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Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Cascavel

Profº Norberto Krueger Junior Norberto_krueger@yahoo.com.br

CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA

Cascave – PR, 2013.

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SUMÁRIO PLANO DE ENSINO................................................................................................................................ 2 1-INTRODUÇÃO AO DIREITO TRIBUTÁRIO .................................................................................... 5 1.1 CONCEITO DE TRIBUTO ............................................................................................................ 5 1.2 PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS TRIBUTÁRIOS (art.150, CF) ............................................ 6 1.3 ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DO TRIBUTO ....................................................................... 8 2. SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL ............................................................................................. 10 2.1 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA..................................................................................................... 11 2.2 TRIBUTOS, CONCEITOS E ESPÉCIES .................................................................................... 11 2.3 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS .......................................................................................... 13 3. TRIBUTOS SOBRE O VALOR AGREGADO ................................................................................. 20 3.1 IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS – IPI ................................................. 20 3.2 ICMS – IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS. ........... 23 4. TRIBUTOS SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO ......................................................................... 45 4.1 CONTRIBUIÇÕES AO INSS ...................................................................................................... 45 4.2 CONTRIBUIÇÕES AO FGTS .................................................................................................... 47 4.3 IRRF SOBRE RENDIMENTOS ................................................................................................. 48 5 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O FATURAMENTO ................................................................. 55 5.1 IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS – ISS ......................................................................................... 55 5.2 PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL – PIS................................................................ 56 5.3 COFINS......................................................................................................................................... 61 6 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O RESULTADO .................................................................. 70 6.1 IMPOSTO DE RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS................................................................ 70 6.2 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL ......................................... 71 7 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO FEDERAL ................................................................................... 72 7.1 LUCRO PRESUMIDO ................................................................................................................. 72 7.2 LUCRO ARBITRADO ........................................................................................................... 81 7.3 Lucro Real ............................................................................................................................... 87 7.4 SISTEMA INTEGRADO DE PAGAMENTO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO ...................................................................... 111 Tabela - Partilha do Simples Nacional – Comércio .......................................................................... 115 TABELA - Partilha do Simples Nacional – Indústria ....................................................................... 116 Tabela - Partilha do Simples Nacional – Serviços e Locação de Bens Móveis ................................ 117 8. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DAS EMPRESAS ................................................................... 121 8.1 ELISÃO, EVASÃO E ELUSÃO ................................................................................................ 122 8.2 REMUNERAÇÃO A SÓCIOS ................................................................................................... 123 8.3 GANHOS DE CAPITAL ............................................................................................................ 123 8.4 RETENÇÃO NA FONTE DO IRPJ CSLL, PIS E COFINS ...................................................... 124 8.5 CONTRATOS DE LONGO PRAZO ......................................................................................... 125 8.6 FATURAMENTO PARA ENTREGA FUTURA ...................................................................... 125 8.7 DEPRECIAÇÃO ......................................................................................................................... 126 9 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO ......................................................................................................... 126 9.1 FATO GERADOR ...................................................................................................................... 127 10. APÊNDICE ..................................................................................................................................... 136

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PLANO DE ENSINO 1 – IDENTIFICAÇÃO CURSO: Ciências Contábeis HABILITAÇÃO: Bacharel em Ciências Contábeis DISCIPLINA: Contabilidade Tributária CARGA HORÁRIA: 75 Horas. 2 – EMENTA Apresentar os aspectos fiscais da legislação tributária em conformidade com os princípios e normas contábeis de forma a proporcionar a adequada utilização dos procedimentos contábeis abordando os seguintes assuntos: A competência para instituir e cobrar impostos; os tributos mais comuns incidentes sobre receitas e transações; a relação da contabilidade com a tributação. 3 - OBJETIVOS DA DISCIPLINA Objetivo Geral: A disciplina procura oferecer aos acadêmicos conhecimentos para estruturar a contabilidade tributária e seus aspectos fiscais legais, de acordo com os princípios, conceitos e normas básicas da contabilidade e da legislação tributaria. Objetivos Especificos: Abordar os aspectos contábeis inerentes à contabilidade tributária, de forma a proporcionar o uso dos procedimentos contábeis relacionados à área, com foco nos seguintes aspectos: A competência para instituir e cobrar impostos; os tributos mais comuns incidentes sobre receitas e transações; a relação da contabilidade com a tributação. 4 - CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Bimestre Conteúdo 1. INTRODUÇÃO A CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 1.1 - Principais Funções e Atividades da Contabilidade Tributária 2. INTRODUÇÃO AO DIREITO TRIBUTÁRIO 2.1 – Espécies de Tributos 2.2 - Princípios Constitucionais Tributários 2.3 - Elementos Fundamentais do Tributo 3. SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL 3.1 – Legislação 3.2 – Tributos, conceitos e espécies 4. TRIBUTOS SOBRE O VALOR AGREGADO 4.1 – IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados 4.2 – ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias 5. TRIBUTOS SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO 5.1 – Contribuições ao INSS 5.2 – Contribuições ao FGTS 5.3 – IRRF sobre rendimento do trabalho Serie:3ª Ano:2013 Turma: A, B , C Turno:Not.

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O aluno que participar de todos os trabalhos garantirá 10% na composição do conceito bimestral.1 – ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza 6. TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O FATURAMENTO 6.3. REGIMES DE TRIBUTAÇÃO FEDERAL 8.2 – Lucro Arbitrado 8.. CSLL.3 – COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social 6. Seminários. 3 .1 COFINS Cumulativa 6.BIBLIOGRAFIAS BÁSICAS Luís Martins de Oliveira. Exercícios de fixação. power point . Trabalho as ser desenvolvido individualmente ou em grupo. 6 .2 PIS não Cumulativo 6.1 – Elisão. Simulados.Remuneração a Sócios 9.Ganhos de Capital 9. REGIMES DE TRIBUTAÇÃO FEDERAL 8. abrangendo todo o conteúdo exposto durante o bimestre.7 – Depreciação 9. PIS e COFINS 9. Jogos de Empresas. com enfoque tributário.1 PIS Cumulativo 6. em assunto e tema escolhidos posteriormente. com interpretação e resolução.1 – IRPJ .3 .3 Lucro Real 8.6 – Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura 9.8.1 Lucro Real versus Lucro Presumido/Arbitrado/SIMPLES 3º 4º 5 .2 .1 Lucro Real Trimestral 8.3.2.quadro).METODOLOGIAS DE ENSINO Aulas expositivas (transparência. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DAS EMPRESAS 9. 7ª Edição 2003. correspondendo a 20% da nota bimestral.2 COFINS não Cumulativa 7. Renato Chieregato e Marliete Bezerra Gomes:Manual de Contabilidade Tributária.Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas 7.1 – Lucro Presumido 8.2.2 – PIS – Programa de Integração Social 6.3.4 – SIMPLES – Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte 9. Ed.2 Lucro Real Anual 8. representando 70% da nota bimestral. Avaliação bimestral: provas dissertativas. 7 . Trabalhos em grupos.2º 6. José Hernandez Perez Jr. objetivas ou práticas. Trabalhos individuais.8 – Regimes de Tributação 9.Contratos de Longo Prazo 9. A prova será individual.2 – CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido 8.5 . Aula em laboratório de informática.3.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Análise e síntese de textos e estudos de caso com apresentações e desenvolvimentos em sala de aula.4 – Retenção na Fonte do IRPJ. TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O RESULTADO 7. Evasão e Elusão 9.

São Paulo: Atlas. 2007. 26ª. Sergio de. Láudio Camargo. II.br. HIGUCHI Hiromi. Contabilidade Tributária.São Paulo: Atlas. disponível no site www. 2ª ed. São Paulo: Frase.br.V.gov. Gelbcke. Imposto de Renda das Empresas: interpretação e prática.gov. ed..São Paulo: Atlas.São Paulo: Atlas.Iudícibus. 4 .presidência. VICECONTI. Ernesto Rubens. CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL. NEVES. Paulo E. Normas e práticas contábeis no Brasil. 2005 CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL de 1988.-São Paulo: Atlas.ed. FIPECAFI I. 2002. 4ª.BIBLIOGRAFIAS COMPLEMENTARES FIPECAFI/Arthur Andersen. . Dal Vesco Delci Grapegia.Imposto de Renda das Empresas. III. disponível no site www. Martins.ed. Silvério das. Casagrande Luiz Fernande.FABRETTI. 8 . 1994. Eliseu. HOSS Osni. 2001.presidência. Contabilidade: ensino e decisão. 2008. Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações. Metzner Claudio. 9ª.

acompanhando a evolução natural da sociedade. inexistindo o pagamento in natura ou in labore.OTN. (CTN). o que é pago em bens ou em trabalho ou prestação de serviço. cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada: a autoridade não possui liberdade para escolher a melhor oportunidade de cobrar o tributo. A contabilidade estuda. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. (Oliveira et al. o contador precisa obedecer a legislação tributária para a apuração correta. 2003). instituída em lei: só existe a obrigação de pagar o tributo se existir uma norma jurídica com força de lei que estabeleça esta obrigação. dentre elas as normas gerais do direito tributário. controla e registra os atos e fatos econômicos. 5 . No exercício de sua função. compulsória: obrigação independente da vontade do contribuinte.1-INTRODUÇÃO AO DIREITO TRIBUTÁRIO Segundo Oliveira et al (2003).Ufir) que não constitua sanção de ato ilícito: multas ou penalidades pecuniárias não se incluem no conceito de tributo. 2003). O Direito é a ciência que disciplina as relações humanas através das normas obrigatórias. orienta. a lei já estabelece todos os passos a serem seguidos. ou seja. o Direito e a Contabilidade são ciências que se complementam e caminham juntas há muito tempo. tributo é toda prestação pecuniária compulsória. em moeda ou cujo valor se possa exprimir: os tributos são expressos em moeda corrente nacional (reais) ou por meio de indexadores (ORTN. entre os quais se encontram as autoridades arrecadadoras de tributos. não ocorrendo o pagamento deste de infração de determinada norma ou descumprimento da lei.1 CONCEITO DE TRIBUTO Segundo o Código Tributário Nacional. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada (Oliveira et al. prestar contas entre os sócios e outros usuários. 1.BTN. o registro e a arrecadação dos tributos nas diversas fases das atividades empresariais. sendo uma ferramenta para gerenciar o patrimônio de uma entidade. prestação pecuniária: o pagamento do tributo deverá ser efetuado em unidades de moeda corrente. que não constitua sanção por ato ilícito. além dos princípios fundamentais de contabilidade. as normas brasileiras de contabilidade.

1.2 PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS TRIBUTÁRIOS (art.150, CF)

Princípio da Legalidade: É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios: “I – exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça (...). O tributo não pode ser criado ou aumentado sem que seja amparado por lei.

Princípio da Isonomia ou igualdade tributária: II- instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos (Princípio da isonomia tributária); O princípio deriva do princípio republicano que proíbe qualquer distinção entre as pessoas, considerando que todas são iguais perante a lei. A igualdade tributária garante o tratamento tributário igual entre os contribuintes que se encontrem em situação igual e diferenciada para aqueles que estiverem em situação desigual, na medida de suas desigualdades. Assim, uma pessoa que recebe um salário mínimo num mês será tratada em matéria tributária de forma diferente daquela outra que recebe vinte salários mínimos mensais. (Oliveira, 2005).

Princípio da irretroatividade: III- Cobrar tributos: a- em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado;(...) Este princípio afasta a incidência tributária sobre fatos geradores passados em relação à lei que apareceu depois.

Princípio da anterioridade simples: (art.150 da CF, III) III – cobrar tributos: (...) b- no mesmo exercício financeiro que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou.” Esse principio veda a Administração de exigir tributos no mesmo ano da publicação da lei que instituiu ou aumentou o tributo em questão, garantindo ao contribuinte um certo período de tempo para se adaptar, postergando para o primeiro dia do ano seguinte da publicação da lei o início de sua cobrança.

Princípio da anterioridade nonagesimal ou noventena: (art. 150 da CF)

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III - cobrar tributos: (...) c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou (...). Dessa forma, combinando com o princípio da anterioridade simples, a cobrança de um tributo só produzirá efeito 90 dias da data da publicação da lei que o houver criado ou majorado, bem como no ano seguinte ao da referida publicação.

Princípio da competência : a União, o Estado ou o Município exercitarão as competências tributárias, não lhes sendo permitida, porém, qualquer delegação ou prorrogação desta competência para outro ente que não seja aquele expressamente previsto na Constituição. Princípio da não-discriminação tributária: visando a procedência e ao destino dos bens, o art 152 da Constituição Federal proíbe a manipulação de alíquotas, bases de cálculo ou qualquer outra fórmula tributária em benefício ou prejuízo da economia da União, dos Estados ou dos Municípios.

Princípio da capacidade contributiva: o art 145 par.1º estabelece que haja a possibilidade econômica do contribuinte pagar o tributo, sendo subjetiva quando se refere à condição pessoal do contribuinte (capacidade econômica real) e objetiva quando leva em conta manifestações objetivas da riqueza do contribuinte (bens imóveis, títulos, etc., sinais de capacidade tributária ou riqueza).

Princípio da vedação de tributo confiscatório (art 150 da CF): Fica vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: (...) IV – utilizar tributo com efeito de confisco; (...) Esse princípio rege que o tributo será instituído em um nível racional, sendo uma forma mínima de preservar a propriedade do indivíduo. Caso contrário, seria irracional aplicar tributos que precisariam destituir o contribuinte de todos os seus bens para o pagamento do tributo.

Princípio da liberdade de tráfego: (art. 150, V, da CF) É vedado à União. Estados, Distrito Federal e Municípios: (...) V – estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens, por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais, ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público; (...)

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A liberdade de locomoção é parte integrante dos direitos fundamentais do indivíduo. Em matéria tributária, essa liberdade proíbe a limitação da locomoção de pessoas ou bens dento do território nacional por meio do estabelecimento de barreiras fiscais na forma de tributos interestaduais e intermunicipais.

1.3 ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DO TRIBUTO São três os elementos básicos da obrigação tributária: a- A LEI :é o principal elemento da obrigação tributária, pois cria os tributos e determina as condições de sua cobrança. São fontes consideradas como primárias do direito tributário. Somente a Lei pode estabelecer a instituição de tributos, ou a sua extinção, bem como a majoração ou a sua redução. Compete às leis ordinárias das esferas federais, estaduais e municipais a função de instituir tributos, embora haja alguns que, por força da Constituição, precisem ser instituídos por lei complementar, pois é esta que estabelece as normas gerais em matéria tributária (Oliveira et al 2003).

b- O OBJETO: representa as obrigações que o sujeito passivo (contribuinte) deve cumprir. Basicamente, as prestações consistem em: pagamento do valor em dinheiro referente ao tributo devido ou à multa imposta por não atendimento à determinação legal (obrigação principal) ou o cumprimento de formalidades complementares, destinadas a comprovar a existência e os limites da operação tributária e a exata observância da legislação aplicável (obrigação acessória), como por exemplo, a escrituração de livros fiscais, a apresentação de declarações de rendimentos, o preenchimento de formulários, a abstenção da prática de certos atos etc. Uma vez constituído o crédito tributário, este deve ser satisfeito pelo devedor por meio do pagamento ou da compensação (Oliveira et al, 2003).

c- O FATO GERADOR: é a situação definida em lei como necessária e suficiente para a sua ocorrência. Conceitua-se como “o fato” que gera a obrigação de pagar o tributo. O fato gerador da obrigação fiscal com o Imposto de Renda é a obtenção da renda e proventos de qualquer natureza por pessoas jurídicas ou físicas. O fato gerador do ICMS é a venda de produtos ou mercadorias ou a prestação de serviços de transporte, etc. O fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que impõe a prática ou a abstenção de ato que configure ou não a principal (Oliveira et al, 2003)

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2005).3 Base de Cálculo É o valor sobre o qual se aplica o percentual (ou alíquota) a fim de apurar o valor a ser recolhido. et al. o sujeito passivo. o sujeito ativo. As imunidades são privilégios dados a alguém para que se livre ou se isente de certas imposições legais em virtude de que não é obrigado a cumprir certo encargo de obrigação de caráter legal: imunidade diplomática. que tem relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador. 2005) Sujeito Passivo: é a pessoa obrigada ao pagamento do tributo.5 • Imunidade e Isenção Tributária. 1. considerada como contribuinte ou responsável (Oliveira.1 Sujeito Ativo e Sujeito Passivo • • Sujeito Ativo: Segundo o art 119 da CF. a renda ou os 9 . anterioridade e da irretroatividade (Oliveira et al. imunidade judicial. “Sujeito Ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público. 1. imunidade parlamentar. 1. e b) o responsável. 2003). Estado ou Município).3. 1.3. O sujeito ativo da obrigação tributária é o ente público (União.” (Oliveira. criador do tributo. de um lado. A base de cálculo deve ser definida em lei complementar estando sujeita aos princípios constitucionais da legalidade (mudança somente por outra lei).3. imunidade tributária (vedação de entes estatais instituírem impostos sobre o patrimônio. 2003).4 Alíquota É o percentual definido em lei que. da anterioridade (a lei deve estar em vigência antes de iniciada a ocorrência do fato gerador) e da irretroatividade (a norma não pode atingir fatos passados) (Oliveira et al. e de outro lado. 2003). O Código Tributário prevê duas espécies de sujeito passivo: a) o contribuinte.1. estando também sujeita aos princípios constitucionais da legalidade.3. determina o montante do tributo a ser recolhido. aplicado sobre a base de cálculo.2 Contribuinte ou responsável As partes da obrigação tributária são. titular da competência para exigir o seu cumprimento. que é aquele que não pratica o fato que causa o fato gerador mas se vê na obrigação de pagar o tributo por força de dispositivo legal (Oliveira.3.

faz-se necessário conhecer o Regulamento do IPI (DECRETO Nº 4.544. uns dos outros.6 Regulamento do Imposto de Renda Para Oliveira et al (2003} o RIR é a consolidação das Leis e Disposições que regulamentam e normatizam o IR das Pessoas Físicas e Pessoas Jurídicas. Além do RIR. 2003). esquivar ou desobrigar de algum encargo estipulado para todos. 10 . Regulamento do PIS e COFINS (decreto nº 4. vedação entre estatais instituírem impostos sobre o patrimônio. 1.524. Regulamento do ICMS (Decreto 1980 de 21/12/2007). separando os contribuintes Pessoas Físicas das Pessoas Jurídicas. O RIR em vigor foi instituído pelo Decreto nº 3.000.). 2. bem como por parte da administração tributária e do Poder Judiciário no exercício de suas respectivas funções. sendo organizado por assunto. sindicatos de trabalhadores. Regulamento do INSS (Decreto 3048/99). • Isenção é concedida por lei e é a dispensa atribuída a alguma coisa ou alguma pessoa. contendo regras que devem ser seguidas pelos legisladores infraconstitucionais. das entidades mantenedoras de templos de qualquer culto. instituições de educação e de assistência sem fins lucrativos. vedação de entes estatais instituírem impostos sobre livros. para que se possa livrar. a vedação entre estatais instituírem impostos sobre o patrimônio. constantes sob este título. Tais disposições tratam dos aspectos estruturais básicos do nosso ordenamento jurídico-tributário. a renda e os serviços. de 26 de março de 1999.3. jornais. não obstante existirem outros comandos constitucionais referentes a tributos (art. 195). periódicos e papel destinado à impressão destes. a renda e os serviços dos partidos políticos.serviços. ou para que se livre de qualquer obrigação (Oliveira et al. As disposições sobre o Sistema Tributário Nacional estão contidas nos artigos 145 a 162 da Constituição Federal.DOU de 27/12/2002). de 17 de dezembro de 2002. SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL Sistema Tributário nacional é o conjunto de princípios e de normas unificados em torno da idéia de tributo. de 26 de Dezembro de 2002 .

de serviços públicos específicos e divisíveis (Taxa de coleta de lixo. para o exterior. Rendas e proventos de qualquer natureza. 2. ainda que as operações e prestações se iniciem no exterior. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. 2%). câmbio e seguro. Serviços de qualquer natureza (ISSQN).172 de 25/10/1966: “A expressão legislação tributária compreende as leis.1 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Segundo o art.2 Taxas: vinculadas à utilização efetiva do contribuinte. 2. de bens imóveis e de direitos reais sobre imóveis. Operações de crédito. Operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: Propriedade predial e territorial urbana (IPTU). Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: Transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens e direitos (ITCMD). no todo ou em parte. Produtos industrializados. 96 da Lei 5. taxa de iluminação pública) Taxas cobradas pela prestação de serviços pelo Estado: 11 . os decretos e as normas complementares que versem. de produtos nacionais ou nacionalizados. por ato oneroso.2. Propriedade territorial rural.2. 2005): 2. Imposto de Renda. os tratados. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes”.2.2 TRIBUTOS. Propriedade de veículos automotores (IPVA). Grandes fortunas.1 Impostos: situação geradora independente de qualquer contraprestação do Estado em favor do contribuinte (ICMS. Exportação. ressalvadas as exceções legais (ISTBI. foram definidas as espécies de tributos (Oliveira. Transmissão inter vivos. CONCEITOS E ESPÉCIES No art 145 da Constituição Federal. as convenções internacionais. IPI) São Impostos de competência da União: Importação de produtos estrangeiros. 4%).

O CTN impõe limites para a cobrança desse tributo. respeitando as normas gerais previstas em lei complementar e só podem ser exigidas 90 dias após a publicação da lei instituidora ou majoradora.Coleta de lixo. Devem ser instituídas por lei ordinária.4 Contribuições sociais. 2005). estadual e municipal) de registro do comércio (juntas Comerciais) água e esgoto taxas de expediente Taxas cobradas pelo exercício do poder de polícia pelo Estado Taxa de fiscalização de estabelecimentos Taxa de controle e fiscalização ambiental Taxa de fiscalização de anúncios Taxa de fiscalização de vigilância Sanitária Taxa de fiscalização de localização. instalação e funcionamento 2. e para financiar as entidades representativas de classe ou profissional. 2005): são tributos instituídos para o financiamento dos Sistemas Oficiais de Previdência e Assistência Social (contribuições sociais).2. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas (Oliveira. São contribuições sociais: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS Programa de Integração Social – PIS Contribuição para o Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS 12 . licença para funcionamento e alvará municipal de Combate a Incêndios conservação e Limpeza Pública emissão de documentos (a nível federal. sendo o limite total o que corresponde à despesa total pela realização da obra pública e o limite individual pelo acréscimo do valor do imóvel que foi beneficiado com a obra (Oliveira. etc) e fazem face ao custo das obras de que decorram valorização direta ou indireta de um imóvel.3 Contribuições de melhoria: cobradas quando do benefício trazido aos contribuintes por obras públicas (calçamento ou asfaltamento de ruas.2. 2. iluminação pública.

2. denominado de CIDE . definidoras dos tributos e suas espécies. mediante lei complementar nos casos de guerra ou sua iminência. são criadas pela seguinte proposição legislativa: a. É uma receita tributária que deve ser restituída dentro de determinado prazo de tempo.Contribuição para o FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço As contribuições interventoras servem de instrumento para custear o Estado e visam o controle da produção em um mercado específico. ITR.combustíveis. São considerados indiretos aqueles que a cada etapa econômica são repassados para o preço do produto/mercadoria/serviço: IPI. por exemplo. ICMS. São tributos diretos o IR. o IPVA. gás natural e seus derivados e álcool combustível. ISS. 2003) 1. Os tributos podem incidir sobre o valor agregado.lei complementar d. a CSLL. et al. As contribuições interventoras não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação 2.3 CLASSIFICAÇÃO DOS TRIBUTOS A classificação dos tributos em diretos e indiretos é mais econômica do que jurídica mas de muita importância para o estudo e avaliação que os tributos causam ao patrimônio e nas etapas econômicas da produção.As normas gerais de Direito Tributário. como a produção do açúcar. (Oliveira. sob re a folha de pagamento ou sobre o resultado.resolução legislativa 13 . Em ambos os casos não há a necessidade de respeitar os princípios da anterioridade ou da noventena e em caso de investimento público de caráter urgente e relevante interesse nacional respeitando o princípio da anterioridade e da noventena. ou a importação e comercialização de petróleo e seus derivados.decreto legislativo e.5 Empréstimos compulsórios: são instituídos pela União. 2. (Oliveira. PIS s/Fat. 2005).lei delegada b.lei ordinária c. IPTU. COFINS. sobre o faturamento. 2003) EXERCICIOS (Baseados no Livro de Exercícios do Manual de Contabilidade Tributária (Oliveira et al. calamidade pública. circulação e consumo.

taxa por potencial prestação de serviços.hierarquia. contribuição de melhoria.isonomia. Tem por fato gerador e a prestação de limpeza pública urbana.2. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. às expressões respectivas: prestação pecuniária compulsória.no mesmo dia de sua publicação b. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir.imunidade. a que não se refere a tributo do Sistema Tributário Nacional é: a. imunidade 4. Tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica.imposto.empréstimo compulsório 3.imposto c.taxa b. que não constitua sanção de ato ilícito.preço público d. reserva nacional.trinta dias após a respectiva assinatura c. tributo. hierarquia b.no primeiro dia útil seguinte ao de sua edição d.Um dispositivo que define nova hipótese de incidência tributária do imposto sobre a renda entra em vigor no seguinte momento: a.tributo.isonomia. legalidade. anterioridade e. taxa b. hierarquia d.preço público.São princípios constitucionais do Sistema Tributário Nacional a. imposto municipal 14 .Das alternativas abaixo. relativa ao contribuinte. a.Assinale a opção que corresponda.anterioridade. legalidade.no primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação 5.contribuição social e. preço público c. reserva legal. isononomia c. na mesma ordem.quarenta e cinco dias após lhe ser dado publicidade e. imunidade.

contribuição de melhoria. imposto. responsável. a.imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana 15 .impostos. sem revestir aquela condição. Em ambos os casos.Assinale a alternativa que completa os espaços em branco no texto a seguir: O Código Tributário Nacional chama de ___________ quem tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador da obrigação tributária principaL.imposto de renda. recebe o nome de ____________ da obrigação tributária principal.contribuição de intervenção no domínio econômico b-contribuição de melhoria c-taxa de serviços públicos d. tenha obrigação decorrente de disposição expressa em lei. sujeito passivo e. sub-rogado c. 8. imposto. PIS e COFINS 9. taxa e. responsável ex lege.sujeito passivo. contribuinte legal e coobrigado b.em razão das peculiaridades dos sujeitos ativo e passivo da obrigação. contribuinte.sujeito passivo.obrigado.impostos. devedor d. 7.tributo. contribuição social.contribuinte.A natureza jurídica de um tributo é determinada: a. devedor solidário. responsável. preço público 6. c.em função de sua denominação jurídica b.imposto de renda e contribuição social d.Qual o tributo cuja imposição decorre da realização de obras públicas? a.d.pela destinação legal do produto de sua arrecadação. e de _______ quem. taxas e contribuições de melhoria c.Os tributos classificam-se em: a.sujeito passivo. taxas e contribuições previdenciárias b.pelo fato gerador da respectiva obrigação tributária d.

o Estado b. Municípios e aos Estados b. Municípios d. União c.Municípios.Estados. a União.contribuição de melhoria f.a União. cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte.De acordo com os principios que emanam da Constituição da República e do Código Tributário Nacional. o Estado.taxa b.impostos c.preço público d. Estados.contribuição parafiscal e. essa mesma empresa. Municípios. a empresa fornecedora do serviço.Estados.contribuição provisória 11. tem natureza jurídica específica de: a.Sendo: imposto de importação imposto sobre transmissão causa mortis imposto sobre transmissão de imóveis intervivos Os impostos acima competem respectivamente: a. 16 . o empregado dela. Municípios. Estados. o Estado. o servidor.10. p empregado desta. a União c. o Esrado d. a União e.o estado. no que concerne aos vencimentos destes: quem tem a competência para estabelecer-lhe a alíquota? A quem pertence o Produto da arrecadação deste imposto retido pelo estado do Piauí? Quem é o sujeito passivo da obrigação principal? Qual é o ente responsável pela fiscalização do contribuinte.a empresa fornecedora do serviço.União. União e. o servidor. o empregado desta. 12.o Estado.O tributo. em relação ao Imposto de Renda retido na fonte dos servidores do Estado do Piauí. União.União.a União. relativamente à declaração desses vencimentos? a. a empresa fornecedora do serviço.

w y x z 15.3.é vedado cobrar tributo no mesmo exercício em que se tenha publicado a lei que instituiu ou aumentou.13.da União e dos Estados 14.A ocorrência do fato gerador de um tributo: a.impede o pagamento do crédito tributário 17 .2.x isonomia tributaria – y: Legalidade – z: irretroatividade Alternativas: a.uniformidade tributária b. é vedado instituir tratamento desigual entre os contribuintes que estejam em situação equivalente 3. 4. é vedado cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei. 2.Assinale a alternativa que combina.y w x z e. Sendo: w: anterioridade .e4) com os respectivos princípios tributários constitucionais relacionados (w.dos Estados e Distrito Federal b.imunidade tributária c.Cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou fere o princípio da: a. é proibido exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça.dos Municípios c.w x y z b.x y z w c.y x z w d.determina o nascimento da obrigação tributária acessória b.A competência para instituir e arrecadar o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural é: a.anterioridade d.tutela jurídica 16.y e z) 1.x.as quatro afirmações a seguir (1.da União d. respectivamente.

c. da anterioridade e da irretroatividade. dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído? Uma isenção de tributos por dez anos.causa o surgimento da obrigação tributária principal e. em razão de prévia determinação legal ou de manifestação de vontade. sim 18. d) De acordo com o principio da legalidade.suspende a exigibilidade da obrigação tributária principal d. não d) sim. sim. na seqüência. não. aplica-se às taxas criadas no segundo ano após a concessão? a) sim. é vedado instituir o tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. sim. às seguintes perguntas: Segundo o Código Tributário Nacional. c) Assim como a base de cálculo. não. não e) não. títulos ou direitos. não. não c) sim. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. a alteração da alíquota também não está sujeita aos princípios constitucionais da legalidade. sim b) não.Assinale as alternativas corretas: a) Fato gerador da obrigação principal não é a situação definida em lei como necessária e suficiente a sua ocorrência. b) Nasce uma Obrigação quando por meio de uma relação jurídica determinada pessoa (credor) pode exigir de outra (devedor) uma prestação (objeto). dadas às indústrias que se instalarem em certo pólo de informática. 18 .exclui o nascimento do crédito tributário 17-Assinale a alternativa que responda. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. a isenção e anistia requerem interpretação literal? A isenção dispensa o cumprimento das obrigações acessórias.

m) O Código Tributário Nacional conceitua tributo como sendo toda prestação pecuniária compulsória. i) O Direito é a ciência das normas obrigatórias que disciplinam as relações dos homens em sociedade. deve ser definida em lei complementar. e as normas complementares que versem no todo ou em parte. os tratados e convenções internacionais. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. 19 . a expressão legislação Tributária compreende as leis. É o conjunto das normas jurídicas vigentes num país. f) De acordo com o Código Tributário Nacional. conforme a Constituição Federal. estando sua alteração sujeita aos princípios constitucionais da legalidade. que não constitua sanção de ato ilícito. da anterioridade e da irretroatividade. h) A base de cálculo. j) Os princípios constitucionais tributários prevalecem sobre todas as demais normas jurídicas. em moeda corrente ou cujo valor nela se possa exprimir. os decretos. n) O sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou da penalidade pecuniária.e) Os impostos estão vinculados à utilização efetiva ou potencial por parte do contribuinte. não há necessidade de lei para estabelecer a instituição de tributos ou a sua extinção. g) De acordo com o art. l) O Regulamento do Imposto de Renda é a consolidação das Leis e Dispositivos que regulamentam e normatizam o Imposto de Rendas das Pessoas Físicas e Jurídicas. de serviços públicos específicos e divisíveis. k) As taxas decorrem de situação geradora independente de qualquer contraprestação do Estado em favor do contribuinte. 96 da Lei nº 5. as quais só têm validade se editadas em rigorosa consonância com eles. existindo para isso as diversas jurisprudências. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes.172/66 de 25/10/1966.

