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2 1 Maio 2009

ENTRE NÓS
Projecto comum em East Anglia Portuguese Offer A Grande Marcha da Imigração
Já estão escolhidas as partes
A comissão de arranque para a constituição de uma organização intervenientes no “Portuguese Será já no próximo dia 4 que os imigrantes marcharão pelas ruas
que junte a maior parte dos portugueses que trabalham com e Offer”, a realizar no princípio de Londres para manifestarem a sua solidariedade com os
para a comunidade lusa, vão reunir-se no próximo dia 23 de do próximo ano. A comissão milhares de trabalhadores ilegais que garantem quase 20% da
Maio. Joe Barreto e Susana Forte Vaz defendem um projecto coordenadora será quase força laboral na capital. Pretende-se alertar as autoridades para a
aberto de união de esforços. “Para já existe uma ideia, mas nada integralmente constituída por necessidade de legalizar todos os radicados no país e que
está definido.Tudo está em aberto”, afirmou Joe Barreto. “São jovens de grande valor na nossa contribuem positivamente para o seu desenvolvimento
bem vindos todos os que dentro de East Anglia trabalham com os comunidade, que, brevemente, económico. Será uma marcha a que o nosso amigo e
portugueses”. Para mais informações telefone a Joe Barreto anunciaremos. Esteja, pois, colaborador Gonçalves da Silva se dedicou e que, certamente,
(07747860604) ou Susana Forte Vaz (01842 764622). atento a este evento. terá a adesão dos portugueses e outros falantes da língua lusa.

COMEMORAÇÕES DO DIA DA MADEIRA “As Notícias”


