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CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

(CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Julgue os itens que se seguem, acerca dos conceitos básicos de direito do consumidor. 1. As pessoas jurídicas não gozam da proteção do Código de Defesa do Consumidor (CDC), mesmo quando adquirem produtos como destinatárias finais, pois apenas as pessoas físicas são consideradas consumidores. GABARITO: E 2. Os serviços de energia elétrica residencial não são submetidos às normas do CDC. GABARITO: E
Art. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. § 2° Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. Art. 6º, X - a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.

3. Considere que a Via MDL Transportes Ltda., concessionária de serviço público de transporte coletivo municipal, preste serviços mediante remuneração pelos passageiros. Nesse caso, por ser uma concessionária de serviço público, a Via MDL Transportes Ltda. não é enquadrada no conceito de fornecedora de serviços de consumo. GABARITO: E 4. Os beneficiários da gratuidade de transporte público coletivo não estão acobertados pelas normas do CDC, uma vez que os serviços prestados a esses beneficiários não são remunerados. GABARITO: E
Ainda no que tange aos terceiros, é de se mencionar a aplicação do CDC, tendo em vista o art. 17 que equipara à condição de consumidoras todas as vítimas do evento danoso, muito embora não haja relação contratual de consumo entre as partes.

5. A jurisprudência pacífica do Superior Tribunal de Justiça (STJ) é no sentido de que CDC se aplica às relações jurídicas entre as instituições bancárias e os correntistas, quando aquelas apresentam a estes seus produtos e serviços. GABARITO: C Súmula 297, STJ – O CDC é aplicável às instituições financeiras . 6. Considere a seguinte situação hipotética. Juarez e Moisés foram dispensados sem justa causa de seus antigos empregos e decidiram investir o dinheiro recebido a título de verbas rescisórias na compra de produtos eletrônicos fabricados na China, a fim de revendê-los em uma calçada no centro da cidade de São Paulo, em uma barraca com a placa JM Eletrônicos. Nessa situação, em conformidade com a disciplina do CDC, a JM Eletrônicos é considerada fornecedora. GABARITO: C – ente despersonalizado 7. Visando adquirir um novo veículo para o exercício de sua atividade, determinado taxista celebrou contrato de arrendamento mercantil com uma instituição bancária. Nesse caso, o referido contrato deve obediência às normas do CDC. GABARITO: C jurisprudência do STJ quanto ao contrato + teoria maximalista 8. Considere que Tânia tenha celebrado contrato de franquia para comercializar produtos de uma rede de alimentos de renome, desfrutando de seu nome e de sua tecnologia, e que tenha sido avençada, no contrato, excessiva multa em seu desfavor. Nesse caso, a cláusula que estabelece a multa contratual deve ser tornada sem efeito, pois o STJ possui pacífico entendimento

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ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO

jurisprudencial que reconhece a aplicação do CDC às relações jurídicas travadas entre franqueador e franqueado. GABARITO: E 9. Considere que Pedro tenha sofrido prejuízos patrimoniais em razão do inadimplemento de contrato de consumo. Nessa situação hipotética, ao ajuizar a ação de reparação de danos, Pedro estará dispensado de produzir qualquer tipo de prova, já que o ônus da prova é sempre invertido automaticamente em favor do consumidor. GABARITO: E
Art. 6º, VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;

10. Os direitos previstos no CDC não excluem outros direitos previstos em tratados internacionais de que o Brasil seja signatário. GABARITO: C
Art. 7° Os direitos previstos neste código não excluem outros decorrentes de tratados ou convenções internacionais de que o Brasil seja signatário, da legislação interna ordinária, de regulamentos expedidos pelas autoridades administrativas competentes, bem como dos que derivem dos princípios gerais do direito, analogia, costumes e eqüidade.

11. Considere a seguinte situação hipotética. A empresa Cristalina Serviços Gerais Ltda. adquiriu alguns móveis para os escritórios de suas filiais, tendo efetuado o pagamento em parcelas mensais. Em razão de um erro administrativo da fornecedora, foi levado a protesto título de crédito emitido pela Cristalina Serviços Gerais Ltda. e seu nome foi inscrito no cadastro de devedores inadimplentes, causando-lhe prejuízos, uma vez que a empresa participa de licitações de âmbito estadual e federal. Nessa situação, a Cristalina Serviços Gerais Ltda. Poderá ajuizar ação contra a fornecedora somente no que se refere a eventuais prejuízos materiais, pois, no ordenamento jurídico brasileiro, as pessoas jurídicas não sofrem danos morais. GABARITO: E Súmula 227, STJ. 12. O CDC dispõe, expressamente, que as cláusulas dos contratos de consumo somente podem ser modificadas quando, em razão de fato imprevisto e extraordinário, as prestações se tornam onerosas ao consumidor e excessivamente vantajosas ao fornecedor. GABARITO: E
V - a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;

13. É solidária a responsabilidade dos fornecedores de bens e serviços de consumo pela reparação dos danos causados aos consumidores, caso haja mais de um ofensor. GABARITO: C
Art. 25, § 1° Havendo mais de um responsável pela causação do dano, todos responderão solidariamente pela reparação prevista nesta e nas seções anteriores.

14. Considere que determinada montadora de automóveis tenha colocado no mercado um novo modelo utilitário e que, após alguns meses de comercialização dos veículos, tenha sido constatado que os automóveis incendiavam-se quando se encontravam estacionados, em razão de defeito de fabricação. Nesse caso, o fabricante dos automóveis é obrigado a informar aos compradores dos veículos o defeito e a ressarci-los de eventuais danos. GABARITO: C
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quando da fabricação do produto. Considere que um fabricante de eletrodomésticos tenha colocado no mercado um novo modelo de processador de alimentos. o que aumenta a segurança de utilização do produto. 19. GABARITO: C Art. O fornecedor de produtos de consumo somente será responsabilizado quando for provado o dolo em causar danos aos consumidores. montagem. manipulação. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto. Considere ainda que esse modelo apresente novo design. 15. não os fabricantes dos produtos. 18. o produto substituído não é considerado defeituoso. o fornecedor do produto é solidariamente responsável pelos atos de Ciro. Nessa situação. e o importador respondem. produtor. o produtor. independentemente da existência de culpa. o supermercado deve ser o único responsável pela reparação dos danos causados aos consumidores. § 2º O produto não é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no mercado. alguns produtos perecíveis tenham se deteriorado. Tendo mais de um autor a ofensa.o produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante. O comerciante é igualmente responsável. Nesse caso. substituído. de qualidade superior à do modelo anterior. GABARITO: C Art. julgue os itens seguintes.br . fórmulas. Ao promover a divulgação dos produtos representados. causou-lhe danos à saúde. o produtor ou o importador não puderem ser identificados. construtor ou importador. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos. o fabricante somente responderá pelos danos causados se Ana provar a negligência. GABARITO: C GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. além de controle de velocidade e de temperatura. quando: I . 16. após ter sido ingerido. apresentação ou acondicionamento de seus produtos.3 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art. 13 20. Considere que um gerente de supermercado tenha determinado que a temperatura dos freezers fosse aumentada para economizar energia e que. Ciro é representante autônomo de certo fabricante de produtos de beleza.fortium. nacional ou estrangeiro. que causaram irritação na pele de várias consumidoras. Nessa situação. III . Nessa situação hipotética. 12. Considere a seguinte situação hipotética.o fabricante. fabricação. Parágrafo único. O fabricante. em razão disso. GABARITO: E 17. Ana adquiriu um produto enlatado que. para os fins das normas de direito do consumidor. imprudência ou imperícia do mesmo. o construtor. Ciro distribuiu amostras grátis de produtos com prazo de validade vencido.com. 13. com opções de cores. o que causou danos à saúde de vários consumidores. todos responderão solidariamente pela reparação dos danos previstos nas normas de consumo (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Quanto à responsabilidade civil dos fornecedores. GABARITO: E Art. GABARITO: C – art. 12. II . o construtor. nos termos do artigo anterior. O supermercado que comercializa hortaliças nocivas à saúde de seus clientes será responsabilizado por eventuais danos causados à saúde dos consumidores. 7º. construção. se não for possível identificar o produtor dessas hortaliças.não conservar adequadamente os produtos perecíveis.

24. causando riscos à saúde de Nair. embora haja colocado o produto no mercado. GABARITO: C Art. trata-se de responsabilidade civil do fornecedor por vício do produto de consumo. O fornecedor de serviços responde. 14. A partir da situação hipotética acima e das normas de proteção à segurança e à saúde dos consumidores. a responsabilidade civil do médico é objetiva. a responsabilidade pela reparação dos danos carreados a Tereza será do engenheiro responsável pela obra. § 4° A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. DE VÍCIO o o o o o o QUALIDADE QUANTIDADE IMPRÓPRIO INADEQUADO DIMINUI O $ FUNCIONALIDADE (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Em cada um dos próximos itens. Nessa situação. seguida de uma assertiva a ser julgada com base na responsabilidade civil dos fornecedores de serviços de consumo. ao utilizar o produto. Nair. GABARITO: E Art. 12. o defeito inexiste. Contudo. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. Nesse caso. imprudência ou imperícia. Nessa situação. o produtor ou importador só não será responsabilizado quando provar: I .4 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art.com. Tereza contratou uma construtora para reformar um de seus imóveis recentemente adquirido. pretendendo realizar uma cirurgia oftalmológica. O fornecedor do produto ou serviço é solidariamente responsável pelos atos de seus prepostos ou representantes autônomos (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) José comprou um aparelho eletrônico de uso profissional de marceneiros e. GABARITO: E Art. além de ter utilizado materiais de segunda categoria. § 3° O fabricante.que não colocou o produto no mercado.que. 21. causando prejuízos à consumidora. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços.br . GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. GABARITO: E FATO  ACIDENTE CONSUMO  DEFEITO  SEGURANÇA. 34.  DANO. 23. o resultado da cirurgia não foi o esperado.a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro. já que o médico não utilizou os instrumentos necessários. sofreu grave lesão em sua mão esquerda. o construtor. III . mediante a demonstração de sua negligência. A construtora não seguiu o projeto apresentado por Tereza. é apresentada uma situação hipotética. julgue os próximos itens. 14. 22. O fabricante do aparelho eletrônico não será responsabilizado civilmente se provar a culpa exclusiva de José quando da utilização do referido aparelho.fortium. contratou os serviços de renomado médico. independentemente da existência de culpa. II .

