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Respostas aos mitos sobre lubrificação Aqui você pode tirar algumas dúvidas sobre lubrificação automotiva, bem

como esclarecer alguns conceitos errados amplamente divulgados, que podem resultar em uma lubrificação deficiente e até mesmo imprópria. 1. Como devo escolher o lubrificante para meu carro? R: Para saber qual é o lubrificante correto para seu veículo, consulte o "Manual do Proprietário" na parte de manutenção quanto à viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) ou então verifique nas tabelas de recomendação disponíveis nos postos de serviço. 2. Qual o nível correto do óleo no carro? R: Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo. 3. Quando devo completar o nível de óleo? R: Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível. 4. Escuto dizer que óleo bom é aquele que não baixa o nível e não precisa de reposição. Isto é verdade? R: Não. A boa lubrificação é aquela em que o óleo lubrifica até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde esse óleo é parcialmente queimado, sendo consumido. É normal um consumo de meio litro de óleo a cada mil quilômetros rodados, com carros de passeio, mas cada fabricante de motor especifica um consumo normal para seu motor, de acordo com o projeto. É bom ressaltar que carro novo consome óleo. 5. É verdade que o óleo de motor deve ser claro e o óleo de engrenagem escuro?

R: É comum se ter esta opinião, no entanto ela não é correta. Os óleos lubrificantes são formulados misturando-se básicos e aditivos e a sua cor final dependerá da cor do básico e do aditivo que forem empregados na sua formulação. Além disso, a cor não tem nenhuma influência no desempenho do óleo. 6. O óleo mais escuro é também mais grosso? R: Este é outro conceito errado. O óleo mais claro pode ser mais viscoso (grosso) do que um óleo escuro e vice-versa. 7. Por que o óleo de motor fica escuro com o uso? R: Para realizar a função de manter o motor limpo, o óleo deve manter em suspensão as impurezas que não ficam retidas no filtro de óleo, para que elas não se depositem no motor. Desta forma, o óleo fica escuro e o motor fica limpo. 8. Quando devo trocar o óleo do carro? R: Quando atingir o período de troca recomendado pelo fabricante do veículo e que consta do "Manual do Proprietário". Os atuais fabricantes dos motores vêm recomendando períodos de troca cada vez maiores, dependendo do tipo de serviço e da manutenção do carro. 9. É verdade que o motor deve estar quente na hora de troca de óleo? R: Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer. 10. Quanto tempo devo esperar para medir o nível de óleo? R: É importante que se espere pelo menos 5 minutos após o motor ter sido desligado para se medir o nível do óleo. Isto porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume de óleo. 11. Posso aumentar o período de troca quando uso óleos sintéticos? R: Embora os lubrificantes sintéticos possuam características de qualidade superiores, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca, caso se utilize óleos sintéticos ou minerais. Recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário para intervalo de troca.

12. O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando? R: Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes/dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do "Manual do Proprietário". Normalmente, ela é feita a cada duas trocas de óleo. Porém, já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo. 13. Qual a diferença entre "serviço severo" e "serviço leve" que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca de óleo? R: Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda e pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até 6 km, ou em estradas poeirentas. Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias pavimentadas, como no caso de viagens. 14. Qual a validade do óleo lubrificante? R: A validade do óleo lubrificante é indeterminada, desde que o produto seja armazenado de maneira correta, ou seja, lacrado em sua embalagem, em local seco e evitando exposição ao calor e à luz do sol. 15. Um carro velho também pode usar um óleo de última geração, como por exemplo o LUBRAX SL ou LUBRAX TECNO? R: Sim. Você pode usar um óleo que possua um nível de desempenho superior ao recomendado pelo fabricante para seu motor. O inverso é que não é recomendado. No entanto, recomenda-se que, ao colocar este óleo superior, você realize a troca do filtro de óleo e repita esta operação, em um intervalo menor do que o indicado pelo fabricante. Isto se deve ao fato de que os óleos mais avançados limpam mais o motor e desta forma tendem a obstruir o filtro em um período mais curto. Após este procedimento ser realizado, você pode voltar a seguir os períodos de troca usuais e garantir uma melhor lubrificação do seu veículo. 16. Devo adicionar algum aditivo ao óleo para melhorar o desempenho do meu motor? R: Não há necessidade de adicionar aditivos complementares ao óleo. Os lubrificantes recomendados já possuem todos os aditivos necessários para atenderem perfeitamente ao nível de qualidade exigido.

17. Posso misturar produtos de marcas diferentes? R: A princípio, os óleos automotivos existentes no mercado são compatíveis entre si, não apresentando problemas quanto a misturas, desde que se tome cuidado de misturar produtos de mesmo nível de desempenho API e de mesma faixa de viscosidade SAE. No entanto, a melhor alternativa ainda é evitar estas misturas, sempre que possível, de forma a permitir o melhor desempenho do óleo utilizado. 18. Qual a diferença entre o óleo mineral, semi-sintético e sintético? Eles podem ser misturados? R: O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos. Os óleos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Os óleos sintéticos são obtidos por reação química, havendo assim maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de cadeia molecular, com diferenças características físico-químicas e por isso são produtos mais puros. Os óleos semi-sintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo muito elevado. Não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente de empresas diferentes. Seus óleos básicos apresentam naturezas químicas diferentes e a mistura pode comprometer o desempenho de sua aditivação, podendo gerar depósitos. Além disso, não é economicamente vantajoso, já que o óleo sintético é muito mais caro que o mineral e a mistura dos dois equivale praticamente ao óleo mineral, sendo, portanto, um desperdício. Uma dica interessante se refere à troca de óleo mineral por sintético. É importante trocar o filtro de óleo junto com a primeira carga de sintético e trocar esta carga no período normal de troca do veículo em função da sua utilização. 19. Qual o significado das siglas que vêm nas embalagens de lubrificantes (API, ACEA, JASO, NMMA)? Qual a relação delas com o desempenho dos produtos? R: Estas são siglas de entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de uma série de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso. Desta forma, o consumidor tem como identificar se o lubrificante atende às exigências de seu equipamento, consultando seu manual. Como exemplo temos:

SAE - Society of Automotive Engineers É a classificação mais antiga para lubrificantes automotivos, definindo faixas de viscosidade e não levando em conta os requisitos de desempenho. Apresenta uma classificação para óleos de motor e outra específica para óleos de transmissão. Maiores informações em "O que significam os números (20W/40, 50, etc.) que aparecem nas embalagens de óleo?". API - American Petroleum Institute Grupo que elaborou, em conjunto com a ASTM (American Society for Testing and Materials), especificações que definem níveis de desempenho que os óleos lubrificantes devem atender. Essas especificações funcionam como um guia para a escolha por parte do consumidor. Para carros de passeio, por exemplo, temos os níveis API SL, SJ, SH, SG, etc.. O "S" desta sigla significa Service Station, e a outra letra define o desempenho. O primeiro nível foi o API SA, obsoleto há muito tempo, consistindo em um óleo mineral puro, sem qualquer aditivação. Com a evolução dos motores, os óleos sofreram modificações, através da adição de aditivos, para atender às exigências dos fabricantes dos motores no que se refere à proteção contra desgaste e corrosão, redução de emissões e da formação de depósitos, etc.. Atualmente, o nível API SL é o mais avançado. No caso de motores diesel, a classificação é API CI-4, CH-4, CG-4, CF, etc. O "C" significa Commercial. A API classifica ainda óleos para motores dois tempos e óleos para transmissão e engrenagens. ACEA - Association des Constructeurs Européens de l´Automobile (antiga CCMC) Classificação européia associam alguns testes da classificação API, ensaios de motores europeus (Volkswagen, Peugeot, Mercedes Benz, etc.) e ensaios de laboratório. JASO - Japanese Automobile Standards Organization Define especificação para a classificação de lubrificantes para motores a dois tempos (FA, FB e FC, em ordem crescente de desempenho). NMMA - National Marine Manufacturers Association Substituiu o antigo BIA (Boating Industry Association), classificando os óleos lubrificantes que satisfazem suas exigências com a sigla TC-W (Two Cycle Water), aplicável somente a motores de popa a dois tempos. Atualmente encontramos óleos nível TC-W3, pois os níveis anteriores estão em desuso. 20. O que significam os números (20W/40, 50, etc.) que aparecem nas embalagens de óleo? R: Estes números que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos (30, 40, 20W/40, etc.) correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100oC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade.