A taxação varia de acordo com a política governamental de apoio e subsídios a determinados setores.. As máquinas agrícolas poderão ter suas alíquotas reduzidas quando o governo quer subsidiar a agricultura a fim de baratear os alimentos. Não serve como ferramenta para o gerenciamento da evolução do patrimônio de uma entidade. representam quanto esta agrega aos insumos que adquire em um período.544 de 26/12/2002 e TIPI (disponível em: (www. TRIBUTOS SOBRE O VALOR AGREGADO Os tributos incidentes sobre o valor agregado são aqueles que recaem sobre o valor adicionado de uma empresa. o que significa taxar o produto proporcionalmente a sua essencialidade. os chamados produtos supérfluos. p) As contribuições de melhoria são cobradas quando do benefício trazido aos contribuintes por obras públicas. é permitida a cobrança de tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. ou até os nocivos à saúde. Esse tributo deve atender ao princípio da seletividade. 20 . 3.receita. bebidas finas etc. Decreto 4. sofisticados. veículos de transportes coletivos são taxados por alíquotas menores.1 IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS – IPI (RI . 2005) 3. O IPI é de competência da União e incide sobre os produtos industrializados nacionais e estrangeiros. q) De acordo com o princípio da irretroatividade tributária. Carros e barcos de alta potência.br/legislacao). são taxados por altas alíquotas. Assim. ou isentar o setor de produção de bens de capital para fortalecer determinado setor industrial. ou seja.gov. razão pela qual suas alíquotas podem ser alteradas durante o exercício financeiro. enquanto os essenciais recebem taxação mais baixos. enquanto carros populares.fazenda.o) A Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação. e não está sujeito ao princípio constitucional da anterioridade. (Oliveira. recebem elevada taxação. tais como perfumes. de luxo. como cigarros. controle e registro dos atos e fatos de uma administração econômica. etc.

dos estabelecimentos industriais ou equiparados a industriais. c) Comerciantes de bens de produção. a utilização. na venda de seus produtos.1.1. mesmo incompleta. inclusive filiais que exerçam o comércio de produtos importados. que têm caráter facultativo à equiparação industrial. Equiparados à industria: estabelecimentos que.1 Fatos Geradores Saídas. 3. de produtos industrializados. e: O desembaraço aduaneiro de produtos importados.O IPI segue o princípio da não cumulatividade. altera o funcionamento. b) Filiais de estabelecimento industrial. 21 . a) Transformação: é aquela exercida sobre a matéria-prima ou produtos industrializados e que origina uma nova espécie de produto. renove ou restaure para nova utilização. aperfeiçoa ou. d) Acondicionamento ou recondicionamento: altera a apresentação do produto pela colocação de embalagem que se destine a dar nova configuração e não para transportar os produtos. A industrialização modifica a natureza. peças ou partes que resulte em novo produto ou unidade autônoma. 3. são equiparados a tal: a) Importadores. que é todo aquele que executar qualquer operação de industrialização. § 3º. 3. de qualquer forma. inciso II da Constituição Federal. salvo se operarem exclusivamente a varejo. o funcionamento. b) Beneficiamento: modifica.1. ou o aperfeiçoa para o consumo. parcial ou intermediária. conforme o art 153.2 Contribuintes Estabelecimento industrial.3 Definição legal de industrialização Produto industrializado é o resultante de qualquer operação definida como industrialização. c) Montagem: consiste na reunião de produtos. o acabamento ou a aparência do produto. a apresentação ou a finalidade do produto. e) Renovação ou restauração: exercida sobre produto usado ou parte remanescente de produto deteriorado ou inutilizado. o acabamento. ainda que sob a mesma classificação fiscal. exceto se o serviço for executado por conta e ordem de terceiros. apesar de não realizarem operações de industrialização.

5 Alíquotas do IPI As alíquotas variam de 0 a 330% e seguem a classificação dos produtos da tabela de incidência do IPI (Tipi) disponivel em: htpp:www.br 3. O direito ao crédito do IPI extinguir-se-á no prazo de cinco anos.gov. na saída da mercadoria. encontre-se em atividade no local indicado e possibilite a comprovação dos demais dados cadastrais impressos no documento fiscal.1.3. ou seja.1. Os estabelecimentos industriais podem. 3. esteja inscrito na repartição competente. atendendo todas as exigências da legislação vigente. mediante a aplicação da alíquota a que estiver sujeito o produto. calculados pelo adquirente.6 Prazo de recolhimento e período de apuração A apuração e o recolhimento do IPI está vinculado à classificação fiscal do produto industrializado. Que o documento fiscal hábil seja escriturado no respectivo livro Registro de Entradas.8 Contabilização das Compras e vendas de uma indústria a. constante da respectiva nota-fiscal (art. a partir da data da emissão pelo fornecedor do documento fiscal hábil. 3.7 Recuperação do IPI pago nas compras de matérias-primas. Produto importado: a base de cálculo dos impostos aduaneiros.fazenda.1.4 Base de Cálculo Produto nacional: o preço da operação. modelo 1.Pela compra a prazo ou a vista de matérias-primas Débito: Compras de matéria-prima (Custos) 22 .148 do Regulamento do IPI) 3. creditar-se do imposto relativo a mátériasprimas. ainda. Que o documento seja emitido por contribuinte em situação regular perante o fisco. sobre 50% do seu valor. produtos intermediários e material de embalagem adquiridos de comerciante atacadista não-contribuinte do IPI. materiais de embalagens e outras mercadorias para utilização no processo de industrialização Para que as indústrias possam se creditar do IPI é necessário preencher as seguintes condições: Que o IPI esteja destacado em documento fiscal hábil. acrescidos desses tributos e dos encargos cambiais pagos pelo importador.receita.1.1.

cafés e estabelecimentos similares. (Art 5º Decreto 1980/2007) 23 .Débito: IPI a recuperar (Ativo circulante) Crédito: Fornecedores (Passivo Circulante) ou Crédito: Caixa (Ativo Circulante) b. entre os princípios constitucionais que regem o ICMS.2. O ICMS é de competência dos Estados e do Distrito Federal e.Pela apuração do saldo credor a recolher ou recuperar Débito: IPI a recolher (passivo circulante) Crédito: IPI a recuperar (ativo circulante) d. Prestação de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicações e telecomunicações. Para que as empresas possam controlar o ICMS incidente nas diversas compras e nas diversas vendas. comercial.1 Fato gerador Saídas de mercadorias a qualquer título. Entradas de mercadorias importadas no estabelecimento de contribuintes. com a estrita observância das normas específicas independentemente da obrigatoriedade da escrituração dos livros e documentos contábeis.2 ICMS – IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS. industrial ou produtor. destacam-se a não cumulatividade e seletividade. de estabelecimento de contribuinte. 3. a legislação estabeleceu a obrigatoriedade da escrituração dos livros fiscais. bares. bebidas e outras mercadorias em restaurantes. Fornecimento de alimentação.Pelo pagamento do IPI Débito: IPI a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante) 3. e ainda que se trate de mercadorias para consumo ou bem do ativo imobilizado. industrial ou produtor. ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular.Pela venda a prazo ou a vista de produtos Débito: Duplicatas a receber ou Clientes (ativo circulante) ou Débito: Caixa (ativo circulante) Crédito: Vendas de produtos industrializados (receita bruta) Crédito: IPI a recolher (passivo circulante) c. comercial.

3. quando não destinados à industrialização ou à comercialização.” O parágrafo único do art 16. ou energia elétrica. borrachas de apagar.2 Contribuintes No art 16 do Decreto 1980/2007 encontra-se que “Contribuinte do Imposto é qualquer pessoa. incluindo importâncias acessórias.2. realizada entre contribuimtes e relativa ao produto destinado à industrialização ou à comercialização. excluídos os descontos incondicionais. c) adquira em licitação merdaoria ou bem apreendidos ou abandonados. qualquer que seja a sua finalidade. rações. lápis. b) seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. refeições industriais e demais refeições. material escolar em geral.2. alimentos. operações de circulação de mercadoria ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação.colas. oriundos de outra unidade federada. farinhas. d) adquira petróleo. que realize. Decreto 1980/2007 identifica também como contribuinte a pessoa física ou jurídica que.3. sucos de frutas e água de coco. O art 6º. quando a operação. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.3 Base de cálculo A base de cálculo de modo geral é o valor da operação com mercadorias.2. animais vivos. tortas e resíduos destinados à alimentação animal ou utilizadas em sua fabricação. agua mineral. 12%: prestações de serviço de transporte intermunicipal e nas operações com os seguintes bens e mercadorias: canestas. confirgurar fato gerador de ambos os impostos. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: a) importe do exterior mercadoria ou bem.4 Alíquotas Operações Internas 7%: Operações com alimentos quando destinados à merenda escolar. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. quando destinadas a vendas diretas a empresas. nas vendas a órgãos da adminmistração federal. com habitualidade ou em volume que carcaterize intuito comercial. hortifrutigranjeiros e agropecuários em estado natural. estadual ou municipal. 24 . tais como seguros e fretes pagos pelo comprador. farelos. 3. § 2º do Decreto 1980/2007 determina que: Não integra a base de cálculo do imposto o montante: a) do imposto sobre produtos industrializados. física ou jurídica.

fumo e sucedâneos. se o destinatário da mercadoria ou serviço for consumidor final localizado em outra unidade federada desde que não contribuinte do imposto. peleteria e suas obras. de higiene pessoal e limpeza. da indústria de automação e eletrônica. energia elétrica destinada à eletrificação rural. o imposto é pago apenas na produção e na comercialização final não há incidência.2001 algumas mercadorias estão sujeitas à retenção e ao recolhimento do ICMS na forma de substituição tributária em relação às operações subsequentes. combustíveis (gasolina de aviação. medicamentos. madeira. energia elétrica exceto à destinada à eletrificação rural. Rio de Janeiro. plástico e suas obras. Há. o direito ao crédito. gás natural. álcool anidro p/fins combustíveis. ou seja. veículos automotores novos e peças para veículos automotores quando a operação seja realizada sob o regime de substituição tributária. sacolas ecológicas. mesa e banho.141 de 12. gás liquefeito de pretróleo. destinados à construção civil. drogas. soros e vacinas. OBS: as alíquotas internas também se aplicam à entrada de mercadorias ou bens importados do exterior. madeiras e suas obras. porém. bens ou serviços a contribuintes estabelecidos no Distrito Federal e nos demais Estados não relacionados no item anterior. tratores etc. São alguns produtos e operações sujeitas à substituição tributária: Cerveja e refrigerante 25 . 25%: armas e munições. Rio Grande do Sul.fármacos. balões e dirigíveis. 432 do Decreto 5. embarcações de esporte e recreiro. cerâmica e vidro. artigos de cama. mercadorias ou serviços para contribuintes estabelecidos nos estados de Minas Gerais. refrigeradores. Operações e prestações interestaduais 12%: saídas de bens. se o produto for utilizado pelo estabelecimento adquirente na transformação ou fabricação de um novo produto.2. calçados. carga e mala postal. 18%: nas operações com os demais bens e mercadorias. exceto de avião. máquinas e implementos. máquinas de lavar. 28%: gasolina. biodiesel). 7%: para as saídas de mercadorias. 4%: nas prestações de serviço de transporte aéreo interestadual de passageiro. 3. perfumes e cosméticos. óleo diesel. tecidos. fogões. máqujnas de costura etc. artigos do vestuário. Santa Catarina e São Paulo.5 Substituição Tributária Segundo o art. 29%: prestação de serviços de comunicação. bebidas alcoólicas.12. porcelana . artigos de uso doméstico de plástico.

jornais. colchões. travesseiros e pillow. Operações com mercadorias destinadas a revendedores para venda porta-a-porta. operações interestaduais com energia elétrica e petróleo quando destinados à industrialização ou comercialização. perfumaria. Operações com auto-peças. aguarrás e outras mercadorias da indústria quimica. aparelhos de barbear descartáveis e isqueiros. artigos de higiene pessoal e toucador. derivados ou não de petróleo. fita virgem ou gravada Lâminas de barbear. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. câmaras de ar e protetores.3º do Regulamento do ICMS O imposto não incide sobre: • • • • operações com livros. Saídas de combustíveis. Tintas. cinematográficos e slides. massas para polir. Discos fonográficos. 26 . Operações com aparelhos celulares. impermeabilizantes.6 Isenções – art. exportação de mercadorias e serviços. Operações com rações para animais domésticos. vernizes. Operações com energia elétrica (art. Cimento. box. Lâmpadas elétricas. periódicos e o papel destinado à sua impressão. Filmes fotográficos. Operações com cosméticos.Cigarros e outros produtos derivados do fumo. Veículos novos por meio de faturamento direto ao consumidor. 3. Pneumáticos. Operações interestaduais com combustíveis e derivados em que o imposto tenha sido retido anteriormente.524 do Decreto 1980/07. ceras. Operações com sorvetes e acessórios destinados a revendedores situados no território paranaense. Pilhas e baterias elétricas. para comerciantes atacadistas ou varejistas estabelecidos no território paranaense. operações com ouro. Operações com suportes elásticos para camas.2. Veículos.

entre outros. por contribuinte. 3. com receita bruta anual superior a R$ 360. na proporção de 33. em côco ou em grão até que ocorra uma das seguintes hipóteses: saída para o exterior. 3. entre outras. 3. secundário e de embalagem a ser utilizado no processo produtivo da importadora. Operações com café cru. (art. saída para estabelecimento de empresa enquadrada so Simples Nacional e nas saídas para vendedor ambulante não vinculado a estabelecimento fixo. saídas de impressos de estabelecimento gráfico desde que não participem de alguma forma de comercialização ou circulanção. saída de café torrado ou moído.2. serviços prestados pelo rádio e pela televisão.00.33% do valor da operação tributada em 18%.2. 94 a 109 do Regulamento do ICMS • • • saídas internas entre contribuintes e nas operações de importação. de café solúvel. como veremos a seguir: 27 . para indústria que o receba como matéria-prima.2.• • • • • transferência de propriedade de estabelecimento industrial ou comercial. saídas de bens do permanente. 95 do Decreto 1980/2007.10 Prazo de recolhimento e período de apuração A apuração do ICMS é mensal e o recolhimento de acordo com o final da inscrição estadual.2. § 1º Decreto 1980/2007). transferência de bens salvados em sinistro para companhias seguradoras. 3.9 Obrigatoriedade do ECF – revenda de mercadorias ou bens ou prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou pessoa jurídica não contribuinte do ICMS. saída para outro estado. operações com arrendamento mercantil. quando a importação ocorrer através dos portos de Paranaguá e Antonina (Lei 14985) • nas operações com arroz entre outras. Hortigranjeiros e demais produtos cfe art.000. importação de matéria-prima.7 Diferimento do Imposto – art.349.8 Suspensão do Imposto – art 93 do Regulamento do ICMS • • nas saídas de mercadorias remetidas por cooperativa a estabelecimento da própria cooperativa dentro do estado do Paraná. saída para consumidor final . material intermediário. e de bens para integrar o ativo permanente.

201 2.251 2.201 3.até o dia 14 – finais 7 e 8 5.101 2. Grupo 6: Operações ou prestações realizadas em que o destinatário estiver localizado em outro Estado.252 28 .251 Grupo 3 3. Grupo 7: Operações ou prestações em que o destinatário estiver localizado em outro país.102 1.126 DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO Compra p/industrialização ou produção rural Compra p/comercialização Compra p/utilização na prestação de serviço Transferência p/industrialização ou produção rural Transferência para comercialização Devolução de venda de produção do estabelecimento Devolução de venda de mercadoria adquirida/rec de terceiros Compra de energia elétrica p/distribuição ou comercialização Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial Grupo 1 1.152 1.152 2. Grupo 2 2.até o dia 12 – finais 3 e 4 3. Grupo 2: operações em que o estabelecimento reemetente está localizado em outro estado.11 Códigos fiscais de operações e Prestações Os CFOP são números criados com a finalidade de descrever o tipo/natureza da operação ou prestação que está sendo realizada. Saídas. Apuração do ICMS e Apuração do IPI.101 3. Grupo 5: Operações ou prestações realizadas em que o estabelecimento destinatário estiver localizado no mesmo Estado.202 1. sendo que: • • • • • • Grupo 1: compreende as operações em que o estabelecimento remetente está localiazo no mesmo Estado.1.201 1. Os principaís códigos em relação à entrada.até o dia 11 – finais 1 e 2 2. Este número é utilizado na Nota Fiscal e também nos Livros Fiscais de Entradas. bens ou prestação de serviços estão agrupados conforme o critério a seguir .202 2.até o dia 15 – finais 9 e 0 3.202 3.102 3.126 2.151 1.126 1.251 1.252 3. Grupo 3: operações em que o estabelecimento remetente está localizado em outro país.151 2.2.102 2. e à saída de mercadorias.101 1.até o dia 13 – finais 5 e 6 4.

401 3.911 Grupo 6 6.401 7.353 2.107 3.101 7.556 1. destinada a não contribuinte 5.253 2.353 Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial Compra p/industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária 1.551 1. destinada a não contribuinte 6.911 Grupo 5 5.556 Compra para o ativo imobilizado Compras de material para uso ou consumo Entrada de bonificação.402 6.152 5.108 Venda de mercadoria aquirida ou recebida de terceiros.116 6.401 6.401 2.352 2.201 5. doação ou brinde Entrada de amostra grátis Grupo 7 7. originada de encomenda para entrega futura 5.101 5.1.551 2.201 7.202 Transferência de produção do estabelecimento Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Devolução de compra para industrialização ou produção rural Devolução de compra para comercialização Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária.202 5.551 3.403 2.403 Compra p/comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária 1.117 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.151 5.253 1.402 Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária.910 1.352 3.102 6.202 6.116 Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura 5.201 6.353 1.556 2.102 DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO Venda de produção do estabelecimento Vendas de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Venda de produçao do estabelecimento. em operações entre contribuintes 29 .152 6. na condição de contribuite substituto 5.910 2.352 1.102 2.101 6.151 6.117 6.

922 7.551 6.404 Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.403 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.13 CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST O Código de Situação Tributária deve ser utilizado na emissão das notas fiscais modelo 1 e 1-A.substitutos do mesmo produto 5. e o não cumprimento desta determinação ou incorreção sujeitará a penalidades.911 5.405 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.911 6.2.403 6.556 5. na condição de contribuinte substituto 6.553 5. doação ou brinde Remessa de amostra grátis Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura Fonte: Anexo IV .910 5.910 5.551 7.553 6.Lei 1980/2007 3.556 Venda de bem do ativo imobilizado Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado Devolução de material de consumo Remessa em bonificação. A) Origem da Mercadorias Código 0 1 2 Origem Nacional Estrangeira – Importação Direta Estrangeira – Adquirida no Mercado Interno Fonte: Anexo IV – Lei 1980/2007 B) Tributação pelo ICMS Código 00 Tratamento Tributário Tributada integralmente 30 .553 7.551 5.922 6.556 6. cujo imposto já tenha sido retido anteriormente 5. na condição de contribuinte substituído 5.

10 20 30 40 41 50 51 60 70 Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária Com redução da base de cálculo Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária Isenta Não Tributada Suspensão Diferimento ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 Outras Nota Explicativa: O Código de Situação Tributária será composto de três digitos na forma ABB.15 Vendas a Não Contribuintes dentro e fora do Estado 31 .14 Recuperação do ICMS nas compras de mercadorias para revendas As empresas que adquirirem mercadorias para revender ou para industrializar. com base na tabela A. que o documento fiscal hábil seja escriturado no respectivo livro Registro de Entradas. modelo 1 ou 1A . e os segundo e terceiro digítos a tributação pelo ICMS. encontre-se em atividade no local indicado e possibilite a comprovação dos demais dados cadastrais impressos no documento. é necessário preencher as seguintes condições: que o ICMS esteja corretamente destacado em documento fiscal hábil. com o atendimento de todas as exigências da legislação pertinente. ou seja.2. Fonte: Anexo IV – Lei 1980/2007 3. De acordo com a legislação tributária. ou ainda para integrar seu ativo imobilizado tem direito ao crédito do imposto por ocasião da entrada desses itens em seus estabelecimentos.2. para se creditar do ICMS. onde o primeiro digíto indicará a origem da mercadoria. o imposto será cobrado do novo adquirente. esteja inscrito na repartição competente. 3. Quando as empresas efetuarem as saídas das mercadorias ou produtos de seus estoques. com base na tabela B. que o documento fiscal seja emitido por contribuinte em situação regular perante o fisco.

3.O § 2º do art 6º do Decreto 1980/2007 determina que o IPI não integra a base de cálculo do ICMS quando a operação for realizada entre contribuintes e o produto for destinado a industrialização ou à comercialização e configurar fato gerador de ambos os produtos.2. ou mercadorias pelo estabelecimento comercial: Débito: Compras de matéria-prima (custo) ou Compras de mercadorias (custo) Débito: ICMS a recuperar (ativo circulante) Crédito: Caixa/Bancos c/movimento ( ativo circulante) se for à vista Crédito: Fornecedores (passivo circulante) se for a prazo 2.Pelo ICMS gerado pela venda: Débito: (-) ICMS (impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: ICMS a recolher 4.Pela compra de matéria-prima pelo estabelecimento industrial.16 Contabilização das compras e vendas de mercadorias/produtos tributação normal 1.2. na venda a não contribuinte do ICMS ou a contribuinte para uso e consumo próprio.18 Regime Fiscal das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte 32 .17 Contabilização do ICMS da industria ou comercio quando optante do SIMPLES : 1. quando o ICMS Débito: ICMS a recolher Crédito: ICMS a recuperar 3. Portanto.2. o IPI integra a base de cálculo do ICMS.Pelo saldo devedor apurado no período.Pelo ICMS calculado sobre a venda de produtos/mercadorias D: ICMS (impostos incidentes) C: ICMS a recolher 3.Pela venda de produtos/mercadorias pelo estabelecimento industrial ou comercial: Débito: Caixa/Bancos c/movimento (ativo circulante) se for a vista Débito: Duplicatas a receber (ativo circulante) se for a prazo Crédito: Vendas de produtos/Vendas de mercadorias (Receita bruta) 3.

96% 58. 15.00 De 960. 123/2006 (art. de 14 de dezembro de 2006.CGSN. 15. de 30 de maio de 2007. do Distrito Federal e dos Municípios. considerando o disposto na Lei n.34% 36. A base de cálculo do imposto será apurada considerando os seguintes percentuais de redução aplicados sobre a receita bruta do período de apuração. 13 da Resolução CGSN n.00 trezentos e sessenta mil reais (art. 15.562/2007): eceita Bruta em Até 360.000. Art.000.00 De 720. 123. instituído pela Lei Complementar n. da Constituição Estadual. e o imposto devido mensalmente será determinado mediante a aplicação da alíquota do ICMS prevista nos Anexos I e II da Lei Complementar n.000. relativamente ao ICMS. no uso das atribuições que lhe confere o art. 2º da Lei n. de 4 de julho de 2007. DECRETA: Art.000. 2º.080.00 Percentual de redução da BC a ser considerado isenta 73.000.Simples Nacional.Simples Nacional.01 a 960.562.000. que institui o Estatuto Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União. do Comitê Gestor de Tributação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte . inciso V.01 a 1.000.01 a 720.000.320.01 a 1.562/2007).66% 52.000.080.00 De 360. cuja receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração não ultrapasse R$ 360. e considerando o disposto na Lei Complementar n. do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte .000.28% 33 . 005. 3º da Lei n.000.19/07/2007 Publicado no Diário Oficial Nº 7517 de 19/07/2007: O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ.DECRETO Nº 1190 .000.000. 123. o qual determina a forma de cálculo da parcela relativa ao ICMS a ser recolhida pelos contribuintes enquadrados no Simples Nacional. considerando o art.12% 32. dos Estados.01 a 1.00 De 480. 1° Ficam isentas do pagamento do ICMS as microempresas e empresas de pequeno porte estabelecidas neste Estado e enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições . de 14 de dezembro de 2006.000.01 a 840.000.00 De 1.000.01 a 600.000.72% 46.88% 28. no caso de concessão de isenção ou de redução pela unidade federada.000.01 a 480.44% 26.200. no Estado do Paraná.200. que estabelece normas sobre a aplicação. 87.00 De 600.00 De 840.00 De 1.

recondicionador de objetos usados.000.alíquotas mais elevadas na importação de produtos estrangeiros 4.a compensação entre crédito (compras) e débitos( vendas) b-a uniformidade das alíquotas c.400.Entre os estabelecimentos a seguir enumerados.com a constituição do crédito tributário b.01 a 1.01 a 2.estabelecimento comercial varejista de produtos importados.71% 20.800.000.com a ocorrência do fato gerador e. nasce a obrigação tributária: a.000.000.a essencialidade dos produtos d.000.280.01 a 2.00 De 2.00 De 2 280.440.320.00 De 1.a não-incidência na exportação dos produtos exportados para o exterior e.000.06% 22.91% 15.800.92% 1 – No que diz respeito ao Imposto sobre Produtos Industrializados.160.000.440. para revenda a terceiros.160. c.3 EXERCICIOS 25.000.000.65% 13.De 1.importador de produtos de procedência estrangeira. adquiridos de terceiros no mercado interno 34 .00 De 1.00 3.96% 23.560.000. a que der saída. e.65% 20.01 a 1.000. por declaração.040.00 De 2.560.000.01 a 2.01 a 1.000.000.000.01 a 1.01 a 1.000.industrializador de bebidas alcoólicas d.00 De 1.com a autorização prevista no inciso V do art 21 da Constituição Federal 2.filial atacadista de estabelecimento exportador b.01 a 2. do crédito tributário d.920.000.040.00 De 1.000.680.00 De 1. assinale aquele caracterizado no RIPI como equiparado a estabelecimento industrial: a.63% 18.680.55% 17.com a previsão da hipótese de incidência no Código Tributário c.com o lançamento.A seletividade das alíquotas do IPI tem como critério: a.920.

c.292. de qualquer forma. quanto maior a necessidade e grau de essencialidade.os valores dos impostos recuperáveis pagos na aquisição das matérias-primas e demais materiais utilizados na produção devem compor o custo de aquisição que será incorporado aos estoques desses materiais. Com base nessas informações.para que uma empresa comercial se credite do IPI.5-De acordo com o critério da essencialidade: a – a alíquota do IPI de um produto varia em proporção direta a sua necessidade. o valor do IPI deve integrar a base de cálculo do ICMS. o acabamento ou a aparência do produto.51. incluindo 18% de ICMS e R$ 18. b. 7.nas vendas de ativo imobilizado para uma empresa comercial. o estoque de matérias-primas deve registrar como custo unitário de compras o valor de R$ 50. Pode haver mais de uma: a. materiais de embalagem e demais mercadorias utilizadas na produção representam. 35 .os produtos não essenciais são tributados com alíquotas menos elevadas de IPI 6. o valor do IPI não deve integrar a base de cálculo do ICMS. c.caracteriza-se como industrialização o beneficiamento que importe em modificar.000 quilos de matérias-primas para uso na industrialização.nas empresas industriais. maior será a alíquota do IPI b. há a necessidade de que o IPI seja destacado em documento fiscal emitido pelo fornecedor. aperfeiçoar ou. industrial ou produtor. os tributos indiretos – IPI e ICMS – pagos pela empresa compradora em decorrência da aquisição de matérias-primas.a alíquota do IPI de um produto varia em proporção inversa a sua necessidade d.nas vendas de materiais de consumo para uma empresa industrial.a alíquota do IPI de um produto independe da sua necessidade c.Assinale a alternativa correta: a.00 d. de acordo com a legislação pertinente.uma empresa industrial adquiriu 3. pagando ao fornecedor o total de R$ 201.219.68 de IPI. créditos da empresa compradora junto ao governo. ou seja. e. b. alterar o funcionamento.Assinale a(s) alternativa(s) correta(s). a utilização.não se constituem fato gerador do ICM as entradas de mercadorias importadas no estabelecimento de contribuinte comercial.

não se caracteriza como industrialização o processo de montagem que consiste na reunião de produtos. no final do mês.a base de cálculo do ICMS é o valor da operação com mercadorias.Com relação à legislação do IPI. inclusive suas filiais.caracteriza-se como industrialização o acondicionamento ou recondicionamento que importe alterar a apresentação do produto. 8.o direito ao crédito do IPI extinguir-se-á no prazo de quatro anos. na venda de seus produtos b.são equiparadas à industria os estabelecimentos importadores.a simples circulação de mercadorias entre filiais de uma mesma empresa industrial não se caracteriza como fato gerador do ICMS b.em todos os meses em que uma empresa INDUSTRIAL gastar mais na compra de matérias-primas do que receber pelas vendas dos produtos acabados. a partir da emissão pelo fornecedor do documento fiscal hábil. salvo se operarem exclusivamente no varejo c. ela terá. não incluindo as importâncias acessórias. 10. tais como seguros e fretes pagos pelo comprador 36 .não são equiparadas à industria as filiais dos estabelecimentos industriais.Assinale a alternativa correta: a.Com relação à legislação do ICM e do IPI.o fato gerador do ICMS se restringe à circulação de produtos industriais e ao desembaraço de produtos importados c. podemos afirmar: a. pela colocação de embalagem que se destine a dar nova configuração d. podemos afirmar: a. que exerçam o comércio de produtos importador. saldo a recolher de IPI.as industrias não podem se creditar do ICMS pago nas contas de energia elétrica utilizada pela fábrica.d.não se constitui como um dos fatos geradores do IPI o desembaraço aduaneiro de produtos importados c.o fato gerador do ICMS corresponde à circulação de mercadorias ou à prestação de serviços constantes da lista – ou relação – anexa à Lei Complementar b. 9. d.são contribuinte do IPI todas as pessoas jurídicas que praticam operações concernentes à circulação de mercadorias. peças e partes que resultem em novo produto. e.

peças ou partes e de que resulte um novo produto ou unidade autônoma.d. foi efetuado o seguinte lançamento de registro de mercadorias para revenda: 37 .é falsa apenas a primeira assertativa c.que consista na reunião de produtos.é verdadeira apenas a última assertativa e. som a mesma classificação fiscal. que dêem saída a esses produtos.que altere a apresentação do produto.que. 13. 11. exercida sobre matéria-prima ou produto intermediário.definida como tal. o funcionamento. a.Considere as três assertativas a seguir: não se considera estabelecimento industrial o que executa operações de que resulte produto tributado. parcial ou intermediária b.são contribuintes do IPI todas as pessoas jurídicas que praticam operações que envolvam a circulação de mercadorias e.a base de cálculo do IPI dos produtos importados inclui os tributos e os encargos cambiais pagos pelo importador. quando esta se destine ao transporte da mercadoria e. não acondicionados em embalagem de apresentação. se não realizarem qualquer operação que modifique a natureza. a utilização.que apenas modifique. mas que esteja incompleta.Na escrituração contábil de uma empresa comercial. pela colocação da embalagem. quando a alíquota for zero não se equiparam a estabelecimento industrial os estabelecimentos importadores de produtos de procedência estrangeira. importe na obtenção de espécie nova c. aperfeiçoe ou altere o funcionamento. ou o aperfeiçoe para o consumo não se considera industrialização o preparo de produtos alimentares. o acabamento ou a aparência do produto d.são verdadeiras as duas últimas assertativas 12.Não se considera industrialização a operação: a. ou seja. o acabamento.é falsa apenas a segunda assertativa d. a apresentação ou a finalidade do produto.as três assertativas são falsas b.