Jonas comprou um automóvel 0 km. Após longo período acumulando fundos para adquirir seu primeiro veículo. coletivos e difusos. julgue os itens seguintes. inclusive no sistema de freio. da embalagem. rotulagem ou mensagem publicitária. Nessa situação. 6º.a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais. A partir da situação hipotética apresentada acima e das normas de proteção e defesa do consumidor. julgue os itens subseqüentes. Os fornecedores respondem solidariamente pelos vícios de quantidade do produto sempre que. CONSUMO o RESTITUIÇÃO IMEDIATA GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. alternativamente e à sua escolha 26. rotulagem ou de mensagem publicitária. da embalagem. 18. VI . Considere a seguinte situação hipotética. Jonas faz jus apenas à reparação dos danos patrimoniais. da embalagem. respeitadas as variações decorrentes de sua natureza. podendo o consumidor exigir. de acordo com o entendimento jurisprudencial dominante. 19. de acordo com as disposições do CDC. Constitui vício de qualidade de produto de consumo a disparidade existente entre o rótulo e o conteúdo do recipiente de produto alimentício. Bento não poderá requerer a imediata restituição da quantia paga. Se determinada empresa for contratada para entregar uma correspondência em outra unidade da Federação. GABARITO: E TIPO DE VÍCIO INDENIZAÇÕES QUALIDADE DO PRODUTO – art. em razão disso. na primeira semana de uso. pois. 25. 27. Em razão das várias tentativas de solucionar o problema. pois. respeitadas as variações decorrentes de sua natureza.fortium. constrangimento. GABARITO: C Art. a entrega impontual da correspondência e em desconformidade com o avençado caracterizará vício de qualidade do serviço. angústia. em razão de suas mensagens publicitárias sustentarem sua pontualidade e eficiência na prestação dos serviços de entrega. os donos morais são abrangidos pelos patrimoniais. deverá aguardar o prazo de trinta dias para que o vício seja sanado pelo fornecedor.br . assim como por aqueles decorrentes da disparidade. GABARITO: C Art. Art. GABARITO: E Art. 18.NÃO SENDO O VÍCIO SANADO 18 EM 30 DIAS:  IMPRÓPRIOS AO CONSUMO o SUBSTITUIÇÃO DO  INADEQUADOS AO PRODUTO. seu conteúdo líquido for inferior às indicações constantes do recipiente. nesses casos. monetariamente atualizada. rotulagem ou mensagem publicitária. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. 28. com a indicações constantes do recipiente.com. podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. ultrapassando a esfera do mero dissabor. Jonas sofreu frustração. individuais. decidiu requerer a imediata restituição da quantia paga. Contudo. dor e vexame. assim como por aqueles decorrentes da disparidade. respeitadas as variações decorrentes de sua natureza. com a indicações constantes do recipiente. o veículo apresentou vários defeitos. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Bento adquiriu um medicamento de uso continuado que apresentava vício de quantidade e.5 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Com relação à responsabilidade por vício do produto e do serviço.

br . 20 • IMPRÓPRIOS • DIMINUEM SEU $ • DISPARIDADES COM A OFERTA  ABATIMENTO PROPORCIONAL DO PREÇO. 31.  RESTITUIÇÃO DA QUANTIA PAGA  ABATIMENTO PROPORCIONAL DO PREÇO 29. GABARITO: C Art. peças de reposição usadas e que não mantinham as especificações técnicas do fabricante do televisor. Considerando a situação hipotética acima e as normas de defesa do consumidor. 70. A ignorância do fornecedor sobre os vícios de qualidade por inadequação dos produtos e serviços não o exime de responsabilidade.fortium. Empregar na reparação de produtos. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www.  RESTITUIÇÃO IMEDIATA DA QUANTIA PAGA  REEXECUÇÃO DO SERVIÇO. A utilização de peças de reposição usadas. sem autorização do consumidor: Pena Detenção de três meses a um ano e multa. No fornecimento de serviços que tenham por objetivo a reparação de qualquer produto considerar-se-á implícita a obrigação do fornecedor de empregar componentes de reposição originais adequados e novos.  COMPLEMENTAÇÃO. constitui crime contra as relações de consumo. 23. adequados e novos.  SUBSTITUIÇÃO DO PRODUTO. autorização em contrário do consumidor. A responsabilidade do fornecedor do medicamento será afastada se o mesmo provar sua ignorância acerca dos alegados vícios. ou que sejam originais. sem a autorização de Mara. GABARITO: C Art.6 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO   DIMINUIÇÃO DE VALOR DISPARIDADE COM AS INDICAÇÕES o DA QUANTIA PAGA. ABATIMENTO PROPORCIONAL DO PREÇO QUANTIDADE DO PRODUTO: art. quanto a estes últimos. 21. É implícita a obrigação do prestador de serviços de empregar componentes de reposição que mantenham as especificações técnicas do fabricante do televisor. ou que mantenham as especificações técnicas do fabricante.com. GABARITO: E Art. julgue os itens a seguir. 30. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Mara levou seu aparelho televisor defeituoso para uma loja autorizada a efetuar reparos do gênero e o prestador de serviços utilizou. no conserto do aparelho. salvo. 19 CONTEÚDO LÍQUIDO INFERIOR ÀS INDICAÇÕES QUALIDADE DOS SERVIÇOS: art. peça ou componentes de reposição usados.

incumbe ao patrocinador o encargo da prova.fortium.7 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Julgue os itens seguintes. 68. GABARITO: C O CDC proibiu a publicidade abusiva e enganosa e disciplinou a matéria segundo os seguintes princípios: a) Identificação da publicidade (art. 66. preço ou garantia de produtos ou serviços: Pena . Considere que certa ótica tenha veiculado propaganda no sentido de que seria dado desconto de 70% na compra à vista de qualquer lente de contato.br . segurança. durabilidade. 31 c/c art. 36. de acordo com as disposições do CDC. qualidade. GABARITO: C Enganosa: inteiramente ou parcialmente falsa ou capaz de induzir em erro o consumidor. d) Transparência da fundamentação (art. c) Não-abusividade (art. quantidade. caput) – a publicidade deve ser prontamente identificada como tal.  Que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de modo prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança. 37. §§ 1º e 3º) – para coibir a propaganda enganosa.Detenção de seis meses a dois anos e multa: 2 Art. GABARITO: C a) Abusiva:  Discriminatória de qualquer natureza. Ex.  Que se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança. 37. quando os consumidores chegavam à loja para realizar a compra. Fazer afirmação falsa ou enganosa. promova a discriminação de mulheres negras. A publicidade pode ser classificada em: 33. § 2º) – para coibir a publicidade abusiva. § único) – deve se fundamentar em dados fáticos. Considere ainda que. a pretexto de divulgar nova fórmula de produto de beleza.  Que desrespeita valores ambientais. Considera-se abusiva a propaganda que. Visa evitar a publicidade oculta e subliminar.Detenção de três meses a um ano e multa. ou omitir informação relevante sobre a natureza. e) Obrigatoriedade do cumprimento (arts. O CDC prevê a tipificação no art. 36.1 34. 66. relativos a publicidade e a propaganda de consumo.: merchandising presentes nas novelas brasileiras. § 1º Incorrerá nas mesmas penas quem patrocinar a oferta. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www.31 c/c art. b) Veracidade (art. técnicos e científicos. São princípios relativos à publicidade. § 2º Se o crime é culposo.  Que explore o medo ou a superstição. a vinculação contratual da publicidade e a veracidade da publicidade.  Que incite à violência. até mesmo por omissão. Nessa situação.com. 38) – é a inversão legal do ônus da prova. 32. característica. desempenho. 30 e 35) – integra o contrato e obriga o fornecedor f) Inversão do ônus da prova(art. constatavam que o desconto somente era válido para as lentes de contato gelatinosas. a propaganda veiculada pela ótica é uma propaganda enganosa por omissão. Fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa a sua saúde ou segurança: Pena .2 1 Art.