Os produtos BR para esta aplicação são o LUBRAX GL-5 e o LUBRAX TRM-5.API SF Lubrax SL SAE 20W/50 .API SL/CF .Um óleo do tipo monograu (como o Lubrax MG-1) só pode ser classificado em um tipo escala (o MG-1 apresenta os graus 20W. um óleo multigrau SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40. situação encontrada em caixas de mudanças de caminhões e em eixos traseiros (diferenciais). VW 502. onde se recomenda uma pode-se usar a outra e viceversa.ACEA A3 Lubrax SJ SAE 20W/50 .ACEA A3 Lubrax TECNO SAE 20W/50 . tendo uma ampla faixa de utilização. Já a especificação API GL-5 é designada também para engrenagens hipóides. no entanto. isto é.API SJ Lubrax Sintético SAE 5W/40 .00/505. 30. Ambas atendem a normas americanas e são para freios a tambor e a disco. MB 229.1. Na prática elas se equivalem. A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas. uma foi definida pela entidade SAE e outra pelo Departamento de Transporte da FMVSS. Uma outra especificação muito importante é o nível API (American Petroleum Institute) Quando for usar um óleo em seu carro. por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. O Lubrax MG-4. o Lubrax SL e o Lubrax Sintético são alguns exemplos de óleos multigrau de nossa linha de lubrificantes automotivos. Desta forma. Em relação a óleos para caixas de câmbio de automóveis.00 21. ACEA A3/B3. comprometendo a vida útil da caixa . operando sob condições de alta velocidade e baixo torque ou vice-versa. operando sob condições de alta velocidade e cargas instantâneas (choque). 40 ou 50). Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura. 22. qual a diferença entre as especificações API GL-4 e GL-5? Existe algum problema em se usar o GL-5 ao invés do GL-4? R: A especificação API GL-4 designa um serviço de engrenagens hipóides de carros de passageiros e outros equipamentos automotivos. consulte o manual e fique atento a estas especificações.API SL/CF . A especificação de fluido para freio SAE J 1703 é a mesma que DOT-3? R: Não. O produto da BR para esta aplicação é o LUBRAX TRM-4. Eis alguns exemplos: Lubrax MG-4 SAE 20W/40 .API SJ/CF.

que também é lubrificado pelo óleo do motor. sendo um óleo ideal para uso em frota mista (diesel e gasolina). Óleos API SH. Qual a diferença entre o Lubrax TRM-5 e o Lubrax GL-5? R: Os dois produtos são usados para lubrificação de engrenagens hipóides nas caixas de mudança e diferenciais automotivos. Posso usar o Lubrax SJ na minha moto 4 tempos? R: Não. 28. 25. recomendamos o uso do Lubrax TRM-5. Extra Turbo e Top Turbo. Posso colocar graxa de sabão de cálcio em cubos de rodas? R: Não. Em veículos Volkswagen e Mercedes Benz. 24. desde que o fabricante recomende óleo nível de desempenho API SF ou SG no manual do veículo. A graxa se tornaria líquida e o equipamento sofreria sérios danos. sendo o tempo medido em dias. pois estes níveis são atendidos pelo GP Lubrax. 27. em motores a gasolina ou álcool? R: Para veículos que requeiram óleo de nível API SJ ou inferior. o Lubrax Extra Turbo pode ser usado. Este problema é decorrente do maior teor de aditivos dos óleos API GL-5 em relação aos API GL-4. 23. Posso utilizar o óleo para motos GP Lubrax em automóveis? R: Sim.de mudanças. pois atende simultaneamente aos níveis API CG-4 / SJ. Os níveis de aditivação indicados para motos 4 tempos são geralmente característicos de óleos com desempenho API SF ou SG. porque esta graxa só pode trabalhar em temperaturas de até 70°C e nos cubos de rodas a temperatura passa de 100°C. que acabam interferindo negativamente no funcionamento do mecanismo de sincronização das marchas. Os outros produtos da linha diesel não têm qualificação para uso em motores a gasolina. Quando a substância . atendendo à especificação API GL-5. SJ e SL possuem um nível de aditivação que pode comprometer o funcionamento do sistema de embreagem da moto. Posso usar óleo para motores diesel. A biodegradabilidade é definida como a velocidade na qual uma substância é reduzida a CO2 e água por bio-atividade. como MD-400. que é formalmente aprovado nestes fabricantes. 26. Óleos tipo PAO (polialfaolefinas) são biodegradáveis? R: A biodegradabilidade das polialfaolefinas (PAO) é similar a dos óleos básicos minerais.

Para carros de passeio.000 e 20. b) Uso de aditivação extra . respectivamente). valores como 10. é considerada rapidamente biodegradável. Pode haver incompatibilidade entre o óleo lubrificante e a aditivação suplementar e a borra é uma conseqüência deste problema. pode haver problemas de formação de borra devido ao envelhecimento (oxidação) precoce do lubrificante.O uso de gasolina adulterada pode gerar borra no cárter. é considerada de biodegradabilidade lenta. todos os aditivos para que seja cumprido o nível de desempenho ao qual foi desenvolvido. c) Combustíveis adulterados . aumentando a probabilidade da formação de borra. problemas de borra podem ocorrer.Não é recomendado o uso de aditivação suplementar de desempenho em óleos lubrificantes. Mas se o combustível for adulterado estes subprodutos serão de natureza diferente e resíduos com aspecto de resina poderão se formar no motor. sendo o PAO 2 considerado de biodegradabilidade rápida e os demais graus de baixa. LUBRIFICANTES TEXACO PARA MOTOR DIESEL . de forma balanceada. d) Extensão do período de troca . Mesmo reduzindo o período de troca. 29. devido ao excesso de contaminação e de oxidação do lubrificante. Se o percentual é maior que 60% no mesmo período. Os óleos lubrificantes de qualidade (boa procedência) já possuem.biodegrada 60% em 28 dias. O óleo lubrificante é contaminado por subprodutos da queima do combustível durante sua vida útil.000.Geralmente quando se utiliza um lubrificante com nível de desempenho inferior ao recomendado pelo fabricante do veículo.000Km geralmente fazem referência a serviço leve (uso rodoviário). Essa contaminação ocorre e faz parte da operação do motor. períodos de troca além do recomendado podem levar à formação de borra. No caso do PAO.Mesmo utilizando o óleo correto e combustível de qualidade assegurada. 7.000.500 ou 10. entupindo passagens de óleo e prejudicando a lubrificação e refrigeração interna do motor. Nos manuais dos veículos há a informação dos Kms recomendados para cada intervalo de troca. Mas na maioria dos casos o serviço é severo (uso urbano do tipo anda e pára. Não há testes padronizados que avaliem o desempenho de mistura de óleos com aditivos extras. distâncias curtas) e o período adotado para a troca deve ser a metade (5.000Km. Essa informação não está clara em todos os manuais e se não for observada com atenção. Quais são as causas da borra em motores? R: Os problemas de presença de borra em motores são decorrentes principalmente dos seguintes fatores: a) Uso do óleo lubrificante incorreto no motor . 15. os graus de menor viscosidade apresentam melhor biodegradabilidade que os de maior viscosidade. É importante diferenciar o tipo de serviço do veículo.