Mercadorias A Caixa

800.000,00 800.000,00

Sabendo que o registro se refere a uma nota fiscal com as seguintes características: Aquisição de 6.400 unidades de mercadorias a R$ 125 cada IPI destacado na Nota fiscal do fornecedor Total da nota fiscal do fornecedor R$ 800.000,00 R$ 120.000,00 R$ 920.000,00

Sabendo ainda que a mercadoria sujeita ao ICMS de 12% e que a empresa comercial não é equiparada a industrial para efeito do IPI, pode-se afirmar que o lançamento contábil: a- está correto, apesar de não registrar o destaque do ICMS b- não está correto porque não contabilizou o ICMS e o IPI como impostos a recuperar c- não está correto, porque não registrou o destaque do ICMS a recuperar, sendo que o IPI deve ser contabilizado como custo das mercadorias d- está correto, a pesar de não registrar o destaque do IPI e- Não está correto, porque não registrou o destaque do IPI a recuperar, sendo que o ICMS deve ser contabilizado como custo das mercadorias

14- Em 25 de março, a firma Mento Ltda pagou o total de R$ 210,00 na aquisição de 4 mesas, com a finalidade de revede-las. Esse valor contém o preço das mesas com incidência de R$ 34,00 de ICM e de R$ 10,00 de IPI. Após contabilizar essa aquisição de mercadorias, a empresa deverá registrar nos controles de estoques de mesas para revendas o valor unitário de: a- R$ 44,00 b-R$ 50,00 c- R$ 46,50 d- R$ 52,50 e- R$ 41,50 15- Uma empresa contribuinte do ICMS, mas não contribuinte do IPI, deve registrar como custo das mercadorias adquiridas para revenda, quando cobrados esses dois impostos: a- incluindo o IPI, excluindo o ICMS b- incluindo o ICMS e excluindo o IPI c- incluindo o ICMS e o IPI d- excluindo o ICMS e o IPI e- excluindo o ICMS e o IPI, mas incluindo o ICMS relativo à revenda

38

16- A Companhia Alfa adquiriu matérias-primas para serem utilizadas na produção. A nota fiscal do fornecedor continha os seguintes dados: valor das matérias-primas IPI Valor total da nota fiscal ICMS destacado na nota fiscal R$ 1.000,00 R$ 200,00

R$ 1.200,00 R$ 170,00

Sabendo que o IPI e o ICMS são impostos recuperáveis para a empresa, assinale a alternativa que contém o valor que poderá ser computado no custo das matérias-primas: a- R$ 630,00 b- R$ 830,00 c- R$ 1.030,00 d- R$ 1.170,00 e - R$ 1.200,00 17- Uma empresa comercial adquiriu em abril mercadorias para comercialização, como segue: Valor das mercadorias, incluindo o ICMS Fretes pagos ao fornecedor IPI= 10% ICMS destacado na Nota= 18% R$ 2.000.000 R$ 20.000

No mês de abril, a empresa vendeu 40% dessas mercadorias. Com base nessas informações, assinale a alternativa correspondente ao saldo em 30 de abril dos estoques de mercadorias para comercialização, supondo que não havia saldo anterior em estoques: a- R$ 1.200.000 b- R$ 742.560 c- R$ 993.840 d- R$ 1.113.840 e- R$ 1.856.400

18- Com base nas informações a seguir, assinale a alternativa correspondente ao custo unitário de aquisição da matéria-prima que será registrado no estoque. A Industria de Autopeças Gavião Ltda. adquiriu em dezembro 1.900 quilos de matéria-prima Y, de um fornecedor localizado no interior do estado. O preço de venda do fornecedor é de R$ 130,00 por quilo,

39

mais 20% de IPI. O comprador pagou mais R$ 8.700,00 de frete intermunicipal. O ICMS corresponde a 18%: a- R$ 100,00 b-R$ 130,00 c-R$ 136,35 d-R$ 106,60 e-R$ 110,36

19- A Industria de Autopeças Gavião Ltda, citada anteriormente adquiriu em dezembro 9.000 caixa de papelão para embalagem das peças fabricadas e vendidas. Pagou ao fornecedor o total de R$ 33.000,00, incluindo R$ 3.000,00 de IPI. Contratou a Transporte Irmãos Tartaruga para o transporte desse material do fornecedor até a fábrica, tendo gasto R$ 1.300,00 com o frete. Com base nas informações, assinale a alternativa correspondente ao custo de aquisição de cada caixa de papelão, sabendo que o ICMS corresponde a 18%: a- R$ 2,60 b-R$ 2,85 c-R$ 3,66 d-R$ 3,21 e-R$ 3,48 20- Uma empresa industrial adquire matéria-prima por R$ 50.000,00, obtendo um desconto comercial de 10%. A nota fiscal inclui ICMS de R$ 6.000,00 e IPI R$ 5.000,00. Considerando que a empresa é contribuinte do ICMS e do IPI, a matéria-prima ser´pa debitada por: a- R$ 34.000,00 b-R$ 35.000,00 c- R$ 39.000,00 d- R$ 45.000,00 e- E$ 50.000,00

21 – O ICMS é um imposto que incide, segundo a Constituição Federal: a- exclusivamente nas operações de circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação b- realizadas por comerciantes, produtores e industriais

40

exclusivamente nas operações realizadas por produtores e industriais e.crédito da empresa com o governo e. os registros contábeis de uma empresa comercial de revenda de mercadorias apresentaram um saldo na conta ICMS a Recuperar maior que o ICMS a Recolher.nas saídas de mercadorias.crédito da empresa com fornecedores d. no período.o método de contabilização de estoques utilizado foi o de inventário Permanente 25.vendidas a revendedor b.Um lançamento feito corretamente a débito da conta ICMS a Recuperar pode registrar a apropriação de ICMS incidente sobre mercadorias: a. acarretando um lucro bruto reduzido e.O saldo da conta ICMS a Recuperar representa: a.vendidas diretamente ao consumidor 24. desde que um dos participantes seja produtor 22.recebidas em consignação c.o volume de compras foi maior que o de vendas b.a margem de contribuição foi menor do que 50% d.crédito da empresa com clientes c.c. Tal situação pode ter sido conseqüência.A empresa Ex-Pedra Ltda.adquiridas para revenda d.No final do exercício.o volume de vendas foi maior que o de compras c. com atividade mista de industria e comércio de móveis apresentou o seguinte movimento de entradas e saídas de produtos e mercadorias: 41 .débito da empresa com o governo b.realizadas exclusivamente por comerciante e independente d.o custo das mercadorias vendidas foi elevado.adquiridas para consumo e.débito da empresa com fornecedores 23. do seguinte fato: a.

101 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto IPI Descrição unid quant unit total % IPI lixa folh 100 50.unit total % IPI MDF chap 100 42.910 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto IPI Descrição unid quant unit total % IPI compenas chap 10 o Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI 20.00 8 Cálculo ICMS Total produtos Total NF Base de cálculo seguro ICMS Frete 260.0 Total IPI Total produtos Total NF ValeTudo Ltda São Paulo SP Natureza da operação Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant Cola branca kg 1 CFOP 6. Endereço: Dados do produto IPI Descrição unid quant .Industria A Barateira Ltda Rua das Perobas sn Cascavel PR Natureza da operação CFOP 5.101 Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant .00 10 NF nº Saída entrada Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI Total produtos Total NF Total produtos Total NF 42 .00 0 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 120.unit compensado chap 500 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI 20.00 total % 0 Rua das Perobas sn Cascavel PR Natureza da operação CFOP CNPJ: 5.910 NF nº Saída entrada CNPJ: Inscrição Estadual Industria A Barateira Ltda unit 55.00 total % 0 CFOP CNPJ: 5.101 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda.0 Total IPI Total produtos Total NF ValeTudo Ltda São Paulo SP Natureza da operação Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant Cola branca kg 100 CFOP 6.00 Total IPI Total produtos Total NF Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 240.00 NF nº Saída entrada CNPJ: Inscrição Estadual Industria Paradão Ltda Rua João da Silva São Paulo SP Natureza da operação NF nº Saída entrada total % 10 CFOP CNPJ: 6.102 NF nº Saída entrada CNPJ: Inscrição Estadual João e Filho Ltda Curitiba PR Natureza da operação NF nº Saída entrada unit 55.

00 Cálculo ICMS ICMS Frete 60.00 8 CFOP CNPJ/CPF: 6.O Atacadão Ltda O atacado da industria moveleira NF nº Saída entrada CFOP 5.0 Total IPI Total produtos Total NF Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação NF nº Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação NF nº Saída entrada Saída entrada CFOP CNPJ: 5.00 Total IPI Total produtos Total NF NF nº Base de cálculo seguro Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação ICMS Frete Total IPI Total produtos Total NF NF nº Saída entrada Saída entrada CFOP CNPJ: 6.102 CNPJ: Inscrição Estadual O Varejo da Industria Cascavel PR Natureza da operação NF nº Saída entrada Londrina PR Natureza da operação Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant compensado chp desconto 5% Cálculo ICMS Base de cálculo seguro Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação 100 unit 25.00 8 Total produtos Total NF CFOP CNPJ/CPF 5.000.00 total % CFOP CNPJ: 5.107 Inscrição Estadual Destinatário: Pedro dos Santos Endereço: Curitiba PR Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI 350.00 8 Total produtos Total IPI Total NF camas unid 3 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 120.101 Inscrição Estadual Destinatário: Comercio de Móveis Cascavel Ltda Endereço: Cascavel PR Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI camas unid Cálculo ICMS Base de cálculo seguro 50 ICMS Frete Total IPI 310.00 8 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 5.0 43 .101 Inscrição Estadual Destinatário: Comercio de Moveis Criciúma Ltda Endereço: Criciúma SC Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI Camas unid 100 300.0 Total IPI Total produtos Total NF Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 200.102 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto IPI Descrição unid quant unit total % IPI MDF chp 2 45.107 Inscrição Estadual Destinatário: Julio da Silva Endereço: São Paulo Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI camas unid 10 300.

00 Comercio d Moveis Criciúma Ltda NF nº Criciúma SC Saída entrada Saída entrada CNPJ: Natureza da operação CFOP CNPJ/CPF Inscrição Estadual 6.Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação CFOP 6.201 Destinatário: Industria Paradão Ltda Rua João da Silva São Paulo SP Dados do produto Descrição unid quant unit MDF chap 10 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 42.202 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Dados do produto total % IPI Descrição unid quant unit total % IPI 8 Total produtos camas unid 10 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI 300.00 8 Total produtos Total NF NF nº Total IPI Total NF a) Apuração do IPI a recolher ou recuperar: COMPRAS Nº Documento Crédito IPI VENDAS Documento fiscal Débito IPI SALDO Recolher/ Recuperar xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxx Totais totais Apuração doICMS a recolher ou recuperar: COMPRAS Nº Documento Crédito ICMS VENDAS Documento fiscal Débito ICMS SALDO Recolher/ Recuperar xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxx Totais totais 44 .

0 1.000.000.000.00 32.00 180. etc 515 – Comércio atacadista. TRIBUTOS SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO 4.000.00 120.000. bem como ao contribuinte individual.8 5.00 268. no decorrer do mês.1 Contribuição para terceiros segundo o FPAS: FPAS 507 515 S.5 Incra 0.00 2.00 492.0 Sesi 1.5 Sebrae 0.00 315.5 2.829.000.162.Determine o SIMPLES estadual (ICMS) a recolher nas seguintes situações: Receita Bruta R$ Receita bruta Percentual acumulada últimos de 12 meses redução 20. aos segurados empregado e trabalhador avulso.316.000.00 220.318.000.085.000.00 1.1.000.00 2.000. além das contribuições previstas do RPS. sobre o total das remunerações pagas.000. transporte ferroviário e de cargas urbano.000.00 826.00 362.00 167. a qual é distinguida pelo código FPAS (Fundo de Previdência e Assistência Social) sendo: 507 – Indústria.6 0. 4. comércio varejista.000.1 CONTRIBUIÇÕES AO INSS A contribuição para o INSS a cargo da empresa.Educ 2.00 1.5 Senac Sesc TOTAL 5. A Contribuição para terceiros varia de acordo com a atividade da empresa.445.000.00 2. é de 20%.6 1.00 72.000.27.00 Base de cálculo Alíquota R$ ICMS Simples 4. devidas ou creditadas.000.00 67.00 270.00 1.000.2 0.8 45 . a qualquer título.2 Senai 1.000.000. etc.

71 a 2. Empregado Doméstico e Trabalhador Avulso.8+ 1.8% 28.pelo salário familia a pagar Crédito: Salários a pagar (passivo circulante) – pelo líquido a pagar ao empregado Crédito: INSS a recolher (passivo circulante) – pelo desconto feito sobre a folha 2.4 Contribuição sobre a contribuição sem vinculo empregatício (autônomo.8% 20% 20% Sem vínculo empregatício Autônomos 20% Diretores 20% 4.Pela Folha de pagamento – salario bruto.247.8% 28.00 9. profissional liberal.1.51 a 4. salário familia e desconto do INSS Débito: Ordenados e Salários (Custo ou Despesas com pessoal) – sem descontos Débito: INSS a recolher ( passivo circulante) . parte empresa.5 Resumo das contribuições da empresa para a Previdência Social sobre as remunerações: Com víncilo empregatício Indústria Parte empresa RAT Terceiros Total 20% 3% 5.1.00 11. terceiros e RAT (20% + 5.8% Comércio 20% 2% 5.247. adicionais. Provisão para Férias e 13º Salário 46 .4.00 Até 1.1.159.1.70 De 1.50 De 2.1.2 Contribuição para o RAT – Risco Ambiental do Trabalho risco leve: 1% risco médio: 2% risco grave: 3% 4. para Pagamento de Remuneração a Partir de 1º de Janeiro de 2008 SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$) ALÍQUOTA % 8.079.6 Contabilização da Folha de pagamento e das obrigações para com o INSS 1.2 ou 3%) Débito: INSS (Custo ou Despesas com pessoal) Crédito INSS a recolher (passivo circulante) 3.Pelos encargos da empresa.079.3 Tabela de Contribuição dos Segurados Empregado.00 4. diretor-proprietário: 11% 4. horas extras.

permanência do trabalhador por igual período fora do regime do FGTS. em conta deste.D: Férias (Custo ou despesas com pessoal C: Provisão p/férias a pagar (Passivo circulante) D: 13º salário (Custo ou despesas com pessoal) C: Provisão p/13º salário (Passivo Circulante) 4. Recisão do contrato por culpa recíproca ou força maior Recisão do contrato por extinção total ou parcial da empresa Ocorrência de calamidade pública que tenha afetado a residência do trabalhador. atualmente pela Lei 8.036 de 1990. quando da venda de empresas públicas. No caso de despedida sem justa causa. para os contratos rescindidos até 13/07/1990 e para os demais. na Caixa Econômica Federal. A empresa deve recolher ao FGTS 8% da remuneração mensal do empregado. o empregador pagará uma multa 47 . a ser utilizado por esse nos seguintes casos: Demissão do trabalhador sem justa causa Término do contrato por prazo determinado Aposentadoria Suspensão do trabalho avulso Falecimento do trabalhador Quando o trabalhador ou qualquer de seus dependentes for portador do vírus HIV Quando o trabalhador ou qualquer de seus dependentes for acometido de neoplastia maligna (câncer) Permanência da conta sem depósito por três anos ininterruptos.2 CONTRIBUIÇÕES AO FGTS O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço foi instituido em 1966 e regido. devidamente reconhecida pelo governo federal e observadas as demais exigências da lei Compra da casa própria Pagamento de parte do saldo devedor das prestações de financiamento do SFH Amortização e/ou liquidação de saldo devedor de financiamento do SFH Aplicação em FMP/FGTS. representa uma reserva constituida por depósitos realizados pelo empregador com base na remuneração do empregado.

comissão.de 40% sobre o saldo da conta vinculada do trabalhador na Caixa Econômica Federal. quando em cumprimento de decisão judicial. pensão civil ou militar.1 Contabilização do FGTS 1. remuneração de conselheiro fiscal e de administrador. indenização sujeita à tributação.gov.3 IRRF SOBRE RENDIMENTOS De acordo com o RIR. que deverá fornecer o respectivo extrato a tempo para a homologação da recisão do contrato de trabalho. o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre os rendimentos do trabalho tem como fato gerador o pagamento de salário.fazenda. inclusive a prestação de alimentos provisionais. ou de escritura pública a que se refere o art.receita. diretor e administrador de pessoa jurídica.Pelo recolhimento Débito: FGTS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante) 4. benefício da previdência Social ou privada. titular de empresa individual. O imsposto é calculado mediante a utilização da tabela progressiva mensal. participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa e demais remunerações decorrentes de vículo empregaticio. de acordo homologado judicialmente. provento de aposentadoria. reserva ou reforma. 48 . divulgada no site da SRF (www. 1. Juntamente com a multa. inclusive adiantamento de salário a qualquer título. 2005). de 15 de dezembro de 2008 e IN RFB Nº 896.3.124-A da Lei nº 5. de 11 de janeiro de 1973 .br): 4.Pelos encargos mensais Débito: FGTS (Despesas com pessoal) Crédito: FGTS a recolher (ativo circulante) 2. soldo. deverá ser recolhida a contribuição de 10%. pró-labore. de 29 de dezembro de 2008): I – as importâncias pagas em dinheiro a título de pensão alimentícia em face das normas do Direito de Família.869. recebido por pessoas físicas residentes no Brasil (Oliveira.2. vencimento. gratificação e participação dos dirigentes nos lucros. ordenado.Código de Processo Civil. Base de cálculo Para fatos geradores que ocorrerem no período de 01/01/2009 a 31/12/2009: • Rendimentos do Trabalho: Rendimento bruto mensal menos as deduções legais seguintes (MP Nº 451. sobre o montante dos depósitos da conta do empregado 4.1.

III – as contribuições para a Previdência Social da União. cujo ônus tenha sido do contribuinte. ano-calendário de 2013. ou por entidade de previdência complementar. a partir do mês em que o contribuinte completar 65 (sessenta e cinco) anos de idade.as contribuições para entidade de previdência complementar domiciliada no Brasil e para o Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi).710.77 ( um mil. destinadas a custear benefícios complementares assemelhados aos da Previdência Social. Remessas ao Exterior: Valor bruto dos juros/comissões rendimentos pagos creditados entregues ou remetidos ao exterior. 4.3. do Distrito Federal e dos Municípios.2 Alíquota • Rendimentos do Trabalho: Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto de Renda de Pessoa Física para o exercício de 2014. do Distrito Federal e dos Municípios. dos Estados.II – a quantia de R$ 144. Outros Rendimentos: Prêmios e sorteios em geral: Valor do prêmio em dinheiro obtido em loterias. dos Estados. IV . setecentos e dez reais e setenta e sete centavos) correspondente à parcela isenta dos rendimentos provenientes de aposentadoria e pensão. líquido do IOF. V – o valor de até R$ 1. cujo titular ou quotista seja trabalhador com vínculo empregatício ou administrador e seja também contribuinte do regime geral de previdência social. concursos desportivos (turfe) ou concursos de prognósticos desportivos. 49 . • • • Rendimentos de Capital (aplicações financeiras): valor do rendimento constituído pela diferença positiva entre o valor de alienação. por qualquer pessoa jurídica de direito público interno.20 (cento e quarenta e quatro reais e vinte centavos) por dependente. transferência para a reserva remunerada ou reforma pagos pela Previdência Social da União. e o valor da aplicação financeira. Serviços de propaganda prestado por pessoa jurídica: Valor do rendimento obtido pela prestação de serviços de propaganda e publicidade: e Remuneração de serviços prestados por pessoa jurídica: Valor da remuneração recebida em razão da prestação de serviços caracterizadamente de natureza profissional.

5 Parcela a deduzir do imposto em R$ 128.59 Fonte: www. empregados ou remetidos a não-residentes) e 15% (demais rendimentos de fontes situadas no Brasil).005%.710.418.418. Fundos de curto prazo: . e • Outros Rendimentos: 30% (prêmios e sorteios em dinheiro).710. • Remessas ao Exterior: 25% (rendimentos do trabalho.78 De 1.fazenda.20. pensão por morte ou invalidez e os da prestação de serviços. creditados. .271.22.5% (remuneração de serviços profissionais).92 até 3. aposentadoria.00 790. .60 até 4.20. . entregues. Fundos de ações: .3. Aplicações em renda variável: .58 Fundos de longo prazo e aplicações de renda fixa.0 22.0% para aplicações com prazo acima de 180 dias.15.59 Acima de 4.gov.91 De 2.0. pagos.17. 20% (prêmios e sorteios sob a forma de bens e serviços). 4.5% para aplicações com prazo de 361 até 720 dias.5 27.5 15.receita. 50 .563. Rendimentos de Capital (aplicações financeiras): Até o 3º (terceiro) dia útil subseqüente ao decêndio de ocorrência aos fatos geradores.3 Prazo de Recolhimento • • • Rendimentos do Trabalho: Até o último dia do 2º (segundo) decêndio do mês subseqüente ao mês de ocorrência aos fatos geradores. 1.br • Rendimentos de Capital: Alíquota % 7.22.5% para aplicações com prazo de até 180 dias.15%.5% para aplicações com prazo de até 180 dias.271.Base de cálculo mensal em R$ Até 1.0% para aplicações com prazo acima de 720 dias.31 320.60 577. .563.0% para aplicações com prazo de 181 até 360 dias. com ou sem vínculo empregatício. Remessas ao Exterior: Na data de ocorrência do fato gerador. em geral: .5% (serviços de propaganda) e 1.79 até 2.59 De 3.

• Outros Rendimentos: Até o 3º (terceiro) dia útil subseqüente ao decêndio de ocorrência aos fatos geradores. A resposta do Depto.Sim. pois as faltas injustificadas ao trabalho devem ser descontadas do período das férias c.000. Pessoal. recebu a informação de que esses funcionários haviam tido um númeron excessivo de faltas. então.000. Consultando o Depto. Notou. sendo 11% da parte dos empregados e 28. pois as faltas injustificadas ao trabalho são irrevelantes para efeito de férias 51 . Pessoal está correta? a.8% a alíquota total da Previdência.00. A contabilização dos encargos da empresa com a Previdência é: a) Despesas com salários a Contribuições a Recolher b) Despesas com Previdência a Contribuições a Recolher c) Despesas Com previdência a Contribuições a Recolher d) Despesas com Salários a Contribuições a Recolher R$ 30. refletirão nas perdas das férias d.00 R$ 8.640.Preencha a tabela a seguir.300. recebeu do Departamento Pessoal uma relação contendo os valores que deveria provisionar sobre férias dos empregados. e que.00 R$ 3.00 3.receita. (www.fazenda.Sim. pois se as faltas injustificadas ao trabalho não tiverem sido descontadas no salário.br): EXERCICIOS 1.8% da parte patronal.940. não tinham direito a férias.Não.00 R$ 11. por isso. anotando alguns dos encargos sociais sobre a folha: Encargos sobre a folha % Contribuição ao INSS – parte empresa Contribuição para terceiros Seguro de acidente do trabalho – risco grave Fundo de garantia por Tempo de Serviço 2. É de 39.O contador da Empresa Gama.Sim.gov. pois as faltas injustificada afetam a gradação alusiva ao período das férias b. que alguns funcionários não constavam da lista.A empresa elaborou a folha de pagamento de pessoal da área administrativa com salários no montante de R$ 30. quando estava encerrando as demonstrações contábeis do exercício de 2006.

e- Não, pois as faltas injustificadas ao trabalho devem ser apenas descontadas no salário do empregado, não repercutindo nas férias

4- Determinada empresa costuma contabilizar as férias de seus funcionários somente no período de seu efetivo pagamento, com base na seguinte justificativa: Em realidade, só há o surgimento da obrigação, a partir do mês do efetivo usufruto das férias por parte do funcionário.” Essa afirmação: a- está correta, pois observa o Princípio da Prudência b- está incorreta, pois inobserva, entre outros, o Princípio da Competência no que diz respeito à inclusão na apuração do resultado do período da ocorrência c- está correta, pois observa, entre outros, o Princípio da Oportunidade d- está incorreta, pois inobserva o Princípio da Prudência, que deterrmina, sempre que surge um passivo, a adoção do maior valor para o registro

5- Assinale a alternativa correta: a- O Imposto de Renda retido na fonte dos funcionários da produção deve ser contabilizado como custo de produção no mês de competência b- O fundo de garantia do tempo de serviço dos funcionários administrativos não deve ser contabilizado como despesas da empresa, visto que o valor depositado será revertido para os trabalhadores, quando de sua demissão c- O Imposto de Renda retido na Fonte dos funcionários da administração deve ser contabilizado como despesa, no mês em que os salários forem pagos d- As empresas devem recolher a contribuição social para a previdência descontada dos funcionários, assim como a contribuição social para a previdência social devida pelo empregador e- Uma empresa que tenha iniciado suas atividades em 20 de fevereiro de 2006 não precisará constituir a provisão para férias em 31 de dezembro de 2006, data do encerramento das demonstrações contábeis, visto que não terá nenhim empregado com férias vencidas e não pagas

6- A folha de pagamentos de uma empresa resume os valores financeiros de todos os empregados, especificando as parcelas de salários, descontos relativos aos encargos sociais, imposto de renda, adiantamentos e outros. A contabilização da folha de pagamentos segue as mesmas normas

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básicas aplicáveis aos fatos contábeis em geral. Relativamente a esse assunto, julgue os itens a seguir e assinale as alternativas corretas: a- as despesas/custos de salários de uma empresa são representados pelos valores líquidos desembolsados, ou seja, depois de deduzidos os encargos sociais, impostos e demais descontos incidentes sobre os proventos dos empregados b- as contribuições previdenciárias a recolher compreendem as parcelas da empresa e dos empregados c- o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do pessoal que desenvolve tarefas na área de administração geral deve ser contabilizado como despesa operacional d- das contribuições previdenciárias a recolher e o FGTS a recolher são parcelas que, devidas e não pagas, devem ser demonstradas no passivo circulante como saldo devedor e- o desembolso com adiantamento a empregado implica um registro a débito da conta de adiantamentos a empregados e a crédito de uma das contas das disponibilidades 7- Assinale as alternativas corretas: a- uma empresa que apurar prejuízo em determinado período contábil não poderá constituir a provisão para férias e 13º salário b- o valor das contribuições para a previdência social descontadas dos funcionários da fábrica deve ser contabilizado como custo da produção c- a legislação tributária aceita como dedutível o provisionamento dos encargos sociais, devido pelas empresas, incidentes sobre as férias dos funcionários d- o IBRACON considera correto o procedimento de reconhecer contabilmente os custos e as despesas com as férias e 13º salário somente por ocasião do pagamento desses benefícios aos funcionários a provisão para férias deve ser classificada no Passivo Circulante 8- Calcule os encargos sociais e trabalhistas de uma industria sobre uma folha de pagamento de R$ 8.200,00 mensais. Faça os lançamentos correspondentes. Salário 13º salário 1/12 Férias 1/12 + 1/3 INSS FGTS total

9. Calcular os encargos sociais e trabalhistas o salário de um empregado R$ 1.200,00 e foram realizadas 15 horas extras diurnas. Fazer os lançamentos correspondentes salário 1.200,00 220 horas mensais 44 horas semanais OBS: Oras extras diurnas com 50% de acréscimo - DSR : HE/25 x 5 H extras DSR 13º salário Férias INSS FGTS Total

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10- Calcular os encargos sociais e trabalhistas do período sendo o salário mensal de 6.600,00 e o pro labore R$ 2.000,00 Remuneração 13º salário Férias INSS FGTS Total

11. - Elaborar a folha de pagamento calculando os encargos trabalhistas e sociais, e faça os respectivos lançamentos , sabendos-e que o grau de risco da empresa é grave e que seu quadro de funcionários é composto de: (OBS. Tabela para folha pg.144) Produção: Empregado A Dependentes IR 3 Dependentes Sal.familia 2 1 3 Dependentes Sal.familia 1 Salário 900,00 960,00 580,00 Salário 840,00 1.480,00 1.600,00 Salário 3.000,00 adicional adicional Insalub 20% periculosid ----adicional Horas extras 8 9 5 Horas extras 4 5 8 Horas extras faltas faltas 1 dia 2 dias Vale transporte sim sim sim Vale transporte sim não não Vale transporte

B 2 C 4 Administração: Empregado Dependentes IR D E F Direção: Diretor G 2 1 Dependentes IR 2

faltas

Dependentes Sal.familia 1

H 1 3.000,00 OBS: insalubridade: 10, 20 ou 40% sobre o salário mínimo regional Periculosidade: 30% sobre o salário do empregado Adicional noturno: 20% s/ hora diurna ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS DA EMPRESA ENCARGOS TRABALHISTAS ENCARGOS SOCIAIS Ordenados Pro-labore 13º salário férias Totais ENCARGOS TRIBUTÁRIOS A RECOLHER: INSS FGTS IRRF SOMA INSS FGTS

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devedndo ser a realização deste em nome próprio. Não são. considerados contribuintes do ISS: Quem presta serviços com vínculo empregatício. etc. geração e fornecimento de energia elétrica. NA 13/2003. É o caso da prestação de serviços de telecomunicação. desde que o fato gerador do serviço já não seja de competência tributária do Estado ou da União. porém. 2003). A figura do responsável. Fianalidade lucrativa da atividade prestada. 5. e Os diretores membros dos conselhos consultivo e fiscal.2 Contribuintes e responsáveis Os contribuintes desse imposto são os prestadores de serviços. com ou sem estabelecimento fixo.1.1 IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS – ISS O ISS é de competência dos municípios e incide sobre os serviços prestados pelas empresas – pessoas jurídicas – ou pelo profissionais autônomos. 2003). 2003). pessoas jurídicas ou físicas. mesmo que a prestação de tais serviços envolva também o fornecimento de mercadorias (Oliveira et al.1.cascavel. Elementos essenciais para a ocorrência do fato gerador do ISS: Efetividade e habitualidade do serviço prestado. que não são tributados pelo ISS pelo fato de já serem tributados pelo Estado ou pela União (Oliveira et al. transportes.5 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O FATURAMENTO 5.3 Base de cálculo 55 . dos serviços prestados na tabela de cada município. O município de Cascavel.br.1. em arquivo de leis. art 198 exige que o tomador do serviços retenha e recolha o imposto quando o prestador for de outro município.1 Fato gerador Corresponde à prestação dos serviços constantes da lista ou relação – anexa à Lei Complementar.pr. 5. Os trabalhadores avulsos. na NA 13/2003. A Lei complementar do ISS de Cascavel encontra-se disponível no site WWW.gov. Autonomia do serviço prestado. entre outros Oliveira et al. porque a legislação municipal pode eleger a pessoa responsável pelo pagamento do imposto. 5. sujeito passivo indireto obrigado a cumprir o pagamento do tributo em nome do contribuinte também existe no ISS.