Miriam levou seu aparelho celular para consertar em uma loja da qual já era cliente há vários anos. propriedades. dentre outras práticas abusivas: I . 35. 36. 39. O técnico responsável realizou o reparo devido sem a prévia concordância de Miriam acerca do preço.condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço. A comunicação de caráter publicitário capaz de induzir a erro o consumidor acerca das características de qualquer produto ou serviço é uma propaganda abusiva. julgue os itens seguintes.  Venda casada – condicionar o fornecimento de um produto ou serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço 37. características.executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização expressa do consumidor. GABARITO: E Art. bem como. mesmo por omissão. uma vez que o preço cobrado é inferior ao preço de mercado do aparelho. qualquer produto. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. na hipótese prevista no inciso III. capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza. a limites quantitativos. origem. Considere a seguinte situação hipotética. com um boleto bancário em anexo. mesmo que de pequeno valor. a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço. O aparelho de barbear enviado a Simão equipara-se a uma amostra grátis. § 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário. dentre outras práticas abusivas: III . inexistindo o dever de efetuar o pagamento de qualquer quantia. GABARITO: E (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Julgue os itens a seguir. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Sem prévia solicitação. qualidade. por qualquer outro modo. quantidade. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços. Art. dentre outras práticas abusivas: VI . sem justa causa. preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços. 38. Os serviços prestados e os produtos remetidos ou entregues ao consumidor. GABARITO: E Art.com. prática já verificada entre as partes em ocasiões anteriores.fortium. GABARITO: E    Art. ou fornecer qualquer serviço 39. ressalvadas as decorrentes de práticas anteriores entre as partes. o técnico realizou o serviço em total desconformidade com as normas do CDC. no que se refere a práticas comerciais regidas pelo CDC.8 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art. 39. equiparam-se às amostras grátis. GABARITO: C Parágrafo único. Simão recebeu em sua residência um aparelho de barbear de certo fabricante. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços.br . Nessa situação. 39. É lícito ao fabricante de produtos de higiene condicionar a aquisição de determinada marca de creme dental à aquisição de certo modelo de escova de dentes. § 3° Para os efeitos deste código. inteira ou parcialmente falsa. para efetuar o pagamento de valor inferior ao preço de mercado do aparelho. 37.enviar ou entregar ao consumidor. 37. ou. Acerca da situação hipotética apresentada e das normas de proteção e defesa do consumidor. inexistindo obrigação de pagamento Pena Detenção de um a seis meses ou multa. É lícita a prática comercial do fabricante do aparelho de barbear. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços. sem solicitação prévia.

As declarações de vontade constantes de escritos particulares. recibos e pré-contratos relativos às relações de consumo vinculam o fornecedor. O orçamento entregue a Rute teve validade até o dia 27/9/2007.com. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores. Nessa situação. julgue os itens que se seguem. o sentido das cláusulas contratuais. redigidas pela prestadora de serviços. que a mesma teria direito a mais dois uniformes.  41. Contudo. segundo as normas de proteção aos contratos de consumo. 46. 42. GABARITO: C Art. Igor firmou contrato de prestação de serviços de transporte de valores com certa transportadora. Tendo como referência inicial a situação hipotética acima. em uma loja de fabricação de móveis sob medida. 48. Por ter efetuado o pagamento à vista e antes da execução dos serviços. Nessa situação. ensejando inclusive execução específica. GABARITO: E Art. 84 e parágrafos (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Considere que Junia tenha efetuado a compra de uma enciclopédia por meio de contato telefônico de certo serviço de telemarketing. no importe de R$ 1. 43. se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo. é de difícil compreensão. 44. o preposto da empresa declarou formalmente.fortium. GABARITO: C  Art.200. as condições de pagamento. tendo recebido o orçamento no dia 17/9/2007. o orçamento obriga os contraentes e somente pode ser alterado mediante livre negociação das partes. nos termos do art. O fornecedor de serviço será obrigado a entregar ao consumidor orçamento prévio discriminando o valor da mão-de-obra. dos materiais e equipamentos a serem empregados. a empresa de confecção não está obrigada a entregar a Aline dois uniformes adicionais. § 1º Salvo estipulação em contrário. bem como as datas de início e término dos serviços. 40.00. Junia poderá desistir do contrato no prazo máximo de 72 horas contados do ato de recebimento da enciclopédia. pois o preposto fez declaração apenas no recibo e não no instrumento contratual anteriormente firmado entre as partes. tornando o contrato mais oneroso em R$ 1. ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance.9 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Rute solicitou. a loja contratou os serviços de renomado arquiteto.br .200.00. julgue os próximos itens. Rute não tem obrigação de arcar com as despesas de contratação do arquiteto. Aline contratou os serviços de uma empresa de confecção de roupas para produzir vinte uniformes. orçamento para a montagem de armários para sua residência. Nessa situação. o valor orçado terá validade pelo prazo de dez dias. no recibo entregue a Aline. contado de seu recebimento pelo consumidor. No curso da execução dos serviços. seguida de uma assertiva a ser julgada. 40. GABARITO: C  § 2° Uma vez aprovado pelo consumidor. acerca dos contratos de consumo. é apresentada uma situação hipotética acerca da proteção aos contratos de consumo. o contrato firmado por Igor não o obrigará a cumpri-lo. GABARITO: E GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. § 3° O consumidor não responde por quaisquer ônus ou acréscimos decorrentes da contratação de serviços de terceiros não previstos no orçamento prévio (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Em cada um dos itens subseqüentes. sem qualquer custo adicional.

não poderá ser superior a 2% do valor de cada prestação devida por Amon. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo. serão devolvidos. a multa de mora decorrente do inadimplemento de qualquer prestação. GABARITO: E § 2° A nulidade de uma cláusula contratual abusiva não invalida o contrato. § 1° Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos serviços.br . em razão de já ter decorrido o prazo de garantia. Verônica ganhou de presente de casamento um aparelho refrigerador e observou que o fornecedor conferiu garantia do produto pelo prazo de dois anos. Dino deixou seu veículo aos cuidados de um manobrista. 48. A desistência do contrato enseja a perda de metade do valor eventualmente pago por Junia. GABARITO: E Parágrafo único. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em: I . Nessa situação. acerca dos contratos de consumo. os valores eventualmente pagos. Nessa situação. tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis. GABARITO: E Art. monetariamente atualizados. 46. apesar dos esforços de integração. Considere a seguinte situação hipotética.trinta dias. GABARITO: C GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. decorrer ônus excessivo a qualquer das partes.noventa dias. recebendo um comprovante que continha declaração de que o restaurante não se responsabilizaria por eventuais danos ou furto do veículo. a qualquer título. Ao retornar. GABARITO: E $ $ $REMUNERAÇÃO $ $  O SERVIÇO DEVE SER REMUNERADO. EM RAZÃO DE OUTRO SERVIÇO REMUNERADO (EXEMPLO: LAVAGEM DE CARRO GRATUITA QUE É CONFERIDA A QUEM ABASTECE NO POSTO DE GASOLINA) DEVE SER CONSIDERADA DENTRO DA RELAÇÃO DE CONSUMO POR DERIVAÇÃO DO SERVIÇO REMUNERADO. 47. Considere a seguinte situação hipotética. o mesmo apresentou defeito oculto. o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito. Amon tenha firmado contrato de financiamento com certa instituição financeira. Após dois anos e dez dias da data da compra do aparelho refrigerador. por ser serviço oferecido gratuitamente aos clientes. exceto quando de sua ausência. Nessa situação hipotética. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Julgue os itens que se seguem. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. no prazo fixado. pois serviços de forma gratuita não se enquadram na definição de consumo. § 3° Tratando-se de vício oculto. II . em conformidade com entendimento jurisprudencial dominante. 49. a contar da data da aquisição. O consumidor pode desistir do contrato. 49. tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis. 45. especialmente por telefone ou a domicílio. durante o prazo de reflexão. o restaurante não tem o dever de responder pela reparação dos danos experimentados por Dino.fortium. Ao decidir jantar em renomado restaurante. de imediato. Verônica não poderá apresentar reclamação acerca dos defeitos apresentados pelo refrigerador. 26. PORÉM a DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA TÊM CONSIDERADO QUE O SERVIÇO PRESTADO DE FORMA GRATUITA. Considere que. Os contratos de consumo que contiverem qualquer cláusula contratual abusiva são considerados nulos de pleno direito.10 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art. foi constatado o furto do veículo de Dino. no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. a fim de adquirir uma motocicleta. mediante o pagamento de prestações mensais e sucessivas.com.

52.com. baixarão normas relativas à produção. mediante o pagamento de prestações mensais. 58 GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. industrialização. Nesse caso. em razão do inadimplemento. no caso de inadimplemento. consideram-se nulas de pleno direito as cláusulas que estabeleçam a perda total das prestações pagas em benefício do credor que. 53. A União. pleitear a resolução do contrato e a retomada do imóvel alienado. Os municípios não têm competência para legislar acerca da produção e industrialização de produtos de consumo. sem que o consumidor possa discutir ou modificar substancialmente seu conteúdo. pleitear a resolução do contrato e a retomada do produto alienado. Nos contratos de compra e venda de móveis ou imóveis mediante pagamento em prestações.br . 52. Contrato de adesão é aquele cujas cláusulas tenham sido aprovadas pela autoridade competente ou estabelecidas unilateralmente pelo fornecedor de produtos ou serviços. consideram-se nulas de pleno direito as cláusulas contratuais que estabeleçam a perda total das prestações pagas em benefício do credor que. bem como nas alienações fiduciárias em garantia. O contrato de adesão é aquele em que o consumidor discute previamente com o fornecedor cada uma das cláusulas contratuais. 53. os Estados e o Distrito Federal. GABARITO: C VÍCIO DE QUANTIDADE OUREINCIDÊNCIA NA PRÁTICA DAS QUALIDADE POR INADEQUAÇÃO OUINFRAÇÕES MAIS GRAVES – art. § 1° As multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação 50.11 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art. GABARITO: C Art. relativos às sanções administrativas. GABARITO: E Art. 55. podendo modificá-las e adequá-las à sua vontade. Considere que um consumidor tenha firmado contrato de compra e venda de imóvel residencial. GABARITO: C Art. distribuição e consumo de produtos e serviços. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Julgue os itens seguintes.fortium. 59 INSEGURANÇA DO PRODUTO OU SERVIÇO – art. 54. A administração pública poderá aplicar aos comerciantes a pena administrativa de suspensão do fornecimento de produto quando forem constatados vícios de quantidade por inadequação. em caráter concorrente e nas suas respectivas áreas de atuação administrativa. 51.

