeitos em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de outubro de 1994. Art. V. 2º O disposto neste Decreto aplica-se aos regimes especiais e de substituição tributária. até o 4º (quarto) dia do mês subseqüente aquele em que tenha ocorrido o fato gerador. b. independente de qualquer verificação prévia dos livros e documentos fiscais.º 6. que estabelece prazos para o recolhimento do ICMS.º 6.702. 1º e o art. de 07 de dezembro de 1989. bastando para isso a apresentação da Ficha de Identificação Cadastral . Excetua-se do disposto no inciso IV os prazos especiais fixados em decretos específicos.469. de 07 de dezembro de 1989. Art. ao titular do estabelecimento ou preposto. da Constituição Estadual. O Governador do Estado do Pará. 1º Passam a vigorar com as seguintes redações as alíneas "a" e "b" do inciso II. DECRETA: Art. revogado o Decreto n. III . . 2º Quando o prazo de vencimento recair em sábado. para os bens e serviços com entrada em território paraense na segunda quinzena do mês de referência. e dá outras providências.DAE será entregue.FIC. exclusive os Convênios e Protocolos que disponham de forma diversa". domingo.º 2. pela repartição fiscal de jurisdição do contribuinte.

II . relativamente à 1ª quinzena de cada mês. * Republicado em 20/10/94. . devendo os contribuintes. PA de 18/10/94. 135.º 2. III . Art. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art.E. DE 07 DE NOVEMBRO DE 1994. deverá ser recolhido: I . os responsáveis e os substitutos tributários procederem à referida apuração quinzenal nos livros fiscais próprios.Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. e dá outras providências. Estabelece forma de apuração e prazos de recolhimento do ICMS. 2º O saldo devedor do imposto apurado na forma do caput do artigo anterior.até o dia 06 de janeiro/95 em relação à 2ª quinzena do mês de dezembro/94. V. DECRETA: Art. e as sujeitas ao recolhimento do imposto decorrente da diferença de alíquota. 1º É adotado no Estado do Pará o regime de apuração quinzenal do ICMS nos meses de novembro e dezembro de 1994.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. Excetuam-se do estabelecido neste artigo os contribuintes enquadrados no regime de estimativa. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . da Constituição Estadual.até o dia 20 do mês de novembro e do mês de dezembro/94. O Governador do Estado do Pará.O.até o dia 05 do mês de dezembro relativamente à 2ª quinzena de novembro. Parágrafo único. assim como as operações de entradas de mercadorias no território do Estado com a antecipação do pagamento do imposto.952.

como abaixo discriminado: I . b. nos meses de outubro e novembro de 1994. Excetua-se do disposto no inciso III os prazos especiais fixados em decreto específicos. poderá o contribuinte optar pelo regime de antecipação do pagamento do ICMS. para os bens e serviços com entrada em território paraense na primeira quinzena do mês de referência. mínimo esse que somente poderá ser elevado pelo próprio contribuinte. 3º Em substituição ao regime de apuração quinzenal estabelecida no art.469/89 passa a vigorar com a seguinte redação: "Art.º 6. na hipótese do art. a 40% (quarenta por cento) no mês de novembro e 50% (cinqüenta por cento) no mês de dezembro. 1º. Parágrafo único. e corresponderá.o valor da antecipação do imposto será compensado quando procedida a apuração mensal de cada mês de competência. sendo admitida a alternância desse regime com o estabelecido no art. ou correspondente à apuração desse mês. 1º III a. até o 20º (vigésimo) dia do mês. 1º. exclusive os Convênios e Protocolos que disponham de forma diversa.a opção do contribuinte pelo regime de antecipação do imposto independe de autorização da Secretaria de Estado da Fazenda. Art.nos demais casos até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o fato gerador. 6º Será assegurado às empresas comerciais que realizem vendas a pessoas físicas pelo sistema de crediário ou financiamento. o recolhimento como disposto no inciso I deste artigo. até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente.Art. 2º. bastando para sua efetivação. Art. III . 1º aplica-se aos regimes especiais e de substituição tributária. na hipótese do inciso II do . no mínimo. ser recolhido nos prazos previstos nos incisos II e III do art. respectivamente. do valor total do ICMS devido. devendo o saldo devedor. e recolhido nos prazos previstos no inciso I do art. 4º O art. recolher o ICMS apurado na segunda quinzena do mês de dezembro de 1994.o adiantamento do imposto será feito até o 5º (quinto) dia subseqüente à primeira quinzena de cada mês. 1º do Decreto n. II . Art. 1º. 2º. para os bens e serviços com entrada em território paraense na segunda quinzena do mês de referência. se houver. 5º O disposto no art. III .

