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Lição 2

14 de Julho de 2013

ES P ER ANÇA EM M EI O À ADV ER SI DADE
T E X T O Á U R E O

"Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho" (Fp 1.21).

[U1] Comentário: 23-E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança, 24-o qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior e lhes segurou os pés no tronco. 25-Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. [U2] Comentário: 3-Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, 4-para uma herança incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar, guardada nos céus para vós 5-que, mediante a fé, estais guardados na virtude de Deus, para a salvação já prestes para se revelar no último tempo, ... [1] [U3] Comentário: 16-Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. 17-Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõemse um ao outro; para que não façais o que quereis. 18-Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. 19-... [2] [U4] Comentário: 22-Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. 23-Contra essas coisas não há lei. ... [3] [U5] Comentário: 12-E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho. 13-De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares; 14-e muitos dos irmãos ... no [4] [U6] Comentário: 15-Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa mente; 16-uns por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho; 17-mas outros, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, ... [5] [U7] Comentário: 12-E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho. 13-De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares; ... [6]

V E R D A D E

P R Á T I C A

Nenhuma adversidade poderá reter a graça e o poder do Evangelho
HINOS SUGERIDOS 131, 404, 422 L E I T U R A D I Á R I A

Segunda - At 16.23-25 O louvor supera os açoites Terça - 1 Pe 1.3-9 Guardados pela fé Quarta - Gl 5.16-21 Guiados pelo Espírito no conflito Quinta - Gl 5.22-26 O fruto do Espírito garante vitória Sexta - Fp 1.12-14 A alegria na defesa do Evangelho Sábado - Fp 1.15-21 A motivação correta do anúncio
L E I T U R A B Í B L I C A E M C L A S S E

S T Q Q S S

Filipenses 1.12-21
I N T E R A Ç Ã O

A prisão do apóstolo Paulo em Roma foi crucial para a propagação do Evangelho na região de Filipos. A partir de uma experiência de sofrimento, Deus usou pessoas para propagar a mensagem das Boas Novas. É verdade que alguns pregadores usavam o sofrimento do apóstolo para proclamar Cristo de boa consciência. Outros utilizavam-se do sofrimento alheio para obterem vantagens pessoais. Cristo não era o centro das suas preleções. Infelizmente, na atualidade, algumas pessoas perderam o temor de Deus. A exemplo daqueles pregadores de Filipos, elas exploram as tragédias pessoais, pois veem nelas a oportunidade de se locupletarem com as feridas alheias (elas sabem que o sofrimento humano pode ser muito rentável). Cristo não se acha mais no

centro de suas vidas.
O B J E T I V O S

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Saber que as adversidades podem contribuir para a expansão do Evangelho. Explicar as motivações de Paulo para a pregação do Evangelho. Compreender que o significado da vida consiste em vivermos para o Evangelho

O R I E N T A Ç Ã O

P E D A G Ó G I C A

Prezado professor, para concluir a lição sugerimos a seguinte atividade: (1) Pesquise ao menos três países cujo índice de perseguição religiosa é grande. (2) Identifique missionários que atuam nesses locais (a pesquisa pode ser feita pelas agências missionárias, secretaria de missões de sua igreja ou internet). (3) Em seguida, pesquise o crescimento de cristãos nesses países visando identificar como o trabalho missionário tem sido realizado. Conclua dizendo que, a exemplo do que ocorreu a Paulo, o Evangelho continua a ser propagado no mundo através do sofrimento de muitas pessoas que se dispõem a propagá-lo com ousadia.
C O M E N T Á R I O

INTRODUÇÃO Nesta lição, veremos como a paixão pelas almas consumia o coração de Paulo. Embora preso em Roma, ele não esmorecia na missão de proclamar o Evangelho. E, tendo como ponto de partida o seu sofrimento, o apóstolo ensina aos filipenses que nenhuma adversidade será capaz de arrefecer-lhes a fé em Cristo. Ao contrário, ele demonstra o quanto as suas adversidades foram positivas ao progresso do Reino de Deus. I. ADVERSIDADE: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO 1. Paulo na prisão. Paulo estava preso em Roma, aguardando julgamento. Ele sabia que tanto poderia ser absolvido como executado. Todavia, não se achava ansioso. O que mais

desejava era, com toda ousadia, anunciar a Cristo até mesmo no tribunal. Paulo não era um preso qualquer; sua segurança estava sob os cuidados da guarda pretoriana (1.13). Constituída de 10 mil soldados, esta guarda encarregava-se de proteger os representantes do Império Romano em qualquer lugar do mundo. Sua principal tarefa era a proteção do imperador. 2. Uma porta se abre através da adversidade. Uma das principais contribuições da prisão de Paulo foi a livre comunicação do Evangelho na capital do mundo antigo. Os cristãos estavam espalhados por toda a cidade de Roma e adjacências. Definitivamente a prisão de Paulo não reteve a força do Evangelho e o promoveu universalmente. Deus usou o sofrimento do apóstolo para que o Evangelho fosse anunciado de Roma para o mundo (v. 13).
SINÓPSE DO TÓPICO (1)