fortium. Art. para proteção da vida e saúde do consumidor. para que se paralise a atividade comercial. § 2º . às expensas do infrator. obra ou atividade – deve ocorrer em casos extremos (+ graves)8  Intervenção administrativa . 36 e seus parágrafos. 59. nos termos do art. a autoridade poderá nomear depositária fiel para os bens. com práticas não autorizadas ou comercialização de produtos não permitidos por serem nocivos ao consumidor.  Cassação de alvará de licença do estabelecimento ou atividade6 – práticas não autorizadas ou comercialização de produtos não permitidos (nocivos)  Suspensão temporária de atividade7 – medida preventiva até que se esclareça a suspeita de irregularidade  Interdição de estabelecimento. de forma capaz de desfazer o malefício da publicidade enganosa ou abusiva. acerca das infrações às normas de defesa do consumidor. 8 A interdição é das sanções mais graves. 60. quando o fornecedor incorrer na prática de publicidade enganosa ou abusiva. A imposição de contrapropaganda será cominada quando o fornecedor incorrer na prática de publicidade enganosa ou abusiva.12 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO – – – – – – Apreensão do produto3 – impróprio ao consumo Inutilização de produtos – impedir o consumo de produtos que podem causar riscos à saúde Proibição de fabricação de produtos4 – alta periculosidade do produto Suspensão de fornecimento de produto ou serviço5 – medida temporária e preventiva até que se esclareça a suspeita de irregularidade Cassação do registro do produto – no caso de inadequação ou insegurança do produto ou serviço Revogação de concessão ou permissão .visa restabelecer a prestação de serviço ao consumidor.Art. preferencialmente no mesmo veículo.com. § 1° A pena de cassação da concessão será aplicada à concessionária de serviço público. Impõe-se a contrapropaganda. freqüência e dimensão e. § 1º A contrapropaganda será divulgada pelo responsável da mesma forma. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www.sempre que as circunstâncias de fato desaconselharem a cassação da licença. GABARITO: C Em caso de produto impróprio ao consumo. sempre às expensas do infrator. até que se fique devidamente esclarecida a suspeita de irregularidade. somente podendo ocorrer em casos extremos para paralisar total ou parcialmente uma atividade. até que se esclareça se há ou não perigo de lesão ao consumidor.br 3 . local. 4 Sanção aplicada diante da alta periculosidade do produto. interdição ou suspensão da atividade 54. 6 Em caso de desrespeito à licença concedida pela autoridade. 5 É medida temporária que possibilidade a prevenção de danos. Pratica crime contra as relações de consumo o fornecedor que promove dolosamente publicidade enganosa ou abusiva. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Julgue os itens subseqüentes. GABARITO: C Art. industrial ou de prestação de serviços. 59. espaço e horário. quando violar obrigação legal ou contratual. retirando parte suficiente para análise pericial. 55. 7 É utilizada com o mesmo fim da suspensão de fornecimento.

devidamente preenchido pelo fornecedor. 50.: poluição de um rio  Condôminos  Art. as ações judiciais para defesa dos referidos consumidores deverão ser ajuizadas individualmente. no ato do fornecimento. 57. devendo ser-lhe entregue. Pena Detenção de um a seis meses ou multa. de que sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato. com ilustrações Art.13 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art. Considere que alguém tenha adquirido uma máquina fotográfica digital.br .interesses ou direitos difusos. GABARITO: E DIFUSOS  Transindividuais Indivisíveis Pessoas indeterminadas COLETIVOS  Transindividuais  Indivisíveis  Grupo. Considere que vários consumidores tenham sido prejudicados em razão do aumento exacerbado das mensalidades escolares de determinada instituição de ensino. acompanhado de manual de instrução. assim entendidos. os transindividuais. O termo de garantia ou equivalente deve ser padronizado e esclarecer. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Acerca da defesa do consumidor em juízo. de maneira adequada em que consiste a mesma garantia. mediante solicitação pela Internet. bem como a forma. para efeitos deste código. A defesa coletiva será exercida quando se tratar de: I . Nessa situação. ou a título coletivo. o prazo e o lugar em que pode ser exercitada e os ônus a cargo do consumidor. Nesse caso. Parágrafo único. Parágrafo único. mas o fabricante tenha se recusado a enviar o termo de garantia do produto. GABARITO: E Art. A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo individualmente. de natureza indivisível. pois o CDC não admite a propositura de ação judicial para a defesa de interesses coletivos. 74. Fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganosa ou abusiva: Pena Detenção de três meses a um ano e multa. 81. de instalação e uso do produto em linguagem didática. 56. sem qualquer repercussão na esfera criminal. A garantia contratual é complementar à legal e será conferida mediante termo escrito. categoria ou classe de pessoas INDIVIDUAIS HOMOGÊNEOS  Individuais Divisíveis Determinadas      Circunstância de fato  Relação jurídica base  Relação jurídica nasce da lesão Acidente de avião  Ex. 67.fortium. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. julgue os itens a seguir. o fabricante praticou mera infração administrativa.com. Deixar de entregar ao consumidor o termo de garantia adequadamente preenchido e com especificação clara de seu conteúdo.

bem como auxiliar a fiscalização de preços. V .com. GABARITO: C Art. julgue os itens que se seguem. são admissíveis apenas duas espécies de ações: mandado de segurança e ação civil pública. dispensada a autorização assemblear.informar. elaborar. Integram o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC). do Distrito Federal e municipais e as entidades privadas de defesa do consumidor. IV . VIII .prestar aos consumidores orientação permanente sobre seus direitos e garantias. II . para efeitos deste código. 61. 82. conscientizar e motivar o consumidor através dos diferentes meios de comunicação. III . 81. assim entendidos os decorrentes de origem comum 58.representar ao Ministério Público competente para fins de adoção de medidas processuais no âmbito de suas atribuições. é organismo de coordenação da política do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.as associações legalmente constituídas há pelo menos um ano e que incluam entre seus fins institucionais a defesa dos interesses e direitos protegidos por este código.interesses ou direitos individuais homogêneos.levar ao conhecimento dos órgãos competentes as infrações de ordem administrativa que violarem os interesses difusos. Estados. 60. assim entendidos. VI . 83. III . nos termos da legislação vigente. coletivos. quantidade e segurança de bens e serviços. cabendo-lhe: I . GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. denúncias ou sugestões apresentadas por entidades representativas ou pessoas jurídicas de direito público ou privado. analisar. os Estados. GABARITO: E Art. 105. Para a defesa dos direitos e interesses protegidos por este código são admissíveis todas as espécies de ações capazes de propiciar sua adequada e efetiva tutela. 59. os transindividuais. abastecimento. parágrafo único. avaliar e encaminhar consultas. Os estados. Para os fins do art.as entidades e órgãos da Administração Pública. GABARITO: E ao Sistema Art. Compete ao Departamento Nacional de Defesa do Consumidor solicitar à polícia judiciária a instauração de inquérito policial para apuração de delito contra os consumidores. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Quanto Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC). VII . O Departamento Nacional de Defesa do Consumidor.solicitar o concurso de órgãos e entidades da União. os órgãos federais. IV . de natureza indivisível de que seja titular grupo. os Municípios e o Distrito Federal. categoria ou classe de pessoas ligadas entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica base. GABARITO: C Art. coordenar e executar a política nacional de proteção ao consumidor. Para a defesa de consumidores em juízo. especificamente destinados à defesa dos interesses e direitos protegidos por este código. O SNDC é integrado apenas por entidades públicas de defesa do consumidor. da Secretaria Nacional de Direito Econômico (MJ).planejar.o Ministério Público. o Distrito Federal e os municípios são legitimados a ajuizar ação em defesa de interesses e direitos dos consumidores. são legitimados concorrentemente: I . ou órgão federal que venha substituí-lo. II . estaduais.fortium.a União. ou individuais dos consumidores.interesses ou direitos coletivos.br . ainda que sem personalidade jurídica. direta ou indireta.14 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO II .receber. do Distrito Federal e Municípios. III . propor. 106.solicitar à polícia judiciária a instauração de inquérito policial para a apreciação de delito contra os consumidores.