para obtenção de outros benefícios. isolantes ou de corte para o bom funcionamento de qualquer máquina. por meio do emprego de alguma forma de manutenção: corretiva. a fim de determinar a presença de contaminantes e. Scania. ser aumentada. Do mesmo modo que substâncias corpóreas são valiosos indicadores das condições de saúde dos organismos vivos. da P&D Consultoria Química A importância das análises físico-químicas de óleos lubrificantes. A vida útil de todo equipamento pode. vedação. o óleo constitui-se num agente de extrema importância na determinação de elementos de desgaste e contaminação dos equipamentos. tais como: transmissões. os óleos. mas também. o estado de conservação do equipamento. e principalmente. sejam eles lubrificantes. proteção contra agentes corrosivos.) e pelo acesso aos vários pontos da máquina. Toda máquina desgasta-se com o tempo. como o aumento de vida útil dos equipamentos em que eles são usados. Atende também à classificação Allison C-4. A chamada manutenção preditiva baseia-se no monitoramento do óleo lubrificante por vários ensaios de laboratório. preditiva ou proativa. Este artigo procura mostrar a importância dessas análises para óleos lubrificantes e isolantes. etc. a Hilub . os equipamentos têm no líquido lubrificante uma fonte de preciosas informações acerca do seu estado de conservação. preventiva. Caterpillar. INTRODUÇÃO Indispensáveis para o bom funcionamento de qualquer máquina. não só para controle de sua própria qualidade. Perkins e Maxion. como a Engeoil Engenharia de Processos e Análises de Óleos. Rev. MWM. isolantes ou de corte são submetidos a várias análises físicoquímicas. caixas de engrenagens e acionamentos por corrente quando especificado pelos fabricantes um óleo API CF e SAE 30. Atende à classificação API CF e é recomendado para a maioria dos fabricantes de motores diesel. comandos finais. entretanto.: 17/09/2003 caixa c/ 24 unidades 1 lt caixa c/ 6 unidades 5 lts bombona plástica 20 lts tambor 200 lts. Pelas múltiplas funções que exerce (refrigeração. limpeza. pelo funcionamento e pelos inúmeros agentes contaminantes com os quais é posta em contato.Ursa LA-3 SAE 30 Óleo lubrificante para motores diesel operando em condições de serviço pesado. desde sua produção até o descarte. Volvo. Pode ser usado em aplicações diversas. por eles. Cummins. Embalagens: MÉTODOS ANALÍTICOS PARA LUBRIFICANTES E ISOLANTES Fonte: Revista "Química e Derivados" Autora: Maria Silvia Martins de Souza. Várias empresas. entre eles: Mercedes-Benz.

A Lubrin fornece aos clientes o sistema "Wear Check". Uma criteriosa análise microscópica das partículas presentes no óleo. baseado na técnica ferrográfica. espectrometria e cromatografia gasosa. Uma vez preservadas as características químicas e físicas do óleo e mantido em níveis toleráveis o grau de contaminantes. a quantificação de elementos como ferro. são as mais usadas. Os teores são detectados em concentrações de partes por milhão. permitindo identificar o desgaste de qualquer parte do sistema mecânico em seu estado inicial e evitando a diminuição da vida útil do equipamento. controlar e. os prestadores fornecem laudos informativos que orientam o usuário do serviço. A ferrografia é usada na manutenção preditiva de equipamentos industriais. Nesse caso. caminhões. com segurança. carregadeiras. guindastes e outros. sejam eles de passeio. o lubrificante poderá permanecer em serviço. contaminação e desgaste das máquinas. A tabela 1 apresenta as origens do desgastes metálicos. Uma mudança gradual das características do lubrificante em serviço é normal. oriundas do desgaste. tratores. Mudanças súbitas apontam para a necessidade de troca do óleo e. e do sílício. fazem esse acompanhamento. empilhadeiras. A espectrofotometria é a técnica preferida quando se monitoram veículos. na maioria dos casos. As técnicas usadas incluem ferrografia.Comércio e Serviços de Lubrificação e a Lubrin Lubrificação Industrial. a fim de determinar seus aspectos e tamanhos. Os resultados obtidos determinam o estado de deterioração da máquina e seus componentes. . De posse desses dados. que permite visualizar a deterioração. cobre. por um período maior. permitindo um diagnóstico rápido e eficiente e a realização de medidas corretivas antes da ocorrência de falhas. cromo e alumínio. é possível conhecer. Essa técnica é chamada de ferrografia. pois a vida do lubrificante está diretamente ligada às condições de trabalho e manutenção de cada máquina. revelando possíveis falhas e suas causas ainda não percebidas pela manutenção. como grandes prensas e injetoras etc. As determinações metálicas geralmente são feitas por espectrometria de absorção atômica e/ou ICP (espectrometria de plasma de argônio induzido). que se originam das diversas ligas metálicas que compõem os equipamentos. são indícios de falha no equipamento. fornecem valiosas informações sobre o processo de desgaste. normalmente. combater a origem da contaminação. permitindo identificar com alta precisão em que nível está ocorrendo o desgaste. possibilitando-lhe promover intervenções seguras. Pelos resultados das análises. proveniente da poeira. Analisam-se o aspecto e o tamanho das partículas presentes no óleo.

cobre mancais. indica o percentual de partículas grandes em relação ao total de partículas e. compressor de ar. somando-se duas vezes o desvio padrão à média dos valores anteriormente obtidos de várias amostras.8 39. A unidade usada é DR/mL. cilindros e partes de sistemas hidráulicos buchas. cubos de freio. impurezas cromo anéis. eixo. anéis. S L L + S PLP (%) 60 184 244 50. portanto. tuchos de bombas injetoras. discos de transmissão. a taxa de produção de partículas grandes e pequenas deverá ser mantida e. Conclui-se que. calculado estatisticamente. conseqüentemente. rolamentos. indica que provavelmente há um problema. aditivos. engrenagens. classificando-as como "L" (large) e "S" (small). Tabela 1 Metais ferro Origem do desgaste cilindros. Para determinar a causa e as providências a serem tomadas.9 Nela L+S equivale ao total de partículas. casquilhos alumínio pistões. específica para a técnica ferrográfica. calculado pela expressão PLP = [(L-S)/ (L+S)]. A análise determina o total de partículas presentes no óleo. guias e sedes. O fator PLP. bombos. utiliza-se a ferrografia analítica. deve ser feita a ferrografia analítica. Tabela 2 Data da coleta Amostra Viscosidade a 40°C (cSt) 12/02/99 01 124 13/07/99 02 423. águas. não necessariamente um defeito grave.82 46. Para determinar causas e severidade dos desgastes. os resultados do PLP deverão se manter praticamente constantes. Com ele é determinado o nível de alerta. a relação entre estas partículas também se manterá constante. dividindo-as entre maiores e menores de 5 m. A tabela 2 da Lubrin dá bom exemplo de laudo de análise ferrográfica. rolamentos. se superado. Fonte: Engeoil Engenharia de Processos e Análises de Óleos Ltda. arruelas de encosto. eixo de comando de válvulas. rolamentos. mesmo havendo uma troca recente de óleo com conseqüente redução na concentração total de partículas (L+S).3 154.3 Fonte: Lubrin Lubrificação Industrial Ltda. bomba de óleo. respectivamente. rolamentos. o modo de desgaste Admitindo-se que não ocorram alterações no desgaste da máquina. virabrequim. É o melhor e mais utilizado índice de acompanhamento ferrográfico do desgaste.O laudo de uma análise ferrográfica oferece resultados quantitativos e qualitativos. O exame microscópico da forma das partículas permite inferências .5 108. rotores.100. Esses dados permitem identificar as tendências do agravamento do desgaste. O limite assim calculado.

como. Em geral essa contaminação é de enxofre e a neutralização ocorre por aditivação alcalina. enquanto que a medição do tamanho e avaliação da incidência levam à conclusão sobre a severidade. expressão que indica quanto desta reserva ainda resta no óleo. Os contaminantes são poucos. verificada pelo TBN. além da já citada análise metálica. provavelmente provenientes de gaiolas de rolamento ou trocador de calor. Cada tipo de partícula possui um procedimento de análise e determinação de incidência próprios e independentes. a saber: 1. destinada à neutralização dos ácidos formados pela combustão do diesel. gerada por atrito normal em aço de baixa liga.000 horas de operação. com até 100 microns. Um exemplo do gráfico analítico de um compressor de parafusos (ar comprimido) numa condição perigosa pode ser visto na figura 2 cedida pela Tribolab Comércio de Aparelhos Científicos Ltda. Presença pequena de gel e borra. Podem advir de roçamento dos parafusos e depois laminadas sob rolamentos. Pitting inicial em rolamentos indicado pelos nacos (partículas espessas) com até 40 mm e laminares de até 80 mm em aço de alta e baixa liga.quanto à causa. sem quebra de filme lubrificante. Os maiores problemas estão sendo gerados pelas partículas de maior tamanho. Estes óleos têm uma reserva alcalina. para que ele possa continuar sendo usado sem que haja risco de uma corrosão ácida no motor. a apresentada na figura 1. A avaliação dos dados permitiu aos técnicos da referida empresa concluir que: • • • • • Há baixa esfoliação. Nos óleos lubrificantes usados em motores. Para a Engeoil. Grande quantidade de bronze. seriam a troca do óleo e nova coleta para avaliação da evolução após 1. No caso apresentado as recomendações. o número mínimo aceitável para TBN é de 2 mg KOH/g de amostra.TBN: o "total basicity number" ou número de basicidade (ou alcalinidade) total é realizado principalmente em óleos lubrificantes usados em motores diesel. Partículas de desgaste severo com arrastamento em aço de baixo teor de liga (< 3% de liga) atingem 60 mm. segundo técnicos da Tribolab. Quanto maior for esse valor. Fotos das partículas observadas também fazem parte do relatório de análise. As avaliações sempre levam em conta o tipo de máquina monitorada. por exemplo. indicando degradação inicial do óleo. embora estejam presentes em pequenas quantidades. mas com dimensões (80 mm) suficientes para provocar a leve abrasão encontrada. . há outras análises importantes. Para facilitar a representação de todas as partículas pode ser elaborado um gráfico de barras. maior será a vida útil do óleo.