na segunda quinzena do mês de referência. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.514. e os incisos III e IV todos do art. passando as alíneas "a" e "b". Parágrafo único. a viger com as seguintes redações: "Art.DAE será entregue pela repartição fiscal da jurisdição do contribuinte ao titular do estabelecimento ou preposto.469. 11. . na primeira quinzena do mês de referência. voltará a ser mensal a apuração do ICMS. para prestações e operações com entrada no território paraense. até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente. de 17 de outubro de 1994 e 2. Art. Excetuam-se do disposto no inciso IV os prazos especiais fixados em decretos específicos. Art. Parágrafo único.FIC.º 6. de 05 de maio de 1994. o imposto será recolhido no primeiro dia útil subseqüente. 1º e 3º. independentemente de qualquer verificação prévia dos livros e documentos fiscais. feriado ou não funcionar a rede bancária. sendo a primeira até o dia 10 (dez). em duas parcelas iguais.º 6.892. III . 12. revogado os Decretos n. Art. 9º O Documento de Arrecadação Estadual . de 07 de dezembro de 1989. 1º II a.nos demais casos até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o fato gerador. IV . do mês de janeiro de 1995. quando o prazo de vencimento recair em sábado. b. 3º.º 2. domingo.469. bastando para isso. de 07 de dezembro de 1989. do inciso II. 7º O imposto não recolhido nos respectivos prazos fica sujeito a correção monetária com base na Unidade Fiscal de Referência UFIR. Art. Art. acrescido das demais cominações legais. e a segunda até o dia 20 (vinte). para prestações e operações com entrada no território paraense. 8º Em relação ao regime de apuração e antecipação de que tratam os arts. a Ficha de Identificação Cadastral . até o 25º (vigésimo quinto) dia do mês.até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente à retenção do imposto pelo contribuinte substituto.art. ficam revogadas as disposições deste Decreto contrárias às demais normas constante do Decreto n. 10. 1º do Decreto n. A partir do mês de janeiro de 1995. O disposto neste artigo também se aplica aos contribuintes enquadrados no regime de estimativa." Art. A partir de 1º de janeiro de 1995.

PA de 08/11/94. celebrados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . cujas ementas são publicadas em anexo a este Decreto. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .E.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.O. do art. 108/94. DECRETA: Art. DE 07 DE NOVEMBRO DE 1994. .O. 135. 1º Ficam integrados à legislação tributária do Estado do Pará os Convênios ICMS 105/94. 114/94 e 116/94.953.E.Palácio do Governo do Estado do Pará.º 2. PA de 08/11/94. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. Palácio do Governo do Estado do Pará. O Governador do Estado do Pará. Art. em 07 de novembro de 1994. usando das atribuições que lhe confere o item V. os Convênios ICMS que menciona. em 07 de novembro de 1994. Integra à legislação tributária do Estado. em 29 de setembro de 1994.CONFAZ. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. da Constituição do Estado do Pará.

2º Os pedidos de parcelamento serão instruídos com declaração discriminativa do débito a ser parcelado. não podendo o valor de cada uma delas ser inferior a 10 (dez) UFEPA's. Art. atualizados monetariamente. de 26/09/91.Altera a cláusula terceira do Convênio ICMS 106/92.UFEPA's. 4º Os débitos inscritos em Dívida Ativa.000 (três mil) Unidades Fiscais do Estado do Pará . Art. . Convênio ICMS 108/94 . Parágrafo único. que autoriza a redução da base de cálculo do ICMS na exportação de madeiras provenientes de essências florestais cultivadas. 3º Os pedidos de parcelamento de débitos fiscais de valores de até 2.UFEPA's. de 25/09/92.000 (duas mil) Unidades Fiscais do Estado do Pará . poderão ser parceladas em até 96 meses. que autoriza os Estados e o Distrito Federal DECRETO No 3. O parcelamento de débitos fiscais superiores ao limite fixado neste artigo e os resultantes de ICMS retido na fonte pelos contribuintes responsáveis localizados em outra Unidade da Federação serão decididos pelo Secretário de Estado da Fazenda. relacionados com o ICM e ICMS. O contribuinte indicará o número de parcela. Art. Convênio ICMS 114/94 . serão decididos pelo Delegado Regional da Fazenda Estadual da jurisdição do contribuinte. Art.ANEXO ÚNICO Convênio ICMS 105/94 . 1º Os débitos decorrentes de operações realizadas até 31 de dezembro de 1993. DE 1994. Parágrafo único. de valores até 3. Parágrafo único.027. conforme modelo anexo. Aplica-se também o parcelamento aos débitos fiscais decorrentes de descumprimento de obrigação acessória.Altera o caput da cláusula primeira do Convênio ICMS 114/92. serão decididos pelo Procurador Geral da Fazenda Estadual. em qualquer fase que se encontrem.Dá nova redação ao caput da cláusula primeira do Convênio ICMS 51/93. Convênio ICMS 116/94 . de radiodifusão e editora de livros. de 05/12/92. que concede isenção do ICMS nas importações efetuadas por empresa jornalística. de 30/04/93. que dispõe sobre parcelamento de débito fiscal do ICM e ICMS.Dispõe sobre a adesão do Estado do Pará às disposições do Convênio ICMS 53/91.