Toda informação ou publicidade. 62. bem como à reclamação e composição do conflito de consumo. GABARITO: C 63. 64.15 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO IX . GABARITO: C Art. por convenção escrita. julgue os itens. GABARITO: E A reincidência é a repetição de prática de infração. § 1° A convenção tornar-se-á obrigatória a partir do registro do instrumento no cartório de títulos e documentos. X . 27 do Decreto 2. veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados.fortium. as quais somente se tornarão obrigatórias a partir do registro do instrumento em cartório de títulos e documentos. As entidades civis de consumidores e as associações de fornecedores ou sindicatos de categoria econômica podem regular. mediante prévia remessa dos autos do processo pela autoridade estadual competente. à qualidade. Para efeito de reincidência não prevalece a sanção anterior se entre a data da decisão administrativa definitva e aquela da prática posterior houver decorrido prazo superior a cinco anos. 59. às normas de defesa do consumidor. 30. em distintas unidades da Federação.desenvolver outras atividades compatíveis com suas finalidades. XII . relações de consumo que tenham por objeto estabelecer condições relativas ao preço. inclusive com recursos financeiros e outros programas especiais. punido por decisão administrativa irrecorrível. em razão de única infração à norma de direito do consumidor. acerca das convenções coletivas de consumo.181/97. à garantia e características de produtos e serviços. Considere que certa prestadora de serviços esteja respondendo a processos administrativos. GABARITO: C Art. punida por decisão administrativa irrecorrível – art. é lícito que órgão integrante do SNDC apure o fato e aplique a penalidade cabível. O CDC prevê a celebração de convenções coletivas de consumo entre entidades civis de consumidores e associações de fornecedores.br .com. (CESPE_PROCURADOR DO ESTADO DA PARAÍBA_2008) Acerca do direito do consumidor. de qualquer natureza.incentivar. § 2° A convenção somente obrigará os filiados às entidades signatárias. A oferta ou a veiculação de mensagem publicitária que ressalte as qualidades ou características de determinado produto ou serviço e defina condições e preços para a sua aquisição tem força vinculante em relação ao fornecedor que a promove ou dela se utiliza. § 3° Não se exime de cumprir a convenção o fornecedor que se desligar da entidade em data posterior ao registro do instrumento. obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www.(Vetado). § 3º e art. suficientemente precisa. (CESPE_FISCAL DE ARRECADAÇÃO/ES_ÁREA CONSUMO_2008) Julgue o item abaixo.(Vetado).(Vetado) XIII . Nesse caso. 65. É considerado reincidente o fornecedor de bens e serviços de consumo que. XI . comete a mesma prática infrativa após dez anos da data da condenação anterior. à quantidade. 107. a formação de entidades de defesa do consumidor pela população e pelos órgãos públicos estaduais e municipais.

de maneira ostensiva e adequada. (CESPE_Defensor Público Substituto_DPG_CE_2008) Acerca das normas de proteção e defesa do consumidor. 67. os valores eventualmente pagos. 69. GABARITO: E Não se exige a intenção de enganar do anunciante. tiver conhecimento da periculosidade que apresentem. a respeito da sua nocividade ou periculosidade. Quando forem fornecidos produtos potencialmente perigosos ao consumo. O profissional liberal fornecedor de serviços será pessoalmente responsável pela reparação dos danos causados aos consumidores. sem prejuízo da adoção de outras medidas cabíveis em cada caso concreto. Considere que tenha ocorrido um roubo no interior de um ônibus da SB Transportes Ltda. rádio e televisão. mediante anúncios publicitários. de imediato. ao fabricante cabe prestar as informações a que se refere este artigo. 8° Os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou segurança dos consumidores. Parágrafo único. 70. o Distrito Federal e os Municípios deverão informá-los a respeito. GABARITO: E Art. monetariamente atualizados. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. 68. no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço.br . por defeitos relativos à prestação de seus serviços. § 4° A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores. O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança. basta somente a veiculação do anúncio enganoso e estará configurada a publicidade enganosa. o consumidor pode desistir da avença no prazo de sete dias a contar do recebimento do produto. a qualquer título. Art. GABARITO: E Art. que são capazes de induzir ao erro e que provocam prejuízo ao consumidor. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo. O consumidor pode desistir do contrato. durante o prazo de reflexão. Em se tratando de produto industrial. Na contratação para fornecimento de produto ocorrida fora do estabelecimento empresarial. 49. Parágrafo único. 10. incide cumulativamente a responsabilidade pelo fato do produto e pelo vício ou impropriedade do produto. o valor gasto com o transporte da mercadoria. a SB Transportes Ltda. Nessa situação.. também por perdas e danos.fortium. especialmente por telefone ou a domicílio.com. exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição. em qualquer hipótese. 14. ainda que não tenha havido dano. julgue os próximos itens. § 1° O fornecedor de produtos e serviços que. § 2° Os anúncios publicitários a que se refere o parágrafo anterior serão veiculados na imprensa. às expensas do fornecedor do produto ou serviço. além das sanções administrativas e penais. Art. § 3° Sempre que tiverem conhecimento de periculosidade de produtos ou serviços à saúde ou segurança dos consumidores. apenas. GABARITO: E Art. a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito. através de impressos apropriados que devam acompanhar o produto. posteriormente à sua introdução no mercado de consumo. Para caracterização da publicidade enganosa. 9° O fornecedor de produtos e serviços potencialmente nocivos ou perigosos à saúde ou segurança deverá informar. obrigando-se os fornecedores.16 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO 66. deduzindo-se. os Estados. a União. concessionária de serviço público de transporte coletivo. Nessa hipótese. serão devolvidos. independentemente de apuração da culpa. os valores eventualmente pagos devem ser restituídos. exige-se que o anunciante tenha conhecimento de que as informações publicitárias são falsas.

com.50 os requisitos autorizadores da desconsideração nessa seara.fortium. julgado em 2/10/2008. DJ 5/12/2005. incidindo responsabilidade pessoal e ilimitada do sócio ou administradores que utilizaram de forma abusiva a pessoa jurídica. § 2° As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas. pelo certo grau de exigência para configuração do instituto. 72. mitigando a personalidade jurídica em determinada situação. ARMA DE FOGO. TRANSPORTE COLETIVO. de acordo com o maior ou menor número de requisitos legais a serem preenchidos para possibilitar a operacionalização dos efeitos do instituto. DJ 20/6/2005. DJ 17/12/2007. 28. GABARITO: C Dentro da teoria. Fernando Gonçalves. independentemente da existência de desvio de finalidade ou de confusão patrimonial. Min. ruptura da barra de direção. que atuam de forma episódica. uma vez que se trata de caso fortuito estranho à sua atividade negocial. Ele foi atingido por uma bala vinda de outro veículo. enquanto manifestações do abuso da personalidade jurídica. A Turma afastou a responsabilidade da empresa de transportes coletivos pelos danos sofridos por passageiro no interior de seu ônibus. furtos e outras violências ocorridas nos transportes coletivos. Rel. REsp 262. GABARITO: C FORÇA MAIOR. a responsabilidade do transportador é afastada quando o dano sofrido pelo passageiro resulta de fato totalmente estranho ao serviço de transporte (força maior). não configurando a mera insolvência da pessoa jurídica hipótese de sua aplicação.629-RJ. como exemplos temos. 71. o estouro de pneus. não podendo ser reconhecido de ofício pelo magistrado. são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste código. o furto e o roubo têm sido reiteradamente pela jurisprudência considerado como fortuito interno. DISPARO. Entende a jurisprudência dominante que há a responsabilização do transportador somente em caso de flagrante omissão ou procedimento irregular. REsp 589. O fortuito interno embora seja evento imprevisível e inevitável é relacionado diretamente com a atividade de transportar. § 3° As sociedades consorciadas são solidariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste código.649-SP.682MG. e REsp 613. 1.17 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO está isenta de responder pelos danos experimentados pelos passageiros. tal como ocorrido no caso. Encontrando-se classificado dentro da vertente da Teoria Maior da desconsideração. O Código de Defesa do Consumidor adota a teoria menor da desconsideração da personalidade jurídica. existe uma divisão entre Teoria Maior e Teoria Menor.278-SP. Consoante a jurisprudência reiterada deste Superior Tribunal. e demais defeitos mecânicos que podem ocorrer nos veículos. § 4° As sociedades coligadas só responderão por culpa.Código Civil O diploma Civil prevê em seu art. GABARITO: E Art. bastando a demonstração da insolvência da pessoa jurídica para o pagamento de suas obrigações. Já nos transportes urbanos. As sociedades consorciadas somente responderão pelos danos causados aos consumidores mediante a apuração da culpa na participação do evento danoso.402-SP. que configura-se com a confusão patrimonial ou com o desvio de finalidade. Dentro desta excludente. Precedentes citados: AgRg no Ag 840. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. ainda discute-se sobre os assaltos.br . DJ 4/10/2004. EREsp 232. fato considerado como força maior.

no interior de uma loja localizada no centro de uma grande cidade. (CESPE_Defensor Público Substituto_DPG_CE_2008) Julgue os itens.: explosão do microondas CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO o Determináveis ou indetermináveis o Expostas às práticas comerciais o Consumidor potencial ART. causou danos a pessoas que se encontravam no interior e no exterior do estabelecimento. ainda. Centra o seu cerne credor para afastar a autonomia patrimonial” qualquer hipótese de no simples prejuízo do qualquer hipótese de no simples prejuízo do 73. O prazo para requerer a indenização em razão da explosão é de cinco anos. GABARITO: C COLETIVIDADE DE PESSOAS o Determináveis ou indetermináveis o Intervir na relação de consumo o Ex. 29 76.fortium. GABARITO: E 74. É considerada consumidora indústria farmacêutica que tenha firmado financiamento com vistas exclusivamente a incrementar sua atividade negocial. § ÚNICO ART. Considere. 2º. acidente de avião CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO o Todas as vítimas do evento o Ex. a respeito das normas de proteção e defesa do consumidor. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço prevista na Seção II deste Capítulo. iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria. Sujeitam-se às normas de proteção e defesa do consumidor os serviços prestados por perito judicial.: poluição do rio.18 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO A Teoria Menor ” trata como desconsideração da personalidade jurídica toda e compromentimento do patrimônio do sócio por obrigação da empresa.br . em razão de congestionamento da linha telefônica. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. 27. 77 Considere que o cartão de crédito de Tânia tenha sido furtado no dia 5 de dezembro pela manhã e que. GABARITO: E contrato de (CESPE_Defensor Público Substituto_DPG_CE_2008) Uma explosão. 17 ART. Centra o seu cerne credor para afastar a autonomia patrimonial” A Teoria Menor ” trata como desconsideração da personalidade jurídica toda e compromentimento do patrimônio do sócio por obrigação da empresa. Com base nessa situação e nas normas de proteção e defesa do consumidor. GABARITO: C Art. somente à noite ela tenha conseguido comunicar a ocorrência do furto à operadora do cartão de crédito.com. julgue os itens seguintes. para efeito de reparação dos danos. que. Todas as vítimas da explosão são consideradas consumidoras. 75. contados a partir da data da ocorrência do evento danoso.