com um valor ideal para cada óleo em particular. a resistência que o líquido oferece ao fluir. Indica o grau de atrito. sistemas térmicos e turbinas. fuligem (material carbonizado).Insolúveis: com este ensaio mede-se a quantidade de produtos de oxidação do óleo. Para efeito de comparação é preciso saber pelo menos o valor de duas viscosidades do mesmo óleo em temperaturas diferentes. favorecendo o processo de oxidação. as determinações de viscosidade são efetuadas em temperaturas controladas ou corrigidas por tabelas. A diminuição no valor de viscosidade pode ser devida à reposição feita com óleo de menor viscosidade ou contaminação por combustível. isto é. inadequação ou ineficiência dos sistemas de filtração ou quantidade de óleo insuficiente em circulação. transformadores. a uma temperatura específica.TAN e pH inicial: o número de acidez total ou "total acidity number". tais como borras. diminuindo os custos de reposição. sendo comparado com um óleo referência de índice de viscosidade zero a índice de viscosidade 100. em geral 40°C e 100oC.Viscosidade: é uma das características mais importantes de um óleo lubrificante e deve ser mantida dentro de limites pré-estabelecidos. a medida do tempo que um fluido leva para escoar em um capilar. solventes ou óleo de lavagem. juntamente com o pH permitem a avaliação da presença de contaminantes ácidos no óleo. presença de contaminantes insolúveis. possui unidade móvel para filtração e purificação de lubrificantes usados. contaminação com água. etc. A empresa possui certificado ambiental para eliminação desses resíduos. por exemplo. também outros serviços. além de darem treinamentos e cursos. caixas de engrenagem.Outros serviços na área de lubrificação As empresas que fazem análises em óleo para orientação e manutenção preditiva prestam. Usa filtragem absoluta por termovácuo. 5. 2. 4. oxidação pronunciada.A Hilub. É expressa em Stoke (centímetro quadrado por segundo). A viscosidade se modifica com a temperatura. Podem ser filtrados lubrificantes usados em sistemas hidráulicos. costuma-se determinar a viscosidade cinemática. lacas. Já o aumento da viscosidade geralmente indica reposição feita com óleo de maior viscosidade. Nos lubrificantes.Índice de viscosidade: é o valor da variação da viscosidade do óleo com a temperatura. No caso de óleos. resinas. do tipo plano de lubrificação. obedecendo às normas ISO 14000. fornecimento e mão-de-obra para lubrificação e abastecimentos. em geral. gases e partículas sólidas do óleo usado. Pela eliminação da água. Outra vantagem é a contribuição para a preservação do meio ambiente por retirada de substâncias de díficil descarte. 3. tratamento térmico. aumenta-se a vida útil do equipamento e do lubrificante. filtragem e recuperação de óleo. ou seja. .

7148 NBR . por isso deve ser analiticamente avaliada. O declínio de temperatura é feito em condições determinadas e com o óleo em repouso. 7. na mesma temperatura.Água: a presença de água no óleo é indesejável. também pode ser usado para verificação de mudanças marcantes no óleo isolante ensaio empregado para avaliar se a presença de contaminantes polares e/ou Densidade Tensãointerfacial (*) NBR . As análises realizadas são fundamentais para prolongar a vida útil do equipamento elétrico. em mufla a 780°C 1000oC.Densidade: relação entre o peso de um determinado volume de matéria e o peso de igual volume de água. como transformadores e outros. 10. Óleos isolantes Usados nos equipamentos elétricos. 8. 11. Tabela 3 Ensaio Cor Método MB 351 Descrição ensaio comparativo com padrões de cores. Este ensaio permite avaliar se o óleo em uso está ou não contaminado por combustível.Ponto de fluidez: é a menor temperatura na qual um óleo ainda consegue fluir. mas útil na avaliação sobre o estado de oxidação do óleo isolante ensaio empregado para classificar o óleo isolante como naftênico ou parafínico.Ponto de combustão: é a temperatura em que os vapores são liberados de modo acelerado. É feito como em análise de cinzas usual. não sendo capazes de manter a chama acesa. permitindo a combustão. seja diesel. gasolina ou álcool.6. não é um ensaio crítico. isto é. As técnicas usadas são Karl Fisher ou destilação. os óleos isolantes também devem ter suas propriedades constantemente avaliadas.Ponto de fulgor ou inflamação: é a temperatura mínima em que um óleo aquecido libera vapores suficientes para se inflamar em presença de chama livre. 9. cujo resíduo final é uma mistura de óxidos metálicos e sulfatos. É um ensaio quantitativo expresso por percentagem em peso.6234 . evitando com isso a interrupção do fornecimento de energia. Por meio de análises físico-químicas controla-se a qualidade do óleo e por métodos cromatográficos pode-se detectar a existência de falha nos equipamentos.Cinzas sulfatadas: são resíduos sulfatados oriundos de uma quantidade de óleo calcinada sob ação de ácido sulfúrico. Os óleos naftênicos costumam apresentar maior teor de cinzas sulfatadas.

que podem ser aceleradas pela presença de compostos metálicos. podem ocorrer mudanças de cor no óleo.Teor de água(ppm) (*) Índice deneutralização(*) Rigidezdielétrica (*) Fator de dissipação a100ºC produtos de oxidação do óleo isolante ainda permitem seu uso ensaio empregado para determinar a NBR . Tais alterações podem levar ao comprometimento do equipamento.14248 normalmente produtos de oxidação do óleo isolante ensaio usado para avaliar a capacidade do óleo isolante de suportar tensões elétricas NBR . um óleo mineral. composto de hidrocarbonetos derivados de petróleo. O óleo mineral isolante em serviço está continuamente deteriorando-se devido às reações de oxidação. isto é. precipitação de borra.10710 concentração de água dissolvida no óleo ensaio empregado para quantificar a presença de contaminantes polares ácidos. cujo título é "Guia para acompanhamento de óleo mineral isolante de equipamentos elétricos". A amostragem de óleos isolantes deve seguir os procedimentos indicados nas normas NBR-7070 e NBR-8840. usualmente. Tabela 4 Ensaio Método Descrição ensaio empregado para determinar a concentração de dibutil-paracresol (DBPC) em óleo mineral isolante pelo método espectofotométrico ensaio empregado para determinar a Teor de inibidorde MB -3475 oxidação(DBPC) Teor deascarel NBR . oxigênio. NBR . alto teor de água e calor excessivo. são os apresentados na Tabela 3 que inclui breve explicação sobre a importância de cada determinação.12133 deve ser avaliado como comparativo em relação aos resultados anteriores (*) testes usados como referencial para indicar o momento em que se deve regenerar ou substituir o óleo O óleo isolante é. em geral. em grande parte dos casos. empregados dois tipos de óleo mineral isolante: naftênicos e parafínicos. formação de compostos ácidos e num estágio mais avançado da oxidação. Os ensaios para avaliação do desempenho do óleo indicados por essa norma. Como conseqüência. NBR . A metodologia recomendada está descrita na NBR-10576. Essas mudanças nas características devem ser acompanhadas por análises físico-químicas periódicas. este parâmetro é influenciado pela presença de partículas e/ou água no óleo isolante ensaio empregado como indicativo de contaminantes solúveis no óleo isolante. Para aplicações em equipamentos elétricos são.6869 sem falhar. assim como a metodologia que deve ser usada.13882 .