2 PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL – PIS a) Contribuintes São contribuintes com base no faturamento mensal as pessoas jurídicas com fins lucrativos (Oliveira et al. 5.Pelo pagamento do ISS Débito: ISS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante). 5.5 Prazo de recolhimento e período de apuração Depende da regulamentação de cada município.A base de cálculo é o preço do serviço. et al.1. excetuando os descontos ou abatimentos concedidos indepentemente de qualquer condição. Das faturas de subempreiteiras.Pela prestação do serviço Débito: ISS (deduções da receita bruta) Crédito: ISS a recolher (passivo circulante 2. 3% e 5%. considerada a receita bruta sem nenhuma deduçãi. 2003).1. b) Base de cálculo A base de cálculo é a receita bruta de bens e serviços com as seguintes exclusões: as vendas canceladas os descontos incondicionais o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) 56 . 5. Em Cascavel o prazo de recolhimento é até o dia 15 do mês subsequente ao fato gerador e apuração é mensal (Oliveira.6Contabilização do ISS 1. alguns municípios admitem deduzir do preço dos serviços o valor: Dos materiais adquiridos de terceiros e aplicados na obra. 5. 2003). de acordo com a tabela da NA 13/2003. 2003). já tributadas anteriormente pelo ISS (Oliveira et al.4 Alíquotas A fixação da alíquota do ISS é atribuição de cada município. Em Cascavel existem três alíquotas: 2%.1. No caso de obras civis.

718 de 27/11/1998). financiamento e investimento.o ICMS quando destacado em Nota Fiscal e cobrado pelo vendedor dos bens ou serviços prestados na condição de substituto tributário (automóveis e refrigerantes) as reversões de provisões as recuperações de créditos baixados como perdas. limitados aos valores efetivamente baixados. com pagamento em moeda conversível vendas a empresa comercial exportadora com o fim específico de exportação. empresas de arrendamento mercantil e cooperativas de crédito. as autarquias e fundações públicas federais. c) A contribuição para o PIS não incide sobre: exportação de mercadorias para o exterior prestação de serviços para pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior. as pessoas jurídicas imunes a impostos. entidades de previdência privada. bancos de desenvolvimento. que não representem ingresso de novas receitas as receitas decorrentes das vendas de bens do ativo permanente dos resultados positivos – lucro – obtidos em decorrência de avaliação de investimentos em participações societárias pelo método da equivalência patrimonial dos lucros e dividendos recebidos ou a receber em decorrência de investimentos em participações societárias. estaduais e municipais e as fundações cuja criação tenha sido autorizada por lei (Lei 9. bancos comerciais. sociedades corretoras. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. abertas e fechadas.2. empresas de seguros privados. 5. pessoas jurídicas que tenham por objeto 57 .1 PIS CUMULATIVO O PIS cumulativo não permite nenhuma dedução a título de crédito do valor a recolher e permanecem sujeitas às normas do regime da cumulatividade : as pessoas jurídicas tributadas pelo imposto de renda com base no lucro presumido ou arbitrado. sociedades de crédito. sociedades de crédito imobiliário. empresas de capitalização. as pessoas jurídicas optantes SIMPLES. os órgãos. bancos de investimento. caixas econômicas.

65% 5.1 Alíquota . ensinos fundamental e médio e de educação superior. reversão de provisões e recuperações de créditos baixados como perda que não representem o ingresso de novas receitas. receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte coletivo rodoviário.. receitas de empresas integrantes do Mercado Atacadista de Energia Elétrica (MAE). receitas decorrentes do serviço prestado por hospital.1. adquiridos para revenda. receitas decorrentes da prestação de serviços de telecomunicações. venda de veículos usados. operações de empresas de transporte aéreo ou quaisquer outras submetidas à incidência monofásica da contribuição. 58 .637 de 30/12/2002) O total das receitas compreende a receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia e todas as demais receitas da pessoa jurídica. vendas canceladas e descontos incondicionais. as sociedades cooperativas. as receitas decorrentes de prestação de serviços de educação infantil.2 PIS NÃO CUMULATIVO (Lei 10. exceto: receitas não operacionais.2. preparação composta para bebidas alcoólicas.2.0. pronto-socorro. receitas decorrentes de prestação de serviços de empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens. bem como dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados. 5.a securitização de créditos imobiliários e financeiros e as operadoras de planos de assistência à saúde. decorrentes da venda de ativo permanente. máquinas. etc. casa de saúde e de recuperação sob orientação médica e por banco de sangue. refrigerantes e cervejas. tratores e veículos. nas pessoas jurídicas cujo objeto seja a compra e venda de veículos automotores. metroviário. medicamentos e produtos de perfumaria. ferroviário e aquaviário de passageiros. o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido. venda de derivados de petróleo e gás natural. e embalagens de alumínio e PET.

máquinas. despesas financeiras decorrentes de empréstimos.2.2. financiamentos e o valor das contraprestações de operações de arrendamento mercantil de pessoa jurídica .2 Crédito do PIS Não Cumulativo As Pessoas Jurídicas que recolher o PIS pelo Regime Mão Cumulativo podem creditar-se do valor resultado da aplicação da mesma alíquota (1. ou na prestação de serviços. 59 .3 Receitas Financeiras – Não incidência As empresas que recolherem o PIS pelo Regime não cumulativo não tributarão suas receitas financeiras. energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica.lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita. utilizados nas atividades da empresa. e tributada conforme o disposto nesta Lei.65% sobre: bens adquiridos para revenda. máquinas e equipamentos pagos a pessoa jurídica. aluguéis de prédios. adquiridos para utilização na produção de bens destinados à venda. (a ser utilizado em 24 parcelas mensais). armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda. exceto de optante pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Micro Empresas e das Empresas de Pequeno Porte – SIMPLES. edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros.65% 5.2. utilizados na atividade da empresa.2. bens recebidos em devolução cuja receita de venda tenha integrado o faturamento do mês ou do mês anterior. exceto aqueles que tenham sido adquiridos de pessoa jurídica na condição monofásica e aqueles submetidos à incidência monofásica da contribuição: bens e serviços utilizados para o insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda. equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado.2. inclusive combustíveis e lubrificantes. 5.1 Alíquota: 1. quando o ônus for suportado pelo vendedor.2. 5.

cultural. inclusive as fundações definidas como empregadoras pela legislação trabalhista. condomínios de proprietários de imóveis residenciais e comerciais que possuam empregados.Prazo de recolhimento 25º dia dia subsequente ao fato gerador.65% 3. fundações de direito privado. serviços sociais autônomos.Regime Cumulativo: 0.3. calculada sobre a folha de pagamento mensal. habitualmente. partidos políticos. em relação às operações praticadas com cooperados.Contribuintes A contribuição ao PIS.65% 2.Regime não Cumulativo: 1. venda de bens e serviços e que preencham as condições e requisitos legais. sindicatos. recreativo.3 PIS sobre Folha de pagamento (Lei 9. criados ou autorizados por lei. Alíquotas do PIS/Faturamento e sobre a Folha de Pagamento 1.2.2.Pelo recolhimento do tributo Débito: PIS s/Fat a recolher Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) Contabilização do PIS não Cumulativo 60 . instituições de educação e de assistência social que não realizem. é devida pelas entidades sem fins lucrativos.5. Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e as organizações estaduais de ccoperativas.4 Contabilização do PIS Cumulativo 1.718/1998) 5.1. federações e confederações.Folha de Pagamento: 1% 5. entidades de caráter filantrópico. tais como: templos de qualquer natureza.2.2. científico e as associações que preencham as condições e requisitos legais.Pela receita bruta gerada no período Débito: PIS s/Fat (Impostos incidentes s/vendas) Crédito: PIS s/Fat a recolher (passivo circulante) 2.2.3. 5. conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas.

Pelo saldo devedor a recolher Débito: PIS s/ Fat a recolher (Passivo circulante) Crédito: Pis s/Fat a recuperar (ativo circulante) 4.Pelo recolhimento do tributo Débito: PIS s/Folha de pgto a recolher (passivo circulante) Crédito. excluídas as vendas canceladas. Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 5. os descontos incondicionais.940 de 25/05/1982).3.Pelo débito originado pelo faturamento do mês Débito: PIS s/Fat (impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: PIS s/Fat a recolher (passivo circulante) 3. 5.1.Pelo recolhimento do tributo Débito: PIS s/Fat a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante Contabilização do PIS sobre a folha de pagamento – alíquota de 1% 1. à previdência e à assistência social e incide sobre o faturamento mensal das pessoas jurídicas.1 Alíquotas Regime Cumulativo: 3% Regime não Cumulativo: 7.6% 5. etc Débito: PIS s/Fat a recuperar (ativo circulante) Crédito: PIS s/Fat sobre Compras (resultado) 2.3.3 COFINS A COFINS foi instituída para assegurar os direitos relativos à saúde (Lei 1. o IPI e o ICMS quando cobrado pelo vendedor dos bens ou serviços na condição de substituto tributário. sendo este entendido como a receita bruta.Pelo crédito gerado pelas compras/alugueis.2 Contribuintes 61 .Pelo valor a recolher originado no período Débito: PIS s/Folha de Pagamento (Despesas operacionais) Crédito: PIS s/Folha de pgto a recolher (passivo circulante) 2.

as sociedade cooperativas quanto aos atos cooperativos próprios de suas finalidades. o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações (ICMS).718/98): as vendas canceladas. quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário. os descontos incondicionais concedidos.5 COFINS Cumulativa 62 . pois a COFINS está incluída no pagamento do imposto simplificado.3.4 Não Incidências da COFINS venda de mercadorias para o exterior (exportação). orfanatos. as reversões de provisões operacionais e recuperação de créditos baixados como perda. o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição. 5. venda a empresa comercial exportadora com o fim específico de exportação. que tenham sido computados como receita. que optarem pelo sistema integrado de pagamento de impostos e contribuições (SIMPLES). incluindo as instituições financeiras. as sociedades civis de profissão regulamentada. o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). independente da atividade exercida ou da classificação contábil.3. prestação de serviços para a pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior. São isentas da COFINS (Lei 9. 5. no período em que ficarem submetidas a este regime. construtoras e incorporadoras de imóveis. como os asilos.3.3 Base de cálculo A receita bruta é a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica.São as pessoas jurídicas em geral e aquelas equiparadas segundo a legislação do Imposto de Renda. as receitas decorrentes da venda de bens do permanente. que não representem ingresso de novas receitas. com pagamento em moeda conversível.718/1998): as microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP). as entidades beneficientes de assistência social que atendam as exigências estabelecidas em lei. santas casas de misericórdia etc. São permitidas as seguintes exclusões (Lei 9. 5.

caixas econômicas. pronto-socorro. bancos comerciais. pessoas jurídicas que tenham por objeto a securitização de créditos imobiliários e financeiros e as operadoras de planos de assistência à saúde. as pessoas jurídicas imunes a impostos. bancos de investimento. receitas decorrentes da prestação de serviços de telecomunicações. empresas de arrendamento mercantil e cooperativas de crédito. Lucro Arbitrado e as demais situações listadas abaixo. tem como fato gerador o faturamento mensal. 1º: “A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social . as sociedades cooperativas. 5. as pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Presumido ou Arbitrado.” 63 . com a incidência não cumulativa.833 de 29 de dezembro de 2. receitas decorrentes de prestação de serviços de empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens. empresas de seguros privados. empresas de capitalização. receitas de empresas integrantes do Mercado Atacadista de Energia Elétrica (MAE). as pessoas jurídicas optantes pelo SIMPLES. metroviário. bancos de desenvolvimento. ensinos fundamental e médio e de educação superior. sociedades corretoras.5. as autarquias e fundações públicas federais.3.003. financiamento e investimento. e não permite nenhum desconto a título de crédito. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. receitas decorrentes do serviço prestado por hospital. estaduais e municipais. sociedades de crédito. abertas e fechadas. as receitas decorrentes de prestação de serviços de educação infantil.1 Alíquota da COFINS Cumulativa: 3 % 5.3. alterou a Legislação Tributária: Art.6 COFINS não cumulativa A LEI nº 10. receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte coletivo rodoviário.COFINS. os órgãos públicos. entidades de previdência privada. casa de saúde e de recuperação sob orientação médica e por banco de sangue. assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica. sociedades de crédito imobiliário.A COFINS cumulativa é aplicada às empresa tributadas pelo Lucro Presumido. ferroviário e aquaviário de passageiros. independentemente de sua denominação ou classificação contábil.

. bem como dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados. exceto aqueles que tenham sido adquiridos de pessoa jurídica na condição monofásica e aqueles submetidos à incidência monofásica da contribuição: bens e serviços utilizados para o insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda.” 5.1 Alíquota da COFINS Não Cumulativa O Art. o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido. desde que adquiridos ou pagos a pessoa jurídica domiciliada no País: bens adquiridos para revenda. exceto: receitas não operacionais.Portanto. operações de empresas de transporte aéreo ou quaisquer outras submetidas à incidência monofásica da contribuição. venda de veículos usados.6% (sete inteiros e seis décimos) da COFINS será aplicada sobre a base de cálculo apurada. etc. Do valor apurado a pessoa jurídica poderá descontar os seguintes créditos. reversão de provisões e recuperações de créditos baixados como perda que não representem o ingresso de novas receitas.833 determina que: “Para determinação da COFINS aplicar-se-á. e embalagens de alumínio e PET. 64 .6. preparação composta para bebidas alcoólicas. inclusive combustíveis e lubrificantes.3.2 Créditos da COFINS Não Cumulativa A alíquota de 7. máquinas.3. tratores e veículos.1º. a alíquota de 7. o total das receitas compreende a receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia e todas as demais receitas da pessoa jurídica. energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica. medicamentos e produtos de perfumaria. vendas canceladas e descontos incondicionais.6. venda de derivados de petróleo e gás natural. adquiridos para revenda.6% (sete inteiros e seis décimos por cento. 5. nas pessoas jurídicas cujo objeto seja a compra e venda de veículos automotores. lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita. decorrentes da venda de ativo permanente. refrigerantes e cervejas. sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no Art.2º da Lei nº 10.

financiamentos e o valor das contraprestações de operações de arrendamento mercantil de pessoa jurídica . 5.7 Receitas Financeiras . quando o ônus for suportado pelo vendedor.aluguéis de prédios. bens recebidos em devolução cuja receita de venda tenha integrado o faturamento do mês ou do mês anterior. máquinas. 5.3. Débito: COFINS a recuperar (Ativo circulante) 65 .3.Pelo crédito originado pelas compras de produtos/mercadorias/alugueis. armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda.9 Contabilização da COFINS não Cumulativa – alíquota de 7. equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado.6% 1. e tributada conforme o disposto nesta Lei.Pelo faturamento do mês Débito: COFINS (Impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: COFINS a recolher (passivo circulante) 2.alíquota de 3% sobre a receita bruta 1. despesas financeiras decorrentes de empréstimos. adquiridos para utilização na produção de bens destinados à venda. máquinas e equipamentos pagos a pessoa jurídica.Pelo recolhimento do tributo Débito: COFINS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 5.3. utilizados nas atividades da empresa. exceto de optante pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Micro Empresas e das Empresas de Pequeno Porte – SIMPLES. utilizados na atividade da empresa.8 Contabilização da COFINS Cumulativa . (a ser utilizado em 24 parcelas mensais). edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros. etc. ou na prestação de serviços.Não Incidência da COFINS Cumulativa As empresas que recolherem a COFINS pelo Regime não cumulativo não tributarão suas receitas financeiras.

Pelo débito originado pelo faturamento do mês Débito: COFINS (impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: COFINS a recolher (Passivo circulante) 3. com observância do disposto na legislação própria.as entidades beneficentes de assistência social.Assinale a(s) alternativa(s) correspondente(s) à(s) entidade(s) desobrigada(s) do recolhimento da COFINS a. ni período em que ficarem submetidas ao regime simplificado e.Crédito: COFINS s/compras .Pode-se afirmar em relação à base de cálculo da COFINS (pode haver mais de uma alternativa): a. mesmo que não cumpram os quesitos estabelecidos em Lei para o enquadramento como entidade filantrópica f.as entidades beneficentes de assistência social que cumprem os quesitos estabelecidos em Lei para o enquadramento como entidades filantrópicas c.as instituições financeiras b.as construtoras d. cujo objetivo é a compra e o fornecimento de bens aos consumidores 2.pode ser excluído o ICMS quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário 66 .as microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP) que optarem pelo sistema integrado de pagamento de impostos e contribuições (SIMPLES).as sociedades cooperativas de consumo.Pelo saldo devedor a recolher Débito: COFINS a recolher (passivo circulante) Crédito: COFINS a recuperar (ativo circulante) 4.4 EXERCICIOS 1.Pelo recolhimento do tributo Débito: COFINS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 5.

Assinale a alternativa incorreta: a.os resultados positivos dos ajustes diários ocorridos no mês nas operações no mercado futuro não integram a base de cálculo da COFINS d-uma construtora de obras civis que faturou um serviço em janeiro de 2006. independentemente da atividade exercida pela pessoa jurídica e da classificação contábil adotada para a sua escrituração d.Assinale a(s) alteenativa(s) correta(s): a.as pessoas jurídicas optantes pelo regime de tributação do Imposto de Renda com base no lucro presumido não poderão adotar o regime de caixa para fins da incidência do PIS/PASEP.nas revendas de automóveis. compreende-se como receita a totalidade das receitas auferidas.para efeito de apuração da base de cálculo do PIS/PASEP sobre o faturamento. será considerada receita bruta: a diferença bruta positiva entre o preço de venda e o de compra da moeda estrangeira b.nas transações de câmbio. sendo irrelevante a atividade e a classificação contábil das receitas 3.fazem parte da base de cálculo os lucros e dividendos recebidos ou a receber em decorrência de investimentos em participações societárias avaliados pelo custo de aquisição. b. assim considerada a receita bruta de vendas de mercadorias e serviços de qualquer natureza. quando destacado em separado no documento fiscal c. c-na base de cálculo doPIS/PASEP das organizações com fins lucrativos. não podem ser excluídos ou deduzidos da receita bruta.b-não pode ser excluído o IPI nas empresas contribuintes desse imposto.a base de cálculo da contribuição é o faturamento mensal.o fato gerador do PIS/PASEP é a obtenção de receita pela pessoa jurídica de direito privado e a folha de salários das entidades sem fins lucrativos. mas recebeu em maio. dos descontos incondicionais concedidos e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) 67 .não integram a base de cálculo as receitas com a exportação de mercadorias para o exterior e. quando a tenham integrado. os valores das vendas canceladas. passa a ser devedora da COFINS em maio e.as receitas financeiras integram a base de cálculo da COFINS 4. que tenham sido contabilizados como receitas d. a base de cálculo da COFINS é a diferença entre o preço pelo veículo e o de venda ao consumidor final c.

o cálculo da contribuição para o PIS/PASEP será feito mediante a aplicação do percentual de 1% sobre o total da folha de pagamento mensal de seus empregados.000.em uma instituição de assistência social que não realiza.00 2.00 39.000. assim entendidos os rendimentos do trabalho assalariado de qualquer natureza. comissões. gratificações.900.as entidades sem fins lucrativos que não tiverem empregados estão obrigadas ao recolhimento da contribuição ao PIS/PASEP b.as gratificações. etc pagos aos funcionários de um sindicato não integram a base de cálculo do PIS sobre a folha de pagamento c. cumulativos e não cumulativos da empresa JJ Ltda em março de 2009 RECEITAS BRUTAS Vendas de mercadorias para o mercado nacional Receitas com prestação de serviços – clientes nacionais Receitas com prestação de serviços – clientes no exterior Total das receitas bruta DEDUÇÕES DAS RECEITAS BRUTA Vendas canceladas Descontos incondicionais Imposto sobre produtos industrializados Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços Imposto sobre serviços Total das deduções da receita bruta TOTAL DAS RECEITAS LIQUIDAS CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS Compras de mercadorias Receitas Financeiras Receitas operacionais decorrentes de ganho de equivalência patrimonial na avaliação de investimentos em participações societária controladas Receitas não operacionais decorrentes da venda de ativos imobilizados 7. qüinqüênios.000.Com base nas informações disponíveis. ajudas de custo.000. 13º salário.000. d.nenhuma das anteriores 6.00 68 . calcule e contabilize a provisão para a COFINS e para o PIS.00 110.00 110. 13º salário.100.00 15.000. tais como salários.00 20.00 900.00 3. prêmios.000.000.000. férias. prêmios.5. férias etc.00 40.Assinale a alternativa correta: a.00 30. habitualmente.000.00 1.00 150. venda de bens e serviços. comissões. ajudas de custo.000. qüinqüênios.00 10.00 30.000.

contribuinte b.venda de eletrodomésticos pelas lojas de departamentos e.venda de gêneros alimentícios pelos supermercados b-venda de combustíveis por postos revendedores aqui instalados c-prestação de serviços sob relação de emprego d. A prestação de qualquer serviço que esteja expressamente consignado na lista não faz nascer a obrigação de pagar o imposto.sujeito passivo e. mesmo que a prestação de tais serviços envolva também o fornecimento de mercadorias.O ISS incide sobre os serviços relacionados na legislação básica.O Município.CUMULATIVO Base cálculo PIS COFINS NÃO CUMULATIVO Base cálculo PIS COFINS débito crédito A recol A Recu 7.Assinale a alternativa correta: a.solidariamente obrigado 8.sujeito ativo d.Assinale a situação que poderia constituir fato gerador do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS): a.São considerados contribuintes do ISS quem presta serviços como trabalhador avulso.O fato gerador do ISS corresponde à prestação de serviços relacionados na lista – ou relação – anexa à Lei Complementar e à legislação básica dos Municípios. d.O ISS incide sobre os serviços relacionados na legislação básica. em relação ao ISS é: a. incluindo a prestação de serviços de telecomunicações c.responsável c. bem como os diretores e membros dos conselhos consultivos fiscais b.exibição de filmes pelos cinemas localizados no Município 9. 69 .

A base de cálculo pode ser o lucro real.1 IMPOSTO DE RENDA DAS PESSOAS JURÍDICAS O imposto de renda é devido pelas pessoas jurídicas estabelecidas no país e incidirá sobre o lucro obtido no período. a R$ 20.3 Contabilização do Imposto e Renda 1. As empresas individuais 6. 6. quando não visarem lucro. o lucro da empresa.000.1.2 Imunidades. 6. Associações de poupança e empréstimo autorizadas pelo órgão competente. observando o art 182 do Decreto 3000 de 26/03/1999. sob a forma de sociedade civil. podendo ser lucro real. Isenções e não indidências Templos de qualquer culto Partidos políticos e entidades sindicais dos trabalhadores Instituições de Educação e de Assistência Social Entidades de Previdência Privada Sociedades Beneficientes.1. Sociedades de investimento com participação de capital estrangeiro A entidade binacional ITAIPU O Fundo Garantidor de Crédito – FGC As sociedades cooperativas que obedecerem ao disposto na legislação específica. presumido ou arbitrado (RIR). Fundações e associações Empresas estrangeiras de transportes quando as brasileiras gozarem da mesma prerrogativa. ou seja.1 Contribuintes As pessoas jurídicas.00 fica sujeita à incidência de adicional de 10%.6 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O RESULTADO 6.Pela geração do Imposto 70 .Alíquota A alíquota para a pessoa jurídica é de 15% sobre a base de cálculo. mensalmente.1.3. presumido ou arbitrado. A parcela que exceder.1. 6.

2. (art 17 da MP 413).637/2002. que nos últimos cinco anos-calendário. NÃO se enquadre em qualquer das hipóteses.Pelo recolhimento do tributo Débito: Provisão p/Imposto de renda a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 6. falta ou atraso no cumprimento de obrigação acessória.Débito: Provisão p/Imposto de Renda (Contas de resultado) Crédito: Provisão p/ Imposto de Renda a recolher (passivo circulante) 2. (Lei 7.689 de 15/12/1988) 6.2 Alíquota A alíquota da CSLLaté 30 de abril de2008 é de 9% sobre o lucro da pessoa jurídica. adimplentes com os tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal (SRF) poderão beneficiar-se do bônus de adimplência instituído pelo art 38 da Lei 10.3 Bônus de Adimplência A partir do ano calendário de 2003 as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real ou presumido.3.2.1 Cálculo do Bônus 71 . inscrição em dívida ativa. em relação a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal: • • • • • lançamento de ofício. débitos com exigibilidade suspensa. recolhimentos ou pagamentos em atraso.2. 6. passará a ser 15% sobre o resultado da PJ. podendo este lucro ser real. É considerada adimplente. a pessoa jurídica. as mesmas isentadas pelo Imposto de Renda. presumido ou arbitrado.2 CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL 6.2. para efeito de utilização do bônus. com exceção das entidades isentas.1 Contribuintes Estão obrigadas a recolher a CSLL todas as pessoas jurídicas domiciliadas no país e aquelas que lhe são equiparadas pela legislação tributária. A partir de 01/05/2008. 6.

poderá ser deduzida nos anos-calendário subseqüentes. de escrituração contábil.O bônus de adimplência será calculado aplicando-se o percentual de l% sobre a base de cálculo da CSLL. no caso de PJ tributada com base no lucro anual. no caso de PJ tributada com base no lucro real anual.Pela geração do tributo Débito: Provisão p/CSLL (Despesas) Crédito: Provisão p/CSLL a recolher (passivo circulante) 2. até o limite da receita bruta total estabelecido em lei. pg.Pelo pagamento do Tributo Débito: Provisão p/CSLL a recolher Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante 7 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO FEDERAL 7. no caso de PJ tributada com base no lucro real trimestral ou presumido. 72 . 6. o bônus será calculado em relação aos quatro trimestres do anocalendário e poderá ser deduzido da CSLL devida correspondente ao último trimestre. ou seja. no ajuste anual.1 LUCRO PRESUMIDO Segundo Fabretti ( 2000.Na hipótese de período de apuração trimestral. relativamente ao ano-calendário em for permitido o seu aproveitamento.4 Contabilização da CSLL 1. Estas.” A opção pelo Lucro Presumido é exercida com o pagamento da primeira ou única quota do imposto devido correspondente ao primeiro trimestre do ano-calendário e é definitiva para todo o ano. Utilização do Bônus O bônus será utilizado no último trimestre do ano-calendário. b. da seguinte forma: a. em vez da apuração pelo lucro real.217): “O Lucro Presumido é uma alternativa para as pequenas empresas. Bônus excedente A parcela do bônus que não puder ser aproveitada no período de apuração. em cada trimestre. podem presumir esse lucro.2. se PJ optante do lucro real trimestral ou lucro presumido ou no ajuste anual.

quando inferior a doze meses. que. autorizadas pela legislação tributária. sociedades de crédito imobiliário. bancos de desenvolvimento.1. empresas de arrendamento mercantil. Quando a pessoa jurídica não exercer a atividade de locação de imóveis) Administração de consórcios de bens duráveis 73 % 1. administração de contas a pagar e a receber. loteamento. sociedades corretoras de títulos.1 Algumas empresas são impedidas de optar pelo Lucro Presumido (RIR. seleção e riscos.00 ou de R$ 4. que no decorrer do ano-calendário tenham efetuado pagamento mensal do imposto pelo regime de estimativa. TABELA 02 – PERCENTUAIS DE PRESUNÇÃO DO LUCRO ATIVIDADE Revenda para consumo de combustível derivado de petróleo. financiamento e investimento. empresas de seguros privados e de capitalização de previdência privada aberta. álcool etílico carburante e gás natural Prestação de serviços.000.000. cujas atividades sejam de bancos comerciais. queiram usufruir benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do Imposto de Renda.7. sociedades de crédito. relativo ao exercício de profissões legalmente regulamentadas. bancos de investimentos. locação ou cessão de bens e imóveis (exceto a receita de aluguéis. • • • • que auferirem lucros. valores mobiliários e câmbio.6 32 32 32 32 . na forma do art.000. que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de assessoria creditícia. enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado. Decreto 3000 de 26/06/1999): • • cuja receita total no ano-calendário anterior tenha sido superior ao limite de R$ 48.00 multiplicado pelo número de meses do período.430/96. As empresas tributadas pelo Lucro Presumido são obrigadas a apurar as bases de cálculo do Imposto de Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) no encerramento de cada trimestre do ano-calendário. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. imóveis e outros) Administração. compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factorig). cooperativas de crédito. gestão de crédito. mercadológica. prestação de serviços em geral Intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de Seguros.000. pelas sociedades civis. • que exerceram atividades de compra e venda. caixas econômicas. rendimentos ou ganhos de capital no exterior. incorporação e construção de imóveis.° da Lei n° 9.