GABARITO: E A ofensa é a direitos difusos – pessoas indeterminadas. mediante anúncios publicitários. entre outras. considerando-se a natureza e conteúdo do contrato. que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada. abusivas. COLETIVOS OU INDIVIDUAIS HOMOGENEOS. as cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que IV . O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança. Diante dessa situação.fortium. Imaginando possível repercussão negativa para a imagem da empresa. § 1º Presume-se exagerada. Nessa situação.br . o interesse das partes e outras circunstâncias peculiares ao caso. a indústria começou a receber reclamações de consumidores que sentiram forte irritação na região dos olhos após a aplicação do produto. Considere a seguinte situação hipotética. Depois de inúmeros testes.com. tiver conhecimento da periculosidade que apresentem. rádio e televisão. § 1° O fornecedor de produtos e serviços que. GABARITO: C Art. a indústria decidiu reiniciar os testes laboratoriais para descobrir qual componente da fórmula estaria causando a irritação. posteriormente à sua introdução no mercado de consumo. determinada indústria do ramo de cosméticos lançou no mercado brasileiro um hidratante com fator de proteção solar específico para aplicação no rosto. Com esses testes. o que legitima o Ministério Público a ajuizar ação civil pública contra o ofensor. São nulas de pleno direito.restringe direitos ou obrigações fundamentais inerentes à natureza do contrato. de tal modo a ameaçar seu objeto ou equilíbrio contratual. § 2° Os anúncios publicitários a que se refere o parágrafo anterior serão veiculados na imprensa. entre outros casos. descobriu-se que havia riscos de o produto causar lesões irreversíveis. inexistindo qualquer resultado danoso efetivo. Nessa situação. AÇÃO CIVIL PÚBLICA (LEI 7347/85)  PROTEÇÃO DE DIREITOS DIFUSOS. é nula a cláusula contratual que imponha a Tânia a integral responsabilidade pelas compras realizadas com seu cartão até o momento da comunicação à operadora de cartões de crédito.se mostra excessivamente onerosa para o consumidor. 78. 51. ou sejam incompatíveis com a boa-fé ou a eqüidade. A veiculação de publicidade enganosa em horário nobre na televisão constitui ofensa a direitos coletivos. às expensas do fornecedor do produto ou serviço. tenham sido constatadas várias compras com a utilização do cartão furtado. Decorridos alguns dias. GABARITO: E Art. II . 10. AÇÃO COLETIVA  INTERESSES INDIVIDUAIS HOMOGÊNEOS. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www.  VÁRIAS AÇÕES – 1 AÇÃO COLETIVA AÇÃO DE RESPONSABILIDADE CIVIL 79. a indústria decidiu reduzir a produção do referido hidratante durante o período de testes. deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores. a vontade que: I . a omissão da indústria em comunicar às autoridades competentes a respeito dessa descoberta não constitui conduta criminosa.19 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO posteriormente.estabeleçam obrigações consideradas iníquas. III .ofende os princípios fundamentais do sistema jurídico a que pertence.

a União. os Estados. em banco de dados de proteção ao crédito. Uma indústria asiática que exporta produtos para o Brasil enquadra-se no conceito de fornecedor. julgue os itens a seguir.20 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO § 3° Sempre que tiverem conhecimento de periculosidade de produtos ou serviços à saúde ou segurança dos consumidores. JULGUE os itens com relação a esses conceitos.com. a conduta do gerente constitui crime contra as relações de consumo . Em conformidade com as normas aplicáveis. Considere a seguinte situação hipotética. Um mesmo estabelecimento comercial pode ser fornecedor e consumidor em operações distintas. Art. imediatamente quando determinado pela autoridade competente. GABARITO: C 83. João. GABARITO: C 84. Quando uma concessionária de energia elétrica fornece um produto aos cidadãos.fortium. na forma deste artigo. . desconhecendo a existência da referida restrição. quando intervier nas relações de consumo. 72. Após cadastrar seus dados pessoais. Nessa situação. o gerente do banco informou a João que não seria possível a celebração do contrato. 81. por ser pessoa jurídica de direito público. negou o acesso a tais informações. Deixar de comunicar à autoridade competente e aos consumidores a nocividade ou periculosidade de produtos cujo conhecimento seja posterior à sua colocação no mercado: Pena . fichas e registros: Pena Detenção de seis meses a um ano ou multa. GABARITO: C 85.Detenção de seis meses a dois anos e multa. que. alegando tratar-se de uma política do banco. João dirigiu-se a uma instituição financeira objetivando obter empréstimo para aquisição de um veículo automotor. 80. os produtos nocivos ou perigosos. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. GABARITO: E 82. banco de dados. submete-se ao Código de Defesa do Consumidor (CDC). O DISTRITO FEDERAL. GABARITO: C Art. GABARITO: C (CESPE_TJDF_EXECUTOR_2005) Acerca da responsabilidade civil. Parágrafo único. o Distrito Federal e os Municípios deverão informá-los a respeito. não pode ser enquadrado no conceito de consumidor. 64.br . (CESPE_PROMOTOR_MPE-TO_2004) Na defesa dos consumidores. um aspecto primordial é a definição do que é consumidor e fornecedor. Incorrerá nas mesmas penas quem deixar de retirar do mercado. tendo em vista a existência de anotação restritiva em seu nome. A coletividade também pode ser equiparada a consumidor. solicitou informações ao gerente. Impedir ou dificultar o acesso do consumidor às informações que sobre ele constem em cadastros.

Constatados os vícios de inadequação na qualidade ou na quantidade do produto. inclusive com a inversão do ônus da prova. José faleceu em decorrência de acidente automobilístico. quando afetam sua prestabilidade e utilização. construção ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. surge para a cadeia de fornecedores o dever de reparar. exportação. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. A vítima era o único provedor das necessidades da família. e o consumidor. GABARITO: E Art. prejudicando seu uso e fruição ou diminuindo o seu valor. Nos casos de desvio de bagagem em transporte aéreo. a critério do juiz. pessoa jurídica privada que desenvolve atividades de produção. GABARITO: E VIII . que haja intervindo nas relações de consumo. criação. em observância ao princípio legal da inversão do ônus da prova em favor do consumidor. As relações de consumo surgem de um negócio jurídico efetuado entre o fornecedor. construção. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produtos ou serviços como destinatário final. 87. GABARITO: C 90. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. o estado responsável pela rodovia responde subjetivamente pelos danos morais e materiais sofridos pela família da vítima. pública ou privada. Art. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. GABARITO: C GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. julgue os próximos itens. Parágrafo único. constituída pela esposa e três filhos. quando. transformação. ocasionado exclusivamente pela existência de buraco em uma rodovia estadual. por ter se omitido em cuidar do bom estado das rodovias e proporcionar satisfatórias condições de segurança aos seus usuários.com. segundo as regras ordinárias de experiências. Tratando-se de responsabilidade do fornecedor de serviços e produtos. caracteriza-se o defeito na prestação do serviço. Considere a seguinte situação hipotética. no processo civil. GABARITO: C (CESPE_DEFENSOR PÚBLICO_DF_2006) À luz da sistemática do Código de Defesa do Consumidor (CDC) acerca das relações de consumo e da responsabilidade pelo fato do produto e por vícios de produtos e serviços. nacional ou estrangeira. a seu favor.21 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO 86.br . independentemente da existência de culpa. ainda que indetermináveis. Ocorrem na qualidade do produto. quando o peso ou a medida informada não corresponder à prestada pelo fornecedor ou à indicada na embalagem. que desenvolvem atividade de produção. o consumidor tem direito de atuar no processo com meras alegações. importação. ou na sua quantidade.fortium.a facilitação da defesa de seus direitos. Nessa situação. O fornecedor de serviço responde. pela reparação dos danos causados ao consumidor advindas de defeitos relativos à sua prestação de serviço. for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente. Os vícios de inadequação são aqueles que afetam a prestabilidade do produto. montagem. passando ao fornecedor o ônus de provar o contrário. 88. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços 89. regra de aplicação obrigatória. bem como os entes despersonalizados.