[U8] Comentário: 13-De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares;

[U9] Comentário: 13De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares;

A prisão de Paulo foi uma porta aberta para a proclamação do Evangelho. II. O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE (1.12,13) 1. O poder do Evangelho. De modo objetivo, Paulo diz aos filipenses que nenhuma cadeia
[U10] Comentário: 2E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho. 13De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares;

será capaz de impor limites ao Evangelho de Cristo. Esse sentimento superava todas as expectativas do apóstolo concernentes ao crescimento do Reino de Deus. O seu propósito era ver as Boas Novas prosperando entre os gentios. Portanto, nenhum poder humano conterá a força do Evangelho, pois este é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê (Rm 1.16). 2. A preocupação dos filipenses com Paulo. Está implícita a preocupação dos filipenses com o bem-estar de Paulo. Eles o amavam e sabiam do seu ardor em proclamar o Evangelho. Todavia, achavam que a sua prisão prejudicaria a causa cristã. O versículo 12 traz exatamente essa conotação: "E quero, irmãos, que saibais as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho". Para o apóstolo, seu encarceramento contribuiu ainda mais para o progresso da mensagem evangélica (v.13). 3. Paulo rejeita a autopiedade. Paulo era um missionário consciente da sua missão. Para ele, o sofrimento no exercício do santo ministério era circunstancial e estava sob os cuidados de Deus (v.19). Por isso, não manifestava autopiedade; não precisava disso para conquistar a compaixão das pessoas. Para o apóstolo, a soberania de Deus faz do sofrimento algo passageiro, pois os infortúnios servem para enchernos de esperança, conduzindo-nos numa

[U11] Comentário: 16-Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.

[U12] Comentário: 13-De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares; [U13] Comentário: 19-Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo,

bem-aventurada expectativa de "que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto" (Rm 8.28).
SINÓPSE DO TÓPICO (2)

[U14] Comentário: 28-E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto. [U15] Comentário: 14-e muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor. 15-Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa mente; 16-uns por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho; 17-mas outros, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. 18Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento, ou em verdade, nisto me regozijo e me regozijarei ainda. [U16] Comentário: 14-e muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor. [U17] Comentário: 13-De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares; [U18] Comentário: 21-Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22-Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, ... em[7] [U19] Comentário: 24-Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. [U20] Comentário: 19-Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo, 20-segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a ... [8] [U21] Comentário: 18-Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento, ou em verdade, nisto me regozijo e me regozijarei ainda. [U22] Comentário: 21-Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.22-Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei, então, o que deva escolher. [U23] Comentário: 20-Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.

O testemunho de Paulo na adversidade pode ser observado pela sua rejeição a autopiedade e a sua fé no poder do Evangelho. III. MOTIVAÇÕES PARA A PREGAÇÃO DO EVANGELHO (1.14-18) Duas motivações predominavam nas igrejas da Ásia Menor onde o apóstolo Paulo atuava. São elas: 1. A motivação positiva. "E muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor" (v.14). Estava claro para os cristãos romanos, bem como para a guarda pretoriana, que o processo judicial contra Paulo era injusto, porque ele não havia cometido crime algum. Além de saberem da inocência do apóstolo, os pretorianos recebiam diariamente deste a mensagem do Evangelho (v.13). O resultado não poderia ser outro. Os cristãos filipenses foram estimulados a anunciar o Evangelho com total destemor e coragem. 2. A motivação negativa. A prisão de Paulo motivou os cristãos a proclamar o Evangelho de "boa mente" e "por amor". Mas havia aqueles que usavam a prisão do apóstolo para garantir vantagens pessoais. Dominados pela inveja e pela teimosia, agiam por motivos errados. Mas pelo Espírito, o apóstolo entendeu que o mais importante era anunciar Cristo ao mundo "de toda a maneira". Isto não significa que Paulo aprovava quem procedia dessa forma, porque um dia todo mau obreiro terá de dar contas de seus atos ao Senhor (Mt 7.21-23).
SINÓPSE DO TÓPICO (3)