na _________________________________________________________ (endereço) inscrição estadual ______________________. conforme a natureza e o valor do débito fiscal. 9º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Parágrafo único. conforme modelo anexo.Parágrafo único. Art. para efeito de inscrição em dívida ativa. Ultrapassando o limite estabelecido neste artigo. enquanto o anterior não estiver integralmente quitado. para cobrança judicial. Parágrafo único.182/98) ANEXO I (Autoridade Competente) __________________________________________________. de qualquer das parcelas ou do imposto devido pelas operações realizadas no curso do parcelamento ou a prática de qualquer ilícito fiscal. 7º Cada estabelecimento do mesmo titular é considerado autônomo para os efeitos de concessão de parcelamento. Art. Não será concedido novo parcelamento do débito. empresa (Firma/Razão Social) industrial/comercial/prestadora de serviço. em 28 de novembro de 1994. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda (Efeitos de 29/11/94 a 28/2/99) (Derrogado pela Lei nº 6. 5º O pedido de parcelamento deverá ser dirigido. Art. Art. serão emitidas certidões de débitos a saldar. estabelecida em ________________________. (Município) Estado do Pará. CGC/MF . 8º O requerente ou o seu representante legal responderá civil e criminalmente pela idoneidade das informações prestadas no pedido de parcelamento. à autoridade administrativa competente para apreciá-lo. Palácio do Governo do Estado do Pará. 6º O não pagamento na data aprazada. Art. acarretará a dissolução do acordo. a competência para conhecer do processo é do Secretário de Estado da Fazenda. Ocorrida qualquer uma das hipóteses referidas neste artigo.

. O Governador do Estado do Pará.480. DE 28 DE NOVEMBRO DE 1994. de 28 de novembro de 1994. na forma do Decreto n. 135. Pede Deferimento. aparelhos e veículos usados.676. por seu(s) representante(s) legal(is) no fim assinado(s) e identificado(s). para tanto anexa os documentos previsto no referido Decreto. de 18 de junho de 2001.CONFAZ.º 3. 2º Fixa em 94% (noventa e quatro por cento) o percentual de redução de base de cálculo exclusivamente em relação às máquinas. V. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art.º 3. de 30 de abril de 1993. o parcelamento de débitos fiscais de que trata o Convênio ICMS 51/93 com a redação dada pelo Convênio ICMS 105/94. * Decreto REVOGADO pelo Decreto nº 4. de 30/04/93.028.027. _____. cuja ementa é publicada em anexo a este Decreto. Belém/Pará ______________________________ (nome do representante) ______________________________ (cargo ou função) ______________________________ (CPF) _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . DECRETA: Art. em _________ parcelas. 1º Fica integrado à legislação tributária do Estado do Pará o Convênio ICMS 33/93. Nestes Termos.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. Art. vem pelo presente requerer a V. Integra à legislação tributária do Estado o Convênio ICMS 33/93. celebrado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária ._____________________. da Constituição Estadual.de 20/06/2001. publicado no DOE Nº 29.

DE 07 DE DEZEMBRO DE 1994.084. da Constituição do Estado do Pará.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. revogando-se as disposições em contrário. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda . e na conformidade do § 2º do art. em 28 de novembro de 1994.º 3. Palácio do Governo do Estado do Pará. O Governador do Estado do Pará.94 (nove reais e noventa e quatro centavos) o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará .UFEPA. 77 da Lei n.Autoriza os Estados e o Distrito Federal a elevar o percentual de redução da base de cálculo nas saídas de máquinas _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.UFEPA. Art. de 13 de janeiro de 1989.Art. 135. usando das atribuições que lhe confere o art. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda ANEXO Convênio ICMS 33/93. DECRETA: Art. V. Palácio do Governo do Estado do Pará. Fixa o valor da Unidade Fiscal do Estado do Pará . 1º Fica fixado em R$ 9. de 30/04/93 .º 5. em 07 de dezembro de 1994.530.