92 Na execução dos contratos de consumo. salvo quando expressamente constar do contrato cláusula que disponha de maneira diversa. (CESPE_OAB_II_2006_CADERNO-A) Acerca do direito de proteção ao consumidor. 49. abusivas ou ilegais podem ser objeto de revisão. GABARITO: C Art. o juiz concederá a tutela específica da obrigação ou determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. 84. É vedada a estipulação contratual de cláusula que impossibilite. obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado. Em virtude da execução específica não são aplicáveis às relações de consumo os regimes do Código Civil (resolução de perdas e danos) e do CPC (art. O consumidor pode desistir do contrato. desde que o contrato seja de adesão e cause lesão a direitos individuais ou coletivos. a qualquer título. GABARITO: E Art.a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas. sendo que a garantia legal do produto independe de termo expresso. o juiz pode adotar toda e qualquer medida para que seja obtido o efeito concreto pretendido pelas partes em caso de nãocumprimento da oferta ou do contrato pelo fornecedor. veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação. durante o prazo de reflexão. dentro do prazo de reflexão.com. 93 Nos contratos regidos pelo Código de Defesa do Consumidor. serão devolvidos. as cláusulas contratuais desproporcionais. a cláusula de arrependimento. A garantia legal de adequação do produto ou serviço independe de termo expresso. a critério exclusivo do consumidor. atenue ou exonere o fornecedor da responsabilidade de indenizar em face da ocorrência de vícios de inadequação ou de insegurança. 639 e 641). Parágrafo único. deixando a resolução em perdas em danos da obrigação de fazer inadimplida como expediente subsidiário. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. é vedada a pactuação de cláusula que impossibilite. como a marca do produto e as condições de pagamento. monetariamente atualizados. os valores eventualmente pagos. 24. Na ação que tenha por objeto o cumprimento da obrigação de fazer ou não fazer. especialmente por telefone ou a domicílio. vedada a exoneração contratual do fornecedor. 25. implicitamente. Estabelecer a execução específica do contrato como regra. GABARITO: E Art. 94 Em todo contrato de consumo consta.fortium. exonere ou atenue a obrigação de indenizar prevista nesta e nas seções anteriores. GABARITO: E V . 95 Segundo o princípio da vinculação da oferta. de imediato. rescindir unilateralmente o acordo celebrado. toda informação ou publicidade sobre preços e condições de produtos ou serviços. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. No contrato de consumo.22 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO 91.br . segundo a qual o consumidor pode arrepender-se do negócio e. assinale a opção correta. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo. no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. Art. independentemente de qualquer justificativa.

lucro cessante. A força maior e o caso fortuito anteriores à colocação do produto no mercado não têm o condão de excluir a responsabilidade do fornecedor. material. fogos de artifício e pólvora.br . veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados. (CESPE_OAB_II_2006_CADERNO-A) Acerca da responsabilidade por vícios do produto e do serviço nas relações de consumo. dano moral. embora não tendo participado diretamente da relação de consumo. 30. no caso de fato posterior a colocação do produto no mercado. venham a sofrer as conseqüências do evento danoso. causando lesão corporal e morte a diversas pessoas. 34. equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento. aos consumidores equiparam-se todas as pessoas que. Nesse caso. o caso fortuito e a força maior podem ser excludentes da responsabilidade na medida em que se enquadrem nas hipóteses de exclusão. se ficar demonstrada a exclusividade de sua culpa pelo evento danoso. 100 O conceito de consumidor restringe-se às pessoas físicas que adquirem produtos como destinatárias finais da comercialização de bens no mercado de consumo. acarreta a responsabilidade civil do comerciante decorrente de fato do produto. 96 A explosão de loja que comercializa. obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado. suficientemente precisa. assinale a opção correta.fortium.com. (CESPE_III EXAME DE ORDEM_DF_2007) No que se refere ao campo de aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Toda informação ou publicidade. Caso fortuito e força maior Embora não indicados como excludentes da responsabilidade do fornecedor. quando excluem o nexo de causalidade.23 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO GABARITO: C Art. sobretudo. e. O fornecedor do produto ou serviço é solidariamente responsável pelos atos de seus prepostos ou representantes autônomos. GABARITO: E REPARAÇÃO INTEGRAL – quer dizer que o consumidor deve ser reparado em todas as esferas do dano. 97 A reparação por danos materiais decorrentes de vício do produto ou do serviço afasta a possibilidade de reparação por danos morais. Para os efeitos desta Seção. 17. Art. entre outros produtos. ainda que comprovado o fato e demonstrada a ocorrência de efetivo constrangimento à esfera moral do consumidor. GABARITO: E Art. 99 O fornecedor pode eximir-se da responsabilidade pelos vícios do produto ou do serviço e do dever de indenizar os danos por eles causados se provar que o acidente de consumo ocorreu por caso fortuito ou força maior ou que a colocação do produto no mercado se deu por ato de um representante autônomo do fornecedor. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. GABARITO: C Art. . assinale a opção correta.

mediante remuneração. importação. GABARITO: C 105. mediante remuneração. O fabricante. Depois de anos de comercialização desse filtro.o fabricante. que sejam oferecidos pelos fornecedores para consumo pelos adquirentes. ou seja. 13. financeira. independentemente da existência de culpa.não conservar adequadamente os produtos perecíveis. embora com as limitações técnicas indicadas em sua rotulagem e no manual de instruções. pública ou privada. por não saber das qualidades superiores do segundo.o produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante. terá direito a obter ressarcimento do fabricante ABC. uma concorrente lançou o filtro DEF. qualquer pessoa que adquira bens ou serviços como destinatário final. quando: I . O comerciante é igualmente responsável. móvel ou imóvel. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos. GABARITO: C § 2° Serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de consumo. construção. Quanto ao Código Brasileiro de Defesa do Consumidor (CBDC) — Lei n. de crédito e securitária. Art. nacional ou estrangeira. montagem. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto. com a mesma finalidade. manipulação. salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. II . material ou imaterial. o construtor. o produtor. o construtor. inclusive as de natureza bancária. GABARITO: E § 1° Produto é qualquer bem. se um consumidor adquirir o filtro ABC após já estar sendo comercializado o filtro DEF. bem como os entes despersonalizados. Considere a seguinte situação hipotética. que funcionava satisfatoriamente de acordo com suas especificações. GABARITO: E GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. criação. móveis ou imóveis. Para fins da incidência do CBDC. GABARITO: E Art. a empresa ABC lançou no mercado o filtro ABC para aquários de água doce. III . em princípio.fortium. porém de qualidade nitidamente superior. pode considerar-se consumidor. 102 O conceito de produto é definido como o conjunto de bens corpóreos. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços Art. o conceito legal de consumidor é de base econômica e não sociológica. Nessa situação. o produtor ou o importador não puderem ser identificados. os quais responderão solidariamente sempre que ocorrer dano indenizável ao consumidor. o construtor.com. transformação. montagem. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. pois o produto deste será legalmente considerado defeituoso. fórmulas. e o importador respondem. 12. nacional ou estrangeiro. construtor ou importador. produtor. que desenvolvem atividade de produção. construção. independentemente da classe ou do grupo social a que pertença. apresentação ou acondicionamento de seus produtos. sem as limitações do modelo ABC.24 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO 101 O conceito de fornecedor envolve o fabricante. exportação. nos termos do artigo anterior. 104.br . salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. o importador e o comerciante. fabricação. o produtor. em virtude de avanços tecnológicos.078/1990 —. julgue os itens abaixo. Anos atrás. 103 O conceito de serviço engloba qualquer atividade oferecida no mercado de consumo.º 8.

são responsáveis solidários seu fabricante. o juiz concederá a tutela específica da obrigação ou determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. construtor ou importador e o que realizou a incorporação. A primeira cometeu ato ilícito que lesou um seu consumidor. seguida de uma assertiva a ser julgada. Ao receber o produto em sua fazenda.078/1990. §2º: As sociedades integrantes dos grupos societários e as sociedades controladas. 109. o fato de a empresa JKL ser controlada pela GHI não significará. GABARITO: E GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. veículo automotor novo em que. sendo possível a identificação do fabricante da peça defeituosa. 107. o fornecedor não tomou qualquer providência. 110. defeito de fabricação. O fornecedor fica vinculado às cláusulas. Questionado a respeito do referido vício. o supermercado não tem qualquer responsabilidade pela reparação dos danos. excetuada a possibilidade de execução específica. 106. foi verificado. é subsidiária a responsabilidade. Nessa situação.º 8. GABARITO: E A jurisprudência tem entendido que há obrigação de reparação.com. GABARITO: C Art. A empresa GHI produz computadores e é controladora da subsidiária JKL. 12. pela reparação dos danos sofridos pelo consumidor. recibos e pré-contratos. necessariamente. que produz monitores de vídeo. que a JKL tenha de responder pela obrigação de indenizar surgida pelo ato da outra.trinta dias. todos responderão solidariamente pela reparação prevista nesta e nas seções anteriores. a regra geral é a de que o fornecedor deve submeter-se à execução específica e não à genérica. Um agricultor adquiriu. Nessa situação. Um cliente teve seu veículo furtado no estacionamento subterrâneo gratuito de determinado supermercado no qual adquiriu alguns produtos. em face da Lei n. Cada um dos próximos itens apresenta uma situação hipotética. 84. Na defesa dos direitos dos consumidores em juízo. são subsidiariamente responsáveis pelas obrigações decorrentes deste código. sementes de algodão para fins de semeadura.br . Nessa situação. posteriormente. entre este e a concessionária que vendeu o veículo. mediante perícia técnica. 26. Um consumidor adquiriu. Na ação que tenha por objeto o cumprimento da obrigação de fazer ou não fazer. § 1° Havendo mais de um responsável pela causação do dano. 108. em razão da facultatividade da utilização de seu estacionamento.25 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art. Nessa situação. GABARITO: E Art. GABARITO: C Art. o agricultor observou que a entrega havia sido feita em qualidade inferior à contratada. § 2° Sendo o dano causado por componente ou peça incorporada ao produto ou serviço. em uma concessionária. o agricultor deve acionar o fornecedor das sementes no prazo decadencial de trinta dias. GABARITO: C Art. de determinado fornecedor. acerca dos direitos do consumidor.fortium. 25. Considere a seguinte situação hipotética. Julgue os itens acerca dos contratos que regulam as relações de consumo. 28. 111. tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis. § 2º O produto não é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no mercado. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em: I .