impedindo seu uso em aplicações elétricas determinação da temperatura mínima (ponto Ponto de fluidez NBR . constituinte igualmente importante de equipamentos elétricos. serve de indicativo da NBR .11341 óleo isolante se tornam inflamáveis. tintas. etc. Dessa forma. monitorar a concentração de furfuraldeído no óleo isolante pode oferecer informações relevantes a respeito das condições do papel na isolação do . principalmente por Índice de refração NBR . usualmente outros tipos de hidrocarbonetos este ensaio pode ser indicativo de Ponto de anilina MB .5778 outros tipos de hidrocarbonetos. Na Tabela 4 são apresentados outros ensaios realizados em óleo mineral isolante. que o método espectrofotométrico para determinação de furfuraldeído ainda está sendo aperfeiçoado.11341 combustão presença de contaminantes. Compatibilidadede NBR . serve de indicativo da presença de contaminantes.concentração de policloreto de bifenila (PCB) em óleo mineral isolante pelo método do eletrodo seletivo a cloreto em ensaio empregado para determinar a Teor desenvolvimento concentração de furfuraldeído em óleo mineral defurfuraldeído na ABNT isolante pelo método espectrofotométrico avalia se um óleo isolante apresenta fluidez Viscosidade e adequada para emprego em aplicações NBR . igualmente com algumas sugestões de métodos e descrição dos testes. como os transformadores. Vê-se. usualmente outros tipos de hidrocarbonetos determina a temperatura mínima no qual o óleo Ponto de isolante se inflama.10441 cinemática elétricas.14274 borracha.5779 presença ou não de cloretos e/ou sulfatos como contaminantes no óleo ensaio qualitativo empregado para acusar a Enxofre corrosivo NBR .1125 avalia a resistência do óleo à oxidação oxidação ensaio empregado para avaliar se algum componente ou matéria-prima (papel.) utilizada na construção materiaisisolantes de equipamentos elétricos são incompatíveis com óleos isolantes (PCB) Fonte: Brastrafo do Brasil Ltda.11349 de congelamento) em que um óleo isolante se apresenta como um líquido ensaio empregado para determinar a temperatura mínima no qual os vapores do Ponto de fulgor NBR .290 concentração inadequada de compostos aromáticos no óleo ensaio qualitativo empregado para acusar a Cloretos esulfatos NBR . O furfuraldeído é considerado o principal composto da decomposição do papel isolante. nessa tabela.10505 presença ou não de enxofre Estabilidade à IEC . bem como na sua capacidade de refrigeração avalia se um óleo isolante não está contaminado o suficiente.

transformador. Gasolina Diesel Densidade densidade Destilação destilação RON ponto de fulgor índice de MON cetanos número de Aromáticos cetanos olefinas CFPP Saturados aromáticos Oxigenados água Benzeno RVP aditivos Solventes enxofre (> 0. nitrogênio. As falhas incipientes. Esse método apresenta. tais como arco. do início. etileno. prever quando seria o fim de sua vida útil sem necessidade de amostrar uma porção desse papel. metano. o acompanhamento por meio de análises periódicas pode evitar danos mais sérios ao equipamento elétrico. A interpretação dos resultados deve ser baseada na NBR 7274.2) aditivos Querosene de Aviação densidade destilação ponto de fulgor Álcool Óleo Lubrificante etanol água água resíduo de carbono densidade glicol diluição por ponto de congelamento solventes combustíveis FSII aditivos oxidação sulfatação nitratação aditivos A forma correta de amostragem e o método de ensaio também são descritos nessa norma. dióxido de carbono. sendo essa geração acentuada quando ocorrem falhas no equipamento elétrico. trata-se de um poderoso instrumento para identificação precoce de falhas em equipamentos elétricos. oxigênio. descargas parciais. também utilizado. os mesmos citados nas tabelas 3 e 4. o que só seria possível fazer com o transformador desenergizado. sobreaquecimento e outras. Eles são. Os gases que devem ser analisados. portanto. podendo. Muitas empresas prestadoras de serviços de análises referenciam-se também ao regulamento técnico DNC 03/94 como indicativo dos testes a serem feitos em óleos isolantes. portanto. . o teor de furfuraldeído permite estimar o grau de polimerização do papel isolante. A análise cromatográfica tem como objetivo determinar a composição dessa mistura de gases que normalmente se dissolve no óleo isolante. ou seja. uma vantagem em relação ao da determinação do grau de polimerização diretamente no papel. usualmente levam a baixas concentrações de gases e. O óleo mineral isolante gera gases durante o processo de envelhecimento normal. etano e acetileno. Mais especificamente. Quanto à análise cromatográfica. de acordo com a NBR 7070 são hidrogênio. a princípio. entretanto. monóxido de carbono.

as pessoas jurídicas que pretendem produzir ou importar esses produtos deverão ser cadastradas na ANP com a vinculação dos registros dos produtos que comercializam. publicado por esta editora. oferecem também técnicos especializados e equipamentos apropriados para coleta das amostras de óleo em equipamentos elétricos. fabricados no país ou importados. conforme Anexos II e III das citadas portarias. álcool e óleos lubrificantes. segundo métodos ASTM e/ou NBR. à página 51. estão condicionadas ao registro prévio. importação e comercialização de óleos e graxas lubrificantes e aditivos para óleos lubrificantes de aplicação automotiva. no tópico referente a análises de LUBRIFICANTES. ZnSe Optics". à página 46. Empresas que realizam essas análises para terceiros podem ser encontradas na edição de 1999 do GUIA DAS ANÁLISES. dentre eles o "FOx FUEL/ OIL ANLYSER. e pode ser programado e calibrado para analisar gasolina. . de origem mineral. da marca Midac. a granel ou embalados. o aparato permite a execução de todas as análises listadas na Tabela 5. óleo diesel. Os já citados Anexos II e III solicitam discriminar a composição do produto (percentual em peso) e as características físico-químicas aferidas de uma série de análises. As solicitações de registro dos produtos deverão ser individualizadas por tipo ou grau de viscosidade e acompanhadas pelo formulário para "registro de produto". Por exemplo a empresa Radchrom Analítica fornece vários analisadores de combustíveis e óleos. O equipamento. O item "ÓLEOS E GRAXAS".existem no mercado equipamentos específicos para análise de óleos e combustíveis. contém espectrofotômetro infravermelho com transformada de Fourier. também deve ser consultado. Para fins de fiscalização e garantia da qualidade. há empresas como a Eletronorte que. Também devem ser incluídos documentos comprobatórios do desempenho declarado para o produto. Mais especificamente. O "FOx" apresenta uma estrutura de software totalmente aberta. estabelecem que a produção. onde o próprio cliente pode fazer ou alterar a calibração Terceirização das análises Há casos em que a terceirização das análises em lubrificantes é obrigatória. Por exemplo. As análises solicitadas. incluindo os recipientes e seringas para recolhimento das amostras que serão submetidas à análise cromatográfica. querosene de aviação. No caso de óleos isolantes. no caso do registro. vegetal ou sintética. de 30 de julho de 1999.Equipamentos . As portarias 126 e 131 da ANP (Agência Nacional de Petróleo). são apresentadas na Tabela 6. que devem ser obrigatoriamente feitas em laboratório externo. além da realização dos testes.