2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .480. 2º. DECRETA: Art. 135.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.Publicado no D. inciso I.E.E. DE 21 DE DEZEMBRO DE 1994.º 2.952. . do Decreto n. Dá nova redação ao inciso I. do art.676. da Constituição do Estado do Pará. Palácio do Governo do Estado do Pará. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. em 21 de dezembro de 1994.146. inciso V.O. 2º. DE 21 DE DEZEMBRO DE 1994. 2º II . PA de 09/12/94. de 07/11/94. passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 1º O art.952. de 07/11/94.º 3.º 2.de 20/06/2001. publicado no DOE Nº 29.O. do Decreto n.até o dia 27 do mês de dezembro/94. de 18 de junho de 2001. Art. relativamente à primeira quinzena do mês de referência.º 3.145. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . O Governador do Estado do Pará.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. * Decreto REVOGADO pelo Decreto nº 4. PA de 21/06/94. usando das atribuições que lhe confere o art.

ruibarbo. escarola. cebolinha. avelãs. e Considerando o disposto nos Convênios ICM 44/75. usando das atribuições que lhe confere o art. arruda e aspargo. jiló. aumento de produção. inhame. alface. losna. gengibre. chicória.ICMS. 135. pêras. c. f. abobrinha. pepino. de 10 de dezembro de 1975 e ICMS 36/92. espinafre. maçãs. mostarda. flores. morangos. ainda. Considerando. berinjela. manjerona. cogumelo. erva-de-santa-maria. do Conselho de Política Fazendária . nozes. h.CONFAZ. viabilizando seu crescimento. hortelã. g. i. j. coentro. alfavaca. aipim. repolho.177. broto de samambaia. funchos e folhas usadas na alimentação humana. pimenta. d. couve.Alterado pelo Decreto 3. alcachofra. exceto: amêndoas.Hortifrutícolas em estado natural: a. nabiça e nabo. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . broto de feijão. repolho-chinês.12. frutas frescas nacionais. chuchu. broto de bambu. rabanete. . raiz-forte. castanhas. mandioca. cardo. alecrim. da Constituição do Estado do Pará. b. cominho. camomila. ervilha. batata-doce. as operações internas com: I . exclusive pimenta-do-reino. endívia. DECRETA: Art. brócolis. de 03 de abril de 1992. milho-verde. acelga. agrião. erva-cidreira. macaxeira. catalonha. manjericão. abóbora. O Governador do Estado do Pará. beterraba. aipo. couve-flor. erva-doce. cará. moranga. salsa e segurelha. de 29. item V. quiabo. a necessidade de incentivar o setor produtivo do Estado. anis. gobo. geração de novos empregos e barateamento dos produtos ao consumidor final. uvas. e. cenoura. alfazema.94 Estabelece tratamento tributário às operações que especifica. araruta.

de 24 de setembro de 1991.ovos. Art.arroz. A isenção prevista neste artigo não se aplica aos produtos relacionados nos incisos I a VII. quando destinados à industrialização. realizada na primeira operação do produto. III . DE 21 DE DEZEMBRO DE 1994. tampala." Parágrafo único. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .147. quando produzidas no Estado do Pará.aves abatidas em estado natural. tomilho e vagem. VI . III. IV e VII. simplesmente resfriadas ou congeladas. V . PA de 21/12/94.O.º 3. caprinocultura. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. IV . VII .k. farinha de mandioca e milho. II . Redação dada pelo Decreto nº 3177/94 Parágrafo único. tomate. Palácio do Governo do Estado do Pará. quando destinados à industrialização.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. . cunicultura e ranicultura. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.aves vivas.insumos agropecuários.pintos de 01 (um) dia. ovinocultura.E. em 21 de dezembro de 1994. feijão. VIII .os produtos decorrentes de suinocultura. taioba.º 320. não se aplica aos produtos relacionados nos incisos I. revogado o Decreto n. A isenção prevista neste artigo.