2 A base de cálculo da CSLL no Lucro Presumido 12% . 32% a) prestação de serviços em geral.000.00 pelo número de meses do período de apuração.00 – base de cálculo reduzida em 50% = 16%.de renda produzida pelo trabalho intelectual b. exceto serviços hospitalares e de transporte.000. exceto de carga 16 Revenda de mercadorias. 7.de renda produzida pela aplicação no mercado de capitais e. locação ou cessão de imóveis.de renda produzida pelo capital d.de renda produzida pelo trabalho braçal c. aplicar-se-á a alíquota adicional de 10%. administração. vendas de produtos de fabricação própria 8 Industrialização por encomenda (material fornecido pela encomendante) 8 Atividade rural 8 Representação comercial por conta própria 8 Loteamento de terrenos. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda execução de obras de construção 8 civil com emprego de materiais Prestação de serviços hospitalares 8 Transporte de cargas 8 Outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços 8 OBS: Prestação de serviços receita bruta anual até R$ 120. No caso do trimestre incompleto o limite corresponderá ao resultado da multiplicação de R$ 20.venda de mercadorias ou produtos.000.Cessão de direitos de qualquer natureza 32 Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão-de32 obra Serviços de transporte. móveis e direitos de qualquer natureza. O Imposto de Renda é calculado à alíquota de 15% sobre o total da base de cálculo. EXERCÍCIOS 1. b) intermediação de negócios.todas estão corretas 74 .00 no trimestre. Para a parcela do lucro presumido que exceder o limite de R$ 60.1.O Imposto de Renda tem como fato gerador a aquisião de disponibilidade econômica ou jurídica: a.

o que facilita a apuração dos tributos e representa.auto-lançamento tributário 3. comerciais e de prestação de serviços.a empresa optante pela tributação pelo lucro presumido pode estar recolhendo desnecessariamente mais tributos. de competência da União d. a disponibilidade não precisa se caracterizar como efetivamente adquirida. a base de cálculo do Imposto de Renda e Contribuição Social é o faturamento da pessoa jurídica. passíveis a serem transformados ou convertido de imediato em numerário c. em relação ao lucro presumido: a. a declaração anual de rendimentos. mercantis.a introdução pelo fisco do conceito de lucro presumido visou facilitar a apuração da base de cálculo. a obtenção de um conjunto de bens.o fato gerador do Imposto de Renda restringe-se à obtenção de renda em decorrência da aplicação de capitais b. se fosse efetuada a escrituração contábil.para estar sujeito à tributação pelo Imposto de Renda.Os contribuintes do Imposto de Renda têm a obrigação de preparar e entregar.obrigação principal b. b. Esse dever jurídico é definido como: a. a opção mais vantajosa para o contribuinte. além dos acréscimos patrimoniais decorrentes de ganhos de capital e outras receitas não operacionais e.entende-se por disponibilidade econômica ou jurídica. à Receita Federal. de maneira resumida. a ocorrência do fato gerador se dá pela obtenção de resultados positivos (lucros) em suas operações industriais.optando pelo lucro presumido.fato gerador e. 75 . valores e/ou títulos por uma pessoa física ou jurídica.2.em relação às pessoas jurídicas. esta poderia demonstrar uma situação de prejuízo real.o Imposto de Renda é um tributo direto. para a apuração e recolhimento do Imposto de Renda e da Contribuição Social. para algumas empresas. c.crédito tributário c-obrigação acessória d. não haveria lucro real para servir como fato gerador dos tributos.Assinale as alternativas incorretas: a. visto que. sempre. cogitando-se sua incidência se houver apenas a potencialidade de se adquirir tais disponibilidades 4. ou seja.Assinale a alternativa incorreta.

500.800. no ano-calendário anterior. as seguintes receitas: RECEITAS Vendas a Vista Vendas a prazo Subtotal 1 Descontos Incondicionais Devoluções de vendas Subtotal 2 Receitas Financeiras Total CALCULAR E DEMONSTRAR: PIS e COFINS Período Jan: Fev: Mar: 76 Receita bruta PIS/ Fat COFINS 32. ou proporcional ao número de meses do período. b.600.200.as pessoas jurídicas que podem se utilizar dessa opção para a tributação estariam dispensadas. que tenha manifestado sua opção pelo Lucro Presumido.600. tenha sido inferior a R$ 48.as construtoras de imóveis que operam em mais de um estado.00 2.00 FEVEREIRO 166.00 JANEIRO 145.300.d.as empresas que exerçam as atividades de factoring 6 . com atividade de Supermercado.00 7.000.00 55. para efeitos somente de apuração do valor do Imposto de Renda e da Contribuição Social.000.Empresa comercial.as empresa que obtiveram lucros. 5.00 95. d.000.todas as pessoas jurídicas cuja receita bruta.800.00.00 110.00 -o16.as empresas cujas atividades sejam de instituições financeiras ou equiparadas.200. apresentou no primeiro trimestre de 2009.Lucro Presumido . quando inferior a 12 meses.00 MARÇO 278.00 1.Não podem optar pelo lucro presumido ( pode haver mais de uma alternativa): a.000. c. da obrigatoriedade da escrituração contábil e levantamento periódico das demonstrações contábeis.00 TOTAL . rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior e.000.

00 maio 245. Receitas não Operacionais Receita Bruta Base de Cálculo CSLL Lucro Presumido (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre 7. as seguintes receitas: RECEITAS Serviços a Vista Serviços a prazo Subtotal 1 Descontos Concedidos Serviços Cancelados Subtotal 2 Receitas Financeiras Vendas do Imobilizado Total 20.00 Abril 54.00 42. Receitas Operacionais 2. Total 15% 10% IRPJ Receita Bruta Lucro Presumido CSLL – LUCRO PRESUMIDO Receitas 1.Lucro Presumido Empresa de Prestação de serviços com atividade de Oficina Mecânica.00 TOTAL 77 .00 62.IRPJ – LUCRO PRESUMIDO Cálculos 1.00 15. Receitas não Operacionais 3.720. que tenha manifestado sua opção pelo Lucro Presumido.00 4.170.450.00 7.260.00 12.00 150.540.00 junho 372.240. Receitas Operacionais 2.152.230. apresentou no segundo trimestre de 2009.240.000.800.00 44.180.

Receitas não Operacionais 3. Receitas não Operacionais Receita Bruta Base de Cálculo CSLL DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Lucro Presumido (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre 8.Período PIS/ Fat COFINS ISS IRPJ – LUCRO PRESUMIDO Cálculos 1.LUCRO PRESUMIDO Empresa com atividade de revenda e manutenção de computadores. Total 15% 10% IRPJ Receita Bruta Lucro Presumido CSLL – LUCRO PRESUMIDO Receitas 1. que tenha manifestado dus opção pelo Lucro Presumido. Receitas Operacionais 2. Receitas Operacionais 2. apresentou no 1º trimestre de 2009 as seguintes receitas: 78 .

Receitas não Operacionais 3.00 600.00 35.RECEITAS Vendas de mercadorias consumidor final Vendas de serviços SUBTOTAL 1 Devolução de vendas Descontos incondicionais vendas Serviços Cancelados Descontos Incondicionais Serviços Subtotal 2 Compras mercadorias Subtotal 3 Receitas de Aluguéis Vendas do Imobilizado Total abril 66.860.00 10.320.00 4.00 26.00 32.200.00 5.00 12.000. Total 79 Receita Bruta Base de Cálculo CSLL --------------------------------------------------------- .000.360. Receitas não Operacionais 3.00 65.670.400.00 2.00 58. Receitas Operacionais 2.00 junho 72.00 7.110.600.00 800.420.00 TOTAL 1.600.140.00 Período PIS/ Fat COFINS ISS ICMS IRPJ – LUCRO PRESUMIDO Cálculos 1. Total IRPJ Receita Bruta Lucro Presumido CSLL – LUCRO PRESUMIDO Receitas 1.00 1.00 maio 55. Receitas Operacionais 2.00 45.600.300.120.200.

800.00 50.900.00 12.A Empresa Industria.00 .600.800.00 1.DISTRIBUIÃO DE LUCROS Lucro Presumido (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre 9.000.00 35.00 1.200.480.00 5.200.00 129.300.480.00 1.000.00 89.00 2.00 5.00 1. Comércio e Assistência Técnica de Aparelhos Náuticos Ltda apura seus tributos federais pelo Lucro Presumido e obteve no 1º trimestre de 2007 o seguinte resultado: RECEITA BRUTA Venda Mercadorias mercado interno Venda Mercadorias Mercado Externo Serviços Prestados no Mercado Interno Serviços Prestados no Mercado Externo (-) Deduções e Abatimentos Vendas Canceladas mercado externo Devoluções vendas mercado interno Descontos incondicionais mercado interno Descontos Incondicionais Serviços Mercado Externo Serviços Cancelados mercado interno (-) ICMS (-) ISS (-) PIS FAT (-) COFINS (=) Receita Líquida (-) Compras de Mercadorias (=) Lucro Bruto Operacional (-) Despesas Operacionais Despesas de Vendas Despesas administrativas Despesas Financeiras Descontos concedidos Juros Passivos (+) Receitas Financeiras Receitas de Aplicações Financeiras Descontos Recebidos Rendimentos auferidos em operações de mútuo com coligadas (-) Despesas Tributárias PIS Fat s/outras receitas COFINS s/outras receitas (=) Lucro Operacional 80 280.280.00 38.620.00 980.00 2.980.00 3.000.600.

quando ocorrerem as situações a seguir (Fabretti. deixar de escriturar os livris exigidos pela legislação. A pessoa jurídica.000/99 O arbitramento do lucro é uma forma de apuração da base de cálculo do Imposto de Renda utilizada pela autoridade tributária ou pelo contribuinte. de modo a demonstrar. recusa na apresentação de livros ou documentos: quando a pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido deixar de apresentar à autoridade tributária os livros e documentos da escrituração comercial e fiscal. o lucro real apurado nas operações de conta alheia. opção indevida pelo lucro presumido: o contribuinte que optar indevidamente pelo lucro presumido estará sujeito a ter o seu lucro arbitrado.2 LUCRO ARBITRADO De acordo com o RIR. ou determinar o lucro real. terá o seu lucro arbitrado.00 7. inclusive bancária. nos quais deverá ser escriturada toda a moviumentação financeira.00 3. Lei 3. se conhecida a receita bruta. ou deixar de elaborar as demonstrações financeiras exigidas pela legislação fiscal. perder e ou destruir os mesmos. inclusive a empresa individual equiparada.000. representante de pessoa jurídica estrangeira: o comissário ou representante da pessoa jurídica estrangeira deve escriturar os seus livros comerciais. escrituração com falhas: quando a escrituração a que estiver obrigado o contribuinte revelar evidentes indícios de fraude ou com vícios.(+) Receitas Não Operacionais Lucro na venda de ativo imobilizado Receita com locação de imóvel (=) Lucro antes do IR e CSLL (-) IR (-) CSLL (=) Lucro Líquido do exercício 15. além dos próprios rendimentos.000. Se o mesmo não cumprir esta exigência. 81 . por algum motivo. ou o licro Caixa. inclusive a bancária. 2000) : falta de escrituração: quando o contribuinte. poderá ter o lucro arbitrado pela autoridade tributária. estará obrigado a pagar o Imposto de Renda com base no lucro arbitrado. erros ou deficiências que a tornem imprestável para identificar a efetiva movimentação financeira. em cada ano.

sobre a parcela das receitas auferidas em cada atividade. No entanto. Dispuser de escrituração comercial e fiscalque demonstre o lucro real dos períodos não abrangidos pelo arbritramento.1 Aplicação do Arbitramento Regra geral. Caso não atendam a esse requisito.o valor resultante da aplicação dos percentuais mencionados na letra “a”. a pessoa jurídica poderá apurar o lucro trimestralmente.2 Período de Apuração O Imposto de Renda com base no lucro arbitrado abrangerá todo o ano-calendário. em períodos de apuração encerrados em 31 de março. 30 de junho. poderão ter seu lucro arbitrado. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. Puder optar pelo lucro presumido. b. no respectivo período de apuração. em qualquer hipótese. b. o contribuinte poderá antecipar-se à ação do Fisco. por conta ou subconta.2. não podendo o contribuinte. a iniciativa do arbitramento do lucro compete à autoridade fiscal.2. O IRPJ e a CSLL pagos sob a forma de arbitramento serão definitivos. se a empresa: a. 7.2. em cada trimestre. 7. segundo uma das formas abaixo: Receita bruta conhecida (arbitramento pelo fisco ou pelo contribuinte): quando a receita bruta da pessoa jurídica for conhecida a base de cálculo do IRPJ corresponderá. No caso do lucro real. o lucro arbitrado será determinado.o valor resultante da aplicação dos percentuais fixados no art 15 da Lei 9. sem considerar os períodos em que se sujeitou ao lucro arbitrado. em casa trimestre. o livro Razão ou fichas utilizadas para resumir e totalizar. ou anualmente com pagamentos por estimativa. compensá-los com recolhimentos futuros. 30 de setembro e 31 de dezembro. desde que a receita bruta seja conhecida e esteja enquadrado em quaisquer das hipóteses citadas no item anterior.3 Determinação do Lucro Arbitrado Ocorrida qualquer das hipóteses que ensejam o arbritramento. nas exportações a 82 . sendo devido trimestralmente. 7.249/95. à soma das seguintes parcelas: a. procedendo ao auto-arbitramento do lucro. acrescidos de 20%. os lançamentos efetuados no Diário. assegurada ainda a tributação com base no lucro real ou presumido relativa aos trimestres não submetidos ao arbitramento.Livro Razão: As empresas tributadas pelo lucro real estão obrigadas a manter.

2.4 Receita Bruta não Conhecida (Arbitramento Pelo Fisco) O lucro arbitrado.12 as soma dos valores do Ativo Circulante.pessoas jurídicas vinculadas domiciliadas no exterior ou aos países com tributação favorecida.21 do valor do capital. os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras. 7. b. existentes no último balanço patrimonial conhecido: c. 0. de acordo com a natureza do negócio. o valor que servirá como base ao arbitramento será proporcional ao número de meses do período considerado. d.5 do lucro real referente ao último período em que a pessoa jurídica manteve escrituração de acordo com as leis comerciais e fiscais. 1. será determinado através de procedimento de ofício e correspoderá à soma das seguintes parcelas: a.15 do valor do Patrimônio Líquido.os ganhos de capital. constante do último balanço patrimonial conhecido ou registrado nos atos de constituição ou alteração da sociedade. determinada de acordo com a sistemática de preços de referência. arbitrar o lucro mediante a utilização das seguintes alternativas de cálculo: a. Realizável a Longo Prazo e Ativo Permanente. Quando o lucro for decorrente de período de apuração anual ou mensal. a autoridade lançadora poderá. os ganhos de capital. os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras. Quando a receita bruta da pessoa jurídica for desconhecida. constante do último balanço patrimonial conhecido. as demais receitas e os resultados positivos decorrentes de recitas não abrangidas nas letras “a” e “b” auferidos no respectivo período de apuração. 83 . 0. c. 0. 0. o valor resultante da utilização de uma das alternativas de cálculo previstas no art 51 da Lei 8. que exceder ao valor já aplicado na escrituração da empresa. as demais receitas e os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas na letra “a” auferidos no respectivo período apurado. e.981/95.4 do valor das compras de mercadorias efetuadas no trimestre. b. inclusive a sua correção monetária contabilizada como Reserva de Capital. quando não conhecida a receita bruta.

6 9.6 9.6 9.6 9. às atividades comerciais. 7.f.9 do valor do aluguel devido no trimestre. Quando a pessoa jurídica não exercer a atividade de locação de imóveis) Administração de consórcios de bens duráveis Cessão de direitos de qualquer natureza Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão-deobra Serviços de transporte. exceto de carga Revenda de mercadorias. 0.4 38. h. 0.4 19. relativo ao exercício de profissões legalmente regulamentadas. pelas sociedades civis.6 9.2 9.4 38. As alternativas previstas nas letras “e”.2.4 da soma.5 Cálculo com Receita Bruta Conhecida Inicialmente deve ser determinada a parcela resultante da aplicação do percentual correspondente sobre a receita da atividade da empresa auferida no trimestre. locação ou cessão de bens e imóveis (exceto a receita de aluguéis. imóveis e outros) Administração.0 .6 9. respectivamente. g. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda execução de obras de construção civil com emprego de materiais Prestação de serviços hospitalares Transporte de cargas Outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços Instituições financeiras e empresas equiparadas 84 % 1. ser adotados isoladamente em cada atividade.6 45.4 38. PERCENTUAIS APLICÁVEIS (alíquotas do lucro presumido + 20%) ATIVIDADE Revenda para consumo de combustível derivado de petróleo. produtos intermediários e materiais de embalagem.6 9. a critério da autoridade lançadora.8 da soma dos valores devidos no trimestre a empregados. vendas de produtos de fabricação própria Industrialização por encomenda (material fornecido pela encomendante) Atividade rural Representação comercial por conta própria Loteamento de terrenos. poderão ter sua aplicação limitada. no caso de empresas com atividade mista. álcool etílico carburante e gás natural Prestação de serviços.4 38. prestação de serviços em geral Intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de Seguros. em cada trimestre. dos valores da folha de pagamento dos empregados e das compras de matéria-prima.4 38.9 38. “f” e “g” acima. industriais e de prestação de serviços e. 0.

00 5.00 30.500.00 2. Total IRPJ Receita Bruta Lucro Arbitrado 85 .Lucro Arbitrado Empresa comercial no ramo de calçados e confecções.500.00 220.400.800.00 4.150. Receitas Operacionais 2.00 maio 385. No referido período teve o seguinte faturamento: abril Vendas de mercadorias consumidor final Vendas de mercadorias a contribuinte SUBTOTAL 1 Devolução de vendas a contribuinte Vendas Canceladas a Consumidor Descontos Incond vendas a consumidor SUBTOTAL 2 Compras mercadorias Subtotal 3 Receitas de aplicações Financeiras Juros Recebidos Total 2.860.00 25.00 58.00 3.00 2. decidiu por conveniência administrativa efetuar o recolhimento dos impostos do 2º trimestre de 2008 com base no LUCRO ARBITRADO.00 1.110.600.890.140.00 2.600.480.00 1. Receitas não Operacionais 3.00 TOTAL Período PIS/ Fat COFINS ICMS IRPJ – LUCRO ARBITRADO Cálculos 1.360.00 35.000.000.000. optante do lucro presumido.EXERCICIOS 1.00 126.800.00 235.00 junho 427.640.

565.152.CSLL – LUCRO ARBITRADO Receitas 1.00 4.110.00 600.300.00 126.00 122. obteve no 2º trimestre do ano de 2008 a seguinte receita bruta: ABRIL Vendas mercado interno Vendas mercado externo Serviços mercado interno (-) Descontos vendas mercado interno (-) Serviços Cancelados mercado interno Receitas financeiras Alugueis Recebidos 5.00 13.000. Total Receita Bruta Base de Cálculo CSLL --------------------------------------------------------- DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Lucro arbitrado (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre 2 – Lucro arbitrado Empresa com atividade mista: Comércio e prestação de serviços.825.300.00 125.245.00 8.00 110.00 22.655.700.00 6. utilizando-se do Lucro Arbitrado.00 225.000.00 5.00 TOTAL 400.00 55. Receitas não Operacionais 3. Receitas Operacionais 2.00 5.240.00 MAIO JUNHO 650.000.00 Período PIS/ Fat COFINS ISS 86 .800.500.000.340.

Receitas não Operacionais 3. os seguintes livros: I – Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) II – Razão Auxiliar em ORTN. Receitas Operacionais 2. além dos demais registros requeridos pelas leis comerciais e pela legislação tributária. Receitas Operacionais 2. exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação tributária (art. O Decreto-Lei n° 1598 determina ainda em seu art. Total DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Lucro arbitrado (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre Receita Bruta Base de Cálculo CSLL --------------------------------------------------------- 7.IRPJ – LUCRO ARBITRADO Cálculos 1. 8° que: “O contribuinte deverá escriturar.” 87 . O art.3 Lucro Real Lucro Real é o lucro líquido do exercício ajustado pelas adições. com observância das leis comerciais e fiscais”. 7° da mesma lei determina que “o lucro real será determinado com base na escrituração que o contribuinte deve manter. Decreto-Lei n° 1598 de 26 de dezembro de 1977). 6°. Receitas não Operacionais 3. Total IRPJ Receita Bruta Lucro Arbitrado CSLL – LUCRO ARBITRADO Receitas 1.

000 de 26/03/1999 e são os seguintes: Livro Diário. Livro de Registro de Inventário. Livro de Registro de Entradas. ou quota única relativa ao primeiro trimestre do ano-calendário 7.2 LUCRO REAL ANUAL (Decreto 3.49) “No Lucro Real a empresa paga o Imposto de Renda e a Contribuição Social efetivamente devidos. servirão para comprovar os valores devidos ao Imposto de Renda e à Contribuição Social sobre o lucro líquido. uma vez que as respectivas bases de cálculo são apuradas em Balanços Patrimoniais que refletem a realidade econômica e financeira das empresas. A base de cálculo do Imposto de Renda a ser pago mensalmente é o resultado do somatório de um percentual 88 . Os livros exigidos pela Receita Federal são citados nos artigos 258. e os recolhimentos do IRPJ e da CSLL são considerados definitivos. pg.3. que constarão no Livro Diário da Empresa.” Para que a empresa possa optar pelo Lucro Real deve observar as normas das legislações fiscais e comerciais. Os balancetes intermediários serão levantados mensalmente a fim de suspender ou reduzir o pagamento mensal do imposto calculado com base na receita bruta e acréscimos.000/1999) No Lucro Real Trimestral os prejuízos de trimestres anteriores só poderão ser compensados até o limite de 30% do lucro do trimestre atual. 259. e no LALUR da Demonstração do Lucro ou Prejuízo do período em curso. A opção pelo lucro real trimestral é exercida pelo pagamento da primeira quota.3.000/1999) Os pagamentos mensais do IRPJ e da CSLL são calculados por estimativa mensal. podendo ficar sujeito ao pagamento do IR e da CSLL em determinado trimestre. porém o LALUR ainda é obrigatório. A elaboração das Demonstrações Contábeis através da escrituração contábil. mantendo sua escrituração contábil em perfeita ordem e dentro dos Princípios Contábeis. mesmo havendo prejuízos a compensar em trimestres anteriores. Segundo Harres (2001. A opção é manifestada pelo pagamento do imposto relativo ao mês de janeiro ou ao mês de início das atividades e pela transcrição no Diário do balanço/balancete. A cada trimestre existe a obrigação de encerrar o balanço. 7. no período específico.Com a extinção da correção monetária o Razão Auxiliar em ORTN caiu em desuso. Livro Razão. 260 e 262 do Decreto n° 3.1 LUCRO REAL TRIMESTRAL (Decreto 3. Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR).

00 mensais. de combustível derivado de petróleo. chegando-se. as despesas operacionais (vendas.000 DE 26/03/1999 % 8 1.00 anuais. Instituições financeiras e equiparadas. de transporte e profissões regulamentadas. álcool etílico carburante e gás natural Prestação de serviços de transporte. demais receitas e resultados positivos. industrialização por encomenda (material fornecido pelo encomendante). Deduzem-se. prestação de serviços de transporte de carga.000. 89 . exceto serviços hospitalares. em seguida. prestação de serviços.aplicado sobre a receita bruta do mês. intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de seguros. factorig FONTE: ART 223 DECRETO N° 3. outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços Revenda. os descontos incondicionais e os impostos incidentes sobre as vendas. dos produtos vendidos. cessão de direitos de qualquer natureza. representação comercial por conta própria.6 16 32 O Cálculo do Imposto de Renda é feito à alíquota de 15% sobre a base de cálculo. creches Prestação de serviços em geral. acrescido de ganhos de capital. atividade rural. ao Lucro Líquido ou Lucro Contábil. exceto de carga. loteamento de terrenos. escolas. O Lucro Real é o Lucro Contábil + Adições – Exclusões/Compensações.249/96: PERCENTUAIS DE ESTIMATIVA APLICÁVEIS SOBRE RECEITA BRUTA . para consumo. Quando a pessoa jurídica não exercer a atividade de locação de imóveis. Os percentuais aplicáveis sobre a receita bruta variam de acordo com a atividade da pessoa jurídica e constam do art. prestação de serviços hospitalares. locação ou cessão de bens imóveis (exceto a receita de aluguéis. execução de obras da construção civil com emprego de materiais. ou R$ 240. financeiras). o custo das mercadorias vendidas.IRPJ ATIVIDADE Revenda de mercadorias e produtos. administração de consórcios de qualquer natureza. chegando-se assim à receita líquida. administrativas. pelas sociedades civis. . Acrescentam-se as receitas não operacionais e deduzem-se as despesas não operacionais.000. assim. excetuados os rendimentos ou ganhos tributados como de aplicações financeiras. administração. prestação de serviços em geral pelas pessoas jurídicas com receita bruta anual até R$ 120. 15 da Lei n° 9. o lucro real apurado trimestralmente. Para o lucro que exceder o limite de R$ 20. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda. ou seja. calcula-se um adicional de 10%.000. imóveis e outros. O Lucro Contábil é apurado considerando-se a receita bruta das vendas e serviços. diminuindose as vendas canceladas. construção por administração ou empreitada unicamente de mão de obra. ou dos serviços prestados. ou a estimativa. relativos ao exercício de profissões regulamentas.

7. por estimativa ou através do balancete de suspensão/redução. amortização ou exaustão. excesso de depreciação. Balancetes intermediários mensais para suspensão ou redução do imposto Prejuízos são automaticamente absorvidos pelos lucros de outros períodos do mesmo ano-calendário. retiradas de dirigentes e de membros do conselho fiscal e de administração que não correspondam a remuneração mensal e fixa por prestação de serviços. quando os beneficiários não forem identificados ou identificados e não individualizados.3. participações atribuídas a técnicos estrangeiros. Adicional de 10% sobre a parcela que exceder a R$ 60.00 multiplicado pelo número de meses do respectivo período de apuração. Prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores – limite de 30% do lucro real do período. 90 . por ser apurado prejuízo fiscal ou lucro real inferior a R$ 20. despesas não relacionadas com a produção ou comercialização. participações atribuídas a dirigentes. multas por autos de infração ou por lançamento de ofício. Opção é manifestada pelo pagamento do imposto relativo ao mês de janeiro e transcrição no Diário e no LALUR do Balanço/balancete e da Demonstração do prejuízo Fiscal relativos ao mês de janeiro do anocalendário. ANUAL Apuração anual Pagamento mensal do IRPJ e da CSLL. No mês em houver prejuízo preenche também a parte B. Nos balanços de suspensão/redução e/ou balanço anual não haja incidência do adicional.3 DIFERENÇAS ENTRE O LUCRO REAL TRIMESTRAL E O ANUAL TRIMESTRAL Apuração trimestral Pagamento trimestral do IRPJ e da CSLL Encerramento do balanço trimestralmente Compensação dos prejuízos limitados a 30% do lucro real de períodos subseqüentes.3.00 Opção é exercida com o pagamento da primeira quota ou quota única LALUR – parte A preenchidos trimestralmente – parte B quando houver prejuízo 7.000. No mês em que foi levantado balancete de suspensão/redução preenche a parte A mesmo se não houver Imposto a pagar. remuneração indireta a administradores. LALUR – no mês em que recolhe o Imposto por estimativa não preenche LALUR.000.4 ADIÇÕES AO LUCRO LÍQUIDO a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

depreciação acelerada incentivada. ainda que por opção. as provisões técnicas das companhias de seguros e de capitalização. lucros e dividendos de investimentos avaliados pelo custo de aquisição.3. cuja constituição é exigida por lei. A determinação da base de cálculo do IRPJ é feita através da escrituração do LALUR. que servirão para apuração do Lucro Real. 7.313/91.3. provisões. que identificam o 91 . peça fundamental para a apuração do Lucro Real. O LALUR divide-se em duas partes (Parte A e Parte B) e pode ser utilizado em forma de livro encadernado ou sistema eletrônico de processamento de dados. doações feitas a fundos controlados pelos Conselhos Municipais. despesas com brindes. Na primeira e na última páginas do livro devem constar.874/1999. com as alterações da Lei 9. sendo ele. 18 da Lei 8. exclusões ou compensações autorizadas.LALUR (COAD. 7. - doações ou patrocínios relativos a projetos aprovados nos termos do art. e as provisões das Entidades de Previdência Privada. para décimo terceiro salário. portanto. exceto as provisões para férias. Estaduais e Nacional dos Direitos das Criança e do Adolescente. cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente. Suplemento Estecial – IRPJ 2003) O Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR tem por finalidade demonstrar os ajustes do resultado do período através das adições.5 EXCLUSÕES DO LUCRO LÍQUIDO resultados não tributáveis de sociedades cooperativas. ganho na avaliação de investimentos pela equivalência patrimonial ganho de capital nas vendas a prazo de bens (reconhece-se apenas a parcela do preço recebido em cada período de apuração). outras exclusões e exclusões não realizadas em exercícios anteriores. - gastos com alimentação de administradores.- contribuições não compulsórias. gastos com alimentação de empregados. Estão obrigadas a escriturar o LALUR todas as pessoas jurídicas submetidas ao Lucro Real. respectivamente os termos de abertura e de encerramento.6 LIVRO DE APURAÇÃO DO LUCRO REAL .

3. os formulários contínuos. deve coincidir com as adições discriminadas na Demonstração do Lucro Real.1 Escrituração da Parte A A parte A destina-se aos lançamentos de Ajuste do Resultado do Período e à transcrição do Lucro Real. COLUNA HISTÓRICO: Descrever os fatos determinantes dos ajustes. A exemplo dos demais livros. utilizando-se as colunas a seguir descriminadas: COLUNA DATA: anotar a data dos lançamentos de ajuste ao lucro líquido.contribuinte. para a determinação do Lucro Real. devem ser indicados os valores sobre os quais a inclusão ou exclusão foram calculados. 7. especificando a razão social. desde que observadas as normas baixadas pela SRF. integralmente. bem como por ocasião dos balanços/balancetes de redução/suspensão. gerente ou titular da pessoa jurídica e por contabilista legalmente habilitado. O total lançado nesta coluna. O Livro de Apuração do Lucro Real não está sujeito a autenticação ou registro em órgão oficial. 92 . no livro subseqüente. no final de cada período de apuração. A coluna auxiliar é utilizada para o registro de eventuais parcela integrantes de um mesmo lançamento. contendo Termo de Abertura e de Encerramento. o número de registro no Cadastro das Pessoas Jurídicas (CNPJ). Os lançamentos de ajuste devem ser realizados com individualização e clareza. Os termos de Abertura e Encerramento devem ser datados e assinados pelo diretor. após escriturados. a cada encerramento de período trimestral ou anual. Se o ajuste não for contabilizado na escrituração comercial. devem ser encadernados em forma de livro.6. indicando a conta ou sub-conta em que os valores foram registrados e a data em que os lançamentos foram efetuados nos livros exigidos pela Legislação Comercial. o número e a data do arquivamento dos atos na Junta Comercial ou no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas. Caso a utilização de uma das partes do LALUR se complete antes do término da outras. as páginas em branco devem ser canceladas. obrigatoriamente. alem de registrar a natureza do mesmo. A legislação tributária admite a escrituração do LALUR mediante a utilização de sistema eletrônico de processamento de dados. que devem ser realizados. COLUNA ADIÇÕES: utilizada para registro dos valores que devam ser adicionados ao lucro líquido. cuja soma deve ser transportada para a coluna de adição ou exclusão. prosseguindo-se a escrituração.