physical-chemical conventional laboratory of analyses and laboratory prestador of services. uma excelente ferramenta auxiliar da manutenção preventiva e de grande valor como parâmetro da manutenção preditiva. viscosidade.A. above 0. KEYWORDS: lubricant oil analysis. sem sombra de dúvidas. INTRODUÇÃO: As análises de óleos lubrificantes são. o mais conveniente foi a utilização de um laboratório prestador de serviços e. Segundo SNOOK (1968) as causas prováveis de contaminação do óleo lubrificante são: contaminação por água. C. (1987). óleo do motor. redução ou aumento da viscosidade e contaminação por insolúveis. PALAVRAS-CHAVE: análises de óleo lubrificante. C. BORMIO1 . fuligem e presença de água. Este programa consiste dos testes de aparência. laboratório convencional de análises físico-químicas e laboratório prestador de serviços. no período de 1982 a 1986.4% de problemas nas análises realizadas. J. T. Os resultados mostraram que para até 0. foram detectados 18.ESTUDO COMPARATIVO DE CUSTOS DE ANÁLISES DE ÓLEOS LUBRIFICANTES M. BORMIO (1992) afirmou que na comparação de problemas detectados em óleos lubrificantes de motores Diesel de tratores agrícolas.6 daily samples the most suitable was the handbag. motor oil.6 amostras diárias analisadas.6% no consumo de óleos lubrificantes da Usina da Barra S..6 analyzed daily samples. Já no grupo de máquinas onde não eram realizadas as análises. tendo concluído serem estas análises altamente confiáveis. Verificou-se o custo inicial e o custo operacional para as análises realizadas com maleta portátil de análises de óleos lubrificantes. A grande dúvida sempre foram os custos destas análises de óleos lubrificantes: qual a melhor . A proteção do equipamento se faz pela detecção de problema(s) no óleo. 70% apresentaram problemas. A principal razão para a utilização das análises de óleos lubrificantes é a proteção do equipamento mecânico. o que mostrou a eficiência das análises de óleos lubrificantes. GASPARINI 3 RESUMO: Neste trabalho realizou-se um estudo comparativo dos custos das três formas possíveis de realização de análises de óleos lubrificantes. The results showed that for down to 0. materiais insolúveis. verificaram uma economia de 47. Segundo os autores o fato ocorreu devido ao prolongamento do tempo de utilização da carga de lubrificante. ponto de fulgor.6 amostras diárias até o limite de 32 amostras diárias. GASPARINI et al. acima de 0. que comprovavam o bom estado dos lubrificantes. acima daqueles estipulados pelos fabricantes dos tratores. Um programa básico de análises de óleos lubrificantes foi proposto por CASHIN (1970) e SNOOK (1968). the most convenient was the use of a laboratory of services and. BORMIO (1995) verificou a eficiência das análises de óleos lubrificantes feitas com equipamento portátil. R. FERNANDES 2. custos. cost. having been verified the initial cost and the operational cost for the analyses accomplished with portable handbag of analyses of lubricating oils. odor. o mais indicado é a maleta. Embora não seja a principal função das análises de óleos lubrificantes. The implement of a laboratory of physical-chemical tests was shown viable for more than 32 samples analyzed daily. o que só poderia ser admitido devido a segurança dada pelas análises de óleos. o que possibilita a localização e eliminação da avaria. LUBRICANT OIL ANALYSIS COMPARATIVE STUDY COST SUMMARY: In this work a comparative study of the costs in the three possible ways of accomplishment of analyses of lubricating oils was accomplished. A implantação de um laboratório de testes físico-químicos se mostrou viável para mais de 32 amostras analisadas diariamente. no grupo onde as análises eram rotineiras.

para realização dos testes acima descritos é composta basicamente de: bomba de vácuo manual. presença de água. As membranas para filtragem são vendidas em embalagens com 100 unidades a um custo de R$ 110. através da compra do serviço de laboratórios especializados.50 e é suficiente para 20 amostras. odor.00 mensais. Os diversos materiais utilizados: papel higiênico para limpeza. Os testes de aparência e odor não exigem material. vidrarias e outros acessórios.5 m por coleta realizada e são utilizados 50 mL de óleo lubrificante para os testes a um custo de R$ 6.a implantação de um laboratório convencional de testes físico/químicos. solvente. fuligem.50. ponto de fulgor e presença de insolúveis.Laboratório convencional de análises físico-químicos. .00 o litro. A contratação de um técnico que deverá ser treinado para a realização dos ensaios. para realização do programa de testes. tendo sido considerado a realização de 4. O gás butano para aquecimento do fogareiro é encontrado em embalagem com 190 g a um custo de R$ 4.00.Maleta portátil de análises de óleos lubrificantes. sendo consumido 100 mL a cada amostra realizada. além do próprio óleo lubrificante da amostra coletada. a pilha para o microscópio e a cola em bastão custam R$ 4.500. A substituição da carga de óleo padrão do viscosímetro deve ser realizada pelo menos uma vez ao ano. viscosidade. em função do número de análises. com o qual se realiza em média 40 testes. a um custo de R$ 90. equipamento para filtragem. Os custos de operacionalização de uma maleta estão listados na Tabela 1. MATERIAL E METODOS Efetuou-se um levantamento de dados sobre custos permanentes e operacionais das análises de óleos realizadas pelos três métodos: . com ou sem a devida interpretação dos resultados.90 por metro.83 por análise. O método utilizado foi a comparação dos dados sobre os custos de aquisição. fogareiro a gás.Laboratório prestador de serviços. O objetivo deste trabalho foi levantar os custos permanentes e operacionais de análises de óleos lubrificantes disponíveis no mercado e permitir a escolha adequada do melhor método. O preço médio de uma maleta deste modelo é de R$ 4. levando-se em conta que a maleta possibilita a realização de 32 análises diárias. que exige um ambiente próprio e a contratação e qualificação de funcionário(s). em que são utilizados equipamentos portáteis para a realização dos ensaios em ambiente fechado ou no local da coleta da amostra. tem custo aproximado de R$ 800. .00 e o hexano é vendido em média a R$ 10.00 o litro. um rolo custa aproximadamente R$ 0. É bom ressaltar que a maleta em questão não realiza o teste de ponto de fulgor.00.a terceirização. .00.000 testes neste período.a utilização de maletas para análises de óleos lubrificantes. sendo utilizados 0. chapa para aquecimento. o que resulta num custo de R$ 0. RESULTADOS E DISCUSSÃO Uma maleta de análises de óleos lubrificantes. Para a comparação dos custos operacionais foram consideradas para cada amostra os seguintes testes: aparência.forma de realizá-las? Três formas estão disponíveis no mercados: . . A mangueira plástica utilizada tem o custo de R$ 0. viscosímetro Visgage. microscópio. Saliente-se que este tipo de serviço não tem custo inicial. implantação e operacional dos três métodos citados acima. Envia-se as amostras de lubrificantes para estes laboratórios e recebe-se os resultados das análises. .

Tintas e Vernizes do SENAI de Lençóis Paulista . não estando incluídas as despesas decorrentes com prédio para o laboratório. TABELA 3 . índice de acidez total e índice de basicidade total. para que se possa efetuar a .TABELA 1 .SP. É necessário dizer ainda que. Deve-se considerar também.00. cujos salários e encargos sociais já estão incluídos no custo das análises. TABELA 2 . foram obtidos através de orçamento do Laboratório de Lubrificantes.Custos por análise em laboratório convencional próprio Pelo mesmo custo estavam incluídos no orçamento os testes de ponto de inflamação. Os custos relacionados na Tabela 2.000. são necessários dois técnicos. que para o funcionamento de um laboratório deste tipo. tanto o laboratório do SENAI como o da Usina da Barra. oferecem outros testes não relacionados.Custos operacionais por análise para uma maleta A contratação de terceiros para realização das análises não tem custo inicial. O custo inicial dos equipamentos para os testes físicoquímicos foi orçado em aproximadamente R$ 6.A.Custos por análise terceirizada em laboratório convencional Na Tabela 3 estão os testes realizados por amostra de lubrificante da Usina da Barra S.

os menores custos são obtidos com o serviço de um laboratório de terceiros. Acima de 444 análises por ano (37 análises por mês ou 1. pode-se realizar 80 análises por dia ou 28800 por ano. Enquadram-se neste grupo (18 análises por mês) as pequenas e médias propriedades agrícolas que possuam aproximadamente 15 máquinas motorizadas. porém ainda superiores aos custos da maleta portátil.23 diárias) os custos do laboratório próprio passam a ser inferiores que a compra do serviço. em média. .25 x N (2) Para análise por laboratório próprio: Cp = 6. Os custos totais podem ser expressos pelas equações: Para análise pela maleta: Cm = 4.6 análises diárias). Figura 1 . conclui-se que: para efetuar menos de 222 análises de óleos lubrificantes por ano. Esta diferença decorre do fato que os equipamentos utilizados são mais precisos e portanto tem operação mais onerosa se comparados com o equipamento das maletas. Com a utilização de um laboratório próprio de analises físico-químicas. uma análise de lubrificante a cada 15 minutos. Neste grupo (mais de 18 análises por mês) estão as empresas que usam maior quantidade de máquinas.escolha do modelo mais conveniente.05 x N (1) Para análise por terceiros: Ct = 0.000 + 10. Deve-se considerar também a capacidade de trabalho de cada sistema analisado: a maleta portátil realiza. A Figura 1 mostra os custos dos três métodos em função do número de amostras. (0.0 + 24.75 x N (3) onde Cm.500 + 4. para até 222 análises de óleo por ano. A partir de 222 análises por ano é mais viável a utilização da maleta portátil. Considerando-se a limitação das maletas em 32 análise por dia. é mais conveniente utilizar o serviço de terceiros e acima deste número a maleta de testes. A Figura 1 mostra que.Custos totais das análises de óleos para cada método. acima deste número de análises diárias a implantação de um laboratório próprio de análises físicoquímicas é mais conveniente. Sendo o limite de trabalho de uma maleta de 11520 analises por ano. o que possibilita a execução de aproximadamente 32 análises diárias. CONCLUSÃO Analisando-se os custos iniciais e de operação dos três métodos de análises de óleos lubrificantes levando em conta a capacidade de trabalho. Ct e Cp são os custos de cada método e N é o número de amostras.