Considerando o art. usando das atribuições que lhe confere o item V. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.0000 . Art.780.60. da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias Sistema Harmonizado. secos ou triturados ou em pó. Palácio do Governo do Estado do Pará. pela representatividade já alcançada na economia paraense. as operações de saídas internas.código 0709. 1º Ficam isentas do ICMS. do art.Pimenta do gênero Piper. _______________________________________________________________ .Pimentões e Pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta". interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos classificados no código 0709. em 21 de dezembro de 1994.O. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos a seguir indicados. pimentes e pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta". 12 da Lei n. na forma que especifica. PA de 21/12/94.posição 0904 . classificados de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias Sistema Harmonizado: I . II . frescos ou refrigerados.E.60. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.0000 e na posição 0904. da Constituição do Estado do Pará. DECRETA: Art. e Considerando a debilidade do segmento da pipericultura no Estado do Pará e a necessidade do soerguimento do setor. 135. de 15 de dezembro de 1993. no que tange aos volumes exportados e ao emprego de mão-de-obra. O Governador do Estado do Pará.Isenta do ICMS as operações de saídas internas.º 5.

" Art. DE 21 DE DEZEMBRO DE 1994.194. do parágrafo único. palitos.148.º 1. pazinhas. copos ou copinhos.º 3. do Decreto n. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. taças. PA de 21/12/94. tais como casquinhas. da Constituição do Estado do Pará. O Governador do Estado do Pará. recipientes. 1 .O.ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . usando das atribuições que lhe confere o item V. 2º.194. de 10 de novembro de 1992. quando se tratar de sorvete de qualquer espécie e respectivos acessórios ou componentes. xaropes e outros produtos destinados a integrar ou acondicionar o próprio sorvete. DE 21 DE DEZEMBRO DE 1994. Altera percentual de agregação previsto no Decreto n.149. de 10/11/92. 135.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. DECRETA: Art.m) 40% (quarenta por cento).º 3. . do item I. do art.E. 2º Parágrafo único.º 1.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. Estabelece tratamento tributário às operações com produtos de informática e automação que especifica. 1º A alínea "m". _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . em 21 de dezembro de 1994. coberturas. do art. Palácio do Governo do Estado do Pará.

nos termos da legislação federal pertinente. 12. de 15/12/93.º 8. Palácio do Governo do Estado do Pará. da Constituição do Estado do Pará. ao menos um dos produtos que industrializa seja objeto de isenção de IPI.O Governador do Estado do Pará. pelo contribuinte em substituição ao sistema normal de tributação vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos. Considerando finalmente. 1º Às saídas interestaduais com produtos arrolados no Anexo Único deste Decreto. e Considerando o disposto no art. 135. o estabelecimento industrial deverá comprovar cumulativamente. reconhecida em ato conjunto dos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Fazenda. fica concedido. DECRETA: Art. da Lei n. que autoriza o Governador do Estado a conceder benefícios fiscais do qual resulte em redução ou exclusão do ônus tributário. que outros Estados da Federação reduziram a carga tributária nas operações com os produtos de informática e automação. item V. calculado sobre o imposto incidente na respectiva saída.780. Art. da Lei n. em 21 de dezembro de 1994. sempre que outro Estado da Federação conceda idêntico benefício. promovidas por estabelecimento industrial. Considerando ainda. 4º.º 5. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. de 23 de outubro de 1991. atende às disposições do art. § 1º Para fazer jus ao benefício. no uso das atribuições que lhe confere o art. opcionalmente. § 2º O crédito presumido de que trata o caput será utilizado. que o Poder Executivo deve viabilizar instrumentos legais. crédito presumido no valor de 80% (oitenta por cento). Carlos José Oliveira Santos .248. condições de competitividade com as demais estabelecidas em outras Unidades da Federação. já instaladas ou que venham a se instalar. b. até cinco anos. no sentido de proporcionar às indústrias de produtos de informática e automação. que: a.

135. Concede isenção do ICMS e das taxas cobradas pela Fundação dos Terminais Rodoviários do Estado do Pará . copiadoras.FTERPA. acessórios.E. e suas respectivas partes. com o objetivo de desonerar o grande .Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. de 24/04/1989. POSIÇÃO E SUBPOSIÇÃO _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . comunicação e automatização de escritórios. O Governador do Estado do Pará. da Constituição do Estado do Pará.º 3.O. e Considerando o disposto no Convênio ICMS 38/89. suprimentos e configurados. dada a sua proximidade em relação à Capital paraense. telefac-símile e semelhantes. DE 26 DE DEZEMBRO DE 1994. PA de 30/12/94. ANEXO ÚNICO Produtos de informática. Considerando que Santa Izabel do Pará é um Município que. usando das atribuições que lhe confere o inciso V. Considerando a necessidade de se adotar medida capaz de equacionar as diferenças de preços das passagens de ônibus entre Belém e o Município de Santa Izabel do Pará. classificados na NBM/SH.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.154. integra de fato a Região Metropolitana de Belém. do art. conforme posições e subposições. incidentes nas prestações de serviços de transporte coletivo de passageiros na região metropolitana de Belém.