(5): Utilizadas. Também é utilizada para baixa dos saldos credores transportados de períodos anteriores. para calcular a correção monetária dos valores que devam ser computados na determinação do Lucro Real de períodos futuros.3. na forma a seguir: COLUNA (1) : anotar a data da efetivação do registro COLUNA (2): descrever os fatos determinantes do ajuste. COLUNA (8): registrar o saldo das operações de débito e crédito.6. de forma a permitir.95 Lucro não realizado decorrente de contrato a longo prazo com empresas públicas 93 . ao final de cada período de apuração.12. COLUNA (7): registrar os créditos que constituirão exclusões nos períodos futuros. que deverão ajustar o lucro líquido de períodos subseqüentes. A soma deste coluna. assim como dos valores debitados ou creditados em cada período de apuração. Desta forma. segundo a sua natureza. do saldo constante da Coluna 8.3 Valores que devem ser controlados no LALUR Os valores passiveis de controle devem ser agrupados em folhas distintas na Parte B.3. os saldos que devam ser adicionados ao lucro líquido de períodos futuros são indicados pela letra “D” e os que devam ser excluídos são indicados pela letra “C”. que representará o valor das adições ou exclusões.1995.6. discriminadas na Demonstração do Lucro Real. (4). COLUNA (9): Indicar por letra maiúscula Devedora (D) ou Credora ©. devem ser controladas as seguintes contas: Lucro inflacionário diferido até 31. COLUNAS (3). a qualquer momento.2 Escrituração Parte B Na parte B do LALUR são controlados os valores que influenciarão na determinação do Lucro Real de períodos futuros. 7. COLUNA (6): Registrar os débitos dos valores que constituirão adições ao lucro líquido de períodos futuros.12. sendo também utilizada para baixa dos saldos devedores transportados de ano ou trimestre anterior. deve coincidir com o total das exclusões do lucro líquido. A escrituração deve ser feita através da utilização de uma folha para cada conta ou fato que exija controle individualizado. Dentre outras. a verificação da exatidão do respectivo saldo. até 31. para a determinação do Lucro Real respectivamente.COLUNA EXCLUSÕES: utilizada para registro dos valores permitidos pela legislação tributária como exclusão do lucro liquido para apuração do Lucro Real. 7. com todos os elementos indispensáveis para o controle de cada valor sujeito à apropriação do Lucro Real nos períodos subseqüentes.

7 Base de Cálculo Negativa da CSLL A base de cálculo negativa da CSLL pode ser compensada com a base de cálculo positiva apurada em períodos de apuração subseqüentes de tributação com base no Lucro Real trimestral.Ganhos de capital na participação societária extinta em fusão.3. a PJ cindida poderá compensar a base de cálculo negativa da CSLL proporcionalmente à parcela remanescente do patrimônio líquido. incorporação ou cisão Lucro não realizado referente a vendas a longo prazo de bens do Ativo Permanente Prejuízos fiscais operacionais e não operacionais a compensar 7. quando do pagamento de valores relativos ao fornecimento de bens ou serviços O valor retido por PJ quando do pagamento de valores correspondentes ao fornecimento de bens ou serviços 7. Na sucessão por fusão. cumulativamente.3. a PJ poderá deduzir da CSLL apurada no trimestre ou ano: A CSLL retida por órgão federal. impedidas de compensar a base de cálculo0 da CSLL quando: Se entre a data da apuração e da compensação houver ocorrido. cisão ou incorporação. Ficam. 7. ajustado pelas adições e exclusões. são considerados antecipações da CSLL efetivamente devida. Na hipótese de cisão parcial.3. porém.10 Adições à Base de cálculo da CSLL As principais adições da CSLL: Despesas não relacionadas com a produção ou comercialização 94 . limitada a compensação a 30% do resultado do período de apuração subseqüente.9 Deduções da CSLL devida Para efeito de pagamento.8 Compensação dos valores pagos por estimativa Os valores da CSLL pagos durante o ano-calendário com base na receita bruta e acréscimos ou balanços/balancetes de redução.3. apurada no balanço anual em 31 de dezembro. 7. A compensação deverá ser realizada com base nos valores originalmente pagos. modificação de seu controle societário e do ramo de atividade.

Exclusões da Base de Cálculo da CSLL Lucros e dividendos de investimentos recebidos de outra PJ.3. exceto as destinadas a custear seguros e planos de saúde e benefícios complementares assemelhados aos da previdência social. ajustado pelas adições e exclusões.11 Controle das adições e Exclusões Na determinação do valor da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido de cada período de apuração9 a PJ utilizará memória de cálculo a ser mantida à disposição do Fisco enquanto não decorrido o prazo decadencial. No período de apuração em que for verificado resultado não operacional positivo. bolsas de estudo caracterizadas como doações etc. podendo utilizar-se. quando a parcela dos prejuizos fiscais não operacionais não puder ser 95 . 7. todo o seu valor poderá ser utilizado para compensar os prejuízos fiscais não operacionais de períodos anteriores. provisões técnicas das companhias de seguros e de capitalização. apurado no período a compensaer. O valor do prejuízo não operacional a ser compensado em cada período de apuração também não poderá exceder 30% do lucro líquido somado aos prejuízos de outras atividades. ainda que a parcela do lucro real admitida para compensação não seja suficiente ou tenha sido apurado prejuízo fiscal. inclusive cestas básicas. cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente a todos os empregados Despesas com brindes Provisões. Resultados não tributáveis de sociedade cooperativas Ajuste por aumento no valor de investimentos avaliados pelo Método da Equivalência Patrimonial. exceto as provisões para férias. 7. por opção do LALUR. 13º salário. Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.12 Compensação de Prejuízos (Revista COAD Suplemento Especial IRPJ 2003) A soma dos prejuízos fiscais operacionais não poderá exceder o limite de 30% do lucro líquido do período da compensação. Gastos com alimentos de sócios. acionistas e administradores. instituídos em favor de empregados e dirigentes da PJ Doações feitas aos Fundos controlados pelos Conselhos Municipais. Gastos com alimentação de empregados.Contribuições não compulsórias .3. Neste caso.

é uma forma simplificada de apuração da base de cálculo dos tributos com o Imposto de Renda e Contribuição Social. verdadeiro.compensada com o lucro real. rendimentos e ganhos de capital não estão sujeitos à incidência da contribuição social d. quase sempre como última alternativa. d.as empresas obrigadas à tributação pelo lucro real não podem recolher a contribuição social com base em estimativas c. seja em virtude da limitação de 30% do lucro líquido ajustado ou ter sido apurado prejuízo fiscal no período. denominado lucro contábil. b. ou seja.é um recurso utilizado pelas autoridades fiscais.Com relação à Contribuição Social sobre o Lucro das pessoas jurídicas. quando há falta ou insuficiência de elementos concretos que permitam a identificação ou verificação da base de cálculo utilizada na tributação pelo lucro presumido.os lucros. exclusões e compensações autorizadas pelas legislação do Imposto de Renda. EXERCÍCIOS 1. restritas aos contribuintes que estão obrigados ao regime de apuração de tributação com base no estimado. 96 . com relação ao conceito de lucro real: a. 3.é o lucro líquido do período apurado na escrituração comercial. o que não é presumido ou arbitrado.o fato gerador é a venda de mercadorias e a prestação de serviços b.a palavra real é usada pelo Código Tributário Nacional em oposição aos termos presumido e arbitrado. pode-se afirmar: a. com o principal objetivo de exprimir o que existe de fato. que só deve ser aplicado quando houver ausência absoluta de confiança na escrituração contábil do contribuinte.Assinale a alternativa correspondente ao conceito de lucro real: a. devendo ser promovidos os devidos ajustes na parte “B” do LALUR. c-é uma opção do contribuinte.as pessoas jurídicas com base no lucro real deverão calcular a contribuição social sobre o lucro contábil antes da provisão para o Imposto de Renda e da Provisão para a Contribuição Social. ajustado pelas adições.Assinale a alternativa incorreta. ajustados pelas inclusões e exclusões previstas em lei 2. passará a ser considerada prejuízo fiscal das demais atividades.

c. 15% do lucro real e mais uma alíquota adicional de 10% sobre a parcela da base de cálculo que exceder o limite de R$ 60.as empresas devem basear-se na apuração do estimado sobre as receitas. b. para o cálculo e pagamento dos tributos do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o lucro.b-contabilmente falando. dentro dos limites e condições fixados pela legislação. para a completa escrituração das atividades e posterior apuração do lucro real. ao introduzir a figura do lucro real.000. com a estrita e rigorosa observância dos princípios fundamentais de contabilidade e demais normas fiscais e comerciais.a legislação. 4. e-o lucro real é apurado com base na escrituração mercantil das organizações.Assinale a alternativa correta: a. 97 . visou facilitar as rotinas burocráticas e administrativas de algumas organizações. 30 de setembro e 31 de dezembro. o que compreende a adoção de um conjunto de procedimentos corriqueiros no ambiente profissional do contabilista. com base na completa escrituração contábil fiscal.não há a necessidade de levantamento das Demonstrações Contábeis.Pode-se afirmar em relação à tributação pelo lucro real trimestral (pode haver mais de uma alternativa): a.não poderão ser deduzidos do valor do Imposto de Renda trimestral os incentivos fiscais. 30 de junho. o limire trimestral não será propoecional ao número de meses. que é uma alternativa de tributação opcional para algumas pessoas jurídicas.o Imposto de Renda trimestral será calculado mediante a aplicação da alíquota de 15% sobre a totalidade da base de cálculo. pode-se concluir que o lucro real é aquele realmente apurado pela contabilidade. este deve ser determinado em períodos de apuração encerrados em 31 de março. com base no resultado líquido de cada trimestre.se a opção for pela apuração do lucro real trimestral. ou seja. c.a apuração do lucro real envolve maior complexidade na execução das rotinas contábeis e tributárias. d.00 – limite trimestral.no caso de início de atividades. e. d. com observância das normas estabelecidas na legislação comercial e fiscal. geralmente algumas empresas de menor porte e menor nível de estutura. que é a base para cálculo dos tributos com o Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro das empresas que não podem optar pelo lucro presumido. 5.

Pode-se afirmar em relação à compensação de prejuízos fiscais ( pode haver mais de uma alternativa): a.b. que é o somatório dos montantes das vendas de mercadorias ou produtos e dos serviços prestados. d. c. b. A partir dessa opção. a empresa está obrigasa à apuração do lucro real anual.Assinale as alternativas corretas: a. não devendo ser acrescidos os ganhos de capital. d.na opção pelo lucro real.as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem optar pela apuração do lucro real anual. não podendo mudar a base de tributação pelo lucro presumido. os recolhimentos dos tributos devem ser efetuados uma vez por trimestre. b. as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real devem efetuar os recolhimentos mensais com base em estimativa. O exercício social deve ter a duração de um trimestre. não existe prazo de orescrição para a compensação. alternativamente à apuração em cada trimestre. c-a compensação está limitada ao máximo de 25% do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas em lei. cada trimestre é considerado um período dr apuração distinto. tributários e societários.exercicio social é determinado espeço de tempo no final do qual os contribuintes pessoas jurídicas são obrigados a apurar seus resultados e preparar as demonstrações contábeis.conforme o art 35 da Instrução Normativa nº 11/96. sendo que o lucro tributável apurado num trimestre poderá ser compensado com prejuízos fiscais ou bases negativas de contribuição social sobre o lucro de trimestres subseqüentes. 6. 98 .no caso de apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social pelo lucro real trimestral. para efeitos comercias.o montante do prejuízo fiscal que pode ser objeto de compensação com o lucro real anual é aquele apurado e controladp no Livro de Apuração do Lucro Real.a data do término do exercício social deve ser fixada no estatuto ou contrato social da pessoa jurídica. No entanto. com exceção do primeiro ano de existência da empresa. demais receitas e resultados positivos. 7.o Imposto de Renda pago mensalmente pelo critério de estimativa deverá ser calculado so9bre a receita bruta do contribuinte.

presumido ou arbitrado.c.presumido – o próprio contribuinte d. b. ou ainda. com base lucro real.real – o fisco b.as empresas obrigadas à tributação pelo lucro real não podem recolher a contribuição social com base em estimativas.ano-calendário é o período de 12 meses consecutivos compreendidos de 1º de janeiro a 31 de dezembro. somente _________________________ poderá calcular o imposto com base naquela modalidade. sendo que a legislação do Imposto de Renda utiliza tal expressão para identificar o ano de ocorrência do fato gerador da obrigação tributária. Em ocasiões específicas.incorporação. ou seja. a que estiver obrigado. será ele tributado obrigatoriamente pelo lucro _____________.real – o próprio contribuinte 9.apurado – o fisco e. 99 . d. no caso de opção pelos pagamentos mensais por estimativas. e. para se referir ao período anual de 1º de janeiro a 31 de dezembro de obtenção e formação da renda tributária e dos demais proventos e valores que compunham a declaração de rendimentos. com base no lucro real. nos casos de reestruturações societárias .Com relação à contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas. o período de apuração da base de cálculo. foi substituída pela expressão ano-calendário. 8. fusão ou cisão de empresas – início ou encerramento de atividades. Anual. válido para os contribuintes pessoas físicas.arbitrado – o fisco ou o próprio contribuinte c.(I) Quando o contribuinte não mantiver escrituração na forma das leis comerciais e fiscais. com as seguintes expressões: a. O período de apuração definitiva do Imposto de Renda das pessoas jurídicas pode ser: Trimestral. período-base é a expressão que designa o período de incidência do Imposto de Renda das pessoas jurídicas.o fato gerador é a venda de mercadorias e a prestação de serviços. pode-se afirmar: a. (II) Quando conhecida a receita bruta e desde que ocorridas as hipóteses previstas para o cálculo do tributo pela modalidade prevista em lei para as hipóteses do enundiado (I).período-base trata-se de um conceito utilizado no passado. respectivamente. e deixar de elaborar as demonstrações financeiras exigidas pela legislação fiscal. As lacunas acima são corretamente preenchidas. Na atualidade.

deve ser diminuído do lucro contábil o valor dos lucros distribuídos disfarçadamente.Assinale as alternativas corretas. e. que tenham sido baixadas no curso do período-base.as receitas com a prestação de serviços não entram na apuração da base de cálculo. com relação às inclusões e exclusões ao lucro contábil para a determinação da base de cálculo da contribuição social pelo lucro real: a.devem ser diminuídos do lucro contábil os lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido registrados como receitas. 12.os lucros.c. 10 – Assinale as alternativas corretas. por conta do total a ser a apurado pela Contabilidade.deve ser diminuido do lucro contábil o valor das provisões não dedutíveis na determinação do lucro real. d. nos trimestres seguintes. d. e. com relação à compensação da base de cálculo negativa da contribuição social sobre o lucro: a. devem ser adicionados os ganhos de capital. os rendimentos e ganhos de aplicações financeiras. b. 100 . c.os recolhimentos mensais são antecipações do recolhimento para os cofres públicos.deve ser diminuído do lucro contábil o valor das provisões não dedutíveis na determinação do lucro real adicionadas no exercício anterior. rendimentos e ganhos de capital não estão sujeitos à incidência da contribuição social. com lucros da mesma natureza.tantop o ICMS como o ISS podem ser deduzidos das receitas brutas para a obtenção da base de cálculo.deve ser somado ao lucro contábil o resultado positivo da avaliação de investimentos em participações societárias avaliadas pela equivalência patrimonial. com relação ao cálculo da contribuição social: a.a porcentagem a ser aplicada sobre a receita bruta é de 9%.o prejuízo não operacional de um trimestre somente poderá ser compensado. d.na apuração da base de cálculo. 11. b.as pessoas jurídicas com base no lucro real deverão calcular a contribuição social sobre o lucro contábil antes da provisão para o imposto de renda e da provisão para a contribuição social.Assinale as alternativas corretas. c. ajustados pelas inclusões e exclusões previstas em lei. no encerramento do exercício.

13– Lucro real trimestral Com base na DRE – Demonstração do Resultado do Exercício do 1º trimestre de 2009.00 38.00 . d. com exceção das empresas rurais ou titulares de Programa Especial de Exportação.o lucro tributável.00 260.00 56.000. calcular os Tributos e apurar o Resultado: RECEITA OPERACIONAL BRUTA Vendas de mercadorias no mercado interno Exportações de mercadorias Serviços Prestados no Mercado Interno (-) Deduções da Receita Bruta Vendas Canceladas no mercado interno Desconto incondicionais nas vendas internas ICMs PIS COFINS ISS 320.00 __________ 14.para a compensação de base de cálculo negativa de CSLL apurada no mesmo ano-calendário.000. apurado num trimestre não poderá ser compensado com base de cálculo negativa de contribuição social sobre o lucro de trimestres subseqüentes. e. sendo que o lucro tributável.000.00 7.000.000.00 (=) RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-) Custo das Mercadorias vendidas Estoque Inicial Compras de Mercadorias (-) ICMS s/ compras (-) PIS Fat s/ compras (-) COFINS s/compras (-) Estoque Final (-) Custo dos Serviços Prestados Ordenados e Salários INSS FGTS Provisão p/ férias Provisão p/13º Salário (=) LUCRO BRUTO PERACIONAL 101 ___________ 480. casa trimestre é considerado um período de apuração distinto.b.000. poderá ser reduzido pela compensação de base de cálculo negativa. depois de ajustado pelas adições e exclusões previstas ou autorizadas pela legislação tributária.000. é oportuno ressaltar que.000.não existe prazo de prescrição para a compensação. c. no caso de apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social pelo lucro real trimestral.00 496. escriturar o LALUR.000.a compensação está limitada ao máximo de 25% do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas em lei.00 5.

000.600.00 __________ 12.200.800.00 6.00 __________ 2.00 2.00 5.00 3.00 10.00 2.00 6.00 _________ 12.000.00 3.400.400.00 ________ 8.00 10.600.900.00 8.900.00 4.300.00 6.00 _________ 6.00 35.200.000.00 4.900.000.00 4.800.00 4.900.800.00 2.(-) Despesas com vendas Ordenados.00 ________ 4.700. Comercial Propaganda e Publicidade pagos no exercício Brindes Cesta básica a todos os funcionários (-) Despesas administrativas Pró-Labore Ordenados e Salários Honorários Profissionais INSS FGTS Provisão p/13º salário Provisão p/ Férias Material de Expediente e Escritório Viagens e Estadas da administração Gratificação a dirigentes (-) Despesas Financeiras Juros Passivos Descontos Concedidos (+) Receitas Financeiras Juros Recebidos Descontos recebidos Rendimentos s/ Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas Receitas de Alugueis (-) Despesas Tributárias Impostos e taxas Municipais Multas de trânsito Multas por infração fiscal Multas por atraso no pagamentos tributos (=) RESULTADO OPERACIONAL LIQUIDO (+) Receitas Não Operacionais Dividendos Recebidos Lucro na venda de bens do permanente (=) RESULTADO LÍQUIDO ANTES DO IR (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/Imposto de Renda (=) RESULTADO LIQUIDO DO EXERCICIO _________ 12.600.Comercial Manutenção de bens do Dpto.800.00 102 .300.460.800.000.00 3.00 14.000. Salários e Comissões s/Vendas INSS FGTS Provisão p/ Férias Provisão p/ 13º Salário Provisão p/devedores Duvidosos Fretes s/Entregas das vendas Seguros de bens do Dpto.

Informações relevantes: 1. Prejuízo fiscal escriturado na parte B do LALUR rf 2008 14– Lucro real trimestral A empresa RODA & CIA LTDA, encerrou o 2º trimestre de de 2008, apresentando os seguintes dados relevantes: RECEITA BRUTA (-) Deduções e Abatimentos (=) Receita Líquida (-) Custo Mercadorias vendidas (=) Lucro Bruto Operacional (-) Despesas Operacionais (=) Prejuizo Operacional (+) Receitas Não Operacionais (=) Prejuizo antes do IR e da CSLL Informações relevantes 1- Saldo Prejuízo fiscal apurado até o 1º trim 2008 – cfe parte B do LALUR ........... 2- Multas por infrações de trânsito lançadas na fl 28 Livro diário nº 3 3- Gratificações aos dirigentes lançadas na fl 58 Livro diário nº 3 4- Despesas com brindes ao clientes lançadas na fl 59 Livro diário nº 3 R$ 148.000,00 R$ 48.155,00 R$ 92.101,00 R$ 36.317,00 424.374,00 15.800,00 408.574,00 229.800,00 178.774,00 217.548,00 38.774,00 10.000.00 28.774,00 R$ 220.000,00

5- Perda na avaliação de investimentos na empresa B lançadas na fl 68 Livro diário nº 3 R$ 63.785,00 Pede-se: Escritutar o LALUR do periodo.

15 – Lucro Real Trimestral (continuação do anterior) Escriturar o LALUR e determinar o LUCRO REAL e calcular o IR e a CSLL da empresa RODA & CIA LTDA, tomando-se por base os seguintes dados: Lucro líquido do 3º trimestre de 2008 Saldo de prejuízos fiscais do 2º trim 2008, cfe folha 30 da parte B do LALUR Multas por infrações fiscais – fl. 115 livro diário nº 3 Ganhos na avaliação de investimentos por equivalência patrimonial fl.120 livro 3 Gratificações aos diretores – fl 145 Livro 3 Manutenção e reparo de bens imóveis, não destinados a manutenção das atividades da empresa – fl 150 Livro Diário nº 3 103 R$ 4.678,00 R$ 14.327,00 R$ 20.424,00 R$ 14.888,00 R$ 204.544,00

16– Lucro Real Trimestral Escriturar o LALUR e determinar o LUCRO REAL e calcular o IR e a CSLL da empresa RODA & CIA LTDA, tomando-se por base os seguintes dados:

Lucro líquido do 4º trimestre de 2008 Saldo de prejuízos fiscais do 3º trim 2008, cfe folha 30 da parte B do LALUR multa de trânsito multa p/infração fiscal Ganhos na avaliação de investimentos por equivalência Patrimonial – com base no patrimônio líquido (Empresa A) . Gratificação aos diretores Perdas na avaliação de investimento por equivalência patrimonial

R$ 544.544,00

R$

4.680,00

R$ 17.887,00

R$ 54.424,00 R$ 22.464,00 R$ 66.318,00

17- Lucro Real anual - Empresa Comercial Ltda. tributada pelo Lucro Real anual obteve no 1º trimestre de 2009 os seguintes resultados: Contas de resultado janeiro fevereiro 1 -Receitas Operacionais 191.100,00 213.150,00 2- (-)custos e despesas operacionais 213.150,00 145.600,00 3- (=) Resultado (22.050,00) 67.550,00 Ajustes para determinação do Lucro Real: 1- ADIÇÕES Gratificações aos dirigentes em janeiro R$ 9.217,60 2- EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos R$ 10.752,00 1- Cálculos com base na Receita Operacional - ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ Base cálculo IRPJ CSLL Janeiro Fevereiro março total 104 março 271.950,00 235.200,00 36.750,00

CSLL

2- Cálculos com base nos balanços mensais

IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA janeiro Fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO – CSLL Janeiro Fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL (-) antecipação (=) a recolher 3- COMPARAÇÃO DOS VALORES ESTIMATIVA BALANCETE DE SUSPENSÃO Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL IRPJ CSLL TOTAL

TOTAIS 18 - Empresa com atividade industrial , tributada pelo LUCRO REAL anual, obteve no 1º trimestre de 2009 os seguintes resultados: Contas de resultado janeiro fevereiro Março 1 -Receitas Operacionais 250.000,00 320.000,00 300.000,00 2- (-)custos e despesas operacionais 120.000,00 310.000,00 260.000,00 3- (=) Resultado 130.000,00 10.000,00 40.000,00 Ajustes para determinação do Lucro Real: 1- ADIÇÕES Brindes distribuídos aos clientes em março R$ 10.000,00 2- EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos no mês de fevereiro R$ 30.000,00 1- Cálculos com base na Receita Operacional - ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ Base cálculo CSLL IRPJ CSLL Janeiro Fevereiro Março Total 105

120.500.150.00 Multas de transito pagas em fevereiro R$ 7.00 maio junho 187. obteve os seguintes resultados no 2º trimestre/2009: Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.000.228.00 139.(-)custos e despesas operacionais 3.EXCLUSÕES 42.600.00 223.630.Empresa do ramo industrial e comercial.ADIÇÕES 2.00 178. optante do LUCRO REAL anual.780.00 Ganhos na avaliação de investimentos em janeiro R$ 20.00 CSLL recolhida até 31/03/2009: Até Março abril 222.00 106 .Cálculos com base nos BALANÇOS MENSAIS IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA Janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) valor a recolher CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO – CSLL Janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL (-) antecipação (=) a recolher 3-COMPARAÇÃO DOS VALORES ESTIMATIVA BALANCETE DE SUSPENSÃO Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL IRPJ CSLL TOTAL TOTAIS 19.000.(=) Resultado Imposto de renda recolhido até 31/03/2009: Ajustes para determinação do Lucro Real: 1.00 158.2.

Cálculos com base na Receita Operacional .Cálculos com base nos balanços mensais IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA Meses abril maio junho Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO – CSLL MESES abril maio junho Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL (-) antecipação (=) a recolher 3-COMPARAÇÃO DOS VALORES ESTIMATIVA Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL BALANCETE DE SUSPENSÃO IRPJ CSLL TOTAL TOTAIS 107 .ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Base cálculo CSLL CSLL abril maio junho total 2.1.

870..00 novembro 242...00 (1.00 Dezembro 168.300..000...(=) Resultado janeiro 191.550. tributada pelo Lucro Real anual obteve no ano-calendário de 2008 o seguinte resultado: Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.000...20.00 11..200....ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Totais Base cálculo CSLL CSLL 108 ..000.EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos em janeiro ...00 30.780.00 170..150.750...050.00 julho 222..Cálculo com base na Receita Operacional .00 260.....120.00 184.150.550.....800..150..950.00 8.00 130....000.00 212.00 10....00 235.00) abril 250.00 145...(-)custos e despesas operacionais 3.(-)custos e despesas operacionais 3.420.60 10..200... Brindes no mês de março .....000.00 7.(-)custos e despesas operacionais 3.600.00 (1...00 40.00) outubro 195..217. 9..00 Março 271.00 19.. 2............228.....000.630.00 20.(=) Resultado Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.00 120..000..000.00 223.00 178.200. Ganhos na avaliação de investimentos em junho.000...100.000.....752...ADIÇÕES: Gratificações aos dirigentes em janeiro .850.000. Empresa Comercial Ltda.00) Ajustes para determinação do Lucro Real: 1.(=) Resultado Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.00 (22..00 Setembro 158..00 310...00 36.00 fevereiro 213...800.00 139.(=) Resultado Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.00 10.. Multas de trânsito em outubro ..150.00 1.000..00 Junho 300...00 Maio 320...000..(-)custos e despesas operacionais 3.00 Agosto 187...120..00 213.00 67...500....

Cálculos Com Base Dos Balanços Mensais de Suspensão/Redução .Imposto De Renda – Pessoa Jurídica Meses janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher Meses abril maio junho Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher Meses julho agosto Setembro Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher Meses outubro novembro Dezembro Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher 3.CSLL Meses janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher 109 .2.Cálculos Com Base Dos Balanços Mensais De Suspensão/Redução .

Meses abril Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher Meses julho Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher Meses Outubro Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher 4.Comparação Dos Valores A Recolher Meses Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro TOTAIS RECEITA BRUTA IRPJ CSLL maio Junho agosto setembro novembro dezembro BALANÇOS MENSAIS IRPJ CSLL 110 .

II.IPI. Imposto sobre Produtos Industrializados . 111 . seguro de acidente de trabalho).2 Tributos Excluídos do SIMPLES: Imposto sobre Operações de Crédito. 7.1 Unificação dos Tributos Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ.00 e inferior a R$ 2. Imposto de Renda relativo aos ganhos de capital auferidos na alienação de bens do ativo permanente. Imposto sobre Exportação de Produtos Nacionais ou Nacionalizados – IIE.400.4 SISTEMA INTEGRADO DE PAGAMENTO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO Considera-se Microempresa a pessoa jurídica cuja receita bruta. Cambio e Seguro. relativo aos rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de renda fixa ou variável.00 e a Empresa de Pequeno Porte aquela cuja receita bruta for superior a R$ 240. a cargo da pessoa jurídica (parte empresa do INSS. Contribuições para a Seguridade Social. for igual ou inferior a R$ 240.4.7. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido .00 (Projeto de Lei Complementar 123).PIS/PASEP. ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários – IOF.000. no ano-calendário. Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza -ISS 7. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS. Imposto de Renda. Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidos Público . Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR. relativo aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa pessoas físicas – IRRF. contribuição para terceiros.4. Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros .000. Imposto de Renda.000.CSLL.

banco comercial. agência de representação. caixa econômica. c) por ocasião do desembaraço aduaneiro.000.00. se a receita bruta for superior a R$ 2. constituída sob a forma de sociedade por ações. financiamento e investimento. b) na importação de servisços. (factoring). se a receita bruta for superior a R$ 240. de pessoa jurídica com sede no exterior. empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta. gestão de crédito. empresa de arrendamento mercantil. carcaterizado como microempresa (INSS). 112 . no país. que explore atividade de prestação cumulativa e continua de prestação de serviços de assessoria creditícia. b) na entrada do território do estado ou Distrito Federal. desenvolvimento.4. cooperativa de crédito. COFINS e IPI incidentes na importação de bens e serviços. ICMS devido: a) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária. que tenha sócio domiciliado no exterior. filial.400. sociedade de crédito imobiliário. de investimento. de petróleo. quando não destinadaos à comercialização ou industrialização. - Contribuição para o PIS/Pasep. de cujo capital participe outra pessoa juridica. d) na aquisição ou manutenção em estoque de mercadoria desacobertada de documento fiscal f) na operação ou prestação desacobertada de documento fiscal entre outras. distribuidora de títulos e valores mobiliários.3 Vedações ao SIMPLES na condição de Microempresa.000. valores mobiliários e câmbio. relativa à pessoa do empresario. Contribuição sindical patronaç As ME e EPP ficam dispensadas do pagamento das demais contribuições instituídas pela União. bem como energia elétrica. 7.- Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS. sociedade de crédito. sucursal. inclusive lubrificantes e combustiveis liquidos e gasosos dele derivados.00 anuais. na qualidade de contribuinte individual. sociedade corretora de títulos. na condição de Empresa de Pequeno Porte. ISS devido: a) em relação aos serviços sujeitos à substituição tributária ou retenção na fonte. Contribuição para a Seguridade Social.

bem como de outro produtos tributados pelo IPI com alíquota superior a 20%. que constitua profissão regulamentada ou não. federal.de cujo capital participe entidade da administração pública. desportiva. que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis. que seja geradora. transmissora. cuja exigibilidade não esteja suspensa. estadual ou municipal. que exerça atividade de importação de combustiveis. Estaadual ou Municipal.4. direta ou indireta.4 Atividades enquadradas no SIMPLES I. 113 . agencia terceurizada de correios. distribuidora ou comercializadaora de energia elétrica. que que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros. cigarros. que realize atividade de consultoria. que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas. que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS ou com as Fazendas Públicas Federal. bem com o preste serviços de instrutor. que realize cessão ou locação de mão-de-obra. científica. salvo as de consumo. resultante ou remanscente de cisão ou qualquer forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos cinco anos-calendário anteriores. de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos desta lei complementar. que tenha por finalidade a prestação de serviços decorrentes de exercicio de atividade intelectual. constituídas sob a forma de cooperativas. que exerça atividade de produção ou venda no atacado de bebidas alcoólicas. de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios. artística ou cultural. 7. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite. que preste serviço de comunicação. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite. armas. de corretor. III. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite estipulado cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada por esta lei Complementar. creche. de natureza técnica. agência de viagem e turismo. de outra pessoa jurídica com fins lucratiuvos. II. cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado. pré-escola e estabelecimento de enssino fundamental.

decoração e paisagismo. XXIV. V. academias de atividades físicas. manutenção e reparação de máquinas de escritório e informática. XXVI. ônibus. que se dedique à construção de imóveis e obras de engenharia em geral. IX. XIX. equipamentos agrícolas. desde que realizaados em estabelecimento do optante. serviços de reparos hidráulicos. inclusive jogos eletrônicos. XII. elaboração de programas de computadores. XIV. veículos pesados. desportivas. licenciamento ou sessão de direito de uso de programa de computação. serviços de manutenção e reparação de motocicletas. XIII. de linguas estrangeiras. XVII. refrigeração. pintura e carpintaria em residências ou estabelecimentos civis ou empresariais. XX. manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores. empresas montadoras de stands para feiras. XXVII. cunulativamente administração e locação de imóveis de terceiros.IV. ventilação. 114 . XV. artes. desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante. serviços de instalação. aquecimento e tratamento de ar em ambientes controlados. agencia lotérica. produção cinematográfica e de artes cênicas. veículos de comunicação. XVIII. serviços de vigilância. limpesa e conservação. de capoeira. VIII. XVI. escritórios de serviços contábeis. motonetas e bicicletas. de natação e escolas de esportes. tartores. VII. XI. XXV. serviços de manutenção e reparação de automóveis. escolas livres. VI. XXII. produção cultural e artistica. serviços de instalação e manutenção de aparelhos de ar condicionado. academias de dança. XXIII. de ioga e de artes marciais. Elétricos. bem como manutenção e reparação de aparelhos eletrodomésticos. inclusive sob a forma de empreitada. confecção. centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga. máquinas. manutenção e atualização de páginas eletrônicas. serviços de instalação. de radiodifusãoi sonora e de sons e imagens. operadores autônomos de transporte de passageiros. planejamento. X. vaminhões. e mídea externa. cursos técnicos e gerenciais. XXI.