Foi o Criador quem planejou o matrimônio, uma união indissolúvel e permanente (Gn 2.24). IV. O DILEMA DE PAULO (1.19-22ss.) 1. Viver para Cristo. "Nisto me regozijo e me regozijarei ainda" (v.18). Estas palavras refletem a alegria de Paulo sobre o avanço do Evangelho no mundo. Viver, para o apóstolo, só se justifica se a razão for o ministério cristão: "Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei, então, o que deva escolher" (vv.21,22). A morte para ele era um evento natural, mas glorioso. Significava estar imediatamente com Cristo. O Mestre era tudo para Paulo, o princípio, a essência e o fim da sua vida. Nele, o apóstolo vivia e se movia para a glória de Deus. Por isso, podia dizer: "E vivo, não mais eu; mas Cristo vive em mim"(Gl 2.20).

2. Paulo supera o dilema. "Estar com Cristo" e "viver na carne". Este era o dilema do apóstolo (vv.23,24). Ele desejava estar na plenitude com o Senhor. Todavia, o amor dele pelos gentios era igualmente intenso. "Ficar na carne" (v.24), aqui, refere-se à vida física. Isto é: viver para disseminar o Evangelho pelo mundo. Mais do que escolha pessoal, estar vivo justifica-se apenas para proclamar o Evangelho e fortalecer a Igreja. Este era o pensamento paulino. Nos versículos 25 e 26, ele entende que, se fosse posto em liberdade, poderia rever os irmãos de Filipos, e viver o amor fraterno pela providência do Espírito Santo.
SINÓPSE DO TÓPICO (4)

[U24] Comentário: 23-mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus e loucura para os gregos. 24-Mas, para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus. [U25] Comentário: 24-Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. [U26] Comentário: 25-E, tendo esta confiança, sei que ficarei e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé, [U27] Comentário: 26-para que a vossa glória aumente por mim em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós. [U28] Comentário: 24-Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. 25-E, tendo esta confiança, sei que ficarei e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé, 26-para que a vossa glória aumente por mim em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós. [U29] Comentário: 25-E, tendo esta confiança, sei que ficarei e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé, 26-para que a vossa glória aumente por mim em Cristo Jesus, pela minha nova ida a vós. [U30] Comentário: 15-Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa mente; [U31] Comentário: 2-Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão! 3-Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. 4-Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: 5-circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu, 6-segundo o zelo, perseguidor da igreja; segundo a justiça que há na lei, irrepreensível. 7-Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. 8-E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo 9-e seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus, pela fé; 10-para conhecê-lo, e a virtude da sua ressurreição, e a comunicação de suas ... [9] [U32] Comentário: 19-Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo,

O dilema de Paulo era, imediatamente, "estar com Cristo" ou "viver na carne" para edificar os filipenses. CONCLUSÃO Paulo resolveu o seu dilema em relação à igreja, declarando que o seu desejo de estar com Cristo foi superado pela amorosa obrigação de servir aos irmãos (vv.24-26). Ele nos ensina que devemos estar prontos a trabalhar na causa do Senhor, mesmo que isso signifique enfrentar oposição dos falsos crentes e até privações materiais. O que deve nos importar é o progresso do Evangelho e o crescimento da Igreja de Cristo (vv.25,26).

A U X Í L I O

B I B L I O G R Á F I C O I

Subsídio Teológico "Alguns pregam Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa mente (1.15). Posteriormente Paulo voltará sua atenção aos judaizantes, que distorcem o evangelho insistindo nas obras como algo essencial para a salvação (3.2-11). Aqui a tensão é pessoal em vez de doutrinária. Alguns se tornam evangelistas mais ativos por um espírito competitivo, tendo um prazer perverso no pensamento de que Paulo está atado e incapaz de tentar alcançá-los. Outros se tornam evangelistas mais ativos por amor, um esforço de aliviar Paulo da preocupação de que expansão do evangelho retrair-se-á devido à sua inatividade forçada. É fascinante ver como Paulo recusa-se a julgar as motivações, e está encantado com o fato de que, seja pela razão que for, o evangelho está sendo pregado. Poucos de nós têm essa maturidade. Os críticos de Paulo poderão ficar amargamente ressentidos com o seu sucesso, mas o apóstolo não ficará ressentido com eles! Em vez disso ele se regozijará por Cristo estar sendo pregado, e deixará a questão dos motivos para o Senhor. Porque sei que disto me resultará salvação (1.19). Paulo não se refere aqui à sua libertação da prisão. O maior perigo que qualquer um de nós enfrenta é o desânimo que as dificuldades

frequentemente criam" (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.437).