O encontro e convívio de madeirenses, cuja comunidade
representa 65 por cento do total dos portugueses no Reino Unido,
aumenta capital
é o principal motivo para o dia da Madeira, que realiza no domingo O nosso jornal vai, durante o mês
a segunda edição, no Kennington Park, Londres, declaram os de Maio, aumentar o seu capital.
Revolução atrasada organizadores. “Há encontros de pessoas que já não se vêem há
muitos anos, incluindo familiares”, diz Carlos Freitas, Conselheiro
Vamos recrutar mais quadros para
podermos chegar cada vez mais
No dia 25 de Abril de 1974 estava eu em Angola, onde trabalhava das Comunidades Madeirenses e organizador do evento. longe. O jornal pretende
no “Diário de Luanda” como revisor de provas gráficas. O jornalista “O Dia da Madeira não é só para os madeirenses, é para todos os consolidar a abertura do seu
Belmiro Vieira era o chefe de redacção e, salvo o erro, Pereira da portugueses”, sublinhou, em declarações à Agência Lusa. (Mais escritório em Londres, dirigido por
Costa era o director desse único vespertino (na altura, pois já antes informação no anúncio da página 23). Pedro Fernandes, que fará parte do
existira o “ABC”) da capital angolana, o grande “responsável” por quadro accionista da nossa
todo o meu percurso de vida entre jornais e revistas, embora tenha publicação, e chefiará a área de
dado os primeiros passos no jornal “O Comércio” e, depois, em “A
Província de Angola”, também estes sediados em Luanda.
Trabalhistas com comunidade lusa marketing e vendas. A
responsabilidade editorial
Pois bem... nesse dia, como em tantos outros, o jornal fechava O partido trabalhista em Norfolk está muito atento ao desenvolvimento continuará nas mãos de Daniel
perto das duas da tarde e, uma hora depois, os pequenos e dos projectos, das expectativas e necessidades da comunidade portuguesa Santos e a gestão global a cargo de
descalços ardinas lá estavam à porta da Gráfica Portugal para rece- na área. Este partido é o único que se apresenta a estas eleições com um João de Noronha. Outros nomes
berem os exemplares que iriam vender debaixo das arcadas da projecto que abrange as comunidades migrantes e defende a permanência bem conhecidos na nossa
pastelaria Versalhes, à porta da Paris, na Mutamba... enfim, um na União Europeia. Todos os outros, por interesses políticos, preferem comunidade completarão o novo
pouco por toda a bela Luanda de então, desde a Baixa aos esquecer as promessas do passado e não mencionar os imigrantes e criam quadro, reforçado com uma nova
Combatentes. Nesse dia, como em tantos outros, o ambiente era dúvidas quanto à Europa, com medo de perderem votos na comunidade administrativa e um novo
calmo e concentrado na lufa-lufa do fecho da edição, nada fazia adi- local. Tanto os deputados, como os conselheiros das variadas câmaras, vendedor. A distribuição
vinhar que, a milhares de quilómetros de distância, tinha acontecido manifestaram ao nosso jornal a necessidade que a comunidade portuguesa continuará a cargo do próprio
uma revolução. Na altura, ninguém se apercebeu do semblante algo se integrar na política interna do país, para fazer valer os seus direitos. jornal, de algumas empresas
preocupado do chefe de redacção, tão pouco alguém terá dado Para isso seria necessário que os portugueses se inscrevessem nos accionistas e da TNT e
importância a uma notícia de última hora que referia haver movimen- cadernos eleitorais para as eleições locais, a terem lugar no próximo dia 4 manteremos os mesmos cerca de
tos de tropas em Lisboa. Descansados, ou melhor, alheios a essas de Junho. Basta contactar o nosso jornal e nós organizamos a forma de lhe 500 postos de distribuição desde
coisas de política que ocorriam no puto, todos nós ansiávamos pela fazer chegar um formulário. Para mais informações tel: 01842 764622. Jersey à Escócia.
hora de saída, todos nos preocupávamos mais com a Cuca ou
Nocal bem fresquinha que nos aguardava no Baleizão, no PUB.
Amazonas ou noutra esplanada qualquer. Para além disso, de movi-
mentos de tropa estava eu farto - fazia quase um ano que acabara
o meu serviço (leia-se suplício) militar, durante o qual passeara,
durante três anos e meio, o camuflado por São Salvador, Ambriz,
Ambrizete, Buela, Quiende, Magina, Quiximba, Tomboco... e tantos
FLATS
outros locais dessa imensa e saudosa Angola. Nesse dia, portanto,
como em tantos outros, vivia-se o quotidiano do costume, numa
ALUGAM-SE
cidade pejada de militares mas onde já não havia guerra. Vivia-se,
nesse dia, como em tantos outros, com a parca informação que a 2 e 3 quartos
Pide, Governador Geral, Forças Armadas e outros órgãos de cúpu-
la entendiam fornecer. Por isso, a 25 de Abril não vivemos a re- £100/semana
volução, não cheirámos os cravos, não gritámos liberdade. Em
Luanda, vivêmo-la a 26, um dia depois... Uma revolução atrasada Estúdio
que, passados todos estes anos, ainda não chegou a todo o lado. £80/semana
Propriedade
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25A Guildhall Street Loja no
Thetford- Norfolk IP24 2DT
Telf: 01842 764622 centro de
geral@portuguesemedia.co.uk
Thetford
Direcção Geral: João de Noronha joaonoronha@portuguesemedia.co.uk; Director: Daniel
Santos daniel@portuguesemedia.co.uk ; Direcção Financeira: Susana Forte Vaz Ligue para
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(Desporto); Vanessa Haiden (Reino Unido); JCD Gomes (Guernsey); Isilda de Freitas 07877 437 163
(Jersey); F. Gonçalves da Silva (Londres); P. Pereira (Ipswich); J. Bandeira (Great
Yarmouth); Cristina de Sousa (Manchester); Paula Magalhães (Lincolnshire); Carlos Dias
(Midlands); Manuel Gonçalves (Somerset); Paulo Vinha (Bournmouth); Valdeiza Costa
(Thetford); Revisora: Susana Vaz; Distribuição: Própria com Euromarket e Júlio
Sequeira; Tiragem: 20 mil exemplares distribuídos em 258 localidades na Inglaterra, País
de Gales, Escócia e Ilhas de Guernsey e Jersey; Colaboração: Lusa, Agência de Notícias
de Portugal, SA .

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