O consumidor pode desistir do contrato. recibos e pré-contratos relativos às relações de consumo vinculam o fornecedor. sendo suficiente. sempre que esta representar um obstáculo ao ressarcimento dos prejuízos causados ao consumidor. GABARITO: E Art. o prazo e o lugar em que pode ser exercitada e os ônus a cargo do consumidor. no ato do fornecimento. 84 e parágrafos. no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço. nos termos do art. 50. de maneira adequada em que consiste a mesma garantia. Os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores.com.br . segundo as regras ordinárias de experiências. O termo de garantia ou equivalente deve ser padronizado e esclarecer. 116. O CDC adota a teoria menor da desconsideração da personalidade jurídica. quando. O CDC permite a inversão do ônus da prova. 115. devendo ser-lhe entregue. sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial. de instalação e uso do produto em linguagem didática. 114. durante o prazo de reflexão. monetariamente atualizados. acompanhado de manual de instrução. serão devolvidos. ensejando inclusive execução específica.a facilitação da defesa de seus direitos. com ilustrações. Eventualmente as cláusulas contratuais podem ser interpretadas a favor do consumidor. o fornecedor é legalmente dispensado do preenchimento do termo de garantia. se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo. a qualquer título.26 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art. 46. os valores eventualmente pagos. GABARITO: C 117. As cláusulas contratuais serão interpretadas de maneira mais favorável ao consumidor. for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente. As declarações de vontade constantes de escritos particulares. GABARITO: E Art. GABARITO: C Art. 49. O consumidor pode validamente exercer seu direito de arrependimento em qualquer hipótese. de imediato. a seu favor. Parágrafo único.fortium. ou de seus equiparados. VIII . Parágrafo único. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. se não lhes foi dado conhecimento prévio do conteúdo. 6º. Se o consumidor exercitar o direito de arrependimento previsto neste artigo. ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance. julgue os itens a seguir. Acerca da proteção dos interesses difusos. inclusive com a inversão do ônus da prova. 48. para que a pessoa jurídica seja desconsiderada. a demonstração do estado de insolvência do fornecedor. GABARITO: E Art. for verossímil a alegação e houver perigo de dano irreparável ou de difícil reparação. As cláusulas não obrigam consumidores. portanto. especialmente por telefone ou a domicílio. GABARITO: E Art. quando. 112. A garantia contratual é complementar à legal e será conferida mediante termo escrito. 113. Com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC). a critério do magistrado. coletivos e individuais dos consumidores. 47. devidamente preenchido pelo fornecedor. julgue os itens. a critério do juiz. bem como a forma. no processo civil.

que explodiu. manipulação.Por se tratar de produto industrial. 123. 121.fortium. 13. A firma Varejista Camargo. 120. caso indenize Júlio. 122. O fabricante. quando: I . 42. julgue os itens a seguir. e o importador respondem. GABARITO: E CAPITULO VI – DA PROTEÇÃO CONTRATUAL SEÇÃO I – DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO II – CLÁUSULAS ABUSIVAS SEÇÃO III – CONTRATOS DE ADESÃO 119. ao fato do produto e à defesa do consumidor.br . produtor. somente abrange aquelas oriundas de contratos de adesão. III . Considerando a situação hipotética apresentada à luz da legislação civil vigente relativa à responsabilidade civil. o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo. pois somente nestes evidencia-se o desequilíbrio contratual. nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça. nos termos do artigo anterior. fabricação. 12. o construtor. através de impressos apropriados que devam acompanhar o produto. apresentação ou acondicionamento de seus produtos. O comerciante é igualmente responsável. Art. este não é considerado defeituoso em razão de outro de melhor qualidade haver sido colocado no mercado. vendeu a Lima um computador da marca Mishiba. ao fabricante cabe prestar as informações a que se refere este artigo.Supondo que haja defeito de fabricação no computador. fórmulas. o produtor ou o importador não puderem ser identificados. o construtor. GABARITO: C Art. Em se tratando de produto industrial. Parágrafo único. que devem acompanhar o produto. GABARITO: C Art. pedindo restituição de parte do que pagou. construtor ou importador. Júlio foi ferido e teve seu rosto totalmente queimado. poderá mover ação regressiva contra o fabricante Mishiba. o produtor. construção. que costumeiramente vende bens. estabelecida no Código de Defesa do Consumidor.o produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante. No caso. com a supremacia do fornecedor sobre o consumidor. montagem. II .27 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO 118 A nulidade das cláusulas abusivas. 12. GABARITO: C GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. 8º. GABARITO: C Art. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto. Na cobrança de débitos. independentemente da existência de culpa. O Código de Defesa do Consumidor não proíbe ao credor a remessa de cartas para a residência ou local de trabalho do consumidor. ao fabricante caberia prestar as informações a respeito do computador.o fabricante. o estabelecimento comercial Varejista Camargo pode ser responsabilizado. § 2º O produto não é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no mercado.com. que vinha sendo exposto a intempéries cotidianamente. para a cobrança de dívidas. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos. por meio de impressos apropriados. Em relação à responsabilidade pelo fato do produto. Lima convidou Júlio para jogarem juntos no novo computador. a firma Varejista Camargo. nacional ou estrangeiro.não conservar adequadamente os produtos perecíveis. Procurou o manual de instruções de instalação do produto e verificou que este não havia sido fornecido pelo fabricante. Mesmo assim. ligou o computador. GABARITO: C Art.

entre Lima e a firma Varejista Camargo não há relação de consumo. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. rotulagem ou mensagem publicitária. pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produtos ou serviços como destinatário final. Para os efeitos desta Seção. construção. que desenvolvem atividade de produção. Parágrafo único. 127 Nos casos de desvio de bagagem em transporte aéreo. 125.fortium. assim como por aqueles decorrentes da disparidade. GABARITO: C Art. quando afetam sua prestabilidade e utilização. Parágrafo único. construção ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. respeitadas as variações decorrentes de sua natureza. Art. segundo sua participação na causação do evento danoso. 17. podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas. montagem. distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. surge para a cadeia de fornecedores o dever de reparar. importação. 128 As relações de consumo surgem de um negócio jurídico efetuado entre o fornecedor. Ocorrem na qualidade do produto. equiparam-se aos consumidores todas as vítimas do evento. Por ter sido a compra realizada por Lima. Constatados os vícios de inadequação na qualidade ou na quantidade do produto. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. Júlio não tem direito de pedir indenização. 18. transformação. e o consumidor. pessoa jurídica privada que desenvolve atividades de produção. O fornecedor de serviços responde. 124. independentemente da existência de culpa. julgue os próximos itens.com. criação. GABARITO: E À luz da sistemática do Código de Defesa do Consumidor (CDC) acerca das relações de consumo e da responsabilidade pelo fato do produto e por vícios de produtos e serviços. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. Os vícios de inadequação são aqueles que afetam a prestabilidade do produto. ainda que indetermináveis. exportação. Nesse caso. GABARITO: C Art. 13. GABARITO: E Art. da embalagem. 14. caracteriza-se o defeito na prestação do serviço. O fornecedor de serviço responde.28 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO Art.br . prejudicando seu uso e fruição ou diminuindo o seu valor. Aquele que efetivar o pagamento ao prejudicado poderá exercer o direito de regresso contra os demais responsáveis. que haja intervindo nas relações de consumo. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. sendo que Lima e Júlio não são consumidores perante a situação descrita. bem como os entes despersonalizados. pública ou privada . 126. com a indicações constantes do recipiente. pela reparação dos danos causados ao consumidor advindas de defeitos relativos à sua prestação de serviço. 2° Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. quando o peso ou a medida informada não corresponder à prestada pelo fornecedor ou à indicada na embalagem. GABARITO: E Art. independentemente da existência de culpa. 3° Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. ou na sua quantidade. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. nacional ou estrangeira.

nacional ou estrangeiro. é vedada a pactuação de cláusula que impossibilite. GABARITO: E Art. GABARITO: C Art. 130. GABARITO: E Art. No contrato de consumo.com. 24. manipulação. montagem. A pretensão à reparação por danos causados por fato do produto prescreve em cinco anos. e o importador respondem. exonere ou atenue a obrigação de indenizar prevista nesta e nas seções anteriores. A responsabilidade do profissional liberal nas prestações de serviço que se enquadram no CDC é objetiva. independentemente da existência de culpa. sendo que a garantia legal do produto independe de termo expresso. A garantia legal de adequação do produto ou serviço independe de termo expresso. atenue ou exonere o fornecedor da responsabilidade de indenizar em face da ocorrência de vícios de inadequação ou de insegurança. fabricação. em regra. 25. vedada a exoneração contratual do fornecedor. § 4° A responsabilidade pessoal dos profissionais liberais será apurada mediante a verificação de culpa. 14. construção.fortium. julgue os itens a seguir. contados a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.29 ANTAQ – EXERCÍCIOS – DIREITO DO CONSUMIDOR – PROFª INAYANA LAURENTINO 129. GRUPO EDUCACIONAL FORTIUM www. bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos. 131. A responsabilidade civil quanto a produto defeituoso. fórmulas. o produtor. apresentação ou acondicionamento de seus produtos. O fabricante. 27. Art. A respeito do Código Brasileiro de Defesa do Consumidor (CDC). o construtor. Prescreve em cinco anos a pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço prevista na Seção II deste Capítulo. pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes de projeto. 12. iniciando-se a contagem do prazo a partir do conhecimento do dano e de sua autoria.br . É vedada a estipulação contratual de cláusula que impossibilite. GABARITO: C Art. é subjetiva. 132.