R. 56. TEIXEIRA. de Engenharia Mecânica. BORMIO. Doutor. J.Rio de Janeiro. 97 . GERARDI FILHO. 3 M. 4.. e-mail: mbormio@feb.16. Implantação de um laboratório para análises de óleos lubrificantes na Usina da Barra S. UNESP.48.Faculdade de Ciências Agronômicas . .1 Prof. p.UNESP.br 2 Prof.Botucatu. n.Faculdade de Ciências Agronômicas . W. FEB/UNESP. Lubrificação. Depto. 405 . Bauru. 1987. L. R. 87 f. Olinda. Botucatu. Anais. Rio de Janeiro. P.UNESP . 1970. 9.A.. Depto de Engenharia Mecânica. v. Análise de óleos usados de motores. SNOOK. CASHIN. Doutor.Sc. M. n. 1968. p. Avaliação das análises de óleos lubrificantes de motores diesel de tratores agrícolas com utilização de equipamento portátil.unesp. (014) 2216119. 54. em Engenharia Química. M. Lubrificação. C.. Análise de óleos de turbinas e motores Diesel marítimos. SP.Açúcar e Álcool. v.. 37 . Bauru. SP. 136 f. . R. A. 3. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BORMIO. B. Faculdade de Engenharia de Bauru. Olinda: Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil. As análises de óleo lubrificante como instrumento de manutenção preventiva de tratores agrícolas. 1987. Tese (Doutorado em Energia na Agricultura) . Especialista em Análises de Óleos Lubrificantes. p. 1995. F. Dissertação (Mestrado em Energia na Agricultura) . 1992. T. In: CONGRESSO NACIONAL DA SOCIEDADE DOS TÉCNICOS AÇUCAREIROS E ALCOOLEIROS DO BRASIL.116.. GASPARINI.

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Hidrocarbonetos Insaturados Arrefecimento .Etanol API .Fluidos isolantes altamente tóxicos não mais recomendados (dielétricos) ASTM .Elementos de máquinas que interligam equipamentos rotativos Aditivos .Substâncias químicas que incorporados aos lubrificantes e combustíveis reforçam ou criam novas características de desempenho Álcool Etílico Hidratado .Resfriamento Askaréis .Designação que se utiliza para sistemas antibloqueantes de freios de veículos Absorção Atômica .Automatic Transmission Fluid Atrito .GLOSSÁRIO DE LUBRIFICAÇÃO ABS .Associação de construtores europeus de automóveis Acoplamentos .Técnica de análise química que determina a presença de metais e elementos presentes em óleos lubrificantes ACEA .Boating Institute of America Bombas .American Society for Testing and Materials ATF .Força que se manifesta quando existe contato entre as superfícies BIA .Substância pastosa oriunda da combustão C .Máquinas hidráulicas que efetuam ou mantém o deslocamento de um líquido por escoamento Bombeabilidade .Capacidade da graxa fluir pela ação do bombeamento Borra .American Petroleum Institute Aromáricos .

Produtos da combustão despejados pelo escapamento (CO. NO2.Unidade de viscosidade dinâmica (cP) Centistoke .Especificação norte-americana para fluidos para freio de veículos leves e pesados Emissão (dos gases de escape) .Lubrificante pastoso formado por óleo.Configuração do motor.Gasolina aditivada Ipiranga (vermelha) Graxa .Óleo diesel aditivado (verde) Diferenciais Autoblocantes (tração positiva)."Processo de obtenção de derivados por quebra de moléculas com catalizador Craqueamento térmico .Comitê dos Construtores de Automóveis do Mercado Comum Europeu CEC .Sistemas de transmissão que bloqueiam a roda com menor tração DOT-3 ou DOT-4 .Volume compreendido entre PMS e PMI.Unidade de viscosidade cinemática (cSt) Ciclo Diesel .Volume compreendido entre o PMS e o cabeçote CCMC .Força de corte Combustão .Destinados a auxiliar a usinagem (corte) de materiais.Processo de obtenção de derivados.Coordinating European Council Centipoise . reduzindo o atrito (refrigeração) Four Ball .Máquinas destinadas à obtenção de ar comprimido Consistência . através de redução de pressão Dexron . somando-se todos os cilindros do motor Cisalhamento .Característica de resistência a penetração das graxas Craqueamento catalítico . principalmente óleos básicos. onde a mistura ar-combustível é inflamada por compressão Ciclo Otto .É o peso de um volume de uma substância a uma temperatura padrão Destilação à vácuo . onde a mistura ar-combustível é inflamada por faísca Cilindrada .Configuração de motor.Teste que determina a capacidade de carga dos lubrificantes Gasolina Master/F1 .Fluido de transmissão automática de marca patente da GM Diesel Master/Super Diesel . SO2) Extrema Pressão (EP) .Distância entre o PMS e o PMI Demulsibilidade . agente espessante e aditivos .Reação de oxidação com liberação de calor Compressores .Capacidade que um óleo lubrificante possui em separar-se da água Densidade .Câmara de combustão .Característica dada a um lubrificante que suporta cargas elevadas Fluidos de corte ."Processo de obtenção de derivados de petróleo por quebra de moléculas com aquecimento Curso do pistão.

John Deere are the first Agricultural manufacturer to offer farmers the benefits of High Pressure and 4 Valve Common Rail and the engine fully meets stringent Stage II emission regulations.Effective Power Delivery . Highpressure common rail injection systems with four valve technology deliver more power and more torque without sacrificing fuel economy. Constant High Torque .4V-CR Engines The new 4V-CR engines were developed exclusively by John Deere to meet the tough conditions of agriculture by pioneering the latest engine technology.

Grafsolo lubricantes the seed. improves deposition angle in the soil. thereby increasing the farmers´productivity. After such treatment. die pressing of parts and lubrication of the mandrel in the seamless tube production. the friction factor increases and causes low fluidity in mechanized planting. Grafsolo is a product developed to eliminate this problem. especially those submitted to high pressure and temperature applications. Agricultural Seed Lubricant Nacional de Grafite has developed a specific product for lubrication of seeds treated with fungicide. so pulling through heavier soils is easier. which leads to poor distribution in the soil. . Graphite is also used in agriculture as a seed lubricant. Lubricants Graphite has unique properties for lubricant uses.Compared to conventional two valve engines. It also responds better to sudden load changes. In the last few years Nacional de Grafite has developed a wide range of graphite-based lubricants for various uses. the new 4V-CR engines produce considerably higher torque at medium and lower engine speeds. seeds become sticky. such as forging. This gives you better acceleration for faster road transport and faster return to working speed after headland turns.

em um único projeto. para aplicação em grupos geradores. Tamanho reduzido e operação econômica tornam estes motores especialmente indicados para caminhões médios e semi-pesados. incorpora muitas das características dos motores da Série B. entretanto. com potências entre 160 e 250 HP. o que resultou em um projeto simples e compacto. Motores que operem a um regime mais baixo de rpm podem também ser fornecidos. na faixa de 1800 e 2500 rpm. As especificações referentes a equipamentos ou acessórios opcionais poderão variar de acordo com o fabricante ou o fornecedor de tais elementos. O único desvio dessas especificações é o uso de conexões de tubulação e bujões de norma SAE. Os motores Série C apresentampotência nominal entre 150 e 250 HP para uso industrial em geral. todos os mais importantes desenvolvimentos e a mais avançada tecnologia em motores diesel hoje disponíveis no mundo. .Apresentação motor Série C O motor da Série C é um motor diesel para serviço pesado que. Comp. tendo aproximadamente a metade de seu peso. O motor reúne. Os motores Série C também são fornecidos para uso automotivo no regime de 2200 a 2500 rpm. O motor Série C é cerca de 400 mm mais curto que um motor N. Esta faixa de potência cobre uma vasta gama de aplicações industriais.mm Largura mm N C 1537 1118 731 679 Altura mm 1303 694 Peso Kg 1190 587 Todos as medidas e especificações do motor Série C são dadas no sitema métrico decimal.