V O C A B U L Á R I O

Locupletarem: Enriquecerem; encherem em demasia; fartarem.
B I B L I O G R A F I A S U G E R I D A

PEARLMAN, Myer. Epístolas Paulinas: Semeando as Doutrinas Cristãs. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. ZUCK, Roy B (Ed.). Teologia do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
S A I B A M A I S

Revista Ensinador Cristão CPAD, nº 55, p.37.
E X E R C Í C I O S

1. De acordo com a lição, qual foi a principal contribuição da prisão de Paulo para o Evangelho? R. Foi a livre comunicação do Evangelho na capital do mundo antigo. 2. Como Paulo via o sofrimento? R. Para o apóstolo, a soberania de Deus faz do sofrimento algo passageiro, pois os infortúnios servem para encher-nos de esperança, conduzindo-nos numa bem-aventurada expectativa de "que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus" (Rm 8.28). 3. Cite e explique as motivações que predominavam nas igrejas da Ásia Menor onde o apóstolo Paulo atuava. R. A primeira motivação era positiva, caracterizada pela disposição dos filipenses pregarem o Evangelho com destemor e coragem. A segunda era negativa, pois a sua principal característica era os pregadores que usavam a prisão do apóstolo para garantir vantagens pessoais. 4. Qual era o maior dilema de Paulo apontado na lição? R. "Estar com Cristo" ou "viver na carne". 5. Você está pronto a trabalhar na causa do Senhor, mesmo que isso signifique enfrentar oposições de falsos crentes, além das privações materiais ou físicas? R. Resposta pessoal.

Página 1: [1] [U2] Comentário

Usuário

11/07/2013 13:40:00

3-Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, 4-para uma herança incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar, guardada nos céus para vós 5-que, mediante a fé, estais guardados na virtude de Deus, para a salvação já prestes para se revelar no último tempo, 6-em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações, 7-para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória na revelação de Jesus Cristo; 8-ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso, 9-alcançando o fim da vossa fé, a salvação da alma.
Página 1: [2] [U3] Comentário Usuário 11/07/2013 13:42:00

16-Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne. 17-Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis. 18-Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. 19-Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, 20-idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, 21-invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
Página 1: [3] [U4] Comentário Usuário 11/07/2013 13:42:00

22-Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. 23-Contra essas coisas não há lei. 24-E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. 25-Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. 26-Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.
Página 1: [4] [U5] Comentário Usuário 11/07/2013 13:42:00

12-E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho. 13-De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares; 14-e muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor.
Página 1: [5] [U6] Comentário Usuário 11/07/2013 14:00:00

15-Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa mente; 16-uns por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho;

17-mas outros, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. 18-Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento, ou em verdade, nisto me regozijo e me regozijarei ainda. 19-Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo, 20-segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. 21-Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.
Página 1: [6] [U7] Comentário Usuário 11/07/2013 13:59:00

12-E quero, irmãos, que saibais que as coisas que me aconteceram contribuíram para maior proveito do evangelho. 13-De maneira que as minhas prisões em Cristo foram manifestas por toda a guarda pretoriana e por todos os demais lugares; 14-e muitos dos irmãos no Senhor, tomando ânimo com as minhas prisões, ousam falar a palavra mais confiadamente, sem temor. 15-Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia, mas outros de boa mente; 16-uns por amor, sabendo que fui posto para defesa do evangelho; 17-mas outros, na verdade, anunciam a Cristo por contenção, não puramente, julgando acrescentar aflição às minhas prisões. 18-Mas que importa? Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira, ou com fingimento, ou em verdade, nisto me regozijo e me regozijarei ainda. 19-Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo, 20-segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. 21-Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.
Página 4: [7] [U18] Comentário Usuário 11/07/2013 14:02:00

21-Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22-Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? 23-E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
Página 4: [8] [U20] Comentário Usuário 11/07/2013 14:02:00

19-Porque sei que disto me resultará salvação, pela vossa oração e pelo socorro do Espírito de Jesus Cristo, 20-segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte. 21-Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. 22-Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei, então, o que deva escolher.
Página 5: [9] [U31] Comentário Usuário 11/07/2013 14:04:00

2-Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão! 3-Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. 4-Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: 5-circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu, 6-segundo o zelo, perseguidor da igreja; segundo a justiça que há na lei, irrepreensível. 7-Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. 8-E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de

Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo 9-e seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus, pela fé; 10-para conhecê-lo, e a virtude da sua ressurreição, e a comunicação de suas aflições, sendo feito conforme a sua morte; 11-para ver se, de alguma maneira, eu possa chegar à ressurreição dos mortos.