Aprova o calendário para licenciamento de veículos. de 20/10/90. O Governador do Estado do Pará.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. em 26 de dezembro de 1994. Art. PA de 27/12/94. 1º Ficam isentas do ICMS e das taxas cobradas pela Fundação dos Terminais Rodoviários do Estado do Pará . DECRETA: . Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. 2º Os preços das passagens serão imediatamente reduzidos no mesmo valor correspondente ao imposto e taxas dispensados. revogadas as disposições em contrário. DECRETA: Art. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA .º 7. Art.contingente populacional que faz uso da respectiva linha de transporte coletivo de passageiros.º 3. usando de suas atribuições legais e Considerando o contido no Decreto n.156.O.FTERPA as prestações de serviços de transporte coletivo de passageiros realizados entre os Municípios de Belém e Santa Izabel do Pará. Palácio do Governo do Estado do Pará.482.E. sendo também considerando quando da fixação dos novos preços de passagens. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. DE 27 DE DEZEMBRO DE 1994.

da Constituição Estadual e Considerando a celebração dos Convênios ICMS 137/94. 152/94. os Convênios ICMS 137/94. na reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária . 135.CONFAZ.E.O. Art.CONFAZ. Carlos José de Oliveira Santos Governador do Estado ANEXO I Calendário de Licenciamento de Veículos para o Exercício de 1995 Publicado no D.º 3. 1º Ficam integrados à legislação tributária do Estado do Pará. revogadas as disposições em contrário. 139/94. do dia 07 de dezembro de 1994. 155/94 e 158/94. 2º Ficam isentas do ICMS às operações internas e interestaduais com automóveis de passageiros. no uso das atribuições que lhe confere o art. para utilização como táxi. 151/94. celebrados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária . 1º O licenciamento anual de veículos para o exercício de 1995 será concomitante com o pagamento do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores e obedecerá à Tabela em anexo.Art. Palácio do Governo do Estado do Pará. DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994 Integra à legislação tributária do Estado os convênios que menciona e dispõe sobre tratamento tributário aplicável aos produtos que especifica. 155/94 e 158/94. 139/94. 2º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. V. DECRETA: Art. cujas ementas são publicadas em anexo a este Decreto. em 27 de dezembro de 1994.175. até . PA de 28/12/94. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA . 151/94.ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N. Art. 152/94. O Governador do Estado do Pará.

A isenção será efetivada em cada caso. Art. para integrar o seu ativo fixo.0000 e 6905. e até 31 de abril de 1995. nas saídas internas e interestaduais promovidas por fabricantes de: I . § 2º É vedado a cumulação do benefício constante no inciso II com o previsto no Convênio ICMS 50/93. às operações de entrada de máquinas e equipamentos. Palácio do Governo do Estado do Pará. § 1º O crédito de que trata o caput será utilizado. sem similar nacional. diretamente do exterior. Art. relativamente ao diferencial de alíquotas às operações de aquisições interestaduais de bens destinados ao ativo fixo de estabelecimentos industriais e agropecuários.44% o percentual de redução da base de cálculo nas saídas internas dos produtos tijolos e telhas cerâmicas classificados nos códigos 6904. até 31 de dezembro de 1996. até 31/12/96.telhas.31 de março de 1995. calculado sobre o valor incidente na respectiva saída. 3º Ficam isentas do ICMS. importados por empresa industrial.0000 da NBM/SH.E. Art. pelo contribuinte em substituição à sistemática normal de tributação. 7º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. em 29 de dezembro de 1994. de 30/04/93. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D. vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos. 6º Fixa em 24.sacaria de juta e malva no valor de 55% do imposto devido. II . Art. tijolos. PA de 30/12/94. opcionalmente. . até 31/12/95. para as saídas efetuadas pelos estabelecimentos industriais. 4º Ficam isentas do ICMS. lajotas e manilhas no valor de 20%. por despacho de autoridade administrativa fazendária em requerimento no qual o interessado faça prova do preenchimento dos requisitos previstos neste artigo.10.O. 5º Fica concedido crédito presumido. Art. até 31/12/96.10. desde que contemplados com isenção ou com alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados. para as saídas efetuadas pelos estabelecimentos revendedores. Parágrafo único.