28% 0.56% 2.920.Tabela .43% 1.57% 1.000.160.38% 3.01 a 1.01 a 600.08% 0.36% 0.01 a 2.71% 2.74% 1.30% 3.75% 3.08% 4.99% 4.25% 0.00 De 1.42% 2.29% 8.30% 0.37% 0.46% 0.00% 0.52% 1.39% 1.31% 0.00 De 2.84% 2.33% 10.01 a 960.01 a 840.02% 3.09% 6.73% 10.000.000.00% 0.52% 0.17% 2.01 a 480.06% 22.83% 2.61% 4.00 De 360.71% 20.38% 0.25% 0.35% 3.01 a 1.34% 36.23% 0.800.47% 0.000.43% 0.00 De 960.000.34% 0.40% 1.200.06% 3.58% 2.000.35% 0.00% 0.65% 20.88% 28.19% 3.000.49% 4.58% 1.000.92% 3.67% 2.00 De 1.42% 1.00 De 1.05% 1.39% 0.000.000.38% 0.00 De 840.39% 0.53% 10.44% 26.03% 8.01 a 360.65% 13.01 a 1.39% 0.04% 1.67% 1.00 De 720.60% ICMS 0.28% 0.60% 3.33% 0.80% 2.55% 17.07% 2.000.000.00% 73.33% 0.35% 0.000.41% 8.27% 0.76% 2.56% 1.47% 0.53% 0.53% 0.280.000.99% 9.00 De 1.53% 0.19% 9.82% 2.560.52% 0.00 De 2.46% 0.00% 0.000.54% COFINS 0.85% 3.45% 3.000.84% 2.42% 0.000.01% 4.38% 0.26% 1.01 a 1.07% 1.00 De 1.43% 0.41% 3.07% 3.000.39% 0.000.54% CSLL 0.16% 1.91% 15.48% 3.38% 1.320.01 a 1.42% 0.Partilha do Simples Nacional – Comércio Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Até 120.57% 3.96% 23.160.94% 3.000.400.00 De 120.00% 0.01 a 2.34% 0.65% 6.000.000.38% 0.05% 4.46% 0.21% 0.52% 0.30% 0.35% 9.000.56% 4.52% 0.56% 2.000.00 De 600.00% 0.99% 3.440.00% 0.000.51% 9.91% 3.01 a 720.12% 32.06% IRPJ 0.53% 0.60% 1.680.00% 0.33% 1.000.01 a 1.280.28% 25.000.51% 5.00 De 480.080.10% 3.48% 0.44% 4.66% 52.000.560.47% 0.92% ICMS 0.320.680.00% 0.95% 1.440.79% 7.200.920.000.00% 0.37% 0.00 De 240.96% 58.38% INSS 1.000.95% 115 .28% 3.800.01 a 2.000.72% 46.000.000.00 De 1.080.01 a 1.000.33% 0.40% 0.27% 2.35% 0.000.00 De 1.01 a 1.52% 4.00% 0.00 Alíquota 2.040.35% 0.00% 2.000.31% 0.87% 3.04% 7.60% Pis/Pasep 0.65% 10.51% 3.000.01 a 240.00 De 1.01 a 2.46% 0.90% 11.63% 18.000.48% 0.00 De 2.30% 3.040.17% 1.82% 3.000.15% 1.88% 3.47% 0.25% 1.

10% 3.40% PERC.37% 0.34% 0.65% 13.27% 0.31% 0.16% 1.50% 0.51% 3.52% 1.21% 0.72% 46.30% 3.48% 3.62% 3.000.54% COFINS 0.88% 3.82% 2.55% 17.11% 5.35% 0.08% 0.000.42% 2.00 De 240.50% 0.44% 4.35% 0.50% 0.00 De 2.00% 0.01 a 2.99% 3.TABELA .000.00 De 120.280.83% 2.53% 0.52% 0.96% 58.56% 116 .74% 1.00 De 1.280.50% 0.33% 0.08% 4.07% 3.000.50% 0.000.000.96% 23.30% 0.92% 0.00 De 1.38% 0.000.33% 0.91% 8.01 a 360.49% 9.00% 0.00% 0.000.05% 1.06% 3.52% 0.00 De 720.48% 0.01 a 480.47% 0.50% 0.000.000.39% 0.000.01 a 1.800.41% 3.56% 4.01 a 2.01 a 1.25% 0.07% 1.01 a 1.15% 10.35% 0.23% 0.33% 1.25% 4.79% 9.00% 73.680.47% 0.67% 2.28% 0.00 De 1.920.00% 0.02% 3.15% 1.38% 0.000.59% 7.83% 11.320.160.000.00% 0.01% 10.44% 26.00 De 960.25% 0.200.46% 0.01 a 1.01 a 1.53% 0.29% 7.53% 0.27% 2.92% 3.400.95% 1.42% 0.39% 1.54% 7.200.85% 3.28% 3.000.23% 11.91% 3.60% IPI 0.000.69% 9.000.52% 0.50% 0.87% 3.50% ICMS 0.52% 0.000.800.01% 6.45% 3.00% 2.50% 0.28% 25.91% 15.00 De 2.00% 0.000.50% 0.000.17% 2.28% 0.440.39% 0.000.00 De 1.680.38% 0.920.30% 3.000.54% CSLL 0.42% 1.56% 2.000.19% 3.50% 0.39% 0.38% 0.440.53% 0.01 a 1.50% 0.34% 36.05% 4.000.560.000.35% 3.000.56% 1.53% 8.94% 3.00 De 1.01 a 1.88% 28.80% 2.000.50% 0.000.71% 2.000.00% 0.43% 1.57% 3.000.01% 4.01 a 720.06% 22.47% 0.17% 1.34% 0.40% 1.37% 0.84% 2.000.00% 0.31% 0.Partilha do Simples Nacional – Indústria Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Alíquota Até 120.00 IRPJ 0.38% 1.01 a 240.50% 0.33% 0.00% 0.040.60% 1.95% 3.160.15% 6.00 De 480.50% 0.85% 10.080.12% 32.560.000.50% 0.000.50% 0.040.01 a 840.000.36% 0.REDU ICMS 0.080.320.01 a 600.38% 3.00% 0.42% 0.00 De 840.58% 1.65% 20.000.46% 0.50% 0.63% 18.71% 20.66% 52.58% 2.01 a 960.04% 1.42% 0.01 a 2.38% INSS 1.000.67% 1.35% 0.00% 0.47% 0.000.00 De 2.84% 2.01 a 2.82% 3.56% 2.49% 4.000.50% 0.40% 11.57% 1.76% 2.00 De 1.03% 11.26% 1.000.30% 0.42% 0.39% 0.50% 0.46% 0.52% 4.00 De 1.00 De 600.48% 0.00 De 360.46% 0.07% 2.60% Pis/Pasep 0.000.00 De 1.01 a 1.99% 4.25% 1.

38% 0.00 De 120.000.63% 0.000.440.07% 4.79% 3.000.70% 0.40% 12.23% 4.400.000.160.000.000.83% ISS 2.76% 1.000.01 a 840.160.48% 0.01 a 240.200.69% 0.00% 2.280.63% 0.000.01 a 2.000.920.42% 3.00 De 240.51% 0.26% 11.000.01 a 1.080.280.13% 17.000.71% 0.00% 5.01 a 1.00 De 2.31% 11.59% 0.000.79% 0.000.36% 2.00% 0.560.34% 2.42% 5.57% 0.40% 0.00 De 2.10% 2.48% 16.00 De 600.01 a 1.01 a 1.01 a 2.000.01 a 480.000.50% 0.000.58% 1.680.38% 0.00 De 1.53% 0.68% 14.00 De 960.000.00 De 1.000.78% 0.78% 0.01 a 2.01 a 1.80% 0.89% 2.35% 15.00 De 840.88% 1.27% 17.00 De 1.85% 16.000.000.68% 13.00% 117 .54% 0.43% 1.42% 0.00 De 1.00 De 720.69% 0.57% 0.35% 0.65% 5.000.59% 0.61% 4.00 De 1.01 a 2.00% 5.200.42% IRPJ 0.98% 6.560.320.20% 15.000.000.55% 13.000.000.00% 0.040.97% 5.79% COFINS 1.00 De 1.69% 0.080.98% 17.21% 10.000.000.000.15% 2.50% 0.50% 0.43% 0.56% 1.07% 2.800.19% 6.45% 0.13% 2.54% 12.000.00 De 1.93% 15.84% 3.00% 0.79% 0.69% 0.56% 0.01 a 1.56% 0.26% 4.00% 5.800.320.71% 0.62% 1.00% 5.920.37% 2.00% 5.76% 0.00 De 1.31% 4.42% 0.000.57% 0.80% 0.78% 0.92% 4.60% 7.000.26% 4.39% 0.30% 6.01 a 720.74% 1.000.42% 12.000.680.01 a 1.040.19% 1.70% 0.06% 15.00% 5.000.57% 0.Partilha do Simples Nacional – Serviços e Locação de Bens Móveis Seção II – Receitas decorrentes da prestação dos serviços previstos nos incisos I a XII do § 3º do art.000.00% 8.70% 0.00 De 480.Tabela .03% 5.45% 0.01 a 1.01 a 360.40% 7.53% 0.000.61% 0.37% 5.000.50% 3.42% Pis/Pasep 0.81% CSLL 0.00 De 2.000.56% 0.40% 2.09% 2.00% 5.000.01 a 960.00% 0.00% 5. de 30 de maio de 2007 Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Até 120.52% 4.00 De 360.51% 0.72% 0.50% 7.47% 4.01 a 600. 12 da Resolução CGSN no 4.87% 4.440.57% INSS 2.09% 6.53% 0.64% 0.00 Alíquota 6.73% 1.71% 7.00% 5.57% 0.41% 7.52% 0.

200. obteve o seguinte faturamento no mês de Janeiro/2009: a) Vendas de produtos b) Vendas de mercadorias R$ 15.320. no mês de agosto/2009 estava com o faturamento acumulado (últimos 12 meses) em R$ 852.413.00 CALCULAR O VALOR DO SIMPLES A RECOLHER.00 CALCULAR O VALOR DO SIMPLES A RECOLHER.00 R$ 32.00. No mês de Setembro faturou apenas: a) Vendas de mercadorias mercado interno b) Vendas a mercadorias mercado externo R$ 42.000.315.200. optante do SIMPLES.00 R$ 47. BEM COMO EFETUAR A DISTRIBUIÇÃO DOS VALORES POR TRIBUTOS: TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO 118 .860.EXERCICIOS 01 SIMPLES .00 Receita bruta acumulada de janeiro/2008 a dezembro/2008 R$ 492.00 R$ 32.00 R$ 74.Empresa JJ E CIA LTDA. BEM COMO EFETUAR A DISTRIBUIÇÃO DOS VALORES POR TRIBUTOS : TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO 002 – SIMPLES A empresa Boa Sorte Nunca é Demais Ltda.733.

160.422.00 R$ 132.00 119 .00 R$ 174. obteve em setembro/2009 o seguinte faturamento: a) Vendas produtos industrializados mercado interno b) Vendas de produtos industrializados mercado externo Receita Bruta acumulada de setembro/2008 a agosto/2009: R$ 142.826. contribuinte do IPI.00 CALCULAR O VALOR DO SIMPLES A RECOLHER.222.836. optante do SIMPLES na categoria de EPP.645.000. optante do SIMPLES na categoria de EPP.223.03 – SIMPLES Empresa industrial.00 R$ 44.00 R$ 1. BEM COMO EFETUAR A DISTRIBUIÇÃO DOS VALORES POR TRIBUTOS E FAZER O LANÇAMENTO CONTÁBIL TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO 04 – SIMPLES Empresa industrial e de serviços.00 R$ 32. contribuinte do IPI.444. obteve em JULHO/2009 o seguinte faturamento: a) Vendas de produtos industrializados b) Prestação de serviços c) Lucro na venda de Imobilizado TOTAL DO FATURAMENTO DE JULHO R$ 66.00 R$ 22.

comercial e prestadora de serviços.00 120 .00 R$ Calcular o valor do simples a recolher.444.00 R$ 24. bem como efetuar a distribuição dos valores por tributos. bem como efetuar a distribuição dos valores por tributos. considerado que a receita bruta acumulada de Julho/2008 a junho/2009 foi de R$ 820.00 R$ 18.160.00 TRIBUTOS IRPJ ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS ISS TOTAL 05.Calcular o valor do simples a recolher. contribuinte do IPI.200. optante do SIMPLES. obteve em JULHO/2009 o seguinte faturamento: a) Vendas de produtos industrializados b) venda de mercadorias b) Prestação de serviços c) Lucro na venda de Imobilizado TOTAL DO FATURAMENTO DE JULHO R$ 56.340.340.200. SIMPLES Empresa industrial.00 R$ 38. considerado que a receita bruta acumulada de Julho/2008 a junho/2009 foi de R$ 820.

FUNDAMENTAÇÃO O planejamento tributário é um processo de escolha porque pressupõe necessariamente a existência e a análise dos efeitos fiscais de duas ou mais alterantivas possíveis. pág. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DAS EMPRESAS CONCEITO Planejamento trinutário é o processo de escolha de ação ou omissão lícita. ou seja.TRIBUTOS IRPJ ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS ISS TOTAL 8. em que forma jurídica adotada corresponda à efetiva intenção das partes. que ser lícita. sempre se materializa através de uma ação ou omissão do sujeito passivo da obrigação tributária. 121 . No Brasil.19). não é considerado ilícito um ato jurídico praticado unicamente com fins de economia tributária. Tal ação ou omissão tem. ou reduz os seus efeitos econômicos.Campos. que impede ou retarda a ocorrência futura do fato gerador. prevista ou não proibida por lei. obrigatoriamente. ou seja. e não simulada. Todavia. que vise. anterior à ocorrência do fato gerador. economia de tributos (Cândido H. direta ou indiretamente. não simulada. 1985.

1 ELISÃO.1. A elisão fiscal.1. 8. que objetive impedir ou retardar a ocorrência do fato gerador. tenta evitar a incidência tributária. considerada devida por força ou determinação legal. ou reduzir os seus efeitos econômicos. Se a forma adotada é licita. ou planejamento tributário. é considerada fraude. Portanto. É a fuga do cumprimento da obrigação tributária já existente. cabe à fazenda pública respeita-la.2 ELUSÃO TRIBUTÁRIA (Oliveira. 8. Na elusão.É fundamental que a ação ou omissão de Planejamento Tributário seja praticado e formalizado ANTES DA OCORRÊNCIA DO FATO GERADOR. mediante a organização planejada de atos lícitos.1 ELISÃO FISCAL (Oliveira. postergar ou até mesmo eliminar o recolhimento de tributos. pois o contribuinte tem o direito de estruturar seu negócio da melhor maneira. executando-o em conformidade com os sistemas legais que possibilitam a redução de tributos ou alíquotas. 2005) A evasão fiscal é toda e qualquer ação ou omissão para reduzir ou retardar o cumprimento da obrigação tributária. ou enquadrar-se em regime fiscal mais favorável ou obter alguma vantagem fiscal específica. 2005) É o fenômeno pelo qual o contribuinte. A evasão ocorre quando o contribuinte não transfere ou deixa de pagar integralmente ao Fisco uma parcela a título de tributo. assumindo o risco pelo resultado e usando meios atípicos. mas simulados ou com fraude à lei. 8. a elisão fiscal representa um conjunto de sistemas legais com o objetivo de reduzir. por implicar sonegação fiscal. procurando reduzir seus custos empresariais.1.3 EVASÃO FISCAL (Oliveira. 122 . 2005) A elisão fiscal visa uma economia de tributos de forma lícita e é desenvolvida pelo planejamento tributário. EVASÃO E ELUSÃO 8. o contribuinte procura evitar a ocorrência do fato gerador ou colocá-lo de forma menos onerosa. pois toda ação ou omissão praticada e formalizada DEPOIS da ocorrência do FATO GERADOR. a tentativa de sua eliminação por forma ilícita. é todo procedimento lícito realizado pelo contribuinte antes da ocorrência do fato gerador com o objetivo de eliminar ou postergar a obrigação tributária ou reduzir o montante devido.

se o lucro líquido apurado for inferior ao valor determinado. independente de seu regime de tributação (Real. que deverá ser apurado pela empresa. desde que obedeça ao limite de isenção. 8.3 GANHOS DE CAPITAL “A diferença entre o valor de venda de bens do Ativo Permanente e seu respectivo custo contábil corresponde ao ganho de capital. PIS e COFINS) a que a pessoa jurídica estiver sujeita (Oliveira.2 REMUNERAÇÃO A SÓCIOS 8. Par. ou de lucros acumulados e reservas de lucros. sofrerá a retenção do IRRF à alíquota de 15% sobre o valor respectivo na data do pagamento ou crédito.” O valor dos juros pagos ou creditados. diminuída de todos os impostos e contribuições federais (IRPJ.2.2 Juros sobre Capital Próprio O RIR/99 instituiu os juros sobre o capital próprio: “ Art 347. Arbitrado ou SIMPLES”. a título de remuneração do capital próprio. os juros pagos ou creditados individualizadamente a titular. o RIR permite que os lucros apurados contabilmente a partir de1º de janeiro de 1996 e distribuído aos sócios ou acionistas. a escrituração contábil justifica o procedimento pela economia obtida do IRRF aos sócios.2005. pg. Portanto. No entanto. não estarão sujeitas à incidência do IRRF (Oliveira. ou seja. a título de remuneração do capital próprio. antes da dedução da provisão para o imposto de renda e da dedução dos próprios juros ou dos saldos de lucros acumulados de períodos anteriores – o que for maior. 2005). O limite dos juros para fins de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL será de 50% do lucro líquido correspondente ao período-base de seu pagamento ou crédito. para efeitos de apuração do lucro real. ou seja. (Oliveira. a parcela dos lucros que excederem o valor da base de cálculo do imposto com base no lucro presumido ou arbitrado. computados antes da dedução dos juros. prevalecerá a isenção sobre a distribuição do lucro presumido líquido do imposto e das contribuições devidas. Presumido. enquanto não for adicionada na determinação do lucro real e da contribuição social. por empresas tributadas pelo Lucro Real.1 Distribuição de Lucros A empresa poderá distribuir lucros sem tributação. 8. A reserva de reavaliação não deve compor a base de cálculo enquanto não for realizada. CSLL.2. sócio ou acionistas. 1º: O efetivo pagamento ou crédito de juros fica condicionado à existência de lucros. 197) 123 . A Pessoa Jurídica poderá deduzir. presumido ou arbitrado. 2005) Contudo.” “Art 347 do RIR/99. calculados sobre as contas co patrimônio líquido e limitados à variação da Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP.8.

mercadológica.5%.Nas vendas do Ativo Permanente para receber o preço. conservação. casa e clínica de saúde. administração de contas a pagar e a receber.5% antes de 01/01/2004 (parágrafo 1º do art 647 IRI/2004). que já se sujeitavam à retenção do IRRF à alíquota de 1. gestão de crédito. casa de recuperação e repouso sob orientação médica. Os pagamentos efetuados pela prestação dos serviços acima estão sujeitos à retenção na fonte de 4. após o término do ano-calendário seguinte ao da contratação (art. hospitalar e pronto-socorro. pela prestação dos seguintes serviços: Limpeza. COFINS e PIS.4 RETENÇÃO NA FONTE DO IRPJ CSLL.0% antes de 01/02/2004 Assessoria creditícia. banco de sangue. 8.421 do RIR). Remuneração de serviços caracterizadamente de natureza profissional que já se sujeitavam à retenção de IRRF à alíquota de 1. pontes.0 % CSLL 3. os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas a outras pessoa jurídicas de direito privado estão sujeitos à retenção na fonte da CSLL.0% COFINS 0. para determinar o Lucro Real. reconhecer o lucro na proporção da parcela do preço recebida em cada período de apuração. vigilância. no todo ou em parte. transporte de valores e locação de mão-de-obra. correspondente à soma das seguintes alíquotas: 1. o contribuinte poderá . manutenção. Caso o contribuinte tenha reconhecido o lucro na escrituração comercial no período de apuração em que ocorreu a venda. PIS E COFINS Para Oliveira (2005). prédios e obras assemelhadas e publicidade e propaganda.65% PIS Os serviços abaixo. Além das pessoas jurídicas que efetuarem pagamentos ou créditos a outras pessoas jurídicas. seleção e riscos. segurança. além da retenção na fonte da CSLL.65%. a retenção é aplicada inclusive aos pagamentos efetuados por: 124 . COFINS e PIS também estão sujeitos ao desconto do IRRF à alíquota de 1. os ajustes e o controle do lucro na proporção da parcela do preço recebida em cada período de apuração serão registrados no LALUR. que a partir de 01/02/2004 estão sujeitos à retenção do IRRF à alíquota de 1.5%: medicina prestados por ambulatório. engenharia de construção de estradas.

A parcela excluída deverá ser computada na determinação do lucro real do período de apuração em que a receita for recebida (Oliveira. podendo ser compensados com o imposto e as contribuições da mesma espécie.000. de construção por empreitada ou por fornecimento. Contudo. a preço predeterminado. 2005).6 FATURAMENTO PARA ENTREGA FUTURA As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real devem apurar o seu resultado no período mediante o regime de competência. segundo o qual as receitas serão computadas independentemente de 125 . proporcionalmente à receita dessas operações consideradas nesse resultado e não recebida até a data do balanço de encerramento do período. 8. inclusive entidades sindicais. Custo de construção ou de produção dos bens ou serviços incorridos durante o período de apuração. serão computados em cada período de apuração (Oliveira. determinada mediante aplicação. na apuração do resultado de contratos. 2005): 1. se estiver registrado no mesmo mês mais de um pagamento a uma mesma pessoa jurídica. Para efeito de determinar o lucro real. As pessoas jurídicas optantes do SIMPLES não sofrerão nem estão obrigadas a efetuar a retenção das contribuições. 2. ou dos bens ou serviços a serem fornecidos. com prazo superior a um ano. a cada pagamento deverá ser efetuada a soma de todos os valores já pagãos naquele mês para determinar a dispensa da retenção (Oliveira. Portanto. Também estão dispensadas de retenção as PJ que efetuarem o pagamento de valor igual ou inferior a R$ 5. poderá ser excluída do lucro do período de apuração. federações.00.associações. COFINS e PIS serão considerados como antecipação do que for devido pelo contribuinte que sofreu a retenção. 8. 2005). confederações. da CSLL. inclusive sociedades cooperativas fundações de direito privado e condomínios de moradores Para efeito de planejamento tributário. sobre o preço total da porcentagem do contrato ou da produção executada no período de apuração. parte do preço total da empreitada. os valores retidos do IR. sociedades simples. centrais sindicais e serviços sociais autônomos.5 CONTRATOS DE LONGO PRAZO De acordo com o art 407 do RIR/2004. parcela do lucro da empreitada ou fornecimento computado no resultado do período de apuração. de bens ou serviços a serem produzidos.

o contribuinte pode solicitar ao Instituto Nacional de Tecnologia (INT). adequadas às condições de utilização dos bens. surge uma importante questão: a empresa que não tenha nenhum impedimento para optar por um regime de tributação (Lucro Presumido. ou outra entidade oficial especializada. no mesmo período em que corresponderem essas receitas. independentemente do efetivo pagamento (Oliveira. 2.0.7 DEPRECIAÇÃO A maioria das empresas brasileiras adota como taxas anuais de depreciação de seu imobilizado aquelas admitidas pelo Regulamento do Imposto de Renda. Entretanto. Além da utilização de laudos. As máquinas e equipamentos são depreciados à taxa de 10% anuais. 9 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO A cada ano. 2005). pela 126 . o laudo para adoção de taxas de depreciação. o reconhecimento da receita da venda e de seu respectivo custo será no momento da entrega do bem. como de uso normal em um turno de oito horas diárias (Oliveira. a preferência é pelo lucro presumido. tais bens serão depreciados em função do número de horas diárias de operação. Normalmente. 8. diferentes das divulgadas pela SRF. 2005). a taxa dobrará para 20% anuais. 1.sua realização em moeda e os custos e despesas. empregado-se os coeficientes: um turno de oito horas dois turnos de oito horas três turnos de oito horas 1.5. segundo o laudo do ITN. pagos ou incorridos. Por esse critério. Assim. as receitas provenientes da venda a prazo de mercadorias.0. permitindo uma redução tributária pela maior contabilização das despesas de depreciação às empresas optantes pelo Lucro Real (Oliveira. e não enquanto este permanecer em poder da empresa ou estiver sendo produzido. para itens do imobilizado com excessivo desgaste ou rápida obsolência. 2005). o RIR permite que se contabilize os efeitos de turnos superiores ao normal na vida útil dos bens móveis (depreciação acelerada). entretanto. Real ou Arbitrado) deve defini-lo para fins de recolhimento do IRPJ e da CSLL. produtos ou serviços serão reconhecidas no momento de sua realização. No caso de venda para entrega futura. se tiverem vida útil de cinco anos.

a partir de 1997.facilidade de cálculo do IRPJ e da CSLL. A decisão por um ou outro regime de tributação deve estar baseada na margem de lucro da empresa. O fato gerador assim considerado pela Legislação do Imposto de Renda. aos sócios ou acionistas das pessoas jurídicas. 9. não são considerados aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica de renda tributável (Oliveira. além de reduzir os serviços em escritórios de contabilidade.249/95 instituiu a dedutibilidade. do trabalho ou da combinação de ambos. nº 9. atualmente no Brasil. 2005). tais como IRPJ e CSLL.2 EXERCICIOS 1.o efetivo pagamento ou crédito de juros fica condicionado à existência de lucros. assim entendidos os acréscimos patrimoniais não comprendidos no conceito de renda. Pelas empresas optantes pelo Lucro Presumido. avaliados pelo método da Equivalência Patrimonial. assim entendido o produto do capital. ou de lucros acumulados e reservas de lucros. obtida nas demonstrações contábeis do período anterior e em sua projeção até o final do ano (Oliveira.430/96 e do Regulamento ro Imposto de Renda relacionadas aos juros sobre o capital próprio: a. o fato gerador é a receita bruta auferida.a Lei nº 9. 127 . e de proventos de qualquer natureza. Arbitrado ou SIMPLES. pois a legislação exige apenas a escrituração do Livro Caixa (Oliveira. 2005). Com relação às normas tributária das leis nº 9. É importante frisar que nem toda a aquisição de disponibiliadade econômica ou jurídica de renda é considerada FATO GERADOR dos tributos ora estudados.. de acordo com a lei nº 9. na apuração do lucro real. tais juros são dedutíveis também para a apuração da base de cálculo da Contribuição Social. computados antes da dedução dos juros.1 FATO GERADOR O fato gerador ou hipótese de incidência dos Tributos Federais.Assinale a alternativa incorreta. em montante igual ou superior ao valor de duas vezes os juros a serem pagos ou creditados. 9.430/96. c. ajustado por adições. 2005). Os lucros auferido em empresas coligadas ou controladas. antes do IRPJ e da CSLL. exclusões e compemsações no LALUR. é o LUCRO REAL. das importâncias pagas ou creditadas. b. a título de juros sobre o capital próprio. para empresas optantes desta modalidade tributária. devido pelas Pessoas Jurídicas é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de RENDA.249/95.

sem nenhuma exceção.000.000 no período-base.800.na Empresa D.000. antes da provisão para o Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros.a Reserva de Reavaliação não deve compor a base de cálculo enquanto não for realizada. antes da provisão para Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros. antes da provisão para Imposto de Renda e da 128 . A empresa obteve prejuízo contábil. Nesse caso. ou seja.000. A empresa obteve um lucro contábil.400. de R$ 2.Na Empresa F. Reservas de Capital. b.200.000. d. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 50. A empresa obteve um lucro contábil.na empresa A. enquanto não for adicionada na determinação do lucro real e da contribuição social sobre o lucro 2. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 100.200.na Empresa B. sendo considerados. c. Nesse caso. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 200.d.000.000.000.000. a base de cálculo era de R$ 600.600. A empresa obteve um prejuízo contábil. Reservas de Reavaliação. A empresa obteve um lucro contábil. sendo que bão havia lucros acumulados e reservas de lucros. e. Nesse caso.000 no período-base. a base de cálculo era de R$ 4. sendo que havia lucros acumulados e reservas de Lucros no montante de R$ 1.000. de R$ 400.000. a base de cálculo era de R$ 7.000. e. antes da provisão para Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros.000.a base de cálculo dos juros sobre o capital próprio é o patrimônio líquido. assinale a(s) alternativa(s) correta(s) com relação ao montante que poderia ser contabilizado e que estaria dentro dos limites aceitos pela legislação tributária para a contabilização e dedutibilidade dos juros sobre o capital próprio.na Empresa C.na Empresa E. Nesse caso.000. para fins de apuração do lucro tributável: a. f.000.000. A empresa obteve prejuízo contábil.000 no período-base. de R$ 90. Nesse caso. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 400. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 2.000.Supondo que no exercício de 2006 a variação da Taxa de Juros de Longo Prazo. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 1. o montante correto a ser contabilizado seria de R$ 750. a TJLP. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 4. antes da provisão para o Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros. antes da provisão para o Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros.000. foi de 25%.000.000. os saldos das contas de Capital Social.000. Reservas de Lucros e Lucros ou Prejuízos Acumulados.000. a base de cálculo era de R$ 6. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 4.400. a base de cálculo era de R$ 1. a base de cálculo era de R$ 3.

o montante correto a ser contabilizado seria R$ 20. em média.000. Nesse caso.R$ 6. considerando que não será efetuado nenhum ajuste no Lucro Real. CIAN Ltda. b) que no exercício de 2006 a taxa anual da TJLP foi de 22% e que o valor do patrimônio líquido do ano.00 b. ao final do exercício de 2006.000.000.500. da empresa foi o seguinte: Capital social integralizado Reservas de capital Reservas de reavaliação Lucros acumulados Lucro contábil de 2006 antes da provisão para IR e da dedução dos referidos juros Total do Patrimônio Líquido 490.000 200. os juros sobre o capital próprio. qual é o valor máximo permitido pela Legislação do Imposto de Renda. em 31/12/2006.00 c.000 300. calcular e contabilizar.000 240.100.R$ 9. supondo: a) que os juros serão pagos aos acionistas.R$ 6.00 5% Com base nas informações.000. de R$ 40.00 10.R$ 11.000 3.00 13.230.Com base nas informações disponíveis da Cia.00 e.000.00 129 .000.750.000 4. a ser pago ou creditado a título de Juros Sobre o Capital Próprio.00 d.000. dedutíveis na Base do Lucro Real da empresa? a. 3.000.R$ 7.000 no período-base.dedução dos referidos juros.00 22.00 50. elabora um relatório contendo os dados na tabela abaixo: Contas Capital Social Reserva de Reavaliação Reserva Especial art 460 RIR Lucros acumulados até 2005 Lucro líquido de 2006 ( ajustado) TJLP no ano Valores 100.250.O Departamento responsável pelo controle de tributos da Cia Amazônia.000 2.