que está localizado na tampa do arrefecedor de óleo. o seguinte indica a "série"do motor. e daí através do elemento do arrefecedor a água do motor. A ..com turbo compressor. . do depósito de óleo ou cárter. e os últimos algarismos indicam a cilindrada do motor em litros. O primeiro dígito indica o "número de cilindros". durante a partida a frio. As letras que aparecem em seguida indicam o "tipo de aspiração"(T .Estes novos motores são facilmente identificados por um sistema simples de siglas. através de uma passagem localizada na própria tampa do arrefecedor. O óleo é enviado pela bomba através de uma passagem interna usinada no bloco até o regulador de pressão. e regula a pressão do óleo durante todo o tempo de funcionamento do motor. resfria o óleo. A válvula do regulador permanece fechada até que a pressão dp óleo no sistema atinja aproximadamente 45 psi (315 kPa). A forma cônica do ombro do êmbolo resulta em uma passagem de diâmetro variável para perfeito controle da pressão do óleo. pela bomba do tipo 'gerator'. O regulador promove o alívio da pressão no sistema. o êmbolo da válvula se move em direção ao bujão e alivia a pressão no sistema por permitir que uma parte do óleo seja desviada de volta ao cérter. através de um tubo rígido interno de sucção. Do regulador o óleo flui para tampa do arrefecedor. Do arrefecedor. Em condição de excesso de pressão. circulando ao redor das placas do elemento.com pós arrefecedor do ar de admissão). o óleo passa ao filtro de óleo. Sistema de Lubrificação do Motor C O fluxo do óleo lubrificante começa ao ser este sugado.

onde então o fluxo se divide: uma parte do óleo vai daí para o turbo compressor. . As passagens transversais que vem da galeria principal conectam-se com passagens usinadas que ligam os mancais principais com os mancais do comando de válvulas. Os pinos dos pistões são lubrificados por "spray" provocado pelos próprios bicos resfriadores. flui atrvés da passagem transversal sobre o mancal nº 3 até a galeria principal de óleo. desviado do filtro. passagem que se conecta a uma outra passagem tranversal no bloco. através de passagens transversais usinadas. que vai de ponta a ponta do motor no sentido longitudinal do bloco.O óleo ja filtrado sobe pelo tubo central do filtro até o cabeçote do filtro. Dos munhões o óleo penetra nas passagens usinadas na árvore de manivelas e chega aos casquilhos das bielas. esta válvula de segurança se abrirá. Uma ranhura existente no casquilho superior dos munhões promove a transferência de óleo para os bicos resfriadores dos pistões. Se a passagem do óleo através do filtro provocar no sistema uma queda de pressão maior que 20 psi (138 kPa). incorporou-se à tampa do arrefecedor uma válvula de desvio. levando o óleo para o cabeçote e munhões através de passagens individuais usinadas. Para manter a pressão no sistema mesmo no caso de um filtro obstruído. localizada sobre o mancal principal nº 3. e o restante do óleo desce por uma passagem usinada no bloco do motor. permitindo que o óleo. localizados no assento superior dos casquilhos dos munhões. O óleo ja arrefecido e filtrado. continue a circular no sistema.

à qual chega o óleo suprido pela galeria principal. O óleo adentra então uma passagem em ângulo usinada no cabeçote.Passagens usinadas no bloco e no alojamento das engrenagens dianteiras conectam-se uma ranhura externa existentes na bucha nº 1 da árvore do comando para levar óleo até a bomba injetora. . Os suportes dos balancins estão montados sobre o tubo de tranferência. O óleo para a parte superior do motor é suprido por uma passagem usinada vertical que se conecta com a ranhura externa localizado na bucha nº 7 da árvore do comando. da qual passa para um tubo longitudinal de tranferência do óleo que alimenta os conjuntos de balancins. Sobre o eixo da bomba localiza-se um furo para retorno do óleo ao carter. Os furos existentes no tubos permitem que o óleo passe ao redor da parte inferior aos parafusos de fixação dos suportes.

Daqui o óleo retorna ao cárter. . ou conjunto dianteiro de engrenagens. O óleo que atinge esse canal escorre para ambos os lados do balancim. Furos localizados nos eixos permitem que o óleo atinja os furos dos balancins das válvulas de admissão e de escape. lubrificando a haste da válvula e o soquete da vareta impulsora O trem dianteiro.O óleo que passa ao redor dos parafusos chega aos eixos dos balancins. para recirculação. O balancim possui uma curta passagem usinada que leva óleo desde o furo do pino para cima a um canal aberto no topo do balancim. que recebe lubrificação forçada. adentrando a parte interna dos bujões. é lubrificado por aspersão. exceto a engrenagem intermediária da bomba de óleo.

Graxas. Viscosidade. Visitas a indústrias e fabricantes e palestras com especialistas completam o conhecimento a ser fornecido ao aluno. tanto industrial como automotiva.ufmg. Mancais e sua lubrificação. Aplicação de lubrificantes. . Visa também dar conhecimento das principais linhas de produtos lubrificantes existentes no mercado e suas aplicações na solução de problemas de atrito e aquecimento em equipamentos indústriais e veículos automotores. Aditivos para lubrificantes.Eng 032 – LUBRIFICAÇÃO 2° Semestre de 2004 .br (0xx31) 3499 5220 (tel e fax) O CURSO: Esta disciplina visa dar ao aluno uma ampla visão da lubrificação.3 créditos Turma Horário F1 Terça-feira 19:55 às 20:45 Quinta Feira 20:55 às 22:30 Professor: DANILO AMARAL danilo@demec. Também é visto as especificações. Informações sobre a legislação vigente da ANP também são passadas aos alunos. Características dos lubrificantes. São dadas noções sobre o Petróleo. equação de Petroff e número de Sommerfeld. a teoria científica da lubrificação. o rerefino. aditivos bem como os parâmetros de análise e acompanhamento de lubrificantes. Noções básicas sobre lubrificação. Atenção especial é dada ao manuseio e as condições de armazenamento e segurança. características. PROGRAMA DO CURSO 1234567812345678O Petróleo. graxas e combustíveis.

COM/ RELAÇÃO DE TODOS OS FABRICANTES DE O L NO BRASIL RELAÇÃO DAS EMPRESAS REREFINADORAS DE ÓLEOS LUBRIFICANTES PORTARIA_ANP_125_1999 COLETA ÓLEO USADO. 15.Armazenamento e manuseio de lubrificantes. NORMAS DE CITAÇÃO DA ABNT ALUNO HERBERT FERRAZ: TG 1 SOBRE ANÁLISE DE ÓLEOS PARA MOTORES DIESEL PORTARIA ANP TIPOS DE ÓLEOS BÁSICOS SITE DE BUSCA DE ARTIGOS SOBRE LUBRIFICAÇÃO: HTTP://WWW.Fluidos de corte. 12.11.Análise e controle de óleos lubrificantes e graxas.Legislação sobre óleos lubrificantes.Compressores. 13.9. 10. Rio de Janeiro. • Apostilas de Lubrificação. Carlos Moura e Ronald Carreteiro.PDF PORTARIA_ANP_126_1999 REGULAM ATIV PROD E IMPOT.Óleos para tratamento térmico de metais. 14.17.10.Preventivos contra a corrosão.Motores de combustão interna.14. 20.19.16. 19.SCIRUS.15.Legislação da ANP. • Elementos de Máquinas.12.9. Joseph Edward Shigley. 18.Engrenagens e sua lubrificação.13.PDF PORTARIA_ANP_128_1999 REREFINO DE OL USADO.PDF PORTARIA_ANP_129 LUBRIFICANTES BÁSICOS_1999.PDF PORTARIA_ANP_127_1999 COLETA OL USADO. 17.PDF .Óleos dielétricos para transformadores. Livros Técnicos e Científicos Editora. 1978. 11. 16.18. AVALIAÇÃO Apresentação de trabalho Provas Relatórios e questionários 20 pontos 50 pontos 30 pontos 100 pontos Total BIBLIOGRAFIA • • • • Lubrificantes e Lubrificação.20.Sistemas hidráulicos.

PORTARIA_ANP_130_1999 ESPECIF OL BÁSICO REREFINADO.PDF FILME SOBRE FLUXO ÓLEO EM UM MOTOR ZETEC FORD Filme sobre montagem do motor FORD OHC .