ANEXO ÚNICO Convênio ICMS 137/94 - Concede isenção do ICMS às saídas de veículos para locomoção de deficientes físicos e de próteses. Convênio ICMS 139/94 - Altera o Convênio ICMS 24/94, de 29/03/94, que concede isenção do ICMS nas operações internas e interestaduais com automóveis de passageiros para utilização como táxi. Convênio ICMS 151/94 - Prorroga disposições de Convênios que concedem benefícios fiscais. Convênio ICMS 152/94 - Dá nova redação à cláusula primeira do Convênio ICMS 60/93, de 10/09/93, e concede isenção do ICMS na importação de máquinas e equipamentos, sem similar nacional, destinados ao ativo fixo do importador, e dá outras providências. Convênio ICMS 155/94 - Altera o Convênio ICMS 122/94, de 29/09/94, que dispõe sobre modificações em dispositivos do Convênio ICM 24/86, de 17/06/86. Convênio ICMS 158/94 - Dispõe sobre a concessão _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 3.176, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994. Prorroga prazo de vigência de Decretos que especifica. O Governador do Estado do Pará, usando das atribuições que lhe confere o item V, do art. 135, da Constituição do Estado do Pará, DECRETA: Art. 1º Fica prorrogado para 31 de março de 1995 o prazo de vigência dos Decretos a seguir especificados: I - Decreto n.º 2.279, de 28 de janeiro de 1994, que isenta do ICMS as operações de saídas internas, interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos sucos de laranja; II - Decreto n.º 2.342, de 25 de fevereiro de 1994, que isenta do ICMS as saídas internas, interestaduais e de exportação para o exterior de cacau e derivados; III - Decreto n.º 2.370, de 16 de março de 1994, que reduz a base de cálculo do ICMS nas saídas internas com farinha de trigo;

IV - Decreto n.º 2.372, de 16 de março de 1994, que dispõe sobre a cobrança do ICMS nas operações com pescado que especifica; V - Decreto n.º 2.393, de 18 de março de 1994, que concede redução de base de cálculo do ICMS nas operações com produtos resultantes do abate de gado, e dá outras providências; VI - Decreto n.º 2.412, de 24 de março de 1994, que isenta do ICMS as operações de saídas de produtos produzidos por indústria moveleira. Art. 2º A redução de base de cálculo do ICMS de que trata o Decreto n.º 2.370, de 16 de março de 1994, aplica-se também à farinha aditivada ou pré-mescla. Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 1995. Palácio do Governo do Estado do Pará, em 29 de dezembro de 1994. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.O.E. PA de 30/12/94. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 3.177, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994. Altera dispositivo do Decreto n.º 3.146, de 21 de dezembro de 1994. O Governador do Estado do Pará, usando das atribuições que lhe confere o item V, do art. 135, da Constituição do Estado do Pará, DECRETA: Art. 1º O parágrafo único do art. 1º do Decreto n.º 3.146, de 21 de dezembro de 1994, passa a viger com a seguinte redação: "Art. 1º

Parágrafo único. A isenção prevista neste artigo, não se aplica aos produtos relacionados nos incisos I, III, IV e VII, quando destinados à industrialização." Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. Palácio do Governo do Estado do Pará, em 29 de dezembro de 1994. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda Publicado no D.O.E. PA de 30/12/94. _______________________________________________________________ ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA - ASSESSORIA TÉCNICA DECRETO N.º 3.178, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994. Estabelece forma de apuração e prazos de recolhimento do ICMS, e dá outras providências. O Governador do Estado do Pará, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 135, V, da Constituição Estadual, DECRETA: Art. 1º É adotado no Estado do Pará o regime de apuração quinzenal do ICMS nos meses de janeiro, fevereiro e março de 1995, devendo os contribuintes, os responsáveis e os substitutos tributários procederem à referida apuração quinzenal nos livros fiscais próprios. Parágrafo único. Excetuam-se do estabelecido neste artigo os contribuintes enquadrados no regime de estimativa, assim como as operações de entradas de mercadorias no território do Estado com a antecipação do pagamento do imposto, e as sujeitas ao recolhimento da diferença de alíquota. Art. 2º O saldo devedor do imposto apurado na forma do caput do artigo anterior, deverá ser recolhido até o 5º (quinto) dia subseqüente à quinzena de referência.