.. com referência a CSLL e IRPJ..00 310. Receitas não Operacionais 2. efetuar os cálculos para efeito de PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO.000.00 TOTAL CSLL MÊS/ano RECEITA BRUTA BASE DE CÁLCULO % CSLL R$ TOTA L 130 .00 fevereiro 320.00 Janeiro 250...000.. pelo Lucro Real Anual...000.5-PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Empresa de atividade comercial. obteve no lº trimestre/2009 os seguintes resultados: Contas de Resultado 1.00 10. indicando qual dos dois seria mais econômico para a empresa: 1.. QUESTÃO: Com base nos dados acima. CÁLCULOS COM BASE NO LUCRO PRESUMIDO IRPJ MÊS/ano RECEITA BRUTA BASE DE CÁLCULO % IRPJ R$ R$ 30. e Lucro Presumido...000...00 30.. Receitas Operacionais 2.000...000.000..000..000. demonstra-los..000.00 março 300.(-) Despesas Operacionais 3...00 120.00 260. (=) Resultado AJUSTES PARA DETERMINAÇÃO DO LUCRO REAL: ADIÇÕES: Brindes distribuídos aos clientes no mês de Março EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos em empresa Coligada no mês de JANEIRO/2009 .00 R$ 10..

CSLL MESES Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL JANEIRO FEVEREIRO MARÇO COMPARAÇÃO DOS VALORES IRPJ Estimativa Balanços consolidados Totais CSLL 131 . CÁLCULO COM BASE NO LUCRO REAL ANUAL IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA JANEIRO Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ FEVEREIRO MARÇO CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO .2.

Prejuízos Acumulados até 31/12/ 2008 R$ 10.6– PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Empresa industrial obteve no 1º trimestre/2009 os seguintes resultados: Contas de Resultado 1.217.00 Março 271... Ordenados e Salários 3.710.00 AJUSTES PARA DETERMINAÇÃO DO LUCRO REAL: 1.172. LUCRO REAL TRIMESTRAL Trimestre 1º Lucro contábil Adições Exclusões Compensações TOTAIS Base de cálculo IRPJ Base cálculo CSLL Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS TOTAIS 132 .000..00 R$ 9.440.550.00 108.100.00 Receita bruta acumulada dos últimos 12 meses imediatamente anteriores R$ 2.00 20.189.750..000.00 121.(+)Ganho na avaliação Investimentos 4..400.00 76.200. EXCLUSÕES Ganho na avaliação de investimentos pela Equivalência patrimonial participação de 8% na empresa B em janeiro 3.00 117.00 10.00) 67.00 36.000.950.(-) Despesas Operacionais 4.00 85.00 42.00 fevereiro 213.000.752.= Resultado (22.00 R$ 60.. Receitas Operacionais 2.150.. ADIÇÕES Gratificações aos dirigentes em JANEIRO .200.780..60 1..00 18.752. 2..00 janeiro 191..00 15.050.(-) Compras dentro do estado 3.

CALCULO COM BASE NOS BALANÇOS DE SUSPENÇÃO IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA Mês/ano Result. LUCRO REAL . LUCRO PRESUMIDO trimestre Receita Bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Base Cálculo CSLL CSLL 133 .Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS JANEIRO FEVEREIRO MARÇO JANEIRO FEVEREIRO MARÇO TOTAIS 3.2.Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (-) compensações (=) Lucro Real IRPJAdicional CÁLCULO COM BASE NOS BALANÇOS MENSAIS CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL Mês/ano Result.

Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS TOTAIS 4. LUCRO ARBITRADO trimestre Receita Bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Base Cálculo CSLL CSLL Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS TOTAIS 5. SIMPLES NACIONAL TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO 134 .

COMPRAÇÃO DOS VALORES A RECOLHER Real Balanço anual Presumido trimestral IR CSLL PIS COFINS ICMS IPI INSS FGTS TOTAIS Arbitrado SIMPLES 135 .6.

10. cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente Provisões (exceto férias e 13º salário) Provisão p/CSLL Perdas na avaliação de investimentos por equivalência patrimonial EXCLUSÕES IRPJ Ganhos na avaliação de investimentos equivalência patrimonial Lucros ou dividendos distribuídos CSLL por Ganhos na avaliação de investimentos por equivalência patrimonial Lucros ou dividendos distribuídos 136 . comercialização ou prestação de serviços Conservação de bens não destinados à produção Brindes Doações a Entidades (sindicatos/outras) Gastos com alimentação de diretores ou funcionários graduados Gastos com alimentação de empregados. cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente Provisões (exceto férias e 13º salário) Provisão p/CSLL Perdas na avaliação de investimentos por equivalência patrimonial CSLL Despesas não relacionadas com produção/comercialização/prestação de serviços Conservação de Bens não destinados à produção Brindes Doações a Entidades (sindicatos/outras) Gastos com alimentação de diretores ou funcionários graduados Gastos com alimentação de empregados. APÊNDICE PRINCIPAIS ADIÇÕES E EXCLUSÕES DO LUCRO REAL ADIÇÕES IRPJ Gratificações a Diretoria Multas de Transito/ Multas por auto de infração Despesas não relacionadas com a produção.

LIVRO DE APURAÇÃO DO LUCRO REAL PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 137 .

LIVRO DE APURAÇÃO DO LUCRO REAL PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 138 .

PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: DATA DO LANÇAME NTO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETARIA CONTROLE DE VALORES DÉBITO CRÉDITO SALDO DC HISTÓRICO (2) MÊS REFERENCIA VALOR A COEFICIENTE CORRIGIR 139 .

PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: DATA DO LANÇAME NTO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETARIA CONTROLE DE VALORES DÉBITO CRÉDITO SALDO DC HISTÓRICO (2) MÊS REFERENCIA VALOR A COEFICIENTE CORRIGIR 140 .

NOME: Exercício nº 25 capítulo 3 LIVRO RAZÃO Nº Conta Data: Débito Crédito 141 .

CMV ou CSP (=) LUCRO BRUTO OPERACIONAL (-) DESPESAS OPERACIONAIS (+) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS (=) LUCRO OPERACIONAL RESULTADOS NÃO OPERACIONAIS (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IRPJ E CSLL (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/IRPJ (=) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 142 .DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCICIO RECEITA OPERACIONAL BRUTA (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-) CPV.

BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO Circulante PASSIVO Não Circulante Total do ativo Total do Passivo 143 .

PRODUÇÃO Empregado Salário adicional HE DSR Faltas Subtotal Sal família IRRF INSS Vale transp Líquido receb Somas ADMINISTRAÇÃO Empregado Salário adicional HE DSR Faltas Subtotal Sal família IRRF INSS Vale transp Líquido receb Somas DIREÇÃO Diretor Salário adicional HE DSR Faltas Subtotal Sal família IRRF INSS Vale transp Líquido receb Somas TOTAIS Encargos trabalhistas e sociais Produção 13º Salário Férias Parte empresa administração 13º Salário INSS RAT FGTS Terceiros Férias Parte empresa INSS RAT FGTS Terceiros Direção 13º Salário Férias Parte empresa INSS RAT FGTS Terceiros 144 .

LIVRO RAZÃO Nº Conta Débito Crédito 145 .

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCICIO RECEITA OPERACIONAL BRUTA (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-) CMV. CPV ou CSP (=) LUCRO BRUTO OPERACIONAL (-) DESPESAS OPERACIONAIS (+) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS (=) LUCRO OPERACIONAL RESULTADOS NÃO OPERACIONAIS (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IRPJ E CSLL (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/IRPJ (=) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 146 .

BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO Circulante PASSIVO Circulante Não Circulante Não Circulante Patrimônio Líquido Total do ativo Total do Passivo 147 .

00 _________ 16.00 __________ _________ 12.000.00 3. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.00 2.00 380.000.700.000.000.00 2. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.000.00 460.00 6.000.00 18.00 46.00 9.000. São Paulo.600. b) Vendas para o mercado interno destinam-se a comerciantes varejistas do Paraná.200.000.00 148 4.00 7.500.000.000.000.00 520. sem substituição tributária.000.200.00 36.000.00 34.00 2.000.00 392.00 13.00 96.NOME_______________________________________________ DATA______________ LUCRO PRESUMIDO -Empresa com atividade mista de comércio e prestação de serviços.333.333.00 9.00 1. Salários e Comissões s/Vendas INSS FGTS Provisão p/ Férias Provisão p/ 13º Salário Provisão p/devedores Duvidosos Fretes s/Entregas das vendas __________ _________ 480.00 13.00 _________ 36.000.00 730.000.00 .000.230.00 1.00 _________ _________ 32.00 1.00 80.000. considerando: a) Compras são efetuadas em estabelecimentos industriais do Estado do Paraná.00 480.00 4.00 290.00 67.000. c) Alíquota do ISS: 3% d) Risco Ambiental do Trabalho: leve.800.000.00 556.000.00 _________ 480.00 460.00 6.720.000.000.000.00 68.000. JAN/09 RECEITA BRUTA Vendas de mercadorias no mercado interno Exportações de mercadorias Serviços Prestados no Mercado Interno (-) Deduções da Receita Bruta Vendas Canceladas no mercado interno Desconto incondicionais nas vendas internas ICMS PIS COFINS ISS 620.000.000. São Paulo.00 1.000.00 FEV/09 MAR/09 TOTAIS (=) RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-) Custo das Mercadorias vendidas Estoque Inicial Compras de Mercadorias (-) ICMS s/ compras (-) PIS Fat s/ compras (-) COFINS s/compras (-) Estoque Final (-) Custo dos Serviços Prestados Ordenados e Salários INSS FGTS Provisão p/ férias Provisão p/13º Salário (=) LUCRO BRUTO PERACIONAL (-) Despesas com vendas Ordenados. OBSERVAÇÃO: Desprezar os centavos.000.500.000.600.00 5.

00 2.00 8.300.460.900.200.900.00 12.00 9.00 3.00 2.00 2.000.00 _ 6.000.00 _________ _________ 12.00 _________ 2.600.00 8.400.00 0.900.400.00 1.800.000.300.00 __________ _________ 2.00 ________ 10.00 3.800.00 _________ _________ 6.300.00 1.00 2.00 9.600.000.500.00 5.600.800.00 4.00 3.400.00 6.600.00 14.00 6.000.00 __________ _________ 12.00 3.00 2.000.200.000.00 ________ _________ 4.00 4.00 6.000.200.00 10.00 _________ 0.00 12.000.00 6.200.820.960.000.00 6.000.800.200.600.400.Comercial Manutenção de bens do Dpto.600. Comercial Propaganda e Publicidade pagos no exercício Brindes (-) Despesas administrativas Pró-Labore Ordenados e Salários Honorários Profissionais INSS FGTS Provisão p/13º salário Provisão p/ Férias Material de Expediente e Escritório Viagens e Estadas da administração Gratificação a dirigentes (-) Despesas Financeiras Juros Passivos Descontos Concedidos (+) Receitas Financeiras Juros Recebidos Descontos recebidos Rendimentos s/ Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas Receitas de Alugueis (-) Despesas Tributárias Impostos e taxas Municipais PIS Fat s/outras receitas COFINS s/outras receitas Multas de trânsito Multas por infração fiscal Multas por atraso no pagamentos tributos (=) LUCRO OPERACIONAL LIQUIDO (+) Receitas Não Operacionais Dividendos Recebidos Lucro na venda de bens do permanente (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IR (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/Imposto de Renda (=) LUCRO LIQUIDO DO EXERCICIO 8.00 15.200.600.00 1.00 5.700.400.00 5.00 1.000.900.300.260.300.00 _________ 9.00 3.200.00 14.240.00 _________ 2.00 4.00 2.00 4.00 1.800.000.00 1.280.700.200.00 4.300.00 149 .00 ________ _________ 8.200.Seguros de bens do Dpto.260.400.00 12.00 5.00 8.00 0.00 5.00 10.00 3.00 8.00 2.370.200.300.00 16.00 _________ 12.00 2.

Data Conta Débito Crédito 150 .

720.000.00 _________ 22.400.000 62.420.00 10. f) Vendas para o mercado interno destinam-se a comerciantes varejistas do Paraná.00 TOTAIS _________ 480.000.000.00 8.00 44.00 5.200.00 2.000 8.000.00 290.00 _________ 480.460.000.00 _________ 480.00 380.280.00 5.200.00 151 .00 FEV/09 392.00 _________ 12.00 8.200.00 2.00 120.000.00 12.000.00 _________ 18.700.000.00 61.800. São Paulo.NOME ___________________________________________________________ Série _________ Empresa com atividade mista de comércio e prestação de serviços. Sal e Comissões s/Vendas INSS FGTS Provisão p/ Férias Provisão p/ 13º Salário Provisão p/devedores Duvidosos Fretes s/Entregas das vendas Seguros de bens do Dpto. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.600.000.900. Comercial Propaganda e Publicidade JAN/09 520.000.00 6. LUCRO REAL ANUAL RECEITA BRUTA Vendas de mercadorias no mercado interno Exportações de mercadorias Serviços Prestados no Mercado Interno (-) Deduções da Receita Bruta Vendas Canceladas no mercado interno Desconto incondicionais nas vendas internas ICMS PIS COFINS ISS (=) RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-) Custo das Mercadorias vendidas Estoque Inicial Compras de Mercadorias (-) ICMS s/ compras (-) PIS Fat s/ compras (-) COFINS s/compras (-) Estoque Final (-) Custo dos Serviços Prestados Ordenados e Salários INSS FGTS Provisão p/ férias Provisão p/13º Salário (=) LUCRO BRUTO PERACIONAL (-) Despesas com vendas Ordenados.00 _________ 32.Comercial Manutenção de bens do Dpto.000.00 556.100. g) Alíquota do ISS: 3% h) Risco Ambiental do Trabalho: leve.00 5.000.00 78.00 6.00 4.00 5. sendo que: e) Compras são efetuadas em estabelecimentos industriais do Estado do Paraná.00 460. sem substituição tributária.600. considerando recolher seus tributos pelo Lucro Real Anual.230.000.00 520. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.000.000. São Paulo.00 8.000.100.00 _________ 34.800.00 8.200.000.00 3.00 36.000.00 6.600.00 MAR/09 560.000.260.240.000.000.000.00 3. OBSERVAÇÃO: Desprezar os centavos.00 730.00 2.900.00 3.00 36.200.

800.00 6.00 ________ 10.000.100.00 1.400.00 ________ 9.00 1.300.00 3.400.500.00 1.00 1.Brindes (-) Despesas administrativas Pró-Labore Ordenados e Salários Honorários Profissionais INSS FGTS Provisão p/13º salário Provisão p/ Férias Material de Expediente e Escritório Viagens e Estadas da administração Gratificação a dirigentes (-) Despesas Financeiras Juros Passivos Descontos Concedidos (+) Receitas Financeiras Juros Recebidos Descontos recebidos Rendimentos s/ Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas Receitas de Alugueis (-) Despesas Tributárias Impostos e taxas Municipais Multas de trânsito Multas por infração fiscal Multas por atraso no pagto.00 1.00 10.400.00 ________ 8.00 2.00 6.00 _________ 12.00 5.200.00 5.00 ________ 0.300.00 8.00 152 .400.900.00 _________ 2.00 12.900.700.100.00 11.00 5.00 3.00 _________ 12.00 9.360.800.200.00 0.600.00 _________ 0.00 4. tributos (=) LUCRO OPERACIONAL LIQUIDO (+) Receitas Não Operacionais Dividendos Recebidos Lucro na venda de bens do permanente (=) RESULTADO LÍQUIDO ANTES DO IR (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/Imposto de Renda (=) LUCRO LIQUIDO DO EXERCICIO 4.00 _________ 6.00 _________ 12.960.000.00 5.200.00 4.00 ________ 2.290.600.00 4.000.280.600.900.460.00 2.500.00 6.00 12.00 3.200.00 9.300.00 ________ 2.800.00 _________ 9.00 _________ 2.00 2.00 11.200.300.650.900.000.00 ________ 4.000.00 3.00 1.000.00 10.260.370.00 15.400.00 11.900.100.000.200.200.00 _________ 2.400.200.00 _________ 8.800.800.000.00 15.700.00 5.00 2.00 _________ 2.

entre estimativa e balancete de suspensão.Comparação dos valores ESTIMATIVA BALANCETE DE SUSPENSÃO Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL IRPJ CSLL TOTAL 4-Recolhimentos Escolher.1.Cálculos com base nos balanços mensais de redução/suspensão Lucro real Resultado Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real antes Compensação Prejuízos (-) Compensação de Prejuízos (=) Lucro Real (=) IRPJ (-) Antecipação (=) IRPJ a recolher Janeiro/09 Fevereiro/09 Março/09 Base de Cálculo da CSLL Resultado Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Base Cálculo antes Compensação Bases de Cál Negativa (-) Compensação de Base de Cálculo Negativa (=) Base de Cálculo da CSLL (=) CSLL (-) Antecipação (=) CSLL a recolher 3. Janeiro/09 Estimativa Balanço suspensão Antecipação A recolher IRPJ CSLL Fevereiro/09 IRPJ CSLL Março/09 IRPJ CSLL 153 .ESTIMATIVA Mês/ano Jan/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Fev/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Mar/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Receita Bruta IMPOSTO DE RENDA Base de Cálculo IRPJ CSLL Base de Cálculo CSLL TOTAIS 2. para cada mês.Cálculos com Base na Receita Bruta .

Escriturar o LALUR PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 154 .5.

PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 155 .

PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: DATA DO LANÇAME NTO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETARIA CONTROLE DE VALORES DÉBITO CRÉDITO SALDO DC HISTÓRICO (2) MÊS REFERENCIA VALOR A COEFICIENTE CORRIGIR 156 .

PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: DATA DO LANÇAME NTO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETARIA CONTROLE DE VALORES DÉBITO CRÉDITO SALDO DC HISTÓRICO (2) MÊS REFERENCIA VALOR A COEFICIENTE CORRIGIR 157 .

LIVRO DIÁRIO Nº Conta Débito Crédito 158 .

Nº Conta Débito Crédito 159 .

Nº Conta Débito Crédito 160 .

Tributos a Recolher ICMS A Recolher Pis Fat a Recolher COFINS a recolher ISS a Recolher INSS a Recolher FGTS a recolher IRPJ a recolher CSLL a recolher Janeiro/08 Fevereiro/08 Março/08 Total Totais 161 .7.

00 12.000.00 12.500.00 2.00 5.300.020.00 0.00 0.000.00 83.00 70.00 29.800.00 637.000.00 2.091.00 16.00 2.00 18.00 158.800. (=) LUCRO BRUTO OPERACIONAL (-) Despesas Operacionais (-) Ordenados e Salários (-) Pró-Labore (-) Honorários Profissionais (-) Outras Despesas Operacionais (-) (-) (-) Despesas Financeiras (+) Juros Recebidos (+) Descontos Recebidos (=) LUCRO LÍQUIDO OPERACIONAL (+) Receitas Não Operacionais (+) Dividendos Recebidos (+) Lucro na Venda de Imóvel (-) Despesas Não Operacionais (-) Perdas com Venda de Veículo (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES IRPJ E CSLL 2.400.800.00 30.00 19.00 2.380.600.000.980.00 5.200.00 0.00 0.000.00 0.500.200.600.000.300.800.500.00 523.600.800.000.00 101.00 37.00 38.623.00 18.00 115.00 0.000.00 4.00 2.00 8.780.00 1.500.000.000.00 4.00 900.00 9.800.800.00 0.00 152.700.057.00 261.00 0.000.00 1.00 5.00 26.00 500.00 1.00 38.00 48.00 3.00 137.500.00 93.400.200.00 2.00 447.00 4.800.00 13.260.00 40.000.00 433.500.700.260.00 52.650.00 2.00 8.00 16. Produtos e serviços vendidos.000.00 0. DESPREZAR CENTAVOS.00 6.00 1.184.00 262.00 39.00 4.000.400.400.00 800.000.00 8.00 40.00 17.00 40.00 0.000.00 600.000.630.00 4.00 43.638.780.700.162.00 14.900.857.480.120.200.00 0.00 1.00 0. apresentou no 1º trimestre/2009: LUCRO REAL: Calcular os tributos incidentes s/faturamento e completar a DRE.00 3.000.000.00 85. Janeiro fevereiro Março TOTAIS RECEITA BRUTA Vendas de produtos no mercado interno Exportações de produtos Venda de mercadorias Serviços Prestados (-) Deduções e Abatimentos da Receita Bruta (-) Descontos Incondicionais vendas internas produtos (-) Devoluções de vendas internas de produtos (-) (-) (-) (-) (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-) Custo Mercadorias.00 Informações adicionais 162 .00 91.00 8.00 23.NOME _________________________________________________________________________TURMA _________ ESTUDO DE CASO: Empresa com atividade mista comercial. industrial e serviços.00 113.400.

986.780.300.00 6.00 Alíquotas do ICMS: compras e vendas: 12% Alíquotas IPI: Compras 8% 10.00 139.Vendas 10% Fevereiro/08 135.300.00 7.000.00 Fevereiro: 82.LUCRO REAL .800.860.400.00 282.980.00 148.260.1 LUCRO REAL Apuração dos tributos não cumulativos: DESPREZAR CENTAVOS Janeiro/2009 Débito Crédito A Recolher Fevereiro/2009 Débito Crédito A Recolher Março/2009 Débito Crédito A Recolher 1.228.00 Receita Bruta Acumulada/2008 Janeiro/08 142.920.00 45.DESPREZAR CENTAVOS 1.800.320.200.00 Maio/08 Junho/08 Julho/08 Agosto/08 158.00 172.680.600.BALAN SUSPENSÃO/REDUÇÃO LUCRO REAL ANUAL Resultado consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real antes da compensação de prejuízos (-) Compensação de prejuízos (=) Lucro real (=) IRPJ (-) Antecipação (=) IRPJ a recolher janeiro fevereiro março ICMS IPI PIS/Fat COFINS ICMS IPI PIS/Fat COFINS ICMS IPI PIS/Fat COFINS 163 .100.900.680.00 Março/08 Abril/08 146.00 Março: 97.00 1.00 68.200.00 1.00 170.00 Setembro/08 Outubro/08 Novembro/08 Dezembro/08 168.Gratificações a dirigentes em janeiro Multas por infrações fiscais pagas em fevereiro Brindes a Clientes em Março Prejuízos acumulados até 31/12/2008 constantes da parte B do LALUR Base de Cálculo Negativa da CSLL acumulada até 31/12/2008 constantes da parte B do LALUR Alíquotas do ISS: 5% RAT – risco grave Compras de Mercadorias: Janeiro: 120.400.00 163.2 IRPJ.00 157.00 .

00 16.BALANCETE DE SUSPENSÃO/REDUÇÃO – LUCRO REAL ANUAL .00 20.4 IRPJ – ESTIMATIVA MENSAL – LUCRO REAL ANUAL .162.1.582.00 22.566.00 15.DESPREZAR CENTAVOS fevereiro março Mês/ano Receita Bruta Jan/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Fev/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Mar/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Mês/Ano Jan/09 INSS FGTS IMPOSTO DE RENDA Base de cálculo IRPJ CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Base de cálculo CSLL 1.00 164 . DESPREZAR CENTAVOS COFINS PIS IPI ICMS ISS IRPJ CSLL Fev/09 Mar/09 TOTAIS 19.422.206.184.00 3.2 CSLL .300.DESPREZAR CENTAVOS janeiro Resultado consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Resultado antes compensação base cálculo negativa (-) Compensação de base de cálculo negativa (=) Base de Cálculo da CSLL (=) CSLL (-) Antecipação (=) CSLL a Recolher 1.00 6.300.00 1.809.5 LUCRO REAL ANUAL – Recolhimento mensal dos tributos.00 4.

809.633.809.IRPJ E CSLL .206.00 15.Base de Cálculo PIS/Fat e COFINS janeiro fevereiro março 3.00 6.582.00 4. LUCRO REAL TRIMESTRAL .2 Lucro Presumido .566.00 19.2.00 15.162.300.00 3.00 1.206.2 LUCRO REAL TRIMESTRAL – RECOLHIMENTOS Mês/Ano Jan/09 Fev/09 Mar/09 TOTAIS 19.1 IRPJ/CSLL Receita Bruta Mercadorias Serviços Não operacionais Base de cálculo IRPJ Base de cálculo CSLL TOTAIS 3.DESPREZAR CENTAVOS 3.408.00 16.300.184.00 3.162.00 4.387.00 1.00 22.00 INSS FGTS COFINS PIS IPI ICMS ISS IRPJ CSLL 3 – LUCRO PRESUMIDO .300.184.DESPREZAR CENTAVOS IRPJ Resultado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real antes da compensação de prejuízos (-) Compensação de prejuízos (=) Lucro real ou base de Cálculo da CSLL Valor devido CSLL 2.00 20.00 INSS FGTS COFINS PIS IPI ICMS ISS IRPJ CSLL 165 .00 22.636.00 20.3 Lucro Presumido Recolhimento Mensal dos Tributos Mês/Ano 01/2009 02/2009 03/2009 TOTAIS 19.422.00 11.

30 20..4 – SIMPLES NACIONAL 4.2 SIMPLES NACIONAL –.JANEIRO.664.FEVEREIRO .Receita Bruta Acumulada: TRIBUTOS ATIVIDADE IRPJ Comércio/industria Serviços CSLL Comércio/industria Serviços COFINS Comércio/industria Serviços PIS Comércio/industria Serviços INSS Comércio/industria Serviços IPI ICMS ISS SOMAS IRPJ FGTS Indústria Comércio/industria Serviços ------------------Ganhos De Capital Folha 20.30 166 .1 SIMPLES NACIONAL.Receita Bruta acumulada: TRIBUTOS IRPJ Atividade Comércio/industria Serviços CSLL Comércio/industria Serviços COFINS Comércio/industria Serviços PIS Comércio/industria Serviços INSS Comércio/industria Serviços IPI ISS ICMS SOMAS IRPJ FGTS Indústria Serviços Comércio/industria -----------------------GANHOS DE CAPITAL Folha -----------.----------------------Alíquotas Base Cálculo Valor Devido Somas 4.664.

199.Renda CSLL INSS FGTS COFINS PIS IPI ICMS ISS TOTAIS 109.73 23.00 Ganhos capital Totais 5.57 --.00 23.000.664.780.531.599.MARÇO – Receita Bruta Acumulada: TRIBUTOS IRPJ Atividade Comércio/industria Serviços CSLL Comércio/industria Serviços COFINS Comércio/industria Serviços PIS Comércio/industria Serviços INSS Comércio/industria Serviços IPI ISS ICMS SOMAS IRPJ FGTS Indústria Serviços Comércio/industria -------------------Ganhos De Capital Folha ---------------------------------23.728.728.00 117.00 109.74 SIMPLES 75.00 20.4 SIMPLES NACIONAL – RESUMO Atividade % Janeiro Base SIMPLES cálculo Fevereiro % Base cálculo SIMPLES % Março Base cálculo SIMPLES Comercio Industria Exportação Serviços Somas 20.947.73 Alíquotas Base Cálculo Vlr Devido Somas 4.COMPARAÇÃO DO RESULTADO Tributo Lucro Real Anual Lucro Real Trimestral Presumido I.531.60 167 .225.4.725.3 SIMPLES NACIONAL .30 ---.728.

00 11.12: R$ 18.gov.66 por filho menor de 14 anos Salário de R$ 500.59 268.5 15. Base de cálculo mensal em R$ Até 1.434. para Pagamento de Remuneração a Partir de 1º de Janeiro de 2008 SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$) ALÍQUOTA % 8.46 a 3.Contribuição ao INSS dos trabalhadores sem vínculo empregatício: 11% 7.45 De 1.2 0.0 1.00 De 2.609.5 Senac Sesc TOTAL 5.5 2.Contribuição da Empresa s/o trabalho sem vínculo empregatício: 20% 8.Contribuição da empresa para o INSS: 20% 2-Contribuição para terceiros segundo o FPAS: FPAS 507 515 S.20 Alíquota % 7.00 Acima de 3.68 a 1.Educ 2.84 483.84 662.582.150. ano -calendário de 2009.08 por filho menor de 14 anos.609.866.6 0.41 a R$ 752.0 22.00 Até 965.fazenda.Salário familia: Salário até R$ 500.5 Sebrae 0.01 até 2.Tabela de Contribuição dos Segurados Empregado.Tabela Progressiva para o cálculo mensal do Imposto de Renda de Pessoa Física para o exercício de 2010.00 9. Empregado Doméstico e Trabalhador Avulso.60 até 2.94 168 .70 De 2.00 Fonte: www.Contribuição para o RAT – Risco Ambiental do Trabalho risco leve: 1% risco médio: 2% risco grave: 3% 4.5 Incra 0.150.90 5.2 Senai 1.0 Sesi 1.8 5.receita.5 Parcela a deduzir do imposto em R$ 107.br Parcela a deduzir por dependente R$ 144.67 De 965.59 De 1.8 3.582.71 até 3. 6.218.434.ENCARGOS S/REMUNERAÇÕES DO TRABALHO ASSALARIADO E NÃO ASSALARIADO 1.5 27.6 1.866.40: R$ 25.