Art. 3º Em substituição ao regime de apuração quinzenal estabelecida no art. 1º, poderá o contribuinte optar pelo regime de antecipação do pagamento do ICMS, como abaixo discriminado: I - o adiantamento do imposto será feito até o 5º (quinto) dia subseqüente à primeira quinzena de cada mês, e corresponderá, no mínimo, a 40% (quarenta por cento) do valor total do ICMS devido no mês anterior, mínimo esse que somente poderá ser elevado pelo próprio contribuinte; II - o valor da antecipação do imposto será compensado quando procedida a apuração mensal de cada mês de competência, devendo o saldo devedor, se houver, ser recolhido até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente; III - a opção do contribuinte pelo regime de antecipação do imposto independe de autorização da Secretaria de Estado da Fazenda, bastando para sua efetivação, o recolhimento como disposto no inciso I deste artigo, sendo admitida a alternância desse regime com o estabelecido no art. 1º. Art. 4º O art. 1º do Decreto n.º 6.469/89 passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 1º I - ......................................................................................... II - a) até o 20º (vigésimo) dia do mês, para os bens e serviços com entrada em território paraense na primeira quinzena do mês de referência; b) até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente, para os bens e serviços com entrada em território paraense na segunda quinzena do mês de referência. III - nos demais casos até o 5º (quinto) dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o fato gerador. Parágrafo único. Excetua-se do disposto no inciso III os prazos especiais fixados em Decretos específicos. Art. 5º O disposto no art. 1º aplica-se aos regimes especiais e de substituição tributária, exclusive os Convênios e Protocolos que disponham de forma diversa. Art. 6º O saldo devedor do imposto apurado na segunda quinzena dos meses de dezembro e março de 1995, deverá ser recolhido até o dia 06 de janeiro de 1995, e até o 5º (quinto) dia do mês de abril de 1995, respectivamente. Parágrafo único. As empresas comerciais que realizaram vendas a pessoas físicas pelo sistema de crediário ou financiamento, recolherão o ICMS apurado na segunda quinzena do mês de dezembro de 1994, na hipótese do art. 1º, ou correspondente à apuração desse mês, na hipótese do art. 3º, em duas parcelas iguais, sendo a primeira até o dia 10 (dez), e a segunda até o dia 20 (vinte), do mês de janeiro de 1995.

Art.a.. Palácio do Governo do Estado do Pará...... até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente para prestações e operações com entrada no território paraense......... Excetua-se do disposto no inciso IV os prazos especiais fixados em Decretos específicos...º 2.Art.... IV .... A partir de 1º de abril de 1995.. Parágrafo único. a viger com as seguintes redações: "Art. voltará a ser mensal a apuração do ICMS. de 07 de novembro de 1994. 1º do Decreto n. 7º O imposto não recolhido nos respectivos prazos fica sujeito a correção monetária com base na Unidade Fiscal de Referência UFIR.. domingo. feriado ou não funcionar a rede bancária.. em 29 de dezembro de 1994...FIC... 11. revogado o Decreto n.. 12.469... 8º Quando o prazo de vencimento recair em sábado... 1º ....... na primeira quinzena do mês de referência. ficam revogadas as disposições deste Decreto contrárias as demais normas constantes do Decreto n... A partir do mês de abril de 1995... de 07 de dezembro de 1989..... e os incisos III e IV todos do art.....nos demais casos até o 10º (décimo) dia do mês subseqüente àquele em que tenha ocorrido o fato gerador.... Art.. III . independentemente de qualquer verificação prévia dos livros e documentos fiscais.º 6.." Art. Art.. .até o décimo dia do mês subseqüente à retenção do imposto pelo contribuinte substituto. na segunda quinzena do mês de referência.. o imposto será recolhido no primeiro dia útil subseqüente......469. b.. 9º O Documento de Arrecadação Estadual .. II ... 10.. Art.º 6.. de 07 de dezembro de 1989. acrescido das demais cominações legais.. para prestações e operações com entrada no território paraense. bastando para isso a Ficha de Identificação Cadastral .952.... passando as alíneas "a" e "b" do inciso II.DAE será entregue pela repartição fiscal de jurisdição do contribuinte ao titular do estabelecimento ou preposto.. Carlos José Oliveira Santos Governador do Estado João Baptista Ferreira Ramos Secretário de Estado da Fazenda. até o 25º (vigésimo quinto) dia do mês...... Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado.

.E. PA de 30/12/94.Publicado no D.O.